Jeremy Irons, que interpretou majestosamente o mordomo Alfred Pennyworth em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘, vai aparecer em ‘Liga da Justiça – Parte 1‘.
O Showbiz 411 revelou que Irons assinou contrato para a produção. Gotham City ganhará destaque no filme, que também terá a introdução de J.K. Simmons (‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’) como o Comissário James Gordon.
Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman v Superman’) escreve o roteiro do longa da Warner/DC. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs. Superman‘, dirigirá as duas partes de ’Liga da Justiça’.
O supervilão Brainiac é especulado como o antagonista principal. Um dos principais inimigos do Superman, o careca humanóide de pele verde veio à Terra nos quadrinhos para encolher várias cidades, inclusive Metrópolis, armazenando-as em frascos com a intenção de usá-las para restaurar Bryak, o planeta que governou.
‘Mulher-Maravilha‘ (Wonder Woman) teve sua estreia agendada para 23 de Junho de 2017, enquanto ‘Liga da Justiça – Parte 1‘ (Justice League Part One) estreia em 17 de Novembro de 2017.
‘Liga da Justiça – Parte 2‘ (Justice League Part Two) será lançado dia 14 de Junho de 2019.
Em entrevista ao Deadline, a produtora Gale Anne Hurd revelou porque Melissa McBride (Carol Peletier) não estará presente no painel do Hall H que será dedicado para ‘The Walking Dead‘, que trará praticamente todo o elenco principal.
“O principal motivo é que nosso elenco realmente é tão grande agora, que não poderíamos trazer todos. Há uma limitação na Comic-Con para o número de pessoas que sobem no palco. Então, nós gostaríamos de ter trazido todos, mas não conseguimos”, afirmou.
Claro, muitos fãs apontam a ausência da atriz como prova da possível morte do personagem.
“Houve algumas teorias muito divertidas com base em um monte de tipo de especulação . Mas nem todo mundo está em todos os episódios. O Painel no Hall H será para os atores que estavam na última cena do último episódio”, avisou.
O trailer da aguardada sétima temporada de ‘The Walking Dead‘ será exibido na Comic-Con San Diego amanhã, dia 22 de Julho.
Segundo a página oficial da série, o trailer estará disponível às 17 horas (horário de Brasília).
Confira o anúncio:
Volte no CinePOP amanhã para assistir assim que for lançado!
Greg Nicoreto, diretor do primeiro episódio, revelou ao ComicBook que exibiu a cena em que Negan mata um dos protagonistas para sua equipe… e todo mundo chorou.
A cena, filmada há dois meses quando a série retomou dua produção, deixou as pessoas envolvidas chocadas.
“À medida que os cortes estão disponíveis, mostramos para os próximos diretores o que queremos que eles façam nos episódios seguintes. Algumas pessoas assistiram a cena em que Negan mata alguém, e ficaram o dia inteiro chocadas”, afirmou.
Segundo ele, o elenco e a equipe ficaram muito tristes em ver um de seus companheiros deixando a série.
“As pessoas choraram. E eu fiquei feliz porque a cena ficou do jeito que queria. O que me deixou feliz e triste ao mesmo tempo exato”, concluiu.
Além de produtor executivo e responsável pela maquiagem dos walkers, ele também dirigiu 15 episódios da série, incluindo a season finale da 6ª temporada (Last Day on Earth).
Greg disse que foram duas semanas extremamente tensas de filmagens. Não só porque o elenco era gigante, mas para manter o alto nível da série, era necessário rodar a mesma cena em diversos ângulos, chegando a repetir os takes cerca de 7 a 10 vezes.
A série estreia dia 9 de Outubro de 2016.
Na semana passada, Tom Payne (que vive Jesus), Jeffrey Dean Morgan (que vive Negan), Austin Amelio (Dwight) e Xander Berkeley (Gregory) passaram para o elenco fixo.
E você já se perguntou quem Phil Coulson vai visitar no presídio neste quarto episódio de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘?!
Então, partiu conferir as novas imagens.
Como já se suspeitava, a Entertainment Weekly confirmou que o novo diretor da S.H.I.E.L.D. tem como nome oficial: Jeffrey Mace.
Interpretado por Jason O’Mara em ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ o personagem tem total conexão com os quadrinhos.
Mace estreou na edição 4 do Tocha Humana, em 1941, e embora não tivesse poderes, mas admirasse bastante o Capitão América, ele acabou por se tornar o Patriota. Por falar no Primeiro Vingador. Jeffrey chegou a assumir o escudo logo após a morte de Steve Rogers.
A ABC liberou os números finais com relação a estreia da quarta temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’, cujo destaque da nova leva de episódios é o Ghost Rider.
Apesar de aclamado pela crítica, o episódio de estreia foi assistido por 3.58 milhões de pessoas, enquanto na terceira temporada, 4.09 milhões acompanharam o retorno do TV Show.
O ComicBookMovie cita, por exemplo, que a mudança de horário pode ter alterado e muito a audiência. Isso porque até 2015, a série era exibida às 21 horas, enquanto nessa leva passou para às 22 horas.
Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.
“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.
No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.
David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.
O canal deu sinal verde para os 10 episódios da série, mesmo antes do piloto estar concluído. Ou seja, vem coisa boa por aí. A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia em 2017.
A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.
‘O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.
O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).
Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.
Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.
Escrito por Matt Nix e dirigido por Bryan Singer, o piloto foca em dois pais comuns que descobrem que seus filhos possuem poderes mutantes. Forçados a se posicionarem contra um governo hostil, a família se junta a uma rede de mutantes underground que deverá lutar para sobreviver.
‘Deadpool 2‘ terá pré-estreias nos cinemas nacionais à partir da madrugada do dia 16 de Maio.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O lançamento é esperado para meados de 2019, através do streaming Shudder.
Nicotero dirigirá o episódio piloto, e também servirá como produtor executivo.
“Creepshow é um projeto muito pessoal pra mim!” disse Nicotero quando a adaptação foi anunciada. “É um dos títulos que realmente apresentam o verdadeiro espírito do terror… sustos e arrepios celebram uma das formas mais verdadeiras de arte: os quadrinhos ganhando vida! Estou honrado em continuar a tradição no mesmo tom no qual foi criado.”
