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‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica’: Chris Pratt faz bela homenagem a Tom Holland; Confira!

A animação ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ (Onward) chega aos cinemas nessa semana.

E para comemorar a estreia, o astro Chris Pratt fez uma bela homenagem ao seu colega de dublagem, Tom Holland.

Por meio de uma publicação feita através do Instagram, Pratt declarou sua amizade ao  seu também colega de trabalho no MCU, enaltecendo suas qualidades.

Confira:

https://www.instagram.com/p/B9So9CmJ3mt/?igshid=1u0qfjutz1es2

“Eu realmente não consigo falar coisas boas o bastante sobre o meu amigo Tom Holland. Ele é cativante, charmoso, bonito, um ótimo dançarino. Ele realmente poderia salvar o universo em um duelo de dança, um talento incrível, mas mais importante, um cara bom. Humilde, gentil, bom no golf. Basicamente. Eu o odeio. Sabe? Já deu né! De qualquer forma, assista-nos em Dois Irmãos”.

Assista ao primeiro teaser:

Em um mundo de fantasia suburbano, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma jornada extraordinária para descobrir se ainda há alguma magia no mundo.

“Na Disney•Pixar, nós tentamos criar histórias que surgem de algum tipo de verdade pessoal”, disse Scanlon. “Esse filme foi inspirado na minha própria relação com meu irmão”.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Com direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘, de 2013, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ chega aos cinemas dia 6 de março de 2020.

‘WandaVision’: 3º episódio ganha suas imagens oficiais; Confira!

A série ‘WandaVision‘ surpreendeu os fãs logo em seu 3º episódio, lançado na última sexta-feira (21) no Disney+.

E o capítulo em questão, intitulado “Em Cores“, ganhou várias novas imagens oficiais, divulgadas pela Marvel Studios.

Confira:

O próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Desobediência’: Romance LGBTQIA+ com Rachel McAdams e Rachel Weisz será REMOVIDO da Netflix

O romance LGBTQIA+ estrelado por Rachel McAdams e Rachel Weisz será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 01 de fevereiro.

Na trama, Ronit (Weisz) precisa voltar para sua cidade natal após a morte de seu pai distante – um rabino. Mas ela causa um rebuliço no pacato local ao recordar uma paixão proibida pela melhor amiga de infância, que atualmente é casada com seu primo.

Alessandro Nivola, Allan Corduner, Anton Lesser e Nicholas Woodeson completam o elenco.

Sebastián Lelio assina a direção, além de ter escrito o roteiro ao lado de Rebecca Lenkiewicz.

Relembre o trailer:

 

Crítica | O Retorno de Mary Poppins – Continuação é praticamente perfeita em todos os aspectos

Fazem 54 anos que Julie Andrews brilhou no papel do ícone britânico chamado Mary Poppins. A personagem, que é uma adaptação das histórias escritas por P.L. Travers de mesmo nome, nunca agradou sua criadora original quando foi parar nas telonas, entretanto, a crítica e os juízes de premiações consideram o longa-metragem de 1964 um clássico, não é à toa que ganhou cinco Oscars na sua época. Décadas e mais décadas depois, na era dos reboots e remakes, a Disney decide que este é o momento da personagem ganhar sua continuação, mas desta vez com Emily Blunt comandando o show.

O Retorno de Mary Poppins se passa alguns bons anos depois do primeiro filme e desta vez, a babá encantada retorna para ajudar os irmãos Banks, Michael (Ben Whishaw) e Jane (Emily Mortimer), agora adultos, e os filhos do rapaz, John (Nathanael Saleh), Anabel (Pixie Davies) e o fofíssimo Georgie (Joel Dawson) que estão vivendo um período difícil da vida. A história agora se encontra no período da Grande Depressão, por volta dos anos de 1930.

Com direção de Rob Marshall (Chicago) e roteiro assinado pelo mesmo juntamente a David Magee (As Aventuras de Pi) e John DeLuca (Caminhos da Floresta), a produção apresenta uma narrativa que transborda referências e nostalgia a produção de 1964. A trama, que parece ter sido toda construída detalhadamente e com todo cuidado possível, aborda uma história coerente devolvendo aquela sensação de diversão, inocência e de saber aproveitar a vida que parecem viver diariamente no coração das crianças.

A dramaturgia também demarca seu próprio espaço no universo cinematográfico ao apresentar novas situações e estilos de enredo diferentes do primeiro, mesclando um tom dramático mais acentuado juntamente ao sentimento de encanto clássico do primeiro. É fácil para o espectador, tanto adulto quanto criança, criar identidade com a narrativa e adentrar o mundo deste novo capítulo da história de Mary Poppins.

Por falar em Mary, é preciso admirar a coragem de Emily Blunt, uma britânica nata, ao aceitar assumir o manto de um dos maiores ícones de seu país. Logo no início se torna evidente o motivo de Marshall ter criado o papel somente com ela em mente para interpretar, afinal, a atriz não só incorpora a forma de dialogar da personagem clássica como também os trejeitos tão peculiares da mesma. É como se o público estivesse dando de cara com a babá encantada que aprendeu a amar de 1964. Blunt é, sem dúvida alguma, a escolha perfeita para interpretar Mary Poppins.

O elenco de O Retorno de Mary Poppins não é para qualquer um e com este ponto sendo destacado é necessário acrescentar que todos parecem se divertir enquanto interpretam seus personagens, assim como, terem nascido para vive-los. Lin-Manuel Miranda, como já era de se esperar, realiza um excelente trabalho no papel de Jack fazendo com que o telespectador queira esbarrar com o mesmo pelas ruas. Ben Whishaw e Emily Mortimer são as versões adultas das crianças Banks que você nem sabia que precisava, em especial um destaque para Mortimer que incorpora o jeitinho da jovem Jane.

Os mais novos da produção também realizam excelentes interpretações, em evidência o menino Joel Dawson que passa o longa-metragem inteiro despertando no público vontade de apertar suas bochechas. É importante (e de grande necessidade) citar Julie Walters como Ellen, Meryl Streep como Cousin Topsy, Angela Lansbury como Ballon Lady e Dick Van Dyke, em uma participação mais do que especial, dando vida a Mr. Dawes Jr. e realizando uma cena para aquecer os corações de todos. Colin Firth no papel de Wilkins é o antagonista ideal para um filme que se direciona a todas as idades. Os veteranos, como já vinha sendo esperado, dão um show em suas atuações e só contribuem para a imersão de quem assiste dentro da narrativa.

Em quesito de direção cinematográfica, Rob Marshall parece ter feito a lição de casa e entrega uma produção encharcada de cenas que remetem ao filme que traz Julie Andrews como a protagonista. A trilha sonora é um personagem próprio trazendo músicas para despertar a vontade de ouvir o dia inteiro e criar nos adultos o sentimento de acreditar novamente. Ademais, a trilha não cantada é um marco dentro do longa e permeia durante suas duas horas e dez minutos tornando fácil a identificação dos que assistem tanto por meio visual quanto da audição.

Obviamente que com tantos acertos a direção de arte não poderia fazer outra coisa que não fosse ser practically perfect in every way. As cores escolhidas se encaixam com a história contada e os objetos que compõem a trama parecem ter sido cuidadosamente selecionados. Ademais, é preciso prestar atenção para alguns detalhes que fazem referência ao clássico de 1964. As partes animadas não deixam a desejar e conseguem agradar tanto os mais velhos que, provavelmente, se sentirão nostálgicos quanto os mais novos que estão acostumados ao 3D.

No geral, o longa-metragem é um tributo a produção de 1964 ao mesmo tempo que se estabelece, com seus elementos particulares, como uma continuação. Em tempos de dificuldade, de um mundo onde a sociedade parece ter esquecido os sentimentos de esperança e empatia, O Retorno de Mary Poppins vem no momento certo para restaurar tais emoções e crenças nas almas dos mais velhos e divertir os mais jovens que sabem como é viver com isso diariamente.

Assista ao primeiro trailer completo de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’

A Disney divulgou o primeiro trailer completo do aguardado Han Solo: Uma História Star Wars’. Assista:

A Disney divulgou a sinopse de Han Solo: Uma História Star Wars’ em que ressalta os perigos que os personagens irão enfrentar desbravando a galáxia. Confira:

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante emSolo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

‘Shazam!’: Djimon Hounsou será o Mago Shazam no filme

O ator Djimon Hounsou entrou para o elenco de Shazam!’ após participar de ‘Guardiões da Galáxia’ e também estar no inédito ‘Capitã Marvel’.

