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‘Transformers: O Despertar das Feras’ | O que queremos ver no NOVO filme da saga?

Depois de sofrer um leve reboot com Bumblebee (2018), a franquia Transformers ganha um novo capítulo que estreia nesta quinta-feira (8) nos principais cinemas do Brasil. Em Transformers: O Despertar das Feras, somos levados à Nova York de 1994 para acompanhar a aventura do jovem Noah e seu novo amigo, o Autobot Mirage. Prometendo trazer novo fôlego para a saga, o filme conta com alguns elementos clássicos da animação para conquistar novos públicos.

E como gostamos bastante da franquia por aqui, separamos cinco pontos que queremos muito ver no novo filme. Confira!

Maximals

Como indica o subtítulo do filme, haverá um despertar das feras robóticas conhecidas como Maximals. Nas animações, os Maximals são descendentes dos Autobots e funcionam como versões melhoradas deles justamente por serem mais pacíficos e democráticos, além de contarem com uma composição corporal semi-orgânica, que permite que eles vivam em suas formas animais, mas também “se maximizem” e assumam a forma dos guerreiros robóticos que estamos acostumados a ver nos cinemas. E pelo que deu para ver nos trailers, eles terão grande participação na trama, então fica a expectativa para ver como os Maximals vão funcionar em tela.

Optimus Prime no começo da liderança

Uma coisa que deu para ver brevemente em Bumblebee é que o Optimus Prime dos anos 80 ainda não era aquele líder sábio e pacífico, porém letal, visto na franquia original. Isso se deu em um contexto de guerra, no qual os Autobots precisaram se espalhar pela galáxia enquanto tentavam recuperar sua terra-natal. Neste filme, Optimus já está há quase uma década na Terra, então esperamos ver um pouco mais do desenvolvimento de sua liderança e adaptação ao planeta que viria a acolher secretamente os refugiados da guerra de Cybertron.

 

Novos Transformers

Uma coisa que não dá pra negar é que todo filme dos Transformers traz a elite do automobilismo mundial para transformar esses carros incríveis em robôs repletos de personalidade. O mais engraçado disso tudo é que parece que quanto mais caro é o carro, mais isso reflete na babaquice do robozão. No entanto, como o filme se passa há cerca de 30 anos no passado, é a chance que temos para ver automóveis e robôs com aquele visual retrô que pode ficar esteticamente muito legal nas telonas. Além de Optimus e Bee, o filme conta com o Mirage, a Arcee, o Wheeljack e o avião Stratosphere no time dos Autobots. Já os Maximals são compostos por Optimus Primal, Airazor, Cheetor e Rhinox. Por fim, os Terrorcons são formados por Scourge, Nightbird, Transit e Battletrap.

 

Elenco humano

O elenco humano é encabeçado por dois atores. O protagonista é o jovem Noah, que é vivido pelo talentosíssimo Anthony Ramos. Ele é um ex-militar desempregado que vive no Brooklyn com a mãe e o irmãozinho doente, enquanto sofre para arrumar um emprego decente. Sua companheira de tela é a Elena, interpretada por Dominique Fishback, que é estagiária em um museu, mas está sendo sempre esnobada pela chefe, que a vê apenas como uma “faz tudo”, pedindo que ela leve suas roupas para lavar e buscar cafezinho, enquanto leva todos os créditos pelo trabalho. É uma dupla humana interessante de se ter num filme de aventura, porque eles trazem características que podem se completar em tela. É bem diferente da saga original, que só trazia o protagonismo de jovens desinteressados ou pais divorciados sem nada melhor pra fazer.

Unicron

Por fim, mas não menos importante, foi confirmado que a grande ameaça do filme é o Lorde do Caos do universo dos Transformers: o terrível Unicron. Ele é uma criatura poderosíssima, maior que um planeta, cuja existência se resume a consumir toda a vida no Multiverso. Sim, o vilão da vez é um devorador de planetas. E para fazer valer esse título de “Lorde do Caos”, ele vai precisar ser tão terrível e ameaçador quanto nas animações.

Transformers: O Despertar das Feras está em cartaz nos principais cinemas.

Crítica | Jung_e – Ficção Científica do Diretor de ‘Invasão Zumbi’ Surpreende Por Incríveis Efeitos Visuais

Quem acompanha o que há de melhor na cultura pop (e, especificamente, os lançamentos de terror) lembra quando, em 2016, um determinado filminho de zumbi fez inesperado sucesso dentre o público. De lá pra cá, a galera pediu (e ganhou) a aguardada continuação do sucesso ‘Invasão Zumbi’, do diretor sul-coreano Sang-ho Yeon, quatro anos depois. Então, veio aquele vazio, de não sabermos mais o que esse diretor em ascensão estava planejando para a gente. Bom, após mais um hiato (prolongado pela pandemia, é verdade), chegou este ano, na plataforma da Netflix, o mais novo lançamento desse ótimo realizador: a ficção científica apocalíptica ‘Jung_e.

Em um futuro pós-apocalíptico, no ano de 2135, o planeta Terra sucumbiu à destruição dos seres humanos. O que sobrou da humanidade tenta encontrar saídas para sobreviver em outros planetas e em outras condições, e uma guerra se formou entre os seres humanos e os robôs, confeccionados no período de transição. Rebeldes fundaram o que autodenominam como país de Adrian. Nessa guerra, foi de fundamental importância a desenvoltura da capitã Yung (Kim Hyun-joo), herói do povo. Porém, com sua morte em um momento crucial, cientistas conseguiram recuperar o cérebro da capitã, e passaram a desenvolver uma pesquisa para transferir a inteligência da capitã em uma nova versão robótica dela que fosse capaz de superar seu próprio desafio e acabar com a guerra. Anos se passaram e pouco se avançou na pesquisa, hoje chefiada pela cientista Seohyun (Kang Soo-youn, primeira sul-coreana a ser premiada em um festival europeu e que faleceu antes do lançamento desse filme), filha da capitã. Porém, quando os CEOs da empresa financiadora decidem descontinuar o projeto, um senso de urgência se apodera de Seohyun para salvar muito além do que sua pesquisa.

É inevitável falar que o que mais chama a atenção em ‘Jung_e’ é a qualidade impressionante dos efeitos visuais. Tudo é feito com tamanha técnica e perfeição, que nos faz imaginar quanto dinheiro foi gasto para confeccionar esse mundo pós-apocalíptico (e também nos faz pensar que esse seria um filme bom para ver na tela grande). Entretanto, se por um lado sobra efeito especial, por outro falta o principal: história.

