‘The Big Bang Theory‘ vai encerrar na próxima semana sua 10ª temporada.
Mas vale lembrar que a série já está renovada até a 12ª.
Com isso, você confere o preview do episódio, que promete uma grande surpresa:

‘The Big Bang Theory‘ vai encerrar na próxima semana sua 10ª temporada.
Mas vale lembrar que a série já está renovada até a 12ª.
Com isso, você confere o preview do episódio, que promete uma grande surpresa:

O CinePOP teve a oportunidade de entrevistar a musa Catherine Deneuve (De Cabeça Erguida e O Homem Que Elas Amavam Demais), do drama francês O Reencontro (Sage Femme) – dirigido por Martin Provost.
O filme estreia dia 27 de julho, pela Mares Filmes.
Confira:
Martin Provost escreveu o papel de Béatrice para você. Como você reagiu à proposta?
Eu amei a personagem desde a primeira vez em que li o roteiro. Depois me encontrei com Martin Provost, que falou muito bem de seu filme. Há uma bondade nele que me agradou instantaneamente. A personagem Béatrice é cômica, mas ela também experimenta momentos de drama. Ela é um reflexo do filme. Martin Provost consegue retratar questões sérias de uma forma casual, sem ficar opressivo. A comédia constantemente dispersa o drama sem afetar a emoção.
Como você definiria Béatrice?
Ela é uma mulher que viveu intensamente e com muita superficialidade. Ela é ao mesmo tempo muito generosa e muito egoísta. Ela adora jogar, mas não tem meios, o que não a impede de ter estilo e elegância. Ela vive um dia após o outro sem se planejar, além do mais, ela seria incapaz de fazer isso. Ela caminha tateando no escuro, um dia contando com uma pessoa, no dia seguinte contando com outra.
Exatamente. Béatrice parece ser uma mulher livre, no entanto, é muito dependente dos outros.
Ela achou que podia viver livremente, sem laços, mas isso é uma ilusão. Entretanto, ela escolheu olhar para o lado positivo da vida, e continuou fazendo assim até o fim. Béatrice é uma amante da vida, e seu caso com o pai de Claire é uma prova disso, ela é uma jogadora que tira o melhor do que a vida pode lhe oferecer. Ela tem um jeito descuidado que aqueles perto dela podem achar difícil de suportar. Não quer dizer que ela seja irresponsável. Béatrice é na verdade uma aventureira. Se ela arranja para as coisas lhe servirem, não é com a intenção de fazer mal aos outros, mas sim uma forma de viver melhor a vida.

Béatrice vai perturbar a vida cotidiana de Claire a ponto de transformá-la.
Claire não consegue resistir a Béatrice por muito tempo. No início, ela resiste em deixá-la entrar em sua vida de novo, está disposta a ajudar, mas quer manter uma distância. Depois ela rapidamente aceita sua presença, ela redescobre Béatrice, que traz um pouco de fantasia para sua vida e a faz descobrir um mundo muito distante do seu. Nesse sentido, Béatrice é capaz de fazer os outros aceitarem situações altamente improváveis.
E ainda assim ela escolhe ir.
Ela quer que Claire seja feliz, que possa aproveitar sua nova vida com Paul. É por isso que ela vai embora. Há uma sensibilidade em sua decisão. Béatrice conseguiu criar uma relação íntima com Claire, foram como mãe e filha por algumas semanas. Ela queria ajudar Claire, pedir perdão por seus erros do passado, e ela sabe quando se retirar.
Você se parece com Béatrice?
Como atriz, eu a achei uma personagem muito positiva, engraçada, um pouco fora do comum, muito agradável de interpretar. Como mulher, posso entender seu descuido, não a julgo, mas ela é uma pessoa muito diferente de mim.
Você nunca atuou com Catherine Frot até O REENCONTRO. Como trabalharam juntas?
Fomos um pouco como Claire e Béatrice no filme. Catherine Frot é uma atriz muito sensível. Eu tive a impressão de que ela se sentia confiante e isso foi uma vantagem para nós como uma dupla. Acho que isso se reflete na tela. O laço que une Claire e Béatrice é óbvio.
E Olivier Gourmet?
Nunca tinha trabalhado com ele. Gosto muito dele como ator. Não temos muitas cenas juntos, mas acho que a cumplicidade entre nossos dois personagens é genuína. Paul tem um gosto pela aventura como Béatrice, ele é nitidamente mais bem composto do que ela, mas é um viajante genuíno, ele mesmo diz que precisa estar na estrada. Ele também tem aquele toque de fantasia que ilumina a vida cotidiana de Claire. No início, Claire fica incomodada com a cumplicidade de Paul e Béatrice, ela não hesita em mandá-lo para fora quando o pega cantando Serge Reggiani com ela na cozinha durante o café da manhã.
Que tipo de diretor é Martin Provost?
Ele é muito aberto, gentil, está constantemente pronto para ouvir os outros. É nítido o prazer que ele tem ao ver seus personagens ganhando vida no set. Ele é afetuoso e amigável. Acima de tudo, ele adora atores, sabe como escrever papéis maravilhosos para eles. Ele é um homem que se dá bem com as mulheres. Ele conseguiu atingir o tom correto para contar a história, um equilíbrio perfeito entre as emoções.
Você aprendeu a jogar um jogo de cartas chamado “la Marseillaise”.
Eu confesso que nunca ouvi falar nele antes de fazer o filme. O jogo é muito rápido. Martin Provost queria que eu me cercasse de jogadores de verdade, que deram grande autenticidade para as cenas, mas eu seria incapaz de jogar o jogo hoje.
Seleção Oficial no Festival de Berlim deste ano, o filme conta a história de Claire (Catherine Frot), uma mulher madura que exerce a profissão de parteira com muita paixão. Preocupada com sua maternidade, ela vê sua vida virada de cabeça para baixo pelo retorno de Beatrice (interpretada pela grande atriz do cinema francês, Catherine Deneuve), a extravagante ex-mulher de seu falecido pai.
‘Thor: Ragnarok’ ganhou um novo comercial, que traz o Doutor Estranho.
Assista:
Depois dos críticos elegerem o filme como “o mais engraçado da Marvel”, ‘Thor: Ragnarok’ apenas aumenta as boas ondas ao seu favor.
O deus do trovão deve estar soltando relâmpagos de alegria com a ideia de que seu filme vai ser bem recepcionado na estreia.
Conforme o Comicbook, é estimado, nas bilheterias americanas, que o longa arrecade cerca de $100 milhões apenas em seu fim de semana de lançamento. O que é um salto grande em comparação aos dois primeiros filmes da trilogia que arrecadaram $65 e $88 milhões, respectivamente.
Se o caminho for por esse lado, ‘Thor:Ragnarok’ fará com que a franquia Thor tenha uma graduação positiva em sua média orçamentária. O que pode levar a um arrecadamento total de $800 milhões, só na America do Norte. Se as estatísticas estiverem certas, a tendência da trilogia é boa, pensando que só segue aumentando e já está em um terceiro filme.
Além dos críticos estarem com uma visão super positiva, o próprio elenco tem se manifestado favoravelmente. A atriz Cate Blanchett, que interpreta Hela, disse:
“Chris [Hemsworth] canaliza a energia dos outros filmes e a usa de forma emocionante. E para mim, é ótimo saber disso! É meio que ‘ok, podemos ir ainda mais longe!’.
O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.
A estreia acontece dia 26 de Outubro.
Ontem, foi divulgado um curta-metragem que serve como uma ‘ideia conceitual’ para um novo filme da franquia ‘Cloverfield’.
Apesar de ter sido divulgado como ‘fan film’, muitos sites especulam ser um vídeo viral para iniciar a divulgação do terceiro filme ‘oficial’ da franquia, sequência de ‘Cloverfield’ e ‘Rua Cloverfield, 10’.
O curta ‘Megan’, dirigido por Greg Strasz e abraçado por J.J. Abrams, presta homenagem ao ‘Cloververse’, da Bad Robot, com inspiração tirada tanto de ‘Cloverfield’ quanto de ‘Rua Cloverfield, 10’, bem como sites da franquia, mangas, campanhas de marketing e o tão famoso ARG online.
O curta, de mais ou menos 5 minutos, tem a atriz Matilda Lutz (‘Vingança’) como a personagem-título, a filha de Howard Stambler (John Goodman), de ‘Rua Cloverfield, 10’, Megan Stambler.
O vídeo serve para mostrar o conceito da obra, que deve ganhar um curta completo muito em breve (ou um filme de surpresa nos cinemas?).
E sim, o tão amado monstro da franquia faz uma aparição! Assista na íntegra:

