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Oscar 2022 | ‘No Ritmo do Coração’ ganha a estatueta de Melhor Filme

No Ritmo do Coração (‘CODA’), se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e fez bonito no Oscar 2022.

Além de ter conquistado os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado para Siân HederMelhor Ator Coadjuvante para Troy Kotsur, o longa também levou o prêmio de Melhor Filme, o mais esperado da noite.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Siân Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Crítica | Demi Lovato volta às origens com o ambicioso álbum ‘Holy Fvck’

Posando deitada em uma cama no formato de uma cruz e fazendo referências às práticas BDSM, Demi Lovato anunciava o lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, Holy Fvck. Diferente do escopo mais pautado no pop e no R&B dos títulos anteriores, a nova produção levaria Lovato de volta às suas raízes – um movimento interessante de recuperar o que já ficou no passado e de trazer à tona a nostalgia pop-rock de ‘Don’t Forget’ e Here We Go Again; entretanto, a cantora e compositora agora lida com uma fase de sua vida em que deixou de lado a figura imaculada da “estrela da Disney” e deu lugar a uma pessoa realizada por completo e que já teve experiências consideráveis para assinar suas faixas.

Holy Fvck parte de uma estética bastante interessante e que serve como renascimento de um dos maiores nomes do cenário contemporâneo – e que, a cada álbum, tem algo de novo para nos dizer. É quase emblemático que Demi tenha tratado a produção como um “funeral do pop”, renegando a imagem engessada que tinha nos anos anteriores em prol de uma ressurgência crítica e essencial para nos manter envolvidos em uma trajetória recheada de simbolismos e autorreferências que refletem a obrigatoriedade de um amadurecimento necessário. Não é surpresa, pois, que tenhamos uma produção infundida no propósito da dissonância, seja dos vocais enfurecidos, seja de instrumentos como guitarra, baixo e bateria. O resultado é aprazível em boa parte e reflete a versátil habilidade da performer em saber como se reinventar (seja para o bem ou para o mal).

Já fazia um tempo desde que Lovato não se mantinha fiel à persona eternizada pela mídia – ou seja, dentro de um espectro açucarado e relacionável. Desde Tell Me You Love Me, em 2017, a artista vinha apostando fichas em letras mais pessoais e mais impactantes, falando abertamente sobre os problemas que tinha enfrentado e o espaço que ocupava em um mundo ainda marcado pelo conservadorismo e pelo preconceito. O mesmo ocorreu com Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, uma ode ao empoderamento e a como a dor que sentiu durante tanto tempo a ajudou a superar vários obstáculos. Mas nada poderia nos preparar para a celebração pop-punk e hard-rock do que podemos apenas entender como uma das entradas mais ambiciosas de sua discografia.

Enquanto “Skin of My Teeth”, lançado como lead single, preparava os ouvintes para esse novo capítulo da carreira de Demi, é a faixa de abertura, “Freak”, performada ao lado de YUNGBLUD, que dita o tom da obra. Movida pelo hard rock conhecido e pincelado nas investidas iniciais da cantora, é notável como Lovato se desvencilha das restrições que carregava alguns anos atrás e aposta em narrativas pessoais e que demonstram sua raiva contra a execrável normatividade e o modo como deve se portar dentro de uma sociedade bem tradicionalista. É costumeiro que enxerguemos essa atitude da artista como enraivecida, mas, na verdade, ela só está colocando para fora o que sempre quis dizer (“eu sou o que sou, e o que sou é um pedaço de carne”).

A temática de libertação e empoderamento se alastra para o restante das faixas, o que permite a criação de uma linha coesiva sólida e que nos mantém envolvidos do começo ao fim – e que, de maneira similar, vale-se exaustivamente de repetições um pouco cansativas, ofuscadas pelo poder da interpretação da vocalista. Em uma comparação estética, Holy Fvck carrega deslizes quase iguais a ‘Love Sux’, de Avril Lavigne, em que a produção sistemática e explosiva aproveita de todo o potencial o tempo inteiro, se esquecendo das nuances que gostaríamos para compreender a jornada completa. Entretanto, isso não significa que o resultado é ruim – muito pelo contrário: temos, aqui, uma pessoa que sabe que caminho seguir com sua carreira e que se livrou das amarras do que os outros querem que ela seja.

“Skin of My Teeth” mergulha de cabeça em uma reflexão sobre si mesma, em que viver se transformou numa sobrevivência fugaz; “Substance” aproveita para criticar a falta de profundidade das pessoas, tratando da triste efemeridade das relações humanas (ainda que a pungência seja, por vezes, crua demais e livre de metáforas); “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação; “4 Ever 4 Me” e “Happy Ending” insurgem na contraposição do hard rock em semi-baladas guiadas pela melodia do violão e que, ainda que com alguns defeitos, servem como uma proposital quebra de ritmo para o público.

A obra é recheada de referências e homenagens que Lovato faz àqueles que a inspiraram ao longo da carreira: a adoção do pop-punk remete à imagem que Lavigne imortalizou desde seu début com ‘Let Go’, em 2002, enquanto a amálgama de subgêneros do rock e o tom confessional nos leva de volta ao último álbum da banda The Pretty Reckless, ‘Death by Rock and Roll’, ou ao contínuo impacto que Paramore teve no cenário fonográfico. Tudo sem drenar a identidade ou a performance de Demi e sem culminar numa bola de neve amorfa e sem vida.

Holy Fvck pode ter os seus problemas, mas isso não o faz um álbum menos brilhante. Esse novo capítulo da carreira de Demi Lovato é uma adição bem-vinda a uma carreira permeada por acontecimentos chocantes e que se consagra como uma imaculada reflexão sobre o que significa estar vivo. A ousadia ambicionada pela cantora é apaixonante e, no geral, encontra sucesso e merece ser revisitada em empreitadas futuras.

Nota por faixa:

1. Freak, feat. Yungblud – 4,5/5
2. Skin of My Teeth – 4/5
3. Substance – 4/5
4. Eat Me, feat. Royal & The Serpent – 5/5
5. Holy Fvck – 4,5/5
6. 29 – 5/5
7. Happy Ending – 3,5/5
8. Heaven – 4/5
9. City of Angels – 3,5/5
10. Bones – 4/5
11. Wasted – 4/5
12. Come Together – 4,5/5
13. Dead Friends – 4/5
14. Help Me, feat. Dead Sara – 4,5/5
15. Feed – 4/5
16. 4 Ever 4 Me – 3,5/5

‘Cloverfield 2’: Matt Reeves fala sobre sequência e compara a saga a ‘Clube da Luta’

Em entrevista ao Screen Rant, o realizador Matt Reeves falou sobre potenciais sequências da saga Cloverfield e até mesmo comparou a franquia ao clássico ‘Clube da Luta’, de David Fincher.

Na ocasião, Reeves celebrou o aniversário de quinze anos do primeiro capítulo da trilogia e revelou que está muito animado para futuras histórias.

“Digo, é Cloverfield. A coisa toda é que Cloverfield é como ‘Clube da Luta’. Você não fala sobre [o filme]. Só vou dizer que estou muito animado para as futuras iterações que podemos fazer, mas não posso dar nenhuma dica.”, ele comentou.

Vale lembrar que uma sequência direta do filme ‘Cloverfield – Monstro‘ está sendo desenvolvido pela Bad Robot.

Segundo o Deadline, a produção será comandara por Babak Anvari (‘Sob a Sombra’). Matt Reeves, de ‘Batman‘, foi o diretor do filme original e não está envolvido com a nova sequência.

O roteiro está sendo escrito pelo próprio JJ Abrams, que serviu como roteirista para ‘Super 8‘ e ‘Missão Impossível 3‘, e por Joe Barton – do terror ‘O Ritual‘, de 2007.

A continuação não seguirá o formato found footage do primeiro filme, mas mostrará os eventos que aconteceram após o ataque do monstro em Nova York.

A franquia rendeu duas sequências independentes, ‘Rua Cloverfield, 10‘ e ‘The Cloverfield Paradox‘, que narram histórias completamente diferentes e sequer são ambientadas no mesmo universo.

Apesar de cada filme ter sua própria história, ‘The Cloverfield Paradox‘ explicou que uma fenda no espaço-tempo fez vários tipos de monstros aparecerem em diferentes timelines e realidades, o que ajuda a entender como os filmes são conectados tematicamente.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 8ª temporada estreia na Paramount+ Brasil!

A 8ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição vencedor do Emmy, finalmente chegou ao Brasil.

O novo ciclo estreou hoje, 28 de junho, na Paramount+.

Relembre o trailer:

As 12 novas competidoras são: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

Elenco de ‘Wonka’ revela o que guardou como RECORDAÇÃO do set de filmagens [COLETIVA]

Wonka, pré-sequência do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate, já estreou nos cinemas nacionais – e fez um sucesso considerável entre a crítica especializada ao conquistar 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Estrelado por Timothée Chalamet, a trama é ambientada quinze anos antes da história original e acompanha Willy Wonka antes se transformar no icônico chocolatier como o conhecemos. Na produção, Willy retorna de uma longa viagem pelos sete mares em busca dos ingredientes mais inesperados e únicos para produzir suas guloseimas magníficas – e, à medida que tenta se estabelecer no vibrante cenário dos chocolates, enfrenta a fúria de magnatas corruptos e gananciosos que não o querem ali e que têm como principal objetivo continuar controlando o monopólio dessa guloseima.

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o elenco protagonista, incluindo Chalamet, que fez um trabalho impecável ao encarnar o protagonista titular. O astro indicado ao Oscar revelou que já queria colaborar com o diretor Paul King desde que assistiu à ovacionada mini-franquia As Aventuras de Paddington, pela qual o realizador ficou responsável.

