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Crítica | O Bom Gigante Amigo

Spielberg volta a ser criança

Digam o que quiserem, Steven Spielberg é um ícone do cinema mundial. O cineasta possui crédito suficiente para passar o resto da carreira entregando filmes razoáveis e o que muitos dirão é que ele vem fazendo justamente isso. Você lembra qual foi o último grande filme unânime de Spielberg? Seus últimos quatro filmes (a animação As Aventuras de Tintim, a aventura Cavalo de Guerra, e os políticos Lincoln e Ponte dos Espiões) ranquearam em diferentes níveis na aprovação do grande público e especialistas – muitos sequer atribuem tais filmes ao diretor.

Neste fim de semana chega aos cinemas O Bom Gigante Amigo, nova empreitada de Steven Spielberg, deixando um pouco de lado obras sisudas e tentando embarcar novamente no seu lado criança. No entanto, na véspera de completar 70 anos de idade, Spielberg talvez tenha finalmente crescido.

BFG - CinePOP 1

O Bom Gigante Amigo (no original apenas a sigla BFG – Big Friendly Giant) é a primeira adaptação para as telonas (uma animação foi produzida para a TV em 1989) do livro infantil homônimo do autor Roald Dahl, igualmente um ícone dentro de seu segmento, tendo cedido material para produções como A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971 e 2005), Convenção das Bruxas (1990), James e o Pêssego Gigante (1996), Matilda (1996) e o Fantástico Sr. Raposo (2009).

Na trama, a pequena Sophie (Ruby Barnhill) é criada num orfanato em Londres, quando numa noite se depara com uma criatura fantástica, saída do mundo da imaginação. O gigante de mais de 7 metros decide raptá-la, com medo da repercussão, uma vez tendo sido visto pela menina, levando-a para sua terra natal secreta. Aos poucos, a criança assustada percebe que o gigantesco ser é amável e tem um bom coração, desenvolvendo com ele uma relação de amizade ao longo do filme. Porém, nem só de amigáveis gigantes é povoada esta exótica terra, e o BFG (o apelido que ganha da garota) precisará defender sua amiga dos famintos e ainda mais colossais companheiros.

BFG - CinePOP 2

O Bom Gigante Amigo talvez seja o filme mais infantil de Steven Spielberg, mirado aos pequeninos, digamos, com até dez anos de idade. Para isso, o diretor se aliou novamente a roteirista Melissa Mathison (falecida recentemente, em novembro de 2015, aos 65 anos), indicada ao Oscar pelo roteiro de um dos maiores trabalhos da carreira do diretor, E.T. – O Extraterrestre (1982). Os dois filmes possuem alguns elementos em comum, sendo o principal deles a amizade nascida entre uma criança e uma criatura de outro mundo.

Além das referências a E.T., o novo trabalho de Spielberg ecoa seus projetos passados, indo desde Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), com janelas se abrindo em Londres durante a noite para mostrar aos personagens um novo mundo de fantasia, até Jurassic Park (1993) e o recente Tintim (2011). No entanto, existe certa deficiência em O Bom Gigante Amigo, de algo que sirva também aos adultos que irão levar os filhos nesta empreitada. A narrativa é quase inexistente, não há uma jornada que leve do ponto A ao B, e o que temos são amontoados de situações sequenciais.

BFG - CinePOP 3

No lado positivo, vale citar que as cenas são bem exploradas e os momentos possuem a atenção típica de Spielberg, o que faz da obra um filme à moda antiga, sem a pressa incompreensível atual, tendo assim um ritmo deliberadamente propício a explorar personagens e seus relacionamentos. Acreditamos na amizade desenvolvida entre os protagonistas e por isso nos importamos. Outro ponto para o filme é a escolha da protagonista. A jovem Ruby Barnhill é extremamente carismática, uma graça só, entregando uma performance sincera, sem nunca parecer uma criança atuando. É bom perceber que neste quesito, o da escolha de atores mirins e o trabalho com eles, Spielberg não perdeu a mão.

BFG - CinePOP 4

Outro item que sobressai é a maestria dos efeitos visuais. Geralmente não damos muito crédito ao quesito, já que hoje em dia grande parte das produções hollywoodianas domina a técnica, se tornando algo esperado de filmes assim. De tempos em tempos aparece um blockbuster cujos efeitos são tão proeminentes que nos tiram da apatia, nos fazendo perceber o quão evoluída está a técnica usada. Aqui, a captura de movimento é assombrosa, em determinados momentos reproduzindo com perfeição (o que inclui a textura, incrivelmente palpável) seres quase reais.

Dentro das congratulações se encaixa o desempenho de Mark Rylance (o sujeito que roubou o Oscar de Stallone este ano) na “pele” do cômico gigante que troca palavras (uma gag bem legal). Para finalizar, sim, aqui existem piadas sobre flatulência, o que poderia soar como algo depreciativo, vindo de Spielberg. Entretanto, e digo isso como alguém que levanta a bandeira contra humor escatológico, tudo é feito com bom gosto suficiente (e possível) para tornar a coisa engraçadinha, afinal os puns são atômicos, verdes, inodoros e ocorrem quando se consome a típica bebida dos gigantes, um refrigerante que gera bolhas para baixo ao invés de para cima.

Você Lembra? ‘Ringer’, ‘As Panteras’, ‘The Client List’ e outras SÉRIES que Completam 15 Anos…

O mundo profissional é altamente competitivo e muitos podem classifica-lo como injusto e cruel. Não estariam errados. Mas em todos os mercados, o que as empresas esperam é resultado. Isso não é diferente quando falamos em estúdios de cinema ou redes TV (atualmente canais de streaming). Por mais que gostemos de determinado programa, sua permanência de exibição dependerá unicamente dos números de audiência, leia-se: quanto maior sua popularidade, mais tempo ficará no ar. O cancelamento de uma série pode ser triste, porém, pior ainda é quando mesmo tendo tudo preparado, determinada produção sequer sobrevive além de seu episódio piloto (que é o que determina se uma série existirá ao menos uma temporada – acredite muitas nem chegam a tanto como veremos a seguir).

Pensando nisso, resolvemos revisitar o passado, já que recordar é viver, e apresentar alguns programas televisivos que estão completando 15 anos, mas que se tornaram tão obscuros (alguns verdadeiras “lendas urbanas”) devido a seu fracasso, que grande parte do público sequer tomou conhecimento de que haviam sido feitos. Veja abaixo e comente quais você lembra ou viu.

As Panteras

Depois da série clássica da década de 1970, depois dos filmes dos anos 2000 estrelados por Cameron Diaz e Drew Barrymore, mas antes do filme de 2019 estrelado por Kristen Stewart e dirigido por Elizabeth Banks, existiu esta tentativa de reboot do programa sobre três mulheres “angelicais” trabalhando como detetives particulares. E o motivo pelo qual você nunca tinha ouvido falar disso é porque a investida do canal ABC “morreu na praia” com apenas 8 episódios exibidos de sua primeira temporada. E sim, como de costume depois de sua entrada na franquia, Drew Barrymore também produziu este show. O trio desta vez era formado por Rachael Taylor, Annie Ilonzeh e Minka Kelly.

Terra Nova

Steven Spielberg é indiscutivelmente um dos grandes nomes do cinema de todos os tempos. Mas quando falamos em séries de TV, bem, digamos que ele tenta. Foi exatamente o ocorrido com este programa de aventura, ficção científica e fantasia, bem nos moldes de tudo que o cineasta gosta e fez com maestria em sua carreira. Veja esta história: no futuro do ano 2149, nosso planeta está morrendo. A única solução encontrada é mandar os humanos de volta no tempo 85 milhões de anos para a era pré-histórica, a fim de uma nova chance de sobrevivência na colônia conhecida como Terra Nova. E sim, você adivinhou, teremos o encontro dos humanos com dinossauros. A ideia é interessante, e a série recebeu elogios, mas infelizmente os números não foram bons e a FOX cancelou após 13 episódios da primeira temporada, garantindo assim a ela um status de cult. No elenco, Stephen Lang e Naomi Scott.

