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A FORÇA DO TERROR! ‘Obsessão’ não para de crescer nas bilheterias norte-americanas e mostra o poder do terror bem feito

Em um movimento raro para os padrões atuais da indústria, o terror ‘Obsessão‘ vem desafiando a lógica tradicional das bilheterias e mostrando ter “pernas longas” ao registrar crescimento contínuo a cada fim de semana — um fenômeno que dados do Box Office Mojo ajudam a dimensionar com precisão.

O longa estreou com cerca de US$ 17 milhões em seu primeiro fim de semana. Em vez da queda esperada — que normalmente gira entre 40% e 60% para grandes lançamentos — o filme surpreendeu ao subir para aproximadamente US$ 22 a 24 milhões na segunda semana, um aumento de cerca de +39%, algo praticamente inédito para um lançamento amplo. Para se ter ideia, analistas estão comparando o sucesso do filme ao de ‘A Bruxa de Blair‘ (1999), que também teve baixo orçamento e surpreendeu nas bilheterias.

Esse crescimento não apenas contraria a tendência histórica do mercado nos últimos vinte anos, como coloca ‘Obsessão‘ em um grupo extremamente seleto de produções que conseguem manter a atenção do público nos cinemas. Segundo análises de mercado, a maioria dos filmes sofre quedas bruscas após a estreia, especialmente blockbusters — enquanto o terror, em casos raros, consegue se sustentar ou até crescer graças ao boca a boca.

Os números acumulados reforçam o fenômeno. Após apenas dois fins de semana, o filme já havia arrecadado cerca de US$ 79 milhões globalmente, saltando rapidamente para mais de US$ 148 milhões a US$ 150 milhões nas semanas seguintes . Considerando seu orçamento inferior a US$ 1 milhão, isso representa um retorno superior a 70 vezes o investimento inicial, um desempenho extraordinário mesmo para os padrões do gênero .

O contraste com grandes franquias torna o caso ainda mais impressionante. ‘O Mandaloriano e Grogu‘, por exemplo, estreou com cerca de US$ 167 milhões, mas seguiu a trajetória típica dos blockbusters, concentrando sua força no lançamento inicial e perdendo fôlego rapidamente nas semanas seguintes . Enquanto isso, ‘Obsessão‘ fez o caminho inverso: começou menor, mas cresceu com consistência — chegando inclusive a superar produções de grande orçamento em rankings semanais.

Esse comportamento reforça uma das maiores forças do terror no cinema contemporâneo: sua capacidade de gerar engajamento orgânico. Diferente de franquias que dependem de marketing massivo e fãs pré-existentes, o terror se apoia na experiência coletiva e na recomendação direta do público. Quando funciona, o efeito é multiplicador.

Para se ter uma ideia, o filme custou míseros US$ 750 mil, foi comprado pela Universal Pictures por US$ 15 milhões pelos direitos de distribuição global e nesse momento já soma US$ 148 milhões mundialmente.

O diretor novato Curry Barker já planeja sequências:

“Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

SERÁ O TRAILER? ‘Vingadores: Doutor Destino’ ganhará uma SURPRESA amanhã, dia 2

O trailer deVingadores: Doutor Destinoexibido na CinemaCon ainda não deu o ar da graça na internet, mas ele pode estar próximo. Ou talvez seja outra coisa?

Os Irmãos Russo estarão amanhã no SXSW de Londres e fizeram um post no Instagram prometendo uma surpresa para amanhã, as 10h da manhã no horário do Brasil.

O que será que é?

 
 
 
 
 
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Um post compartilhado por The Russo Brothers (@therussobrothers)

 

Hoje, foi divulgada uma arte promocional que está um pouco desfocada, mas nela é possível ver o Doutor Destino ao lado de Sr. Fantástico (Pedro Pascal), Fera (Kelsey Grammer), o Coisa (Ebon Moss Bachrach), Yelena Belova (Florence Pugh), Ciclope (James Marsden), Thor (Chris Hemsworth) e Capitão América (Anthony Mackie) ao fundo.

Confira:

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

 

Conheça o suspense com Milla Jovovich que está fazendo SUCESSO na Netflix

O suspense ‘A Trilha‘, estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), está fazendo sucesso na Netflix.

Lançado originalmente em 2009, o longa chegou recentemente ao catálogo brasileiro do serviço de streaming e, rapidamente, assumiu o topo das produções mais assistidas da plataforma – superando ‘Como Mágica‘, ‘Operações Especiais‘, ‘Primeiro as Damas‘, ‘Meu Malvado Favorito 4‘, ‘Que Horas Eu te Pego?‘, entre outros.

Na trama, um casal vai para uma excursão nas montanhas, mas muda de rota quando encontra um grupo que afirma que outro casal foi assassinado na mesma área. Sem saber em quem confiar, eles se encontram numa batalha pela sobrevivência.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Steve Zahn (‘Anaconda’), Timothy Olyphant (‘A Epidemia’), Kiele Sanchez (’30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios’), Marley Shelton (‘Pânico’) e Chris Hemsworth (‘Thor’).

David Twohy (‘Eclipse Mortal’) é responsável pela direção e roteiro.

Missão de resgate no trailer de ‘Maridos em Ação’, novo filme de AÇÃO da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo do filme de ação ‘Maridos em Ação‘ (Husbands in Action).

Na trama, um detetive se une ao novo marido da ex-esposa para caça os sequestradores dela. Será que essa dupla inusitada consegue deixar as diferenças de lado em nome do resgate?

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 19 de junho.

Jin Sun-kyu e Gong Myoung estrelam a produção. O elenco ainda conta com Kim Ji-suk, Yoon Kyung-ho, Kang Hanna, Lee Da-hee e Jeon So-min.

Park Gyu-Tae é responsável pela direção.

Two men in a warehouse strike back-to-back fighting stances; one in a green jacket extends a punch.

SUCESSO! ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ tem a 2ª MAIOR abertura para um filme de terror em 2026 nas bilheterias brasileiras

Backrooms: Um Não-Lugar‘ surpreendeu nas bilheterias brasileiras com uma campanha louvável da Imagem Filmes e vendeu 412 mil ingressos no fim de semana, arrecadando gigantes R$ 9,5 milhões. Com isso, alcançou a segunda maior abertura do ano para um filme de terror, ficando atrás apenas de ‘Pânico 7‘, da Paramount (466,3 mil ingressos e R$ 10,6 milhões). Além disso, registrou a maior média de público por sessão — 60 pessoas — desconsiderando as exibições especiais da final da Champions League.

Trata-se de um terror conceitual baseado em uma creepypasta, ou seja, histórias de horror criadas e compartilhadas em fóruns da internet. No entanto, a campanha de marketing, tanto da A24 nos Estados Unidos quanto da Imagem no Brasil, foi extremamente eficiente ao instigar o público com materiais cheios de mistério. Como resultado, o filme ultrapassou seu público original e passou a se comportar como um verdadeiro blockbuster.

Confira o TOP 10, segundo dados do FilmeB:

1Backrooms: Um não-lugar9.499.000
2Michael7.529.000
3O Diabo veste Prada 25.864.000
4Obsessão2.462.000
5O Mandaloriano e Grogu2.348.000
6UEFA Champions League (2026): Final1.526.000
7A Revolução dos bichos857.000
8Golpe explosivo554.000
9Super Mario Galaxy: O filme547.000
10Natal amargo478.000

 

Assim como no restante do mundo, ‘Backrooms‘ conquistou a maior estreia da história da A24 no Brasil. Em número de espectadores, superou com folga outros títulos do estúdio, como:

Marty Supreme (2026) — 96.885
Amores materialistas (2025) — 197.099
Guerra Civil (2024) — 267.880
Tudo em todo lugar ao mesmo tempo (2022) — 33.734

Considerando todos os lançamentos de 2026, o filme alcançou a quinta maior abertura do ano.

O gênero terror, aliás, foi o grande destaque do último fim de semana de maio. Impulsionado por um forte boca a boca, ‘Obsessão‘ (Universal), em sua terceira semana em cartaz, foi o único título do top 10 a apresentar crescimento, com alta de 23% no público.

Já o vice-líder ‘Michael‘ (Universal) mantém boa estabilidade em sua sexta semana, com queda de apenas 27%, aproximando-se da marca de 7 milhões de espectadores. Logo atrás, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ (Disney) acumula 6,6 milhões.

As exibições da final da ‘UEFA Champions League‘ (Warner), realizadas no sábado, também tiveram grande adesão, com salas lotadas e média de 134 pessoas por sessão, totalizando 50 mil ingressos vendidos. A alta demanda já havia sido indicada nas pré-vendas durante o Show de Inverno e se confirmou nos resultados finais.

