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Jovem peruano comete suicídio e deixa fitas similares às de ’13 Reasons Why’

A polêmica em torno de ‘13 Reasons Why‘ continua. Após várias escolas dos EUA anunciarem um boicote à série, um jovem peruano de 23 anos cometeu suicídio e deixou fitas cassetes para seus familiares e amigos explicando o motivo.

Franco Alonso Lazo Medrano morava na cidade de Arequipa, no Peru, e se jogou da janela do quarto andar de seu apartamento.

A polícia local acredita que o jovem se baseou na polêmica série ‘13 Reasons Why‘, já que deixou fitas similares às da protagonista Hannah Baker.

Entre os motivos, o jovem citou uma decepção amorosa após terminar um relacionamento de anos.

Lazo Medrano chegou a ser socorrido com vida, mas faleceu no hospital.

Nossos sentimentos ficam com os familiares e amigos.

Recentemente,  a série que adapta a história recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos na Nova Zelândia.

O Órgão de Classificação de Filmes da Nova Zelândia deu a alta classificação indicativa por registrar o maior número de adolescentes suicidas do mundo, com cerca de dois jovens cometendo suicídio por semana.

“Nossos órgãos de saúde mental estão extremamente preocupados com o efeito que 13 Reasons Why pode ter na Nova Zelândia. A morte de Hannah é representada como algo lógico ao longo da série, e traz como consequência inevitável os eventos que a sucederam. Não podemos aceitar que o suicídio seja mostrado como uma opção viável. Além disso, temos uma péssima mensagem na série para os sobreviventes de violência sexual”, afirmou o Órgão de Classificação de Filmes do país.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Chris Evans revela porquê ‘Os Vingadores 4’ será seu último filme como o Capitão América

Em entrevista ao jornal The Telegraph, o ator Chris Evans confirmou que ‘Os Vingadores 4‘ será seu último filme na Marvel, e que seu contrato acabaria em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ – Mas a Marvel o convenceu a voltar para mais um filme.

“Meu contrato era de seis filmes com a Marvel. Depois de Vingadores: Guerra Infinita, eu não voltaria mais. Eles iam dividir o filme em duas partes. Porém, eles disseram que tinham muitos personagens para encaixar – Guardiões da Galáxia, Pantera Negra, Capitão Marvel, Doutor Estranho, Homem-Formiga. Eu concordei porque fazia sentido, e decidi voltar para Os Vingadores 4″, afirmou.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ trará o fim da equipe dos primeiros filmes

Vale lembrar que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será o primeiro filme a ser rodado inteiramente com as caras câmeras IMAX.

O filme estreia em 4 de maio de 2018.

Novo trailer LEGENDADO de ‘O Nevoeiro’, baseado na obra de Stephen King

A série de TV baseada em ‘O Nevoeiro‘ (The Mist) ganhou um novo trailer LEGENDADO.

Assista:

A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.

A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.

“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.

No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.

David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

 

Bella Thorne vive garota obsessiva no trailer do suspense ‘You Get Me’, da Netflix

A Netflix divulgou o trailer de seu novo suspense, intitulado ‘You Get Me‘.

A estreia no serviço de streaming acontece dia 16 de Junho.

Assista:

Após uma relação de uma noite só, Holly (Bella Thorne) desenvolve uma perigosa obsessão por Tyler (Taylor John Smith) e se transfere para a escola dele, desesperada por manter vivo seu “romance”.

Bella Thorne, Halston Sage e Taylor John Smith estrelam.

‘Detroit’: John Boyega em comercial TENSO do novo filme de Kathryn Bigelow

John Boyega é a nova estrela do drama histórico dirigido por Kathryn Bigelow, intitulado ‘Detroit‘.

Baseado na revolta que aconteceu na cidade em 1967, a produção traz o jovem ator como um policial que se vê frente a frente com o confronto armado contra civis.

Assista ao tenso comercial divulgado, e o trailer:

O elenco conta também com John KrasinskiHannah Murray, Jack Reynor, Will Poulter, Ben O’Toole e Anthony Mackie.

Detroit‘ foi escrito Mark Boal e chega aos cinemas norte-americanos em 4 de agosto deste ano.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ já soma US$ 833 milhões nas bilheterias

Lançado no Brasil dia 27 de Abril, e nos EUA apenas em 5 de Maio, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já soma incríveis US$ 833,4 milhões mundialmente.

