“Eu estou em negociações. Isso era mais ou menos um boato. Eu realmente amo os livros e sou apaixonado por Akira. Adoro o filme, mas eu não faria um remake do filme original. Eu faria uma adaptação dos livros. E, sim, então, de qualquer forma, estou conversando para adaptá-lo.
Ele também confirmou que ele contrataria atores asiáticos para os papéis de Kaneda, Tetsuo e outros.
“Sim, eu escolheria atores asiáticos. Talvez atores pouco conhecidos até.”, afirmou.
O último diretor cotado para o amaldiçoado projeto foi Jordan Peele, responsável pelo estrondoso sucesso de bilheterias e críticas, ‘Corra!’, mas veio a público esclarecer a situação, revelando que não assumirá a responsabilidade. A Warner chegou a convidar o diretor George Miller, mas ele também declinou a proposta.
O projeto enfrentou diversos problemas, como um corte gigantesco de seu orçamento e várias reformulações ao longo dos últimos cinco anos.
Inicialmente orçado em US$ 230 milhões, o filme teve seus custos reduzidos para US$ 90 milhões, e posteriormente US$ 65 milhões.
A história desenrola-se em Neo Manhattan, uma cidade reconstruída depois de ter sido destruída na III Guerra Mundial, iniciada pelo crescimento incontrolável de poderes sobrenaturais de uma criança chamada Akira, que foi registrado num programa governamental secreto de pesquisa.
Desde a excelente reação do primeiro vídeo do reboot de ‘Halloween‘ foi exibido no CinemaCon, os fãs estão ansiosos para conferi-lo com os próprios olhos. Atendendo aos pedidos, Jason Blum foi até o twitter anunciar que o trailer será lançado na próxima sexta-feira (08).
Enquanto o trailer não é liberado, confira a descrição das cenas:
“Laurie está com sua filha e a sua neta na noite de Halloween. Ela diz que a Laurie se tornou uma guerreira quando se trata em proteger sua família ‘e está determinada a manter Michael preso para sempre’.”
“As primeiras cenas de Halloween parecem ótimas. Na nova história, depois que Loomis atirou no Michael, ele foi reinternado e Laurie tem se preparado caso ele escape.”
“Alguns adolescentes estão conversando uns com os outros. ‘Não foi o irmão dela que matou todas aquelas pessoas?’ ‘Não foi o irmão dela, isso é algo que as pessoas inventaram.’ Então, sim. Adeus narrativa da sequência!”
“Tem uma cena de Myers, depois de escapar, atormentando uma garota em um banheiro. Ele coloca sua mão sobre a porta e derruba uma dúzia de dentes ensanguentados no chão. Eles não estão para brincadeira com este filme. Também é ótimo ver a máscara de volta em ação.”
“Além disso, Laurie nunca aparece assustadas nas cenas que vimos. Ela é uma mulher em uma missão, uma caçadora, assim como o Michael. Amei esse ângulo [para a personagem].”
A trama traráJamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na adaptação para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para fazer uma adaptação primorosa, que priorizava a aventura e o suspense ante a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, e é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se o Grant dos livros é distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do romance. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. O próprio logo era composto por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Dominion está com estreia prevista para 10 de junho de 2022. Ansiosos?
Todo mundo adora uma fofoca, certo? Essa frase, dita pela própria Viih Tube em seu ‘Amiga do Inimigo’, resume não só o argumento de seu filme, mas também as outras produções nas quais busca inspiração, como ‘Rebeldes’, ‘Élite’, ‘Gossip Girl’ e ‘Pretty Little Liars’.
Em ‘Amiga do Inimigo’ acompanhamos Bia (Vivi Wanderley, também conhecida como Viih Tube), a moça mais popular do internato Nosso Recanto, que decide por conta própria descobrir a identidade do Anônimo do Recanto – alguém da própria escola que criou um perfil falso no Instagram para debochar e denunciar o comportamento nada exemplar dos colegas. Bia quer descobrir isso para trazer de volta seu irmão, Gustavo (Thomaz Costa), que foi expulso, e, para tal, envolve nos seus planos seus amigos Freio (Bruno Alcântara), Chico (Ujoãozinho), Manu (Vivi) e até mesmo a diretora da escola, Amélia (Taine Santtos) e a novata que acabou de ser transferida para lá, Nat (Luiza Parente).
O filme é, na verdade, um média-metragem, com apenas setenta minutos de duração – o que, em outras palavras, poderia classificá-lo como um episódio mais longo de uma série. A bem da verdade, ‘Amiga do Inimigo’ é sim baseado numa série: na websérie de sucesso ‘Em Nota’, de 2019, que se passa no mesmo universo e tem os mesmos personagens trazidos neste filme. É importante ter isso em mente porque embora o longa tenha uma história própria, faz muita referência a coisas que aconteceram nessa série, especialmente a construção do relacionamento entre os personagens. Portanto, se você não viu a série (disponível no canal do youtube da Viih Tube), talvez fique com algumas interrogações na cabeça ao ver este filme.