“Eu havia ficado encantado pelo trabalho de Paul antes, com os filmes [da franquia] ‘Paddington’, ele contou. “Fiquei assustado com a ideia de interpretar Wonka, porque ele é um personagem muito amado. Porém, depois de ler cinco páginas do roteiro, eu vi o quão sagaz era a perspectiva de Paul sobre como Willy se tornou Wonka, sabe?”.

Chalamet também falou sobre as belíssimas mensagens passadas pelo filme e aproveitou para rasgar elogios para o elenco estelar que faz parte do projeto:

“Eu gosto da frase: ‘tudo de bom no mundo começou com um sonho’. Como Paul disse, na música ‘Pure Imagination’, ele diz que quer mudar o mundo. E toda a atitude otimista que o jovem Willy tem, em que ele não aceita não como resposta e se recusa a abandonar os próprios sonhos.

Nunca pensei que poderia fazer algo assim, com Paul e um elenco britânico icônico. Foi um desafio maravilhoso”.

Além do astro, o longa-metragem traz ninguém menos que a vencedora do Oscar Olivia Colman como a antagonista Sra. Scrubitt, dona da hospedagem em que Willy fica após voltar de viagem – e que o engana com inúmeras taxas incabíveis, forçando-o a trabalhar na lavanderia que fica no porão da estalagem.

Durante a coletiva, Colman revelou o que a atraiu para o projeto, dizendo que é sempre uma diversão interpretar uma vilã.

“É muito divertido interpretar uma vilã e eu sabia que iria me divertir no trabalho, com Paul, ainda mais porque amo ‘Paddington’. E sou uma grande fã de Timothée, sabia que seria uma coisa muito legal em se fazer. E foi. Eu me diverti todos os dias”, ela disse. “Paul é bastante colaborativo. Ele dizia: ‘faça alguma coisa, diga alguma coisa’. E eu fazia, mas pensava: ‘isso nunca vai entrar para o filme’. Mas, então, algumas coisas entravam. Não acho que sou terrivelmente boa em criar coisas do nada, mas, com Paul, tudo funcionava”.

Um dos outros destaques da produção é a jovem Calah Lane como Noodle, uma das servas da Sra. Scrubitt que logo vira aliada e uma das amigas mais próximas de Wonka. Em determinado momento, Noodle e Willy unem forças para derrubar o conclave das guloseimas que quer expulsá-los da cidade, mas acabam presos em um enorme tanque de chocolate onde são deixados para morrer.

Quando questionada como foi rodar a cena, Lane respondeu: “foi muito divertido. A primeira vez que rodamos, acho que não era chocolate, e sim loção ou algo assim. Mas na segunda vez, era, de fato, chocolate. Foi muito divertido. Na primeira vez, estávamos sentados no tanque e a água começou a subir; na segunda, estávamos bem agachados. E, sim, ainda gosto de chocolate [mesmo depois disso tudo]”.

Keegan Michael-Key, conhecido por uma sólida carreira com produções musicais, também foi escalado ao filme como o Chefe da Polícia, um ingênuo e influenciável oficial que se deixa levar pelos subornos dos magnatas do chocolate para garantir que Wonka seja expulso da cidade e não consiga mais vender seus doces para as pessoas.

Michael-Key forneceu alguns insights de como foi o processo de gravação de suas cenas – e o quanto de chocolate ele comeu nesse meio-tempo.

“Nós tivemos um chocolatier que criaram os chocolates do zero, foi incrível. Eu comi uma quantidade considerável de chocolate no set, quase tanto quanto o Chefe de Polícia, porque era take depois de take depois de take. Não comi nenhuma das embalagens, para deixar bem claro”, ele disse.

O ator acrescentou: “tivemos que rodar fora da sequência [cronológica], porque, caso contrário, eu realmente teria engordado muito. Rodamos fora da sequência e em quatro estágios diferentes do peso [do personagem]. Foi muito divertido”.

Um dos personagens mais memoráveis do universo criado por Dahl não poderia ficar de fora da pré-sequência. Dessa forma, coube a Hugh Grant encarnar a nova versão do Oompa-Loompa, que eventualmente se torna braço-direito de Willy quando ele abre a famosa fábrica de chocolate.

Entretanto, Grant não teve uma experiência similar à de seus colegas no projeto, dizendo que ficou muito incomodado com o processo de captura de movimentos que King utilizou para dar vida ao Oompa-Loompa.

“Foi péssimo. Horrível”, o astro desabafou. “Você utiliza um tipo de coroa de espinhos, é muito desconfortável. Eu reclamei bastante sobre isso, um processo incompreensível. Havia dezesseis tipos de câmera, eu não sabia onde estava. Dei o melhor de mim, mas dois meses depois, me perguntaram: ‘você pode vir gravar de novo?’. E aí, dois meses mais tarde, a mesma coisa – e foi assim durante dois anos”.

Ele continua: “era muito confuso. Não ligava para o fato de haver muitas câmeras, mas eu perguntava se deveria atuar com o meu corpo ou não. E nunca tive uma resposta satisfatória”.

De qualquer forma, Grant teve alguns momentos de diversão ao interpretar o personagem:

“É muito divertido brincar e tentar algumas falas aqui e ali, eu gosto bastante disso. Mas como disse antes, aquela questão da captura de movimento ainda me deixa muito confuso”.

É costume que, após um determinado projeto audiovisual chegar ao fim de suas gravações, o elenco leve uma “lembrancinha” para casa – e é claro que isso não seria diferente com os astros de Wonka. Ao serem perguntados sobre se haviam guardado alguma recordação do set, a maioria foi categórica ao dizer que sim.

“Eu levei”, Colman disse, tomando a frente. “O tecido que ficava atrás de mim na lavanderia. Eu perguntei o que acontecia depois do fim das gravações, e me disseram que iria de volta para o depósito. Então, fiz alguns cortes nele [e levei para casa]”.

“Eu peguei a fita de cabelo que fazia parte do meu figurino”, Lane revelou.

Chalamet, por sua vez, resolveu se apropriar de uma grande peça de figurino do longa: “eu peguei uma coisa também, mas não acho que alguém saiba. Peguei o casaco [de Willy]”.

Lembrando que o filme está em exibição nos cinemas nacionais.

Dafne Keen revela que quebrou “pelo menos CINCO sabres de luz” nas gravações de ‘Star Wars: O Acólito’

Star Wars: O Acólito’ chega ao catálogo da Disney+ em 04 de junho e, pouco a pouco, histórias de bastidores vêm à tona.

Em entrevista ao ComicBook.comDafne Keen, que dá vida a Jecki Lon na produção, revelou como foi sua experiência durante as filmagens – e contou que, acidentalmente, quebrou alguns sabres de luz durante as cenas de luta.

“Bem, em primeiro lugar, quebrei pelo menos cinco sabres de luz no meu primeiro dia, porque os acertei com muita força no protagonista”, explicou Keen. “Eu estava tipo: ‘vou ser demitida’. Além disso, quanto dinheiro acabei de custar à Disney? Na verdade, não há sentimento de vergonha mais forte do que quando um assistente de direção olha para você com decepção […]. Eles apenas olham para mim e dizem: ‘Dafne quebrou outro sabre’. E você fica tipo, ‘meu Deus, eu realmente quero morrer’. E eles disseram: ‘Tudo bem. Você pode trazer outro?’. E você fica tipo, ‘Oh Deus’. Então, muito disso. Além disso, muito vergonhosamente, eu sou baixa, então meu sabre ficava batendo no chão sempre que eu girava. Então eles tiveram que me dar um sabre mais curto, o que também não é muito legal quando eles falam: ‘aqui está um menor’. Eles ficam tipo, ‘ah, que fofo'”.

Lembrando que a série vai estrear com episódio duplo.

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef  

A produção traz personagens como os mestres Sol (Lee Jung-jae) e Indara (Carrie-Anne Moss), a padawan Jecki Lon (Dafne Keen) e o Wookie Jedi Kelnacca (Joonas Suotamo).

‘Gundam’: Filme em live-action NÃO será mais produzido pela Netflix

De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Gundam‘ não será mais desenvolvido pela Netflix.

As informações apontam que a Legendary firmou parceria com a Bandai Namco Filmworks para o ambicioso projeto – mas a gigante do streaming não estará mais envolvida.

Além disso, Jim Mickle (‘Sweet Tooth’) foi contratado para escrever e dirigir o longa-metragem, substituindo Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’).

Mickel também entra como produtor ao lado de sua parceria Linda Moran e através de sua companhia, Nightshade.

A produção é baseada em ‘Mobile Suit Gundam‘, série animada japonesa lançada em 1979, criada por Yoshiyuki Tomino. Com o passar dos anos, a saga rendeu diversos filmes, séries, jogos e spin-offs.

Na trama original…

“Na guerra entre a Federação Terrestre e Zeon, uma jovem e inexperiente tripulação se encontra em uma nova nave espacial. Sua melhor esperança de sobreviver ao conflito é o Gundam, um robô humanoide gigante e seu talentoso piloto adolescente.”

A maioria dos Gundams são veículos humanoides grandes, bípedes, controlados de uma cabine por um piloto humano. A cabine está localizada no torso, enquanto a cabeça funciona como uma câmera para transmitir imagens de volta para o piloto. A maioria dos protagonistas da série são Newtypes, humanos geneticamente avançados adaptados para o espaço. Newtypes têm habilidades psíquicas que os permitem sentir uns aos outros através do espaço e usar roupas móveis especiais.

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: rom-coms, filmes de ação e as “eye candy”

O artigo em questão é continuação das matérias sobre o Código Hays e o Teste de Bechdel.