O filme arrecadou US$ 366 milhões nos EUA, e mais de US$ 467 milhões no resto do mundo.

Para comparação, o primeiro filme arrecadou US$ 774 milhões mundialmente em 2014.

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

O que se pode concluir das falas dos Chefões da Netflix?

Os recentes cancelamentos de Sense8 e The Get Down provocaram um debate nas redes sociais sobre os “reais motivos” para a Netflix ter tomado esta decisão. Este burburinho ficou ainda maior com a declaração de Reed Hastings, CEO da empresa: “Estamos com uma taxa altíssima de sucesso. Pensamos então em cancelar algumas séries, assumir alguns riscos, tentar coisas loucas. Sendo assim, nossa taxa de cancelamentos de séries vai subir”.

Não demorou para que as especulações sobre os reais motivos dos cancelamentos – especialmente de Sense8 – tomassem conta. É possível encontrar nas redes, quando o tema é Sense8, quem diga que a Netflix cancelou a série porque diversidade não dá grana e aqueles que já acusam a pobre coitada de homofobia, transfobia e qualquer outro prefixo cabível na palavra fobia. Muitos, sensatamente, levantavam a questão do retorno financeiro.

A Netflix não divulga os dados de audiência. Porém, um caminho para identificar a repercussão das suas séries é verificar a frequência dos termos na internet via Google Trends. Alguns sites fizeram esses levantamentos. O que ficava evidente era que Sense8 tinha pouca repercussão. Embora repercussão e audiência não andem necessariamente de mãos dadas, esses dados do Google Trends são indicadores importantes.

Eis que Ted Sarandos, o chefe de conteúdo da Netflix, em uma conversa com Jerry Seinfeld, declarou o óbvio: “Relativo ao que você gasta, as pessoas estão assistindo? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio.”

Em resumo: grana! A equação é tão antiga quanto o capitalismo: o retorno tem que ser maior do que o investimento. Se o investimento é maior do que o retorno financeiro, o resultado é série cancelada (sério! Isso é tão antigo quanto os folhetins publicados em jornais no século XIX).

As perguntas que ficam é se a Netflix será mais conservadora em seus projetos e qual a lógica por trás da frase de Reed Hastings e?

Na opinião deste humilde crítico, a Netflix irá continuar a investir em série diferentes, que testem os limites da dramaturgia, afinal, isso é a marca das séries americanas atuais. O que certamente será feito é uma calibragem no orçamento. É pouco provável que uma aventura como Sense8 – série que alcançou apenas um nicho e gastou milhões – volte a acontecer. Séries mais revolucionárias ou que se limitem a um público restrito certamente terão espaço, mas com orçamentos modestos.

Já a frase Reed Hastings… bem, é muito estranho ler as palavras sucesso e cancelamento na mesma frase. Arrisco a dizer que a lógica de cancelar séries, é menos por corte de gastos, e mais por buscar novidades. A Netflix vive de suas assinaturas (ainda não achou uma forma sólida de ganhar com anunciantes). E a maneira para atrair novos assinantes é sempre ter novidades no cardápio. Não acredito que eles venham a cancelar uma House of Cards ou uma Orange Is The New Black sem um desfecho como fizeram com Sense8. Aposto, isso sim, que eles busquem fazer séries com menos temporadas, aumentando a rotatividade para sempre terem novidades. E, certamente, isto passará por arriscar novas fórmulas. De resto, fico ainda me perguntando o porquê da Netflix não decidido pelo planejamento de Sense8 mais cedo, permitindo que as irmãs Wachowski dessem um final para a série.

‘Piratas do Caribe 5’ já arrecadou US$ 600 milhões mundialmente

Apesar de ‘Mulher-Maravilha‘ ter roubado a cena nas bilheterias, ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘ está se mantendo muito bem.

O Capitão Jack Sparrow e companhia chegaram aos US$ 600 milhões em arrecadação global, sendo US$ 135,8 milhões nos EUA e US$ 464,4 milhões nos outros mercados, com US$ 161 milhões somente na China.

Vale lembrar que o segundo e o quarto filme da franquia ultrapassaram a marca do US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Assista nossa crítica em vídeo:

Leia a crítica em TEXTO:

Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar – Insanidade em Doses Controladas 

Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘ estreia dia 25 de Maio de 2017.

