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‘Stranger Things’: Última temporada será mais CURTA que a 4ª temporada

Em entrevista ao Happy Sad Confused, o criador Matt Duffer revelou que a 5ª temporada de ‘Stranger Things‘ será mais curta que o quarto ciclo – que contou com 9 episódios –, explicando que a última temporada terá um ritmo muito mais acelerado.

“A única razão de não esperarmos que a última temporada seja tão grande quanto a quarta, é porque [no quarto ciclo] levou quase duas horas para nossos protagonistas serem atraídos para o mistério sobrenatural. Nós os assistimos vivendo suas vidas, suas lutas, se adaptando na escola, entre outras coisas. Steve estava tentando arrumar uma nova namorada. Nada disso vai acontecer nos primeiros episódios da última temporada.”

Ele completa, “Pela primeira vez, não concluímos a narrativa no final da quarta temporada, então continuaremos a partir daí. Não sei se a história já começará com tudo, mas terá um ritmo muito mais acelerado. Os personagens serão puxados para a ação com um objetivo claro em mente, e isso tornará a temporada muito diferente das anteriores. Tenho certeza que o episódio final terá uma duração maior. Será como ‘O Senhor do Anéis: O Retorno do Rei’, com uns oito desfechos.”

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ deve registrar a MAIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA

De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.

A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ está programado para estrear no dia 4 de maio.

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Palette’: Hunter Schafer e Noomi Rapace irão estrelar novo TERROR psicológico

De acordo com o Deadline, Hunter Schafer (‘Euphoria’) e Noomi Rapace (‘Prometheus’) serão as protagonistas do terror psicológico ‘Palette‘.

Schafer interpretará Dolly, uma mulher que sofre de uma extrema sinestesia – uma condição rara que a permite ouvir as cores.

Ela é recrutada para a misteriosa indústria de design de cores, onde acaba descobrindo a sombria realidade do que é necessário para criar as melhores tonalidades do mundo.

Rapace dará vida à enigmática executiva da empresa, Latrice. Frankie Shaw também fará parte do elenco como Sidney, a rival de Hunter.

Zach Strauss será responsável pela direção e roteiro.

“Eu me sinto muito sortudo por ter a oportunidade de criar este filme sombrio e destorcido com um excelente elenco e incríveis parceiros. Eu sei que nós vamos criar algo realmente especial,” declarou o cineasta.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o trailer de ‘Senna’, série da Netflix sobre um dos maiores pilotos da Fórmula 1

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 29 de novembro.

Ao longo de seis episódios, Senna vai mostrar, pela primeira vez na ficção, a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas de Ayrton, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais.

A história começa com o início da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, do kart à sua mudança para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

Gabriel Leone estrela como o Ayrton Senna.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

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Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ultrapassa US$ 600 milhões mundialmente

Sucesso! O live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar arrecadação total da animação ‘Como Treinar o seu Dragão 3‘ (US$539.9M), tornando-se a segunda maior bilheteria da franquia – atrás apenas do segundo filme (US$621.5M).

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M).

Nos EUA, a produção já soma US$ 257 milhões. No mercado internacional, foram US$ 348.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 605.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o China (US$38.7M), México (US$36.3M), Reino Unido (US$27.8M), Brasil (US$20.5M) e França (US$18.5M).

Vale lembrar que o live-action registrou uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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Elenco da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars’ é revelado; Confira as imagens promocionais!

A Paramount+ finalmente revelou as participantes da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

‘The Oath’: Sean Bean viverá policial corrupto em nova série da plataforma Crackle

Sean Bean é o novo astro que estrelará uma série original produzida por uma plataforma de streaming.

Distribuída exclusivamente para o serviço Crackle, ‘The Oath’ é o novo projeto do ator de ‘Game of Thrones’. Na trama, ele viverá Tom Hammond, um policial casca grossa que leva uma vida dupla, como o líder de uma gangue de policiais trapaceiros. Ele acaba sendo preso após fazer um acordo com um agente secreto do FBI, mas ao ser solto, está decidido a retomar seu posto como chefe do crime organizado.

A série foi desenvolvida por Joe Halpin (‘Hawaii Five-O’), que possui uma vasta experiência de 17 anos trabalhando para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Desse período, ele trabalhou 12 anos como policial à paisana, tendo contato direto com o lado obscuro da força tática.

The Oath’ contará com o rapper 50 Cent como produtor-executivo. Com 10 episódios já encomendados, a produção chegará à plataforma em 2018.

‘Agent Carter’: Cancelamento é culpa da ABC, diz protagonista

Muitos fãs de ‘Agent Carter‘ ainda sentem falta da produção, cancelada em 2016. E dois anos após o fim da produção, a protagonista Hayley Atwell decidiu falar sobre o fim da produção.

E em uma entrevista ao portal AV Club, o cancelamento é de fato culpa da emissora ABC. Segundo a atriz, a Marvel estava disposta a seguir adiante.

Disse;

“É uma pena que a emissora tenha cancelado a série, para me colocar em algo que fosse mais mainstream. Sabe, a Marvel não queria que tudo acabasse e há várias campanhas pedindo a volta da produção. Os fãs a amavam. Eu acho que tudo foi apenas uma questão econômica para a série, tipo ‘vamos colocar Hayley Atwell em algo que seja mais popular, que seja menos específico em termos de gênero, e ver se conseguimos uma audiência maior’. E infelizmente isso é algo que, como atriz, não posso controlar”.

 

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‘Killing Eve’: 2ª temporada ganha primeiro trailer

A 2ª temporada da aclamada série ‘Killing Eve‘ ganhou seu primeiro e intenso trailer.

Confira:

https://youtu.be/KdN4_X850ag

O novo ano estreará no dia 7 de abril nos EUA.

A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Kraglin retorna para a sequência

A aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ vai contar com o retorno de mais outro popular personagem da franquia.

Segundo o diretor James Gunn, Kraglin, interpretado pelo seu próprio irmão, Sean Gunn, voltará para o novo capítulo da saga.

A informação foi compartilhada pelo cineasta, durante uma rodada de perguntas e respostas feita nas redes sociais.

Ao ser questionado por um fã se seu irmão apareceria no filme, Gunn foi categórico a dizer: “Que tipo de filme dos Guardiões seria sem o Kraglin?”

 

‘Cherry’: Ciara Bravo e Tom Holland são destaques em nova imagem do filme; Confira!

O novo drama dos Irmãos Russo, ‘Cherry‘, é uma das grandes estreias de 2021 e a produção, que chega à plataforma Apple TV+ no mês de março, ganhou uma nova imagem.