Em uma indústria onde 9% dos diretores são mulheres e 15% são roteiristas, a conclusão de que apenas cerca de 30.8% dos personagens que têm falas em filmes são mulheres é quase imediata. Dentre essa pequena porcentagem de personagens femininas, 28.8% delas será mostrada em roupas sensuais e 26.2%, parcialmente nuas. Essa é a mesma indústria que indicou somente nove mulheres à categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar (três das quais venceram – Kathryn Bigelow, Chloé Zhao e Jane Campion) e que só premiou oito mulheres pelo Melhor Roteiro Original e oito por Melhor Roteiro Adaptado. Como fator determinante, constata-se que 77% das pessoas que votaram o Oscar por quase cem anos foram homens. Considerando que nos filmes americanos somente 30% é protagonizado ou co-protagonizado por mulheres, chega a ser previsível a existência de listas de longas-metragens intituladas “filmes com mulheres fortes” nas plataformas de streaming (ainda que a seleção seja altamente questionável).

O primeiro filme a entrar na sabatina éEsposa de Mentirinha (2011), dirigido por Dennis Dugan, protagonizado por Adam Sandler e co-protagonizado por Jennifer Aniston. Danny (Sandler), um cirurgião plástico, finge que é casado para conseguir ficar com as mulheres, até que conhece Palmer (Brooklyn Decker), por quem realmente se interessa e para quem já havia mentido. Ele então convence sua assistente Katherine (Aniston) a fingir que é sua esposa desequilibrada e que eles estão se divorciando.

Uma das primeiras sequências do filme é Danny conquistando várias garotas em bares usando sua aliança. Ao todo, são três, sendo duas vestidas com decotes mais do que sugestivos e a terceira na cama. O que ele chama de “o poder do anel” é baseado no fato em que as mulheres desejam ficar com ele por ter um casamento ruim. A objetificação ainda passa para outra geração: na festa em que conhece Palmer, um menino de no máximo quinze anos cai da escada ao ficar admirando-a, fato reforçado por Danny minutos depois (numa conversa que se deu logo após uma câmera lenta que mostrou o corpo de Palmer): “sua sensualidade praticamente o empurrou escada abaixo”. Logo depois, Danny assume que ela é uma atriz devido à sua beleza (qualquer semelhança com a realidade não é meramente coincidência). Palmer é, aparentemente, a primeira das garotas com quem Danny sai a ver problema no fato de ele ser casado.

Enquanto isso, Katherine é retratada como voz da consciência de Danny, dando o discurso de “eu te disse” e o chamando de cafajeste quando ele lhe conta o caso. Katherine até então é mostrada com cabelos presos, óculos e uma expressão cansada, sendo assim “a mulher trabalhadora” que cuida dele. Quando os filhos e a babá de Katherine chegam ao consultório, Danny alfineta Katherine dizendo “você administra bem sua casa”, lembrando que ela trabalha com ele.

“Eu quero criar a ilusão de que eu tive uma primeira esposa gostosa, não isso [fazendo menção ao corpo e às roupas dela]”, Danny fala quando quer convencer Katherine a fingir ser sua esposa. A sequência seguinte é de Aniston tendo um “dia de princesa” bancado por Sandler que termina com o cabelereiro insultando seu cabelo, falando de negligência. A câmera lenta vista antes com Palmer é repetida a seguir com uma Katherine “gostosona”, com todos os homens olhando para ela boquiabertos. Talvez a parte que menos torne as mulheres em objeto durante as quase duas horas de filme seja quando Aniston bate com um remo na cabeça de um dos personagens quando esse encara as nádegas de Palmer.

A mensagem geral sobre mulheres implícitas é: é preciso ser magra, loira de olhos claros, alta e de figura escultural (ou seja, ser Aniston e Decker). Além disso, o cabelo precisa ser impecável, assim como as roupas e todo o restante da aparência. E, é claro, o diretor faz questão de mostrar tudo isso repetidas vezes como quando as co-protagonistas ficam de biquíni e a câmera ressalta seus corpos.

O segundo filme a ser analisado dentro desse espectro é Transformers (2007), dirigido por Michael Bay. O filme gira em torno do personagem de Shia LaBeouf, Sam, cujo primeiro carro é um transformer ocultado. O filme a partir daí se desenrola em cenas de humanos e robôs lutando em uma guerra para impedir que o mundo seja destruído pela maquinaria vilã, cujas construções contam com inúmeros efeitos especiais de explosões – marca registrada nas obras do diretor. Dentro dessa guerra, temos Megan Fox, considerada uma das mulheres mais bonitas de Hollywood.

Fox é uma das mulheres mais sexualizadas da indústria cinematográfica. Aos 29 anos, exibe um corpo esguio, olhos azuis e pele perfeita. Até mesmo o filme que a tem como protagonista,Garota Infernal (2009), a coloca numa posição sedutora, mas com uma diferença: sua personagem, Jennifer, retoma as características de Lily (Barbara Stanwyck), personagem da obra Serpente de Luxo (1933), de forma que usa de sua beleza para controlar os homens (no entanto, diferentemente de Barbara, ela literalmente se alimenta deles). E não são só os homens que Fox controla com seu sex appeal. Sua melhor amiga, interpretada por Amanda Seyfried (que é co-protagonista), também é seduzida. Ao contrário de Transformers, toda exposição do corpo de  Fox é “justificada” (e não estabelecida como mera fonte de prazer masculino) – além do fato de que esse filme é dirigido e escrito por mulheres. Classificado para maiores de 18 anos (rated-R), Garota Infernal quebra vários estereótipos estabelecidos para mulheres, principalmente por trás das câmeras com relação a produção de gênero. Ainda que as críticas tenham sido pesadas sobre o filme, ele levanta questões importantes como violência contra a mulher.

Durante as primeiras sequências na qual Fox fala em Transformers, ela exibe uma expressão altamente sexual – e, é importante ressaltar, sem força dramática alguma – enquanto conversa com LaBeouf sobre como ela tem um fraco por caras fortes, com braços grandes e carrões. Profundo, não? Enquanto ela resolve consertar o carro de Shia, seu corpo é percorrido pela câmera e suas posições são sensualizadas. Soma-se isso ao fato de ela estar falando sobre carros e temos o perfeito fetiche masculino. Uma das falas de Fox ainda é “eu não falo muito sobre isso [carros]. Os caras não gostam quando você sabe mais sobre carros do que eles”.

O grande problema com essa representação de Fox nesse filme é que ‘Transformers é mais do que uma peça cinematográfica, é toda uma franquia. Essa franquia envolve produtos licenciados, brinquedos e decorações de festas de aniversário para meninos de seis a doze anos. Meninos que assistem ao filme para ver robôs gigantes e internalizam uma imagem irreal de mulher. Eles irão absorver uma só história, na qual, apesar de haver momentos de revanche e importância no filme, Fox é a menina gostosa tratada como troféu.

Isso é o que a icônica atriz e filantropa Geena Davis aponta em várias palestras: as mulheres ainda servem como “eye candy” nos filmes. Essa é uma expressão popular que significa: “algo de agrado puramente estético; que é agradável aos sentidos”. Nesse caso, é agradável aos sentidos de quem? Do patriarcado que controla a indústria cinematográfica. Assim como ocorria antes da era conhecida como Código Hays e até mesmo durante a instauração do Código. A diferença é que a difusão de imagens no século XXI é muito mais intensa do que do século XX de uma forma geral.

As garotas crescem assistindo a mulheres sendo tratadas como objetos e acabam internalizando a auto-objetificação e contribuindo para a indústria sanguessuga que se alimenta da baixa autoestima de mulheres cada vez mais jovens. Estima-se que 78% das garotas americanas na faixa dos 17 anos tenham problemas com seu corpo e 65% da população feminina tem distúrbios alimentares. Um ponto importante que Davis coloca em suas falas é que a quantidade de mulheres vistas em roupas sexualmente sugestivas é praticamente a mesma em todas as faixas classificatórias dos filmes. Ela lança como exemplo personagens como Tinker Bell e Jasmine.

Nem mesmo quando as mulheres são as heroínas deixam de ser sexualidades. Viúva Negra (Scarlett Johansson) em Vingadores (2012), Lara Croft (Angelina Jolie) na mini-franquia Tomb Raider (2001) e Alice (Milla Jovovich) em Resident Evil (2002) são todas consideradas badass women, e ainda assim, são marcadas por mostrarem seus corpos que atendem aos padrões vigentes na sociedade. Os meninos aprendem que todas as mulheres têm esse corpo irreal e as meninas que elas têm que atingir esse corpo. E não importa o quão incríveis as personagens sejam, elas sempre serão julgadas por sua aparência.

Chris Hemsworth revela se ‘Vingadores: Doomsday’ prepara terreno para possível ‘Thor 5’

Chris Hemsworth foi o primeiro ator confirmado no elenco de ‘Vingadores: Doomsday’ após Robert Downey Jr. – e acredita-se que o filme possa servir de porta de entrada para um novo capítulo da franquia centrada em Thor.

Já foi relatado anteriormente que a Marvel Studios está planejando um quinto filme do Deus do Trovão, mas Hemsworth escolheu suas palavras com cuidado quando questionado sobre isso pela BBC.

“Não sei. Vamos ver para onde [‘Vingadores: Doomsday’] caminha”, disse o ator. “Estamos meio que desvendando tudo isso enquanto conversamos e descobrindo para onde cada um desses personagens irá.”

Falando sobre como tem sido trabalhar no elenco que está por vir, Hemsworth acrescentou: “quando nos separamos no último filme, não sabíamos se faríamos isso de novo. E aqui estamos. Alguns da equipe antiga, como eu, e muitos dos novos estão chegando.”

E você? Está animado para o retorno do Deus do Trovão ao MCU?