Na DC, o ator substituirá Ron Cephas Jones, que precisou abandonar o projeto por conflitos de agenda, e viverá o Mago Shazam, um antigo guardião da magia que procura por um sucessor e tem defendido o Egito Antigo há mais de 3000 anos – e passa seus poderes para o jovem Billy Batson.

Vale lembrar que o primeiro trailer está chegando! Segundo o site Comic Book, o vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con 2018 no mês que vem, no painel da Warner Bros. e deve ir ao ar na internet logo em seguida.

O Instagram oficial de Shazam!’ compartilhou uma imagem com o ator Zachary Levi ao lado de um banner oficial do filme, que mostra o herói caracterizado e com o raio do seu peito iluminado. Confira:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

Dica do fim de semana | Candidatos ao Oscar nos streamings – Parte 4

Chegando à penúltima parte do nosso especial de possíveis indicados ao Oscar que já estão disponíveis nos streamings, indicamos mais cinco filmes que muito provavelmente estarão na disputa do Oscar desse ano. Confira!

Se quiser conferir as indicações anteriores:

• Parte 1: aqui
• Parte 2: aqui
• Parte 3: aqui

 

Vingança & Castigo (Netflix)

Esse Western foi uma das grandes apostas da Netflix no ano. Porém, apesar de ser incrível, “Ataque dos Cães” parece largar na frente nas chances de indicações ao Oscar. E como também se trata de um Western, são grandes as chances desse filme acabar sendo ofuscado pelo outro faroeste também da Netflix. Na trama, um criminoso conhecido acabou de sair da prisão. Buscado vingança, um rival junta um bando de capangas e prepara um plano para derrotar seu inimigo.

Mesmo com a concorrência maior, esse filme tem boas chances de ser indicado a Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original. O casamento de bang bang com rap americano foi fantástico e provavelmente vai conseguir pelo menos uma vaguinha.

 

Cruella (Disney+)

Quando anunciaram um live action que humanizaria a vilã da Disney que queria roubar filhotes de cachorro para fazer um casaco, houve quem torcesse o nariz. Só que o filme de origem de uma das vilãs mais icônicas das animações realmente foi fantástico e está praticamente garantido de ser indicado em duas categorias: Melhor Figurino, onde tem chances altíssimas de levar o prêmio, inclusive, e Melhor Maquiagem.

Não Olhe Para Cima (Netflix)

Responsável por dividir muitas opiniões de público e crítica, esse filme sobre dois cientistas que descobrem que um asteroide maior do que aquele que extinguiu os dinossauros está vindo em direção à Terra e precisam avisar ao governa, mas acabam se deparando com questões burocráticas terríveis provavelmente vai conseguir um punhado de indicações, incluindo a Melhor Filme e Melhor Diretor. No entanto, pelo que tudo indica, sua maior chance de efetivamente ganhar alguma estatueta é na categoria de Melhor Canção Original.

 

Luca (Disney+)

Pixar e Melhor Animação são uma combinação quase anual no Oscar. E neste edição não deve ser diferente. Trazendo um visual incrível da costa italiana, Luca conta a história de dois monstros marinhos que decidem ir para a superfície atrás do sonho de viajar o mundo de lambreta. Então, eles conhecem uma menina que vai tentar ajudá-los, mas só se eles vencerem uma prova de triatlo. Mesmo com a indicação praticamente garantida em Melhor Animação, uma vitória seria considerada zebra, já que quem tem rapado tudo nas premiações é A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas, mas depois de Operação Big Hero ter levado, nunca se sabe o que esperar.

 

O Esquadrão Suicida (HBO Max)

Ok, talvez essa aqui seja uma surpresa, mas existe uma boa chance desse filme ganhar uma indicação na categoria de Melhor Maquiagem. Não acredito que consiga repetir o feito de seu antecessor e conquistar a estatueta, mas o uso da maquiagem no filme de James Gunn é sutil e bem executada, chegando até a funcionar para funções que nesse tipo de longa costumam ser feitas por CGI por ser mais rápido e barato. Neste filme, um novo Esquadrão Suicida é convocado para resolver uma crise na costa argentina que pode trazer implicações para os interesses dos EUA. O problema é que um mal antigo está escondido por lá, o que fará com que os vilões precisem se unir para derrotar a ameaça e quem sabe sobreviver para contar a história.

Crítica | A Princesa e a Plebeia 3: As Vilãs Também Amam – 3º Filme da Franquia Foca na Personagem Mais Legal da Trama

Desde o primeiro ‘A Princesa e a Plebeia’, lançado no fim de 2018, o público infantojuvenil e jovem que é apaixonado por filmes de Natal tem sido presenteado anualmente com uma nova sequência desta que já se tornou uma franquia natalina de sucesso na Netflix. Entretanto, depois que o mote do primeiro filme se esgotou com a troca da princesa e da plebeia, o surgimento de uma vilã cheia de malícia foi o que deu uma revigorada na trama. Tanto que agora a terceira sequência é toda centrada nela, e chegou este mês na Netflix sob o nome ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’.

O Natal desse ano em Belgravia terá uma participação especial: a Estrela da Paz, uma relíquia importantíssima que a igreja confiará à duquesa de Montenaro para a celebração de fim de ano. Porém, logo após sua chegada, a relíquia desaparece do cofre do palácio, e a princesa Margareth (Vanessa Hudgens) e Stacy (Vanessa Hudgens) terão que bolar um elaboradíssimo plano para recuperar o objeto, e isso envolverá pedir a ajuda de Fiona Pembroke (Vanessa Hudgens), a prima má que, desde o filme anterior está fazendo serviço comunitário para cumprir sua pena por ter tentado roubar o trono. Porém, dever favor à Pemmie poderá trazer consequências para o reino, especialmente quando ela insiste em trazer os serviços do ex-agente secreto Peter Maxwell (Remy Hii) para a ação, mesmo ele sendo nem um pouco confiável.

Definitivamente, o maior acerto em ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’ é finalmente dar espaço suficiente para a personagem Fiona se desenvolver – ela que roubou a cena no segundo filme da franquia e permitiu que Vanessa Hudgens mostrasse uma faceta bem mais desenvolta em sua carreira. E, claro, o público ficou ansioso por um pouco mais de história sobre a prima má, e é disso que se trata este terceiro longa, que traz um gostinho de como Fiona se tornou especialista em malvadezas, com direito a cenas estilo ‘Missão Impossível’ e coreografia seduzente de um tango editadas e montadas em ritmo alucinante.

Apesar de centrada na vilã (e do título em português que dá spoiler), o roteiro de Robin Bernheim baseado nos personagens de Megan Metzger traz um tom bem mais infantil à trama, colocando os coadjuvantes de Fiona como personagens caricatos bobaloides. Entretanto, a magia do Natal permanece como o centro da produção, preenchendo cada cena com muita luz e figurinos glamurosos em um cenário belíssimo oriundo do imaginário nórdico de uma noite feliz de Natal.

Se por um lado a franquia ganha com o background da personagem mais legal, por outro o filme muda o tom e foca em outro público, o que torna seu objetivo irregular. Com pouco romance e muitos looks fashions que faz a gente querer renovar o guarda-roupa, ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’ é um entretenimento bem tranquilo para a família toda assistir no final de semana do Natal.

‘Capitã Marvel’ ultrapassa a bilheteria de ‘Liga da Justiça’ e ‘Venom’ nos EUA

Sucesso absoluto nos cinemas, ‘Capitã Marvel‘ continua trilhando um caminho sólido em sua segunda semana nas bilheterias. Em apenas duas semanas, o longa já arrecadou mais de US$ 760 milhões mundialmente.

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 266.2 milhões. Só com essa marca já bastante expressiva, o filme superou a bilheteria doméstica de ‘Liga da Justiça‘, que fez apenas US$ 229 milhões no país.

A bilheteria doméstica de ‘Capitã Marvel‘ também é superior a dos filmes ‘Venom‘ (US$ 214 milhões), ‘X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido‘ (US$ 234 milhões) e ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (US$ 262 milhões).

No mercado internacional, foram US$ 494 milhões.

A expectativa é que o longa ultrapasse a marca de US$ 1 bilhão nas próximas semanas.

A produção agradou os críticos e alcançou 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o filme é cheio de ação, divertido e com visuais incríveis, destacando o uso eficiente da “fórmula” para criar uma história de origem competente para a heroína.

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Watchmen’: Damon Lindelof revela detalhes sobre a nova série da HBO

Em entrevista ao site TV Insider, o showrunner Damon Lindelof aproveitou o crescente hype acerca da nova série da HBOWatchmen, para revelar no que pensou para trazer a icônica graphic novel à vida.