No total, entre quinta-feira e domingo, os cinemas brasileiros receberam 1,37 milhão de espectadores, gerando uma bilheteria de R$ 33,1 milhões — números muito próximos aos do fim de semana anterior, que registrou 1,35 milhão de pessoas e arrecadação de R$ 33,2 milhões.

Do Pior ao Melhor: Ranking dos 30 Filmes Vistos no Festival de Cannes 2026

A 79ª edição do Festival de Cannes coroou Fjord, de Cristian Mungiu, com a Palma de Ouro, confirmando o longa como um dos títulos mais fortes da corrida internacional ao Oscar. O histórico recente reforça essa percepção: nas seis últimas edições do festival, cinco vencedores da Palma acabaram indicados ao Oscar — a única exceção foi Titane — e dois deles, Parasita e Anora, converteram a consagração na Croisette em vitória máxima na Academia.

Mas este ranking não é uma reprodução do palmarés oficial. Ao longo de 30 títulos assistidos durante o festival, alguns filmes deixaram impressões mais duradouras do que o vencedor da Palma, seja pela ousadia formal, pela força emocional, pela originalidade narrativa ou pela maneira como expandem as possibilidades do cinema contemporâneo.

Assim, embora Fjord tenha saído de Cannes com o principal prêmio do júri e credenciais sólidas para a temporada de premiações, o primeiro lugar aqui pertence a outro título. Uma escolha moldada pela experiência de quem passou onze dias imerso em sessões, descobertas e decepções no maior festival de cinema do mundo.

Os piores filmes do festival

30. The Dreamed Adventure, de Valeska Grisebach ★½

Vencedor do Prêmio do Júri, The Dreamed Adventure (na tradução livre A Aventura Sonhada) foi uma das experiências mais cansativas do festival. Ambientado entre a fronteira da Turquia e da Bulgária, o longa acompanha uma mulher envolvida em esquemas de contrabando de gasolina e petróleo.

Apesar do contexto histórico interessante — especialmente as referências ao período pós-União Soviética e às transformações culturais da Bulgária —, o filme nunca consegue transformar esse material em algo dramaticamente envolvente. São quase três horas acompanhando uma protagonista que vaga de um lugar a outro sem que a narrativa realmente avance. Existe um comentário social ali, mas ele se perde numa encenação extremamente letárgica. Em vez de imersão, o filme provoca exaustão.

29. Histoires de la nuit, de Léa Mysius ★★

Uma tentativa frustrada de suspense psicológico à la Funny Games (1997), de Michael Haneke. Após estreias em seções paralelas de Cannes, com Ava (2017) e Os Cinco Diabos (2022), Léa Mysius pode chegar à seção principal com a adaptação literária Histoires de la Nuit, de Laurent Mauvignier, centrada na vida de uma mulher (Hafsia Herzi) cujo passado retorna violentamente durante sua festa de aniversário.

O problema é que o filme nunca constrói suspense de verdade. Desde o início sabemos exatamente qual é o conflito e para onde tudo está caminhando. Não há revelações impactantes, nem tensão psicológica consistente. A violência existe, mas sem peso dramático. O roteiro parece acreditar que manter personagens presos numa casa já basta para gerar tensão. Não basta.

28. Notre Salut, de Emmanuel Marre ★★

Premiado por roteiro em Cannes — o autor é bisneto dos personagens da vida real —, esse drama francês patriótico acompanha a chegada de Henri Marre (Swann Arlaud) sozinho a Vichy, enquanto o regime autoritário alemão se consolida em 1940. Sem dinheiro, afastado da família e carregando exemplares de seu manifesto auto editado Notre Salut (Nossa Salvação), ele está determinado a garantir o que acredita ser seu lugar de direito na nova administração.

É um filme inteiramente centrado em burocracias administrativas, reuniões políticas e conflitos internos de gabinete. O drama pessoal do protagonista — dividir-se entre trabalho e família — nunca ganha força. Os críticos franceses adoraram, mas é um roteiro extremamente morno e burocrático, preso às próprias formalidades.

Filmes frustrantes 

27. Cinzas na Boca, de Diego Luna ★★½

Diego Luna leva ao cinema o romance homônimo de Brenda Navarro sobre uma jovem mexicana tentando sobreviver na Espanha. De forma pouco imersiva, a narrativa acompanha uma vida marcada por subempregos, dificuldades financeiras e deslocamento cultural, mas nunca consegue criar uma protagonista verdadeiramente interessante. 

Tudo parece banal demais e o grande conflito dramático é deixado em segundo plano no roteiro. A montagem é desconexa e, portanto, o enredo não constrói progressão emocional. O resultado é um filme apático, distante e sem impacto, incapaz de extrair a força do material original.

26. Gentle Monster, de Marie Kreutzer ★★½

Um dos filmes em competição pela Palma de Ouro, Gentle Monster (Monstro Gentil) acompanha uma mulher cujo marido é acusado de crimes envolvendo pornografia infantil. A proposta tinha potencial; entretanto, o longa escolhe acompanhar apenas o esgotamento emocional da protagonista sem nunca aprofundar os dilemas morais ou psicológicos da situação.

Não há confronto verdadeiro, investigação dramática ou tensão crescente. A produção se resume a uma personagem emocionalmente anestesiada atravessando cenas igualmente anestesiadas e uma acusação superficial dos coadjuvantes masculinos como predadores sexuais, a crítica é tão indiscriminada que alcança até o pai da detetive, já acometido por Alzheimer. 

25. Moulin, de László Nemes ★★½

Drama francês sobre Jean Moulin, figura histórica da resistência francesa durante a ocupação nazista. O problema é que o longa se limita quase exclusivamente ao processo de tortura sofrido pelo personagem. A encenação é repetitiva e claustrofóbica, sem explorar verdadeiramente os efeitos psicológicos da violência.

Em vez de mergulhar na mente do torturado ou do torturador, o filme apenas repete cenas de brutalidade sem evolução dramática. Os atores Gilles Lellouche e Lars Eidinger, como Jean Moulin e Klaus Barbie, respectivamente, estão ótimos, mas essa guerra de manipulação entre os dois não segura o interesse do público durante duas horas

24. La Perra, de Dominga Sotomayor ★★½

Adaptação do livro A Cachorra, de Pilar Quintana, pelas mãos da chilena Dominga Sotomayor. O romance original funciona justamente pela brutalidade emocional e pela agressividade psicológica da protagonista. 

A versão cinematográfica, porém, suaviza tudo em busca de uma poesia visual que esvazia completamente o impacto da história. Com Selton Mello cantando José Augusto no enredo, ele consegue momentos simpáticos, contudo perde a essência por se acovardar da crueza do material original.

23. The Man I Love, de Ira Sachs ★★½

Drama ambientado durante a crise da AIDS nos anos 1980. Apesar de um elenco forte, incluindo Rami Malek e Tom Sturridge, o triângulo amoroso central nunca se torna interessante. 

O filme já começa anunciando sua tragédia inevitável, mas não encontra intensidade emocional suficiente para transformar isso em algo realmente devastador. Tudo soa excessivamente melancólico, mas sem profundidade.

22. Titanic Ocean, de Konstantina Kotzamani ★★½

Uma das premissas mais curiosas do festival: uma escola japonesa que treina meninas para se tornarem “sereias profissionais” em aquários. Como a diretora e roteirista é grega, o filme parece dialogar com o universo criativo de Yórgos Lánthimos (Pobres Criaturas) e Efthýmis Filíppou (Rosebush Pruning), mestres em temáticas originais e bizarras.

A metáfora sobre amadurecimento, identidade e liberdade é interessante, mas o filme se perde na execução e se repete entre a paixonite platônica de Deep Sea (Arisa Sasaki) sobre o seu instrutor de mergulho, sendo o ponto de virada para transformação da protagonista. A narrativa se dedica à estética surreal; entretanto, não desenvolve emocionalmente suas personagens.

Filmes medianos

21. Vênus Elétrica, de Pierre Salvadori ★★★

Filme de abertura do festival. Bonito visualmente, uma comédia romântica sobre a farsa do amor ambientada na Paris boêmia dos pintores e artistas circenses dos anos 1920. Com elenco de estrelas francesas — Pio Marmaï, Anaïs Demoustier e Gilles Lellouche —, este é um filme aprazível, que não promete grandes rompantes, mas entrega momentos de descontração. 

