A Warner Bros./DC Filmsestão desenvolvendo a produção ‘Aves de Rapina‘ e, conversando com o site Flickering Myth, atriz Margot Robbie revelou que a produção está prevista para iniciar em janeiro de 2019.
Robbie ainda descreveu o filme como algo “diferente do que vem sendo feito na DC” e com “um orçamento muito menor”.
De acordo com novas informações do Omega Underground, a Canário Negro também aparecerá na história assim como a Caçadora, além disso, Justin Kroll, repórter da Variety, apontou que o Pinguim pode ser usado como o vilão principal do filme caso não apareça em ‘The Batman’.
A fonte ainda revela que a Mulher-Gato NÃO estará no filme!
Margot Robbie por enquanto é a única confirmada no elenco.
Recentemente, segundo o portal Heroic Hollywood, o estúdio contratará apenas mulheres para conduzirem o projeto. Isso inclui também a equipe de produção, que será formada apenas por profissionais do sexo feminino.
Vale ressaltar que Cathy Yan foi a escolhida para assumir a direção e Christina Hodson (‘Bumblebee’) foi contratada para escrever um dos roteiros da produção.
A expectativa é que o lançamento aconteça em 2020.
Iniciada no finalzinho da década de 1980, a franquia estrelada por Chucky passou por altos e baixos. Criada como terror, ela acabou se repetindo muito e apostando na autoparódia para se revitalizar na década seguinte e nos anos 2000. Então, em 2013, o criador da franquia,Don Mancini, deu início a um reboot que trouxe o Brinquedo Assassino de volta para o terror, mas sem ignorar a fase cômica do personagem. Então, dando sequência aos eventos do filme de 2017, chegou a série do Star+, cuja primeira temporada chegou ao fim nesta semana trazendo vários elementos dos últimos quarenta anos do boneco possuído para uma produção adolescente que consegue honrar o passado e trilhar um caminho interessante para o futuro.
A trama é bem simples e a chegada desse elenco jovem permite que a gente faça um paralelo com outra franquia oitentista que foi revivida nas séries: Cobra Kai. Seja para o mal, seja para o bem. Assim como a série de Karatê Kid, focada no “vilão” Johnny Lawrence, Chucky começa com o boneco, um dos vilões icônicos do cinema, servindo como mentor de um jovem excluído. Só que aqui, em vez de ensinar o adolescente a descer a porrada nos outros, o “guru” quer transformar seu pupilo em um Serial Killer. Nesse processo, vemos o Chucky interagir com temas mais modernos, como videogames e outros aparelhos eletrônicos, e até mesmo discutir a temática LGBT.
Um dos momentos mais cômicos dessa primeira temporada é quando Chucky chama o jovemJake Wheeler para conversar e diz que entende o que o garoto está passando porque tem um filho “queer”. Foi inesperado, mas faz sentido dentro da proposta da série. Assim, a relação dos dois se desenvolve, enquanto o garoto hesita em matar, obrigando o brinquedo a fazer o que ele sabe melhor.
Os personagens novos também cumprem bem suas funções, principalmente o quarteto de protagonistas, que vira e mexe desenvolvem suas relações, indo de amigos para inimigos e vice-versa de acordo com as situações que o Chucky os coloca.
Fato é que conforme a série avança, a veia cômica vai se degradando, dando espaço ao terror e a tensão, que marcaram o início da franquia lá em 1989. Na reta final então, é um momento tenso atrás do outro, principalmente quando os adultos entram na história e personagens clássicos desse universo retornam para resolverem suas questões com o bonecão ruivo, caso do menino Andy, que agora não é mais uma criança, mas sim um adulto focado em destruir o raptor de sua infância.
As mortes também foram evoluindo para algo mais cinematográfico, por assim dizer. Em vez daquela sanguinolência explícita, como visto em O Culto de Chucky (2017), a direção trabalha para matar inocentes de maneiras mais criativas. Então, até temos mortes explícitas, mas também vemos assassinatos acontecerem por meio da sugestão, como o da babá, que é empurrada para cima de um faqueiro sem mostrar a participação do boneco, apenas sugerindo sua presença e depois revelando seu rosto por meio de um reflexo.
A fase em que ele vai para o hospital também é fantástico, explorando diversas formas de matar alguém em um lugar que teoricamente deveria salvar vidas.
Por fim, o grande destaque dessa primeira temporada é Brad Dourif, o intérprete do Chucky desde o início da franquia. Já em sua sexta década de vida, o ator segue dando show à frente do boneco assassino, fazendo dele ameaçador e engraçado, dando muito carisma e personalidade a esse amontoado de plástico. O uso de CGI está na medida, mesclado com os efeitos práticos. Outro destaque, também envolvendo Dourif, são os flashbacks, que contam mais da infância e juventude do assassino Charles Lee Ray, que posteriormente transferiria sua alma para o boneco. Eles foram uma adição maravilhosa, que acrescentou bastante à mitologia do vilão.
Sintetizando bem a essência da franquia, a primeira temporada de Chucky foi um sopro de ar fresco para esse universo, mostrando que ele ainda tem bastante lenha para queimar. No entanto, vale ressaltar que alguns episódios têm um probleminha de ritmo… Tal qual a própria franquia do brinquedo assassino. De qualquer forma, a segunda temporada já foi confirmada e quem tiver assistido a essa primeira temporada vai ficar aguardando ansiosamente para revisitar esse universo e ver quem será a próxima vítima do Good Guy sem noção.
A primeira temporada de Chucky está disponível no Star+.
Já pensou ter tudo do bom e do melhor desde o momento em que você nasceu? Poder consumir as coisas sem se preocupar com o preço das etiquetas; jogar fora o que não gosta por puro capricho, só pra poder renovar o guarda-roupas; dirigir os melhores e mais modernos carros e usar os lançamentos das marcas de moda mais importantes do mundo? E o melhor: ter tudo isso como parte normal da sua vida, afinal, o único que se importa em gerar renda na família é seu pai. Esse sonho, restrito a uma minoria bem pequena da população mundial, é o mote do filme ‘Mimadinhos’, nova comédia francesa que acaba de chegar à Netflix.
