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‘Meg’: Terror que mistura ‘Tubarão’ com ‘Jurassic Park’ ganha data de estreia

Meg’, terror sobre tubarão gigante pré-histórico estrelado por Jason Statham, ganhou novidades.

O título foi alterado para ‘The Meg‘, e a estreia foi agendada para 10 de agosto de 2018.

Segundo Jason Statham, o terror será uma mistura de dois clássicos de Steven Spielberg: ‘Tubarão’ e ‘Jurassic Park’. A afirmação foi feita durante o programa Jom & Sam Show:

“Eu acabei de fazer esse filme sobre um tubarão. É um cruzamento entre, eu diria, ‘Tubarão’ e ‘Jurassic Park’. E ficou realmente bom. Quer dizer, aparentemente. Nós não saberemos até assisti-lo. Se chama ‘Meg’, de megalodon”.

Quando perguntado se o filme seria em 3D, o ator não deu certeza, respondendo apenas “provavelmente”.

Confira artes da produção:

 

 

Dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘), ‘Meg’ conta com um elenco formado também pela atriz chinesa Fan Bingbing, Jessica McNamee, Ruby Rose e Rainn Wilson.

Produzido por Lorenzo Di Bonaventura, Belle Avery e Colin Wilson, as filmagens do filme começaram no segundo semestre de 2016, na Nova Zelândia.

Em um mergulho secreto ao mais profundo cânion do Oceano Pacífico, Jonas Taylor viu-se cara-a-cara com o maior e mais feroz predador na história do reino animal. O único sobrevivente da missão, Taylor é assombrado por aquilo que ele tem certeza que viu, mas ainda não pode provar existe – Carcharodon megalodon, a mãe do grande tubarão branco. A pré-histórica “Meg” pesa vinte toneladas e poderia rasgar um Tyrannosaurus Rex em segundos.

Taylor se recusa a esquecer as profundidades que quase lhe custou a vida. Com um Ph.D. em paleontologia em seu currículo, ele passa anos teorizando palestras e escrevendo sobre a possibilidade de que Meg ainda alimenta nos níveis mais profundos do mar. Com um amigo, ele volta ao fundo do Oceano e descobre que Meg está prestes a vir à tona. Quando ela o fizer, nada e ninguém estará seguro.

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‘Bright’: Ficção cientifica da Netflix com Will Smith ganha vídeo dos bastidores

A Netflix divulgou um vídeo dos bastidores de ‘Bright‘, focado na relação entre Will Smith e o orc Nick – vivido por Joel Edgerton.

Completando o trio principal do elenco está Noomi Rapace.

A direção é de David Ayer, que trabalhou com Smith ano passado em Esquadrão Suicida.

Confira, com o trailer:

Na trama, passada numa realidade alternativa, nosso mundo coexiste com criaturas fantásticas como Orcs e Elfos. Imagine um filme policial misturado com seres míticos.

No filme Edgerton é um orc, parceiro policial do humano vivido por Smith. Os dois investigam um caso. Noomi Rapace vive uma elfa. Ayer é um especialista em filmes policiais, tendo escrito Dia de Treinamento (2001) e dirigido Marcados para Morrer (2012).

Bright estreia no dia 22 de dezembro na Netflix.

Fique ligado no CinePOP para novidades no cinema e séries de TV.

“Fiquei nua para o teste e me chamaram de gorda”, diz Jennifer Lawrence

Durante a cerimônia do Elle Women in Hollywood Award, a atriz e ganhadora do Oscar Jennifer Lawrence, compartilhou uma história de arregalar os olhos sobre como as mulheres são tratadas em Hollywood.

Embora, ultimamente, o assunto “assédio sexual” tem sido, automaticamente, relacionado a Harvey Weinstein, o que Lawrence contou vem bem de antes, do tratamento degradante que ela recebeu no começo de sua carreira.

“Quando eu era bem mais nova e estava começando, os produtores disseram que eu deveria perder 6 quilos em duas semanas. Uma garota antes de mim já tinha sido demitida por não perder peso suficiente e rápido o suficiente.”

“E nessa mesma época, uma produtora feminina me colocou em um lineup de ‘nu’ com outra cinco mulheres bem mais magras do que eu para um teste. E nós ficamos lado a lado apenas com ‘tapa-sexo’. Depois desse lineup degradante e humilhante,  a produtora falou que eu deveria usar minhas fotos nuas para me inspirar a fazer dieta. O diretor daquele filme me perguntou se eu estrelaria em um filme pornô e muitas outras coisas que são inapropriadas demais para dizer aqui.”

Jennifer tentou se defender e falar com outros produtores para conseguir ajuda. Mas era difícil, uma vez que ela já estava trabalhando num projeto.

“Eu pedi para falar com um produtor sobre as regras da minha dieta irreal, e ele não sabia porque todo mundo me achava gorda. Ele me achava completamente ‘pegável’.”

Hoje, Lawrence é uma atriz premiada, com Oscar e com filmes renomados em seu currículo, o que deu a ela um poder maior para lidar com esse tipo de situação.

“No momento em que eu peguei Jogos Vorazes, eu podia dizer ‘não’. Eu malhei todos os dias, mas eu estaria condenada se passasse a ideia de que um corpo esquelético era bom. Qual a diferença entre aquela época e hoje? Eu me tornei uma ‘estrela de cinema’. E quando você é uma estrela, você tem o poder de dizer ‘não’. Mas todo ser humano, sem pensar no quão bem sucedido ele seja, deveria ter o poder de ser tratado com respeito porque ele é humano.”