Escrito e dirigido pelo próprio Sang-ho Yeon, o roteiro de ‘Jung_e’ passa a sensação de possuir apenas dois arcos dramáticos: o primeiro, com quase uma hora de duração, contextualiza a trama e fica num lenga-lenga sem fim da tal pesquisadora fazendo inúmeras simulações com o robô e falhando sempre no mesmo ponto, como se estivéssemos acompanhando o dia a dia dos personagens; o segundo arco, que acaba sendo super acelerado, traz a explicação da coisa toda, o desenvolvimento e a conclusão, tudo espremido num espaço de menos de quarenta minutos. 

Muito bonito e impressionante, ‘Jung_e’ falha na sua desenvoltura, trazendo muita maquiagem e pouco conteúdo. O clima de ficção científica e ação ambientam bem o espectador dentro de uma história a la videogame, entretanto, é como se, ao jogarmos, ficássemos rodando em círculos voltando sempre ao início da partida sem conseguir avançar de fase. 

‘Batwoman’: The CW encomenda temporada completa de sua nova série

O presidente da The CW, Mark Pedowitz, pode ter revelado notícias bastante animadoras acerca do piloto de sua nova série, Batwoman.

O evento do ‘Arrowverse’ no ano passado, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, bem como novos rostos para o panteão da emissora, incluindo Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.

O público logo se apaixonou por sua personalidade – não é à toa que ela irá ganhar sua própria série-solo, e parece que as coisas estão caminhando muito bem, visto que fontes indicam que o show pode ter ganhado sinal verde para uma temporada completa.

As gravações devem começar ainda em março, e serão supervisionadas pelo diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.

O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.

Ainda não há data prevista para o lançamento da série.

‘O Irlandês’: Robert De Niro estampa novas imagens oficiais do drama; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (The Irishman).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

‘Westworld’: Segundo episódio da 3ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de Westworld que vai ao ar no dia 22 de março.

Confira, junto à promo:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

Westworld quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

Westworld retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de Bedtime Stories, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com Erotica, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com Bedtime Stories, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?

Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em True Blue, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu Ray of Light.

Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, Ray of Light foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto Like a Prayer, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, Ray of Light rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.

A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.

É um fato dizer que Ray of Light serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo Music e o recente Madame X. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.

Nota por faixa:

  • Drowned World/Substitute Love – 4,5/5
  • Swim – 5/5
  • Ray of Light – 5/5
  • Candy Perfume Girl – 5/5
  • Skin – 5/5
  • Nothing Really Matters – 4,5/5
  • Sky Fits Heaven – 5/5
  • Shanti/Ashtangi – 5/5
  • Frozen – 5/5
  • The Power of Good-Bye – 5/5
  • To Have and Not to Hold – 4,5/5
  • Little Star – 4,5/5
  • Mer Girl – 5/5

Artigo | A breve história e o legado social de Ma Rainey, a Mãe do Blues

Depois de Selena Quintanilla Perez ganhar sua própria série através da Netflix, chegou a vez da plataforma de streaming nos apresentar a outro ícone da música – dessa vez, viajando algumas décadas no passado para relembrar um dos episódios mais incríveis e complexos da história fonográfica em A Voz Suprema do Blues. A nova cinebiografia, que já conquistou o coração da crítica e estreou hoje (18) no catálogo do serviço, trouxe ninguém menos que a vencedora do Oscar em mais uma corrida pela estatueta ao interpretar Ma Rainey, a Mãe do Blues. Acompanhando-a, temos também Chadwick Boseman em sua última performance antes de seu trágico falecimento, dando vida a um jovem trompetista que deseja fundar sua própria banda e ganhar um mundo movido pela supremacia e pelo lucro.

Entretanto, falaremos aqui sobre Ma Rainey. A lendária musicista nasceu em 1886 numa pequena cidadezinha da Geórgia, Estados Unidos, e ascendeu à fama a partir de 1915, quando abraçou o blues e trouxe o gênero para o cenário mainstream. É claro que Rainey não criou o gênero em questão, visto que ele foi construído e trazido à vida quase trinta anos de seu nascimento por descendentes afro-americanos que incorporaram cantigas de trabalho, baladas de narrativas e rimas simples à complexidade do jazz e do R&B, que vieram ainda antes. De qualquer forma, ela, ao lado de outro clássico nome – Bessie Smith, a Imperatriz do Blues – forjaram uma amizade inigualável para levarem essa incursão sonora para além das comunidades negras no sul do país, invadindo o norte dominado por brancos e deixando fortes marcas na história que seriam resgatadas muitos anos depois (por Tony Bennett e Amy Winehouse, por exemplo).

Nascida Gertrude Pridgett, a jovem adotou um alter-ego que representasse seu poder nos palcos: Rainey sugava, de um jeito positivo, o ar de qualquer lugar que passasse, por sua presença majestosa, por suas vestimentas exageradas e, principalmente, pela potência de densos e roucos vocais. Ela se montava com perucas feitas com pelos de cavalos selvagens, moedas douradas que formavam um colar em seu pescoço; uma pena de avestruz era exibida em suas apresentações para deixá-la ainda mais misteriosa, enquanto implantes dentários de ouro reluziam toda vez que abria a boca. Mas seu principal marco foi fornecer um significado diferente da melancolia do blues, guiando enredos ácidos sobre traição, empoderamento e sexo de uma forma como ninguém mais fazia.

Afinal, a cantora e compositora insurgiu como um arauto do passado e, ao mesmo tempo, do futuro: seu estilo tradicional se mesclava com características originais, ainda mais por incorporar os elementos expressivos do folk e do jazz. Ma Rainey, sem perceber ou até mesmo sem ter em mente esse objetivo, utilizou um dom invejado por muitos para dar origem a um pastiche fonográfico que serviria de base para as várias e inesperadas misturas de gênero que encontramos na sociedade contemporânea – como vemos em tantos artistas do escopo internacional.

Abrindo espaço para as experiências da comunidade negra centralizada num continente castigado pela Era Jim Crow e pelas consequências segregativas da escravidão – que, de certa forma, se tornara enraizada na mentalidade daqueles que se sentiam superiores -, suas canções até podiam estender reflexos para os ecos dos trompetes e para as melódicas teclas do piano, mas tais rendições apenas mascaravam tristes estórias de vida que ajudaram na popularização entre os ouvintes. O próprio título de “Black Bottom”, que inspirou o longa-metragem da Netflix, já se vale da irreverência para nos preparar a uma jornada quase mística por uma dança sensual e popular, remontando, de certa maneira, a uma época em que escravos encontravam um pouco de liberdade nas expressões corporais e nos rituais eternizados por seus antepassados. Em “Prove It On Me Blues”, Rainey parece se referenciar ao criar uma personagem com personalidade difícil que perde seu parceiro, mas não desanima e não aceita a culpa por ele ter fugido.