Na foto em questão, o personagem de Tom Holland aparece lendo um livro para a sua companheira, vivida pela atriz Ciara Bravo. O material foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Cherry
Ciara Bravo and Tom Holland

Assista ao trailer:

A trama acompanha um ex-médico do exército (Holland) que sofre de transtorno de estresse pós-traumático ao retornar do Iraque. Tentando lidar com a doença, ele passa a assaltar bancos para sustentar seu vício em drogas.

O longa tem estreia está marcada para 26 de fevereiro no cinemas norte-americanos, e 12 de março no catálogo da Apple TV+.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker.

Além de Holland e Ciara Bravo, o elenco conta com Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

Crítica | Lucy e Desi: Documentário da Amazon dirigido por Amy Poehler é uma carta de amor a um dos casais mais célebres da comédia

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Atemporais, Lucille Ball e Desi Arnaz redefiniram o conceito de entretenimento no auge dos anos 50. Explorando o formato sitcom a partir da comédia pastelão, o amado casal da vida real fez do pacato cotidiano familiar uma sucessão de intermináveis risos, transformando a cultura POP pelo resto de sua história. E em Lucy e Desi, a comediante, atriz e agora também cineasta, Amy Poehler, nos entrega uma carta de amor a um dos casais mais celebrados, amados e saudosos da TV norte-americana.

Lucy e Desi em sua essência já são o princípio da vanguarda na televisão americana. Uma mulher e um homem de origem latina, ambos digladiaram com executivos de estúdios e a própria opinião pública por justamente não corresponderem ao status quo da época. E no longa, Poehler relembra a trajetória de sucesso nas telas e de fracasso no casamento vividos por ambos, a partir de uma coletânea de fitas preciosas e jamais ouvidas. Sob o selo da Amazon Prime Video, a produção não busca trazer o inesperado ou inédito. Aqui, a documentarista nos leva a uma loja de memorabilia em que os próprios artistas e suas memórias nos transportam a um passado hoje tão longínquo, mas ao mesmo tempo presente entre nós.

Celebrando a beleza de um amor que não pôde ser cultivado em sua totalidade – em virtude das atribuições que o trabalho conjunto lhes trouxe -, Lucy e Desi tem um sabor agridoce. Ao mesmo tempo que nos faz suspirar por toda a contribuição histórica da dupla para a indústria do entretenimento, também parte nosso coração em virtude das trágicas consequências que o peso do sucesso trouxe ao seu casamento. Entre lembranças dolorosas e muitas cenas de I Love Lucy e de outros programas feitos pelo casal, o documentário sempre nos deixa com uma proposital sensação de ausência e um sabor agridoce nos lábios.

Bem montada, a produção conta com pouquíssimas entrevistas externas e foca sua construção narrativa em muitas imagens de arquivo e uma edição belíssima e sensível. Sem o compromisso de explicar demais, o longa naturalmente nos leva a refletir sobre a extensão do impacto global que o entretenimento de Lucille Ball e Desi Arnaz ainda exerce no mundo (lembra das referências de WandaVision a I Love Lucy?), inclusive na produção brasileira.

E como uma prazerosa epifania saudosista, o novo original Amazon Prime Video é um tributo louvável de uma comediante diretamente influenciada pelo casal. Lucy e Desi nos reforça a imensidão do carinho existente entre ambos os artistas – que entre desavenças nos bastidores e discrepâncias pessoais que afloravam nos sets, eram essencialmente dois apaixonados que não souberam viver fora dos holofotes o mesmo amor e alegria que nos fizeram encantar por Lucy e Ricky Ricardo.

Crítica Netflix | Série Boca a Boca – Estética e Mensagem Provocantes a Serem Saboreadas num só Fôlego

Após uma mágica noite de festa na floresta, Fran (Iza Moreira) acorda com o choro desesperado da sua amiga Bel (Luana Casta) vindo do chuveiro. Debaixo d’água, a jovem apresenta uma mancha roxa na boca e um olhar assustador. Assim começa o mistério da nova série brasileira da Netflix, Boca a Boca. Criação e direção geral de Esmir Filho, conhecido pelos longas Alguma Coisa Assim (2018), Os Famosos e Os Duendes da Morte (2010), e os curtas Saliva (2007) e Tapa na Pantera (2006), o seriado é uma envolvente mistura sinestésica de todas as obras do cineasta ao tratar de sexualidade, conservadorismo e hiperconectividade por trás de uma cortina de suspense e medo rumo ao desconhecido. 

Ambientada na cidadezinha rural pecuarista de Progresso, a narrativa apresenta os personagens jovens por meio das telas dos seus celulares e computadores. Grande parte da fluência da obra é advinda dessa linguagem inteiramente conectada ao atual mundo adolescente, no qual eles se comunicam e expressam-se por meio de vídeos, imagens e textos curtos. Desse modo, o caso da estudante Bel logo torna-se o assunto do momento, assim como as consequências da festa daquela noite. 

O contraponto deste mundo dinâmico e colorido é representado pelos pais, principalmente pela diretora da Escola Modelo, Guiomar (Denise Fraga). Ela começa a sua própria investigação estudantil para saber o que ocorreu na noite anterior. Os acontecimentos são revelados aos poucos por flashbacks de cada um dos interrogados, entre eles Alex (Caio Horowicz) e o novato na cidade Chico (Michel Joelsas). A partir da primeira detenção juntos, Fran, Alex e Chico unem-se para descobrir o que ocorreu com Bel, ao mesmo tempo que outras pessoas começam a apresentar os mesmo sintomas e eles podem ser os próximos. 

Ao imaginar um vírus transmitido através do beijo na boca como desencadeador de diversas questões particulares, Esmir Filho não previa o momento de tensão atual causado por conta da pandemia da Covid-19. Evitar as possíveis relações, no entanto, é quase impossível, uma vez que o comportamento social dos personagens, entre a negação, o pânico e o isolamento forçado é um forte retrato social de 2020. 

Para transmitir toda uma leitura de questões sociais e medo do desconhecido, Boca a Boca  apoia-se em um inspirado elenco de jovens, os quais brilham em suas idiossincrasias. Com um forte trio de protagonistas, o ator Michel Joelsas (Que Horas Ela Volta?) se sobressai na pele de um rapaz de 17 anos a lidar com a adaptação em novo lar ao lado do  pai e do irmão autista, e o desejo latente por um viril peão (Thomás Aquino, o Pacote de Bacurau). De maneiras distintas, Fran e Alex também lidam com as suas questões sexuais e os embates dos relacionamentos familiares. 

