Em entrevista ao EW, Lizzy Caplan revelou que iremos conhecer um lado diferente da icônica vilã Annie Wilkes na 2ª temporada de ‘Castle Rock‘.
“Eu acredito que nós vamos apresentar um ângulo diferente do que vocês conhecem e amam sobre a Annie Wilkes no passado.”
Ainda na mesma entrevista, o o co-criador Dustin Thomason acrescentou: “A ideia da série sempre foi retornar a certos tópicos e que, ao longo de muitas temporadas, estaríamos construindo essa tapeçaria gigante com o material do Stephen King. Assim como Stephen faz com nos livros dele, as pessoas voltam a aparecer em lugares inesperados.”
O próximo ciclo irá estrear no dia 23 de outubro.
Criada por Sam Shaw e Dustin Thomason, a série se passa no universo fictício criado por StephenKing, com cada temporada narrando uma trama original como “um livro nunca publicado” do autor.
Na trama do segundo ano, um desafeto entre clãs chega ao seu ápice quando a psicopata Annie Wilkes, uma enfermeira infernal, começa a atuar em Castle Rock.
Em entrevista ao Coming Soon, o roteirista Carl Ellsworthrevelou detalhes sobre o roteiro da sequência ‘Gremlins 3‘, afirmando que o novo filme exploraria a mitologia das pequenas criaturas.
“[O novo filme] seria uma sequência direta do primeiro filme. Sem ignorar o segundo filme, eu queria manter o tom do primeiro.”
Ele continua, “Essas pequenas criaturas, o que eles estão realmente fazendo? Eles são assassinos. É assim que tudo começou. Eu tentei preservar o humor, mas, ao mesmo tempo, criei algo mais voltado para o terror e estava muito animado sobre isso. A ideia seria explorar mais a mitologia e a história dos Gremlins.”
Infelizmente, a produção do terceiro filme não parece estar ativa no momento.
Gremlins são criaturas endiabradas, que têm uma risada sinistra e diabólica. Com sua inteligência, eles destroem casas e lojas, causam incêndios, explosões, acidentes no trânsito, matam pessoas e aterrorizam toda a cidade de Kingston Falls. Embora destruam tudo o que vêem pela frente, são um pouco engraçados.
Os Gremlins também se multiplicam com a água e também não gostam da luz forte. A luz do Sol pode matá-los também.
O terror ‘MakingMonsters‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Justin Harding e Rob Brunner são responsáveis pela direção.
Um Youtuber e sua noiva percebem que seu fim de semana idílico no campo se transforma em uma verdadeira experiência aterrorizante, em que o que está em jogo é a vida ou a morte.
O elenco conta com Alana Elmer, Tim Loden, Jonathan Craig, Jarrett Siddall e King Chiu.
Sonny Mallhi, produtor de ‘Os Estranhos‘ e ‘The Dark and the Wicked‘, assume a direção.
“Um soldado se reúne com sua esposa para se aventurar em sua atração favorita de Halloween: O Passeio Assombrado. Mas quando o terror os segue até em casa, eles devem lutar por suas vidas… ou irão acabar se tornando a próxima atração.”
Emily Van Raay e Andrew Creer estrelam a produção.
O terror será lançado em VOD pela Gravitas Ventures no dia 10 de dezembro.
The Patient Official Trailer | Steve Carell, Domhnall Gleeson | FX
Steve Carell
https://www.youtube.com/watch?v=LpmMxXfBn-Y&t=24s
CR: FX
O Hulu divulgou o primeiro trailer da série de suspense psicológico ‘The Patient‘, estrelada por Steve Carell (‘Space Force’).
Confira:
Os três primeiros episódios da série serão lançados no dia 30 de agosto.
A trama segue Alan Strauss, um terapeuta que ajuda seus pacientes a lidarem com seus conflitos emocionais… apesar dele ter os seus próprios. Ele tem um paciente em particular, um jovem problemático chamado Sam (Domhnall Gleeson), cujas sessões parecem normais até o paciente começar a apresentar comportamentos cada vez mais perturbadores…
Joel FieldseJoe Weisberg (‘The Americans’) são responsáveis pelo roteiro, além de também servirem como produtores executivos.