The Playboy Club

Outra série promissora, com a pegada dos anos 1960, esta exibida pela rival NBC. Ao invés dos bastidores do dia a dia de aeromoças e pilotos de uma famosa companhia aérea, aqui tínhamos abordado um fato não muito conhecido do grande público atualmente. Na década citada, existiram os Clubes da Playboy, casas noturnas de luxo para homens de negócios ricos, administrados pelas empresas Playboy, a mesma responsável pela conhecida revista de mulher pelada. Nos locais, claro, as infames coelhinhas. Na série, a mais conhecida era nenhuma outra senão Amber Heard, estrela do programa, que visava ser alavancada de vez ao sucesso pelo seriado. No entanto, Playboy Club é uma das mais azaradas da lista, ficando no ar somente por 7 episódios antes de ser cancelada.

 

The Client List

Existem artistas que reinam em determinadas mídias, sejam elas o cinema, o teatro, as novelas ou os seriados. E Jennifer Love Hewitt tem com a TV um verdadeiro caso de amor. Sua notoriedade veio em Party of Five – O Quinteto, programa no qual permaneceu por quatro anos. Sua personagem ficou tão popular que ganhou um derivado próprio, com Time of Your Life (durando apenas uma temporada). Depois disso, Hewitt viu novo sucesso com Ghost Whisperer, no qual interpretou uma médium por cinco temporadas. Assim, logo no ano seguinte do término desta última citada, a jovem atacava de novo, desta vez num programa do canal Lifetime. Tentando mudar de ares com uma personagem mais ousada em uma trama mais subversiva e picante, a atriz topou o papel de uma mãe solteira vivendo uma vida dupla. Ao arrumar emprego como massagista em um spa, ela logo descobre um submundo, onde um tipo de serviço diferente é oferecido, e resolve embarcar nessa. Client List durou duas Temporadas de 25 episódios totais.

Pan Am

Essa era mais promissora e notória, causando certo estardalhaço na época de seu lançamento. Aposta da mesma rede ABC, um dos pilares da TV norte-americana, a série era vendida por sua época de puro glamour: os anos 1960. A proposta era uma volta no tempo para o boom e auge das companhias aéreas, em especial a tão famosa que dá título ao programa. Fora isso, o discurso aqui era bem feminino e empoderado, ao abordar mulheres focadas nas rédeas de suas vidas, decididas a se tornar aeromoças. A série também seria lembrada por um dos primeiros trabalhos da musa Margot Robbie, além de ser protagonizada igualmente por Christina Ricci. Pan Am teve mais sorte que As Panteras e viveu para exibir 14 episódios de sua primeira temporada.

Camelot

Séries medievais de “sandália e espada” ganharam um grande impulso após o sucesso fenomenal da prestigiada Game of Thrones. Assim, logo todos queriam uma fatia deste bolo. Uma de tantas que tentaram sem alcançar o esperado foi esta Camelot que, como diz o título, foi uma investida do canal Starz na mitologia do universo do Rei Arthur. O chamariz do programa é a presença da voluptuosa atriz francesa Eva Green, em seu primeiro trabalho num seriado (não podemos dizer que ela começou com o pé direito, mas depois veio Penny Dreadful…). Após a morte do Rei britânico, o mago Merlin (Joseph Fiennes) nomeia Arthur (Jamie Campbell Bower) como herdeiro do trono, para o desespero de sua ambiciosa meia irmã Morgana (Green). O programa durou somente 10 episódios da primeira temporada.

Luck

Nem mesmo a presença de grandes atores consagrados encabeçando o elenco de uma série é garantia de seu sucesso. Aqui, o veterano Dustin Hoffman, vencedor de 2 Oscar, foi quem protagonizou nesta série sobre o vício da jogatina, em especial apostas de cavalos de corrida. Além de Hoffman, outro nome de peso desta série da HBO é o de Michael Mann, produtor e diretor do programa. Luck, no entanto, é uma destas obras pra lá de problemáticas que devem ter dado alívio para todos os envolvidos não precisarem continuar. Para começar, o relacionamento entre Mann e o criador do seriado David Milch (que baseou a história em sua própria vida) foi tão ruim, que o diretor o baniu do set de filmagens por toda a primeira temporada. Fora isso, alguns cavalos se machucaram durante as gravações ligando o sinal de alerta de instituições como a PETA (que supervisiona o bem estar de animais nas gravações) pra cima da produção. Com tudo isso, Luck até que teve “sorte” de ter durado 10 episódios.

Mortal Kombat

A franquia de jogos de luta mais famosa de todas (talvez lado a lado com Street Fighter) voltou aos holofotes com um novo filme que será lançado nos cinemas este ano – e o trailer vem dando o que falar. É claro que a primeira adaptação do querido e violento game ocorreu ainda em 1995, e dois anos depois, ganhávamos uma continuação – bem menos querida, digamos. Mas entre este limbo da década de 1990 e o ano de 2021, Mortal Kombat existiu nas telinhas em uma produção em live-action (com atores de carne e osso). Também conhecido como Mortal Kombat – Legacy e produzido pela Warner, esta série é a mais bem sucedida até aqui na matéria, com duas temporadas produzidas. A primeira temporada, com 9 episódios, funciona como pré-sequência da mitologia, apresentando o passado dos personagens até chegarem ao torneio mortal de luta, que é onde se concentra a segunda temporada, com 10 episódios. Algumas curiosidades são as presenças de Casper Van Dien como Johnny Cage, Michael Jai White como Jax e uma Sonya Blade mais “madura” nas formas de Jeri Ryan (aos 43 anos). O mais legal, no entanto, é a presença de Cary-Hiroyuki Tagawa como o vilão Shang Tsung, mesmo papel que havia interpretado no filme de 1995.

Happily Divorced

Ainda no terreno das atrizes muito conhecidas na TV, Fran Drescher reinou absoluta nas telinhas e se tornou uma estrela graças ao icônico seriado The Nanny, que ficou no ar por seis temporadas, de 1993 a 1999. Mais de dez anos depois do término de tal programa, a comediante de voz estridente protagonizou um novo humorístico, cuja trama é no mínimo curiosa. A história é baseada na vida pessoal da protagonista e de seu ex-marido, o produtor Peter Marc Jacobson, que escreveu o programa ao lado dela. Acontece que após 18 anos de um casamento aparentemente feliz, a união chegava ao fim através da confissão do sujeito, afirmando-se gay. Fran e Peter ficaram casados de 1978 a 1999, quando chegou ao fim The Nanny. Apesar da curiosidade, a nova série durou apenas duas temporadas, com 34 episódios.

Wonder Woman

Este é o caso mais incrível da lista, mas também um dos mais tristes para os fãs e para a atriz protagonista. A Mulher-Maravilha é a primeira super-heroína dos quadrinhos a alçar status de celebridade. Hoje, a personagem ganhou mais fama do que nunca graças às superproduções cinematográficas estreladas pela israelense Gal Gadot. A trajetória da personagem no audiovisual, porém, ressoa lá atrás nas formas de Lynda Carter no programa de TV da década de 1970, que durou 3 temporadas. Entre esse grande hiato, o plano era para uma nova série com a guerreira amazona, que iria ao ar pela NBC. Atriz escolhida: Adrianne Palicki. Roteirista, diretor, gravações a toda. Tudo parecia no lugar, apesar de certa polêmica com o figurino, que traria a heroína usando calças pela primeira vez. O seriado traria Steve Trevor e uma trama na qual Diana, a identidade secreta da heroína, viveria uma dupla jornada, como CEO de uma grande companhia nas horas de folga. No elenco, nomes como Cary Elwes, Elizabeth Hurley e… Pedro Pascal (que anos mais tarde participaria de Mulher-Maravilha 1984 como o vilão Max Lord). A notícia ruim é que a série ficou apenas no piloto, sendo cancelada sem direito sequer a mais de um episódio. O que foi gravado, ficou engavetado, tornando esta Mulher-Maravilha uma lenda urbana da internet.