‘Deadpool’: Josh Brolin tem contrato para quatro filmes

Cable é uma das grandes novidades de ‘Deadpool 2‘. O personagem interpretado por Josh Brolin fará um papel importante e imprescindível  na continuação de ‘Deadpool‘.

Em entrevista para a Collider, Brolin conta que assinou contrato para quatro filmes.

“Eu estava inseguro. Minha esposa pediu para eu ler o roteiro. (…) Achei hilário e descompromissado. Eu não fazia ideia da quantidade de fãs. E eu acho que fizemos um ótimo trabalho.”

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalharam em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

Josh Brolin vive o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

The Gifted – Análise Episódio 1X03 – ‘eXodus’

A criação de Matt Nix (Burn Notice) mantém a qualidade e realiza um terceiro episódio mais “calmo”, em termos de ação, porém, com um roteiro coerente, uma direção que cumpre o papel lhe incumbido e sem perder a essência dos X-Men.

Intitulado “eXodus” e dirigido por Scott Peters (Colony), o episódio apresentou mais uma mutante que, aparentemente, fará parte da turma, a Dreamer (Elena Satine). Com a habilidade de manipular as lembranças de uma pessoa, a ruiva demonstrou do que é capaz ao utilizar os poderes em Blink (Jaime Chung). O problema está no fato de como a situação será desenvolvida a partir de agora, em especial, na relação da refugiada com Thunderbird (Blair Redford). Quais problemas irão se originar a partir destes sentimentos embutidos? Resta esperar para ver o desenvolvimento.

Reed Strucker (Stephen Moyer) provou que não é por acaso que uma mulher como Caitlin (Amy Acker) o escolheu como marido. A tensão das cenas do promotor com Jace Turner (Coby Bell) demonstraram a desenvoltura do roteiro em, mais uma vez, surpreender o telespectador e evoluir um personagem tão importante quanto o de Moyer. A cena em que o mesmo escolhe ficar ao lado dos mutantes é uma forte demonstração disso e um ponto de virada na vida do mesmo.

Polaris (Emma Dumont) continua na mesma situação de antes, mas é possível observar que o poder de Lorna tem potencial para se tornar ainda mais forte. Como no episódio anterior, ela consegue usá-los mesmo com a coleira que deveria impedi-la. A cena do flashback lembra ao público que a jovem dos cabelos verdes é realmente filha de Magneto. Como não sentir uma pontada de nostalgia ao ver Lorna Dane voar? Um detalhe positivo para The Gifted é ter novamente exibido um momento que aconteceu no passado para, aos poucos, ir apresentando mais os personagens que compõem a história.

Agora vem cá, pois precisamos falar sobre Andy Strucker: em primeiro lugar, o adolescente irá precisar de muito treinamento para controlar os poderes. Os acessos de raiva do menino causarão muitos problemas se não forem logo resolvidos (já pressinto as confusões que irão se originar disto). Espero que seja endereçado na história em um futuro próximo. O interessante é que por ser uma série de TV, o telespectador poderá acompanhar e descobrir junto ao mais novo dos Strucker como funcionam as habilidades que o mesmo possui, o que conta como mais um ponto positivo para a narrativa.

Caitlin cada vez mais é aceita na família mutante. Com a esperança no sistema, a enfermeira busca ajuda de Danny (Jeffrey Nordling), que lhe entrega informações importantes a respeito do paradeiro de Reed e Lorna. Quase brasileiros (risos), a matriarca dos Strucker, Eclipse (Sean Teale) e Thunderbird não pretendem desistir tão cedo de encontrar Reed e Polaris. Com o nome de “eXit strategy” já é possível imaginar o que vem por aí no quarto episódio.

The Gifted continua a intrigar o público e a deixar perguntas abertas para serem respondidas mais a frente (como por exemplo, o que o cientista vivido por Garret Dillahunt tanto quer com os irmãos Andy e Lauren – parece que não só sentinelas serão a dor de cabeça da família). Para uma série norte-americana de TV aberta, a criação de Nix utiliza efeitos que agradam, e não decepciona em fazer 44 minutos parecerem 20. Agora é continuar com os dedos cruzados para que a série mantenha a qualidade.

Crítica | Slasher – 1ª temporada – Série de TERROR estilo ‘Pânico’ da Netflix

A Netflix Brasil disponibilizou a 2ª temporada completa da série ‘Slasher‘, e decidimos relembrar nossa crítica da 1ª temporada – que segue a mesma linha do clássico ‘Pânico‘ (Scream). A série é antológica, e cada temporada é focada em uma história.

O CinePOP maratonou os 8 episódios da 1ª temporada para fazer a crítica para você. A 2ª temporada já está disponível, e a crítica será lançada nesse final de semana!

Assista:

Produzida pelo canal canadense Chiller, a trama gira em torno de uma jovem que é confrontada por uma série de assassinatos horripilantes, que são baseados nos assassinatos amplamente conhecidos de seus pais anos atrás.

‘Pânico’ pode ganhar um reboot nos cinemas 

‘Scream’: Especial de Halloween tem várias mortes sangrentas e é divertido 

Katie McGrath, Brandon Jay McLaren e Steve Byers estrelam.