O elenco também conta com Andrew Leeds, David Alan Grier, Linda Emondm, Laura Niemi e Alex Rich.
De acordo com o insider Daniel Richtman, Robert Pattinson (‘Batman’) está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘Drácula‘, que será escrita e dirigida por Chloé Zhao (‘Eternos’).
Vale lembrar, obviamente, que Pattinson já interpretou um vampiro muito conhecido nas telonas: Edward Cullen, da saga ‘Crepúsculo‘.
Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre a produção foi divulgado.
Anteriormente, a própria cineasta havia confirmado que o projeto ainda estava em desenvolvimento: “Eu, eu estou escrevendo o roteiro atualmente.”
Sobre o que podemos esperar da nova versão, Zhao declarou: “É o mesmo processo que eu passei ao ler o livro da Jessica Bruder [para adaptar ‘Nomadland’], e realmente analisar o que está por trás das páginas; descobrir o significado por trás de cada palavra e a essência da obra. Sou uma grande fã do livro, então eu queria ver qual essência eu encontraria [em ‘Drácula’] para poder reimaginar esse icônico personagem que eu amo.”
A nova adaptação não será apenas uma releitura do clássico romance de Bram Stoker, mas sim uma construção futurista, descrita como “um western de ficção científica”.
Em uma recente entrevista à Variety, a diretora falou sobre sua abordagem única para o icônico personagem e o motivo por tê-lo escolhido como projeto.
Ela continua: “Eu amo personagens complicados. Esse é um livro importante para mim. Imortalidade é algo que comecei a explorar em ‘Os Eternos‘, mas é algo que eu quero questionar a compreender”.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o último episódio de ‘True Detective: Terra Noturna‘ quebrou recordes e registrou a maior audiência da história da série.
O site afirma que o capítulo final do quarto ciclo alcançou 3.2 milhões de espectadores – o que representa o melhor desempenho da temporada.
A métrica leva em conta a primeira exibição na HBO, as duas primeiras reprises na mesma noite e no serviço de streaming da HBO Max.
Ao total, ‘Terra Noturna‘ alcançou uma média de 12.7 milhões de espectadores por episódio, tornando-se a temporada mais assistida da história da série antológica.
Anteriormente, o primeiro episódio do quarto ciclo havia registrado 2 milhões de espectadores na primeira noite, através de todas as plataformas. Com o passar das semanas, os números cresceram progressivamente enquanto a produção atraía uma nova porção do público.
A trama é ambientada durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.
De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam que ‘Mufasa: O Rei Leão‘, pré-sequência do live-action de 2019, deve arrecadar em torno de US$ 59-66 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O site ainda afirma que o valor pode aumentar consideravelmente até a estreia oficial do filme, quando a campanha de marketing se fortalecer para chamar a atenção dos espectadores para os cinemas.
‘Mufasa‘ enfrentará diretamente ‘Sonic 3‘ nas bilheterias, mas os analistas apontam que ambos filmes podem sair bem-sucedidos do final de semana. Enquanto o filme da Disney tem forte apelo entre o público feminino e espectadores acima de 35 anos, o filme do ouriço promete atrair o público masculino e mais jovem.
Para termos de comparação, o live-action de ‘O Rei Leão‘ arrecadou US$ 191.7 milhões em sua estreia no território norte-americano – em uma época em que os live-actions da Disney estavam bombando nas telonas –, e fechou sua passagem pelos cinemas globais com US$ 1.66 bilhão em arrecadação.
‘Mufasa: O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.
“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
Os dois primeiros episódios serão lançados no Disney Channel no dia 12 de setembro. A produção, no entanto, só chegará ao streaming doDisney+ no dia 8 de outubro – com todos os novos capítulos sendo lançados de uma só vez.
A trama da nova série começa após um misterioso incidente na Feitiço Tec, onde Justin Russo (David Henrie), agora adulto, escolheu deixar os seus poderes para trás para viver uma vida humana e normal com a sua esposa e dois filhos.
O elenco também conta com composto por Max Matenko(‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo; Mimi Gianopulos(‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown(‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquantoAlkaio Thiele(‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.
Do elenco original, também retornam David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).
Conforme a sinopse, a série seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.
Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.
Com o lançamento do trailer completo de ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn), alguns fãs não deixaram que reparar que o novo filme aparentemente traz uma conexão direta com ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.
Em determinado momento do vídeo, uma jovem possuída aparece com uma caraterização extremamente familiar – indicando o possível retorno da Deadite Jessica.
No capítulo anterior, a personagem viaja para uma cabana com seus amigos, mas acaba sendo possuída após os eventos principais da trama – resultando na morte brutal de seus companheiros. O filme termina sem uma resolução para a personagem, mas teorias já apontam que ela será responsável por desencadear o terror nesta nova iteração.
O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.
Após a perda do marido, uma mulher busca consolo com os sogros em sua casa de família isolada. À medida que, um a um, eles são transformados em Deadites — transformando o encontro em uma reunião familiar saída do inferno — ela descobre que os votos que fez em vida continuam… mesmo na morte.
Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.
O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).
Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.
Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
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Dirigido por Oliver Stone, ‘Platoon’ traz Chris Taylor, um estudante universitário que abandona os estudos para defender os Estados Unidos no Vietnã, em 1967. Lá, sua inocência e idealismo são destruídos, à medida que ele também se vê envolvido em um constante conflito entre os próprios soldados, que divergem sobre a presença ou não de vietcongs escondidos em vilarejos locais, próximo onde as bases se encontram.
O filme de origem da ‘Capitã Marvel‘ terá uma abordagem bem diferente do qual o público já está acostumado.
Segundo o produtor Nate Moore, o objetivo é não condicionar a mente da audiência aos modelos de filmes de origem feitos nos últimos anos.
Em entrevista ao site CinemaBlend, ele compartilhou a perspectiva que a nova produção trará.
Disse:
“Acho que existe uma estrutura em se tratando de filmes de origem que faz com que o público até se adiante com muita facilidade. Então, se vamos fazer produções desse gênero, internamente conversamos sobre como poderíamos subverter esse formato. Por exemplo, ‘Capitã Marvel‘ é uma adaptação desse tipo de uma personagem que jamais foi vista nos cinemas, mas acho que tropeçamos em uma estrutura que não é a tradicional, vista frequentemente em filmes de origem. Não teremos aquele modelo em que primeiramente conhecemos a protagonista, e aí então surge o problema, ela descobre seus poderes no final do primeiro ato e no final do segundo ela aprende a lidar com suas habilidades, enquanto no terceiro ato ela provavelmente luta com algum vilão com poderes semelhantes. Na maioria das vezes as produções de origem possuem esse padrão, mas à medida que vamos apresentando novos personagens, seguindo em frente com a narrativa, nós queremos encontrar maneiras de subverter essa estrutura, para que pelo menos a experiência do espectador seja nova. Nós trabalhamos muito para garantir que o público não tenha aquela sensação de já ter visto isso antes”.
A trama do filme se passará nos anos 1990, antes dos eventos de Guardiões.
Além disso, também contará com o retorno do Agente Phil Coulson (Clark Gregg) para as telonas, sete anos depois de ‘Os Vingadores’ (2012). O personagem acabou se estabelecendo como o astro de ‘Agents of SHIELD’, uma das principais produções de TV da Marvel.
Após a estreia mundial de ‘Nós’ no festival SXSW, o cineasta Jordan Peele e o elenco da produção iniciaram a turnê de lançamento nacional do terror, percorrendo os Estados Unidos para divulgar a produção.
E em suas apresentações, o diretor tem feito pequenas homenagens aos seus filmes de terror favoritos, trazendo referências dos longas em seu visual.
Uma dessas homenagens chamou bastante a atenção dos fãs. Em um dos lançamentos, Peele se vestiu como Jack Nicholson em ‘O Iluminado‘, trajando uma camisa xadrez e um casaco vermelho, bem semelhante ao visual do personagem Jack Torrance.
A comparação ainda foi replicada por Peele, que fez outra referência em sua legenda, usando uma das frases mais famosas do longa.
A referência chamou tanta atenção, que fãs habilidosos decidiram também criar a icônica foto do baile no Hotel Continental, feita em 1921, com a imagem de Peele em destaque.