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequÊncia ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | The One – 1ª Temporada – A Tecnologia como Elemento macabro na atual era dos relacionamentos

Os relacionamentos humanos mudaram bastante com o advento da democratização da internet e dos aplicativos e redes sociais. Isso já é uma obviedade, mas ainda assim, sempre rende reflexões filosóficas densas, haja vista a onda de problematizações que surgem quando o tema é tópico de uma roda de conversa, ensaio, artigo ou material para o desenvolvimento de documentários, filmes e narrativas seriadas.

Em ‘The One‘, mais uma produção sobre a manipulação de dados e intrusão da tecnologia no fator humano que envolve os relacionamentos, o tom policialesco é mesclado aos elementos basilares da ficção científica, num programa que traz para discussão algo que não está muito distante dos atuais matches do Tinder e seus semelhantes. Como sabemos e vivenciamos, hoje não estamos mais na janela, como Aurélia Camargo do romance Senhora, de José de Alencar, fazendo-se de vitrine para o cortejo de seu possível marido no futuro. Tampouco aderimos aos encontros furtivos após uma “olhada” num passeio pelo shopping ou naquele churrasco entre “amigos onde somos apresentados ao amigo solteiro de nosso amigo”. Aliás, corrijo. Ainda temos algumas interações assim, mas na era dos aplicativos de paquera, se tornou muito mais fácil recorrer ao virtual, outra versão do “real”.

 

É muito mais confortável para a maioria. Lá você funda a sua narrativa, tem a tela como escudo para se esconder de uma rejeição. Pode narrar as coisas dentro de sua perspectiva e analisar o seu interesse para paquera ou sexo em várias nuances, desde os arquivos de fotos e vídeos ao processo de investigação da pessoa e seus costumes nas redes sociais. É uma era da qual nunca vivemos antes. Não há precedentes, apenas versões parecidas do que vivenciamos no passado, práticas agora aceleradas num presente que se faz vertiginoso. Quando abrimos um aplicativo como o Tinder e colocamos fotos, descrição do perfil e outros atrativos, estamos sim, semelhantes ao comportamento de vitrine da personagem romântica do século XIX. São suportes diferentes para a mesma busca. No atual panorama, no entanto, o esquema é mais acelerado e as opções são mais diversas. Ali, ficamos como produtos de uma vitrine que precisa ser atrativa, estudada, programada e forjada com os mais variados subterfúgios para alcançar o mínimo de aceitação e ser alvo de desejo alheio, para aumento dos nossos níveis de dopamina.

Inspirada na novela de John Marrs, The One é uma produção original Netflix em 08 episódios, todos na média tradicional de 45 minutos. Criada e escrita por Howard Overman, a série nos apresenta a trajetória de Rebecca (Hanna Ware), uma pesquisadora que desenvolve ao lado de James (Dimitri Leonidas), um serviço em aplicativo para descobrir quem é a “alma gêmea” do usuário cadastrado. A base para essa investigação é o DNA do envolvido, coletado para a busca da compatibilidade. Não é preciso muito para que você, leitor, compreenda que neste processo de descobertas e ousadia científica, as coisas comecem a dar errado por causa de um fator problemático no processo: o ser humano em sua sina eterna de insatisfação e curiosidade. Revolucionária, a proposta de Rebecca cria uma sociedade de matches, com pessoas realmente conectadas pela compatibilidade e outras interessadas em burlar o sistema para conseguir alcançar as suas conquistas e desejos. E assim, desde o começo, já sabemos que as coisas vão dar errado e uma trilha de mistério, mortes e segredos se estabelece.

No advento do projeto em The One, a tecnologia se apresenta como algo macabro, útil para a nossa vida em sociedade, numa atmosfera narrativa que tem todos os traços de uma distopia. Ao versar sobre relacionamentos na contemporaneidade, a série debate também o quanto a informação e os dados em nossa atual era servem como instrumentos de poder e dominação social. Na busca por facilitações diante de uma trajetória guiada por frustrações, os personagens se entregam ao universo do programa de compatibilidade, tendo como foco, encontrar respostas para suas inseguranças. Mais uma vez, os problemas: se o aplicativo delineia o seu par perfeito por meio do DNA, por qual motivo eu ainda vou insistir numa relação que caminha desgastada? Se o programa funciona de verdade, como faço para driblar o seu “algoritmo” ao trazer para a minha vida, uma pessoa que não possui compatibilidade comigo? Estamos o tempo inteiro diante das maravilhas da tecnologia, mas ao mesmo tempo, em busca de mecanismos para driblar os seus esquemas que muitas vezes, são discriminatórios, excludentes, etc.

Isso não é exatamente o que The One diz com exatidão, mas é o que podemos refletir diante da jornada de seus personagens. Como destaque, temos Kate (Zoe Tapper), detetive encarregada de resolver o que há por detrás da morte de Ben (Amir ElMasry), um dos envolvidos na pesquisa de Rebecca que aparece morto, misteriosamente, com indícios de assassinato, não suicídio ou acidente, como alguns imaginam. A investigadora se descobre par de Sophia (Jana Perez), uma garota complicada que sofre um acidente com um ciclista e se torna “uma pedra em seu sapato”, haja vista não ser tão disponível como informado no momento do match. E mais: ela vem acompanhada de um passado problemático que envolve seu pai e irmão, uma companheira, dentre outros tópicos caóticos.

Outro círculo de personagens com destaque é o de Hannah (Louis Chimimba) e Mark (Eric Kofi Abrefa). Eles vivem um relacionamento amoroso intenso, mas a jovem descobre que o match de seu amado é a sensual Megan (Pallavi Sharda), mulher que precisa ser afastada da vida do casal para que a relação continue em andamento. Há ainda outros personagens, mas todos no geral passam rapidamente em cena e não despertam muito o nosso interesse. Ademais, são figuras ficcionais captadas pela direção de fotografia assinada por Daniel Atherton, predominantemente fria, tal como o design de produção de Julian Fullalove, colaborador da atmosfera distópica proposta pela série que ainda conta com um bom trabalho musical na condução da textura percussiva assinada por Dave Rowntree e Ian Arber.

Ao longo da maratona, percebi como The One dialoga bastante com as ideias do livro Relacionamentos Amorosos na Era Digital, publicado pelas psicólogas Adriana Nunes e Maria Amélia Penido em 10 capítulos elucidativos. Os textos dialogam com os debates sobre as influências positivas e negativas da era digital na criação de conflitos e ansiedades na vida dos usuários na atualidade. Objetivo, o livro aponta que as interações no mundo virtual são semelhantes ao que consideramos real. Nos dois espaços, compartilhamos emoções, conversamos, fazemos novos amigos e até mesmo sexo. Terreno tratado como ciberpsicologia, este é um universo que ganhou sua popularização em meados dos anos 1990, era do surgimento das salas de bate-papo, seguidas do Orkut, Facebook, Instagram e aplicativos como Badoo, Tinder, Scruff, Grinder, dentre outros. É uma arena de expansão das possibilidades de relacionamentos, algo que deveria ser apenas positivo e ideal para o avanço da humanidade diante das novas possibilidades comunicacionais. Mas não é. Ao inserir DNA e intrusão mais agressiva do sistema nos aspectos físicos que compõem os seres humanos, The One demonstra que queremos muito, mas ainda não estamos preparados para as extensas possibilidades que nos surgem com o aparato de aplicativos e redes dispostas para o nosso consumo.

Dirigidos por Jeremy Lovering, Brady Hood e Catherine Morshead, os episódios seguem um ritmo bastante irregular, com momentos de maior intensidade mesclados ao marasmo que toma conta de boa parte das passagens. The One é uma série visualmente sofisticada, mas peca pela antipatia de seus personagens, desinteressantes em sua maioria, com posturas impeditivas para a nossa catarse. Se o elemento entretenimento é prejudicado por essa questão, o debate filosófico não se prejudica em nenhum momento.

Há, ao longo da produção, pontos de articulação com outras narrativas do mesmo universo, tais como Soulmates, Weird City, Osmosis e o famoso episódio Hang The DJ, da quarta temporada de Black Mirror. São produtos da atual industrial cultural que fornecem subsídios para refletirmos sobre a tecnologia face aos humanos e suas posturas imprevisíveis. Os dados da pesquisa podem ser exatos, mas o comportamento ainda é algo longe de passar por um processo retilíneo de robotização. São pessoas angustiadas, desesperadas, num constante jogo de manutenção de seus desejos mais básicos.

Como aponta a protagonista Rebecca num determinado episódio: “se vamos apostar, por que não jogar os dados e tirar um seis logo de cara?”. E isso que as pessoas desejam em The One, mas o preço da manutenção desse status é caro e nem todos conseguem pagar. Alegoricamente falando, é como juros de cartão de crédito e pagamento de agiotagem. A bola de neve do processo é gigantesca e depois da entrada, a saída pode ser demasiadamente complicada.

Crítica | ‘Baby’ – Um dos grandes filmes brasileiros dos últimos anos

O juízo de valor no centro do tabuleiro para vencer a solidão. Depois de uma passagem positiva pelo Festival de Cannes esse ano, o longa-metragem brasileiro Baby desembarcou no Festival do Rio – e ganhou o prêmio de Melhor Longa de Ficção. Colocando para reflexões embates dolorosos entre duas almas que o destino une movidos ao centro do tabuleiro de emoções intensas, o filme dirigido por Marcelo Caetano aborda de forma visceral as segundas chances e, principalmente, passa a limpo as camadas do juízo de valor. Com uma narrativa hipnotizante, nua e crua sobre as facetas do sobreviver, esse é um daqueles filmes que demoram a sair de nossas memórias.