POLÊMICA! Dublador do Johnny Depp se revolta contra a Disney e não fará ‘Piratas do Caribe 5’ 

‘Piratas do Caribe 5’ deve ser o último filme da franquia 

‘A Vingança de Salazar’: Fãs se revoltam com o título nacional de ‘Piratas do Caribe 5’

“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.

Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).

 

‘Transformers – O Último Cavaleiro’ ganha cartaz final com TODOS os personagens…

Os designs dos estúdios estão adorando a moda de juntar todos os personagens do filme em um cartaz, vide aquela arte de ‘Homem-Aranha – De Volta ao Lar’.

A nova vítima é ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘, que teve seu cartaz final divulgado.

Confira:

Os humanos e os Transformers estão em guerra. Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro está enterrada nos segredos do passado, na história oculta dos Transformers na Terra. A salvação de nosso mundo recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg); Bumblebee; um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Chega uma hora na vida de cada um de nós que somos chamados para fazer a diferença. Em “Transformers: O Último Cavaleiro”, os procurados se tornarão heróis. Os heróis se tornarão vilões. Somente um mundo sobreviverá: o deles ou o nosso.

‘G.I. Joe’ e ‘Transformers’ podem ganhar crossover nos cinemas

Mark Wahlberg é destaque em nova imagem de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

A estreia de ‘Transformers 5 – O Último Cavaleiro‘ acontece em 20 de julho de 2017 no Brasil. O título se refere aos Cavaleiros de Cybertron, apresentados no quarto filme.

Optimus Prime tenta matar Bumblebee em comercial de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

 

‘Tour de Pharmacy’: Comédia da HBO sobre escândalos de dopping no ciclismo ganha novo trailer

As produções originais da HBO não perdem em nada para os grandes blockbusters e com a nova comédia ‘Tour de Pharmacy’, a história parece se repetir.

O novo filme para TV do canal aborda – de maneira ficcional – os inúmeros escândalos de doping envolvendo ciclistas profissionais ao longo dos anos. Embasado nos anos 80, a produção tem uma narrativa um tanto documental e ironicamente traz o símbolo do doping, Lance Armstrong, coroando o final do trailer.

Confira:

Dirigido por Jake Szymanski e escrito por Murray Miller, ‘Tour de Pharmacy’ conta com um elenco estelar, composto por Andy Samberg, Orlando Bloom, Daveed Diggs, John Cena, Dolph Lundgren, Phylicia Rashad, Freddie Highmore, Julia Ormond, Mike Tyson, Donald Glover, James Marsden e até mesmo J.J. Abrams (que espera-se ter uma aparição especial).

A comédia estreia na HBO americana em 8 de julho.

‘Mulher-Maravilha’ enterra ‘A Múmia’ nas bilheterias dos EUA

Mulher-Maravilha‘ não deu espaço para que ‘A Múmia‘ pudesse fazer uma boa estreia nas bilheterias norte-americanas.

O filme da heroína da DC surpreendeu em seu segundo final de semana, e arrecadou ótimos US$ 57,1 milhões. Em apenas duas semanas, o filme já soma US$ 205 milhões nos EUA.

Para se ter uma ideia, o longa teve uma queda de apenas 45% em sua segunda semana, a 2ª menor queda nas bilheterias entre os filmes da DC, perdendo apenas para ‘Batman Begins‘.

Para comparação, ‘Batman vs Superman‘ fez US$ 51 milhões em sua segunda semana, e ‘Esquadrão Suicida‘ arrecadou US$ 43 milhões.

A Múmia‘ estreou na segunda posição, com parcos US$ 32,2 milhões, um valor baixíssimo para um filme que custou US$ 125 milhões.

O longa está desempenhando melhor no mercado internacional, e teve a maior abertura da carreira do astro Tom Cruise fora dos EUA – com US$ 174 milhões arrecadados em 63 países.

Confira o TOP 10:

  1. Mulher-Maravilha – $57.2 milhões
  2. A Múmia – $3o milhões
  3. As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme – $12.3 milhões
  4. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar – $10.7 milhões
  5. Guardiões da Galáxia Vol. 2 – $6.2 milhões
  6. Ao Cair da Noite – $6 milhões
    Baywatch – $4.6 milhões
  7. Meagan Leavey – $3.7 milhões
  8. Alien – Covenant – $1.8 milhão
  9. Tudo e Todas as Coisas – $1.6 milhão

Novo ‘A Múmia’ tem easter egg do filme estrelado por Brendan Fraser em 1999 [SPOILER] 

Apesar de ter sido sepultada com extrema segurança em uma cripta nas profundezas de um deserto, uma antiga rainha (Sofia Boutella), cujo destino foi injustamente tirado dela, desperta nos dias atuais, trazendo com ela sua maldade cultivada ao longo dos milênios e terrores que desafiam a compreensão humana.

