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Elenco de ‘Twisters’ fala sobre TENSA experiência com tornado e possível sequência; Assista nossa entrevista!

O thriller de ação ‘Twisters’, que marca o retorno da popular franquia iniciada em 1996, teve sua estreia nesta quinta-feira (11) nas telonas e resgata o cinema-catástrofe com uma nova trama, que explora os dilemas de um trio de caçadores de tornados, em meio à região interiorana do estado de Oklahoma (EUA).

Rodado durante a temporada de tornados, o longa traz Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’), Glen Powell (‘Todos Menos Você’) e Anthony Ramos (‘Hamilton’), que concederam uma entrevista ao CinePOP e revelaram detalhes inéditos a respeito dos bastidores da produção.

Na ocasião, o trio de protagonistas compartilhou sobre uma tensa experiência com um tornado e ainda deu detalhes sobre a cena de ação mais insana feita para o filme. Os atores ainda comentaram sobre a possibilidade de uma sequência.

Assista:

Relembre o trailer:

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Crítica | Pai do Ano – Michael Keaton no piloto automático em um drama açucarado

Dirigido por Hallie Meyers-Shyer (De Volta Para Casa), Pai do Ano (Goodrich) acompanha Andy Goodrich (Michael Keaton), um típico homem abastado de Los Angeles que, apesar de suas dificuldades financeiras como dono de uma galeria de arte, nunca realmente precisa lidar com questões monetárias. Seu maior desafio surge quando sua esposa Naomie (Laura Benanti) interna-se em uma casa de reabilitação, forçando-o a assumir a responsabilidade pelo casal de gêmeos de nove anos que, até então, eram cuidados pela mãe viciada em remédios de tarja preta e uma babá.

A narrativa se apoia nos clichês do gênero, trazendo a clássica história do homem deixado sozinho com os filhos que, de forma quase milagrosa, aprende a ser pai – tudo isso sem grandes sacrifícios ou consequências reais. Pai do Ano ganha um pouco mais de peso com a presença de Grace (Mila Kunis), a filha mais velha de Andy, que está grávida e ressente a ausência do pai. Essa camada emocional, no entanto, não é verdadeiramente aprofundada e funciona mais como um aditivo dramático do que um conflito genuíno.

Homem careca gesticulando em escritório cheio de livros

Michael Keaton entrega uma performance carismática, fazendo de Andy um sujeito falho, mas afável. Sua jornada de redenção lembra inevitavelmente a de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993), de Chris Columbus, no qual o personagem descobre tardiamente as alegrias e desafios da paternidade. Mila Kunis, por sua vez, adiciona nuances ao papel de Grace, traduzindo bem o ressentimento e a mágoa de uma filha esquecida. Entretanto, seu arco dramático parece subaproveitado, refletindo a maneira como Andy, e o próprio roteiro, não lhe dão a devida atenção. 

Uma das cenas bonitas do filme ocorre quando Andy apresenta Casablanca (1942) aos gêmeos. Enquanto Andy se encanta em compartilhar um clássico do cinema, ele ignora se o conteúdo é apropriado para crianças. O momento simboliza uma conexão entre pai e filhos, mas também revela a imaturidade do protagonista e seu lento crescimento como figura paterna. A sequência reflete sua dificuldade em compreender as reais necessidades dos filhos e a dificuldade de estabelecer vínculos genuínos com eles.

Pai e filhos olhando tablet juntos em casa

Embora apresente momentos cativantes de interação familiar e um humor leve, Pai do Ano sofre com problemas típicos do gênero: personagens secundários pouco desenvolvidos e uma trilha sonora sentimental. A subtrama da galeria de arte prestes a fechar nunca soa como uma verdadeira ameaça, pois Andy não aparenta aflição pela sua situação financeira — um problema comum em comédias que tentam abordar crises existenciais de personagens ricos sem nunca comprometê-los com consequências reais.

Além disso, Pai do Ano se insere como um filme genérico dentro da retomada da carreira de Michael Keaton, que voltou aos holofotes após sua nomeação ao Oscar por Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), de Alejandro González Iñárritu, e entregou trabalhos marcantes como Spotlight: Segredos Revelados (2015) e Fome de Poder (2016). Mesmo retornando ao seu icônico papel de Beetlejuice na sequência de Tim Burton no ano passado, seu personagem Andy Goodrich parece o mais pálido dessa trajetória. Sem grandes nuances ou desafios, Keaton se mantém no piloto automático, entregando um desempenho competente, mas sem grandes momentos.

Homem e mulher conversando sentados sorridentes

A reabilitação de Naomie, por exemplo, parece um detalhe secundário, pois a dinâmica familiar não passa por mudanças significativas durante sua ausência. O filme trata o problema como um obstáculo temporário, sem explorar suas verdadeiras implicações para os filhos ou para o próprio Andy. A sensação é de que tudo transcorre de maneira previsível, evitando apimentar a comédia dramática com conflitos pertinentes para o crescimento legítimo do personagem.

O tom geral de Pai do Ano é tão brando que, mesmo nas cenas que deveriam gerar maior impacto emocional, a narrativa nunca consegue provocar uma reação genuína do espectador. O filme é um passatempo agradável, porém esquecível, seguindo a mesma linha do primeiro longa da diretora: De Volta Para Casa (2017). Esta obra, portanto, nunca se aprofunda no potencial dramático de sua premissa, optando por um tom açucarado que torna a jornada de Andy mais conveniente do que realmente transformadora.

 

Distribuído pela Diamond Films, Pai do Ano (Goodrich) estreia nos cinemas brasileiros em 20 de março de 2025.

Marvel desmente lançamento de novo trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Após muitas especulações e rumores de que um novo trailer com cenas inéditas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ seria lançado hoje (13), a Marvel desmentiu, alegando que os fãs não verão nada do filme neste semana.

Só resta aguardar pelo novo trailer, que está para sair muito em breve.

Confira os teasers:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Bizarro! Filho de Stephen King acredita ter resolvido antigo caso de assassinato

Olha essa história! O escritor Joe Hill, filho do também escritor Stephen King, acredita ter solucionado um misterioso assassinato não resolvido em Massachusetts, nos EUA.

Tudo começou após Hill assistir ao clássico ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Assim que o filme terminou, ele comentou em seu blog oficial que encontrou grandes semelhanças entre uma das figurantes e a mulher assassinada na vida real.

Por coincidência (ou não!), o clássico do suspense foi filmado na mesma região, no verão de 1974, e a mulher assassinada foi encontrada um mês depois, em julho, se tornando conhecida como Senhora das Dunas.

