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‘Winning Time’: Série sobre a ascensão dos Lakers é renovada para a 2ª temporada

A HBO renovou oficialmente a série ‘Winning Time‘ para a 2ª temporada.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o plano original seria encerrar a produção com o anúncio de Magic Johnson sobre ter contraído HIV, mas a emissora optou por adaptar o livro seguinte, Three-Ring Circus: Kobe, Shaq, Phl, and the Crazy Years of the Lakers Dynasty. Sobre a renovação, o chefão da HBO, Casey Bloys, declarou: “Se há mais histórias em diferentes eras, por que não as continuar explorando?”

Vale lembrar que o final da primeira temporada irá ao ar amanhã (8).

Criada por Adam McKay, Jim Hecht e Max Borenstein, a série é baseada no livro Showtime: Magic, Kareem, Riley, and the Los Angeles Lakers Dynasty of the 1980s, de Jeff Pearlman.

Uma série fast-break narrando a vida profissional e pessoal do Los Angeles Lakers dos anos 1980, uma das dinastias mais veneradas e dominantes do esporte – uma equipe que definiu uma era, dentro e fora das quadras.

O elenco conta com John C. Reilly, Solomon Hughes, Jason Clarke, DeVaughn Nixon, Sally Field, Hadley Robinson, Gaby Hoffmann, Adrien Brody, Jason Segel, Tamera Tomakili, Rob Morgan e Quincy Isaiah.

‘Avatar 3, 4 e 5’ irão acontecer? James Cameron fala sobre as novas sequências!

Em entrevista ao The Wrap, o diretor James Cameron comentou sobre o lançamento das novas sequências da franquia ‘Avatar‘.

Apesar de se mostrar positivo quanto ao futuro da saga, o cineasta adiantou que as novas iterações podem demorar um pouco mais do que havia sido previamente divulgado.

“Nós sabemos exatamente o que estamos fazendo. Sabemos como as novas sequências serão. Só precisamos passar pelo processo de finalizá-las. A expectativa é que ‘Avatar 3’ seja lançado daqui a dois anos, seguido por ‘Avatar 4’ uns três anos depois e mais alguns anos até o lançamento de ‘Avatar 5’.”

Ele completa, “Não haverá um grande distanciamento, então teremos a chance de ver qual será a reação dos espectadores ao desenvolvimento da história. Se eles investirem na jornada desses personagens e nesse universo, nós queremos entregar lançamentos regulares. Esse sempre foi o nosso plano. É por isso que demoramos tanto [para lançar ‘Avatar 2’].”

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘ arrecadou impressionantes US$ 995.1 milhões nas bilheterias mundiais. Em apenas duas semanas, a produção já se tornou a terceira maior bilheteria do ano, e a quarta maior desde o início da pandemia.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 661.9 milhões. Os maiores mercados incluem a China (US$104.5M), França (US$60.5M), Coreia (US$55.4M), Alemanha (US$41.5M) e Índia (US$39.2M).

No Brasil, ‘Avatar 2′ já vendeu mais de 4.3 milhões de ingressos, arrecadando um total de R$ 92.4 milhões nas bilheterias nacionais.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Nova comédia com John Cena amarga 0% de APROVAÇÃO dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 19 críticas publicadas até o momento, a comédia de ação ‘Freelance‘, estrelada por estrelada por John Cena (‘Pacificador’) e Alison Brie (‘GLOW’), foi detonada pelos críticos, conquistando chocantes 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que nada se salva nesta produção. Apesar dos protagonistas carismáticos, o filme é uma bagunça total – sem graça, sem coesão e sem ritmo.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Freelance’ é um filme opressivamente vazio. Não há romance. Não há comédia. Não há ação.” (RogerEbert.com)

“O filme parece um Frankenstein cinematográfico, formado por diversos gêneros diferentes que foram costurados na narrativa sem muito cuidado.” (Slant Magazine)

John Cena merecia um filme melhor. E nós também.” (Globe and Mail)

“Esse filme é uma bagunça sem vida e sem graça – tão confusa e fora da realidade que fará sua cabeça doer.” (Common Sense Media)

“Apesar dos protagonistas carismáticos, ‘Freelance’ é um filme completamente esquecível.” (Aisle Seat)

“Este filme é como se o estúdio tivesse visto o sucesso de ‘Cidade Perdida’, decidiu digitar ‘comédia de ação romântica tropical com atores mais baratos’ no Chat GPT e apertou enter.” (Hidden Remote)

“‘Freelance’ é o tipo de filme que, em outra época, teria sido lançado direto em vídeo e ficaria pegando poeira nas prateleiras de uma locadora.” (Richard Crouse)

O filme é dirigido por Pierre Morel (‘Busca Implacável’), com roteiro assinado por Jacob Lentz.

Uma ex-operadora das forças especiais consegue um emprego como segurança de uma jornalista enquanto ela entrevista um ditador cruel, mas um golpe militar irrompe e os três são forçados a fugir para a selva.

Juan Pablo RabaAlice EveMarton CsokasChristian Slater completam o elenco.

Confira o novo clipe da 3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina’

Durante o painel na Comic-Con San Diego, o Prime Video divulgou um clipe inédito da 3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 3 de outubro.

Confira o clipe e siga o CinePOP no YouTube:

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

Trailer do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ será lançado AMANHÃ; Confira o teaser!

A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser do próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

O trailer completo será lançado amanhã (22).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

O elenco contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Na trama…

“Quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.”

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

Julia Roberts estrelará novo SUSPENSE do criador de ‘Mr. Robot’

De acordo com o Deadline, Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’) será a protagonista de ‘Panic Carefully‘, novo suspense de Sam Esmail – criador da aclamada série ‘Mr. Robot‘.

Descrito como uma mistura entre ‘O Silêncio dos Inocentes‘ e ‘Mr. Robot‘, o longa será escrito e dirigido por Esmail.

O elenco grandioso ainda contará com Elizabeth Olsen (‘WandaVision’), Eddie Redmayne (‘Animais Fantásticos’), Brian Tyree Henry (‘Godzilla vs. Kong’), Ben Chaplin (‘Cálculo Mortal’), Aidan Gillen (‘Game of Thrones’), Joe Alwyn (‘A Favorita’) e Naledi Murray (‘Sweet Tooth’).

Sem muitos detalhes, a trama deve explorar uma caçada por ciberterrorismo.

O longa está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2027.

Esmail e Chad Hamilton servirão como produtores ao lado de Roberts, Scott Stuber, Marisa Yeres Gill e Lisa Gillan.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ben Affleck e Jennifer Garner cancelam pedido de divórcio

Ben Aflleck e Jennifer Garner recuaram no pedido de divórcio, segundo a revista People. De acordo com a publicação, o casal – que havia anunciado sua separação em junho de 2015 – ainda não retomou o relacionamento definitivamente, mas ambos decidiram continuar trabalhando no casamento, após alguns conflitos que quase colocaram todas as chances de retorno a perder.

Uma fonte próxima do casal afirmou que a decisão de cancelar o divórcio foi algo tomando conjuntamente:

“Há sempre a chance de uma reconciliação. Eles se amam, amam muito seus filhos e este amam seus pais”.

Conforme outra fonte próxima à Jennifer Garner relatou à revista na sua edição mais recente, a atriz quer manter sua família unida e as chances do casal de atores retomarem o casamento existe:

“Ela realmente quer fazer as coisas funcionarem com Ben. Eles estão dando uma nova chance e ele também está se esforçando para cuidar de si mesmo. Os dois não reataram, mas ainda há esperança. Jen espera que eles possam permanecer casados e Ben não quer o divórcio”.

