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Warner ainda pode lançar ‘Coyote vs. Acme’

Coyote vs. Acme‘ ainda pode ser lançado nos cinemas.

Segundo o New York Times, a notícia de que a Warner Bros. vai destruir o filme em troca de uma redução de impostos de US$ 40 milhões é “imprecisa”. O estúdio ainda está cogitando lançar a produção, depois de tentar vendê-la para outros estúdios e não conseguir.

O método de cancelamento de filmes tornou-se uma norma preocupante para os cineastas, com os estúdios optando por cancelar filmes para receber benefícios fiscais em vez do dinheiro que o filme poderia render nas bilheterias.

“Até onde eu sei, está em andamento. Acho que estamos todos com o coração partido. Esperamos que de alguma forma ele encontre seu lar e não acabe preso em um cofre pelo resto do tempo. Essa seria uma ótima resolução, “, disse o roteirista Samy Burch no ano passado. “Eu sei que eles têm exibido lugares e acho que ainda estão. Espero poder dizer isso. Estou sendo completamente desonesto aqui. É simplesmente o melhor grupo de pessoas. Dave Green, que o dirigiu, Eu adoro muito. Will Forte está incrível no filme. Vi a versão final do filme completo e estou muito orgulhoso dele. 

No ano passado, a indústria cinematográfica foi pega de surpresa com o cancelamento da adaptação live-action estrelada por John Cena (‘Velozes e Furiosos 9’).

A decisão foi recebida com muitas críticas, tanto por parte da indústria quanto por fãs que simplesmente queriam ver o filme.

Ao contrário de ‘Batgirl’, que enfrentou o mesmo destino, ‘Coyote vs. Acme’ estava originalmente programado para ser lançado no HBO Max. No entanto, ao contrário do filme da heroína, a produção tinha um grande apelo popular, recebendo críticas positivas de todos que tiveram a oportunidade de assisti-lo.

Relembre o comunicado de Green sobre o cancelamento:

Por três anos, tive a sorte de fazer um filme sobre Wile E. Coyote, o personagem mais persistente, apaixonado e resiliente de todos os tempos“, escreveu Green. “Estava cercado por uma equipe brilhante, que dedicou suas almas a este projeto por anos. Todos estávamos determinados a honrar os legados desses personagens históricos e realmente fazê-los certos. Ao longo da jornada, fomos acolhidos por audiências de teste que nos recompensaram com pontuações fantásticas. Estou além de orgulhoso do produto final e além de devastado pela decisão da WB. Mas, no espírito de Wile E. Coyote, resiliência e persistência ganham o dia.

O compositor Steven Price também se manifestou, compartilhando um vídeo no Twitter que apresentava uma performance coral temática do Papa-Léguas:

Me diverti muito criando a trilha sonora para Coyote Vs Acme. Como ninguém mais poderá ouvi-la agora, devido a estranhas e inexplicáveis manobras financeiras anti-arte de estúdio que eu nunca entenderei, aqui está um pouco dos bastidores de nossa ‘Meep Meep’ Roadrunner choir, com desculpas a Tchaikovsky…” desabafou Steven Price.

Coyote vs. Acme’ foi dirigido por Green a partir de um roteiro escrito por Samy Burch e uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.

O filme centrava-se no personagem Looney Tunes, Wile E. Coyote, que finalmente decide processar a Acme Corporation após anos lidando com produtos defeituosos que o feriam constantemente e o impediam de capturar o Papa-Léguas. O elenco incluía John Cena como o chefe da Acme, Will Forte como o advogado de Wile E. Coyote, e Lana Condor em um papel não revelado.

Jumanji: Mundo Real

(Jumanji: Open World)

 

Elenco:

Dwayne Johnson
Kevin Hart
Jack Black
Karen Gillan

 

Direção: Jake Kasdan

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Janeiro de 2027

 

Sinopse: 

Jumanji: Mundo Real‘ começa com um conserto que dá terrivelmente errado depois que o técnico troca alguns fios e causa um curto-circuito no console de videogame, trazendo o jogo para o mundo real. Nosso grupo de jovens heróis é chamado por Danny DeVito depois que este os vê em uma lanchonete local. Infelizmente, cada um dos quatro personagens está preso no modo jogo, o que os torna completamente inúteis para a missão. Eventualmente, eles se adaptam e partem para uma grande aventura pelo destino do planeta.

Curiosidades: 

» ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias globais, e sua sequência, ‘Próxima Fase‘, cerca de US$ 800 milhões. Combinados, os filmes arrecadaram US$ 1.7 bilhão ao redor do mundo;

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

AGORA É OFICIAL! ‘A Múmia 4’ ganha data de estreia para 2028

Os vencedores do Oscar Brendan Fraser e Rachel Weisz estão oficialmente de volta para o quarto filme da franquia de sucesso ‘A Múmia‘.

A Universal Pictures agendou o lançamento do filme nos cinemas para 19 de maio de 2028.

Fraser e Weisz, cuja participação foi noticiada pela primeira vez no outono passado , fecharam acordos para reprisar seus papéis como o aventureiro Rick O’Connell e a egiptóloga Evelyn O’Connell no filme, cujos detalhes da trama estão sendo mantidos — não sem ironia — em segredo.

Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett vão comandar.

Eles manifestaram-se recentemente sobre o aguardadoA Múmia 4’, sequência da épica franquia originalmente estrelada por Brendan Fraser e Rachel Weisz.

Em entrevista à Empire, a dupla compartilhou expectativas altas para o novo capítulo da saga. Após o sucesso revitalizando a franquia ‘Pânico’, os cineastas explicaram que são criteriosos ao aceitar projetos de grandes estúdios:

“Nosso critério para entrar em outra franquia é que ela precisa parecer especial. E o roteiro de David Coggeshall realmente faz isso. É muito bonito, grandioso, assustador e divertido”, afirmaram os diretores.

Além do envolvimento com o universo das múmias, a dupla comentou sobre suas criações originais. Eles sugeriram que a franquia ‘Casamento Sangrento’ pode se expandir para além da sequência já confirmada, ‘Casamento Sangrento – A Viúva’.

Bettinelli-Olpin provocou os fãs ao dizer que o universo do filme é rico em possibilidades: “Parece que há vários cantinhos onde outras histórias poderiam existir. Não temos um plano específico para explorar nada agora, mas definitivamente há espaço para contar outra história nesse universo”.

‘A Múmia 4’: O que já sabemos da sequência com Brendan Fraser e Rachel Weisz?

Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William SherakJames Vanderbilt e Paul Neinstein.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lançado em 1999, A Múmia nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.

Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommers transformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel WeiszArnold VoslooJohn HannahOded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.

O filme está disponível no Prime Video.

NETFLIX | 5 Ótimos Filmes Pouco Badalados para Assistir na Plataforma

Grande líder do mercado dos streamings aqui no Brasil, a Netflix conta com um catálogo poderoso que envolve o universo de filmes e séries de todo o planeta. Para ajudar você leitor ou leitora que procura bons filmes nesse catálogo, seguem abaixo 5 ótimos filmes mas nada badalados do catálogo da Netflix:

 

Abaixo de Zero

As inconsequências da vingança. Em seu segundo longa-metragem como diretor, o cineasta espanhol Lluís Quílez consegue criar um eletrizante clima de tensão em um suspense impactante. Bastante interpretativo, o projeto apresenta uma noite fria, criminosos, policiais e um misterioso homem buscando vingança. Com cenas de tirar o fôlego, não deixando nossos olhos desgrudar da tela (principalmente no terço final), vamos acompanhando reflexivos contrapontos entre os abstratos sentidos da lei.

Há um grande valor para as ótimas subtramas. Deixando em segredo o passado dos ótimos personagens, vamos caminhando pela ótica do protagonista e de um dos líderes dos prisioneiros Ramis (o ótimo Luis Callejo). Os paradoxos da lei, os impulsos obsessivos em busca de justiça, a racionalidade vs a força das emoções, conseguimos enxergar reflexões nesses sentidos quando paramos para observar a maioria dos personagens, que mesmo sendo decifrado aos poucos de maneira superficial encontram-se com uma profundidade nada abstrata e bem próximo de carmas pessoais.

