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HBO DEFENDE J.K. Rowling de suas declarações transfóbicas: “Ela tem o direito de se expressar”

De acordo com o Variety, Casey Bloys, presidente de programação da HBO, confirmou que a polêmica autora J.K. Rowling segue “muito envolvida” no desenvolvimento da série baseada na franquia ‘Harry Potter‘.

O executivo ressaltou que ela tem direito a expressar “sua opinião”, e que o projeto irá se beneficiar muito com o seu envolvimento – apesar das incontáveis declarações controversas em relação à comunidade trans.

J.K. Rowling está muito, muito envolvida no processo criativo da série ‘Harry Potter’, selecionando roteiristas e diretores. [Sua posição contra a comunidade trans] não afetou o elenco ou a contratação de escritores e equipe no projeto. [O estúdio] tem trabalhado com a J.K. Rowling e o universo do Harry Potter por mais de 20 anos, então sua contribuição é inestimável.”

“Temos orgulho de contar novamente a história do Harry Potter – baseada em livros tocantes que contam histórias sobre o poder da amizade, determinação e aceitação. J.K. Rowling tem o direito de expressar sua opinião. Nós nos manteremos focados no desenvolvimento da nova série, que só tem a se beneficiar com o envolvimento dela.”

Francesca Gardiner (‘Succession’) servirá como showrunner e produtora executiva, e Mark Mylod (‘Game of Thrones’) atuará como produtor executivo e diretor.

O processo de elenco também está em andamento. O elenco será diversificado, podendo alterar a etnia dos personagens.

A primeira temporada está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Mais um dos Vingadores originais deve voltar para ‘Vingadores: Doutor Destino’

Mais um veterano indicou seu retorno em Vingadores: Doutor Destino (‘Avengers: Doomsday’). Além de Chris Evans voltar como Steve Rogers, mais um dos Vingadores originais deve retornar para o filme.

Jeremy Renner, que no começo do ano recusou voltar para a segunda temporada de ‘Gavião Arqueiro‘ devido a uma disputa salarial com a Disney, aparentemente se acertou com o estúdio.

Renner compartilhou o teaser de Vingadores: Doutor Destino no Instagram, o que levou a especulações de que ele estaria insinuando seu envolvimento com o filme. Embora o astro de ‘Vingadores: Ultimato‘ não tenha sido confirmado, ele também  republicou o primeiro pôster do filme – algo que apenas os atores que estão no elenco fizeram.

Jeremy Renner continua aberto a retornar para a 2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’

Renner também se mostrou evasivo em entrevistas sobre os próximos filmes dos Vingadores .

“Não volto”, disse ele. “Se eles quiserem [me substituir pelo Multiverso], podem fazer isso à vontade [Risos]. Estou bastante ocupado.”

Você acha que o ator voltará no filme?

Ontem, a Marvel Studios divulgou o primeiro teaser oficial de Vingadores: Doutor Destino (‘Avengers: Doomsday’), trazendo Chris Evans de volta com o icônico Steve Rogers/Capitão América.

Confira:

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | Os Amigos

As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. Exibido no Festival de Gramado do ano passado e com algumas passagens em outros festivais aqui no Brasil, o simpático filme Os Amigos é uma fábula moderna sobre um homem e suas depressões cotidianas causadas por abalos emocionais em muitos campos de sua vida. Protagonizado pelo competente Marco Ricca, e com a maravilhosa Dira Paes como coadjuvante, o trabalho dirigido pela cineasta Lina Chamie é uma jornada inteligente sobre as reflexões que passamos ao longo de muitos momentos de nossas vidas. É o tipo de filme que faz constantes paralelos com a realidade de cada um de nós.

Ao longo dos 90 minutos de fita, acompanhamos um momento de incertezas e depressões sociais na vida do arquiteto Téo (Marco Ricca), um homem solitário que sofre um grande abalo quando sabe do falecimento de seu melhor amigo de infância. Téo é um ser sozinho, divide suas angústias apenas com sua melhor amiga Majú (Dira Paes) que vive tentando arranjar uma companheira para ele. Enfrentando seu passado e tentando achar alguma luz em seu futuro, o protagonista leva o público em uma jornada sobre os momentos de reflexões sobre a vida, situação em que todos nós já estivemos, estamos ou vamos estar.

O roteiro, assinado pela própria diretora, um dos bons destaques dessa produção, teve altas influências do poema Fábula de um Arquiteto, de João Cabral de Melo Neto e do romance Ulysses, de James Joyce. Com essas referências, foi moldada uma história que mais parece aqueles livros adolescentes que falam sobre complexos pensamentos de maneira poética, beirando a trivialidade e deixando o espectador argumentar sobre os inúmeros assuntos colocados à mesa.

Os Amigos não é só um filme só sobre amizade, é um trabalho que busca uma lógica para a arte do sonhar. As cenas do zoológico, os paralelos com o cotidiano agitado do protagonista e os inúmeros raciocínios feitos ao longo da fita, tiram o público da zona de conforto. Para contextualizar alguns pensamentos, a diretora afasta o público da realidade, com cenas que parecem desenhos animados, mas sempre falando sobre ela. É uma criatividade que produz a originalidade. Mais filmes nacionais deveriam seguir esse caminho, o do tentar apresentar uma história original que realmente nos fazem pensar sobre as nossas próprias vidas.

10 filmes para ficarmos de olho na edição 2025 do CineOP

Um dos festivais de cinema mais interessantes do país está prestes a começar: a Mostra de Cinema de Ouro Preto. Em sua edição de 20 anos, o evento reúne 144 filmes que serão exibidos entre os dias 25 e 30 de junho, transformando a cidade histórica — reconhecida como Patrimônio da Humanidade — em uma verdadeira festa para os amantes da sétima arte. Abaixo, destacamos algumas obras para ficarmos de olho:

 

Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles

 

Escasso acompanha Rose, uma passeadora profissional de pets que apresenta sua nova casa para uma equipe documental enquanto celebra a realização de um sonho: o da casa própria, mesmo que ocupada. Enquanto diz cuidar do imóvel e aguardar o retorno da proprietária, a nova “inquilina” cria intimidade com a casa, assumindo um estado de paixão pela dona ausente. (Sinopse Oficial).

 

A Carta de Mudan e as Oito Primaveras, de Pedro Nishi

Após oito anos, uma jovem chinesa e sua família reencontram um amigo brasileiro. (Sinopse Oficial).

 

Zizi (Ou a Oração da Jaca Fabulosa), de Felipe M. Bragança

Filmado na Baixada Fluminense, ZIZI é um documentário fabular sobre a vida de duas pragas: uma fruta alienígena (a jaca) e uma mulher indígena (a avó do cineasta). (Sinopse Oficial)

 

Um Olhar Inquieto: o Cinema de Jorge Bodanzky, de Liliane Maia e Jorge Bodanzky

Em 1973, Jorge Bodanzky, filmando para a TV alemã, capturou uma imagem intrigante: uma grande maloca em meio à densa floresta amazônica, cercada por indígenas isolados tentando atingir o avião com flechas. Meio século depois, o registro recuperado pelo Instituto Moreira Salles, leva o cineasta de volta a Aripuanã. O filme conecta o passado e o presente, explorando sua trajetória e os mistérios da Amazônia a partir dos seus inúmeros rolos de super-8. (Sinopse Oficial).

 

Paraíso, de Ana Rieper

 

Documentário sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto. (Sinopse Oficial).

 

Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello

 

Em 1967, Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet escreveram o roteiro daquele que seria um de seus mais importantes filmes: “A Hora dos Ruminantes”, mas que nunca foi filmado. “Os Ruminantes” conta esta história, sobre o cinema brasileiro das décadas de 60 e 70 e suas questões políticas, além de fazer revelações de documentos confidenciais da Ditadura Militar em diálogo com Hollywood. (Sinopse Oficial).

 

Meu Pai e Eu, de Thiago Moulin

 

Dez anos após a morte do pai, o diretor Thiago Moulin abre a mala que herdou com fragmentos de uma vida inteira. Entre desejos interrompidos e silêncios familiares, ele tenta quebrar os diversos ciclos de ressentimento que atravessam sua família. (Sinopse Oficial).

 

Brasiliana: o Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo, de Joel Zito Araújo

Brasiliana, o musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, resgata a trajetória da companhia de teatro de revista Brasiliana que percorreu mais de 90 países ao longo de seus 25 anos de atividade. (Sinopse Oficial).

 

Itatira, de André Luís Garcia

Em um pequeno município do interior do Ceará — que dá nome ao filme — um suposto espírito começa a se manifestar dentro de uma escola, fazendo os estudantes passarem mal de algumas formas. Com a recorrência dos episódios, o caso rapidamente desperta o interesse da mídia, que transforma a situação em um espetáculo sensacionalista, afetando de maneira profunda e desestabilizadora a rotina dos moradores da região.