Na trama conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, certo dia seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

Cena do filme 'Baby', de Marcelo Caetano
Cena do filme ‘Baby’, de Marcelo Caetano

Com uma belíssima construção de personagens que não saem de uma zona de conflitos, o roteiro minuciosamente transforma as esperanças de um inusitado encontro nas dores de desencontros. O caminho para isso é feito através de uma narrativa com um desenvolvimento que mantém o clímax constante, passando por construções simbólicas e representativas de opostos – mas nem tanto assim – que se atraem. Há também uma inversão entre a maturidade e a imaturidade, no meio de um sofrer pela solidão, em alguns momentos revertidos para a dubialidade entre as ações antagônicas de explorar e proteger.

Cena do filme 'Baby', de Marcelo Caetano
Cena do filme ‘Baby’, de Marcelo Caetano

Em camadas que vão se desenvolvendo através do profundo alcance na história dos personagens, principalmente na de Ronaldo – interpretado de forma magistral por Ricardo Teodoro, que levou o prêmio de Ator Revelação na Semana da Crítica em Cannes – vamos rumando a uma conclusão imprevisível, em meio aos agitos de uma badalada cidade repleta de diferentes olhares, onde o juízo de valor, na linha das emoções e experiências de vida té ali, ganham o centro das atenções.

Cena do filme 'Baby', de Marcelo Caetano
Cena do filme ‘Baby’, de Marcelo Caetano

Baby já está em exibição nos cinemas. Podemos afirmar com toda certeza que esse é um dos grandes filmes do ano.

Crítica | Primeiro Ano – Dramédia francesa fala sobre amizade, pressão e faculdade de medicina

Competição e Altruísmo

Atualmente, vivemos uma realidade individualista como nunca antes. Cada vez mais, mundialmente, o ser humano vive única e exclusivamente para si mesmo e, no máximo, para ‘os seus’. Em casos extremos isso resulta no muito conhecido ‘primeiro eu’, que os brasileiros sabem de cor e salteado. Justamente por isso, obras como Primeiro Ano são cada vez mais necessárias nesta modernidade quase cruel, porque reforçam valores quase esquecidos, não apenas para a nova geração, mas os relembra para quem foi perdendo o caminho ao longo da jornada.

Escrito e dirigido pelo cineasta Thomas Lilti, Primeiro Ano se mostrou um grande sucesso na França, vendendo mais de um milhão de ingressos. Um grande feito, vindo de um país que realmente valoriza a sua arte. Seguindo os passos do fenômeno Intocáveis (2011), Primeiro Ano oferece a mescla exata entre humor e drama, do jeitinho especial que os franceses dominam em suas produções miradas ao grande público. Este também é um filme que trata de um assunto muito humano e identificável.

Na primeira cena, assistimos a Antoine (Vincent Lacoste) ver novamente seu sonho de ingressar na faculdade de medicina ir por água abaixo. O jovem não consegue a pontuação necessária – entre os inúmeros candidatos – para adentrar por uma fresta no concorrido curso, assim sobrando apenas vagas para as aulas de farmácia e odontologia. Ao contrário dos conformados demais, Antoine tem como único objetivo ingressar em tal área, mesmo que para isso desista das outras opções, e recomece do zero pela terceira vez.

O ‘novo’ primeiro ano traz para o caminho de Antoine o desleixado Benjamin (William Lebghil), com quem faz amizade de forma quase instantânea. Benjamin, no entanto, logo de cara se mostra menos esforçado, enfático e decidido em suas escolhas. Com o passar das aulas, a pressão e o esforço se fazem presentes e a cada novo teste preliminar, Benjamin cresce naturalmente e vai ganhando confiança, enquanto Antoine afunda cada vez mais em suas obsessões e se afasta novamente de seu maior desejo.

Primeiro Ano é uma obra simpática, dona de um roteiro simples, mas muito bem trabalhado. De fácil acesso e identificação, o cineasta cria um filme real, que tem muito a dizer sobre as exigências e imposições que nos são apresentadas, e como lidamos com elas. A amizade entre os rapazes soa verdadeira devido a química dos atores, ambos donos de performances acima da média. Seu envolvimento e eventual partida são críveis, e a construção de tal arco chega a emocionar em sua conclusão. Não por qualquer sentimentalismo barato ou piegas, mas sim na forma como o roteiro trabalho um altruísmo honesto, muito em falta no mundo de hoje, que chega a nos causar espanto – imaginando ser um ato surreal. Não é.

Com sua trama, o cineasta Lilti diz claramente que nem todo preparo do mundo irá nos fazer superar a imprevisibilidade, o fator desconhecido – como sorte e azar – que permeiam nossos destinos e vivem nos abatendo a cada renovação cíclica. Este poderia simplesmente não ser o destino de Antoine, mesmo o rapaz investindo todos os seus esforços, ao ponto de literalmente surtar. Já Benjamin, levando a situação com maior graça e naturalidade, se assentou ao fluxo, dominando, ou ao menos aceitando, sua jornada. O que muitos apenas chamariam de talento nato – aquela parcela da população para a qual não é necessário tanto esforço.

Com a plena consciência de que ‘menos é mais’, Primeiro Ano é desenvolvido de forma sincera, assim como seus protagonistas. Desta forma, nos convencendo ao longo de toda a trajetória dos protagonistas, pelos seus percalços agridoces – temperados com sensatez pelo diretor. E quando finalmente chega a conclusão é que nos damos conta de que finais perfeitos geralmente estão de mãos dadas com a simplicidade. E aqui temos um que gera uma reflexão fascinante, levantando diante do espectador um grande espelho.

‘Van Helsing’, ‘Mulher-Gato’ e os blockbusters de 20 Anos que DEVERIAM ter tido continuação, mas FRACASSARAM

Desde os anos 80 os maiores estúdios de Hollywood entenderam que poderiam lucrar infinitamente em cima de certas marcas, uma vez que estas se tornassem extremamente populares. Isso porque cinema também é um mercado de alto giro de capital e nos EUA funciona como uma verdadeira indústria. O segredo na verdade é: como criar uma marca de sucesso? Uma estratégia de marketing incisiva ajuda bastante, mas não é o suficiente. Isso porque no fim das contas, quem irá decidir o que dá certo e o que dá errado somos eu e você, ou seja, o grande público.

Não é por falta de investimento em marketing e divulgação que certos blockbusters milionários se tornam fiascos. E por outro lado, temos também filmes menores sem muitos recursos que se tornam fenômenos. Essa imprevisibilidade de aceitação e volatilidade do público é o que torna “o jogo” interessante de ser analisado. Entrando nessa proposta voltaremos 20 anos no passado para identificarmos os maiores blockbusters da época, planejados para serem a nova sensação, mas que deram errado se tornando obras esquecidas. Confira.

Van Helsing

Começamos a lista com um filme que tinha tudo para dar certo e se tornar uma franquia de enorme sucesso, mas o resultado não foi bem assim. Hugh Jackman estava no topo do mundo após o sucesso de ‘X-Men’ e ‘X-Men 2’. Kate Beckinsale vinha do cult ‘Anjos da Noite’. E o diretor Stephen Sommers vinha do golaço ‘A Múmia’ e sua continuação. O desejo do diretor era expandir o universo dos monstros da Universal, abordando de uma vez só Drácula, Frankenstein e o Lobisomem. Imagine como seria se o filme tivesse sido sucesso, se tornado uma franquia e criado um crossover com ‘A Múmia’ e seus personagens. O investimento foi grande e até uma animação ligada ao filme chegou a ser produzida. Mas as críticas não foram favoráveis e o resultado financeiro não estimulou o estúdio a continuar, se tornando o primeiro baque sentido na carreira de Jackman.

Mulher-Gato

Na época de seu lançamento, até mesmo a estrela Halle Berry falou mal deste longa (que soa como um videogame em suas tentativas de cenas de ação e uma comédia ruim no resto) quando resolveu aceitar o prêmio como a pior atriz no Framboesa de Ouro. Hoje, no entanto, Berry mudou o tom e vem tentando empurrar ‘Mulher-Gato’ como cult incompreendido. Berry também estava no topo do mundo, com sucessos como a franquia ‘X-Men’ e ‘007 – Um Novo Dia para Morrer’. Se o filme da felina tivesse dado certo, teríamos uma franquia em mãos. E pensar que esse foi o resultado do spin-off nunca realizado com a Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer após ‘Batman – O Retorno’, que seria dirigido por Tim Burton.

O Justiceiro

Outro filme de quadrinhos de uma grande editora que morreu totalmente na praia. Quatro anos antes do início do MCU nas telonas, a Marvel já era uma potência, soprando nova vida nos filmes baseados em super-heróis – graças ao sucesso de ‘X-Men’, ‘Homem-Aranha’, ‘Demolidor’ e ‘X-Men 2’. O investimento nessa fonte era alto e os personagens recebiam um tratamento de rei. Mas quando foi a vez do vigilante urbano ‘O Justiceiro’ as coisas rapidamente saíram dos trilhos. Talvez pela falta de um grande estúdio por trás, como a Fox, a Columbia ou a Universal nos casos anteriores. Nem mesmo a presença de John Travolta como o vilão, um dos maiores astros da época, foi capaz de tornar ‘O Justiceiro’ um filme popular com o público. No Brasil, o longa sequer foi lançado nos cinemas.