Confira:
Vale ressaltar que, no passado, Peele fez uma homenagem a ‘O Iluminado‘, recriando uma das cenas de maneira cômica em seu programa de sketches, ‘Key And Peele‘.
Confira o vídeo do quadro em questão:
Em seu primeiro fim de semana nos EUA, analistas apontam que o filme ‘Nós‘ deva arrecadar entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.
O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.
Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”
A quarentena não tem sido fácil para ninguém, mas algumas personalidades de Hollywood têm tido sérias dificuldades de lidar com o período de isolamento social.
E o astroArmie Hammer aparenta ser uma delas. Registrando sua reclusão constantemente em lives feitas pelo Instagram, o ator de ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ surpreendeu seus fãs ao se submeter a uma transformação física impressionante.
Cortando praticamente todas as suas madeixas e deixando um cavanhaque, Hammer praticamente se transformou no próprio Joe Exótico, da série documental ‘A Máfia dos Tigres‘.
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De acordo com o TVLine, o novo documentário da Netflix, intitulado ‘A Máfia dos Tigres‘ (Tiger King), já foi assistido por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.
Para termos de comparação, a terceira temporada de ‘Stranger Things‘, uma das produções mais populares do serviço de streaming, teve 36.3 milhões de visualizações nesse mesmo período de tempo no país.
O site, no entanto, destaca que o sucesso do documentário consolidou-se de forma tardia, reportando que, em seu primeiro dia, a média de audiência por minuto era de 280 mil espectadores. Porém, até o nono dia, a média bateu a marca de quatro milhões.
Vale notar que os dados só consideram as visualizações pela TV, não contabilizando os views de notebooks e celulares.
No mundo dos proprietários de grandes felinos, a realidade supera a ficção. E Joe Exotic, um carismático cantor country polígamo que possuía um zoológico em Oklahoma, é uma das figuras mais excêntricas desse universo. Joe e um elenco inacreditável de personagens – que inclui até chefes do tráfico e líderes de seitas – têm algo em comum: a paixão por grandes felinos e pelo status e atenção que suas coleções atraem. Mas quando seu lucrativo negócio é ameaçado por Carole Baskin, uma ativista pelos direitos dos animais e proprietária de um refúgio de grandes felinos, a situação foge ao controle. A crescente rivalidade entre eles resulta na prisão de Joe, acusado de contratar um assassino para matar Carole, e a investigação do crime acaba revelando uma história surreal na qual o animal mais selvagem é o ser humano.
O aclamado documentário sobre inteligência artificial e tecnologia de reconhecimento facial, intitulado ‘Coded Bias‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta segunda-feira (05), na grade de programação.
Este documentário investiga o lado negro dos algoritmos da inteligência artificial, mostrando como um histórico de racismo, opressão, misoginia e preconceitos impacta na forma como a tecnologia de reconhecimento facial é usada no mundo contemporâneo. Coded Biasvisa alertar o mundo a respeito de como grandes corporações e até mesmo o governo se apropriam de uma tecnologia, colocando os direitos civis e a segurança individual em risco.
Os Estados Unidos possuem alguns dos casos mais atrozes de assassinatos em séries. Com listas intermináveis, muitos destes serial killers chegaram até a ser analisados no excelente programa Índice de Maldade, do canal Investigação Discovery.
Sempre alvos da opinião pública e do interesse geral, eles fazem parte de capítulos dolorosos da história norte-americana. Um deles talvez seja o mais intrigante de todos. Ted Bundy, de feições finas, corpo enxuto e cabelos castanhos ondulados, não seria o típico assassino caricato.
Carismático e belo, ele atraiu 30 vítimas para o canto da morte, abusando e desfigurando mulheres inocentes que mal algum viam no rapaz. Sua história ganhou repercussão nacional e foi lançado pela Netflix como o filme ‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘.
O longa, que recebeu duras críticas por glamorizar o infame assassino, saiu do catálogo da Netflix e agora estreia no Paramount+.
