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Allison Janney vive uma viúva enlutada no trailer de ‘Miss You, Love You’, novo DRAMA da HBO

Contemplative woman sits on a wooden bench outdoors, with a black urn beside her against a blue sky and distant hills.

HBO Max e a HBO divulgaram o trailer oficial de ‘Miss You, Love You’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Allison Janney (‘A Diplomata’) e pelo indicado ao Tony Andrew Rannells (‘The Boys in the Band’).

O longa-metragem chega à emissora e à plataforma de streamingno próximo dia 29 de maio.

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O longa é escrito e dirigido por Jim Rash.

Na trama…

Com um funeral para organizar e o luto para vivenciar, uma viúva procura o filho distante. Ele se recusa a voltar para casa, optando por enviar seu assistente pessoal para ajudar com os preparativos. A viúva se vê obrigada a lidar com o luto na presença de um completo estranho.

Bonnie HuntSuzy NakamuraOscar NunezLisa Schurga e outros também fazem parte do elenco da produção.

Eric Kripke rebate críticas ao final de ‘The Boys’: “Não me arrependo”

Two men in a violent struggle against a wall; one grips the other's throat.

O desfecho deThe Boys continua gerando intensos debates na internet. Após a disponibilização do último episódio no Prime Video, o criador e showrunner da série, Eric Kripke, manifestou-se sobre a divisão de opiniões no fandom. Embora o encerramento tenha agradado a uma parcela dos espectadores, muitos fãs criticaram o ritmo dos capítulos finais e a ausência de um grande confronto.

Conforme ao ComicBookMovie, Kripke classificou as discussões online como “uma espécie de furacão e algo desagradável de ler”, mas admitiu acompanhar a recepção de perto:

“Por algum motivo, definitivamente existem pessoas para quem a série não funcionou nesta temporada. Seja pelo ritmo, seja pela falta de grandes cenas de luta, eu leio todos os comentários obsessivamente, talvez até de uma forma pouco saudável. Mas tudo o que posso dizer é que me propus a contar uma história sob uma perspectiva específica”, afirmou.

Uma das principais queixas do público foi a quebra de expectativa em relação ao Capitão Pátria (Homelander). Cartazes e materiais promocionais sugeriam que o vilão teria um surto definitivo, usando seus poderes para promover uma carnificina total na cidade. Em vez disso, a produção enfrentou acusações de estagnar o ritmo com episódios considerados fillers (sem avanço na trama central).

Kripke, no entanto, defendeu que um cenário de destruição generalizada nunca esteve nos planos da equipe criativa:

“Fizemos o que fazemos em toda temporada: tentar focar nos Boys e criar um mundo reconhecível em relação ao que vivemos hoje. Nunca tive interesse em um cenário pós-apocalíptico. Isso jamais esteve nos planos. A ideia sempre foi criar uma espécie de espelho distorcido do mundo atual e de sua inclinação ao fascismo. E eu não me arrependo disso. Estou feliz com o resultado”, acrescentou.

O produtor minimizou o impacto dos comentários negativos apontando o sucesso comercial da temporada: “Felizmente, a maioria da audiência pensa diferente disso, e essa foi uma informação muito reconfortante”.

‘The Boys’: Apesar das críticas, última temporada QUEBRA RECORDES no Prime Vídeo

O showrunner também aproveitou para contextualizar um dos momentos que mais gerou memes e questionamentos nesta reta final: a frase “É o que Clara teria desejado”, dita por Soldier Boy ao justificar a entrega do Composto V1 para o Capitão Pátria.

Kripke detalhou a psicologia distorcida por trás da aliança entre os personagens:

“O objetivo de Clara era criar um super-soldado ariano. E o Soldier Boy é equivocado no amor que sente por ela. Ele é imperfeito nesse amor. Ele escolhe mal suas parceiras. Ela era uma nazista. É como se o Capitão América estivesse se relacionando com uma nazista, e esse é justamente o ponto”, detalhou.

‘The Boys’: Criador comenta desfecho de Soldier Boy na série

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

Conheça o novo thriller CÔMICO estrelado por Tatiana Maslany que chegou ao streaming!

Woman with curly hair holding a blue broom upright in a softly lit living room with string lights and patterned wallpaper.

Prazer Máximo Garantido‘ (Maximum Pleasure Guaranteed), thriller cômico estrelado pela vencedora do Emmy Tatiana Maslany (‘Orphan Black’), finalmente chegou ao streaming.

Os dois primeiros capítulos da atração foram lançados no último dia 20 de maio no catálogo do Apple TV.

Na trama…

Paula (Maslany) é uma mãe recém-divorciada que se vê envolvida em uma perigosa trama de chantagem, assassinato e futebol infanto-juvenil. Convencida de ter testemunhado um crime e em meio a uma batalha pela guarda dos filhos e uma crise de identidade, Paula inicia sua própria investigação, que pode desvendar uma conspiração ainda maior e, ao mesmo tempo, conter as chaves para reconstruir sua família e sua autoestima.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção conta com dez episódios.