‘Trial & Error’: 2ª temporada ganha novo cartaz; Confira!

A 2ª temporada de ‘Trial & Error‘, série antológica de comédia da NBC, ganhou um novo cartaz. A arte sombria faz parecer se tratar de uma produção séria, fazendo piada dos cartazes do gênero.

Confira:

A segunda temporada focará no julgamento da personagem de Kristin Chenoweth (‘Pushing Daisies‘), que é flagrada com um corpo no porta-malas de seu carro.

O elenco também inclui Nicholas D’Agosto, Jayma Mays, Sherri Shepherd, Steven Boyer e Amanda Payton.

‘Alien: Covenant’: Shaw seria a protagonista na primeira versão do roteiro; Saiba mais detalhes!

Em entrevista ao HN Entertainment, o artista Carlos Huante, que trabalhou como designer das criaturas em ‘Alien: Covenant‘, revelou detalhes surpreendentes sobre a primeira versão do roteiro do filme.

“A primeira versão era intitulada Paradise/Prometheus 2, e Shaw estava viva. Eles a encontram, e é revelado que ela esteve escondida do David todo esse tempo e ela os ajuda a escapar. Acho que foi o estúdio que decidiu removê-la do filme. Que pena.”

Ele continua, “A primeira versão do Xenomorph aparecia, e os Neomorphs e o Xenomorph lutavam. Deveria haver uma grande briga de monstro no final do filme. Enquanto os sobreviventes estão fugindo para outra nave, eles são perseguidos pelos Neomorphs e, então, o Xenomorph aparece e começa a destroçar essas criaturas porque ele as odeia… ele odeia tudo. A ideia inicial era que os Xenomorphs eram uma criação dos Engenheiros, criados para acabar com a vida de um planeta inteiro e, então, se destruir. Porque é uma criatura tão hostil contra qualquer coisa viva, até mesmo contra si mesma, que acabaria com tudo até não sobrar mais nada. Obviamente, tudo isso foi mudado na versão final.”

No roteiro final, foi revelado que o David foi o responsável pela criação dos Xenomorphs.

Alien: Covenant‘ arrecadou US$ 240 milhões mundialmente, com um orçamento de US$ 97 milhões. Não foi um fracasso de bilheteria, mas ficou bem abaixo do esperado pelo estúdio. Para termos de comparação, ‘Prometheus‘ havia arrecadado US$ 403 milhões em 2012.

‘Chicago Fire’: Monica Raymund retornará como Gabriela Dawson na 8ª temporada

De acordo com o EW, Monica Raymund retornará como Gabriela Dawson na 8ª temporada de ‘Chicago Fire‘. O retorno da atriz acontecerá na Mid-Season Finale, no episódio que será exibido no dia 20 de novembro.

A personagem retornará à cidade para arrecadar dinheiro para sua organização. Enquanto estiver na cidade, ela visita o batalhão 51 para ver o memorial do Otis e se reconectar com seus amigos, entre os quais está o ex-marido Matt Casey.

“Os fãs podem esperar fortes emoções na reunião entre a Dawson e o Casey,” revelou a atriz. “Dawson e Casey sempre terão uma ligação forte e o amor deles é tão especial que eu acredito que viverá para sempre. Os fãs com certeza não irão querer perder esse episódio – nós vamos conseguir ver o relacionamento deles através de um novo ângulo.”

Criada por Michael Brandt e Derek Haas, a série foi início a um universo compartilhado que conta com as produções ‘Chicago P.D.’ e ‘Chicago Med‘.

A trama conta a história dos bombeiros, do esquadrão de resgate e das paramédicas do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago, que arriscam suas vidas semana a semana para salvar e proteger os cidadãos de sua incrível cidade. São como uma extensão de suas famílias e ninguém dentro do Batalhão 51 conhece outra maneira senão a de apoiarem uns aos outros, independente da situação, confiando suas vidas nas mais diferentes situações de risco.

O elenco inclui Jesse Spencer, Taylor Kinney, Christian Stolte, Eamonn Walker, Randy Flagler e Joe Minoso.

‘Chemical Hearts’: Romance com Lili Reinhart ganha teaser LEGENDADO; Confira!

A Amazon divulgou o primeiro teaser legendado do romance ‘Chemical Hearts‘.

Confira:

O romance será lançado no dia 21 de agosto.

Dirigido por Richard Tanne, o longa é baseado no livro ‘Our Chemical Hearts‘, escrito por Krystal Sutherland.

Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.

Lili Reinhart (‘Riverdale’) e Austin Abrams (‘Euphoria’) estrelam a produção.

‘Gaslit’: Dan Stevens irá substituir Armie Hammer na nova série do STARZ

De acordo com o TVLine, Dan Stevens (‘Legião’) irá substituir o ator Armie Hammer (‘Me Chame Pelo seu Nome’) na série antológica ‘Gaslit‘, que está sendo desenvolvida pelo Starz.

Stevens assumirá o papel de John Dean, um jovem conselheiro da Casa Branca dividido entre suas ambição e seu confronto sobre mentir para o presidente.

A substituição se deu por causa das diversas polêmicas em torno do Armie Hammer, que foi acusado de canibalismo, abuso e estupro. O ator também foi demitido de diversas outras produções, tais como ‘Billion Dollar Spy‘, ‘The Offer‘, ‘Shotgun Wedding‘, além de ter sido dispensado pela sua própria agência.

A série será estrelada pela vencedora do Oscar Julia Roberts.

A antologia é baseada no aclamado e premiado podcast Slow Burn‘, da revista Slate, e gira em torno do escândalo de Watergate.

A primeira temporada gira em torno do papel de Martha Mitchell (Roberts) em sua descoberta sobre as controvérsias acerca do caso que culminou na renúncia do presidente Richard NixonSean Penn dará vida a John, marido de Martha e ex-advogado de Nixon.

Robbie Pickering (‘Mr. Robot’) entra como showrunner e produtor executivo. Matt Ross (‘Capitão Fantástico’) será o diretor dos episódios.

Leia a sinopse oficial abaixo:

Gaslit é uma releitura moderna do caso Watergate, que foca nas histórias não contadas e nos personagens esquecidos do escândalo – desde os desastres de Nixon, dos subordinados oportunistas até as trágicas denúncias que eventualmente levaram um grande império à ruína.

‘Medusa’: Terror sobre a lenda grega está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, um filme de terror sobre a Medusa, baseado na popular lenda grega, está em desenvolvimento.

Anna Chazelle (‘Narrow’) será responsável pela direção, roteiro e produção executiva do projeto.

“É fácil demonizar a Medusa, mas a história dela está repleta de ódio justificado, tanto aos deuses que a criaram, quanto aos mortais que querem destruí-la,” afirmou Chazelle ao site. “Estou muito animada em me aprofundar no conto de seu nascimento no panteão grego e, esperançosamente, desafiar a definição amplamente aceita de Medusa como um mero monstro.”

Na mitologia grega, a Medusa era um monstro amaldiçoado com o poder de transformar em pedra qualquer um que olhasse diretamente para ela.

Tara AnsleyArmen Aghaeian e Abhi Goel irão produzir através da Fangoria Studios, e Phil Wurtzel servirá como produtor executivo com a Friel Films.