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Flash surge em belíssimo cartaz animado e vídeo de ‘Liga da Justiça’; Confira!

Uma nova arte do personagem Flash em ‘Liga da Justiça’ foi divulgada através da conta oficial da produção no Instagram.

Publicado no Instastory, o material traz Ezra Miller dividindo espaço com o herói Flash, em um belíssimo contraste.

Confira:

Como todos devem saber a esta altura, o diretor Zack Snyder se afastou da produção de Liga da Justiça devido a uma tragédia familiar (o suicídio de sua filha). Dono de uma filmografia adorada e odiada em proporções iguais, Snyder estava em fase de pós-produção do longa quando foi substituído por Joss Whedon, o homem por trás de Vingadores (2012) e Vingadores: Era de Ultron (2015).

Inicialmente, Whedon cuidaria da finalização da obra e de algumas cenas adicionais, mas acabou realizando “refilmagens extensivas” que custaram US$ 25 milhões e duraram 3 meses.

O fato nos deixa pensando o quão diferente será o resultado final da superprodução, daquela imaginada por Snyder.

A estreia acontece dia 16 de Novembro.

Ator de ‘Pânico’ sabia das acusações de assédio sexual contra Harvey Weinstein

O ator Skeet Ulrich, do clássico de terror dos anos 90, ‘Pânico’, revelou em uma entrevista à revista Cosmopolitan que sabia da existência de alegações de assédio sexual contra Harvey Weinsteinque foi um dos produtores da popular saga.

Segundo ele, uma das mulheres mais famosas do mundo compartilhou com ele algumas das situações que enfrentou com o diretor no passado, mas não citou seu nome pelo fato de ela não ter se pronunciado publicamente sobre o assunto.

Disse:

“Eu sabia, a maioria das pessoas de fato sabia. Uma vez eu saí para jantar com uma das mulheres mais famosas do mundo – não vou revelar quem é, pois ela não se posicionou em relação a isso – que comentou coisas similares…e infelizmente não há nada que poderia fazer. Sabe, o que eu poderia fazer? Não poderia ter ido adiante e falar sobre isso na época, sobre alegações. Honestamente, acho que esse conflito é algo que a maioria das pessoas enfrentou: Como você vai cortar seu ganha pão de uma empresa extremamente poderosa em se tratando de um assunto cujos fatos você na verdade não conhece?”

Ulrich continuou, se posicionando a favor das mulheres que se abriram sobre os casos de assédio:

“Isso é necessário. Porque quando apenas uma pessoa se posiciona e faz essas alegações, ela só comprometerá a outra e não vai ajudar ninguém, especialmente alguém com um poder tão grande como ele”.

O nosso editor-chefe Renato Marafon realizou um minucioso diagnóstico sobre a saga ‘Pânico’, mostrando momentos cruciais que indicavam a existência de assédios sexual no meio hollywoodiano.

Confira:

Eu me lembro perfeitamente do dia que assisti ‘Pânico 3‘ nos cinemas, em Junho de 2000, após o filme ter sido adiado por quase um ano.

Com toda a polêmica envolvendo as diversas acusações de assédio sexual e estupro envolvendo Harvey Weinstein, logo lembrei de cenas do filme que tentavam expor o produtor.

A franquia foi bastante prejudicada por uma grande briga entre o roteirista Kevin Williamson e os produtores, os irmãos Weinsteins.

Após a briga, Williamson foi dispensado de ‘Pânico 3‘ e Ehren Kruger (‘A Chave Mestra’, ‘Pânico 3’) foi contratado para reescrever algumas cenas.

Porém, é notório uma cena de Williamson que permaneceu no filme… ou melhor, duas. O filme trazia elementos de terror e comédia, mas também era uma grande crítica à indústria hollywoodiana.

Na cena em questão, Sidney Prescott (Neve Campbell) descobre que sua mãe tentou ser uma atriz em Los Angeles e foi estuprada por vários executivos do estúdio.

Maureen mudou-se para Hollywood e apareceu em três filmes para a Sunrise Studios (seria a The Weinstein Company?), sob o nome artístico “Rina Reynolds“. Os filmes foram produzidos pelo ícone de terror John Milton (Harvey Weinstein?). Durante uma de suas festas, ela foi estuprada por Milton e seus amigos. O estupro afetou Maureen pelo resto de sua vida, e ela abandonou Hollywood.

Chega a ser interessante um filme produzido pelos Weinsteins ter uma premissa tão ligada à vida real, agora que descobrimos que essas “festas” realmente aconteceram nos bastidores de Hollywood. Será esse o motivo da briga com o roteirista? Ou o estopim?

Além dessa cena, o filme traz uma deliciosa participação de Carrie Fisher como uma sósia da atriz, revelando que ela só não conseguiu o papel de Princesa Leia em ‘Star Wars’ porque não quis “fazer sexo” com George Lucas. Ouch!

A atriz que interpreta Sidney em ‘Stab‘ também revela que só conseguiu o papel no filme porque dormiu com o produtor, John Milton.

Assista as cenas:

 

 

 

‘Viva – A Vida é Uma Festa’: Clipe e vídeo dos bastidores da animação da Pixar

A animação ‘Viva – A Vida É Uma Festa’  ganhou um novo clipe e um vídeo dos bastidores, mostrando as inspirações mexicanas do filme.