“Não estou criando este mundo; estou acrescentando algo a um mundo já criado”, ele comentou. “Tudo o que posso fazer é permanecer verdadeiro ao espírito [dos quadrinhos] e rezar para que tudo dê certo. Eu devo tudo a Watchmen, e é uma honra ter a chance de pagar essa dívida”.

Lindelof também explicou que planeja tratar a história como uma quase sequência, dizendo que a produção será ambientada depois dos eventos da série original.

“Tudo o que aconteceu [na graphic novel] é um cânone. Não podemos replicar o brilhantismo dela, mas podemos honrá-la ao tentar fazer algo original”.

Assista ao trailer abaixo:

A série foi criada por Lindelof (Lost), baseada nos quadrinhos homônimos de Alan Moore.

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

Watchmen estreia em 2019.

Nova área dos parques Disney inspirada em ‘Frozen’ ganha primeira imagem

Os parques Disney estão sempre em expansão e acrescentando novas atrações que mantenham o público em polvorosa para volta a visitá-los.

Agora, segundo o ComicBook.com, a Disneyland Paris deu início à construção de uma nova área temática baseada na franquia ‘Frozen’, que deve abrir em 2023.

Confira a primeira arte conceitual:

Frozen 2‘, o mais recente filme da saga, quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,437 bilhão pelo mundo.

Relembre o trailer:

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

Artigo | A mitologia da Távola Redonda permanece como uma das melhores de todos os tempos

Há poucas histórias que realmente conseguem atravessar os séculos e consagrarem-se como atemporais. Dentro do imaginário contemporâneo, diversas franquias fantasiosas e místicas emergiram como novas vertentes da cultura pop, citando principalmente ‘O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, ‘As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, e ‘Harry Potter, de J.K. Rowling.

É fato dizer que essas narrativas épicas, como assim foram categorizadas, não são em sua completude obras originais. Todas derivam de outros contos sobrenaturais que povoaram a oralidade de povos da Idade Média – e, utilizando como principal exemplo, podemos falar sobre a novela ‘A Lenda do Rei Arthur, escrito apenas em meados do século XV.

Antes de mais nada, é necessário entendermos que a compilação de aventuras vividas pelo lendário Rei bretão originou-se a partir da junção cultural entre os celtas – povo natural das ilhas inglesas – e os invasores romanos e germânicos através dos anos. Todo o universo ficcional, perscrutado por elementos mágicos como criaturas indestrutíveis, feiticeiros, lutas entre o bem e o mal, entre outros, não partem apenas da religiosidade politeísta dos primeiros povos britânicos, mas também têm suas vertentes espalhadas para toda a idealização católica que se inicia do Império Romano e ramifica-se para o continente europeu.

Em outras palavras, a estruturação de tais histórias não tem um começo datado e marcado na história, provindo de “lendas urbanas”, por assim dizer, que pulularam de geração em geração e acabaram misturando fantasia à realidade de forma extremamente exuberante. E para construir o romance ‘Le Morte D’Arthur’, principal referência para os feitos e os objetivos conquistados pelo suposto Rei, o ex-soldado Thomas Malory realizou uma extensa pesquisa, com a intenção de consolidar a lenda e atribuir-lhe uma versão impressa definitiva. Para tanto, consultou referências orais de sua época e também referências escritas em séculos anteriores – incluindo poemas, livros e história, manuscritos e narrativas diversas que o inspiraram a compor o Arthur que conhecemos. E diferentemente de epopeias predecessoras – como ‘Beowulf’ -, tal aglutinação enciclopédica foi redigida em prosa, para aproximar o público da história e se afastar das complexas metáforas poéticas.

Malory também se valeu das próprias experiências como cavaleiro para relatar as aventuras do Rei Arthur; afinal, o novelista participou da Guerra dos Cem Anos e, depois de ser mandado para a prisão por traição à Coroa, resolveu materializar e endossar a existência de um soberano que fosse construído com as melhores características dos britânicos e que resgatasse o sentimento patriota que acompanhara a sociedade da época – principalmente com a idealização do “cavaleiro herói” – ou seja, uma figura completamente romântica e onírica cujos objetivos visavam à transcendência espiritual e à salvação de seu povo, além de ser descrito com altruísta, humilde, devoto e passivo de aceitação de seu Destino.

É possível dizer que, com o personagem em questão, os ingleses se apaixonaram por toda a atmosfera de fantasia, pompa e tradição que envolve a monarquia – e tal paixão se estende até os dias de hoje. Grande parte dos britânicos (galeses, ingleses, escoceses e irlandeses) amam a monarquia e tudo o que ela representa, por isso eles a conservam. O sistema de administração pública do Reino Unido é uma ode a monarquia, se pensarmos no alto custo para mantê-la. Atualmente o primeiro ministro e os parlamentares é que resolvem as questões administrativas mais importantes. O monarca inglês apenas “reina”. Arthur, então, é a referência inglesa para manter a monarquia. É a esperança de dias melhores, é a boa e eterna lembrança dos dias de glória, bravura e heroísmo dos monarcas.

Especialmente durante a Idade Média, a figura do monarca era confundida com a de um deus, especialmente por conta da destinação familiar em se tornar um monarca. “Reis nascem reis”, repetiam vários monarcas ingleses – e assim acontecia. O rei então era um ser acima dos demais e com Arthur, o aspecto sobrenatural foi humanizado; ele foi um rei-herói, e seu legado permitiu que o povo inglês sempre se inspirasse em figuras palpáveis para buscar o símbolo máximo que precisavam para acreditar na sociedade em que viviam.

A TÁVOLA REDONDA

A famosa Távola Redonda é na verdade uma simples mesa circular, primeiramente citada após o casamento de Arthur e Guinevere, seu amor verdadeiro. Conta a lenda que, quando o Rei fixou sua residência em Camelot, esperou sua mulher chegar acompanhada por cem cavaleiros da Irmandade – ou seja, dispostos a lutar por suas crenças e seus valores nas mais temíveis aventuras possíveis – que trouxeram o objeto para o palácio.

É necessário dizer que a história narrada por Malory – e até as mais recentes como de T.H. White (‘O Único e Eterno Rei’) ou Marion Bradley Zimmer (‘As Brumas de Avalon) – são essencialmente baseadas na verborragia e recontam de forma épica os perigos enfrentados por cada um de seus soldados mais famosos – e aqui podemos citar uma figura muito conhecida por todos, Lancelot. Dessa forma, se pensarmos numa cronologia fixa, toda a história se passa na Távola. À medida que Arthur, o herdeiro legítimo do trono, proferia o que se sucedeu com seus fiéis escudeiros, nomes bordados em dourado apareciam nos respaldes das cadeiras, deixando apenas duas vazias, como já havia sido profetizado por Merlin, o Feiticeiro.

Tal conto ainda povoa o imaginário do povo britânico e se espalhou pelo mundo com o passar do tempo. Sua simbologia medieval ainda inspira diversas pessoas a criarem valores e uma cultura própria – além de ser alvo de estudos de teóricos do comportamento humano, teólogos, antropólogos, entre outros. Afinal, o próprio arquétipo da mesa está diretamente ligado ao mundo e ao autocontrole humano: sua forma circular conversa com a horizontalidade de diferentes povos e refuta a ideia de soberania, ainda que coloque em pauta até conceitos de democracia que ressurgiriam apenas séculos depois.

“Nunca cometer ultraje ou assassinato; fugir sempre das traições; não ser de forma alguma cruel, mas conceder clemência àquele que a solicite; estar sempre ao lado de seu rei […]”, tais palavras, cravadas na mesa que se encontra em exposição na Abadia de Westminster, foram, conforme a lenda diz, proferidas durante um dos episódios da Távola, e são ditas e interpretadas com afinco até hoje pelos monarcas britânicos. Há aqueles que defendem a existência de um Rei Arthur, assim como há outros que refutam a veracidade dos contos; de qualquer modo, seu legado ainda é estudado e seguido por muitos – além de ter sido base para a emergência e a reafirmação religiosa do Wiccanismo, por exemplo.

As escolas artísticas medievais e do próprio Renascimento também retrataram as conquistas de Arthur e seu séquito, sempre se valendo de metáforas visuais – como, por exemplo, a retratação constante da natureza invadindo as construções de Camelot. De acordo com o ‘Dicionário de Símbolos’, os bosques não apenas simbolizavam um mundo não civilizado, mas também representavam um estado mental, um lugar que se procuraria alcançar; eles faziam parte “Outro Mundo”, uma vasta extensão inexplorada situada nas fronteiras entre o mundo terrestre e os domínios espirituais comandados por seres sobrenaturais como as fadas e as ninfas. Em outras palavras, o misticismo provindo com a representação da natureza e seus mistérios poderia ser encarado tanto como um convite para a vida eterna – encontrada apenas por aqueles mais resolutos – quanto como uma tentação irresistível que os guiaria para o “mal caminho”.