A performer fechou seu primeiro contato em 1923 com a Paramount, quatro anos depois do primeiro disco de blues ser gravado por Mamie Smith. Rainey não encontrou resistência por parte do público, visto que já tinha uma experiência quase vaudeviliana no circuito teatral, tendo se apresentado em diversas casas sulistas de espetáculo antes de finalmente viajar para Chicago e começar a expandir seu “império” para o restante do país. Em sua primeira sessão, ela nos entregou clássicas iterações como a incomparável “Bo-Weevil Blues” e a famosa “See See Rider”, uma das mais conhecidas de todos os tempos – e uma das principais quando deseja-se aprender sobre o gênero supracitado.

Diferente de tantos outros músicos conterrâneos, principalmente aqueles que almejavam uma carreira seguindo as inúmeras ramificações do blues e do jazz-country, Rainey conquistou sua reputação não apenas como profissional, mas também como empreendedora. Ma Rainey sabia exatamente o que queria e quando queria – o que explica suas mais de noventa gravações com o estúdio, um número muito maior até mesmo que os artistas brancos da época. Sua carreira com a Paramount durou breves cinco anos, mas foi o suficiente para cimentar seu legado sem ao menos perceber, ainda mais por ter arrastado Smith consigo através dessa montanha-russa. Direta, simples e honesta, as canções traziam temáticas cotidianas e abriam discussões prévias sobre sexualidade, promiscuidade, vícios, a odisseia do wanderlust, magias e superstições, e até mesmo o ato de se fazer música.

Oscilando entre a metalinguagem e a evocação histórica – utilizando o cenário afro-estadunidense na era pós-reconstrução da América do Norte, conforme William Barlow explicou em seu ensaio sobre a emergência da cultura do blues ‘Looking Up at Down’. Não é surpresa que sua importância tenha ressoado em nomes como Langston Hughes e Sterling Brown, na poesia, e na ativista Alice Walker, que a caracterizou como um modelo cultural da mulher afrodescendente e a usou como inspiração para a peça vencedora do Pulitzer ‘A Cor Púrpura’. Em ‘Black Pearls’, livro documental que retrata as rainhas do blues, a autora Daphne Harrison sumarizou com perfeição o que Ma Rainey representou e continuou representando décadas depois de sua prematura morte: uma corajosa e determinada reafirmação do que é ser negro.

‘Animais Fantásticos 3’: Mads Mikkelsen diz que tentar copiar Johnny Depp como Grindelwald seria “criativamente estúpido”

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi recentemente escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald no vindouro e problemático Animais Fantásticos 3, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

A estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

O elenco também conta com Eddie RedmayneDan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

Lady Gaga e Tony Bennett lançam ‘Love for Sale’, novo álbum colaborativo de jazz; Ouça!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett finalmente lançaram o aguardado álbum Love for Sale.

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens performam “One Way Or Another” no icônico lip-sync do episódio 14×07; Confira!

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O sétimo episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ já foi exibido – e se tornou o mais bem avaliado pelo público no IMDb e um dos melhores de todo o reality show

Uma das grandes surpresas do capítulo foi o fato de nenhuma competidora ser mandada embora e, dessa forma, levando Ru a condecorar duas queens como as melhores da semana para disputarem pelo prêmio de US$5 mil.

No lip-syncLady CamdenDaya Betty performaram a clássica canção “One Way Or Another”, do grupo de rock Blondie – e tirara o fôlego dos espectadores e de suas colegas.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 25 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘Godzilla II: Rei dos Monstros’ ganha data de estreia na HBO Max; Confira o novo trailer!

HBO Max revelou recentemente que Godzilla II: Rei dos Monstros já tem data de lançamento em seu catálogo.

A produção será lançada no dia 27 de julho na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional:

O filme foi dirigido por Michael Dougherty.

Nesta continuação, que se passa cinco anos após Godzilla’, os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.

O filme trouxe Kyle ChandlerVera FarmigaMillie Bobby BrownBradley WhitfordSally HawkinsCharles DanceThomas Middleditch e outros ao elenco.

‘Fronteiras do Universo’: Lyra está em perigo no trailer dos próximos episódios da 3ª temporada; Confira!

A 3ª e última temporada de Fronteiras do Universo (‘His Dark Materials’) finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer dos próximos episódios.

O quinto e o sexto capítulo vão ao ar no dia serão exibidos em 19 de dezembro.

Confira:

O novo ciclo conta com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama; Sian Clifford (‘Fleabag’) como o Agente Salmakia; e Jonathan Aris (‘Sherlock’) como o Comandante Roke.

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

Dafne Keen, Amir Wilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda estrelam.

‘Virgin River’: Adorado drama da Netflix é RENOVADO para a 6ª temporada

O adorado drama Virgin River foi oficialmente renovado para a 6ª temporada pela Netflix (via Deadline).

Além disso, foi revelado que a 5ª temporada chegará à plataforma de streaming no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Lembrando que os outros quatro ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘A Queda da Casa de Usher’: Astros reagem às suas MORTES na nova série de terror da Netflix; Confira!

A Queda da Casa de Usher, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das melhores produções do ano.

A história acompanha o declínio da Família Usher, um proeminente clã que dominava a indústria farmacêutica e que tinha como patriarca o impiedoso Roderick Usher (Bruce Greenwood), que observou, impotente, cada um de seus filhos morrer das maneiras mais grotescas possíveis.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional em que o elenco protagonista reage às suas mortes na obra.

Confira:

A produção conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as análises:

“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.

“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.

“‘A Queda da Casa de Usher é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.

‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.

“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.

Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis ​​que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.

Crítica | ‘A Queda da Casa de Usher’ é mais uma obra-prima do terror assinada por Mike Flanagan

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ estreia ESTE MÊS na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia este mês na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Kylie Minogue divulga prévia de “Lights Camera Action”, lead single de ‘Tension II’; Ouça!

A icônica e lendária Kylie Minogue divulgou uma prévia inédita de “Lights Camera Action”lead single de seu 17º álbum de estúdio, Tension II.

A canção será disponibilizada na íntegra nesta próxima sexta-feira, 27 de setembro.

O compilado de original, por sua vez, contará com nove faixas e será lançado em 18 de outubro – além de servir como sequência do aclamado ‘Tension’.

Confira:

‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue

‘Dexter: Ressurreição’: Krysten Ritter, de ‘Jessica Jones’, entra para o elenco da série

Segundo o DeadlineKrysten Ritter (‘Jessica Jones’, ‘Orphan Black: Echoes’) foi escalada para o elenco da série Dexter: Ressurreição’, série que dá continuidade aos eventos de Dexter: New Blood’.