 

Loucura de Amor

A difícil ponte entre os clichês e as inúmeras formas de emocionar o espectador. Simples, objetivo, dinâmico, aventureiro, curioso, amoroso, emocionante. Uma série de adjetivos saltam em nossas mentes logo na abre alas eletrizante, antes mesmo dos créditos, dessa pequena joia divertida espanhola, disponível no catálogo da maior dos streamings, Loucura de Amor. Contando a saga de um homem em busca das descobertas, às vezes hipócritas e desencontradas, para definir o amor acaba se vendo em uma jornada rumo às profundidades desse sentimento, aliado a isso noções quase que educativas sobre a arte de nunca pré julgar a ‘loucura’ alheia. Dirigido por Dani de la Orden com roteiro assinado por Natalia Durán e Eric Navarro.

No fundo dos meus olhos, pra dentro da memória te levei. O amor é um dos pilares desse despretensioso filme, lançado sem alarde. Pisando sem medo em diversos clichês, o longa-metragem consegue se enrolar (no bom sentido) em uma fórmula carismática de nos convencer no seu arco principal e nos encher com quebras de paradigmas sociais (dentro de discursos super simples), principalmente a questão sobre a ‘loucura’. Há tempo também para lindos arcos sobre amizade e carinho ao próximo. As emoções e sentimentos são tratados de forma leve e que nos da muita vontade de assistir cada vez mais o desenrolar dessa fábula sobre os incompreensíveis caminho para se chegar ao tão sonhado estado de amor.

 

Quando a Vida Acontece

As razões profundas de um bem-estar existencial em contraponto aos obstáculos que a vida nos traz. Indagando questões dentro de um relacionamento repleto de sentimentos perdidos e mal analisados após situações de decepções no passado, Quando a Vida Acontece, disponível no catálogo da Netflix, e indicado da Áustria ao Oscar 2021, é um drama interpretativo onde o espectador é testemunha ocular de tentativas de resoluções de problemas de um casal. O filme é dirigido pela cineasta austríaca Ulrike Kofler (em seu primeiro longa-metragem) e com roteiro baseado em um texto do escritor suíço Peter Stamm.

Na trama, conhecemos o casal Alice (Lavinia Wilson) e Niklas (Elyas M’Barek), que estão passando por uma fase muito complicada em seu relacionamento, com inúmeras tentativas fracassadas de ter um filho. As opções que existem, como adoção geram conflito por linhas de pensar diferentes. Perto dos 40 e poucos anos, e sem muitos respiros nas tentativas de renovar de alguma forma o casamento, resolvem sair de férias para um lugar quase isolado, uma espécie de clube com casas pequenas e confortáveis. Só não esperavam serem atingidos pela rotina do casal que aluga a casa vizinha a deles.

 

Diga-me Quando

Quando a ingenuidade encontra as indomáveis lições do amar. Filme de estreia na direção e roteiro do cineasta mexicano Gerardo Gatica, Diga-me Quando apresenta pequenos exageros costurados com clichês mas nada que gere bocejos ou desinteresse, pelo contrário, o projeto se apresenta muito mais profundo do que aparenta, uma belíssima construção com diálogos criativos, emoções variadas, se tornando uma crônica latina sobre as descobertas do amar. Sem pretensão de ser perfeito, se arrisca com sucesso nas linhas tumultuadas da melancolia. Grata surpresa. Disponível na Netflix.

Você precisa aprender a ser, não só a ter. O longa-metragem bate bastante na tecla do importante que é ter experiências que nos moldem como seres humanos e como é a melhor forma de aprendermos a perder e ganhar. O protagonista, antes um desajustado no convívio social, se descontrói e renasce através do mesmo universo que vive mas com uma ótica diferente, vira um constante observador de um novo mundo que já existia mas ele não conseguia enxergar.

 

Quase uma Rockstar

As desilusões fria e crua da realidade dentro da esfera feliz de uma pessoa de bem, cheia de energia. Dirigido por Brett Haley (Por Lugares Incríveis, O Herói, Coração Batendo Alto) e com roteiro por Haley, Marc Basch, baseado na obra Sorta Like a Rock Star do escritor Matthew Quick (O Lado bom Da Vida) que também contribui no roteiro do filme, Quase uma Rockstar é um dos melhores filmes do catálogo da Netflix que absurdamente foi mega mal divulgado. Espero que num futuro bem próximo todos possam assistir a esse belíssimo e emocionante trabalho que fala sobre sonhos, realidade dura e navega entre construções e desconstruções emocionais dolorosas de uma forte protagonista interpretada brilhantemente pela atriz havaiana Auli’i Cravalho.

As lições que Quase uma Rockstar nos apresenta são inúmeras. Nossa sociedade precisa assistir a filmes assim, que mostram duras realidades mas que enxergam, dependendo da porta que você abrir, saídas inimagináveis que dão novamente um novo sentido a tudo, da emoção à razão. Lindo filme.

Crítica | ‘Love me, Love Me’ – Melodrama com notas picantes no octógono do amor piegas

Lançado anos atrás na plataforma Wattpad e logo alcançando milhões de visualizações, a obra da romancista Stefania S. , Love me, Love Me, enfim ganhou sua adaptação para o cinema. Rodado todo na Itália, essa nova aposta do Prime Video para alcançar o público jovem opta pelo romance de manual, convencional do primeiro ao último minuto. O projeto investe forte no melodramático, na linha do piegas e construindo momentos previsíveis através de personagens desinteressantes, com clichês para tudo que é lado.

June (Mia Jenkins), uma jovem estudante britânica, chega em Milão com a mãe após um trauma na família. Ela é matriculada na Escola Internacional Saint Mary’s e, nesse novo lugar, conhece uma série de novas pessoas que vão preencher lacunas em seu presente. Entre elas estão Will (Luca Melucci) e James (Pepe Barroso), com que viverá um triângulo amoroso com algumas consequências.

Cena de Love me, Love Me
Cena de Love me, Love Me

Primeiro de uma série de obras que devem ganhar novas adaptações em breve – ainda mais após o filme ter alcançado o Top1 da plataforma já mencionada, mesmo sem grande divulgação – Love me, Love Me é aquele projeto igual a tantos outros que chega a ser redundante mencionar alguns pontos. Com uma narrativa simples, alcançando logo seu conflito central, a trama não se desprende de soluções convenientes, coadjuvantes estereotipados e ainda apresenta um dos personagens mais chatos dos últimos anos: Will.

O projeto parece querer – sem um pingo de profundidade –  trazer à mesa reflexões complexas sobre uma juventude mimada e a imaturidade. Repetindo padrões em meio a fofocas, inveja, conflitos amorosos e ciúmes, a narrativa não chega em camadas para personagens estacionados na caricatura inicial – o bad boy perturbado envolvido em lutas clandestinas, o jovem que aparenta ser perfeito, a amiga venonosa, entre outros. Ainda por cima, adiciona suas notas picantes envolvidas em um suposição de um amor piegas. Haja paciência!

Nesse octógono do amor, repleto de situações exageradas, esse filme dirigido pelo nova-iorquino Roger Kumble é um balde de água fria em quem deseja investir seu tempo em reflexões contundentes sobre dramas da juventude.

Dossiê 007 | Operação Skyfall (2012) – Daniel Craig bate o recorde no 23º Filme, o mais rentável da franquia

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, já está em exibição exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

Muitas vezes no cinema, quando se apressa a sequência de um filme ou uma franquia, o resultado pode deixar a desejar. Foi o caso com Quantum of Solace, continuação direta do excelente Cassino Royale, surgido somente dois anos depois. O problema principal, no entanto, nem foi a produção apressada e sim uma produção azarada – já que na época acontecia a greve do sindicato dos roteiristas em Hollywood. Para o terceiro filme de Daniel Craig como James Bond, a EON desejava calma e uma produção muito bem pensada. Assim, quatro anos de hiato surgiam até Operação Skyfall, que vingaria para ser o longa mais bem sucedido da franquia até hoje. Confira abaixo detalhes de bastidores do vigésimo terceiro longa de 007.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Assim como Quantum of Solace, a produção do terceiro filme de Daniel Craig como James Bond buscava o comando de um diretor renomado. Para a tarefa, a EON conseguiu contratar o que talvez seja o realizador mais prestigiado a ter comandado um filme da franquia até agora: Sam Mendes. Isso porque Mendes é um vencedor do Oscar e estreou como cineasta em Beleza Americana, uma das obras mais celebradas do fim dos anos 90 e início de 2000. Mendes seguiria para produções badaladas e até algumas produções grandes, mas nada em sua filmografia apontava que o diretor pudesse resultar num bom comandante de ação – como a série exigia.