Das areias deslumbrantes do Oriente Médio, passando por labirintos escondidos e chegando nos dias de hoje em Londres, ‘A Múmia‘ traz uma surpreendente intensidade e equilíbrio e trilha um caminho que inaugura um novo mundo de Deuses e Monstros.

Crítica | A Múmia – Um início OK para o Dark Universe (Nota: 6.0)

A Múmia‘ já está em exibição nos cinemas.

 

Gal Gadot recebeu uma “mixaria” para estrelar ‘Mulher-Maravilha’

Segundo a Variety, a atriz israelense Gal Gadot recebeu apenas US$ 300 mil para participar de ‘Mulher-Maravilha‘, valor definido em 2015 quando ela assinou contrato para o filme.

O valor é baixo comparado aos US$ 20 milhões que os grandes astros de Hollywood recebem por filme.

Porém, o salário da atriz irá subir exponencialmente para a sequência e próximos filmes do Universo DC no cinema, agora que Gadot se transformou em uma atriz “Classe A” em Hollywood.

Vale lembrar que Mulher-Maravilha se tornou o filme mais comentado do ano no Twitter, nos Estados Unidos.

Foram cerca de 2.19 milhões de tweets focados tanto em Gal Gadot, quanto em Patty Jenkins – diretora do filme – e Chris Pine – intérprete de Steve Trevor.

A publicação também divulgou que a personagem título foi a mais comentada entre personalidades fictícias na rede social. ‘Batman‘ veio em segundo lugar e Steve Trevor completa o Top 3.

Vale lembrar que Mulher-Maravilha estreou nos Estados Unidos com US$ 100 milhões, quantia recorde para um filme dirigido por uma mulher.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Crítica 3 | Mulher-Maravilha – Um filmes pacifista…

…E DE MUITAS QUALIDADES

 

Mulher-Maravilha (Wonder Woman) é o filme mais comentado do ano no Twitter nos EUA. As razões vão além do aspecto artístico da obra. O ineditismo de um filme de super-heroína e a capacidade dos grupos feministas de pautarem a internet tem um peso significativo nesta repercussão. E já que o filme ainda está bombando – e deve continuar assim até o mês que vem, quando estreia Homem-Aranha: De Volta ao Lar (ou vocês acham que Baywacth tem essa força?!) – vou deixar aqui os meus dois centavos.

O caso da Mulher-Maravilha é um feliz encontro de crítica e público. Depois de sucessivos filmes problemáticos, a Warner e a DC acertaram a mão. Muitos falaram que é o melhor filme da casa desde a trilogia Batman do Nolan. Realmente, Mulher-Maravilha conseguiu tirar a DC do atoleiro, mas, isto não significa que o filme chegue perto de obras como Batman – O Cavaleiro das Trevas (para mim, o melhor filme de herói já feito). O que temos aqui é um filme muito bem feito, que consegue ser eficiente para alcançar seus objetivos (e isto significa arriscar pouco) e também consegue inovar um pouco no gênero.

Em muitos sentidos, Mulher-Maravilha aproxima-se da fórmula Marvel. Bem menos sombrio do que Batman vs Superman, o filme da Diana (Gal Gadot) consegue aquele equilíbrio entre ação, aventura, humor e drama que a Marvel estabeleceu. Neste ponto, Mulher-Maravilha é um filme conservador, que prefere seguir por caminhos conhecidos. Contudo, a diretora Patty Jenkins não deixa o filme virar um passeio no parque, afinal, estamos falando de um filme de guerra. E aqui começam as duas contribuições do filme. Primeiro, o filme consegue, em certos momentos, um tom mais grave, raro de se ver nos filme da concorrente (recentemente, só Logan conseguiu isso, e nem é dos estúdios Marvel). E, claro, a maior contribuição, é colocar a primeira heroína nas telas.