 

A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais

A Nave Que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda. (Sinopse Oficial).

 

 

 

 

 

Por Onde Anda o Elenco de ‘Pânico’ (1996)?

Na coluna ‘por onde anda o elenco…’ já tivemos alguns slashers da retomada dos anos 1990, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana, mas havíamos deixado de fora o carro-chefe e grande responsável pela sobrevida do gênero no período, Pânico. Com o anúncio do quinto filme da franquia, agora pelas mãos da Paramount, a volta do elenco original e a data de estreia já definida para janeiro de 2022, não existe ocasião mais perfeita para celebrarmos este terror adolescente tão querido pelos fãs. Assim, iremos finalmente recapitular por onde andam os principais envolvidos com sua produção.

Portanto, sem mais delongas, enquanto aquecemos os motores para o quinto capítulo da franquia – e começamos a maratonar os quatro longas anteriores – vamos descobrir, bem a tempo para o halloween, o paradeiro do elenco de Pânico (Scream).

Neve Campbell (Sidney Prescott)

Recentemente, andamos falando muito sobre a estrela da década de 1990, Neve Campbell. Primeiro na matéria sobre as Screm Queens dos 90’s e depois na matéria sobre Jovens Bruxas – o primeiro papel de destaque da atriz no cinema. Na época, Campbell se preparava para a terceira temporada da série Party of Five (O Quinteto), produção que realmente colocou seu nome no mapa. Mas, seu primeiro papel protagonista nas telonas viria alguns meses depois com Pânico – época em que o seriado citado se encontrava a pleno vapor por seu terceiro ano. Há pouco tempo, Neve chegou inclusive a revelar que ninguém nos bastidores do slasher tinha certeza de sucesso.

A atriz mencionou que durante os takes, onde ela e os colegas de elenco esperavam para a próxima cena cobertos de sangue artificial, se perguntavam se no ano seguinte os fãs do gênero usariam a fantasia do assassino Ghostface no halloween, ou se o vilão cairia para sempre no esquecimento, como aconteceu com tantos. Hoje, 24 anos depois, três sequências (e mais uma ficando pronta) e três temporadas de uma série derivada, é seguro dizer que desde sua estreia o Ghostface nunca saiu de moda, e se tornou uma das máscaras mais populares saídas de um filme de todos os tempos. Campbell foi vista na superprodução da Universal Arranha-Céu (2018), ao lado do maior astro da atualidade, Dwayne Johnson, e, como dito, se prepara para estrear Pânico 5 em 2022.

Courteney Cox (Gale Weathers)

O legal dos filmes de terror slasher desta época é que testavam no cinema a capacidade de atores que brilhavam em séries de TV populares. E em Pânico, tínhamos duas jovens atrizes saídas de dois dos maiores programas de TV da época: o citado Party of Five e o fenômeno inesgotável Friends. A série de comédia sobre os seis amigos solteiros vivendo em Nova York é uma das mais populares de todos os tempos, sendo redescoberta consecutivamente por gerações ainda hoje, desde sua estreia lá em 1994. O programa durou dez anos, e na época do lançamento de Pânico em dezembro de 1996, Friends estava, vejam só, igualmente em seu terceiro ano e a pleno vapor. E não apenas isso, como no terceiro episódio da temporada, o programa contou com participação de ninguém menos que David Arquette, imortalizado como o policial Dewey na franquia Pânico!

É claro que Cox viveu a perfeccionista Monica Gellar no humorístico. Vale mencionar que nos quase 25 anos desde o primeiro filme, Cox conheceu o colega citado durante as filmagens, iniciaram um relacionamento, se casaram, ela mudou o nome para Arquette, tiveram uma filha e depois de alguns anos eles se divorciaram, com a atriz voltando ao nome de solteira. Apesar disso, continuam amigos e ambos retornam para o quinto filme. Cox, ainda bem novinha, fez o filme do He-Man, Mestres do Universo (1987), e o primeiro Ace Ventura (1994), com Jim Carrey, no qual estava lindíssima. Depois do fim de Friends, Cox protagonizou a série Cougar Town por seis temporadas, e participou de programas famosos como Shameless (2018) e Modern Family (2020).  No cinema, seu último filme foi a coletânea dramática sobre mães e filhas, Minha Mãe e Eu (2016).

David Arquette (Dewey Riley)

O policial atrapalhado Dewey morria no primeiro roteiro de Pânico, mas o carisma de David Arquette no papel foi tanto que os realizadores optaram por mantê-lo vivo no desfecho do filme original. Curiosamente, na continuação de 1997, o mesmo ocorre, com Dewey terminando entre a vida e a morte. Irmão mais novo das atrizes Rosanna Arquette e Patricia Arquette, David possui um jeito peculiar de ser e atuar nos filmes, sempre beirando o estranhamento e a esquisitice, características que leva consigo para seus papeis.

Após o sucesso de Pânico, Arquette teve destaque na comédia romântica Nunca Fui Beijada (1999) e no “terrir” Malditas Aranhas (2002), da Warner. Atualmente, no entanto, fora da franquia Pânico, Arquette se concentra basicamente em filmes da categoria B, sem nomes conhecidos no elenco e produção, e deve estar seguindo os passos do ex-cunhado Nicolas Cage, já que tem nada menos que 7 filmes em fase de pós-produção para estrear antes de Pânico 5, todos, certamente, renegados ao mercado de vídeo por aqui. Fora isso, desde 2000 David Arquette investe na carreira como lutador de luta livre (Wrestling) – é sério!

Drew Barrymore (Casey Becker)

Drew Barrymore era o maior nome do elenco na época do lançamento de Pânico, tanto que os realizadores a queriam no papel da protagonista Sidney. Barrymore, é claro, havia sido uma atriz mirim de sucesso, e um de seus primeiros trabalhos foi o blockbuster E.T. – O Extraterrestre (1982). Na fase adolescente se envolveu em diversos problemas pessoais com o uso de drogas e bebidas, mas deu a volta por cima emplacando em filmes como Relação Indecente, Quatro Mulheres e um Destino, Somente Elas, Amor Louco, Batman Eternamente e Todos Dizem Eu te Amo – tudo isso antes de estrelar Pânico. A atriz achou melhor optar por uma participação menor no filme, terminando com o papel da primeira vítima Casey.

A intenção da atriz era passar ao público a sensação de que nem mesmo o rosto mais conhecido do elenco estava seguro, assim tudo poderia acontecer. Algo orquestrado por Hitchcock em Psicose, porém, ainda mais intenso, já que Barrymore sai de cena logo nos primeiros minutos do filme. A atriz seguiu como nome mais forte do elenco, sendo a única considerada verdadeiramente uma estrela – dentre seus sucessos, a franquia As Panteras, da qual é produtora. Barrymore protagonizou as três temporadas de Santa Clarita Diet, da Netflix, ganhou seu próprio talk show e prepara sua volta às telonas com The Stand-In, comédia sobre uma atriz e sua dublê, onde viverá papel duplo. Seu último filme no cinema havia sido o drama Já Estou com Saudades (2015).

Skeet Ulrich (Billy Loomis)

 

 

Pânico é uma bela homenagem orquestrada pelo roteirista Kevin Williamson aos slashers do cinema. Uma das mais fortes referências é ao clássico absoluto Halloween – A Noite do Terror (1978), do mestre John Carpenter. Além das diversas citações, entre elas à atriz Jamie Lee Curtis, e do filme ser exibido na TV durante uma festa num momento chave de Pânico, o nome do personagem de Skeet Ulrich é pura dedicatória ao herói do filme de Carpenter, o psiquiatra do assassino Michael Myers, que trata de caça-lo na noite de dia das bruxas mais perigosa de todas. Porém, o personagem do saudoso Donald Pleasence era por sua vez uma dedicatória ao mestre Alfred Hitchcock e ao namorado da protagonista Janet Leigh em Psicose – que se chamava Sam Loomis (vivido pelo ator John Gavin).

Ulrich foi contratado por sua semelhança física com Johnny Depp, outro ator descoberto por Wes Craven para um de seus filmes, este no caso A Hora do Pesadelo (1984). Billy Loomis logo se torna o principal suspeito dos assassinatos, mas será que o personagem mais óbvio é mesmo o culpado? Depois de participações em filmes como Melhor é Impossível, Newton Boys e Suando Frio, todos ainda na década de 1990, Ulrich deu uma sumida e não cumpriu o estrelato prometido. Atualmente ele se encontra na série Riverdale, sucesso do canal CW.