Essas escolhas demonstravam que a EON estava disposta a arriscar com cineastas mais autorais e que não necessariamente seriam diretores de ação; mas que pudessem dar sua própria visão do que seria um filme da franquia. Além da direção de Mendes, muitos dos elogios de Operação Skyfall vieram de sua fotografia de tirar o fôlego, considerada um dos visuais mais chamativos e belos de toda a franquia. E isso graças ao trabalho de Roger Deakins, considerado por muitos o melhor “cinematógrafo” em atividade hoje, tendo trabalhos como Sicário e Blade Runner 2049 em seu currículo.

James Bond

Após uma estreia de virar cabeças, mostrando que todos os detratores estavam errados ao reclamarem de sua escolha sem de fato terem conferido sua atuação, Daniel Craig chegava ao seu terceiro filme como 007. De fato, muitos fãs e críticos na época da estreia de Cassino Royale faziam campanha para Craig ser indicado ao Oscar por seu desempenho no papel, lembra disso? Exagero ou não, o fato é que o debute do ator no personagem foi um chute na porta com os dois pés, como se realmente tivesse sangue nos olhos para demonstrar que era bom e que todos estavam errados.

O bom trabalho seguiu por Quantum of Solace, embora o filme não tenha ajudado muito – unicamente por ser um filme que não chega ao nível esperado do anterior, mas que nem de perto é um desastre completo (como abordamos no Dossiê passado). Essa perda de gás e o intervalo longo que seguiu até que tudo estivesse no lugar, fizeram o protagonista Daniel Craig começar a considerar uma aposentadoria precoce. Estaria o ator destinado a ser o novo Timothy Dalton, somente com dois filmes no currículo? A verdade é que a cada novo filme, ainda mais quando ocorre um hiato muito grande, como foi o caso aqui, Craig anuncia sua aposentadoria – seja para fazer “charme” e exigir um salário maior, ou alguma estratégia de marketing encomendada pelo próprio estúdio. O fato é: Craig estava de volta e dando tudo de si, assim como em sua estreia, porém, agora mais experiente.

Missão Secreta

A trama como de costume começa com uma grande cena de ação. Desta vez Bond está na trilha de um criminoso quando a lealdade de seus superiores para com ele é testada. O grande mote de Operação Skyfall é: o quão descartáveis para o governo e a agência são seus “peões”, os espiões que para eles trabalham. Nesta cena de abertura, a chefe M exige que uma agente de campo inexperiente dê o tiro tentando acertar um inimigo valioso que precisava ser eliminado. O problema é que a tal agente repete trêmula que pode acertar Bond. Demonstrando que efeitos colaterais, mesmo de seus próprios agentes, são aceitáveis desde que para conter um mal maior, M não dá a mínima se Bond morrer no processo – e o pior realmente ocorre quando a agente azarada termina por alvejar Bond e não o vilão.

Decepcionado, Bond força uma aposentadoria precoce – que é tema de alguns livros de Ian Fleming e foi reproduzido em especial na era de Timothy Dalton. Vivendo uma vida mais calma, de muita bebida e mulheres na praia, Bond só sai das sombras quando a agência MI6 é explodida como alvo de ataques terroristas e a vida de M corre perigo. Como um filho pródigo leal, mesmo que a “mãe” seja da escola do “amor bruto”, Bond volta para proteger sua superior. Quem está no encalço é justamente um “espelho” de Bond: Raoul Silva – um ex-espião da agência igualmente abandonado à própria sorte por M, que foi torturado e ficou desfigurado. O sujeito volta da morte para se vingar daqueles que não fizeram nada por ele.

Bondgirls e Aliados

Uma das melhores definições sobre as Bondgirls neste episódio, e a mais curiosa sem dúvida, é a de que a principal Bondgirl deste filme é a própria M. De fato, na criação do filme de Sam Mendes, o foco termina sendo, como nunca anteriormente, na chefe M e nos “homens de sua vida”. Novamente interpretada por Judi Dench, a britânica veterana tem o maior desempenho no papel desta vez, das sete vezes que viveu a personagem. M não está apenas inserida na trama, ela é a trama e o que faz a história de Operação Skyfall se mover.

No Dossiê passado, de Quantum of Solace, foi dito que a Bondgirl principal não era de fato uma Bondgirl, por não se envolver romanticamente com o protagonista, se posicionando mais como uma sidekick – uma parceira de aventuras. Bem, Operação Skyfall é provavelmente o filme da franquia que mais se encaixa no quesito de não possuir uma Bondgirl propriamente dita. Bem, temos M, mas é claro que nenhum romance nasce entre ela e Bond. Temos também a agente Eve, interpretada pela indicada ao Oscar Naomie Harris, a tal agente que erra o tiro e acerta Bond. Depois disso, caída em desgraça, ela sai do campo e aceita um trabalho burocrático na agência, para finalmente se tornar a assistente de M e ser revelada como a Eve Moneypenny da geração Craig – uma mais durona e de passado armado.

Temos ainda uma segunda Bondgirl e com essa Bond se envolve, com direito inclusive a uma tórrida cena de amor no chuveiro esfumaçado. A beldade francesa Bérénice Marlohe vive Severine, a assistente do vilão Silva. Ela é uma Femme fatale com quem Bond tem o prazer de se relacionar e elevar sua famosa arte da conquista. Afinal, invadir o território inimigo e dominar a aliada do vilão no charme é um baita feito. Porém, a brincadeira não termina tão bem para Severine, que é assassinada pelo psicopata, permanecendo pouco tempo em cena.

Desta vez temos também finalmente introduzido além de Moneypenny, o armeiro inventor Q – ambos haviam ficado de fora até aqui na era de Craig. Um gênio da informática, o novo Q é vivido Ben Whishaw como a cara dos novos tempos – afinal hoje faz mais sentido um jovem entender de tecnologia do que um velho, certo? Também ganhamos o substituto de M, nas formas de Ralph Fiennes, que cria uma dinâmica com Craig que parece saída dos filmes originais lá da década de 1960, principalmente quando Bond entra na nova sala de seu superior.

Ah sim, e não podemos deixar de falar de Kincade, o veterano guardião da fazenda Skyfall, propriedade da família de James Bond. Espécie de caseiro / zelador, o velho escocês é quase um tutor de Bond e não podemos parar de pensar que este personagem tenha sido escrito para Sean Connery. Infelizmente o astro, então aposentado, não aceitava voltar às telas por nada. Nem mesmo o quarto Indiana Jones fez a cabeça de Connery em 2008 – embora este aqui teria sido uma escolha melhor para ser sua despedida nas telonas. Ao invés de convidar qualquer outro ator que tenha vivido Bond nas telas, a produção decidiu optar pelo veterano Albert Finney, que igualmente se despediu do cinema neste filme, tendo falecido aos 82 anos em 2019.

Vilões

O ator espanhol Javier Bardem já havia sido oferecido um vilão na franquia 007 no passado. Porém, tudo o que bastou para dizer sim a uma nova oferta foi o projeto certo, com o diretor certo. Operação Skyfall comemoraria os 50 anos de James Bond nas telonas. E com direção de Sam Mendes, esta festa seria em grande estilo. Tudo isso convenceu Bardem, que havia ganhado um Oscar em 2008 por Onde os Fracos Não Tem Vez, justamente vivendo um dos antagonistas mais ameaçadores do cinema. Assim, coube ao ator multifacetado criar um novo vilão digno de seu talento. De visual chamativo, cabelo loiro platinado e um rosto deformado ao retirar sua prótese dental, o anárquico Raoul Silva foi muito comparado ao desempenho do saudoso Heath Ledger ao interpretar o sádico Coringa em O Cavaleiro das Trevas, quatro anos antes. E Silva, que tem uma cena homoerótica com Bond (a primeira da franquia), se mostra uma ameaça à altura, conseguindo inclusive atingir seu objetivo de matar a figura materna da agência, M.