No dia do aniversário de 24 anos de sua filha, Stella (Camille Lou), Francis Bartek (Gérard Jugnot) se dá conta de que todos os seus filhos são uns grandes irresponsáveis mimados, que só sabem consumir a fortuna da família sem se preocupar com de onde vem o dinheiro: Stella é uma alienada consumista que maltrata os funcionários da casa; Alexandre (Louka Meliava) é um vagabundo, que só sabe matar aulas e passar as noites com mulheres, sem se importar com o impacto que causa na vida delas; e Philippe Bartek (Artus) é um bon vivant que tem ideias ridículas para a empresa do pai, por não ter a menor noção de como é a vida na realidade. Diante dessa perspectiva, Francis decide ensinar uma lição aos filhos, contando a eles que tiveram todos os seus bens bloqueados, para que os três aprendam a se virar na vida como todas as outras pessoas fazem: trabalhando.
Baseado no roteiro fílmico de Gary Alazraki, Patricio Saiz e Adrian Zurita – adaptado por Nicolas Cuche para o roteiro final de Laurent Turner – ‘Mimadinhos’ é uma comédia que se baseia no distanciamento que o público alvo tem da realidade proposta pelo enredo, de modo que nós acabamos nos solidarizando quando o trio protagonista é castigado com o emprego, pois sabemos como é difícil ter que lutar no mercado de trabalho e como esses indivíduos nascidos em berço de ouro não fazem a menor ideia de coisas muito básicas na vida.
A direção de Nicolas Cuche entrega exatamente o que se espera do filme: uma chuva de clichês, um bocado de ostentação, uma rápida lição de moral e uma conclusão superficial, pois, afinal, a comédia não propõe o debate do tema. É verdade que dos três filhos o filme acaba focando mais em um – Stella – e desenvolvendo um pano de fundo que pouco influi na trama, cujo espaço poderia ter sido mais bem utilizado para desenvolver melhor o irmão Alex, que ficou solto no enredo.
‘Mimadinhos’ é uma comédia bobinha e luxuosa, dessas produções que faz a gente sorrir por ser muito distante da nossa realidade. Não é exatamente um filme cômico, mas cumpre seu papel de entreter sem grandes elaborações e traz o belo cenário de Mônaco como background para a gente se sentir de férias, mesmo estando em casa.
‘Capitã Marvel’ tem seus grandes destaques, porém o maior deles certamente é a participação da gatinha alienígena Goose que consegue cativar os espectadores com momentos bem-humorados.
Sabendo que há muita conversa sobre a participação da gata, os diretores Ryan Fleck e Anna Boden deram uma ideia para um filme derivado focado somente em Goose:
“Eu me pergunto o que acontece do lado de dentro. Tipo, se você fizesse um derivado, talvez entrar no Flerken. Se o Talos fosse sugado e aí você passasse tempo com Flerken e Talos. Era o que ele temia o tempo todo, ficar preso em uma das dimensões-bolso dentro do Flerken.”, disseram em entrevista à Empire.
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
Em entrevista à Variety, Ronald D. Moore, showrunner do drama histórico ‘Outlander’, revelou que está considerando produzir uma série spin-off das icônicas aventuras de Claire e Jamie.
“Estamos definitivamente conversando sobre isso. Não há nada oficial, mas estamos conversando”.
A 5ª temporada será lançado no Brasil no dia 16 de fevereiro, no FOX Premium 1.
Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.
A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.
A Netflix divulgou um novo vídeo promocional da comédia musical ‘Festival Eurovision da Canção’, que traz os melhores momentos de Dan Stevens na produção.
Na obra, Stevens viveu o performer russo Alexander Lemtov.
Confira:
A história gira em torno de uma dupla de aspirantes a músicos islandeses, Lars Erickssong e Sigrit Ericksdottir (Will Ferrell e Rachel McAdams), que têm a oportunidade de uma vida ao serem convidados a representar seu país no anual evento Eurovision – a maior competição de música do mundo.
O elenco também é formado por Pierce Brosnan, Demi Lovato, Stevens, Natasia Demetriou e Jamie Demetriou.
A Paramount Pictures divulgou o primeiro teaser oficial da adaptação em live-action do clássico ‘Clifford – O Gigante Cão Vermelho’.
Confira:
Em virtude da pandemia do COVID-19, o filme, anteriormente previsto para chegar aos cinemas em novembro deste ano, foi adiado para novembro de 2021.
Dirigido por Walt Becker, ‘Clifford’ é baseado nos romances homônimos de Norman Bridwell, que giram em torno de um cachorro e de sua dona, Emily Elizabeth. O longa, estrelado por Darby Camp (‘Big Little Lies’), trará a menina tentando conciliar sua vida em casa e na escola até cruzar caminho com o personagem-título, acreditando que ele está destinado a se tornar seu melhor amigo. O que ela não prevê é o crescimento esporádico de Clifford, que se transforma num gigantesco animal e, eventualmente, chama a atenção de uma empresa geneticista que quer raptá-lo.
A CW divulgou as imagens oficial de “Growing Pains”, sétimo episódio da 7ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “quando um misterioso inimigo acusa Frost de um crime brutal, ela deve encontrar um jeito de limpar o nome. Enquanto isso, Barry e Iris têm uma surpreendente visita e Joe continua a lidar com Kristen Kramer”.
O episódio vai ao ar no dia 13 de abril.
Confira, junto à promo:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
Quando Tony Lip (Mortensen), um segurança ítalo-americano, é contratado como motorista do Dr. Don Shirley (Ali), um pianista negro de classe alta, durante uma turnê pelo sul dos Estados Unidos, eles devem seguir o “O Guia” para leva-los aos poucos estabelecimentos que eram seguros para os afro-americanos. Confrontados com o racismo, o perigo – assim como pela humanidade e o humor inesperados – eles são forçados a deixar de lado as diferenças para sobreviver e prosperar nessa jornada.