Confira:

A animação ainda não chegou aos cinemas, mas já ganhou sua versão nos adoráveis colecionáveis Funko POP!

A linha de cabeçudinhos do próximo filme da Pixar traz o personagem Miguel, que também ganhará uma versão que brilha no escuro, além do Hector, o companheiro do protagonista e, claro, Ernesto, o ídolo musical do garoto.

Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.

Viva – A Vida é Uma Festa’ (Coco) tem estreia marcada no Brasil para 4 de Janeiro de 2018.

As 10 Maiores Scream Queens do Cinema

Todo e qualquer filme de horror que ficou marcado na cultura pop, além de trazer a figura icônica do assassino, carregou consigo uma personagem feminina que tinha basicamente as seguintes funções: fugir dos inimigos e principalmente gritar. Elas ganharam a alcunha de  Scream Queens (rainhas do grito) e são às vezes mais veneradas que seus próprios nêmeses perseguidores.

É bem verdade que, à primeira vista, a concepção desses papéis soe misógina, até pelo fato da maioria delas aparecerem despidas e serem encaradas como donzelas frágeis, dando maior ênfase no gênero feminino. Mas com o passar dos anos as personagens foram ganhando novos contornos, tornaram-se heroínas e em algumas situações se transformaram em vilãs. Ou seja, as características são das mais diversas.

No último fim de semana, estreou ‘A Morte te dá Parabéns‘, uma homenagem carinhosa e divertida aos slasher movies e às Scream Queens.

Aproveitamos a deixa do novo filme – que você já pode conferir a crítica no CinePOP – fizemos aqui uma lista com as dez grandes scream queens do cinema mundial. Personagens que por sua vez foram praticamente o alicerce dessa vertente curiosa.

10 – Sissy Spacek: Carrie – A Estranha (1976)

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A atormentada estudante Carrie, que teve seus momentos de gritaria durante o decorrer da obra-prima do De Palma, Carrie – A Estranha, acabou se transformando em uma vilã e fazendo com que sua ameaça se tornasse vitima. De anjo meigo a demônio, Sissy Spacek impetrou uma das personagens mais icônicas do estilo.

9 – Adrienne Barbeau: A Bruma Assassina (1980)

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A atriz americana Adrienne Barbeau era um símbolo sexual e rainha grito durante os anos de 1980, inclusive foi casada com John Carpenter, chegando a protagonizar The Fog, um de seus clássicos. Participou também de O Monstro do Pântano e Creepshow, longas admirados pelos fãs. Voltou até a trabalhar com o estilo, novamente, na série Carnivale, da HBO.

8 – Sigourney Weaver: Alien – O Oitavo Passageiro (1979)

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A subtenente Ripley foi de fato a primeira mocinha de filme de terror que virou badass com o desenvolver da trama. Tendo como adversário talvez o mais terrível de todos os monstros citados aqui, uma criatura quase indestrutível, o xenomorfo. E fez isso dentro de uma nave no espaço, onde o público teve uma sensação de claustrofobia nunca vista antes. Bravo!

7 – Adrienne King: Sexta-Feira 13 (1980)

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Alice praticamente definiu o padrão das mocinhas que acampavam Cristal Lake, mas, por outro lado, a atriz Adrienne King interpretou uma personagem que vai de encontro às demais, pois não se drogava, bebia ou fazia sexo sem compromisso. Por isso talvez sobreviveu diante de Jason Voorhees (ou sua mãe). Inclusive reencontra o verdadeiro Jason na sequência.

6 – Shelley Duvall: O Iluminado (1980)

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Ela não se encaixa tão bem nos parâmetros como as demais, afinal de contas, a perseguida em The Shining é somente Wendy. Mas só pelo fato de ser atormentada por um maníaco como Jack Torrance, magistralmente interpretado por Jack Nicholson, e mostrar um desespero descomunal em tela, já dá a Shelley Duvall o posto de ser uma das maiores scream girls da história.

5 – Heather Langenkamp: A Hora do Pesadelo (1984)

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Mais conhecida como Nancy Thompson, em Nightmare on Elm Street, Heather Langenkamp era a típica e simples garota que mora ao lado. Enquanto a maioria das scream queens dos anos 80 esbanjava futilidade e sexo, ela era inteligente e meiga, o que não diminuía sua força contra o surreal Freddy Krueger. Nancy acabou virando uma das personagens mais marcantes da cinessérie de Wes Craven.

4 – Neve Campbell: Pânico (1996)

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Encarada por muitos como uma nova Heather Langenkamp, a estrela da série Pânico, Neve Campbell, tem ainda mais força que a atriz comparada. Sidney Prescott não é apenas séria e centrada, aparenta ser uma mulher de muita personalidade e presença. A releitura de Kevin Williamson para esse estilo de personagem é algo tridimensional e complexo.

3 – Marilyn Burns: O Massacre da Serra Elétrica (1974)

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Muitos imaginam que The Texas Chainsaw é um filme sangrento, e na verdade estás longe disso. Muito mais contido que seus irmãos Jason e Freddie, o Leatherface impressiona pela bizarrice e o modo que Tobe Hooper constrói sua narrativa de maneira eletrizante no terceiro ato. Mas, principalmente, pelo desespero e interpretação de Marilyn Burns. Os gritos talvez sejam os mais altos de todas as atrizes citadas aqui. Incrível.