Sua morte nunca foi solucionada e seu corpo foi exumado três vezes (em 1980, 2000 e 2013) em esforços para a identificar e seu homicida, ainda assim, não tiveram sucesso, mesmo tendo feito reconstrução de seu rosto várias vezes.

Será que agora com a possível descoberta de Hill o caso será reaberto? Que louco!

 

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ | Os dois anos da maior catarse coletiva do MCU

Há dois anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19. Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?

Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.

Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro – da franquia de Andrew Garfield – no novo filme do Homem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.

Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.

Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.

Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.

O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.

Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.

Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.

Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.

Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.

Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.

Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.

Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.

No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.

Para muitos, esse foi o grande ato final do MCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está disponível no Amazon Prime Video.

Primeiras Impressões | ‘How To Be a Carioca’ – Série da Star+ traz Jeitinho Carioca para o Mundo [Festival do Rio 2023]

O audiovisual tem poder semiótico para impactar no imaginário coletivo. Por isso, muitas nações acabam investindo em construir, por exemplo, peças publicitárias que demonstrem as belezas de seu território, de sua cultura, na intenção de atrair investidores e turistas dispostos a conhecer o país/cidade e, consequentemente, chamar mais pessoas. E, em se tratando de Rio de Janeiro, sabemos que suas belezas naturais são frequentemente obscurecidas por noticiários que retratam a violência cotidiana. Entre o caos e o paraíso, vive o carioca (palavra do Tupi antigo que significa “cari” – o homem branco – e “oca” – casa). Nesta terra onde faz calor até no inverno, o carioca aprendeu a se virar com um jeitinho muito especial – e que agora vem registrado na série ‘How To Be a Carioca’, nova produção da Star+ que chega aos assinantes a partir do próximo 18 de outubro e que teve pré-estreia especial dentro do Festival do Rio 2023.

Dividido em seis episódios com pouco menos de quarenta minutos, cada capítulo retrata uma história diferente, que pode ser assistida em qualquer ordem ou maratonada de uma vez só. No primeiro episódio conhecemos Irene (Verónica Llinás), uma argentina que acaba de perder a mãe e descobre que a última vontade dela era que suas cinzas fossem jogadas aos pés do Cristo Redentor. Contrariada, Irene vem ao Rio tentar resolver esta questão, mas descobre, com a ajuda de sua amiga Graciela (a hilária Andrea Frigerio), que, inacreditavelmente, somente se tornando amiga de Luiz Henrique (Douglas Silva) ela irá conseguir realizar o desejo de sua mãe. Neste capítulo é trabalhado o tema da fé em diversas matrizes religiosas, mostrando o quão diverso e misturado é a fé carioca.

Já o segundo episódio conta a história de Mathias (Peter Ketnath), um maestro alemão que vem ao Rio de Janeiro conduzir uma peça, mas, perfeccionista, não consegue se concentrar em todo o seu autocontrole dentro do caos efervescente que é a capital do Rio de Janeiro. Uma vez diante de sua orquestra, Mathias perceberá que o jeitinho carioca de Renata (Raquel Villar, ótima no papel), a produtora local do evento, faz com que tudo seja mais leve e mais prático numa cidade em que as coisas não funcionam nem na teoria.

Adaptado do livro homônimo e esgotadíssimo, a série de Carlos Saldanha (esse incansável diretor cuja missão de vida é apresentar o Brasil ao mundo, responsável pela trilogia ‘Rio’ e também por detrás da série ‘Cidade Invisível’) traz um dos nomes brasileiros mais conhecidos no mundo pop atual – Seu Jorge – como uma espécie de Deus onipresente que encontra os protagonistas em seus perrengues e, tal qual o mentor da jornada do herói, demonstra ao personagem como funcionam as coisas na lógica carioca de sobrevivência.

Com muito humor a série traz um panorama de muitos bairros do Rio de Janeiro sem se furtar de demonstrar, também, os problemas frequentes que fazem parte do cotidiano de quem vem para a cidade, como o excesso de trânsito, carros apertados em vagas pequenas e bagagens extraviadas. A direção de fotografia consegue captar a essência da cidade e apresentar todo o calor das ruas cariocas ao espectador do mundo inteiro. ‘How To Be a Carioca’ funciona como um Rio de Janeiro tipo exportação para os assinantes da Star+ ao redor do mundo e também para o assinante carioca reconhecer seu perrengue diário nas telonas. Uma série divertida, bonita de se ver e com uma trilha sonora impecável. Porque o melhor do Rio de Janeiro é mesmo o carioca.

‘The Lost Boys’: Irmãos Frog serão Irmãs Frog na nova série da CW

No mês passado, a CW encomendou um piloto para ‘The Lost Boys’, série baseada em um roteiro de Heather Mitchell. Mitchell também será produtora executiva ao lado de Rob Thomas, Dan Etheridge, Mike KarsBill BindleyRebecca Franco.

Hoje, o site Collider divulgou que a nova adaptação da clássica história terá mudanças grandiosas: os Irmãos Frog (interpretados por Corey FeldmanJamison Newlander) serão, na verdade, as Irmãs Frog.

Confira a sinopse da série:

Bem-vindo à ensolarada costa de Santa Carla, lar de calçadões maravilhosos e de todo o algodão-doce que puder comer… E um submundo secreto de vampiros. Depois da morte de seu pai, duas irmãs se mudam para a cidade com a mãe, esperando começar uma vida nova na cidade em que cresceu. Mas elas cada vez se envolvem no sedutor mundo da eterna juventude vampiresca de Santa Carla.

O clássico filme, intitulado ‘Os Garotos Perdidos’, foi dirigido por Joel Schumacher em 1987. A série não tem previsão de estreia ainda.

‘Green Eggs and Ham’: Série animada da Netflix ganha data de estreia e primeiras imagens; Confira!

A série ‘Green Eggs and Ham‘, que adapta o livro homônimo do escritor Dr. Seuss, ganhou sua data de estreia: no dia 08 de novembro deste ano, a primeira temporada completa (formada por 13 episódios) será lançada na Netflix.

E isso não é tudo. Além do lançamento, a plataforma de streaming também divulgou as primeiras duas fotos da produção.

Confira:

O elenco é formado por Adam DevineMichael DouglasIlana GlazerDiane KeatonKeegan-Michael KeyEddie IzzardJeffrey WrightJillian BellJohn TurturroTracy MorganDaveed Diggs.

Jared Stern é o criador da série. Ellen DeGeneres entra como produtora executiva e chamou a nova série de “audaciosa”.

Segundo o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, a adaptação “é uma série original muito ambiciosa, com qualidade de longa metragem”.