Rose McGowan (Tatum Riley)

A morena Rose McGowan colocou uma peruca loira para viver Tatum, a desbocada cheia de atitude irmã do policial Dewey, que é também a melhor amiga da protagonista Sidney e namorada do amalucado Stu. É claro que com tantas conexões, apesar de ser a personagem preferida de muitos neste primeiro filme, a coisa ia dar ruim para Tatum. É dela que vem algumas das referências mais legais do longa, como citações a filmes, atores e diretores na forma de trocadilhos, embaralhando títulos e personalidades – como “Wes Carpenter” (mistura dos lendários cineastas do gênero). Apesar de seu destino cruel, a realidade pode ser ainda mais aterradora, já que Pânico, fora das telas, serviu como marco zero para o movimento #metoo e o início das acusações contra o mega produtor Harvey Weinstein.

Pânico foi produzido pelo empresário, e McGowan trabalharia com ele novamente no terror Fantasmas (1998). A atriz foi a primeira a vir a público com as denúncias. Na época, McGowan ainda participou de Um Crime Entre Amigas, Prontos para Detonar e foi parte do elenco fixo da série de sucesso Charmed, sobre um trio de irmãs bruxas, após a saída da problemática Shannen Doherty em 2001. Seu último filme conhecido foi em 2011, com o remake de Conan – O Bárbaro, protagonizado por Jason Momoa, no qual interpretou a vilã.

Matthew Lillard (Stu)

Outro amalucado do elenco, Matthew Lillard trazia sua excentricidade para os papeis que fazia, ficando conhecido pelo jeitão todo particular. Foi assim, por exemplo, em Hackers – Piratas de Computador (1995), no qual atuou lado a lado com a vencedora do Oscar Angelina Jolie, então uma solene desconhecida. Assim, Stu foi apenas mais uma extensão deste “personagem-ator”, cheio de trejeitos e maneirismos, além das gírias, risadas e jeito aloprado em geral.

Desta forma, não é de se espantar que o ator tenha sido escolhido para viver a versão de carne e osso do “maconheiro” Salsicha nos live-action do Scooby-Doo (2002 e 2004). Lillard segue até hoje como a voz do personagem em variadas animações. Ainda aproveitando o sucesso de Pânico, ele faria Wing Commander e 13 Fantasmas. Somente nos últimos anos foi que Matthew Lillard optou por papeis e uma atuação mais séria e contida, longe de sua sempre caricatura. O epicentro de tal mudança foi o indicado ao Oscar Os Descendentes (2011), trilha que continuou em Twin Peaks: O Retorno (2017). Atualmente, ele faz parte do elenco de Good Girls, série da Netflix.

Jamie Kennedy (Randy)

Uma das grandes sacadas de Pânico é a metalinguagem. Os personagens sabiam tudo sobre filmes de terror, e traçavam um paralelo com o que lhes ocorre na “vida real”, dentro do filme. No entanto, nenhum personagem personifica tanto este artifício quanto Randy, o funcionário cinéfilo de uma vídeo locadora (sim, Pânico já está no túnel do tempo) que entende tudo de filmes de terror. Ele é o nerd de plantão, o personagem com que todo aficionado se identifica. Devido a estas características, ele é também o eterno apaixonado pela protagonista Sidney, que nunca sai da “friend zone”.

Após o sucesso na franquia Pânico, na qual permaneceu como favorito de muitos até o terceiro episódio, Jamie Kennedy aproveitou sua popularidade para ganhar seu próprio programa de pegadinhas, intitulado The Jamie Kennedy Experiment (2002-2007). Neste período, resolveu protagonizar comédias ambiciosas para a Warner e sua subsidiária New Line, vide Sequestro em Malibu (2003) e O Filho do Máskara (2005), ambos fracassos de crítica e público, com o segundo vivendo para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos. Em 2018, Jamie Kennedy participou de O Ataque dos Vermes Malditos 6, lançado direto em vídeo.

Wes Craven (Diretor)

O mestre Wes Craven nos deixou em agosto de 2015. Pânico viveu para se tornar um dos maiores sucessos de sua carreira, e uma muito bem-vinda reenergizada em sua filmografia, que na época amargava produções que não estavam emplacando muito com o público. É claro que Craven era dono de sucessos, como A Hora do Pesadelo (1984), mas nos anos que precederam Pânico andava meio mal das pernas. Ele havia lançado, por exemplo, Um Vampiro no Brooklyn – comédia de horror subestimada, protagonizada por Eddie Murphy, no ano anterior.

E nem mesmo uma nova investida pelos pesadelos de Freddy Kruger em 1994 se mostrou apelo de bilheteria suficiente. Craven repetiria muito da metalinguagem, dos bastidores de cinema e do filme dentro do filme tirado de O Novo Pesadelo (1994) para Pânico e suas sequências. Seus últimos trabalhos foram como produtor da série Scream e do longa de terror The Girl in the Photographs. Como diretor, Craven se despediu com Pânico 4 (2011).

Kevin Williamson (Roteirista)

Midas dos slasher adolescentes no fim da década de 1990, Kevin Williamson tinha o dedo em tudo, desde Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, passando por Pânico e sua continuação, até Prova Final – e dizem boatos que retocou o roteiro de Halloween H20. Não bastasse isso, o escritor criou sua própria série de sucesso juvenil com Dawson’s Creek. Mas foi quando se aventurou a dirigir que as coisas saíram dos trilhos e Tentação Fatal (1999) se viu em meio a polêmicas reais, se tornando um fracasso – que muitos sequer tem conhecimento da existência.

Depois da ausência em Pânico 3, Williamson voltaria a se reunir com o colega Wes Craven para duas outras obras, o fracasso Amaldiçoados (2005) e o subestimado Pânico 4 (2011). Williamson, embora nem todos saibam, esteve por trás de seriados de sucesso, como The Following (2013-2015) e Vampire Diaries (2009-2017). Atualmente está em cartaz, como criador, da série Tell me a Story. Infelizmente, em Pânico 5 não teremos o envolvimento dos criadores originais, já que Craven faleceu há cinco anos e Williamson não terá participação no roteiro do longa.

‘Captain EO’ – Conheça o curta MILIONÁRIO da Disney estrelado por Michael Jackson e dirigido por Coppola

2026 é o ano em que todos poderão celebrar a vida e a carreira de Michael Jackson novamente! Considerado o maior astro da música pop a ter passado por este planeta, Michael Jackson é o assunto da cinebiografia musical intitulada apenas ‘Michael’, dirigida por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) e com roteiro de John Logan (‘Gladiador’ e ‘007 Operação Skyfall’). O blockbuster chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.

Sim, ‘Michael’ nos faz dançar e celebrar novamente esse verdadeiro ícone da música. Mas existe outra celebração envolvendo o astro pop em 2026. Acontece que ‘Captain EO’ está completando 40 anos de sua estreia este ano. E se você está se perguntando: “que diabos é Captain EO?”; temos a resposta para você nessa matéria…

Vamos lá…

Antes, teremos uma breve recapitulação sobre a carreira de Michael Jackson para entender o contexto de ‘Captain EO’ e a ligação do astro pop com o audiovisual. Muitos podem não saber, mas Michael lançou quatro álbuns solo enquanto ainda estava no grupo Jackson Five com seus irmãos. Já era uma forma do cantor se destacar dos demais. No entanto, seria apenas em 1979 que Michael seguiria em carreira totalmente solo, longe dos irmãos, aos 21 anos de idade, com o disco ‘Off the Wall’ – lançado em agosto daquele ano. De certa forma, existe uma grande analogia aí – no conceito de completar 21 anos e atingir a maioridade nos EUA, e aí sim seguir seu próprio rumo.

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Off the Wall’ foi um sucesso impactante, por isso muitos erroneamente acreditam que foi o primeiro disco solo de Michael Jackson. A verdade é que foi o primeiro disco solo após sair dos Jackson Five. Três anos depois, o astro iria ainda mais longe com o disco ‘Thriller’, lançado em novembro de 1982. E aqui podemos dizer que começou verdadeiramente o romance entre Michael Jackson e o cinema (mesmo que o ator já tivesse participado de um filme anteriormente – ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, versão da Motown para ‘O Mágico de Oz’).

Michael

Off the Wall’ até trouxe videoclipes de suas canções, mas ‘Thriller’ trouxe uma verdadeira superprodução em forma de clipe musical. É claro que falamos da música tema do álbum, que se transformou num curta ainda muito aplaudido por seus efeitos visuais práticos e clima perfeito para o Halloween. Este que vos fala, teve a honra de poder assistir a uma versão restaurada do clipe ‘Thriller’ na tela grande e em 3D durante a 42ª edição do Festival de Toronto, no Canadá.