2 – Jamie Lee Curtis: Halloween (1978)

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Assim como a mãe, Janet Leigh, Jamie Lee Curtis tem em seu sangue, ou em sua garganta a força vocal de uma genuína rainha do grito. Curtis conquistou a todos quando enfrentou Michael Myers na obra-prima de John Carpenter, Halloween. Ela é uma das grandes forças do longa que foi um sucesso na época e até hoje é referenciado por novas gerações.

1 – Janet Leigh: Psicose (1960)

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Talvez o clássico hitchcockiano Psicose e por assim Norman Bates sejam os pais desse cinema de horror slasher, pois, ainda que o grau de violência seja menor em relação aos posteriores já citados aqui, temos um vilão icônico, assassinatos em série e a primeira scream girl do mainstream. O grito da Marion Crane de Janet Leigh – que morre no primeiro ato –, mesclado à trilha sonora Bernard Herrmann, é um dos momentos que está enraizado na sétima arte para sempre.

Warner inscreve ‘Mulher-Maravilha’ em 15 categorias do Oscar; Confira!

A Warner está firme e forte na ideia de que ‘Mulher-Maravilha‘ tem total potencial para chegar ao prêmio mais importante do cinema mundial.

O estúdio inscreveu o filme em 15 das 16 categorias em que ele teria chances de concorrer.

Confira:

Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Design de Produção, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora.

O foco da Warner está nas categorias de Melhor Filme e Melhor Direção, para Patty Jenkins

Em uma temporada onde as mulheres com toda certeza vão dominar a lista de Melhor Direção, pode ser que Patty Jenkins tenha chances.

Sofia Coppola e Kathryn Bigelow já são mais do que esperadas entre as indicadas ao Oscar, respectivamente, por ‘O Estranho que Nós Amamos’ e ‘Detroit em Rebelião‘.

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 2‘ já tem estreia mais do que garantida para 13 de dezembro de 2019.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Heath Ledger fez Christian Bale bater nele de verdade em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’

Todo mundo lembra do Coringa de Heath Ledger. Realmente se tornou uma lenda do cinema e não só por ser o Coringa, mas por toda a dedicação e garra que o ator pôs em jogo para ser o personagem.

E nessa de entrar no personagem, Ledger realmente foi “socado” por Batman.

Christian Bale contou, há um tempo atrás, alguns momentos nos bastidores da trilogia de Christopher Nolan, no livro ‘100 Things Batman Fans Should Know & Do Before They Die“, ou ‘100 Coisas que os Fãs de Batman Devem Saber e Fazer Antes de Morrer’.

O autor do livro, Joseph McCabe, entrevistou Bale e Nolan – em 2008 – e teve a change de falar com Ledger em 2007.

Um dos melhores momentos dos bastidores é a cena do interrogatório em que Ledger realmente fez com que Bale batesse nele.

Christian conta:

“Como se vê no filme, Batman começa a bater no Coringa e percebe que ele não é um inimigo comum. Porquê quanto mais eu bato nele, mais ele gosta, mais eu estou dando satisfação a ele. Heath estava se comportando de uma maneira muito semelhante. Ele estava realmente me irritando. Eu estava dizendo ‘quer saber? Eu não preciso realmente bater em você. Vai parecer tão bom quanto se eu não fizer isso’. Mas ele veio com ‘continue, continue, continue…’. Ele estava se derrubando, havia paredes de azulejos dentro daquele set que quebraram e se despedaçaram com ele se jogando. Seu compromisso era completo.”

A cena do interrogatório foi a primeira entre Bale e Ledger, então a loucura dessa cena deu o tom do filme.

“Eu vi que ele era um ator completamente comprometido e ele super entendia o tom que Chris [Nolan] estava tentando criar. Nós não procuramos atores que ficam brincando de fazer caricaturas malucas dos personagens. Nós tratamos isso como um drama sério.”

O método de Ledger foi o que manteve ele em toda a produção. Mas, Christian também se lembra da pessoa por trás da máscara:

“Você entra no personagem e fica no personagem. Eu adoro isso. Eu achei tão absurdo que eu amei. Quando ele estava com a maquiagem e a roupa, ele era o personagem. E quando ele tirava, era uma companhia fantástica para se ter por perto.”

 

 

 

 

Diretor quer criar plataforma no estilo Netflix com filmes clássicos e “esquecidos”

Diretor de clássicos e premiados filmes, Nicolas Winding Refn está sempre buscando inovar no ramo do cinema.

Deixando novos filmes de lado, o excêntrico diretor decidiu criar a sua própria plataforma de streaming. Nomeada byNWR, a plataforma terá o objetivo de exibir filmes clássicos e “esquecidos” em uma versão remasterizada.

Durante uma coletiva de imprensa no Festival Lumière, Nicolas comentou sobre a proposta:

“Pensei que seria interessante vi ao lugar onde o cinema nasceu, pois hoje celebramos a morte do cinema. Nos próximos dez segundo, deveríamos fazer silêncio e experimentar qualquer coisa que passe na nossa cabeça. Pronto, o cinema renasceu.”

Sobre a byNWR, ainda afirmou:

“É uma plataforma sobre a evolução do cinema (…). Haverá filmes que serão pontos de partida para diferentes experiências artísticas. Amo as salas de cinema, mas elas não são mais o único lugar que se passa um filme e, definitivamente, não são mais as principais. É preciso lembrar que assistir a um filme envolve muita coisa.”