A personagem foi uma das antagonistas do épico ‘Fúria de Titãs‘, de 2010.

‘Halloween Ends’ será para MAIORES por “violência extrema e cenas sangrentas”

O aguardado terror ‘Halloween Ends‘, o capítulo final da trilogia ‘Halloween‘, recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem e algumas referências sexuais”.

Essa é a mesma classificação que os filmes anteriores da franquia receberam, ‘Halloween‘ (2018) e ‘Halloween Kills‘ (2021) – então espere níveis parecidos de violência.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de outubro.

Confira o trailer:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

2ª temporada de ‘Loki’ estreará em outubro; Confira a data!

A Marvel anunciou oficialmente quando a 2ª temporada de ‘Loki‘ será lançada no Disney+.

O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 6 de outubro.

A nova temporada começará após os eventos da Season Finale, que mostrou a Sylvie (Sophia Di Martino) trazendo caos ao universo depois de apunhalar “Ele que Permanece” (Jonathan Majors) – uma variante do Kang que criou a TVA para proteger a linha do tempo sagrada. Como consequência, Loki foi transportado para uma realidade alternativa em que ele e a Sylvie nunca se aproximaram.

Além disso, o estúdio também confirmou que a série ‘Echo‘ estreará no dia 29 de novembro – com todos os episódios da produção sendo lançados no mesmo dia.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘Sonic 3’: Filmagens da sequência live-action já foram finalizadas!

A Paramount Pictures anunciou que as filmagens da sequência live-action ‘Sonic 3‘ foram oficialmente encerradas.

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de janeiro de 2025.

Apesar da trama não ter sido revelada, a continuação irá contar com o anti-herói Shadow the Hedgehog, que marcou presença na cena pós-créditos do segundo filme.

Além disso, a Paramount+ também está desenvolvendo uma série derivada focada no ‘Knuckles‘, que será estrelada pelo Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’) e Adam Pally, que retornará como Wade Whipple.

Foram confirmados os retornos de Jim Carrey, Ben Schwarrtz, Idris Elba, Colleen O’Shaughnessey, Lee Majdoub, Tom Butler, James Marsden e Tika Sumpter no terceiro filme.

Krysten Ritter (‘Jessica Jones’) entrou para o elenco da sequência, assim como Alyla Browne e Cristo Fernandez.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Após ‘Wicked’, retorne ao mundo fantástico no trailer de ‘O Maravilhoso Mágico de Oz’

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado da adaptação ‘O Maravilhoso Mágico de Oz‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro.

Levada por um furacão a um mundo mágico e desconhecido, Ellie decide seguir a estrada de tijolos amarelos rumo à Cidade Esmeralda, onde acredita que o poderoso Mágico poderá ajudá-la a voltar para casa. No caminho, ela encontra grandes amigos: o Espantalho, que sonha em ter um cérebro; o Homem de Lata, que deseja um coração; e o Leão Covarde, que busca coragem. Juntos, eles enfrentam desafios em uma história encantadora que celebra a amizade, a coragem e a força dos sonhos.

Sofya Lebedeva, Svetlana Khodchenkova e Yuri Kolokolnikov estrelam a produção.

Igor Voloshin é responsável pela direção.

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Aleksandr Volkov, uma reimaginação do clássico de L. Frank Baum, lançado originalmente em 1939.

O Último Rodeio

(The Last Rodeo)

 

Elenco:

Neal McDonough
Sarah Jones
Christopher McDonald

 

Direção: Jon Avnet

Gênero: Drama

Duração: 116 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 16 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em O ÚLTIMO RODEIO, uma estrela de rodeio aposentada volta a participar de uma competição de montaria em touros para salvar o neto. Nesse processo ele confronta seu passado, descobre a fé e prova que a verdadeira coragem está na família.

Entrevista com Neal McDonough

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jon Avnet também assina o roteiro lado de Neal McDonough e Derek Presley;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Missão de resgate no trailer de ‘Maridos em Ação’, novo filme de AÇÃO da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo do filme de ação ‘Maridos em Ação‘ (Husbands in Action).

Na trama, um detetive se une ao novo marido da ex-esposa para caça os sequestradores dela. Será que essa dupla inusitada consegue deixar as diferenças de lado em nome do resgate?

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 19 de junho.

Jin Sun-kyu e Gong Myoung estrelam a produção. O elenco ainda conta com Kim Ji-suk, Yoon Kyung-ho, Kang Hanna, Lee Da-hee e Jeon So-min.

Park Gyu-Tae é responsável pela direção.

Two men in a warehouse strike back-to-back fighting stances; one in a green jacket extends a punch.

Cinebiografia do criador do ‘Ursinho Pooh’ ganha cartaz

A cinebiografia do criador do icônico personagem ursinho Pooh, ‘Goodbye Christopher Robin’, ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

A produção, que não possui vínculo nenhum com a versão live action que será estrelada por Ewan McGregor, conta a história de A.A. Milne e sua conturbada vida familiar, principalmente pelo relacionamento difícil com seu filho, Christopher Robin.

Dirigido por Simon Curtis, o filme foi escrito por Frank Cottrell Boyce. Os protagonistas são Domhnall Gleeson, que será o artista A.A. Milne, Margot Robbie, que interpreta a esposa, Daphne Milne, e Will Tilston, que viverá o personagem homônimo, Christopher Robin.

O elenco também conta com Kelly Macdonald (Olive) e Phoebe Waller-Bridge (Mary Brown).

Ainda sem data definida, ‘Goodbye Christopher Robin’ chega aos cinemas no segundo semestre de 2017.

 

 

‘O Ódio Que Você Semeia’: Astro de ‘Riverdale’ entra para o elenco

A adaptação do best seller ‘O Ódio Que Você Semeia’ está ganhando forma e o astro de ‘Riverdale’, K.J. Apa, foi escalado para assumir o papel do personagem Chris, namorado da protagonista.

O ator substituirá Kian Lawley, que foi demitido da produção.

Inspirado pelo movimento Black Lives Matter, a obra de Angie Thomas teve um sucesso grandioso de crítica, vendas e chegou a estrear no topo da lista de best sellers do jornal The New York Times, em fevereiro de 2017.

A trama conta a história de uma adolescente que testemunha um tiroteio envolvendo a polícia e deve testemunhar em um julgamento de grande porte.

Estrelado por Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’), ‘O Ódio Que Você Semeia’ também conta com Regina Hall, Common, Russell Hornsby, Lamar Johnson, TJ Wright, Issa Rae, Anthony Mackie e Algee Smith.

Roteirizado por Audrey Wells, a produção é dirigida por George Tillman Jr.

As filmagens devem começar na próxima semana em Atlanta, Geórgia. O filme ainda não tem data de lançamento.

‘Uma Aventura LEGO 2’: Ouça a música tema da sequência na íntegra

Uma Aventura LEGO 2‘ também ganhou sua própria canção tema. Seguindo os moldes da divertida “Everything is Awesome” – do primeiro longa, ela traz uma atmosfera divertida e promete ficar, literalmente, presa na sua mente!

Ouça:

Mike Mitchell (‘Trolls‘) assume a direção da sequência, que traz o retorno dos roteiristas Phil Lord e Chris Miller. O diretor do primeiro filme, Rob Schrab (‘A Casa Monstro‘), se desligou do projeto por causa de “diferenças criativas”.

Na trama, “Já faz cinco anos que tudo estava incrível e os cidadãos de Bricksburg agora enfrentam uma nova ameaça: invasores LEGO DUPLO vindos do espaço, destruindo tudo em seu caminho a uma velocidade mais rápida do que eles são capazes de reconstruir. A batalha para derrotá-los e restaurar a paz no universo LEGO levará Emmet, Lucy, Batman e seus amigos a mundos distantes e inexplorados, incluindo uma galáxia estranha onde tudo é um musical. Sua coragem, criatividade e habilidades de construção serão testadas, mostrando o quão especiais eles realmente são.”