A The CW divulgou uma nova promo oficial dos próximos episódios da 8ª temporada de ‘The Flash’.
Intitulado “Journey”, o vídeo confirma o retorno do ciclo para o dia 09 de março de 2022.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
Em ‘Maldivas’, a mais nova série brasileira da Netflix, somos convidados a um mundo marcado por mentiras e hipocrisia, ambientado em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A comédia de mistério, assinada por ninguém menos que Natália Klein, presta homenagem às produções de gênero e consagra-se como um dos títulos nacionais mais interessantes da plataforma de streaming, abrindo portas para uma desmistificação do que é a indústria nacional – é claro que, no cenário cinematográfico, diversos realizadores do nosso país já demonstraram afeição considerável pelo drama familiar e até mesmo pelo realismo fantástico, mas é sempre bom lidarmos com uma narrativa refrescante e, ao mesmo tempo, saudosista como esta que Klein nos apresenta.
Em desenvolvimento desde 2018, a curta produção estende-se por apenas sete episódios e gira em torno de um grupo de mulheres que esconde segredos sórdidos das próprias amigas – e que são arrastadas para um misterioso assassinato envolvendo a traumatizada Estela Morgado (Vanessa Gerbelliretornando com força para o cenário do entretenimento). Apesar de aparecer com menos protagonismo que o restante do elenco, a complexa personagem de Gerbelli dá o tom da obra e mergulha em um enredo marcado por uma tragédia do passado que inclusive a separou da filha, Liz (Bruna Marquezine), além de torná-la alvo de um homicida sem identidade que tira sua vida da maneira mais brutal possível.
Apesar de tropeçar no meio do caminho, seja pelo desenvolvimento apressado do roteiro, seja pela curta duração dos episódios, ‘Maldivas’ demonstra preocupação em não entregar um entretenimento barato, mas uma inflexão que demanda atenção e atividade por parte do público que, desde os primeiros minutos, tenta descobrir que foi responsável pela morte de Estela. Como se não bastasse, os aspectos técnicos são engendrados em vibrações diferentes umas das outras, acompanhando tanto o arco das protagonistas quanto a atmosfera trazida às telinhas – cortesia de uma equipe criativa comandada por nomes como Daniel Flaksman e Bruno De Laurentis. Cada sequência explode em cores complementares e contrastes estéticos que nos levam em direções diferentes, talvez como artifício para nos guiar em caminhos opostos que se cruzarão ou não ao decorrer dos episódios.
Mas isso não é tudo – afinal, temos a presença de artistas de peso na frente das câmeras. Manu Gavassi interpreta Milene Jardim, síndica do condomínio titular que vê seu reino ameaçado por Estela. Milene está presa em um relacionamento tóxico do qual não consegue se desvencilhar, subjugada a um marido que é cirurgião-plástico e que a transformou, a seu bel-prazer, em uma “bonequinha” com quem poderia brincar – e o mais notável sobre tal personagem é como ela é delineada não como vilã, e sim uma espécie de anti-heroína encarcerada em desejos que não pode cumprir para o bem da fachada que calcou junto ao esposo; Sheron Menezzes faz um trabalho ótimo como Rayssa Velasquez, dançarina, empreendedora e esposa de Cauã (Samuel Melo)famoso músico de axé que é pega em flagrante “traindo” o marido também por Estela (isto é, até descobrirmos que a relação de Rayssa e Cauã é mais complicada do que parece).
Considerando o teor da obra, as personagens são construídas a fim de oscilarem entre o drama e a comédia – mas Carol Castro emprega toda sua bagagem cômica para o papel de Kat Martinelli, cujo marido se envolveu em um esquema de corrupção e agora está em prisão domiciliar, colocando em xeque a vida que outrora construíram. E, obviamente, os dois utilizam Estela como “laranja”, sem ela saber, para aplicar um golpe na Receita Federal – e que pode colocar um fim definitivo na última esperança de salvarem o que ainda têm. E, por fim, Klein interpreta Verônica, uma mulher que não tem uma relação muito amigável com as outras mulheres do condomínio e que faz de tudo para entrar em conflito principalmente com Milene, utilizando as armas de que se dispõe para refutar tudo o que ela fala.
Marquezine volta a colaborar com Gerbelli dezenove anos depois da icônica novela ‘Mulheres Apaixonadas’, interpretando sua filha. Como vemos logo no episódio piloto, Liz cresceu com a avó e, só depois de quase duas décadas, resolveu deixar seu passado para trás e reencontrá-la no Rio de Janeiro, procurando respostas sobre o abandono e sobre o que aconteceu durante sua infância. A atriz, que agora migra para a DC com o vindouro ‘Besouro Azul’, rende-se a uma interpretação que tangencia o impecável, fazendo máximo que pode dentro dos limites da própria personagem para investir em um enredamento detetivesco que oculta sua identidade e que a deixa mais cada vez mais próxima de descobrir a verdade.
Como já mencionado, os principais deslizes restringem-se a certas escolhas técnicas e ao fato de os episódios serem concluídos dentro de um frenesi rítmico. Todavia, os pontuais equívocos não são fortes o bastante para nos desligar da série, ainda mais quando contamos com a precisa e reverberante direção do veterano José Alvarenga Júnior, cuja filmografia se estende desde clássicos seriados até terrores sobrenaturais, apostando fichas em uma tendência mercadológica que vem dominando o mainstream há algum tempo.
‘Maldivas’ pode não estar livre das fórmulas do gênero a que se propõe discorrer, mas, sem dúvida, cumpre com o prometido e ergue-se como uma espécie de comédia de erros recheada de tipos sociais que escondem suas reais intenções sob a máscara do bon vivant. No final de tudo, o resultado é aprazível e envolvente – e merece ser conferido por aqueles que querem se divertir.
‘Terra dos Sonhos’ (Slumberland), novo filme de fantasia estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’), chega em breve à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.
