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Sinopse completa do episódio que marca o retorno de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’

Agora sob o título de ‘Agents of SHIELD – LMD’, que significa Life Model Decoy, a série da Marvel ganhou sua primeira sinopse para o episódio de retorno, que será exibido dia 10 de janeiro.

Nas HQs, LMD se refere a um grupo de robôs do Universo Marvel Comics.

Confira, com o cartaz e o teaser oficiais:

“Com o Motoqueiro Fantasma ainda recente, os Agents of S.H.I.E.L.D. encontram-se em uma teia de novas ameaças. Os anti-inumanos estão ganhando influência política com o Senator Nadeer. Enquanto isso, sem o conhecimento da equipe, Aida sequestrou a agente May e a substituiu por uma cópia. Os temidos planos de Aida para May e para o restante da equipe ainda continuam um mistério.”

 

 

Vídeo de ‘The Magicians’ apresenta os novos personagens

O canal Syfy liberou um novo vídeo da segunda temporada de ‘The Magicians’, série baseada no best-seller de Lev Grossman. 

Confira, com o cartaz e trailer:

A trama acompanha Quentin Coldwater (Jason Ralph), jovem mágico de Nova York que é recrutado pela escola de magos Brakebills. Lá, ele descobre que o mundo de fantasia dos quais ele lê nos livros realmente existe.

Sosie Bacon, filha dos atores Kevin Bacon e Kyra Sedgwick, também está no elenco como Alice, estudante tímida que vem de uma linhagem de mágicos e se sente deslocada no mundo.

Sera Gamble (Supernatural) e John McNamara (In Plain Sight) servem como produtores executivos.

The Magicians’ retorna para sua nova temporada em janeiro de 2017.

SING – Quem Canta Seus Males Espanta

(SING)

 

Elenco:

As vozes na versão dublada são de Sandy (Meena), Wanessa Camargo (Ash), Fiuk (Johnny), Mariana Ximenes (Rosita) e Marcelo Serrado (Gunter).

As vozes na versão original são de Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Seth MacFarlane, Scarlett Johansson, John C. Reilly, Taron Egerton, Tori Kelly, Nick Kroll, Jennifer Saunders, Peter Serafinowicz, Leslie Jones, Jay Pharoah, Nick Offerman e Beck Bennett.

Direção: Garth Jennings

Gênero: Animação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 22 de Dezembro de 2016

Sinopse:

Situado em um mundo como o nosso, mas inteiramente habitado por animais, SING – Quem Canta Seus Males Espanta traz Buster Moon (dublado pelo vencedor do Oscar Matthew McConaughey), um Coala que comanda um antigo grande teatro que hoje tem passado por tempos difíceis. Buster é um eterno otimista – ok, talvez um pouco desonesto – que ama seu teatro acima de tudo e fará de tudo para preservá-lo. Agora, enfrentando o desmoronamento/falência de seu teatro, ele terá uma última chance para restaurar sua joia produzindo a maior competição de canto do mundo.

Cinco competidores de peso surgem: Um rato (Seth MacFarlane), uma elefoa adolescente tímida (Tori Kelly) com um enorme pânico do palco, uma mãe sobrecarregada (vencedora do Oscar® Reese Witherspoon) que cuida de sua ninhada de 25 leitões, um gorila jovem gangster (Taron Egerton) que procura não seguir os crimes de sua família, e um porco-espinho punk-rock (Scarlett Johansson), que luta para ter sucesso sozinha e deixar seu namorado arrogante de lado. Todos os animais chegam ao palco de Buster acreditando que esta é sua chance de mudar o curso de suas vidas.

Crítica | SING – Quem Canta Seus Males Espanta (Nota: 9.0)

 

 

Curiosidades:

» Com mais de 85 sucessos musicais de artistas como Lady Gaga, Frank Sinatra, Seal, Limp Bizkit e Nicki Minaj, a comédia tem direção de Garth Jennings e produção de Chris Meledandri e Janet Healy.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Capitão Fantástico

(Captain Fantastic)

 

Viggo Mortensen – Ben
George MacKay – Bo
Samantha Isler – Kielyr
Annalise Basso – Vespyr
Nicholas Hamilton – Rellian
Shree Crooks – Zaja

Direção: Matt Ross

Gênero: Romance, Comédia

Duração: 118 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 22 de Dezembro de 2016

Sinopse:

Com direção e roteiro de Matt Ross, o drama conta a história de um pai que se dedica ao máximo para transformar seus seis filhos em adultos extraordinários. Isolada da sociedade, a família será forçada a abandonar seu querido paraíso – criado em meio à floresta – quando é acometida por uma tragédia. A partir desse momento, a jornada para o mundo exterior passa a ser desafiadora, e a ideia do que é ser pai é colocada à prova.

Crítica | Capitão Fantástico  (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

» Protagonizado por Viggo Mortensen, de ‘O Senhor dos Anéis‘ e ‘Na Estrada‘, o drama ‘Capitão Fantástico‘ (Captain Fantastic) foi um dos grandes destaques dos festivais de Cannes e Sundance deste ano.

» No elenco, além de Mortensen, a produção conta com Frank Langella, George MacKay, Samantha Isler, Annalise Basso, Nicholas Hamilton, Shree Crooks, Charlie Shotwell, Ann Dows, Erin Moriarty, Missi Pyle, Karhryn Hahn e Steve Zahn.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica | SING – Quem Canta Seus Males Espanta

Após acertar com a animaçãoMeu Malvado Favorito‘, a Illumination Entertainment tentou espremer até o último caldo do sucesso da franquia, desenvolvendo sequências e um spin-off – bem fraco – focado nos ‘Minions‘.

Sofrendo com o desgaste da marca, o estúdio de animação resolveu se reinventar com duas novas produções em 2016: o fofo ‘Pets: A Vida Secreta dos Bichos‘ e ‘SING – Quem Canta Seus Males Espanta‘.

E o estúdio acertou: ‘SING‘ é seu melhor e mais divertido filme desde o primeiro ‘Meu Malvado Favorito‘.

Situado em um mundo como o nosso, mas inteiramente habitado por animais, a animação traz Buster Moon, um Coala que comanda um antigo grande teatro que hoje tem passado por tempos difíceis. Enfrentando o desmoronamento/falência de seu teatro, ele terá uma última chance para restaurar sua joia produzindo a maior competição de canto do mundo.