Envoltos numa estética deslumbrante e um mistério mórbido, é difícil não deixar-se seduzir pela ambientação e os dilemas dos jovens da cidadezinha. Em um piscar de olhos, os seis episódios voam em uma crescente zona de mistério e nos abarca cada vez mais à história de Progresso. A cidade tem igualmente um papel fundamental na solução de alguns quebra-cabeças, ainda mais por guardar a ambiguidade de uma moralista nação pecuarista, ao mesmo tempo que anseia pela liberdade de novas experiências. 

Boca a Boca tem uma produção exuberante e meticulosa, acima do nível de séries nacionais da Netflix, como Reality Z (2020), Ninguém Está Olhando (2019) e 3% (2016-). Semelhante à Sex Education (2019 -), que faz um recorte de uma cidadezinha do interior da Inglaterra, e à Dark (2017-2020), na pequena cidade de Winden, o seriado brasileiro consegue captar reflexões juvenis mundiais e jogar com a nossa percepção, dentro do estreito reduto de Progresso. 

Apesar das possíveis comparações, Boca a Boca é peculiar na sua composição e, principalmente, na sua amálgama de cores entre o rosa e o azul em néon. Sendo possível traçar um paralelo com produções que nos conduzem a essas falsas dualidades, algo constantemente presente na obra do dinamarquês Nicolas Winding Refn, a exemplos Drive (2011) e O Demônio de Néon (2016). 

Após os seis episódios, sendo os dois últimos dirigidos por Juliana Rojas, do intrigante As Boas Maneiras (2017), alguns dilemas desta temporada encontram resoluções, entretanto, provocam tremores de terras e abrem fissuras em outras planícies. Ou seja, há fôlego para a elaboração de uma sequência. A dúvida no ar é se a obra será capaz de provocar esta trepidação no público e deixá-lo sedento por um elixir que nos desperta do sonambulismo de uma existência sem questioná-la.

Sucesso absoluto, ‘La Casa de Papel’ foi eleita a “melhor série espanhola da história”

La Casa de Papel‘ se tornou um fenômeno no Brasil após ser lançada sem muito alarde pela Netflix, e conquistou os brasileiros com uma trama cheia de drama e suspense sobre 8 assaltantes e um plano genial.

A minissérie espanhola teve 15 episódios lançados na Espanha e conquistou tanto o público quanto a crítica especializada, sendo eleita como a “melhor série espanhola da história” pelos veículos especializados espanhóis, além de ter sido considerada uma “obra-prima” pela Variety.

A minissérie também vem ganhando inúmeros prêmios, entre eles, o troféu pela Melhor Direção no Festival da Série MiM no ano passado; o prêmio de Melhor Roteiro dos Prêmios IRIS e Melhor Direção e Melhor Ficção para os críticos da FesTVal Television e Radios de Vitoria 2017.

A “2ª temporada” (que na verdade é a segunda parte da 1ª temporada) tem 6 episódios, que serão lançados pela Netflix no Brasil em 6 de Abril de 2018, tendo um dos finais mais elogiados da história dos seriados espanhóis, sendo assistido por mais de 1,8 milhões de telespectadores.

Assista nossa crítica e assista ao trailer dos episódios finais:

Crítica | La Casa de Papel – Série de assalto da Netflix é SENSACIONAL 

Oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ ganha pôster exclusivo para a Comic-Con 2018

A sequência Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwaldacabou de ganhar um cartaz inédito para a divulgação do filme no painel da Warner Bros. Pictures, que acontece amanhã (21) às 14:30 (horário de Brasília).

É esperado que um novo trailer também seja lançado. Fique de olho no CinePOP para novidades!

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘A Mulher Rei’ | Conheça a história das Agojie, a Guarda Real de Daomé

Estreia nesta quinta-feira (22), nos principais cinemas do país, a grande aposta da Sony para a temporada. Estrelado pela ganhadora do Oscar, Viola Davis, e dirigido por Gina Prince-Bythewood, A Mulher Rei é um drama histórico repleto de ação sobre as Agojie, um grupo de mulheres guerreiras que formavam a guarda-real do reino africano de Daomé.

Apesar de não serem tão conhecidas do grande público, essas guerreiras existiram na vida real e serviram de inspiração para uma parcela considerável de ícones atuais da Cultura Pop, sendo a mais famosa delas as Dora Milaje, que encantaram o mundo com sua agressividade e letalidade na franquia Pantera Negra, do Marvel Studios. 

As Dora Milaje foram inspiradas nas Agojie.

Também conhecidas como as Amazonas de Daomé, as Agojie foram guerreiras letais da África Central durante os anos de 1800. No filme, que se passa em 1823, elas libertam escravos da Nigéria e ajudam em revoluções. Na vida real, porém, sua participação era um pouco mais obscura. Como eram “soldadas” que respondiam diretamente ao rei e faziam parte de um sistema vigente, muitas vezes acabavam participando indiretamente do esquema escravocrata em questão, que vendia os inimigos derrotados em campo de batalha para europeus. Essa questão acabou trazendo uma polêmica para o longa, já que algumas pessoas enxergaram nele algum tipo de romantização deste caso. Mas aí é algo que acaba esbarrando na dramatização da história, que é apenas inspirada nestas guerreiras.

Formadas inicialmente pelas esposas do Rei, que não contavam com mordomias – na verdade, a única diferença de uma mulher comum para uma “esposa do rei” era o celibato, já que elas só poderiam se relacionar fisicamente com o rei -, as Agojie eram um grupo de caçadoras de elefantes que logo ganhou treinamento especializado e passou a aceitar voluntárias. Com a grande perda de vidas masculinas nos inúmeros conflitos em que Daomé se envolvia, essa guarda real passou a ganhar força, logo se tornando o exército real.  

Pela letalidade e eficiência, as Agojie viraram um símbolo de poder em Daomé, além de serem uma grande quebra de paradigmas. Afinal, havia uma identidade visual própria delas, que passava uma mensagem para os rivais. E ver mulheres no campo de batalha não era comum naquela época.

Porém, a vida delas não era nada fácil. O treinamento delas era baseado na furtividade e na blindagem de emoções.

Para isso, elas precisavam suprimir a dor e caminhavam descalças por cima de pedregulhos e espinhos. E uma forma de evitar gritos durante as invasões era treinando escalada em paredes espinhentas e pontiagudas. Além, claro, das invasões surpresa a regiões próximas.

Estima-se que as Agojie tenham chegado a seis mil guerreiras, que acabaram sendo apagadas após duelos contra o exército francês no século XIX. Agora, lideradas por Viola Davis, que dá vida à fictícia General Nanisca, as Agojie enfim ganham uma produção focada nelas, ajudando a espalhar sua história de luta e poder.  