Confira:
O longa chega à plataforma de streaming no dia 18 de novembro.
Relembre o trailer:
O filme é dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’, ‘Operação Red Sparrow’), com roteiro assinado por David Guion e Michael Handelman.
A história é baseada na série de quadrinhos ‘Little Nemo in Slumberland’, de Winsor McCay.
Uma jovem garota descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos chamado Slumberland e, com a ajuda de um excêntrico fora da lei, navega pelos sonhos e foge dos pesadelos, com a esperança de ver seu falecido pai novamente.
O elenco também é formado por Marlow Barkley, Weruche Opia, India de Beaufort, Kyle Chandler e Chris O’Dowd.
‘Ghosted: Sem Resposta’, nova rom-com de ação estrelada por Ana de Armas e Chris Evans, já está disponível na Apple TV+.
O longa foi lançado hoje,21 de abril, na plataforma de streaming.
O corretíssimo Cole se apaixona pela enigmática Sadie, mas logo enfrenta a chocante descoberta de que ela é uma agente secreta. Antes que eles possam decidir se terão ou não um segundo encontro, Cole e Sadie são arrastados para uma aventura internacional para salvar o mundo.
‘O Exorcista: O Devoto’, sequência direta do clássico de 1973 e agora sob o comando da Blumhouse, ganhou um novo teaser oficial.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 12 de outubro.
Confira:
Para ter a chance de salvar suas filhas, eles terão que passar por um verdadeiro teste de perseverança e fé.#ExorcistaODevoto 12 de outubro nos cinemas, com sessões disponíveis a partir de 11/10. ✝ pic.twitter.com/PTQD4XsASu
De acordo com informações do Deadline, o longa está previsto para arrecadar aproximadamente US$ 30 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.
A estimativa de arrecadação é considerada ótima, especialmente por se tratar de um filme de terror.
O valor é o mesmo que o soft reboot de ‘Pânico‘, que arrecadou US$ 30 milhões em sua estreia nos EUA em 2022.
Embora o orçamento exato da produção ainda seja desconhecido, é importante lembrar que a Universal Pictures e a Blumhouse gastaram cerca de US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia ‘O Exorcista‘.
Conhecido por seu trabalho na nova trilogia de ‘Halloween‘, Green compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.
Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.
Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.
“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.
“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.
Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.
“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”
Ele acrescentou que:
“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”
Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.
Baseado nos famosos quadrinhos de James O’Barr, a nova adaptação de ‘O Corvo‘ ganhou seu primeiro trailer recentemente – mas parece que a maior parte dos fãs da narrativa não ficaram surpresos ou contentes com o material.
Segundo o CBM, o vídeo recebeu nada menos que 53 mil dislikes em apenas um dia desde seu lançamento. A encargo de comparação, o trailer recebeu 42 mil likes, mostrando que o público definitivamente não ficou feliz com o novo visual do longa-metragem.
Muitos cinéfilos reclamaram da decisão de basicamente ignorar o tom gótico e temperamental do original (a escolha da música é totalmente bizarra), além de um visual mais genérico que o original.
Lembrando que o filme é protagonizado por Bill Skarsgård e FKA twigs e chega aos cinemas nacionais no dia 6 de junho.
Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado porBrandon Lee em 1994.
Dirigido por Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), o longa acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster, (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.
Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.
A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.
A lendária Beyoncé caiu no gosto da crítica e do público com o lançamento do aclamado ‘Cowboy Carter’ – e é claro que o álbum não ficaria de fora da lista de vencedores ao Grammy Awards 2025.
A artista conquistou o prêmio de Melhor Álbum Country pela obra, além de ter conquistado a estatueta de Melhor Performance Country em Duo/Grupo ao lado de Miley Cyrus pela aclamada faixa “II Most Wanted”.
Ela ainda concorre a categorias como Álbum do Ano pelo compilado de originais, bem como Música do Ano e Gravação do Ano por “Texas Hold ‘Em”.
Além disso, ela se tornou a primeira mulher negra a conquistar um gramofone dourado nas categorias de country do evento, além da primeira artista a levar um prêmio por cinco gêneros diferentes (pop, country, R&B, rap e dance).
Beyoncé é considerada uma das maiores artistas da história da música e já faturou outras quatro indicações à categoria de Álbum do Ano no Grammy: ‘I Am… Sasha Fierce’, ‘BEYONCÉ’, ‘Lemonade’ e ‘Renaissance’. Todavia, ela ainda não foi condecorada com o gramofone dourado.
Sem data de estreia, a produção está programada para o segundo semestre de 2025.
A nova série servirá como uma “reimaginação” do seriado original – uma espécie de realidade alternativa que mostra o que teria acontecido se Ashur (Nick Tarabay) tivesse sobrevivido.
Steven S. DeKnight, criador da série original, retorna como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas de icônicos personagens já conhecidos”.
“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.
‘Robin Hood’ é a mais nova e épica série da MGM+ e oferece uma versão mais sombria, sangrenta e sedutora da clássica lenda do “ladrão honrado”.
A produção funciona como uma adaptação moderna do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, interpretado por Jack Patten, e sua épica história de amor com a corajosa Marian, vivida por Lauren McQueen. Na trama, após a invasão normanda da Inglaterra, Rob, filho de um guarda florestal saxão, e Marian, filha de um lorde normando, se apaixonam e decidem lutar juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte. Juntos, eles farão de tudo para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Patten e McQueen, que nos contaram os desafios de participar da mais nova adaptação da imortal lenda.
Confira nossa entrevista na íntegra:
A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘. John Glenn (‘SEAL Team’) servirá como showrunner.
Quinze anos depois, o vencedor do Oscar Kenneth Branagh (‘Belfast’) está considerando retornar para o Universo Cinemático Marvel para comandar mais uma aventura do Deus do Trovão, Thor.
Branagh, que comandou ‘Thor’ em 2011, recentemente confessou que “adoraria terminar meu relacionamento com o personagem” em uma sequência mais obscura que levaria o herói “em um glorioso crepúsculo”.