‘Outer Banks’: Depois do trailer, confira o pôster oficial e novas imagens da série

Depois do trailer oficial, a Netflix divulgou novas imagens e um pôster incrível da série ‘Outer Banks’.

Confira:

O show foi criado por Jonas PateJosh PateShannon Burke.

A história coming-of-age gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Outer Banks’ estreia no dia 15 de abril.

‘No Escape’: Terror estilo ‘Escape Room’ ganha pôster ARREPIANTE; Confira!

O terror ‘No Escape‘ ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Dirigido por Will Wernick, o longa originalmente era intitulado Follow Me.

Uma personalidade das redes sociais viaja com seus amigos para Moscou para gravar novo conteúdo para os seus seguidores. Sempre excedendo seus limites em busca de uma nova audiência, eles entram em um mundo frio de mistério, excesso e perigoso. Quando as linhas entre vida real e rede social ficam borradas, o grupo deve lutar para escapar e sobreviver.

O elenco conta com Keegan Allen, Holland Roden, Denzel Whitaker, Kimberly Quinn, Siya e Ronen Rubinstein.

O terror será lançado direto em VOD no dia 18 de setembro.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Guppy passa por intenso treinamento em novo vídeo de bastidores; Confira!

Em seu Instagram oficial, o diretor e roteirista Robert Rodriguez divulgou um novo vídeo de bastidores da aventura ‘Pequenos Grandes Heróis’, em que a jovem intérprete de Guppy, Vivien Lyra Blair, faz acrobacias incríveis durante o set de filmagens.

Confira:

O filme já está disponível no catálogo da Netflix.

Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

‘Only Murders in the Building’: Série com Selena Gomez e Steve Martin ganha teaser e data de estreia; Confira!

Hulu divulgou hoje (18) o primeiro teaser trailer oficial de ‘Only Murders in the Building’, série criminal estrelada por Selena GomezSteve MartinMartin Short.

O vídeo também revela a estreia da produção: 31 de agosto de 2021.

Confira:

Co-criado e escrito por Martin e John Hoffman, ‘Only Murders In The Building‘ segue três estranhos (Martin, Short e Gomez) que compartilham uma obsessão com crimes e assassinatos e de repente se vêem envolvidos em um.

Aaron DominguezAmy Ryan completam o elenco.

‘Eternos’: Novo filme do MCU ganha belíssimo cartaz em IMAX; Confira!

Eternos’, novo e aguardado filme do Universo Cinemático Marvel, ganhou um belíssimo cartaz em IMAX.

Confira:

Lembrando que o longa chega que chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Grey’s Anatomy’: Skylar Astin entra para o elenco da 18ª temporada

Segundo a Variety, o ator Skylar Astin foi escalado para a 18ª temporada do popular drama médico ‘Grey’s Anatomy’.

As informações indicam que Astin dará vida a Todd Eames, um personagem regular descrito como “charmoso e bonito, com uma alma gentil. Eames tem pós-doutorado em ciências ambientais e adora uma boa planilha. Ele é bem próximo à irmã, que é uma paciente grávida no Grey Sloan Memorial”.

O ator fará sua estreia na série no dia 24 de março, com o 13º episódio da temporada.

Lembrando que ‘Grey’s Anatomy’ já foi renovada para o 19º ciclo.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens, Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill  e Scott Speedman.

‘The Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg terá estreia MUNDIAL no Festival de Toronto

Steven Spielberg está pronto para levar sua própria vida às telonas com o ambicioso projeto semi-autobiográfico ‘The Fabelmans’ – e, agora, foi anunciado que o filme terá sua primeira exibição oficial muito em breve.

O longa-metragem fará sua estreia mundial no Festival Internacional de Toronto, que acontece entre os dias 08 e 18 de setembro de 2022 (via Collider).

Essa será a primeira aparição de Spielberg no evento.

O elenco é formado por Sam Rechner, que dará vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que será uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que será uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’‘Harry Potter’‘Indiana Jones’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

Artigo | ‘Colette’ é um dos melhores filmes de Keira Knightley que você provavelmente não conhece

Keira Knightley é conhecida por seus inúmeros papéis em dramas e aventuras de época. Apenas ao ouvir seu nome, conseguimos associá-la a uma das franquias mais rentáveis do cinema contemporâneo, Piratas do Caribe’, além de nos recordarmos de suas performances aplaudíveis em Orgulho e Preconceito’ e Anna Karenina’. Além de sua sedutora versatilidade, a atriz é dotada de um carisma instantâneo em cena, o qual é um dos grandes responsáveis por transformá-la na queridinha de grande parte do público. E após ter feito uma aparição em O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos’, adaptação em live-action da Disney massacrado pela crítica, ela retornou ao seu patamar artístico com a cinebiografia Colette’, baseada na vida de uma das escritoras francesas mais controversas do início do século XX. 

O filme gira em torno da personagem-título, uma jovem campesina cuja família não é dotada de grandes riquezas materiais. Ainda que seja protegida pela ama Sido (Fiona Shaw), a qual acredita que ela deve se casar por amor e com alguém de respeito, ela sabe que deve encontrar alguém que eleve seu nível social, mas acaba por se envolver com o crítico e escritor Willy (Dominic West), um dos solteiros mais cobiçados de toda a Paris. A união indesejada faz com que ele perca sua herança e que Gabrielle (Knightley), seu nome de batismo, seja malvista nos lugares que passa a frequentar – festas, eventos beneficentes e óperas -, sendo considerada uma oportunista. Além disso, as coisas não vão financeiramente muito bem, visto que Willy não tem uma publicação com boas vendas há algum tempo e Gabrielle só consegue ajudá-lo na transcrição de cartas. 

Acontece que o autor na verdade não é responsável pela criação das suas narrativas, contratando escritores-fantasmas que poderão terminar em tempo recorde suas brutas ideias. Eventualmente, ele descobre que pode usar as incríveis habilidades imaginativas de sua agora esposa para aumentar a renda e recuperar sua reputação nos inúmeros círculos sociais do qual faz parte. E assim, Gabrielle cria inúmeras aventuras envolvendo a personagem Claudine, que na verdade é uma extensão de si própria e de suas memórias de infância. Ainda que saiba que não terá seu nome publicado – afinal, mulheres no mercado literário não eram bem-vistas na Europa da belle époque -, ela adota o pseudônimo de Colette, desejando assim ser chamada por todos os seus amigos e inclusive por seu marido. 