Muito já se falou do lado feminista do filme. O texto é evidente do começo ao filme. A diretora produz uma mise-en-scène que consegue problematizar muitos clichês, seja quando Diana lidera a tropa no campo de batalha, seja no enquadramento que valorizam a personagem sem apelar para seu lado sexual. A sexualização das personagens femininas é uma marca dos quadrinhos que pode ser notado, em menor grau, nos filmes. E Jenkins segue outro caminho, mostrando uma Diana dona de si, e não objeto – e não estou aqui fazendo nenhuma condenação aos diretores que adotam a sexualização, apenas constatando que Jenkins opta por captar a sua protagonista de forma pouco usual no universo dos heróis.

Mas, como muito já se falou sobre o feminismo e Mulher-Maravilha, dirijo minha atenção para outras qualidades do longa.

Estamos diante de um filme pacifista. A câmera de Jenkins consegue captar a tristeza da guerra e contrastá-la com os momentos de alegria após a libertação de uma vila pelos aliados. Este contraste, lá pelo meio do segundo ato, deixa bem claro que Mulher-Maravilha carrega um subtexto antibelicista.

Outro aspecto que me agradou muito foi o arco dramático da protagonista. Diana começa com uma visão idealista-inocente do mundo, acreditando que Ares é o único culpado pela guerra e que a humanidade é boa. E, quando começamos a nos cansar da insistência de Diana na sua busca por Ares, já estamos perto do ponto no qual ela perceberá as contradições humanas e compreenderá a sua verdadeira missão. O carisma que Gal Gadot empresta para a personagem é responsável por fazer o público embarcar nessa jornada.

Este lado humano de uma deusa pode parecer absurdo para alguns, mas é bastante compreensível quando pensamos que os deuses gregos eram criaturas poderosas e com sérios problemas de caráter.

Outro ponto que merece palmas para o filme é a fotografia. A diretora Patty Jenkins e o diretor de fotografia Metthew Jensen conseguiram extrair personalidade de uma estética estabelecida por Zack Snyder para o Universo DC no cinema. Nas cenas em Temiscira, há um fotografia sutil em tons de azul, vermelho e dourado (cores do uniforme da heroína) para marcar o aspecto mítico do lugar. A partir do segundo ato, Londres e os campos de batalha abraçam a paleta mais acinzentada e escura que caracterizou BvS. Aqui, porém, essa estética dialogou com o cenário de guerra.

Os poucos pontos fracos do filme são a sua galeria de vilões e o ato final, especialmente a parte da batalha, com um CGI fraco e uma composição de imagens pouco inspirada. E o fato do filme ter se aproximado da fórmula de sucesso da Marvel pode tanto soar como elogio quanto crítica. Pessoalmente, preferiria que a DC seguisse por outros caminhos, dando maior diversidade ao gênero de heróis, mas isto fica para outro texto.

E aí, gostou do filme? Curtiu a batalha final? O que achou da dinâmica entre Diana e Steve Trevor? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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Crítica | Nocturama

Selecionado para alguns festivais pelo mundo e absurdamente sem a mínima chance de ser exibido pelo circuito exibidor brasileiro (talvez pela falta de faro de muitas distribuidoras), exceto em um festival ou outro, o novo e impactante trabalho do excelente cineasta francês Bertrand Bonello (L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância), Nocturama, é uma trama cheia de reviravoltas que expõe um confronto de ideias e a falta de limite que pessoas comuns podem ter. O filme é uma grande crítica e expõe argumentos fortes que fala de maneira bem efetiva sobre muitos dos conflitos que assombram países de todo o planeta.

Na trama, conhecemos jovens de diversas etnias que se espalham por uma grande cidade francesa tramando alguma coisa que é revelada aos poucos. Um pouco do cotidiano desses jovens, já no dia da ação, mostram que são pessoas comuns que não geram nem tipo de alerta da polícia. Com a chegada da noite, se reúnem em uma loja de roupas de vários andares, onde é exposto um plano aterrorizante de diversos atentados em lugares previamente estudados. Ao longo dessa noite, muitas questões serão abordadas e o roteiro volta em algo parecido com flashbacks para explicar um pouco de como eles chegaram até esse dia.

Fica claro, por diversos diálogos ao longo das sequências, que os jovens não aguentam viver na sociedade onde vivem, cada um com seu motivo. Isso gera um conflito interno muito grande, um jovem segurança de um edifício com andares desativados, um casal de namorados que tinham a vida toda pela frente, jovens com estruturas emocionais fortes outros nem tanto. Cada um a sua maneira vai deixando de tentar viver a vida como ela é e embarcam em um plano inconsequente. A ficha parece que só cai quando estão confinados em uma loja no fim da noite, discussões e ações, além do conflito de ideias, tomam conta dos diálogos e as incertezas e o medo apontam para todos eles.  Presos em seus próprios pensamentos, o não saber o que fazer dali para frente é uma verdade que eles não conseguem esconder.