Cinco competidores de peso surgem: Um rato, uma elefoa adolescente, uma mãe sobrecarregada, um gorila jovem gangster e um porco-espinho punk-rock. Todos os animais chegam ao palco de Buster acreditando que esta é sua chance de mudar o curso de suas vidas.

A maneira como os personagens são apresentados beira a genialidade, com cenas sobrepostas embaladas por músicas pop e dançantes que vai te dar vontade de dançar na cadeira do cinema.

São mais de 85 sucessos musicais na trilha sonora, incluindo artistas como Lady Gaga, Frank Sinatra, Seal, Limp Bizkit e Nicki Minaj.

A direção estilosa de Garth Jennings cria um visual colorido e alegre que agradará não apenas as crianças, mas também os adultos – algo muito difícil nas animações hoje em dia. É um filme para toda a família, que traz uma bela mensagem sobre aceitação e diversidade.

Misturando ‘Zootopia‘ com ‘The Voice‘, ‘SING – Quem Canta Seus Males Espanta‘ é uma jornada musical cheia de ritmo e diversão, que vai te fazer sair do cinema pulando e cantarolando. Afinal, alegria contagia!

Crítica | Capitão Fantástico

Redoma Rachada

A criação de filhos é assunto delicado. Ao impor sua vontade e estilo de vida às crias, os pais automaticamente trilham um caminho para seu rebento, no qual eles podem se embrenhar aprofundadamente, tendo os progenitores como exemplo, ou se distanciar completamente, com o desejo de caminhar por suas próprias estradas. Este é o tema em vigor de Capitão Fantástico, filme escrito e dirigido pelo também ator Matt Ross (o Luis Carruthers de Psicopata Americano).

Na trama, Viggo Mortensen é o patriarca Ben Cash, que cria os seis filhos de uma forma bem inusitada, para dizer no mínimo. Nas florestas do Noroeste Pacífico, nos EUA, o protagonista vive em sua própria comunidade rural particular, educando suas crianças e adolescentes de uma forma única. Eles possuem teto e uma casa, mas vivem a maior parte do tempo ao céu aberto, se reunindo em volta de fogueiras e só utilizando abrigo quando necessário. Além disso, caçam e colhem para se alimentar, obviamente sem desperdícios, desconhecendo qualquer outra forma de sobrevivência.

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Sua educação, no entanto, é rigorosa, provida de grandes obras da literatura, livros técnicos e os ensinamentos do “capitão” desta tribo. Os jovens também são treinados no combate corpo a corpo, e no local – muito como A Vila, de M. Night Shyamalan – possuem tudo o que necessitam para uma vida pura e afastada das mazelas de uma sociedade doente. Isto é, até tais mundos, como era inevitável, colidirem.

De tempos em tempos, produções com esta temática, do desejo do homem por uma vida mais simples, resgatando valores antigos ao lado da natureza, são criadas, talvez com o propósito justamente de reafirmá-los. Principalmente em tempos cada vez mais modernos, no qual o antigo é esquecido com rapidez crescente. Obras como Na Natureza Selvagem (2007) e Indomável Sonhadora (2012) servem para enfatizar bem esta ponte, e Capitão Fantástico chega para completar esta trilogia acidental.

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Desgostosos com o mundo no qual viviam, o protagonista de Mortensen e sua esposa resolvem largar tudo e viver no meio do mato, aonde criaram seus filhos, em seu próprio paraíso, numa proposta com certas tintas hippie. Ao contrário do movimento que reinou da década de 1960 e 1970, a decisão do protagonista é mais concreta e exige grande sacrifício e aprendizado, tanto em questões físicas quanto intelectuais. Nada de ficar admirando a natureza e se entorpecendo, aqui é na base do estudo e de sequenciais testes. Quando a matriarca fica doente, volta para a cidade a fim de receber tratamento devido. Seu falecimento é o ponto de curva na trama.

Após a trágica perda, o pai e as crianças precisam encarar o mundo e voltar para a civilização, mesmo que momentaneamente. No local, irão encarar suas fragilidades e sua estrutura tida como perfeita, começará a ruir. Katherine Hahn e Frank Langella interpretam familiares prontos a apontar os problemas no estilo de vida planejado por este ideológico Tarzan moderno, criando embates interessantíssimos, dignos das mais acaloradas discussões acadêmicas.

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A certa altura, por exemplo, a personagem de Hahn, que interpreta a irmã do protagonista, o questiona sobre a importância do aprendizado escolar, o qual ele negligencia dos filhos. A resposta do sujeito vem acompanhada de uma comparação entre seu método de ensino e o das instituições tradicionais. Já Langella, o sogro, fica preocupado com a saúde física dos netos, que são diariamente postos à prova, arriscando suas vidas.

Capitão Fantástico possuía todos os elementos para se tornar uma Sessão da Tarde açucarada. No entanto, como nas produções citadas acima, transcende ao acrescentar momentos honestos e verdadeiros, ao mesmo tempo levantando questões dignas, as discutindo com propriedade e não de uma forma rascunhada. A força do texto de Ross está no envolvimento e na dissecação do assunto, levando a questão ao cerne. A direção acompanha, acertando o tom e distribuindo momentos equilibrados de humor e drama sem nunca se tornar piegas. Capitão Fantástico é um grande filme, feito sob medida para qualquer tipo de público. Fora isso, vale mencionar que as crianças são todas muito boas, destaque para George MacKay e Nicholas Hamilton, e que Viggo Mortensen entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira, conseguindo emocionar em uma cena chave, que muito bem poderia ser seu clipe na noite do Oscar. Já estou na torcida.

‘Scream Queens’ finalmente está pronta… para ser cancelada!

O final segunda temporada de ‘Scream Queens‘ foi ao ar na noite dessa quinta-feira na Fox e sem surpresas, a série teve uma queda de audiência ainda mais acentuada com relação à primeira temporada, mais precisamente cerca de 44%.

O último episódio foi assistido por apenas 1.38 milhão de pessoas, número extremamente baixo, principalmente, tendo em vista que a Fox nos Estados Unidos é canal aberto. No fim das contas, ‘Scream Queens‘ está praticamente com audiência de TV fechada.

E se no ano passado a série só não foi cancelada por ter o selo Ryan Murphy de criação, pode ficar certo que o canal não vai ter muita escolha a não ser encerrar o TV Show.

Fizeram parte do elenco principal nesta temporada: Kristie AlleyJamie Lee CurtisEmma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Keke Palmer, Glen Powell, Niecy Nash, Jerry O’Connell (de ‘Conta Comigo‘ e ‘Pânico 2‘), John Stamos (‘Full House’) e Taylor Lautner (‘Crepúsculo’).