O mistério e o maravilhamento que envolvem as narrativas arturianas ainda são examinados, estudados e procurados até hoje. Ainda que tenha atingido o foro de lenda e mito na contemporaneidade, suas raízes podem estar atreladas à realidade. De acordo com a ‘Historical Miscellanny’ (compêndio de acontecimentos históricos não organizados) do Museu Britânico, os Anais da Páscoa – tabelas existentes nas antigas abadias celtas – trazem notas e referências a uma possível batalha que ocorreu durante os séculos V e VI depois da Era Comum na província de Badon, na qual o próprio Arthur carregou a cruz de Cristo e os bretões chegaram ao patamar de vitoriosos com a ajuda divina. Além disso, há indícios que remontam a épica disputa entre Arthur e Mordred – seu sobrinho usurpador do trono.

OS PERSONAGENS DE ‘REI ARTHUR

Falar ou escrever com propriedade e fidedignidade sobre este assunto não é uma tarefa simples. Afinal, como supracitado, não existe nada historicamente confiável ou provado. Aliás, Arthur é um herói que nem consta nas linhas do tempo da história como a conhecemos – a própria ortodoxia da cronologia e desta linha de estudos nega sua participação como um Rei bretão que realmente tenha sido memorável.

Para suprir essa necessidade, novelistas e cronistas – retomando a prática dos aedos da sociedade greco-romana – visitavam os burgos (pequenas acomodações camponesas que resultaram em vilarejos modernos) para recontar essas histórias de superação, aventura e amor. E, para tanto, não poderiam deixar o Rei sozinho; diversos personagens foram criados, suprimidos, readaptados e expandidos.

Vamos então voltar um pouco no tempo para apresentar personagens de suma importância e que interferiram com força na vida e nas conquistas do nosso protagonista: é importante entender que Arthur é fruto de um adultério. Acontece que, muitos anos antes da história que conhecemos, Camelot era governada pelo Duque de Gorlois e por sua esposa, Igraine. De um casamento arranjado pelas duas famílias, vieram duas irmãs – Morgause e Morgana (cujo arco narrativo desprende-se em uma viagem épica através de vingança e feitiçaria).

Em ‘As Brumas de Avalon, as relações femininas são exploradas com muito mais profundidade que em outras adaptações ou releituras. Nesta obra, descobrimos que Morgana foi a escolhida por Viviane, a Senhora do Lago, a viajar para a longínqua terra de Avalon, afim de estudar as práticas mágicas e seguir os mesmos passos que suas ancestrais. Enquanto isso, Morgause acabou se casando aos catorze anos e se mudou para longe, deixando o Reino à mercê de um velho Duque e sua esposa.

E é aí que as coisas ficam um pouco mais complicadas: Merlin, o Feiticeiro, aparece em cena para ajudar uma outra personalidade – Uther Pendragon. Utilizando seus domínios sobrenaturais, ele auxilia o jovem camponês a se disfarçar com as feições de Gorlois para adentrar os aposentos de Igraine e possui-la. Logo depois, em uma batalha ferrenha, consegue matar o antigo rei e torna-se governante supremo da Bretanha.

Arthur, ainda bebê, é mandado para longe, para encobrir possíveis obstáculos que Reinos vizinhos viriam a ter se descobrissem sua origem, e o novo casal passa a esperar por um novo filho à medida em que são forçados a abrir mão de seu poder. Através mais uma vez de Merlin, que antevê a subida do rapaz ao trono e também a sua própria ruína, ele consegue enfrentar todos os obstáculos dentro de seu Destino e retirar a famosa espada Excalibur da pedra, ascendendo à glória e ao respeito de todos.

Podemos dizer que a vida de Arthur é bem mais complexa e trágica do que parece. Afinal, após encontrar sua ressurreição e encontrar uma paz terrena, ele se relembra das palavras ditas por seu Conselheiro e aguarda pacientemente o momento em que sua nêmese chegará – e ela vem encarnada por Lancelot, um dos cavaleiros da Ordem dos Templários que se torna braço-direito do Rei.

Se havia uma coisa que a Igreja e as instituições inglesas da época não conseguiam suportar ou dar credibilidade era para os escândalos. E foi justamente isso que perscrutou a vida de Arthur em seus últimos anos como monarca: após casar-se com Guinevere, uma jovem moça que conheceu em sua jornada e que foi responsável pelo transporte da Távola Redonda para Camelot. Mas o que ele não prenunciou foi a traição de sua mulher com o soldado em questão, os quais se envolveram em um caso responsável por uma das reviravoltas mais incríveis de toda a mitologia aqui analisada.

Lancelot é então condenado à morte por seus atos de contestação à família real e, numa decisão quase insana, Arthur parte numa busca pelo Santo Graal, como forma de restaurar o equilíbrio entre seu povo – e entre sua família fragmentada. Entretanto, com o enfraquecimento do Reino e seu abandono por parte de coroas agregadas, uma nova figura mais temível que todas as outras emerge como o usurpador do trono: Mordred.

Antes de conseguir chegar ao governo supremo de Camelot, Arthur foi enviado a Avalon para conhecer mais sobre seu Destino – e assim se envolveu em um ritual de iniciação extremamente bem explicado em As Brumas que teve como palco o jovem rapaz, ainda buscando uma identidade e o livramento de seus pesares, e… Morgana, sua meia-irmã. Durante uma dança espiritual, os dois mergulharam na prática do incesto sem ao mesmo saber disso – e desta troca, surgiu Mordred (um homem movido pelo desejo de vingança).

E durante sua saída pelo Cálice Sagrado, ele o despôs e tomou controle de tudo e de todos, apenas para criar uma atmosfera propícia para um dos conflitos mais conhecidos – e relidos de diversos modos – da história inglesa: a lendária batalha de Salisbury. Travada entre Mordred e Arthur, a guerra dá um desfecho ao ciclo arturiano das novelas de cavalaria, terminando com a morte do usurpador e com a transcendência espiritual do Rei de Camelot, o qual, após ser gravemente ferido, é levado pelas Feiticeiras e pelas ninfas à mística ilha de Avalon, onde reside até hoje esperando o momento certo de retornar para o povo inglês, conforme ainda contam algumas lendas.

A DEMANDA DO SANTO GRAAL

É um fato dizer que a lenda envolvendo a Távola Redonda é essencialmente religiosa e sempre visa explicar através do enfrentamento de obstáculos espirituais, psicológicos e até sobrenaturais a própria fé – ou seja, algo imaterial que não possui uma explicação pautada em relatos científicos. A partir daí, é possível resgatar o conceito de novela de cavalaria proposta pelos inúmeros estudos dos séculos XV e XVI.

Novelas de cavalaria são longas narrativas anônimas – normalmente em forma de romances – que contam as aventuras de heróis da Idade Média que lutam em nome de sua fé e da supremacia da Igreja Católica pelo mundo. Aqui, o hibridismo entre a construção imagética do povo celta deixa de existir em grande número para ser readaptado às bases do cristianismo e endossar o monoteísmo na Europa medieval.

Dentre os três ciclos descritos por teóricos literários, o mais conhecido é o ciclo bretão ou arturiano, que proveio da poesia lírica trovadoresca e dos recitais que ocorriam nos meios palacianos. Neste meio, circulavam inúmero relatos de amor e cavalaria difundidos em poemas jogralescos e culminando em sua fixação na prosa. Tais narradores se baseavam em contos romanos como ‘Tristão e Isolda’ para criar uma genealogia que explicasse toda a descendência e o legado de Rei Arthur. Suas escrituras foram traduzidas para o francês e para o galego-português e, por isso, puderam ser difundidas para o restante do mundo.

A história mais famosa a trazer o Rei como protagonista, justamente por negar toda sua estética narrativa. A Demanda do Santo Graal, apresentada nos anos finais do ciclo bretão, vai de encontro à moral cortês e representa uma inversão de valores. Enquanto nos poemas e prosas líricas o amor é exaltado como o caminho para a felicidade e para a perfeição, aqui todo o amor é considerado pecaminoso e a castidade é recomendada como o ato mais puro que aproxima os meros mortais da salvação eterna. E essa escolha de repudiar um sentimento tão incorruptível provém do relacionamento entre Lancelot e Guinevere e sua traição para com Arthur.

