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Os Melhores e Piores Filmes da Franquia Star Wars | Incluindo ‘A Ascensão Skywalker’

Ninguém imaginava, nem mesmo o criado George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Pânico’: Qual é a MELHOR cena de abertura da franquia? Ranqueamos da Pior à Melhor…

A franquia ‘Pânico’ se encontra atualmente em sua melhor fase desde a estreia lá atrás, em 1996, quando se tornou fenômeno pop e correu para tirar do papel uma continuação igualmente elogiada, com ‘Pânico 2’, logo no ano seguinte. Depois disso, a franquia (que na época não sabia que era uma franquia) sofreria um hiato de 3 anos, por motivo de Neve Campbell naquela época, ter ficado relutante a retornar. Em 2022, já nas mãos da Paramount, ‘Pânico’ faria um retorno triunfal, conseguindo finalmente o tão sonhado reboot, que irá se tornar uma trilogia.

O sétimo filme contará com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott) e Courteney Cox (Gale Weathers), e chega aos cinemas em 26 de Fevereiro de 2026.

3 Anos de ‘Pânico 5’! Por que o original e seu “requel” são tão aclamados?

Como forma de ir aquecendo para o sétimo filme, e como homenagem para esta que é uma das franquias de terror mais adoradas dos fãs pelo mundo todo, resolvemos nesta nova matéria criar um ranking diferente. Aqui iremos eleger da pior para a melhor, as cenas de abertura (os prólogos) de todos os seis filmes que formam a franquia. Confira abaixo.

3 Anos de ‘Pânico 5’! Por que o original e seu “requel” são tão aclamados?

06) Pânico 3 (2000)

A verdade é que todas as cenas de abertura da franquia possuem seu charme e seu diferencial, ficando difícil ranqueá-las. Bem, difícil digamos a partir da quinta posição, pois tudo em relação a ‘Pânico 3’ é unanimemente considerado o ponto baixo da franquia – e sua cena de abertura não é exceção. Por outro lado, mesmo o terceiro filme sendo o mais fraco, muitos fãs enchem o peito para dizer que ‘Pânico’ não possui um filme verdadeiramente ruim. Você concorda? Pode até ser, mas o que chega mais perto disso sem dúvida é o terceiro.

A cena de abertura de ‘Pânico 3’ mostra a morte de Cotton Weary, um personagem trágico. Após ser preso injustamente e quase cair no corredor da morte, ele ganha seus 15 minutos de fama e se torna uma celebridade da TV – é onde o encontramos no início do terceiro filme. A cena choca pela morte de uma figura conhecida (como de costume na franquia), mas fora isso é corriqueira, com o assassino tentando descobrir o paradeiro de Sidney. A inovação aqui é que o assassino possui um “brinquedinho” que nunca mais voltaria a ser mencionado na franquia: um emulador de voz, que consegue imitar a voz de qualquer um, fortalecendo ainda mais o psicopata.

05) Pânico 6 (2023)

O mais recente exemplar da franquia ‘Pânico’ surpreendeu mais uma vez em sua abertura – dando o tom do que encontraríamos no filme. Como de costume, temos um rosto famoso como a primeira vítima de Ghostface – todos os filmes sempre começam com um assassinato na primeira cena. Desta vez, a vítima famosa é Samara Weaving, que estrelou os dois filmes slasher adolescentes ‘A Babá’, para a Netflix. Mas o motivo de Weaving aparecer aqui é na verdade o cult ‘Casamento Sangrento’, dirigido pelos mesmos cineastas de ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico VI’ (2023).

Samara Weaving pôde atuar com seu sotaque australiano original, interpretando uma professora universitária de um curso sobre terror. Ela marca um encontro às cegas, mas o sujeito parece nunca chegar ao restaurante combinado, perdido na cidade de Nova York. Ao pedir ajuda para a moça, ela vai até um beco esperando encontrá-lo, quando é assassinada por Ghostface, numa cena que lembra a morte de Sarah Michelle Gellar em ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ (1997). Mas a grande sacada deste último filme de ‘Pânico’ é o que vem depois da morte. Acontece que o psicopata mascarado remove sua máscara, revelando seu rosto para a vítima e para o espectador também. Essa é a primeira vez que uma cena assim acontece na franquia. O momento dá a entender que ficaremos sabendo logo nos primeiros minutos quem é o assassino. Mas alguns minutos depois, esse maníaco, nas formas de Tony Revolori, e seu parceiro, também são mortos – pelo verdadeiro vilão do sexto filme. Criativo.

04) Pânico 4 (2011)

Contra fatos não há argumentos. A arte é subjetiva, assim como os gostos do público. Para cada diferente espectador, a ordem de preferência dos filmes pode mudar. Porém, existe também o consenso. É consenso, por exemplo, que para a maioria dos fãs, ‘Pânico 3’ é o filme mais mal avaliado da franquia. Agora é fato que o mais malsucedido financeiramente é o quarto filme. Curiosamente, o quarto filme é também um dos mais queridos pelos fãs. A ideia de Wes Craven e Kevin Williamson era criar uma nova trilogia a partir dele, mas a má recepção junto às bilheterias colocou um ponto final a esta intenção.

Seja como for, ‘Pânico 4’ recebeu elogios na época. E um de seus grandes diferenciais criativos é justamente a cena de abertura: a segunda melhor da franquia. Na cena em questão, o filme brinca com a metalinguagem de uma forma nunca antes apresentada na franquia, elevando o conceito a novos níveis. ‘Pânico’ sempre foi considerado uma franquia de metalinguagem, já que seus personagens conhecem outros filmes de terror e seus clichês, e os citam constantemente. Fora isso, existe o filme dentro do filme, com a série ‘Stab’, a ‘Facada’, que retrata nas telas os ocorridos com os personagens. Em ‘Pânico 4’, duas amigas estão sozinhas em casa e começam a ser assediadas, somente para depois serem atacadas. Mas daí percebemos que era apenas um filme na TV, que outras duas estão assistindo. Essas duas também eram personagens em um filme, e somente a terceira dupla é que faz parte do filme que estamos assistindo. Uau.

03) Pânico (2022)

A palavra criatividade precisa sempre estar atrelada à cena de abertura de algum filme ‘Pânico’. É um desafio para os realizadores se superarem, e criarem introduções que deixam o expectador se perguntando o que está acontecendo. O artifício se tornou tão comum para a franquia, que nos deixa ansiosos para saber o que irão aprontar a seguir. A entrada dos novos diretores na franquia não deixou a “peteca” cair. Dentre os dois filmes dirigidos pela dupla Gillett e Bettinelli-Olpin (conhecidos como “Radio Silence”), escolhemos essa primeira incursão. Porém, as duas são muito boas e subvertem as expectativas.

E se em ‘Pânico VI’ temos revelado na primeira cena o “assassino”, no filme anterior os diretores igualmente trouxeram uma introdução de abrir a boca. Acontece que o quinto ‘Pânico’ foi o primeiro da franquia a mostrar a vítima inicial sobrevivendo. Todos os filmes anteriores, assim como o posterior, mostram um ataque fatal de Ghostface a uma vítima famosa – apenas mencionada pelos personagens depois. Mas em ‘Pânico 5’, a atacada não apenas sobrevive para contar a história, como também se torna uma das duas personagens principais do filme. É claro que falamos da cena de abertura com Jenna Ortega no papel de Tara. Mas quem assistia ao filme pela primeira vez não imaginaria. Tara é um dos chamarizes desta nova fase de filmes. Fora isso, a cena do ataque em si é muito bem orquestrada e repleta de tensão.