O drama familiar na verdade é bem mais complexo do que aparenta. Apesar da frágil e conhecida premissa, o diretor Wash Westmoreland é capaz de criar uma ambientação sólida e segura para o desenvolvimento de cada um dos personagens – e sim, eles são vários. Entretanto, diferente do que poderíamos pensar, a saturação excessiva dá lugar a escolhas bem feitas de presença e protagonismo, sempre convergindo as múltiplas subtramas para o casal principal. É claro que, além de uma habilidosa mão na cadeira principal, Westmoreland é auxiliado por um roteiro competente supervisionado por Richard Glatzer, com o qual colabora novamente três anos após o tour-de-force Para Sempre Alice’. 

A dupla, como já nos provado no longa protagonizado por Julianne Moore, é capaz de extrair o melhor de seu elenco através de diálogos eximiamente estruturados e uma composição técnica hábil. A história de Colette passa por altos e baixos, culminando em uma autoaceitação desafiadora para os padrões da época, incluindo acerca de sua orientação sexual. Após o inesperado sucesso de seus livros, ela percebe que o marido não a ama mais, e sim se apaixonou por Claudine e por todos os benefícios que ela trouxera à sua vida. Apesar de se manterem casados, evitando assim quaisquer escândalos destrutivos, Colette e Willy se afastam e passam a viver em segredo seus mais íntimos desejos: a protagonista, em dado momento, se apaixona pela nobre Mathilde “Missy” de Morny (Denise Gough), um nome visto com depreciação pelo modo masculinizado de se vestir e por representar uma das primeiras figuras a abertamente falar sobre transexualidade (cujo tema só ganharia nome décadas depois). 

A atmosfera paradoxal da vida da heroína predispõe-se de temas contemporâneas, como o supracitado, o feminismo e a renegação de valores sociais tradicionalistas e burocráticos. Tais elementos catárticos ganham uma profunda reflexão na fotografia, a qual se inicia com uma perspectiva mais difusa e onírica, transitando para a penúria de uma composição mais sombria e sóbria, tão realista que chega a ser angustiante, enquanto persegue Colette em seu coming-of-age. Apesar de finalmente se encontrar como artista, ela ainda sente que algo lhe falta, e a comprovação desse buraco existencial vem no momento em que Willy, pensando apenas em si próprio, vende os direitos autorais da série de livros de Claudine a preço de banana. É nesse momento que ela percebe que seu ex-marido não pensaria duas vezes antes de trocá-la por algo material – e então, saindo sem olhar para trás do apartamento, ela finalmente encontra quem realmente é. 

O longa não é desprovido por completo de deslizes. Encontrando uma perfeição narrativo-estética emocionante com a chegada da segunda parte, o primeiro ato move-se numa fragilidade rítmica complicada até mesmo de ser analisada. Por vezes, a câmera de Westmoreland permanece em um só enquadramento, quando na verdade o tom da sequência exigia uma movimentação para manter sua fluidez. Entretanto, conquanto erre nos minutos iniciais, o diretor logo decide por qual caminho decide seguir e orquestra uma jornada de época belíssima. 

‘Colette’ mostra mais uma vez que as biopics não saíram de moda. Há muito a ser explorado, e caso o gênero mantenha-se em um nível tão envolvente quanto o deste, talvez nunca caia nas ruínas do preciosismo ou da presunção. E é claro: Knightley rouba cada uma das cenas em mais uma apresentação memorável e aprazível. 

‘A Idade Dourada’: 2ª temporada da série de época ganha novas cenas OFICIAIS; Confira!

HBO Max (agora conhecida como Max nos Estados Unidos) divulgou um compilado de suas próximas estreias e aproveitou para revelar novos clipes oficiais da 2ª temporada do drama de época ‘A Idade Dourada’.

O próximo ciclo tem estreia prevista para 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira, a partir de 00:29:

Lembrando que 13 atores foram recentemente promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.

As promoções incluem: Kelli O’Hara como Aurora Fane, Donna Murphy como Mrs. Astor, Debra Monk como Armstrong, Kristine Nielsen como Mrs. Bauer, Taylor Richardson como Bridget, Ben Ahlers como Jack Trotter, Kelley Curran como Turner, Douglas Sills como Baudin, Celia Keenan-Bolger como Mrs. Bruce, Michael Cerveris como Watson, Erin Wilhelmi como Adelheid Weber, Patrick Page como Richard Clay e Sullivan Jones como T. Thomas Fortune.

Thomas Cocquerel, que deu vida a Tom Raiker, não retornará para a 2ª temporada.

A 1ª temporada completa já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

Crítica 2 | Entre trancos e barrancos, ‘As Marvels’ é uma DIVERTIDA aventura dominada por Iman Vellani

Crítica livre de spoilers.

Em 2019, o Universo Cinemático Marvel ganhava mais um capítulo com o lançamento do elogiado ‘Capitã Marvel’ – que, além do sucesso crítico e financeiro, serviu como engate para ‘Vingadores: Ultimato’. O filme auxiliou a imortalizar a vencedora do Oscar Brie Larson como uma das personagens mais populares dos quadrinhos nas telonas, mas também atraiu uma onda de ódio inexplicável, ainda mais para com a atriz principal. Agora, depois de enfrentar uma pífia campanha de marketing e mais tentativas de boicote, Larson retorna ao MCU com a vindoura sequência ‘As Marvels’, que estreou hoje, 09 de novembro, nos cinemas nacionais.

Diferente do filme anterior, a narrativa não se concentra apenas em Carol Danvers/Capitã Marvel, abrindo espaço para o bem-vindo retorno de Teyona Parris como Monica Rambeau, sobrinha de Carol, e da carismática Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel. Como visto no material promocional, o trio se conecta através de um fio condutor que envolve seus próprios poderes: Carol consegue absorver e canalizar luz, enquanto Monica consegue enxergá-la e Kamala, modelá-la e transmutá-la em objetos sólidos. De alguma forma, elas se tornam conectadas e trocam de lugar assim que ativam suas habilidades, forçando-as a se unir para enfrentar um perigo mortal encarnado pela misteriosa e ameaçadora figura de Dar-Benn (Zawe Ashton), arqui-inimiga da Capitã Marvel que quer se vingar de todo o mal que ela trouxe a seu planeta, Hala, transformando-o em um lugar inóspito, inabitável e insustentável.