Mas por que o filme é socialmente IRRESPONSÁVEL
Dirigido por Joe Berlinger, a produção direciona seu foco para o psicopata, apresentando-o inicialmente como uma figura paterna dócil e adorável, ilustrando seus passos e comportamento de maneira extremamente sutil. Até demais. Pela interpretação de ZacEfron, somos apresentados a um personagem quase enigmático. Suas práticas criminosas são pinceladas no roteiro de MichaelWerwie, que esquece de todas as vítimas, fazendo delas apenas uma nota de rodapé ao final do longa. O filme não é de todo ruim, mas perde a oportunidade de honrar as mais de 30 mulheres estupradas por Bundy, reduzindo-as a efêmeros registros que passam despercebidamente diante das telas.
Assista ao trailer:
Para dificultar ainda mais, Zac Efron é uma frustração diante das telas, um “quase lá”. Estigmatizado como sendo o garoto bonito que atrai as atenções nas telas, ele não passa desse estereótipo, não se desafiando de maneira alguma na construção conceitual e estrutural do personagem. Infelizmente, fica claro que sua escolha para o papel segue a mesma nomenclatura das anteriores: escolhido pela beleza e pela popularidade de seu nome entre as mulheres. Pelas características do ator, Ted Bundy é “apenas” um jovem cativante que maquia sua psicopatia. Preguiçosa, sua atuação é extremamente blasé e ignora o argumento fundamental que fez de Bundy o tema do filme, que nada mais é o fato de ele ter se tornando um dos serial killers mais emblemáticos da história moderna.
Com uma narrativa intrinsecamente regida porTed Bundy e seu comportamento, Extremely Wicked poderia até subir no conceito, se Efron tivesse sido capaz de suportar a produção em seus ombros. Como um filme totalmente focado na humanidade (ou falta dela) dos personagens, a expectativa seria de que seus atores correspondessem à pressão de estrelar um longa sem alegorias e aspectos carnavalescos. Mas novamente, o drama biográfico falha nesse sentido, passando nas telonas como apenas uma rápida memória de uma história que é tão incapaz de conquistar a audiência quanto é de mudar a percepção de gerações que cresceram ovacionando um cruel assassino.
Tentando trazer um sopro de vida final nos instantes que nos encaminham para o encerramento do filme, Efron finalmente mostra a que veio, em um monólogo que encerra sua jornada. No entanto, após 1h30 de projeção, quem se importa? Vítimas foram desonradas, o passado não fora remediado e o filme entra para a lista de possíveis obituários do cinema. Uma pena, Berlinger quase chegou lá.
Durante nove dias, de 15 a 23 de fevereiro, o Festival de Cinema de Berlim apresentou cerca de 200 filmes e 20 títulos na mostra competitiva. Ao escrever este artigo, confesso não ter visto todos os filmes concorrentes ao Urso de Ouro. Dentro da medida do possível, entretanto, vamos buscar adivinhar o resultado conforme as avaliações dos críticos e a minha própria perspectiva de nove produções da seleção, isto é, 45% dos longas em disputa.
Para total divulgação dos dados, os títulos conferidos foram:
Another End (Outro Fim); de Piero Messina; La Cocina (A Cozinha),deAlonso Ruizpalacios; Dahomey, de Mati Diop; Dying (Sterben/ Morrendo), de Matthias Glasner; Langue Étrangère (Língua Estrangeira), de Claire Burger; The Devil’s Bath (O Banho do Diabo), de Veronika Franz & Severin Fiala; Black Tea (Chá Preto), de Abderrahmane Sissako; Who I Belong To (A quem eu pertenço), de Meryam Joobeur; Sons (Filhos), de Gustav Möller.
Fora da minha avaliação estão, com média Rotten Tomatoes (RT) ao lado:
Architecton (Arquiteto), de Victor Kossakovsky; RT: 100% – 4 críticas A Different Man (Um Homem Diferente), de Aaron Schimberg; RT: 85% – 34 críticas L’ Empire (O Império), de Bruno Dumont; RT: 63% – 8 críticas Gloria!, de Margherita Vicario; RT: 75% – 3 críticas Suspended Time (Fora do Tempo), de Olivier Assayas; RT: 62% – 13 críticas From Hilde, With Love (De Hilde, com amor), de Andreas Dresen; RT: 80% – 5 críticas My Favourite Cake (Meu Bolo Favorito), de Maryam Moghaddam; RT: 100% – 7 críticas Pepe, de Nelson Carlos De Los Santos Arias; RT: 80% – 5 críticas Shambhala, de Min Bahadur Bham; RT: 100% – 1 crítica Small Things Like These (Coisas Pequenas Como Essas), de Tim Mielants; RT: 88% – 16 críticas A Traveler’s Needs (As Necessidades de um Viajante), de Hong Sangsoo; RT: 85% – 8 críticas
Palpite do Ganhador do Urso de Ouro
O Júri Internacional deste ano é composto pela atriz Lupita Nyong’o, a presidente; seguida pelo ator e diretor norte-americano Brady Corbet, o diretor alemão Christian Petzold; a atriz e diretora de Hong Kong Ann Hui; a atriz italiana Jasmine Trinca; o diretor espanhol Albert Serra; e a escritora ucraniana Vale a pena assistí-lo . Para saber mais detalhes sobre o júri, leia mais aqui.
Urso de Ouro de Melhor Filme: Dahomey, de Mati Diop
Por quê? O documentário é irreverente sob o ponto de vista e narrativa da estátua do rei Dahomey, um artefato trazido pelos europeus do continente africano, como tantos outros, que faz sua trajetória de volta ao local de origem, por conta de uma lei estabelecida pelo atual presidente da França Emmanuel Macron de devolução dos bens culturais e patrimônias das ex-colônias.
A cineasta franco-senegalesa Mati Diop refaz o percurso da saída do Museu do Quai Branly, em Paris, até o Benin, país da África Ocidental, de 26 artefatos junto com reflexões entre os mais jovens sobre a história e cultura “roubadas” de seus territórios pelos colonizadores europeus. Com um assunto pertinente e atual aos dicursos descoloniais, Dahomey é um brilhante trabalho de recontrução da memória documental de forma bem humorado.
Apostas dos Ganhadores dos Outros Prêmios
Grande Prêmio do Júri Urso de Prata: Architecton, de Victor Kossakovsky
Prêmio do Júri Urso de Prata: My Favourite Cake, de Maryam Moghaddam
Urso de Prata de Melhor Diretor: Maryam Moghaddam, por My Favourite Cake
Urso de Prata por Contribuição Artística Extraordinária: Aymerick Pilarski, por Black Tea
Nenhum prêmio pode ser ex aequo; ou seja, empatado. Algo permitido nas outras mostras e no Festival de Cannes, a título de comparação. A partir de amanhã, dia 24 de fevereiro, já conhecemos os verdadeiros vencedores.
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A Netflix confirmou que a sexta e última temporada de ‘House of Cards’ será lançada em 2 de novembro desse ano. Junto, um pôster oficial também foi divulgado.
O novo ciclo terá outra alterações. Ao contrário dos demais anos, este contará com apenas oito episódios. Vale relembrar que Kevin Spacey não retorna para o seu papel, deixandoRobin Wright como a única protagonista.
Baseada na minissérie de mesmo nome da BBC, House of Cards tem como produtores-executivos David Fincher, Joshua Donen, Beau Willimon, Kevin Spacey, Dana Brunetti, John David Coles eEric Roth.
Depois de trocentos adiamentos, muitos pensaram que a Warner havia se esquecido de Aquaman: O Reino Perdido. A ideia era que ele fosse lançado em dezembro de 2022, mas acabou passando por algumas provações em seu desenvolvimento, como a pandemia, a confusão jurídica entre Amber Heard e Johnny Depp, e o reboot total do Universo DC nos cinemas. Em meio a esse pagode doido, Jason Momoa e James Wan tentaram dançar conforme a música, sempre garantindo que o filme seria lançado nas telonas e que teria uma história significativa. No entanto, após os adiamentos, pouquíssimas coisas sobre o longa foram divulgadas, deixando os fãs receosos. Para piorar, nas últimas semanas, surgiu um boato – vindo de uma montagem nas redes sociais – brincando que o estúdio teria perdido o arquivo com o filme.
E chega a ser compreensível que algumas pessoas tenham levado a imagem a sério, porque mesmo que tivesse um claro cunho humorístico, era uma montagem realmente bem feita, mas trazendo um errinho no nome do veículo (muito confiável) que supostamente teria noticiado essa pataquada. Pois bem, vendo a repercussão que isso teve, a Warner correu para lançar um teaser anunciando o lançamento do trailer. Quase reafirmando que eles não tinham perdido o arquivo e que o filme ainda seria lançado nos cinemas.
Com isso, agora temos o primeiro trailer oficial de Aquaman: O Reino Perdido, que está programado para estrear nas telonas em 20 de dezembro deste ano. Mas é aquilo, né? Dia 20 é uma quarta-feira. Como os filmes, no Brasil, estreiam nas quintas, é melhor considerar a data oficial para o dia 21 de dezembro. E por mais que o universo DC esteja prestes a ser reiniciado, esse trailer indica uma aventura que está mais preocupada em desenvolver sua história do que tentar abraçar um universo fadado ao fim. Ou seja, é promissor. Por isso, destacamos alguns pontos interessantes que você pode ter deixado passar no trailer. Confira!
O trailer já começa com o próprio Aquaman (Momoa) situando o público no período que o filme se passa. Com essa bagunça da DC nos últimos anos, ninguém sabe mais ou menos quando as produções estão se passando. Mas agora, com isso, já estamos cientes de que se passa quatro anos após os eventos do primeiro filme, que supostamente aconteceu em 2018. Ou seja, em teoria, a sequência se passa em 2022 – data original de seu lançamento.
Mais do que isso, o Aquaman revela sido coroado Rei de Atlântida e que agora é responsável por seu filho, um simpático bebezinho. Quem conhece um pouco mais do personagem nos quadrinhos sabe que o herói teve um filho, Arthur Curry Jr., que não aproveitou tanto a vida, porque acabou morrendo em um confronto do pai com o…
Pois é, o filho do Aquaman morreu num embate contra o Arraia Negra, que também é o grande vilão deste filme. Mais do que isso, o próprio vilão (Yahya Abdul-Mateen II) tem um momento em que diz que seu objetivo é exterminar a linhagem de Arthur e reduzir seu reino a cinzas. No entanto, se serve de consolo, é muitíssimo improvável que o estúdio revele isso logo de cara no primeiro trailer oficial do novo longa. É algo grande demais para só largarem assim, de graça. Por isso, dá para presumir que o bebê saíra dessa vivo. Mas o mesmo não pode ser dito de Thomas Curry (Temuera Morrison).
Isso porque o farol em que o pai do Aquaman vive, e eventualmente se torna o porto seguro do herói em terra firme, aparece completamente destruído. E cá entre nós, o impacto de ver o Thomas sendo morto, aquele que foi a figura paterna do Arthur por anos e que já teve um bom desenvolvimento em tela, traz um peso interessante para o filme. Claro que transformarem o bebê do protagonista em petisco de tubarão também seria cruel e bizarro, mas talvez trouxesse um impacto pesado demais para uma aventura cheia de humor e personagens carismáticos.
Obviamente, tudo especulação. Pode ser até que não morra ninguém.
O trailer também faz questão de acabar com os boatos de que a Amber Heard, que passou os últimos anos no olho do tsunami por conta da batalha judicial, teria sido cortada da sequência. Ela está no filme e aparece novamente interpretando a Mera. Agora, se ela terá um papel fundamental ou se será uma ‘mera participação’, só vamos descobrir em dezembro. Fica também a dúvida se ela é ou não a mamãe do Aquaman Jr., mesmo que o bebê seja loiro, ela seja ruiva e o pai seja moreno. De qualquer forma, a Mera não e a única velha conhecida a dar as caras.
O trailer dedica um bom espaço de tempo ao Orm (Patrick Wilson). Para quem não lembra ou não o reconheceu por conta desse visual do Mendigo dos Mares, de Irmão do Jorel, o Orm é o irmão 100% Atlante do Aquaman, que se tornou o vilão do primeiro filme por ter um plano de inundar a superfície para fazer das criaturas marinhas as soberanas e impedir a poluição, o desmatamento e falta de consciência ecológica dos humanos. Ao longo do trailer, podemos ver que o filme dedicará uma sequência no deserto para mostrar o Arthur indo tirá-lo da prisão desértica que provavelmente será no Saara.
Alguns momentos depois, ele aparece já com o traje atlante e seu cabelo cortado e penteado, ao melhor estilo Gugu Liberato. Já com seu visual padrão, ele tem um momento para dizer que o irmão “não é tão mau quanto pensa”. Ou seja, o novo filme deve estar preparando um arco de redenção para o antigo vilão. O que faz sentido, porque tudo indica que Aquaman: O Reino Perdido será essencialmente sobre família. Ao dar esse papel secundário para Orm, os rumores de que a participação de Mera foi reduzida parecem ganhar força, já que foi ela quem ocupou esse papel de coadjuvante em aventuras no filme de 2018.
Outro ponto realmente interessante do trailer é a nova ameaça. Apesar de já ter causado muita dor de cabeça no primeiro filme, o Arraia Negra veio com tudo dessa vez, já que trouxe um novo traje, um capacete ainda mais desenvolvido e o terrível Tridente Negro. Não se sabe muito bem o que essa nova arma é capaz, mas se o Tridente de Atlan (o do Aquaman) o permite convocar e controlar as criaturas do mar, esse Tridente rival é cercado por uma energia verde que parece controlar os mortos. E como agora sabemos que o filme da Trincheira (que seria um spin off do primeiro filme, também dirigido por James Wan) foi cancelado, pode ser que algumas ideias desse projeto tenham sido adaptadas para cá, como aquele monstrão meio crustáceo que aparece atacando o Aquaman no fim do trailer.
Vale destacar também que esse traje do Arraia parece muito com o traje Stealth usado pelo Aquaman para resgatar o irmão no deserto. Por ser um uniforme militar atlante, ele deve ser mais resistente e ter algum tipo de tecnologia interna de hidratação. E como o Arraia Negra é todo feito de tecnologia roubada de Atlântida, pode ser que herói e vilão se enfrentem com o mesmo tipo de proteção externa.
Isso aqui certamente não vai influenciar em nada no desenrolar do filme, mas vale o destaque por ser uma referência sensacional.
Na década passada, muito influenciado pelo sucesso estrondoso da série The Big Bang Theory, o Aquaman virou piada para grande parte do fandom. E como os filmes inspirados em histórias em quadrinhos furaram a bolha, o público em geral passou a tratar o Aquaman como um bucha.
A principal piada era a de que o poder dele era falar com peixes. Além de fazer uma piada com isso no primeiro filme, James Wan mostrou na prática que falar e controlar criaturas que ocupam mais de 70% do planeta Terra pode ser muito útil ao invocar um tipo de Kraken para ajudar na guerra. A outra grande piada era o herói nadar por aí montado em um cavalo marinho. Ao que tudo indica, esse motivo de zoeira será aniquilado no novo filme, já que o Aquaman aparece surfando em um tipo de Cavalo Marinho feito de pura água. Não tem como ficar mais legal que isso.
Por fim, mas não menos importante, vale lembrar que a história do primeiro filme era fortemente inspirada nos contos de Júlio Verne. Há elementos Vernianos fantásticos que ajudam a criar uma aventura diferenciada. E neste novo filme, parece que veremos essa influência ditar os rumos novamente. Fato é que o gênero de viagens fantásticas/ mundos perdidos dominou a literatura na virada do século XIX para o XX. E anos mais tarde, o cinema passou a explorar bastante isso, se tornando uma verdadeira mina de ouro. E como o primeiro Aquaman, que é Verne purinho, foi o único filme do extintoDCEU a bater 1 bilhão de dólares em bilheteria, parece que Wan vai repetir a dose.
Ao que tudo indica,Aquaman 2 será a grande despedida do DCEU, trazendo uma aventura centrada em seu protagonista e em sua família, o que, sinceramente, é o melhor a ser feito. Será o encerramento do ciclo deste Aquaman e em breve veremos a nova abordagem do herói, que pode ser até mesmo interpretada pelo mesmo Jason Momoa, segundo comentários do próprio James Gunn. O longa promete visuais incríveis e muita diversão, o que deve permitir que o Aquaman reine soberano nas bilheterias de fim de ano. Promissor.
Aquaman: O Reino Perdido chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2023. Ansiosos?