‘A Demanda’ é, em suma, um compilado de jornadas heroicas e sentimentais que colocam à prova a virtude e a coragem dos cavaleiros do Rei Arthur – e aqui, outros cavaleiros muito conhecidos são introduzidos, como Perceval, Boors, Galaaz (filho de Lancelot), Galahad, Kay, entre outros. A cristianização de tal lenda pagã transformou a obra  em um retrato vivo da Idade Média teocêntrica e em uma novela mística que traz um ideário utópico para a vida de quem o lê – e sua importância atravessa os séculos como fonte de inspiração para releituras críveis e tão tocantes quanto a obra original.

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

Quando pensávamos que as histórias de suspense e de terror já não conseguiam trazer mais originalidade para um público ávido pelo novo, surge Fuja. O longa-metragem traz como premissa básica (e vista na incrível minissérie ‘The Act’) a Síndrome de Münchhausen, um transtorno fictício em que os indivíduos fingem ou causam a si mesmo ou a outrem doenças ou traumas psicológicos para chamar atenção ou simpatia a eles – criando sintomas com indução de toxinas, medicamentos e drogas para ganhar credibilidade por parte dos profissionais de saúde. Essa “tese”, por assim dizer, teve notoriedade ao colocar em foco a história de Dee Dee Blanchard, uma mulher que fez com que sua filha, Gypsy Rose, acreditasse que tinha as mais diversas doenças para depende unicamente dos cuidados da mãe – acabando num trágico assassinato fruto de uma vingança muito bem elaborada.

A história real foi transportada este ano para um escopo um tanto quanto mais diabólica e tensa com o longa-metragem supracitado, comandado por ninguém menos que o aclamado diretor Aneesh Chaganty. O nome pode não parecer familiar à prima vista, mas se você assistiu ao thriller ‘Buscando…’, sabe que Chaganty tem uma habilidosa mão para criar histórias envolventes a partir de panoramas clichês, por assim dizer – ora, ele até mesmo trouxe de volta a grandiosidade dos mockumentaries e dos found-footage com a obra estrelada por John Cho. Em sua segunda incursão cinematográfica, ele retorna com força inigualável, entregando apenas o que podemos entender como uma das melhores produções do ano e trazendo Sarah Paulson em uma das performances mais incríveis de sua carreira depois de ‘American Crime Story’.

Paulson dá vida a Diane Sherman, uma traumatizada mãe que dá vida a uma garota prematura chamada Chloe (Kiera Allen). Apesar da situação nada favorável, Chloe cresce e se torna uma inteligente garota – agora com dezoito anos e prestes a entrar para a faculdade. Versada em tecnologia e em robótica, ela é apaixonada pelo conhecimento, mas sofre de diversas mazelas: arritmia cardíaca, asma, hemocromatose (excesso de ferro no sangue), diabetes e paralisia – um cenário nada favorável, é claro; de qualquer forma, mãe e filha desenvolvem um laço inquebrável de empatia, amizade e amor, que transforma o pior em uma situação suportável dentro de seus limites. Entretanto, as coisas mudam quando Chloe encontra uma caixa de remédios com o nome de Diane numa sacola de compras – remédios que ela está ingerindo.

O trailer do filme entrega alguns pontos-chave da trama – algo que seria inaceitável em qualquer outra iteração. Entretanto, Chaganty, em colaboração ao seu parceiro de longa data, Sev Ohanian (com quem assina o roteiro), parece ter feito isso propositalmente, caminhando com cautela enquanto construía reviravoltas dentro de uma narrativa previsível, por assim dizer. Diane é uma mãe superprotetora que mantém a filha presa em uma jaula sem grades, não tirando os olhos de cada movimento que ela faz e até mesmo dando-lhe aulas em casa. Chloe não tem amigos, não tem contato com o mundo externo (nem mesmo as cartas ela consegue pegar em mãos, visto que a mãe sempre está lá na porta para tomar conta de tudo). Como já é de se esperar, tudo sai do controle quando uma série de eventos assombrosos colocam em xeque a confiança entre as duas mulheres e as coloca em uma luta pela sobrevivência.

A atuação impecável de Paulson não é nenhuma surpresa: ela conquistara nossos corações com suas múltiplas rendições na antologia ‘American Horror Story’, além de ter participado de produções como ‘Ratched’, ‘12 Anos de Escravidão’ e ‘Oito Mulheres e um Segredo’, sempre mostrando uma versatilidade aplaudível e um comprometimento com seus papéis que a colocaram num patamar honrável. Em Fuja, a atriz encarna uma das únicas vilãs da carreira, mergulhando em um arco de redenção e queda que entra em conflito explosivo quase o tempo todo – e motivo pelo qual transferimos nossa atenção para ela.

Entretanto, é Allen quem se destaca como a outra protagonista. A novata havia participado apenas de um curta-metragem intitulado ‘Ethan & Skye’, em 2014, fazendo sua grande estreia neste ano. Para um primeiro papel em um filme de calibre considerável, a jovem atriz entrega muito mais que o esperado e se delicia com uma complexidade apaixonante, fazendo bom uso de todas as camadas de uma personalidade que não sabe mais o que é real ou não. Chloe parece se sentir incompetente por não ter percebido que o carinho da mãe era, na verdade, uma máscara para todos os erros que ela cometera no passado; Diane havia perdido a filha prematura duas horas após o nascimento e, numa loucura extrema, roubara uma recém-nascida do berçário do hospital e induzira uma criança perfeitamente saudável a ter as mais diversas doenças, por um simples motivo: mantê-la dependente e sempre necessitada.

Como já mencionado, Chaganty abre espaço para fórmulas datadas e que premeditáveis, por assim dizer – e é isso o que ele almeja: sabemos o final dessa arrepiante história, sabemos que Chloe vai dar um jeito de escapar de uma tortura inconsciente que a transformou em um animal de estimação. Todavia, o que nos chama a atenção é a aprazível e tensa condução de cada uma das sequências – e de que forma a direção e o roteiro promovem uma metamorfose chocante de duas personagens que acreditavam ter tudo sob controle. As peças se encaixam perfeitamente e até mesmo trazem o talentoso Torin Borrowdale, de ‘Locke & Key’, para a composição da tétrica e dissonante trilha sonora.

Fuja tem os seus deslizes, mas não descarrilha em nenhum momento; pelo contrário, o thriller de suspense é uma garantia de que Aneesh e companhia não tiveram apenas sorte de principiante em sua estreia diretorial, servindo como lembrete de ficarmos de olho em um time de realizadores que ainda têm muito a nos contar.

‘Dupla Explosiva 2’: Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson e Salma Hayek no novo pôster incrível da sequência!

A aguardada sequência ‘Dupla Explosiva 2‘ ganhou um novo cartaz incrível estampando os protagonistas Samuel L. JacksonSalma HayekRyan Reynolds.

Confira:

A produção, que havia sido reagendada para chegar às telonas no dia 20 de agosto, agora será lançada com quase dois meses de antecedência, estreando no dia 16 de junho nos Estados Unidos.

Ainda não há confirmação quanto à data de lançamento no Brasil.

Além do trio, a sequência terá o retorno do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.

O elenco também conta com Antonio Banderas, Morgan Freeman, Frank Grillo, Richard E. Grant Tom Hopper.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, mas parece que Grillo terá um importante papel na trama, interpretando um agente da Interpol que procura a ajuda dos personagens de Reynolds, Jackson e Hayek para impedir um ataque cibernético à Europa.

Lançado em 2017, o primeiro filme custou US$ 30 milhões e garantiu a produção da sequência depois de arrecadar US$ 176 milhões pelo mundo.

Crítica | Dupla Explosiva – Comédia e muita ação em divertido buddy movie

O agente de proteção vivido por Ryan Reynolds tem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.

‘Impeachment: American Crime Story’: 3ª temporada da antologia ganha novos cartazes promocionais; Confira!

FX divulgou novos cartazes individuais da 3ª temporada da série antológica ‘American Crime Story‘, intitulada ‘Impeachment‘.

Confira:

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 7 de setembro.

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill ClintonBeanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Peter Robbins, dublador original de Charlie Brown, morre aos 65 anos

Segundo o The Hollywood ReporterPeter Robbins, dublador original de Charlie Brown nos clássicos especiais animados dos anos 1960, morreu hoje, 26 de janeiro, aos 65 anos.

A família do falecido comentou ao canal FOX 5 San Diego que Robbins cometeu suicídio na semana passada.

O ator sofria de transtorno de bipolaridade e esquizofrenia paranoica. Em 2019, ele saiu do cárcere depois de servir 80% de sua pena de cinco anos por realizar ameaças criminosas. Ele até mesmo havia comentado que pretendia escrever um livro de memórias sobre suas experiências na prisão, intitulada ‘Confessions of a Blockhead’.