Relatório

Com todos esses atrativos, Operação Skyfall se mostrou a sequência de Cassino Royale que Quantum of Solace deveria ter sido. De fato, muitos creditam o vigésimo terceiro filme da franquia como o melhor da era Craig, e um dos melhores da série – embora particularmente eu ainda prefira Cassino Royale, mas por pouco. O filme foi um sucesso estrondoso e em termos de bilheteria e público, foi o capítulo mais rentável da franquia, mesmo reajustando os valores para os tempos atuais – desbancando o então campeão imbatível A Chantagem Atômica. Recorde esse que mantém até hoje. Foram mais de US$300 milhões só nos EUA, e mundialmente se tornava o primeiro episódio a ultrapassar a monumental barreira do US$1 bilhão.

Com os críticos, Operação Skyfall também atingia elogios como nunca anteriormente. Fora isso, foi indicado para cinco Oscar, incluindo a impressionante fotografia de Deakins, e levou os prêmios de edição de som e canção para a homônima Skyfall de Adele, um verdadeiro fenômeno por si só e que serviu igualmente para impulsionar o longa. Tamanho sucesso, é claro, deixou a EON em polvorosa e os produtores trataram de laçar Sam Mendes de volta para a cadeira de produção. Mas isso é assunto para o próximo e final Dossiê 007.

Documentário sobre os bastidores de ‘Jason Vai Para o Inferno’ ganha cartaz

Intitulado ‘The Dark Heart of Jason Voorhees: The Making of the Final Friday‘, o documentário que contará sobre os bastidores da produção do filme ‘Jason Vai Para o Inferno: A Última Sexta-Feira 13‘ ganhou o primeiro cartaz.

Confira:

Dirigido por Nick Hunt, o documentário irá se aprofundar nos bastidores de um dos filmes mais infames da franquia ‘Sexta-Feira 13‘.

Adam Marcus, o diretor de ‘Jason Vai Para o Inferno: A Última Sexta-Feira 13‘, produz.

 

‘Midnight, Texas’ é cancelada pela NBC

A NBC cancelou oficialmente ‘Midnight, Texas‘ depois de apenas duas temporadas.

Segundo o TVLine, os produtores tentarão encontrar um novo lar para a série.

A segunda temporada registrou uma média de 0.4 na demo, e um total de 2 milhões de espectadores – o que representa uma queda de quase 50% em relação ao ano anterior.

“Bem-vindo a um lugar onde ser normal é realmente muito estranho, em Midnight, uma cidade remota do Texas, seu vizinho pode ser um vampiro, uma bruxa, um lobisomem, um transmorfo, um vidente, um fantasma ou até mesmo um anjo. Com a chegada de um médium que busca um lugar calmo para viver, ele logo percebe um clima estranho e precisa lidar com várias criaturas. Cada morador esconde um segredo, quando um corpo aparece boiando no rio, a polícia começa a investigar o crime e todos são suspeitos, afinal, ninguém é o que parece ser.”

Baseada na trilogia de livros da escritora Charlaine Harris (‘True Blood‘), a série é estrelada por François Arnaud, Dylan Bruce e Arielle Kebbel.

‘A Bruxa de Blair’: Jogo baseado na franquia ganha novo trailer PERTURBADOR; Assista!

A Lionsgate divulgou um novo trailer sinistro do jogo baseado na popular franquia ‘A Bruxa de Blair‘.

Confira:

O jogo foi desenvolvido pela Bloober Team, que também é responsável por ‘Layers of Fear‘.

É 1996. Um jovem desaparece na floresta de Black Hills, perto de Burkittsville, Maryland. Assim como Ellis, um ex-policial com um passado complicado, você se junta à busca. O que começa como uma investigação comum, logo se transforma em um pesadelo sem fim enquanto você confronta seus medos e a Bruxa de Blair, uma misteriosa força da assombra a floresta.

Com previsão de lançamento para o dia 30 de agosto, o jogo será lançado para Xbox One e PC.

Raya e o Último Dragão

(Raya and the Last Dragon)

 

Elenco:

Awkwafina

Kelly Marie Tran

Gemma Chan

Daniel Dae Kim

Sandra Oh

Benedict Wong

 

Direção: Paul Briggs, Dean Wellins

Gênero: Animação

Duração: 99 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 4 de Março de 2021

Sinopse: 

A história se passa na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria, foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai em busca do último dragão, que pode salvar o mundo.

Crítica | Raya e o Último Dragão – Desenho da Disney é um nugget estufado com muita aventura e pouca história (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» É a primeira animação original da Walt Disney Animation Studios desde ‘Moana: Um Mar de Aventuras‘ (2016);

» Esse longa representa a 59ª animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático;

» Por R$ 69,90, e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas. Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa. Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Mena Suvari é atormentada no trailer do suspense ‘Paradise Cove’; Assista!

O suspense ‘Paradise Cove‘, estrelado pela Mena Suvari, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Martin Guigui.

Um empreiteiro e sua esposa viajam para Malibu para restaurar a casa de praia de sua falecida mãe e são aterrorizados pela mulher desabrigada que vive embaixo dela.

Todd Grinnell e Kristin Bauer van Straten também estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 12 de fevereiro.

‘Amigas para Sempre’: Ator de ‘Grey’s Anatomy’ entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Greg Germann (‘Grey’s Anatomy’) entrou para o elenco da 2ª temporada da série dramática ‘Amigas para Sempre‘ (Firefly Lane).

Em caráter recorrente, o ator interpretará Benedict Binswanger, o descendente de uma influente família madeireira que concorreu ao governo de Washington na década de 1980.

Além dele, Ignacio Serricchio (‘Good Girls’), India de Beaufort (‘One Day at a Time’) e Jolene Purdy (‘The White Lotus’) também foram adicionados ao elenco do novo ciclo.

Criada por Maggie Friedman (‘As Bruxas de East End’), a série é baseada no romance best-seller homônimo de Kristin Hannah.

Tully e Kate são duas melhores amigas inseparáveis por quase trinta anos, até uma tragédia inesperada separar a dupla.

Katherine Heigl (‘Grey’s Anatomy’) e Sarah Chalke (‘Scrubs’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Ben Lawson, Ali Skovbye, Roan Curtis, Yael Yurman e Jon-Michael Ecker.

Casa assombrada que inspirou ‘Invocação do Mal’ foi vendida por US$ 1.52 milhão; Veja fotos!

De acordo com o Deadline, a casa assombrada que inspirou o terror ‘Invocação do Mal‘ foi oficialmente vendida por US$ 1.52 milhão.

Apesar de não ter servido de locação para o filme, a propriedade ganhou notoriedade com o sucesso do terror de James Wan, sendo vendida por um valor 27% ACIMA do mercado.

Com histórico de assassinato, estupro e suicídio, o anúncio da venda afirmava que a casa era assombrada pelo espírito de Bathsheba Sherman, que viveu na residência durante o século 19.

Os antigos proprietários Jenn e Cory Heinzen, que trabalham como investigadores paranormais, tiveram um grande lucro com a venda. A dupla havia comprado a casa em 2019, por apenas US$ 439 mil.

A casa foi comprada por Jacqueline Nuñez, sob a condição de não viver nela. “Essa é uma compra muito pessoal para mim. Quando a casa foi colocada no mercado, eu pensei: ‘Essa é uma propriedade que permite as pessoas que conversarem com os mortos’. Não tenho medo da casa. Pergunte-me novamente daqui a um ano,” declarou.

Veja fotos:

Vale lembrar que ‘A Freira 2‘, novo filme do universo Invocação do Mal‘, já está em desenvolvimento.

Michael Chaves, do terror ‘A Maldição da Chorona‘, será responsável pela direção.

Confira a sinopse:

“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”

Vale lembrar que o primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original. Além disso, a Irmã Irene foi interpretada pela Taissa Farmiga no filme de 2018, o que indica o seu possível retorno na sequência (apesar de ainda não ter sido confirmado).