Ritter dará vida à personagem recorrente Mia Lapierre, uma sommelier renomada que pode estar escondendo um segredo de matar.

A atriz se junta aos previamente confirmados Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic FumusaEmilia Suárez.

O elenco também conta com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), que será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Vale lembrar que, além de Michael C. Hall no papel titular, a produção ainda contará com o retorno de David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’), reprisando seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Netflix nos dá ADEUS a ‘Sandman’ com os novos episódios da 2ª temporada

Em meio a tantas produções memoráveis, Sandman é, com certeza, um dos títulos mais conhecidos da prolífica carreira de Neil Gaiman. Construindo uma mitologia infinita e bastante sincretista, a série de quadrinhos do icônico autor e romancista conquistou os fãs e a crítica ao redor do mundo – e ganhou uma ótima adaptação por parte da Netflix. Agora, fomos convidados a revisitar esse panteão sobrenatural e fantástico com a leva final de episódios da 2ª e última temporada, que chegou recentemente ao catálogo da plataforma de streaming.

A trama se inicia pouco depois dos chocantes que levaram Morpheus, o Mestre dos Sonhos e um dos Perpétuos (vivido por Tom Sturridge), a derramar sangue de sua própria família em um nobre ato de redenção e de perdão – colocando um fim à miserável existência do filho, Orpheus (Ruairi O’Connor). Ainda que mergulhada em um momento solene e de despedida, a atitude cometida por Morpheus é encarada como sacrilégio pelas Bondosas, um trio de deidades também conhecido como as Fúrias ou Erínias, personificações da vingança (e interpretadas por Nina Wadia, Dinita Gohil e Souad Faress). Inconformadas com a demonstração de blasfêmia cometida pelo Perpétuo, elas juram corrigir os pecados cometidos.

Mas isso não é tudo: consciente dos planos de retaliação das Bondosas, Morpheus se vê em uma missão para encontrar um substituto para o trono de Rei dos Sonhos após sua provável ruína – achando-o no infante Daniel, filha de Lyta Hall (Razane Jammal). Entretanto, o potencial da criança também atrai a atenção de Loki, o Deus da Trapaça (Freddie Fox), e Puck (Jack Gleeson), uma criatura do Reino das Fadas – que desejam transformá-lo em alguém que possam moldar. Não demora muito até que a dupla leve Lyta a acreditar que Daniel foi levado e morto pelo Mestre dos Sonhos, compelindo as Bondosas a utilizarem a devastada mãe como “avatar” na destruição de seu alvo principal.

Os cinco capítulos finais dessa incrível empreitada são sólidos o bastante para fornecer a conclusão que precisávamos – e que, de certa maneira, consegue abordar boa parte dos quadrinhos originais. Em comparação aos episódios anteriores, alguns problemas técnicos e artísticos falam mais alto, como uma pressa frenética em finalizar alguns arcos (ainda que as iterações se desenrolem por mais ou menos uma hora cada) e desequilíbrios rítmicos que influenciam na nossa experiência como um todo. Ficando responsável pela temporada completa, o diretor Jamie Childs permanece à par com o trabalho que já nos entregou e sabe manejar a câmera de maneira a nos deixar curiosos e interessados para o que acontecerá – além de singrar entre o suspense e o drama de maneira formidável.

É notável como o realizador fornece momentos tocantes que incluem uma breve interação entre Morpheus e seus pais, Tempo (Rufus Sewell) e Noite (Tanya Moodie), o retorno de rostos bastante familiares, incluindo Morte (Kirby Howell-Baptiste), Delírio (Esmé Creed-Miles), Nuala (Ann Skelly), e uma predileção pela complexidade de personagens que representam cada lado da psique humana – motivo pelo qual os nomes dos Perpétuos são imbuídos com o abstracionismo de conceitos intangíveis. E, enquanto algumas escolhas não encontram o sucesso prometido, ao menos partem de uma boa intenção e não querem dar um passo maior que a perna, preferindo se valer de convencionalismos confortáveis que têm seu valor.

O elenco, novamente, é o nosso grande foco e o aspecto de maior triunfo dos episódios de encerramento. Sturridge nos surpreende ao trazer mais profundidade à atmosfera taciturna que acompanha Morpheus, colocando-o frente a frente com a iminência de uma ruína e nos encantando cena a cena. É claro que o astro não está sozinho nessa jornada, dividindo os holofotes com os nomes mencionados dos parágrafos, além de Vivienne Acheampong despedindo-se do papel de Lucienne, assistente de Morpheus e guardiã do reino dos Sonhos; Jenna Coleman em um glorioso retorno como Johanna Constantine; e Boyd Holbrook nos encantando em uma inesperada volta como uma versão bondosa do Coríntio, que torna-se um grande aliado de Morpheus e dos outros.

É quase impossível não mencionar o gostinho agridoce que permanece desde o lançamento da leva anterior de episódios, visto que a produção foi terminada cedo demais para aqueles que gostariam de mergulhar ainda mais fundo na mitologia criada por Gaiman. Porém, é necessário afirmar que tanto Childs quanto os showrunners David S. Goyer e Allan Heinberg unem forças para fazer o máximo para entreter os fãs e finalizar a jornada de Sandman de maneira aprazível e coesa – mesmo enfrentando alguns deslizes aqui e ali.

Lembrando que o episódio bônus chega à Netflix no dia 31 de julho.

 

Produtora de ‘Bridgerton’ promete conflitos SABOROSOS para a 4ª temporada

Bridgerton retorna em breve à Netflix com uma 4ª temporada que promete ser a melhor da série até agora – e com a showrunner Jess Brownell afirmando que os novos episódios estarão recheados de “conflitos saborosos” na “adaptação mais fácil” dos romances originais de Julia Quinn.

O novo cicloacompanhará o romance entre o boêmio Benedict (Luke Thompson) e a sensata empregada Sophie (Yerin Ha), cuja trajetória segue uma releitura da história da Cinderela.

“[A temporada] se inclina muito perto da estrutura televisiva de uma história de amor”, disse Brownell, que também atua como produtora executiva e roteirista, à Entertainment Weekly“Há muitos cenários ricos que nos dão conflitos saborosos e altos riscos. Acho que os fãs ficarão felizes em ver alguns dos cenários do livro na série”.

showrunner observou que a série explorará a dinâmica de classes entre a posição elevada de Benedict como herdeiro da família Bridgerton e o sustento de Sophie como trabalhadora da alta sociedade, trazendo uma “sensibilidade totalmente nova” para a série ambientada na Era da Regência.