Lashana Lynch, Viola Davis, Shelia Atim, Sisipho Mbopa , Lone Motsomi e Chioma Umeala dão vida às Agojie.

Confira a sinopse: A Mulher Rei (The Woman King) é a extraordinária história das Agojie, uma força de elite de guerreiras, constituída unicamente por mulheres que protegiam o Reino Africano do Daomé no século 19 com uma ferocidade e habilidades nunca antes vistas no mundo. Inspirado em fatos verídicos, A Mulher Rei (The Woman King) segue a emocionante e épica odisseia da general Nanisca (a vencedora do Oscar® Viola Davis), que é quem treina a próxima geração de guerreiras e as prepara para a batalha contra um inimigo determinado a destruir sua forma de vida. Há coisas pelas quais vale a pena lutar”.

A Mulher Rei está em cartaz nos cinemas. 

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Os Filmes de Michael Bay | Do Pior ao Melhor – incluindo ‘Esquadrão 6’

Michael Bay é um caso curioso em Hollywood. Ele é um dos diretores mais detestados pela crítica, que considera que faz sempre o mesmo tipo de filme de explosão sem conteúdo. No entanto, ele é um dos produtores mais bem sucedidos no mercado e seus longas já faturaram mais de US$ 6 bilhões nos cinemas mundiais.

Aproveitando o lançamento de Esquadrão 6 na Netflix– seu primeiro trabalho no mundo do streaming -, o CinePOP resolveu relembrar toda a trajetória de Bay como diretor e ranquear suas obras da pior à melhor.

Da estreia com Os Bad Boys (1995) até Esquadrão 6 (2019) foram 24 anos por trás das câmeras e muitos filmes marcados na cabeça dos cinéfilos, embora alguns negativamente como veremos a seguir. Não deixe de fazer a sua própria lista nos nossos comentários! Também está liberado discordar da nossa!

 

14) Transformers: O Último Cavaleiro (2017)

O filme que praticamente jogou uma pá de cal na franquia Transformers. A saga nunca foi sucesso de crítica, mas a verdade é que O Último Cavaleiro é uma bagunça difícil de encontrar qualidade. Mark Wahlberg e Anthony Hopkins se veem em meio a uma história bizarra que liga os robôs alienígenas à lenda do Rei Arthur, e ainda investe em artefatos perdidos e coisas do tipo. É o filme de pior avaliação de Michael Bay no site Rotten Tomatoes, contando com apenas 15% de aprovação por parte dos críticos. Nas bilheterias, a produção faturou US$ 605 milhões mundialmente.

 

13) Transformers: A Vingança dos Derrotados (2009)

Muitos diriam que Michael Bay não liga muito para o roteiro em suas obras. E Transformers: A Vingança dos Derrotados é a prova disso. O longa foi uma das poucas produções realizadas durante a greve do sindicato dos roteiristas de Hollywood, entre 2008 e 2009. Os roteiristas trabalharam por poucos meses no texto e Bay preferiu rodar algo não totalmente acabado do que interromper sua produção. O próprio diretor admitiu que não se trata de um de seus melhores trabalhos. Ainda assim, faturou US$ 836 milhões nos cinemas de todo mundo. 

 

12) Transformers: A Era da Extinção (2014)

Duas horas e 45 minutos. Essa é a insana duração do quarto filme da saga Transformers, que, na verdade, é praticamente um reboot. Após a trilogia estrelada por Shia LaBeouf, Mark Wahlberg assume o papel de protagonista. O ator vive um mecânico recluso que acaba se deparando por acaso com Optimus Prime e se vê em meio a uma disputa envolvendo o governo. Financiado na China, o filme sacrifica parte de sua trama para agradar ao público chinês. O resultado deu certo, afinal faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias. 

 

11) Pearl Harbor (2001)

Uma novela em formato de cinema. Pearl Harbor é um filme de guerra com pano de fundo romântico. Mas que não funciona nem como ação, nem como romance. O que temos é uma trama aborrecida e atuações lamentáveis de Ben Affleck, Kate Beckinsale e Josh Hartnett. Michael Bay tenta repetir um pouco da fórmula que deu certo em Armageddon, mas de forma bem menos interessante. O longa conquistou o Oscar de Melhor Edição de Som e faturou US$ 449 milhões nos cinemas mundiais.

 

10) Transformers: O Lado Oculto da Lua (2011)

Após a tragédia que foi Transformers 2, o terceiro longa da saga até deu uma melhoradinha. Já sem a presença de Megan Fox, Michael Bay convoca a modelo e atriz Rosie Huntington-Whiteley para viver o novo interesse amoroso de Sam (Shia LaBeouf). Dentre os pontos positivos, temos um trabalho de voz marcante do saudoso Leonard Nimoy e uma bela sequência de abertura na lua. Ainda assim, os 154 minutos de duração são pra lá de exagerados. Faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

 

9) 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016)

Michael Bay quase sempre foi sinônimo de sucesso de bilheteria, mas também teve seus fracassos. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi teve o pior desempenho comercial de sua carreira, faturando apenas US$ 69 milhões em todo mundo. Talvez também seja o filme mais político do cineasta. Trata-se de quase uma ode ao partido republicano. A trama envolve um grupo de seguranças particulares que defendem o consulado americano de um ataque em Bengazi, na Líbia. O caso envolveu e constrangeu publicamente a democrata Hillary Clinton. Além de culpar o governo americano pelo ocorrido, Bay reforça a figura do segurança contratado, o mercenário, que é alçado a herói.

 

8) Esquadrão 6

Após o fracasso com 13 Horas, Michael Bay teve dificuldades para financiar seu novo projeto com um grande estúdio. Foi assim que parou na Netflix. A companhia de streaming deu todo dinheiro e liberdade do mundo para o cineasta fazer o que quisesse. O resultado foi Esquadrão 6, um filme com as explosões de sempre, mas que também trazia um pano de fundo político. Superficial, Bay culpa o Estado pelos problemas do mundo e coloca sob a segurança e o futuro do planeta responsabilidade dos homens comum. Apesar dos inúmeros problemas, o longa conta com um elenco carismático, especialmente Ryan Reynolds.

 

7) Transformers (2007)

Lançado em 2007, o primeiro Transformers é de longe o melhor da franquia (sem contar o spin-off Bumblebee). Temos os furos no roteiro e a montagem caótica de sempre, mas também temos um time que funciona bem junto, Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Jon Voight e companhia. Cumpre bem a função de entreter. Nas bilheterias mundiais, faturou US$ 709 milhões e mostrou que a saga tinha um público disposto a ir ao cinema.