Robbins ficou conhecido por interpretar Charlie Brown nos clássicos especiais de feriado, incluindo ‘A Charlie Brown Christmas’, de 1965, e ‘It’s the Great Pumpkin, Charlie Brown, de 1966, originando o bordão “aaugh” que continua a ser usado décadas mais tarde.

Seu último trabalho na série foi em 1969, com ‘A Boy Named Charlie Brown, reaparecendo no especial televisivo de 20 anos da CBS e na reunião de 1990 para comemorar o 40º aniversário da obra.

Rina Sawayama lança videoclipe oficial “This Hell”, single do aguardado álbum ‘Hold The Girl’

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama divulgou recentemente o videoclipe oficial de “This Hell”lead single do aguardado álbum Hold the Girl.

O disco será lançado no dia 02 de setembro.

Confira:

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de SAWAYAMAdébut que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

Beyoncé empata com Jay-Z como os artistas mais indicados da HISTÓRIA do Grammy Awards

O ícone da música Beyoncé foi indicada a nada menos que nove categorias para a próxima edição do Grammy Awards – e fez história novamente.

Com as nomeações, nossa Queen B se tornou a artista mais relembrada da história da premiação, com nada menos que 88 indicações – empatando com o marido, Jay-Z.

Lembrando que os vencedores serão anunciados no dia 05 de fevereiro de 2023.

Confira a tracklist oficial:

1. I’m That Girl
2. Cozy
3. Alien Superstar
4. Cuff It
5. Energy (feat. Beam)
6. Break My Soul
7. Church Girl
8. Plastic off the Sofa
9. Virgo’s Groove
10. Move (feat. Grace Jones e Tems)
11. Heated
12. Thique
13. All Up in Your Mind
14. America Has a Problem
15. Pure/Honey
16. Summer Renaissance

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Revelado elenco COMPLETO da 8ª temporada do spin-off; Confira!

Recentemente, foi revelado o elenco completo da 8º temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição homônimo.

As boas novas vieram acompanhadas do primeiro teaser oficial, apresentando as 12 novas competidoras: Jessica Wild (2ª temporada), Monica Beverly Hills (5ª temporada), Darienne Lake (6ª temporada), Mrs. Kasha Davis (7ª temporada), Naysha Lopez (8ª temporada), Jaymes Mansfield (9ª temporada), Alexis Michelle (9ª temporada), Kahanna Montrese (11ª temporada), Heidi N Closet (12ª temporada), LaLa Ri (13ª temporada), Kandy Muse (13ª temporada) e Jimbo (Canada’s Drag Race – 1ª temporada).

Lembrando que o novo ciclo estreia em 12 de maio na Paramount+.

Confira:

‘O Continental’: Vídeo explora o ICÔNICO hotel da saga ‘John Wick’; Confira!

O Continental‘, série derivada da franquia de filmes ‘John Wick‘, já estreou no Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo explorando o icônico hotel que empresta seu nome ao título da produção.

Confira:

Anteriormente anunciada como uma minissérie regular, a produção foi reformulada como uma série de três episódios, com cada capítulo funcionando como um filme. A história irá focar no hotel de assassinos que se tornou bastante popular na obra original.

Relembre o trailer:

A produtora Erica Lee deu alguns detalhes sobre a trama, que será ambientada na década de 1970:

“A trama foca no jovem Winston e no jovem Charon. Depois de muitas conversas com os showrunners, sentimos vontade de fazer uma pré-sequência, porque a linha do tempo alternativa nos deu muita flexibilidade quando se trata de histórias paralelas.”

Ela continuou:

“Mas o que eu acho que as pessoas amam tanto no universo de ‘John Wick’ são os segredos escondidos no hotel. Demos tão pouco sobre cada personagem e sobre o hotel em cada filme que acho que as pessoas estão realmente empolgadas em aprender mais e se aprofundar sobre o Continental. Como são os funcionários? Como é a rotina? Como é se hospedar lá? Como são feitas as moedas de ouro? Então, com essa linha do tempo e essa configuração, podemos mergulhar profundamente nesses detalhes e explorar muito mais desse ‘personagem’.”

O elenco é formado por Colin Woodell, Mishel PradaHubert Point Du-JourJessica AllainNhung KateBen Robson, Ayomide Adegun, Peter GreeneJeremy Bobb, Katie McGrath, Ray McKinnon, Adam Shapiro, Mark Musashi e Marina MazepaMel Gibson foi confirmado no spin-off como o misterioso personagem Cormac.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos deve girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) dirige dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, entra como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

‘As Bruxas Mayfair’: Astro de ‘Mad Men’ entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o Deadline, a 2ª temporada de As Bruxas Mayfair, baseada na saga literária de Anne Rice, acabou de ganhar mais um membro em seu elenco (via ComicBook.com).

As informações indicam que Ben Feldman, conhecido por seu papel como Michael Ginsberg na aclamada série Mad Men, foi escalado para a nova iteração. Ele dará vida a Sam “Lark” Larkin”, um CEO de grande sucesso de uma startup focada em desenvolvimento genético – e que também é ex-namorado de Rowan (Alexandra Daddario).

O ator se junta aos previamente confirmados Thora BirchTed LevineAlyssa Jirrels.

Birch dará vida a Gifford Mayfair, uma leitora de tarô autodepreciativa e aspirante à boêmia que passa boa parte do tempo em sua casa no lago. Levine, por sua vez, será Julien Mayfair, pai de Cortland, descrito como um mestre da manipulação e uma diabólica presença que assombra a família Mayfair. Por fim, Jirrels será Moira Mayfair, prima de Rowan Fielding e uma poderosa telepática que culpa a família pela morte da irmã, Tessa.

Além disso, foi revelada a primeira arte oficial do novo ciclo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a 1ª temporada está disponível no Prime Video.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Josh Andrés Rivera é Aaron Hernandez nos teasers INÉDITOS de ‘American Sports Story’, nova série de Ryan Murphy

O canal FX divulgou dois teaser inéditos de ‘American Sports Story: Aaron Hernandez‘, antologia criada por Ryan Murphy.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 17 de setembro.

A primeira temporada da nova antologia conta com dez episódio e é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.

A temporada vai explorar ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.

O vindouro projeto será conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada por Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.

Stu Zicherman ficará à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.

Murphy, Falchuck, Jacobson, Simpson e Alexis Martin Woodall serão os produtores executivos de ‘American Sports Story‘.

Josh Andrés Rivera, Patrick Schwarzenegger, Lindsay Mendez, Tony Yazbeck, Jake Cannavale, Catfish Jean, Jaylen Barron e outros estrelam.

american sports story poster

Grammy Awards 2025 | Kendrick Lamar leva o prêmio de Música do Ano por “Not Like Us”

O aclamado musicista Kendrick Lamar permanece como um dos maiores nomes da indústria fonográfica – e continua levando para casa prêmios do Grammy Awards 2025.

Lamar conquistou a estatueta de Música do Ano pelo aclamado single “Not Like Us”.

Ele também levou para casa os prêmios de Gravação do Ano, Melhor Canção RapMelhor Performance RapMelhor Videoclipe pela mesma canção.

Lembrando que Lamar será o headliner do próximo show do intervalo do Super Bowl (via THR), apresentando-se no dia 09 de fevereiro de 2025.

A performance será exibida pela FOX nos Estados Unidos.

Lamar já participou do show do intervalo em 2022, apresentando-se ao lado de Dr. DreSnoop DoggEminemMary J. Blige50 Cent. Todos os performers levaram para casa o Emmy de Melhor Especial de Variedades pelo espetáculo.

Lamar é considerado um dos maiores rappers de todos os tempos e já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Pulitzer e 17 estatuetas do Grammy.

Seu álbum ‘To Pimp a Butterfly’ é considerado um dos melhores da história, enquanto sua incursão mais recente foi o aclamado ‘Mr. Morale & The Big Steppers’, de 2022. Em 2024, lançou a faixa “Not Like Us” como capítulo final da rixa contra o rapper Drake.

Will Smith faz alusão ao tapa em Chris Rock no Oscar em novo rap freestyle

Depois de subir no palco para um momento infame no Oscar de 2022, Will Smith resolveu tirar proveito de um erro para criar um rap freestyle para o mundo ouvir.

A recente aparição do ator e músico no programa do DJ britânico Charlie Sloth, Fire in the Booth, o trouxe fazendo referência à sua chocante altercação com o apresentador do Oscar, Chris Rock, que culminou à renúncia de Smith da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e a seu banimento de dez anos de futuras cerimônias.

Em um estilo livre que repete o refrão “eu sou o mais doente”, Smith cantou: “se você estiver falando besteira no palco e me desrespeitando, pode me esperar subindo ao palco”.