 

‘Goosebumps 2′ ganha nova data de estreia

A sequência ‘Goosebumps 2‘ ganhou uma nova data de estreia. A produção estrelada por Jack Black agora chega aos cinemas norte-americanos em 12 de outubro de 2018. A informação foi divulgada pelo site Deadline.

Com a mudança, o filme de terror teen vai estrear em uma época bem propícia, há poucas semanas do Halloween.

Além disso, o adiamento também seria em virtude da chegada de outra produção de Black, ‘The House With a Clock in Its Walls‘, marcada para 21 de setembro, data anterior de ‘Goosebumps 2‘.

Assista nossa crítica do primeiro filme:

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‘Guerra Mundial Z 2’: Filmagens começam em junho de 2019; Confira as novidades!

A produção de ‘Guerra Mundial Z 2‘ está ganhando forma e novidades foram divulgadas pela produtora Dede Gardner. Durante uma entrevista à revista Variety, no tapete vermelho do drama ‘Beautiful Boy‘, ela confirmou que as filmagens começam em junho de 2019.

Gardner ainda confirmou o retorno do astro Brad Pitt ao papel de Gerry Lane, com o cineasta David Fincher a bordo na direção.

Além dela, outro produtor do longa, Jeremy Kleiner, conferiu atualizações sobre o roteiro, afirmando que Dennis Kelly continua trabalhando no material e que o estúdio está feliz com os rumos tomados por ele.

O filme teve sua produção adiada até Pitt terminar de filmar ‘Once Upon a Time in Hollywood‘, de Quentin Tarantino.

Guerra Mundial Z acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

O filme foi baseado no livro Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks.

O primeiro filme arrecadou saudáveis US$ 540 mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.

‘Pretty Little Liars: The Perfectionists’: Assista à cena de abertura do primeiro episódio!

Os fãs que aguardam a estreia de ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ podem ficar animados, pois a cena de abertura do primeiro episódio foi divulgada, para aguçar as expectativas do público.

A Freeform divulgou pouco mais de um minuto de cena, que traz em destaque uma misteriosa morte, ao som de uma versão sombria de Poker Face, da Lady Gaga.

Assista:


Sasha Pieterse, que viveu Alison, e Janel Parrish, que viveu Mona Vanderwaal, retornam em seus respectivos papeis.

Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights – e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino.

A produção estreia no canal Freeform no dia 20 de março.

‘The Walking Dead’: Conheça a Princesa em nova cena divulgada; Assista!

No episódio mais recente da 10ª temporada ‘The Walking Dead‘, exibido no último domingo (29), os fãs puderam conhecer a nova personagem da série, chamada Princesa.

E a cena final do capítulo em questão, que traz a caricata figura dos quadrinhos, foi divulgada.

Confira, com a promo do episódio 10×15:

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Snake Eyes’: Spin-off de ‘G.I. Joe Origens’ passará por refilmagens

O spin-off ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘ é uma das grandes promessas de 2021 e após alguns contratempos, em virtude da pandemia do coronavírus, a produção do longa será retomada, com algumas refilmagens.

A novidade foi compartilhada pelo astro Henry Golding, em vídeo um compartilhado em suas redes sociais. Na ocasião, ele comemorou a retomada dos trabalhos na produção, se dizendo estar grato por poder retornar ao set, com todas as medidas de segurança necessárias.

Assista o vídeo:

“Estamos de volta ao set, senhoras e senhores. Nós faremos algumas refilmagens para ‘Snake Eyes‘ e eu sou muito grato por poder fazer isso. Quer dizer, é um período realmente desafiante, por estarmos em produção durante o COVID. Todas as precauções estão sendo tomadas. Eu estou prestes a fazer o meu teste. Somos testados todos os dias, mas eu estou super empolgado por poder agitar esse ramo e espero que voltemos ao normal em breve”.

Lembrando que o derivado será lançado em 22 de outubro de 2021, um ano após a data original.

Confira a primeira imagem oficial:

Golding estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes‘ é dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Crítica Netflix | O Enfermeiro da Noite: Jessica Chastain e Eddie Redmayne em espetacular thriller true crime

Uma tendência POP mundial cada vez mais crescente, o gênero true crime migrou do submundo das playlists de podcast para as telas da Netflix, em uma sucessão inesgotável de minisséries e longas documentais que exploram alguns dos crimes mais atrozes registrados tanto nos Estados Unidos, bem como em diversos outros países. Alcançando antes apenas uma pequena parcela de assinantes da TV a cabo a partir do canal Investigação Discovery, hoje o formato se tornou um genuíno movimento alternativo de entretenimento, onde curiosos se fartam com relatos assombrosos que exploram a mente humana em seu pior estado. Mas enquanto produções como Dahmer: Um Canibal Americano podem ser gráficas demais, ao ponto de serem consideradas como uma glorificação do serial killer (o que não é o caso), O Enfermeiro da Noite relata a barbárie de Charlie Cullen pela ótica menos provável, mas tão mais importante: A da heroína que desvendou a real face de um lobo em pele de cordeiro.

A tradução do título “The Good Nurse” para O Enfermeiro da Noite não poderia ser a mais equivocada. Compreensiva, mas extremamente errônea, a versão aportuguesada direciona nossos olhos e atenção para os crimes de Cullen. Mas a verdade é que o original Netflix lançado primeiramente no Festival de Toronto e baseado no livro O Enfermeiro da Noite: Uma História Real de Medicina, Loucura e Assassinato (Charles Graeber), não se trata tanto dele. Subvertendo o gênero true crime da maneira correta – sem cair na mesmice dos clichês formulaicos replicados em produções anteriores -, o thriller baseado em fatos reais explora a história da enfermeira Amy Loughren, que conviveu lado a lado com o serial killer que silenciosamente matava seus pacientes com overdoses de insulina. Migrando de um hospital para outro sempre em circunstâncias suspeitas, ele conseguiu perpetuar seus crimes por mais 16 anos.

E a partir da perspectiva desta boa enfermeira, vemos a dualidade de Charles, um homem aparentemente correto e generoso, que a ajudou em seus piores momentos, mas que quase diariamente matava um de seus pacientes durante o turno noturno. E pela direção de Tobias Lindholm e roteiro de Krysty Wilson-Cairns, a trajetória do serial killer mais letal dos Estados Unidos se torna uma inspiradora e encorajadora história sobre uma mulher comum que, em meio a todos os seus conflitos e dilemas de mãe solo trabalhadora, foi capaz de encerrar um ciclo de violência que nem a gestão de alguns dos maiores hospitais do país conseguiram. Convidando a audiência para uma experiência angustiante que se priva da banalização da violência, o cineasta brinca com a nossa imaginação e mostra os crimes do assassino sempre pela ótica da especulação.

Abusando da impressionante e poderosa performance de Eddie Redmayne como Cullen, O Enfermeiro da Noite é um suspense que nada perde para os outros longas do gênero que abusam do grafismo. Com o vencedor do Oscar em uma performance internalizada e introspectiva, somos presenteados por sua poderosa versatilidade. O astro esbanja talento, habilidade e sagacidade de forma natural e assustadora, à medida em que fica em um leve hibridismo performático entre uma versão mais doce e acalentadora – aquela que ajuda a enfermeira Amy – e seu suspeito comportamento que escapa em alguns momentos. Em contraste, a também vencedora do Oscar, Jessica Chastain, nos oferece uma excelente atuação mais serena e cansada, que estampa o estado emocional que a enfermeira vivia no auge de sua amizade com o serial killer.