 

6) A Ilha (2005)

Estrelado por Ewan McGregor e Scarlett Johannson, A Ilha parece apenas mais um filme explosivo de Michael Bay em alguns momentos, mas trata-se de uma obra bem mais ambiciosa que a média do diretor. Há um pano de fundo político e social bem interessante que trata da exploração de grandes empresas e do privilégio das classes mais ricas da sociedade. A premissa não só é relevante como interessante. Por vezes, o diretor se perde em meio a cenas de explosão e perseguição, mas há algum conteúdo ali. O longa faturou US$ 162 milhões nos cinemas de todo mundo.

 

5) Os Bad Boys II (2003)

Oito anos após a estreia como diretor com Os Bad Boys, Michael Bay retornou para a continuação, contando mais uma vez com as presenças de Will Smith e Martin Lawrence. Mais ambicioso e com cenas de ação mais impactantes, o filme consegue divertir o espectador em alguns momentos. Ainda assim, é inferior ao original. Os Bad Boys II fez US$ 273 milhões nas bilheterias mundiais. O longa, no entanto, não agradou a crítica, contando apenas com 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. 

 

4) Armageddon (1998)

“I could stay awake just to hear you breathing…” Impossível pensar em Armageddon e não lembrar dos versos de “I Don’t Wanna Miss a Thing”, música do Aerosmith que embalou a trilha sonora do filme. A trama é clichê e absurda, mas o longa foi um verdadeiro fenômeno da cultura pop no final dos anos 90. É brega? Sem dúvida, mas divertidíssimo. Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck e Liv Tyler foram o elenco principal da produção. Nenhum deles em atuações propriamente boas, mas ainda hoje é inimaginável pensar em outros nomes para os papéis.

 

3) Os Bad Boys (1995)

Estreia de Michael Bay na direção, Os Bad Boys é aquele tradicional blockbuster dos anos 90. E o diretor fez certinho na condução do projeto. Tem boas cenas de ação e uma dupla em total sintonia: Will Smith e Martin Lawrence. Orçado em apenas US$ 19 milhões, o filme faturou impressionantes US$ 141 milhões, colocando o nome de Bay no mapa de Hollywood. É um entretenimento de primeiro. E que rende frutos até hoje, uma vez que Bad Boys Para Sempre está chegando aos cinemas em 2020.

 

2) Sem Dor, Sem Glória (2013)

Sem Dor, Sem Ganho talvez seja o filme menos Michael Bay do Michael Bay. Estrelado por Mark Wahlberg e Dwayne Johnson, o longa foi relativamente barato para os padrões recentes do cineasta (US$ 26 milhões) e se preocupou mais em contar uma história do que produzir uma montagem frenética repleta de explosões. Temos algumas cenas de ação, mas também temos críticas ao chamado “sonho americano” e um elenco em perfeita sintonia, mesmo que interpretando personagens detestáveis.

 

1) A Rocha (1996)

Segundo filme dirigido por Michael Bay, A Rocha é um verdadeiro clássico dos anos 90. Nicolas Cage vive um especialista em armas químicas do FBI que busca a ajuda do único homem (Sean Connery) a escapar da prisão de Alcatraz para tentar invadir a ilha, que foi tomada por um militar terrorista (Ed Harris). A trama parece boba. E é mesmo. Mas é divertidíssima, com três atores entregando o que tem de melhor. Não por acaso, é o filme de Bay mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 66% de aprovação. Faturou US$ 335 milhões nos cinemas mundiais.

Amber Heard alega que Johnny Depp está se recusando a divulgar documentos sobre seu vício em álcool e drogas

A batalha legal entre Johnny DeppAmber Heard ainda está longe de acabar e, há alguns anos, vem movimentando a internet de forma assustadora.

Depois de Depp acusar a ex-mulher de tê-lo difamado, processando a atriz por 50 milhões de dólares, agora foi a vez de Heard preencher um boletim para impedir que a alegação supracitada seja considerada pela corte.

De acordo com o site Deadline, Heard, que deu vida a Mera no sucesso Aquaman, declarou que Depp está se recusando a divulgar documentos que provem seu “abuso de álcool e de drogas” e aqueles que envolvem “violência doméstica e abuso”. A atriz está buscando os seguintes papéis:

“Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS entre VOCÊ e qualquer outra pessoa empregada por VOCÊ ou trabalhando em seu nome que dialogam com o uso de narcóticos por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”, “Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS pertencentes a tratamentos devido a abuso de álcool e drogas por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”.

O casamento entre Heard e Depp terminou em 2017, resultante de uma ordem de restrição pedida pela atriz para o ex-marido em 2016. Ambos os lados se dizem inocentes e endossam que a outra parte foi responsável pelo abuso.

Neste momento, é difícil dizer quem irá vencer o caso.

‘Dois Irmãos’: Animação da Pixar ganha adoráveis cartazes em 2D; Confira!

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica’, animação da Pixar, ganhou mais dois cartazes oficiais e adoráveis em 2D.

Confira:

O filme abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.4/10 baseada em 50 reviews (até agora). Segundo o consenso geral, a produção “pode até sofrer em comparação a outros clássicos [do estúdio], mas faz um uso prático de suas fórmulas – e tem mérito próprio como uma aventura divertida, reconfortante e estonteante”.

Confira as principais críticas:

Dois Irmãos nunca realmente alça voo, mesmo quando seus personagens estão aprendendo a fazer isso” – AV Club.

“Um filme gentil que não tenta apenas surpreender o público com visuais fantásticos” – The Atlantic.

“[O filme] é transcendental, catártico, estruturalmente inteligente e entrega uma reviravolta narrativa cheia de vida. É doloroso, mas do melhor jeito” – Times (UK).

Dois Irmãos parece um projeto intensamente pessoal que foi diluído em uma obsequiosidade corporativa” – Vulture.

“O trabalho vocal de Pratt, Hollad e Louis-Dreyfus é fantástico. Octavia Spencer rouba cada cena da qual participa” – AwardsWatch.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais em 05 de março.

‘Violet’: Álbum de poesias de Lana Del Rey finalmente é lançado

Depois de ser atrasado em vários meses, o audiobook ‘Violet Bent Backwards Over the Grass’, livro de poesias da cantora e compositora Lana Del Rey, finalmente foi lançado.

A produção traz 14 poemas lidos por Del Rey, com a trilha sonora performada por seu frequente colaborador, o icônico produtor Jack Antonoff (Norman Fucking Rockwell‘Folklore’).

‘Violet’ havia sido anunciado em dezembro do ano passado, com estreia prevista para janeiro. Entretanto, depois que a família de Lana foi vítima de um assalto e depois que a pandemia do novo coronavírus estourou, a performer resolveu adiar o álbum.