“Conversamos muito sobre ‘descer as escadas’ e como isso afetaria o tom geral da série e acho que, na verdade, se encaixa perfeitamente nos temas que estávamos tentando explorar nesta temporada”, ela explicou. “Benedict vive em um mundo de fantasia. Sophie vive em uma realidade muito mais dura. A ideia é que, para nenhum dos dois, nenhum desses mundos é onde eles precisam estar para encontrar o amor verdadeiro”.

Lembrando que a próxima temporada será dividida em duas partes: a primeira tem estreia agendada para 29 de janeiro, enquanto a segunda, para 26 de fevereiro.

A série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

Taylor Swift anuncia a INÉDITA “I Knew It, I Knew You” para a trilha sonora de ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, terá uma música inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção inédita será lançada nesta sexta-feira, 5 de junho.

Confira:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

‘Motoqueiro Fantasma’ pode ganhar versão feminina interpretada por Bella Thorne

De acordo com o Cosmic Book News, a Marvel Studios está interessada em introduzir uma versão feminina do Motoqueiro Fantasma no MCU.

Além disso, foi dito que Bella Thorne pode ser a principal escolha do estúdio para viver a personagem.

Nos quadrinhos, a versão feminina do Motoqueiro Fantasma apareceu pela primeira vez em 2011, quando a jovem ocultista Alejandra Jones é possuída por Zarathos temporariamente.

E agora que a série de TV do personagem foi cancelada, as portas estão abertas para adaptações cinematográficas.

No entanto, nada foi confirmado oficialmente pela Marvel Studios, então considere como rumor.

 

‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ quase teve Seth Rogen como protagonista

Mesmo sendo um fracasso nas bilheterias, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘ acabou se tornando uma das adaptações de quadrinhos mais amadas pelo público ao longo dos anos.

E grande parte dos comentários positivos foi graças à atuação de Michael Cera no papel principal.

No entanto, o diretor Edgar Wright revelou à Entertainment Weekly que Seth Rogen quase foi escolhido como protagonista por pressão da Universal Pictures.

Ligeiramente Grávidos tinha estreado há pouco tempo e Donna Langley era presidente de produção da Universal. Ela adorou Seth Rogen e sugeriu que ele fosse Scott Pilgrim, depois a sugestão virou insistência e pressão. Eu amo Seth, mas não consegui entender isso, sinceramente… Se ele fosse escolhido, iriam descaracterizar a aura do personagem. Michael Cera foi a única pessoa que veio à minha mente para este papel. Ele é canadense, magrelo, toca violão e guitarra… E a ideia de Michael como conquistador é naturalmente divertida.”

Wright não revelou como conseguiu convencer o estúdio, mas deve ter lutado com unhas e dentes para entregar o papel a Cera, para a alegria dos fãs.

Lançado em 2010, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundoé uma adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e publicados a partir de 2004.

Na trama, Scott Pilgrim (Cera) é um jovem canadense preguiçoso que sonha em ganhar o mundo com sua banda de rock de garagem, a Sex Bob-Omb. Ao longo do filme, ele se apaixona pela entregadora Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead), mas para conquistá-la, ele deve derrotar seus sete ex-namorados, chamados de ‘A Liga dos Sete Ex-namorados do Mal’.

Infelizmente, o longa arrecadou apenas US$ 48 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

Apesar isso, conquistou 82% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Um Tira da Pesada 4’: Eddie Murphy dá detalhes sobre o desenvolvimento da sequência

A trilogia ‘Um Tira da Pesada‘ é uma das favoritas entre os fãs de comédia policial, graças à icônica atuação de Eddie Murphy como Axel Foley.

Como um novo filme já foi confirmado pelo astro, os fãs estão cada dias mais ansiosos pro novidades sobre a produção.

Durante um entrevista para o Desus & Mero, Murphy tocou no assunto e deu alguns detalhes sobre o desenvolvimento da sequência.

“Já faz uns 15 anos que tentam fazer outro filme da franquia. Mas as coisas estão se encaminhando agora. A Netflix está no controle de tudo, cara. Já estamos tentando desenvolver um roteiro adequado. Esse é o nosso principal objetivo, no momento. Então, não vamos fazer nada até que o roteiro esteja pronto.”

O astro também relembrou da época em que deu vida ao policial Foley pela primeira vez e disse que foi a partir daí que descobriu que nasceu para atuar.

“É engraçado voltar a esse papel porque eu tinha 22 anos quando me chamaram, sabe? Eu achei uma aventura incrível, não me senti pressionado, foi tão natural… Quando você é jovem, você acha que tudo vai dar certo e mergulha de cabeça. Foi por causa disso que eu me apaixonei pela atuação. Eu já era ator, mas esse foi meu primeiro papel significativo. Devo tudo a essa franquia.”

Lembrando que a sequência será fruto de um acordo entre a Paramount Pictures e a Netflix.

Além disso, ‘Um Tira da Pesada 4′ será produzido por Jerry Bruckheimer, famoso por seu trabalho em séries policiais, como ‘CSI’, ‘Cold Case’, e ‘Without a Trace’.

Adil El Arbi e Bilall Fallah (‘Bad Boys para Sempre‘) são cotados para assumir a direção.

Durante uma entrevista para o Collider, eles foram questionados sobre o assunto, e Fallah mencionou que Jerry Bruckheimer, produtor da franquia, lhes ofereceu o cargo.

Jerry Bruckheimer perguntou se poderíamos nos dedicar à sequência. Bom, se ele precisar, estamos prontos para isso.”

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência, lançada em 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe admite que NÃO manteve amizade com um membro do elenco

Para os fãs da saga ‘Harry Potter‘, um dos aspectos mais legais é que grande parte do elenco manteve a amizade fora das telas, como o trio de protagonistas vividos por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint.

Até mesmo Tom Felton, intérprete de Draco Malfoy, continua mantendo contato com os colegas.

No entanto, Radcliffe participou do The Jonathan Ross Show e disse que não manteve uma relação de proximidade com Robert Pattinson, o Cedrico Diggory.

Os astros atuaram juntos em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘, e parece que um único filme não foi o bastante para criar uma conexão entre eles.

“Eu diria que nossa relação é bem estranha. Lembro quando fui a Nova York para fazer minha peça Equus, e estava na Westside Highway e me virei e vi um outdoor de ‘Crepúsculo’ e pensei: ‘Caramba, eu conheço aquele cara!’ Eu não tinha ouvido falar dos livros na época; e estava totalmente por fora desse desse fenômeno. Então é meio estranho. Robert e eu não somos próximos, temos uma relação muito estranha agora, porque só nos comunicamos por meio da mídia.”