Com figurantes que são enfermeiros na vida real, a produção retrata a comunidade médica pela ótica correta, replicando a didática operacional dos profissionais do ramo, como uma forma de também honrá-los pelos seus serviços prestados à sociedade. E ao invés de cair nos clichês do gênero true crime, em que o serial killer deixa pequenos rastros de seu comportamento mesmo quando sua verdadeira identidade ainda é um mistério, Tobias se mantém no campo realista de mostrar Charlie sempre pela ótica de Amy – que o enxergava apenas pela bondade de seu cuidado com ela.

Essa estratégia do cineasta torna a experiência ainda mais palpável para a audiência, uma vez que ela nos coloca na mesma posição de Amy, como aqueles que enxergarão a verdadeira face do mal apenas em seu excelente clímax. Com uma visão mais otimista que valoriza a protagonista como a heroína sem capa da vida real, O Enfermeiro da Noite é outra daquelas preciosidades lançadas pela Netflix. Angustiante por sua estratégica atmosfera de mistério e com uma direção cautelosa que se aproveita das sombras da noite, em contraste com a luz artificial, o thriller é uma impecável cinebiografia feita para os viciados ou não no gênero true crime.

Crítica | Marcel the Shell With the Shoes On – Filme Indicado ao Oscar de Melhor Animação é um dos mais originais do último ano

Sensação nos Estados Unidos desde a primeira apresentação no festival South by Southwest (SXSW) em março de 2022, Marcel the Shell With the Shoes On (na tradução livre, Marcel, a concha de sapatos) conquistou corações durante o ano passado e uma nomeação de Melhor Animação ao Oscar 2023, isto é, páreo duro com a produção Pinóquio, de Guillermo Del Toro

Com passagem por diversos festivais, o primeiro filme da técnica stop-motion da A24 ainda não conseguiu distribuição nas salas de cinemas na América Latina e não tem previsão de estreia no Brasil. Baseado no curta-metragem do personagem Marcel, que viralizou em 2010 no YouTube, o filme parecia condicionado ao público do primeiro sucesso, mas a profundidade do tema abordado e a personalidade dada a pequena concha é tão tocante como qualquer drama de Paul Thomas Anderson ou Steven Spielberg

Exageros à parte, a narrativa criada pelo trio Dean Fleischer-Camp, Jenny Slate e Nick Paley é adorável. Em forma de um falso documentário, o narrador do longa (Dean Fleischer-Camp) convence Marcel (voz de Jenny Slate) a contar a sua história para a câmera. Com uma língua afiada e uma desconfiança legítima, Marcel conquista o público nos primeiros minutos. Depois de apresentar sua casa e a sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini), é impossível não ficarmos fascinado pelo seu modo de vida. 

Quantas vezes já nos questionamos sobre a existência de uma concha? Depois dos quatro anos de idade, talvez a resposta seja zero. A originalidade de Marcel the Shell with the Shoes On é exatamente esta, um personagem inesperado e encantador, capaz de nos ensinar sobre a magia das pequenas coisas deste mundo, melhor que alguns filósofos e professores.

Tal como uma criança inocente  — porém corajosa  —, Marcel aceita a ajuda do documentarista para lançar-se na internet em busca de parceiros para encontrar sua família. A partir desse apelo, ele faz reflexões sobre a vida em comunidade e a miséria dos sentimentos humanos. De maneira cândida e despretensiosa, o personagem questiona porque as pessoas vão tirar foto em frente à sua casa, mas não reagem a seu pedido de auxílio.

Na mesma toada, Marcel apresenta a sua preocupação com a idade avançada de sua avó, a única família ao seu lado. Sua inquietação com ela é apresentada de forma tão verídica que é fácil deixar escorrer lágrimas dos olhos junto com essa concha de um centímetro, que percorre os corredores da casa dentro de uma bola de tênis.

Se até aqui apenas os aspectos do roteiro foram colocados em evidência, não é por falta de deslumbre visual. Em um misto de live action com stop-motion, Marcel the Shell With the Shoes On apresenta cenas belíssimas de extrema destreza da técnica aplicada, uma vez que a ação desenvolve-se em uma casa em tamanho real. Ou seja, o encanto é muito mais tocante do que se todo o cenário fosse desenvolvido na estética da animação.

Os motivos da separação de Marcel de sua família são reais e, é possível acreditar na sua história, tanto quanto na sua presença em todos os cômodos da casa. Os detalhes imaginados pelos criadores são de um primor poucas vezes encontrado em um filme de orçamento limitado. É impossível assistir Marcel the Shell With the Shoes On sem se sensibilizar com a sua provocação. A grande temática da obra não são os contratempos de Marcel, mas como as separações, sejam temporárias, sejam permanentes, partem pedaços de nós e sempre nos transformam. 

* Produzido e distribuído pela A24, Marcel the Shell With the Shoes On ainda não possui previsão de estreia no Brasil. 

‘X-Men’: Fox planeja lançar 3 filmes da franquia por ano em 2019 e 2020

Os fãs dos X-Men podem comemorar! De acordo com o The Hollywood Reporter, a Fox planeja lançar 8 filmes dos mutantes nos próximos 3 anos, mesmo após a venda da empresa para a Disney.

Segundo o site, a ideia da Fox é ampliar o Universo X nos cinemas:

“Temos mais em desenvolvimento e produção usando as propriedades da Marvel do que em qualquer outro momento da história do estúdio. Não houve desaceleração com a negociação com a Disney

O estúdio lançará Deadpool 2 eX-Men: Fênix Negra’ ainda esse ano, e mais 6 filmes devem ser lançados entre 2019 e 2020, incluindo Novos Mutantes, que foi adiado para o ano que vem; um filme solo de Kitty Pryde, dirigido por Tim Miller; X-Force e, possivelmente,Homem-Múltiplo, com James Franco.

Além disso, a Fox também está desenvolvendo um filme solo do Surfista Prateado e uma história com o Doutor Destino.

‘X-Men: Fênix Negra’ e ‘Novos Mutantes’ tem estreias CONFIRMADAS para 2019

Para acabar de vez com os rumores de que seriam cancelados após a compra da Fox pela Disney‘X-Men: Fênix NegraeNovos Mutantes tiveram suas estreias oficialmente confirmadas para 2019, segundo uma lista de lançamentos em IMAX para o ano que vem. A informação foi revelada pelo ComicBook.

Informações atualizadas confiram que ‘X-Men: Fênix Negrapassará por novas refilmagens com todo o elenco principal à partir de agosto, o laçamento será lançado em 14 de fevereiro de 2019

Já Novos Mutantes’ também passou por refilmagens para acrescentar mais terror à trama e chegará aos cinemas em agosto do mesmo ano.

Fique ligado no CinePOP para novidades sobre esses dois filmes aguardados.

10 curiosidades de “Ninguém Segura Este Bebê”, uma comédia que é puro suco dos anos 90

A década de 1990 rendeu uma série de filmes muito peculiares, sendo alguns deles impensáveis de serem lançados nos dias de hoje. Uma tendência muito curiosa da época eram os longas de comédia protagonizados por crianças pequenas, que superavam a pouca inteligência dos adultos com sua inocência. E um dos mais famosos foi justamente Ninguém Segura Este Bebê. Lançado em 1994, ele trazia a história de um bebê milionário que era sequestrado pelo trio de bandidos mais incompetentes da história do cinema, deixando o molequinho escapar e perambular pelas ruas da cidade. No Brasil, o filme se tornou um sucesso das sessões vespertinas da TV, então separamos 10 curiosidades sobre essa história divertida e sem noção. Confira!

Sucesso na Índia

O lendário crítico Roger Ebert comentou em um de seus textos que perguntou, em uma viagem à Índia, qual o filme norte-americano mais famoso e amado do país. Achando que eles responderiam Star Wars, Ebert se surpreendeu ao saber que era Ninguém Segura Este Bebê. O filme se tornou tão popular que ganhou um remake indiano chamado Sisindri.