20. Nagi Notes, de Koji Fukada ★★★

Drama japonês centrado na escultura e no processo artístico como sublimação de perdas, frustrações e desilusões. Interessante em alguns momentos, principalmente pelas falas da protagonista e a dinâmica da descoberta da sexualidade tanto pelos personagens adolescentes, quanto pelas duas ex-cunhadas. A trama, no entanto, não possui força suficiente para permanecer na memória.

19. A Vida de Uma Mulher, de Charline Bourgeois-Tacquet ★★★

Estruturado em episódios, La vie d’une Femme, no original,  acompanha diferentes momentos da vida de uma cirurgiã plástica de alta performance, entre a vida em casa com o marido e o enteado, sua equipe de trabalho, as amizades e uma amante escritora. Como sempre, a atriz Léa Drucker está excelente em cena, como suas duas últimas vezes no Festival de Cannes, com Caso 137 (2025) e Culpa e Desejo (2023). É um filme correto, mas com cenas maçantes e resoluções pouco criativas.

18. Sheep in The Box, de Hirokazu Kore-eda ★★★

Com o título em alusão a uma passagem do livro do Pequeno Príncipe, o longa é uma das maiores decepções pessoais do festival. Ambientado em um futuro próximo, Otone e Kensuke Komoto decidem acolher uma réplica do seu filho morto em formato robô humanóide em sua casa e passam a tratá-lo como se fosse seu verdadeiro filho.

Depois da beleza de Monster, era esperado muito mais do novo filme de Hirokazu Kore-eda. Ainda existe sensibilidade, mas o longa parece excessivamente contido e menos emocionalmente devastador do que seus melhores trabalhos.

17. Natal Amargo, de Pedro Almodóvar ★★★

Pedro Almodóvar retorna à autoficção para refletir sobre envelhecimento, bloqueio criativo e a relação cada vez mais desgastada entre artista e obra. Embora existam momentos de sinceridade emocional e observações interessantes sobre o peso da carreira, o longa raramente encontra a intensidade dramática de Dor e Glória (2019). O grande destaque está na discussão final entre o cineasta protagonista e sua agente, sequência em que Almodóvar canaliza para a tela toda a frustração, a insegurança e o desgaste acumulados por décadas de criação artística. 

16. Coward, de Lukas Dhont ★★★

Emmanuel Macchia e Valentin Campagne ganham Palma de Ouro por 'Covarde' (Foto: reprodução Cannes 2026)
Emmanuel Macchia e Valentin Campagne ganham Palma de Ouro por ‘Covarde’ (Foto: reprodução Cannes 2026)

Drama ambientado na Segunda Guerra Mundial que acompanha o romance entre dois jovens soldados. Visualmente belíssimo e interpretado com enorme delicadeza, o filme opta por retratar o amor queer sem violência explícita ou perseguição constante. Paradoxalmente, essa escolha faz o filme parecer excessivamente inocente dentro de um contexto histórico tão brutal.

Os atores protagonistas Valentin Campagne e Emmanuel Macchia compartilharam a Palma de Ouro de interpretação masculina. Os sorrisos e os olhares entre os dois em cena são realmente apaixonantes e contagiantes. Terceira vez de Lukas Dhont no Festival de Cannes e terceira vez premiado, as outras duas foram: Câmera de Ouro, FIPRESCI e Queer Palm para Girl (2018), e Grande Prêmio do Júri para Close (2022).

Bons filmes

15. A Terra do Meu Pai, de Paweł Pawlikowski ★★★½

Three adults at a dark table; woman in black, man in a light suit to her right, glasses in front; background man with ceremonial chain.

Premiado pela direção de Paweł Pawlikowski, Fatherland, no original, acompanha o escritor alemão Thomas Mann retornando à sua terra natal após anos de exílio nos Estados Unidos, ao lado da filha vivida por Sandra Hüller. Um filme visualmente sofisticado, elegante e intelectualmente interessante, porém sem impacto emocional.

14. El Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen ★★★½

Two adults walk through a barren desert with rolling sand dunes and a clear blue sky behind them, one in red and the other in dark clothing on a sunny day.

O aclamado diretor de cinema Esteban Martínez (Javier Bardem) é uma lenda tanto por seus filmes quanto por um passado marcado pela violência e pelos excessos. Para seu novo projeto, ele oferece à filha Emília (Victoria Luengo) um papel, sob o pretexto de ajudá-la com sua carreira de atriz, que está estagnada. 

A convivência no set, no entanto, ao invés de unir ambos, promove uma cratera na relação entre eles e toda equipe do filme. Um retrato de assédio moral na indústria executado de forma contundente pelo diretor espanhol e ator Javier Bardem. Um drama sensível e intimista, ainda que irregular em alguns momentos.

13. Garance, de Jeanne Herry★★★½

Um dos filmes mais honestos sobre alcoolismo vistos recentemente. Acompanhamos uma atriz que lentamente percebe a gravidade da própria dependência alcoólica. O filme é doloroso justamente porque mostra como o alcoolismo costuma ser socialmente normalizado. Adèle Exarchopoulos entrega uma atuação cativante em um filme surpreendentemente otimista.

12. Low Expectations, de Eivind Landsvik ★★★½

Drama norueguês sobre uma ex-promessa musical que trabalha supervisionando exames escolares. A premissa nasceu da pergunta do diretor Eivind Landsvik: como alguém que sonhava viver de algo especial pode terminar num trabalho tão distante dos próprios desejos?  O filme trata de depressão e frustração criativa com enorme sensibilidade, com a provocação sobre a inércia da geração Z diante dos obstáculos da vida. 

Grandes destaques do festival

11. Paper Tiger, de James Gray ★★★★

Drama criminal sobre um pai de família que por inocência acaba se envolvendo com a máfia russa e coloca em risco a esposa e os filhos. James Gray entrega um suspense moral elegante, centrado em culpa, sobrevivência e responsabilidade familiar. Talvez não seja um filme “de Oscar”, mas é extremamente sólido, além de um elenco de peso com Miles Teller, Adam Driver e Scarlett Johansson

10. Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte, de Jane Schoenbrun ★★★★

Terceiro longa de Jane Schoenbrun, conhecida por Eu Vi o Brilho da TV (2024), é uma sátira metalinguística sobre franquias de terror slasher. O filme brinca constantemente com referências a Sexta-Feira 13, Halloween e Jogos Mortais, questionando por que os estúdios continuam reciclando fórmulas infinitamente. Com Hannah Einbinder e Gillian Anderson, o filme é divertido, inteligente e assumidamente caótico 

9. Histórias Paralelas, de Asghar Farhadi ★★★★

Farhadi continua sendo um mestre dos dilemas morais. O filme trabalha a ideia de como discursos, narrativas e observações externas moldam nossas relações e nossas percepções da verdade. É um longa profundamente interessado na manipulação das palavras e na forma como histórias alteram vidas, com um ótimo elenco composto por Isabelle Huppert, Virginie Efira, Vincent Cassel, Pierre Niney e participação especial de Catherine Deneuve.

8. Hope, de Na Hong-jin  ★★★★

Uma mistura delirante de ficção científica, horror, filme de monstro, ação e crítica social. Dirigido por Na Hong-jin, a obra representa como o cinema sul-coreano continua impressionando pela capacidade de combinar gêneros sem perder ritmo. Hope é divertido, caótico e extremamente energético.

7. La Bola Negra, de Javier Ambrossi, Javier Calvo  ★★★★

Em empate com Fatherland, os diretores “Javis” ganharam o prêmio de direção por essa produção espanhola inspirada numa peça perdida de García Lorca. O filme atravessa diferentes períodos históricos para discutir repressão sexual, memória familiar e herança cultural. 

Ao final, a narrativa consegue converter todos os sentimentos acumulados em um ápice poético de luta pela sobrevivência, durante a guerra e também no processo de assumir uma orientação sexual ainda demonizada por discursos religiosos e conservadores. As participações especiais de Penélope Cruz e Glenn Close são excelentes.

6. Everytime, de Sandra Wollner ★★★★

Vencedor da mostra Um Certo Olhar, o filme sobre luto utiliza a linguagem de videogame e fantasia surreal para representar a morte de uma jovem. Um ano após a morte de Jessie, sua mãe e sua irmã mais nova acolhem seu ex-namorado — o rapaz a quem todo mundo culpa secretamente pela morte dela. 

Quando o trio improvável parte para Tenerife, para umas férias em família que nunca aconteceram, o passado e o presente começam silenciosamente a se entrelaçar. A maneira como o longa transforma o processo de negação até a aceitação da partida em estrutura narrativa é brilhante.