Apesar disso, ele disse que considera Pattinson uma ótima pessoa.

“A gente se esbarra há anos. E todo mundo acha que somos bons amigos, mas eu o conheci, trabalhei com ele e só. Mas acho ele um cara adorável.”

Confira a entrevista:

Falando na franquia, ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ celebrou 20 anos de sua primeira exibição nos cinemas no mês de novembro e, para comemorar, a Warner Bros. Pictures e a HBO Max presentearam os fãs da saga com sessões exclusivas do filme pela primeira vez em 3D nos cinemas.

A ação aconteceu no último domingo, dia 21 de novembro, e o longa liderou o ranking de filmes mais assistidos do domingo, levando mais de 325 mil espectadores aos cinemas de todo o Brasil para reviver a magia do universo de Harry Potter.

O filme foi exibido em mais de 900 salas pelo país, somando uma bilheteria de mais de R$ 6,6 milhões de reais.

Para se ter uma ideia do sucesso, o filme arrecadou quase o dobro que a outra grande estreia da semana, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ – que abriu em terceiro lugar com R$ 3,1 milhões de reais.

O primeiro lugar das bilheterias ficou com ‘Eternos‘, que fez R$ 7 milhões de reais.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Eternos7.073.000
2Harry Potter e a pedra filosofal6.600.000
3Ghostbusters – Mais além3.110.000
4Venom – Tempo de Carnificina783.000
5A família Addams 2 – Pé na estrada728.000
6Marighella715.000
7Noite passada em Soho446.000
8Duna275.000
9A crônica francesa250.000
10Deus não está morto – O próximo capítulo207.000

 

 

Ator de ‘House of the Dragon’ explica como é ser um dornês em meio a tantos Targaryen

House of the Dragon‘ chega amanhã na HBO e vai acompanhar a dinastia Targaryen em seu auge, séculos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘.

Mas é claro que a trama também vai explorar personagens de outras casas, que vivem em regiões variadas de Westeros.

Um desses personagens é o dornês Criston Cole, vivido por Fabien Frankel.

Em entrevista para o Comic Book, o astro deu alguns detalhes sobre o personagem, explicando como é a vida de um dornês em meio a tantos Targaryen.

“Acho que o meu personagem é o único dornês que vemos no primeiro episódio. Daí você se pergunta: como ele se encaixa com a família Targaryen? Quem sabe? Eu acho que ele é um estranho desde o início porque ele parece diferente e o série me mostrou como os dorneses são mal falados e vistos pelo restante de Westeros. Eu estava conversando com uma mulher com quem trabalhei e ela estava dizendo que era assim que os irlandeses eram vistos na Inglaterra nos anos 50, 60, e antes disso eles não tinham nenhum respeito. Acho que a melhor definição para Criston é um forasteiro.”

Nos romances de George R.R. Martin, Cole tem um importante papel, tornando-se líder da Guarda Real em Pedra do Dragão.

Questionado sobre a possibilidade na adaptação, Frankel respondeu:

“Isso depende dos roteiristas. Tipo, acho que sim, quero dizer, bem, acho que a maioria de nós lê o livro e seria emocionante se isso acontecesse. Se não acontecer, tenho certeza de que eles criarão outras possibilidades tão incríveis como essa. Vamos ver, temos que acompanhar.”

De acordo com os críticos, ‘House of the Dragon‘ tem o potencial de repetir o sucesso das primeiras temporadas de ‘Game of Thrones‘, já que conquistou sólidos 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 104 críticas publicadas até o momento, apenas 24 são negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas garantem que a série deixa para trás a imagem manchada das últimas temporadas de GoT e consegue renovar o espírito imprevisível dos romances de George R.R. Martin.

Apesar disso, é preciso reconhecer que a trama não tem tanto impacto para o gênero quanto a original, como explica o crítico do The Film Yap.

Mesmo assim, ainda captura muito da magia e da glória da saga ambientada em Westeros.

Confira as principais avaliações:

“Quem se decepcionou com o final desgastado de ‘Game of Thrones ficará satisfeito que a empolgante pré-sequência começa com mulheres tomando sua própria liderança contra um patriarcado tóxico. E aqueles dragões voando sobre Westeros são espetaculares em todos os sentidos da palavra.” – ABC News.

“No meio do segundo episódio, em vez de relembrar sobre Starks e Lannisters, meu foco ficou totalmente fixo nos Targaryen. ‘House of the Dragon‘ pode nunca ser o próximo ‘Game of Thrones‘… Mas está prestes a sair da sombra da original.” – CNET.

“Esta é a ‘Game of Thrones‘ não adulterada em seus primeiros dias.” – News.com.

“Há muita coisa impressionante nos primeiros seis episódios, mas é tão seguro quanto aquela série com incestos, rios de sangue e representações horríveis de partos.” – The Hollywood Reporter.

“O melhor que qualquer nova série pode fazer é criar um mundo no qual os espectadores vão querer passar o tempo e, nesse sentido, ‘House of the Dragon‘ é perfeitamente bem-sucedida.” – Financial Times.

“Há muito o que elogiar nesta série, que conta uma nova história que ainda toca em temas familiares em um drama de sucessão em torno de Westeros, sem dar uma sensação de repetitividade.” – Variety.

“Dragões voando e cuspindo fogo lentamente em uma grandeza no final da era mostrada na série original. A série é grande, com grandes cenários, grandes lutas, grandes tragédias, grandes dragões.” – Entertainment Weekly.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que a primeira temporada será composta por dez episódios.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Invasão Secreta’ vai agradar até quem NÃO é fã da Marvel, diz Emilia Clarke

A próxima grande estreia da Marvel Studios é ‘Invasão Secreta‘, série que chega à Disney+ em 21 de junho.

Ao melhor estilo do gênero de espionagem, a trama vai girar em torno de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn) investigando uma tentativa dos Skrull de dominar a Terra disfarçados de seres humanos.

E, durante uma entrevista com a Empire, Emilia Clarke disse que a atração vai agradar até quem não é fã da Marvel, já que não exige que os espectadores sejam especialistas no MCU.

A intérprete da Skrull G’iah, filha de Talos, disse que a série é importante para o futuro do MCU, mas não é preciso saber muito sobre o passado.

“‘Invasão Secreta‘ é definitivamente uma série para os fãs, mas também é uma série para minha mãe, que não assiste as coisas da Marvel. Quem não acompanha o MCU vai assistir e entender, você sabe o que quero dizer.”