‘Michael 2’: Chefe da Lionsgate CONFIRMA que muita coisa ficou de fora para usar na sequência

Thriller’ não foi um clipe qualquer, foi “o” clipe. Michael, que era um fã ávido de terror, havia adorado o agora cult clássico ‘Um Lobisomem Americano em Londres’, que havia causado alvoroço em 1981, em especial devido à cena de transformação e a maquiagem vencedora do Oscar de Rick Baker. Assim, Michael trouxe não apenas Rick Baker, como também o diretor John Landis, para trabalharem com ele na criação do que é provavelmente o clipe mais icônico da história.

De 1982 com o sucesso do disco ‘Thriller’, passando pelo clipe lançado em 1983, até 1987 com o lançamento do álbum ‘Bad’, Michael Jackson curtiu, descansou e colheu os louros de todas as quebras de recorde que havia conquistado. Foi nessa época que o cantor resolveu criar outra parceria para lá de memorável. Capitalizando em cima da marca que já era seu nome, Michael assinou contrato exclusivo com a Disney para lançar sua própria atração dentro dos parques temáticos de maior nome nos EUA e no mundo. E assim surgia ‘Captain EO’, que custou caríssimos US$ 23 milhões.

Renato Marafon traz sua opinião sobre ‘MICHAEL’ após críticos DETONAREM o filme; Você gostou?

Vindo de Michael Jackson, que sempre foi um perfeccionista, essa não seria uma atração qualquer. A atração era um simulador em 3D que prestava homenagem ao subgênero conhecido como “ópera espacial”, no qual se encaixam produções como Flash Gordon, Buck Rogers e, é claro, o mais atual ‘Star Wars’. Agora preste atenção nos nomes responsáveis pelo projeto. Por falar em Star Wars, na produção estava ninguém menos que um certo George Lucas, justamente o pai da franquia espacial mais famosa do cinema. Lucas, que no mesmo ano produziu ‘Howard – O Super-herói’, aventura B que se tornou cult, resolveu impulsionar o curta de Michael na Disney.

Para a direção do curta-metragem de 17 minutos, a ideia era ter Steven Spielberg, o que traria uma reunião entre diretor e produtor após os dois primeiros ‘Indiana Jones’ (o terceiro ainda não havia sido lançado). Acontece que Spielberg era um dos nomes mais ocupados dos anos 80, entre direção e produção de filmes badalados, e na época assinava filmes como ‘Um Dia a Casa Cai’, a animação ‘Fievel – Um Conto Americano’ e preparava a superprodução dramática ‘Império do Sol’.

Spielberg não pôde participar como diretor justamente por motivo de sua agenda, e então foi substituído por um nome à altura. Que tal o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’? Sim, Francis Ford Coppola foi quem assumiu a cadeira de comando e deu o título ‘Captain EO’ ao curta – que anteriormente iria se chamar ‘Space Knights’ – algo como ‘Cavaleiros do Espaço’. A inspiração de Coppola para o nome foi Eos, deusa grega que personifica o amanhecer. Coppola também assinou o roteiro ao lado de George Lucas.

A trama é o básico do gênero, afinal temos que lembrar que se tratava de um passeio em um parque de diversões, um simulador. Sendo assim, temos Michael Jackson como o capitão de uma nave espacial, cuja tripulação é inteiramente formada por criaturas alienígenas (bonecos animatrônicos e fantoches) e robôs. Os primeiros minutos nos inserem em uma “guerra nas estrelas”, quando a tripulação dos heróis engaja em uma batalha contra os inimigos, que lembra muito Star Wars.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de ABUSO e investigações policiais

No segundo trecho do curta, Michael se depara com a grande vilã da história, a Rainha conhecida como Líder Suprema, interpretada pela vencedora do Oscar Anjelica Huston, debaixo de uma maquiagem pesada – criada novamente por Rick Baker. O visual da vilã foi inspirado por aranhas, e serviu de molde para a rainha Borg, da franquia Star Trek, na TV e no cinema. E depois disso, é claro, este sendo um veículo para o rei do pop, temos um momento musical de canto e dança com Michael Jackson derrotando os inimigos com seus passos elaborados.

A canção criada para ‘Captain EO’, cantada por Michael no ápice do curta, se chama “We Are Here to Change the World” e nunca havia sido lançada oficialmente até 2004 – ou seja, 18 anos depois da estreia da atração na Disney. A música finalmente seria incluída como parte do disco “Michael Jackson: The Ultimate Collection”. A versão deste álbum, porém, é menor e editada, em comparação com a presente no curta da atração.

‘Michael’ e as biografias Musicais lançadas na última década

Filmado em um formato de 30 quadros por segundo, ao contrário do costumeiro 24 quadros por segundo, ‘Captain EO’ jamais foi lançado em qualquer mídia física, seja VHS, Laserdisc, DVD ou Bluray. Você até encontra cópias remasterizadas atualmente online, como no Youtube, mas não são produtos oficiais da Sony ou da Disney. Por outro lado, em 1996, ‘Captain EO’ se tornou o único filme criado para uma atração da Disney a ser exibido fora do parque. Isso porque em meados da década de 90, a MTV foi liberada para uma única exibição do curta – 10 anos depois de sua estreia. E pode ter vindo daí as cópias que circulam online.

Captain EO’ foi uma atração parte dos parques da Disney, na EPCOT, exibida de 1986 até 1997 de forma ininterrupta, até ser substituída por outra atração em 3D – ‘Querida, Encolhi a Audiência’, baseada nos filmes ‘Querida, Encolhi as Crianças’ e ‘Querida, Estiquei o Bebê’. Após a morte de Michael Jackson em 2009, a Disney resolveu homenagear o astro pop e trouxe de volta a atração ‘Captain EO’. Assim, a exibição original foi reaberta em 2010, com o novo título ‘Captain EO Tributo’. Essa foi a única vez em que a Disney fez algo do tipo, e foi merecido.

Assista:

Uma Curiosidade: como ‘Captain EO’ teve o dedo de George Lucas, como forma de homenagem, o curta acabou sendo incluído como parte de uma produção de Star Wars – mas não no cinema, e sim na TV, na Disney+. O mais recente programa de Star Wars, intitulado ‘Skeleton Crew’, de 2024, uma aventura juvenil dentro de tal universo, incluiu vários “easter eggs” de ‘Captain EO’ em seus oito capítulos, como por exemplo a criatura conhecida como Fuzzball, uma mistura de gato e borboleta, que é o mascote de Michael Jackson no curta, e aparece em uma cena da série citada.

‘Operação Overlord’ ganha novo clipe intenso e violento; Assista!

Operação Overlord‘, terror produzido por J.J. Abrams (‘Star Trek’), ganhou um novo clipe intenso e violento.

Confira:

No vídeo abaixo, John Magaro, Wyatt Russell e Iain de Caestecker falam sobre o que faz o terror tão especial, como foram as filmagens e o que esperar da história que traz nazistas e zumbis aterrorizantes.

Operação Overlord‘ vai estrear no Brasil antes de chegar nos Estados Unidos. A estreia comercial no Brasil acontece dia 8 de Novembro, e chega um dia depois nos cinemas norte-americanos. Somos sortudos, né?

O terror é sensacional e diferente de tudo que foi lançado recentemente.

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.

 

‘Grey’s Anatomy’: 16ª temporada ganha data de estreia

A ABC finalmente divulgou quando a 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será lançada. O próximo ciclo irá estrear na televisão norte-americana no dia 26 de setembro.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

‘Bosch’: Ameaça terrorista no trailer COMPLETO da 6ª temporada; Assista!

A Amazon divulgou o trailer completo da 6ª temporada de Bosch.

Confira:

O novo ciclo irá estrear no dia 17 de abril.

A história acompanha a vida de Bosch (Welliver), um detetive do departamento de homicídios de Los Angeles. Filho de uma prostituta, assassinada quando ele tinha onze anos, e de um advogado, que ele só conheceu quando já era adulto, Bosch cresceu em orfanatos e lares adotivos. Veterano da guerra do Vietnã, Bosch foi casado com Eleanor, estrela de um cassino em Macau, com quem teve uma filha, Maddie. Enquanto tenta prender o responsável pela morte de um menino de treze anos, Bosch responde a processo, acusado de ter matado a sangue frio Roberto, um suspeito de ser um serial killer. O processo foi aberto por sua viúva, Rosa Flores, representada pela advogada Sunny Chandler.

Titus Welliver, Jamie Hector, Amy Aquino, Lance Reddick e Madison Lintz estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª (e última) temporada.

‘Frankenstein’: Série baseada no personagem clássico está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, uma nova adaptação de ‘Frankenstein‘, clássico escrito por Mary Shelley, está em desenvolvimento.

Bradley McManus será responsável pelo roteiro da série.

Ambientada na Europa, a trama focará no comportamento e obsessões de um cientista explorando a tênue linha entre a vida e a morte – tudo se passando no decorrer de um ano.

O projeto será produzido pela Stone Village Television, em parceria com a BlackBox Multimedia.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Criminal Minds’: Revival deve ser CANCELADO pela Paramount+

Através do seu Twitter, a atriz Paget Brewster, que interpretou a veterana Emily Prentiss na série ‘Criminal Minds‘, revelou que o revival da produção deve ser cancelado pela Paramount+.

“Infelizmente, acreditamos que o projeto está morto. Eu avisarei se houver algum progresso, mas parece improvável. É triste,” declarou a atriz.

Inicialmente, a intenção era fazer o revival como uma “série limitada”, com possibilidades da produção futuramente ganhar novas temporadas.

Erica Messer serviria como showrunner.

A produção iria trazer uma mistura de personagens clássicos com novos personagens, em uma abordagem parecida com o revival de ‘CSI‘.

A série original, exibida entre 2005 e 2020, rendeu 15 temporadas e incríveis 323 episódios.

‘Yellowstone’: Michael Bay quer dirigir um episódio da série

Em entrevista ao Collider, Michael Bay (‘Transformers’) foi perguntado se havia interesse em dirigir filmes de alguma franquia conhecida, e acabou surpreendendo a todos ao revelar que gostaria de dirigir um episódio da aclamada série ‘Yellowstone‘.

“Eu não gostaria de dirigir algo tipo ‘Star Wars 5’ porque a parte mais difícil para um diretor é criar um universo. E eu gosto de criar universos diferentes. Mas dirigir [um episódio] de ‘Yellowstone’ seria divertido. Os cavalos, os chapéus e a bela paisagem… É uma série divertida.”

Vale lembrar que a série, que já está renovada para a 5ª temporada, se tornou um fenômeno na Paramount+. Recentemente, seu spin-off ‘1883‘ se tornou o lançamento mais popular da história da plataforma.

A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

James Cameron cortou 10 minutos de cenas de ação em ‘Avatar 2’: “Estava muito violento”

Em entrevista ao Esquire Middle East, o diretor James Cameron revelou ter cortado 10 minutos de cenas de ação – especificamente envolvendo armas – na edição final de ‘Avatar: O Caminho da Água‘.

O cineasta afirma ter ficado insatisfeito com o tom violento da produção, e fez os cortes necessários buscando um equilíbrio maior com os outros elementos da história.

“Eu tive uma crise de fé enquanto estávamos editando [‘Avatar: O Caminho da Água’]. O filme estava muito violento. Eu queria mostrar um equilíbrio entre a beleza, a epifania e o aspecto espiritual do filme, com as cenas de ação… mas senti que estava muito pesado.”

Ele completa, “Eu cortei cerca de 10 minutos de cenas de ação envolvendo tiroteio. A história obviamente precisa de conflito. Violência e ação são a mesma coisa, dependendo de como você encara essa questão. Esse é o dilema de todo diretor de filme de ação, e eu sou conhecido por esse gênero.”

Vale lembrar que, em apenas 13 dias, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ já ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

No Brasil, ‘Avatar 2′ já vendeu mais de 4.3 milhões de ingressos, arrecadando um total de R$ 92.4 milhões nas bilheterias nacionais.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Jason Statham estrelará novo filme de AÇÃO do diretor de ‘Esquadrão Suicida’

De acordo com o Deadline, Jason Statham (‘Carga Explosiva’) estrelará o filme de ação ‘Levon’s Trade‘, que será dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’).

O astro Sylvester Stallone assina o roteiro da produção.

Este será o primeiro projeto de Stallone como roteirista desde ‘Rambo: Até o Fim‘ (2019) e ‘Creed II‘ (2018). O artista, que chegou a ser indicado ao Oscar por Melhor Roteiro em ‘Rocky: Um Lutador‘, adaptou o romance homônimo de Chuck Dixon.

O livro é o primeiro de uma popular saga composta por 11 volumes.

Originalmente, o projeto estava sendo desenvolvido como uma série de televisão pela Balboa Productions, produtora de Stallone.

Na trama…

Levon Cade (Statham) deixa sua “profissão” para trás para levar uma vida honesta. Ele quer uma vida simples e ser um bom pai para sua filha, mas quando a filha adolescente de sua chefe desaparece, ele é convocado para usar suas habilidades que o tornaram uma lenda no mundo das operações clandestinas. Sua caçada pela jovem desaparecida o leva ao coração de uma sinistra conspiração criminal, criando uma reação em cadeia que ameaçará sua nova vida.

As filmagens estão programadas para começarem em março de 2024, em Londres.

David Ayer e Chris Long servirão como produtores através da Cedar Park Entertainment, ao lado de Statham pela Punch Palace Productions e Stallone pela Balboa Productions.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘1923’: Atriz de ‘Salem’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Janet Montgomery (‘Dexter’) entrou para o elenco recorrente da 2ª temporada de ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

A atriz interpretará Hillary, uma mulher atenciosa que não quer ver uma injustiça impune.

Anteriormente, Jennifer Carpenter (‘Dexter’) também havia sido confirmado no elenco do próximo ciclo. Ela dará vida à Mamie Fossett, uma delegada dos EUA altamente capaz que cumpre mandados e faz prisões com uma confiança à frente de seu tempo.

A série introduz uma nova geração de Duttons, explorando o início do século 20, quando pandemias, secas históricas e o fim da Lei Seca assolam Mountain West e os próprios Duttons, que consideram o lugar seu lar.

Lembrando que o ciclo de estreia já está disponível na Paramount+.

Relembre o trailer:

Helen Mirren e Harrison Ford são os protagonistas da produção.

O elenco ainda conta com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

Jovem aposta em VINGANÇA no trailer de ‘Kakegurui: Bet’, novo drama japonês da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série japonesa ‘Kakegurui: Bet‘.

Em uma escola particular em que apostas determinam o status social, uma nova aluna habilidosa com um passado misterioso está virando o jogo e apostando na vingança.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 15 de maio.

Adaptação em live-action baseada no mangá japonês Kakegurui, de Homura Kawamoto e Toru Naomura.

‘A Empregada’: Suspense com Amanda Seyfried já arrecadou quase US$ 250 milhões mundialmente

Sucesso! O suspense ‘A Empregada‘, estrelado por Amanda SeyfriedSydney Sweeney, já arrecadou quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de sete vezes do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 35 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 108.7 milhões. Internacionalmente, foram US$ 138.6 milhões através de 66 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 247.3 milhões.

Com o sucesso, a Lionsgate já deu sinal verde para a sequência do suspense, que será baseada no segundo livro da saga literária de Freida McFadden.

Crítica | Amanda Seyfried e Sydney Sweeney brilham na DELICIOSA e despojada adaptação de ‘A Empregada’

Na trama, Sweeney interpreta Millie, uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios e se envolve em uma artimanha que pode colocar sua vida em grande risco.

A Empregada‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance original está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

Quando ‘Kingsman: Serviço Secreto’ estreou, ninguém se quer havia comentado sobre possíveis sequências. Mas com o sucesso do primeiro filme e detalhes da continuação ‘O Círculo Dourado’ surgindo recentemente, o protagonista Taron Egerton já tem sido questionado sobre a possibilidade de um terceiro filme.

Ao ser perguntado pelo site Den of Geek se a audiência poderia nutrir expectativas de ‘Kingsman 3’ no futuro, Egerton afirmou que é bem possível, mas não há a necessidade de ter pressa.

Matthew [o diretor] é muito ponderado sobre esse assunto, mas ele também tem uma sensação real de que ‘Kingsman’ é seu bebê e ele não vai prejudicá-lo com uma idéia ruim. Então, depende do que vai acontecer e se ele achar que isso é o certo a fazer. Tenho certeza que ele, eu a Fox ou qualquer um interessado na história adorariam continua-la”.

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halley Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy).

A sequência estreia em 28 de Setembro de 2017.

A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Nova imagem traz diversos Porgs; Confira!

Uma nova imagem do bichinho fofinho Porg está circulando na internet. Feita a partir da caixa de um brinquedo, ela traz uma leva de criaturinhas

Confira:

Recentemente, Pablo Hidalgo – que trabalha no cânone de ‘Star Wars’ para a Lucasfilm – revelou que os Porgs bebês são na verdade chamados de Porglets.

O diretor Rian Johnson chegou a ir além em sua explicação através de sua conta do Twitter, afirmando que um determinado grupo de Porgs é conhecido como “assassinos”.