Seguindo os passos de outros antagonistas do universo super-heroico, Dar-Benn tem intenções que são compreensíveis e que fogem do maniqueísmo entre o bem o mal, mesmo justificando atitudes malignas e condenáveis com uma backstory trágica. E é claro que, munida da companhia de Kamala e Monica, Carol tem a missão de impedi-la em destruir mundos inteiros para recuperar Hala e quem sobreviveu de seu povo. Para tanto, ela utiliza um bracelete quântico que tem a habilidade de abrir “pontos de salto” que drenam recursos naturais de outros planetas e deixá-los abandonados. E é a partir daí que o roteiro se desenrola entre trancos e barrancos e, eventualmente, entregando uma aventura honesta e divertida.

Como é de costume, Larson vai um trabalho sólido ao reencarnar Carol, dividindo os holofotes com Parris – que, em certos momentos, é deixada de lado. Todavia, é Vellani quem emerge como a verdadeira estrela do longa-metragem: após ter conquistado os fãs do MCU na série que leva o nome de sua heroína, ela regressa como Kamala em um show de fascínio e de respeito à personagem que enche as telas e nos conduz com fluidez por um show recheado de piadas que funcionam na maior parte, por mais que enfrente obstáculos no caminho. Ela domina cada uma das cenas e auxilia na exploração de camadas mais profundas em relação a Carol e a Monica.

Os laços que se estreitam entre as três insurgem como o principal ápice da obra – e a diretora Nia DaCosta, que conquistou os críticos e os espectadores com o ótimo terror ‘A Lenda de Candyman’, faz o possível para não colocar muitas informações e cansar o público com um excesso audiovisual. Todavia, à medida que ela tenta procurar um foco e meio a tantas subtramas, ela não sabe em que caminho seguir e se esquece de tomar cuidado com o ritmo dos três atos do projeto. O primeiro é atacado por uma montagem muito fragmentada, pincelada com cortes bruscos que, em vez de explicarem o que está acontecendo, apenas levantam mais questões por parte do público; o segundo encontra-se em meio a um trajeto irregular e começa a fornecer dicas do que podemos esperar do enredo; e o terceiro mergulha em um comodismo narrativo que só consegue se salvar pela cena de encerramento, pela sequência pós-créditos e pela química entre as personagens.

Há outros equívocos que conseguimos relevar caso estejamos engatados na narrativa – mas, para aqueles que não se conectarem, envolver-se com o que é apresentado pode não ser uma tarefa fácil. A trilha sonora é sólida e faz até referências a outras obras cinematográficas; porém, como já mencionado, inúmeras subtramas, uma vilã um tanto quanto genérica e que perde brilho quando colocada ao lado do Alto Evolucionário (‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’), por exemplo, e efeitos especiais que poderiam ser melhor trabalhados quebram a magia e nos deixam com uma sensação agridoce conforme nos aproximamos dos créditos finais.

‘As Marvels’ não é um filme tão ruim quanto as pessoas estão pintando nas redes sociais ou como alguns críticos enviesados insistem em caracterizá-lo; é claro que o resultado é aquém do esperado, mas isso não significa que não podemos nos divertir caso o encaremos como o entretenimento em sua forma mais pura e não como uma revolução estética que quer ser maior do que pode.

Confira a crítica em vídeo:

Artigo | Os fantasmas do passado: o final explicado de ‘Them: The Scare’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Três anos depois do que acreditávamos ser o fim de uma breve série de terror, o Prime Video resolveu nos presentear com a segunda temporada da ambiciosa ‘Them’.

Subtitulada ‘The Scare’, a trama nos apresenta a uma narrativa antológica que leva o público quase quatro décadas depois dos eventos da iteração predecessora. Aqui, acompanhamos a detetive Dawn Reeve (Deborah Ayorinde) e sua investigação de um brutal assassinato em Los Angeles que pode estar vinculado à sua própria história. Conforme os episódios se desenrolam, percebemos que o homicídio, na verdade, é apenas o princípio de uma comunhão de acontecimentos medonhos que envolvem uma força sobrenatural inexplicável e que começa a ter como alvo sua família.

Durante o enredo, também somos convidados a conhecer o insano Edmund Gaines (Luke James), um aspirante a ator que navega entre a insanidade e a loucura ao ser constantemente rejeitado de todos os sonhos que sempre teve – não apenas no âmbito profissional, mas nas outras esferas. A priori, não entendemos de que forma as duas tramas se conectam; porém, conforme o horror cresce, as coisas começam a se encaixar da maneira mais angustiante possível e guiada por uma brincadeira cronológica que não poderíamos ter previsto em nenhum momento.

Como Dawn percebe, não existe nenhum serial killer físico tirando as vidas de pessoas inocentes em Los Angeles, e sim uma criatura demoníaca que parece estar atrás de uma vingança inexplicável. O que ela não imaginava é que um compilado de segredos obscuros viria à tona pouco a pouco – como o fato dela, na verdade, ter sido adotada por Athena (Pam Grier) do orfanato em que vivia desde bebê, em que era maltratada pela cuidadora (a qual, por sua vez, a maltratava dia e noite com ameaças e punições condenáveis). Mas isso não é tudo: Dawn havia sido adotada por Athena junto ao irmão gêmeo, que foi devolvido ao sistema após apresentar um comportamento estranho e beirando a psicopatia; sua mãe adotiva, dessa forma, os separou em uma decisão precipitada e que daria origem à trama principal. Afinal, o irmão gêmeo de Dawn em questão era ninguém menos que Edmund.

A verdade é que a temporada divide-se em duas linhas temporais que só começam a fazer sentido quanto a iteração entra em seu terceiro ato e somos levados a 1989, quando Edmund e Dawn se reencontram. Todavia, após todo o trauma sofrido, Dawn acabou por recalcar o que passou ao lado do irmão e no orfanato, construindo uma vida nova ao lado do até então marido e do filho. Não é surpresa, pois, que a protagonista não o reconheceu de imediato, mas Edmund sabia exatamente quem ela era e utilizou aquele encontro apenas como um último gatilho para se suicidar e transformar-se na implacável e rancorosa criatura que precisa caçar e punir aqueles que representam seus assuntos inacabados.

E isso não é tudo: os gêmeos provêm de uma linhagem que é marcada por traumas e que já foi perseguida por monstros bastante semelhantes. Como é-nos revelado no capítulo de encerramento, Edmund e Dawn são filhos de Ruby Lee Emory (Shahadi Wright Joseph), a filha mais velha de Lucky (Ayorinde) e Henry (Ashley Thomas) na temporada de estreia – que, levando em consideração o que a família passou confinada em um horrível subúrbio dominado por brancos nos anos 1950, resolveu dar a melhor chance possível para os filhos recém-nascidos sem que eles precisassem carregar os fardos de algo que não lhes pertencia.

