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Fracasso nas bilheterias, ÉPICO com Christian Bale dirigido por Ridley Scott faz SUCESSO na Netflix

Lançado em 2014, ‘Êxodo: Deuses e Reis‘ (Exodus), a aventura bíblica do aclamado diretor Ridley Scott (‘Casa Gucci’) está disponível no catálogo da Netflix.

O filme custou quase US$ 200 milhões e arrecadou apenas US$ 268 milhões mundialmente, dando prejuízo ao estúdio.

Mesmo assim, o filme está fazendo sucesso na Netflix e estreou em 2º lugar entre os filmes mais vistos do streaming.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram o filme.

Descrita como uma história sobre a coragem de um homem para derrubar o líder de um império, o longa traz à vida a batalha entre Moisés (Christian Bale), no momento em que ele ascende contra o faraó Ramsés (Joel Edgerton), levando 600 mil escravos a uma jornada monumental para escapar do Egito e das pragas que o aterrorizam.

Aguardado como uma grande promessa por ser do mesmo responsável por ‘Gladiador‘, o longa acabou decepcionando na época da estreia, registrando apenas 31% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Entre as análises, tanto a direção de Scott quanto as performances de Bale e Edgerton foram massacradas, além do fato de que a trama não adicionou nada de novo a uma história contada e recontada várias vezes.

Confira:

“Como um todo, a versão de Scott deste conto bíblico parece estranhamente costurada – nem os espectadores religiosos nem os seculares encontrarão muita substância além do básico do espetáculo em jogo.” – IndieWire.

“‘Êxodo: Deuses e Reis’ mal permanece na memória além dos créditos finais, sendo apenas mais uma entre tantas versões de uma história que foi contada e recontada por milhares de anos.” The Independent.

“Esta azeda versão do conto bíblico mostra um Moisés cujas visões surgem após um simples golpe na cabeça… Um lunático comprovado que tem sorte com algumas anomalias meteorológicas, geográficas e zoológicas.” – Irish Times.

“O elemento mais essencial que falta à produção, mesmo para além do seu elenco historicamente impreciso, continua a ser a incapacidade do filme de encontrar uma relevância nova ou inovadora para um público que já ouviu esta história inúmeras vezes antes.” – Deep Focus Review.

“‘Êxodo: Deuses e Reis‘ me fez pensar como tantas pessoas talentosas se reuniram aqui e simplesmente arruinaram uma das histórias mais incríveis já escritas está além da minha compreensão.” – Central Track.

Sigourney Weaver (‘Avatar’) e John Turturro (‘Transformers’) também compõem o elenco como Tuya e Seti, pais do faraó Ramsé. Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) vive um estudioso de hebraico e Aaron Paul (‘Breaking Bad’) encarna um escravo hebreu próximo de Moisés.

Peter Cherning (‘Planeta dos Macacos: A Origem’) é o co-produtor do longa ao lado de Scott.

Projeto do estúdio 20th Century Fox, ‘Êxodo: Deuses e Reis’ foi roteirizado originalmente pela dupla Adam Cooper e Bill Collage, autores da história de ‘Roubo nas Alturas’, e foi reescrito por Steve Zaillian (‘Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’).

Saiba que dia a adaptação de ‘Fallen – Luz e Sombra’ estreia no Globoplay

A Globoplay anunciou que a série ‘Fallen – Luz e Sombra‘, baseada no aclamado romance teen escrito por Lauren Kate, será lançada no Brasil em 17 de Outubro.

O projeto foi produzido pelo serviço de streaming brasileiro em parceria com as produtoras Silver Reel e Night Train Media.

Na trama, Luce é uma jovem que que cumpre pena em uma clínica psiquiátrica por um crime que ela não se lembra de ter cometido. Durante sua estada, Luce deve desvendar o mistério de quem ela é, e por que ela tem uma conexão com dos pacientes que vai muito além de seu tempo na instituição. Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Jessica Alexander (‘Get Even’), Gijs Blom (‘Carta ao Rei’), Timothy Innes (‘The Last Kingdom’), Alexander Siddig (‘Shantaram’) e Sarah Niles (‘Ted Lasso’).

Alexander, Blom, Innes, Siddig e Niles

A trama acompanha Luce (Alexander), uma jovem que é enviada para uma clínica de reabilitação chamada Sword & Cross para cumprir pena após um crime que ela não se lembra de ter cometido.

Entre os outros pacientes, ela encontra o enigmático Daniel (Blom) e o irritante mas irresistível Cam (Innes), todos sob o olhar atento do sinistro médico-chefe Howson (Siddig) e das devotas irmãs gêmeas Miriam e Sophia (Niles).

Outros membros do elenco incluem Josefine Koenig, Esme Kingdom, Maura Bird, Lawrence Walker, Indeyarna Donaldson-Holness, Samantha Bell, Julian Krenn, Laura Majid e Courtney Chen.

Escrita por Rachel Paterson (‘Domina’) e Roland Moore (‘Humans’), que também são co-produtores executivos, a atração será dirigida por Matt Hastings (‘The Handmaid’s Tale’).

A supervisão fica a cargo da criadora Claudia Bluemhuber, que também assume a função de produtora, junto com Hastings e Herbert L. Kloiber. Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para o cinema em 2016.

No entanto, esta versão se tornou um fracasso de crítica e público, recebendo apenas 7% de aprovação dos críticos e acumulando apenas US$ 41,2 milhões, a partir de um orçamento de US$ 40 milhões.

Suspense com Julia Garner que recebeu 90% de aprovação no RT estreia em PRIMEIRO LUGAR na Netflix

O filme ‘O Hotel Royal‘ (The Royal Hotel), thriller dirigido por Kitty Green e estrelado por Julia Garner e Jessica Henwick, estreou em primeiro lugar entre os filmes mais assistidos da Netflix.

Hanna (Garner) e Live (Henwick) são melhores amigas e estão de viagem na Austrália. Quando o dinheiro das duas acaba, Liv, procurando por uma aventura, convence Hanna em aceitar um trabalho temporário no par de um pub chamado The Royal Hotel, numa cidade mineira no interior do país.

O dono do bar, Billy (Weaving) e um grupo de locais introduzem as garotas ao local e à cultura local de bebida – mas as coisas ficam perigosas quando o comportamento e as piadas deles vão além da conta. Logo, Hanna e Liv se veem presas em uma situação angustiante que rapidamente foge do controle.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa debutou com uma aprovação de 90% e uma nota média de 7.2/10.

Confira algumas avaliações:

“Julia Garner e Jessica Henwick apresentam performances em camadas e nuances, enquanto os atores masculinos do elenco interpretam vários tipos de canalhas que são efetivamente nauseantes e intimidantes…” – Chicago Sun-Times

“É um trabalho mais confuso e menos devastador [do que The Assistant], mas mesmo assim é muito eficaz.” – New York Magazine

“A diretora nos faz procurar o perigo em cada cena – e geralmente o encontramos. Ela nos levou até aqui, a este lugar extremamente específico, para aguçar nossa consciência sobre as mais silenciosas red flags que tremulam ao redor do mundo.”  Variety

“É um thriller desconfortável, em que perigos espreitam em esquinas tão comuns que às vezes esquecemos o quão perigosos eles realmente são.” – Vox

“The Royal Hotel é um filme de terror, mas não espere sustos, máscaras assustadoras ou assassinos em série.” – Associated Press

Confira o trailer:

 

Kitty Green comanda a produção. Ela também co-assina o roteiro ao lado de Oscar Redding.

Emile ShermanIain Canning entram como produtores ao lado de Liz WattsKath Shelper.

 

Patrick Swayze | Relembre a “trilogia” Inesquecível do ator

Um dos rostos mais conhecidos da geração que viveu ou gosta de sempre estar lembrando da década de 90, Patrick Swayze foi o protagonista de filmes inesquecíveis, lançados quase em sequência, como: Dirty Dancing (1987), Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) e Caçadores de Emoção (1991). Esses longas-metragens tiveram inúmeras exibições aqui no Brasil, não só nos cinemas mas depois (e até hoje) na televisão, tornando Swayze um artista muito conhecido em nosso país.

Texano, no início da década de 90 foi considerado pela Revista People como o Homem mais Sexy do Mundo, teve mais de duas décadas de carreira profissional nos cinemas, profissão essa que veio após a tentativa de ser bailarino clássico. Seus impactantes personagens sempre deixavam uma grande intensidade em cena tornando-os inesquecíveis em nossas memórias cinéfilas. O ator faleceu vítima de câncer no pâncreas no dia 4 de setembro de 2009, aos 57 anos.

Nesse 18 de agosto de 2021, Patrick Swayze faria 69 anos, e para homenagear esse grande artista resolvemos citar sua trinca mais conhecida, alguns dos seus grandes trabalhos como forma de dica para quem ainda não conhece os grandes filmes desse ótimo ator.

 

Dirty Dancing – Ritmo Quente

Quem nunca escutou em alguma rodinha cinéfila ‘Ninguém deixa a baby de lado’? Quase no início da década de 90, chegou aos cinemas Dirty Dancing, dirigido pelo cineasta nova-iorquino Emile Ardolino, que conta a história de um esforçado dançarino (Swayze) que se apaixona por uma jovem, Baby (Jennifer Grey), que vem de uma família tradicional. Lutando por esse amor contra todos que são contrários, vamos percorrendo cenas dançantes e demonstrações de amor e carinho que ficam pra sempre em nossos corações.

Como curiosidades: Patrick Swayze escreveu uma das canções do filme; A produção levou o Oscar de Melhor Canção; a música Time of Life, interpretada por Bill Medley e Jennifer Warnes é uma das canções mais famosas da história do cinema.

 

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Whoaaaaaaaa! My loooooooove, my daaaaaaarling… Com direção de Jerry Zucker e roteiro assinado por Bruce Joel Rubin, Ghost – Do Outro Lado da Vida fala sobre o amor, sobre a inveja, o egoísmo, sobre as inúmeras formas de manter vivo um amor que não se encontra por aí. Talvez o maior sucesso da carreira de Patrick Swayze, Ghost conta a história de um ótimo executivo que possui um relacionamento muito bonito com sua namorada Molly (Demi Moore). Planejando o futuro juntos e juntando suas vidas, tudo muda quando Sam é assassinado. Só que Sam não consegue passar para o outro lado e acaba encontrando como se comunicar com uma médium chamada Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg) e assim parte em busca de se reaproximar de Molly.

A canção Unchained Melody interpretada por Righteous Brothers é uma das mais tocantes da história do cinema. Quem viu esse filme sabe como a emoção chega de forma intensa e reflexiva! Lindo filme!

 

Caçadores de Emoção

Um dos grandes filmes de ação dos anos 90 (e podemos dizer também da história do cinema norte-americano), Caçadores de Emoção reúne uma forte história, personagens carismáticos, ação, aventura, nos mostra os limites da amizade, os limites da lei, vários pontos reflexivos reunidos em um filme pulsante protagonizado por Swayze e Keanu Reeves.

Na trama, conhecemos o policial e ex-jogador de futebol americano universitário Johnny Utah (Keanu Reeves) que se envolve em uma investigação relacionada a uma série de assaltos a banco realizados por elementos que usam máscaras de ex-presidentes norte-americanos. Assim, Utah se infiltra no bando de Bodhi (Swayze), um surfista querido por todos mas que esconde segredos. Uma amizade nasce entre eles mas logo uma série de situações irá colocar em xeque tudo que acreditam. O filme é dirigido pela cineasta norte-americana Kathryn Bigelow (que mais tarde venceria o Oscar de Melhor Diretora pelo filme Guerra ao Terror, sendo a primeira mulher a ganhar esse prêmio).

Também conhecido como Point Break, esse baita filme teve um remake recente completamente desnecessário!

10 filmes românticos onde o amor é o verdadeiro protagonista

Toda história de amor que assistimos nos filmes românticos tem sempre seu fundo de verdade na realidade. Entre dilemas, brigas e reconciliações, esse forte sentimento nos leva para estradas onde as escolhas dos personagens assumem rumos inesperados. Para você que ama um bom filme romântico, não perde essas sugestões abaixo:

 

Vidas Passadas (Telecine)

Esse filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares, mas cujo o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas nos leva de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

Eternidade (Apple Tv)

Após morrer, uma mulher desperta em um lugar onde as almas precisam definir, em alguns dias, onde passarão a eternidade. Ela só não esperava ter que escolher entre seu último marido – com quem dividiu praticamente toda a vida – e seu primeiro grande amor.

 

Manga (Netflix)

Na trama, acompanhamos uma mãe solteira e workholic, que tem mais uma grande missão na sua carreira como gerente de uma rede de hotéis: convencer um viúvo a vender sua propriedade em Málaga para a empresa onde trabalha. O problema é que, aos poucos, ela vai se apaixonando por ele.

 

Asas do Desejo (Looke)

Um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) passeiam por uma Berlim do lado ocidental, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhes enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal, algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).

 

Antes do Amanhecer (Telecine)

Quem diria que um filme lançado no Festival de Sundance, lá no já longíquo ano de 1995, ficaria para sempre na memória de muitos de nós? Na trama, conhecemos a história de um encontro entre um jovem norte-americano e uma jovem francesa no vagão de um trem que resolvem desembarcar em uma cidade e se conheceram.

 

Se Esse Amor Desaparecesse Hoje (Netflix)

Explorando a sutileza de uma relação sem esquecer de aprofundar em camadas, o longa-metragem sul-coreano Se Esse Amor Desaparecesse Hoje posiciona suas peças em um tabuleiro romântico, em busca daquele pedacinho que deixamos para quem amamos. Dirigido pela cineasta Kim Hye-young, o filme – que rapidamente alcançou o Top 10 da Netflix neste início de 2026 – percorre a juventude abordando temas como bullying, luto e o primeiro amor, a partir de uma conexão profunda que se estabelece entre seus personagens protagonistas.

 

Um Tipo de Loucura (Prime Video)

Elna (Sandra Prinsloo) e Dan (Ian Roberts) se conhecem há muitas décadas e abriram mão de tudo para formar uma família sempre com o objetivo de viverem juntos até os fins dos dias. Já com três filhos e vida consolidada, Elna começa a sofrer de demência, fato que a faz ser hospitalizada e ficar longe de seu grande amor. Sem saber como lidar com a situação, Dan resolve invadir o lugar e partir com Elna para o resgate de lembranças de momentos marcantes do casal.

 

Além do Tempo (Prime Video)

No início dos anos 1980, tudo ia bem na vida dos jovens apaixonados Johanna e Lucas que estão a bordo de um navio, viajando por lugares lindos junto de seu filho, Kai. Certa hora, em pleno alto-mar, eles percebem que a criança sumiu e aos poucos o desespero daquela situação viraria uma página triste na história deles. Décadas mais tarde, eles se reencontram e muito do não dito vem à tona.

 

Por Inteiro (Apple Tv)

Em um mundo onde a tecnologia avançou mais ainda ao ponto de encontrar, por meio de algoritmos, a sua alma gêmea, dois amigos de longa data – e inseparáveis -, Laura (Imogen Poots) e Simon (Brett Goldstein) passam por diversos conflitos em muitos recortes de um extenso período, até a descoberta do amor.

 

História de Amor em Copenhague (Netflix)

Mia (Rosalinde Mynster) é um escritora de sucesso que vive seus dias em total descontrole, adepta das relações constantes e descartáveis. Tudo muda em sua vida quando conhece Emil (Joachim Fjelstrup), um solteiro, pai de dois filhos. Os dois logo se apaixonam e começam a viver o desejo de ter um filho juntos. Mas esse processo colocará à prova todo o amor que sentem um pelo outro.

 

Stephen King para o Dia das Bruxas – Relembre as 10 Primeiras Adaptações do Autor para as Telas

Se tem um mês do ano em que o autor Stephen King merece ser mais celebrado, esse é definitivamente outubro, o mês do halloween / dia das bruxas no Brasil. A data macabra e assustadora tem a cara do escritor, que desde o início da década de 1970 nos presenteia com suas histórias sombrias, mas deliciosamente divertidas igualmente. Esse é o verdadeiro significado da data: a diversão. King é provavelmente o autor mais adaptado ao audiovisual e sua carreira caminha lado a lado com o mundo do entretenimento visual. Dentre superproduções para os cinemas, filmes para o mercado de vídeo, séries televisivas, curtas-metragens e agora produções voltadas ao mercado de streaming, sejam filmes, seriados ou minisséries, Stephen King parece não sair dos holofotes, das mentes e da boca dos fãs.

É um fato impressionante o escritor continuar assustando as novas gerações, tendo feito isso muitas vezes com gerações mais antigas numa trajetória de mais de quatro décadas. Sim, vira e mexe alguma obra de King é redescoberta e ganha nova roupagem para os mais jovens, assim como livros e trabalhos recentes do escritor igualmente recebem oportunidade de brilhar. Para comemorar esse artista que tem tudo a ver com essa data que tanto adoramos, voltaremos às raízes de Stephen King, revisitando seus primeiros trabalhos adaptados para as telas, numa época em que o autor ainda não tinha o peso que possui hoje. Dê asas à sua nostalgia e vem com a gente conhecer as 10 primeiras adaptações de Stephen King.

#1) Carrie – A Estranha

Carrie marcaria com pé direito a entrada de Stephen King em Hollywood em 1976. O filme é a primeira adaptação de um texto do autor para as telas e foi também o primeiro livro publicado pelo renomado romancista. A obra literária foi lançada em 1974 e dois anos depois já era um filme de sucesso que, entre outras coisas, recebeu duas indicações ao Oscar de atrizes (Sissy Spacek e Piper Laurie). Aqui King já fazia críticas ao bullying e previa massacres em escolas – quando uma adolescente tímida sofre humilhação nas mãos das colegas de classe e resolve se vingar com seus recém-adquiridos dons telecinéticos (uma analogia à puberdade). Carrie ganhou uma continuação em 1999, uma minissérie em 2002 e uma refilmagem em 2013.

#2) Os Vampiros de Salem

Esse foi o segundo livro escrito por King, cujo título original é Salem’s Lot, lançado logo no ano seguinte de Carrie, em 1975. Ao contrário de Carrie, levado aos cinemas por Brian De Palma, a adaptação da segunda obra do autor viu sua estreia no canal americano CBS, com produção da Warner Bros. Television, no formato de uma minissérie em dois episódios exibidos em 17 e 24 de novembro de 1979. Apesar do lançamento menor, na direção, um verdadeiro ícone do gênero: Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica). A trama guarda muitas semelhanças com o mais recente sucesso da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), com o criador Mike Flanagan inclusive revelando a inspiração em King. Ou seja, fala sobre um escritor retornando para sua pequena cidade, somente para descobrir que os residentes estão se tornando vampiros. A história ganhou uma continuação na forma de um filme de 1987 e uma minissérie moderna em 2004 – um filme para os cinemas é anunciado pelo Warner.

#3) O Iluminado

Nas páginas, O Iluminado foi o terceiro livro escrito por Stephen King e seu maior sucesso então. A obra literária cimentava seu nome como autor do momento, inclusive entre os jovens. Lançado em 1977, o livro seria comprado pela Warner e desenvolvido na forma de uma superprodução a ser comandada por um nome de imenso culto na época: Stanley Kubrick, talvez o maior cineasta a ter reimaginado um livro de King. O que parecia ser o negócio do século para o escritor, terminou se mostrando um pesadelo para ele, quando o excêntrico cineasta resolveu mudar muito do texto de King, e há quem diga, inclusive melhorá-lo. O escritor não poupou palavras para deserdar essa adaptação, lançada em 1980, e quase vinte anos depois, em 1997, criaria sua própria versão. Que parece ter agradado zero apenas uma pessoa. O próprio King.

#4) Cujo

Até então as adaptações dos livros de Stephen King vinham mantendo certa ordem cronológica: a cada livro lançado, um filme era produzido para estrear alguns anos depois. Bem, ao menos com os três primeiros. O hiato começou com Rage, livro lançado no mesmo ano de O Iluminado (1977), sob o pseudônimo Richard Bachman (usado por King em alguns de seus primeiros trabalhos). Acontece que Rage fala sobre um adolescente armado matando professores num colégio e gerou todo um debate quando o triste fato começou a ocorrer de verdade, terminando com King banindo sua própria obra. Assim, a próxima adaptação viria apenas com o décimo livro do autor, que focava num tema mais ameno: um cachorro da raça São Bernardo que, ao adquirir raiva, passa a aterrorizar uma mãe e seu pequeno filho. Bem, digamos que um tema mais ameno para os padrões de Stephen King. O filme era lançado em 1983, dois anos após o livro chegar às lojas.

#5) Na Hora da Zona Morta

O ano de 1983 seria movimentado para Stephen King. Após o sucesso de suas primeiras adaptações e do hiato até o início dos anos 80 para suas obras voltarem a emplacar com os estúdios, 83 veria o lançamento de três textos de King nas telonas. O primeiro, como citado, foi Cujo (com distribuição novamente da Warner), sendo seguido por Na Hora da Zona Morta, produção de Dino De Laurentiis, distribuição da Paramount e direção de David Cronenberg – como dito, King era propriedade quente da época e seus textos atraíam grandes e promissores cineastas. O filme é baseado no sétimo livro de King, lançado em 1979. Aqui, Christopher Walken protagoniza como um professor de vida simples que se envolve num acidente de carro, fica em coma e quando acorda, volta com o estanho dom de visões do passado e futuro de todos que toca. O filme gerou uma bem sucedida série que durou cinco anos, de 2002 a 2007.

#6) Christine – O Carro Assassino

O ano de 1983 fecharia as adaptações de Stephen King no cinema com Christine, da Columbia (Sony). Essa era uma ocasião importante, já que o livro era o 13º lançado pelo autor, o que para um especialista em terror é um número significativo (associado ao azar). No cinema, por outro lado, era a sexta produção audiovisual a ganhar forma. Depois de nomes como De Palma, Cronenberg, Hooper e Kubrick, mais um mestre se juntava à lista. Ninguém menos que John Carpenter, o pai de cults adorados como Halloween, Fuga de Nova York e O Enigma de Outro Mundo. A colaboração entre os lendários artistas teve como tema um carro possuído por maus espíritos, ou melhor, como fonte de obsessão para todos que o tem como donos. No fundo, uma nova trama sobre bullying e vingança. Uma nova versão vem saindo do forno pela Blumhouse.

#7) Chamas da Vingança

Esse é um dos filmes menos conhecidos do primeiro lote de dez das obras de King. Trata-se do oitavo livro escrito por King, sobre o relacionamento entre pai e filha. A dupla, fugitivos de uma agência do governo que experimentava em pesquisas científicas com novas drogas. O pai, um voluntário, usou substâncias químicas que geraram em sua filha dons da pirotecnia (criar e controlar o fogo com a mente). No cinema, o sétimo filme de King foi lançado em 1984 e marcou pela presença da menina Drew Barrymore, recém-saída do sucesso E.T. – O Extraterrestre. Um remake da Blumhouse com Zac Efron está em fase de pós-produção.

#8) Colheita Maldita

No mesmo ano de 1984, estreava o oitavo filme baseado em Stephen King. A história não é baseada num livro do autor, mas sim num conto de 1977, presente na coletânea Night Shift, de 1978. O longa marca assim o primeiro conto de King levado às telas – ao invés de um romance completo ser usado como fonte – fato que viria a ser recorrente também nas transições do autor para as telas. Na trama, um culto de crianças, comandadas pelo ameaçador Isaac, mata todos os adultos de uma pequena cidade rural americana. Um casal, vivido por Peter Horton e Linda Hamilton, tem o azar de parar no local e se tornar alvo do culto fanático de pequenos homicidas.

#9) Olhos de Gato

Sabe aquele ditado do “e se a moda pega…”, bem ela pegou mesmo e na época estúdios estavam providenciando longas-metragens baseados não apenas nos livros de Stephen King, como também eu seus contos mais curtos de coletâneas. Isso apenas demonstra o quão em alta estava o nome do autor. Lançado no ano seguinte de Colheita Maldita, em 1985, Olhos de Gato marcou o primeiro filme baseado em King que contava também com roteiro do próprio escritor. O longa, composto por três histórias ligadas somente pela presença de um gato, é baseado nos contos contidos no livro Night Shift novamente. Mais uma vez, Drew Barrymore estrelava (numa das histórias) e o filme é dirigido por Lewis Teague, que havia comandado Cujo dois anos antes.

#10) A Hora do Lobisomem

Finalizando as dez primeiras adaptações de King, o último item traz como base um livro diferente do autor. Bem, acontece que Cycle of the Werewolf, ou o ciclo do lobisomem, de 1983, é formado por uma história com começo, meio e fim, porém, a cada capítulo desta história temos um conto envolvendo um mês do calendário. O protagonista, no entanto, é o mesmo, um menino de 10 anos, cadeirante. King também adaptou o roteiro e o filme era lançado em 1985, com o título Silver Bullet (no Brasil A Hora do Lobisomem). Na trama, um lobisomem está aterrorizando uma então pacata cidade. Cabe a um menino e seu tio descobrirem sua identidade.

‘Dark Crimes’: Suspense com Jim Carrey ganha no clipe; Assista!

O suspense Dark Crimes, que tem o ator Jim Carrey no elenco, ganhou um novo clipe.

Assista:

Na trama do suspense, Carrey vive o Detetive Tadek, um policial que encontra similaridades entre um assassinato não resolvido e um crime encontrado no livro mais recente do autor de best-sellersKrystov Kozlow (Marton Csokas).

Com direção de Alexandros Avranas (‘Miss Violence’) e roteiro de Jeremy Brock (‘O Último Rei da Escócia’) baseado em artigo jornalístico acompanhando um caso real.

Dark Crimes chega em 19 de abril nos cinemas americanos, sem previsão no Brasil.

‘Dragon Ball Super Broly – O Filme’ ganha novo comercial eletrizante; Assista!

A Fox Film do Brasil divulgou o novo comercial de ‘Dragon Ball Super Broly‘.

Confira, com o trailer dublado:

É o primeiro filme baseado na célebre série Dragon Ball Super e contará a história do Saiyajin desconhecido.

Wendel Bezerra voltará a dublar o Goku.

O Broly do título foi apresentado em ‘Dragon Ball Z: O Poder Invencível‘ e é um dos Saiyajins mais poderosos da história, e cresceu odiando o Goku. O que já se sabe sobre o filme é que irá se passar após a conclusão do Torneio do Poder. Porém, ainda não se sabe detalhes da história.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 3 de Janeiro de 2019.

‘Pantera Negra 2’ ganha data de estreia

Durante o painel na Expo D23, a Disney finalmente divulgou quando o longa ‘Pantera Negra 2‘ será lançado. A sequência irá estrear nos cinemas no dia 6 de maio de 2022.

Ryan Coogler retornará à direção, sendo também responsável pelo roteiro da continuação.

Chadwick Boseman e Martin Freeman já foram confirmados na sequência.

Recentemente, o We Got This Covered divulgou um boato alegando que a Marvel está optando entre dois personagens marcantes dos quadrinhos como vilão do filme.

Um deles seria o Namor, fazendo sua primeira aparição no cinema.

A outra escolha seria a Princesa Zanda, governante de Narobia, país vizinho de Wakanda. O que faria mais sentido levando em conta a narrativa da personagem.

Para quem não conhece, Zanda é obcecada por artefatos místicos e torna-se uma perigosa terrorista e especialista em armas de fogo. Nos quadrinhos, ela nutre um ódio por T’Challa após seu casamento com a Tempestade.

‘Killing Eve’: Jogo de gato e rato continua no trailer do próximo episódio; Assista!

A BBC divulgou o trailer do próximo episódio da 3ª temporada de ‘Killing Eve‘.

Confira:

Intitulado End of Game, o episódio irá ao ar no dia 17 de maio.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Cobra Kai’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

A aclamada série ‘Cobra Kai‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Recentemente, Hayden Schlossberg, um dos criadores da série, indicou que há planos para um possível spin-off para expandir o universo da franquia.

“Nós temos esperança de expandirmos ainda mais o universo de ‘Karatê Kid’. Nós sabemos como iremos concluir ‘Cobra Kai’, mas nós sempre a comparamos com nossa outra série favorita, ‘Breaking Bad’, e como eles conseguiram dar continuidade à trama com ‘Better Call Saul’ e ‘El Camino’.”

Ele continua, “Nós gastamos bastante tempo na terceira temporada com a história do Kreese, mas nós queríamos ter tido ainda mais tempo para contar essa história. Nós temos tanta coisa para contar nesses episódios de meia hora que acaba não sendo o suficiente.”

Lembrando que a 3ª temporada da produção já está disponível na plataforma de streaming.

O novo ciclo se aprofunda nas consequências do acidente sofrido por Miguel, à medida que traz Johnny Lawrence retomando o seu papel de mentor do jovem karateca, enquanto o ajuda a retomar seus passos.

Já Daniel-San enfrentará uma grande crise de identidade em virtude das caóticas consequências de sua decisão em retomar o karatê, o que acaba afastando-o da sua família e também da própria empresa.

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

E aí, o que você acha que está reservado para os novos episódios?

Durante uma entrevista para o Comic Book, William Zabka foi questionado com a mesma pergunta.

Em resposta, o intérprete de Johnny Lawrence disse:

“O final da 2ª temporada foi como um acidente de carro no qual todos saímos feridos, sem exceções. Há um monte de peças para juntar e feridas a sarar… Eu fiquei sabendo de algumas teorias de fãs por aí e algumas delas são boas, mas nem chegam perto do que está por vir. Boas tentativas. Eu defino a 3ª temporada como um show ou explosões de fogos de artifício, mas isso é bom ou ruim? Eu acho que ela incorpora o melhor das duas primeiras.”

Ele também fez mistério sobre o possível retorno de Ali Mills (Elisabeth Shue) ao comentar a cena final da 2ª temporada:

“Bem, o que eu posso te dizer é que nada é o que parece. Vimos que Johnny ainda lamenta seu término com Ali e ela é uma grande peça que faltava que faltava na vida dele. Ela é o amor que escapou e de alguma forma ele adoraria se reconectar [com ela]. Mas a série é cheio de surpresas.”

Por fim, ele comentou sobre a renovação da série para a 4ª temporada.

“Foi incrível gravar os novos episódios e estou ansioso para ver a reação dos fãs. Esperávamos que fosse lançada antes também, mas o mundo está uma bagunça… O que importa é que estamos felizes de dar continuidade ao trabalho com a Netflix. Já temos outra temporada garantida e isso é um sinal de que o público está nos apoiando, eu nunca imaginei que isso iria acontecer. Sou muito grato por dar vida ao Johnny.”

Confira o trailer da 3ª temporada:

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘Resgate 2’: Chris Hemsworth retorna no primeiro teaser da sequência; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da sequência ‘Resgate 2‘, com o astro Chris Hemsworth.

Confira:

Sam Hargrave retorna à direção da sequência.

Em 2020, o mundo conheceu um novo herói: Tyler Rake (Chris Hemsworth), um mercenário destemido que embarca na missão mais mortal de sua carreira. Mas o que parece perdido ainda pode ser resgatado.

Joe e Anthony Russo, os diretores de ‘Vingadores: Ultimato‘, servem como produtores.

Confira nossa crítica de ‘Resgate‘:

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘Animal Kingdom’: Última temporada ganha trailer EXPLOSIVO; Confira!

A TNT divulgou o novo trailer da 6ª (e última) temporada de ‘Animal Kingdom‘.

Confira:

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 19 de junho.

A série foi criada por Jonathan Lisco.

A trama é centrada em Joshua “J” Cole, um garoto de 17 anos que se muda com seus parentes para um praia do sul da Califórnia após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Logo, Josh mergulha na vida de indulgência e excessos da família, que ele logo descobre, é fundada em atividades criminosas. Controlado pela durona avó do garoto, a matriarca Janine “Smurf” Cody, e pelo braço direito Baz, que gerencia os negócios e toma as decisões, o clã conta tambem com Pope, o mais velho e mais perigoso; Craig, o destemido filho do meio; e Deran, o problemático e desconfiado caçula. O grupo ainda traz Nicky, a namorada de J, e Catherine, a esposa de Baz e mãe da filha de 3 anos do casal, Lena.

O elenco inclui Ellen Barkin, Shawn Hatosy, Ben Robson, Jake Weary e Finn Cole.

Filme da franquia ‘Star Wars’, que seria dirigido por Patty Jenkins, é CANCELADO

De acordo com o Variety,  o longa ‘Star Wars: Rogue Squadron‘, que seria dirigido pela Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’), foi oficialmente cancelado.

O projeto havia sido oficializado em 2020, mas acabou sendo removido do calendário de lançamentos da Disney no final de 2022. Agora, o site confirma que o longa não está mais em desenvolvimento ativo.

O Variety também declarou que o novo filme da franquia ‘Star Wars‘, que seria produzido pelo Kevin Feige, também foi engavetado.

Anteriormente, Jenkins já havia demonstrado incerteza sobre o futuro do projeto ao declarar “eu não sei se realmente vai acontecer ou não”.

Vale lembrar que o jornalista Jeff Sneider, do The Ankler, havia declarado que o filme estava “uma bagunça”:

“Ouvi algumas coisas sobre Patty Jenkins. Ouvi dizer que ela é um pesadelo. Sinto muito, eu odeio ser o cara que xinga uma mulher! Mas, ouça, eu também disse isso sobre inúmeros diretores do sexo masculino. Ouvi dizer que as ideias dela para ‘Mulher-Maravilha 3′ foram uma bagunça. Ouvi dizer o mesmo de ‘Star Wars: Rogue Squadron‘, é uma completa bagunça.”

O longa iria acompanhar as missões da equipe de artilharia espacial introduzida em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ (1980).

Aclamada pelos críticos, adaptação musical de ‘A Cor Púrpura’ ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado da adaptação musical do clássico ‘A Cor Púrpura‘.

Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o vídeo destaca a recepção positiva dos especialistas.

Confira:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 8 de fevereiro.

O elenco conta com Taraji P. HensonJon Batiste, Fantasia BarrinoDanielle BrooksColman DomingoCorey HawkinsH.E.R.Louis Gossett Jr.David Alan GrierCiaraHalle Bailey.

Blitz Bazawule, co-diretor de ‘Black Is King’, assume a direção do projeto.

Marcus Gardley (‘The Chi’) assina o roteiro, que conta com letras e canções do aclamado musical vencedor da Broadway.

A Cor Púrpura‘ é baseado tanto no musical de 2005, como na obra literária de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Spielberg, estrelada por Oprah Winfrey e Whoopi Goldberg.

O longa original, lançado em 1985, rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme.

A obra vai contar com Spielberg, Winfrey e Quincy Jones na produção. Vale ressaltar que o último assumiu o mesmo papel na adaptação oitentista.

A versão musical também traz Scott Sanders como produtor.

‘The Boys’: Ator de ‘Expresso do Amanhã’ se junta ao elenco da ÚLTIMA temporada

De acordo com o Deadline, Daveed Diggs (‘Expresso do Amanhã’) entrou para o elenco da 5ª (e última) temporada de ‘The Boys‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu personagem não foram divulgados.

Anteriormente, o showrunner Eric Kripke havia revelado o que podemos esperar do ciclo final: “Não há como garantir quem irá sobreviver, porque não precisamos manter esses personagens por mais uma temporada. Então nós podemos fazer decisões realmente chocantes o tempo inteiro. Nós, como roteiristas, estamos explorando isso e tem sido um processo muito satisfatório.”

Sem data de estreia, a última temporada será lançada apenas em 2026.

 

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Conflitos amorosos no trailer dos próximos episódios da 3ª temporada de ‘A Idade Dourada’; Confira!

O Max divulgou o trailer dos próximos episódios da 3ª temporada da elogiada série de época ‘A Idade Dourada‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Intitulado What the Papers Say, o próximo episódio irá ao ar no dia 29 de junho.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

Mark Wahlberg apronta todas no Brasil no trailer de ‘Balls Up’, nova comédia do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘Balls Up‘, comédia estrelada por Mark Wahlberg (‘Uncharted: Fora do Mapa’) e Paul Walter Hauser (‘Black Bird’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 15 de abril.

Peter Farrelly (‘Debi e Loide: Dois Idiotas em Apuros’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Paul Wernick e Rhett Reese – a dupla por trás de ‘Deadpool‘.

“A trama gira em torno de dois executivos de marketing americanos que, após serem demitidos por perderem uma grande oportunidade de patrocínio, decidem usar seus ingressos gratuitos para um grande jogo de futebol. No entanto, a bebedeira os leva a se envolverem em uma série de confusões e a serem perseguidos por todo o país”.

O elenco ainda conta com Benjamin Bratt, Molly Shannon, Daniela Melchior, Eric André, Hal Cumpston, Matuse, Connor Barton e Chelsey Crisp.

Clive Owen, Rosamund Pike e Common vão estrelar o thriller de ação ‘Three Seconds’

Clive Owen, Common e Rosamund Pike serão colegas de elenco em um novo projeto, intitulado ‘Three Seconds’.

Dirigido por Andrea Di Stefano, o roteiro também foi re-escrito pelo cineasta, a partir de um material que já passou pelas mãos de Alex Garland, Matt Cook e Rowan Joffe.

A trama traz Pete Hoffman, um criminoso em redenção que já foi soldado das Forças Especiais, Como parte de seu acordo de libertação, ele se comprometeu a trabalhar como um agente secreto para o FBI, se infiltrando na máfia polonesa e no comércio de drogas em Nova York.

No entanto, quando o traficante se dá mal e ameaça revelar sua identidade como um espião, ele se vê forçado a voltar para prisão, na tentativa de salvar sua vida e a de sua família.

Three Seconds’ está à venda no mercado do Festival de Cannes, em busca de distribuidores e investidores.

 

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2’ terá cenas filmadas em várias cidades europeias

Boa parte da sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ deve se passar em algumas cidades europeias.

Segundo o portal Production Weekly, a continuação listou o início da produção, marcado para 19 de maio deste ano, sinalizando algumas locações para as filmagens.

Além de Nova York, Londres, Veneza e Praga devem ser as outras cidades onde a trama se passará. Considerando também que agentes europeus aparecerão na sequência, a informação realmente condiz com o que a trama deve oferecer.

As filmagens da sequência estão programadas para começarem em 1 de junho de 2018 e durará até setembro, sob o subtítulo provisório: ‘Spider-Man: Fall of George’ (em tradução livre fica como ‘Homem-Aranha: Outono de George’). O título é uma homenagem a um episódio de Seinfeld, de 1997.

A estreia acontece dia 5 de julho de 2019.

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Arte de fã imagina Zac Efron como Wolverine; Confira resultado!

Após o astro Keanu Reeves revelar que gostaria de interpretar o herói Wolverine nos cinemas, mais um ator foi sugerido pelos fãs para o papel.

Vários seguidores do popular artista BossLogic sugeriram ao criativo uma arte que trouxesse o jovem Zac Efron no papel  do mutante.

Respondendo aos pedidos, ele desenvolveu um material que ilustra a possibilidade e o resultado é realmente convincente.

Confira:

‘The Flash’: Imagens do set confirmam retorno de [SPOILER]; Confira!

A 6ª temporada de ‘The Flash‘ retornou essa semana e novas imagens feitas direto do set de filmagens confirmaram o retorno de mais um personagem, pós Crise nas Infinitas Terras.

Compartilhadas pelo portal CANADAGRAPHS, as imagens confirmam a volta de Godspeed para a segunda parte da sexta temporada. Aparentemente, o personagem deve aparecer no episódio 18.

Além disso, as fotos divulgadas também sugerem o retorno do Flautista.

Confira:

Assista à promo do próximo episódio:

Assista ao trailer da temporada:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, a série faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

A série é exibida pela emissora The CW.

‘Pose’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da aclamada série ‘Pose’, criada por Ryan Murphy, já está disponível na Netflix. O mais recente ciclo teve sua estreia na última sexta-feira (01) na grade de programação.

Exibida internacionalmente pela FX, a produção examina com cuidado a vida dos LGBTQ+ da Nova York dos anos 1980, em meio à epidemia de HIV/AIDS e de que forma essa comunidade se uniu para um bem maior.

Relembre o trailer da temporada anterior:

Criada por MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transsexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal SwainHailie SaharAngelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘This is Us’: O amor está no ar na promo do 2º episódio da 6ª e última temporada; Confira!

A 6ª e última temporada do aclamado drama ‘This Is Us’ já está em exibição e o 2º capítulo, intitulado “Yellow Brick Road“, ganhou sua promo oficial.

No vídeo em questão, Deja e Nicky são os grandes destaques e aqui seguem em direção às suas pessoas amadas, Malik e Sally – respectivamente.

Confira:

Relembre o trailer da temporada:

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca e Jack, um casal esperando trigêmeos; Kevin, um ator que está cansado do que faz; Kate, uma mulher tentando perder peso e Randall um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

A série é criada por Dan Fogelman.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)
THIS IS US — “The Challenger” Episode 601 — Pictured: (l-r) — (Photo by: Ron Batzdorff/NBC)

Crítica | Raio Negro (Black Lightning) – a série de herói que precisávamos

It’s a Family affair

Poucas são as vezes em que faço isto, mas se tratando de Black Lightning é preciso antes de mais nada destacar um detalhe sobre a parte técnica desta produção: a trilha sonora. Do rap ao soul, a série caminha com tamanha perfeição que é impossível não se apaixonar e desejar pela playlist contendo todas as músicas tocadas nos episódios (se alguém encontrar ou resolver catalogar, colocar no Spotify, favor me informar). É incrível e marcante para o telespectador, sem contar que se encaixam nos momentos perfeitos. Isto sem contar as músicas do Godholly, criadas para a série e para personagens específicos. Já deixo avisado que estão no Spotify e a da Thunder (Tormenta) é a minha favorita (playing on loop).

Bom, mas vamos falar da série, certo?! Black Lightning, criada por Salim Akil (The Game) e Mara Brock Akil (Cougar Town), fez uma primeira temporada de tirar o fôlego. Saindo um pouco do eixo, ao qual o público está acostumado, quando se trata das produções de heróis com o selo CW de aprovação, a narrativa aqui toma proporções mais maduras e traz uma história que tem um pouco de investigação policial (mesmo que não oficial), vigilantes, tráfico de drogas, espionagem, conspirações governamentais (ilegais?) e mortes. Honestamente, como uma fã do Batman e de Gotham City, vejo muitas similaridades na história de Jefferson Pierce (Cress Williams) com a de Bruce Wayne. E não, isto não é algo negativo, mas sim acrescenta e muito em trazer um ritmo mais adulto para a trama.

Este primeiro ano da série apresenta bem a história com a qual o telespectador está diante e os personagens que farão parte do todo. O desenrolar do roteiro é coerente, não esquece ninguém no churrasco nenhum personagem, e permite a todos tempo de tela suficiente para que se entenda o histórico de cada um. A narrativa é um verdadeiro emaranhado de teia que, aos poucos, vai se desembolando, explorando e mostrando quem de fato é quem no meio de toda a corrupção. Além, claro, dos cliffhangers bem trabalhados e deixados para a próxima temporada.

Com um roteiro tão estável, Black Lightning precisaria de um elenco tão bom quanto e neste quesito a série não peca, e as performances entregues são excelentes. É preciso destacar Nafessa Williams, que dá a vida a personagem Thunder, cuja descoberta dos poderes a leva numa jornada que dá gosto acompanhar. O time formado com o pai, o Black Lightning, resulta sempre num dos melhores momentos de cada episódio. Jennifer Pierce (China Anne McClain), a filha mais nova do herói, também percorre um caminho de descobertas que entrega debates e conflitos excelentes, realísticos mesmo com toda a fantasia de superpoderes.

Christine Adams, é a matriarca da família, Lynn Pierce, e Damon Grupton é o Gordon de Freeland, interpretando Bill Henderson. Duas importantes adições a família da qual acompanhamos a história. Agora é preciso falar sobre Peter Gambi (James Remar) que, vamos combinar, em tudo que ele parece com Alfred Pennyworth, também se distancia. E claro, não posso deixar de citar Marvin ‘Krondon’ Jones III, que vive o vilão Tobias Whale. A interpretação é tão boa, e o desprezo que ele incita no público é tamanho, que a única vontade que se tem é de dar um soco bem dado no meio da fuça do personagem (ou isso é só eu?).

Nos quesitos técnicos, a série acerta na direção, realiza um trabalho coerente com os elementos apresentados. A arte também não erra e cá entre nós, que traje espetacular o da Thunder, não? Gostei mais do que o do Black Lightning. Sorry, Jefferson! Na ficção e na realidade ela tem mais fãs que você. O único problema da produção talvez continue sendo a coreografia de lutas. Aparentemente, é o mesmo grupo que coreografa as outras séries da CW e parece ser algo constante das produções que precisa de ajustes. Resta torcer por uma melhora!

Bom, a criação de Salim Akil e Mara Brock Akil não foge do dever e entrega situações, diálogos e momentos em que trata sobre racismo, preconceito social, sexismo, machismo, entre outros. Afinal, estamos diante de uma produção audiovisual cujo o protagonista é um herói negro, em um bairro majoritariamente de negros, a co-protagonista é uma mulher, heroína, lésbica e negra, e o vilão é um babaca racista cujo objetivo é governar uma cidade que não pertence a ele.

Black Lightning é aquela série que nem a gente sabia que precisava e facilmente ocupa o primeiro lugar no ranking das melhores séries baseadas em personagens da DC Comics no ar atualmente.

Gosta de cartazes? Temos mais de 16 mil imagens sem texto; Vem ver!

Se você é admirador das artes feitas para os pôsteres de filmes, vai gostar dessa dica! O Moviemania disponibiliza mais de 16 mil artes em HD e sem texto, o que facilita o uso como papel de parede.

O site oferece wallpapers de filmes e séries de TV, tanto para celular quanto para computadores e tablets. Disponíveis para download através desse link. Para baixar, basta escolher o tamanho desejado logo abaixo da imagem escolhida.

Confira alguns exemplos belíssimos:

 

 

‘Spawn’: Jeremy Renner deve co-estrelar o reboot da Blumhouse

Segundo novas informações do The Hashtag Show, o astro Jeremy Renner (‘Os Vingadores’) está em negociações para co-estrelar ‘Spawn’.

O site destaca que o ator está em fase final para entrar na produção da Blumhouse e deverá interpretar Twitch, detetive que é aliado do anti-herói. Assim como foi dito anteriormente, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

Jamie Foxx viverá o personagem-título.

As filmagens começam em Junho em Nova York, e o longa terá um baixo orçamento – girando em torno dos US$ 10 milhões.

Já dá para deixar ansioso pelo que está por vir, lembrando que o reboot será produzido pela Blumhouse, a produtora de ‘Corra!’.

Leia mais sobre o tão esperado filme de Spawn:

‘Spawn’: Divulgados novos detalhes sobre o reboot do anti-herói; Confira!

Reboot de ‘Spawn’ será produzido pela Blumhouse, de ‘Corra!’

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida já está disponível no HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente. Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente. Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

10. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

9.
Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

8.
Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

7. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

6. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

5. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

4. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

3. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Crítica | Valentina – Filme sobre jovem trans sem pai estreia na Netflix

A educação é um direito básico de todo ser humano, especialmente aos menores de idade. Qualquer criança ou adolescente deve poder ter acesso aos estudos e ser bem aceito na instituição escolar, independentemente de sua origem, seu gênero, seu biotipo, sua classe social, seu poder aquisitivo, etc. Porém, sabemos que não é bem isso que acontece na vida real. Pensando nessa problemática, estreia essa semana na Netflix o longa ‘Valentina’.

Valentina (Thiessa Woinbackk) tem dezessete anos e mora numa cidade do interior de Minas Gerais. Sua mãe, Márcia (Guta Stresser), passou para um concurso em um hospital em outra cidade do interior, e, diante da mudança, Valentina toma uma decisão: quer se matricular na nova escola com seu nome social, deixando de vez seu passado masculino para trás, pois se identifica com o gênero feminino. Porém, a nova escola exige como requisito que ambos os pais assinem a matrícula da jovem, e, por isso, Valentina e sua mãe precisam encontrar onde está Renato (Rômulo Braga), o pai da jovem. Só que em uma cidade pequena, qualquer segredo tem perna curta, e talvez a nova vida não seja tão fácil quanto a menina gostaria.

Escrito e dirigido por Cássio Pereira dos Santos, o filme consegue trazer aquele ar interiorano de uma passagem de tempo mais devagar, pois a vida é, em si, desacelerada, se comparada às grandes cidades. Esse é um grande acerto do enredo: localizar-se em um ambiente onde as discussões de gênero ainda são, em grande parte, inexistentes, e o preconceito e a violência contra as pessoas transgêneros ainda são muito alto. Outro fator importantíssimo que Cássio acerta em seu longa é trazer essa pauta para o universo jovem, jogando luz sobre um tema que precisa ser conversado mais abertamente pela sociedade, e, por isso, ‘Valentina’ presta um importante serviço ao levantar essa inquietação para o espectador.

Entretanto, a execução da produção ficou um pouco imprecisa, o que por vezes comprometeu o filme. A recorrência do close fechado nos atores sem abrir a câmera, por exemplo, impede com que seja sabido que uma das personagens, amiga de Valentina, está grávida. Isso só é descoberto pelo espectador quando as jovens decidem fazer um chá de bebê – até então, com a close focando apenas o rosto dos personagens, sem vê-las de longa o espectador não consegue ver a barriga da moça; assim, a gravidez, lá na metade do filme, soa surpreendente.

Valentina’ é um sensível filme que levanta a importantíssima questão da inclusão de adolescentes transgêneros nos ciclos e nas instituições sociais. Sem recair no drama exagerado nem na violência, o longa nacional provoca o questionamento sobre as dificuldades diárias que esses jovens cidadãos enfrentam para terem o direito simples de serem chamados pelos nomes que escolheram.

Através da inocência de ‘Valentina’, é possível ter uma ideia de que as batalhas para as pessoas transgêneros são diárias e constantes, inclusive em questões tão simples quanto uma matrícula escolar. Talvez, com filmes como este, o debate se torne mais aberto e frequente, e, quem sabe, com o tempo, as dificuldades para os e as jovens trans diminuam.

‘Vingadores: Ultimato’: Filme ganha nova sinopse com participação da Capitã Marvel

O Movieweb divulgou uma nova sinopse de ’Vingadores: Ultimato’ trazendo um pouco mais da participação da Capitã Marvel na história.

Confira:

“Thanos estalou seus dedos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e metade da vida no universo instantaneamente se dissolveu. Agora, um grupo desolado de guerreiros sobreviventes, incluindo Capitão América, Viúva Negra, Homem de Ferro e Hulk trabalham para revidar a ação genocida do Titã Louco. Como nossos heróis não puderam impedir Thanos da primeira vez, o que os faz pensar que podem vencer uma revanche? A resposta pode estar em poder supremo, graças à Capitã Marvel, ou nos menores espaços entre os átomos acessíveis ao Homem-Formiga. ‘Vingadores’: Ultimato promete reescrever o MCU como o conhecemos. Quando acabar, nada será o mesmo”

Recentemente foi divulgada a lista de personagens já confirmados em ’Vingadores: Ultimato’.

Confira:

Brie Larson – Carol Danvers / Captã Marvel
Tom Holland – Peter Parker / Homem-Aranha
Bradley Cooper – Rocket (voz)
Karen Gillan – Nebula
Scarlett Johansson – Natasha Romanoff / Viúva Negra
Chris Hemsworth – Thor
Robert Downey Jr. – Tony Stark / Homem de Ferro
Dave Bautista – Drax
Josh Brolin – Thanos
Elizabeth Olsen – Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate
Chris Evans – Steve Rogers / Capitão América
Evangeline Lilly – Hope van Dyne / A Vespa
Jon Favreau – Happy Hogan
Pom Klementieff – Mantis
Sebastian Stan – Bucky Barnes / Soldado Invernal
Tilda Swinton – A Anciã
Michelle Pfeiffer – Janet Van Dyne
Paul Rudd – Scott Lang / Homem-Formiga
Jeremy Renner – Clint Barton / Ronin
Gwyneth Paltrow – Pepper Potts
Mark Ruffalo – Bruce Banner / Hulk
Chadwick Boseman – T’Challa / Pantera Negra
Katherine Langford
Kerry Condon – Friday (voice)
Brock Rumlow / Crossbones
Letitia Wright – Shuri
Don Cheadle – James Rhodes / War Machine
Ty Simpkins – Harley Keener
Benedict Wong – Wong

Os estúdios Walt Disney sediaram o encontro anual de acionistas hoje mais cedo, 07, e aproveitaram para divulgar gravações estendidas de ‘Vingadores: Ultimato’. Enquanto o vídeo em questão, ou um segundo trailer, deve sair muito em breve, o site ComicBook.com adquiriu acesso à descrição das filmagens.

Segundo as fontes, o vídeo começa com os Vingadores sentados em uma grande sala, do mesmo modo como fomos apresentados no breve spot divulgado durante o Super Bowl. Capitã Marvel (Brie Larson) participa da reunião. Nebula (Karen Gillan) menciona que Thanos (Josh Brolin) provavelmente irá “ao jardim” depois que completou seu plano.

A Capitã Marvel, pois, se pronuncia e diz ao grupo que eles precisam ir até lá e utilizar as Joias do Infinito para desfazer o Estalo. Logo depois, o vídeo compartilhado traz Rocket (Bradley Cooper), Thor (Chris Hemsworth), Nebula, Capitão América (Chris Evans), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Viúva Negra (Scarlet Johansson) no espaço. Rocket diz algo do tipo, “Quem nunca veio para o espaço antes? Levante a mão”.

A gravação termina com Rocket avisando àqueles que nunca viajaram antes para não vomitarem em sua nave. 

‘Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.

‘Night Wolf’: Kevin Hart vai estrelar nova comédia de super-heróis

Kevin Hart assinou contrato para estrelar a nova comédia de super-heróis ‘Night Wolf’. As informações são do Collider.

O filme será produzido pela STX, que já trabalhou com Hart no sucesso ‘Amigos Para Sempre’. O roteiro fica a encargo de Dan HernandezBenji Samit.

Ainda sem muitos detalhes, a história gira em torno de um homem (Hart) que conhece seu futuro sogro pela primeira vez e descobre que ele, na verdade, é o super-herói conhecido como Night Wolf (Lobo da Noite, em tradução livre).

“Depois de adquirirmos os direitos [do longa], mandamos a ideia para Kevin Hart e seu time esperando que eles amassem a ideia tanto quanto nós. É uma grande comédia e a premissa é engraçada e feita sob medida para o talento cômico de Hart. Estamos animados por trabalharmos juntos mais uma vez”, declarou Adam Fogelson, presidente da STXfilms.

Os próximos filmes da produtora incluem ‘As Golpistas’, protagonizado por Jennifer Lopez e com estreia marcada para 13 de setembro; e ‘The Gentlemen’, comandado por Guy Ritchie e com lançamento marcado para 24 de janeiro de 2020.

Hart, por sua vez, retorna para a aguardada sequência ‘Jumanji: Próxima Fase’, que chega aos cinemas brasileiros em 13 de dezembro.

‘Loki’: Gugu Mbatha-Raw entra para a nova série do Disney+

Segundo o The Hollywood ReporterGugu Mbatha-Raw foi elencada na nova série do Disney+‘Loki’. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ela se junta aos previamente anunciados Tom HiddlestonOwen WilsonSophia Di Martino.

Mbatha-Raw é conhecida por inúmeros trabalhos no cinema e na televisão, incluindo ‘Black Mirror’‘A Bela e a Fera’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Recentemente, ela estrelou o thriller noir ‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’.

Segundo uma nova reportagem do site The Illuminerdi, a série irá introduzir sua primeira personagem transgênero.

A anti-heroína Sera fará parte da produção e terá papel de destaque, pavimentando seu caminho para futuros projetos cinematográficos.

Para aqueles que não a conhecem, Sera foi introduzida há alguns anos no quadrinho ‘Angela: Asgard’s Assassin #1’. Nas HQs, ela faz parte dos Anchorite, uma raça rara de homens sem asas que são mantidos dentro de um templo e que rezam para os Anjos que morreram sem ter uma alma. Sera, entretanto, se identifica como mulher e foi eventualmente salva de um monstro por Angela, irmã de Thor, e as duas acabaram se casando.

Lembrando que a série dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e se irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

A previsão de estreia é para o outono de 2021

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Amphibia’: 2ª temporada da série do Disney Channel ganha novo trailer promocional

Disney Channel divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Amphibia’, sua nova série animada.

Confira:

O novo ciclo estreou no último dia 11 de julho.

Matt Braly é o criador da produção.

O show é estrelado por Brenda Song como a voz de Anne Boonchuy, Justin Felbinger interpretando Spring Plantar, Amanda Leighton como Polly Plantar e Bill Farmer no papel de Hop Pop.

Depois de roubar uma misteriosa caixinha de música, a jovem Anne Boonchuy é magicamente transportada para o mundo de Amphibia, um lugar místico habitado por pessoas-sapo. Com a ajuda de um anfíbio chamado Sprig, Anne irá se transformar de monstra à heroína e descobrir o verdadeiro significado de amizade.