De acordo com a Variety, o streaming vai disponibilizar, trimestralmente, três filmes. E cada trimestre terá um tema diferente. A primeira leva se chamará ‘Regional Renegades: Exploitation Gems for the Southern USA‘, algo meio que: Renegados Locais: Joias exploradas dos EUA sulista. Já a segunda leva traz o nome de: ‘Missing Links: Restored and Rediscovered Classics of American Independent Cinema’, ou ‘Elos Perdidos: Clássicos do Cinema Americano Independente Restaurados e Redescobertos‘.

O serviço de streaming da byNWR tem sua data de lançamento marcada para fevereiro de 2018

 

‘Brooklyn Nine-Nine’ brinca com ‘The Handmaid’s Tale’; Assista a prévia!

A comédia ‘Brooklyn Nine-Nine’ e a premiada série dramática ‘The Handmaid’s Tale’ vão cruzar seus caminhos no próximo episódio da quinta temporada da produção.

Confira a prévia:

Crítica | De Volta para Casa – Reese Witherspoon em boa comédia romântica

Big Little Truth

Enquanto assistia ao novo filme protagonizado pela estrela Reese Witherspoon, uma das rainhas das comédias românticas de Hollywood na atualidade, eu pensava em como estruturalmente e esteticamente esta produção remetia aos filmes de Nancy Meyers (Um Senhor Estagiário e Alguém tem que Ceder), cineasta veterana e proeminente quando o assunto é obra de qualidade dentro do gênero. Bom, tal julgamento foi certeiro, já que ao escrever este texto me deparo com a revelação de que é justamente a filha de Meyers, Hallie Meyers-Shyer, quem comanda este longa, estreando na direção.

Além da função de diretora, Hallie Meyers-Shyer estreia também como roteirista de um longa-metragem, seguindo de perto o caminho percorrido pela progenitora. E o resultado é um filme bem doce, mas incrivelmente honesto e satisfatório, ainda mais levando em conta que é o debute de uma jovem cineasta. Hallie replica os passos da mãe e em breve poderá entregar obras do mesmo nível ou até melhores que as da matriarca.

A trama criada pela diretora aborda relações passadas no meio do cenário cinematográfico de Los Angeles, tendo a paixão da cineasta como pano de fundo. E daí pensamos que Hallie, assim como Sofia Coppola fez em Um Lugar Qualquer (2010), provavelmente incluiu muitas de suas experiências pessoais crescendo com pais famosos, nesta mistura fictícia.

A história apresenta Alice Kinney (Witherspoon), mulher de 40 anos, arquiteta, divorciada e mãe de duas meninas. Ela é também a filha de um grande cineasta da década de 1970, desses revolucionários, que ajudaram a moldar um cinema mais artístico e autoral, surgidos justamente no boom de tal era, vide Coppola e Scorsese. A ligação com o pai se estende até depois da morte do diretor, já que a protagonista mora na grande casa aonde cresceu.

Entram em cena Harry (Pico Alexander), George (Jon Rudnitsky) e Teddy (Nat Wolff), três artistas “famintos”, lutando para conseguir trabalho no disputadíssimo mercado de cinema Hollywoodiano. O trio produziu um curta, com Harry na direção, George no roteiro e Teddy protagonizando, que chamou atenção e está prestes a lhes conseguir um contrato para um longa com um grande estúdio. No ínterim, eles precisam encontrar um lugar para morar. O destino intervém e coloca a personagem de Witherspoon em seu caminho.

Como dito, o filme de Meyers-Shyer é bem leve e doce, parecendo existir num mundo à parte, dentro de uma redoma onde questões polêmicas são adereçadas de forma superficial, sem que adentremos as minúcias ou qualquer drama. Aqui o que temos é quase um conto de fadas, típico da fórmula que se tornou a comédia romântica. O que deixa feliz, no entanto, é que a estreia da diretora não trata sua audiência como idiota, ao contrário de muitas produções do gênero, e apesar do peso quase inexistente, a cineasta preza coerência e uniformidade do teor escolhido.

Temos, por exemplo, o desconforto do relacionamento de Alice, uma mulher de 40 anos, com Harry, um rapaz de 27. O que daria por si só o tópico de uma história a ser destrinchada, aqui é parte de nota de rodapé, apenas pincelado esporadicamente, sem que qualquer discussão mais significativa seja dada ao item. O mesmo ocorre com o “comercial de margarina estendido” que se torna a convivência dos rapazes com a mulher, onde as tarefas do dia a dia começam a ser supridas pelo trio. De fato, De Volta para Casa daria um bom piloto de uma série de TV.

Pegue em contrapartida Big Little Lies, a série indicada para inúmeros Emmys, incluindo melhor atriz para Witherspoon, e vencedora de melhor minissérie, como comparativo. Temos uma estética similar, mas uma olhada crua nos bastidores da superfície reluzente. Coisa que não ocorre aqui, restando apenas o brilho afastado de qualquer problema real. Seja como for, se pensarmos que o cinema da Meyers mãe é uma releitura feminina e moderna do que cineastas como Frank Capra fizeram durante toda a carreira, Hallie não está tão dissonante da trilha correta.

Crítica | Doentes de Amor – Holly Hunter em grande atuação

Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno deste ano, a comédia dramática Doentes de Amor (The Big Sick no original), é uma daquelas gratas surpresas que aparecem no circuito. Falando de um assunto bastante abordado em longas metragens ao longo dos anos, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, o filme possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas nessa comédia dramática que tende ao riso e um grande cheiro de Oscar para Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.

Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família. Ele foge sempre que o assunto é seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma. E assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital, terminando por conhecer melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).

O equilíbrio eleva a força dos personagens de maneira bonita, quase poética. O protagonista é um cidadão norte-americano ainda preso a costumes por conta de sua família. Com medo de ser banido, faz mil e uma piadas coerentes sobre isso, e tenta aos poucos convencer sua família sobre suas escolhas, não só no campo amoroso, mas no profissional. Mesmo assim, sua mãe, sempre que vão jantar, chama uma jovem de outra família indiana para apresentar a ele. Mas essa é apenas uma parte de sua vida. Seu sonho é ser comediante profissional e se apresentar em palcos pelos Estados Unidos. O foco de suas piadas obviamente são suas histórias e tradições culturais de sua família.

O fator amor chega na figura de Emily. Completamente encantado, o protagonista começa a ganhar coragem para tomar decisões que antes eram um tabu em sua cabeça. A maior parte de sua transformação acontece no segundo ato, quando entra a família de Emily na história. Terry e Beth são um casal comum, cheio de problemas e que tem em Emily um elo eterno. O carinho de Kumail por sua filha aproxima os três personagens que entre idas e vindas, em situações hilárias em alguns momentos, vão descobrindo novas maneiras de ver o mundo, sempre através do amor ao próximo. Beth domina muitas dessas cenas, fruto de uma atuação espetacular de Holly Hunterque merece mais uma indicação ao Oscar.

A emoção rola solta em muitos momentos. É impossível após as duas horas de filme você não sair apaixonado por essa história.

Nova promo de ‘The Flash’ faz referência à clássica série dos anos 90

Nova promo de ‘The Flash’ faz referência à clássica série dos anos 90

A CW já liberou a nova promo do próximo episódio da quarta temporada de ‘The Flash’ e logo no início do vídeo já é possível ver uma referência à clássica série dos anos 90, estrelada por John Wesley Shipp.

Confira:

 

Crítica | Além da Morte – Ellen Page e Nina Dobrev em suspense que não decola

Novos Tempos, Filme Igual

A primeira coisa que deve ser dita deste suspense sobrenatural é que se trata da reimaginação – sim, não uma refilmagem ou sequência – da obra homônima (no Brasil intitulada Linha Mortal) de 1990, protagonizada por Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, Oliver Platt, William Baldwin e Julia Roberts, o nome mais quente deste pacote, que no mesmo ano experimentava o prestígio de sua primeira indicação ao Oscar (Uma Linda Mulher – dizem que Linha Mortal pegou carona neste marketing) e se tornava a maior estrela de Hollywood.

Nenhum destes personagens, porém, retorna no novo Além da Morte, apesar da presença de Sutherland no elenco, vivendo agora um professor. Não seria muito legal se o personagem fosse de fato o Dr. Nelson, o mesmo do filme original, fazendo da produção uma tardia e não anunciada sequência? Mas, assim como no recente Caça-Fantasmas (2016), a Sony perde outra oportunidade.

O roteiro de Ben Ripley (Contra o Tempo, 2011) repete passo a passo a história de Peter Filardi (Jovens Bruxas, 1996), sem acrescentar muito, apenas diferentes traumas aos personagens e certa modernidade do mundo no qual vivemos hoje. O novo longa consegue inclusive ser mais moralista, já que a lição do dia é a de humildade para jovens privilegiados – o que casa muito bem com os tempos politicamente corretos.

Nada de cabelos emplumados, ombreiras, mullets, bueiros e ruas esfumaçadas e neon gritante, fazendo o novo perder pelo quesito chatice. Em sua defesa, a nova produção traz atuações mais comprometidas de seu elenco, que leva a coisa a sério e se sai bem. Outro ponto a favor é a direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (Os Homens que Não Amavam as Mulheres – versão sueca), especialista em traduzir temas sombrios e imprimir um bom ritmo à sua narrativa. Digam o que quiserem de Além da Morte, menos que se trata de um filme enfadonho.

O grande problema é que o longa não possui ressonância alguma e promete, assim como o original (que não envelheceu nada bem), sair de nossas mentes bem rápido. O dilema moral é simplista e não existe realmente uma tensão aqui. Ao contrário da versão antiga que apresentava os protagonistas como pessoas  repreensíveis, donas de comportamentos deturpados, o novo mais uma vez opta pelo caminho agradável, e apresenta seus personagens como bons samaritanos prontos para o abate.

Na trama, Courtney (Ellen Page) é uma estudante de medicina que resolve testar os limites entre a vida e a morte. Sua motivação é descobrir como o cérebro se comporta no exato momento em que deixa de viver – mais uma diferença entre os filmes, já que no original o propósito era mais voltado a certa espiritualidade e o além vida era o enigma a ser desvendado. Para o experimento, no qual ela mesma será a cobaia, a jovem recruta quatro colegas, para trazê-la de volta à vida. Depois de concluída, um a um eles decidem se tornar alvo da experiência. O problema é que não retornam “puros” e algo começa a persegui-los.