Bonello, que dirige e assina o roteiro, mais uma vez volta às telonas com uma trama intrigante e corajosa que expõe uma parte da sociedade em crise de consciência e totalmente inconsequente que muitas vezes encontra refúgio no seu gritar em atitudes que impactam negativamente ao todo levando o medo para outras pessoas. Nocturama é um filme para ser visto, discutido e analisado. Uma aula de cinema desse cineasta francês que possui trabalhos interessantes em sua vasta filmografia.

Crítica | The White King

Dirigido pela dupla Alex Helfrecht e Jörg Tittel, The White King, baseado na obra do escritor húngaro György Dragomán é um filme extremamente complexo que aborda um novo lugar, cheio de ideologias e princípios. O projeto, exibido em alguns festivais pelo mundo tem uma pegada meio Goonies dos novos tempos, com incrementos de ficção científica em um roteiro repleto de originalidade que explora as leis criadas por uma nova sociedade cheia de regras ofensivas, de controle absoluto e sem democracia. Essa ficção científica tem um excelente trailer e isso gera o interesse mas vendo o filme percebemos claramente que falta fôlego para a trama se sustentar, principalmente pelas lacunas não respondidas o que deixa tudo muito complicado de se entender.

Na trama, conhecemos um jovem chamado Djata (Lorenzo Allchurch) que vive uma vida cheia de regras em uma nova sociedade junto com sua mãe e seu pai Peter (Ross Partridge). Certo dia, após voltarem de um piquenique seu pai, um ex-major do exército do lugar é levado para uma espécie de prisão onde traidores são colocados. Seu filho então parte em busca de respostas para encontrar seu pai e para isso contará com algumas poucas ajudas ao longo desse caminho repleta de espaços não respondidos.

Uma construção de um novo mundo? Uma irmandade com novas ideias entre conflitos e ideais de um mundo que não existe mais? Militares e seus princípios duvidosos no poder? Que diabos é aquela estátua no alto da montanha que lembra muito o seriado Lost? Diversas perguntas (sem respostas) são feitas por nós meros mortais cinéfilos que tentamos entender esse longa metragem. O arco da amizade é bem feito, adapta os laços para a sociedade nova que foi imposta cheia de risco e onde a coragem é o principal trunfo. Já o tema central, a busca pelo pai desaparecido (ou melhor dizendo escondido em uma prisão que ninguém sabe onde é) é muito rasa. Nem outros personagens aparecendo na trama, como o avô do menino, um coronel aposentado e de prestígio ajudam a gente a entender melhor o que é direito esse projeto.

Taxado como ficção científica, e realmente é, o filme navega pelo drama durante bom tempo nesse universo criado por Dragomán repleto de brutalidade ditatorial e com personagens motivados por razões humanas envolvidos nas leis do universo, o amor de uma família. Infelizmente o filme tem apenas bons momentos, talvez o livro seja melhor.

Crítica | The King (Deoking)

Quem abre o coração à ambição, fecha-o à tranquilidade. Depois de um hiato de quatro anos após seu último longa-metragem Gwansang (2013), o cineasta sul coreano Jae-rim Han volta as telonas com um filme explosivo que abre feridas bastante expostas sobre a corrupção no submundo jurídico/político de uma Seul repleta de polêmicas e grandes trocas no poder. The King (Deoking) é um daqueles filmes onde a adrenalina toma conta de várias sequências, aproximando o espectador de subtramas repleta de gângsters, chantagens e muita ambição. O filme, que estreou no oriente em janeiro desse ano, ainda não tem data para desembarcar em nosso país.