02) Pânico 2 (1997)

Como dito, daqui para a frente todas as aberturas podem ser consideradas muito boas, sendo difícil ranqueá-las. Temos certeza que a de cada um de nossos leitores será diferente, por isso coloque a sua ordem nos comentários. Escolhemos para quinta posição a de ‘Pânico 2’, que ainda assim é bastante icônica, marcou época e foi até satirizada em ‘Todo Mundo em Pânico’ (2000). A sacada é que o assassino ataca dentro de uma sala de cinema, um lugar considerado seguro, criando ainda mais metalinguagem com o filme de terror nas telas e os personagens dentro do cinema.

A cena em questão mostra um casal de jovens negros – fortalecendo e brincando com o estereótipo de que os personagens pretos são sempre os primeiros a morrer. Maureen é vivida por Jada Pinkett-Smith, e Phil é o papel de Omar Epps. Ele morre no banheiro, já que o cinema inteiro está repleto de pessoas fantasiadas como Ghostface. O assassino rouba suas roupas e se senta ao lado da namorada dele. Ele a mata sem que muitos saibam o que aconteceu. Sua morte é impactante e operística.

01) Pânico (1996)

Em questão de criatividade, a franquia ‘Pânico’ sem dúvidas domina. Os realizadores estão sempre inovando, seja com o “filme dentro do filme” do quarto, a revelação logo na primeira cena do assassino (que depois é morto por outro assassino) ou a primeira vítima ser a protagonista, os três últimos exemplares da franquia exalam criatividade como poucos slashers. Mas nada disso seria possível sem o primeiríssimo filme. E sem o impacto da cena de abertura, que logo de cara mostrava que não estávamos assistindo a um filme de terror qualquer. Para começar, Drew Barrymore, o nome mais famoso do elenco, é quem abre o filme, deixando o público pensar que se trata da protagonista.

No melhor estilo ‘Psicose’, logo percebemos que ela na realidade será a primeira vítima do filme – deixando claro que ninguém está a salvo e qualquer um pode morrer. Fora isso, já nesta cena existe muito humor, diálogos afiados e autorreferentes quando o assunto é filme de terror. Nunca um trote de telefone foi tão ameaçador quanto em ‘Pânico’ e parte da influência que o longa gerou em seus “imitadores” saiu dessa cena de abertura ousada. De uma tacada só a personagem de Barrymore e o sujeito do outro lado da linha comentam sobre ‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘Halloween – A Noite do Terror’, a tríade do subgênero. Os dois são amantes de filmes de terror e confessam seu amor pelo gênero. Mas os comentários cinéfilos logo dão espaço para o medo, para ameaças e mortes. Simplesmente revolucionário.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Assista a abertura da série!

A Netflix divulgou os créditos de abertura da série O Mundo Sombrio de Sabrina.

Confira:

Sucesso entre os críticos, a série alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina (Kiernan Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias (Miranda Otto, Lucy Davis), seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Ross Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

Os episódios da primeira temporada estarão disponíveis no dia 26 de Outubro.

A atriz Kiernan Shipka, das aclamadas séries ‘Mad Men‘ e ‘Feud: Bette and Joan‘, será a protagonista do reboot.

A produção conduzida pela Netflix será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.

Ford vs Ferrari

(Ford v Ferrari)

 

Elenco:

Christian Bale

Jon Bernthal

Matt Damon

Caitriona Balfe

 

Direção: James Mangold

Gênero: Biografia

Duração: 152 min.

Distribuidora: FOX

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 14 de Novembro de 2019

Sinopse: 

A trama conta a incrível história do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby e do destemido piloto britânico Ken Miles. Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França em 1966.

Crítica | Ford vs Ferrari: Christian Bale mais uma vez se transforma em cinebiografia (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma história real;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Um Lugar Silencioso 2’: Criaturas atacam nos novos clipes TENSOS da sequência

A sequência Um Lugar Silencioso 2 ganhou quatro novos clipes tensos.

Confira:

Separamos as primeiras reações dos críticos sobre a sequência:

Um Lugar Silencioso 2 é uma aventura incrível. O filme já acabou e meu corpo ainda está tenso. Aplausos para todo o elenco por me trazer essas emoções com suas atuações. John Krasinski conseguiu mais uma vez”.

“[O filme] é uma sólida sequência”.

“[O filme] é uma sequência que expande a mitologia do original e encontra seu própio caminho, seus próprio obstáculos e emoções no processo. O público deveria ser banido de comer salgadinhos durante toda e qualquer exibição”.

Um Lugar Silencioso 2 é ‘Tensão: O Filme’. Estou com o estômago embrulhado até agora. (Além disso, o filme se tornou um grande show de Cillian Murphy)”.

“[O filme] é uma ótima sequência que expande o mundo [original]. Me deixou à beira do assento o tempo inteiro. O longa tem uma hora e 45 minutos e, quando acabou, queria mais. É muito cedo para falar sobre ‘Um Lugar Silencioso 3’?”.

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequênci promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Presente maldito no trailer sangrento do terror ‘The Advent Calendar’; Assista!

O terror francês ‘The Advent Calendar‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi dirigido por Patrick Ridremont.

Eva, ex-campeã de natação e agora paraplégica, está em uma cadeira de rodas há três anos. Para seu aniversário, sua amiga Sophie lhe envia um estranho Calendário Advento. Não são as guloseimas tradicionais que ela encontra ao abrir cada porta, mas alguns presentes bem mais peculiares, alguns dos quais são bons, mas outros que são aterrorizantes e se tornam cada vez mais sangrentos.

O elenco conta com Eugenie Derouand, Honorine Magnier e Clement Olivieri.

Na França, o terror será lançado nos cinemas no dia 2 de dezembro.

‘Halloween Ends’ será a ÚLTIMA vez que Jamie Lee Curtis interpretará Laurie Strode, afirma a atriz

Em entrevista ao Total Film, Jamie Lee Curtis afirmou que ‘Halloween Ends‘ provavelmente marcará a última vez que ela interpretará a icônica sobrevivente Laurie Strode.

“Eu diria que, baseando-me no que sei sobre o terceiro filme, será a última vez que eu irei interpretar a Laurie Strode. E eu não estou dizendo: ‘Ah, eu morro!’. Não tem nada a ver com isso. Estou falando sobre a conclusão da história que construímos. Será um jeito espetacular de encerrar essa trilogia.”

Além disso, o diretor voltou a falar ao site sobre o terceiro filme: “Senti vontade fazer algo diferente. Se fosse para fazer mais do medo, eu preferia deixar outra pessoa assumir. Quando você tem essa oportunidade em uma franquia já estabelecida, é realmente divertido pensar em formas, tons e perspectivas diferentes para evoluir”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de outubro.

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em outubro de 2022.

‘O Homem do Norte’: Elenco se reúne em novo cartaz do terror do diretor de ‘A Bruxa’

O épico ‘O Homem do Norte‘, novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’ e ‘O Farol’), ganhou um novo cartaz com o elenco reunido.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de abril.

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

‘CSI: Vegas’: Novo ator veterano é confirmado na 2ª temporada do revival

De acordo com o TVLine, um novo ator veterano se juntará ao elenco da 2ª temporada do revival do drama investigativo ‘CSI: Vegas‘.

Eric Szmanda irá reprisar o seu papel como Greg Sanders na segunda metade do ciclo atual, voltando a se reunir com sua ex-colega de elenco Marg Helgenberger.

Vale lembrar que Szmanda participou de todas as 15 temporadas da série original.

Infelizmente, Jorja FoxWilliam Petersen não retornam para a nova temporada.

“Enfrentando uma ameaça existencial que poderia destruir o laboratório criminal, um novo time de brilhantes investigadores forenses devem receber de volta antigos amigos e desenvolvem novas técnicas para preservar a justiça em Sin City.”

O elenco conta com Paula Newsome, Matt Lauria, Mandeep Dhillon e Mel Rodriguez.