 

 

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘Bleach’: Adaptação em live-action vai estrear na Netflix

Adaptação em live-action do popular mangá japonês Bleach’ vai estrear na Netflix. A informação foi confirmada pela própria empresa, ao anunciar sua lista de lançamentos do catálogo norte-americano para o mês de setembro.

De acordo com o calendário de estreias, a produção estará disponível na grade de programação em 14 de setembro. Ainda não se sabe se o lançamento ocorrerá na mesma data no Brasil.

Vale lembrar que a expectativa em relação ao filme é enorme e recentemente ele teve sua estreia no evento Japan Cuts 2018, em Nova York, e suas duas sessões foram completamente esgotadas rapidamente.

Assista ao trailer:

Na trama, Ichigo Kurosaki é um adolescente problemático capaz de ver espíritos que acaba recebendo os poderes de um Shinigami, ou Deus da Morte, e passa a enfrentar os espíritos perturbados conhecidos como Hollow.

O popular mangá foi escrito e ilustrado por Tite Kubo, publicado entre 2001 e 2016.

A Warner Bros. lança o longa em 20 de julho de 2018 no Japão. É provável que venha para o Brasil pela Netflix, assim como a adaptação de Fullmetal Alchemist.

Crítica | Fullmetal Alchemist: Adaptação da Netflix não tem vergonha de si mesma

‘Glow’: 3ª temporada já está disponível na Netflix

A terceira temporada da aclamada série original da Netflix,Glow’, já está disponível na plataforma de streaming, com sua nova leva de episódios estreando nesta sexta-feira (09).

Com 10 episódios, o novo ciclo apresenta o grupo de protagonistas iniciando uma nova fase em suas vidas profissionais, realizando espetáculos de luta livre em Las Vegas.

Confira o trailer:

De acordo com os dados do Nielsen Numbers, a 2ª temporada de ‘Glow‘ registrou a terceira maior audiência da Netflix nos EUA, ficando atrás apenas de ‘The Crown‘ e ‘House of Cards‘.

Vale lembrar que esses dados são referentes apenas aos EUA, e só leva em consideração as pessoas que assistem a Netflix pela televisão. Ainda assim, foi uma enorme surpresa que ‘Glow‘ encontra-se entre os programas mais assistidos do serviço de streaming, o que deve sinalizar que uma renovação não deve estar muito distante.

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Crítica | GLOW – Netflix ressuscita os anos 80 em mais uma série “da hora” 

[EXCLUSIVO] Entrevista | Meu Extraordinário Verão Com Tess é o filme ideal para tempos de solidão

Delicado, sensível e inocente, Meu Extraordinário Verão com Tess surpreendeu o júri do Festival de Berlim em 2019, com uma trama simbólica que explora as dinâmicas familiares, as desventuras do primeiro amor e a solidão de um peculiar adolescente.

Marcando sua estreia em longas metragens, Steven Wouterlood traz às telonas a adaptação da obra de Anna Woltz, explorando a pureza infantil durante um quente verão europeu, à medida que promove uma reflexão sobre o valor da família e a importância em construir memórias em conjunto.

Se comunicando com facilidade com o novo normal, fruta da pandemia do coronavírus, essa comédia dramática tem tudo para cativar as audiências brasileiras e Wouterlood conta, em uma entrevista EXCLUSIVA à jornalista Rafa Gomes, o que faz de Meu Extraordinário Verão com Tess um refúgio tão valioso e transformadors em tempos de isolamento social.

O que te fez se apaixonar pelo livro?

SW: Eu acho que essa é uma história de aquecer os corações, eu fiquei muito tocado. Ela é cheia de emoções, mas também repleta de humor e momentos empolgantes. Eu acho que a obra é muito universal, é sobre relações familiares, sobre o primeiro amor e o medo da solidão. Eu creio que é uma história muito próxima da realidade e muito próxima do meu coração e pensei que daria um lindo filme.

Esse é o seu primeiro longa. Como esse projeto chegou até você?

SW: Eu li o livro há cinco anos atrás, minha tia, irmã da minha mãe, que o recomendou e eu acho que já estava pronto para fazer meu primeiro longa metragem e pensava na possibilidade de produzir algo que fosse baseado em um livro. Eu me apaixonei pela história, escrita por Anna Woltz, fui até meu produtor e ele também concordou que essa obra poderia se tornar um belo filme. Então conversamos com a autora, que também ficou empolgada com o meu trabalho e com os nosso planos e então fomos atrás de um roteirista e encontramos Laura van Dijk. A partir daí, desenvolvemos o roteiro ao longo de três anos, conseguimos apoio financeiro do Fundo Financeiro para Cinema da Holanda e do mesmo fundo da Alemanha e levamos cinco anos no total – desde a primeira leitura do filme até a sua finalização.

Como você garantiu que o filme pudesse ser o mais fiel possível ao livro?

SW: O filme é bem parecido com o livro. Fizemos algumas alterações, até porque, é claro que o formato cinematográfico é totalmente diferente do formato literário. Em um livro você consegue “ouvir” a voz do narrador, você consegue lê-la em todo o tempo e em uma produção você não quer exagerar nesse aspecto. Então tivemos que fazer algumas mudanças nesse sentido. Mas em essência, a cerne e o coração da história permanecem imutáveis no filme.

Como você se sentiu por seu filme ter sido o vencedor de uma menção honrosa durante o Júri Adulto da Berlinale Generation KPlus?

SW: Foi incrível ter sido selecionado para o Festival de Berlim, então ter a nossa grande estreia mundial nesse evento espetacular foi maravilhoso. Nós tivemos uma boa receptividade, a audiência respondeu muito bem e membros da indústria de vários países ficaram interessados em comprar o filme. E ainda tivemos essa menção honrosa no festival! Nossa produção teve um começo de jornada maravilhoso. Depois disso, ele fora exibido em outros festivais, o que me deu a oportunidade de viajar muito nesse período e me sinto muito honrado! Bem, o filme será lançado no Brasil também, então é incrível poder viver tudo isso.

Meu Extraordinário Verão com Tess traz uma história muito inspiradora sobre esperança, família e pureza infantil. O que torna essa produção tão ideal para esse momento tão desafiador que estamos vivendo no mundo?

SW: É interessante. É um filme sobre as férias de verão, então acho que é lindo poder escapar da nossa realidade enquanto o assistimos, conforme experimentamos esse atmosfera veraneia, como uma espécie de escape. Além disso, o filme é sobre solidão e todos nós estamos vivendo nesse contexto, que tem nos dado mais tempo para refletirmos sobre nós mesmos e sobre nossas vidas. É claro que esse tem sido um momento complicado para todos, mas também aprender a lidar com a solitude pode ser muito útil às vezes. Então, eu acho que o filme pode ser ideal para esse contexto pandêmico, justamente por promover essas reflexões sobre a solidão, a vida em família e tantos outros assuntos conectados.

Por se tratar de um filme que explora a solidão e as relações familiares, você acha que o longa pode se tornar uma experiência inspiradora para esse período tão delicado?

SW: Eu espero que o filme possa inspirar as pessoas. Como você mesmo disse, a produção é sobre as dinâmicas familiares, a importância de criarmos memórias juntos e essa é a lição que o nosso protagonista aprende no filme: De que ao invés de se afastar das pessoas, o ideal é você se aproximar delas e perceber qual o real significado da família e o quão importante é construir lindas memórias juntos.

Você acredita que, além das audiências infantis, os adultos também podem se identificar com Meu Maravilhoso Verão com Tess?

SW: Sim, absolutamente! Essa história foi feita para todas as idades e ela é cheia de camadas. Temos diversos personagens que navegam por temas distintos e eu acho que o filme não é muito infantil. Eu não tento explicar a trama demais para o público infantil. De fato, eu acho que as crianças são capazes de entender muito mais do que as pessoas imaginam e precisam ser consideradas como uma audiência séria. Muitas vezes eles entendem mais do que nós. Então, eu acho que o filme foi feito para ambos os públicos.

Documentário da Netflix sobre Michael Schumacher ganha EMOCIONANTE trailer

O aguardado documentário da Netflix, ‘Schumacher‘, que acompanha a vida e a trajetória do piloto Michael Schumacher, ganhou o seu primeiro e emocionante trailer.

Assista, legendado:

Schumacher‘ é o documentário definitivo sobre um dos maiores nomes da Fórmula 1. O único filme aprovado pela família do piloto, traz entrevistas raras e imagens de arquivos nunca antes reveladas, para traçar um sensível perfil do homem que foi 7 vezes campeão mundial.

O documentário estreia no dia 15 de setembro na Netflix.