Um grupo de quarentões encontra uma inesperada válvula de escape para seus problemas cotidianos em ‘Um Banho de Vida‘: aulas de nado sincronizado.
No trailer da comédia francesa, o time decide enfrentar suas limitações para competir em um campeonato mundial.
Assista:
O filme foi visto por 4 milhões de espectadores na França.
‘Um Banho de Vida‘ integrou a seleção oficial “fora de competição” do Festival de Cannes em 2018, antes de chegar aos cinemas da França – após a estreia, a comédia alcançou mais de 4 milhões de espectadores. O elenco reúne grandes astros do cinema europeu, como Mathieu Almaric (‘O Grande Hotel Budapeste’), Jean-Hughes Anglade (‘A Rainha Margot’), Virginie Efira (‘Elle’), entre outros.
Com direção de Gilles Lellouche, ‘Um Banho de Vida‘ encanta e diverte com uma história de união e superação. A estreia está marcada para 21 de março nos cinemas brasileiros, com distribuição da Pagu Pictures.
A Fox Film divulgou um novo cartaz do terror ‘Ameaça Profunda‘ (Underwater).
Confira, com o trailer:

O longa é dirigido por William Eubank (‘O Sinal: Frequência do Medo‘).
Na trama, um laboratório subaquático é danificado devido a um terremoto. Com a estrutura destruída e a água invadindo o local, os pesquisadores devem lutar para sobreviver mediante às circunstâncias.
O elenco inclui Kristen Stewart, T.J. Miller, Vincent Cassel, Jessica Henwick, John Gallagher Jr., Mamoudou Athie e Gunner Wright.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.