Top 5 do Festival de Cannes 2026

5. Minotaur, de Andrey Zvyagintsev  ★★★★

Um dos filmes mais perturbadores do festival. Partindo da estrutura clássica da adaptação do suspense erótico Infidelidade (2002), de Adrian Lyne, o longa desmonta completamente qualquer noção de culpa moral ao ambientar a narrativa na Rússia contemporânea.

O protagonista é um empresário que envia trabalhadores desempregados para a guerra sem qualquer remorso. A corrupção moral daquela sociedade torna o filme profundamente desconfortável.

4. Elefantes na Neve, de Abinash Bikram Shah ★★★★½

Uma das maiores surpresas do festival, ambientado num vilarejo do Nepal, o filme acompanha uma comunidade de mulheres trans que vivem dedicadas a funções espirituais e religiosas. Quando uma delas quebra as regras e inicia um relacionamento amoroso com um homem do vilarejo, toda a estrutura social daquele espaço entra em colapso.

O longa é fascinante na forma como revela, camada por camada, a complexidade daquela cultura, dos personagens envolvidos e como as falsas aparências de aceitação rompem-se ao menor desconforto. Visualmente hipnótico e emocionalmente devastador, o longa é uma coprodução brasileira e ganhou o prêmio do Júri, o segundo lugar, da mostra Um Certo Olhar

3. Aventura nas Alturas, de John Travolta ★★★★½

Pilot in uniform kneels to talk with a young boy in a gray coat on a red carpet. Mosaic wall in the background.

Uma pequena joia melancólica vinda da paixão do ator John Travolta pela aviação. Adaptação de seu próprio livro infantil, aos 72 anos, Travolta narra sua emoção de viajar em uma aeronave durante os anos 1960 acompanhando sua mãe a caminho de Los Angeles para gravar um filme.

Com pouco mais de uma hora de duração, o filme mistura delicadeza emocional e narração extremamente envolvente. Uma das experiências mais apaixonantes do festival e já disponível na Apple TV+.

2. Fjord, de Cristian Mungiu ★★★★½

A seven-member family posing together by a small harbor in a Norwegian village, with colorful red and white houses and snow-covered mountains in the background.

O ganhador da Palma de Ouro 2026 é uma das obras mais complexas politicamente da competição. Protagonizada por Sebastian Stan e Renate Reinsve, a narrativa acompanha uma família imigrante romena vivendo na Noruega e discute o choque entre progressismo estatal e conservadorismo religioso.

O filme questiona até que ponto a sociedade consegue tolerar tradições culturais que entram em conflito com valores modernos. É desconfortável justamente porque recusa respostas simples e inverte nosso olhar sobre a questão de proteger minorias e estabelecer diálogo entre visões opostas da sociedade. 

O melhor de Cannes 2026

1. De repente, de Ryusuke Hamaguchi ★★★★★

Virginie Efira e Tao Okamoto ganham Palma de Ouro por Soudain/ All of a Sudden (Foto: reprodução Cannes 2026)
Virginie Efira e Tao Okamoto ganham Palma de Ouro por Soudain/ All of a Sudden (Foto: reprodução Cannes 2026)

O favorito de toda a edição. Com mais de três horas de duração, o longa acompanha a amizade construída entre duas mulheres: uma diretora de um instituto humanista para idosos com demência e uma diretora de teatro.

De repente (All of a Sudden/Soudain) discute cuidado, envelhecimento, comunidade, afeto e transformação social através das relações humanas. É raro encontrar filmes sobre amizade feminina construídos com tanta delicadeza, inteligência e humanidade. As conversas entre as protagonistas sobre política, sociedade, trabalho e emoções são extraordinárias. Virginie Efira e Tao Okamoto receberam o prêmio de interpretação feminina por sua simbiose em cena. Foi o único filme do festival capaz de nos hipnotizar durante mais de três horas.

A 79ª edição do Festival de Cannes foi marcada pelo cinema francês em ano bastante irregular e obras extraordinárias vindas da Coreia do Sul, Nepal, Noruega, Espanha e Japão — filmes interessados em desafiar estruturas narrativas tradicionais e discutir questões contemporâneas complexas. Entre decepções, experimentações e grandes revelações, o evento continua a ser a bússola a nos indicar para onde o cinema está caminhando.

Taylor Swift anuncia a INÉDITA “I Knew It, I Knew You” para a trilha sonora de ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, terá uma música inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção inédita será lançada nesta sexta-feira, 5 de junho.

Confira:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Hulk Cinza? Cinéfilos especulam sobre o personagem após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganhar novo cartaz

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ teve um belo cartaz divulgado em uma feira e os fãs chegaram a especular se o Hulk iria ficar cinza no filme, mas ao que parece era apenas a iluminação que dava a impressão acinzentada.

Apesar da especulação, o Hulk Cinza realmente existiu e foi a primeira versão do personagem criada por Stan Lee e Jack Kirby em 1962.

Embora tenha dado lugar ao famoso Hulk Verde por um erro de impressão nas primeiras edições, nos quadrinhos, ele representa uma das personas múltiplas de Bruce Banner, destacando-se pela sua inteligência e astúcia.

Confira:

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

Quatro anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, Peter Parker agora é um adulto que vive completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida — e das memórias — de todos que ama. Em uma Nova York que já não reconhece seu nome, ele se dedica integralmente ao combate ao crime, assumindo o papel de Homem-Aranha em tempo integral.

No entanto, à medida que as responsabilidades aumentam, a pressão constante desencadeia uma inesperada e perigosa evolução física, colocando sua própria existência em risco. Ao mesmo tempo, uma série de crimes com um padrão misterioso começa a emergir, dando origem a uma das ameaças mais poderosas e desafiadoras que ele já enfrentou.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, substituindo o Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

Primeiras Impressões | ‘Rick e Morty’ mescla ação e melancolia nos primeiros episódios da 9ª temporada

Ao longo de oito temporadas bastante elogiadas pela crítica e pelo público, ‘Rick e Morty’ permanece como uma das animações adultas mais populares da atualidade, apostando firme em questões filosóficas e antropológicas para firmar um universo niilista, vibrante e totalmente sardônico que conta com complexos personagens e uma estrutura semi-antológica que nos fisgou logo de cara. Mesmo com a saída do cocriador Justin Roiland do time criativo após alegações de assédio sexual, a qualidade da série sempre se manteve estável – vide a legião de fãs que continua angariando ao redor do planeta.

Agora, pouco mais de um ano desde a estreia da última temporada, somos convidados a retornar a esse cosmos sci-fi com o lançamento da nona iteração no catálogo da HBO Max – com os dois primeiros capítulos já disponíveis e o restante a ser liberado em caráter semanal. E, como era de se esperar depois dos impactantes eventos da leva anterior de episódios, o showrunner Scott Marder retoma as rédeas do projeto com narrativas totalmente despojadas e propositalmente exageradas, delineando cada trama apresentada com uma dose de humor ácido e de melancolia que nos relembra de gostarmos tanto dessa atração.

Intitulada “There’s Something About Morty”, a reestreia da série traz um dos personagens mais marcantes e complexos de volta: Morty do Mal (dublado por Harry Belden, assim como o personagem principal). Após ajudar Rick (Ian Cardoni) a derrotar seu nêmesis na temporada anterior, Morty do Mal continuou a entrar em contato com o brilhante e irônico cientista para lhe pedir ajuda em variadas missões – ameaçando-o com o Dispositivo Ômega, cujos projetos roubou da mente de Rick Prime, e afirmando que, em um estalar de dedos, ele poderia apagar de todas as realidades sua família. Morty, então, ao descobrir a parceria inesperada entre seu avô e sua versão maligna, decide acompanhá-los em uma aventura contra O Coletivo (Tilda Swinton), percebendo que as intenções do Morty do Mal são piores do que imaginava.

O capítulo em si, assinado por Albro Lundy e dirigido por Douglas Einar Olsen, é um grande pot-pourri do que ‘Rick e Morty’ já nos apresentou desde sua estreia – e tem início de maneira incisiva e frenética, mantendo esse ritmo por toda a história. Em meio a incríveis sequências de luta que se estendem para a batalha entre Rick e Morty do Mal (após o cientista trair a confiança do antagonista e levar sua família para uma realidade bunker) e a uma completa insanidade de cores, cortes e sons, é notável como Lundy e Olsen se mantêm firmes à estética clássica da série sem se valer de repetições ou de convencionalismos.