O Jogo da Morte

(The Blue Whale)

 

Elenco:

Anastasiya Bratsyun
Timofey Eletskiy
Daniil Kiselev

 

Direção: Anna Zaytseva

Gênero: Terror

Duração: 91 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Um jogo cruel está sendo usado por muitos adolescentes. Em meio ao caos, uma jovem tenta descobrir o que realmente aconteceu com a sua irmã, sem perceber os riscos de ser ela mesma uma vítima do jogo da morte.

Crítica: 

Crítica | O Jogo da Morte – Desafio da Baleia Azul é Tema de Interessante TERROR de Baixo Orçamento

Curiosidades: 

» O longa é baseado no polêmico A Baleia Azul, jogo que viralizou na Rússia e está ligado ao aumento no número de suicídios de adolescentes;

» Além de dirigir, Anna Zaytseva também assina o roteiro ao lado de Evgeniya Bogomyakova e Olga Klemesheva;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Surfista’, novo thriller com Nicolas Cage, é confirmado para 2025

De acordo com o Bloody Disgusting, a Lionsgate e a Roadside Attractions adquiriram os direitos de ‘The Surfer‘, suspense psicológico estrelado pelo Nicolas Cage (‘Longlegs – Vínculo Mortal’).

O estúdio confirmou que o longa será lançado nos cinemas norte-americanos em 2025.

Na trama…

Cage interpretará um homem que retorna para sua cidade natal na Austrália após viver muitos anos nos EUA. Logo, ele é humilhado na frente de seu filho adolescente por uma gangue local de surfistas, que reivindica o território de uma praia isolada de sua infância. Ferido, ele decide permanecer no local, declarando guerra contra os surfistas que se acham donos da costa. Enquanto o conflito cresce, os riscos ficam fora de controle – o que leve o homem ao limite de sua sanidade.

Lorcan Finnegan (‘Vivarium’ e ‘Nocebo’) será responsável pela direção.

O roteiro foi assinado por Thomas Martin.

O elenco ainda conta com Julian McMahon, Nic Cassim, Miranda Tapsell, Alexander Bertrand, Justin Rosniak, Rahel Romahn, Finn Little e Charlotte Maggi.

“Estamos muito ansiosos para trabalharmos com Lorcan, Thomas, a produtora Arenamedia e Tea Shop neste thriller visceral e único,” declarou o produtor Sam Hall. Nicolas Cage é o ator perfeito para este papel icônico e, com certeza, entregará uma performance poderosa que será muito especial e irá cativar o público ao redor do mundo.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Anjelica Huston revela batalha contra câncer e afirma estar CURADA

Em entrevista ao People, Anjelica Huston (‘Convenção das Bruxas’) revelou sobre sua particular luta contra o câncer, confirmando que já faz quatro anos que está curada.

A atriz descobriu sobre a doença em 2019, após o lançamento de ‘John Wick 3: Parabellum‘.

“Foi um momento muito sério para mim. Consegui sobreviver e tenho orgulho de mim mesma. Não foi algo fácil. [O câncer] foi um grande choque, mas me deixou consciente sobre o que não deveria fazer, dos caminhos que não deveria seguir. Percebi que estava levando a vida muito a sério. Então, atualmente, quando surge uma oportunidade, eu dou risada e tento não dar muita importância às coisas.”

A atriz ainda afirmou ter alcançado quatro anos livre de câncer: “Isso significa muito para mim. É algo fantástico. Estou muito orgulhosa e me sinto muito sortuda. Meus médicos foram incríveis.”

Vale lembrar que a artista retornará às telonas em ‘Bailarina‘, derivado da franquia ‘John Wick‘, que estreará nos cinemas nacionais no dia 5 de junho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Dafne Keen enfrenta MALDIÇÃO mortal no trailer do terror ‘O Som da Morte’; Confira!

O terror ‘O Som da Morte‘ (Whistle), estrelado pela Dafne Keen (‘Deadpool e Wolverine’), ganhou um novo trailer sinistro.

Na trama, um grupo de estudantes desajustados do ensino médio acidentalmente se depara com um antigo apito fúnebre asteca. Ao soprá-lo, suas futuras mortes começam a caçá-los. À medida que o número de corpos aumenta, eles investigam a história do artefato na esperança de interromper a sequência de eventos que desencadearam.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de Fevereiro.

Corin Hardy (‘A Freira’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Owen Egerton.

Sophie NélisseSky YangJhaleil SwabyAli SkovbyePercy Hynes WhiteMichelle FairleyNick Frost completam o elenco.

Lauren Graham, de ‘Gilmore Girls’, vai estrelar série cômica da Fox

A nossa querida Lorelai de ‘Gilmore Girls’ fará seu retorno para a televisão, com uma nova série cômica criada pela Fox, intitulada ‘Linda From HR’.

Segundo o site TVLine, Lauren Graham viverá Linda, uma funcionária do setor de recursos humanos que após tomar uma péssima decisão, faz com que sua vida monótona tenha uma empolgante e perigosa reviravolta. Agora, ela tem o desafio de equilibrar seu trabalho, sua vida particular e este segredo que pode complicar tudo.

Ainda sem a confirmação de que o episódio piloto foi genuinamente encomendado, a produção será conduzida com apenas uma câmera.

Dirigido por Marc Buckland (‘Scrubs’ e ‘My Name is Earl’), o primeiro episódio da série foi escrito por Itai Grunfeld e Geoff Barbanell, que também assumem como produtores executivos ao lado de Tracy Katsky, Aaron Kaplan e Dana Honor.

 

 

‘Planeta dos Macacos: A Guerra’: Confira nossa entrevista EXCLUSIVA com Andy Serkis

Planeta dos Macacos: A Guerra’ pode ter encerrado nos cinemas a trilogia que conta a jornada de César e sua tribo, mas o confronto final pode ser vivido novamente em casa, com a produção já disponível em DVD e Blu-ray no Brasil.

Com vários materiais extras, é possível percorrer pelo fascinante universo continuado por Matt Reeves, através dos comentários do diretor tanto nas cenas excluídas, como em todo o filme.

Em ‘A Guerra’, Andy Serkis retorna no papel de César, à medida que sua jornada se cruza com a de um novo macaco, interpretado por Steve Zahn. Ao lado de Bad Ape e dos demais sobreviventes de sua raça, ele lidera um conflito mortal contra um exército de humanos.

E sobre essa nova etapa da jornada, Serkis falou com exclusividade ao CinePOP e pontuou que estamos diante de um conflito psicológico para o próprio protagonista:

“Este filme se trata muito a respeito de lutar para manter o controle sobre sua bússola moral, porque aqueles eventos que são tão pessoais e dolorosos para ele o levam para o caminho da destruição. Mas com a ajuda dos personagens que ele encontra ao longo do caminho, César consegue se afastar desse mergulho profundo, de verdade. A jornada do personagem neste filme é incrível”.

Um dos aspectos mais admirados na trilogia é certamente a captura de movimento, uma característica que já faz parte das atuações de Serkis. Mas para o colega de elenco, Zahn, a ferramenta tecnológica foi uma novidade em sua carreira, que ele comentou com o CinePOP:

“Sim, esta é a primeira vez. É mesmo fascinante. Eu entrei cego, e até você fazê-lo, você realmente não entende completamente o que está acontecendo. Eu vou trabalhar da mesma maneira que eu tenho feito e penso da mesma forma que sempre pensei com outros atores e interpretando o personagem, mas o aspecto técnico fica um pouco na periferia. Há mais pessoas no set por causa da captura do movimento, mas elas são tão brilhantes que, uma vez que você está conectado, você realmente se esquece disso, se lembrando que apenas tem uma mochila nas costas. Você recebe o capacete e então estamos nessa espécie de humanóide estranho. E uma vez que você trabalha os aspectos físicos de um macaco, você esquece isso e passa a interpretar um personagem que simplesmente é um macaco. É muito teatral”.