Outra diferença de roteiro, que poderia dar ares mais refrescantes para a história, é que ao contrário do primeiro filme, estes jovens não trazem consigo apenas a “maldição”, mas voltam com habilidades adormecidas ou ativadas em seu subconsciente, como mais inteligência, memória, vigor físico e inclusive novos talentos, como tocar piano. A novidade, no entanto, logo se esvai quando o filme abandona tais ideias para não mencioná-las de novo até o desfecho.

No elenco, destacam-se a gracinha Kiersey Clemons (a Iris West dos vindouros Liga da Justiça e Flashpoint) e Diego Luna (Rogue One), apesar do quinteto criar uma hegemonia de performances e química, completado por Nina Dobrev e James Norton.

Além da Morte entretém e promete deixar o espectador intrigado a cada cena, mesmo contendo momentos tirados de qualquer produção B, banhada em clichês do gênero. Apesar de não ser algo verdadeiramente especial ou novo, o longa definitivamente não merece a apatia que recebeu de grande parte da imprensa, rendendo uma média baixíssima no agregador mais famoso e odiado do mundo virtual, uma das mais baixas do ano. Boas atuações, direção segura e uma montagem enérgica, se contrapõem a um roteiro mundano, sem grande brilho, personagens de pouca expressividade e cenas nada memoráveis.

Além da Morte não passa de um gostoso chiclete para o cérebro. E você, lembra qual foi o último que mascou?

Lena Headey, a Cersei, conta tudo sobre quando Harvey Weinstein tentou estuprá-la

A polêmica de assédio sexual envolvendo Harvey Weinstein não para de crescer. Outra atriz resolver se manifestar sobre o assunto. Dessa vez, foi Lena Headey, de ‘Game of Thrones‘.

Pelo Twitter, Lena contou que foi por sorte que não se se envolveu nos seus famosos encontros em quarto de hotel.

Vale a pena ler o depoimento da atriz:

“A primeira vez que eu conheci Harvey Weinstein foi durante o Festival de Veneza. Estava passando ‘Os Irmãos Grimm‘ (…). Em um determinado momento, Harvey me pediu para dar uma volta com ele perto da fonte e eu fui com ele e ele parou para fazer um comentário sugestivo, um gesto, eu apenas dei risada, eu estava genuinamente chocada, eu me lembro de pensar ‘tem que ser uma piada’, e eu disse algo tipo ‘Sério, cara? É como seu eu beijasse meu pai! Vamos pegar uma bebida e voltar pra lá’. Nunca mais fiz outro filme com a Miramax“.

A outra vez foi em LA. Anos depois. Eu sempre carreguei a ideia de que ele nunca mais tentaria algo de novo comigo, não depois de eu ter rido e dito que nem em um milhão de anos. Eu acreditei que ele tinha respeitado minha barreira e talvez ele quisesse falar sobre um potencial trabalho. Ele me pediu para encontrá-lo para tomar café da manhã. Nós tomamos café, e falamos sobre filmes, cinema. Ele começou a me fazer algumas perguntas sobre minha vida amorosa. Eu direcionei a conversa de volta a algo menos pessoal. Então, ele foi ao banheiro. Ele voltou e disse ‘vamos lá pro quarto, quero te dar o roteiro’. Nós caminhamos para o elevador e a energia mudou, meu corpo todo entrou em alerta, o elevador começou a subir e eu disse para Harvey: ‘eu não estou interessada em nada além de trabalho, por favor não pense que eu vim aqui com você por qualquer outro motivo, nada vai acontecer’. Eu não sei o que me possuiu pra eu falar alto naquele momento, apenas que eu tinha um sentimento de que eu não queria ele perto de mim.

Ele ficou em silêncio depois que eu falei, furioso. Nós saímos do elevador e caminhamos até o quarto dele. A mão dele estava nas minhas costas e ele estava me guiando para frente, nenhuma palavra, eu me senti completamente impotente. Ele tentou o cartão-chave e não funcionou, aí ele ficou realmente bravo. Ele me guiou de volta ao elevador, através do hotel até o estacionamento, segurando e apertando forte a parte de trás do meu braço. Ele pagou pelo meu táxi e sussurrou no meu ouvido ‘não conte isso pra ninguém, nem pro seu agente, nem pro seu assessor.”

“Eu entrei no carro e chorei”.

Está de fora dessa bagunça? Acompanhe com a gente:

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‘Deadpool 2’ virá recheado de easter-eggs, revela Ryan Reynolds

Além de declarar que as filmagens de ‘Deadpool 2‘ acabaram, o ator e protagonista Ryan Reynolds revelou que a sequência de ‘Deadpool‘ estará cheia de easter-eggs e que pode haver “segredos” em TODAS as cenas do filme.

Em sua conta do Instagram, Reynolds publicou as fotos e fez um “textinho” de agradecimento ao diretor e a todos do longa.

http://www.instagram.com/p/BaP6xW2DiKg/?taken-by=vancityreynolds

“É o fim de ‘Deadpool 2: As Crônicas de Gelo e Fogo‘! Muito obrigada ao nosso amado capitão @David Leitch… Palavras não são o suficiente para reconhecer adequadamente o seu coração gigante e seu talento. Eu amo minha cidade natal -Vancouver – e nossa equipe obscenamente dotada. Dos nossos decoradores e o departamento de suporte, fazendo esse filme ter easter-eggs em quase toda cena. Obrigada. Eu já sinto falta de estar no set. Foi por isso que eu decidi continuar filmando de underwear na sala super equipada de Josh Brolin.”

 

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool