A animação ‘Viva – A Vida É Uma Festa’ ganhou um novo clipe e um vídeo dos bastidores, mostrando as inspirações mexicanas do filme.
Confira:
A animação ainda não chegou aos cinemas, mas já ganhou sua versão nos adoráveis colecionáveis Funko POP!
A linha de cabeçudinhos do próximo filme da Pixar traz o personagem Miguel, que também ganhará uma versão que brilha no escuro, além do Hector, o companheiro do protagonista e, claro, Ernesto, o ídolo musical do garoto.
Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.
A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.
‘Viva – A Vida é Uma Festa’ (Coco) tem estreia marcada no Brasil para 4 de Janeiro de 2018.
Todo e qualquer filme de horror que ficou marcado na cultura pop, além de trazer a figura icônica do assassino, carregou consigo uma personagem feminina que tinha basicamente as seguintes funções: fugir dos inimigos e principalmente gritar. Elas ganharam a alcunha de Scream Queens (rainhas do grito) e são às vezes mais veneradas que seus próprios nêmeses perseguidores.
É bem verdade que, à primeira vista, a concepção desses papéis soe misógina, até pelo fato da maioria delas aparecerem despidas e serem encaradas como donzelas frágeis, dando maior ênfase no gênero feminino. Mas com o passar dos anos as personagens foram ganhando novos contornos, tornaram-se heroínas e em algumas situações se transformaram em vilãs. Ou seja, as características são das mais diversas.
Aproveitamos a deixa do novo filme – que você já pode conferir a crítica no CinePOP – fizemos aqui uma lista com as dez grandes scream queens do cinema mundial. Personagens que por sua vez foram praticamente o alicerce dessa vertente curiosa.
10 – Sissy Spacek: Carrie – A Estranha (1976)
A atormentada estudante Carrie, que teve seus momentos de gritaria durante o decorrer da obra-prima do De Palma, Carrie – A Estranha, acabou se transformando em uma vilã e fazendo com que sua ameaça se tornasse vitima. De anjo meigo a demônio, Sissy Spacek impetrou uma das personagens mais icônicas do estilo.
A atriz americana Adrienne Barbeau era um símbolo sexual e rainha grito durante os anos de 1980, inclusive foi casada com John Carpenter, chegando a protagonizar The Fog, um de seus clássicos. Participou também de O Monstro do Pântano e Creepshow, longas admirados pelos fãs. Voltou até a trabalhar com o estilo, novamente, na série Carnivale, da HBO.
A subtenente Ripley foi de fato a primeira mocinha de filme de terror que virou badass com o desenvolver da trama. Tendo como adversário talvez o mais terrível de todos os monstros citados aqui, uma criatura quase indestrutível, o xenomorfo. E fez isso dentro de uma nave no espaço, onde o público teve uma sensação de claustrofobia nunca vista antes. Bravo!
7 – Adrienne King: Sexta-Feira 13 (1980)
Alice praticamente definiu o padrão das mocinhas que acampavam Cristal Lake, mas, por outro lado, a atriz Adrienne King interpretou uma personagem que vai de encontro às demais, pois não se drogava, bebia ou fazia sexo sem compromisso. Por isso talvez sobreviveu diante de Jason Voorhees (ou sua mãe). Inclusive reencontra o verdadeiro Jason na sequência.
Ela não se encaixa tão bem nos parâmetros como as demais, afinal de contas, a perseguida em The Shining é somente Wendy. Mas só pelo fato de ser atormentada por um maníaco como Jack Torrance, magistralmente interpretado por Jack Nicholson, e mostrar um desespero descomunal em tela, já dá a Shelley Duvall o posto de ser uma das maiores scream girls da história.
Mais conhecida como Nancy Thompson, em Nightmare on Elm Street, Heather Langenkamp era a típica e simples garota que mora ao lado. Enquanto a maioria das scream queens dos anos 80 esbanjava futilidade e sexo, ela era inteligente e meiga, o que não diminuía sua força contra o surreal Freddy Krueger. Nancy acabou virando uma das personagens mais marcantes da cinessérie de Wes Craven.
Encarada por muitos como uma nova Heather Langenkamp, a estrela da série Pânico, Neve Campbell, tem ainda mais força que a atriz comparada. Sidney Prescott não é apenas séria e centrada, aparenta ser uma mulher de muita personalidade e presença. A releitura de Kevin Williamson para esse estilo de personagem é algo tridimensional e complexo.
3 – Marilyn Burns: O Massacre da Serra Elétrica (1974)
Muitos imaginam que The Texas Chainsaw é um filme sangrento, e na verdade estás longe disso. Muito mais contido que seus irmãos Jason e Freddie, o Leatherface impressiona pela bizarrice e o modo que Tobe Hooper constrói sua narrativa de maneira eletrizante no terceiro ato. Mas, principalmente, pelo desespero e interpretação de Marilyn Burns. Os gritos talvez sejam os mais altos de todas as atrizes citadas aqui. Incrível.
Assim como a mãe, Janet Leigh, Jamie Lee Curtis tem em seu sangue, ou em sua garganta a força vocal de uma genuína rainha do grito. Curtis conquistou a todos quando enfrentou Michael Myers na obra-prima de John Carpenter, Halloween. Ela é uma das grandes forças do longa que foi um sucesso na época e até hoje é referenciado por novas gerações.
Talvez o clássico hitchcockiano Psicose e por assim Norman Bates sejam os pais desse cinema de horror slasher, pois, ainda que o grau de violência seja menor em relação aos posteriores já citados aqui, temos um vilão icônico, assassinatos em série e a primeira scream girl do mainstream. O grito da Marion Crane de Janet Leigh – que morre no primeiro ato –, mesclado à trilha sonora Bernard Herrmann, é um dos momentos que está enraizado na sétima arte para sempre.
A Warner está firme e forte na ideia de que ‘Mulher-Maravilha‘ tem total potencial para chegar ao prêmio mais importante do cinema mundial.
O estúdio inscreveu o filme em 15 das 16 categorias em que ele teria chances de concorrer.
Confira:
Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Design de Produção, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora.
O foco da Warner está nas categorias de Melhor Filme e Melhor Direção, para Patty Jenkins.
Em uma temporada onde as mulheres com toda certeza vão dominar a lista de Melhor Direção, pode ser que Patty Jenkins tenha chances.
Sofia Coppola e Kathryn Bigelow já são mais do que esperadas entre as indicadas ao Oscar, respectivamente, por ‘O Estranho que Nós Amamos’ e ‘Detroit em Rebelião‘.
Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 2‘ já tem estreia mais do que garantida para 13 de dezembro de 2019.
Todo mundo lembra do Coringa de Heath Ledger. Realmente se tornou uma lenda do cinema e não só por ser o Coringa, mas por toda a dedicação e garra que o ator pôs em jogo para ser o personagem.
E nessa de entrar no personagem, Ledger realmente foi “socado” por Batman.
Christian Bale contou, há um tempo atrás, alguns momentos nos bastidores da trilogia de Christopher Nolan, no livro ‘100 Things Batman Fans Should Know & Do Before They Die“, ou ‘100 Coisas que os Fãs de Batman Devem Saber e Fazer Antes de Morrer’.
O autor do livro, Joseph McCabe, entrevistou Bale e Nolan – em 2008 – e teve a change de falar com Ledger em 2007.
Um dos melhores momentos dos bastidores é a cena do interrogatório em que Ledger realmente fez com que Bale batesse nele.
Christian conta:
“Como se vê no filme, Batman começa a bater no Coringa e percebe que ele não é um inimigo comum. Porquê quanto mais eu bato nele, mais ele gosta, mais eu estou dando satisfação a ele. Heath estava se comportando de uma maneira muito semelhante. Ele estava realmente me irritando. Eu estava dizendo ‘quer saber? Eu não preciso realmente bater em você. Vai parecer tão bom quanto se eu não fizer isso’. Mas ele veio com ‘continue, continue, continue…’. Ele estava se derrubando, havia paredes de azulejos dentro daquele set que quebraram e se despedaçaram com ele se jogando. Seu compromisso era completo.”
A cena do interrogatório foi a primeira entre Bale e Ledger, então a loucura dessa cena deu o tom do filme.
“Eu vi que ele era um ator completamente comprometido e ele super entendia o tom que Chris [Nolan] estava tentando criar. Nós não procuramos atores que ficam brincando de fazer caricaturas malucas dos personagens. Nós tratamos isso como um drama sério.”
O método de Ledger foi o que manteve ele em toda a produção. Mas, Christian também se lembra da pessoa por trás da máscara:
“Você entra no personagem e fica no personagem. Eu adoro isso. Eu achei tão absurdo que eu amei. Quando ele estava com a maquiagem e a roupa, ele era o personagem. E quando ele tirava, era uma companhia fantástica para se ter por perto.”
Diretor de clássicos e premiados filmes, Nicolas Winding Refn está sempre buscando inovar no ramo do cinema.
Deixando novos filmes de lado, o excêntrico diretor decidiu criar a sua própria plataforma de streaming. Nomeada byNWR, a plataforma terá o objetivo de exibir filmes clássicos e “esquecidos” em uma versão remasterizada.
Durante uma coletiva de imprensa no Festival Lumière, Nicolas comentou sobre a proposta:
“Pensei que seria interessante vi ao lugar onde o cinema nasceu, pois hoje celebramos a morte do cinema. Nos próximos dez segundo, deveríamos fazer silêncio e experimentar qualquer coisa que passe na nossa cabeça. Pronto, o cinema renasceu.”
Sobre a byNWR, ainda afirmou:
“É uma plataforma sobre a evolução do cinema (…). Haverá filmes que serão pontos de partida para diferentes experiências artísticas. Amo as salas de cinema, mas elas não são mais o único lugar que se passa um filme e, definitivamente, não são mais as principais. É preciso lembrar que assistir a um filme envolve muita coisa.”
De acordo com a Variety, o streaming vai disponibilizar, trimestralmente, três filmes. E cada trimestre terá um tema diferente. A primeira leva se chamará ‘Regional Renegades: Exploitation Gems for the Southern USA‘, algo meio que: Renegados Locais: Joias exploradas dos EUA sulista. Já a segunda leva traz o nome de: ‘Missing Links: Restored and Rediscovered Classics of American Independent Cinema’, ou ‘Elos Perdidos: Clássicos do Cinema Americano Independente Restaurados e Redescobertos‘.
O serviço de streaming da byNWR tem sua data de lançamento marcada para fevereiro de 2018
A comédia ‘Brooklyn Nine-Nine’ e a premiada série dramática ‘The Handmaid’s Tale’ vão cruzar seus caminhos no próximo episódio da quinta temporada da produção.
Enquanto assistia ao novo filme protagonizado pela estrela Reese Witherspoon, uma das rainhas das comédias românticas de Hollywood na atualidade, eu pensava em como estruturalmente e esteticamente esta produção remetia aos filmes de Nancy Meyers (Um Senhor Estagiárioe Alguém tem que Ceder), cineasta veterana e proeminente quando o assunto é obra de qualidade dentro do gênero. Bom, tal julgamento foi certeiro, já que ao escrever este texto me deparo com a revelação de que é justamente a filha de Meyers, Hallie Meyers-Shyer, quem comanda este longa, estreando na direção.
Além da função de diretora, Hallie Meyers-Shyer estreia também como roteirista de um longa-metragem, seguindo de perto o caminho percorrido pela progenitora. E o resultado é um filme bem doce, mas incrivelmente honesto e satisfatório, ainda mais levando em conta que é o debute de uma jovem cineasta. Hallie replica os passos da mãe e em breve poderá entregar obras do mesmo nível ou até melhores que as da matriarca.
A trama criada pela diretora aborda relações passadas no meio do cenário cinematográfico de Los Angeles, tendo a paixão da cineasta como pano de fundo. E daí pensamos que Hallie, assim como Sofia Coppola fez em Um Lugar Qualquer (2010), provavelmente incluiu muitas de suas experiências pessoais crescendo com pais famosos, nesta mistura fictícia.
A história apresenta Alice Kinney (Witherspoon), mulher de 40 anos, arquiteta, divorciada e mãe de duas meninas. Ela é também a filha de um grande cineasta da década de 1970, desses revolucionários, que ajudaram a moldar um cinema mais artístico e autoral, surgidos justamente no boom de tal era, vide Coppola e Scorsese. A ligação com o pai se estende até depois da morte do diretor, já que a protagonista mora na grande casa aonde cresceu.
Entram em cena Harry (Pico Alexander), George (Jon Rudnitsky) e Teddy (Nat Wolff), três artistas “famintos”, lutando para conseguir trabalho no disputadíssimo mercado de cinema Hollywoodiano. O trio produziu um curta, com Harry na direção, George no roteiro e Teddy protagonizando, que chamou atenção e está prestes a lhes conseguir um contrato para um longa com um grande estúdio. No ínterim, eles precisam encontrar um lugar para morar. O destino intervém e coloca a personagem de Witherspoon em seu caminho.
Como dito, o filme de Meyers-Shyer é bem leve e doce, parecendo existir num mundo à parte, dentro de uma redoma onde questões polêmicas são adereçadas de forma superficial, sem que adentremos as minúcias ou qualquer drama. Aqui o que temos é quase um conto de fadas, típico da fórmula que se tornou a comédia romântica. O que deixa feliz, no entanto, é que a estreia da diretora não trata sua audiência como idiota, ao contrário de muitas produções do gênero, e apesar do peso quase inexistente, a cineasta preza coerência e uniformidade do teor escolhido.
Temos, por exemplo, o desconforto do relacionamento de Alice, uma mulher de 40 anos, com Harry, um rapaz de 27. O que daria por si só o tópico de uma história a ser destrinchada, aqui é parte de nota de rodapé, apenas pincelado esporadicamente, sem que qualquer discussão mais significativa seja dada ao item. O mesmo ocorre com o “comercial de margarina estendido” que se torna a convivência dos rapazes com a mulher, onde as tarefas do dia a dia começam a ser supridas pelo trio. De fato, De Volta para Casa daria um bom piloto de uma série de TV.
Pegue em contrapartida Big Little Lies, a série indicada para inúmeros Emmys, incluindo melhor atriz para Witherspoon, e vencedora de melhor minissérie, como comparativo. Temos uma estética similar, mas uma olhada crua nos bastidores da superfície reluzente. Coisa que não ocorre aqui, restando apenas o brilho afastado de qualquer problema real. Seja como for, se pensarmos que o cinema da Meyers mãe é uma releitura feminina e moderna do que cineastas como Frank Capra fizeram durante toda a carreira, Hallie não está tão dissonante da trilha correta.
Não podemos acreditar no fim do amor. Exibido no Festival de Locarno deste ano, a comédia dramática Doentes de Amor(The Big Sickno original), é uma daquelas gratas surpresas que aparecem no circuito. Falando de um assunto bastante abordado em longas metragens ao longo dos anos, o amor proibido por conta da religião e costumes de uma das partes, o filme possui peculiaridades que vão do roteiro baseado na história de vida do ator principal Kumail Nanjiani, que escreveu o roteiro com sua mulher, Emily Gordon, até atuações equilibradas nessa comédia dramática que tende ao riso e um grande cheiro de Oscar para Holly Hunter, deslumbrante, e com um carisma que impressiona.
Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família. Ele foge sempre que o assunto é seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma. E assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital, terminando por conhecer melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).
O equilíbrio eleva a força dos personagens de maneira bonita, quase poética. O protagonista é um cidadão norte-americano ainda preso a costumes por conta de sua família. Com medo de ser banido, faz mil e uma piadas coerentes sobre isso, e tenta aos poucos convencer sua família sobre suas escolhas, não só no campo amoroso, mas no profissional. Mesmo assim, sua mãe, sempre que vão jantar, chama uma jovem de outra família indiana para apresentar a ele. Mas essa é apenas uma parte de sua vida. Seu sonho é ser comediante profissional e se apresentar em palcos pelos Estados Unidos. O foco de suas piadas obviamente são suas histórias e tradições culturais de sua família.
O fator amor chega na figura de Emily. Completamente encantado, o protagonista começa a ganhar coragem para tomar decisões que antes eram um tabu em sua cabeça. A maior parte de sua transformação acontece no segundo ato, quando entra a família de Emily na história. Terry e Beth são um casal comum, cheio de problemas e que tem em Emily um elo eterno. O carinho de Kumail por sua filha aproxima os três personagens que entre idas e vindas, em situações hilárias em alguns momentos, vão descobrindo novas maneiras de ver o mundo, sempre através do amor ao próximo. Beth domina muitas dessas cenas, fruto de uma atuação espetacular de Holly Hunter, que merece mais uma indicação ao Oscar.
A emoção rola solta em muitos momentos. É impossível após as duas horas de filme você não sair apaixonado por essa história.
Nova promo de ‘The Flash’ faz referência à clássica série dos anos 90
A CW já liberou a nova promo do próximo episódio da quarta temporada de ‘The Flash’ e logo no início do vídeo já é possível ver uma referência à clássica série dos anos 90, estrelada por John Wesley Shipp.
A primeira coisa que deve ser dita deste suspense sobrenatural é que se trata da reimaginação – sim, não uma refilmagem ou sequência – da obra homônima (no Brasil intitulada Linha Mortal) de 1990, protagonizada por Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, Oliver Platt, William Baldwin e Julia Roberts, o nome mais quente deste pacote, que no mesmo ano experimentava o prestígio de sua primeira indicação ao Oscar (Uma Linda Mulher – dizem que Linha Mortal pegou carona neste marketing) e se tornava a maior estrela de Hollywood.
Nenhum destes personagens, porém, retorna no novo Além da Morte, apesar da presença de Sutherland no elenco, vivendo agora um professor. Não seria muito legal se o personagem fosse de fato o Dr. Nelson, o mesmo do filme original, fazendo da produção uma tardia e não anunciada sequência? Mas, assim como no recente Caça-Fantasmas(2016), a Sony perde outra oportunidade.
O roteiro de Ben Ripley (Contra o Tempo, 2011) repete passo a passo a história de Peter Filardi (Jovens Bruxas, 1996), sem acrescentar muito, apenas diferentes traumas aos personagens e certa modernidade do mundo no qual vivemos hoje. O novo longa consegue inclusive ser mais moralista, já que a lição do dia é a de humildade para jovens privilegiados – o que casa muito bem com os tempos politicamente corretos.
Nada de cabelos emplumados, ombreiras, mullets, bueiros e ruas esfumaçadas e neon gritante, fazendo o novo perder pelo quesito chatice. Em sua defesa, a nova produção traz atuações mais comprometidas de seu elenco, que leva a coisa a sério e se sai bem. Outro ponto a favor é a direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (Os Homens que Não Amavam as Mulheres – versão sueca), especialista em traduzir temas sombrios e imprimir um bom ritmo à sua narrativa. Digam o que quiserem de Além da Morte, menos que se trata de um filme enfadonho.
O grande problema é que o longa não possui ressonância alguma e promete, assim como o original (que não envelheceu nada bem), sair de nossas mentes bem rápido. O dilema moral é simplista e não existe realmente uma tensão aqui. Ao contrário da versão antiga que apresentava os protagonistas como pessoas repreensíveis, donas de comportamentos deturpados, o novo mais uma vez opta pelo caminho agradável, e apresenta seus personagens como bons samaritanos prontos para o abate.
Na trama, Courtney (Ellen Page) é uma estudante de medicina que resolve testar os limites entre a vida e a morte. Sua motivação é descobrir como o cérebro se comporta no exato momento em que deixa de viver – mais uma diferença entre os filmes, já que no original o propósito era mais voltado a certa espiritualidade e o além vida era o enigma a ser desvendado. Para o experimento, no qual ela mesma será a cobaia, a jovem recruta quatro colegas, para trazê-la de volta à vida. Depois de concluída, um a um eles decidem se tornar alvo da experiência. O problema é que não retornam “puros” e algo começa a persegui-los.
Outra diferença de roteiro, que poderia dar ares mais refrescantes para a história, é que ao contrário do primeiro filme, estes jovens não trazem consigo apenas a “maldição”, mas voltam com habilidades adormecidas ou ativadas em seu subconsciente, como mais inteligência, memória, vigor físico e inclusive novos talentos, como tocar piano. A novidade, no entanto, logo se esvai quando o filme abandona tais ideias para não mencioná-las de novo até o desfecho.
No elenco, destacam-se a gracinhaKiersey Clemons (a Iris West dos vindouros Liga da Justiçae Flashpoint) e Diego Luna (Rogue One), apesar do quinteto criar uma hegemonia de performances e química, completado por Nina Dobrev eJames Norton.
Além da Morteentretém e promete deixar o espectador intrigado a cada cena, mesmo contendo momentos tirados de qualquer produção B, banhada em clichês do gênero. Apesar de não ser algo verdadeiramente especial ou novo, o longa definitivamente não merece a apatia que recebeu de grande parte da imprensa, rendendo uma média baixíssima no agregador mais famoso e odiado do mundo virtual, uma das mais baixas do ano. Boas atuações, direção segura e uma montagem enérgica, se contrapõem a um roteiro mundano, sem grande brilho, personagens de pouca expressividade e cenas nada memoráveis.
Além da Morte não passa de um gostoso chiclete para o cérebro. E você, lembra qual foi o último que mascou?
Pelo Twitter, Lena contou que foi por sorte que não se se envolveu nos seus famosos encontros em quarto de hotel.
Vale a pena ler o depoimento da atriz:
“A primeira vez que eu conheci Harvey Weinstein foi durante o Festival de Veneza. Estava passando ‘Os Irmãos Grimm‘ (…). Em um determinado momento, Harvey me pediu para dar uma volta com ele perto da fonte e eu fui com ele e ele parou para fazer um comentário sugestivo, um gesto, eu apenas dei risada, eu estava genuinamente chocada, eu me lembro de pensar ‘tem que ser uma piada’, e eu disse algo tipo ‘Sério, cara? É como seu eu beijasse meu pai! Vamos pegar uma bebida e voltar pra lá’. Nunca mais fiz outro filme com a Miramax“.
A outra vez foi em LA. Anos depois. Eu sempre carreguei a ideia de que ele nunca mais tentaria algo de novo comigo, não depois de eu ter rido e dito que nem em um milhão de anos. Eu acreditei que ele tinha respeitado minha barreira e talvez ele quisesse falar sobre um potencial trabalho. Ele me pediu para encontrá-lo para tomar café da manhã. Nós tomamos café, e falamos sobre filmes, cinema. Ele começou a me fazer algumas perguntas sobre minha vida amorosa. Eu direcionei a conversa de volta a algo menos pessoal. Então, ele foi ao banheiro. Ele voltou e disse ‘vamos lá pro quarto, quero te dar o roteiro’. Nós caminhamos para o elevador e a energia mudou, meu corpo todo entrou em alerta, o elevador começou a subir e eu disse para Harvey: ‘eu não estou interessada em nada além de trabalho, por favor não pense que eu vim aqui com você por qualquer outro motivo, nada vai acontecer’. Eu não sei o que me possuiu pra eu falar alto naquele momento, apenas que eu tinha um sentimento de que eu não queria ele perto de mim.
Ele ficou em silêncio depois que eu falei, furioso. Nós saímos do elevador e caminhamos até o quarto dele. A mão dele estava nas minhas costas e ele estava me guiando para frente, nenhuma palavra, eu me senti completamente impotente. Ele tentou o cartão-chave e não funcionou, aí ele ficou realmente bravo. Ele me guiou de volta ao elevador, através do hotel até o estacionamento, segurando e apertando forte a parte de trás do meu braço. Ele pagou pelo meu táxi e sussurrou no meu ouvido ‘não conte isso pra ninguém, nem pro seu agente, nem pro seu assessor.”
“Eu entrei no carro e chorei”.
Está de fora dessa bagunça? Acompanhe com a gente:
“É o fim de ‘Deadpool 2: As Crônicas de Gelo e Fogo‘! Muito obrigada ao nosso amado capitão @David Leitch… Palavras não são o suficiente para reconhecer adequadamente o seu coração gigante e seu talento. Eu amo minha cidade natal -Vancouver – e nossa equipe obscenamente dotada. Dos nossos decoradores e o departamento de suporte, fazendo esse filme ter easter-eggs em quase toda cena. Obrigada. Eu já sinto falta de estar no set. Foi por isso que eu decidi continuar filmando de underwear na sala super equipada de Josh Brolin.”
‘Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.
De acordo com o The Hollywood Reporter, Angelina Jolie vai dirigir e dublar o novo longa da Walt Disney’s Picture: ‘O Único e Incomparável Ivan‘.
Baseado no livro escrito por Katherine Applegate, o filme será um mix entre live-action e animação. Jolie irá dar voz a uma bebê elefante chamada Stella.
Aqui vai a sinopse oficial do livro:
“Inspirado pela verdadeira história de um gorila cativo conhecido como Ivan, esta novela ilustrada é contada a partir do ponto de vista do próprio Ivan. Tendo passado 27 anos atrás das paredes de vidro de seu recinto em um shopping center, Ivan se acostumou com os seres humanos a vê-lo. Ele quase nunca pensa em sua vida na selva. Em vez disso, Ivan ocupa-se com televisão, seus amigos Stella e Bob, e pintura. Mas quando ele encontra Ruby, um bebê elefante tirado da natureza, ele é forçado a ver sua casa, e sua arte, através de novos olhos”.
O longa será dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’) e terá o roteiro de Mike White (‘Escola de Rock’) e Allison Shearmur (‘Rogue One – Uma História Star Wars’).
Parece que Todd McFarlane está bastante confiante em sua nova versão do personagem da Image Comics. Em entrevista ao Yahoo! ele falou um pouco sobre o novo filme e para que lado o longa está se direcionando nessa fase de pré-produção:
“Há uns dois dias, enviei minhas últimas anotações à Blumhouse e agora nós podemos mexer em questões de orçamento e saber quanto de dinheiro vamos precisar. (…) Uma vez que tivermos com o dinheiro, vamos pra Hollywood para tentar vendê-lo (…).”
E sobre “o que esperar do filme”, McFarlane contou que não vai fazer uma história de origem e pretende, realmente, reinventar Spawn como personagem:
“Para mim, essa história e meu jeito de dizer “Spawn está por aí a 25 anos e tem evoluído a 25 anos. Não posso fazer a mesma história outra vez.”
O diretor ainda sugeriu que o filme terá a perspectiva do policial Twitch investigando a chegada súbita do anti-herói. Se tudo ocorrer como planejado, a narrativa será voltada em um “Spawn que detona com tudo“.
“Girl of Steel”, nome dado ao primeiro episódio da terceira temporada de Supergirl, que retornou às telas estadunidenses esta semana, apresenta três personagens em foco: Kara Danvers (Melissa Benoist), Alex Danvers (Chyler Leigh) e Lena Luthor (Katie McGrath). A season premiere foca em Kara, que para lidar com a perda de Mon-El (Chris Wood), foca toda a energia em ser Supergirl. Com um tom aparentemente mais maduro e cores escuras, as cenas se passam.
Vamos fazer um recap: em 2015 quando o telespectador foi apresentado à primeira temporada da série, tínhamos um roteiro com personagens femininas fortes, esta era a ideia do que seria a criação de Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, já que o propósito de Supergirl era trazer mais representatividade feminina ao universo dos heróis. E foi o que se teve até a série mudar para a CW e começar uma nova etapa na segunda parte. Durante o período de 2016/2017, os roteiristas falharam na construção do relacionamento de Kara e Mon-El. Primeiramente, falta carisma ao ator, assim como as atitudes do personagem fogem ao planejamento original.
Durante a season premiere, a mais nova das Danvers perde a essência que conhecíamos, ao lidar com tamanha radicalidade pela perda do namorado. É como se toda a construção realizada no primeiro e metade do segundo ano fosse jogada no lixo – Kara lamenta o “adeus” a Mon-El como se isto fosse pior do que perder o mundo em que vivia com a família. É como ver Kara Danvers/Supergirl morrer diante dos olhos, toda a força e a mensagem passada por ela atiradas aos ventos, o que me lembra do quanto Regina Mills (Lana Parrilla), em Once Upon a Time, foi arruinada ao longo das temporadas. Não que a personagem de Benoist não deva lamentar o que aconteceu ao namorado, mas a forma como a mesma lida com o fato é que foge do que fôra apresentado ao público originalmente.
Em compensação, Lena Luthor apresenta-se cada vez mais em destaque e com ênfase para a representação de mulheres no poder. McGrath faz um trabalho excelente e mostra que ainda há uma pequena luz no fim do túnel para a série. Agora a CEO também se tornou dona da CatCo e espera-se que tal ato traga-lhe alguns problemas ao longo do caminho, já que, claramente, há um conflito de interesses com o poderoso empresário Morgan Edge (Adrian Pasdar).
Alex Danvers está noiva de Maggie Sawyer (Floriana Lima) e apesar do pequeno conflito no início, tudo parece correr bem para o casal. Duas cenas merecem destaque aqui: a que ela confronta a irmã em relação ao comportamento recente e diz que Kara Danvers a salvou mais vezes que Supergirl, e a dela com o Jonn Jonzz (David Harewood), onde o convida para leva-la ao altar, momento que faz o espectador rir e ao mesmo ter lágrimas nos olhos. Alex sendo Alex.
Outro ponto que não se pode esquecer de comentar é o surgimento de Samantha Arias (Odette Annable), aka Reign, que esbarra de forma breve com a Agente e minutos depois, para salvar a filha, descobre um pouco do poder que possui. É interessante que o episódio terminou com o sonho dela e questiono sobre como será o caminho de descobrimento da personagem, que parece não ter ideia do que é, já que em Supergirl ela está mais humanizada do que nos quadrinhos.
Em 18 de maio de 2006, Will & Gracelevou ao ar a finale dupla de uma das sitcoms mais elogiadas até hoje. E quem diria naquela época, que onze anos depois a série criada por David Kohan e Max Mutchnick retornaria à TV e já renovada para mais uma temporada. Bom, a possibilidade disso acontecer deveria soar como uma brincadeira, apenas. Contudo, foi exatamente o que aconteceu e no dia 28 de setembro de 2017, e os fãs de Grace Adler (Debra Messing), Karen Walker (Megan Mullally), Jack McFarland (Sean Hayes) e Will Truman (Eric McCormack) puderam comemorar a volta deste quarteto maravilhoso.
A criação de Kohan e Mutchnick traz um primeiro episódio espetacular. “11 Years Later” não só mantém a essência já conhecida pelos fãs como, me arrisco a dizer, ainda melhora o que o telespectador acompanhou por oito anos. Os diálogos, as piadas, a história contada durante a season premiere provam que o roteiro não só permanece esquematizado da forma que o público estava acostumado, como também se adapta a linguagem atual. É literalmente se sentar para assistir a Will & Grace de 2017, sem se decepcionar por estarem presos ao passado, ou muito modernizados. É a dose na medida certa.
Em relação à dinâmica entre os atores, é como se tempo algum tivesse passado entre eles. É um abraço no coração ver novamente as briguinhas e reconciliações entre Will e Grace, as tiradas sarcásticas e o jeito esnobe de Karen, as conversas entre ela e Jack, e este último, apesar de mais maduro, continua aquele personagem que acredita que o mundo gira em torno de si, que os fãs tanto amam. É difícil não utilizar a palavra perfeito quando o assunto são esses quatros.
Nos quesitos técnicos, a sitcom permanece com o bom trabalho que sempre fez, com um set mais modernizado, uma direção de arte que se adaptou muito bem a era tecnológica que vivemos e por mais que se possa perceber as pequenas mudanças ocorridas, o toque de modernidade, no caso, em locais específicos como a casa dos protagonistas, o escritório da Grace e etc, é possível saciar a nostalgia sentida durante os 11 anos sem a série.
Se você está preocupado quanto ao fato do que eles fariam em relação a season finale da oitava temporada, posso garantir que não haverá decepções, inclusive, a maneira como este assunto é abordado é de provocar muitas risadas, no jeitinho Will & Grace de ser. Em relação à história abordada no primeiro episódio da nona temporada, é preciso afirmar que é uma excelente e bem construída crítica à política atual dos Estados Unido. Inclusive, a cena final é um dos melhores momentos da TV nos últimos tempos. David Kohan e Max Mutchnick vieram mostrar que estão prontíssimos para fazer um dos melhores retornos que o público verá.
Em cerca de 22 minutos, Grace, Karen, Jack e Will conseguem arrancar risadas do telespectador, fazê-lo refletir sobre a situação do mundo atual e parecer que sentou-se somente por cinco minutos diante da TV de tão dinâmico e gostoso de assistir que “11 Years Later” é. Definitivamente, tanto os fãs mais antigos da série quanto os mais novos não vão se decepcionar.
Muita coisa tem rolado em Hollywood esses dias, e a maioria das polêmicas tem sido relacionada a abuso, violência e assédio sexuais.
Diante de todo essa bagunça, a atriz Mayim Bialik, publicou um artigo no ‘The New York Times’ chamado “Sendo uma feminista no mundo de Harvey Weinstein“.
Em parte do artigo, ela afirma que pessoas como Weinstein nunca a atingiram porque “ela se recusa a fazer cirurgias plásticas e dietas” e “se vestia modestamente”.
Diante disso, a atriz Patricia Arquette se manifestou revoltada em sua conta do Twitter.
“Preciso dizer que eu não estava me vestindo de forma provocativa quando eu tinha 12 anos e os homens na rua ficavam excitados ao me ver. Não é a roupa”.
Devido à repercussão, Bialik agradeceu os comentários positivos e tentou se explicar, dizendo que parte do que ela escreveu foi retirado e reproduzido sem contexto e isso gerou interpretações erradas. A atriz ainda afirmou que as mulheres podem se vestir da forma que quiserem e convidou – a quem interessar – a compartilhar, em seu artigo, seus casos de assédio.
Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?
O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.
Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.
Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.
E a Warner Bros. parece ter se descuidado e entregado a surpresa antes do lançamento do filme.
A empresa divulgou uma arte publicitária da série ‘The Big Bang Theory‘, que traz os protagonistas fantasiados e os logotipos dos heróis que estarão em Liga da Justiça… entre eles, surge o logotipo do Lanterna Verde.
Será que a arte vazou antes da hora?
Confira:
Segundo Umberto Gonzalez, Heroic Hollywood, ‘Liga da Justiça‘ apresentará dois Lanternas Verdes e irá preparar terreno para o filme dos personagens.
“Liga da Justiça não terá apenas um Lanterna Verde, mas dois. Eles querem testar para ver se os personagens vão funcionar, ou serão deixados de lado”, afirmou.
Os boatos de que o filme trará o Lanterna Verde é antigo. Será?
Por enquanto, encare como especulação.
Como todos devem saber a esta altura, o diretorZack Snyder se afastou da produção de Liga da Justiça devido a uma tragédia familiar (o suicídio de sua filha). Dono de uma filmografia adorada e odiada em proporções iguais, Snyder estava em fase de pós-produção do longa quando foi substituído porJoss Whedon, o homem por trás de Vingadores (2012) e Vingadores: Era de Ultron (2015).
Inicialmente, Whedon cuidaria da finalização da obra e de algumas cenas adicionais, mas acabou realizando “refilmagens extensivas” que custaram US$ 25 milhões e duraram 3 meses.
O fato nos deixa pensando o quão diferente será o resultado final da superprodução, daquela imaginada por Snyder.
Apesar dos boatos de que o Venom (Tom Hardy) pode ser o vilão da sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, a Marvel revelou que o filme vai explorar vilões que ainda não são familiares ao público que não acompanha os quadrinhos.
Segundo o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, o próximo antagonista será alguém que ainda não tenha aparecido em nenhum dos cinco filmes já lançados até a chegada do novo reboot.
Durante uma entrevista ao Toronto Sun, ele revelou:
“Estamos bem animados para introduzir personagens ainda não vistos pela audiência, o que de certa forma reduz o leque de opções que possuímos. Mas é importante dizer que os quadrinhos do Homem-Aranha contam com ótimos vilões e ainda há muito conteúdo que sequer foi explorado. Então vamos focar nessas figuras, a princípio”.
Vale lembrar que Tom Hardy vai estrelar um filme solo do ‘Venom‘, que estreia em 5 de outubro de 2018. Já ‘Homem-Aranha 2‘ estreia em 5 de julho de 2019.
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