A série foi criada por David J. Rosen (‘Sugar’).

Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Jake Johnson (‘New Girl’), Murray Bartlett (‘The White Lotus’), Jessy Hodges (‘Barry’), Jon Michael Hill (‘Elementary’), Charlie Hall (‘A Vida Sexual das Universitárias’), Kiarra Hamagami Goldberg (‘Invasão’), Nola Wallace (‘Os Estranho’) e Dolly De Leon (‘Nove Desconhecidos’) integram o elenco.

David Gordon Green (‘Halloween Ends’) assina a direção.

‘The Boys’: Criador defende desfecho de Capitão Pátria [SPOILERS]

Man in a blue military-style uniform seated in a leather executive chair behind a wooden desk, framed photos on the desk behind him.

[AVISO DE SPOILERS]

The Boys chegou oficialmente ao fim, e agora o showrunner Eric Kripke quebrou o silêncio sobre o desfecho da série, abordando especificamente o trágico e brutal fim do Capitão Pátria (Homelander). O maior vilão da produção encontrou seu destino final nas mãos de Billy Bruto (Billy Butcher), em uma sequência que chocou os espectadores.

Conforme o ComicBookMovie, Kripke explicou a decisão criativa de desarmar o antagonista antes de sua execução: “Era muito importante para nós que o Capitão Pátria experimentasse ao menos um pouco de tempo sem poderes. As pessoas perguntavam: ‘Por que vocês não deixam ele vivo e sem poderes no mundo? Não seria essa a punição definitiva?’ E eu respondia: seria… até ele conseguir mais Composto V e tudo voltar ao ponto inicial”.

O produtor justificou que a perda das habilidades extraordinárias serviu para expor a verdadeira natureza do personagem: “Então ele não podia sair daquela sala vivo. Mas pudemos passar algum tempo com ele sem poderes para revelar algo que todos diziam durante a temporada inteira: ‘Sem esses poderes, você não é nada’. E ele se torna covarde, chorão e patético, como a maioria dos homens fortes quando o poder lhes é tirado e eles encaram a morte iminente. Raramente enfrentam isso com coragem”.

‘The Boys’: Apesar das críticas, última temporada QUEBRA RECORDES no Prime Vídeo

A desconstrução do Capitão Pátria em seus momentos finais foi meticulosamente planejada para ecoar eventos históricos. Kripke traçou um paralelo direto entre o comportamento do líder dos Sete e figuras autoritárias do mundo real quando confrontadas com a derrocada:

“É como Saddam Hussein sendo retirado daquele buraco ou Hitler no bunker. Qualquer autoritário, quando perde o poder, imediatamente se torna patético, covarde e desesperado para sobreviver. Fizemos a lição de casa. É bem fiel à maneira como essas pessoas reagem diante da morte real”, afirmou o cineasta em entrevista ao The Hollywood Reporter.

Para o público que acompanhou o clímax da temporada, o desfecho foi uma sucessão de eventos intensos. Após se autoproclamar um “deus”, o Capitão Pátria foi confrontado em uma batalha contra Billy Bruto, Ryan e Kimiko.

O ponto de virada ocorreu quando Kimiko, utilizando seus novos poderes, disparou um ataque radioativo capaz de neutralizar o Composto V no organismo do vilão, deixando-o completamente humano. Indefeso, o ex-líder dos Sete tentou reagir, mas foi facilmente subjugado por Bruto.

Em seus instantes finais, o outrora indestrutível herói implorou desesperadamente por sua vida, mas acabou assassinado por Bruto com golpes de pé de cabra. Para selar a humilhação do personagem, toda a cena da execução foi filmada e transmitida ao vivo para o mundo inteiro.

the boys season 4

‘The Boys’: Criador comenta desfecho de Soldier Boy na série

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

‘Clamor ao Céu’: Julianne Moore confirma participação no novo filme de Tom Ford

A vencedora do Oscar Julianne Moore é a mais nova adição ao ambicioso elenco de ‘Clamor ao Céu’ (Cry to Heaven), o próximo longa-metragem dirigido pelo aclamado cineasta e estilista Tom Ford. A confirmação foi feita pela própria atriz que revelou que terá uma participação coadjuvante na produção, cujas filmagens foram oficialmente encerradas em março.

De acordo com o World of Reel, os detalhes específicos sobre a personagem de Moore estão sendo mantidos sob estrito sigilo pela produção. Esta será uma nova colaboração entre a atriz e o diretor, que trabalharam juntos anteriormente no elogiado Direito de Amar (2009).

A adaptação do romance homônimo de Anne Rice (autora de Entrevista com o Vampiro) reuniu um dos elencos mais robustos e estelares dos últimos anos em Hollywood.

Além de Julianne Moore, o projeto conta com nomes como Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Colin Firth, Mark Rylance, Paul Bettany, Mark Strong, Ciarán Hinds, Adele, Hunter Schafer, George MacKay, Thandiwe Newton, Theodore Pellerin, Daryl McCormack e Lux Pascal.