“Eu definitivamente estava pronto para outro [filme], é claro, mas não logo depois”, ele disse em entrevista ao Business Insider. “Gravar um filme da Marvel é um processo intenso. A pós-produção da Marvel é ainda mais – ferozmente divertida, mas super intensa. Eu definitivamente precisava ‘cheirar as rosas’. Kevin Feige foi muito compreensivo, assim como o elenco. Eu precisava de uma pausa”.
Branagh acrescenta: “uma parte de mim adoraria encerrar minha relação com esse personagem. Eu sempre quis fazer mais e, de fato, tive algumas ideias, mais no estilo do brilhante ‘Logan’, de James Mangold. Eu adoraria verChris Hemsworth e os outros terem suas próprias histórias finais individuais que levassem Thor a um glorioso crepúsculo”.
Como fã da franquia, o realizador acredita que “seria algo muito bonito levar esses personagens ao seu próprio pôr do sol particular”, mas se ele dirigiria ou não o filme é “uma questão completamente diferente”.
“Eles estão tão imersos no futuro do Universo Marvel que tenho certeza de que quaisquer planos que tenham para ele já estão meio que definidos”, Branagh finaliza. “Tudo o que sei é que há algo de belo em se chegar a uma conclusão para esse arco de histórias com esses personagens e esses atores”.
Lançado em 2011, o longa-metragem integrou a Fase 1 do MCU e conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado US$449,3 milhões ao redor do mundo.
Assim como os fãs dos quadrinhos de ‘The Walking Dead‘, o elenco da série também foi pego de surpresa quando Robert Kirkman anunciou o fim da série criada em 2003.
Em entrevista ao Los Angeles Times, Norman Reedus, intérprete de Daryl Dixon, disse que tdos ficaram em choque após o anúncio de Kirkman.
“Acho que estamos todos em estado de choque depois do que aconteceu. Parece que havia tanto material fonte, que duraria para sempre. E então, tudo acabou de repente… Isso me fez lembrar de um personagem chamado Axel (Lew Temple), que estava conversando com Carol (Melissa McBride), e no meio da conversa ele é baleado. Foi uma das minhas mortes favoritas, porque foi de repente.”
A edição #193 de ‘The Walking Dead’ foi publicada em julho e numa carta aos fãs, Kirkman disse que o anúncio repentino nasceu do desejo de dar à série a mesma surpresa que ele deu a tantos personagens ao longo dos 16 anos de publicações.
“Particularmente… Eu odeio saber o que está por vir. Como fã, odeio quando percebo que estou no terceiro ato de um filme e a história está acabando. Odeio intervalos comerciais e saber que estou chegando ao final de um programa de TV. Eu odeio sentir quando estou chegando ao final de um livro. […] Tudo o que eu já fiz, tudo o que um criador pode realmente fazer é criar histórias sob medida para se entreter e esperar que o público se sinta da mesma maneira., escreveu Kirkman, se justificando.
Lembrando que ‘The Walking Dead‘ retorna para sua 10ª temporada no dia 06 de outubro.
Depois que as propriedades da Fox foram adquiridas pela Disney no ano passado, parece que o futuro do ‘Deadpool‘ nas telonas continua incerto.
Durante uma entrevista para o Inverse, Rob Liefeld, o criador do Deadpool, foi questionado se sabia algo sobre o retorno do personagem ao cinema.
Em reposta, o quadrinista afirmou que Kevin Feigee a Marvel Studios não estão interessados em produzir novos filmes do Mercenário Tagarela.
“Vamos ser realistas… [Kevin] Feige nunca demonstrou interesse pelo Deadpool. Acontece que as pessoas não querem ouvir isso, mas eu sou realista. Sinto que não há espaço para o Deadpool no MCU.”
Liefeld ainda disse que os fãs precisam se contentar com os filmes já lançados, porque o próximo não chegará tão cedo.
“O Deadpool teve dois filmes brilhantes, mas parece que os fãs não reconhecem porque vivemos em uma cultura que sempre quer mais. O próximo filme vai ser melhor, o próximo, o próximo… É uma febre. As pessoas só precisam se acalmar e perceber que Deadpool 1 e 2 foram lançados num intervalo de dois anos… Foi um presente. Não sei se isso vai acontecer na Marvel.“
Recentemente, Ryan Reynolds revelou à revista Total Film que não tem ideia de quando a produção de ‘Deadpool 3’ irá começar – ainda mais agora com a pandemia do Coronavírus.
Segundo ele, a Marvel ainda estão decidindo alguns detalhes de outros filmes mais prioritários.
“Eu realmente não sei. Tudo é bem novo na Marvel, sabe, resolvendo detalhes o quanto posso, de onde estou. Veremos.”
“Não me sinto como uma fonte interna. Acho que, quando eu ficar mais íntimo com isso – se é que vamos fazer um ‘Deadpool 3’ […], terei uma perspectiva melhor sobre tudo”, ele acrescentou.
Vale lembrar que Reynolds permanece com uma agenda cheia, considerando que, além da comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle’, ele vai estrelar uma nova ação dos produtores de ‘Missão Impossível’ e ‘Top Gun’.
Ainda sem título, o longa está sendo escrito pelo roteirista Jonathan Tropper (‘Banshee‘) e será uma aventura envolvendo viagem no tempo.
Na trama, Reynolds será um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para um realizar um misterioso propósito.
Além disso, o astro estará ocupado com a adaptação dos games da franquia ‘Dragon’s Lair‘, além das futuras gravações de ‘Dupla Explosiva 2‘ e dos contratos de merchandising para diversos setores.
Apesar de Reynolds ter confirmado que ‘Deadpool 3‘ já em desenvolvimento pela Marvel Studios, parece que a sequência está longe de sair do papel.
E agora que diversos títulos do estúdio foram adiados para 2021 e 2022, ‘Deadpool 3‘ não deve chegar às telonas antes de 2023 ou 2024.
Lembrando que o último filme do Mercenário Tagarela foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 785 milhões, a partir de um orçamento de US$ 110 milhões.
De acordo com o site Film Ratings, o Snyder Cutde ‘Liga da Justiça‘ ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos por conta de sequências intensas de violência e linguagem inapropriada.
Anteriormente, o próprio Zack Snyder havia dito à Entertainment Weekly que o filme poderia receber uma classificação mais restrita.
“Aqui está uma informação que ninguém sabe: o filme é insano e tão épico e provavelmente terá uma classificação para maiores de 18 anos. Não está certo, mas é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza.”
Ele continuou, explicando os motivos da classificação:
“Ciborgue não está muito feliz com o que está acontecendo com sua vida antes de encontrar a ‘Liga da Justiça‘, e ele fala o que pensa, sem freios. O Lobo da Estepe praticamente parte as pessoas ao meio. Portanto, [a classificação seria devido à] violência e aos palavrões , provavelmente os dois.”
Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Através do Instagram, Dwayne Johnson compartilhou um breve teaser de ‘Adão Negro‘, revelando o visual completo do anti-herói.
O vídeo é uma prévia das novidades relacionadas à adaptação durante a DC FanDome, que acontece hoje!
Apesar das cenas rápidas, é possível reparar nos detalhes da textura de seu traje.
Na legenda, o astro escreveu:
“Você esperou por anos. E eu também. HOJE, aproximadamente às 14h, tenho a honra de apresentar ao mundo o primeiro vislumbre exclusivo da força implacável e imparável conhecida em todo o universo como O Homem de Preto. Eu tenho um sorriso maligno no rosto enquanto digito isso. A hierarquia de poder no DCEU está prestes a mudar. Junte-se a nós o nosso evento global.”
Lembrando que ‘Adão Negro’ também vai apresentar a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi, o Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e o Senhor Destino (Pierce Brosnan).
Apesar das informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Apenas alguns dias após o lançamento da 1ª temporada de ‘A Lista Terminal‘, já estão surgindo dúvidas se a Amazon Prime vai renovar a série estrelada por Chris Pratt (‘Jurassic World: Domínio’).
Considerando que o drama militar é baseado em uma série de romances deJack Carr, que estão sendo lançados desde 2018, é possível que a plataforma invista em novos episódios.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o produtor executivo e showrunnerDavid DiGilio foi questionado sobre o assunto e pareceu esperançoso sobre a renovação.
“Sim, dedos cruzados. Estamos o torcendo [pela renovação]. E temos muita sorte, porque Jack está escrevendo em um ritmo incrivelmente rápido, um romance por ano. É um pouco mais rápido do que podemos produzir a série, para falar a verdade.”
Ele continuou:
“Acredito que os livros estejam em uma narrativa muito adianatada. Mas, basta fazer uma pequena pausa, eu diria. Mas temos muita sorte, e eu encorajaria qualquer um que amou a primeira temporada a conferir os livros. ‘True Believer’ é uma leitura incrível e é um ótimo plano para adaptarmos para a segunda temporada.”
A trama acompanha James Reece (Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
Infelizmente, a adaptação amargou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 5.40/10 baseada em 35 reviews.
Segundo o consenso geral, “enquanto Pratt se compromete por completo consigo mesmo na missão [da série], esse thriller não tem substância”.
Há algumas semanas, os presidentes da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, anunciaram dez projetos para o futuro do DCU, divididos entre cinema e TV.
Nos quadrinhos, a saga foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival, que seria publicado a partir de 2007.
A fase que vai servir de base para o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin, introduzindo no cinema a Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne.
A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai.
Pensando nisso, uma página do Instagram compartilhou uma bela fan art, imaginando os visuais da dupla.
Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.
Além do entusiasmo em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.
O 1° Capítulo da DC “Deuses e Monstros” é bem promissor, algumas ideias eu achei bem “???” e outras eu achei espetacular, para dizer o mínimo… Finalmente eu creio que a direção dos filmes está em mãos certas e agora vai para frente. #DCUChapterOne
Agora que o James já fez os anúncios podemos oficialmente dizer oi ao novo dcu, e bem mesmo todos os fãs da DC tendo visões diferentes sobre como este futuro novo capítulo da DC deve ser, acho que no fundo todos nós nós contentaremos com filmes bons e fidelidade as hqs pic.twitter.com/PpuiBn4MfI
O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.
Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.
A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que ‘Superman’ será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de ‘Waller’ (spin-off de ‘Pacificador’) e de ‘Creature Commandos’.
Quando questionado se aDC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.
De acordo com o The Hollywood Handle, o Muse será o principal vilão da série ‘Demolidor: Renascido‘, descrito como um dos vilões mais bizarros dos quadrinhos da Marvel.
Para quem não conhece, Muse é um personagem tão intrigante quanto aterrorizante. Ele não é apenas um vilão; mas um sádico assassino em série, com um senso de propósito distorcido.
Muse acredita que suas vítimas não têm sentido até que ele as transforme em sua versão de “arte”, usando seu sangue e partes do corpo para compor suas “obras”.
Essa crença horrível, juntamente com sua velocidade e força aprimoradas, fazem dele um adversário formidável para o Demolidor.
Além deCharlie Coxreprisando seu papel como o herói, Vincent D’Onofrio também reprisará seu papel como vilão Wilson Fisk.
Infelizmente, Elden Hanson (Foggy Nelson) e Deborah Ann Woll (Karen Page) não retornam para o nova versão. Além deles, Ayelet Zurer também não voltará como a Vanessa Fisk, e sua personagem passará a ser interpretada pela Sandrine Holt (‘Better Call Saul’).
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Possível continuação se tornou quase que uma lenda urbana na indústria
Se tem algo que alimenta, há décadas, o marketing da desenvolvedora Rockstar são as polêmicas. Não as de qualquer tipo, diga-se por alto, mas aquelas nascidas calculadamente de suas obras. A empresa alcançou a fama com a saga GTA, que concede a liberdade do jogador ser uma figura extremamente perigosa na sociedade, porém isso foi só o início.
Na mesma proporção que a desenvolvedora arriscava contar histórias melhor trabalhadas ela também aumentava, facilitada sobretudo pelos pontuais avanços tecnológicos, a dose de violência em seus jogos. Logo, o que começou como atos de violência suavizados pela falta de detalhes no primeiro GTA (1997) foi evoluindo para os assassinatos mais sanguinários de Manhunt (2003), por exemplo.
Evidente que a empresa não passaria despercebida a eventuais ações legais, principalmente aquelas movidas por pais que viessem a se sentir horrorizados com o que seus filhos estavam jogando. Uma situação foi quando alguns jogadores descobriram um mecânica secreta no GTA: San Andreas (o famoso Hot Coffee) que simulava momentos de relação sexual entre o protagonista e suas namoradas.
A saga “GTA” levou a empresa para novas alturas
Tamanha foi a repercussão do episódio que a produção do game foi encerrada temporariamente para que esse modo fosse excluído de versões futuras. Todavia, dois anos depois a Rockstar entraria em um “vespeiro” ainda mais complexo com o lançamento de Bully.
A premissa técnica da obra é um tanto simples: aproveitar parcialmente elementos da franquia mais famosa da empresa adaptando-os a um elenco de personagens adolescentes em um ambiente escolar. O jogo só se torna um diferencial quando se observa, justamente, sua ambientação; seguindo o adolescente problemático Jimmy Hopkins, o jogador será apresentado à Bullworth Academy, um internato de elite para alunos tumultuosos.
Bully pegou emprestado muitos dos elementos que tornaram a franquia GTA um sucesso (tais como o mapa de mundo aberto) e os adaptou para o novo cenário, não se esquecendo do sistema de gangues introduzido em San Andreas e aqui reaproveitado como a pirâmide social da escola, que separa um grupo estereotipado do outro.
O sistema de facções criou um certo elo entre “Bully” e o equivalente às gangues em “GTA: San Andreas”
Porém, nem por isso deve se entender que a história se limitou a ser mais uma trama adolescente escolar. Muito pelo contrário, entre uma missão e outra Bully encontra tempo para tratar sobre pedofilia; discriminação de classe; abuso de poder e, claro, o bullying nas escolas. Aliás, a prática de humilhação entre alunos é uma mecânica que muito complicou a vida do game.
Evidente que, por mais que pareça a primeira vista, toda a trama apresentada gira ao redor das tentativas de Jimmy em unir todas as facções da escola e não o oposto. O bullying é uma realidade, bem como uma possibilidade se assim for a vontade do jogador, porém não é o objetivo final.
Após o lançamento não houveram tentativas de tirar o produto das lojas, principalmente aquelas movidas pelo ativista Jack Thompson (famoso por ter movido processos contra GTA também) no qual, por meio de uma ação judicial contra a venda do game para menores, ele se referiu ao jogo como um “simulador de Columbine” (em referência ao massacre no colégio de Columbine).
A possibilidade de praticar violência no jogo serviu de desculpa para que alguns o comparassem erroneamente à Columbine
Entre 2008 e 2016, Bully esteve banido do Brasil por meio de decisão judicial. Durante o período de vigência, todos que fossem pegos vendendo o jogo pagariam uma multa diária de R$ 1.000,00. A ação movida teve como base o pressuposto psicológico no qual o game oferecia perigo tanto para jovens quanto para adultos.
Tais medidas não conseguiram impedir que a jornada de Jimmy Hopkins se tornasse um dos títulos mais amados da Rockstar e, por tabela, um alvo contínuo de teorias sobre uma sequência futura. As teorias sempre variam de um novo cenário focando na faculdade até uma protagonista feminina (algo nunca feito pela desenvolvedora) sem, no entanto, haver quaisquer indicações oficiais.
Foi só recentemente que o assunto voltou a ganhar força graças ao jornalista Jason Schreier, responsável por grandes furos de reportagem no passado, que alegou ser improvável que uma sequência de Bully esteja nos planos da Rockstar. Já o portal Rockstar Mag aponta que, ainda assim, a desenvolvedora tem planos para a marca.
Essas ambições seriam um processo de remaster do jogo, não diferente do que a empresa fez recentemente com os três primeiros jogos de GTA,na era 3D, GTA: The Trilogy – The Definitive Edition. A postura atual da empresa em evitar polêmicas pode ser um indicador da hesitação de continuar Bully, visto que seu game mais recente, Red Dead Redemption 2, se concentrou muito mais em oferecer uma história complexa do que momentos de polemica.
Uma pauta que não foi seguida por GTA V, que sofre com críticas ao enredo porém apresentou um momento no qual o jogador precisa decidir que ferramentas um personagem usará para torturar outro; elemento esse que gerou alguns debates, em 2013, sobre a representação de tortura nos jogos. Sendo assim, por toda polêmica inerente à Bully, é provável que uma sequência possa demorar um pouco mais.
A nova série de terror da Apple TV+, ‘The Changeling – Sombras de Nova York‘, estrelada por LaKeith Stanfield (‘Corra!’) estreia no streaming em 8 de setembro, mas a imprensa internacional já teve a oportunidade de conferir a produção e publicar avaliações.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, a série abriu com uma aprovação de 75% e uma nota média de 6.5/10.
Confira algumas avaliações:
“Mesmo com suas falhas, The Changeling funciona, em parte, porque seu tema central atinge um nervo primordial: ‘Como protegemos nossos filhos?'” – Entertainment Weekly
“The Changeling é um conto de fadas contemporâneo que revela o horror subjacente à paternidade.” – Slashfilm
“Um “conto de fadas para adultos” que vai aos cantos escuros da mente, a um universo traumático, e ferve de ansiedade. Por mais sombrio e desanimador que pareça, é uma abordagem interessante do terror de fantasia, um novo impulso para um gênero cansado” – What She Said
“Embora nem todo ponto da trama receba a recompensa (ou respostas) que merece, The Changeling é uma adaptação envolvente e enervante, bem como uma adição bem-vinda ao gênero.” – Collider
“Apesar das performances sólidas, a série fica atolada em um ritmo túrgido e na ambiguidade narrativa.” – Slant Magazine
“Há muita coisa nos episódios iniciais. Mas sem nenhum interesse ou direção real estabelecida até agora no programa, investir em sua história prova ser uma tarefa difícil.” – The Upcoming
A série é baseada no romance homônimo de Victor LaValle.
Quando o pai de Apollo Kagwa desaparece, tudo o que ele deixou para o filho foram estranhos sonhos recorrentes e uma caixa de livros carimbada com a palavra IMPROBABILIA. Agora, o próprio Apollo tem uma criança, e enquanto ele e sua esposa, Emma, estão se adaptando às suas novas vidas como pais, a exaustão e a ansiedade começam a cobrar seu preço. Os velhos sonhos de Apollo retornam e Emma começa a agir de forma estranha. Irritável e desconectada de seu novo bebê, a princípio Emma parece estar exibindo sinais de depressão pós-parto, mas logo fica claro que seus problemas são ainda mais profundos.
Antes que Apollo pudesse fazer qualquer coisa para ajudar, Emma comete um ato horrível – além da compreensão de qualquer pai – e desaparece sem deixar rastros. Assim começa a odisseia de Apolo através de um mundo que ele apenas pensava que entendia, para encontrar uma esposa e um filho que não eram nada do que ele havia imaginado. Sua busca, que começa quando ele conhece um estranho misterioso que afirma ter informações sobre o paradeiro de Emma, o leva a uma ilha esquecida, a um cemitério cheio de segredos, a uma floresta onde ainda vivem lendas de imigrantes e, finalmente, de volta a um lugar que ele pensava tinha perdido para sempre.”
Segundo o The Hollywood Reporter, o longa se passa na Bélgica em dezembro de 1944, durante a fase final da Segunda Guerra Mundial. Claflin interpreta um soldado americano solitário que, após sobreviver milagrosamente a uma execução em um campo de prisioneiros de guerra, escapa para a neve em busca de refúgio e para salvar uma carga preciosa que recuperou do campo. No entanto, ele é perseguido por um implacável oficial nazista da SS a cavalo (Friend), que está obcecado em capturá-lo.
O diretor Henry Dunham define o filme como “um thriller de ação visual altamente dramático e clássico, que explora aspectos atemporais da experiência humana”. Ele também revela que o longa será filmado em película 35mm, reforçando a natureza teatral da produção.
Sam Claflin também assume o papel de produtor executivo. Além dele, Basil Iwanyk, Erica Lee e David Unger também estão na equipe de produção.
As filmagens estão programadas para começar ainda este ano. A data de lançamento oficial do filme ainda não foi divulgada.
A Academia usou as redes sociais nesta sexta-feira (3) para anunciar os 15 filmes pré-selecionados para concorrer à categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. Entre os destaques, está ‘Ainda Estou Aqui’, longa brasileiro estrelado por Fernanda Torres.
“Quinze filmes avançaram para a próxima rodada de votação na categoria Longa-Metragem Internacional. É aqui que eles ganham destaque no mapa”, diz o post.
Nos comentários, o elenco celebrou a conquista. Fernanda, que compartilhou a notícia em seus Stories, e Selton Mello deixaram emojis de comemoração, enquanto diversos outros atores parabenizaram os colegas.
No dia 17 de janeiro será anunciada a lista final.
Confira:
Brasil, ‘Eu Ainda Estou Aqui’
Canadá, ‘Língua Universal’
República Checa, ‘Ondas’
Dinamarca, ‘A Menina com a Agulha’
França, ‘Emilia Pérez’
Alemanha, ‘A Semente da Figueira Sagrada’
Islândia, ‘Toque’
Irlanda, ‘rótula’
Itália, ‘Vermiglio’
Letônia, ‘Fluxo’
Noruega, ‘Armand’
Palestina, ‘Do Marco Zero’
Senegal, ‘Daomé’
Tailândia, ‘Como ganhar milhões antes que a avó morra’
Reino Unido, ‘Santosh’
As produções de ‘Descendants: Wicked Wonderland’ seguem a todo vapor, e parece que a franquia não vai parar por aí. De acordo com o DisInsider, a Disney tem grande interesse em dar continuidade à sequência.
Questionado sobre a possibilidade de um ‘Descendentes 6’ após ‘Descendants: Wicked Wonderland’, o insider foi direto: “A resposta curta e doce aqui é sim”.
É importante destacar que tudo isso não passa de rumores.
Vale lembrar que, segundo o Deadline, Brandy e Rita Ora foram confirmadas no elenco da sequência ‘Descendants 5’, que será intitulada ‘Descendants: Wicked Wonderland’.
As atrizes irão reprisar seus papéis como Cinderela e Rainha de Copas, respectivamente, que foram introduzidos em ‘Descendentes: A Ascensão de Copas’.
Servindo como continuação direta do filme anterior, o próximo capítulo também contará com o retorno de Kylie Cantrall como Red eMalia Baker como Chloe.
Leonardo Nam também retornará como o filho do Chapeleiro Maluco.
O elenco ainda contará com Liamani Segura como Pink, irmã da Red; Brendon Tremblay como Max Hatter, o outro filho do Chapeleiro Maluco; Alexandro Byrd como Luis Madrigal, filho da Luisa Madrigal, de ‘Encanto‘; Joel Oulette como Robbie Hood, filho do Robin Hood; e Kiara Romero como Hazel Hook, filha do Capitão Gancho.
Ambientada majoritariamente na Terra do Nunca, a trama se passará nos dias atuais e mostrará “as consequências de quando você altera o tecido do tempo”.
Kimmy Gatewood (‘O Clube das Babás’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Tamara Chestna, Dan Frey e Ru Sommer.
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