Cada episódio trará histórias originais e será dirigido por um cineasta diferente.
“Nicotero revelou que o tom da série irá mudar de acordo com cada história, com algumas sendo mais leves e cômicas e outras muito mais tensas e pesadas. Ele também disse que cada história terá a duração que precisar, e que não se sentiu pressionado em manter um padrão na duração dos episódios.”
“Nicotero também disse que há planos para produzir quadrinhos digitais baseados em cada episódio. Ele também espera que ele se tornem uma coleção física.”
Jeffrey Wright, astro de ‘Westworld‘ que poderá ser visto no próximo ‘007‘, está em negociações com a Warner Bros. para assumir o papel do comissário Jim Gordon em ‘The Batman‘.
Segundo o Hollywood Reporter, o estúdio está em busca de um novo comissário de polícia que siga os passos de Gary Oldman (Trilogia do Cavaleiro das Trevas) e JK Simmons ( Liga da Justiça ), e o nome de Wright está no topo da lista para o papel.
As filmagens começam em novembro deste ano, no Reino Unido. A fotografia principal será feita por Greig Fraser (‘A Hora Mais Escura’), que já trabalhou ao lado do diretor Matt Reeves no drama de terror ‘Deixe-me Entrar’, em 2010.
Robert Pattinson foi confirmado no elenco como o personagem-titular, e rumores sugerem que o quadro de vilões do filme inclui a Mulher-Gato, o Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi exibido hoje para a imprensa no Brasil e a Warner Bros. liberou a publicação das primeiras impressões dos jornalistas. E segundo nosso editor Renato Marafon, este é “o MELHOR filme do DCEU”.
Confira nossas reações:
#MulherMaravilha1984 É O MELHOR FILME DO DCEU, na minha opinião. Patty Jenkins e Gal Gadot entregam um filme quase perfeito, com personagens interessantes e bem desenvolvidos. Apesar de ter cenas de ação épicas, Jenkins foca mais na trama e consegue emocionar, fazer rir e chorar+ pic.twitter.com/UwaSEAN1tx
O grande destaque são os vilões vividos por Kristen Wiig e Pedro Pascal, cheios de nuances e humanizados. Wiig me lembrou muito a Mulher-Gato da Michelle Pfeiffer. Tem uma mistura ideial de ação, drama, romance e aventura. Um filme sobre esperança, feito para os dias de hoje! ❤️ pic.twitter.com/VL1LLQDtp8
O filme chega aos cinemas nacionais em 17 de dezembro..
A produção também foi exibida para os críticos norte-americanos, e as primeiras reações já estão online. Confira:
“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”
“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”
I can’t say much about plot because spoilers, but it’s super clever. The opening sequence alone is stunning & every action scene is different & unique. I also think this is among Hans Zimmer’s best scores… and, for those wondering, that Gadot/Pine chemistry is, once again, 🔥 pic.twitter.com/VfgtXTDHJF
“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”
I got to watch Wonder Woman 1984 yesterday and… honestly it’s just what I needed. What we all need. It’s uplifting, hopeful, and so utterly Wonder Woman. Just a beautiful film with themes that hit you right in the heart. #WW84
“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!
I loved the first film and I can confidently say the sequel take everything to another level! Pedro Pascal and Kristen Wiig absolutely kill it as Maxwell Lord and Cheetah.
“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”
Yesterday I saw Wonder Woman 1984 at home & it was everything I needed & more. The movie is hugely ambitious, incredibly exciting, and full of much needed hope. It’s also very long, to a fault at times, but mostly it reminded me how wonderful a big blockbuster can make you feel. pic.twitter.com/6rYbHEzI7E
“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”
I’ve seen #WonderWoman1984!@PattyJenks literally made an 80s movie in every way, making it so unique for today. It feels both bigger than the first WW while simultaneously more contained.
“Para mim,Pedro Pascale Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”
Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Baseado no romance homônimo publicado por Eric Jager em 2004, o roteiro foi escrito por Nicole Holofcener, ao lado de Affleck e Damon, que já foram premiados com o Oscar de Melhor Roteiro Original em 1998 por ‘Gênio Indomável‘.
A dupla também colaborou em outros filmes, como ‘Dogma’ (1999) e ‘Perdido em Marte’ (2015).
Dirigido por Ridley Scott, o longa é ambientado na França do século XIV e contará a história da vida real dos cavaleiros Jean de Carrouges e Jacques Le Gris, que participaram do último duelo até a morte, sancionado oficialmente depois que Carrouges acusou Le Gris de estuprar sua esposa.
Lembrando que ‘The Last Duel’ chega aos cinemas dia 15 de outubro de 2021.
A Marvel Studios e o Disney+ divulgaram o MARAVILHOSO trailer dublado e legendado de ‘Ms. Marvel’, série estrelada por Iman Vellani como Kamala Khan.
A produção estreia agendada para o dia 08 de junho na plataforma de streaming.
Assista:
Dublado
Legendado
Vellani dará vida à protagonista titular, alter-ego de Kamala Khan, uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.
Laurel Marsen será Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos originais e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.
Na trama, Kamala pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como seu ídolo e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.
Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.
‘Desaparecida‘ (Missing) é dos mesmos criadores do aclamado ‘Buscando…‘ e já está em exibição nos cinemas nacionais.
Will Merrick e Nick Johnson, que serviram como editores do primeiro filme, são responsável pela direção.
Quando sua mãe (Nia Long) desaparece durante as férias na Colômbia com seu novo namorado, a busca de June (Storm Reid) por respostas é dificultada pela burocracia internacional. Presa a milhares de quilômetros de distância em Los Angeles, June usa toda a tecnologia ao seu alcance para tentar encontrá-la antes que seja tarde demais. Mas, conforme ela se aprofunda no caso, sua investigação digital levanta mais perguntas do que respostas… e quando June desvenda segredos sobre sua mãe, ela descobre que nunca a conheceu de verdade.
Ontem, Neve Campbell revelou à Variety que ela está disposta a voltar para ‘Pânico 7‘ “sob as circunstâncias certas”.
Campbell espera que a franquia continue.
“Sinceramente, não tenho ideia de quais são os planos deles. Sei que muita coisa aconteceu em torno disso recentemente e tenho certeza de que eles estão ocupados tentando consertar no momento.”, disse ela.
Ela continuou:
“Esses filmes significam muito para nós e significam muito para os fãs. Às vezes vou a essas convenções e encontro os fãs e eles ficam frenéticos com esses filmes. Eles os amam. Esses filmes significam muito para eles e esses personagens significam muito para eles. Então, mesmo para o bem deles, eu adoraria ver isso continuar.”
Mesmo com o sucesso de ‘Pânico 6‘ nas bilheterias (US$ 169 milhões mundialmente), a franquia não vai conseguir seguir com a narrativa envolvendo a personagem principal vivida por Melissa Barrera, a Samantha, após a Spyglass demitir a atriz por seu posicionamento contra o genocídio que está acontecendo com o povo Palestino na Faixa de Gaza.
A demissão da atriz não pegou bem com o público, que se revoltou com a atitude do estúdio de tomar a drástica decisão somente pelo fato da atriz fazer posts em suas redes sociais pedindo para que eles parassem com a guerra que está matando crianças Palestinas.
Com a saída de Barrera, Jenna Ortega e – agora – do diretor Christopher Landon, a Splyglass parece estar pisando em campo minado e ainda não se pronunciou sobre o que pretende fazer com a amada franquia.
O Production Weekly confirmou que a Radio Silence (Matt Bettinelli-Olpin, Chad Villella & Tyler Gillett) voltará para ‘Pânico 7‘, como produtores executivos, e o roteiro será novamente escrito por James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento’).
Confira:
Foi confirmado que a Radio Silence (Matt Bettinelli-Olpin, Chad Villella & Tyler Gillett) voltará para #Pânico7, como produtores executivos, e o roteiro será novamente escrito por James Vanderbilt (Zodíaco) e Guy Busick (Casamento Sangrento). pic.twitter.com/HYmvL3PLpp
McAuliffe será Abel Mayfair, Potente dará vida a Annamieke e Pirie será Ian Mayfair. Mais detalhes sobre os personagens não foram divulgados.
Há alguns meses, Alexandra Daddario revelou o que podemos esperar do próximo ciclo.
Em entrevista ao TVLine, Daddario, que interpreta Rowan Fielding na produção, comentou que os fãs da icônica saga de Anne Rice podem esperar coisas “muito legais” na nova iteração.
“Agora que Rowan sabe quem ela é, o que isso significa para ela?”, a atriz disse. “Então, ela vai poder fazer todas essas coisas loucas e divertidas”.
Daddario também afirmou que a segunda temporada é “bastante contínua” à primeira e que a narrativa, cujas filmagens já terminaram em Nova Orleans, irá migrar para a Irlanda:
“Teremos algumas cenas irlandesas. Vamos ver como isso muda o gosto do show”.
A 1ª temporada está disponível no Prime Video.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
A 19ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte anunciou, na noite de domingo, 28 de setembrol, os filmes premiados da Mostra Território e os projetos contemplados no Brasil CineMundi – 16th International Coproduction Meeting. A cerimônia de encerramento do evento aconteceu no Cine-Theatro Brasil. O prêmio de melhor filme da Mostra Território foi para “Quemadura China”, produção do Uruguai dirigida por Verónica Perrotta. Pela justificativa do júri oficial, a obra “ousa encarar de frente a fragilidade, lembrando-nos de que os corpos guardam memória e de que, mesmo na perda, pulsa a ternura”. A decisão destacou ainda “a beleza nascida do imperfeito, a ousadia estética e a entrega absoluta de seus intérpretes” e ressaltou a maneira como o filme entrelaça “o íntimo com o coletivo, o grotesco com o lírico, o teatral com o cinematográfico, num gesto de radical originalidade”.
Na categoria Melhor Presença, na qual o júri pode escolher livremente, foi escolhido o elenco de “Chicharras”, do México, dirigido por Luna Marán. A justificativa apontou que a obra retrata “atos de resistência dentro do território que percorre” e que experimenta “possibilidade de reinventar seus processos criativos e romper com as hierarquias individuais do cinema”. Foi apontada a consciência coletiva da produção: “Fazer filmes é um processo conjunto capaz de retratar a complexidade e o encanto de uma comunidade”.
O júri deu ainda um destaque à montagem de “Huaquero”, do Peru, dirigido por Juan Carlos Donoso Gómez. Foi enfatizado o caráter político e a densidade histórica do filme, que constitui “uma arqueologia de terras ainda habitadas por mistérios a serem revelados; uma síntese de oito anos que nos lembra que a verdadeira escrita do cinema está na articulação de suas imagens e sons”. A decisão destacou a capacidade do filme de “tornar visível o invisível, como na alquimia da prata, onde os halos ocultos na emulsão se revelam e se transformam em matéria perceptível”.
O Prêmio Abraccine, dado por críticos de cinema, foi para “Punku”, também do Peru, dirigido por Juan Daniel Fernández Molero e descrito como “uma refinada arquitetura do (in)consciente, entre memória, sonho, mito e realidade”. O júri ressaltou a força do feminino na condução da narrativa, que revela “um território íntimo e múltiplo, em que corpos e paisagens se transformam em matéria poética e perturbadora”. A Abraccine ainda conferiu uma menção honrosa a “Chicharras”, reconhecendo a vitalidade do filme “ao nos envolver em uma comunidade viva e autônoma, que, mesmo diante das caravelas perenes do colonialismo, afirma-se como um corpo político coletivo e insubmisso, uma verdadeira inspiração”.
A 16ª edição do Brasil CineMundi também anunciou os projetos premiados em suas diferentes categorias, vindos dos vários parceiros que compõem a programação do encontro e colaboram nos processos de parceria, coprodução e fomento para o cinema do futuro.
O prêmio principal do júri oficial, formado por Luana Melgaço, Jorge Cohen e Juliette Lepoutre, foi concedido ao alagoano “Filhas do Mangue”, escrito e dirigido por Stella Carneiro e produzido por Rafhael Barbosa (La Ursa Cinematográfica, Alagoas). O júri destacou que o projeto traz “uma voz jovem, promissora e profundamente singular” ancorando-se em vivências íntimas e familiares que, contadas com humor e ternura, ecoam debates mais amplos sobre preservação ambiental, assimetrias regionais e irreverência das novas gerações. “Trata-se de um cinema que “nasce nas margens de uma lagoa, em um estado ainda pouco representado, mas que, pela sua especificidade, tem o poder de dialogar com audiências maiores”.
Na categoria Work in Progress, o Prêmio O2 Pós reconheceu O Filho da Puta, a ser dirigido por Erica Maradona, Otto Guerra, Sávio Leite e Tânia Anaya, com produção de Cissa Carvalho, Elisa Rocha e Tatiana Mitre. A escolha chamou atenção pela “narrativa sólida e envolvente, conduzida com humor ácido e estética crua” e ressaltou que “mais do que uma viagem física, a obra é um percurso de identidade e afirmação”. Já o Prêmio Mistika foi para “Lusco-Fusco”, de Bel Bechara e Sandro Serpa, produzido por Rafaella Costa, pela “sensibilidade em abordar feminismo e violência contra a mulher” e por sua “coragem em demonstrar esperança mesmo nos territórios mais sombrios”.
O prêmio The End foi para “A Fabulosa Máquina do Tempo”, com direção de Eliza Capai e produzido por Mariana Genescá. O reconhecimento veio por sua “capacidade de unir potência artística e relevância social” e por oferecer “um olhar sensível sobre a infância feminina no sertão do Piauí, revelando como imaginação e ludicidade se tornam ferramentas de resistência”. Na categoria Foco Minas, o prêmio Cinecolor/CTAV/Edina Fujii/Parati Films foi de “Arrudas”, de Matheus Moura, com produção de Antonio Pedroni e roteiro de Ian Chang. A justificativa ressaltou que o projeto “nos confronta com a vulnerabilidade de nossas próprias estruturas sociais” e que transforma “a dor em poesia e o caos em uma reflexão lúcida sobre nossa fragilidade compartilhada”.
“Você? Mãe?”, direção de Daniel Gonçalves e Nathalia Santos e produzido por Dani Nascimento, Daniel Gonçalves, Roberto Berliner e Sabrina Garcia, foi agraciado em mais de uma premiação por júris distintos. Recebeu o DocBrasil, pelo “potencial de transformar o íntimo em universal e o pessoal em político” e pela relevância das questões sobre maternidade e capacitismo, e o Prêmio Conecta, pela “coragem em desafiar convenções visuais com uma estética que parte da perspectiva de uma pessoa cega e de uma cineasta com deficiência motora”. Além disso, “Você? Mãe?” conquistou o Prêmio DocSP pela “continuidade de uma carreira criativa que amplia perspectivas de viver e experimentar o mundo”.
Já o DocSP Study Center foi para “Tomba Homem”, de Gibi Cardoso, produzido por Lucas Uchôa e Victória Morais, pela importância de resgatar “a história de vida de referência em BH no movimento LGBTQIA+ e na resistência à ditadura”. O prêmio FIDBA #Link contemplou “Febre Tropical”, de Andy Malafaia e Carolina Hofs, pela advertência histórica “em um momento em que discursos autoritários ressurgem”.
O Nuevas Miradas selecionou “Toshi Voltou do Japão”, direção de Marcos Yoshi e produzido por Rica Saito, por abrir “um espaço de reflexão sobre a experiência silenciada de uma geração de homens imigrantes atravessados pelo sofrimento mental”. Já o RIDM foi atribuído a “Enquanto te Escrevo a Paisagem Muda”, de Anna Lu Machado e Artur Monteiro, produção de Thaís Vidal, por “reinventar a road movie como cartografia afetiva e ecológica” e por entrelaçar “memória e amizade em uma narrativa poética que denuncia os impactos ambientais do nosso tempo”.
O Prêmio Burning foi para “Soberbo”, de Camila Matos e Juliana Antunes, pela ousadia de entrelaçar “ficção, fantasia e experimentalismo a partir de um mito urbano de Belo Horizonte”. Já o WCF – World Cinema Fundpremiou “Sapatour”, direção de Gab Laurenzato e produzido por Well Darwin, por ser “uma celebração rebelde e vibrante, com enorme potencial de ressonância global”.
O MAFF/Projeto Paradiso foi para “Diamante, o Bailarina”, direção de Pedro Jorge e produzido por Heverton Lima, pela “capacidade de promover a inclusão social ao refletir realidades muitas vezes invisibilizadas” e por inspirar “uma cultura de respeito e aceitação em todas as formas de ser e viver”. Já o coletivo Filmes de Plástico, que concedeu prêmios de incentivo, dividiu sua contribuição em duas distinções: um especial para “Brilhante”, de Carol Silva e Karen Suzane, pela originalidade e relevância LGBTQIAPN+, e o Prêmio Principal para “Omágua Kambeba”, de Adanilo e produzido por Ítalo Bruce, por ser “um projeto ambicioso e ousado, capaz de renovar a cinematografia brasileira”.
Qualquer espectador que não sofra de insensibilidade congênita fica tocado com as primeiras cenas de Alabama Monroe(The Broken Circle Breakdown),representante da Bélgica no Oscar deste ano. Nesse começo, acompanhamos o tratamento contra leucemia da filhinha do casal protagonista. Ver uma criança de uns seis anos recebendo um injeção para tratar a doença incomoda, não pela plasticidade da imagem, mas pelos sentimentos que evocam.
O filme do diretor Felix van Groeningen percorre a vida do casal Didier Bontinck (Johan Heldenbergh) e Elise Vandevelde (Veerle Baetens). Didier é músico em uma banda, é apaixonado pelo gênero bluegrass contry e pela cultura norte-americana. Elise trabalha em uma loja de tatuagens, tem um jeitão alternativo e é religiosa. Nesses opostos, acompanhamos as tentativas de Didier conquistar Elise, o casamento, o ingresso de Elise na banda, a construção da casa do casal, a decoração do quarto da filha e o nascimento dela, seus primeiros anos, a descoberta e o tratamento da leucemia… acompanhamos a vida desse casal ate o final lírico, trágico e belo .
Se fossem pelos acontecimentos narrados, o filme não traria novidades. Já vimos histórias como a de Didier e Elise, muitas mais trágicas e surpreendentes. Não, não há grandes reviravoltas em Alabama Monroe; em certa medida, seu arco dramático não é o grande trunfo. Há mesmo momentos mal construídos no roteiro, como o desabafo de Didier no teatro: apesar do discurso em si correto, é extremamente mal encaixado na narrativa, tornando-se artificial, como se o diretor tivesse uma necessidade fisiológica de falar aquilo.
Alabama Monroe narra uma história convencional – apesar do jeitão alternativo dos protagonistas. E, como o diretor consegue fazer com que essa história nos toque tão profundamente? A montagem e a música!
A montagem está calcada em alternar momentos presentes e passados. Nesse vai-e-vem temporal, as alegrias do passado se confundem com as amarguras do presente. Se sofremos com a leucemia da filha de Didier e Elise, abrimos um sorriso com a jovialidade das primeiras noites de amor. Diálogos que no presente buscam culpados são contrapostos com declarações de amor do começo da relação. Esses contrastes se iluminam mutuamente, resignificando coisas tão cotidianas quanto a declaração de casamento de viverem juntos até que a morte os separe.
Essa soberba montagem é temperada com uma belíssima trilha sonora de bluegrass. Ora reforçando o que dizem as imagens, ora gerando atritos, as músicas são elementos essenciais para a conquista do sentimento geral do filme: a sensação de que a vida, ora fácil ora difícil, é bastante agridoce.
Também contribuem para esse efeito as atuações Johan Heldenbergh e Veerle Baetens, a iluminação (quente nos momentos de alegria, gélida na tristeza), o charmoso figurino e, claro, as belas tatuagens de Elise!
Apesar de alguns deslizes, Albama Monroe nos fala ao coração. Sem pedir licença, nos invade e cantarola em nossos olhos que a vida segue.
Antes da internet ser algo grandioso no quesito comunicação e marketing, muitas obras cinematográficas navegaram pelo sucesso através do boca a boca, que até hoje ainda é a melhor maneira de convencimento para assistir a um filme. Pensando em alguns nomes que logo chegam nas nossas memórias, segue abaixo uma lista:
Quem nunca assistiu ou ouviu falar desse filme? Um grande clássico da sessão da tarde, tornou o nosso homenageado muito mais famoso no nosso país. Dirigido por Harold Ramis, o filme que tem Bill Murray e Andie MacDowell como protagonistas, se passa na Pensilvânia e nos apresenta um rabugento meteorologista (interpretado por Murray) que acaba ficando preso em um loop temporal. Teve um orçamento de cerca de 17 milhões de dólares e faturou mais de 70 milhões de dólares só em bilheteria. Um dos grandes sucessos da carreira de Bill Murray.
À Espera de um Milagre
Na trama, conhecemos Paul Edgecomb (Tom Hanks) que mora em um asilo e resolve contar segredos do seu passado para uma amiga. Assim, conhecemos sua vida anos atrás, quando era carcereiro da equipe que cuidava do chamado ‘corredor da morte’ de uma prisão norte-americana durante a grande depressão da década de 30. Entre idas e vindas de prisioneiros e suas histórias, uma em especial ele jamais esqueceu: a de John Coffey (Michael Clarke Duncan), um gigante gentil que tem um dom inexplicável de cura. Conforme vai chegando o dia da execução de John, Paul busca soluções para ajudar de alguma forma o novo amigo.
Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.
Lançado no início da década de 1990, esse filme nos mostra a sonhadora filha de um agente funerário, que perdeu a mãe muito cedo e entra em conflito quando o pai se apaixona novamente.
Um do grandes clássicos do cinema e sem dúvidas um dos maiores filmes da década de 90, em O Silêncio dos Inocentes acompanhamos uma agente do FBI que precisa buscar informações com um psiquiatra psicopata, o Dr. Hannibal Lecter a fim de conseguir capturar um outro assassino. Um dos grandes filmes da carreira de Foster.
Na trama, conhecemos Sam (Tom Hanks), um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.
Um dos filmes mais tristes e que deixa o coração apertado na carreira de Clint Eastwood, Menina de Ouro, ganhador de inúmeros prêmios, inclusive quatro Oscars, conta a história de um veterano treinador de Boxe que aceita treinar uma esforçada jovem.
10 coisas que eu odeio em você
Quando a gente pensa em Heath Ledger, esse é um dos primeiros filmes que vem em nossa mente. 10 coisas que eu odeio em você, atualmente disponível no catálogo da Disney+, nos mostra um drama adolescente onde um jovem tenta conquistar uma garota para ajudar um amigo.
Chegaria em maio de 1999 nos cinemas brasileiros um filme que se tornaria um dos mais impactantes longas-metragens de ficção científica daquela década. Na trama, acompanhamos um brilhante programador de computadores que começa a desconfiar da própria realidade e logo após acaba conhecendo alguns personagens que o mostram um universo completamente novo com direito a um temido sistema de inteligência artificial.
Na trama, conhecemos Jack (Keanu Reeves), um oficial da polícia que juntamente com seu parceiro Harry (Jeff Daniels) é chamado para uma situação complicada envolvendo um elevador que está caindo, em uma suposta ação premeditada. Após esses minutos de alta tensão e o resgate do reféns, Jack se vê novamente em confronto com a mente por trás do incidente com o elevador, um psicopata chamado Howard (Dennis Hopper), ex-membro do esquadrão anti-bombas da polícia que agora ameaça um ônibus que não pode chegar na velocidade de 50 milhas por hora senão uma bomba se arma. Jack contará com a ajuda de Annie (Sandra Bullock), uma simpática passageira.
Com toda a atmosfera típica dos exploitations policiais da década de 1970, Rainhas do Crime é curiosamente baseado nos quadrinhos da DC Comics, em seu braço de novelizações mais adultas, a Vertigo. Além disso, a obra se vale muito do elemento girl power que conduz a narrativa, sendo verdadeiramente sua razão de existir.
Na trama, que se assemelha muito ao recente As Viúvas (2018), de Steve McQueen, esposas de criminosos resolvem pegar para si os negócios escusos de seus maridos, ascendendo assim ao topo da cadeia alimentar, e ao controle de toda uma organização criminosa.
Quem comanda a produção éAndrea Berloff, mais conhecida por seus ótimos trabalhos como roteirista em filmes como Straight Outta Compton – A História do NWA (2015), estreando na direção. O irônico é que Berloff se sobressai aqui como cineasta, ficando para trás quando o assunto é a adaptação do roteiro (também escrito por ela) em cima da ideia Ollie Masters e Ming Doyle, os criadores das HQs.
Berloff recria o cenário e a ambientação de forma minuciosa, dando frescor ao bairro nova yorkino conhecido como “Hell´s Kitchen” (a cozinha do inferno), muito frisado nos quadrinhos do herói Demolidor. Sua época de efervescência máxima foi nos anos 1970, onde diversas produções de baixo orçamento exploravam a criminalidade local, e onde a trama de Rainhas do Crime, cujo título original é justamenteThe Kitchen, tinha por obrigação se centrar. E ponto a favor, já que o local pulsa com tanta vida que nos transporta imediatamente no tempo, se tornando o personagem mais cativante do longa.
O filme trazMelissa McCarthy em seu primeiro trabalho pós-indicação ao Oscar por Poderia me Perdoar? no início deste ano. A atriz interpreta Kathy, uma das três donas de casa, esposas de criminosos, que veem seus maridos irem em cana. Aproveitando a oportunidade e o descanso dos abusivos cônjuges, elas usam a brecha e tudo o que aprenderam para superá-los e irem mais além, clamando para si a posição de líderes da máfia local. Melissa, no entanto, entrega uma atuação automática e fica com a personagem menos expressiva.
Quem se destaca mesmo é Tiffany Haddish, humorista sensação que no papel de Ruby tem a chance de demonstrar parte de seu alcance dramático em uma performance visceral, mas que não dispensa boas gags e tiradas cômicas. Sua paixão exala das telas e serve como principal bússola para o público se envolver com esta história. Completando o trio protagonista, Elisabeth Moss (da série O Conto da Aia) vive a sofredora Claire, o saco de pancadas que dá a volta por cima e pega as rédeas de sua vida de volta – ela é a que possui o arco mais interessante, urgente e repleto de reviravoltas.
Rainhas do Crime até possui momentos enérgicos, com bons diálogos – em especial no que diz respeito à tensão de confrontos -, e uma boa premissa. Seu calcanhar de Aquiles, porém, é o fato de nunca conseguir se livrar da estigma de uma HQ, onde as situações ocorrem rápido demais, sem o tempo necessário para o desenvolvimento. Como resultado, termina com aquela típica narrativa de vídeo clipe, na qual não temos espaço suficiente para assimilar a gravidade de algo que acabou de ocorrer porque o corte já nos levou para outra cena. Trechos soltos funcionam em quadrinhos, os quais podemos contemplar durante quanto tempo quisermos. O ajuste é essencial entre mídias, e aqui parece que tal adequação não foi respeitada.
Assim, ficamos com o protótipo de uma boa ideia, que nunca flui com a profundidade esperada para se tornar um filme bem desenvolvido, com personagens e suas motivações bem exploradas – e sim com esboços divertidos de uma história em quadrinhos viva e em movimento.
O terceiro filme com chances reais de se tornar a maior bilheteria de 2024 chega no fim de novembro. Falamos da animação ‘Moana 2’. A Disney está com tudo este ano, sendo dona dos maiores filmes de 2024. ‘Divertida Mente 2’ é a maior bilheteira do ano até o momento, e será difícil alguém destrona-lo. Difícil, mas não impossível. O primeiro ‘Moana’ é um filme incrivelmente querido. O quão querido ele é? Se liga nesse dado: ‘Moana’, de 2016, foi o filme mais assistido durante a pandemia, somando a audiência de todos os streamings. Foi isso que levou o estúdio a lançar ‘Moana 2’ nos cinemas ao invés da Disney+, como era o plano originalmente.
Clube das Mulheres de Negócios
Fechando as maiores estreias de novembro, temos uma segunda produção brasileira de alto conceito. ‘Clube das Mulheres de Negócios’ é o novo trabalho da badala Anna Muylaert – responsável por ‘Que Horas Ela Volta?’, um dos maiores sucessos de nosso cinema nos últimos anos. Em seu nome filme, a diretora mistura drama, comédia e suspense, na história de dois jornalistas visitando um estimado, mas decadente, clube da alta sociedade de São Paulo. A sacada aqui é que os gêneros são invertidos, já que o local é comandado por poderosas mulheres de negócio (e não homens), que curtem entre outras coisas armas, caçadas e tudo o mais geralmente relacionado ao universo masculino.
Começamos o mês com o Brasil no Oscar! ‘Ainda Estou Aqui’ é a nova produção brasileira de enorme prestígio, que fez tanto sucesso em exibições em Festivais pelo mundo, que começou a despertar falatório de uma indicação real ao Oscar na categoria de filme estrangeiro. Com o governo certo no poder, ‘Ainda Estou Aqui’, que fala sobre os horrores da ditadura militar na década de 1970, se tornou o representante do país na disputa. E pode sobrar até mesmo para Fernanda Torres na categoria de melhor atriz. Já pensou? Seria o círculo perfeito, já que sua mãe, Fernanda Montenegro, é a única artista brasileira a ter sido agraciada com uma nomeação no maior prêmio do cinema mundial.
De um filme forte, significativo e de impacto cultural, passando ao escapismo e puro entretenimento. O Natal chega mais cedo e em grande estilo com esta nova superprodução da Warner. Trata-se do novo blockbuster natalino de Dwayne “The Rock” Johnson. Coadjuvante, temos o “Capitão América” em pessoa, Chris Evans. Na trama, o Papai Noel foi sequestrado, e cabe à dupla formada por Johnson e Evans sair em seu resgate.
Não Solte!
O mais legal de cada mês no cinema é seu ecletismo, ou seja, lançamentos para todos os gostos e todo tipo de público. Os fãs de thrillers arrepiantes e terror não ficaram desamparados em novembro. É verdade que 2024 apresentou muitos filmes de qualidade dentro de tais gêneros, e aqui quem chega é a vencedora do Oscar Halle Berry, em uma obra que mistura a série ‘Lost’ e os filmes ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘A Vila’. Na trama, Berry vive sozinha, reclusa em uma casa na floresta, criando os dois filhos pequenos. O acordo é: todos só podem sair do local se estiverem amarrados pela cintura em uma corda, para que possam voltar rápido para a segurança. Mas o que tem na floresta? Essa é a grande questão.
Agora sim a parada ficou séria. Na introdução do texto eu disse que três filmes de novembro são fortes concorrentes ao top 10 das maiores bilheterias de 2024. E agora o primeiro deles aparece na lista. Falamos de ‘Gladiador II’, continuação do maior sucesso de 2000. ‘Gladiador’ venceu o Oscar de melhor filme e melhor ator, além de ter se tornado um verdadeiro fenômeno de bilheteria. Ao mesmo tempo, segue como um filme altamente adorado pelos fãs, mesmo com o passar de 24 anos de sua estreia. ‘Gladiador’ é um destes fenômenos da sétima arte. A pergunta que fica é: conseguirá sua sequência obter o mesmo prestígio? Torcemos para que sim.
Por falar em continuações de filmes de sucesso, a palavra de ordem em Hollywood é capitalizar em cima de obras queridas. Bem, essa tendência pode ter começado em Hollywood, mas saiu de lá e se espalhou pelo mundo. Chegando até o Brasil, com continuações de ‘O Auto da Compadecida’ e os vindouros ‘Deus é Brasileiro 2’ e ‘Bruna Surfistinha 2’. Afinal, a intenção é apenas dar ao público mais do que ele ama. O que há de errado com isso? Aqui, quem vai tentar são os produtores de ‘Extraordinário’, filme estrelado por Julia Roberts, sobre um menino com deformidade facial. A continuação é centrada no menino que fazia bullying com ele. Sua avó, papel de Helen Mirren, relata como foi crescer durante o regime nazista na Europa.
Com estreia na quarta-feira, quem se adianta é um dos filmes de terror mais comentados desta segunda metade de 2024. O astro Hugh Grant conseguiu reinventar sua carreira, e aqui aparece como o primeiro grande vilão de sua filmografia. Um verdadeiro psicopata, digno de Jigsaw, da franquia ‘Jogos Mortais’. Ele decide fazer um jogo de gato e rato com duas adolescentes missionárias, que chegam à sua porta para levar a palavra de Deus. O sujeito desequilibrado resolve testar a fé das moças.
O segundo grande lançamento de novembro chega no dia 21. ‘Wicked’ é a adaptação de um badaladíssimo musical da Broadway, que já foi levado para o mundo todo. A história é uma prequel do clássico ‘O Mágico de Oz’, um dos filmes mais adorados de todos os tempos. Os especialistas vêm anunciando há algum tempo que ‘Wicked’ será um dos maiores filmes de 2024. Seu público não é necessariamente formado por cinéfilos, o que pode se mostrar algo muito positivo. O público aqui é o chamado espectador casual, que sequer costuma ler veículos especializados em cinema e que forma a grande maioria da população.
Anthony Mackie (o novo Capitão América) e a brasileira Morena Baccarin são os protagonistas deste novo thriller de ação apocalíptico. Esqueça a comparação anterior com ‘Um Lugar Silencioso’ que eu fiz com ‘Não Solte!’; ‘A Linha da Extinção’ é o verdadeiro clone do filme no mês. Aqui, temos uma realidade onde monstros dominam a cadeia evolutiva. A sacada aqui é que esses monstros possuem um ponto fraco, assim como os de ‘Um Lugar Silencioso’. Mas ao invés de não poder fazer qualquer tipo de barulho, os monstros deste filme não conseguem subir a uma certa altura. Sendo assim, o que restou para a humanidade é viver em locais elevados (daí o título original ‘Elevation’), onde os monstros não conseguem chegar. Mas assim como ‘A Vila’, é preciso enfrentar o desconhecido para salvar a vida de uma pessoa querida.
A CW divulgou o divertido trailer da última temporada de ‘Crazy Ex-Girlfriend‘, que faz uma referência a um dos momentos mais emblemáticos do musical ‘Chicago‘.
Confira:
A série ganhou uma bela arte, que apresenta os personagens aos moldes de um cartão postal.
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A produção retorna para a CW no dia 12 de outubro.
A temporada também retornará para o horário das 21h – garantindo uma flexibilidade maior na trama, conforme anunciou a protagonista e criadora da série, Rachel Bloom.
Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 28 de junho.
Na trama, Natsu acorda em um mundo pós-apocalíptico e descobre que foi criogenicamente congelada como parte de um programa para garantir a sobrevivência da espécie humana.
Um possível novo logo para ‘Os Eternos’, novo filme da Marvel, foi vazado. A arte, uma variação do logo original, foi registrada no uniforme da equipe do longa.
Nos quadrinhos publicados em 1976, ‘Os Eternos‘ são uma raça de humanos superiores criados pelos Celestiais durante sua visita ao planeta Terra. No entanto, a criação dos Celestiais também deu origem aos Deviantes, demônios que se opõem aos Eternos na tentativa de tomar seu lugar como os herdeiros dos Celestiais.
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
‘Last Man Standing‘ está chegando ao fim novamente! Foi confirmado que a 9ª temporada da comédia será a última da série.
Em uma declaração oficial, o ator Tim Allen afirmou que tinha planos para a série ser finalizada no oitavo ciclo, mas “junto com a FOX, decidiu adicionar mais uma temporada para que eles pudessem criar uma despedida completa e divertida”.
Para quem não se lembra, a série foi cancelada pela ABC após seis temporadas, mas resgatada pela FOX, que assumiu as temporadas seguintes.
Mike Baxter é o diretor de marketing de uma loja esportiva. Ele adora ter aventuras enquanto ele está viajando a trabalho e, claro, ele dirige uma pick-up. Enquanto Mike é o rei do pedaço no trabalho, ele é o único homem em uma casa que é dominado por mulheres – ou seja, sua esposa, Vanessa, e suas três filhas, Kristin, de 22 anos, Mandy de 17 anos e Eva 14 anos de idade. Depois de ser uma mãe dona-de-casa, durante anos, Vanessa voltou recentemente para o local onde ela trabalhava e foi rapidamente promovida (para desgosto dos colegas de sexo masculino do trabalho). Como resultado da carga de trabalho de Vanessa ter aumentado, Mike precisa ser mais pai do que antes.
Em entrevista ao Digital Spy, Vin Diesel revelou qual ator ele gostaria de introduzir na franquia ‘Velozes e Furiosos‘, além de confirmar alguns nomes que retornarão para as próximas sequências.
“Sabe quem eu gostaria que participasse da franquia? Pessoalmente, eu adoraria que o meu parceiro Michael Caine tivesse um papel [nas próximas sequências]. Eu participou de ‘O Último Caçador de Bruxas’, e sou muito grato de ter trabalhado com ele nesse filme.”
Ele completa, “Nos próximos filmes nós teremos a Charlize [Theron], Michael Rooker, Cardi B, Helen Mirren, [Jason] Statham e Dwayne [Johnson]. Vamos ter que esperar para ver quem mais irá participar.”
Anteriormente, Diesel havia revelado que os dois próximos filmes da saga bilionária serão os últimos e que ambos serão rodados simultaneamente – aproveitando inclusive para revelar a previsão de lançamento dos filmes.
“Será simultâneo. A ideia é lançá-los em fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024, respectrivamente. Deveríamos ter lançado [‘Velozes e Furiosos 9’] no ano passado, antes da pandemia. Então creio que o que será diferente sobre o lançamento é que teremos um ano de desenvolvimento e pré-produção para ‘Velozes e Furiosos 10’. E então estou dando essas entrevistas e é bizarro, porque tenho que voltar para o nono filme. Estou celebrando o lançamento, mas tenho muito mais para comemorar”.
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
O terror sobrenatural ‘You Won’t Be Alone‘, estrelado pela Noomi Rapace (‘Lamb’), ganhou um novo trailer sinistro.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas pela Focus Features no dia 1º de abril.
Goran Stolevsk é responsável pela direção, além de ter escrito o roteiro.
Ambientada em uma isolada vila nas montanhas durante o século XIX, a história segue uma jovem que é sequestrada e transformada em uma bruxa por um espírito ancestral. Curiosa sobre a vida como humana, a bruxa acidentalmente mata uma camponesa de uma vila próxima e assume sua forma. Enquanto ela curiosidade aumenta, ela continua a fazer novas vítimas para entender o que significa ser humano.
(L to R) Sara Klimoska stars as “Nevena” and Anamaria Marinca stars as “Maria” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus FeaturesNoomi Rapace stars as “Bosilka” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus FeaturesAlice Englert stars as “Biliana” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus Features
Enquanto cumpre uma agenda de shows em inferninhos pelo sertão, Kelly, uma cantora de forró eletrônico, também vai deixando um rastro de mortes pelo caminho. Em seu trajeto de consumo compulsivo e violência, ela atravessa um nordeste novo, espiral de um desenvolvimento também apocalíptico. Quando passa a ser investigada pelos assassinatos de três homens, sua turnê mambembe também se transforma uma estratégia de fuga. E de estrela ascendente ela se torna uma heroína marginal, a temida e procurada Serial Kelly, a primeira serial Killer mulher do Brasil.
O terror será lançado na plataforma de streaming no dia 6 de outubro.
A mãe de Jamie (Shipka), Pam (Julie Bowen), é aterrorizada pelo ressurgimento de um assassino mascarado que massacrou um grupo de adolescentes nos anos 80. Com a ajuda de sua amiga Amelia (Kelcey Mawema), ela viaja no tempo para 1987, lutando ao lado de uma versão adolescente sua mãe (Olivia Holt) para derrotar o serial killer de uma vez por todas.
Nahnatchka Khan (‘Meu Eterno Talvez’) é responsável pela direção.
O roteiro foi escrito por Jen D’Angelo, baseado em uma ideia original de David Matalon e Sasha Perl-Raver.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Divertida Mente 2‘ quebrou um novo recorde histórico nas bilheterias norte-americanas.
Após somar US$ 29.1 milhões ontem (18), o longa registrou a maior arrecadação de uma animação durante uma terça-feira na história do país – quebrando o recorde de ‘Os Incríveis 2‘ (US$27M).
Atualmente, a produção já arrecadou US$ 205.7 milhões nos EUA, o que representa a segunda maior bilheteria doméstica do ano – atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$282.1M).
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 46 milhões, totalizando uma arrecadação global de US$ 380 milhões.
Para termos de comparação, o novo filme da Pixar já se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Duna 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.9M).
Vale lembrar que ‘Divertida Mente 2‘ se tornou a maior estreia doméstica e global do ano, além de ter registrado o segundo maior lançamento para uma animação na história do território norte-americano – ficando atrás apenas de ‘Os Incríveis 2‘ (US$182M).
A produção ainda superou facilmente a estreia de ‘Lightyear‘ (US$50M), tornando-se a maior estreia da Pixar/Disney desde o início da pandemia de COVID no território norte-americano.
‘Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.
“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”
Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.
O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.
“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”
Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”
Lembrando que ‘Divertida Mente’ (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.
De acordo com o Deadline, Elizabeth Olsen (‘Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura’) será a protagonista da série ‘Seven Sisters‘, que está sendo desenvolvida pelo canal FX.
O projeto marcará a reunião da dupla após mais de uma década. Eles haviam trabalhado juntos no filme ‘Martha Marcy May Marlene‘, em 2011.
Will Arbery, da aclamada ‘Succession‘, assina o roteiro do episódio piloto.
Na trama…
“Uma família grande e unida começa a se desintegrar quando uma irmã (Olsen) começa a se comunicar com uma voz que ninguém mais consegue ouvir — forçando cada um deles a confrontar segredos há muito enterrados.”
Garrett Basch servirá como produtor executivo. Caso o piloto seja aprovado, esta se tornará sua quinta série para o FX, após ‘Devs‘, ‘Reservation Dogs‘, ‘What We Do In the Shadows‘ e o vindouro drama estrelado por Ethan Hawke.
Vale lembrar que ‘Terras Selvagens‘ abriu com US$ 40 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia doméstica da história da franquia, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).
Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Essa é a maior média de aprovação da história da saga.
Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.
A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.
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