O roteiro, escrito pela própria Viih Tube e por Bruno Alcântara (que também atua e dirige o filme) é intensamente dinâmico, indo e vindo na história o tempo todo, e também é narrada por Bia desde o início, lembrando bastante o formato de ‘Confissões de Adolescente’. Embora esse estilo seja bem atraente para o público jovem, é verdade também que, para um longa, essa técnica dá uma enjoada, pois o espectador além de ficar se sentindo trapaceado constantemente, também já começa a prever o que está para acontecer.
O que chama a atenção mesmo é a interação e a desenvoltura dos atores principais, bastante naturais nos primeiros dois arcos da história e mostrando que há muito talento para além dos canais de tv. Além disso, a incrível edição do longa também faz toda a diferença em ‘Amiga do Inimigo’, não só na construção do supracitado vai e vem do enredo, mas, acima de tudo, em conferir à produção aspectos ainda mais jovem, recheando-a de After Effects e figurinhas de internet, aproximando as duas mídias do público alvo.
‘Amiga do Inimigo’ é um filme episódico, bem feitinho e bastante acelerado. Fala a linguagem jovem, embora não traga nada de inovador. Mas é um filme que mostra a qualidade das produções independentes e que traz novos rostos ao meio das histórias infanto-juvenis, muito focada nas séries estrangerias.
O projeto é um longa-metragem documental que tem como tema o Carnaval de Salvador, que é mais que uma festa, é um estado de espírito. É singular e é plural: são milhões de pessoas que são de verdade Carnaval, num mergulho profundo para tentar entender o porquê de tanta loucura. Que histeria coletiva é essa? Existe explicação?
Curiosidades:
» Narrado pelo baiano João Miguel, o longa foi gravado durante cinco anos (2015-18), num mergulho profundo para tentar entender o porquê de tanta loucura. Que histeria coletiva é essa? Existe explicação?
Ari Aster construiu seu nome como um dos proeminentes diretores da nova geração com o assustador ‘Hereditário’. Entretanto, é o seu segundo filme, ‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’, que promete não nos deixar dormir à noite ou até mesmo sair de casa.
Bom, é o que está acontecendo. Vários espectadores já estão publicando suas reações online e todas entraram em um arrepiante consenso: o longa-metragem é tão pesado e tão visceral que as pessoas estão passando mal.
Confira alguns comentários abaixo e o novo trailer:
There are many images from #Midsommar that are so horrifying they have been permanently seared into my brain. I see flashes them of them at random. Damn you, Ari !
“‘Midsommar’ é incrível. Você consegue ver como Ari consegue fazer um filme de terror totalmente à luz do dia e ainda me deixar muito assustada”.
Mais uma vez, Ari Aster parece ter superado as expectativas, entregando um longa que já está sendo chamado de “obra-prima”. Segundo as primeiras reações, o terror foi considerado um mergulho psicotrópico sobre o significado da morte, feito de maneira desafiadora e confiante, com toques de humor.
Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão em uma terra de luz eterna toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador. Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.
A temporada de premiações continua hoje (12) com a cerimônia do Critics’ Choice Awards 2020 – e o CinePOP traz para você a lista completa de vencedores atualizada em tempo real!
Confira:
CINEMA
MELHOR FILME
1917
Ford vs. Ferrari
O Irlandês
Jojo Rabbit Coringa
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento Era uma Vez em… Hollywood
Parasita
Joias Brutas
MELHOR ATOR
Antonio Banderas – Dor e Glória
Robert De Niro – O Irlandês
Leonardo DiCaprio – Era uma Vez em… Hollywood
Adam Driver – História de um Casamento
Eddie Murphy – Meu Nome é Dolemite Joaquin Phoenix – Coringa
Adam Sandler – Joias Brutas
MELHOR ATRIZ
Awkwafina – The Farewell
Cynthia Erivo – Harriet
Scarlett Johansson – História de um Casamento
Lupita Nyong’o – Nós
Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres
Charlize Theron – O Escândalo Renée Zellweger – Judy
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Willem Dafoe – O Farol
Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins – Dois Papas
Al Pacino – O Irlandês
Joe Pesci – O Irlandês Brad Pitt – Era uma Vez em… Hollywood
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Laura Dern – História de um Casamento
Scarlett Johansson – Jojo Rabbit Jennifer Lopez – As Golpistas
Florence Pugh – Adoráveis Mulheres
Margot Robbie – O Escândalo
Zhao Shuzhen – The Farewell
MELHOR TALENTO JOVEM
Julia Butters – Era uma Vez em… Hollywood Roman Griffin Davis – Jojo Rabbit
Noah Jupe – Honey Boy
Thomasin McKenzie – Jojo Rabbit
Shahadi Wright Joseph – Nós
Archie Yates – Jojo Rabbit
MELHOR ELENCO
O Escândalo O Irlandês
Entre Facas e Segredos
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento
Era uma Vez em… Hollywood
Parasita
MELHOR DIRETOR
Noah Baumbach – História de um Casamento
Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres Bong Joon-ho – Parasita Sam Mendes – 1917
Josh Safdie e Benny Safdie – Joias Brutas Martin Scorsese – O Irlandês Quentin Tarantino – Era uma Vez em… Hollywood
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Noah Baumbach – História de um Casamento
Rian Johnson – Entre Facas e Segredos
Bong Joon Ho and Han Jin Won – Parasita Quentin Tarantino – Era uma Vez em… Hollywood
Lulu Wang – The Farewell
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres
Noah Harpster and Micah Fitzerman-Blue – Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony McCarten – Dois Papas
Todd Phillips & Scott Silver – Coringa
Taika Waititi – Jojo Rabbit
Steven Zaillian – O Irlandês
MELHOR FOTOGRAFIA
Jarin Blaschke – O Farol Roger Deakins – 1917
Phedon Papamichael – Ford vs. Ferrari
Rodrigo Prieto – O Irlandês
Robert Richardson – Um Lindo Dia na Vizinhança
Lawrence Sher – Coringa
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Mark Friedberg, Kris Moran – Coringa
Dennis Gassner, Lee Sandales – 1917
Jess Gonchor, Claire Kaufman – Adoráveis Mulheres
Lee Ha Jun – Parasite
Bob Shaw, Regina Graves – O Irlandês
Donal Woods, Gina Cromwell – Downton Abbey – O Filme Barbara Ling, Nancy Haigh – Era Uma Vez em… Hollywood
MELHOR MONTAGEM
Ronald Bronstein, Benny Safdie – Uncut Gems
Andrew Buckland, Michael McCusker – Ford vs. Ferrari
Yang Jinmo – Parasita
Fred Raskin – Era uma Vez em… Hollywood
Thelma Schoonmaker – O Irlandês Lee Smith – 1917
MELHOR FIGURINO
Ruth E. Carter – Meu Nome é Dolemite
Julian Day – Rocketman
Jacqueline Durran – Adoráveis Mulheres
Arianne Phillips – Era uma Vez em… Hollywood
Sandy Powell, Christopher Peterson – O Irlandês
Anna Robbins – Downton Abbey – O Filme
MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
O Escândalo
Meu Nome é Dolemite
O Irlandês Coringa
Judy
Era uma Vez em… Hollywood
Rocketman
MELHORES EFEITOS VISUAIS
1917
Ad Astra – Rumo às Estrelas
The Aeronauts Vingadores: Ultimato
Ford vs. Ferrari
O Irlandês
O Rei Leão
MELHOR ANIMAÇÃO
Abominável
Frozen 2
Como Treinar o seu Dragão 3
I Lost My Body
Link Perdido Toy Story 4
MELHOR FILME DE AÇÃO
1917 Vingadores: Ultimato
Ford vs. Ferrari
John Wick 3 – Parabellum
Spider-Man: Longe de Casa
MELHOR COMÉDIA
Fora de Série Meu Nome é Dolemite
The Farewell
Jojo Rabbit
Entre Facas e Segredos
MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU TERROR
Ad Astra – Rumo às Estrelas
Vingadores: Ultimato
O Mal Não Espera a Noite – Midsommar Nós
MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
Atlantique
Les Misérables
Dor e Glória Parasita
Retrato de uma Jovem em Chamas
MELHOR CANÇÃO
Glasgow (No Place Like Home) – As Loucuras de Rose (I’m Gonna) Love Me Again – Rocketman
I’m Standing With You – Superação – O Milagre da Fé
Into the Unknown – Frozen 2
Speechless – Aladdin
Spirit – O Rei Leão
Stand Up – Harriet
MELHOR TRILHA SONORA
Michael Abels – Nós
Alexandre Desplat – Adoráveis Mulheres Hildur Guðnadóttir – Coringa
Randy Newman – História de um Casamento
Thomas Newman – 1917
Robbie Robertson – O Irlandês
TELEVISÃO
MELHOR DRAMA
The Crown
David Makes Man
Game of Thrones
The Good Fight
Pose Succession
This Is Us
Watchmen
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Sterling K. Brown – This Is Us
Mike Colter – Evil
Paul Giamatti – Billions
Kit Harington – Game of Thrones
Freddie Highmore – The Good Doctor
Tobias Menzies – The Crown
Billy Porter – Pose Jeremy Strong – Succession
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Christine Baranski – The Good Fight
Olivia Colman – The Crown
Jodie Comer – Killing Eve
Nicole Kidman – Big Little Lies Regina King – Watchmen
Mj Rodriguez – Pose
Sarah Snook – Succession
Zendaya – Euphoria
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Asante Blackk – This Is Us Billy Crudup – The Morning Show
Asia Kate Dillon – Billions
Peter Dinklage – Game of Thrones
Justin Hartley – This Is Us
Delroy Lindo – The Good Fight
Tim Blake Nelson – Watchmen
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Helena Bonham Carter – The Crown
Gwendoline Christie – Game of Thrones
Laura Dern – Big Little Lies
Audra McDonald – The Good Fight Jean Smart – Watchmen
Meryl Streep – Big Little Lies
Susan Kelechi Watson – This Is Us
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Barry Fleabag
The Marvelous Mrs. Maisel
Mom
One Day at a Time
PEN15
Schitt’s Creek
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Ted Danson – The Good Place
Walton Goggins – The Unicorn Bill Hader – Barry
Eugene Levy – Schitt’s Creek
Paul Rudd – Living with Yourself
Bashir Salahuddin – Sherman’s Showcase
Ramy Youssef – Ramy
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Christina Applegate – Dead to Me
Alison Brie – GLOW
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst – On Becoming a God in Central Florida
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Catherine O’Hara – Schitt’s Creek Phoebe Waller-Bridge – Fleabag
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
Anthony Carrigan – Barry
William Jackson Harper – The Good Place
Daniel Levy – Schitt’s Creek
Nico Santos – Superstore Andrew Scott – Fleabag
Henry Winkler – Barry
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel
D’Arcy Carden – The Good Place
Sian Clifford – Fleabag
Betty Gilpin – GLOW
Rita Moreno – One Day at a Time
Annie Murphy – Schitt’s Creek
Molly Shannon – The Other Two
MELHOR SÉRIE LIMITADA
Catch-22
Chernobyl
Fosse/Verdon
The Loudest Voice
Unbelievable Olhos que Condenam
Years and Years
MELHOR TELEFILME
Brexit
Deadwood: O Filme El Camino: Um Filme Breaking Bad
Guava Island
Native Son
Patsy & Loretta
MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Christopher Abbott – Catch-22
Mahershala Ali – True Detective
Russell Crowe – The Loudest Voice
Jared Harris – Chernobyl Jharrel Jerome – Olhos que Condenam
Sam Rockwell – Fosse/Verdon
Noah Wyle – The Red Line
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Kaitlyn Dever – Unbelievable
Anne Hathaway – Modern Love
Megan Hilty – Patsy & Loretta
Joey King – The Act
Jessie Mueller – Patsy & Loretta
Merritt Wever – Unbelievable Michelle Williams – Fosse/Verdon
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Asante Blackk, Olhos que Condenam
George Clooney, Catch-22
John Leguizamo, Olhos que Condenam
Dev Patel, Modern Love
Jesse Plemons, El Camino: Um Filme Breaking Bad Stellan Skarsgård, Chernobyl
Russell Tovey, Years and Years
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Patricia Arquette – The Act
Marsha Stephanie Blake – Olhos que Condenam Toni Collette – Unbelievable
Niecy Nash – Olhos que Condenam
Margaret Qualley – Fosse/Verdon
Emma Thompson – Years and Years
Emily Watson – Chernobyl
MELHOR SÉRIE ANIMADA
Big Mouth BoJack Horseman
O Cristal Encantado: A Era da Resistência
She-Ra e as Princesas do Poder
The Simpsons
Undone
MELHOR TALKSHOW
Desus & Mero
Full Frontal with Samantha Bee
The Kelly Clarkson Show
Last Week Tonight with John Oliver The Late Late Show with James Corden Late Night with Seth Meyers
MELHOR ESPECIAL DE COMÉDIA
Amy Schumer: Growing
Jenny Slate: Stage Fright Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons
Ramy Youssef: Feelings
Seth Meyers: Lobby Baby
Trevor Noah: Son of Patricia
Wanda Sykes: Not Normal
A 2ª temporada da série nacional ‘Coisa Mais Linda’ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma deu início a uma websérie em que o elenco feminino conversa sobre temas bastante importantes
O segundo capítulo traz as atrizes falando sobre o que é sororidade.
Confira:
Na nova leva de episódios, enquanto seguem em frente após uma recente tragédia, Malu e as amigas abraçam novos desafios profissionais e novas possibilidades de amor, além de confrontar injustiças corajosamente.
Na São Paulo do final da década de 50 está Maria Luiza, uma moça conservadora e completamente dependente de dois homens: seu pai, Ademar, e o marido dela, Pedro. No entanto, sua vida toma um rumo completamente diferente quando Pedro desaparece ao viajar para o Rio de Janeiro a fim de montar um restaurante. Maria Luiza, é claro, segue os rastros do marido, mas acaba transformando o sofisticado restaurante em uma casa noturna. Em terras cariocas, essa jovem passa então a descobrir um novo mundo na companhia de mulheres feministas e liberais e ao som da Bossa Nova.
O Disney+ anunciou recentemente que está trabalhando em mais um filme original.
Intitulado ‘Sneakerella’, a produção será um musical que mistura pop e hip-hop e é ambientado no cenário da subcultura vanguardista do street-sneaker em Nova York.
A narrativa gira em torno de El (Chosen Jacobs), um aspirante à designer de tênis do Queens que trabalha como estoquista em uma loja anteriormente pertencente à falecida mãe. El esconde seus talentos artísticos de seu conturbado padrasto e dos dois meios-irmãs que constantemente destroem seus sonhos. Quando El conhece Kira King (Lexi Underwood), a filha independente e feroz de uma lendária estrela do basquete (interpretada por John Salley), os dois criam laços fortes por sua afinidade com tênis. Com a ajuda de seu melhor amigo e um pouco de magia de seu “fado-padrinho”, El encontra a coragem necessária para conquistar a indústria do design.
Como o nome e a história sugerem, a obra será uma adaptação contemporânea do clássico ‘Cinderela’, criada por Charles Perrault em 1657 e adaptada pela própria Casa Mouse em 1950 e em 2015.
O novo drama faroeste ‘Relatos do Mundo’, estrelado porTom Hanks, foi lançado na Netflix há algumas semanas e continua a cair no gosto dos críticos e das premiações.
Na revelação dos indicados ao Oscar 2021, o longa-metragem conquistou quatro nomeações e disputa pelas estatuetas de Melhor Fotografia, Melhor Design de Produção, Melhor Som e Melhor Trilha Sonora Original.
Os vencedores serão anunciados no dia 25 de abril.
Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.
Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.
Em entrevista ao Collider, o produtor Hiram Garcia revelou alguns detalhes sobre o processo de construção do próximo filme da saga ‘Jumanji’, comentando que ele e Dwayne Johnson, que também fica a encargo da produção, esperam trazer todos os membros do elenco de volta.
“Estamos muito focados em entregar a melhor versão dessa história. Obviamente, quando temos a sorte de trazer um time como aqueles de volta para uma terceira vez, queremos causar um impacto. É importante para nós entregar algo grande aos fãs, enquanto expandimos nossa narrativa em ‘Jumanji’. Então, estamos mergulhando fundo e colaborando juntamente a nossos roteiristas, ao diretor Jake [Kasdan] e ao nosso parceiro Matt [Tolmach]“, ele comentou.
No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.
A indústria cinematográfica hollywoodiana tem um apreço inestimável pelo gênero da ficção científica – e para o subgênero dos filmes de desastre. Apenas neste século, títulos como ‘Destruição Final – O Último Refúgio’, ‘O Dia Depois de Amanhã’ e ‘2012’ dominaram os cinemas e caíram no gosto do público, ainda que nem sempre tenham funcionado. E, agora, chegou a hora do diretor Adam McKay, responsável pelos aclamados títulos ‘Vice’ e ‘A Grande Aposta’, fornecer sua própria perspectiva ao gênero supracitado com a sátira sci-fi‘Não Olhe para Cima’.
O ambicioso projeto é centrado em dois astrônomos chamados Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) que descobrem um perigoso meteoro a caminho da Terra – e com potencial de destruição gigantesca. Em uma corrida para alertar as autoridades responsáveis, Randall e Kate enfrentam um controverso negacionismo por parte da presidente dos Estados Unidos, Janie Orlean (Meryl Streep), a superficialidade da mídia mainstream e o levante inexplicável de pessoas que simplesmente escolheram não acreditar na destruição iminente. E, apesar de alguns solavancos espalhados pela longa produção (que quase esbarra nas duas horas e meia de duração), o resultado é divertido, bizarro e sincronizado com a proposta que adota desde os minutos de abertura.
McKay tem um estilo bastante peculiar e único de conduzir suas obras e não pensa duas vezes antes de reestruturar as fórmulas do cinema contemporâneo. Desde ‘A Grande Aposta’, o realizador arquitetou uma técnica de condução que amalgamava ficção e realidade em uma espécie de documentário desconstruído, guiado pela brusca montagem e pela superposição de imagens a fim de alcançar um objetivo – e é claro que ele faria a mesma coisa com ‘Não Olhe para Cima’. O principal objeto de estudo são os personagens e como cada um deles é condicionado ao tipo social que representa: temos a representante política vivida majestosamente por Streep (em uma ironia simbólica à figura retrógrada e nepotista do ex-presidente Donald Trump); o sensacionalismo midiático traduzido pela presença dos apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry); a ultra-exaltação da vida privada de personalidades, como o relacionamento entre Riley Bina (Ariana Grande) e DJ Chello (Kid Cudi); e muitos outros.
A principal crítica vem com a sarcástica análise do capitalismo predatório e da falsa sensação de que o povo é respaldado por aqueles que elegem como governantes. Enquanto os personagens de DiCaprio e Lawrence lutam por levar a verdade às pessoas, questões mais complexas os impedem de alertar a população – em suma, causar pânico não é lucrativo para a enorme empreitada enterrada no cerne do governo estadunidense e de todos os atores que fazem parte dessa gigantesca companhia. Janie só percebe que precisa agir quando sua campanha é ameaçada e quando precisa recuperar a confiança de seu corpo eleitoral para garantir mais um mandato. A mascarada preocupação é reflexo de uma desconfiança incompreensível em relação à ciência, como se opiniões infundadas fossem o suficiente para refutar a credibilidade de especialistas.
Assim como Kate e Randall, os espectadores que compram a história vendida por McKay são transportados em uma montanha-russa de indignação e resignação frente a forças que não podem controlar – tema de pertinência assustadora para o que enfrentamos na atualidade. Em meio a tantas fake news acerca da vacinação e do trabalho dos profissionais de saúde, que variam desde mentiras sobre efeitos colaterais até ataques às minorias sociais, o diretor e roteirista eleva essa imbecilidade coletiva à quadragésima potência, delineando diálogos escrachados que entram em conflito com o drama trágico que se esconde nas entrelinhas. Até mesmo o ex-namorado de Kate diminui sua frustração e a trata como uma pessoa histérica e que não tem ideia do que está falando.
O peso jocoso pode ser turbulento – e esse é o principal problema enfrentado pelo longa-metragem. Além da temática mencionada nos parágrafos acima, McKay faz inflexões pontuais acerca da disparidade de gênero e de gaslighting, ou então do cerceamento de expressão e do patriotismo exacerbado (visto com o personagem de Ron Pearlman, Benedict Drask). Eventualmente, as subtramas parecem aglutinada em uma tentativa desesperada em contar tudo ao mesmo tempo e, no final das contas, não conseguir explorar as múltiplas mensagens que despontam na produção. As possibilidades existem, mas talvez uma cautela maior com a edição e com a seleção dos enredos deixaria o filme um tanto quanto mais leve e ainda mais divertido do que já é.
Enquanto algumas escolhas técnicas e estéticas podem não ser do agrado de parte do público, ‘Não Olhe para Cima’ configura-se como uma aventura muito aprazível e que lança uma luz angustiante sobre o futuro da própria humanidade – não em relação à ameaça de um cometa com potencial aniquilador, mas sim numa segregação que é movida pela falta de fé na ciência e pela ambição desmedida. Com atuações avassaladoras e uma sensação desoladora que nos acompanha até os créditos finais, o novo longa da Netflix é uma declaração mórbida e elevada de que, às vezes, é mais fácil aceitar o destino do que lutar contra ele.
Mais de uma década depois de seu lançamento oficial, ‘Precisamos Falar sobre o Kevin’ permanece como um dos filmes mais impactantes do cinema contemporâneo. O drama psicológico, baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, recebeu críticas bastante positivas, apesar de não fazer muito sucesso nas bilheterias mundiais, e trouxe às telonas temas de bastante importância para discussão – incluindo maternidade e psicopatia.
A trama acompanha Eva (Tilda Swinton), uma mulher mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.
Swinton foi o principal foco do longa-metragem dirigido por Lynne Ramsay, conquistando indicações ao Globo de Ouro, ao SAG Awards e ao BAFTA. E, para celebrar seu recente 11º aniversário, montamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.
Confira abaixo:
Swinton havia entrado para o projeto como produtora muito antes de decidir também estrelar o longa-metragem.
O filme levou um tempo considerável para ser rodado e levado aos cinemas. As preparações para desenvolvê-lo começaram ainda em 2005, mas não seria até 2010 que o processo de financiamento começaria. Em abril de 2010, as gravações se iniciaram.
As cores no alvo para o arco e flecha que Kevin ganha de presente estão presentes em todas as cenas (vermelho, azul, amarelo e branco).
O lançamento do filme na Noruega foi adiado em virtude de ataques terroristas ocorrido em julho de 2011. O filme só chegou aos cinemas do país na primavera nórdica de 2012.
No livro original, Kevin utiliza uma besta para cometer os assassinatos (que são pessoas que ele escolheu, em vez de pessoas aleatórias), em vez de um arco e flecha, que é a arma escolhida no filme.
Este é a segunda produção que a morte do bichinho de estimação da filha do personagem de Reilly é um ponto-chave da narrativa. A outra produção é o drama ‘Deus da Carnificina’, também lançado em 2011.
Quando Eva está fazendo compras, o responsável pelo sistema do mercado toca uma versão instrumental da clássica canção “What Child Is This?” – música que descreve uma narrativa de afastamento e estranheza que Eva sempre sentiu em relação a Kevin, mesmo antes dele nascer.
O filme foi primeiramente exibido no Festival de Cannes de 2011 e causou desconforto considerável no público, em virtude dos densos temas da narrativa – incluindo violência nas escolas.
A obra foi rodada em Nova York e na cidade de Stamford, Connecticut, nos Estados Unidos.
‘Adão Negro’ é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, as primeiras reações ao longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson começaram a despontar nas redes sociais.
Os jornalistas que já assistiram ao filme rasgaram elogios para Johnson, além de comentarem que o projeto é “eletrizante”, “incrível” e “recheado de ação”, apesar de criticarem o ritmo e as escolhas do roteiro.
#BlackAdam is a MASSIVE DC outing. The action is brutal, and Dwayne Johnson delivers on his promise of shifting the DCEU in a different direction. The story itself is up and down, as certain scenes don’t pack the intended punch… Although there are moments that fans will LOVE. pic.twitter.com/0TTwyiC2fS
“‘Adão Negro’ é um produto incrível da DC. A ação é brutal e Dwayne Johnson entrega a promessa de levar o DCEU em um caminho diferente. A história em si tem seus altos e baixos e certas cenas não funcionam como deveriam… Mas há vários momentos que os fãs irão amar”.
BOOM! #BlackAdam@TheRock delivers us one of the most ADRENALINE FUELLED adventures of the year! This 300 style ACTION SPECTACLE feels like a hit for DC. Some side characters & a shaky script prevent this from changing the hierarchy of the DCEU. Pierce Brosnan is a scene stealer! pic.twitter.com/TWFUpBcEKs
“‘Adão Negro’ nos entrega uma das aventuras mais CHEIAS DE ADRENALINA do ano! Este ESPETÁCULO DE AÇÃO estilo ‘300′ deve ser um sucesso para a DC. Alguns personagens secundários e um roteiro instável impedem que isso altere a hierarquia do DCEU. Pierce Brosnan rouba a cena”.
#BlackAdam is the most fun I’ve had watching a DC film in theaters since BvS. The film is huge in scale, epic & that post credits Scene which we all know what it is got the biggest cheer since Endgame imo. The JSA are all fantastic & the film sets up a bright DCEU future. Love It pic.twitter.com/bbsi8tJPgH
“‘Adão Negro’ foi o momento que mais me diverti com a DC nos cinemas desde ‘BvS’. O filme é enorme em escala, épico e essa cena pós-créditos, que todos nós sabemos, tem o maior aplauso desde ‘Ultimato’. A JSA é fantástica e o filme estabelece um futuro brilhante no DCEU. Adorei”.
#BlackAdam electrifies the millions & millions of DC fans! @TheRock lays the smackdown while adding empathy that makes the character one of the DCEU’s most intriguing anti-heroes. A fast paced, action packed ride that delivers on its promise of spectacle & boy, that mid-credit. pic.twitter.com/3yCTr2QlM3
“‘Adão Negro’ eletriza os milhões e milhões de fãs da DC! The Rock dá o golpe enquanto acrescenta empatia, o que torna o personagem um dos anti-heróis mais intrigantes do DCEU. Um passeio rápido e cheio de ação que cumpre sua promessa de espetáculo”.
#BlackAdam is built on some epic, non-stop action. It made me want a sequel with a smoother story immediately.
When it moves, it’s a straight shot of adrenaline. The characters are dope, especially Teth-Adam and Doctor Fate. It’s a bad-ass film. pic.twitter.com/XeMFgcB3OG
“‘Adão Negro’ é construído sobre uma ação épica e imparável. Me fez querer uma sequência com uma história mais tranquila imediatamente. Quando se move, é uma injeção direta de adrenalina. Os personagens são ótimos. Especialmente Teth-Adam e Doutor Destino. É um filme incrível”.
De acordo com o Box Office Pro, o filme deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.
O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.
O valor é similar a abertura de ‘Aquaman’, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.
Você está na expectativa?
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
O longa, que fez sua estreia no Festival South by Southwest, será lançado nos Estados Unidos em 07 de julho de 2023, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Audrey, Lolo, Kat e Deadeye são quatro mulheres asiático-americanas que viajam pela Ásia em busca da mãe biológica de Audrey. Nessa aventura, as amigas veem suas vidas mudarem através de sexo, muita cocaína e de descobertas que nem ao menos imaginavam fazer.
Segundo o ComicBook.com, a adaptação musical, que traz Angelina Jolie como produtora, tem estreia marcada para o dia 11 de abril de 2024, quase um mês depois da pré-estreia, em 16 de março.
O espetáculo fez seu début off-Broadway em março deste ano e conta com a direção de Danya Taymor, além de trazer Adam Rapp assinando o libreto ao lado de Justin Levine.
Jonathan Clay e Zach Chance, que compões a dupla Jamestown Revival, ficam responsáveis pela música e pelas letras, sendo auxiliados por Levine.
Ainda não se sabe quem estrelará a produção.
A trama, baseada no longa-metragem de 1983 comandado por Francis Ford Coppolae romance homônimo de 1967 assinado por S.E. Hinton, a trama é ambientada em Tulsa, Oklahoma, em meados dos anos 1960, e discorre sobre a vida dos adolescentes Ponyboy Curtis, Johnny Cade e suas famílias escolhidas de “forasteiros”.
Composta por oito episódios, a atração chega ao catálogo da plataforma em 07 de março.
A trama acompanha Eddie Horniman (TheoJames), que herdou a considerável propriedade de seu pai aristocrata inglês e se torna o novo duque de Halstead – apenas para descobrir que está no topo da maior fazenda de ervas daninhas da Europa, que pertence ao lendário Mickey Pearson.
Ritchie fica a encargo da produção, da direção e do roteiro da nova adaptação, colaborando com Ivan Atkinson e Marn Davies para supervisionar o projeto.
O filme original teve sucesso considerável tanto financeiro quanto crítico, arrecadando pouco mais de US$115 milhões mundialmente (a partir de um orçamento de US$22 milhões) e conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.
Há mais de três décadas, o cenário televisivo mainstream mudava para sempre com a estreia de uma pequena comédia chamada ‘Friends’.
Estreando em meados dos anos 1990, a trama acompanhou o cotidiano, as atribulações e os problemas de seis melhores amigos que vivem na cidade de Nova York e que, ao longo de nada menos que dez anos, encantaram espectadores ao redor do mundo – e firmaram um legado que permanece até os dias de hoje, mesmo depois de anos desde seu término. Com a estreia do primeiro episódio, lá em 22 de setembro de 1994, o público foi convidado a se apaixonar por personagens carismáticos que são revisitados e redescobertos constantemente, redefinindo o modo de se contar histórias mesmo na atualidade.
Para aqueles que não conhecem, a série foi criada por David Crane e Marta Kauffman e foi centrado em seis personagens principais: Rachel Green (Jennifer Aniston), uma mimada garota que escapou de seu casamento com um dentista e tornou-se uma garçonete de um café; Monica Geller (Courteney Cox), uma habilidosa cozinheira que deseja ser a chef de seu próprio restaurante; Ross Geller (David Schwimmer), irmão de Monica e um renomado paleontólogo que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando descobre que a esposa é lésbica; Chandler Bing (Matthew Perry), um analista de sistemas que usa o humor como forma de se proteger; Phoebe Buffay (Lisa Kudrow), uma engenhosa cantora, compositora e massagista que sempre tenta ver o lado positivo da vida; e Joey Tribbiani (Matt LeBlanc), um charmoso ator com descendência italiana que pode não ser muito esperto, mas tem o coração no lugar certo.
Juntos, esse grupo variado de pessoas se une em virtude das circunstâncias do destino e, tendo uns aos outros como companhia e como âncora, singram pelo amor, pela amizade, pelas decepções e pelas frustrações da vida adulta de maneira bastante espirituosa e cômica – não apenas emergindo como uma ótima e memorável peça audiovisual, mas um evento que continua a ser celebrado e que merece nossa atenção, ainda que as histórias dos nossos protagonistas não sejam do seu apreço.
A princípio, é preciso comentar sobre como a série alavancou a carreira dos atores envolvidos – e dos nomes por trás das câmeras. Mesmo já tendo participado de certas produções (Aniston, por exemplo, já havia feito sua estreia oficial com o terror ‘O Duende’, um ano antes da estreia de ‘Friends’), o elenco principal foi escolhido a dedo de forma a manter seu “anonimato”, justamente para garantir uma maior relacionabilidade para que o público se visse espelhado em meio aos eventos narrados. É claro que, considerando a ambientação em questão e levando em conta que a globalização não era tão forte quanto hoje, certos jargões, piadas e situações quebram essa universalidade, mas permitiram o encontro entre culturas diferentes que, agora, mesclam-se em uma quase homogeneidade – e reiteraram um reconhecimento generalizado para os performers.
Um outro aspecto de forte notoriedade da série foi a conexão que construiu com os fãs com o passar dos anos – e o emblemático status parassocial que arquitetou. Ao apostar fichas em histórias cômicas e cotidianas, Kauffman e Crane permitiram que os espectadores se enxergassem nas múltiplas personalidades que dominavam as telinhas, fosse no carisma de Joey ou nas sagazes tiradas de Chandler. Dessa maneira, a audiência conseguiu construir laços impalpáveis que a aproximou dos personagens como se eles fizessem parte da realidade, estando lá em momentos fáceis e difíceis, felizes e tristes. Não é surpresa que a série tenha ajudado várias pessoas e compreenderem que elas não estavam sozinhas – com testemunhos reais sendo colocados no especial ‘Friends: A Reunião’.
A série ajudou a popularizar um estilo de narrativa televisiva que também não era comum à época e que seria emulada por inúmeras obras consecutivas. É claro, ‘Friends’ não inventou o conceito de sitcoms (comédias de situação), mas de fato popularizou a ideia de enredos centrados não em acontecimentos contínuos, e sim em narrativas sem conflitos cataclísmicos ou de forte mudança estrutural – em que o objetivo é mostrar o dia a dia de pessoas de uma maneira não convencional. Como se não bastasse, as mensagens defendidas ofereceram uma perspectiva interessante e original sobre o funcionamento social, defendendo a ideia de uma “família escolhida” em vez dos costumeiros laços sanguíneos que vemos em títulos como ‘That ‘70s Show’, ‘Três É Demais’ e ‘Anos Incríveis’.
Utilizar como base esse desprendimento de estruturas já existentes para transferir atenção a algo a priori banal foi uma jogada de gênio por parte dos criadores da série – e asseverando uma popularidade exponencial que a transformou em uma das produções mais consumidas da história, com recordes aparentemente inquebráveis. Não é surpresa que a obra tenha conquistado 62 indicações ao Emmy Awards, levando para casa o prêmio de Melhor Série de Comédia pela oitava temporada, e influenciado atrações como ‘How I Met Your Mother’ (cujas similaridades são gritantes e inegáveis), ‘New Girl’ e ‘The Big Bang Theory’.
Enquanto algumas pessoas afirmem a falsa representatividade de ‘Friends’, é preciso mencionar que a época de gestação da série era outra – e que, mesmo com as restrições impostas pelas próprias emissoras e pela ideologia dos anos 1990 e 2000, momentos de importância significativa. Por exemplo, tivemos o primeiro casamento lésbico da televisão aberta norte-americana com o show, realizado entre Carol Willick (Jane Sibbett) e Susan Bunch (Jessica Hecht), marcando algo inédito no circuito mainstream; ou a breve exposição do relacionamento entre Molly (Melissa George), babá da filha de Rachel e Ross, e sua namorada. E, ainda que repletos de estereótipos incabíveis na contemporaneidade, não podemos ser anacrônicos quanto ao que existia décadas atrás.
Trinta anos depois de sua grandiosa estreia, ‘Friends’ permanece como uma das produções de maior impacto no circuito seriado dos Estados Unidos e, agora, pertencente à cultura pop mundial com revisitações constantes. É claro que a série encontra resistência por parte da mentalidade da nova geração, porém, nada disso apaga sua crescente e sucessiva importância.
A 2ª temporada completa da aclamada série ‘The Last of Us‘ chegou ao fim recentemente.
Agora, a HBO divulgou um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração e explorando as incríveis acrobacias feitas pelos atores e pelos dublês.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.