Bonnie Aarons vai reprisar seu papel como a criatura demoníaca.

A produção já teve início e o roteiro do novo filme será escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).

Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!

O primeiro filme foi dirigido por Corin Hardy.

Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha.

Taissa Farmiga, Bonnie Aarons, Charlotte Hope e Demián Bichir fizeram parte do elenco.

Broker – Uma Nova Chance

(Broker)

 

Elenco:

Song Kang-ho
Dong-won Gang
Bae Doona

 

Direção: Kore-eda Hirokazu

Gênero: Drama

Duração: 129 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 06 de Abril de 2023

Sinopse: 

Em Broker – Uma Nova Chance, um homem e seu amigo ocasionalmente roubam bebês da caixa de bebês da igreja e os vendem no mercado negro de adoção. No entanto, quando uma jovem mãe volta depois de ter abandonado seu bebê, ela os descobre e decide acompanhá-los em uma viagem para entrevistar os pais em potencial do bebê.

Crítica | Broker: Uma Nova Chance – Ator de ‘Parasita’ Volta a Emocionar em Comovente Drama Sul-Coreano (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Kore-eda Hirokazu também assina o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Aquaman 2’ DESPENCA e fica atrás de ‘Wonka’ nas bilheterias dos EUA

Apesar de ter estreado no topo das bilheterias norte-americanas, a sequência ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ já despencou para a segunda colocação em apenas três dias – sendo desbancada pelo musical ‘Wonka‘.

De acordo com o Deadline, ‘Wonka‘ retornou ao topo nas bilheterias dos EUA, com US$ 8.9 milhões. O valor representa a segunda menor arrecadação pós-Natal da história do cinema no país, atrás apenas de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ (US$5.8M).

E, neste caso, a baixa arrecadação foi causada pela pandemia de COVID.

Aquaman 2‘ arrecadou apenas US$ 8.3 milhões (-21% em comparação ao dia de Natal) nesta terça-feira (26), através de 3,706 salas de cinema. Na terceira colocação está ‘A Cor Púrpura‘ com US$ 7 milhões – o que representa uma queda de -61% em comparação ao dia de Natal.

Nos EUA, o longa estrelado por Jason Momoa (‘Velozes e Furiosos 10’) estreou com US$ 38.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 80.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 118.5 milhões.

O resultado ficou abaixo de outros fracassos recentes do gênero, como ‘The Flash‘ (US$55M) e ‘As Marvels‘ (US$46.1M).

Infelizmente, o longa não se saiu muito nas pesquisas do CinemaScore, conquistando a nota B. A marca representa uma pontuação mais baixa que ‘Mulher-Maravilha 1984‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Liga da Justiça‘, que receberam B+ e ainda assim estão entre os títulos mais mal avaliados da DC nas telonas.

Na opinião dos críticos, o longa se saiu ainda pior: alcançando míseros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes – quase metade dos 66% de aprovação conquistados pelo primeiro filme.

Vale lembrar que o longa já segue em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

Covil de Ladrões 2

(Den of Thieves 2: Pantera)

 

Elenco:

Gerard Butler
Evin Ahmad
Jordan Bridges

 

Direção: Christian Gudegast

Gênero: Ação

Duração: 130 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em COVIL DE LADRÕES 2, após executar seu plano com maestria e enganar a todos, incluindo o Big Nick, Donnie planeja um novo assalto elaborado, focado agora em diamantes. O que ele não sabe é que, enquanto mergulha cada vez mais no mundo imprevisível e traiçoeiro dos ladrões de pedras preciosas, Big Nick está na sua cola, caçando-o por toda a Europa. Dessa vez, porém, não para capturá-lo: o antigo policial quer mesmo é entrar no esquema e virar bandido.

Crítica: 

Crítica | Covil de Ladrões 2 – Gerard Butler Volta à Bandidagem em Thriller com O’Shea Jackson Jr.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Christian Gudegast também assina o roteiro do longa;

» O filme original, lançado em 2018, arrecadou US$ 80.5 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 30 milhões;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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2ª temporada de ‘FUBAR’ sofre QUEDA de -80% na audiência na 1ª semana na Netflix

De acordo com o Deadline, a 2ª temporada de ‘FUBAR‘, série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger, retornou em baixa no serviço de streaming da Netflix.

O site afirma que o novo ciclo registrou apenas 2.2 milhões de visualizações em sua primeira semana, entrando somente na última colocação do TOP 10 das produções mais assistidas da plataforma.

Para termos de comparação, a primeira temporada alcançou 11 milhões de visualizações neste mesmo período.

Os números representam uma queda de -80% na audiência.

Nos novos episódios, Luke enfrenta uma nova vilã, interpretada pela Carrie-Anne Moss. A personagem é um antigo caso amoroso do protagonista, que “ameaça destruir o mundo… se ela não destruir a vida dele primeiro”.

O novo ciclo abriu com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na série, Luke e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

O elenco ainda conta com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

Henry Cavill e Jake Gyllenhaal quebram tudo no trailer DUBLADO de ‘Na Zona Cinzenta’; Confira!

Diamond Films divulgou o trailer dublado de ‘Na Zona Cinzenta‘, novo filme de Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes’, ‘O Agente da U.N.C.L.E.’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.

Além de dirigir, Ritchie também assina o roteiro do filme.

O longa conta a história de dois especialistas em resgates, interpretados por Henry Cavill e Jake Gyllenhaal, embarcando na difícil missão de recuperar uma fortuna bilionária que foi roubada. Para isso, eles precisam encontrar uma rota de fuga segura para a experiente negociadora vivida por Eiza González, mas o plano rapidamente se transforma em uma guerra explosiva de estratégia, traições e sobrevivência.

Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’) e Jason Wong (‘O Pacto’) completam o elenco de peso, que conta com outros nomes já conhecidos na filmografia do cineasta.

Vídeo revela VÁRIOS easter eggs das animações da Disney; Assista!

Fazendo o mesmo que a Pixar tem feito ao longo dos anos, as animações do Disney Studios também trazem uma série de easter eggs em suas produções, fazendo conexões que muitas vezes podem passar despercebidas até dos olhos mais atentos.

Analisando minuciosamente os filmes da produtora, o canal do Youtube, Oh My Disney, fez uma compilação – em um vídeo de menos de dois minutos -, mostrando alguns aspectos que podem surpreender os fãs.

Dentre os easter eggs apresentados, há a presença de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ em ‘Zootopia – Essa Cidade é o Bicho’, bem como uma aparição do personagem Linguado, de ‘A Pequena Sereia’, nas mais recente animação, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

Confira o vídeo, sem legendas:

 

 

 

Globo de Ouro: Saiba o que Tommy Wiseau queria dizer na premiação

Tommy Wiseau quase teve seus cinco minutos de glória no palco do Globo de Ouro 2018.

Se aproximou rapidamente do microfone que acabara de anunciar o vencedor de melhor ator em Comédia ou Musical, mas foi subitamente interrompido por seu intérprete, James Franco.

E se você ficou curioso em saber o que o diretor do melhor-pior-filme-do-mundo tem a dizer, a revista Rolling Stone foi até ele depois do cômico ocorrido e apurou os pensamentos do caricato cineasta.

Segundo ele, sua mensagem seria bem sucinta, clara e pacífica:

“Eu só queria dizer: Se mais pessoas se amassem, o mundo seria um lugar melhor para se viver. Vá assistir ‘The Room’, divirta-se e aproveite a vida. O Sonho Americano está vivo e é bem real”.

Recado dado Wiseau!

 

 

‘Halloween’: Michael Myers revela seu rosto em nova cena; Assista!

Uma nova cena de ‘Halloween‘ foi divulgada e traz o vilão Michael Myers revelando seu rosto verdadeiro.

Confira:

Crítica | Halloween – Michael Myers retorna em sequência clichê e frustrante

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 25 de outubro de 2018.

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

 

‘Com Amor, Simon’: Sophia Bush entra para a série spin-off do streaming Disney+

A série spin-off ‘Com Amor, Simon‘ continua ganhando forma e mais um membro de seu elenco foi anunciado. De acordo com o Deadline, Sophia Bush (‘One Tree Hill‘ e ‘Chicago P.D.‘) é a mais recente adição.

A atriz, que aparecerá de maneira regular na trama, viverá Veronica, a nova namorada do pai de Mia, uma mulher que coordena uma instituição sem fins lucrativos voltada para ajudar outras mulheres. “Amigável e fácil de se relacionar, ela também é decidida e durona quando necessário”, revela a descrição de sua personagem.

A produção, que está sendo feita para o streaming Disney+, vai contar com Michael Cimino no papel principal. Nos cinemas, Nick Robinson é quem estrelou o longa.

Robinson retorna em ‘Com Amor, Simon‘ como produtor e narrador da série. No entanto, ainda não se sabe se ele realmente aparecerá nas telinhas.

O elenco ainda conta com James Martinez (‘One Day at a Time‘), Isabella Ferreira (‘Orange Is the New Black), Mateo Fernandez, Johnny Sequoyah (‘Eu Acredito‘), Bebe Wood (‘The Real O’Neals‘), George Sear (‘Into the Badlands‘), Anthony Turpel (‘Belas e Intrépidas’) e Mason Gooding (‘Fora de Série‘).

A produção contará com episódios de cerca de meia hora de duração e é baseada nos livros de Becky Albertalli, sendo um spin-off da obra ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens‘, no qual ‘Com Amor, Simon‘ é baseado.

 

Crítica | Com Amor, Simon – Comédia romântica gay diverte e quebra tabus

Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance foi dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.

O elenco conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).

 

 

 

 

‘Supernatural’: Último episódio da série é o favorito de Jared Padalecki

A jornada de ‘Supernatural‘ está chegando ao fim e as expectativas em relação ao aguardado final são grandiosas. E para o astro Jared Padalecki, o episódio de encerramento já fica como sendo o seu favorito de todos.

A revelação foi feita durante o painel da produção na versão on-line da convenção de cultura POP, PaleyFest. Na ocasião, ele compartilhou seu entusiasmo com o trabalho feito no encerramento da série:

“Eu não poderia estar mais feliz com a forma como as coisas se desenrolaram. O final da série é o meu episódio favorito de todos”.

Seu colega de elenco, Jensen Ackles, complementou o seu raciocínio, indo mais além, refletindo sobre outros caminhos pelos quais a série também poderia ter isso, o que mostra o tamanho do impacto que a o final teve sobre si.

“É uma maneira fantástica de encerrar a série. E quanto mais eu penso nisso, mais eu fico matutando sobre as diferentes possibilidade do que poderia ter acontecido ou o que talvez devesse ter acontecido. É interessante pensar que eu continuo voltando ao que rolou no final da série”.

Confira a sinopse do episódio final:

“Unity” – Data de exibição original em 29/10/2020

DE UMA MANEIRA OU OUTRA – Dean (Jensen Ackles) pega a estrada com Jack (Alexander Calvert), que precisa completar um ritual final na busca para derrotar Chuck (ator convidado Rob Benedict). Uma diferença de opinião deixa Sam (Jared Padalecki) e Castiel (Misha Collins) para trás em busca de respostas para suas próprias perguntas. Catriona McKenzie dirigiu o episódio, escrito por Meredith Glynn.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Franquia de ‘Jogos Vorazes’ será REMOVIDA da Netflix; Saiba quando!

A franquia de ‘Jogos Vorazes‘ será removida da Netflix em breve. Os três filmes sequenciais da tetralogia, intitulados ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘, ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ e ‘Jogos Vorazes: A Esperança Parte 2‘, deixarão a grade de programação no dia 07 de novembro.

A trama da franquia se passa num futuro distante, onde boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual – e mortal – entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

Confira o trailer do primeiro filme:

Vale lembrar que Lionsgate anunciou recentemente que a adaptação cinematográfica A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, livro prelúdio da saga Jogos Vorazes, começará a ser rodada na primeira metade de 2022 (via ComicBook.com).

As informações também indicam que a companhia espera lançar o longa-metragem nas telonas no final de 2023 ou no começo de 2024 e, ao que tudo indica, está “seguindo muito, muito bem” na pré-produção.

O livro foi lançado em território nacional em junho de 2020 e teve tiragem inicial de nada menos que 2,5 milhões de cópias.

Frances Lawrence retorna como diretor da pré-sequência.

Leia os três primeiros parágrafos (com tradução livre feita pelo CinePOP):

“Coriolanus jogou o repolho na panela com água fervente e jurou que, um dia, isso nunca mais passaria por seus lábios. Mas esse não era aquele dia. Ele precisava comer uma tigela grande daquela coisa anêmica e beber cada gota do caldo para impedir que seu estômago roncasse durante a cerimônia da colheita. Era uma das várias precauções que tomava para mascarar o fato de que sua família, apesar de residir na cobertura do apartamento mais opulento da Capital, era tão pobre quanto a escória dos distritos. Que, aos dezoito anos, o herdeiro da outrora gloriosa Casa Snow tinha nada com o que viver além de sua inteligência.

Sua camiseta para a colheita o estava preocupando. Ele tinha um par aceitável de calças escuras, compradas no mercado clandestino ano passado, mas era para a camiseta que as pessoas olhavam. Felizmente, a Academia provia os uniformes que precisava usar diariamente. Para a cerimônia de hoje, entretanto, os estudantes foram instruídos para se vestir com elegantemente, mas com a solenidade que a ocasião ditava. Tigris tinha dito para confiar nela, e ele assim o fez. Apenas a sagacidade de sua prima com a agulha o tinha salvado até agora. Mesmo assim, não poderia esperar por milagres.

A camiseta que retiraram do fundo do armário – que pertencia a seu pai e já tinha visto dias melhores – estava manchada e amarelada pelo tempo, com metade dos botões faltando e a queimadura de um cigarro em uma das mangas. Muito danificada para vender até no pior dos tempos. E essa deveria ser sua camiseta para a colheita? Naquela manhã, ele tinha ido a um quarto durante a aurora, apenas para encontrar tanto a camiseta quanto a prima faltando. Não era um bom sinal. Será que Tigris havia desistido daquela coisa velha e se aventurara pelo mercado clandestino em uma última tentativa de achar roupas apropriadas? E que diabos ela teria que valesse alguma coisa para trocar? Apenas uma coisa – ela mesma -, e a Casa Snow não estava desesperada àquele ponto. Ou estava, conforme ele salgava o repolho?”.

A autora Suzanne Collins irá retornar para assinar o roteiro do próximo filme, ao lado de Michael Arndt.

A Paris Filmes confirmou ao CinePOP que o novo longa tem distribuição garantida no Brasil.

A história se passa 64 anos antes dos eventos de ‘Jogos Vorazes‘, exatamente na manhã da Colheita para a décima edição dos Jogos Vorazes.

Em um comunicado oficial, Collins falou sobre o novo projeto:

“Com este livro, eu queria explorar o estado da natureza, quem somos e o que percebemos é necessário para nossa sobrevivência. O período de reconstrução dez anos após a guerra, comumente chamado de Dias Sombrios – enquanto o país de Panem se recupera – fornece terreno fértil para os personagens lidarem com essas questões e, assim, definirem suas visões da humanidade ”.

Jack Quaid se despede de ‘The Boys’ e celebra nova fase como astro de ação em ‘Chefes de Estado’

Jack Quaid está colhendo os frutos de um ano intenso e versátil em sua carreira. Em 2025, o ator emendou uma sequência de projetos de destaque — do suspense sci-fi ‘Acompanhante Perfeita‘ ao sucesso indie ‘Neighborhood Watch‘, passando pelo elogiado ‘Novocaine‘ e, agora, chegando com força em ‘Chefes de Estado‘, comédia de ação que marca sua colaboração com dois gigantes: Idris Elba e John Cena.

Lançado em 2 de julho no Prime Video, ‘Chefes de Estado‘ foi na verdade o primeiro desses projetos a ser gravado. No longa dirigido por Ilya Naishuller (‘Anônimo‘), Quaid vive Marty Comer, um agente responsável por uma estação da CIA que se vê forçado a proteger o presidente dos EUA (Cena) e o primeiro-ministro do Reino Unido (Elba) em meio a uma série de tentativas de assassinato.

“’Chefes de Estado‘ foi o que me fez pegar o gosto pela ação”, contou Quaid ao The Hollywood Reporter. “Acabei levando esse entusiasmo para outros filmes como ‘Novocaine’. Foi um sonho se realizando.”

Apesar do ritmo acelerado e dos papéis marcantes em 2025, Quaid também se prepara para uma despedida significativa: o encerramento de sua jornada em ‘The Boys‘, série da qual é protagonista desde 2019, interpretando o sensível — e cada vez mais endurecido — Hughie Campbell.

“Eu ainda tenho uns seis dias de filmagem pela frente [em 22 de junho], e está ficando mais e mais surreal saber que vou ter que dizer adeus ao Hughie Campbell”, admitiu. “É muito emocional. É agridoce. Essa série fez tudo por mim. Eu amo isso. Amo as pessoas. Vou sentir falta de todo mundo, e vai ser muito estranho ficar sem isso.”

Apesar da tristeza, Quaid está satisfeito com o encerramento que o criador Eric Kripke escreveu para a série:

“Estou muito orgulhoso do que conquistamos nesta temporada. Acho que é um ótimo final, e isso é difícil de fazer na TV”, afirmou. “Fico feliz que o Eric conseguiu entregar a conclusão que imaginava — e ele fez um trabalho incrível. Mal posso esperar para que todos assistam.”

Durante a entrevista, Quaid também relembrou os bastidores ao lado de Cena e Elba, e contou um momento curioso envolvendo outro astro dos blockbusters. “Descobri certa vez que o Tom Holland é fã de The Boys”, disse rindo. “Foi numa noite, e fiquei em choque. Eu pensei: ‘Caramba, o Homem-Aranha assiste à nossa série!’”

Sobre o futuro, o ator não esconde o entusiasmo de continuar experimentando novos gêneros e formatos. Com a carreira em expansão e prestes a encerrar um capítulo marcante, Jack Quaid está pronto para novos desafios — com ou sem capa.

The Boys’ está disponível no Prime Video.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Selena Gomez e Timothée Chalamet aparecem nos bastidores de novo filme do Woody Allen

A Rainy Day in New York, novo filme do Woody Allen, teve uma foto dos bastidores divulgada, em que os astros Selena Gomez e Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome) estão ao lado do diretor. Confira:

Na trama, dois jovens chegam a Nova York para um fim de semana onde se encontram com mau tempo e uma série de aventuras. O filme ainda conta com Elle FanningJude Law e Diego Luna.

A Rainy Day in New Yorkchega aos cinemas em 2018, ainda sem data definida.

Confira algumas fotos da produção:

‘Sabre de Prata e Gata Negra’: Spin-off de ‘Homem-Aranha’ ainda está em desenvolvimento

Recentemente, o The Hashtag Show, havia informado que a Sony pode ter adiado a produção de Sabre de Prata e Gata Negra, spin-off de Homem-Aranha’, por tempo indeterminado.

As filmagens estavam previstas para começar em março, porém nada foi informado oficialmente pelo estúdio, que parece estar passando por momentos complicados após a troca de CEO.

Agora, em uma nova entrevista à Screen Rant, a diretora Gina Prince-Bythewood disse que o longa ainda está em fase inicial de desenvolvimento de roteiro:

“Ainda estamos lapidando o roteiro. Tudo começa com o roteiro. Você precisa ter um ótimo roteiro para ter certeza de que está certo antes de começar a filmar, estamos apenas no começo”

Recentemente, o longa ganhou o título de produção de ‘Tri-Border’.

O projeto conta com Chris Yostresponsável pelo roteiro de ‘Thor: Ragnarok’, como escritor. Gina Prince-Bythewood (‘Além dos Limites’) dirige e será produzido por Amy Pascal e Matt Tolmach.

Criado por Tom DeFalco e Ron Frenz, a personagem Sabre de Prata teve sua estreia nos quadrinhos nas páginas de ‘O Espetacular Homem-Aranha’, em 1985. Líder do grupo Wild Pack e presidente da Silver Sable International, ela é uma mercenária caçadora de criminosos de guerra. Ao longo dos anos ela trabalhou com heróis do universo da Marvel e também chegou a se opor a eles, quando seus métodos se tornaram conflitantes para estes personagens.

A Gata Negra foi criada por Marv Wolfman e Keith Pollard e apareceu pela primeira vez em ‘O Espetacular Homem-Aranha’, em 1979. Seu nome verdadeiro é Felicia Hardy e ela é a filha da gatuna mais famosa do mundo. Estuprada durante seu período na faculdade, ela transformou sua experiência e um motivo para nunca mais ser vítima. Decidida a se igualar ao seu pai, ela assume a identidade da Gata Negra e possui grandes habilidades acrobáticas e de luta. Na sua jornada, ela acaba digladiando com alguns heróis da Marvel, como o próprio Homem-Aranha.

Nos cinemas, a atriz Felicity Jones interpretou Felicia Hardy na sequência ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’.

Ainda não há data de lançamento prevista.

Especial The Office | Por que a série ainda é tão popular?

Como viemos dizendo ao longo do dia, The Office faz 15 anos de existência hoje. A série teve seu final exibido em 2013, mas ainda assim segue absurdamente popular em 2020. Muitos se perguntam como algo tão banal quanto a vida de escritório pode fazer sucesso, a ponto de ser a série licenciada mais assistida da história da Netflix, desbancando o fenômeno dos anos 90, Friends.Bem, a resposta é simples: identificação. Assim como Friends e Seinfield, The Office usa de situações do cotidiano para fazer humor. Claro que são situações bem mais espalhafatosas, mas que reúne elementos banais do dia a dia que ajudam na identificação. Afinal, todo escritório tem o cara legal, o esquisitão, o mala do RH, o chefe babaca, a fundamentalista religiosa, o preguiçoso… Enfim, de alguma forma, todo mundo consegue identificar algum aspecto de seu trabalho ou até mesmo vida nos personagens ou situações da série.
Isso faz com que as pessoas riam de sua própria realidade. E sabe quando dizem que rir é o melhor remédio? Pois bem, dar uma boa risada libera endorfinas – substâncias que proporcionam uma sensação de bem estar -, e quanto mais você rir de verdade, menos estresse você tem. Ao fazer graça com uma realidade identificável, a série acaba condicionando o espectador a ficar mais propenso a rir de situações absurdas que possam ocorrer em seus dias. Além, claro, de naturalizar a vergonha alheia, porque todo mundo fala ou faz uma besteira vez ou outra. Isso tira muito da pressão de ter que manter a imagem do “Adulto sem falhas”.Essa sensação de alívio é refletida nos milhares de grupos e páginas de debate sobre a série, nos quais sobram comentários como: “The Office me ajudou a lidar com a depressão”, “Eu tinha acabado de perder um familiar e a série me ajudou a aceitar a perda”, “A primeira coisa que faço quando chego em casa é assistir The Office”. A produção não é um remédio e nem substitui uma sessão com um psicólogo, mas ajuda muito a aliviar a pressão de ser adulto nestes tempos de desilusão política e econômica que o mundo passa. Seus personagens, extremamente humanos e identificáveis, dão um chão a muita gente ao mostrar que todos estão sujeitos a falhas, e até mesmo adultos responsáveis vão passar por situações ruins e assustadoras. E falar que há uma luz no fim do túnel, que é possível encontrar o amor em momentos difíceis, que dá para brigar com alguém sem perder o carinho que se tem por ela, que a amizade verdadeira pode surgir nos lugares mais inesperados.
Mais além, o protagonista da série, Michael Scott, interpretado por Steve Carell, é quase que um reflexo das mazelas que atingem a geração atual. Você vê que ele é um homem bem intencionado, encantado com as novas tecnologias, mas saudosista e constantemente autossabotado. É a imagem de um trabalhador isolado pela rotina de trabalho, que busca amizade nos seus companheiros de trabalho, porém tenta manter uma imagem de superioridade, já que é o chefe. Michael é falho, projeta expectativas, adora fazer personagens e vozes engraçadas para aliviar o estresse de querer agradar sempre e passar uma imagem positiva para os outros. Constantemente ele age de forma babaca e sem filtro, característica inerente ao ser mundo e que explicita o choque geracional que vivemos. Mas todos sabem que no fundo ele tem um coração enorme e só quer ser amado. Em algum momento da vida, todos nós vimos alguém que fosse ou fomos Michael Scott. Na verdade, em tempos de Instagram, Whatsapp e Twitter, vender seu personagem é algo fundamental, fazendo com que sejamos Michael Scott sem nem percebermos.
É por essas e outras que The Office, lançada há mais de 15 anos, teve uma média de 7 milhões de espectadores por episódio indo ao ar na NBC, e que se consolidou como a série não original mais assistida da Netflix, mesmo só tendo entrado no catálogo americano em 2018. Com a chegada do Amazon Prime Video a preço popular no Brasil, The Office, que está completo no catálogo do streaming, deve voltar a ser assunto cada vez mais frequente em terras tupiniquins, ainda mais com os problemas sociais que passamos. Viva The Office!
As 9 temporadas de The Office estão disponíveis no Amazon Prime Video e a série também está sendo reprisada no canal por assinatura Comedy Central.

Crítica | Sangue e Água – Garota procura irmã sequestrada na série da Netflix

Uma série juvenil que retrata o drama do Ensino Médio, com personagens endinheirados, competição entre adolescentes, uma escola refinada com uma diretoria que não tem o menor controle de quem circula por ali. Poderia ser o conceito de mais uma série estadunidense, mas estes são os elementos que compõem a trama de ‘Sangue e Água’, nova série da Netflix que traz uma diferença: é uma produção da África do Sul.

Falado em inglês e em africâner (uma das línguas da África do Sul), o enredo conta a história de Puleng Khumalo (Ama Qamata), uma jovem de dezesseis anos cuja irmã mais velha está desaparecida há dezessete anos. A mãe delas, Thandeka Khumalo (Gail Mabalane), se recusa a perlaborar a perda da filha e o pai está sendo acusado como principal responsável pelo desaparecimento da primogênita da família. Porém, em uma festa, Puleng conhece Fikile Bhele (Khosi Ngema) e passa a desconfiar de que a garota possa ser sua irmã desaparecida. Em busca da verdade, Puleng começa sua própria investigação sobre o caso.

Como vocês podem ver, a trama é bem simples, que poderoa se passar na juventude de em qualquer país mas que, por acaso, é sul-africana. A proposta de Nosipho Dumisa, Daryne Joshua e Travis Taute (que assinam o roteiro e dirigiram o longa) é retratar a juventude millenial da Cidade do Cabo – o abismo social que anos de apartheid produziu na população, o elitismo existente nas escolas, os ruídos do racismo velado, a influencia do sistema educacional ocidental na formação dos jovens sul-africanos, entre outros temas que são pincelados numa camada profunda do enredo.

O roteiro permeia os seis episódios com bastante consistência, reforçado pelo elenco carismático que de fato parece ter a idade de seus personagens (o que sempre favorece a credibilidade de uma produção). Apesar disso, por vezes o roteiro é meio ingênuo, buscando soluções muito fáceis para gerar ou solucionar conflitos que entram na trama para fazer a história caminhar e que, por vezes, são contraditórias. Por exemplo, quando a mãe de Fikile entra no banheiro sem bater quando Puleng está no cômodo, tentando falar no celular, e, duas cenas depois, a mesma mãe de Fikile bate na porta para avisar à filha que está indo embora (e dessa vez anuncia sua chegada para não pegar a filha num flagrante). Nada que uma segunda temporada não possa consertar.

A temática universal de ‘Sangue e Água’ ajuda a aproximar o espectador da Netflix aos conflitos vividos por seus personagens, mas, em um plano latente a série oferece uma reflexão sobre a juventude globalizada da África do Sul. Para firmar essas oposições, vale falar a língua local e o inglês, vale citar Sylvia Plath junto com Maya Angelou, e vale ainda colocar Fikile falando para Puleng logo no primeiro episódio que “nós, meninas, temos que ficar unidas”.

Sangue e Água’ é uma boa série afrofuturista que mostra uma África do Sul bem diferente daquela que permeia o imaginário coletivo ocidental. E ainda mostra como a natureza e a geografia de lá se assemelha ao Brasil, quando, no quinto episódio, é possível ver uma orla bastante semelhante à orla do Leblon, no Rio de Janeiro.  ‘Sangue e Água’ podia ser uma série brasileira em muitos aspectos, e, se você a vir dublado, vai mesmo acreditar que é brasileira.

Guerra Fria

(Cold War)

 

Elenco:

Borys Szyc

 

Direção: Pawel Pawlikowski 

Gênero: Drama

Duração: 84 min.

Distribuidora: Califórnia

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 07 de Fevereiro de 2019

Sinopse: 

Durante a Guerra Fria, entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50, um músico amante da liberdade e uma jovem cantora com histórias e temperamentos completamente diferentes vivem um amor impossível.

Crítica | Guerra Fria: Uma melancólica história de amor em tempos sombrios (Nota: 9.0)

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Gotham’: Foto de bastidores detalha visual de Cameron Monaghan como Coringa; Veja!

series finale de Gotham deu o que falar e, mesmo depois de quase um mês desde sua transmissão, os fãs estão sedentos por novas artes conceituais e informações de bastidores.

Recentemente, Ben Bornstein, que trabalhou no departamento de maquiagem da série, compartilhou um look ainda mais grotesco de Jeremiah Valeska/Coringa (Cameron Monaghan), detalhando todas as suas cicatrizes e o seu demoníaco sorriso.

Confira:

O último episódio da série foi exibido no dia 25 de maio:

Com Gotham na beira da anarquia total e separada do resto do mundo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e vários outros heróis ficam para trás para tentar reconquistar a cidade. Inspirado pelo arco ‘Terra de Ninguém’ dos quadrinhos, os vilões tomam conta da cidade – incluindo o Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah. Será que a ordem será restaurada ou o caos reinará em Gotham?

Ben McKenzie, Donal Logue, David Mazouz, Robin Lord Taylor, Camren Bicondova, Cory Michael Smith, Sean Pertwee, Erin Richards, Morena Baccarin e Shane West estrelam.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot em ação na nova imagem do longa; Confira!

Usa Today divulgou hoje (03) uma nova imagem oficial de Mulher-Maravilha 1984’.

Confira:

Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:

Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

‘365 Dias’: Possível sequência focará no casamento de Massimo e Laura

O polêmico 365 Dias ganhou uma popularidade gigantesca desde seu recente lançamento nos últimos dias e, caso continue trilhando esse caminho de puro sucesso de público, é possível que o filme ganhe sequência.

Afinal, o longa-metragem é baseado no romance polonês assinado por Blanka Lipinska e conta a história de Laura Biel, uma jovem que é sequestrada por um membro da máfia siciliana, Massimo, e acaba se apaixonando por seu agressor. Mais do que isso, o livro integra uma trilogia composta pelos títulos 10 Dias (‘Ten Dzień’) e ‘Próximos 365 Dias (‘Kolejne 365 DNI’), o que indica o início de uma nova franquia fílmica.

Ainda sem confirmação pela produtora polonesa Ekipa ou pela distribuidora Netflix, a história da primeira sequência revela que Laura está viva e que Massimo irá salvá-la da gangue rival. Mais do que isso, Laura dará valor ao seu novo estilo de vida e ao seu conturbado amor pela máfia – eventualmente culminando no casamento dos protagonistas.

O último capítulo da saga, por sua vez, gira em torno na gravidez de Laura – posta em xeque após a jovem levar um tiro.

E aí? Vocês querem continuações do filme?

Massimo é membro de uma das famílias mais influentes da máfia siciliana e Laura é uma simples gerente de vendas de um hotel. Durante uma viagem à Sicília para tentar salvar seu relacionamento, Laura se torna vítima de um sequestro, no qual o mafioso dará a ela 365 dias para se apaixonar por ele.

Escrito e dirigido por Barbara Bialowas, ‘365 Dias‘ traz Anna Maria Sieklucka como Laura e Michele Morrone como Massimo.