Completando seu raciocínio, Serkis comentou sobre o novo nível de dramaticidade que a captura de movimento exige, parabenizando o colega pelo excelente trabalho:

“Ele é perfeitamente ideal para esse papel. Quero dizer, Steve trouxe tanto para o personagem e foi ótimo trabalhar com ele. Ele é um ator de teatro e ainda tem aquele lance de realmente sentir a situação, aliado à excelente direção de Matt. […] E o que requer de você como um ator é uma grande suspensão de descrença, mas há também uma grande nuance. Acho que à medida que as pessoas ficam mais habilidosas em relação a qual performance capturar, elas percebem que não se trata apenas da pantomima. Não se trata de apenas fazer uma grande performance física”.

Esse aspecto teatral arraigado na atuação de Steve Zahn foi pontual para a construção de Bad Ape. O ator falou sobre suas raízes na dramaturgia, que vieram naturalmente para ‘A Guerra’:

“Meu batismo no ramo foi no teatro Repertório Americano, em Cambridge, Massachusetts, que é uma companhia de repertório incrível e que naquela época só tinha professores do leste europeu, como Andre Serban, que foi o meu mentor. Seu tipo de teatro era bem extravagante, com altos valores de produção, música ao vivo e era muito físico. Este personagem me lembra muito disso”.

Quanto a passar pela experiência da captura de movimento, Zahn falou sobre o nervosismo inicial que sentiu e a oportunidade de aprender a nova habilidade com Andy Serkis e Terry Notary.

Disse ele:

“Eu não tinha nenhuma expectativa! Eu estava realmente nervoso, para ser sincero. Eu estava preocupado, pois entrar nisso era algo assustador. Já é difícil entrar em uma franquia que já está estabelecida, com a qual as pessoas já estão confortáveis, principalmente para interpretar um macaco. Então poder observar Andy e Terry Notary foi uma das melhores coisas. Eu estive com Terry recentemente e ele foi um professor extraordinário, capaz de sentir você e ver onde você está fisicamente e como você trabalha em uma fração de segundo para, em seguida, extrair isso de você. Mas esses caras são como a realeza desse segmento e são grandes atores. Eu não penso neles como nada menos que grandes atores. Andy é um colega ator que é ótimo, sabe? Além de ser realmente inspirador, criativo e ter toneladas de idéias. E eu apenas me sento ao seu lado e me sinto um cara de sorte. Eu faço o trabalho bem porque eles o fazem”.

Este mesmo trabalho de captura de movimento também passou por algumas evoluções. Serkis, que já está bem habituado a lidar com a tecnologia desde ‘O Senhor dos Anéis’, salientou que em ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ o processo foi otimizado, ficando ainda mais eficaz.

Segundo ele:

“O processo está bem mais moderno. Nós chegávamos pela manhã e pegávamos nosso equipamento – que por sinal é bem mais tecnológico. As câmeras faciais evoluíram, mas em essência, o maior salto em relação a ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’ foi a possibilidade de filmar nas locações. Isso foi muito significante. E desde então isso tem sido mais robusto, mas também mais fácil de movimentar as câmeras ao redor. E quando paro para pensar, ‘O Confronto’ foi um filme bem íntimo. Era uma situação que se inicia em âmbito doméstico e então passa para uma família um pouco maior, nos átrios com todos os demais macacos. E ‘A Guerra’ cresce e se constrói em cima de uma comunidade bem maior e agora estamos diante desta situação onde lidamos com o épico, além de grandes paisagens”.

Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

 

 

 

 

 

 

EXCLUSIVO! ‘Uma Noite de 12 Anos: Álvaro Brechner fala sobre a psique humana em meio ao isolamento

Encerrando a série de reportagens do filme ‘Uma Noite de 12 Anos‘, a jornalista Rafa Gomes conversou ao telefone com o cineasta Álvaro Brechner, que compartilhou seu processo criativo para construir uma realidade imersiva de absoluto isolamento.

O diretor ainda falou sobre a essência do longa e as expectativas quanto à possibilidade de entrar novamente para a pré-lista do Oscar.

Confira:

A história de Mujica, Mauricio Rosencof e Eleuterio Fernández Huidobro é bem conhecida entre o povo uruguaio. Qual foi o aspecto central que você quis abordar para trazer uma nova perspectiva da narrativa?

Para mim, a primeira coisa que tenho que dizer é que além da história que eu queria abordar, eu tentei fazer um filme que não trouxesse a perspectiva de um turista, que apenas passa rapidamente pela história, mas sim de um viajante, que se envolve com a jornada. Meu objetivo era fazer dessa experiência uma exploração de como esses três homens continuam lutando por aquilo que os torna humanos – mesmo perdendo tudo aquilo que envolve as necessidades básicas da vida e aquilo que os diferencia dos animais. E mesmo sem a linguagem, quando ela é retirada de cena, ela insistem nesse propósito. Para mim, o aspecto fundamental era essa batalha existencial, uma espécie de ‘a hora mais sombria’, onde tudo o que você tem, tudo com o qual você contou o tempo todo, simplesmente não existe mais, você não pode mais depender dessas coisas. Nessa condição, você retorna para à raiz da subsistência. E neste contexto, quis explorar como, em solitude, você começa a explorar mecanismos para sobreviver e se reinventar.

A sequência de abertura é fascinante e foi feita em uma tomada só, sem cortes, certo?

Sim, foi um plano sequência. Para mim, aquela tomada foi algo grande, pois quando tive a oportunidade de conversar com eles, eu tentei me colocar em seus lugares, buscando compreender como fora essa experiência de solidão. Nesse processo, uma das coisas que aprendi foi que quando o ser humano não tem aquelas coisas básicas de uma narrativa, como luz natural e a distinção entre o dia e a noite, ele começa a perder seu senso de orientação, sendo incapaz de diferenciar os dias da semana e os meses, ao ponto de ficar confuso. Seu tempo passa a ser circular e ele perde a habilidade de construir uma narrativa do que está acontecendo em sua vida. Sem poder falar, sem poder se comunicar, seu cérebro não consegue ordenar mais nada.

E de certa forma, eu quis começar o filme com esse plano sequência para tentar deixar um posicionamento, uma declaração clara de que estamos começando uma história que é circular. Depois disso, a vida se tornaria apenas sobre a sobrevivência e digo isso no sentido dessa luta incessante para permanecer vivo. O único problema é que nessas circunstâncias o homem já não é mais o mesmo. Seu cérebro não está mais como antes. E nessa situação, onde há a determinação pela liberdade, tudo que indica o que está acontecendo com eles – a única coisa que não lhes podia ser tirada – é o que de fato se passa em suas mentes, em sua imaginação, além da batalha interna para continuar sentindo algo real.

E esse não seria um filme sobre prisão…

Eu acho que não. Eu entendo que algumas pessoas pensem isso, mas para mim, um filme sobre prisão é uma jornada que na maioria das vezes fala sobre uma tentativa de fuga, uma condenação que leva o personagem a esperar 10, 20 ou 30 anos para poder retornar à liberdade. E esses homens não sabiam, naquele momento, o quanto eles ficariam aprisionados. Hoje sabemos quem eles se tornaram. Um virou o presidente do Uruguai, outro virou ministro… e também sabemos que o tempo que passaram encarcerados foi de 12 anos, mas à época, ninguém sabia nada disso. E outro aspecto que esse tipo de filme tem é a socialização. Em produções dessa natureza, eles se reorganizam no ambiente prisional e formam uma micro sociedade. Já neste longa, o grande problema é que eles sofriam com o isolamento e não podiam viver isso. Porque mesmo dentro de uma prisão normal, você recria as mesmas circunstâncias que o tornam humanos. Você se adapta ao local, à situação, aos demais prisioneiros. Mas aqui, eles só tinham a si mesmos.

Quais foram os aspectos visuais que você quis abordar para criar a experiência de isolamento?

Para mim, eu sempre pensei na essência da escuridão. Eu sempre quis abordar essa jornada para a escuridão, era isso que eu tinha em mente – as profundezas da alma e como ela se revela para além dessa situação. Então, para mim – em termos de visão -, eu tentei trazer vários níveis, mas o principal era tornar tudo realista, criar momentos reais ao ponto de que nem mesmo os atores saberiam o que iríamos fazer. Havia uma cena em que mudamos a situação e muitas vezes a câmera estava de um jeito específico para filmar os acontecimentos, mas os atores nunca estavam preparados para isso, para o que estávamos querendo registrar em tela. O objetivo foi justamente capturar tudo que estava acontecendo, mas sem antecipar nada. E foi o que fizemos. E claro, tudo tinha que ser, de certa forma, bem expressionista, mas também lidando com as fantasias dos personagens. Porque para entrar em suas mentes – se você quer ir nas profundezas de suas almas em um filme -, eu não queria que fosse do jeito que eles estariam supostamente visualizando. Eu queria deixar as imagens fora de foco ou na escuridão. Posteriormente vemos que eles não conseguem se ver, mas por poderem se ouvir, eles voltam a ser capazes de formular uma imagem uns dos outros. Naquele momento era ok criar uma visualização mais nítida, porque a mente poderia recriar o que está acontecendo no dormitório do lado. Mas estou falando do instante em que a mente começa a brincar com sua própria consciência, a misturar imagens para provocar fantasias, algumas vezes mesclando com eventos passados, apresentando-os de forma desorganizada. Isso é o que ocorre em um contexto de profundo isolamento.

E eu conheci muitos psiquiatras que possuem várias teorias de como o cérebro trabalha no isolamento, e eles pontuam que todas as imagens começam a vir à tona de forma descoordenada e o cérebro passa a ordená-las em um lugar que poderia ser agradável, em narrativas dramáticas, em formatos de narrativa. Mas o cérebro está lá, só que não sistematiza as ações que vêm de vários sentidos, então tudo começa a ficar misturado e ele não está preparado para conferir sentido a esse turbilhão de informações. E no caso do Mujica, que tentou nos explicar o que acontecia com ele, ninguém soube dizer da onde tudo aquilo estava vindo, mas ele estava vivendo essa experiência e é isso que, de algum jeito, nós tentamos recriar. É uma experiência particular impossível de transmitir, mas nós tentamos abordá-la de maneira cinematográfica.

Para aqueles que não são familiarizados com as histórias reais dessas três figuras, você acha que os aspectos psicológicos e emocionais fazem de ‘Uma Noite de 12 Anos’ um filme com o qual todos podem se identificar?

Eu sempre tento abordar histórias que tratem sobre a condição humana, os dilemas humanos. É claro que eu não faço isso pensando particularmente na audiência, seja ela internacional ou não. Vamos dizer que eu só estou pensando em mim. É o que eu pedi aos atores. Falei para eles pensarem em como personagens reais agiriam, o que eles fariam nessas circunstâncias. É como a cena da filha. Imagine que você enfrentou a experiência de conhecer sua filha pela primeira vez aos seis anos de idade, estando aprisionado. Você não precisa de mais informações para entender o que tudo isso significa. E eu creio que esse tipo de experiência não tem a ver com nacionalidade. É claro que cada pessoa vem de algum lugar diferente, ela possui uma origem. Mas esse filme se trata de coisas humanas. Não importa se o Rei Lear ou Hamlet vieram da Escócia ou da Dinamarca, entende? Ou se Shakespeare nasceu na Inglaterra. Eu como uruguaio me identifico a esses dilemas que cruzam fronteiras e eu espero que eles tenham genuinamente feito isso.

Para mim, essa foi uma das experiências cinematográficas mais imersivas e eu realmente creio que você tem uma chance na categoria de Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Você irá inscrever ‘Uma Noite de 12 Anos’ à pré-lista? Você acha que o filme poderia ser um ótimo representante da América Latina?

É claro que seria uma grande exposição e claro que seria incrível, mas é algo difícil para eu responder. No entanto, nós saberemos em breve se ele terá a chance de ser um dos possíveis indicados, mas eu realmente não sei. Com certeza eu adoraria isso, seria espetacular, mas agora estou focado em tentar aproveitar esse milagre da vida, essa aventura sensacional que esses caras tiveram. E poder ter realizado esse filme é um milagre mesmo e eu não quero pensar muito nisso por agora.

‘Almost Family’: Tretas familiares na nova promo da série dramática; Assista!

A nova série dramática do canal FOX, intitulada ‘Almost Family‘ (inicialmente intitulada ‘Not Just Me‘), ganhou uma nova promo, que traz os dissabores de um trio de irmãs que acabam de descobrir que são parentes.

Confira:

Criada por Annie Weisman, a série é baseada em uma produção australiana, ‘Sisters‘.

A trama segue Julia Bechley, uma jovem que acreditava ser filha única, até descobrir que, ao longo de sua bem-sucedida carreira como médico de fertilidade, seu pai usou o próprio esperma para conceber centenas de crianças, incluindo duas novas irmãs.

O elenco conta com Brittany Snow, Emily Osment, Megalyn Echikunwoke, Timothy Hutton, Mustafa Elzein, Mo McRae e Victoria Cartagena.

A série irá estrear no dia 2 de outubro, na FOX.

‘Belushi’: Documentário sobre aclamado comediante John Belushi ganha emocionante trailer

Um dos maiores comediantes dos Estados Unidos, John Belushi viveu uma vida curta, porém cercada de grandiosos trabalhos na TV e nos cinemas.

Membro da formação original do programa de sketches Saturday Night Live, ele protagonizou longas de prestígio como ‘Clube dos Cafajestes‘ e ‘Os Irmãos Cara de Pau‘.

E a sua trajetória, marcada pelo intenso consumo de drogas, vai ganhar um documentário produzido pela emissora Showtime, intitulado ‘Belushi‘.

Confira o trailer:

Belushi‘ é dirigido por R.J. Cutler e estreia no dia 22 de novembro na emissora Showtime.

Atriz Emily Ratajkowski acusa Robin Thicke de assédio sexual durante as gravações do clipe “Blurred Lines”

A modelo e atriz Emily Ratajkowski acusou o cantor Robin Thicke de tê-la assediado sexualmente durante as gravações do clipe da polêmica canção “Blurred Lines“.

O incidente foi detalhado em seu vindouro livro, intitulado “My Body“, conforme revelado pelo portal The Sundaey Times, que noticiou a informação no último fim de semana.

Segundo um trecho da obra, a atriz fora inesperadamente abordada por Thicke, que chegou por trás e apalpou seus seios sem qualquer consentimento prévio.

“De repente, do nada, senti a frieza e a estranheza das mãos de um estranho envolvendo meus seios nus por trás. Eu instintivamente me afastei, olhando para trás, para Robin Thicke. Ele deu um sorriso bobo e cambaleou para trás, com os olhos escondidos atrás dos óculos de sol. Minha cabeça se voltou para a escuridão além do set. A voz [da diretora, Diane Martel] falhou quando ela gritou para mim: ‘Você está bem?'”.

Em entrevista à publicação, a diretora do vídeo comentou sobre o incidente:

“Lembro-me do momento em que ele agarrou os seios dela. Um em cada mão. Ele estava atrás dela, pois os dois estavam de perfil.”

Antes do suposto incidente, Ratajkowski relata que Thicke estava “um pouco bêbado” e “não parecia estar se divertindo da mesma maneira”.

Martel complementou o seu raciocínio, supondo que ele agiria de forma diferente, não fosse o efeito do álcool.

“Não acho que ele teria feito isso se estivesse sóbrio”.

Em seu livro, Ratajkowski supostamente escreve que ela “sentiu o calor da humilhação percorrer” seu corpo após o suposto incidente, acrescentando: “Eu não reagi – não realmente, não como deveria”.

Martel disse ao Times que confrontou o músico a respeito de seu comportamento, chegando a encerrar as gravações antes do tempo. No entanto, a atriz se ofereceu para finalizar os trabalhos.

“Eu disse: ‘O que diabos você está fazendo? Chega! As gravações estão encerradas’. Mas a Emily se ofereceu para que continuássemos e ela foi fenomenal. Ela é realmente a estrela do vídeo. Ela está zombando totalmente do olhar masculino com o seu belo corpo e energia feroz. Ela é brincalhona, não sedutora. E bastante hilária”.

No vídeo “Blurred Lines”, que foi filmado com um time totalmente feminino, Ratajkowski é uma das três modelos que dançam seminuas ao lado de Thicke, do cantor Pharrell Williams e do rapper TI.

Thicke viu o seu meteórico sucesso se transformar em pesadelo com o passar dos anos, graças à canção “Blurred Lines“. Além de ter sido processado pela família do cantor Marvin Gaye por plágio, ele e Pharrell Williams foram condenados a pagar US$ 5 milhões por infração de direitos autorias e uso indevido da canção “Got to Give It Up”.

Além disso, a canção caiu em desgraça, ao ser considerada ofensiva e por fazer alusão a uma relação abusiva, em que o homem insiste em querer ter relações com uma mulher, ainda que ela esteja recusando as suas investidas.

‘O Elo Perdido’: Clássica aventura familiar vai virar série pela Netflix

A Netflix vai revisitar mais um clássico da TV. A plataforma fechou um acordo com a Legendary Television para desenvolver um reboot de ‘O Elo Perdido‘, série de aventura e ficção científica criada por Sid e Marty Krofft em 1974, segundo apuração do Deadline.

O projeto ainda está nos estágios iniciais e a busca por um roteirista está em andamento. Sid e Marty Krofft, junto com Deanna Krofft Pope (filha de Marty e VP de desenvolvimento da Krofft Pictures), assinam a produção executiva. Representantes da Netflix e da Legendary não comentaram oficialmente o acordo.

A história original acompanha Rick, um pai que, junto com seus filhos Will e Holly, acaba entrando acidentalmente em um portal que os leva a uma dimensão paralela habitada por dinossauros (incluindo um T. rex apelidado de Grumpy), criaturas símias chamadas Pakuni — como o icônico Cha-Ka — e seres répteis humanoides conhecidos como Sleestaks.

Exibida nas manhãs de sábado da NBC entre 1974 e 1976, ‘O Elo Perdido‘ conquistou status cult apesar de sua curta duração, com reprises nos anos 1980 e um remake em 1991 na ABC. A franquia também ganhou uma adaptação para o cinema em 2009, com Will Ferrell no papel principal — ambas as versões produzidas pelos irmãos Krofft.

O novo reboot segue a tendência da Netflix de resgatar séries clássicas. A plataforma já produziu novas versões de ‘Perdidos no Espaço‘ e ‘One Day at a Time‘, e atualmente está gravando um remake de ‘Os Pioneiros’.

A Legendary Television, parceira do projeto, também está por trás de títulos como ‘Dune: A Profecia‘ (HBO), ‘Monarch: Legacy of Monsters‘ (Apple TV+), Tomb Raider (animação e live-action) e ‘Garotas e Seus Cavalos‘, com produção de Nicole Kidman, em desenvolvimento na Amazon.

Finn Wolfhard, de ‘Stranger Things’, é confirmado no terror ‘A Volta do Parafuso’

Finn Wolfhard, o astro de Stranger ThingseIt: A Coisa foi confirmado no elenco do terrorA Volta do Parafuso (The Turning). O longa, que traz também Mackenzie Davis (Blade Runner 2049), deve começar a ser filmado no primeiro semestre de 2018.

A adaptação do livro de Henry James para os cinemas, retrata os acontecimentos na vida de uma jovem babá que é contratada para cuidar de órfãos convencidos de que sua casa é mal-assombrada. Wolfhard fará o papel de um dos meninos órfãos.

Floria Sigismondi (American Gods) dirige, e Scott Bernstein e Roy Lee estarão na produção.

A Volta do Parafuso deve estrear nos cinemas em 2019.

Matt Damon apareceu em ‘Deadpool 2’ e você nem viu; Saiba qual cena!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Mais um astro de Hollywood teve uma pequena participação emDeadpool 2 e muita gente nem percebeu. Diferente de Brad Pitt, que aparece rapidamente como o mutante invisível Vanisher, Matt Damon também apareceu no filme.

Segundo o roteirista Rhett Reese, em uma entrevista dada ao RadioTimes, Damon está debaixo de quilos de maquiagem, próteses, perucas e uma barriga falsa, para viver um dos caipiras que está conversando sobre papel higiênico quando Cable surge do futuro.

“Tenho todo um manifesto sobre papel higiênico. Eu fiz esse trecho, e mostrei para Ryan. Nós dois nos olhamos e dissemos: ‘Isso precisa estar no filme, de alguma maneira’. Então discutimos sobre qual ator de grande calibre precisaria fazer uma cena tão grandiosa quanto esta”

Além de Damon, o ator Alan Tudyk (‘Frozen’) completa a dupla de caipiras. Vocês notaram a participação?

Segundo o Deadline, Deadpool 2’ bateu o recorde de filme para maiores em sua estreia nos EUA.

O novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou US$ 18,6 milhões nas sessões da noite de quinta, ultrapassando It: A Coisa (US$ 13,5 milhões), que possuía o atual recorde.

Projeções apontam que o filme deve arrecadar US$ 350 milhões em seu primeiro fim de semana no mundo.

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original

‘Deadpool 2’: Classificação indicativa baixa para 16 anos no Brasil!!!

Recentemente, a Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

‘X-Men: Fênix Negra’ – Os Melhores Momentos do Novo Trailer

O trailer 2 de X-Men: Fênix Negra chegou à internet e deixou muitos fãs ansiosos. Seguindo nosso costume, analisamos os principais momentos do material e separamos os mais relevantes. Como já vimos parte do filme, há um pequeno spoiler no texto, mas não se preocupem, botamos um aviso antes. Voltando ao filme, Simon Kinberg vai tentar adaptar a saga da Fênix Negra para os cinemas. Será que agora vai? Confiram nossa análise!

Vozes na Cabeça

O trailer começa com Jean Grey (Sophie Turner) lamentando ter feito algo ruim. Ela conversa com uma voz em sua cabeça e se mostra muito contrariada e arrependida em ter feito esse algo. Tudo indica que ela matou alguém que era sua amiga, uma X-Men.

Tchau, J-Law

Logo em seguida, vemos a Mística (Jennifer Lawrence) tentando acalmar Jean no meio de uma rua. Não dá certo e ela é lançada longe. Para mim, a Mística será a grande morte do filme. Não só porque a atriz já se disse cansada do papel, mas também porque ela é um personagem non-grato entre os fãs.

 

❗❗❗ ALERTA DE SPOILER ❗❗❗

 

Missão Espacial

Nós já vimos essa sequência inteira e podemos afirmar que é incrível! É um resgate feito pelos X-Men no espaço. Ocorre um acidente e eles saem de órbita para salvar os astronautas. É visualmente muito interessante e explora bem os poderes da equipe em uma situação adversa.

 

❌❌❌ FIM DE SPOILER ❌❌❌

 

Primeiro Encontro

Vemos aqui a Força Fênix entrar em contato com Jean pela primeira vez. Nota-se uma clara referência aos quadrinhos ao perceber que o fogo começa a tomar a forma de uma Fênix. É um momento tenso e muito importante para a trama.