Chris Pratt, Elizabeth Banks, Tiffany HaddishWill ArnettStephanie Beatriz e Alison Brie estrelam.

A sequência estreia nos cinemas nacionais em 7 de fevereiro de 2019.

‘VelociPastor’: Filme trash com pastor virando dinossauro vai ganhar sequência

O filme de terror trash VelociPastor ganhar uma sequência. A informação foi compartilhada pelo diretor Brendan Steere e confirmada pela conta oficial do longa no Twitter.

O primeiro filme contou com um orçamento de US$ 35 mil e foi lançado nos formatos de DVD, Blu-ray, bem como em VHS em 2019. A produção também conseguiu alcançar uma audiência generosa ao se tornar disponível em plataformas de streaming.

O anúncio da sequência veio acompanhado de um rápido vídeo que mostra o roteiro da produção sendo impresso.

Confira:

Confira, junto ao trailer completo:

O longa foi escrito e dirigido por Brendan Steere.

Depois de uma devastadora tragédia familiar, um pastor viaja para a China para se encontrar espiritualmente, mas ao em vez disso é dotado de uma habilidade antiga que permite que ele se transforme em um dinossauro. A princípio, ele fica horrorizado com seu poder recém-descoberto, mas uma prostituta local o convence a usar seu novo dom para combater o mal – e os ninjas.

O elenco conta com Claire Hsu, Nicholas M. Garofolo e Alyssa Kempinski.

‘Os Pequenos Vestígios’: Jared Leto é destaque em nova imagem do thriller

O aguardado thriller policial, intitulado ‘Os Pequenos Vestígios‘, ganhou uma nova imagem, que traz o astro vencedor do Oscar Jared Leto em destaque.

Na imagem em questão, Leto aparece dentro de um carro sob uma luz baixa, com um olhar bem suspeito.

Confira:

Lembrando que a Warner Bros. lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 11 de março.

Confira o trailer legendado:

John Lee Hancock, do aclamado ‘Um Sonho Possível‘, é responsável pela direção.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

John Harlan Kim, Sofia Vassilieva, Natalie MoralesTerry KinneyMichael Hyatt, Jason James Richter, Chris Bauer e Kerry O’Malley completam o elenco.

‘O Lobo Atrás da Porta’: Premiado drama brasileiro estreia na HBO Max

O aclamado e premiado drama ‘O Lobo Atrás da Porta‘, estrelado por Leandra Leal e Milhem Cortaz, já está disponível na HBO Max.

Na trama, o desaparecimento de uma criança faz com que seus pais, Bernardo e Sylvia, vão até uma delegacia. O caso fica a cargo do delegado, que resolve interrogá-los separadamente. Logo descobre que Bernardo mantinha uma amante, Rosa, que é levada à delegacia para averiguações. A partir de depoimentos do trio, o delegado descobre uma rede de mentiras, amor, vingança e ciúmes envolvendo o trio.

Fabiula Nascimento, Juliano Cazarré, Thalita Carauta e Karine Teles completam o elenco.

Fernando Coimbra assina a direção e o roteiro do longa.

Relembre o trailer:

Netflix | A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata – Romance histórico com Lily James

À primeira vista o nome A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata (The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society) causa estranheza. O mistério do título, no entanto, é solucionado nos primeiros três minutos de filme, quando um grupo de amigos durante a Segunda Guerra Mundial é abordado por soldados alemães e ameaçados de prisão por desrespeitarem o toque de recolher.

Em um misto de imprevisto e desespero, o grupo inventa como álibi um clube de leitura e o nomeia com as primeiras palavras que lhes saltam à boca. Assim, dá-se um dos enredos mais aconchegantes dos últimos tempos em relação ao holocausto, apresentando a delicadeza e a sobrevivência das pequenas alegrias em meio ao sofrimento imposto pela invasão alemã à ilha de Guernsey, uma pequena nação entre Inglaterra e França, no Canal da Mancha.

Após nos localizar no tempo e espaço, o filme salta para o período do pós-guerra em 1946, na capital Londres, onde a jovem autora Juliet Ashton (Lily James) recebe os louros de seu mais recente sucesso literário junto com seu amigo e editor Sidney Stark (Matthew Goode). Incumbida de escrever um artigo sobre o prazer de ler para uma revista, Juliet começa a duvidar do seu talento como escritora.

Coincidentemente, ela recebe uma carta de Dawsey Adams (Michiel Huisman), um criador de porcos da pequena Guernsey, que solicita a cópia de um livro para o seu clube de leitura, após achar o endereço de Juliet em um livro comprado de segunda mão. Intrigada pelo pedido, ela envia o livro requerido, mas pede em troca que Dawsey lhe responda três perguntas.

A troca de correspondência entre ambos é a parte mais cativante do filme, pois a descrição de Dawsey sobre seus amigos e sua vida na ilha é simplesmente encantadora, contudo é um segmento muito curto. As palavras de Dawsey, por outro lado, nos acolhem e inspiram, assim como Juliet, que sente-se compelida a deixar seus compromissos e o namorado na capital para visitar o amistoso grupo de leitura na ilhazinha distante.

Além das reprovações de seu editor, a jovem escritora lida com o pedido de casamento do namorado norte-americano Mark Reynolds (Glen Powell), minutos antes do embarque. Como em todos os romances, este já é um aviso prévio que o relacionamento irá se desfazer ao longo da história.

Em Guernsey, Juliet é recebida pelos personagens descritos nas epístolas com entusiasmo para uma noite no clube do livro e experimentar a famosa (e horrível) torta de casca de batata. Além de Dawsey, entre eles estão o carteiro Eben (Tom Courtenay), a excêntrica fabricante de gin Isola (Katherine Parkinson) e a viúva discreta Amelia Maugery (Penelope Wilton). Entretanto, a precursora dessa união, a jovem idealista Elizabeth (Jessica Findlay Brown) não se encontra na ilha.

Faz-se, então, um mistério sobre o paradeiro da inspiradora do clube do livro. O possível romance nascido da troca de cartas entre Dawsey e Juliet, é deixado de lado e o roteiro se debruça a desvelar – pouco a pouco – os mistérios ao redor dos moradores da ilha e o desaparecimento de Elizabeth. Após ser proibida de contar a história do grupo, Juliet embarca na descoberta da localização da mãe da pequena Kit (Florence Keen).

Comandado por Mike Newell, responsável pelos romances Quatro Casamentos e um Funeral (1994) e Amores nos Tempo do Cólera (2007), o longa é uma viagem ao fim da década de 1940 por meio de uma direção de arte quase impecável. Ao nos contar cada detalhe dos famigerados acontecimentos da forma mais lírica possível, o roteiro nos poupa a angústia e preenche nossas sensações com a esperança de dias melhores.

Com essa temperança, personagens vívidos e paisagens de tirar o fôlego, A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é uma obra poética. Tanto para os espectadores quanto para a protagonista, que após descobrir o destino de Elizabeth e os segredos da ilha, sente-se agregada àquela família e distante de se tornar a esposa de um militar.

O pecado de A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é, infelizmente, o seu desenlace final. Com os belíssimos Lily James, recentemente encantadora em Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo (2018) e o indicado ao Oscar O Destino de Uma Nação (2017), e Michiel Huisman (da série Game of Thrones), os protagonistas não têm química em cena e não justificam a paixão criada no roteiro. Todos os encontros entre os dois são frios, longe de qualquer sentimento arrebatador.