‘Yellowjackets’ é RENOVADA para 4ª temporada!

A série ‘Yellowjackets‘ foi oficialmente renovada para a quarta temporada pelo Showtime, menos de um mês após o final da terceira temporada.

A decisão, que já era amplamente esperada, confirma o sucesso da produção como um dos maiores fenômenos recentes do canal, agora integrado ao streaming Paramount+ com Showtime.

De acordo com a Paramount Global, o episódio final da terceira temporada, exibido em 13 de abril, se tornou o mais assistido da história da série, alcançando 3 milhões de espectadores globais em sete dias, somando a audiência linear e no streaming. Além disso, o ciclo em questão foi classificado como o mais assistido e mais comentado nas redes sociais desde a estreia da série.

“‘Yellowjackets‘ se tornou um verdadeiro fenômeno cultural, com a terceira temporada quebrando todos os recordes anteriores — estamos empolgados em anunciar sua renovação para uma quarta temporada no Paramount+, declarou Chris McCarthy, co-CEO da Paramount Global e presidente do Showtime/MTV Entertainment Studios.

Ele também destacou o talento dos criadores:

“Ashley [Lyle] e Bart [Nickerson] criaram magistralmente um fenômeno absolutamente singular e que desafia gêneros — uma alquimia perfeita de horror psicológico, suspense de sobrevivência e drama de amadurecimento que continua a cativar o público ao redor do mundo, trazido à vida por um elenco extraordinariamente talentoso e querido”.

Aclamada pela crítica e pelo público desde sua estreia, ‘Yellowjackets‘ mistura elementos de suspense, mistério e drama psicológico, acompanhando sobreviventes de um acidente aéreo e os traumas que os perseguem décadas depois.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Naya Rivera, de ‘Glee’, é presa por agredir o marido; Veja vídeo!

Polêmica! A atriz Naya Rivera, que viveu a personagem Santana em Glee’, foi presa no último dia 25 em West Virginia, nos Estados Unidos, por agredir o marido, o ator Ryan Dorsey (Herança de Sangue).

Segundo informações preliminares no site E!, a atriz teria atingido a cabeça do ator com um objeto, ferindo-o no rosto, durante um passeio com o filho de dois anos do casal.

A jornalista Kalea Gunderson‏, da WCHS-TV, publicou um vídeo da atriz sendo presa. Assista:

 

No vídeo, vemos a atriz algemada e sendo questionada pelo juiz se ela seria, de fato, Naya Rivera

Naya foi liberada após o pagamento da fiança, mas irá responder judicialmente pelo crime de violência doméstica. Em 2016, Rivera e Dorsey se separaram, mas, em outubro deste ano, a atriz pediu a anulação do divórcio e os dois voltaram a viver juntos.

O próximo trabalho da atriz será em ‘Step Up: High Water’, uma websérie exibida pelo Youtube Red em parceria com a Lionsgate TV inspirada no filme ‘Ela Dança, Eu Danço’, ainda sem data de estreia definida.

 

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn pode ter revelado a data de lançamento do filme

O diretor James Gunn recentemente fez uma live em sua página do Facebook em que pode ter revelado a possível data de estreia de Guardiões da Galáxia Vol. 3. As informações são do site Bleeding Cool.

“Espero que vocês tenham gostado de ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Espero que vocês estejam empolgados para ver o que vem em seguida: daqui a um ano vocês verão o ‘Vingadores 4’ e então dois anos a partir de agora, ou mais ou menos nessa época, vocês terão ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′”

Vale lembrar que o ‘Vol.3’ já está programado para chegar aos cinemas em 2020, entre os meses de abril e maio.

Recentemente, o astro Chris Pratt conversou com o ET Canada durante a turnê de imprensa de Vingadores: Guerra Infinita, e aproveitou para mostrar toda a sua empolgação para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3.

James Gunn terminou o roteiro. Conheço a história. Vai ser insanamente incrível, sério. É intencionalmente o fim de uma trilogia. Então, o primeiro filme, o segundo filme e o terceiro filme são independentes, mas há um arco que liga o primeiro ao segundo, e que liga o segundo ao terceiro, que será encerrado no decorrer do filme. É imaginativo, é maior, melhor, dinâmico e mais divertido. Vai ser ótimo, estou muito animado para começar”

James Gunn confirmou via twitter que Guardiões da Galáxia Vol. 3 se passará após os eventos do inédito Vingadores 4, que chegará aos cinemas ano que vem.

‘Animais Fantásticos 2’: Dumbledore encara o Espelho de Ojesed; Veja novas fotos!

A sequência ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire e estampa a bela capa da publicação, além de duas novas fotos inéditas.

Confira:

 

Assista a prévia:

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia em 15 de novembro no Brasil.

Crítica | Cinderela POP – Maisa Silva estrela agradável releitura do clássico da Disney

Um tênis all star no lugar do sapatinho de cristal; uma DJ que não acredita no amor em vez da princesa; e um cantor de baladas românticas ocupando o espaço que seria do príncipe encantado: sim, estamos falando de uma versão moderna de um dos contos de fadas que mais arrebatam crianças e adultos há tanto tempo! Cinderela Pop, adaptação do livro homônimo da escritora Paula Pimenta, faz uma releitura para lá de atual da história da gata borralheira que perde seu encanto à meia noite, acertando em cheio ao trazer a carismática Maisa Silva no papel da protagonista e em falar de paixões adolescentes sem descartar temas como o amor próprio e independência das garotas.

Na história, a estrela dá vida à Cintia – uma adolescente que se fecha para assuntos do coração após presenciar a traição do pai (Marcelo Valle) em plena festa de aniversário de casamento com sua mãe (Miriam Freeland). No entanto, dois anos depois do ocorrido – já morando com a tia (Elisa Pinheiro) enquanto a mãe viajava pelo Japão para voltar a focar no seu sonho de trabalhar com Arqueologia -, ela acaba se apaixonando pelo cantor Fredy Prince (Filipe Bragança) na noite em que, disfarçada com uma máscara, trabalha como DJ na festa de 15 anos das duas enteadas do pai. Diferentemente de todas as garotas do evento, Cintia não dava a mínima para o galã e ainda considerava suas músicas cafonas – a ponto de mudar totalmente o arranjo de uma das canções para, segundo ela, “tentar melhorar aquela breguice”. Porém, quando os dois se aproximam no palco (com Fredy, a princípio, também usando máscara para não causar alarido nas fãs), acontece uma forte conexão e a jovem passa a perceber que não está tão blindada para o amor como pensava.

Casal formado, certo? Ainda não. Como estamos falando de Cinderela, Cintia precisa sair correndo do palco à meia noite sem ter tempo de revelar sua verdadeira identidade – já que seu pai não poderia, nem em sonhos, descobrir que ela trabalhava como DJ. E para piorar, sua madrasta Patricia (Fernanda Paes Leme) complica ainda mais a história por ter reconhecido a enteada mesmo com a máscara e por querer fazer de tudo para que sua filha favorita (Graziele, vivida por Leticia Pedro) fique com o garoto dos seus sonhos – que, como manda a cartilha do conto de fadas, é o mesmo da protagonista. A partir daí, começam uma série de chantagens e planos da megera para que Cintia não revele sua verdadeira identidade para Fredy Prince e para que o rapaz acredite que a dona do all star perdido – que o encantou por ser cheia de atitude e não só mais uma fã babando por ele – é mesmo Graziele.

Assim, apesar de contar com uma boa dose de clichês e muitas conveniências de roteiro, Cinderela Pop vai criando uma trama que prende e conquista com seus personagens carismáticos e, principalmente, com a temática da busca pelo amor perfeito. Com Ana, a mãe de Cintia, a história indica que olhar para frente e se reinventar pode ser a melhor solução para se encontrar após um casamento que não deu certo, enquanto a tia da jovem – responsável pelos principais momentos cômicos do longa – ilustra o fato de que se apegar a traumas de relacionamentos passados só vai servir para estragar uma nova paixão que tem tudo para vingar. Lara (Bárbara Maia), por sua vez, a melhor amiga da protagonista, tem um arco que mostra como a falta de amor próprio pode ser nociva e nos impedir de ver o que está na nossa frente – muitas vezes, até literalmente, como acontece em um dos melhores momentos do longa, em que o assunto é debatido com a personagem de Giovanna Grigio (a Youtuber Belinha, que também é a melhor amiga de infância de Fredy Prince). Considerando que o feminismo é cada vez mais debatido entre meninas de todas as idades, o filme ganha muitos pontos pelo compromisso em passar esta mensagem de valorização para o seu público teen e por tentar mostrar que o amor pode, sim, ter muitos lados negativos – mas que, no fim das contas, desistir de vez dele pode não ser a melhor solução.