A engenharia financeira por trás do longa também chama a atenção da indústria. Após rodadas de conversas com os principais estúdios de Hollywood, Tom Ford optou por trilhar um caminho incomum para um projeto desse porte: financiar o filme de forma 100% independente. A estratégia permitiu que o diretor realizasse a produção sob seus próprios termos criativos, sem interferências executivas, planejando vender os direitos de distribuição global apenas com o produto totalmente finalizado.

Se mantiver a fidelidade ao denso material literário de Anne Rice, ‘Clamor ao Céu’ transportará o público para a opulenta e decadente Veneza do século XVIII. A trama acompanha a complexa aliança entre dois jovens de mundos distintos: um nobre veneziano exilado e um talentoso cantor castrato vindo da Calábria. Juntos, eles tentam navegar pelas intrigas, paixões e pela brutal competitividade do universo da ópera barroca italiana.

O projeto carrega um peso significativo para a cinefilia mundial por marcar o fim de um hiato de uma década na carreira de Tom Ford como diretor, seu último trabalho nos cinemas foi o suspenseAnimais Noturnos, lançado em 2016.

‘American Horror Story’: John Carroll Lynch retornará como o TEMÍVEL Palhaço Twisty na 13ª temporada!

Segundo informações do DeadlineJohn Carroll LynchMatt Fraser irão retornar para o panteão de American Horror Story, reprisando seus papéis como o temível Palhaço Twisty e Paul, o Homem-Foca Ilustrado, respectivamente.

Além disso, Mena Suvari (‘American Beauty’) e Berto Colón (‘The Night Agent’) foram escalados para os novos episódios. Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Ariana Grande, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Jessica Lange, Emma Roberts, Billie Lourd, Gabourey SidibeLeslie GrossmanJoey Pollari e Paul Anthony Kelly.

Embora os detalhes sobre a trama não tenham sido divulgados, sabe-se que a nova temporada trará o retorno de figuras icônicas. A produção confirmou a volta das bruxas de Coven, com Roberts reprisando seu papel como Madison Montgomery e Sidibe retornando como Queenie.

A última aparição das bruxas ocorreu na oitava temporada (‘Apocalypse’), onde enfrentaram a ameaça do Anticristo, personagem cuja origem remonta à primeira temporada da série, ‘Murder House’. Como uma antologia, American Horror Story explora histórias diferentes a cada ano, mas frequentemente utiliza crossovers e participações especiais para interligar seu universo.

‘Her Private Hell’: Filme com Sophie Thatcher conquista 40% no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

O suspense Her Private Hell, estrelado por Sophie Thatcher (‘Acompanhante Perfeita’), conquistou apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações da crítica especializada.

No consenso geral, os críticos destacam que o longa é extremamente divisivo, apontando que a produção deve provocar reações intensas no público, sendo um daqueles filmes que serão profundamente amados por alguns e completamente odiados por outros.

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“‘Her Private Hell’ ou é para você, ou não é, e você ou embarca nele, ou não. De qualquer forma, este é um filme que exige que você escolha um lado”, disse Damon Wise do Deadline.

“É óbvio que tudo isso faz sentido na mente de Refn, porque ele não teria feito isso de outra forma. Mas ele ficou seriamente iludido sobre o que o público realmente quer”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Na superfície, parece ser o sonho de qualquer fã de ficção científica, capturando perfeitamente a estética cyberpunk. Mas, ao mergulhar um pouco além desse visual neon e brilhante, tudo o que você encontra é um vazio no centro”, disse Therese Lacson do Collider.

“‘Her Private Hell’ resiste a interpretações, como muitos dos filmes recentes de Refn, mas executa uma lenta espiral hipnótica de estranheza”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

“Para seu mérito, NWR nos dá um aviso logo no início, quando um de seus personagens afirma, apenas meio ironicamente: ‘Este filme vai ser um inferno’. Mas isso não torna assistir a ‘Her Private Hell’ uma experiência menos infernal”, disse Jordan Mintzer do The Hollywood Reporter.

“Refn sabe que está provocando o público, e não se importa com isso. Aqui está um diretor que ainda se diverte sendo um cineasta controverso mesmo aos 55 anos”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

O longa chegará aos cinemas norte-americanos no dia 24 de julho.

“Ambientada em uma metrópole futurista onde atrizes se reúnem em um hotel luxuoso para filmar um longa-metragem no estilo de ‘Barberella’, um assassino cruel conhecido como Homem de Couro está à solta pela cidade, ceifando a vida de mulheres”, diz a sinopse.

O elenco ainda contará com Charles Melton (‘TRETA’), Kristine Froseth (‘Os Bucaneiros’),  Havana Rose Liu (‘Sem Saída’), Dougray Scott (‘Missão: Impossível 2’), Diego Calva (‘Babilônia’), Aoi Yamada (‘Perfect Days’), Shioli Kutsuna (‘Deadpool & Wolverine’) e Hidetoshi Nishijima (‘Shin Ultraman’).