Na trama, conhecemos, em um primeiro momento mais jovem, o brigão e relaxado Park Tae-su (interpretado pelo ótimo ator In-sung Jo), nascido na periferia da capital coreana, de família pobre, sendo criado por um pai trambiqueiro e que sempre arruma uma confusão. Estamos na década de 80 e aos poucos, via imprensa e por testemunhar seu pai desesperado implorando para um, cresce um desejo no protagonista em ser um promotor de justiça, cargo carregado de poder e influência em uma coreia recheado de casos violentos e corrupção em todos os escalões do poder. Assim, de preguiçoso e brigão, vira um estudioso intenso e consegue passar para a prestigiada faculdade de Direito se tornando um promotor. Chegando na nova função, nada do que sonhara (status, fama, dinheiro e poder) chega rapidamente e depois de insistir em um caso de abuso de um professor com uma aluna, acaba recebendo a chance de entrar para um grupo de promotores protegidos comandados por Han-Kang Sik (Woo-sung Jung) que exalam poder, fortuna e o controle do poder jurídico coreano. Vivendo agora do jeito que sonhou, acaba tendo também que sentir na pele as consequências de um lado sujo de sua profissão.

Tudo funciona muito bem no filme. O ritmo alucinante não deixa nem bebermos nosso refrigerante durante a sessão. Dividido milimetricamente em arcos poderosos, repleto de cenas com tons de humor dramático mesclando com dramas violentos, o filme conta em um pouco mais de duas horas a história do seu protagonista em décadas e toda a corrupção que a Coreia do Sul vive nesse tempo. O projeto não deixa de ser uma grande crítica ao sistema coreano mas que também pode ser ampliado a uma crítica mundial do setor. A troca de favores de pessoas influentes no campo jurídico/político, a escolha a dedo dos casos, a ligação com bandidos de alta periculosidade, tudo isso sabemos que acontece em muitas partes do mundo.

O filme tem méritos também por não fugir das responsabilidades do protagonista, e impor consequências severas pelos anos em que foi submisso a uma vida de riqueza de bens mas sem uma gota de compaixão humana. A transformação do personagem chega em torno de vingança, deixando o último arco com surpresas e cenas sensacionais, de tirar o fôlego. The King (Deoking) , sem previsão de estreia no Brasil (tomara que alguma distribuidora abra o olho para esse filmão) é um daqueles filmes que podemos dizer ser um dos melhores trabalhos do ano.

Jeremy Renner no cartaz e trailer do suspense ‘Wind River’

Liberado o mais novo cartaz de ‘Wind River‘.

No filme, Elizabeth Olsen e Jeremy Renner se uniram novamente nos cinemas, dessa vez para caçar um assassino em meio a uma floresta, no thriller ‘Wind River’.

Confira, com o trailer:

A trama traz o agente americano de Pesca e Vida Selvagem, Cory Lambert, que encontrou um corpo em meio à Reserva Indígena de Wind River. O FBI acaba enviando uma parceira para ajudá-lo com a missão, chamada Jane Banner. No entanto, a jovem não está preparada para lidar com as dificuldades oriundas da intemperes climáticas e da isolação gerada pelo intenso inverno de Wyoming. Ao longo da jornada, a dupla passa a descobrir que encontrar as respostas para suas perguntas é mais difícil do que imaginavam.

Wind River’ foi escrito e dirigido pelo roteirista de ‘Sicário: Terra de Ninguém’, Taylor Sheridan. A estreia da produção está agendada para 4 de agosto nos Estados Unidos.

Personagem [SPOILER] em ‘Mulher-Maravilha’ vai retornar para ‘Liga da Justiça’

[SPOILER] 

Não continue.

Como você sabe bem, Antíope, a tia de Diana, morreu já no primeiro ato de Mulher-Maravilha.

Com isso, em conversa com o Los Angeles Times, Robin Wright e Connie Nielsen confirmaram que as irmãs Hipólita e Antíope estarão de volta para ‘Liga da Justiça.

“Wright e eu também teremos mais cenas em Liga da Justiça. Como irmãs  também . Irmãs bastante valentes. Não podemos dizer, mas… é mais história, você terá mais detalhes sobre tudo o que passamos.”

A cena em questão é um flashback do momento em que as Amazonas, Atlantis e os Humanos se uniram para expulsar os parademônios da Terra pela primeira vez, há milhares de anos.

Durante a première de Mulher-Maravilha, o produtor Charles Roven revelou à Variety que Joss Whedon já estava trabalhando em Liga da Justiça antes mesmo do afastamento de Zack Snyder.

“Estamos animados com o filme, obviamente, mas ficamos tristes com os acontecimentos que fizeram Zack Snyder e Deborah Snyder saírem e entregarem as rédeas para Joss Whedon. Ele já estava trabalhando conosco em algumas cenas para as refilmagens que iremos fazer em breve. Foi muita sorte Zack ter o convencido, e ele concordou em entrar e terminar o filme – para ajudar Snyder a terminar sua visão. Estamos entusiasmados com isso.”