A edição com capa dura e o ebook trarão outros trinta poemas originais de Del Rey e tem divulgação marcada para 29 de setembro, com CDs, vinis e outras versões com lançamento previsto para 02 de outubro.

Vale lembrar que o próximo álbum de estúdio da cantora, intitulado White Hot Forever, será lançado em 05 de setembro.

Confira o anúncio:

 

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Del Rey parte para sua próxima era depois do sucesso Norman Fucking Rockwell!’, obra lançada no ano passado que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano – e entrou para diversas listas como a melhor produção e 2019.

Crítica | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

A artista vem trabalhando no projeto por vários meses, tendo confirmado em agosto que já havia “escrito algumas partes” do álbum e que seria um “lançamento surpresa nos próximos 12 ou 13 meses.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Universal Orlando revela trailer promocional da primeira montanha-russa da franquia ‘Jurassic World’; Confira!

Universal Orlando Resort vem construindo uma nova montanha-russa temática, baseada na icônica franquia ‘Jurassic World’ – e, agora, a atração ganhou seu primeiro trailer promocionaol completo.

A montanha-russa será lançada no verão estadunidense de 2021.

Confira:

Intitulada Jurassic World VelociCoaster, a atração é a primeira montanha-russa baseada na saga cinematográfica e trára uma série de manobras arrepiantes que irá catapultar os convidados a quase 50 metros no ar – e a impressionantes 112 km/h.

Enquanto isso, o universo cinematográfico em questão continua em expansão com ‘Jurassic World: Dominação’, que traz o diretor Colin Trevorrow de volta à cadeira de direção e que está previsto para estrear apenas no ano que vem.

Confira quem retorna para o próximo capítulo:

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

‘Jurassic World: Dominação’ estreia em 10 de junho de 2022.

‘Legends of Tomorrow’: Lendas enfrentam um novo problema nas imagens oficiais do episódio 06×02; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Meat: The Legends”, segundo episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “com Spooner a bordo, Ava tem esperanças de que suas habilidades especiais irão ajudá-los a localizar os alienígenas espalhados pela linha do tempo – o que também pode levá-los a Sara. As Lendas logo se veem no encalço de um extraterrestre nos anos 1950, em San Bernardino, tentando descobrir o que está levando os habitantes a ter um frenesi alimentar. Zari faz com que Behrad saiba que está pronta para usar o Totem, mas Behrad não está pronto para compartilhá-lo, causando tensão entre os dois. Enquanto isso, depois de uma aterrissagem turbulenta, Sara arquiteta um plano e pede ajuda de ninguém menos que Amelia Earhart, a única que pode levá-la para casa”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

20 Anos de ‘O Diário de Bridget Jones’ | Confira DEZ curiosidades sobre o clássico com Renée Zellweger

2021 é um ano de celebração para o cinema, principalmente com tantas obras aniversariantes. E uma das mais adoradas, que completa duas décadas em breve, é a comédia romântica O Diário de Bridget Jones.

Estrelada por Renée Zellweger, antes de ganhar o mundo com Chicago e com Judy, a história é centrada na personagem titular, uma mulher britânica de 32 anos que escreve um diário sobre coisas que deseja que aconteçam em sua vida – até que as coisas mudam drasticamente quando dois charmosos homens, Colin FirthHugh Grant, lutam por sua afeição.

Fazendo um estrondo crítico e comercial, arrecadando mais de dez vezes seu orçamento de US$25 milhões, o longa foi elogiado pela direção, pelo roteiro, pelo singelo e verdadeiro tom da obra e pela performance de Zellweger – que inclusive ganhou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O sucesso do filme rendeu duas sequências, Bridget Jones: No Limite da RazãoO Bebê de Bridget Jones, além de ter alavando uma legião de fãs e um patamar cult, entrando para a cultura popular da Inglaterra. E, para celebrá-lo, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira:

MÉTODO PERFORMATIVO

Zellweger engordou doze quilos e então trabalhou em uma agência de publicidade real por um mês para se preparar para o papel. Ela adotou um pseudônimo e um sotaque mais “elegante”, e impediu a si mesma de ser reconhecida. Em sua mesa, mantinha uma foto do então namorado Jim Carrey – o que atraía olhares estranhos de seus colegas.

MUDANDO DE VOZ

Para deixar seu sotaque inglês mais natural, Zellweger mantinha-se na personagem até mesmo fora das gravações. Aliás, Grant uma vez percebeu que não ouviu a verdadeira voz da colega até a festa de encerramento das filmagens.

HOMENAGEM ATEMPORAL

Quando Helen Fielding escreveu o romance original centrado em Bridget Jones, baseou o personagem de Mark Darcy na interpretação de Colin Firth em ‘Orgulho e Preconceito’ (1995) – o que é engraçado, considerando que o ator viria a interpretá-lo no filme. Como se não bastasse, a história tem dezenas de outras alusões ao clássico de Jane Austen.

SAGA PIONEIRA

Visto que o filme ganhou duas sequências, a saga ‘Bridget Jones’ tornou-se a primeira trilogia romântica do novo milênio, em que todos os filmes tiveram lançamento nos cinemas e trouxeram a mesma atriz no papel principal.

ESCOLHA (IN)CERTA

Zellweger foi aclamada em seu papel como a personagem-titular, ganhando sua primeira indicação ao Oscar, além de nomeações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. E, enquanto a atriz eternizou Bridget Jones na cultura pop, ela não foi a primeira escolha do estúdio: Helena Bonham CarterCate BlanchettEmily WatsonRachel Weisz (que foi considerada muito bonita para o papel) foram cotadas para estrelar o filme.

CRIANDO AMOR EM MEIO A CRÍTICAS

Sally Phillips, que viveu Sharon na produção, foi criticada por oficiais da igreja da qual frequentava por ter interpretado uma personagem que fala muitos palavrões e que tem atitudes questionáveis. Ela defendeu sua participação no filme dizendo que seu trabalho é criar amor para personagens imperfeitos.

ELENCO VERSÁTIL

Jim BroadbentGemma Jones, que interpretaram os pais de Bridget no longa-metragem, e Shirley Henderson, que deu vida a Jude, compartilhariam de uma outra franquia de enorme sucesso: ‘Harry Potter’. O trio encarnaria os icônicos personagens Horácio Slughorn, Papoula Pomfrey e Murta-que-Geme, respectivamente.