Ao descobrir quem é sua mãe biológica, Dawn crê que está livre de todas as amarras que borravam sua genealogia – mas, o que ela não esperava, é que os fantasmas de um remoto passado voltariam a assombrá-la em uma espetacular cena final que traz o retorno do Tap Dance Man (Jeremiah Birkett), um dos demônios que assolava os Emory (em especial, Henry, ao emergir como um algoz que o induzia a se render às angústias e à impotência de proteger a família). A sequência em questão pode, inclusive, nos preparar para uma merecida terceira temporada que deve finalizar esse arco multigeracional e muito bem-vindo.

Lembrando que as duas temporadas estão disponíveis no Prime Video.

‘Marty Supreme’: Fran Drescher entra para a cinebiografia estrelada por Timothée Chalamet

A icônica atriz e comediante Fran Drescher foi escalada para o elenco de ‘Marty Supreme’, novo projeto da A24 estrelado por Timothée Chalamet (via Deadline).

Drescher, que também é presidente do Sindicato de Atores de Hollywood (SAG-AFTRA), se junta aos previamente confirmados Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é assinado pelo diretor Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘Marty Supreme’ tem previsão de lançamento para 2025. As filmagens já começaram em Nova York.

chalamet marty
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‘Confinado’: SUSPENSE com Bill Skarsgård e Anthony Hopkins ganha data de estreia no Brasil

O suspense ‘Confinado‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’) e Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril, pela Diamond Films.

Confira o cartaz nacional:

Na trama, quando Eddie arromba um carro de luxo, ele cai em uma armadilha mortal preparada por William, um autoproclamado justiceiro que entrega sua própria marca distorcida de justiça. Sem meios de escapar, Eddie deve lutar para sobreviver em uma viagem onde a fuga é uma ilusão, a sobrevivência é um pesadelo e a justiça se encontra em alta velocidade.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

David Yarovesky (‘Brightburn: Filho das Trevas’) é responsável pela direçãp.

O longa é um remake do suspense argentino ‘4X4‘ (2019), que já havia ganhado uma versão brasileira, ‘A Jaula‘ (2022), estrelada por Chay Suede e Alexandre Nero.

‘Mutiny’: Novo filme de ação com Jason Statham é ADIADO

Lionsgate adiou a data de estreia de ‘Mutiny’, novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’) (via Deadline).

Anteriormente, o filme estava programado para chegar aos cinemas no dia 9 de janeiro de 2026. Porém, a data foi ocupada pela sequência de ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, ação estrelada por Gerard ButlerMorena Baccarin.

O longa protagonizado por Statham segue agora sem dia confirmado, mas tem previsão de lançamento para o verão norte-americano de 2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).

Na trama…

Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.

Annabelle Wallis e Roland Møller também estrelam a produção.

Apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados, sabe-se que o personagem de Wong será bem próximo do protagonista, vivido por Jason Statham.

Jean-François Richet, diretor de ‘Alerta Máximo‘, comanda a produção.

O roteiro é assinado por Lindsay Michel e J.P. Davis.

Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.

Globo de Ouro 2026 | Jean Smart leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical por ‘Hacks’

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores do Globo de Ouro 2026.

Jean Smart foi premiada com a estatueta de Melhor Atriz em Série de Comédia, sendo esta sua terceira condecoração do evento.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

Jean SmartHannah Einbinder estrelam.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

‘Hacks’ conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

‘Only Murders in the Building’: David Tennant e Nicola Coughlan são anunciados na 6ª temporada!

Segundo o Deadline, o Hulu escalou sete novos membros ao elenco da 6ª temporada da aclamada série de mistério e comédia ‘Only Murders in the Building’.

O próximo ciclo contará com David TennantNicola CoughlanJodie WhittakerJim BroadbentRichard AyoadeAdrian LukisKathryn Hunter no elenco.

O grupo se junta aos previamente anunciados Jennifer Saunders, Sean Teale, Simone Ashley, Amar Chadha-Patel, Rhea Norwood, Matthew Beard, Sharon Horgan, Martin Freeman, Geri Halliwell-Horner, Jamie Demetriou, Anjana Vasan, Jane Horrocks, Derek Jacobi e Lesley Nicol.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

Lembrando que o próximo ciclo será ambientado em Londres, capital da Inglaterra, e contará com dez episódios inéditos.

Em uma entrevista anterior à Variety, o cocriador da atração John Hoffman explicou o motivo de levar o trio protagonista para uma viagem na capital inglesa.

“[Levamos] isso para Londres, o berço da literatura policial”, ele explicou. “A mistura de ficção com histórias de crimes reais e podcasts se tornou algo realmente intrigante para mim, essa ideia de combinar os dois mundos. É a terra de Agatha Christie e Arthur Conan Doyle, combinada com nossos podcasters e o sucesso que eles alcançaram. Unir tudo isso no lugar onde o mistério policial aconchegante começou pareceu realmente fascinante.”

As cinco primeiras temporadas da atração estão disponíveis no Disney+.

No mais recente ciclo, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam o duplo assassinato de Lester Coluca (Teddy Coluca) e do mafioso Nicky Caccimelio (Bobby Cannavale).

O mais recente ciclo ainda trouxe Michael Cyril CreightonMeryl StreepBobby CannavaleTeddy ColucaBeanie FeldsteinJermaine FowlerKeegan Michael-KeyRichard KindNathan LaneTéa LeoniLogan LermanDa’Vine Joy RandolphChristoph WaltzDianne WiestRenée Zellweger no elenco.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ deve ter a pior abertura da trilogia nas bilheterias dos EUA

De acordo com o Box Office Pro, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ pode ter a menor bilheteria de abertura da nova trilogia nos EUA.

Previsões iniciais indicam que sequência deve arrecadar entre US$ 185 e US$ 225 milhões no fim de semana de estreia, mas é pouco provável que ultrapasse os US$ 200 milhões.

Em 2017, ‘Os Últimos Jedi’ registrou US$ 220 milhões em seu primeiro fim de semana. E ‘O Despertar da Força‘ (2015) atingiu a marca de US$ 247,9 milhões.

Mesmo assim, ‘A Ascensão Skywalker‘ vendeu mais ingressos que ‘Vingadores: Ultimato‘ na primeira hora das pré-vendas do Atom Tickets, um dos maiores sites do ramo.

Além disso, uma análise financeira das duas últimas trilogias mostra um padrão em que o primeiro filme tem a maior arrecadação, o segundo cai em média, e o terceiro se recupera bem.