O segundo episódio, “Ricks Days, Seven Nights”, consegue ser ainda melhor que a estreia e vem acompanhado de uma letárgica dose de drama existencialista que apenas uma série como esta poderia nos entregar. Aqui, Rick é o centro da nossa história, mas de uma forma diferente: a trama se inicia com o cientista chegando a uma arena de boliche, reencontrando-se com amigos que nunca vimos e que o chamam pelo alter-ego de Ted. Não demora muito até descobrirmos que aquela é uma versão de Rick “para as férias”, em que ninguém o conhece de verdade e onde ele pode assumir uma roupagem mais simples, despreocupada e até mesmo altruísta (algo em que ele vem trabalhando nas últimas temporadas e que, aqui, representa um tristonho epítome do que ele poderia ou deveria ser).

Brian Kaufman, veterano diretor da animação, retorna para mais um espetacular capítulo que não apenas nos surpreende no depressivo e agourento tom através do certeiro roteiro de Jess Lacher, mas encontra uma solene preocupação estética que pega elementos de suspenses western e melodramas interioranos para construir um dos melhores arcos de Rick – recheado de reviravoltas potentes e de uma constatação cabisbaixa de que a realidade é dura, mas é inescapável. Remando contra as conhecidas resoluções anticlimáticas e cômicas da série, a segunda iteração chega ao fim de maneira abrupta e carregada de um amadurecimento que nos deixa consternados e imaginando o que nos aguarda nas próximas semanas.

A 9ª temporada de ‘Rick e Morty’ já se apresenta como uma das melhores da série e reitera o poder descomunal que uma das produções mais complexas e adoradas da atualidade tem de nos admirar. Entregando-nos dois episódios totalmente diferentes entre si, é notável como a essência da animação não foi perdida, e sim remodelada em um tour-de-force contínuo e muito envolvente.

Lembrando que o próximo episodio vai ao ar no dia 7 de junho.

‘Backrooms: Um Não-Lugar’ se torna a 4ª maior estreia de 2026! Conheça o top 10 do ano (até o momento)

O terror ‘Backrooms’ se tornou o sucesso surpresa de 2026. O terror independente está vivendo um ótimo momento nos cinemas. O gênero ganhou um impulso da chamada geração Z e Alfa (pessoas nascidas até 2010 e depois da data) nas telonas. Ano passado, por exemplo, ‘Invocação do Mal 4’ se tornou uma das maiores bilheterias do ano, com quase US$500 milhões em caixa, e ‘Premonição: Laços de Sangue’ se tornou o mais rentável da franquia, em seu sexto filme.

No entanto, o movimento mais notável de 2026 é o dos filmes independentes, de baixo orçamento, dirigidos por Youtubers. Os irmãos Philippou (Danny e Michael) deram o pontapé inicial com ‘Fale Comigo’ em 2023 e seguiram com ‘Faça Ela Voltar’ ano passado. O famoso crítico da internet Chris Stuckmann também tentou a sorte com ‘Terror em Shelby Oaks’, mas não se deu tão bem. O diferencial viria mesmo em 2026, quando três Youtubers muito famosos nos EUA migraram da plataforma da internet para o cinema e se tornaram extremamente bem-sucedidos nesta transição.

Mark Fischbach, mais conhecido por sua persona online Markiplier, conseguiu transformar os US$3 milhões de orçamento de seu ‘Iron Lung: Oceano de Sangue’ em US$50 milhões em bilheteria mundial. Depois foi a vez de Curry Barker, de 26 anos, e seu fenômeno ‘Obsessão’, ainda em cartaz nos cinemas mundiais. E aqui temos o caso curiosíssimo e raro com o filme do novo cineasta. Com o orçamento reportado de US$1 milhão, ‘Obsessão’ estreou com US$17 milhões no dia 15 de maio. No entanto, nas duas semanas seguintes, ao invés deste valor cair (como ocorre na maioria dos casos), a bilheteria do filme sobe a cada semana – passando para US$23.9 milhões na segunda e agora US$26.4 em sua terceira semana.

O que nos leva à estreia do último fim de semana: ‘Backrooms – Um Não-Lugar’, terror produzido pela A24 e dirigido por outra sensação da internet, Kane Parsons – jovem de apenas 20 anos de idade. Ele comandou os indicados ao Oscar Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, e conquistou um valor verdadeiramente astronômico em sua estreia, superando todas as expectativas e se tornando a quarta maior arrecadação de um lançamento em 2026 até o momento. Abaixo iremos dar uma olhada no top 10. Confira.

10) O Morro dos Ventos Uivantes

Recentemente eu publiquei uma matéria aqui no CinePOP com as 10 maiores bilheterias de 2026 até o momento. E ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ apareceu em sexto lugar. Ou seja, existe uma diferença entre a bilheteria total e a bilheteria de estreia (que inclui os três dias do fim de semana) de um filme. A estreia diz mais sobre a expectativa em torno de um filme, o número de pessoas que correm para assistir na estreia. ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, baseado no romance clássico, e estrelado por Margot Robbie marca o décimo lugar com US$32 milhões, e jogando ‘Um Cabra Bom de Bola’ (US$27 milhões) e ‘Socorro!’ (US$19 milhões) para fora do ranking.

09) Mortal Kombat 2

Como dito acima, a bilheteria de estreia fala mais sobre o imediatismo, o número de pessoas que se dispuseram a prestigiar um filme em seu lançamento. Podemos analisar também como o hype gerado por um filme. Por exemplo, no caso de ‘Mortal Kombat 2’ até existiu certo hype, que caiu consideravelmente após a primeira semana, quando todos puderam de fato assistir ao filme. O declínio foi inevitável. Ele não se posicionou entre as maiores bilheterias do ano até o momento, mas obteve uma estreia de US$38.5 milhões.

08) Cara de Um, Focinho de Outro

Existe ainda outro fator que precisamos levar em conta quando analisamos a diferença entre a bilheteria de estreia e a bilheteria total de um filme. A de estreia sempre se refere à América do Norte, ou seja, EUA e Canadá – que possuem estreias simultâneas. Isso porque o resto do mundo estreia o mesmo filme em épocas diferentes, sendo impossível precisar tal valor, já que determinado filme pode estrear em 30 países e outro pode estrear em 100. Não seria justo. Então, esta análise é sempre feita internamente no país. Neste sentido, o mais recente filme da Pixar ocupa a oitava posição com US$45 milhões. Lembrando que este mês tem ‘Toy Story 5’ e tudo irá mudar…

07) Pânico 7

É preciso lembrar também que estas são as maiores estreias até o momento. Já estamos apenas adentrando o sexto mês do ano, e que muita coisa irá mudar já em junho. Isso porque teremos grandes lançamentos, do nível de ‘Mestres do Universo’ (o filme do He-Man), ‘Todo Mundo em Pânico 6’, ‘Dia D’ (novo de Steven Spielberg), ‘Supergirl’ e o citado ‘Toy Story 5’. Corroborando com a boa safra do terror nas telas, o sétimo ‘Pânico’ se tornou o mais rentável da franquia, e abriu nos cinemas com US$63.6 milhões.

06) O Diabo Veste Prada 2

Outro filme que impressionou bastante com seu desempenho foi ‘O Diabo Veste Prada 2’. Muitos não levavam fé na ideia, achando que ninguém se importava mais com o filme. Como estavam enganados. A continuação ainda está em cartaz arrecadando rios de dinheiro, e já mais que duplicou o valor da bilheteria do primeiro. Com tamanho sucesso, alguém duvida que irão tirar um terceiro filme do papel? Até então ‘O Diabo Veste Prada 2’ é a quarta maior bilheteria total do ano, mas obteve a sexta maior abertura, com impressionantes US$76.7 milhões. O que significa que as pessoas pelo mundo não param de comparecer ao filme.

05) Devoradores de Estrelas

O primeiro grande sucesso surpresa de 2026 foi o feel good ‘Devoradores de Estrelas’, baseado em um livro de ficção científica de sucesso. A superprodução com Ryan Gosling superou as expectativas e já soma mais de US$600 milhões mundiais, sendo o terceiro maior filme de 2026. Mas isso não deve durar até o fim do ano (ou talvez não dure nem mesmo ao final deste mês). Ao que tudo indica, ‘O Diabo Veste Prada 2’ muito em breve pode tirar essa posição dele. Seja como for, em matéria de estreia, a ficção científica sobre a salvação da humanidade está com a quinta maior, tendo arrecadado US$80.5 milhões.

04) Backrooms: Um Não-Lugar

O feito de ‘Backrooms’ é realmente impressionante. O filme de terror conseguiu quebrar vários recordes e já entrou para a história. Ele é, por exemplo, a maior abertura de um filme da queridinha indie A24. É também a maior estreia de um filme de terror original de todos os tempos. Além de estar no top 5 das maiores aberturas para um filme de terror em geral. Chama mais atenção ainda saber que o diretor Kane Parsons tem apenas 20 anos de idade. Ou seja, pelo que tudo indica, terá um futuro brilhante no cinema como realizador. Com o orçamento de US$10 milhões, o longa já fez oito vezes mais somente em sua estreia, com impressionantes US$81 milhões, se tornando assim a quarta maior estreia de 2026.