CONTROVÉRSIA PATRIÓTICA

A contratação de Zellweger como Bridget Jones causou uma controvérsia inicial, com vários fãs dos livros furiosos pelo fato de uma atriz estadunidense interpretar uma personagem britânica. Entretanto, as discussões morreram assim que o filme estreou, com a crítica e os espectadores aplaudindo a performance da atriz.

“NÃO NO MEU BAR”

Em 2008, a personagem de Bridget Jones foi acusada pelo declínio das vendas de chardonnay na Europa. Oz Clarke, um dos escritores de vinho mais famosos e bem-sucedidos da Inglaterra, disse que a associação da personagem com a bebida havia machucado sua reputação: “até Bridget Jones, chardonnay era muito sexo; depois, as pessoas diziam: ‘Deus, não no meu bar'”.

IMPROVISO À FLOR DA PELE

A cena de luta entre Firth e Grant em O Diário de Bridget Jones é uma das mais icônicas do começo dos anos 2000. Entretanto, a sequência não foi coreografada, e sim improvisada entre os dois atores.

‘Morte no Nilo’: Gal Gadot é destaque no novo clipe oficial do filme; Confira!

20th Century Studios divulgou um novo clipe oficial de ‘Morte no Nilo‘, adaptação do romance de Agatha Christie que dará sequência aos eventos de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’.

O vídeo dá destaque a Linnet Ridgeway Doyle, personagem interpretada por Gal Gadot.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu os críticos e recebeu apenas 68% de aprovação, a partir de 66 avaliações.

Entre os principais comentários, os críticos disseram que o diretor Kenneth Branagh traz uma apaixonada homenagem ao material original. No entanto, ele também se perde em meio à narrativa e não consegue entregar o merecido suspense que o público espera de uma adaptação baseada nas obras de Christie.

Mesmo assim, a trama ainda contém boas doses de humor, tensão, brilho e reviravoltas.

Confira as principais análises:

Morte no Nilo‘ traz humor, tensão, e reviravoltas enquanto o público espera que Hercule Poirot (Kenneth Branagh) resolva os assassinatos.” – Solzy at the Movies.

“Se um espectador não soubesse nada do filme, ele poderia supor que estaria assistindo a quarta ou quinta sequência de uma franquia desgastada, não a continuação direta de um sucesso de bilheteria.” – AV Club.

“O filme é satisfatório o suficiente, embora seja mais como um entretenimento brilhante da velha guarda do que um mistério diabolicamente inteligente.” – The Hollywood Reporter.

“Seja como for, este filme traz o detetive belga Poirot como nunca o vimos antes. E, francamente, como não desejo vê-lo nunca mais.” – London Evening Standard.

“A flexibilidade de Branagh [como protagonista e diretor] podem irritar, mas você também sente o quanto ele ama e se entrega a tudo isso, o que ajuda no resultado.” – The Wrap.

“À medida que as engrenagens narrativas avançam como o barco a remo lento e constante, há uma sensação de que Branagh perdeu o ritmo e esqueceu de adicionar o humor característico das obras de Agatha Christie enquanto dirigia o filme.” – Screen International.

“Para os fãs de Christie, e da versão de Branagh de seus clássicos, Morte no Nilo‘ é algo bastante irresistível, especialmente quando filmado em 70MM e com riqueza de detalhes visuais.” – Deadline.

O filme estreia no dia 10 de fevereiro.

O longa dará sequência a ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, que surpreendeu ao arrecadar US$ 350 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Além do retorno de Branagh como o detetive Poirot, Tom Bateman volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Gal GadotArmie Hammer, Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

7 canções para conhecer a carreira musical de Ashley Tisdale

Se você, assim como este que vos escreve, cresceu assistindo aos filmes originais do Disney Channel, provavelmente já ouviu falar de Ashley Tisdale.

Depois de ter protagonizado a série ‘Zack e Cody: Gêmeos em Ação’, a atriz estrelou a trilogia ‘High School Musical’ como a icônica Sharpay Evans, e até mesmo ganhou seu próprio spin-off intitulado ‘A Fabulosa Aventura de Sharpay’, narrando sua vida após o Ensino Médio na vibrante cidade de Nova York.

Entretanto, poucos se recordam de que Tisdale também tem uma carreira musical que vai além de suas participações na Casa Mouse – contando com três álbuns de estúdio que demonstraram tanto seu lado mais pop quanto seu lado mais emocional e íntimo.

Para celebrar seu 37º aniversário, montamos uma brevíssima lista elencando cinco canções essenciais para conhecermos seu mergulho na indústria fonográfica.

Confira:

“BE GOOD TO ME”

Álbum: Headstrong

Em seu álbum de estreia, intitulado ‘Headstrong’, Tisdale apostou todas as suas fichas na mistura entre R&Bpop que dominava as paradas na segunda metade dos anos 2000. O lead single“Be Good To Me”, é uma das canções mais relembradas de sua carreira e consagrou a imagem de Ashley para além do Disney Channel, trazendo elementos de grupos como Destiny’s ChildMis-teeq para uma interpretação própria de uma história de amor e de reciprocidade movida a batidas explosivas.

“NOT LIKE THAT”

Álbum: Headstrong

Apesar de não ter tido todo material promocional dos singles anteriores, “Not Like That” caiu no gosto popular e crítico pela produção uptempo e pelos divertidos versos. Aqui, Tisdale volta a se desvencilhar de seu vínculo com a Casa Mouse ao arquitetar uma de suas primeiras músicas que analisam o preço da fama (“eu só queria que elas vissem como eu sou na vida real”), tudo pincelado com o melhor do electro-pop e de um flerte com o arabic-pop que se esconde por trás dos sintetizadores.

“IT’S ALRIGHT, IT’S OKAY”

Álbum: Guilty Pleasure

A primeira grande mudança na carreira de Ashley veio em 2009, com o lançamento do single “It’s Alright, It’s OK”, do álbum ‘Guilty Pleasure’. Apesar da recepção mista do disco por parte da crítica, os fãs da cantora e atriz se apaixonaram pela identidade mais rebelde e voltada para o pop-rock da performer – e que canção que melhor representa essa mudança bem-vinda que esta? A potente rendição de Tisdale é apenas a cereja do bolo em meio a uma produção bombástica e uma história de decepção amorosa marcada pela bateria e pela guitarra.

“CRANK IT UP”

Álbum: Guilty Pleasure

Dentro de ‘Guilty Pleasure’, Ashley promove uma revolução de sua própria imagem ao apostar em elementos diferentes, música a música. Além de “It’s Alright, It’s OK”, a artista também se jogou de cabeça na sensual rendição de “Crank It Up”, que a afastou da imagem pintada anos atrás e a transformou em uma diva em potencial, cuja força principal vinha das pistas de dança e da liberdade de fazer o que bem entendesse. Não é surpresa que, aqui, ela tenha deixado o electropop tomar conta – e até os vocais de David Jassy a ajudam nessa jornada.