O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por obras estilizadas e provocativas como ‘Drive‘ e ‘Bronson‘, é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Esti Giordani.

A equipe de produtores conta ainda com nomes experientes como Takuma Takasaki (Perfect Days), Kimberly Willming (Touch of Crude, Copenhagen Cowboy), Christina Erritzøe (Copenhagen Cowboy) e Lene Børglum (‘Demônio de Neon‘), sob o selo byNWR Originals.

A distribuição de ‘Her Private Hell‘ nos Estados Unidos será feita pela Neon, que também representa os direitos internacionais por meio da Neon International. A distribuidora vive uma fase de prestígio, somando seis vitórias no Festival de Cannes deste ano, incluindo o Grand Prix por ‘Sentimental Value‘, de Joachim Trier, e a Palma de Ouro com ‘It Was Just an Accident‘, de Jafar Panahi.

‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro 2’: Diretor explica por que a sequência ainda não saiu do papel

Zombie scarecrow in torn plaid shirt, standing in a dark, stormy sky overcast with greenish light.

Em entrevista ao Slash Film, o diretor André Øvredal (‘Drácula: A Última Viagem de Deméter’) explicou o motivo da sequência ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro 2‘ ainda não ter saído do papel.

A continuação havia sido anunciada há sete anos, mas o projeto recebeu poucas atualizações desde então.

“Só posso dizer que o projeto está preso por causa de complicações dos direitos com dois estúdios que não existem mais. CBS Films e EOne produziram o primeiro filme, mas eles não existe mais. Os direitos ficaram fragmentados entre as duas empresas, então elas precisam chegar a um acordo. E isso tem levado algum tempo.”

Ele completa, “Nós conversamos sobre a sequência regularmente, e parece que há esperanças. Mas o projeto se tornou um problema do departamento legal, não das forças criativas. Temos uma história que eu adoraria contar, então só preciso que alguém diga: ‘Eu tenho os direitos. Vamos fazê-la’.”

A continuação será baseada em uma história criada por Guillermo del Toro, que produziu o primeiro filme. Além disso, ele irá assinar o roteiro ao lado de DanKevin Hageman.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘, retorna como diretor da continuação. Guillermo del Toro volta a produzir.

O primeiro longa é baseado em um livro de contos publicados em 1981.

O longa conquistou a crítica e o público, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de 100 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Ciarán Hinds entra para o elenco de ‘Isle of Man’, filme sobre a corrida de motocicletas mais PERIGOSA do mundo

ciarán hinds o senhor dos anéis os anéis de poder série (1)
ciarán hinds o senhor dos anéis os anéis de poder série (1)

Segundo o DeadlineCiarán HindsMay CalamawayRuaridh Mollica foram escalados para o elenco do longa-metragem ‘Isle of Man’, que gira em torno da corrida de motocicletas mais extrema e perigosa do mundo, conhecida como Isle of Man Tourist Trophy Race (TT).

O trio se junta aos previamente confirmados Channing TatumEve Hewson. O projeto está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios, com o início das gravações agendado para a próxima sexta-

O filme é dirigido por Reid Carolin (‘Dog: A Aventura de Uma Vida’), também responsável pelo roteiro ao lado de Jason Keller (‘Ford vs Ferrari’) e Bryan Johnson.

A produção ficará a cargo da Free Association (empresa de Tatum e Carolin), da Plan B (de Brad Pitt), da Entertainment 360 e do próprio Keller.

Embora detalhes da trama do longa ainda estejam sob sigilo, espera-se uma narrativa épica inspirada na rica história do evento, que existe desde 1907. Antes mesmo da ascensão da Fórmula 1 ou da MotoGP, a TT já era um símbolo máximo da velocidade, colocando pilotos em um circuito de rua de mais de 60 km a velocidades que chegam a 320 km/h — em um desafio que mistura coragem, técnica e alto risco de vida.

A Isle of Man Tourist Trophy Race, por muito tempo restrita a entusiastas e transmissões de rádio, viu seu alcance se expandir com o lançamento da plataforma de streaming TT+ em 2022. Desde então, a audiência global dobrou, impulsionada também por uma estratégia digital mais agressiva e ativa nas redes sociais.

A produção faz parte de um plano maior: transformar a TT em uma franquia global multiplataforma. A estratégia segue a linha de sucessos recentes desenvolvidos por Mediawan e abraçados pelo público mundial, como ‘Call My Agent‘, ‘O Conde de Monte Cristo‘ e ‘Miraculous‘.

‘O Iluminado’, ‘A Hora do Pesadelo’ e mais clássicos dos anos 80 terão sessões GRATUITAS na Virada Cultural; Confira a programação!

Os clássicos dos anos 80, comoA Hora do Pesadelo eO Iluminado, terão uma sessão gratuita neste final de semana, como parte da Virada Cultural 2026 de São Paulo. Os longas serão exibidos no CineSesc com a mostra “Virada nos 80”, uma seleção gratuita de filmes que marcaram o cinema da década de 1980.