Lembrando que as projeções devem ser atualizadas após a pré-estreia do filme. E, considerando que este é o desfecho da saga, o apelo entre os fãs deve influenciar nas bilheterias.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinema nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Don’t Look Deeper’: Série da diretora de ‘Crepúsculo’ ganha novas imagens promocionais; Confira!

A plataforma de streaming Quibi divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Don’t Look Deeper‘, que estará disponível em seu catálogo a partir de hoje (27 de julho), com novos episódios lançados diariamente.

Numa das imagens, a diretora Catherine Hardwicke (‘Crepúsculo‘) orienta Helena Howard (‘A Madeline de Madeline’) e Don Cheadle (‘Vingadores: Ultimato’), os protagonistas da produção.

Confira, junto com o trailer:

A série de ficção científica acompanha a história de Aisha, uma estudante do ensino médio que descobre um segredo sombrio sobre ela e os moradores de Merced, na Califórnia: Nem um deles é humano.

Tentando lidar com a nova descoberta e desvendar sua origem, Aisha acaba desencadeando uma série de eventos que colocam sua vida em risco.

Escrita por Jeffrey Lieber (‘Lost’) e Charlie McDonnell (‘Offline’), ‘Don’t Look Deeper’ é estrelada por Helena Howard como Aisha, Don Cheadle como Martin, Emily Mortimer como Sharon, Ema Horvath como Jenny, Jan Luis Castellanos como Levi, Kaiwi Lyman como Noah, e Harvey Zielinski como Abel.

Para quem não conhece, o Quibi é um serviço de streaming que estreou em abril e oferece aos usuários programações rápidas, com episódios de 10 minutos de duração e produzidos exclusivamente para smartphones.

Apesar de alguns desafios, incluindo baixos números de assinantes, o co-fundador da Quibi, Jeffrey Katzenberg, disse anteriormente que ainda está otimista com a plataforma.

“Ainda estou bastante otimista com o sucesso do Quibi.”, disse ele uma versão virtual do Series Fest. “Quando o isolamento social acabar, voltaremos a trabalhar com toda a força para entregarmos conteúdos atrativos aos assinantes para mantê-los grudados às telas de celular. Começamos há pouco tempo, mas estou animado com as respostas e com os elogios. Eu não poderia estar mais empolgado.”

‘Sonic 2 – O Filme’: Imagens dos bastidores revelam os visuais de Tails e Knuckles; Confira!

As gravações de ‘Sonic 2 – O Filme‘ começaram em março e algumas novidades sobre a produção já estão sendo reveladas.

Através do Twitter, uma página focada em novidades sobre a adaptação divulgou as primeiras imagens de Tales (a raposa) e Knuckles (a equidna vermelha), dois dos velocistas mais famosos presentes na franquia de games.

Além disso, James Marsden e Tika Sumpter também foram fotografados correndo.

Confira:

“Aqui vai um vislumbre das filmagens de ‘Sonic 2 – O Filme‘ em Fort Langley. As imagens mostram Sonic, Tails e Knuckles no set; Marsden e Sumpter também estão presentes.”

Confira, junto com o teaser da sequência:

Segundo o Comic Book, Jason Momoa (‘Game of Thrones’, ‘Aquaman’) foi convidado para dublar Knuckles, que é um aliado do rápido ouriço azul.

O personagem no filme será fiel à sua representação na série de videogame, o que significa que ele será um personagem sério, e a Paramount acredita que Momoa é perfeito para o papel.

“Para o primeiro filme, nós realmente estávamos apenas olhando para o jogo de 1991 e vendo onde tudo começou para mantê-lo simples. Tentamos realmente acertar o Sonic e o Robotnik e criar sua rivalidade. Contamos um pouco da história de origem, fazendo com que todos se apaixonem por ele como personagem e torçam por mais. E então, agora podemos abrir e trazer alguns desses outros personagens que os fãs conhecem e amam. E sim, quero dizer, ninguém está mais animado do que eu por ter essa oportunidade.”, disse Fowler ao ComicBook.

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘O Livro de Boba Fett’ reutiliza cena deletada de ‘Star Wars: O Ataque dos Clones’

O primeiro episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘ traz uma bela homenagem a ‘Star Wars: O Ataque dos Clones‘, filme que introduziu a versão infantil do personagem na saga.

Logo no início do episódio, vemos Boba (Temuera Morrison) se recuperando de ferimentos em um tanque de bacta, enquanto relembra alguns momentos impactantes de sua vida.

Um desses momentos é quando ele pega o capacete de seu pai, Jango, que havia sido decapitado por Mace Windu (Samuel L. Jackson) na batalha de Geonosis.

Acontece que alguns fãs notaram que a cena foi um pouco mais longa que a original.

Isso porque a Lucasfilm reutilizou cenas deletadas do ‘Episódio II‘ e também gravou novas cenas usando um dublê semelhante a Daniel Logan, que deu vida a Boba no filme.

A informação foi confirmada pelo próprio ator em seu perfil do Twitter.

Confira, junto com a cena de ‘O Livro de Boba Fett’:

*** ALERTA DE SPOILER **
“Não role mais se não quiser spoilers de ‘O livro de Boba Fett’. Você foi avisado. Boba Fett vive. Essa cena em particular sobre o ombro dele é nova. O resto do jovem #BobaFett é das filmagens de 2000, na Austrália.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘ estreia em 05 de janeiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

Jonathan Lipnicki, de ‘Stuart Little’, explica porque QUASE desistiu de atuar

Jonathan Lipnicki foi um dos atores mirins mais conhecidos do final dos anos 1990 e início dos anos 2000 graças a seus papéis em filmes como ‘Jerry Maguire – A Grande Virada’ e ‘Stuart Little‘.

No entanto, ele sumiu dos holofotes por um bom tempo para se dedicar a curtas e séries de TV sem grande apelo comercial, como ‘Youthful Daze‘, exibida entre 2014 e 2015.

Atualmente com 31 anos de idade, Lipnicki disse ao Slashfilm que quase desistiu da dramaturgia porque não se considerava um bom ator.

“Depois da adolescência, eu passei por uma difícil mudança de mentalidade em relação ao meu trabalho e fiquei um bom tempo sem atuar em grandes projetos. As pessoas sempre me paravam para perguntar se era porque eu queria me dedicar aos estudos, mas a verdade é que eu não me achava um bom ator. Então, eu tirei uma folga, no sentido de que a atuação não era a minha única prioridade. Mas eu não parei de atuar simplesmente porque não queria. Acontece que eu realmente não consegui nenhum papel por um tempo.”

Ele continuou, explicando que a transição da infância para a adolescência prejudicou sua autoconfiança.