Blade Trinity

Por mais que a intenção de ‘Blade Trinity’ fosse tentar arredondar os filmes do caçador de vampiros em uma trilogia, você realmente acredita que se o longa tivesse sido um sucesso estrondoso os produtores não iriam tirar rapidamente da cartola um ‘Blade 4’? A estratégia de fingir um encerramento pode atrair o público com a intenção da última aventura de seu personagem querido, mas igualmente pode deixar um gosto amargo na boca, como foi o caso deste filme. Um pesadelo de bastidores, onde o astro Wesley Snipes atingiu o auge de seu estrelismo, brigando com o diretor e seus colegas de elenco, tornou inviável qualquer pensamento de um quarto filme – não que as críticas e a bilheteria tenham ajudado também. As aventuras do personagem foram levadas para uma série de TV dois anos depois, que também não deu certo. Snipes teria sua redenção no recente ‘Deadpool e Wolverine’, onde pôde interpretar Blade uma vez mais.

A Batalha de Riddick

Existem casos de atores que são mais apaixonados por um personagem ou um projeto do que o próprio público – o que resulta nos chamados projetos de vaidade. Esses atores perdem a noção de que sem o público não existe um filme ou sequer o cinema. Este é o caso com Vin Diesel e o universo de ficção científica do anti-herói Riddick, cujo principal fã parece ser mesmo o careca musculoso. Diesel era sucesso em ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Triplo X’ quando resolveu dar continuidade ao cult ‘Eclipse Mortal’ na forma de um blockbuster centrado em seu personagem. Uma das apostas mais ambiciosas de 20 anos atrás, que não funcionou. Dez anos depois ele tentaria de novo em um filme de orçamento mais modesto. E o ator não desistiu, pois anuncia um novo longa com o personagem.

Scooby-Doo 2

O primeiro live-action de ‘Scooby-Doo’ foi um sucesso moderado em 2002, apostando em algumas tiradas espertinhas que brincavam com a mitologia do que o público achava deste universo – mesmo que na animação original nada disso ficasse declarado. Como por exemplo, Fred ser um idiota pomposo, Salsicha ser maconheiro, Daphne uma feminista independente e Velma lésbica. A cereja do bolo foi transformar o insuportável (mas bonitinho) Scooy-Loo no vilão do filme e ter monstros de verdade ao invés de humanos disfarçados em um whodunit. A continuação, lançada dois anos depois, prometia ser maior e melhor em todos os sentidos – apelando para a nostalgia dos fãs ao trazer vilões clássicos do desenho, além da participação de Alicia Silverstone. Se tivesse sido ao menos um sucesso moderado como o anterior, poderíamos ter tido um Scooby-Doo 3 ainda na segunda metade dos anos 2000, mas a opção foi por dois filmes lançados direto em vídeo, com orçamento menor e elenco de nomes desconhecidos.

Fúria em Duas Rodas

Em Hollywood tudo o que dá certo vira tendência. Assim, o filme de racha de carros ‘Velozes e Furiosos’ já havia lançado sua primeira continuação a esta altura. Os produtores da Warner tiveram a brilhante ideia de dar sinal verde para um “Velozes e Furiosos com motos”. Poderia ter dado certo e iniciado sua própria franquia. Mas o público deu de ombros para esta proposta. Um sinal de alerta deveria ter sido a investida similar no ano anterior da Dreamworks com ‘Corridas Clandestinas’, o outro filme de moto nos anos 2000. Nenhum dos dois ficou famoso. Aliás, você já tinha ouvido falar?

Táxi

Por falar em corridas de moto ou de carro, para cada ‘Velozes e Furiosos’, temos outros tantos longas que abordam o tema e não dão certo. ‘Táxi’, no entanto, não é apenas uma cópia descarada do filme de Vin Diesel e possui um contexto por trás. Acontece que se trata da refilmagem americano do filme sensação francês de 1998, que fala sobre um motorista de táxi se unindo a um detetive na caçada por ladrões de banco. O filme ficou tão popular em seu país de origem que por lá gerou uma franquia de nada menos que cinco filmes.

O motivo do sucesso se deve pelo roteiro e produção de Luc Besson em todos eles. Sucesso esse que infelizmente não foi repetido na versão americana, onde a taxista ganha as formas de Queen Latifah e o detetive se torna um trapalhão nas mãos do sem-graça Jimmy Fallon. Aqui, a novidade era a gangue de modelos assaltantes de banco, encabeçada pela nossa Gisele Bündchen, demonstrando que como atriz é uma ótima modelo. É claro que a intenção era se tornar uma franquia como o francês, caso não fosse o fracasso.

Os Thunderbirds

Por falar em fracasso, na penúltima posição da lista temos um verdadeiramente retumbante. Você já tinha ouvido falar em ‘Thunderbirds’? Os mais velhos podem ter uma vaga lembrança. Acontece que esse título era de um programa de marionetes da década de 1960 bem revolucionário. Ao invés de atores reais ou desenho animado, tínhamos bonecos com feições realistas para a época, movidos através de cordas, como protagonistas das aventuras de equipe formada por uma família, especializada em resgates audaciosos, fazendo uso de uma tecnologia bastante evoluída – o que tornava o programa também uma ficção científica. Ao invés de replicar o artifício dos bonecos no filme, os produtores da Universal Pictures acharam por bem escalar atores reais, assim tirando a graça do que era a essência do programa – mesmo contando com artistas como o lendário Sir Ben Kingsley e o saudoso Bill Paxton. O que os realizadores devem ter pensado foi: “já estão usando marionetes em ‘Team America’ (lançado no mesmo ano)”.

Desventuras em Série

Finalizando a lista dos blockbusters que deviam ter se tornado uma franquia caso tivessem dado certo, temos o que é provavelmente o melhor do lote e o mais subestimado. Protagonizado por um Jim Carrey “virado no Jiraya” dando tudo de si no desempenho como o vilanesco Conde Olaf, que faz de tudo para conseguir a herança deixada para três crianças órfãs das quais é o parente mais próximo. O longa tem participação de Meryl Streep. Acontece que a saga dos órfãos é baseada no livro de Lemony Snicket, pseudônimo de Daniel Handler. A intenção era seguir os passos de ‘Harry Potter’, também baseado em um livro de fantasia, que chegava ao seu terceiro filme no mesmo ano. Mas ‘Desventuras’ não foi ‘Harry Potter’ e terminou sem a adaptação de suas sequências literárias. Bem, ao menos no cinema, pois a Netflix adquiriu os direitos e transformou numa série de TV, sem Carrey ou Streep.

‘The Affair’: Joshua Jackson não fará parte do elenco fixo na última temporada

De acordo com o TVLine, Joshua Jackson não retornará para a última temporada de ‘The Affair‘ em caráter fixo. O site afirma que o ator pode retornar para fazer participação especial especial em um episódio ou dois.

“Nós amamos a intimidade, a nuance e a honestidade emocional no desenvolvimento da infidelidade e fidelidade de ‘The Affair’,” disse Gary Levine, presidente de programação de Showtime, sobre o último ano. “Sarah Treem sempre envisionou a trama através de cinco temporadas, e ficarmos fascinados para ver onde ela levará o elenco e todos nós no próximo ano em sua temporada final.”

Dominic WestMaura TierneyRuth WilsonJoshua JacksonJulia Goldani TellesJake Siciliano, Jadon SandAbigail Dylan HarrisonCatalina Sandino MorenoOmar Metwally e Irène Jacob estrelam.

‘Evil’: Série de terror sobre possessão demoníaca ganha trailer; Assista!

A CBS divulgou o trailer da série de terror ‘Evil‘.

Confira:

A produção foi criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Benoist (Herbers), uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta (Colter), um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi e Michael Emerson.

‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ decepciona nas bilheterias

Dividindo a opinião dos críticos (com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes), a adaptação sombria de Maria e João: O Conto das Bruxas‘ decepcionou em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, arrecadando apenas US$ 6 milhões em seu primeiro final de semana.

Analistas apontam que o gênero está desgastado nesse início de ano, considerando que é o quarto filme de terror a estrear nos cinco primeiros finais de semana de 2020.

Além disso, vale destacar que os espectadores não parecem ter gostado muito da produção, dando-lhe uma nota C-.

Até o momento, números do mercado internacional ainda não foram divulgados.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de fevereiro.

‘Maria e João’ é dirigido por Osgood Perkins (‘A Enviada do Mal‘).

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

O elenco inclui Sophia Lillis, Sammy Leakey, Charles Babalola e Alice Krige.

Serial killer caça adolescentes no trailer do terror ‘Smiley Face Killers’; Assista!

O terror ‘Smiley Face Killers‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Tim Hunter, o roteiro do longa foi escrito por Bret Easton Ellis, autor do aclamado livro ‘Psicopata Americano‘.

Enquanto uma sinistra ocorrência de adolescentes afogados assombra a costa da Califórnia, Jake Graham (Rubinstein) luta para manter sua vida sob controle no colégio. Ao perceber que ele está sendo perseguido por uma figura encapuzada (Glover) dirigindo uma vã sem identificação, Jake teme que ele pode se tornar a próxima vítima dos terríveis assassinatos.

Crispin Glover, Ronen RubinsteinMia Serafino estrelam a produção.

A Lionsgate lançará o terror direto em VOD, DVD e Blu-ray no dia 8 de dezembro.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie fala sobre possível romance entre Sam e Bucky

Em entrevista ao Variety, Anthony Mackie voltou a falar sobre a relação entre o Sam e o Bucky na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, afirmando que eles são apenas amigos e negou a possibilidade de um romance entre os personagens.

“Muitas coisas são distorcidas e complicadas. Há muitas coisas que as pessoas se apegam para se tornarem relevantes e racionais. A ideia de dois caras serem amigos e se amarem em 2021 é um problema por causa da exploração da homossexualidade. Homens podem ser amigos, podem sair e isso tudo é legal. Você não pode mais fazer isso, porque algo tão puro e belo como a homossexualidade foi explorado por pessoas que estão tentando se racionalizar.”