Apesar de ser um romance, A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata é melhor aproveitado como uma história de perseverança. Sobretudo, no que diz respeito às vidas solitárias em Guemsey e o descortinar de um mistério que mantém o público entretido durante as duas horas de espetáculo.

‘O Justiceiro’: Filmagens da 2ª temporada já tem data para começar; Saiba mais!

O Justiceiro’ já é considerada uma das principais parcerias entre Marvel e Netflix, sendo assim, a série pode retornar antes do previsto.

De acordo com informações do Spoiler TV, a 2ª temporada começará a ser filmada em 26 de fevereiro, em Nova York, e a expectativa é que tudo seja finalizado em 20 de julho.

Apesar disso, a estreia deve acontecer apenas no primeiro semestre de 2019.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Lightwood falou sobre quais vilões gostaria de trazer para a série.

[Cuidado com spoilers]

“Ainda nem pensei sobre a próxima temporada, mas um dos vilões que amo é o Barracuda. Acho que ele é muito interessante. Também amo muito a O’Brien. Achei que ela era muito legal. Certamente esses dois se destacaram para mim, mas existem tantos personagens ótimos nesse mundo, é um local muito divertido para estar”

E vocês, quais vilões gostariam de ver enfrentando o anti-herói futuramente?

‘O Justiceiro’: Produtor revela se algum dos Defensores irá aparecer na série; Confira!

Veja a nossa crítica da 1ª temporada da sérieCrítica | The Punisher: O Justiceiro – Série Marvel que enfia o dedo na ferida do mundo

‘O Justiceiro’ será “uma série forte sobre perda, sofrimento e dor”, afirma Jon Bernthal

‘O Justiceiro’: Violência “é para causar desconforto”

Em ‘Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

Deborah Ann Woll retorna ao papel de Karen Page e Ben Barnes vive Billy Russo.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ cai 60% nas bilheterias e se compara a ‘Batman vs Superman’

Homem-Formiga e a Vespa pode representar o primeiro fracasso comercial do Marvel Studios. A sequência da franquia que começou em 2015 registrou uma queda brusca de 62% em sua segunda semana em cartaz, ou seja, uma das quedas mais acentuadas para um título do MCU desde ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Em questão de comparação, a queda foi a mesma de outros filmes de super-heróis como ‘Batman vs Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’.

Ansioso para ‘Homem-Formiga e a Vespa’? Confira a entrevista EXCLUSIVA com Michelle Pfeiffer 

Clique no vídeo abaixo e saiba o que acontece nas DUAS cenas pós-créditos do filme:

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Primeiras impressões sugerem sequência épica 

Revelada a conexão entre ‘Vingadores 4’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa’ 

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

O filme já está em exibição nos cinemas.

 

‘Homem-Aranha’ | 20 anos do filme que pavimentou a Marvel nos cinemas

A volta de Sam Raimi aos filmes com super-heróis em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura vem junto da comemoração dos 20 anos de seu primeiro filme no gênero, Homem-Aranha.

 Sucesso inquestionável, tanto de crítica quanto de público, a história do adolescente excluído que vê sua vida mudar ao ser picado por uma aranha radioativa fez com competência ímpar o trabalho de adaptação para os cinemas e soube também dar a personalidade do diretor para o projeto.

E isso é algo incrível, porque a escolha de Sam Raimi para a direção aparentemente não tinha muito a ver com o herói em questão. Famoso pelos filmes de terror, o diretor conseguiu superar as expectativas ao dar um equilíbrio perfeito entre aventura, humor e o terror da ficção científica em um filme para todas as idades.

Essa questão do horror da ficção, inclusive, dialoga diretamente com as origens do próprio Homem-Aranha nos quadrinhos. Criado nos anos 60, na famosa Era de Prata das HQs, o herói veio em uma leva de personagens cujas origens eram derivadas dos grandes sucessos da ficção. E como na época a radiação era o grande mistério tecnológico, a aranha irradiada picando o Peter Parker já nasceu clássica.

Paralelamente à origem clássica das HQs, Sam Raimi também se inspirou fortemente no Universo Ultimate, que revigorou as histórias de origem dos principais ícones da Marvel no início dos anos 2000, sendo um universo alternativo, cujo principal representante era justamente o Homem-Aranha. Dessa forma, a equipe criativa do longa soube misturar o melhor dos dois mundos, juntando elementos clássicos do 616 e do Ultimate, às ideias mais estranhas de Raimi, como a controversa Teia Orgânica.

Tudo isso somado à inexperiência de Tobey Maguire, que apesar de não ser um expoente da atuação, soube trazer a inocência e arrogância necessárias para um bom Peter Parker, que servia justamente como contraponto a um dos melhores vilões de todos: o Duende Verde, interpretado magistralmente por Willem Dafoe.

É maravilhoso ver os dois em cena, porque enquanto um é inocente e tende a acreditar no melhor das pessoas, o outro já foi corrompido por sua própria ganância – e pela Globulina Verde – e acredita que todos também são assim, que só precisam de um incentivo para demonstrar suas verdadeiras faces corruptas e gananciosas.

O Duende é um vilão tão arrogante, tão convencido de sua crença torpe, que ele negocia diretamente com o herói em duas cenas do filme, mas nada demonstra melhor isso do que a cena em que o povo de Nova York começa a xingar e jogar coisas no vilão momentos após ele fazer um discurso sobre o povo odiar o herói.

E por mais diferente que seja a roupa do vilão de sua versão nos quadrinhos, essa armadura funciona nas telonas. Os olhos amarelos do capacete passavam medo e abriam para revelar as expressões faciais do ator, que empregava um olhar psicótico fantástico para causar medo no público. A presença de Dafoe nesse filme, inclusive, permite que cenas aparentemente ridículas de quadrinhos funcionassem apenas por ser ele fazendo. Quer um exemplo? Se fosse QUALQUER outro ator se passando por uma velhinha em perigo dentro de um prédio em chamas enquanto usava uma armadura, ninguém levaria a sério. Seria um momento muito criticado por aí e vida que segue. Mas a presença e loucura  que a atuação de Dafoe passa é tão convincente, é tão perfeita, que até esse momento caricato pra caramba fica aceitável.

Já o núcleo do protagonista consegue misturar os dramas adolescentes com dramas adultos, fazendo do Homem-Aranha um herói trágico. Esqueça aquele negócio do herói que gosta de ser herói. Peter tem uma dádiva, mas também tem uma maldição.

Os momentos em que o garoto tenta usar suas habilidades em prol de seu bem próprio ou diversão, coisas horríveis acontecem, porque ao negar suas obrigações, seu amadurecimento, ele se aproxima cada vez mais de um vilão do que de um herói.

Tem quem não curta esse moralismo pesado, característica tão marcante da origem do personagem, mas não tinha como ser diferente se tratando de um herói que é sinônimo de responsabilidade.

O garoto percebe que precisa abrir mão de suas molecagens para evitar que outras pessoas sofram por sua irresponsabilidade, assim como ele sofreu ao perder o tio. E não há nada mais heroico do que abrir mão de sua própria diversão pelo bem maior. Afinal, parte do amadurecimento na vida é escolher que tipo de pessoa você quer ser. Peter escolhe o caminho mais difícil, mas também o mais justo. Não é fácil, não é agradável, mas faz parte. Não dá para fazer tudo que se quer o tempo todo.

Na parte técnica e narrativa, o filme trouxe uma trama clássica da jornada do herói e soube usar os efeitos especiais com perfeição. Isso passou duas mensagens: o público quer ver mais desses heróis humanizados, identificáveis, e a inovação visual é mais do que bem-vinda.

Essa mensagem começou a ser passada com o primeiro X-Men, mas foi consolidada mesmo com o fenômeno que Homem-Aranha se tornou. O sucesso que o longa fez marcou gerações e influenciou nas escolhas de Marvel e DC na década de 2000, apostando mais em heróis humanos para as telonas.