03) Star Wars: O Mandaloriano e Grogu

Como dito, a abertura de um filme e sua carreira nas telonas são coisas bem diferentes. O público pode correr para assistir a um filme nos cinemas devido ao seu hype, porém, essa fama pode decair assim que as pessoas tiverem de fato visto tal filme. Esse é o caso com nossa terceira posição do ranking. ‘O Mandaloriano e Grogu’ precisou enfrentar certa negatividade dos fãs, que acreditavam que o filme era só um derivado da série de TV – o que é mesmo. Sendo assim, ele se tornou a menor abertura nas telonas para um filme da marca ‘Star Wars’, a maior franquia do cinema. Ou seja, nada bom. No entanto, esse ainda é um filme da marca citada, e sendo assim conseguiu arrecadar US$81.6 milhões em sua estreia – ficando bem perto de ser destronado por ‘Backrooms’. Já pensou?

02) Michael

Muitos acreditavam que a biografia musical do rei do pop Michael Jackson seria um filme de US$1 bilhão ao redor do mundo. Porém, quando o filme foi lançado, os críticos torceram o nariz, o que terminou por desmotivar uma parte do público. Mas não pense você que isso foi completamente nocivo para o filme, porque ele ainda se mostrou um enorme sucesso financeiro – atualmente passando da marca de US$800 milhões mundiais. Resta saber se o longa ainda terá fôlego para continuar por muito tempo (só se for em países onde ainda não estreou), já que passa de um mês em cartaz no Brasil e EUA, por exemplo. Seja como for, ‘Michael’ foi abraçado pelo grande público, e em sua estreia fez US$97 milhões, se tornando a segunda maior abertura de 2026.

01) Super Mario Galaxy: O Filme

O feito de ‘Michael’ é impressionante, um filme estrear com mais de US$90 milhões pelo mundo. No entanto, geralmente os filmes que batem a marca de US$1 bilhão mundial costumam ter uma abertura mais expressiva, passando dos US$100 milhões. Esse foi o caso com ‘Super Mario Galaxy’, a continuação de um filme bilionário. O segundo está batendo na porta, com US$991 milhões, e se não entrar no clube do bilhão será por muito pouco. O que gostaríamos de ver são mais filmes estreando acima dos US$100 milhões este ano – e algo me diz que em junho, ao menos um fará isso (estou falando de você ‘Toy Story 5’). O ano ainda promete ‘Minions 3’, ‘Moana’, ‘A Odisseia’, ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, ‘Duna 3’ e ‘Vingadores: Doutor Destino’, todos certos de faturar mais de três dígitos em suas estreias. Por enquanto, ficamos com ‘Super Mario Galaxy’ em primeiro lugar, com uma abertura de US$131.7 milhões.

Brinquedos aprontam em clipe inédito da sequência ‘Toy Story 5’; Confira!

A Disney divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘Toy Story 5‘.

No vídeo, os brinquedos estão aflitos tentando descobrir seu destino. Eles serão adotados?

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Projeções recentes indicam que a sequência deve abrir em torno de US$ 150 milhões nos EUA, tornando-se o maior lançamento doméstico da história da franquia. Para termos de comparação, o quarto filme da saga arrecadou US$ 120.9 milhões em seu primeiro final de semana, em 2019.

Além disso, o novo filme da Pixar também deve se tornar a maior estreia de 2026, superando ‘Super Mario Galaxy‘ (US$131.7M).

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Apesar de ter se aposentado, Brad Dourif promete NINGUÉM mais dará vida ao Chucky

Após ter se consagrado como um dos maiores ícones do gênero terror, o indicado ao Oscar Brad Dourif basicamente se aposentou em sua carreira como ator.

O artista, de 76 anos, fez uma participação especial na primeira temporada de ‘The Pitt‘ – série em que sua filha, Fiona Dourif, integra o elenco regular –, mas não dava às caras nas telas há mais de cinco anos.

Durante sua aparição na conferência Spooky Empire, no entanto, o ator confirmou que nunca negaria a oportunidade de voltar a dar vida ao Chucky, o icônico brinquedo assassino: “Ninguém fará o Chucky a não ser eu”.

Vale lembrar que, após o cancelamento da série, o criador da franquia Don Mancini confirmou que está desenvolvendo um novo filme para os cinemas – marcando o grande retorno do boneco assassino às telonas em mais de vinte anos, desde ‘O Filho de Chucky‘ (2004).

A produção deve seguir um tom mais sério, servindo de “reboot” da saga, mas sem ignorar os eventos anteriores.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Crítica | Olivia Rodrigo mergulha no alt-rock dos anos 1990 para a pungente balada “the cure”

Olivia Rodrigo já se estabeleceu como um dos principais nomes da nova geração da música, dividindo os holofotes com artistas de extremo aclame e prestígio como Billie Eilish, Chappell Roan e Olivia Dean. Desde sua estreia em 2021 com o álbum SOUR, Rodrigo se dispôs a oferecer uma perspectiva bastante original a temas comuns e universais, principalmente quando pensamos no amor juvenil – e fez isso aliando-se à estética não apenas do bedroom pop, mas no pop punk, no pop-rock e até mesmo no garage punk, esquadrinhando tais estilos no irretocável GUTS, que inclusive integrou nossa lista de Melhores do Ano em 2023.

Depois de ter cimentado uma carreira que ainda tem muito a nos contar, Rodrigo se mostrou pronta para investir ainda mais em sua carreira musical com o antecipado you seem pretty sad for a girl so in love, que tem lançamento marcado para o próximo dia 12 de junho e que, logo de cara, se afasta da estética mais rebelde e mais angustiada de seus compiladores anteriores. Conversando com a Vogue no mês de março, a vencedora do Grammy comentou que queria focar na temática amorosa em seu próximo álbum, mas procurando alegria e satisfação em vez de medos e preocupações irracionais que sempre delineou com esmero em suas canções – e ela fez isso com a apaixonante semi-balada pop-rock “drop dead”, que inclusive veio acompanhada de um videoclipe rodado no Palácio de Versalhes.

Rodrigo anunciou que seu novo álbum seria dividido em duas partes: ‘girl so in love’, que integra o lead single mencionado no parágrafo acima; e ‘you seem pretty sad’, que se inicia com a recém-lançada canção “the cure”, uma sinestésica e pungente balada alt-rock que volta a colocar a cantora e compositora como uma das melhores no que faz. A inédita faixa promocional do disco é um lembrete de que, por mais que esteja atrelada aos temas que explorou em incursões predecessoras, Rodrigo tem uma capacidade incrível de sempre transformar o universal em particular e nunca se valer de comentários maniqueístas sobre a complexidade do amor e do trauma.

Mais uma vez, a performer se alia com Dan Nigro, que fica responsável pela composição e pela produção, trazendo referências nostálgicas do cenário alternativo do rock dos anos 1990, em especial Foo Fighters e Smashing Pumpkins. Aqui, somos convidados a esquadrinhar uma outra desilusão amorosa que não parte de ressentimentos pessoais e observações ácidas como visto em “the grudge”, “get him back” e “good 4 u”, e sim de uma inabilidade traiçoeira de autossabotagem que a coloca numa espiral de frustração de tirar o fôlego.

“Tudo por que minha cabeça está cheia de veneno e meu coração está cheio de dúvidas” é o verso que resume a história que Rodrigo arquiteta, comentando sobre uma tentativa de relacionamento que não tem mais para onde ir em virtude de traumas não resolvidos e de uma inescapável insegurança que é permeada tanto pela sonoridade ressonante do violão e das notas acústicas da guitarra, quanto por uma melancólica e derradeira percepção de que, talvez, o problema seja muito mais intrincado do que pareça.

Lembrando que “the cure” já está disponível nas plataformas de streaming.

2ª temporada de ‘Outlander: Blood of My Blood’ ganha teaser e data de estreia; Confira!

O canal Starz divulgou o novo teaser da 2ª temporada ‘Outlander: Blood of My Blood‘, derivado do adorado drama de época ‘Outlander‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 18 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção foca em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

Anna Kendrick irá dirigir a adaptação do best-seller ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’

Segundo o DeadlineAnna Kendrick (‘A Escolha Perfeita’) foi contratada para dirigir a vindoura adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’, longa baseado no romance best-seller de Taylor Jenkins Reid que será supervisionado pela Netflix.

Kendrick fez sua estreia como diretora com ‘A Garota da Vez’, elogiado suspense que coestrelou ao lado de Daniel Zovatto e que conquistou 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela substitui a previamente anunciada Maggie Betts (‘O Próprio Enterro’) na função.

Liz Tigelaar (‘Little Fires Everywhere’) assinou o primeiro rascunho do projeto, que agora passa por revisões pelas mãos de Francesca Sloane (‘Sr. e Sra. Smith’).

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Liza ChasinBrad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.

Reid também entra como produtora executiva.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Acredite se Quiser! 10 Filmes Baseados em Histórias Reais Inacreditáveis

O cinema é uma fábrica de sonhos. A criação de mundos de fantasia. Viagens ao futuro e ao passado. Histórias fantásticas que só existem na imaginação dos artistas. Sim, o cinema é tudo isso. Mas também pode ser um retrato de uma realidade nua e crua. Isso porque alguns dos grandes filmes da sétima não saíram somente da cabeça dos roteiristas, mas também de algumas das histórias reais mais inacreditáveis de nosso mundo.

Sabe aquela história do “isso é coisa de filme, só acontece no cinema”? Pois bem, a realidade nos entrega situações tão absurdamente incríveis quanto a sétima arte. Muitas vezes até mais fantásticas. E caso não soubéssemos se tratar de uma história real, diríamos que tal situação jamais aconteceria. O cinema vira e mexe se mistura com a vida real, reflete e inspira a nossa realidade. Afinal, hoje temos drones voadores, robôs inteligentes e computadores pensantes. O que mais virá? Enquanto isso, ficamos com os acontecimentos mais inacreditáveis do cinema, que são baseados em histórias reais. Confira.

Na Natureza Selvagem (2007)

Já imaginou largar tudo, deixar sua vida confortável para trás, e se aventurar pelo mundo, “sem lenço e sem documento”? É uma ideia que parece loucura para a maioria, mas que uma parcela chamaria de liberdade, viver sem as amarras e obrigações sociais. Foi exatamente o que o jovem Christopher McCandless fez. Insatisfeito com sua vida, em especial junto à família, o rapaz decidiu sair em viagem pelo coração dos EUA, onde conheceu vidas e histórias, e nunca parou em um lugar. O problema foi o objetivo de chegar ao Alasca, local inóspito. E nessa luta do homem contra a natureza, o homem sempre perderá, ainda mais quando não conta com os artifícios necessários para a vida em um local tão selvagem e frio. O destino do jovem foi a morte. No cinema, Sean Penn nos entregou uma verdadeira obra-prima, que deveria ter recebido muito mais amor no Oscar.

127 Horas (2010)

Ainda na seara de “o homem testando seus limites perante a natureza”, temos mais uma história de humildade obrigatória perante forças que o homem jamais conseguirá domar. Assim como o protagonista do filme acima, Aaron Ralston (interpretado por James Franco) é um aventureiro independente. O jovem saía para trilhas e caminhadas, em lugares remotos, e sequer avisava a família, sem que ninguém soubesse de seu paradeiro. Numa dessas aventuras, ele terminou com a mão presa em uma enorme rocha, no cânion Blue John, em Utah. Durante cinco dias, as chamadas 127 horas do título, o rapaz quase pereceu, sem ajuda. Ele precisou salvar sua própria vida, e para conseguir isso, teve que tomar a decisão mais difícil: cortar a própria mão para se livrar da situação. Uma incrível história de superação.

Titanic (1997)

Tudo bem que o filme de James Cameron não é uma biografia específica de nenhum sobrevivente do Titanic, mas sim uma história fictícia que usa como pano de fundo uma das maiores e mais famosas tragédias relatadas na história dos EUA. Ocorrido em 1912, o navio de luxo, tido como “inafundável”, nem mesmo por Deus, provou que o egocentrismo do homem nunca deve ficar acima de sua capacidade intelectual. Ao colidir com um iceberg, o casco do navio foi cortado e a embarcação foi afundando gradativamente, matando 1.500 (a maioria) dos passageiros, e deixando vivos apenas 705 pessoas, que conseguiram escapar. É claro que Hollywood transformou tudo em um grande espetáculo visual, que se tornou um dos maiores filmes da história do cinema.

Sully – O Herói do Rio Hudson (2016)

Do mar, passamos para o ar. Muitas pessoas possuem um incrível medo de voar. Estar dentro de uma estrutura de metal a muitos metros do chão, sem ter o menor controle desta situação, pode ser algo realmente desafiador para nosso pânico interno. Seja como for, voar ainda é o método mais seguro e rápido de se viajar. Algumas pessoas podem possuir suas próprias histórias de pavor dentro de um avião, mas poucas passaram pelo que os passageiros do voo 1549 da US Airways passaram no dia 15 de janeiro de 2009. Esse era o voo pilotado pelo comandante Chesley “Sulley” Sullenberger, notoriamente conhecido como um herói. Ao decolar em Nova York, o avião se chocou contra um bando de gansos e perdeu todos os motores. A solução encontrada pelo piloto foi fazer um pouso forçado no rio Hudson. A história inspirou o filme ‘O Voo’, com Denzel Washington, de 2012, mas depois ganharia sua biografia oficial comandada por Clint Eastwood, e estrelada por Tom Hanks.

Capitão Phillips (2013)

Do ar, voltamos novamente para o mar, mas seguimos em um filme estrelado por Tom Hanks. São tantos grandes filmes que esse verdadeiro astro de Hollywood protagonizou, que daria várias listas falando só deles. Aqui, Hanks estrela em outra história real, desta vez como o Capitão de uma embarcação cargueira, que termina sequestrada por piratas somalianos em águas internacionais no Oceano Índico, no Golfo de Aden. O local é conhecido por ser uma zona perigosa de pirataria. Curiosamente, a incrível história também ocorreu em 2009, mesmo ano da história do filme acima, também estrelado por Hanks. Este longa tenso tem assinatura de Paul Greengrass.

O Terminal (2004)

Esse é o último filme de Tom Hanks na lista, eu prometo. Mas quem mandou o ator estrelar diversos ótimos filmes baseados em histórias reais. Certamente sua filmografia ainda possui outros. Aqui, ele interpreta um imigrante fugindo da guerra em seu país, o fictício Cracóvia, porém, impedido de adentrar nos EUA. O sujeito termina passando um tempo no “limbo” entre o país de onde fugiu e seu futuro local de moradia, até que a parte burocrática da imigração se ajeite, nesta comédia dramática de Steven Spielberg. Embora morar em um aeroporto possa parecer algo totalmente fora da realidade, o longa foi inspirado por uma história real, de um imigrante iraniano que terminou morando nada menos que 18 anos no aeroporto Charles de Gaulle, na França, por ter perdido seus documentos.

A Sociedade da Neve (2023)

O filme mais recente em nossa lista é baseado em mais uma história incrível, esta ocorrida na década de 1970, em 13 de outubro de 1972 para ser mais preciso, que já havia virado um filme de Hollywood em 1993 – chamado ‘Vivos’. Esta versão, no entanto, dirigida por J.A. Bayona para a Netflix, é mais fiel aos acontecimentos e em especial à nacionalidade das pessoas envolvidas. Novamente o tema aqui é a queda de um avião, porém, o local da queda foi bem mais inóspito, na Cordilheira dos Andes. O avião da força aérea Uruguaia de número 571 ainda hoje é marcado na história do país, com um museu dedicado à tragédia. 45 pessoas estavam no voo uruguaio, entre elas uma equipe de rúgbi. O caso se tornou notório porque para sobreviverem, os passageiros tiveram que recorrer ao canibalismo, e comer os mortos. Algo verdadeiramente perturbador.

O Impossível (2012)

Por falar em situações verdadeiramente perturbadoras, temos agora um filme que fala sobre uma das maiores tragédias naturais ocorridas em tempos recentes: o tsunami que devastou a Tailândia em 2004. Uma família de férias em um resort no local enfrentou toda a fúria da natureza, em uma tragédia que resultou em algo em torno de 230 mil pessoas mortas, em 14 países diferentes. Só na Tailândia, foram 8 mil mortos. No cinema, tivemos uma troca de nacionalidades, o que muitos chamariam de “white-washing”, já que no filme temos uma família branca britânica. Porém, a família original era espanhola. Na direção, temos novamente o espanhol J.A. Bayona, que comandou também o filme acima.