Dos premiados produtores executivos Ryan Murphy (Glee, American Horror Story), Brad Falchuk (Glee, American Horror Story) e Ian Brennan (Glee), a nova temporada de ‘Scream Queens‘ abandona o campus da universidade por mais assassinatos misteriosos em um macabro hospital onde alguns dos casos médicos mais fascinantes e bizarros estão sob observação.

A segunda temporada contou com dois novos protagonistas masculinos . O ator nominado ao Emmy, John Stamos (‘Glee’), se junta ao elenco como o Dr. Brock Holt, o brilhante, porém misterioso, médico cirúrgico do hospital. Por outro lado, Taylor Lautner (‘Crepúsculo’) é o Dr. Cassidy Cascade, um jovem profissional com uma estranha condição médica e principal suspeito quando uma série de eventos trágicos agitam a instituição.

 

Produtor de ‘The Flash’ fala sobre a profecia de Savitar

No mid-season finale da terceira temporada de ‘The Flash‘, o novo vilão Savitar mostrou a Barry Allen (Grant Gustin) uma profecia sobre o seu futuro, e dos seus amigos também – principalmente Iris

CW libera duas cenas excluídas da terceira temporada de ‘The Flash’; Assista!

Em entrevista ao TVLine, Aaron Helbing (produtor executivo da série) falou sobre o objetivo do protagonista quando o programa retornar com episódios inéditos.

“Obviamente Barry ama Iris mais do que tudo e agora que ele tem um vislumbre do futuro, o impulso da temporada é Barry tentando fazer o que for preciso para salvá-la.” afirmou o produtor.

Depois o produtor também falou que nem tudo que a profecia de Savitar mostrou pode realmente acontece, pois em ‘The Flash‘ o futuro é totalmente maleável, por tanto nem tudo que o vilão falou pode realmente acontecer.

Neil Patrick Harris pode ser o vilão no crossover de ‘The Flash’ e ‘Supergirl’
The Flash‘ volta com novos episódios em 24 de janeiro nos EUA. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Meta-Humana Cigana é confirmada na segunda parte da 3ª temporada de ‘The Flash’

Perdeu a cena pós-crédito no 8º episódio de ‘The Walking Dead’?! Assista!

No melhor Marvel Studios, ‘The Walking Dead‘ passou a utilizar cenas pós-créditos como forma de aumentar a ansiedade para a nova leva de episódios.

Foi assim com Morgan e agora com… Pois é, não há como saber ao certo quem está vigiando Alexandria e quem possivelmente vai entrar na antiga moradia de Rick e seu grupo.

Assista:

O nono episódio será exibido no dia 12 de Fevereiro de 2017.

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot’ ganha vídeo com os interessantes bastidores

Com o objetivo de montar o terreno para a segunda parte da quarta temporada, Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot estreou da maneira mais fria possível.

Mas para quem curtiu a websérie, a Marvel liberou um vídeo completo com todos os bastidores.

A série trouxe as aventuras da Inumana Elena Rodriguez, interpretada por Natalia Cordova-Buckley, antes de se tornar uma agente da S.H.I.E.L.D.

Assista, com os seis episódios da série:






 

 

3ª e Última temporada de ‘The Leftlovers’ ganha primeira imagem oficial

A Entertainment Weekly liberou a primeira imagem oficial da terceira e última temporada de ‘The Leftovers‘.

Confira:

Lembrando que a série retorna em abril de 2017. A data, ao certo, ainda não foi revelado. Possivelmente virá com o primeiro trailer.

 

The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

The Leftovers

Cartazes da 2ª temporada de ‘Colony’ anunciam o retorno dos aliens

Considerada uma das séries mais interessantes de 2015, ‘Colony‘ retorna ainda mais eletrizante para sua segunda temporada pelo canal americano USA.

O retorno de ‘Colony está marcado para janeiro de 2017.

Confira os cartazes, com o trailer:

Colony‘ retorna quando a inteligência criada por aliens ainda está no controle da futurista cidade de Los Angeles. Em um esforço para obter seu filho de volta, Will (Josh Holloway) tem ajudado os Colaboradores e agora ele também sabe que sua esposa Katie (Sarah Wayne Callies) se aliou aos que lutam contra os invasores. Agora, eles terão que unir novamente forças na tentativa de reviver a família.

Novo vídeo de ‘Riverdale’ anuncia trailer repleto de mistérios

A série ‘Riverdale ganhou um novo teaser para apresentar o trailer, que será liberado hoje.

A produção, inspirada nos desenhos animados de A Turma do Archie, da década de 60, trará Archie Andrews (K.J. Apa) envolvido em um triângulo amoroso com Betty Cooper (Lili Reinhart) e Veronica Lodge (Camila Mendes).

Nesse meio tempo, todo o elenco estará envolto em uma trama de mistérios por meio dos dramas adolescentes e, claro, por mortes misteriosas.

Confira, com o cartaz:

A CW encomendou 23 episódios, com a exibição do primeiro marcada para a quinta-feira, 26 de janeiro de 2017.

 

Oscar 2017 | Nossas Previsões

Olá, queridos leitores do CinePOP. A ressaca da última premiação do Oscar sequer passou para muitos (Leonardo DiCaprio que o diga), mas as apostas para a edição 2017 começam a pipocar nos veículos especializados. Mesmo que a maioria dos filmes possivelmente indicados ainda não tenham estreado oficialmente, tendo sido exibidos somente em festivais de cinema pelo mundo, o hype ao redor de tais obras, criado por quem já pôde conferi-las, é o suficiente para fazê-las sair como as prediletas. Como não gostamos de perder tempo, resolvemos lançar nossa previsão também, tentando adivinhar quais produções irão cair no gosto dos votantes este ano. Então, prepare-se para anotar os próximos filmes imperdíveis na temporada de prêmios 2017.