De acordo com informações da rádio Alpha FM, a programação especial reunirá grandes clássicos do cinema nacional e internacional. Entre os principais destaques da mostra estão obras-primas como O Iluminado, ‘E.T. – O Extraterrestre’, o terrorA Hora do Pesadelo e a fantasia ‘Labirinto: A Magia do Tempo’.

Todas as sessões integradas à Virada Cultural no CineSesc serão gratuitas. Para garantir a entrada, o público deverá realizar a retirada dos ingressos presencialmente na bilheteria do cinema, sempre com uma hora de antecedência ao início de cada exibição.

Confira a programação completa e siga o CinePOP no Youtube:

Sábado, 23 de maio

“Uma dona de casa entediada fica obcecada com anúncios de jornal de alguém que “procura Susan desesperadamente”. Porém, Susan está metida em grandes encrencas e as coisas realmente se complicam quando a dona de casa é confundida com a fugitiva”, diz a sinopse.

  • 20h30 às 21h44 — ‘Bete Balanço’ (1984)

“Bete é uma jovem liberal que resolve deixar sua cidade natal, Governador Valadares, para tentar a carreira artística no Rio de Janeiro. Quando chega à Cidade Maravilhosa, ela se decepciona com os empresários da indústria fonográfica e com a violência urbana, mas também encontra apoio no namorado Rodrigo e em novos amigos para persistir com o seu grande sonho”, diz a sinopse.

“Jack Torrance se torna caseiro de inverno do isolado Hotel Overlook, nas montanhas do Colorado, na esperança de curar seu bloqueio de escritor. Ele se instala com a esposa Wendy e o filho Danny, que é atormentado por premonições. Jack não consegue escrever e as visões de Danny se tornam mais perturbadoras. O escritor descobre os segredos sombrios do hotel e começa a se transformar em um maníaco homicida, aterrorizando sua família”, diz a sinopse.

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Domingo, 24 de maio

“Um grupo de adolescentes tem pesadelos horríveis, em que são atacados por um homem deformado com garras de aço. Ele apenas aparece durante o ano de sono e, para escapar, é preciso acordar. Os crimes vão ocorrendo seguidamente, até que se descobre que o ser misterioso é, na verdade, Freddy Krueger, um homem que molestou crianças e foi queimado vivo pela vizinhança. Agora, Krueger retorna para se vingar através do sono”, diz a sinopse.

Relembre o clássico ‘A Hora do Pesadelo’ (1984), de Wes Craven, que completa 40 ANOS!

15h às 16h55 — ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982)

“Um alienígena inofensivo é esquecido na Terra e acaba sendo descobeto por um garoto chamado Elliott, que decide levá-lo para dentro de sua casa. Apesar das diferenças, os dois constroem uma grande amizade. Elliott apresenta a criatura para seus irmãos, que decidem manter a existência do alienígena em segredo enquanto o governo tenta intervir”, diz a sinopse.

10 curiosidades de ‘E.T. – O Extraterrestre’, um clássico imortal de Steven Spielberg

  • 17h30 às 19h11 — ‘Labirinto: A Magia do Tempo’ – Especial 40 anos (1986)

“Frustrada por ter de cuidar do irmão caçula, a adolescente Sarah sonha em se livrar da criança. Atendendo ao seu pedido, o Rei dos Duendes ganha vida e sequestra o bebê. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto místico e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado em um duende para sempre”, diz a sinopse.

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Lembrando que o CineSesc fica localizado na Rua Augusta, 2075, São Paulo.

 

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Maika Monroe é uma ‘Psicopata Vitoriana’ no trailer do novo TERROR gótico; Confira!

Woman in 19th-century dress stands in a dimly lit room with a tapestry backdrop and wall sconces.

O terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho), estrelado pela Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), ganhou o primeiro trailer.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

 

Olivia Rodrigo divulga teaser do single “the cure”, que será lançado AMANHÃ; Confira!

Young woman in a white nurse uniform and hat uses a dropper to transfer liquid into a small glass on a tray.

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo continua apostando alto em sua próxima era musical e anunciou o segundo single oficial do vindouro álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’.

Intitulada “the cure”, a faixa será lançada nesta próxima sexta-feira, 22 de maio, sucedendo o lead single “drop dead” – e acaba de ganhar um teaser promocional inédito.

Confira:

Vale lembrar que o compilado de originais tem lançamento marcado para o dia 12 de junho.

Olivia Rodrigo anuncia turnê do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

‘American Horror Story’: Palhaço Twisty RETORNARÁ na 13ª temporada

Sinister clown with a wide, bloody-looking grin and metallic silver face paint, green Mohawk, and a tattered beige costume in a dimly lit room.

De acordo com o Deadline, John Carroll Lynch teve seu retorno confirmado na 13ª temporada de ‘American Horror Story‘.

O ator reprisará seu papel como o Palhaço Twisty, de ‘Freak Show‘. Seu colega de elenco, Mat Fraser, também foi confirmado no próximo ciclo, retornando como Paul the Illustrated Seal.