Último Encontro

Em seguida, o trailer nos apresenta um enterro. Nele, vemos Charles Xavier (James McCavoy), Magneto (Michael Fassbender) e o Fera (Nicholas Hoult). Se formos buscar lá em X-Men: Primeira Classe (2011) percebemos que esses são três personagens centrais no desenvolvimento da Mística da nova trilogia. Mais um indício de que a azulzinha vai bater as X-Botas.

Sem Vida Fácil

Ao longo do trailer, vemos diversos X-Men passando por cenas de dor e sofrimento. Essa em especial é bem pesada, pois parece que o todo poderoso Magneto está penando nas mãos da Fênix Negra.

A Voz na Cabeça

Jessica Chastain aparece como sua personagem ainda sem nome. Ela vai guiar e manipular Jean em sua jornada rumo à vilania. Apesar de ser desconhecida, a personagem da senhorita Chastain se mostra cada vez mais parecida com a própria Força Fênix. Uma representação em forma humana da Entidade.

A Culpa É do Careca

Xavier e Fera conversam sobre como trazer Jean de volta, até que o cadeirante é acusado de ser o culpado pela situação. Xavier tenta se defender dizendo que está tentando protege-la. Essa é uma questão chave nos quadrinhos. O que o Professor Xavier chama de proteção está muito mais próximo de controle do que auxílio. A negligência dele é parte fundamental para que a Fênix chegue até ela.

Vamos matá-la!

Magneto revela seu plano para detê-la. Vai dar certo? Provavelmente não.

Coleiras Anti-Mutantes

Como visto em Deadpool 2, as Coleiras inibem os poderes mutantes. Para tanto os X-Men quanto a Irmandade estarem presos num caminhão é porque a Fênix aprontou em público. Alguma demonstração de seus poderes causou um desastre, afetando os humanos “normais”. Isso vai manchar ainda mais a reputação dos Mutantes.

A Fênix está entre nós!

O trailer termina com a Fênix estraçalhando o trem no qual seus amigos estão. Não sabemos quem está no controle do corpo mutante, se é a Fênix ou Jean. O importante é que ela destrói um trem em movimento como se fosse um tubo de papelão.

 

Ansiosos?

X-Men: Fênix Negra estreia em 6 de Junho de 2019

Crítica | American Son – Filme da Netflix com Kerry Washignton vai fazer você passar MAL

Antes de começar a crítica, deixo um alerta: ‘American Son’ não é entretenimento, e não se surpreenda se você passar mal. É verdade. Eu mesma tive que parar o filme duas vezes para respirar, e, no final, tive que me conter para não botar tudo pra fora.

American Son’ é o lançamento da semana da Dona Netflix e ele não te espera estar pronto. O filme já começa começando, com uma mãe, Kendra (Kerry Washignton, em atuação inacreditável), tentando falar com o filho, Jamal, mas ele não atende o celular. Em seguida aparece um policial, o oficial Larkin (Jeremy Jordan, que te faz ferver de raiva), e entendemos que Kendra está numa delegacia, aguardando informações. Larkin é incapaz de dar qualquer dado sobre o paradeiro do jovem, repetindo incansavelmente que há um protocolo a ser seguido e que devem aguardar a chegada de seu superior, o inspetor John Stokes (Eugene Lee firme e pontual em sua breve participação). Em seguida, o ex-marido de Kendra, Scott (Steven Pasquale, quase clichê num papel facilmente odiável), que é oficial do FBI, adentra o recinto, e o cenário se completa com todos os personagens para uma profunda, terrível e necessária discussão.

A sequência da primeira cena é simplesmente de tirar o fôlego (foi ao final dela que fiz minha primeira pausa, porque não dava para acreditar no que eu estava vendo). O embate entre Kerry Washignton e Jeremy Jordan é inacreditável, feito de um fôlego só, como se tivesse sido gravado de uma só vez. Aos poucos vamos entendendo que a obra toda é filmada dessa forma, em um único cenário, com pouquíssimas alterações, com os três atos marcados com revelações impactantes e totalmente baseada em excelentes atuações e em uma história mais excelente ainda. Isso significa que a carga dramática do enredo vai aumentando, aumentando, de maneira constante e ininterrupta, e, por isso, a gente tende a prender a respiração. A trama vertiginosa vai espiralando o espectador, envolvendo-o ao ponto da gente simplesmente se dar conta de que tudo que queremos é que aquilo acabe – e rezamos para que não seja uma tragédia anunciada.

Nota-se que a produção foi de baixo custo, e isso é uma coisa boa (afinal, tudo que um filme precisa para ser bom é ter uma boa história), e o aspecto teatral não passa despercebido – ‘American Son’ é a adaptação cinematográfica de uma peça da Broadway de mesmo nome e elenco. Portanto, transpor a ambientação do teatro para um longa-metragem sem que isso fosse um ponto evidente na trama foi um desafio facilmente transposto pelo diretor Kenny Leon, cujo resultado transporta o espectador para dentro daquele cenário.

Com um argumento simples (uma mãe que espera em uma delegacia notícias de seu filho desaparecido, sendo este um bom garoto, estudioso e que nunca chegou tarde em casa), ‘American Son’ utiliza o tempo da espera para debater temas profundos da sociedade norte-americana (e que se estende a todas as Américas): o racismo cotidiano, o privilégio branco, a miscigenação e a segregação, o machismo, o preconceito, a má preparação das autoridades policiais, as bolhas sociais, o desamparo da mãe solteira e a solidão do despertar de uma raça. Em um diálogo tocante sobre o filho entre a mãe e o pai, este fala “eu não vou aceitar ele se vitimizando por ser quem é”, ao que a mãe responde “e eu não vou aceitar ele se desculpando por ser quem é”.

Dialogando bastante com ‘O Ódio Que Você Semeia’, ‘American Son’ não é um filme perfeito, afinal, faz uso de personagens bem convenientes para construir sua trama. Entretanto, essa apropriação do clichê não tira o peso da pedra colocada no acelerador deste longa-metragem que atropela o espectador com força total. ‘American Son’ vai te fazer passar mal no fim, pois a reflexão é o seu objetivo.

 

‘Pantera Negra’: Processo envolvendo trilha musical é encerrado

Uma das polêmicas que atingiu o longa ‘Pantera Negra‘ foi o processo envolvendo a trilha musical do filme em um videoclipe da canção ‘All Stars‘.

A arte do videoclipe foi acusada de plagiar as ilustrações da artista plástica Lina Iris Viktor. A artista reuniu evidências e processou a Disney e Kendrick Lamar, rapper que produziu a trilha.

Segundo o site Pitchfork, o processo foi encerrado por conta de um acordo entre as duas partes do processo, embora o que há nesse acordo não tenha sido divulgado.

Lamar, a Marvel e nem Viktor comentaram sobre o fim do processo.

A trilha disputa a categoria de Álbum do Ano no Grammy, disputando com os músicos Janelle Monae (Dirty Computer), Cardi B (Invasion of Privacy), Brandi Carlile (By the Way, I Forgive You), Drake (Scorpion), H.E.R. (H.E.R.), Post Malone (Beerbongs & Bentleys) e Kacey Musgraves (Golden Hour).

Já na categoria de Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual, ‘Pantera Negra‘ concorre com ‘Blade Runner 2049‘, ‘Viva: A Vida é uma Festa‘, ‘A Forma da Água‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘.

Pantera Negra‘ encerrou sua carreira nos cinemas americanos com US$ 700 milhões, tornando-se a maior bilheteria de um filme da Marvel no país.

Globalmente, o longa arrecadou mais de US$ 1.34 bilhões.

Recentemente, Kevin Feige confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento.

O diretor Ryan Coogler (‘Creed: Nascido para Lutar‘) está em conversas com Donald Glover (‘Han Solo’) para viver o possível vilão da continuação.

“Fontes internas” confirmam que a Marvel e a Disney estão conversando com o ator, porém, nada foi confirmada ainda. Além disso, Michael B. Jordan também pode retornar e a produção deve começar em 2019.

 ‘Pantera Negra’ se torna o 2º filme da Marvel a ultrapassar os US$ 500 milhões nos EUA

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Reboot do DCEU será supervisionado por James Gunn

Segundo o site We Got This Covered, o diretor James Gunn foi escolhido para liderar o reboot do Universo Estendido DC.

A escalação procede a recente revelação que a Warner Bros. deu na semana passada, declarando que pensava em reiniciar o DCEU de modo definitivo nos cinemas. Apesar da notícia chocar vários fãs, a companhia revelou que as franquias Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins, e Aquaman, de James Wan, permanecerão dentro do universo.

The BatmanSupergirl, entretanto, seguirão por um caminho diferente – o que talvez explique a entrada de Robert Pattinson como a nova encarnação do Cavaleiro das Trevas.

Gunn, por sua vez, já está escalado para diversos projetos futuros, mesmo que nenhuma confirmação palpável tenha sido dada pela Warner ou pela DC. De qualquer forma, ‘O Esquadrão Suicida’, que já está em suas mãos, não irá rebootar o universo em questão, e sim funcionará como uma espécie de homenagem ao longa-metragem lançado em 2016 por David Ayer.

‘Mulher-Maravilha 1984’ já está totalmente finalizado, diz Patty Jenkins

Em uma recente entrevista ao Collider, a diretora Patty Jenkins confirmou que ‘Mulher-Marvilha 1984’, sequência do aclamado filme de 2017, está completamente finalizado.

“Já terminamos o filme. E, pelo fato dele não sair em alguns meses, pela primeira vez em minha carreira (o que é ótimo), eu pude dizer: ‘ei, posso mexer nisso aqui? Posso mexer naquilo?’. Então estou revisando o filme porque tecnicamente ele está pronto”.

Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:

Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a vilã Cheetah.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars 5’: Vídeo relembra momentos icônicos de cada participante; Confira!

A Netflix UK divulgou um novo vídeo compilado da quinta temporada RuPaul’s Drag Race: All Stars’, que relembra os momentos icônicos de cada participante em seu ano de estreia na competição.

Confira:

Criado em 2012, o spin-off de RuPaul’s Drag Race’ funciona como a competição original; entretanto, ele traz drag queens que já participaram do reality show para uma nova tentativa de conseguir a coroa e o prêmio de US$100 mil, além de participar do Hall da Fama da lendária apresentadora RuPaul.

O derivado já coroou cinco participantes: Chad Michaels (2012), Alaska Thunderfuck (2016), Trixie Mattel (2018), Trinity the Tuck (2019) e Monét X Change (2019).

Assista à entrada das novas queens:

As novas competidoras são: Shea Couleé (9ª temporada), Miz Cracker (10ª temporada), Alexis Mateo (3ª temporada e All Stars 1), Blair St. Clair (10ª temporada), Mariah Balenciaga (3ª temporada), India Ferrah (3ª temporada), Jujubee (2ª temporada, All Stars 1), Derrick Barry (8ª temporada), Mayhem Miller (10ª temporada) e Ongina (1ª temporada).

‘All Stars 5’ estreou no último dia 05 de junho.

‘Monster Hunter’: Milla Jovovich enfrenta criaturas gigantes no novo trailer oficial da adaptação

Sony Pictures divulgou o novo trailer oficial de Monster Hunter, adaptação estrelada por Milla Jovovich.

Confira:

O filme estreia no dia 03 de dezembro nos cinemas nacionais.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.

O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘Moxie’: Elenco explica o que significa ter bravura em novo vídeo promocional; Confira!

Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta’, comédia feminista dirigida por ninguém menos que Amy Poehler, já está disponível na Netflix.

Para promover o longa-metragem, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que o elenco protagonista explica para o público o que exatamente significa ter bravura.

Confira:

O filme é baseado no romance homônimo assinado por Jennifer Mathieu.

Cansada do status quo machista e tóxico de seu colégio, uma tímida garota de 16 anos encontra inspiração no passado rebelde de sua mãe para publicar uma revista independente que acende uma revolução escolar.

Hadley RobinsonLauren TsaiJosephine LangfordPatrick Schwarzenegger fazem parte do elenco.

Amazon Prime Video cutuca a Netflix após AUMENTO – e os internautas estão AMANDO…

A Netflix aumentou o valor da assinatura de seus planos no Brasil novamente – e, aproveitando a oportunidade de fazer um enorme marketing, a Amazon Prime Video cutucou a conterrânea do streaming com um post bastante singelo no Twitter: “bem-vindos novos assinantes”.

A publicação faz referência ao fato do Prime Video manter seu simbólico preço de R$9,90 enquanto a Netflix aumentou a mensalidade para até R$55,90 (no plano premium).

Não demorou muito para que os internautas entendessem a indireta, respondendo com vários memes e adorando o “deboche” do Prime Video.

Confira as reações:

Segundo a Netflix, os assinantes serão comunicados da mudança nos próximos 30 dias.

O plano que registou um aumento maior foi o Premium, que oferece quatro telas simultâneas e resolução 4K. O valor foi de R$ 45,90 para R$ 55,90, um aumento de mais de 20%.

Confira o valor dos planos após o aumento:

» Plano básico (1 tela): de R$ 21,90 para R$ 25,90

» Plano padrão (2 telas, Full HD): de R$ 32,90 para R$ 39,90

»  Plano Premium (4 telas, Ultra HD, HDR, Dolby Atmos): de R$ 45,90 para R$ 55,90 

As mudanças já entraram em vigor.

“Acreditamos que as pessoas tenham mais escolhas do que nunca e estamos comprometidos com a entrega de uma experiência ainda melhor para nossos assinantes. A partir de 22 de julho, reajustaremos nossos preços, que permaneceram os mesmos desde 2019. Com isso, continuaremos oferecendo os melhores conteúdos, entre filmes e séries, além de uma vasta variedade de gêneros. De novas temporadas de La Casa de Papel e The Witcher a Sintonia, passando por um filme por semana, como Justiça em Família, a trilogia Rua do Medo e Carnaval. Novamente, oferecemos diversos planos, a partir de R$25,90 por mês, para que as pessoas possam escolher um preço dentro de suas necessidades.”, afirmou a empresa em comunicado.

Mas e a pergunta que não quer calar: Vale a pena continuar assinando Netflix

‘Pantera Negra 2’: Filmagens da sequência serão retomadas COM Letitia Wright

Segundo o The Hollywood Reporter, as filmagens de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ serão retomadas muito em breve e, para a surpresa de todos, Letitia Wright estará no elenco.

As informações podem causar certo choque nos fãs, ainda mais considerando as polêmicas declarações antivacina de Wright, que se recusou a se imunizar contra o COVID-19 e acabou sendo infectada pelo vírus.

A notícia indica que as gravações irão recomeçar em Atlanta, Geórgia, em janeiro de 2022.

No Twitter, alguns usuários compartilharam o seu descontentamento com o fato da atriz ainda não ter se vacinado contra o COVID-19, o que impediria a sua entrada em solo estadunidense e afetaria diretamente o cronograma de produção do longa.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a demissão da atriz, bem como a reescalação do herói T’Challa.

Confira algumas das reações:

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Cavaleiro da Lua’: Temporada completa já está disponível no Disney+!

Com a exibição do último episódio neste último dia 04 de maio, os fãs da Marvel Studios agora poderão conferir a primeira temporada completa de ‘Cavaleiro da Lua’ no Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

 

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).