“VOICES IN MY HEAD”

Álbum: Symptoms

Dez anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, Tisdale retornou com uma imagem totalmente repaginada, adotando temáticas intimistas e bastante pessoais que apresentariam um novo capítulo de sua carreira. Com ‘Symptoms’, seu terceiro álbum de estúdio, a performer discorre sobre obstáculos que enfrentou em sua vida – e “Voice In My Head” se afasta dos convencionalismos de gênero para falar sobre as inseguranças do próprio eu lírico (“todas as vozes na minha cabeça sempre tentando me quebrar”).

“LOVE ME & LET ME GO”

Álbum: Symptoms

Em Love Me & Let Me Go”, segundo e último single de ‘Symptoms’, a guitarra contemporânea de abertura, quase imperceptível, se moderniza e se reinventa até alcançar um refrão ecoante movido por batidas eletrônicas propositalmente obscuras. Nesse ponto, as frustrações de Tisdale já começam a se materializar de modo mais complicado, tratando de um tóxico relacionamento que acaba e a liberta.

“LEMONS”

Single solto

Já faz mais de um ano desde que Ashley não nos agracia com suas importantes músicas – mas, depois de trabalhar em ‘Symptoms’, nos entregou a upbeat “Lemons”, que esperávamos fazer parte de seu próximo álbum. Apesar de não ter lançado nada desde então, a música funciona como o término de um ciclo complicado na vida da atriz e cantora: construída com uma beleza impecável e com uma sutil produção, a iteração arranca seus melhores vocais e versos que mostram que, se a vida te dá limões, faça uma limonada e enfrente seus problemas de cabeça erguida.

‘Shrinking’: Comédia com Jason Segel e Harrison Ford ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Shrinking, nova série de comédia estrelada por Jason SegelHarrison Ford.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

James Ponsoldt entra como produtor executivo e diretor.

A produção acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.

A série foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, dupla de ‘Ted Lasso‘.

Christa Miller e Jessica Williams também fazem parte do elenco.

A primeira temporada contará com 10 episódios.

‘Succession’: Família Roy une forças na prévia oficial do episódio 04×08; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ está a todo vapor na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma prévia inédita e legendada do oitavo episódio do ciclo de encerramento.

Intitulado “America Decides”, o capítulo vai ao ar no dia 14 de maio.

Confira:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Invencível’: 2ª temporada da animação ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Invencível, aclamada animação adulta criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’).

O novo ciclo estreia em 03 de novembro.

Confira:

Em entrevista ao EW, Kirman revelou o que podemos esperar dos novos episódios.

“Acredito que a primeira temporada de ‘Invencível’ é uma ótima representação do que os espectadores podem esperar desta série. No entanto, a segunda temporada será ainda maior.”

Ele completa: “a narrativa geral da série, que continuará em cada temporada, é sobre o crescimento e mudança do Mark enquanto ele passa de adolescente a adulto… e, possivelmente, até mais velho. No segundo ciclo, veremos o personagem amadurecendo e crescendo um pouco.”

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Família enfrenta LOBISOMENS em uma vila medieval no teaser trailer de ‘Family Pack’; Confira!

Netflix divulgou recentemente o teaser trailer oficial de Family Pack (Loups-Garous, no original), nova comédia fantástica francesa dirigida por François Uzan.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming em outubro de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é baseado no jogo de cartas criado por Hervé MarlyPhilippe des Pallières.

Depois de descobrir um misterioso jogo de cartas, uma família é enviada de volta no tempo para uma vila medieval onde eles devem se defender de perigosos lobisomens todas as noites.

Franck DuboscSuzanne ClémentJean RenoJonathan LambertGrégory FitoussiBruno Gouery e outros estrelam.

VMAs 2024 | Chappell Roan leva para casa o prêmio de Artista Revelação

A cerimônia de vencedores do Video Music Awards 2024 continua a todo vapor – e Chappell Roan não sairia de mãos abanando da premiação.

A cantora e compositora, que se tornou um dos maiores sucessos do ano, levou para casa a estatueta de Artista Revelação para casa.

Roan alcançou fama mundial com os hits “Good Luck, Babe”“Hot To Go”, que viralizaram nas redes sociais e entraram para as paradas mundiais.

Vale lembrar que Roan é uma das favoritas para levar o Grammy de Artista Revelação para casa.

A artista começou suas investidas no cenário fonográfico em 2014, mas não foi até 2024 que seu álbum The Rise and Fall of a Midwest Princess (lançado um ano antes) se tornou um sucesso crítico e comercial, angariando fãs ao redor do mundo e a colocando no centro dos holofotes.

 

BAFTA 2025 | ‘Kneecap’ conquista a estatueta de Melhor Estreia para Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico

‘Kneecap’ se tornou uma das produções mais elogiadas de 2024 – e se tornou um dos grandes vencedores do BAFTA 2025.

O filme foi condecorado com a estatueta de Melhor Estreia para Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico na premiação.

A dramédia é escrita e dirigida por Rich Peppiatt.

O professor JJ de Belfast conhece os autodeclarados “lixos humanos” Naoise e Liam Óg, nasce um trio de hip-hop jamais visto. Fazendo rap em irlandês, o Kneecap se torna o líder improvável de um movimento para salvar sua língua materna.

O filme é estrelado pelo trio de hip-hop irlandês conhecido como KneecapJosie WalkerFionnuala FlahertyJessica ReynoldsAdam BestSimone KirbyMichael Fassbender completam o elenco.

‘O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball’: Revival da aclamada animação ganha trailer INCRÍVEL!

O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball, sétima temporada da aclamada animação O Incrível Mundo de Gumball e que funciona como revival da série, ganhou um vibrante trailer oficial.

A produção chega ao Hulu em 28 de julho, e deve chegar ao catálogo da Max em uma data posterior.

Confira:

gumball 2
gumball 2

A série foi criada por Ben Bocquelet.

A trama acompanha o gato azul Gumball Watterson, de doze anos, e sua família em suas aventuras e confusões na cidade de Elmore. Sempre acompanhado de seu irmão Darwin, eles navegam as brincadeiras e dilemas da pré-adolescência em uma cidade repleta de criaturas peculiares.

O elenco da nova temporada conta com Alkaio Thiele (Gumball), Hero Hunter (Darwin), Kinza Syed Khan (Anais), Teresa Gallagher (Nicole) e Dan Russell (Richard).

Lembrando que as seis primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.