Maisa Silva, que vive sua primeira protagonista oficial nos cinemas, merece elogios pelo modo como conduz a personagem. Por mais que falte um pouco de naturalidade durante um diálogo ou outro, a jovem tem talento e carisma suficientes para conduzir a história e fazer o público se importar com sua versão moderninha e nada romântica da Cinderela. Filipe Bragança, seu par na trama, já não consegue mostrar todo o carisma necessário para viver um galã pop como Fredy Prince, mas nada que comprometa a torcida pelo casal principal ou torne as cenas dos dois menos encantadoras durante o longa (levando sempre em conta que se trata de um romance teen sem grandes pretensões, é claro). No mais, tirando o elenco de veteranos – propositalmente caricato em vários momentos; principalmente a vilã de Fernanda Paes Leme e a tia engraçada vivida por Elisa Pinheiro -, uma boa surpresa é Giovanna Grigio. Embora sua personagem não tenha tanto destaque assim, a atriz que estourou entre o público infanto-juvenil após dar vida à Mili na versão mais recente de Chiquititas já revela talento e maturidade para trabalhos mais sérios posteriormente. Vale ficar de olho.

Já voltando ao roteiro/direção, outro ponto positivo do longa é o modo como ele consegue manter um agradável clima de humor durante todo o tempo. Por mais que algumas piadas soem um pouco forçadas demais, até mesmo os mais exigentes podem se pegar rindo com uma trapalhada da tia de Cintia ou com uma boa sacada do diretor Bruno Garotti – como no momento em que um quadro com uma pintura antiga da família da protagonista faz referência aos tempos em que Maisa começou na televisão, ainda muito pequena. Além disso, conhecendo bem o público a que se destina, o filme também consegue criar cenas envolventes com sua trilha sonora que transita entre o pop romântico e o eletrônico que faz sucesso nas baladas.

Com tudo isso, no fim, seguindo o clássico encerramento em um baile de formatura do colégio, Cinderela Pop aparece como uma boa opção nacional para os adolescentes apaixonados por sucessos como A Barraca do Beijo e Para Todos os Garotos Que Já Amei, por exemplo. Também funciona – por que não? – como uma agradável distração para adultos que já passaram dessa fase, mas que se permitem envolver por uma história doce em que o amor – próprio e pelo outro – ainda convence como protagonista. Boa surpresa!

Problemas na produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ NÃO afetaram ‘Vingadores 4’

O novo ‘Guardiões da Galáxia‘ enfrentou problemas diversos na produção por conta da demissão do diretor e roteirista James Gunn após tweets antigos bastante polêmicos terem sido resgatados.

Por conta disso, muita gente imaginou que as mudanças que virão inevitavelmente na história do novo ‘Guardiões‘ tenha afetado a narrativa de ‘Vingadores 4‘ de alguma forma.

Felizmente, o jornalista Jeremy Conrad confirmou que nada disso realmente aconteceu:

Os irmãos Russo acabaram de derrubar o rumor sobre ‘Vingadores 4‘ ter sido alterado por conta dos problemas de ‘Guardiões 3′. Disseram que o filme já havia sido gravado e, portanto, o atraso do outro filme não afetou ‘Vingadores 4‘.

Enquanto temos a confirmação que ‘Vingadores 4‘ estreia em maio de 2019, ainda não há nenhuma previsão de estreia para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ bem como um novo diretor para assumir o projeto.

‘The Goldbergs’: Série é renovada para a sétima temporada!

ABC renovou uma de suas comédias mais famosas, The Goldbergs, para a sétima temporada.

The Goldbergs mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).

O elenco é formado por Wendi McLendon-CoveyJeff GarlinSean GiambroneTroy GentileHayley OrrantiaGeorge SegalPatton Oswalt.

O show foi criado por Adam F. Goldberg a partir de memórias de sua própria infância.

Confira o trailer da sexta temporada:

 

‘Pantera Negra 2’: Cartaz de fã introduz dois icônicos vilões ao MCU; Confira!

O perfil do Instagram Camille Vialet divulgou uma incrível fan-art para Pantera Negra 2, que introduz dois icônicos vilões ao Universo Cinemático Marvel: Victor Von Doom/Dr. Destino e Namor.

Confira:

Recentemente, o We Got This Covered afirmou que é bem possível que Victor seja o antagonista principal da sequência.

Fontes próximas ao site relataram que o icônico vilão do panteão Quarteto Fantástico terá o desejo de expandir seu império ao invadir partes do continente africano e, eventualmente, isso fará com que ele cruze caminhos com o Rei T’Challa (Chadwick Boseman) e seus seguidores.

Dr. Destino talvez não seja o único rosto novo no longa-metragem: Falcão e Soldado Invernal, interpretados por Anthony MackieSebastian Stan respectivamente, também devem aparecer na produção.

Outros rumores indicam que o subtítulo do filme será ‘O Reino Perdido’, mostrando as consequências da abertura de Wakanda para o mundo – e talvez explicando o motivo do vilão supracitado se interessar pelo território.

As filmagens devem começar apenas em 2021.

Ryan Coogler volta a dirigir.

Crítica | Lady Gaga e Ariana Grande unem forças para o dançante single “Rain On Me”

Lady Gaga é um poderoso nome da música contemporânea – e um dos últimos grandes atos da história do pop. Seguindo o caminho trilhado por CherMadonnaBritney Spears, a jovem cantora conquistou fama em 2008 com o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio e, desde então, tornou-se um expoente de talento irretocável e inegável, talvez recusando-se mais do que o esperado a dividir os holofotes com outras figuras da indústria fonográfica.

Ao longo de sua carreira, algumas colaborações musicais ganharam aclame universal, como foi o caso de “Telephone”, ao lado de Beyoncé“The Lady Is a Tramp”, com Tony Bennett, “Hey Girl”, com Florence Welch e, mais recentemente, “Shallow”, música-tema de Nasce Uma Estrela performada ao lado de Bradley Cooper. Em 2020, Gaga nos surpreendeu com o anúncio de seu 6º álbum de estúdio e, mais do que isso, com três feats de grande calibre para a esfera atual – sendo a mais chamativa a canção “Rain On Me”, realizada com a vencedora do Grammy Ariana Grande.

O segundo single oficial de Chromatica, lançado hoje (22), viralizou nas redes sociais e alcançou o patamar de uma das músicas mais aguardadas do ano. E o resultado é uma fantástica e futurista aventura que atravessa praticamente tudo o que Gaga nos entregou desde seu début, voltando-se para os anos 1980 e 1990 com uma mistura vibrante de synth-popdisco-dance, esbarrando nos espectros do house-pop e do new wave.

A artista mais uma vez prova sua versatilidade ao nos manter inquietos, esperando com ansiedade extrema o que de novo ela tem para nos mostrar – e isso é provado pelo início nada ortodoxo de uma produção que deveria seguir os passos da música predecessora. Tendo início com os acordes melódicos de um violão à la Joanne, os toques gradativamente transmutam-se em um hino explosivo que nos convida para a pista de dança. O interessante é que, levando em conta o que Gaga vinha nos prometendo, essa arquitetura comercial era de se esperar – mas não do modo como nos foi apresentado.

De certa forma, a track cimenta um retorno glorioso da cantora ao pop, depois de anos investindo em outros lados de sua persona. Aqui, Grande divide os holofotes em uma rendição muito bem delineada, colocando-a em contato com a sonoridade familiar de Dangerous Woman, explorando vocais impactantes em contraste com uma densa e grave escolha da lead singer. Para além disso, a dupla une-se em um dueto que mantém uma exuberância clássica sem perder as tendências atuais que também vêm sendo abraçadas por outras artistas.

O resultado final é um presente para os little monstersarianators“Rain On Me” abusa dos pontos fortes de ambas as partes, que caminham de mãos dadas para uma divertida e deliciosa incursão musical.

Ouça:

Elenco mirim nos leva para conhecer o set de gravações do drama ‘We Are Who We Are’

We Are Who We Are‘ é a mais nova série do aclamado diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome‘) e, para promover a produção, Jordan SeamónJack Dylan Grazer levaram o público a conhecer o set de gravações do drama.

Confira:

A série gira em torno de duas crianças estadunidenses que vivem em uma base militar na Itália, explorando temas como primeiro amor, identidade, amizade, imergindo o público nas angústias da adolescência.

O elenco é formado por Chloë SevignyKid CudiJack Dylan GrazerAlice BragaSpence Moore IIJordan Kristine Seamon, Faith Alabi, Francesca Scorsese, Ben Taylor, Corey Knight, Tom Mercier e Sebastiano Pigazzi.