O Nascimento de uma Nação

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Desde que foi exibido no Festival de Sundance em janeiro deste ano, esta espécie de reimaginação do clássico homônimo de 1915, dirigido por D.W. Griffith (hoje considerado um filme extremamente racista), despontou como um dos favoritos a prêmios do ano. Aqui, o diretor e protagonista Nate Parker subverte o tema, usando o mesmo título, para contar a história de uma revolução de escravos, comandada por seu personagem. O novo Birth of a Nation chega também para contestar o chamado Oscar so White das últimas edições do prêmio, nas quais nenhum ator negro ou filme com tal tema foi lembrado para indicações. Birth of a Nation pode garantir pelo menos três categorias, direção e ator principal para Nate Parker, além de melhor filme. Isto é, se a polêmica envolvendo Parker em uma acusação de estupro não ofuscar totalmente este que parece ser um grande filme. Birth of a Nation tem 88% de aprovação da crítica, e estreia marcada para o dia 7 de outubro nos EUA. Os brasileiros, como sempre, terão que esperar um pouco mais para ver o filme, que chega por aqui no dia 26 de janeiro de 2017 – completando um ano de sua primeira exibição.

Sully: O Herói do Rio Hudson

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Um piloto percebe um defeito em seu avião e precisa estrategicamente realizar um pouso forçado. Tido inicialmente como um herói, o sujeito logo começa a ser alvo de uma investigação que busca descobrir se sua manobra na realidade era necessária ou se terminou por arriscar a vida dos tripulantes. Sim, você já viu esta história antes, e não, você não voltou para uma sessão de O Voo (Flight, 2012), com Denzel Washington. Os dois filmes utilizam tramas bem similares e se serve de incentivo para a nova produção, o filme com Washington, dirigido por Robert Zemeckis, foi indicado para dois prêmios no Oscar 2013. A verdade é que O Voo muito possivelmente se inspirou na história de Sully e tantos outros relatos de desastres aéreos, já que é uma obra de ficção. Sully, por outro lado, é baseado em fatos e traz o queridinho da Academia Tom Hanks como protagonista. Se isso não bastasse, o filme é dirigido por outra prata dos votantes, o veterano Clint Eastwood, realizando outro trabalho grandioso. Sully pode emplacar nas categorias de melhor filme, diretor para Eastwood, ator para Hanks e inclusive vem sendo cotado na categoria atriz e ator coadjuvante – Laura Linney e Aaron Eckhart respectivamente. Sully tem 83% de aprovação da imprensa, já estreou nos EUA e chega ao Brasil no dia 1º de dezembro.

A Chegada

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Um dos filmes mais mencionados por especialistas como um dos grandes favoritos tem a estrela Amy Adams como protagonista. Deixe para o prestigiado canadense Denis Villeneuve emplacar uma ficção científica entre as produções mais elogiadas deste fim de ano. O diretor não é estranho aos prêmios da Academia e já esteve presente três vezes no evento (com indicações para Incêndios, Os Suspeitos e Sicario). Aqui, nesta superprodução dramática da Sony, Amy Adams é quem estrela na pele de uma linguista trabalhando para militares a fim fazer contato com alienígenas em grandes naves que vieram visitar a Terra. Soa como um Independence Day sério, artístico e mais voltado ao psicológico dos personagens do que para a ação. Tem tudo para entrar para a história. A Chegada pode emplacar na categoria de melhor filme, diretor para Villeneuve e protagonista para Adams – que tem outra atuação importante na disputa para o ano que vem e cinco indicações no passado, sem vitória. O filme fez seu debute no festival de Veneza no início do mês, e seguiu para Telluride nos EUA e Toronto. A Chegada tem 100% de aprovação da imprensa (lembrando que poucos puderam conferir) e estreia programada para 11 de novembro nos EUA e um dia antes, no dia 10, aqui no Brasil.

Silêncio

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O que seria de uma corrida do Oscar sem a participação de um trabalho do mestre Martin Scorsese. Silence, o novo filme do monstro sagrado, é um épico que narra a jornada de dois padres jesuítas ao Japão a fim de localizar seu mentor e propagar a mensagem do cristianismo, enquanto encaram a violência e perseguição, no século XVII. Um projeto há tempos anunciado que ganha forma sem que muito seja divulgado, Silence marca o retorno de Scorsese depois do barulho feito por O Lobo de Wall Street (2013). O problema é que o tio Scorsese não exibiu seu Silêncio em nenhum festival de cinema, deixando os possíveis elogios ao longa no escuro, a serem divulgados somente após a estreia oficial do filme – mas vindo do cineasta alguém tem dúvidas? Silence pode render indicações nas categorias de melhor filme, diretor para Scorsese e coadjuvante para Liam Neeson. Em menor escala, Andrew ex-Homem-Aranha Garfield sai na disputa de melhor ator. Lembrando que o elenco faz uso do rouba cenas Adam Kylo Ren Driver. Silence, obviamente não possui porcentagem de aprovação da imprensa, e tem estreia limitada em novembro nos EUA, chegando ao Brasil no dia 26 de janeiro de 2017.

La la Land – Cantando Estações

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La la Land pode se revelar o melhor filme de Woody Allen não dirigido pelo cineasta. Todos os elementos de paixão do diretor octogenário estão lá: um pianista de jazz se enamora por uma aspirante a atriz, neste musical que vem coletando elogios e disparando como um dos favoritos na corrida do Oscar. Na verdade, o filme tem no comando o menino de ouro Damien Chazelle, que parou o mundo do cinema há dois anos com o fantástico Whiplash – Em Busca da Perfeição, uma das melhores produções de seu respectivo ano. Agora, Chazelle se embrenha novamente pelo terreno da música, mais uma vez assinando o roteiro, e embarcando na ala dos jovens diretores mais prestigiados da atualidade. Não prejudica ter no elenco um par de atores do momento. Ryan Gosling e Emma Stone tem química de sobra e já provaram isso em Amor a Toda Prova (2011) e Caça aos Gângsteres (2013), entrando para a história como uma das grandes duplas do cinema moderno. Mais que isso, La la Land tem tudo para ser seu melhor trabalho juntos. Pela premissa e trailer, o filme enaltece justamente o que precisamos, vide que as produções geralmente lembradas são as que ressaltam a dureza e crueldade da vida. Produções positivas como esta fazem falta. La la Land vem chamando atenção e pode render indicações de melhor filme, diretor para Chazelle e para o casal de protagonistas. O filme marca 96% de aprovação da imprensa (lembrando que foi visto por poucos), tendo feito sua estreia no final de agosto no Festival de Veneza, seguindo para Telluride e Toronto. A estreia nos EUA ocorre no início de dezembro de forma limitada, chegando ao Brasil no dia 12 de janeiro de 2017.

A Longa Caminhada de Billy Lynn

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O novo filme do cineasta taiwanês Ang Lee tem o mesmo problema da obra de Scorsese, não foi exibido (isto é, no caso deste, será brevemente em outubro no Festival de Nova York antes de sua estreia). Mesmo assim, pela sinopse, trailer, prestígio e talentos envolvidos, os especialistas já começam a dar como certa a inclusão do filme entre os concorrentes a uma vaga. A obra de visual incrível soa, pela sinopse, como um tapa de luva na face de políticos pró-guerra. Baseado num livro, o roteiro narra a volta para casa do personagem título, um jovem de 19 anos, celebrado em sua cidade natal como um herói. Através de flashbacks, conhecemos o que verdadeiramente passou com o jovem durante seu tempo na guerra do Iraque. Billy Lynn pode render indicações para melhor filme, diretor para Lee, ator protagonista para o estreante Joe Alwyn, que interpreta o personagem título, ator coadjuvante para Steve Martin (ainda temos Vin Diesel no elenco) e, para a fúria dos haters, melhor atriz coadjuvante para Kristen Stewart – sim, ela mesmo! Billy Lynn ainda não possui porcentagem de avaliação dos especialistas, e tem estreia programada para o dia 11 de novembro nos EUA e dia 19 de janeiro de 2017 no Brasil.

Fences

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Se Birth of a Nation não emplacar como resposta a uma cerimônia do Oscar mais diversificada, Fences o fará. Melhor ainda se ambos fizerem. Trata-se da nova produção dirigida pelo astro Denzel Washington, que já mostrou no passado ser um cineasta de mão cheia, com Voltando a Viver (2002) e O Grande Debate (2007). Baseado na peça de August Wilson, vencedora do prêmio Pulitzer e do Tony, a trama narra a vida de uma família negra nos EUA na década de 1950, cujo pai (Washington) enfrenta problemas raciais ao mesmo tempo em que tenta criar seus filhos. Fences (Cercas, na tradução literal) possui um tema poderoso, criando grande expectativa, mesmo sem ter sido exibido previamente em qualquer lugar. Além de Washington, o elenco destaca a sempre ótima Viola Davis, no papel de sua esposa. Fences pode levar indicações para melhor filme, diretor e ator para Washington e atriz para Davis. O filme terá sua estreia nos EUA no dia 25 de dezembro. No Brasil, a data de estreia ainda não foi definida.

Manchester à Beira-Mar

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Todo ano em época de premiações temos a cota de filmes independentes saídos do Festival que é a casa deles, Sundance. Este ano, um dos filmes que mais chamou atenção foi este drama dirigido por Kenneth Lonergan, do problemático Margaret (2011). A carreira de Lonergan poderia ter acabado com a obra citada, protagonizada por Anna Paquin e Matt Damon, que se tornou uma espécie de Chatô americano, demorando anos para ser finalizado e precisando utilizar dinheiro dos amigos atores. Bem, a produção foi elogiada e tudo foi esquecido. O cineasta dá a volta por cima com um dos filmes mais elogiados deste ano e que vem despertando grande falatório de prêmios. Manchester by the Sea é um drama emotivo que conta a história de um tio (papel de Casey Affleck), obrigado a se tornar pai, cuidando do próprio sobrinho, após a morte de seu irmão e da esposa. O trailer é melancólico o suficiente e chama atenção. Manchester pode ser indicado nas categorias de filme, diretor para Lonergan, ator para Affleck e atriz coadjuvante para Michelle Williams, uma das favoritas na categoria. O filme tem 96% de aprovação da imprensa, e fará sua estreia nos EUA no dia 18 de novembro, chegando ao Brasil pela Sony Pictures no dia 12 de janeiro de 2017.

Loving

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Festivais de cinema pelo mundo são mesmo um termômetro forte para época de premiações. Aqui, temos um exemplar saído de Cannes, o festival mais prestigiado do mundo. Loving é a nova obra do talentoso Jeff Nichols, que presenteou o mundo com pérolas como O Abrigo (Take Shelter, 2011) e Amor Bandido (Mud, 2012). Seu mais recente trabalho, Destino Especial (Midnight Special, 2016), apesar dos elogios, viu um lançamento direto no mercado de vídeo brasileiro. A redenção virá na forma deste novo trabalho, que vem conquistando mais e mais especialistas. Loving é um drama biográfico racial, mostrando que este ano a Academia não terá muito para onde fugir. O filme apresenta a historia real de Richard e Mildred Loving, um casal que acaba preso, simplesmente pelo fato de terem se casado, pertencendo a raças diferentes, na Virgínia de 1958. Quem comanda o show na frente das câmeras é o multifacetado Joel Edgerton e a revelação elogiada Ruth Negga. Nem precisa dizer que o filme, Nichols, Edgerton e Negga são concorrentes imediatos a todos os prêmios que o cinema possa oferecer-lhes. Loving tem 92% de aprovação da imprensa e faz sua estreia nos EUA no dia 4 de novembro. No Brasil, o filme ainda não recebeu uma data de estreia.

Filmes Feel Good

Os filmes feel good são obras positivas, geralmente no gênero comédia dramática ou dramas açucarados, daquele tipo lacrimoso, confeccionado para arrancar suspiros do público, mas que pode fazer o cinéfilo mais calejado revirar os olhos. O que de forma alguma significa falta de qualidade em tais produções. Em anos recentes tivemos exemplos como Histórias Cruzadas (2011), A Teoria de Tudo (2014) e O Jogo da Imitação (2014). No próximo ano, poderemos ter novos representantes deste cinema, digamos, seguro e sem grande criatividade, entre os filmes que emplacarão na época de premiações. Dois deles se destacam.

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O primeiro é Hidden Figures, que tem no elenco duas atrizes lembradas recentemente em premiações – Taraji P. Henson (indicada ao Oscar como coadjuvante por O Curioso Caso de Benjamin Button) e Octavia Spencer (vencedora do Oscar como coadjuvante justamente pelo citado Histórias Cruzadas) – e um elenco de peso, que inclui o veterano Kevin Costner, Kirsten Dunst e a cantora Janelle Monáe em um de seus primeiros papeis no cinema (ela também está presente em Moonlight). O filme é dirigido por Theodore Melfi, de Um Santo Vizinho (2014) – também um feel good – e fala sobre as mulheres negras que ajudaram a NASA com números e dados importantes para o lançamento do programa espacial norte-americano na década de 1960. Hidden Figures fará sua estreia no Canadá e EUA em janeiro e chega ao Brasil pela Fox no dia 23 de fevereiro.

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O outro feel good que pode emplacar nas premiações é Lion, drama agridoce sobre um menino indiano de cinco anos que se perde da família e é adotado por um casal australiano. Anos depois, já adulto, nas formas de Dev Patel (Quem quer Ser um Milionário?), ele decide sair à procura da família de sangue. No elenco, pratas do Oscar e premiações como Nicole Kidman (vencedora do Oscar por As Horas), no papel da mãe adotiva, e Rooney Mara (indicada ao Oscar por Millennium e Carol), no papel da namorada do rapaz. Lion é dirigido pelo estreante em longas Garth Davis, fez seu debute no Festival de Toronto deste ano e chega aos EUA no dia 25 de novembro. No Brasil, o filme é prometido pela Diamond Films para o dia 19 de janeiro de 2017.

Obscuros e Subversivos

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Amy Adams (sim, ela de novo) é a protagonista de Animais Noturnos, suspense dramático que mais desperta o interesse deste que vos fala dentre os itens desta lista. É só conferir o trailer que acabou de ser divulgado. Na trama, Adams interpreta a ex-mulher do escritor vivido por Jake Gyllenhaal, que acaba de lançar um livro violento e perturbador dedicado à antiga cônjuge. Por não terem terminado o relacionamento da forma mais positiva, isto faz com que a protagonista tome medidas cautelares com medo de que algo de fato a aconteça. No elenco, um dos mais brilhantes do ano, estão Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough e Michael Sheen. A direção é de Tom Ford, estilista transformado em cineasta, que emplacou no Oscar 2010 com o ótimo Direito de Amar (A Single Man). Animais Noturnos estreou em Veneza e seguiu para Toronto agora em setembro. O filme estreia de forma simultânea no Brasil (pela Universal) e EUA no da 17 (18) de novembro.

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Além de Amy Adams, temos a volta da cantora Janelle Monáe a um filme que vem despertando falatório de prêmios. Moonlight, no entanto, centra na história do jovem Kevin, em três fases de sua vida (interpretado respectivamente pelos atores Jaden Piner, Jharrel Jerome e André Holland). A trama apresenta a infância, adolescência e vida adulta de um protagonista negro tentando sobreviver no submundo das drogas de Miami, ao mesmo tempo em que descobre o amor em lugares inesperados e tenta mudar sua vida. Moonlight é escrito e dirigido por Barry Jenkins e tem no elenco o rosto conhecido de Naomie Harris. O filme foi exibido nos Festivais de Telluride e Toronto, com estreia programada para 21 de outubro nos EUA. No Brasil, ainda não foi definida a data de estreia.

Blockbusters

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Com a vaga aumentada na categoria principal para até dez filmes, vimos a indicação de produções miradas ao entretenimento e ao grande público sendo tratadas de forma séria. Filmes como Avatar (2009), Up – Altas Aventuras (2009), A Origem (2010), Toy Story 3 (2010) e Gravidade (2013) mostraram que pode haver diversidade em relação ao que é considerado “filme sério”, pavimentando o caminho para novas obras do tipo.

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No próximo ano, pode chegar a vez de produções elogiadas, que obtiveram um grande sucesso financeiro também, como Mogli – O Menino Lobo, de Jon Favreau; Zootopia e Moana da Disney; Passageiros, ficção científica com Jennifer Lawrence e Chris Pratt, dirigida por Morten Tyldum (O Jogo da Imitação); Beleza Oculta, com Will Smith e grande elenco, dirigido por David Frankel (O Diabo Veste Prada), mostra o encontro do protagonista com entidades abstratas como o Amor e a Morte.

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Temos ainda Até o Último Homem, filme de guerra dirigido por Mel Gibson; Sete Minutos Depois da Meia Noite, fantasia dirigida pelo espanhol J.A. Bayona (O Impossível); e Horizonte Profundo, filme catástrofe estrelado por Mark Wahlberg.

Atrizes

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As atrizes mais cotadas até o momento, além das já citadas acima, são Natalie Portman por seu retrato da primeira dama Jacqueline Kennedy em Jackie, filme do chileno Pablo Larraín (No); Meryl Streep por Florence: Quem é Essa Mulher?, filme do veterano Stephen Frears que já estreou e passou em branco aqui no Brasil; a renomada francesa Isabelle Huppert pelo suspense Elle, de Paul Verhoeven (Instinto Selvagem).

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Kate Beckinsale, Alicia Vikander, Rosamund Pike e Marion Cotillard também vêm sendo muito mencionadas por suas performances nos filmes Amor & Amizade, A Luz Entre Oceanos, A United Kingdom e Aliados, respectivamente.

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O Brasil torce por uma indicação para Sonia Braga pelo polêmico Aquarius. Duas das favoritas, no entanto, são Emily Blunt por A Garota no Trem, considerado o Garota Exemplar do ano; e Jessica Chastain pelo thriller dramático Miss Sloane, uma espécie de Obrigado por Fumar (2005), sem humor e trocando a indústria do tabaco pela de armas.

Atores

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No quesito atores, além dos citados anteriormente, o renovado Michael Keaton dá novamente as caras em Fome de Poder, biografia do fundador do McDonald´s. Matthew McConaughey, outro ator renovado, também corre na disputa com Gold, filme sobre dois aventureiros explorando minas de ouro na Indonésia, inspirado em eventos reais. No filme McConaughey está transformado fisicamente, como os votantes de prêmios gostam. Joseph Gordon-Levitt também criou um interessante trabalho de voz para personificar Edward Snowden, na biografia Snowden, de Oliver Stone.

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Miles Teller poderá receber consolo pela não indicação por Whiplash em Bleed for This, no qual interpreta um boxeador. E Adam “Kylo Ren” Driver vem arrancando elogios como um motorista de ônibus sensível em Paterson, de Jim Jarmusch. Já Chris Pine vive um assaltante em Hell or High Water, um dos filmes mais elogiados do ano nos EUA, e Eddie Murphy (sim, ele) pode ter nova chance de prêmios com sua comentada atuação em Mr. Church. Finalizando, o rouba Oscar Ben Affleck entrega sua nova produção com cara de prêmios. Trata-se de A Lei da Noite, sobre mafiosos na época da lei seca, baseado num livro de Dennis Lehane.

Acha que esquecemos de algum filme que promete estar nas premiações? Deixe sem comentário.

Ator comenta sobre possível retorno de Flash Negro na 3ª temporada de ‘The Flash’

Teddy Sears, que interpretou Hunter Zolomon (Zoom) na segunda temporada de ‘The Flash‘, concedeu uma entrevista ao TV Guide.

CW libera duas cenas excluídas da terceira temporada de ‘The Flash’; Assista!

[SPOILER]

Para quem não lembra, ou se você ainda não viu a season finale da segunda temporada, no grande embate entre Flash (Grant Gustin) e Zoom, alguns Time Wraths transformaram o vilão no Flash Negro, e posteriormente ele desapareceu.

Neil Patrick Harris pode ser o vilão no crossover de ‘The Flash’ e ‘Supergirl’

Durante a entrevista Teddy Sears foi questionado se poderia voltar na atual temporada de ‘The Flash‘, mas agora como o Flash Negro. O ator não deu certeza, mas também não descartou a possibilidade.

“Zoom foi transformado em Flash Negro, que tem um lugar na mitologia de ‘The Flash’. Ele é como um ceifador de velocistas. Andrew Kreisberg, o escritor principal, falou que tem interesse em ter um retorno do Flash Negro em algum momento da série.”

Meta-Humana Cigana é confirmada na segunda parte da 3ª temporada de ‘The Flash’

O ator também revelou que mesmo existindo alguma possibilidade, o mesmo não sabe se teria disponibilidade para as gravações. Teddy Sears é integrante do elenco de ‘24: Legacy‘ (spin-off de ‘24 Horas‘). Outro problema seria a localidade, já que as duas séries são gravadas em lugares diferentes.

“Seria muito legal retornar. Só teremos que ver se os caras do outro lado se sentem da mesma maneira. Parece que sim, mas é engraçado, agora eu pertenço a Fox, por isso há muitas pessoas que teriam que fazer um sinal positivo. Mas eu realmente espero que sim.”, afirmou Sears.

The Flash‘ volta com novos episódios em 24 de janeiro nos EUA. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

‘The Flash’ está de volta em tenso vídeo do 10º episódio

Com saudades do ‘The Flash‘?!

Então, vem que já tem promo quentinha do 10º episódio.

O vídeo acabou de ser liberado pela CW.

Assista:

A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

Muita ação em prévia que marca o retorno dos novos episódios de ‘Supergirl’

Com retorno marcado para o final de janeiro, a ‘Supergirl‘ continuará com muitos problemas ao longo da nova leva de episódios da segunda temporada.

Assista:

Supergirl‘ retorna com episódios inéditos em 23 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.

EXCLUSIVO: Assista um clipe cheio de magia de ‘Caçadores de Trolls’, série da Netflix

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe de ‘Caçadores de Trolls‘ (Trollhunters).

A Netflix lançará a mais nova série animada do brilhante e imaginativo Guillermo del Toro no dia 23 de dezembro de 2016.

Assista:

Quando o adolescente Jim Lake Jr. encontra um amuleto místico em seu caminho para a escola uma certa manhã, ele inadvertidamente descobre uma extraordinária civilização secreta de poderosos trolls sob a pequena cidade de Arcadia. Determinado e procurando por aventuras, mas completamente despreparado para as responsabilidades que recairão sobre ele, Jim é forçado a usar o manto sublime do Caçador de Trolls, jurando proteger os bons trolls de inimigos poderosos que buscam vingança. Primeiro humano a ter esta honra, Jim abruptamente vai da luta diária pelo caos da escola a se juntar a uma guerra que dura há séculos, um conflito que agora ameaça toda a humanidade e os trolls.

Crítica | Pânico – O 4 Filmes

Pânico 

Nota CinePOP: 9,5/10
Nota IMDb: 7,2
Nota Metacritic: 65
Nota RottenTomatoes: 78%

Com o fim dos anos 80, os filmes de serial killers entraram em franca decadência. Após várias sequências risíveis de ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do pesadelo‘ e ‘Halloween‘, os filmes de terror tiveram uma queda de qualidade, e o gênero foi limado das telas do cinema.

Em 1996, eis que surge um novo terror, citado pela Variety antes de sua estreia como ‘D.O.A’ (Dead on Arrival, gíria para ‘futuro fracasso nas bilheterias’).

Era ‘Pânico‘ (Scream), dirigido pelo mestre do terror Wes Craven (‘A Hora do Pesadelo’) em parceria com o roteirista Kevin Williamson, até então desconhecido.

O grande acerto do primeiro filme foi trazer a direção ágil de Craven, contribuída pelo roteiro brilhante de Williamson – que criou uma trama lotada de referências à outros filmes do gênero (Halloween, Sexta-Feira 13), e conseguiu brincar com os clichês costumeiros desse tipo de produção.

A cena inicial que traz Drew Barrymore (a atriz mais conhecida do elenco na época) chega a dar calafrios, e se tornou um marco na história do cinema assim como o assassinato no chuveiro de ‘Psicose‘. Ambos os filmes mataram suas grandes estrelas no começo da produção, aumentando o suspense e mostrando que todas as cartas estavam na mesa.

A cena final (a revelação do assassino) também se tornou icônica, iniciando diversos derivados no mesmo estilo, como ‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado 1 e 2‘, ‘Prova Final‘, ‘Lenda Urbana‘, entre outros.

Pânico’ não obteve grande sucesso em sua estreia, mas o boca a boca positivo fez o filme crescer nas semanas seguintes. Era um fenômeno de bilheterias, e o começo de uma nova era para o terror, que rendeu vários frutos e um novo subgênero.

O filme custou US$ 14 milhões e arrecadou US$ 195 milhões mundialmente – se tornando o filme slasher com maior bilheteria até hoje.

 

Pânico 2

Nota CinePOP: 8,5/10
Nota IMDb: 6,2
Nota Metacritic: 63
Nota RottenTomatoes: 81%

Dois anos após o massacre em Woodsboro, Sidney Prescott (Neve Campbell) e Randy Meeks estão tentando refazer suas vidas em uma nova cidade. Estudando no colégio de Windsor, eles vão lidar com uma nova onda de assassinatos quando o terrível psicopata retorna para assombrá-los nas vésperas do lançamento do filme baseado nos seus crimes.

Pânico 2‘ conseguiu ainda mais sucesso ao parodiar as sequências, que sempre traziam mortes mais sangrentas e mais vítimas. Novamente roteirizado por Williamson, o filme é considerado pelos fãs como tão bom, ou até melhor, que o original.

A cena em que Courteney Cox é perseguida dentro de um estúdio de som deixou todos os fãs grudados na cadeira, levando muitas pessoas aos prantos no momento em que ela vê seu amado ser esfaqueado.

Sem contar nas participações especiais: ver Sarah Michelle Gellar (‘Segundas Intenções’) sendo perseguida pelo Ghostface foi um orgasmo nerd.

A revelação final dos assassinos deixou um pouco a desejar, já que a graça da franquia era descobrir quem estava por trás da máscara – e ambos os assassinos mal aparecem no filme.

O filme arrecadou US$ 188 milhões mundialmente, e transformou a franquia em uma das mais bem sucedidas de Hollywood.

 

Pânico 3

Nota CinePOP: 8,0/10
Nota IMDb: 5,5
Nota Metacritic: 56
Nota RottenTomatoes: 36%

A franquia decaiu nas bilheterias com ‘Pânico 3‘ (2000), que trocou o roteirista Williamson por Ehren Kruger (‘A Chave Mestra’).

Apesar de muitos fãs torcerem o nariz para o filme, eu acho o mais divertido de todos. Além de parodiar as produções hollywoodianas, o filme adiciona ação à franquia, com explosões e cenas de perseguição mais elaboradas.

A história ocorre três anos depois dos eventos do segundo filme. A repórter Gale tornou-se apresentadora de um programa de celebridades e Sidney isolou-se da humanidade, vivendo reclusa nas montanhas. Enquanto isso, Hollywood fatura alta produzindo o terceiro filme baseado nos assassinatos em Woodsborro. No set de filmagens, o serial killer com cara de fantasma volta a atacar.

Para quem não sabe, o roteiro foi alterado para que Neve Campbell pudesse gravar suas cenas em apenas duas semanas (ela não queria fazer o filme pois estava com diversos outros projetos). Sendo assim, a nossa heroína deu espaço para novos coadjuvantes brilharem.

A ideia de levar a franquia para Hollywood foi genial, com exceção de alguns exageros, como a máquina de alterar a voz do assassino – que podia imitar qualquer um dos personagens do filme.

O filme arrecadou apenas US$ 142 milhões mundialmente.

Como na década de 80, o subgênero começou a esgotar, e após algumas bombas, os filmes de terror encontraram outras fórmulas e franquias (‘Jogos Mortais’, ‘O Chamado’) para seguir adiante.

 

Pânico 4

Nota CinePOP: 9,0/10
Nota IMDb: 6,2
Nota Metacritic: 52
Nota RottenTomatoes: 59%

Quinze anos depois que ‘Pânico‘ começou com o aterrorizante telefonema que mudou o terror para sempre, o diretor Wes Craven, o roteirista Kevin Williamson e os astros Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retornaram para uma ousada nova participação na adorada série.

Numa era de reboots e remakes, ‘Pânico 4‘ homenageia seus fãs com uma sequência tão aguda e irreverente quanto o original.

Pânico 4’ estreou com a promessa de se auto-renovar em uma nova década, fazendo paródia com o subgênero que ele mesmo criou. E Kevin Williamson conseguiu. O roteirista adiciona tudo que funcionou nos anteriores, e renova a franquia para uma nova audiência. Seu texto mistura terror e comédia de maneira sensacional, criando um novo recomeço para a franquia que era dada como morta.

Na trilogia inicial tínhamos a fórmula perfeita: a abertura trazia o chocante assassinato inicial (Drew Barrymore, a melhor da franquia) e o final trazia o assassino revelando seus porquês e motivos. Neste, início e fim adicionam exceções e surpreendem: o filme não começa, nem termina, de maneira óbvia. Temos aqui um dos melhores finais da franquia, mesmo que fuja dos padrões dos filmes anteriores. Afinal, Nova Década, Novas Regras.

O acerto de ‘Pânico 4’ é trazer seu elenco original. Ao contrário de outras franquias de terror, como ‘Sexta-Feira 13’ e ‘Jogos Mortais’, o vilão não é o protagonista. Neve Campbell volta a desempenhar de maneira louvável o papel da protagonista Sidney, que usou os 10 anos em que esteve livre do maníaco mascarado para se reinventar e deixar de ser vítima (sem sucesso, claro). A atriz parece tão familiarizada com a personagem, que entrega a sua melhor atuação na franquia.

Com bastante humor negro, cenas de morte muito bem elaboradas (com muito, muito sangue) e um final digno de aplausos, ‘Pânico 4’ consegue se reinventar e ainda manter aquilo que a trilogia inicial tinha de melhor.

Infelizmente, o quarto filme arrecadou apenas US$ 97 milhões mundialmente.

 

Pânico 5

Em entrevista ao ET, a atriz Neve Campbell e o roteirista Kevin Williamson falaram sobre a possibilidade de ‘Pânico 5 e 6’ saírem do papel, após a morte do diretor Wes Craven no último ano.

“Seria difícil fazer as duas sequências sem Wes”, afirmou Campbell. “Sua visão era tão clara e ele era tão bom. Acho que seria doloroso. Acredito que esses dois filmes ainda podem acontecer, mas seria um desafio. Ainda não estamos negociando para os dois filmes no momento”

O roteirista Kevin Williamson afirmou que ele e o diretor planejavam uma trilogia em 2011.

“Wes e eu, quando estávamos começando Pânico 4, tínhamos planos para Pânico 5 e 6”, diz Williamson. “Agora, sem Wes, sinto que você tem que responder às perguntas de como e por quê, e não sei como fazê-lo sem Wes e não sei por que fazê-lo”, concluiu

Pânico 5‘ (Scream 5) continua sem confirmação ou novidades, e os fãs seguem interessados no tão falado final da franquia.

Segundo o MoviePilot, os irmãos Weinsteins estão empolgados em realizar um último filme, que seria dividido em duas partes.

Wes Craven afirmou em 2011 que faria ‘Pânico 5‘ se o quarto fosse bem recebido nas bilheterias e pelos críticos. A recepção da crítica foi ótima, mas a arrecadação nos cinemas deixou a desejar: faturou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.

Produtor de ‘Lucifer’ comenta se Constantine pode aparecer na série

Bem, ambos são voltados para o lado das sombras, então, até que seria uma união bem interessante.

Em conversa com o TV Line, Ildy Modrovich – showrunner de ‘Lucifer‘ – respondeu o seguinte quando indagado pela publicação de Constantine poderia fazer parte do TV Show.

“Nunca diga nunca, mas não temos planos para ele nesse momento.”

Mas no fim das contas, até que seria uma adição bastante interessante.

 

A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.

O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.

O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.