‘Aves de Rapina’ teve uma sólida recepção por parte da crítica especializada e fez história nas adaptações da DC ao trazer às telonas o primeiro grupo de anti-heroínas.
E o filme pode ser reconhecido no Oscar.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou sua lista de pré-indicados para nove categorias do 93º Prêmio da Academia.
‘Aves de Rapina’ avançará para a próxima rodada de indicações em duas categorias – Maquiagem e Penteado e Melhores Efeitos Visuais.
Embora isso não signifique necessariamente que o filme será indicado nessas categorias, a inclusão é definitivamente uma surpresa agradável.
Apesar do fracasso de bilheteria, que alcançou pouco menos que US$202 milhões, o longa caiu no gosto popular e, em seu aniversário de um ano, levou os fãs a celebrarem a obra nas redes sociais.
Confira as reações abaixo:
this birds of prey scene will forever be iconic pic.twitter.com/GBw1hsOVCV
— lem | maurice breakdown (@waynesfilm) February 7, 2021
“Essa cena de ‘Aves de Rapina’ será sempre icônica”.
A year ago, we got one of the best moments in comic book cinema. #BirdsofPrey pic.twitter.com/eB4IzB2MLt
— Carly Lane-Perry (@carlylane) February 7, 2021
“Um ano atrás, tivemos um dos melhores momentos da história dos quadrinhos no cinema”.
I loved the Birds of Prey movie and I have some slight knowledge of this property. https://t.co/Blew48Y0Ii
— Gail Simone (@GailSimone) February 7, 2021
“Eu amei o filme ‘Aves de Rapina’“.
Birds of Prey released one year ago today and will remain as one of the top-tier CBM of all time pic.twitter.com/klHQ8px4VO
— Ren | WandaVision SPOILERS ᗢ (@wandasolsen) February 7, 2021
“‘Aves de Rapina’ foi lançado um ano atrás e continua como uma das melhores adaptações de quadrinhos de todos os tempos”.
‘birds of prey’ was released a year ago today pic.twitter.com/VQUuGF62Fn
— courtney (@infamousmargot) February 6, 2021
“‘Aves de Rapina’ foi lançado um ano atrás”.
Assista à nossa crítica:
Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).
A primeira parte da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ abriu com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O sete episódios irão estrear no dia 27 de maio, e foram bastante elogiados pela trama mais densa, sombria e assustadora.
Das 21 críticas publicadas, 19 foram positivas e 2 negativas.
Separamos os trechos das críticas para você:
“Em uma quarta temporada notavelmente tramada e bem ritmada, Stranger Things marca um novo nível de sofisticação em suas visões técnicas e criativas. … Esta não é apenas mais uma temporada de um programa de TV popular, mas uma peça de arte mainstream com algo a dizer.”, Eric Francisco – Inverse
“Cenários novos, personagens atraentes e uma expansão recompensadora da mitologia dão à nova temporada de Stranger Things um choque de energia alegre, exatamente quando a série mais precisava.”, Kristen Baldwin – Entertainment Weekly
“A quarta temporada parece ter sido projetada para produzir bons dados em vez de entretenimento de qualidade.”, Ben Travers – indieWire
“Se você gostou de Stranger Things antes, vai gostar de novo desta vez. A TV em fórmula funciona quando a fórmula é tão boa.”, Amanda Whiting – Independent
“A superpotência dos irmãos Duffer está se divertindo com a nostalgia do terror dos anos 80. E a dupla está no topo de seu jogo aqui.”, Saloni Gajjar – AV Club
“É justo dizer que há histórias inteiras nesta temporada com as quais não me importo nem um pouco. Mas também é justo dizer que, mesmo inchado, ainda há muitas coisas sobre Stranger Things que eu gosto.”, Bill Goodykoontz – Arizona Republic
“Por fim, a temporada 4 de Stranger Things é mais do mesmo, com ênfase em mais. É difícil culpar o programa por querer nos dar mais porque a fórmula que eles criaram funciona.”, Alec Bojalad – Den of Geek
“Não há sensação de inchaço na quarta temporada de Stranger Things, apesar dos episódios sobrecarregados.”, Lissete Lanuza Sáenz – CBR
“Stranger Things [temporada 4 volume 1] é uma jornada incrível que prepara o palco para a despedida deste show, mistura as coisas em termos de elenco e se sente bem no mito e na jornada que conhecemos e amamos.”, Lyra Hale – Fangirlish
“Um blockbuster em forma de TV.”, Chris Evangelista – Slashfilm
“Os encantos e horrores horríveis ainda estão lá e tão eficazes como sempre, mas com sete episódios todos pairando em torno da duração do longa-metragem, mas … o tamanho e o escopo são suficientes para testar até o fã mais dedicado.”, Travis Hopson.
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Um dos últimos filmes estrelados pelo astro Mel Gibson acaba de estrear no Prime Video sem muito alarde e traz Gibson retornando ao espaço de filmes de ação para um thriller de espionagem.
Trata-se de ‘Jogo da Espionagem‘ (Agent Game), que ainda traz no seu elenco Dermot Mulroney, de ‘Pânico 6‘.
O filme gira em torno de Harris, vivido por Mulroney, um agente da CIA que é bode expiatório devido a um interrogatório que deu errado. Enquanto isso, o personagem Olsen de Gibson é o oficial sênior de inteligência que lidera a equipe encarregada de colocar Harris em uma missão que os subordinados de Olsen começam a questionar.
“Nossa missão é manter as guerras menores, os sacrifícios significativos”, diz Olsen no trailer.
Infelizmente, o filme conquistou apenas 21% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Assista ao trailer:
Olsen e seu subordinado, Visser (Annie Ilonzeh), devem aumentar as apostas da missão antes que as consequências do interrogatório ameace fechar todo site. Cabe a Harris e algumas alianças recém-formadas revelar a verdade por trás dos negócios obscuros do governo e, com sorte, virar o jogo e sair vivo.
‘Jogo da Espionagem‘ foi escrito por Tyler W. Konney e Mike Langer, e dirigido por Grant S. Johnson.
Um dos gênios do cinema, aclamado em todo mundo. É difícil definir Steven Spielberg com outras palavras. Dono de direções que cortaram rupturas em diversas eras do cinema, esse perfeccionista norte americano tem alguns de seus segredos revelados e sua intimidade aberta nesse belo documentário da cinegrafista e cineasta Susan Lacy. Buscando decifrar a mente de Spielberg, ao longo de cerca de duas horas de projeção, esse belo trabalho relata na visão dele e de muitos ao seu redor, detalhes de toda sua trajetória para se tornar um dos diretores de cinema mais conhecidos em todo o mundo. Desde de seu início muito jovem dirigindo grandes nomes do cinema daqueles tempos, até as inovações digitais junto com uma criatividade absurda em criar atmosferas perfeitas para suas obras, vamos aos poucos entendendo melhor o grande Steven Spielberg.
O mais interessante, e é aí onde os fãs do diretor vão se deliciar, é que ao longo do documentário, quase feito em atos, filme por filme, entendemos melhor o processo de criação de cada uma de suas obras e também os contextos pessoais ou políticos que as mesmas aconteceram. Para contar parte da trajetória, amigos de Spielberg, como Brian de Palma, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, George Lucas, e muitos outros se reúnem numa série de depoimentos surpreendentes sobre a visão deles a cada processo de criação do emblemático diretor.
Sua vida pessoal também ganha luz nas lentes de Lacy. O relacionamento conturbado com seu pai, as idas e vindas dos problemas pessoais que de certa forma atrapalharam alguns dos projetos de Spielberg. Os depoimentos sobre como foi filmar A Lista de Schindler são os mais comoventes, e, de certa forma, foram uma homenagem a relação de pai e filho. Seus casamentos também são passados a limpo e todo o processo de renascimento da genialidade do diretor que fez o mundo se encantar com muitas de suas obras.
Esse projeto, produzido pela grande HBO, é um filme que todo cinéfilo deve assistir. Mesmo gostando pouco ou aclamando, não pode-se negar o fato de que Steven Spielberg é um dos nomes mais importantes da indústria da sétima arte mundial.
Percorrendo os caminhos lacrimosos da melancolia, chegou sem muito oba oba no Prime Video um filme que toca profundamente nossos corações. Através do luto e das surpresas que a vida apresenta, O Amigo consegue ampliar horizontes das razões existenciais em uma narrativa que combina a solidão dos momentos difíceis com a abertura de uma nova porta de oportunidade: a de viver sem esquecer.
Dirigido por Scott McGehee e David Siegel, o projeto também abre espaço para um olhar familiar nas relações interpessoais e sobre a maneira como enxergamos a compaixão dentro de um existencialismo construído de forma única por cada ser humano. Mas o ponto principal é a relação entre uma protagonista em crise e um cachorro apaixonante que só tem tamanho – o elo que move as correntes para as emoções.

Baseado em um livro homônimo da escritora nova-iorquina Sigrid Nunez, nessa obra acompanhamos a história de Iris (Naomi Watts), uma escritora que acaba de perder seu amigo e mentor, o professor Walter (Bill Murray). Para sua surpresa, logo após o funeral, descobre um desejo dele: que ela ficasse com seu cachorro, Apolo – algo que vira sua vida do avesso.

Do luto aos seus desenrolares, sem se desprender de um estado de tristeza contemplativa – expressa em gestos, atitudes e palavras -, esse é um filme que diz muito sobre nós, seres humanos: as prioridades, os erros, os acertos, as diversas formas de dizer adeus. Com esse roteiro cheio de camadas profundas, a narrativa encontra ritmo em meio à melancolia, conduzida por ótimos personagens em total harmonia.

Pelos olhos de uma protagonista muito bem interpretada pela excelente atriz Naomi Watts, entramos em uma jornada que vai do lembrar ao sentir – colocando pedaços a serem construídos de um futuro a partir de um presente com definições importantes. Alguns diálogos da personagem são memoráveis, com grande impacto em cena. O principal deles, já no desfecho ao lado de Bill Murray – cirúrgico no papel, mesmo com pouquíssimo tempo de tela – provoca contrastes que se completam numa dicotomia entre a morte a vida, fechando uma história pra guardar no coração.
Vivemos uma realidade no entretenimento mundial onde é muito mais fácil e vantajoso apostar em marcas famosas e estabelecidas. Ou seja, se algo funciona e faz sucesso, pode ter certeza que terá continuações. E sim, estamos falando em especial das produções audiovisuais. Se uma série estreia bem em sua primeira temporada, obviamente abrirá espaço para a segunda, mesmo que a história não peça muito para continuar, vide Westworld. Às vezes inclusive esticando sua trama até não dar mais, como aconteceu com Lost.
Mas aqui, o assunto são as produções cinematográficas – que seguem o mesmo caminho, é claro. Se um filme faz sucesso caindo nas graças do público, pode ter certeza que será rapidamente revisitado. Nada de errado nisso. O problema é quando a ganância fala mais alto e o interesse é apenas financeiro, atropelando a coerência de uma boa história. Muitos sequer possuem qualquer narrativa e apostam somente no valor da afinidade do espectador. Pensando nisso, resolvemos por esta nova matéria relembrando algumas continuações de filmes recentes bem famosas que foram massacradas pelos críticos por, digamos, ir do nada a lugar algum, mostrando realmente não ter qualquer coisa a dizer. Confira abaixo e não esqueça de comentar.
A graça do primeiro Malévola, de 2014, foi subverter a história da Bela Adormecida focando na vilã do título, a bruxa que é uma das maiores vilãs do acervo Disney. A surpresa foi ver como a estrela Angelina Jolie caiu como uma luva no papel, já que esse era um projeto muito pessoal para a atriz, sendo o longa animado um dos preferidos dela. Já esta sequência tardia, lançada cinco anos depois (em 2019) mostra-se um verdadeiro caça-níquel, cujo atrativo não mais era Jolie, e sim a presença de outra musa, Michelle Pfeiffer. Dizem as más línguas que Jolie fez o filme unicamente pelo dinheiro, precisando sanar algumas dívidas financeiras. Como resultado, os críticos torceram o nariz com apenas 39% de aprovação.
Homens de Preto (1997) foi um verdadeiro fenômeno, e ano que vem completa 25 anos de lançamento. A febre foi tanta que gerou até mesmo um desenho animado e duas continuações. Mas quando pensamos em MIB, lembramos automaticamente da dupla Will Smith e Tommy Lee Jones, cujos estilos contraditórios se completavam perfeitamente. Mas e que tal uma pitada de Marvel para revigorar esta franquia da Sony? Afinal, o que poderia dar errado ao se temperar MIB com a ótima química dos atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson vista e aplaudida em Thor Ragnarok (2017)? Bem, tudo, já que o quarto filme da franquia e o único sem a dupla Smith / Jones se mostrou algo tão genérico e esquecível que os críticos não tiveram opção a não ser tascar um irrisório 23% de aprovação.
Muitos estão dando graças a Deus pela Fox ter sido comprada pela Disney e assim a franquia X-Men ter ido parar em seu lugar de direito, junto ao MCU. Assim, em breve poderemos ver os mutantes que são um dos carros-chefe da editora interagir nas telonas com outros tantos personagens queridos. A franquia X-Men até começou bem nos cinemas, recebeu elogios e foi um dos filmes responsáveis pela onda de produções do gênero que temos hoje, indiscutivelmente. À altura do lançamento deste filme, porém, a franquia já tinha visto altos e baixos, mas nada nos prepararia para esta obra totalmente sem sal. A verdade é que a história da Fênix Negra já havia sido contada em O Confronto Final (2006), e salvação seria se fosse contada desta vez da maneira certa. Não rolou. Os críticos deram míseros 22% de aprovação, merecidamente.
Aqui temos um caso onde o segundo exemplar é muito superior ao primeiro da franquia. Cloverfield – Monstro (2008) é um eficiente filme… bem, de monstro, que ajudou a fortificar o estilo found footage nos anos 2000. No entanto, quase dez anos depois, Rua Cloferfield, 10 (2016) se mostrou um exímio e tenso estudo psicológico de personagens, pegando a todos de surpresa. Justamente por isso, foi no mínimo embasbacante presenciar esta patacoada espacial, com efeitos toscos e sem qualquer suspense ou medo. O elenco é muito bom, mas o filme só serviu para colocar um ponto final (até o momento) na promissora franquia, inclusive fazendo o quarto exemplar (Operação Overlord) mudar de nome. Os críticos não tiveram outra escolha a não ser avaliar o “terror” com 21% de aprovação.
Essa é uma franquia de terror marcada por escândalos em seus bastidores, mas que mesmo assim continua tendo seus adeptos por ter conquistado certo status de cult. O mais impressionante é a presença do grande Francis Ford Coppola como produtor dos dois primeiros filmes. O original, de 2001, completa vinte anos de seu lançamento em 2021, mas está bem longe de ser essa Coca-Cola toda alardeada pelos fãs. O segundo, de 2003, já diminuiu o hype. Mas nada prepararia para a devastação do terceiro, lançado em 2017, comandado pelo mesmo Victor Salva dos anteriores, diretor condenado por abuso de menores. Um reboot da franquia é anunciado para este ano, sem o envolvimento de Salva. Esperamos que os efeitos e a maquiagem do monstro sejam melhores do que os anteriores. Enquanto isso, o terceiro Olhos Famintos foi avaliado 17% de aprovação pelos críticos.
A Disney domina o mundo, e nesse processo é claro que a ganância está envolvida. Sim, a casa do Mickey já lançou muitas continuações desnecessárias que ficaram bem aquém de seus filmes originais. Uma das mais sem vergonha é essa sequência de Alice no País das Maravilhas (2010), de Tim Burton – um filme muito destemperado e um dos pontos mais baixos na carreira do cineasta, mas que fez enorme sucesso com as crianças. Assim, longos seis anos depois, o estúdio achou que seria uma boa continuar a história. Sentimos em tela a vontade zero de Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska e afins de estarem ali. E Tim Burton… bem, ele não estava mesmo, pulando para o cargo de “produtor”. A avaliação dos críticos para um dos filmes mais sem alma de anos recentes foi de 29% de aprovação.
Aqui a desgraça foi tanta que o filme resolveu trocar de nome a esta altura do campeonato. Ao menos é o que informa o IMDB, que intitula a obra como A Maldição de Blackhills: Bruxa de Blair 3. O filme original mudou o jogo no fim dos anos 90, se tornou fenômeno minimalista independente e cimentou o found footage para os novos tempos. A ganância fez os produtores continuarem o que não precisava (ou devia) ser continuado. Assim surgiu O Livro das Sombras (2000) logo no ano seguinte, resultando num dos piores filmes de todos os tempos na opinião do grande público. Quase vinte anos depois da sequência alguns “gênios” de Hollywood acharam ter encontrado a ideia de ouro para um terceiro filme. Que tal um reboot / continuação misturando os estilos do found footage com a estética tradicional, e transformando a bruxa num monstro que podemos ver? Agora me diz, quem deu sinal verde para isso? O resultado: 38% de aprovação dos críticos – o que ainda me parece bem alto.
Filmes de invasão doméstica se tornaram um subgênero dentro do terror. Para a nova geração, um cult muito lembrado é Os Estranhos (2007). Apesar de quase não ser comentado hoje em dia, o filme fez sucesso com os aficionados, contando com a presença da estrela Liv Tyler, mesmo sendo um longa, para falta de definição melhor, digno de qualquer nota. Na trama um casal é atormentado em sua casa de campo por um trio de psicopatas sádicos mascarados. Dizem ter sido baseado numa história real. Pedia continuação? Não. Teve? Certamente, uma ocorrida quase dez anos depois, que explica muito pouco e resolve apelar para o lugar comum. Ah sim, a presença do nome mais conhecido aqui, o da ruiva voluptuosa Christina Hendricks, é pura enganação, já que ela fica em cena por uns 15 minutos. Melhor para ela, pior para nós. Com tantos “atrativos” a solução dos críticos foi uma avaliação de 39% de aprovação – o que ainda é alto demais para o filme.
Adoramos o astro Sylvester Stallone. Particularmente, seus filmes tiveram grande valor na formação cinéfila deste amigo que vos fala. E para sempre ele será um ídolo. Mas como sabemos o mundo pode ser cruel, e em sua terceira idade Sly já não encontra tantos projetos para estrelar como outrora. Um dos mais legais de anos recentes foi Rota de Fuga (2013), que o une pela primeira vez em tela durante toda a projeção com seu eterno rival do passado, Arnold Schwarzenegger. E essa era uma, senão a única graça do filme. Cinco anos depois, Stallone cismou de continuar essa história e buscou investimento na Ásia. Resultado: muitos atores asiáticos roubando sua cena, com o astro se tornando coadjuvante de sua própria produção. A incoerência desta continuação não passou em branco sequer pelo próprio Sly, que veio a público detonar a qualidade da sequência. Com vergonhosos 8% de aprovação dos críticos, Rota de Fuga 2: Hades (2018) é um dos piores filmes em anos recentes na opinião dos especialistas. Dizem que a coisa melhora um pouco no terceiro Rota de Fuga 3 – O Resgate (2019), mas quem vai arriscar ver para saber? Eu não.
É muito mais triste quando vemos uma continuação ruim de um filme maravilhoso, que fez um baita sucesso com os críticos e público, demonstrando um propósito para além das telas. O primeiro Invasão Zumbi (Train to Busan) serviu para abrir os olhos de grande parte dos espectadores para filmes de gênero vindos da Ásia, em especial da Coreia do Sul. É claro que o terror japonês já havia emplacado com os cinéfilos brasileiros e do mundo, mas ainda assim eram restritos a uma parcela cult underground. Invasão Zumbi (2016) elevou tais filmes ao meio mainstream, sendo exibido em cinemas de shopping junto com as produções mais comerciais. Ao ser colocado na plataforma da Netflix seguiu aumentando sua popularidade com novos espectadores, que iam descobrindo-o. Com 94% de aprovação dos críticos, era seguro dizer que o hype para a sequência havia sido gerado. E quando ela de fato estreou, em meio a pandemia do Coronavírus, bem, digamos que o barulho ficou muito longe de ser o mesmo. A avaliação da imprensa nem foi das mais negativas para Península (2020), com 54% de aprovação. Mas esperava-se bem mais para algo dentro da franquia.
Em entrevista ao Observatório do Cinema, José Padilha, o criador da polêmica série ‘O Mecanismo‘, rebateu algumas críticas em torno da produção, principalmente sobre a infame fala “estancar a sangria”, o qual Padilha disse ser “boboca”.
“[…] Chequei os diálogos. São diferentes. Não houve transcrição por parte da Elena [Soárez, a roteirista do episódio 5]. Além disso, a repetição do uso de uma expressão idiomática comum, como “estancar a sangria”, não guarda qualquer significado. Delcidio usou a expressão “acordo”. Se Higino falar “acordo” ele é o Delcidio? O fato de o Jucá ter usado a expressão “estancar a sangria” não a interdita. Escritores continuam livres para fazer uso dela.”
“De fato, esse é um debate boboca, mas que revela algo: se a principal reclamação é o uso desta expressão, pode-se imaginar que o público petista está achando difícil negar todo o resto. Nada a dizer quanto aos roubos e desvios de verba públicas praticados por Higino e Tames com os empreiteiros…? Hummm… Interessante.”
‘O Mecanismo’: “Netflix não sabe onde se meteu”, afirma Dilma
Quando perguntado sobre a possibilidade dos acontecimentos da série serem confundidos com a realidade – criando uma espécie de ruído de informações –, Padilha é direto: “Na abertura de cada capítulo da série avisamos que fatos foram alterados para efeitos dramáticos. Para o pessoal que sabe ler, portanto, não há ruído algum!”
Várias pessoas estão cancelando a conta da Netflix por causa de ‘O Mecanismo’; Entenda!
De acordo com o Variety, Ryan Reynolds (‘Deadpool‘ e ‘Horror em Amityville‘) está desenvolvendo um novo filme de terror junto da Vertigo Entertainment, produtores de ‘It: A Coisa‘.
Baseado no livro ‘The Patient Who Nearly Drove Me Out of Medicine‘, escrito por Jasper DeWitt, o longa está sendo descrito como um terror sobrenatural sobre um jovem médico idealista que tenta resolver mistérios e curar seus pacientes mais difíceis.
Reynolds não estrelará a produção.
Vale lembrar que a Vertigo também irá produzir o novo remake de ‘Sexta-Feria 13‘, com LeBron James.
Novas informações devem sair em breve.
A Sony Pictures divulgou o trailer final de ‘Era uma Vez em Hollywood‘.
Confira, dublado e legendado:
O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.
Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.
O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot Robbie, Kurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.


O terror ‘Cry Havoc‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Dirigido por Rene Perez, o longa é uma sequência de ‘Playing With Dolls: Havoc‘.
Uma repórter ambiciosa (Emily Sweet) consegue uma entrevista exclusiva com um dos assassinos mais procurados pelo FBI. Ela viaja até um lugar remoto, onde um homem misterioso (Richard Tyson) é suspeito de ter ajudado na fuga do serial killer conhecido como Destruição (Robert Bronzi).
O longa será lançado direito em VOD no dia 5 de maio.

A Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os erros de gravação da série ‘The Witcher‘.
Confira:
Lembrando que as gravações da 2ª temporada devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os novos episódios
Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

De acordo com o Deadline, três novos atores entraram para o elenco do reboot ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, que está sendo desenvolvido pela HBO Max.
Alex Aiono (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’), Mallory Bechtel (‘Hereditário’) e Eric Johnson (‘Smallville’) farão parte do elenco regular e irão interpretar o namorado de uma das liars, uma garota malvada e um policial, respectivamente.

Bailey Madison (‘Good Witch’), Chandler Kinney (‘Zombies 2’), Maia Reficco (‘Strangers’), Malia Pyles (‘Baskets’) e Zaria (‘Black-ish’) estrelarão a série.
Através de uma declaração oficial, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale‘) revelou que o reboot se inclinará muito mais no gênero terror do que a série original.
“Nós vamos nos inclinar bastante no terror e suspense nesse reboot. Espero que possamos honrar os fãs da série original ao mesmo tempo em que introduzimos elementos inesperados.”
Ele completa, “Nesse reboot sombrio e cheio de terror, a história se passará a alguns quilômetros de Rosewood, mas existirá dentro do universo de ‘Pretty Little Liars’ – se passará em uma cidade nova, com uma nova geração de pequenas mentirosas.”
Confira a sinopse oficial do reboot:
“Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.”
O reboot será lançado através da HBO Max, em 2022.
‘Pretty Little Liars: Original Sin‘ recebeu um pedido direto para a série da HBO Max, e está sendo baseado nas histórias contadas na série de livros best-sellers de Sara Shepard.
Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:
Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner de ‘Riverdale‘, será o showrunner do reboot da série.
A produtora Alloy Entertainment, que controla os direitos da série original, será responsável pela produção da nova versão.
A série original durou por sete temporadas (2010-16), rendendo ainda dois spin-offs: ‘Ravenswood‘ e ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘, ambos cancelados depois de apenas uma temporada.
De acordo com o Deadline, Jodie Comer (‘Killing Eve’) vai estrelar o suspense apocalíptico ‘The End We Start From‘.
O longa será baseado no livro homônimo de Megan Hunter.
Na trama…
“Ambientada durante uma crise ambiental que resultou em Londres alagada pelas águas de uma enchente, a trama de sobrevivência focará em uma jovem família despedaçada pelo caos. Jodie Comer interpretará a mãe de um recém-nascido, que precisa enfrentar em jornada desafiadora e apocalíptica da maternidade.”
Mahalia Belo será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Alice Birch (‘Succession’).
Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) servirá como produtor executivo.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Através do seu Instagram, a atriz Danay García divulgou uma nova imagem dos bastidores da última temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.
Além de García (Luciana), imagem traz a reunião dos atores veteranos Kim Dickens (Madison), Colman Domingo (Victor) e Rubén Blades (Daniel), que foram introduzidos no primeiro ciclo da produção.
Confira:
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O ciclo final contará com 12 episódios, que serão divididos em duas partes. A primeira está programada para estrear no dia 14 de maio.
“Morgan, Madison e os outros que eles trouxeram para a ilha estão vivendo sob o domínio cínico de PADRE. Com nossos personagens desmoralizados e desanimados, a tarefa de reacender a crença em um mundo melhor repousa com a pessoa que Morgan e Madison decidiram resgatar em primeiro lugar – a filha de Morgan, Mo”.

Sucesso! O filme-concerto ‘Renaissance: A Film By Beyoncé‘, que documenta a RENAISSANCE WORLD TOUR, estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com sólidos US$ 21 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.
Este é um resultado fantástico para o primeiro final de semana de dezembro – um período notoriamente morno nas bilheterias do país. Para termos de comparação, o longa da Beyoncé quase quebrou o recorde de ‘O Último Samurai‘, que havia arrecadado US$ 24.2 milhões em 2003, neste mesmo período.
Internacionalmente, o longa conquistou US$ 6.4 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 27.4 milhões.
O TOP 3 dos maiores mercados internacionais conta com a França (US$1.4M), Reino Unido (US$1.42M) e Austrália (US$400mil).
Além disso, ‘Renaissance: A Film By Beyoncé‘ arrecadou US$ 5.1 milhões em IMAX, tornando-se a segunda maior estreia do formato para um filme-concerto.
No Brasil, a produção será lançada nos cinemas no dia 21 de dezembro.
Confira o trailer:
Movido por uma mistura incrível de house, disco, funk, R&B, dance e tantos outros gêneros, o compilado de originais se tornou um sucesso de crítica (além de entrar para nossas listas de Melhores do Ano e Melhores do Século), bem como alcançou o topo da Billboard 200 em sua semana de estreia. Mais do que isso, Beyoncé abriu oportunidade para uma celebração da cultura afro-americana em uma narrativa hedonista e empoderadora.
Para celebrar o recente primeiro aniversário do álbum, preparamos uma breve lista elencando suas sete melhores músicas.
Veja abaixo:
“Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que Beyoncé entregou nas décadas passadas). A construção lírica se apoia no empoderamento e na libertação ao discorrer sobre sororidade e sobre autoaceitação.
“Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists). Apesar de não ter sido lançada como single oficial, a canção caiu no gosto dos fãs e ascendeu de forma impressionante nos charts mundiais e deu origem a desafios virais nas redes sociais.
“Break My Soul” carrega uma importância inegável para a carreira da musicista e para seu reclame da cultura negra. Na track, há várias referências aglutinadas na ótima e concisa abertura dessa nova era da artista, perpassando, por exemplo, a envolvência noventista de Crystal Waters e a nostalgia vibrante de Steve Angello. E, apesar de não sintetizar uma originalidade urgente, Beyoncé não abandona as peculiaridades estilísticas que a colocaram no centro dos holofotes e aproveita para transformar inflexões mercadológicas em uma antêmica e funcional narrativa (você não vai quebrar minha alma, direi a todo mundo).
É muito difícil escolher uma única música como a melhor de ‘RENAISSANCE’, visto que cada uma delas é arquitetada de modo glorioso e cauteloso. Entretanto, o encerramento dessa sinestésica jornada é nada menos que estonteante: intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, a track é envolta em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.
“Virgo’s Groove” foi considerada não apenas uma das melhores músicas da produção, mas uma das melhores entradas da carreira de Beyoncé. A construção, movida pela explosão constante de disco e funk, é uma homenagem aos anos 70 e 80 sem se valer de um cansado anacronismo – mas sim de uma originalidade nostálgica sedutora. Os aplausos também vão ao produtor The-Dream, que faz um trabalho memorável na track.
‘RENAISSANCE’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).
O álbum, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”).
A Paramount+ divulgou as primeiras imagens oficiais dos episódios finais da aclamada série ‘Yellowstone‘.
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A produção retornará com episódios inéditos no dia 10 de novembro.
A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.
Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly Reilly, Wes Bentley e Cole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki Weaver, Piper Perabo, Kathryn Kelly e Finn Little.
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de ‘Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton.
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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de junho.







Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).
Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.
Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.
Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.
O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).
A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.
Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.
Em uma competição acirrada com o remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘, a animação ‘Um Cabra Bom de Bola‘ (GOAT) levou a melhor e finalmente conquistou o topo das bilheterias norte-americanas.
O longa acrescentou US$ 17 milhões em seu segundo final de semana nos EUA – o que representa uma queda de apenas -37% em comparação ao final de semana de estreia.
Ao total, o filme já arrecadou US$ 58.3 milhões no país.
Internacionalmente, a produção soma US$ 44 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 102.3 milhões.
Vale lembrar que ‘Um Cabra Bom de Bola’ segue em exibição nos cinemas nacionais.
Na trama, um pequeno bode chamado Will ganha a chance de sua vida ao se juntar aos profissionais e jogar roarball, um esporte de alta intensidade e contato total, dominado pelos animais mais velozes e ferozes do mundo.
Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:
A produção é estrelada por Caleb McLaughlin (‘Stranger Things’) e o vencedor da NBA Stephen Curry, além de contar com um elenco de voz que inclui Gabrielle Union (‘Bad Boys II’), Nick Kroll (‘Big Mouth’), Nicola Coughlan (‘Bridgerton’), David Harbour (‘Thunderbolts*’), Jenifer Lewis (‘I Love That for You’) e Patton Oswalt (‘Ratatouille’).
O filme marca a estreia diretorial de Tyree Dillihay, que é auxiliado por Adam Rosette. Aaron Buchsbaum e Teddy Riley assinam o roteiro.

Patrick Stewart está, definitivamente, se aposentando da franquia ‘X-Men’. Após dizer em um passado recente que ainda não “estava pronto para dizer adeus ao Professor Xavier”, ele mudou de opinião e anunciou sua saída durante um entrevista feita ao lado do diretor de ‘Logan’, James Mangold, e Hugh Jackman – que confirmou que esta é de fato sua posição final.
Segundo o ator, a decisão final veio após uma simbólica experiência assistindo a ‘Logan’. Para ele, não tem como superar o trabalho desenvolvido nesta última produção, o que o fez concluir que o tão temido adeus havia, genuinamente, chegado:
“Há uma semana atrás, sexta-feira à noite em Berlim, nós três nos sentamos para assistir o filme. Eu fiquei tão impactado por ele, muito mais do que eu havia ficado na primeira vez que o assisti. Talvez fosse a companhia desses dois caras, mas o filme terminou, e eu admito, em um determinado momento Hugh me alcançou e me pegou pela mão naqueles poucos minutos finais, e eu o vi enxugando as lágrimas de seus olhos. E eu percebi que havia feito a mesma coisa. Então, o filme acabou…e nós íamos subir no palco, mas não antes dos créditos se encerrarem, o que nos deu um tempinho para ficarmos ali sentados. Naquela ocasião eu percebi que nunca haverá um jeito melhor, mais perfeito, mais sensível, emocional e lindo de dizer adeus a Charles Xavier, como este filme o fez. Então, eu disse a Hugh na mesma noite: “Eu estou me retirando também. Está tudo terminado”.
Diretor revela que roteiro de ‘X-Men: Novos Mutantes’ está pronto
A popular comédia da NBC, ‘The Office’, deve ganhar um revival. A informação foi divulgada com exclusividade pelo site TVLine.
De acordo com a publicação, fontes internas confirmaram que a emissora Peacock está planejando uma continuação da produção para a temporada 2018-2019.
A trama se passará no mesmo escritório Dunder Mifflin Scranton e trará membros novos e antigos do elenco.
Steve Carell, o intérprete de Michael Scott, não retorna à série. Segundo o portal, a emissora já estaria em busca de um novo ator para assumir o cargo referente ao personagem do indicado ao Oscar.
Os fãs de ‘Toy Story‘ podem esperar uma quarta sequência bem emocional. Segundo o astro Tim Allen, intérprete do Buzz Lightyear, a animação possui aspectos divertidos e sentimentais.
Em uma entrevista ao The Talk, ele disse:
“O filme é tão emocional e tão engraçado e a ideia do roteiro é incrível. Além disso, algumas das cenas que caminham para o final da animação são bem difíceis de assistir de tão fortes que são”.
‘Toy Story 4‘ já tem uma nova data de estreia. A Pixar confirmou em seu Facebook que a animação chega aos cinemas americanos em 21 de junho de 2019.
Josh Cooley comanda o quarto filme.
A sequência abre um novo capítulo na vida de Woody, Buzz Lightyear e da turma de Toy Story. A história foi criada por Lasseter, Andrew Stanton, Pete Docter e Lee Unkrich, os contadores de história que são a força por trás dos três filmes Toy Story.
A animação será focada no relacionamento de Woody e a pastora Betty (eles namoravam em ‘Toy Story‘ e ‘Toy Story 2‘). Patricia Arquette (‘Boyhood’) emprestará sua voz para a moderna mãe do protagonista.
Assista a apresentação de ‘Toy Story 4’ e ‘Procurando Nemo’ na D23 Expo
O presidente da Pixar, Jim Morris, já havia adiantado que a nova sequência da franquia animada não continuará os eventos do último filme.
“O terceiro filme terminou de uma linda maneira e completou a trilogia. Eu acho que o novo filme não faz parte da trilogia. É uma história separada que, por sua vez, não sei se será continuada [em ‘Toy Story 5’]. Nunca comece um projeto com isso em mente. [Por isso] Não é uma continuação do final de ‘Toy Story 3’.”
Morris ainda classificou o novo ‘Toy Story’ como uma comédia romântica.
“Será uma história de amor, uma comédia romântica, e não vai focar muito a interação entre os brinquedos e as crianças. Eu acredito que vai ser um filme muito bom.”
Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019
Como no jogo Detetive, as peças se espalham pelo tabuleiro em um cenário que tem aroma de thriller. Em meio a um contexto de festividade, uma inesperada morte. Ironicamente, um popular escritor de livros à la Agatha Christie, com pitadas de Sidney Sheldon, morre em um cenário bucólico, marcado por uma casa de madeira majestosa e de estrutura antiga. De tons escuros e à meia luz, a residência de estrutura vitoriana é o palco de uma morte trágica, onde todos os familiares se apresentam como uma real ameaça e – porque não – genuínos suspeitos da morte de seu patriarca, vivido por Christopher Plummer. Em Entre Facas e Segredos, Rian Johnson presenteia os fãs do mistério com uma narrativa original à sua maneira, que desperta o riso das formas menos convencionais possíveis, proporcionando uma inesperada e divertidíssima experiência cinematográfica.

O amado gênero de mistério investigativo tem seus favoritos na literatura, aqueles ídolos imutáveis. Agatha Christie é quem encabeça o nicho, sendo acompanhada por grandes escritoras como Charlotte Armstrong, Christianna Brand e Mary Roberts Rinehart. Reinventar o modelo brilhantemente desenvolvido por estas e por tantos outros escritores é uma tarefa árdua. Entre Facas e Segredos não preza por essa premissa e faz bem por não querer reinventar a roda. Com materiais fontes da mais altíssima qualidade, o novo longa de Johnson é uma surpresa original por se permitir brincar com um estilo narrativo que já possui sua essência mais pura e autêntica. Sem querer forçar uma originalidade maquiada, ele assume o gênero para si com uma grande liberdade criativa e transforma o que poderia ser apenas mais um suspense inspired em um blockbuster que rende risadas inadvertidas, muito bom humor e um Daniel Craig diferente daquilo que já vimos no passado.
Fazendo suas próprias referências estilísticas à atmosfera misteriosa criada nas histórias de Agatha Christie, o longa entrega uma trama que vai além da descoberta sobre quem matou quem e com qual arma. Entregando o que seria o principal desfecho logo em sua primeira metade, esconde um mistério dentro de outro e faz dessa argumentação uma forma de desbravar ainda mais as veredas das personalidades de seus protagonistas. Ao construir um enredo com camadas que respondem as perguntas fundamentais da audiência, descobrimos mais a respeito do caráter de cada membro da família de forma inerente e natural. Sem muito esforço, o roteiro vai se desvendando, à medida que entrega as motivações da tumultuada e ambiciosa família Thrombey.

E aqui, em meio à perguntas que quase parecem fáceis demais para serem respondidas (só que não), Daniel Craig se despe de suas caracterizações mais dramáticas e dá vida a um investigador perspicaz e que conta com o auxílio de dois membros da Polícia, vividos por Noah Segan e Lakeith Stanfield. Caricato, de voz arrastada e com um sotaque bem manjado, ele se transforma em um respiro cômico dentro da narrativa, com uma cativante irreverência que beira o humor que vez outra vemos em Logan Lucky – Roubo em Família. À vontade no papel do detetive Benoit Blanc, ele ajuda a pautar os risos da produção, ao lado de Anna De Armas, que – surpreendentemente – se torna o elemento X de todo o suspense, a partir de um característica exagerada e brilhantemente peculiar.
Explorando ainda uma discussão madura e pontual sobre a forma como a classe de imigrantes trabalhadores latinos tem sido tratada na gestão Donald Trump, Entre Facas e Segredos extrapola a linha da narrativa ficcional, usando sua plataforma de tamanha dimensão para projetar os holofotes para o preconceito e para o racismo social enraizado em diálogos pejorativos e comportamentos inadvertidos de pessoas – que, geralmente, adoram estufar o peito e dizer o quão não são racistas, mas ignoram suas próprias posturas rotineiras. Trazendo cenas de ação que encorpam ainda mais a dimensão da trama, o novo filme de Rian Johnson proporciona uma excelente diversão, sem fugir também de seu papel denunciante, ainda que seu viés seja um pouco mais suave e sutil. Envolvente, o longa nos pega de surpresa, nos presenteando com pouco mais de duas horas de puro entretenimento, atuações cativantes (vide Toni Collette, um primor como uma blogueira fútil!) e um desfecho digno de Agatha Christie: repleto de reviravoltas que vão te fazer sair dos cinemas com um belo sorriso no rosto.