No chocante incidente em 2022, Rock fez uma piada sobre Jada Pinkett Smith, esposa de Will, e sua condição de alopecia, como parte de seu “stand-up” na 94ª cerimônia do Oscar. Will, então, subiu ao palco e deu um tapa na cara de Rock, dizendo a ele: “mantenha o nome da minha esposa longe da sua boca.”

O astro, que venceu a estatueta de Melhor Ator na mesma cerimônia por ‘King Richard: Criando Campeãs’, alertou no início do rap que “minhas percepções não soam corretas em frases de efeito”, antes de expressar sua referência ao incidente:

“Não sou o tipo de homem que age de forma maliciosa e sou adulto demais para fazer joguinhos infantis”.

Relembre o incidente:

Luke Grimes busca novo começo no trailer INÉDITO de ‘Y: Marshals’, série derivada de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou um novo trailer oficial de ‘Y: Marshals‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção tem estreia marcada para o dia 1º de março de 2026.

Luke GrimesLogan Marshall-Green estrelam a produção. O elenco ainda conta com Gil BirminghamBrecken Merrill, Mo Brings PlentyArielle KebbelAsh Santos e Tatanka Means.

Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.

O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.

Confira o trailer INCRÍVEL da 2ª temporada de ‘As Quatro Estações do Ano’!

A série de comédia dramática cocriada e estrelada por Tina Fey, intitulada ‘As Quatro Estações do Ano‘ (‘The Four Seasons’), está prestes a voltar com episódios inéditos.

Netflix acaba de divulgar o trailer oficial da 2ª temporada da atração, que chegará à sua grade de programação no dia 28 de maio.

Confira:

A série é uma adaptação do clássico filme homônimo de 1981, da Universal Pictures, que posteriormente ainda rendeu uma série em 1984.

Na trama, três casais — interpretados por Fey e Will Forte, Steve Carell e Kerry Kinney-Silver, e Colman Domingo e Marco Calvani — viajam juntos para férias e ficam confusos quando um deles anuncia que está se divorciando.

Steven Pasquale fará parte da nova temporada.

A série conta com Alan Alda como produtor. Ele foi o diretor, roteirista e protagonista do longa de 81 e fará uma participação especial na nova versão.

Fey, David Miner, Eric Gurian e Jeff Richmond são os produtores executivos.

Rumor: Marvel Studios está desenvolvendo três novos filmes dos ‘Vingadores’

Apesar do arco dos membros fundadores dos ‘Vingadores‘ ter se encerrado em ‘Vingadores: Ultimato’, isso não significa o fim da equipe, já que um novo grupo pode surgir para continuar seu legado. Na verdade, parece que a Marvel tem toda a intenção de continuar com os ‘Vingadores’, mas em um formato muito diferente do que vimos até agora.

De acordo com o site The Independent, o especialista em dicas da indústria, Roger Wardell, que tem um excelente histórico de acertos relacionados ao MCU, revelou que a Marvel Studios está planejando um filme dos ‘Vingadores Sombrios’, ‘Novos Vingadores’ e ‘Jovens Vingadores’. Isso significa que haverá pelo menos mais três filmes da equipe, provavelmente na Fase 05 ou 06.

Lembrando que nada disso foi confirmado por nenhuma fonte oficial, mas, Wardell esteve certo sobre quase tudo o que ele compartilhou nos últimos anos e, além disso, não é a primeira vez surgem rumores sobre os filmes citados. Todas as três equipes foram vinculadas ao MCU no passado e, nesse momento, parece muito provável que serão adaptadas para o cinema.

‘Deadpool 2’: Artes conceituais mostram visuais alternativos de Cable, Dominó, e Juggernaut

O Comic Book Movie divulgou algumas artes conceituais revelando os visuais alternativos de Cable, Dominó, e Juggernaut.

O mais interessante é que as artes foram desenhadas quando Brad Pitt e Janelle Monáe estavam sendo cotados como Cable e Dominó, respectivamente.

Mais tarde, Josh Brolin e Zazie Beetz assumiram os papéis.

As artes também revelam que a Fox iria trazer o vilão Ômega Red para a sequência, mas o personagem acabou ficando de fora da adaptação.

Confira as imagens:

De acordo com o We Got This Covered, a Marvel Studios está considerando Taika Waititi para assumir a direção deDeadpool 3’.

A informação veio da mesma fonte que revelou o desenvolvimento das séries da ‘Miss Marvel’ e da ‘Mulher-Hulk’ antes de sua confirmação oficial.

Foi dito que Waititi está no topo da lista de desejos do estúdio depois que ele foi premiado com o Oscar de melhor Roteiro Adaptado por ‘Jojo Rabbit‘.

Além disso, o humor de Waititi combina perfeitamente com a proposta dos filmes do Deadpool‘, sem contar que ele e Ryan Reynolds são grandes amigos e trabalharam juntos em ‘Lanterna Verde‘ (2011).

Mesmo assim, ainda não há nada confirmado, e como a Marvel não se pronunciou sobre a informação, considere como rumor.

Até lá, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick aguardam a aprovação de Kevin Feige para começarem a escrever o roteiro.

Por enquanto, Waititi está ocupado com o planejamento de ‘Thor: Amor e Trovão’, e confirmou ao The Wrap que as filmagens da sequência irão começar em agosto deste ano.

Questionado sobre o desenvolvimento da sequência, ele disse:

“Acabei de gravar ‘Netx Goal Wins‘, com Michael Fassbender, e agora vou direcionar minha atenção para o elenco de ‘Thor: Amor e Trovão‘. Estou muito ansioso, porque as filmagens começam em agosto e já estamos montando os preparativos.”

Esta será a segunda vez que ele assume a direção de um filme da Marvel, já que também foi o responsável pelo elogiado ‘Thor: Ragnarok‘ (2017).

Anteriormente, Waititi revelou à Entertainment Weekly que o filme será mais ousado e mais brilhante que o anterior, ‘Ragnarok’.

“O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.

Por enquanto, Lawrence e a Marvel ainda não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.

Lembrando ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreia em 05 de novembro de 2021.

‘Pânico’: O que podemos esperar do novo filme da franquia? Produtor responde!

No último fim de semana, o produtor Kevin Williamson se reuniu com elenco de ‘Pânico‘ (1996) e confirmou que o novo filme da franquia terá uma direção bem diferente dos anteriores.

Mas o que isso significa?

Lançado em 2011, o 4º filme teve o pior desempenho financeiro da franquia, arrecadando apenas US$ 97 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$  42 milhões.

Um número bem abaixo de ‘Pânico 3‘, que teve o mesmo orçamento e arrecadou US$ 161 milhões pelo mundo, mesmo sendo considerado o pior dos filmes, com míseros 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Isso só prova que Hollywood precisava encontrar uma forma de encerrar o desgaste de toda a trama criada no primeiro filme pelo diretor Wes Craven e se concentrar em meios de renovar o que já foi feito.

Quando questionado sobre os rumos do próximo filme, Williamson não soube, ou não quis, revelar quais são as novas regras para o sucesso dos filmes de terror.

Ainda assim, ele fez questão de afirmar que o novo filme irá se sustentar por conta própria, sem ignorar os principais elementos que impulsionaram a franquia.

“O que adoro no novo ‘Pânico’ é que ele tem uma abordagem totalmente nova, e é capaz de se sustentar por si só. É um novo filme, mas também tem um fator nostálgico que nos transporta aos primórdios da franquia permeia. É a mistura perfeita!”

Ele também elogiou o trabalho dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet (‘Casamento Sangrento’).

“Estou encantado com os diretores e muito nervoso porque ninguém chega aos pés de Wes Craven. Eu estava realmente hesitante em embarcar nesse projeto… Mas, cara, como estou feliz por ter feito isso, porque acho que vai deixar Wes orgulhoso.

Infelizmente, os protagonistas Neve Campbell e David Arquette não compartilharam nada sobre o enredo do filme durante a reunião, mas Arquette deixou claro que:

“Estamos fazendo exatamente o oposto do que fizemos antes. Eu me preocupo que a franquia meio que se desgastou ao longo dos anos. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror como esse, ou algo parecido. Então você se preocupa com os rumos que [o próximo] vai seguir. Mas este é diferente.”

Será que o novo filme será mesmo capaz de reviver a franquia em sua glória? E aí, como estão suas expectativas?