Ela continuou:

“Às vezes, você precisa assistir 17 filmes e séries para ver uma sequência ou spin-off, não é este o caso com ‘Invasão Secreta‘, é uma série que caminha com os próprios pés.”

Além de Clarke, o time dos novatos também inclui Carmen Ejogo (‘Your Honor’), Christopher McDonald (‘Super-Herói – O Filme’), Killian Scott (‘Damnation’) e Olivia Colman (‘Fleabag’).]

Kingsley Ben-Adir (‘One Night in Miami’) entra como o vilão Gravik, o líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.

Confira o trailer:

 

‘Neuromancer’: Apple TV+ dá sinal verde para série inspirada no romance cyberpunk

De acordo com a Variety, a Apple TV+ deu sinal verde para a série de TV inspirada em ‘Neuromancer‘, icônico romance sci-fi cyberpunk escrito por William Gibson em 1984.

O projeto é fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e as produtoras Skydance Television e Anonymous Content.

Ainda sem previsão de estreia, foram encomendados 10 episódios escritos por JD Dillard (‘Sleight: O Truque Perfeito’) e Graham Roland (‘Fringe’).

Dillard também vai comandar o primeiro episódio, enquanto Roland será o showrunner.

Além disso, o cantor Drake será um dos produtores executivos, através de sua companhia, a Anonymous Content.

Através de um comunicado conjunto, Roland e Dillard comemoraram o pontapé inicial da adaptação.

“Estamos extremamente entusiasmados em trazer esta propriedade icônica para a Apple TV+. Desde que nos tornamos amigos, há quase dez anos, procuramos algo para trabalhar juntos, então esta colaboração marca a realização de um sonho. ‘Neuromancer‘ inspirou grande parte da ficção científica que veio depois dele e estamos ansiosos para inserior o público da televisão para o mundo ‘cyberpunk’ definitivo de Gibson.”

Para quem não conhece, o romance acompanha Henry Case, um hacker fracassado contratado para “um último trabalho”, que o coloca em contato com uma poderosa inteligência artificial.

Conhecida como ‘Trilogia Sprawl‘, a série literária também conta com ‘Count Zero‘ e ‘Mona Lisa Overdrive‘, bem como os contos ‘Johnny Mnemonic’, ‘Burning Chrome’ e ‘New Rose Hotel‘.

Apesar do sucesso da série no mundo impresso, as adaptações tiveram menos sorte. O próprio ‘Neuromancer‘ esteve em desenvolvimento como filme várias vezes, mais recentemente com Tim Miller e Simon Kinberg, de ‘Deadpool‘, em 2017… Mas nunca saiu do papel.

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’: Bruce Campbell BRIGA com espectador durante première do filme

O ator Bruce Campbell, o Ash da franquia ‘A Morte do Demônio‘, acabou brigando com um fã durante a primeira exibição do novo filme ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘, no festival SXSW.

Após a exibição do filme, durante uma sessão de perguntas e respostas com a equipe de elenco e produção, um membro presente na audiência gritou: “Esse filme é ruim pra caramba!”. Após diversas vaias por parte do público, Campbell disparou: “O que você está fazendo aqui? Saia já daqui!”

Confira o momento abaixo:

 Dirigido por Lee Cronin (‘O Bosque Maldito’), ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ chega aos cinemas nacionais no dia 20 de abril, mas os membros da crítica especializada já conferiram o aguardado terror.

E, de acordo com as primeiras reações dos jornalistas, o novo filme promete fazer o público perder o sono de tão assustador.

Assim como os títulos originais dirigido por Sam Raimi, ‘A Ascensão’ eleva o nível das principais característica da franquia, como as cenas sangrentas e os sustos inesperados, como disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Não é nem de longe tão niilista quanto o último da franquia entrada, mas é igualmente intenso. Lily Sullivan e Alyssa Sutherland são um pare fantástico de protagonistas – especialmente Sutherland – combinando com uma infinidade de homenagens à franquia e níveis absurdos de vísceras, que garantem uma ótima experiência no cinema”

Segundo o Hollywood Handle, “#EvilDeadRise traz uma nova essência para a franquia, é agonizante, tenso, cheio de gore e sangue, um filme totalmente louco com um suspense fora do comum. É uma obra-prima sangrenta.”

Jacob Hall, do SlashFilm, disse que Cronin provou seu talento não apenas em atrair os fãs da franquia, mas também em sua capacidade de trazer novos elementos para este universo.

“Cronin sabe o que fez os dois primeiros filmes da franquia funcionarem e se inclina para essa temática sem ter medo de deixar sua marca com novos elementos. Embora certamente mais sombrio que os filmes de Raimi, este também é um passeio hiperviolento por uma casa de diversões de pesadelo que faz uma pausa apenas para mostrar algo retorcido o suficiente para que você só consiga gritar ou rir.”

Ryan Scott, do Inverse, ficou mais do que feliz em atribuir elogios e garantiu que os antigos e novos fãs serão capazes de se divertir, desde que não tenham um pingo de medo.

“‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ milagrosamente funciona como um ponto de entrada totalmente frio para novos espectadores, ou o tão esperado retorno de uma das franquias verdadeiramente grandes do terror para os fãs de longa data – pelo menos para aqueles que não têm coração fraco.”

E aí, você está ansioso pela estreia de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘?

Confira o trailer:

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Fracasso da série ‘Inumanos’ AFETOU produção de ‘Eternos’, revela livro

O fracasso da série de TV da MarvelInumanos‘ impactou os bastidores de outra produção, conforme revelado em um trecho do livro MCU: The Reign of Marvel Studios.

De acordo com o livro, o estúdio liderado por Kevin Feige tomou uma decisão curiosa durante a produção de ‘Eternos‘ para evitar qualquer associação com ‘Inumanos‘.

Segundo o TVLine, a Marvel vetou a filmagem de cenas de ‘Eternos‘ no Havaí, local onde foi gravada a primeira e única temporada da série.

Para evitar qualquer conexão com o fracasso passado, o longa foi filmado em locações nas Ilhas Canárias, na Espanha, em Londres e em outros lugares, mas não no Havaí.

Recentemente, a diretora Chloé Zhao foi questionada pelo The Hollywood Reporter se estava interessada em dirigir uma sequência de ‘Eternos‘.

Em resposta, ela lançou dúvidas ao dizer:

“Sem comentários.”

Em seguida, foi perguntado como ela reagiu aos comentários negativos sobre a adaptação, ao que ela respondeu:

“Quando você está na Marvel e lida com um público tão grande, eu realmente valorizo ​​e respeito o fato de cada um de nós ser tão único em nossas opiniões. É emocionante que sejamos todos tão diferentes e estejamos todos mudando e crescendo. Todos os dias. É quase impossível deixar todos perfeitamente felizes, e fazer isso é dizer que todos são iguais. Então, acho que inevitavelmente haverá essa [diferença de opiniões], e você só precisa se manter fiel ao tipo de filme que deseja fazer, a quem você é e às pessoas com quem está colaborando. Isso é tudo o que você pode fazer, sem deixar de se divertir. Todo o resto está fora de seu controle.”

Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.

A chegada de Eros (Harry Styles), o irmão de Thanos (Josh Brolin), e a indicação de que há mais Eternos espalhados pela galáxia, são algumas das reviravoltas que prometem abalar o futuro do MCU.

Vale lembrar que Zhao já havia dito ao The Playlist que adoraria explorar mais do passado do MCU e investir no futuro da franquia.

“O que eu adorei neste filme é que ele está tão ligado à origem do MCU quanto ao futuro, o que pode nos levar à grandes repercussões. Com passado e futuro garantidos, podemos brincar e fazer o que quisermos, como num filme independente. Eu adoraria voltar para um segundo filme trabalhando a mesma equipe, então veremos.”

Confira a nossa crítica do filme:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

O filme está disponível no Disney+.

Jeremy Strong fala sobre possível revival de ‘Succession’

Jeremy Strong, estrela de ‘Succession’, abordou recentemente a possibilidade de reprisar seu papel em uma potencial nova temporada da série. Lembrando que a produção da HBO encerrou seu ciclo na 4ª temporada.

Em entrevista à revista People, o ator revelou seu desinteresse em voltar a interpretar Kendall Roy.

“Tenho certeza de que há um desejo por mais [Succession]. Eu realmente passaria essa responsabilidade para [o criador] Jesse Armstrong. Mas acho que, em termos do papel que interpretei, ele chegou ao seu ponto final. Então, para mim, é algo que está muito felizmente encerrado”.

Em ‘Succession’, Strong interpretou Kendall Roy, o ambicioso filho do patriarca Logan Roy, que competia com seus irmãos pelo controle do conglomerado de mídia da família.

‘Succession’ está disponível no Max.

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Arrow’: Stephen Amell DESABAFA sobre as críticas que recebeu por interpretar o Arqueiro Verde

O ator Stephen Amell, conhecido por interpretar Oliver Queen/Arqueiro Verde em Arrow, da The CW, falou recentemente sobre as críticas que recebeu enquanto trabalhava na série.

Durante uma entrevista à Variety, Amell afirmou: “Nos primeiros dois ou três anos de Arrow, eu estava segurando tão firme. Estava completamente focado. As horas eram longas. Quando chegamos ao quinto episódio da primeira temporada, já tinha trabalhado mais naquela série do que em qualquer outra coisa na minha vida. Nunca fui um monstro. Nunca fui desrespeitoso, mas tinha um pavio curto. E você vai aprendendo ao longo do tempo”.

Ele também compartilhou sua experiência com as redes sociais: “Antes, havia muitas pessoas hipercéticas, especialmente com Arrow. Eu via isso e quase tentava controlar a situação. (…) As redes sociais se tornaram um jogo de soma zero — não há vitória. Eu aprendi da maneira mais difícil”, completou.

Antes de encerrar a série, o ator revelou que parou de ler a opinião do público.

Arrow’ está disponível no Max.

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‘Couture’: Drama estrelado por Angelina Jolie ganha primeiras imagens e sinopse; Confira!

O aguardado filmeCouture, dirigido por Alice Winocour e estrelado por Angelina Jolie, acaba de divulgar suas primeiras imagens e sinopse. O drama, que se desenrola durante a intensa Paris Fashion Week, promete explorar os destinos cruzados de três mulheres.

As imagens foram divulgadas pelo The Playlist.

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A sinopse detalha a trama envolvente:

“Ambientado durante o frenesi da Paris Fashion Week, a vida de três mulheres se cruza em Paris: Maxine (Jolie), uma cineasta na casa dos quarenta que descobre que tem câncer de mama e é atraída para uma conexão inesperada com um colaborador familiar (Louis Garrel); Ada (Anyier Anei), um rosto novo na modelagem, escapando de um futuro predeterminado no Sudão do Sul; e Angèle (Ella Rumpf), uma maquiadora que trabalha nas sombras das passarelas. À medida que seus caminhos se cruzam, o filme revela a resiliência silenciosa sob a superfície da performance pública e homenageia a solidariedade tácita compartilhada entre essas mulheres em profissões, culturas e continentes”, diz a sinopse.

Além de Angelina Jolie, o elenco principal conta com Ella Rumpf, Anyier Anei e Louis Garrel.

‘Thunderbolts*’: Olga Kurylenko agradece apoio dos fãs após morte precoce da Treinadora

A atriz Olga Kurylenko, que interpreta a vilã Treinadora (Taskmaster) no Universo Cinematográfico da Marvel, quebrou o silêncio sobre o destino trágico de sua personagem em Thunderbolts*’. Em uma reviravolta que chocou o público, a agente é assassinada a tiros pela Fantasma logo no início do longa.

Conforme o ComicBookMovie, Kurylenko expressou profunda gratidão pelo movimento dos fãs que manifestaram descontentamento com o desfecho da personagem.

“Significa muito e toca meu coração. Sou muito grata. Eu não esperava esse tipo de apoio nem essa mobilização. É realmente muito doce da parte deles”, afirmou a atriz.

Ela revelou, inclusive, que entrou em contato direto com os organizadores da campanha nas redes sociais:

“Eu cheguei a conversar com o cara que começou todo esse movimento, ele estava postando no Instagram. Acabei respondendo e agora estamos em contato direto. Agradeci pelo apoio. Achei isso realmente gentil”, acrescentou.

O desfecho atual foi uma mudança drástica em relação ao roteiro inicial. Originalmente, os planos previam que a Treinadora sobrevivesse para se tornar uma Nova Vingadora. O roteiro original incluía um arco dedicado ao vínculo entre ela e a Fantasma, além de subtramas envolvendo as tentativas da personagem de matar John Walker devido aos seus lapsos de memória.

No entanto, o diretor Jake Schreier optou por um caminho diferente. Segundo relatos, Schreier sentiu que o filme precisava de “apostas mais altas” e decidiu que a melhor forma de estabelecer um tom de perigo real seria sacrificar um dos protagonistas logo no primeiro ato.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Conquistando sólidos 88% de aprovação no Rotten TomatoesThunderbolts*’ é estrelado por Florence Pugh (Yelena Belova), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine) no elenco.

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Pugh) e por figuras desajustadas.

O roteiro é escrito por Eric Pearson.