Lipnicki confessou que se comparava muito a atores que ele admirava e que eram considerados galãs, enquanto ainda parecia uma criança.

“Sou muito honesto sobre isso. Teve uma época que eu já não me enxergava como um bom ator. Quando você é criança, há essa coisa maravilhosa de ser infantil e inocente, mas quando você é jovem, as coisas mudam um pouco. Quando você percebe a realidade, você fica mais nervoso, se cobra mais, começa a se comparar… É o mundo entrando em cena. Chegou um ponto em que eu deixei de ser eu mesmo para tentar ser como meus atores favoritos.”

Felizmente, Lipnicki disse que foi convencido a voltar a frequentar as aulas teatro, até que começou a atuar em algumas peças.

Além disso, ele foi escalado para o elenco do vindouro terror ‘Camp Lake Pleasant’, que também vai contar com Robert Lasardo (‘A Centopeia Humana 3’, Kelly Reiter (‘Amityville Uprising’), James Di Giacomo (‘Stowaway’), Michael Pare, Bonnie Aarons, Devanny Pinn e Mike Ferguson.

Com estreia marcada para 2023, o longa pe escrito e dirigido por Thomas Walton (‘Room 9’).

Na trama, um casal de empreendedores, os Rutherfords, decidem abrir um acampamento de terror em uma propriedade abandonada, onde uma jovem ‘Echo Meadows’ foi sequestrada e seus pais foram brutalmente assassinados 20 anos antes.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ vai apresentar MÚLTIPLAS variantes da Gwen-Aranha

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘ tem estreia marcada para 2024.

E, a julgar pelo título, os fãs estão estão se perguntando o que podem esperar da sequência.

Durante uma entrevista para o podcast Crew Call, os produtores Phil Lord e Chris Miller revelaram que o longa vai apresentar várias versões de Gwen Stacy.

“O foco do Aranhaverso é o Homem-Aranha, seja Miles Morales, Peter Perker, Miguel O’Hara… Mas o prócimo filme dará mais destaque à Gwen e suas variantes”, disse Lord.

Miller acrescentou que:

“Está confirmado, já está no roteiro. É… Eu acho que isso iria acontecer… Essas coisas evoluem com o passar do tempo. Isso é meioque uma grande parte da trama, uma parte essencial, eu diria.”

Por fim, a dupla fez mistério quando Lord disse:

“Há uma coisa que me deixa muito animado e…”

Miller o interrompeu, provocando:

“Sim, eu sei exatamente o que você está falando. Você sabe o que eu estou pensando… Eu não vou dizer nada. Eu não vou dizer nada.”

E aí, você ficou curioso? Até lá, confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘Deadpool e Wolverine’: Artes revelam [SPOILER!] e diferentes variantes do Mercenário Tagarela; Confira!

Através do Twitter, a página CanWeGetSomeToast compartilhou uma suposta arte oficial de ‘Deadpool e Wolverine’, revelando as diferentes variantes do Mercenário Tagarela, incluindo o Dogpool e o Kidpool.

Até o momento, não há como comprovar a veracidade da imagem, mas o resultado ficou bem intrigante.

Além disso, considerando que o filme vai explorar o multiverso, tudo indica que a trama vai apresentar novas versões do personagem.

Confira:

“Nova arte promocional das variantes de Deadpool, que vão aparecerão em ‘Deadpool e Wolverine’.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que nós conhecemos

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘Invasão Secreta’: Confira artes promocionais INÉDITAS da nova série da Marvel Studios

Descrita como “um thriller de espionagem que vai mudar o jogo dentro do MCU”, a série ‘Invasão Secreta‘ recebeu novas artes promocionais, que destacam os personagens vividos por Samuel L. Jackson, Olivia Colman, Emilia Clarke e Martin Freeman.

Confira:

Com estreia marcada para 21 de junho, na Disney+, ‘Invasão Secreta’ também conta conta com o retorno de Cobie Smulders como Maria Hill.

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com o clima tenso e com a trama de suspense.

Até mesmo a ausência de piadas na prévia deixou o público animado. Inclusive, alguns disseram que a série pode recuperar a fé no MCU após tantas decepções nos últimos anos.

Confira as reações:

O time dos novatos também inclui Carmen Ejogo, Christopher McDonald, Killian Scott, Olivia Colman (‘Fleabag’).

Kingsley Ben-Adir (‘One Night in Miami’) será o vilão Gravik, um líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

 

Chris Evans vai VOLTAR como Capitão América em ‘Vingadores: Guerras Secretas’, diz insider

Parece que Chris Evans, o querido intérprete de Capitão América, pode estar pronto para fazer um retorno épico nas telonas.

Rumores indicam que Evans estaria de acordo para reprisar seu papel icônico no próximo evento cinematográfico da Marvel, ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

A especulação foi alimentada pelo insider MyTimeToShineHello. Segundo o perfil, Evans já teria concordado em voltar como o personagem, mesmo após sua despedida em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Vale lembrar que uma reportagem recente da Variety revelou que Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, estaria trabalhando para reunir todos os heróis originais do MCU para um novo longa-metragem da franquia.

Relatórios anteriores indicaram que ‘Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Inclusive, o insider Daniel Richtman (via CBM) já havia dito que o Wolverine pode ter um papel essencial no aguardado filme.

Ao que parece, Jackman chegou a se encontrar Feige, Diretor Criativo da Marvel Studios, antes da greve dos atores para discutir seu futuro como o personagem, o que envolve sua participação na sequência.

Considerando que o personagem voltou a ganhar holofote após sua confirmação em ‘Deadpool 3‘, seu envolvimento em ‘Guerras Secretas‘ não seria uma grande surpresa, mas o que surpreende é o fato dele ter um papel significativo na trama.

Isso significa que a versão de Wolverine de Jackman vai permanecer no MCU por um bom tempo.

Mas será que ele fará parte da nova equipe de mutantes no vindouro reboot dos ‘X-Men’?

Lembrando que as produções de ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ e ‘Guerras Secretas‘ foram postergadas por um ano inteiro, com o primeiro passando de de 02 de maio de 2025 para 1º de maio de 2026.

Já ‘Guerras Secretas‘ saltou de 1º de maio de 2026 para 7 de maio de 2027.

Além disso, ‘A Dinastia Kang‘ está passando por mudanças e deve trocar de roteirista após o fracasso de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.

Segundo o jornalista Jeff Sneider, Jeff Loveness – que roteirizou ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ – foi desligado do projeto.

Sneider afirma que ouviu a informação de executivos da Marvel, que estaria procurando um substituto. Por enquanto, encare como um rumor.

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