Crítica | O Bom Dinossauro

Crítica | O Bom Dinossauro

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Depois do sucesso de público e de crítica de ‘Divertida Mente‘, que mostrou que a Pixar ainda consegue produzir filmes com roteiros excelentes, eis que o estúdio volta com uma nova aposta: ‘O Bom Dinossauro‘.

A animação deveria ter estreado em 2013, mas teve diversos problemas durante a produção atrasaram seu lançamento em quase três anos.

A história que tenta imaginar o mundo com a presença dos dinossauros como se eles nunca tivessem sido extintos traz um jovem apatossauro com dificuldades em se encaixar na família. Sendo o mais novo de três irmãos, Arlo sente-se pressionado a atingir suas metas. Quando um desastre acontece ele se encontra numa jornada com um estranho amigo: uma criança humana que ele batiza de “Spot”.




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Quem assina a direção e o roteiro é Peter Sohn, que já havia trabalhado com a Pixar no curta ‘Parcialmente Nublado‘, e colaborou em outras produções como ‘Universidade Monstros‘ e ‘Ratatouille‘. Sendo seu primeiro longa, Peter Sohn mostra que conseguiu contornar os problemas enfrentados durante a produção do filme entregando uma trama que apesar do roteiro pouco original compensa no desenvolvimento da trama.

A forma com a qual a jornada de Arlo é contada é simples, mas significativa, e o visual belíssimo do filme não só torna a experiência agradável como também intensificam ainda mais a narrativa. É tudo muito colorido e os detalhes da animação estão incríveis provando mais uma vez a excelência da Pixar na construção de suas animações cada vez mais realistas.

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Outro ponto que vale a pena ressaltar é que o filme bebe da fonte do estúdio do Mickey Mouse. É possível ver referências de diversos clássicos dos estúdios Disney, como ‘Mogli‘, ‘Dumbo‘, ‘Irmão Urso‘ e mais fortemente ‘O Rei Leão‘. Referências que poderiam sugerir que a trama é um apanhado de todos esses clássicos, mas, que soam muito mais como uma homenagem.

O Bom Dinossauro‘ pode não ter o brilhantismo e originalidade de seu antecessor, mas, carrega uma sensibilidade que faz com que ele valha à pena e mantém a tradição da Pixar de nos levar às lágrimas.

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