Eles se juntam às atrizes Sarah Paulson e Emma Roberts, que reprisarão seu papéis de ‘Coven‘ – Cordelia Goode e Madison Montgomery, respectivamente.

O próximo ciclo ainda contará com o retorno dos veteranos Jessica Lange, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Billie Lourd, Gabourey Sidibe, Leslie Grossman, Ariana Grande, Joey Pollari, Paul Anthony Kelly John Waters.

A nova temporada deve servir como sequência de ‘Coven‘, além de conectar a maioria dos ciclos anteriores da produção.

Reboot de ‘Resident Evil’ ganha seus primeiros cartazes

Resident Evil’ marca o retorno da popular franquia aos cinemas. Com a proposta de trazer para o público uma reinvenção eletrizante e aterrorizante, o novo filme distribuído pela Sony Pictures acaba de ganhar seus primeiros cartazes. O longa é dirigido pelo visionário cineasta Zach Cregger, do premiado “A Hora do Mal” e de “Noites Brutais”, e tem previsão de estreia nos cinemas para 17 de setembro deste ano.

Confira, com a sinopse oficial e o trailer:

Protagonizado por Austin Abrams (“A Hora do Mal”, “The Walking Dead” e “Euphoria”), o filme tem uma história inédita e acompanha Bryan, um entregador médico que, de forma inesperada, precisa lutar pela sobrevivência em uma noite cada vez mais sombria, horripilante e caótica. O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Kesha lança videoclipe oficial do single “ORIGAMI!”; Assista!

A popstar indicada ao Grammy Kesha lançou hoje (21) o videoclipe oficial de seu mais recente single, “ORIGAMI!”.

A faixa, que chegou às plataformas de streaming no começo do mês, funciona como música solta e foi produzida de maneira independente pela artista e por Kyle Buckley.

Ouça:

Lembrando que o último compilado de originais de Kesha foi o elogiado ‘.’, que conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns Animal (2010) e Rainbow (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto Warrior (2012) e High Road (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por RainbowMelhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

Anne Hathaway é uma SUPERESTRELA da música no novo clipe do suspense ‘Mother Mary’

Foi divulgado um clipe inédito de ‘Mother Mary‘, thriller estrelado pela Anne Hathaway (‘O Diabo Veste Prada’) e Michaela Coel (‘I May Destroy You’).

O filme, que conquistou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Confira, junto ao trailer final, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs.

Feridas há muito enterradas vêm à tona quando a icônica estrela pop Mother Mary se reúne com sua melhor amiga distante e ex-figurinista, Sam Anselm, na véspera de sua apresentação de retorno.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) é responsável pela direção e roteiro.

A trilha sonora fica por conta de Charli XCX e Jack Antonoff.

‘The White Lotus’: HBO escala DOIS novos membros ao elenco da 4ª temporada!

De acordo com o DeadlineCharlie DavisKamilla Karthigesu, ex-participantes do popular reality show ‘Survivor’, foram escalados para o elenco da 4ª temporada da aclamada antologia The White Lotus.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O elenco grandioso ainda contará com Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Laura Dern (‘Jurassic Park’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’), Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), Heather Graham (‘Eles Vão Te Matar’), Rosie Perez (‘The Flight Attendant’), Ben Schnetzer (‘Madison’), Tobias Santelmann (‘Os Casos de Harry Hole’), Pekka Strang (‘Memórias de um Verão’), Frida Gustavsson (‘Vikings: Valhalla’), Laura Smet (‘The Bridesmaid’), Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) e Max Minghella (‘O Conto da Aia’) f

Vale lembrar que a Helena Bonham Carter (‘The Crown’) deixou o elenco da produção, e foi substituída por Dern.

“Durante as gravações da quarta temporada deThe White Lotus, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

White retorna como produtor e showrunner.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

‘The Westies’: Estrelada por J.K. Simmons, série CRIMINAL do criador de ‘Narcos’ ganha trailer oficial; Confira!

MGM+ revelou o trailer oficial de The Westies, drama criminal de época criado por Chris Brancato (‘Narcos’).

A série será lançada na plataforma de streaming no dia 12 de julho.

Confira:

Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.

Confira a sinopse:

Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.

Brancato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.

Stanley Morgan (‘Argylle’), Sarah Bolger (‘Once Upon a Time’), J.K. Simmons (‘Whiplash’), Tom Brittney (‘Greyhound’), Titus Welliver (‘Bosch’), Jessica Frances Dukes (‘A Idade Dourada’), Aidan Wojtak-Hissong (‘Are You There God? It’s Me Margaret’), Jeremy Walmsley (‘Agente Cross’) e Dylan Taylor (‘Covert Affairs’) estrelam.

The Westies é a 3ª série desenvolvida por Brancato para a MGM+. Ele é o mesmo responsável por ‘Godfather of Harlem‘ e ‘Hotel Cocaine‘.

Entrevista | “A arte não precisa resolver problemas”: Sebastian Stan e Mungiu debatem polarização política em ‘Fjord’ (Cannes 2026)

Three formally dressed individuals pose behind a white table at a press event, with photographers in the background.