Confira algumas imagens dos bastidores:

Anteriormente, Campbell participou do programa The Talk, e revelou seu entusiasmo por poder retornar à franquia que impulsionou sua carreira ao estrelato:

“Ah pessoal, eu estou com 47 anos e estarei coberta de sangue. Estou empolgada por poder voltar, por rever Courtney (Cox) e David (Arquette). Estou animada para ver esse novo e jovem elenco e por poder trabalhar com esses novos diretores. Eu estava um pouco apreensiva, porque o nosso incrível diretor Wes Craven faleceu e eu não tinha certeza se faria um filme sem ele. Mas os novos diretores vieram até mim com essa belíssima carta, dizendo que se tornaram diretores e que amam o cinema por conta desses filme e do Wes. E eles realmente querem ser verdadeiros à história e jornada dele com essa franquia. Então, eu fiquei muito feliz de saber isso”.  

Campbell vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” nove anos após ‘Pânico 4‘ (2011), e se juntar a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.

Pânico’ também traz uma nova geração de atores promissores de Hollywood como Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

Kevin Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘The Big Bang Theory’: Kaley Cuoco quer se reencontrar com o elenco em especial estilo de ‘Friends’

Como o revival de ‘Friends’ fez bastante sucesso entre os assinantes da HBO Max, a plataforma de streaming poderia investir em novos reencontros do elenco de outras séries.

E, se depender de Kaley Cuoco, ‘The Big Bang Theory‘ poderia ser a próxima atração a ganhar um episódio especial.

Durante uma entrevista para a Variety, a intérprete de Penny Hofstadter disse que adoraria voltar a gravar com Jim Parsons, Mayim Bialik, Johnny Galecki, Kunai Nayyar e Melissa Rauch.

“Quando eu assisti ao especial de ‘Friends’, eu definitivamente pensei: ‘Eu adoraria fazer isso um dia’. Seria legal ter um episódio desse sobre ‘The Big Bang Theory'”, disse ela.

Esta não é primeira vez que Cuoco toca no assunto.

No início do ano, ela conversou com o E! News e já havia expressado seu desejo.

“Eu estou tão ansiosa para o especial de ‘Friends‘. Eu toparia fazer algo parecido com ‘The Big Bang Theory’. Acho que poderia acontecer em alguns anos ou sempre que alguém estiver aberto à ideia… É só me chamar. Essa série foi um divisor de águas para todos nós [do elenco], e seria ótimo dar esse presente aos fãs, porque tínhamos uma base de fãs incrível que ficou conosco por tanto tempo.”

E aí, você apoia a sugestão da estrela?

Com 279 episódios exibidos ao longo de 12 temporadas, ‘The Big Bag Theory’ permaneceu no ar entre 2007 e 2019, tornando-se uma das atrações mais duradouras da TV norte-americana.

Além disso, o último episódio atraiu nada menos que 23,44 milhões de telespectadores nos EUA, de acordo com as classificações ao vivo da CBS, fazendo com que a série seja o programa não esportivo mais assistido entre 2018 e 2019 em qualquer plataforma de rede ou streaming.

Relembre como tudo começou na popular série geek no vídeo abaixo, que traz alguns momentos emocionantes dos bastidores e das declarações dos elenco sobre o fim da série:

‘Being Mortal’: Filme com Bill Murray é suspenso após comportamentos inadequados do astro

De acordo com o Deadline, insiders ligados à produção de ‘Being Mortal‘, disseram que o novo filme de Bill Murray (‘Os Caça-Fantasmas’) foi suspenso devido a comportamentos inapropriados do astro nos bastidores.

Após as queixas contra Murray, a Searchlight Pictures precisou abrir uma investigação interna para apurar o caso, mas os representantes do estúdio não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

O elenco e a equipe foram informados sobre a suspensão na última quarta-feira (20) em uma carta enviada pelo estúdio.

A participação do astro estava sendo mantida em segredo, então não se sabe se ele faria uma participação especial ou se teria um papel de destaque na trama.

Enquanto a investigação segue em curso, não está claro se o personagem será removido ou se Murray será substituído do elenco.

As gravações do longa escrito, dirigido e estrelado por Aziz Ansari (‘Master of None’) começaram em 28 de março e já estavam na metade.

Como a pausa na produção não tem previsão de término, isso deve afetar a estreia, agendada para 2023.

A trama é baseada no livro ‘Being Mortal: Medicine and What Matters in the End‘ (‘Mortais: Nós, a medicina e o que realmente importa no final’), escrito por Atul Gawande.

A produção fica por conta de Youree Henley, responsável por ‘O Farol’ e ‘Kajillionaire‘.

Globo de Ouro 2023: Eddie Murphy faz piada sobre o tapa de Will Smith em Chris Rock; Confira!

A 80ª cerimônia do Globo de Ouro foi realizada ontem, em Beverly Hills, e o ator e comediante Eddie Murphy foi um dos artistas homenegados da noite.

Acontece que, em seu discurso, ele relembrou a polêmica piada que Chris Rock fez sobre a esposa de Will Smith, Jada Pinkett, no Oscar 2022.´

Quem acompanhou a polêmica sabe que Chris zombou da perda de cabelo de Jada, dizendo que ela deveria fazer uma sequência de ‘Até o Limite da Honra‘, filme em que Demi Moore raspa a cabeça ao entrar para a marinha.

Ao receber seu prêmio, Murphy compartilhou três conselhos:

“Pague seus impostos, cuide dos seus negócios e mantenha o nome da esposa de Will Smith longe de sua boca”.

A terceira frase foi em referência ao que Smith disse a Chris depois de dar um tapa em seu rosto.

Confira:

Lembrando que o próximo filme de Murphy é ‘Certas Pessoas‘, comédia que chega ao catálogo da Netflix em 27 de janeiro.

O roteiro é assinado por Jonah Hill e Kenya Barris, um novo casal descobre que os opostos se atraem, mas as famílias, não. Lauren London, David Duchovny, Nia Long e Julia Louis-Dreyfus completam o elenco.

Confira abaixo o trailer, que mostra Ezra, o perpetuamente solteiro vivido por Hill que, devido a uma confusão de carona, conhece Amira de Lauren London, e o casal rapidamente se apaixona.

Quando uma confusão em Los Angeles junta Ezra Cohen (Jonah Hill) e Amira Mohammed (Lauren London), os dois criam um vínculo graças ao amor por streetwear e música. À medida que se apaixonam, o relacionamento deles é testado por suas famílias: os pais progressistas de Ezra (Julia Louis-Dreyfus e David Duchovny) e os pais inflexíveis, porém preocupados, de Amira (Eddie Murphy e Nia Long), que se intrometem fortemente na vida do casal”, começa a sinopse oficial. Kenya Barris faz sua estreia como diretor de um longa-metragem, com uma história de amor moderna ambientada em culturas conflitantes e relacionamentos inter-religiosos.

 

Assinantes da Netflix estão EMOCIONADOS com história de superação baseada numa história real; Confira!

Baseado em uma história real, ‘O Milagre de Tyson’ conta a história de um garoto com autismo vítima de bullying na escola, mas que decide superar seus próprios limites ao participar de uma maratona. de corrida após conhecer um campeão do esporte.

Estrelada por Major Dodson, a cinebiografia acompanha as mudanças na vida de Tyson Hollerson, que estudava em casa por conta de seu diagnóstico, mas descobre um novo mundo assim que começa a frequentar a escola pública.

Com isso, surgem os dilemas da adolescência, como a auto-aceitação e o confronto com aqueles que não entendem sua condição.

Enquanto busca a aprovação do pai, o treinador da escola, Tyson faz amizade com o maratonista Aklilu (Barkhad Abdi) para ajudá-lo a competir numa maratona e percebe que os limites que o prendiam estavam apenas em sua mente.

Uma curiosidade interessante é que o próprio Dodson também está no espectro autista… Em entrevista ao CrossWalk, ele comentou um pouco sobre sua aceitação e incentivou outras pessoas com autismo a buscarem sua independência.

“Acho que será uma nova descoberta para a maioria das pessoas. Percorri um longo caminho desde que era criança. Eu dou crédito à terapia ocupacional. Dou crédito à boa paternidade e à aceitação de quem eu sou ao longo dos anos – deixando-me sair e fazer minhas próprias coisas. Então sou muito, muito independente agora.”

No Rotten Tomatoes, ‘O Milagre de Tyson’ conta com 67% de aprovação dos críticos.

Entre os comentários, o KGET-TV ressaltou que:

“A roteirista e diretora Kim Bass elaborou um roteiro que vai além de como um oprimido pode encontrar coragem para ter sucesso e leva isso a um nível tão inacreditável que o filme emociona.”

E é exatamente este o sentimento nas redes sociais, com diversos internautas comentando que o filme os deixou encantados e inspirados a serem pessoas melhores;

Confira as reações:

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