A cinebiografia Bohemian Rhapsody’ já estreou nos cinemas mundiais e o público está recebendo o filme de braços abertos, totalmente admirados pela performance de Rami Malek como Freddie Mercury.

Embora um verdadeiro sucesso de público, o longa agradou pouco a crítica e menos ainda os historiadores que conferem os fatos retratados em longas biográficos.

O longa diverge da realidade diversas vezes e até mesmo chega a pintar Freddie Mercury como um egoísta por desejar lançar um álbum solo. O problema é que outros membros da banda já tinham se aventurado em carreiras solitárias antes de Freddie desejar isso. Por exemplo, o baterista Roger Taylor já havia lançados álbuns solo em 1981 e 1984 antes de Mercury lançar um disco em 1985.

Porém, nada chega perto da manipulação histórica atroz que o filme comete ao usar o diagnóstico do HIV de Mercury como um catalisador para a reunião da banda em fazer o histórico show Live Aid.

A verdade é que Mercury nem fazia ideia que estava infectado com o vírus quando realizou o show em 1985, pois só foi diagnosticado com a doença em 1987.

Muitos apontam que essa característica desonesta só é usada para criar um melodrama forçado e artificial, além de reforçar a imagem punitiva que a doença tem aos olhos de diversos espectadores.

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Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Após a saída de Bryan Singer do longa, Dexter Fletcher, diretor de ‘Voando Alto‘, retomou a direção da cinebiografia.

Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

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