Ele completa, “Não há nada mais masculino do que ser um super-herói e bater nos inimigos, mas não há nada mais sensível do que ter conversas pessoais e uma amizade espiritual com alguém de quem você se preocupa e ama. Eles literalmente são dois caras que cuidam e se importam um com o outro.”

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Neve Campbell volta a falar sobre possível RETORNO em ‘Pânico 6’

Em entrevista ao HalloweenDailyNews, a atriz Neve Campbell, intérprete da lendária sobrevivente Sidney Prescott, voltou a falar sobre seu possível retorno da sequência ‘Pânico 6‘.

“Eles me abordaram [para retornar em ‘Pânico 6’], mas ainda não há roteiro. Eles me disseram irão apresentar o primeiro rascunho em breve. Na verdade, eu deveria ter ligado para um produtor ontem, porque ele queria falar comigo sobre o que está acontecendo com o projeto. Eu vou ler o roteiro e ver como irei me sentir.”

O próximo filme trará de volta os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett e os roteiristas James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento).

As filmagens começam entre Julho e Setembro deste ano. A estreia deve acontecer em 2023.

Vale lembrar que o quinto filme da franquia ‘Pânico‘ já arrecadou sólidos US$ 134.6 milhões mundialmente, conseguindo ultrapassar a bilheteria total de ‘Halloween Kills‘ ($131.6m).

Agora, o longa se tornou a maior bilheteria para um filme de terror durante o período da pandemia.

Assista nossa crítica:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Lily Collins, de ‘Emily em Paris’, vai estrelar nova série do Prime Video

De acordo com o Variety, Lily Collins (‘Emily em Paris’) vai estrelar a série ‘The Accomplice‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

A produção é baseada no livro homônimo de Lisa Lutz.

Na trama…

Luna Grey e Owen Mann são melhores amigos na faculdade, ligados para sempre por uma morte inesperada em seu círculo interno. Anos depois, a vida deles vira de cabeça para baixo novamente após a esposa do Owen ser brutalmente assassinada.

A produção irá explorar temas como amizade e se aprofundará em quão bem você conhece a única pessoa que realmente conhece você.

Olivia Milch (‘Oito Mulheres e um Segredo’) será responsável pela série, além de servir como produtora executiva.

Amazon Studios servirá como o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor de ‘Wonka’ ACLAMA desempenho de Timothée Chalamet: “Ele tem uma voz linda”

Em entrevista ao Variety, o diretor Paul King (‘As Aventuras de Paddington’) não poupou elogios ao desempenho do astro Timothée Chalamet (‘Duna’) durante as sequências musicais de ‘Wonka‘, a pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘.

E, apesar do filme apresentar diversas cenas do gênero, o cineasta explicou por que não considera que a produção seja um musical.

“[Timothée Chalamet] tem uma voz linda. Ao cantar, ele me faz lembrar de Bing Crosby. Ele tem um grande alcance, porque consegue fazer performances grandiosas, mas também se destaca em momentos mais intimistas de emoção pura. Ele pode fazer tudo isso.”

Ele completa, “Os Oompa Lompas cantam bastante no livro, e o Roald Dahl sempre usa poesia. Mas eu não queria fazer um filme musical onde as pessoas começam a cantar durante seus diálogos sem nenhum motivo específico. Sinto que este é mais um filme com canções do que um musical.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de dezembro.

Relembre o trailer:

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

Pets em Ação!

(Gracie and Pedro: Pets to the Rescue)

 

Elenco:

Bill Nighy
Brooke Shields
Danny Trejo

 

Direção: Kevin Donovan, Gottfried Roodt

Gênero: Animação

Duração: 87 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Agosto de 2024

Sinopse: 

Em PETS EM AÇÃO!, Gracie e Pedro não poderiam ser mais diferentes! Ela é uma cachorrinha de raça que acredita ser a melhor de todas, enquanto ele é um gato adotado que se contenta com aventuras nas ruas e até jantar do lixo. Apesar de serem da mesma família, eles não se suportam e vivem discutindo por qualquer coisinha. Durante uma viagem em família, eles acabam se perdendo no aeroporto e, agora, Gracie e Pedro precisam superar suas diferenças e unir forças para encontrar o caminho de volta para casa e para a família que tanto amam.

Curiosidades: 

» Jaisa C. Bishop, Bruce A. Taylor e Kelly Peters assinam o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme "Pets em Ação" com personagens animados.

Fotos: 

Cachorro animado olhando para cordas com preocupação.

Fura relaxado em carro perto de trem.

Cachorro pendurado e gato assustado em hotel de luxo.

Cachorro e gato animados olhando dentro de algo.

Peixe dourado com dentes grandes em cozinha.

Confira o teaser de ‘Explosão no Trem-Bala’, novo suspense da Netflix estilo ‘Velocidade Máxima’

A Netflix divulgou o primeiro teaser do suspense ‘Explosão no Trem-Bala‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de abril.

Dirigido por Shinji Higuchi (‘Shin Godzilla’), o longa é um remake do clássico japonês ‘O Trem Bala‘, de 1975.

Um trem-bala rumo a Tóquio corre risco de explosão se a velocidade ficar abaixo de 100km/h, e as autoridades correm contra o tempo para salvar todas as pessoas a bordo.

O elenco conta com Tsuyoshi Kusanagi, Kanata Hosoda, Jun Kaname, Machiko Ono, Hana Toyoshima, Daisuke Kuroda, Satoshi Matsuo, Suzuka Ohgo, Matsuya Onoe, Naomasa Musaka, Pierre Taki, Bando Yajuro Takumi Saitoh.

Confira o novo teaser de ‘O Acerto de Contos’, documentário da Netflix sobre polêmico rapper P. Diddy

A Netflix divulgou o novo teaser da série documental ‘Sean Combs: O Acerto de Contas‘, que promete explorar a vida e as polêmicas do rapper P. Diddy.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 2 de dezembro.

Um ano após ter sido preso por acusações de tráfico sexual e extorsão, o rapper foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão.

Em julho, ao fim do julgamento dele, que teve grande repercussão, o rapper já havia sido considerado culpado por duas acusações, relacionadas ao transporte para prostituição. Agora, sua pena foi definida.

De acordo com o Variety, os doze meses que o rapper passou na prisão irão contar em sua sentença, e ainda afirmou que seus advogados devem apresentar um recurso imediatamente.

Vale lembrar que Diddy foi considerado inocente de três de suas acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa.

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

Inspirado em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, novo reality da Netflix usa IA para “ressuscitar” ator; Confira o trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do reality competitivo ‘Wonka: O Bilhete Dourado‘, inspirado no clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘.

O mais bizarro, no entanto, é que a produção traz como locutor o falecido ator Gene Wilder, que interpretou o Willy Wonka no filme de 1971. Com a permissão de sua viúva, Karen Boyer Wilder, a voz do artista foi recriada com IA pela ElevenLabs.

Confira o trailer:

 

Na produção, doze sortudos ganhadores do “Bilhete Dourado”, cada um acompanhado por um parceiro de sua escolha, cruzarão os portões da Fábrica de Chocolates de Wonka e entrarão em um mundo de pura imaginação, travessuras deliciosas e desafios inesperados. Lá dentro, os participantes deverão enfrentar uma série de jogos, testes e tentações criados por Wonka para desafiá-los física, mental e moralmente. Neste experimento social de alto risco, os jogadores percorrerão o cenário maravilhoso e imprevisível da fábrica, adaptando-se, traçando estratégias e encarando o desconhecido, enquanto provam que possuem o instinto, a resiliência e o caráter necessários para prosperar em meio ao caos. No final, apenas um participante terá o que é preciso para conquistar o prêmio de Wonka, capaz de mudar sua vida.

O reality estreará no serviço de streaming no dia 23 de setembro. A grande final, no entanto, chegará à plataforma apenas em 30 de setembro.

‘Liga da Justiça’ ganha novas artes promocionais; Confira!

Liga da Justiça‘ ganhou uma série de novas artes promocionais. Desta vez os heróis aparecem sozinhos, de perfil.

Confira:


Uma exibição exclusiva e bem seleta de ‘Liga da Justiça‘ já foi feita para alguns sortudos fãs do grupo de heróis. E embora as críticas estejam sob embargo, o presidente da DC, Geoff Johns, já revelou que Flash foi a sensação durante a sessão.

A informação foi compartilhada durante um evento para promover as próximas produções do universo compartilhado da DC. Segundo Johns, Flash recebeu a resposta mais positiva da audiência.

E em uma publicação feita no Twitter, Chris Sylvia, da rede de cinemas Regal, revelou que Johns havia dito durante o evento que ‘Flash é coletivamente o favorito da ‘Liga da Justiça’“.

Assim como aconteceu com ‘Batman vs. Superman, as primeiras reações a ‘Liga da Justiça‘ foram positivas.

“Conversei com 3 pessoas que participaram da exibição-teste de Liga da Justiça. Eles amaram! ‘Épico’. Uma das pessoas não gostou de Batman vs Superman e Esquadrão Suicida, mas amou Liga da Justiça”.

Outra pessoa postou uma foto com o convite da exibição, e resumiu o filme com a expressão “UAU”.

Na última semana, havia sido confirmado que o corte de Joss Whedon estava pronto e seria exibido em exibições-testes. As cenas adicionais foram filmadas ao longo de três meses e custaram mais de US$ 25 milhõespara a Warner Bros.

Em entrevista ao US Weekly, Ben Affleck e Gal Gadot detalharam mais alguns pontos com relação a trama de ‘Liga da Justiça.

Sobre o conhecimento de Diana com relação ao Lobo da Estepe:

“Ela cresceu – já faz um século, afinal! Ela vai trazer suas qualidades específicas para uma dinâmica de grupo, e ela entende melhor o inimigo do que qualquer outra pessoa.”

Ben Affleck:

“Em Batman V Superman, ele está no fim da ponte. Mas na Liga da Justiça, ele está tentando encontrar esperança novamente. Ele tem que se abrir para ter uma boa relação com os outros. Ele sabe que precisa deles.”

‘Thor – Ragnarok’ passa ‘Liga da Justiça’ como filme mais esperado nos EUA

Segundo o BoxOfficePro, especialistas acreditam que ‘Liga da Justiça‘ arrecadará em torno de US$ 150 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor o coloca atrás de ‘Batman vs Superman‘ (US$ 166 milhões) e na frente de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 133 milhões) e ‘O Homem de Aço‘ (US$ 116 milhões).

Liga da Justiça’ tem estreia prevista para Novembro.

Comic-Con 2018: Celebridades estampam despojado ensaio fotográfico; Confira!

A revista EW continua registrando a presença de personalidades hollywoodianas na Comic-Con, em um despojado ensaio fotográfico.

Desta vez, Samuel L. Jackson e Bruce Willis se reencontram para o painel da sequência ‘Vidro‘, além dos demais membros do elenco da produção e outras séries como ‘Brooklyn Nine-Nine‘, ‘Doctor Who‘ e mais.

Confira:

Marvel deve ter grandioso painel na San Diego Comic-Con 2019

A jornada dos Vingadores já foi encerrada no MCU, mas os planos da Marvel para sua Fase 4 são grandiosos e prometem garantir a perpetuidade de seu universo cinematográfico, seguindo o mesmo padrão de qualidade estabelecido até o momento.

E segundo o portal Deadline, a Marvel Studios estaria planejando tomar conta do Hall H, com um grande painel na San Diego Comic-Con 2019. Ainda não se sabe quem estaria presente no evento, que tipo de anúncios a empresa pretende fazer ou qual a data do painel.

No entanto, conhecendo a história da Marvel na SDCC, a expectativa é de que eles sejam a principal atração do sábado, com chances valiosas de Kevin Feige ou sua trupe anunciarem seus novos planos para a Fase 4 do MCU.

 

‘Jack Reacher’: Sequência teria censura para maiores de 18 anos

A franquia ‘Jack Reacher‘ não teve uma jornada tão promissora nas telonas, mas muitos fãs ainda anseiam por mais um novo capítulo da saga do popular personagem.

E segundo o diretor Christopher McQuairre, ele e Tom Cruise originalmente tinham planos bem ousados para o futuro da franquia, que incluíam ate mesmo filmes com censura R-rated.

Em uma entrevista à revista Empire, o cineasta comentou sobre o assunto, afirmando que as produções futuras abordariam com maior voracidade a brutalidade dos livros originais:

“Tom e eu estávamos conversando sobre isso. Caso a saga continuasse, nós levaríamos Reacher para outro patamar onde, no mundo pós Deadpool e pós Coringa, Reacher poderia ter seu filme R-rated, bem como uma franquia R-rated, realmente suprindo a brutalidade dos livros. Nós estávamos completamente prontos para entrar nisso. Esse é um personagem bem diferente do Tom e temos planos para um personagem ainda mais diferente da sua personalidade no qual temos conversado e tenho esperanças quanto a ele para o futuro”.

Após estrelar dois filmes da franquia ‘Jack Reacher‘, Tom Cruise foi desassociado do papel do personagem, com os produtores do projeto optando por reiniciar a narrativa baseada na série de livros, a fim de trazer um ator mais jovem para viver o protagonista homônimo.

E durante uma entrevista ao The Times, o autor da saga de livros de ‘Jack Reacher‘, Lee Child, foi categórico em dizer que Cruise está velho demais para continuar fazendo filmes de ação e que ele deveria fazer uma transição em sua carreira e garantir mais uns 20 anos em sua profissão.

Disse:

“Cruise estava relutante. Ele tem o seu próprio investimento nisso, ele ia argumentar contra isso. Parece extremamente condescendente, mas eu acho que é melhor para ele. Ele está velho demais para esse tipo de coisa. Ele está com 57 anos, precisa seguir em frente, fazer sua transição para um ator que interprete personagens que não sejam heróis de ação. Ele poderia garantir mais uns 20 anos a partir disso. Ele tem talento, ele é um cara incrível, muito atencioso e muito divertido”.

Jack Reacher‘ vai ganhar sua própria série de TV, com elenco ainda a ser escalado.

O primeiro ‘Jack Reacher‘ (2012)  fez US$ 218 milhões mundialmente, enquanto a sequência de 2016 fez apenas US$ 162 milhões.

Spice Girls lançam canção INÉDITA e demo original do hit “Wannabe”; Ouça agora!

Os fãs de Spice Girls foram surpreendidos com um inesperado presente do grupo. Em celebração aos 25º aniversário da icônica canção “Wannabe“, um novo EP foi lançado, reunindo a demo original da música em questão, além de uma versão remixada.

Indo ainda mais além, as artistas lançaram uma canção inédita, que havia ficado de fora do primeiro álbum, intitulada “Feed Your Love“.

Ouça agora:

Vale lembrar que a Paramount Animation anunciou, em junho de 2019, que estava desenvolvimento uma animação estrelada pelas ‘Spice Girls‘.

Segundo o Hollywood Reporter, o filme será dublado por todas as cinco integrantes do famoso girl group: Melanie Brown, Emma Bunton, Melanie Chisholm, Geri Halliwell e Victoria Beckham.

As cantoras irão viver versões super-poderosas de si próprias em um desenho animado cuja projeto foi apresentado para vários estúdios, e acabou sendo arrematado pela Paramount.

Nenhuma novidade fora divulgada desde o anúncio feito em 2019 e acredita-se que o projeto tenha sofrido atrasos em virtude da pandemia do Corovanírus.

Na época da revelação, um representante do grupo contou mais alguns detalhes à revista:

“As Spice estão pensando grande em termos de estabelecerem uma franquia no cinema. Elas são a maior girl group do planeta até hoje.”

 

‘Terra Selvagem’: Thriller criminal com Elizabeth Olsen e Jeremy Renner será REMOVIDO da Netflix em breve; Saiba quando!

O elogiado thriller criminal ‘Terra Selvagem‘ (Wind River), estrelado por Elizabeth Olsen e Jeremy Renner, será removido da Netflix em breve.

A produção deixa a grade de programação do streaming na próxima segunda-feira, dia 14 de abril.

A trama traz o agente americano de Pesca e Vida Selvagem, Cory Lambert, que encontrou um corpo em meio à Reserva Indígena de Wind River. O FBI acaba enviando uma parceira para ajudá-lo com a missão, chamada Jane Banner. No entanto, a jovem não está preparada para lidar com as dificuldades oriundas da intemperes climáticas e da isolação gerada pelo intenso inverno de Wyoming. Ao longo da jornada, a dupla passa a descobrir que encontrar as respostas para suas perguntas é mais difícil do que imaginavam.

Confira o trailer:

Terra Selvagem‘ foi escrito e dirigido pelo roteirista de ‘Sicário: Terra de Ninguém’, Taylor Sheridan.

Gil Birmingham, Graham Greene e Jon Bernthal completam o elenco.

‘Stranger Things’: Criadores falam sobre a polêmica em torno da cena de beijo “forçado”

Os irmãos Duffer, criadores de Stranger Things, se envolveram em uma grande polêmica ao comentar, durante o especial Beyond Stranger Things’, que uma cena entre dois atores não existia no roteiro.

 

[CUIDADO COM SPOILERS SOBRE A 2ª TEMPORADA]

A cena do beijo entre Max (Sadie Sink) e Lucas (Caleb McLaughlin) não estava no roteiro e a atriz não estava confortável com a situação.

Sadie Sink admitiu que estava nervosa com a cena por ter de gravar na frente de vários membros da equipe, figurantes e de seus pais.

Ross Duffer então brinca que o beijo não estava planejado, porém só foi inserido pois a reação “assustada” da atriz foi “muito forte”. O comentário gerou discussões na internet, com fãs e atores classificando o comportamento dos criadores como errado e abusivo.

Já em entrevista a Variety, Matt Duffer também afirmou que os demais beijos da série foram feitos da mesma forma, definidos pelo momento.

“Me dá um tempo! Eles tiveram que se beijar três vezes. Você pensa que é o fim do mundo mas acho que é grande coisa. Caleb deu seu primeiro beijo, acho. Definitivamente era o primeiro de Sadie, isso eu sei. Mas até Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard nunca tinham beijado antes. Foi algo enorme.”

Por fim, Matt diz que é necessário que os atores saiam de suas zonas de conforto às vezes.

“Foi divertido, eu amei. É preciso torturá-los um pouco. Você sabe que é preciso se divertir de alguma forma. E temos essas crianças que são muito divertidas. Sei exatamente como irrita-las agora.”

E vocês, o que acham dessa situação que os atores tiveram que passar?

 

 

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

Mergulhe no novo cartaz do suspense do diretor de ‘Corrente do Mal’

A24 divulgou o primeiro cartaz e trailer de Under the Silver Lake, o novo filme de suspense com ares de comédia do diretor David Robert Mitchell (Corrente do Mal) e com Andrew Garfield (‘Espetacular Homem-Aranha’) no papel principal. Confira:

Na trama, um jovem (Garfield) se apaixona por sua vizinha e no auge do relacionamento dos dois ela simplesmente desaparece sem deixar nenhuma pista. O namorado vai procurá-la e acaba descobrindo uma louca linguagem espiritual.

O diretor descreve o longa como um filme “neo-noir”, que estreia nos EUA em 22 de junho, mas começa a ser exibido em maio, durante o Festival de Cannes.

Ainda não há data de lançamento para o Brasil.