Fracasso geral 

No entanto, mesmo sendo muito popular na Índia, a bilheteria geral do filme foi uma tragédia. A história arrecadou apenas 30 milhões de dólares, sendo que o custo total da produção foi estimado em cerca de 50 milhões de dólares, o que foi um orçamento bem alto para esse tipo de filme.

Renomado

Esse orçamento, inclusive, só foi autorizado por conta do envolvimento de um nome de peso no filme. Ninguém menos que o renomado diretor de filmes adolescentes, John Hughes. Na década anterior, Hughes se consagrou com esse tipo de história, lançando filmes como Curtindo a Vida Adoidado, O Clube dos Cinco e Gatinhas e Gatões. Infelizmente, o sucesso não se repetiu aqui.

Confusão

Por mais que o nome de Hughes ocupe um espaço de respeito no pôster do filme, o longa é dirigido por Patrick Read Johnson. Ou assim deveria ser. Isso porque John Hughes, que havia escrito o roteiro e trabalhava na produção, ficou enchendo a paciência de Read, dando pitacos em seu trabalho, quase querendo assumir a direção, o que não rendeu um clima muito agradável nos bastidores.

Carreira incomum

Esse agente do FBI na foto acima foi interpretado por Fred Thompson. Talvez você não se lembre muito dele nos cinemas, apesar de ter feito algumas participações como ator, mas além das telonas, ele teve uma sólida carreira como advogado e na política, atuando como senador dos EUA. Thompson faleceu em 2015.

Reutilizada

Talvez a sequência mais famosa desse filme seja aquele em que o bebê entra no zoológico e acaba sendo “adotado” por um gorila, que desce a porrada nos bandidos quando eles tentam reaver a criança. A roupa de gorila foi reaproveitada do filme Nas Montanhas dos Gorilas, de 1988, com algumas pequenas alterações, já que se tratavam de diferentes espécies de gorilas.

Dois atores

Para o papel do Bebê Bink, a produção escalou dois “atores bebês”: os irmãos Adam Robert Worton e Jacob Joseph Worton. Para as cenas mais arriscadas e humanamente impossíveis de colocar um bebê de verdade para fazer, eles usaram um bebê mecatrônico.

Hoje em dia

Mostrando como o tempo é cruel, os irmãos Worton já são adultos e curiosamente nenhum deles seguiu pelo ramo da atuação. Enquanto Jacob se formou em hotelaria e hoje trabalha na cozinha de um grande hotel, Adam se enveredou para o mundo da moda, mas também faz bicos como músico.

Inimiga da perfeição

Por pressão do estúdio, a pós-produção do filme teve o prazo drasticamente encurtado, perdendo cerca de metade do tempo previsto para entregar a versão final do longa. É que a Fox já havia reservado incontáveis salas para o lançamento de True Lies, que não ficou pronto a tempo. Assim, eles correram para ter um filme apto a ser exibido e talvez competir em bilheteria com O Rei Leão.

Continuação

A ideia da produção era fazer uma sequência. E eles já tinham até os planos para a história, que seria passada na China. Infelizmente, o projeto nunca saiu do papel.

Ninguém Segura Este Bebê está disponível no Disney+.

Crítica | Uma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah – Disney Repagina História Original em Versão Animada para Pequenos

Em 2006, o mundo passou a olhar os museus de uma forma bem diferente. É que com o lançamento do filme ‘Uma Noite no Museu’, estrelado por Ben Stiller em auge de carreira, as pessoas passaram a desejar que as peças instaladas nos museus mundo afora ganhassem vida ao cair da noite tal qual vimos neste espetacular filme. De lá para cá, dezesseis anos se passaram, praticamente duas gerações de jovens cresceram, e aquilo que vimos como grande novidade no início do milênio, cheia de paranauê tecnológico, já não faz mais tanto sucesso com a garotada atual. Atenta a isso e sem perder o rebolado, a plataforma da Disneyplus trouxe este mês a aventura em animaçãoUma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah’, que já está disponível aos assinantes. 

O guarda noturno do Museu de História Natural Larry Daley (Zachary Levi) está saindo de licença para trabalhar um período como vigia em um museu no Japão. Porém, ele está tendo problemas em encontrar um substituto para ficar em seu lugar em Nova York, afinal, as criaturas do Museu, quando ganham vida à noite, acabam afugentando cada candidato que aparece. Às vésperas de sua viagem e já desesperado, Larry decide ouvir ao conselho do ex-presidente Roosevelt (Thomas Lennon) e convencer seu próprio filho, Nick (Joshua Bassett), de apenas dezesseis anos, a ocupar a vaga, afinal, quem melhor do que Nick para lidar com tranquilidade com as personalidades do local? O problema é que Larry não sabia que Nick tinha medo de muitas coisas, e que, na sua ausência, acabaria entrando na maior aventura de sua vida.

Com a duração certa para prender a atenção dos pequenos (uma hora e vinte de duração apenas), ‘Uma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah’ é literalmente e ao mesmo tempo uma passagem de bastão e uma repaginada do que já foi feito. Atento aos desejos da garotada (afinal, a Disney é dona da Marvel, por exemplo), o roteiro escrito por Ray DeLaurentis e William Schifrin baseado no livro de Milan Tenc tira o protagonismo do homem adulto e o substituiu por alguém mais jovem, para atrair o público (inclusive elenca um dos novos crushs da atual geração, da série ‘High School Musical: A Série: O Musical’, para dublar o protagonista e chama o querido Shazam! para emprestar voz ao pai de Nick), para que a juventude possa se relacionar com a falta de jeito de Nick. Dona Disney não dá ponto sem nó.

Matt Danner e Justin Lovell apostam numa estética mais semelhante aos anos 2000 para formar o traço de sua animação, recuperando, inclusive, as características de parte do elenco original (Robin Williams, Owen Wilson etc). Entretanto, quando olhamos a trama em si, observamos que é a mesmíssima história do filme de 2006, só que dessa vez com um protagonista mais jovem (claro!) e em versão animada, incluindo falas mais politicamente corretas e mais luz a personagens antes não tão valorizados. 

Sem trazer nada de novo, ‘Uma Noite no Museu: O Retorno de Kahmunrah’ apresenta a franquia para a garotada mais jovem e funciona como dose nostálgica  para os saudosos dessa franquia fantasiosa. Entretenimento de fim de ano.

‘Aves de Rapina’: Margot Robbie como uma Arlequina bem diferente na primeira foto

Com as produções agora iniciadas do novo filme da DC, Aves de Rapina, os fãs finalmente tiveram um primeiro look do retorno de Margot Robbie como Harley Quinn.

Robbie fez sua estreia como o icônico personagem em Esquadrão Suicida, e agora faz sua aguardada estreia no spin-off feminino no qual entra também como produtora. O filme trará o time de heroínas insurgindo para derrotar o Máscara Negra em Gotham City.

Ela surge como uma Arlequina bem diferente.

Confira:

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Além de Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay BascoRosie PerezAli Wong, Chris Messina, Michael Masini, Steven Williams, Derek Wilson, Dana Lee e outros completam o time.

Aves de Rapina é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Judy’: ‘Judy Garland foi minha heroína de infância’, diz Renée Zellweger

Renée Zellweger está sendo aclamada por seu papel como a icônica performer Judy Garland, tornando-se uma das principais escolhas para o Oscar de Melhor Atriz do ano que vem. Entretanto, para Zellweger, o verdadeiro prêmio se consolidou no momento em que pôde viver a lendária atriz e cantora.

“Ninguém era mais bonito, ninguém cantava melhor… As aventuras que ela teve, [ela foi] minha heroína de infância”, ela comentou, em entrevista à Variety.

A cinebiografia abriu com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.79/10 baseada em 33 reviews (por enquanto). O consenso geral diz que “liderado por uma performance competente de [Zellweger], Judy captura os dias minguantes de uma amada artista com compaixão cristalina’.

Confira as principais avaliações:

Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo”. – Leah Greenblatt (EW)

“[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz. ” – Sasha Stone (The Wrap/Awards Daily)

“[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido. ” – Stephen Farber (O Repórter de Hollywood)

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou ”. – Guy Lodge (Variety)

“[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz”. – Peter Bradshaw (The Guardian)

O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.

Confira a sinopse oficial:

Inverno de 1968. A lenda do show business Judy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em O Mágico de Oz; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.

Jessie BuckleyFinn WittrockRufus SewellMichael Gambom completam o elenco.

Judy tem estreia marcada para o dia 27 de setembro.

‘The Quarry’: Shea Whigham e Michael Shannon no trailer do novo thriller de ação

Lionsgate divulgou o trailer oficial de The Quarry, novo thriller de ação baseado no romance homônimo de Damon Galgut.

Confira:

Scott Teems comanda a produção.

O filme é um conto de pecado e redenção ambientado na selvageria do Texas. Depois de matar um pastor viajante, um fugitivo viaja para uma pequena cidade e finge ser o homem que assassinou. Apesar da congregação adorar seus sermões sobre perdão, o chefe da polícia local começa a suspeitar dele. Logo, uma descoberta horrenda em uma pedreira local força o homicida a lutar por sua liberdade.

Shea WhighamMichael Shannon estrelam.

The Quarry estreia no dia 17 de abril de 2020 em cinemas selecionados e em plataformas de streaming.

‘American Horror Stories’: Sarah Paulson vai dirigir episódios do derivado de ‘American Horror Story’

Durante uma entrevista ao Deadline, a atriz Sarah Paulson revelou coisas bastante interessantes sobre American Horror Storiesspin-off da aclamada e premiada série American Horror Story.

Quando questionada sobre seu envolvimento na nova série do FX, Paulson foi um tanto quanto evasiva, mas confirmou que estará atrás das câmeras mais uma vez.

“O que posso dizer? Vou dirigir alguma coisa”, ela comentou. Vale lembrar que a atriz fez sua estreia diretorial com “Return to Murder House”, sexto episódio de AHS: Apocalypse (2018).

A série derivada consistirá em histórias curtas de uma hora, contidas em episódios únicos, em vez de temporadas completas.

A novidade já havia sido antecipada pelo criador Ryan Murphy há algumas semanas.

“Nessa live relembramos os bons tempos… e o spin-off que estamos fazendo chamado American Horror Stories (que terá histórias contidas em episódios de uma hora) … quando começaremos a filmar a próxima temporada da nave-mãe … e outras coisas que não posso contar. Foi muito divertido e fico feliz por termos nos encontrado. Sinto falta de todos! “

Recentemente, Murphy revelou que o tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ pode ser alterado por causa do surto de Coronavírus, que impediu a programação das filmagens.

“Muitas das coisas que eu ia filmar dependiam de um momento muito específico; era um tema que dependia do clima. Então, agora eu não sei mais. Não sei o que nós faremos. Não sei o que farei com o tema da próxima temporada. Não sei se crio um novo conceito ou espero até o próximo ano para filmar essa temporada.”

Ele continua, “Sabe, ninguém me ligou e disse: ‘Nós temos um plano para as filmagens’. Então, até que esse dia aconteça, nós estamos pausados. Honestamente, eu não sei. Mas é uma temporada incrível e eu sei que todos os atores estão ansiosos para participar dela.”

Vale lembrar que o temática da próxima temporada ainda não foi revelado.

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

‘Night Stalker’: Série da Netflix sobre o serial killer Richard Ramirez ganha trailer OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer’, série documentária que gira em torno do perigoso assassino Richard Ramirez, desde seus hediondos crimes até o processo de captura.

Confira:

Dividida em quatro partes, a série esmiuçará os crimes de Ramirez, conhecido em seu tempo como ‘Night Stalker’ (perseguidor noturno, em tradução livre), que aconteceram nas cidades de Los Angeles e São Francisco, em meados dos anos 80.

Ramirez faleceu em 2013, após complicações em virtude de um linfoma. Na época, ele estava no corredor da morte.

Confira a sinopse oficial:

“No sufocante verão de 1985, uma onda de calor recorde atingiu Los Angeles, junto com uma série de assassinatos e agressões sexuais que a princípio pareceram desconectadas. As vítimas eram homens, mulheres e crianças. Eles tinham idades entre seis e 82 anos. Eles vinham de diferentes bairros, origens raciais e níveis socioeconômicos. Nunca antes na história do crime um único assassino foi responsável por uma série de crimes tão horríveis. Correndo contra o relógio para parar esse monstro noturno, estavam um jovem detetive chamado Gil Carrillo, do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, e o lendário investigador de homicídios Frank Salerno. Enquanto trabalhavam incansavelmente para resolver o caso, a mídia perseguia seus rastros e o pânico tomou conta da Califórnia”.

Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer‘ estreia no dia 13 de janeiro.

‘Cruella’: Emma Stone brilha no novo teaser INCRÍVEL do longa; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial de Cruella, icônica vilã de 101 Dálmatas, dando destaque para Emma Stone como a personagem titular.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘O Esquadrão Suicida’: Vídeo de bastidores revela segredos sobre a elogiada produção; Confira!

HBO Max divulgou hoje (28) um novo vídeo promocional do elogiado ‘O Esquadrão Suicida, dirigido por James Gunn.

featurette revela detalhes sobre o longa-metragem e nos leva aos bastidores da produção.

Confira:

Lembrando que o filme já está disponível na plataforma de streaming.

Assista à nossa crítica:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘RuPaul’s Drag Race’: As tensões aumentam na prévia do episódio 14×07; Confira!

A VH1 divulgou o vídeo promocional do 7º episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, apresentando novo maxi-desafio da semana e mostrando uma crescente tensão entre JorgeousDaya Betty.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 18 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘Tuca e Bertie’: 3ª temporada da animação estreia na HBO Max Brasil!

A 3ª temporada da elogiada animação ‘Tuca e Bertie’ finalmente chegou à HBO Max.

A nova iteração foi disponibilizada no último dia 10 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Tuca e Bertie são melhores amigas, e as duas são cheias de fantasmas! Bertie está ocupada escavando seus demônios interiores com a ajuda de uma terapeuta, enquanto Tuca prefere guardá-los atrás do vaso. Ela vai lidar com eles mais tarde; agora, ela está muito ocupada tentando não ficar mais solteira. Enquanto isso, Speckle estão construindo uma nova casa, mas logo percebe que está prestes a ficar louco… O bom é que ele é apenas um desenho. Gansos são endemoniados! Gaivotas são romantizadas! Esses episódios são cheios de momentos bastante relacionáveis e hilários. Mas fique atento: você nunca mais vai olhar para plantas do mesmo jeito de novo!

Lisa Hanawalt criou a produção.

Tiffany HaddishAli Wong estrelam.

Artigo | ‘La La Land: Cantando Estações’: um brinde àqueles que sonham

Dois anos depois de ter feito um estrondo gigantesco com ‘Whiplash’, o diretor Damien Chazelle estava pronto a retornar para o cenário do entretenimento com uma carta de amor à música e ao cinema com o aclamado La La Land: Cantando Estações’. O longa-metragem, estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling, se tornou um sucesso crítico e comercial, levando para casa seis estatuetas do Oscar, além de arrecadar quase US$450 milhões mundialmente. E, seis anos depois de sua estreia oficial, o filme permanece como um arauto para aqueles que, mesmo enfrentando diversos obstáculos, vão atrás de seus sonhos, não importa o que tenham que fazer.