O Homem Elefante (1980)

Nem só de tragédias naturais e acidentes vive uma lista de histórias incríveis. Ela também pode falar sobre questões sociais. Nesse clássico absoluto, indicado ao Oscar, e dirigido pelo saudoso David Lynch, temos retratada a história real de Joseph Merrick, nascido com uma incrível deformidade em seu rosto e corpo, conhecido como síndrome de Proteus. Merrick nasceu em 1862, uma época em que ainda não se tinha muito conhecimento sobre esta tal condição. Justamente por isso, ele foi tratado como um animal, como uma aberração de circo, sendo renegado pela sociedade da época. Até finalmente conhecer a compaixão e ser acolhido por um hospital londrino e fazer amizade com um médico, no filme interpretado por Anthony Hopkins. Merrick é vivido por John Hurt, debaixo de uma impressionante maquiagem.

A Mula (2018)

Finalizando a matéria, temos agora um filme estrelado pelo lendário Clint Eastwood, que aparece aqui pela segunda vez, após ‘Sully’. Na trama, Eastwood interpreta um nonagenário com dificuldades financeiras que termina concordando em se tornar mula para um cartel de drogas mexicano – justamente por ser a última pessoa de quem a polícia iria desconfiar. Porém, sua nova carreira não ocorrerá de forma tão tranquila quanto ele imagina. Na vida real, Leo Sharp foi um veterano da Segunda Guerra Mundial e horticultor, que se tornou mula para o cartel de Sinaloa, aos 87 anos. Mais uma vez, o cineasta entrega um drama envolvente, que consegue criar empatia com a figura errática principal.

‘Onslaught’: Cartazes do novo TERROR do diretor de ‘Você é o Próximo’ promete caçada MORTAL; Confira!

O terror ‘Onslaught‘, próximo filme do diretor Adam Wingard (‘Você é o Próximo’), ganhou dois novos cartazes.

A A24 lançará o primeiro trailer amanhã (2).

Na trama, Adria Arjona (‘Pisque Duas Vezes’) interpreta uma mãe desesperada que usa seus dons antigos e particulares para proteger as pessoas que ama após descobrir de uma ameaça escapou de uma secreta base militar.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de outubro, pela Diamond Films.

O elenco ainda contará com Rebecca Hall (‘A Casa Sombria’), Dan Stevens (‘Abigail’), Drew Starkey (‘Hellraiser’), Reginald VelJohnson (‘Duro de Matar’), Michael Biehn (‘Aliens, o Resgate’), Eric Wareheim (‘Master of None’) e o lutador brasileiro Alex Pereira.

Ator de ‘Aliens, o Resgate’ se junta ao elenco de ‘Onslaughter’, novo terror de Adam Wingard, diretor de ‘Você é o Próximo’

Simon Barrett assinará o roteiro – retomando sua parceria com o diretor, iniciada com os já mencionados ‘Você é o Próximo‘ e ‘O Hóspede‘.

Barrett e Wingard também servirão como produtores ao lado de Aaron Ryder, Andrew Swett, Alexander Black Jeremy Platt.

Jon Rosenberg e Natalie Sellers atuarão como produtores executivos.

‘Onslaughter’: Dan Stevens estrelará novo terror de Adam Wingard, diretor de ‘Você é o Próximo’

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Stream 2’: Tim Curry tem RETORNO confirmado na sequência do TERROR

De acordo com o Variety, Tim Curry (‘It: Obra-Prima do Medo’) retornará na sequência ‘Stream 2: Sudden Death‘ (Stream 2: Morte Súbita, em tradução livre).

Após fazer uma participação especial no primeiro filme, o papel do ator será expandido na continuação.

Tim Curry é alguém que inspirou gerações de fãs de terror e cineastas. Desde o início, imaginamos seu personagem como parte de uma história muito maior dentro do universo de ‘Stream’. O primeiro filme apenas arranhou a superfície, e estamos animados para trazê-lo de volta em um papel maior que o público realmente vai adorar,” declarou o diretor Michael Leavy.

David Howard Thornton, que dá vida ao psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, reprisará seu papel do primeiro filme. Damian Maffei (‘Os Estranhos – Caçada Noturna’) também retornará.

Brian “Q” Quinn e Joe Imburgio são responsáveis pelo roteiro do novo filme.

A continuação irá “explorar os temas apresentados no primeiro filme e se aprofundar no esquema do jogo doentio de vida e morte”.

Confira o primeiro cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

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No longa original, em busca de reaproximar a família, Roy e Elaine Keenan decidem recrear antigas férias em um hotel tranquilo. O que deveria ser um fim de semana relaxante se torna um pesadelo quando quatro assassinos transformam sua estadia em um jogo mortal.

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Novo trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ tirada SARRO do terror ‘Backrooms’; Confira LEGENDADO!

A Paramount Pictures divulgou um novo trailer legendado da aguardada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.

O vídeo tira sarro de ‘Backrooms‘, novo terror da A24, que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o sexto filme da franquia recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá assistida por maiores de idade. O longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo sexual explícito, nudez gráfica, violência intensa, uso de drogas e linguagem imprópria ao longo de todo o filme”.

A produção retoma a alta classificação etária dos dois primeiros filmes. Vale lembrar que, após a saída dos Irmãos Wayne, as sequências seguintes foram lançadas com baixa classificação (PG-13) – na esperança de conquistar um público maior.

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

As estrelas Anna Faris e Regina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.

A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.

Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Confira os cartazes divulgados hoje:

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

‘Superman 2’: James Gunn garante que armadura de Lex Luthor foi feita com efeitos práticos

O cineasta James Gunn, líder criativo do novo Universo DC (DCU), usou suas redes sociais para comentar sobre a armadura de Lex Luthor (Nicholas Hoult). O visual foi revelado na primeira nova imagem de Superman 2: Homem do Amanhã’, sequência do longa de 2025 que tem lançamento planejado para 2027.

Na publicação, o diretor garantiu que a imponente armadura verde e roxa do antagonista é um efeito 100% prático e confirmou que o registro foi feito diretamente no set de filmagens. Gunn não poupou elogios ao trabalho de engenharia por trás do traje:

“Ele se move incrivelmente bem. É incrivelmente móvel. E sim, na versão do filme ele adicionou Lexiglas inquebrável”, celebrou Gunn.

“Esta é uma fotografia do set (é 100% prática)”, garantiu o cineasta nas redes sociais.

A revelação da armadura clássica dos quadrinhos aumentou ainda mais a expectativa para o projeto, que deve consolidar a rivalidade entre o herói e o vilão nas telonas.

Confira:

Além do retorno de Luthor como vilão, a sequência nos introduzirá ao icônico vilão Brainiac, interpretado por Lars Eidinger (‘Toda Luz que Não Podemos Ver’).

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator germânico falou sobre o aguardado projeto e falou sobre a experiência de ver David Corenswet (Superman/Clark Kent) vibrando por ele no set de filmagens.

“Mesmo que pareça surpreendente à primeira vista, esses filmes têm uma ambição filosófica séria. Eles carregam um grande peso alegórico para mim”, ele disse. “Veja só a palavra ‘super’ — ela é usada como um superlativo, para algo excelente, maravilhoso. Mas ‘super’ na verdade significa apenas ‘acima’ ou ‘sobre’. Então, o Superman é o Übermensch [além-homem]. Temos o Superego”.

James Gunn explica rivalidade entre herói e Brainiac em ‘Superman: Homem do Amanhã’

“Já existe uma dimensão psicológica profunda embutida nisso”, continuou Eidinger. “Na semana passada, eu estava no set durante os ensaios e perguntei se podia assistir a algumas filmagens, que já tinham começado. E vi um ator com a roupa do Superman, suspenso por cabos em frente a um fundo azul. Olhei para aquela imagem e pensei: esta é a essência da ficção.”

“É uma imagem tão significativa quanto Hamlet segurando a caveira: o Superman, naquela pose de Superman, pendurado por cabos em frente a um fundo azul. Estar no universo do Superman não era um sonho ou um desejo ardente para mim. Mas agora que está acontecendo, consigo ver uma certa inevitabilidade nisso, algo quase predestinado”.

Pouco depois, o astro falou sobre como seu trabalho no teatro o ajudou “enormemente” a se preparar para sua estreia no cinema. “Envolve um registro diferente de atuação, um que não é primordialmente realista e permite um estilo de interpretação muito mais expressivo.”

“Quando assisto a um filme como Guardiões da Galáxia’, de James Gunn, acho que ele tem uma grande qualidade teatral — na abordagem do bem e do mal, e em uma certa tendência à alegoria”, observou. “Brainiac é descrito como a encarnação de Satanás. Acho isso quase shakespeariano. O rei, o bobo — há tantos paralelos para mim.”

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.