Assim, não é absurdo dizer que “Homem-Aranha” andou para que a indústria atual, marcada pelas superproduções baseadas em quadrinhos, pudesse correr pelas salas de cinema de todo mundo. A ideia de ver mitos das HQs ganhando as telonas com valorização de seus protagonistas e efeitos especiais fantásticos deixou de ser algo bobo voltado para crianças e acabou virando um desejo dos executivos, que viram o excelente retorno da Sony e passaram a investir mais no gênero.

Homem-Aranha está disponível na Netflix, no HBO Max e no Globoplay.

Crítica | Assalto ao Banco da Espanha – Freddie Highmore estrela Filme de Ação Exibido no Cinema do Líder do BBB

A essa altura você já deve ter terminado de assistir a todas as temporadas de ‘La Casa de Papel’, que é a mais famosa história ficcional de assalto a banco da contemporaneidade e do mundo pop. Apesar de incluir personagens carismáticos e atores que se tornaram celebridades nas Comic Cons, a produção de Álex Pina não é a única a abordar um atraco nos cofres hispânicos – exemplo disso pode ser visto em ‘Assalto ao Banco da Espanha, longa de 2021 que foi exibido essa semana no Cinema do Líder no BBB, durante o reinado de Linn da Quebrada, e que estreia hoje na grade aberta da Globo.

Thom (Freddie Highmore) é um peculiar engenheiro, que passou toda a vida obcecado com grandes construções que desafiam sua inteligência. Certo dia ele é surpreendido pela visita de Walter (Liam Cunningham), que lhe oferece uma grande provocação: participar, com ele e sua equipe, de um ‘Assalto ao Banco da Espanha’, onde Thom poderá provar ser muito mais do que um sujeito inteligente comum e entrará para a história como alguém que viveu uma grande aventura e colocou seu nome nos registros dos maiores assaltos ao mundo. Muito mais do que o dinheiro ou a fama, é a possibilidade de se desafiar que faz com que Thom se una ao inesperado grupo de malfeitores.

Em quase duas horas de duração, um dos pontos fortes do enredo criado por Rafa Martínez, Andrés M. Koppel e Borja Glez. Santaolalla é misturar o atual e o passado, configurando o maior tesouro da Espanha como sendo composto por lendários baús cheios de ouro, que tanto ouvimos nas histórias de Barba Ruiva e companhia. Em ‘Assalto ao Banco da Espanha’ esse é o ouro que os ladrões perseguem, e que, em teoria (dentro da ficção) seria exatamente aquele que está sentado no cofre mais seguro do mundo. Outro ponto legal da história é que os ladrões escolhem como dia D para o atraco exatamente o dia da final da Copa do Mundo de 2010, em que a Espanha foi campeã. A construção da atmosfera futebolística é bem contagiante, fazendo graça até, uma vez que enquanto toda a nação espanhola está de olho em Gerard Piqué e a seleção, há um grupinho que usa esse momento de distração para aplicar o maior roubo do país.

O que não funciona bem no filme de Jaume Balagueró é a progressão dos personagens, que realmente é vazia. A motivação de Thom – ego, em querer entrar para a história como o engenheiro que conseguiu quebrar o código do banco – não convence; o paternalismo de Walter com relação a Thom, como quem acha o tempo todo que fez uma ótima escolha, não convence; a abordagem de Walter a Thom (super normal uma pessoa aleatoriamente abordar outra e chamá-la para assaltar um banco, e mais normal ainda essa pessoa aceitar o convite, como se fosse tomar um chá), tudo isso soa forçado demais para o espectador.

Entre altos e baixos do roteiro, ‘Assalto ao Banco da Espanha’ acaba entregando um bom filme de ação que borbulha adrenalina, trazendo um elenco com rostos reconhecíveis e uma nova perspectiva a este que já começa a se configurar como o banco mais cobiçado do mundo. Disponível para os assinantes da Globoplay e da Telecine.

‘Elementary’: Elenco se reúne em foto da temporada final

A série investigativa ‘Elementary‘ será cancelada após sua sétima temporada. A informação foi confirmada pela revista EW.

Agora, a primeira foto da produção da última temporada traz o elenco reunido, já em tom de despedida.

Confira:

A produção, que estreou na emissora CBS em 2012, faz uma releitura contemporânea do personagem de Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. Na trama, Jonny Lee Miller vive Holmes, com a atriz Lucy Liu assumindo uma versão diferenciada de Watson. A dupla investiga casos em Nova York, com o apoio da Polícia local.

A decisão do cancelamento da série foi tomada junto à renovação da 7ª temporada e a produção do novo ciclo já foi finalizada.

 

Stephen King diz que ‘It: A Coisa’ influenciou ‘Stranger Things’

Em recente entrevista à revista Rolling Stone, o famoso autor Stephen King declarou que a série Stranger Things, da Netflix, se inspirou bastante em sua aclamada obra ‘It: A Coisa’.

“Eu gosto muito [da série], mas isso se deve um pouco a It’“, ele comentou. “Essa é outra história sobre crianças que são fracas e desamparadas, mas que juntas podem criar algo muito forte.”

King também acrescentou que acha “as crianças meio mágicas. Quando eu era jovem, pude me inspirar nos meus próprios filhos. Agora que sou muito mais velho, estou me inspirando nos meus netos, no que os vejo fazendo e como eles interagem.”

As três temporadas de Stranger Things já estão disponíveis na plataforma. Enquanto isso, ‘It: A Coisa’ retorna para sua conclusão ainda neste ano.

Confira o trailer oficial abaixo:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘Man of God’: Mickey Rourke entra para o elenco de novo drama religioso

Segundo a VarietyMickey RourkeAris ServetalisAlexander Petrov irão estrelar o novo drama religioso intitulado ‘Man of God’.

O filme é centrado em São Nektarios de Aegina, um santo grego ortodoxo que foi um padre do povo no século XIX, eventualmente banido da igreja e exilado para o Egito. Apesar das adversidades,  ele continuou a se importar com os pobres, ensinando garotas camponesas a lerem e a escreverem, além de estabelecer um convento numa ilha que até hoje serve como refúgio para andarilhos.

Servetails será Nektarios, enquanto Rourke foi elencado como um homem paralítico. Outros detalhes não foram revelados.

Yelena Popovic será a diretora e a roteirista, além de produzir o longa ao lado de Alexandros Potter.

‘Biohackers’: Novo thriller alemão da Netflix ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de Biohackers, seu novo thriller de língua alemã original.

Confira:

A série é dirigida por Christian Ditter (Girlboss).

De chips de THC a melhorias genéticas, seja bem-vindo ao mundo do biohacking. Quando Mia começa sua graduação em medicina genética, ela parece como qualquer outra estudante. Mas quando ela ganha a confiança de uma brilhante professora, fica claro que ela está escondendo um segredo tão grande que pode mudar o destino da humanidade.

Luna WedlerJessica SchwarzAdrian Julius Tillman estrelam a produção.

Biohackers tem estreia marcada para o dia 20 de agosto.

‘Soul’: Conheça Joe Gardner no novo teaser oficial da animação da Pixar

Disney/Pixar divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser oficial da vindoura e já aclamada animação ‘Soul’, apresentando o protagonista Joe Gardner (Jamie Foxx).

O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.