É claro que a história não foge nem um pouco dos dramas musicais românticos a que estamos acostumados: de um lado, temos Stone interpretando Mia, uma aspirante à atriz que vive em Los Angeles e cujo sonho é conseguir um papel de destaque que a deixe realizada – mas, até então, só encontra testes para personagens secundários e se contenta com um trabalho de meio-período numa cafeteria dentro de um grande estúdio. De outro, Gosling dá vida a Sebastian, um pianista talentoso que é forçado a tocar músicas de Natal em um restaurante local, ansiando pelo dia em que poderá abrir seu próprio clube de jazz e resgatar a paixão que as pessoas tinham pelo gênero. Ainda que totalmente diferentes, Mia e Seb cruzam caminho e se apaixonam, movidos por um objetivo em comum e navegando pelos altos e baixos de uma promessa quase intangível.

Se a narrativa segue moldes até mesmo da Era de Ouro do cinema, qual é o elemento que justifique uma adoração divina em relação ao filme?

Bom, dentre as várias respostas possíveis para essa pergunta, podemos começar do princípio: Chazelle sempre teve uma visão bem clara do que gostaria de fazer com sua arte – homenagear aqueles que o inspiraram e continuam a inspirá-lo mesmo nos dias de hoje. Logo, não é surpresa que a cena de abertura nos leve a um engarrafamento em Los Angeles e a uma música que fala sobre a necessidade de lutarmos por aquilo que queremos (“Another Day of Sun”). Aqui, o foco se dirige não àqueles que têm fama, mas aqueles que buscam um sucesso pessoal, um senso de completude que traga paz de espírito, por assim dizer. E, em se tratado do show business, isso não é fácil – ora, volta e meia vemos pessoas muito talentosas sendo varridas para debaixo do tapete ou submetidas a trabalhos ridículos (por falta de outro adjetivo) para ficarem um passo mais perto de uma olímpica linha de chegada.

Cada elemento estético, visual ou sonoro, é pensado com extrema cautela pelo diretor e pelo competente time que o acompanha. Temos um conflito de tons que não fogem muito do espectro primário e secundário da paleta de cores clássica, servindo, ao mesmo tempo, como individualização e massificação de um grupo de pessoas com destino similar – seja nos palcos, nas telas ou nos bastidores. Ao mesmo tempo, essa sagaz escolha imagética é transferida para Mia e Seb, que se convergem em uma complementaridade belíssima, desde o embate de personalidades à visão de mundo que cada um possui.

Como se não bastasse, a própria condução é motivo para nos arrebatar desde os primeiros segundos de filme. Chazelle adotou uma perspectiva em CinemaScope (lentes anamórficas muito usadas em meados do século passado) para fornecer uma ambientação mais nostálgica, apoiando-se firmemente nas produções dos anos 1950 (algo interessante, considerando os múltiplos objetos eletrônicos que nos arremessam de volta para o presente). A ideia aqui não é situar o enredo em um espaço-tempo específico, e sim tirá-lo de uma engessada cronologia e transformá-lo em um atemporal conto que pode ser adotado a qualquer momento. Afinal, a arte surgiu como uma tradução onírica e, desde que o homem é homem, o sonho é a habilidade mais poderosa de todas.

Outro aspecto que nos chama a atenção é a temática: por trás da história romântica envolvendo os protagonistas, há uma exaltação da ambição e de que tudo tem o seu tempo para acontecer. Seb é um sonhador desmedido e, por vezes, não consegue enxergar a realidade à frente do nariz; em contraposição, Mia está prestes a desistir de tudo e acredita não ser boa o suficiente para se ver nos outdoors de Los Angeles e do mundo. Eventualmente, ambos conseguem o que tanto ansiaram, mesmo que não tenham acabado juntos. O sentimento que sentem é eterno, mas isso não significa que eles deveriam ter se casado e constituído uma família – uma compreensão dilacerante de tão palpável que se coloca nas telas, afastando-se das cansativas fórmulas do passado e mostrando que é possível ter os pés no chão sem abandonar a esperança e o otimismo.

La La Land pode não reinventar a roda, mas é uma incrível viagem cujos início, meio e fim são premeditados logo quando a primeira sequência chega ao fim. Mesmo seis anos depois, a sensação que nos arremete à medida que os créditos sobem é a mesma – a vontade de deixar tudo para trás e resgatar o gostinho de ter algo em que acreditar.

Michelle Rodriguez, Brie Larson e Jordana Brewster querem spin-off feminino de ‘Velozes e Furiosos’

Velozes e Furiosos 10, próximo capítulo da saga de ação estrelada por Vin Diesel, chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo – e parece que parte do elenco já tem ideias para filmes derivados.

Durante uma recente entrevista à Entertainment TonightBrie Larson (Tess), Michelle Rodriguez (Letty) e Jordana Brewster (Mia) disseram que querem ver um spin-off centrado nas mulheres da franquia.

“Não acho que ficaríamos bravas com qualquer coisa que envolvesse as mulheres”, Larson disse.

“Não há ninguém melhor”, Rodriguez acrescentou. “Estou dentro!”.

Brewster continua: “aqui está o que eu gostaria de ver: gostaria de ver Charlize [Theron], eu, Natalie [Emmanuel], Michelle, Brie. Gostaria de nos ver em ação juntas!”.

Vale lembrar que um filme derivado está em desenvolvimento, com Nicole PerlmanLindsey BeerGeneva Robertson-Dworet responsáveis pelo roteiro.

Lembrando que Velozes e Furiosos 10 será lançado no dia 18 de maio.

Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Conheça o POLÊMICO clássico de Martin Scorsese faz 35 anos em 2023

Martin Scorsese não é um dos maiores diretores de todos os tempos por qualquer razão. O aclamado realizador é capaz de fazer do cinema uma arte invejável, recheada de construções belíssimas que nos arrebatam imediatamente para outro mundo. E, nos anos 1980, Scorsese chamaria a atenção de todos – para o bem ou para o mal – com o lançamento do ambicioso e controverso longa-metragem A Última Tentação de Cristo.

Baseado no romance de Nikos Kazantzakis, o filme traz Jesus Cristo como um homem comum, encarnado num Messias contraditório, frágil e perturbado, que se autoproclama filho de Deus. Suas pregações na Judeia, então colônia romana, chocam e incomodam o governo, que decide se livrar dele. Na cruz, ele imagina como seria sua vida se, ao invés de assumir o peso da salvação dos homens, tivesse levado uma vida comum com esposa e filhos.

Com críticas bastante positivas e uma indicação ao Oscar de Melhor Direção, a produção arrecadou quase US$34 milhões contra um baixíssimo orçamento de US$7 milhões. Entretanto, isso não impediu o filme de receber comentários negativos por parte de comunidades religiosas – que inclusive fizeram protesto pela blasfêmia cometida contra a história de Jesus. Scorsese também sofreu ameaças terroristas e teve de andar com segurança reforçada por várias semanas.

Em 2023, A Última Tentação de Cristo completa 35 anos desde seu lançamento oficial nos cinemas e, para celebrar seu aniversário e seu profundo impacto na sétima arte, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • O roteiro deste filme ficou no escritório do advogado de Scorsese por pelo menos cinco anos antes de ser feito. Embora Scorsese achasse que o filme poderia ser brilhante, ele estava preocupado com a reação do público ao filme finalizado. Seu advogado concordou que o roteiro era brilhante e muito “corajoso”, mas desaconselhou fazer o filme, porque não achava que os espectadores estivessem prontos para tal história.
  • Universal Pictures concordou em produzir o filme apenas se Scorsese fizesse, depois, um longa comercial. Este foi ‘Cabo do Medo’, lançado em 1991.
  • Scorsese proibiu o fumo dentro do set, tanto porque ele é asmático, quanto para evitar que fossem tiradas fotos de atores e atrizes interpretando personagens bíblicos, principalmente Willem Dafoe, que fumava na época, com cigarros pendurados na boca.