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Ciborgue (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

O elenco conta com Ben Affleck (‘Batman‘), Henry Cavill (‘Superman‘), Amy Adams (Lois Lane), Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha‘), Jason Momoa (‘Aquaman‘), Ezra Miller (‘The Flash‘), Raymond Fisher (‘Cyborg‘), Willem Dafoe, Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Diane Lane, Connie Nielson (Rainha Hipólita) e J.K. Simmons (Comissário Gordon).

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

A estreia está agendada para novembro de 2017.

 

Lançamento da sala 4DX no Rio de Janeiro – com ‘A Múmia’

O CinePOP esteve entre os veículos convidados para o lançamento da primeira sala com tecnologia 4DX no Rio de Janeiro, que ocorreu ontem, dia 7 de Junho. Além do tour pela sala, que incluiu a exibição de um trailer próprio para demonstrar os efeitos e um caprichado coquetel, tudo provido pelo anfitrião New York City Center, o maior complexo de cinemas da cidade, 18 salas ao total, onde se encontra a nova 4DX, a parceria com a Universal Pictures melhorou a experiência com a exibição para a imprensa do blockbuster A Múmia, protagonizado pelo astro Tom Cruise. A crítica do filme você já encontra no site, clicando neste link.

Para quem não está familiarizado com a tecnologia, a proposta é quase a mesma de um simulador de parque de diversões, desses que adoramos frequentar na Disney e afins. Na 4DX, poltronas especiais, mais largas, e uma estrutura que lembra mesmo a de um passeio num brinquedo, sacodem, mexem e vibram, simulando a sensação dos personagens na tela. Mas não apenas isso, dispositivos acionam sopro na nuca, algo se mexe em nossos pés, sentidos cutucadas nas costas e água espirra em nosso rosto. Também conseguimos sentir diferentes odores ao longo da jornada, fortes ventiladores pendurados no teto dão a sensação de vendaval, luzes acendem e piscam, e fumaça impregna o ambiente quando alguma explosão ocorre.

No tour pela sala, como aperitivo, foi exibido um trailer próprio, criado apenas para demonstrar os itens que a 4DX tem a oferecer. Antes do filme, as prévias de Homem-Aranha: De Volta ao Lar e Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, devidamente confeccionadas para a tecnologia também ganharam novos contornos e mais emoção. E quando o filme finalmente começou, a diversão foi garantida. A sala se preencheu de risadas, como se todos os profissionais, alguns mais velhos do que este cavalheiro antigo que vos fala, voltassem a ser crianças. Risadas estas que não seriam encontradas, se não fosse pelos efeitos fora das telas. Salas com a tecnologia 4DX, devidamente aprovadas pelo CinePOP.

‘Gilmore Girls’: Lauren Graham diz que nova temporada pode “desapontar as pessoas”

Em conversa com o IndiWere, Lauren Graham foi bem prática e taxativa ao dizer que uma possível nova temporada revival de Gilmore Girls poderia desapontar os fãs, sobretudo, porque as expectativas seriam muito maiores do que quando o TV Show retornou para uma temporada especial nas mãos da Netflix.

“Como experiência, essa temporada foi perfeita. Eu sempre disse, enquanto estávamos fazendo, que eu não podia ver mais episódios dessa forma. Daqui a cinco anos você tem um Natal muito Gilmore Girls? Talvez, mas não há mais motivo, exceto por diversão. E, na verdade, acho que existe muito mais risco se continuarmos – corremos o risco de desapontar as pessoas.”

A última atualização que tivemos de Gilmore Girls era que a Netflix tinha reunido os criadores da série para saber deles se haveria a perspectiva de uma nova temporada.

As atrizes Lauren Graham e Alexis Bledel receberam um total de US$ 3 milhões para retornarem como Lorelai e Rory Gilmore nao revival. Foram 750.000 dólares por cada um dos quatro episódios.

A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory, que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.

A última temporada teve o retorno de Jared Padalecki (Dean), Milo Ventimiglia (Jess), Scott Patterson (Luke), Yanic Truesdale (Michel), Kelly Bishop (Emily), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane), David Sutcliffe (Christopher) e Liza Weil (Paris).

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