Na última terça-feira (19 de maio), a equipe de Fjord transformou a coletiva de imprensa em um dos debates mais políticos e filosóficos desta edição do Festival de Cannes. O diretor Cristian Mungiu e o elenco, liderado por Sebastian Stan e Renate Reinsve, discutiram temas como intolerância, imigração, religião e os limites entre liberdade individual e intervenção do Estado. 

Inspirado em casos reais envolvendo famílias estrangeiras na Noruega, Fjord acompanha o choque entre valores tradicionais e políticas sociais progressistas. Na narrativa, autoridades passam a interferir na dinâmica familiar e na criação de crianças, abrindo espaço para um debate sobre até que ponto o Estado pode agir em nome da proteção social. 

Filme construído a partir de pesquisa extensa

Mungiu explicou que levou quase uma década pesquisando histórias semelhantes antes de transformar o tema em ficção: “Eu nunca reenceno fatos reais”, afirmou o diretor. “Gosto de partir de acontecimentos verdadeiros para falar sobre algo que considero importante na sociedade contemporânea.”

Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de 'Fjord' em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de ‘Fjord’ em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

A pesquisa incluiu entrevistas com parlamentares, policiais, juízes, ONGs, jornalistas e famílias envolvidas em disputas judiciais. O cineasta também acompanhou audiências na Noruega para compreender os mecanismos institucionais por trás desses conflitos.

Ambiguidade e polarização como eixo central

Durante a coletiva, Mungiu defendeu que Fjord não deve ser interpretado como uma crítica simplista à Noruega, mas como uma reflexão sobre sociedades contemporâneas cada vez mais polarizadas.

Para ele, o filme trata do embate entre valores tradicionais e progressistas em um mundo globalizado que, paradoxalmente, estaria cada vez mais dividido. “O primeiro passo para entender o outro é escutar”, afirmou. “Talvez também duvidar de que você esteja completamente certo.”

O diretor também destacou a importância da ambiguidade no cinema. “A vida é ambígua. Se você faz cinema inspirado na realidade, o filme também deve ter essa ambiguidade.”

Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de 'Fjord' em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de ‘Fjord’ em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

Em outro momento, criticou a tendência de dividir grupos sociais entre aqueles considerados legítimos e aqueles vistos como ameaça. Para Mungiu, essa lógica pode levar a formas de autoritarismo simbólico. “Ou existem minorias e você defende seus direitos, ou não”, apoia o cineasta. “Não acredito que alguém tenha autoridade para decidir quais minorias merecem ser defendidas.”

Ele ainda relacionou o avanço de discursos de extrema direita em diferentes países ao aumento da polarização política global, incluindo reações a posições progressistas: “O que acontece hoje com a extrema direita é também uma reação ao que acontecia antes. Quando qualquer lado tenta impor seus valores, acaba provocando o efeito contrário.”

Sebastian Stan: “A arte deve incorporar, não resolver”

Um dos momentos mais comentados da coletiva veio com Sebastian Stan, ao refletir sobre o papel da arte em um contexto de radicalização política. Questionado sobre experiências pessoais com discriminação e olhares paternalistas dirigidos a estrangeiros, o ator afirmou que o cinema deve abrir espaço para conversas difíceis, mesmo sem oferecer respostas definitivas.

“Não estamos em um bom momento”, disse. “Tudo o que posso fazer é participar de filmes que tragam diferentes pontos de vista.” Stan citou o escritor George Saunders ao retomar uma ideia associada a Anton Tchekhov: “A arte não precisa resolver um problema. Ela apenas precisa incorporá-lo corretamente.”

O ator também comentou a repercussão política de O Aprendiz (2024), no qual interpretou Donald Trump, afirmando que o ambiente nos Estados Unidos se tornou “muito perigoso”, com relatos de ameaças, censura e pressão sobre artistas e veículos de imprensa.

 

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Renate Reinsve e o desafio de interpretar o “outro”

Renate Reinsve destacou que aceitou o projeto por confiança na visão de Mungiu e pelo desafio de interpretar uma personagem distante de sua própria realidade: uma mãe cristã conservadora de cinco filhos. “Eu adoro mergulhar em novos universos através do olhar do diretor”, afirmou. “Era uma personagem completamente distante de mim”, compartilhou. 

Segundo a atriz, o método de Mungiu busca eliminar julgamentos morais e construir as cenas de forma mais objetiva, o que exige dos atores um trabalho baseado em observação e empatia. “Uma das coisas mais difíceis foi tentar compreender alguém cuja vida é completamente diferente da minha sem necessariamente julgá-la”, disse.

Elenco de 'Fjord' na coletiva de imprensa em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Elenco de ‘Fjord’ na coletiva de imprensa em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

Stan também destacou o processo rigoroso de preparação do elenco. Parte dos ensaios aconteceu na Romênia, incluindo visitas a igrejas pentecostais e encontros com famílias religiosas para aproximar os atores do universo retratado no filme.

Com discussões sobre religião, imigração, identidade cultural, direitos das famílias e polarização política, Fjord acabou se transformando em um dos títulos mais debatidos de Cannes até agora. A recepção na coletiva reforçou o caráter do projeto como uma obra que evita respostas fáceis e tensiona leituras ideológicas de diferentes espectros políticos tanto da direita quanto da esquerda.

Crítica | ‘Fjord’ transforma choque ideológico em forte candidato à Palma de Ouro (Cannes 2026)

A seven-member family posing together by a small harbor in a Norwegian village, with colorful red and white houses and snow-covered mountains in the background.

Das montanhas brancas cobertas de neve dessa pequena cidade da Noruega, não se espera ouvir o som brutal do martelo do julgamento. Mas é exatamente isso que Fjord faz: transforma o silêncio gélido da paisagem em uma avalanche moral, social e política, onde cada acusação derruba certezas e arrasta consigo tudo aquilo que os personagens acreditavam ser seguro. O que começa como um cotidiano austero e isolado vai lentamente desmoronando diante de um um sistema incapaz de compreender o que lhe escapa à norma. 

Na mostra competitiva do Festival de Cannes, o novo filme de Cristian Mungiu surge como um dos mais fortes candidatos à Palma de Ouro. O cineasta romeno, que venceu Cannes em 2007 com 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, retorna mais uma vez ao território que domina com precisão: o das ambiguidades morais que nos obrigam a confrontar nossos próprios limites éticos.

Ambientado nessa Noruega fria, lírica e visualmente hipnotizante, Fjord acompanha uma família pentecostal vivida por Sebastian Stan e Renate Reinsve. Os dois atores, que já haviam trabalhado juntos em Um Homem Diferente (2024), constroem aqui uma relação profundamente crível. Eles vivem um casal religioso, conservador, que educa os filhos segundo os princípios bíblicos: sem celulares, sem músicas mundanas, sem muitos dos hábitos considerados normais pela sociedade contemporânea.

Mas o filme vai além da simples discussão sobre educação rígida. Um dos elementos mais delicados da narrativa está justamente na maneira como determinadas opiniões religiosas passam a ser tratadas socialmente não apenas como divergências morais, mas como sinais de perigo. Em determinado momento, a crença da família de que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria pecado — uma visão fundamentada na leitura religiosa deles — passa a ser interpretada como possível sinal de intolerância, em um contexto em que discursos e práticas são avaliados sob crescente vigilância social.

Mungiu não parece interessado em validar discursos conservadores nem em atacar pautas progressistas. O que ele faz é questionar o momento em que uma sociedade deixa de se concentrar exclusivamente em atos de violência e passa a tensionar também pensamentos, crenças e opiniões que não correspondem ao consenso dominante. . O desconforto do longa nasce exatamente dessa zona cinzenta: até que ponto discordar moralmente de algo constitui uma ameaça real? E quando a proteção legítima das minorias se transforma numa lógica de exclusão de qualquer indivíduo que pense diferente?

Essa tensão cresce após um suposto caso de maus-tratos envolvendo a filha mais velha da família. Marcas em seu corpo despertam suspeitas e rapidamente o aparato estatal entra em ação. O que inicialmente parece uma investigação preventiva vai escalando até um desfecho mais grave: a possibilidade concreta de os pais perderem a guarda dos filhos.

Com brilhantismo, Cristian Mungiu jamais oferece respostas prontas. Não há vilões absolutos nem inocentes perfeitos. Há apenas pessoas presas dentro de sistemas ideológicos, culturais e legais que colidem o tempo inteiro.

Inspirado em casos reais ocorridos na Noruega envolvendo famílias estrangeiras acusadas de maus-tratos por diferenças culturais na criação dos filhos, Fjord expõe um debate profundamente contemporâneo: como sociedades modernas lidam com valores que consideram ultrapassados, mas que ainda fazem parte da identidade de milhões de pessoas?

Renate Reinsve entrega uma atuação extraordinária, sustentada por silêncios, olhares e uma dor crescente que nunca explode de maneira óbvia. Já Sebastian Stan abandona completamente qualquer vaidade para interpretar esse patriarca rígido, contido e constantemente acuado pelo olhar social ao redor.

O filme também provoca ao insinuar que estruturas estatais extremamente burocratizadas acabam transformando proteção infantil em mecanismos quase automáticos de intervenção, sem espaço suficiente para compreender nuances culturais ou religiosas. E isso torna tudo ainda mais desconfortável.

Ao final, Fjord não absolve nem condena ninguém. O julgamento permanece suspenso, como blocos de neve prestes a despencar de uma montanha. A imagem mais poderosa do filme talvez seja essa: quando todos já estão soterrados pela avalanche do julgamento — pais, filhos, comunidade e até o espectador —, a única saída possível parece ser partir. Não como fuga da culpa, mas como tentativa desesperada de encontrar um lugar onde ainda seja possível coexistir antes que toda diferença precise ser destruída.