  • Em uma convenção, o ator Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’) disse que lhe foi oferecido o papel de um dos discípulos de Jesus, mas recusou. Ele diz que se arrepende dessa decisão até hoje.
  • Um ávido fã de Kazantzakis, Jeff Bridges buscou ativamente o papel de Judas, escrevendo pessoalmente para Scorsese. Entretanto, o papel acabou indo para Harvey Keitel.

  • Várias franquias de cinema se recusaram a exibir o filme. Um deles, a General Cinemas, mais tarde se desculpou com Scorsese por isso. Da mesma forma, quando lançado em vídeo doméstico e laserdic nos Estados Unidos, muitas locadoras de vídeo, incluindo a Blockbuster Video, não levaram o título por causa de sua reputação controversa.
  • Por causa da controvérsia em torno de seu papel neste filme, Dafoe teve seu papel recusado em outro filme épico histórico, depois que os patrocinadores ameaçaram retirar todo o financiamento caso ele fosse escalado. Assim, o papel do Doutor John Henry Holliday em ‘Tombstone: A Justiça Está Chegando’ (1993) foi para Val Kilmer.
  • O longa foi considerado tão polêmico por alguns católicos fundamentalistas franceses, que alguns deles chegaram a incendiar os cinemas que lançavam o filme, em Paris e Besançon, causando uma morte e vários feridos graves entre o público.

  • Quando Jesus está no templo e os soldados romanos estão vindo atrás dele, no que parece ser em todas as direções, são os mesmos cinco guerreiros que são usados ​​em cada tiro. Isso foi um artifício para economizar dinheiro, já que o filme tinha um orçamento pequeno.
  • Quando o filme finalmente recebeu sinal verde pela Universal em meados dos anos 1980, Scorsese ofereceu o papel de Jesus a Aidan Quinn, que havia sido escalado inicialmente durante uma tentativa anterior de fazer o filme. Scorsese então considerou Eric Roberts e Christopher Walken antes de escalar Dafoe.

Crítica | Abigail – Melissa Barrera e Alisha Weir roubam a cena no divertido e SANGRENTO terror

Filmes de vampiros soam como uma faca de dois gumes. Desde o início da sétima arte, diversas narrativas foram centradas nessas incríveis criaturas mitológicas, como por exemplo com o clássico e revolucionário ‘Nosferatu’, pautando um diagrama que serviria de base para inúmeros títulos com o passar das décadas. E, apesar de chamarem a atenção do público, é notável como algumas produções não conseguem se desvencilhar de enredos clichês e atuações medíocres, emergindo como projetos pedantes demais para serem levados a sério e clichês demais para trazerem qualquer coisa de original ao gênero. Felizmente, esse não é o caso de Abigail, nova atração da Universal Pictures que, ao longo de quase duas horas, se sagra como um dos títulos mais divertidos de 2024.

A trama acompanha um grupo de sequestradores que esquadrinha um plano para raptar a jovem filha de um magnata, levá-la a um casarão escondido e pedir por uma grande quantia para que ela seja entregue sã e salva. O que eles não imaginavam é que a garota, que empresta seu nome ao título do longa-metragem, é uma vampira sedenta por sangue e que irá caçá-los um por um até que não sobre ninguém. Obviamente, a história arquitetada pelos roteiristas Stephen Shields e Guy Busick é familiar a inúmeras outras que já vimos nas telonas – puxando inspirações, por exemplo, do jogo de “gato-e-rato” do recente ‘A Última Viagem do Deméter’ -, mas é a honestidade e a simplicidade com que o enredo é tratado que nos faz comprar essa insana e sangrenta viagem.

O projeto é comandado por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, uma dupla de cineastas que já vêm deixando uma marca bastante significativa no escopo do horror contemporâneo. Os diretores, conhecidos por seu trabalho nos últimos dois filmes da franquia ‘Pânico’ e no aclamado ‘Casamento Sangrento’, têm uma habilidade incrível de navegar entre o terror e a comédia com uma paixão fervorosa – e é claro que não deixariam de fazer algo similar com Abigail. Cada sequência é pensada com cautela, mas sem se engessar em um determinado tipo de estética e abrindo espaço para uma mistura convincente de estilos cênicos, desde breves menções ao expressionismo alemão, passando pelo terror psicológico e, como poderíamos esperar, apoiando-se no gore e no slasher. Mais do que isso, Bettinelli-Olpin e Gillett prestam homenagens a títulos que já encabeçaram em um passado não muito distante, como se estivessem construindo uma espécie de “universo cinemático”.

Enquanto não podemos deixar de mencionar certas escolhas previsíveis demais para a condução da história, a dupla tenta ofuscar os pontuais deslizes do projeto com uma caprichosa técnica que auxilia na construção de cada um dos personagens. De um lado, há uma preparação de câmera que preza por uma simetria angustiante, seja nas cenas em que Abigail (Alisha Weir) denota sua carreira como bailarina, seja nos momentos mais dramáticos em que o condenável passado dos outros protagonistas é-nos revelado em uma tentativa de desconstruí-los como vilões ou anti-heróis. Não é surpresa que a fotografia de Aaron Morton preze por uma mescla entre a atemporalidade de tons amarronzados e o anacronismo das cores amareladas dentro da mansão, engendrando um labiríntico espectro do qual não há escapatória.

Acompanhando essa instigante história, temos um elenco de peso cuja química resplandece as telonas. Weir, interpretando a personagem-título, demonstra ter potencial para se transmutar em uma das maiores atrizes da nova geração; afinal, ela participou da adaptação musical de ‘Matilda’, da Netflix, em uma adorável e envolvente performance, apenas para mostrar um novo lado de sua versatilidade como a antagonista, posando como uma inocente criança que, na verdade, é ardilosa em todos os aspectos. Melissa Barrera, retomando sua colaboração com Bettinelli-Olpin e Gillett, se reitera como uma das icônicas scream queens da atualidade, pegando páginas emprestadas de seu tempo como Sam Carpenter em ‘Pânico’ e adornando a impavidez taciturna de Joey com camadas que são exploradas ato após ato.

Outros nomes que nos chamam a atenção são Dan Stevens como o corrupto policial Frank em uma de suas melhores atuações – e dando vida a um antagonista odioso e que auxilia na construção do ritmo e das reviravoltas. Giancarlo Esposito, apesar de não ter tanto tempo de cena, é uma boa adição ao elenco, mantendo escondido as verdadeiras intenções até o bloco de encerramento da produção, enquanto Kathryn Newton e Kevin Durand desfrutam de um obsessivo entrosamento ao interpretarem Sammy e Peter, respectivamente, e trazendo ótimos momentos de quebra de expectativa e de escapes cômicos que desmontam o purismo atmosférico do terror.

Mesmo com equívocos amadores que despontam aqui e ali, Abigail é uma bem-vinda surpresa que se mantém fiel à própria essência do começo ao fim – cumprindo com o objetivo apresentado em meio aos vários materiais promoiconais e garantindo ao público um espetáculo regado a sangue, jumpscares e sólidas atuações.

As 10 Melhores Animações dos Anos 2000

O gênero animado tem um lugarzinho especial no coração dos cinéfilos – e, depois de muito lutar, se sagrou como um dos desmembramentos da sétima arte e passível de enorme reconhecimento como arte cinematográfica.

Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando as dez melhores animações dos anos 2000 – abrangendo apenas os longas-metragens que façam parte desse estilo.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. A NOIVA CADÁVER (2005)

‘A Noiva Cadáver’ é uma narrativa bem diferente de todas as outras por inclinar-se às vertentes musicais; essa fábula vitoriana gira em torno do jovem e descuidado Victor Van Dort (Johnny Depp, marcando mais uma colaboração com Tim Burton), que tenta portar-se como um cavalheiro à medida em que seu casamento arranjado com a pálida e assustada Victoria Everglot (Emily Watson) para que as duas família finalmente encontrem um pouco de estabilidade financeira em meio à crescente crise da Inglaterra. De forma quase imperceptível, o pano de fundo é colocado como base para a construção das múltiplas subtramas, incluindo a tendência amalgamada entre teocentrismo e capitalismo, a subjugação à santidade do matrimônio e o conservadorismos dos valores tradicionalistas das famílias nobres” – Thiago Nolla

9. A PRINCESA E O SAPO (2009)

No auge da popularização das animações em 3D, a Walt Disney Studios nos entregou uma pérola do gênero 2D que conquistou os fãs ao redor do mundo e trouxe uma das fábulas mais clássicas à vida. Em 2009, nascia ‘A Princesa e o Sapo’, uma potente história ambientada em Nova Orleans dos anos 1920 e que estende um legado memorável até os dias de hoje. A trama acompanha Tiana, uma jobem que deseja abrir o seu próprio restaurante. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, que foi transformado em sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe sapo tem esperanças de se tornar um humano novamente se Tiana beijá-lo.

8. O CASTELO ANIMADO (2004)

“Quando falamos em animação, automaticamente a grande maioria pensa em Disney e Pixar – filmes criados para todo o tipo de público, que são tão recomendados para os pais quanto para as crianças. Porém, tão adorados quanto pelos cinéfilos são as obras cult dos estúdios Ghibli, empresa japonesa que possui verdadeiros clássicos em sua filmografia como ‘Meu Amigo Totoro’, ‘Túmulo dos Vagalumes’ e ‘A Viagem de Chihiro’. Desde os anos 80 o estúdio encanta plateias pelo mundo, mas o grande público fora do Japão começou a descobrir e se apaixonar pelas produções da casa nos anos 2000, quando ‘A Viagem de Chihiro’ encantou o planeta. ‘O Castelo Animado’ foi o filme seguinte do estúdio e conta a história sobre uma maldição colocada por uma bruxa em que uma jovem é transformada em idosa – e precisa encontrar um feiticeiro em um castelo itinerante para quebrar o feitiço” – Pablo Bazarello

7. WALL-E (2008)

‘WALL-E’ destaca-se como uma das maiores pérolas da Pixar e do gênero animado – tendo entrado para diversas listas de melhores filmes de todos os tempos. E, enquanto o aspecto ambiental é o que mais nos chama a atenção pela própria ambientação do enredo, há inúmeras investidas que despontam no projeto, incluindo a questão das inteligências artificiais em uma época em que tais discussões não tinham palco considerável; a alienação frente a um prospecto que não existe; o capitalismo predatório como antecessor da ruína humana; entre muitos outros.

6. UP – ALTAS AVENTURAS (2009)

É difícil não pensar em alguma pessoa que não tenha se emocionado com ‘Up – Altas Aventuras’. A animação da Pixar é impecável do começo ao fim e faz parte da Era de Ouro do estúdio – e não é por qualquer motivo. Além da irretocável técnica empregada por Pete Docter e por seu habilidoso time criativo, somos apresentados a uma narrativa motivada por temas como perda, solidão, reencontro e amor, contando com personagens eximiamente arquitetados. A trama acompanha Carl Fredricksen, um vendedor de balões que está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua falecida esposa. Após um incidente, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado. Para evitar que isto aconteça, ele põe balões em sua casa, fazendo com que ela levante voo. Carl quer viajar para uma floresta na América do Sul, onde ele e a esposa sempre desejaram morar, mas descobre que um problema embarcou junto: um jovem garoto chamado Russell.

5. RATATOUILLE (2007)

“O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência” – Thiago Nolla

4. SHREK (2001)

Em 18 de Maio de 2001, a icônica e lendária animação ‘Shrek’ fazia sua estreia oficial nos cinemas estadunidenses e sagrava-se um dos títulos mais adorados pelo público. Ousando desconstruir o maniqueísmo dos contos de fada com tramas originais e um protagonista fora do convencional – um ogro sem quaisquer maneiras que se torna o grande herói da saga -, o longa foi o primeiro filme da história a levar para casa o Oscar de Melhor Animação, ganhando em cima de ‘Monstros S.A.’ e ‘Jimmy Neutron’, e seu sucesso crítico e comercial rendeu nada menos que três sequências e um spin-off.

3. CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

“Quando uma história é bem contada, é muito difícil esquecê-la. Normalmente, anos podem se passar e memórias da narrativa, por mais fragmentadas que estejam, ainda perambulam nossa mente e nos transportam a um momento nostálgico em que nada mais existia a não ser a pura envolvência entre o espectador e o filme: é por essas e outras razões que Coraline e o Mundo Secreto’ permanece como uma das melhores e mais sombrias animações já feitas, cuja amplitude de alcance não se restringe apenas a uma parcela da audiência, mas esgarça suas inúmeras ramificações e encanta qualquer um que ouse lhe assistir” – Thiago Nolla

2. PROCURANDO NEMO (2003)

‘Procurando Nemo’ é um dos melhores e mais importantes da Pixar e é um dos grandes representantes da Era de Ouro do estúdio. Mais do que isso, o longa tornou-se o primeiro da companhia a levar para casa o Oscar de Melhor Animação, além de ter conquistado outras três indicações na premiação (incluindo Melhor Roteiro Original). Arrecadando mais de US$940 milhões nas bilheterias mundiais, a aclamada produção gira em torno de Marlin, um peixe-palhaço superprotetor que cruza o oceano em busca do filho, Nemo, levado por uma dupla de mergulhadores. Enfrentando tubarões famintos, águas-vivas perigosas e uma baleia gigantesca, Marlin e Dory, uma peixinha com síndrome de perda de memória recente, lutam contra seus piores medos para resgatar o jovem Nemo.

1. A VIAGEM DE CHIHIRO (2001)

chihiro cinepop

‘A Viagem de Chihiro’ não é considerado um dos melhores filmes da história por qualquer motivo: a produção, dirigida e escrita por Hayao Miyazaki, surpreendeu a todos por uma competente e emotiva narrativa, guiada por uma animação cautelosamente arquitetada – e não apenas conquistou aclame da crítica, como carregou o título do filme mais bem-sucedido da história da sétima arte japonesa por quase duas décadas. Como se não bastasse, o título ajudou a calcar a animação como arte, e não apenas como um gênero voltado ao público infantil.

Na trama, Chihiro e seus pais estão se mudando para uma cidade diferente. A caminho da nova casa, o pai decide pegar um atalho. Eles se deparam com uma mesa repleta de comida, embora ninguém esteja por perto. Chihiro sente o perigo, mas seus pais começam a comer. Quando anoitece, eles se transformam em porcos. Agora, apenas Chihiro pode salvá-los.

‘A Freira 2’: Sequência chega ao catálogo do Prime Video; Confira o novo trailer!

A Freira 2‘, sequência do terror lançado em 2018, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem foi lançado hoje, 25 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Em 1956, na França, um padre é assassinado e parece que um mal está se espalhando. Determinada a deter o maligno, irmã Irene mais uma vez fica cara a cara com uma força demoníaca.

Confira o novo trailer promocional:

Taissa Farmiga, Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor.

Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.