Confira:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

Crítica | Netflix acerta em cheio com o envolvente drama fantástico ‘Sombra e Ossos’

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Quando a Netflix anuncia qualquer adaptação de grande calibre, é de costume que fiquemos ou com um pé atrás, ou animados para ver o que a imperiosa gigante do streaming trará para seu infindável catálogo. Dentre as produções mais bem recebidas pelo público e pela crítica, temos a divertida e despretensiosa ‘The Old Guard’, ação estrelada por Charlize Theron, e a recente releitura da peça ‘A Voz Suprema do Blues’, trazendo Chadwick Boseman em seu último papel antes do trágico falecimento. Conhecendo a pré-disposição da plataforma pelo gênero da ficção fantástica, é natural que ela se valha de diversos títulos que seguem uma narrativa conhecida, familiar e aconchegante ao público – e o mesmo se dá com a vindoura Sombra e Ossos, sem sombra de dúvida um dos projetos mais ambiciosos do ano.

Àqueles não familiarizados, a série é baseada na saga de romances assinada por Leigh Bardugo, escritora israelense que resolveu se afastar das formulaicas rendições londrinas e célticas que dominam a cultura mainstream e criou um universo magnífico, recheado de reviravoltas e, obviamente, de críticas sociais mascaradas por metáforas mágicas e míticas. A trama central é destinada a Alina Starkov (vivida na produção pela apaixonante presença de Jessie Mei Li), uma órfã que trabalha como cartógrafa de um território dividido pela misteriosa presença da Dobra das Sombras – uma muralha de nuvens obscuras, intransponível e lar de criaturas mortais que destroem aqueles que ousarem entrar em seus domínios. Colaborando ao lado de seu melhor amigo e praticamente irmão, Mal Oretsev (Archie Renaux), ela descobre que é, na verdade, membro da comunidade grisha – indivíduos que podem moldar e controlar os elementos da natureza, bem como moldar a realidade a seu bel-prazer; mais do que isso, ela descobre que é a Conjuradora do Sol, uma rara criatura que insurge como a salvação de todos e pode destruir a Dobra.

A princípio, é de se esperar que a narrativa siga certos elementos básicos de toda e qualquer construção fantástica: situar o público em um determinado momento no espaço; apresentar os problemas principais dos protagonistas; e mergulhá-los em um frenesi de metamorfoses que caminham, progressivamente, a um catártico clímax e aparente resolução dos problemas. Diferente do que se espera – e divergindo de outras investidas semelhantes, como ‘Once Upon a Time’, para nomear uma delas -, Alina confronta seu verdadeiro “eu” logo no final do primeiro capítulo, saindo de uma condição martirizada pela descendência miscigenada e insurgindo como a heroína de que todos precisavam. Para trilha com segurança esse novo caminho, ela é auxiliada pelo sedutor e misterioso General Kirigan (Ben Barnes), que tem a habilidade de controlar as sombras e, por esse motivo, é alcunhado de Darkling.

É claro que Alina, nesse meio-tempo, enfrenta um número exaustivo de obstáculos: de um lado, mortais querendo caçá-la para servirem a propósitos individualistas e egoístas ou apenas utilizando-a de exemplo para livrar o mundo dos Grisha e retorná-lo à “normalidade”; de outro, membros da própria raça que não aceitam sua presença e que querem transformar sua vida em um inferno, como é o caso de Zoya (Sujaya Dasgupta), dominadora dos ventos e das tempestades; como se não bastasse, um trio de golpistas cruza a Dobra para raptá-la e levá-la ao outro lado, Kerch, formado por Kaz (Freddy Carter), Jesper (Kit Young) e pela estonteante e circense Inej (encarnada com perfeição invejável por Amita Suman).

As múltiplas tramas, passíveis de se fundirem em um amontoado inexplicável de ações e consequências, levam o tempo necessário para se desenrolarem e nunca dão ares de apressamento – com exceção de breves deslizes. Eric Heisserer, resgatando obras anteriores (incluindo o reflexivo sci-fi A Chegada), sabe como controlar e equilibrar o arco de cada protagonista e coadjuvante para fornecer o máximo de profundidade a cada um deles, supervisionando um time criativo que ainda tem muito a contar. Mesmo assim, é inegável dizer que, conforme nos aproximamos dos episódios finais da temporada de abertura, algo falta; a obrigação de não deixar pontas soltas (e aqui, não me refiro aos cliffhangers para ciclos futuros, e sim a decisões mirabolantes que não condizem com o que foi apresentado) mostra-se como fator decisivo para solavancos rítmicos e um aguardado clímax que não atinge sua potencialidade total.

Em outras palavras, o pano de fundo principal é manchado com algumas pinceladas fora de lugar e desafinações perdoáveis e ofuscadas pelo trabalho técnico-artístico. Interpretações à parte, é o design de produção que mais nos chama a atenção, principalmente pela renegação à obviedade: é claro, Kerch nos transporta para a Londres vitoriana de tantos dramas históricos da televisão internacional, mas é Ravka que nos conquista pela reinterpretação de uma Rússia czarista marcada pelo militarismo, pelos trajes acolchoados e pelas túnicas cerimoniais que tiverem presença na dinastia Romanov. Ambas as contradições são alimentadas pelas explícitas críticas à demagogia monárquica e aos levantes antidemocráticos do conservadorismo social materializado com as esparsas aparições dos soldados fjerdan.

Sombra e Ossos é uma boa adição ao catálogo da Netflix e uma investida original quando pensamos nas inúmeras adaptações que saem ano após ano na indústria audiovisual. Apostando fichas na humanidade de seus personagens e num sólido enredo, a série funciona como um ótimo entretenimento que nos deixa ansiosos para descobrir o que vai acontecer.

Novo filme de David O. Russell, estrelado por Christian Bale e Margot Robbie, ganha data de estreia

Segundo o Collider, o próximo projeto cinematográfico de David O. Russell, ainda sem título confirmado, finalmente ganhou data de estreia.

O longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 04 de novembro de 2022, a tempo de conquistar algumas indicações (e, quem sabe, algumas vitórias) nas principais premiações no começo de 2023.

O elenco é formado John David WashingtonMargot Robbie, Christian BaleRami MalekZoë SaldañaTaylor Swift.

Emmanuel Lubezki, vencedor do Oscar por seus trabalhos em GravidadeBirdmanO Regresso, ficará responsável pela fotografia. Hildur Guðnadóttir, aclamada compositora conhecida por Coringa, supervisionará a trilha sonora.

Ainda não há detalhes referentes à trama e o pouco que se sabe é que, além de dirigir, Russell também assina o roteiro. O longa será produzido por Matthew Budman.

Com poucos títulos sob seu nome, Russell é o responsável pelos aclamados dramas ‘Trapaça‘, ‘Joy: O Nome do Sucesso‘O Lado Bom da Vida‘, que deu o Oscar de Melhor AtrizJennifer Lawrence, e ‘O Vencedor’, que rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante a Bale.

‘Operação Maré Negra’: Drama com Bruno Gagliasso ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou recentemente o novo teaser oficial de Operação Maré Negra, sua mais nova série espanhola.

Além disso, foi confirmado que a produção tem estreia agendada para o dia 25 de fevereiro de 2022.

Assista:

A série foi escrita por Patxi AmezcuaNatxo López, com realização de Daniel CalparsoroOskar SantosJoão Maia.

A trama se passa em novembro de 2019, quando um submarino artesanal atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Lá dentro, três homens sobrevivem a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Ao comando está Nando, um jovem marinheiro e campeão de boxe amador sem recursos financeiros que se vê obrigado a procurar outros meios para ganhar a vida.

Álex González (‘3 Caminos’) estrela a produção. Bruno GagliassoLeandro FirminoNuno LopesLúcia MonizLuís EsparteiroNerea BarrosMiquel InsuaXosé BaratoCarles FrancinoManuel ManquiñaLuis ZaheraDavid Trejos completam o elenco.

Operação Maré Negra é composta por quatro episódios de 50 minutos cada, e traz Mamen QuintasJulio Casal como produtores executivos.

Confira as imagens promocionais: