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Margot Robbie vai ganhar mais de R$ 250 MILHÕES por ‘Barbie’

Margot Robbie está prestes a colher os frutos financeiros de seu sucesso: ela receberá uma quantia significativa de dinheiro por Barbie’.

De acordo com informações da Variety, a atriz está para receber um salário e bônus de bilheteria totalizando US$ 50 milhões (em torno de R$ 250 milhões) graças ao estrondoso êxito do filme da Warner Bros.

O bônus foi atribuído devido ao extraordinário desempenho de Barbie nas bilheteiras, que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.

Além disso, Robbie é uma das produtoras do filme e foi quem vendeu a ideia para a Warner Bros.

Greta Gerwig, a diretora e co-roteirista do filme, também é esperada para receber generosos bônus devido ao triunfo do projeto.

O sucesso de Barbie continua a atrair um público significativo às salas de cinema, com uma nova pesquisa revelando que mais de 20% dos espectadores que assistiram ao filme não frequentavam os cinemas desde antes da pandemia.

O estudo foi conduzido pelo TheQuorum, que entrevistou 1.800 pessoas nos Estados Unidos que adquiriram ingressos para o filme ‘Barbie‘. Entre os entrevistados, 11% relataram que não se recordavam precisamente qual havia sido a última vez que tinham ido ao cinema.

Além disso, outros 11% afirmaram que ‘Barbie‘ era o primeiro filme que escolheram assistir no cinema desde o início da pandemia.

Até o momento, o filme já fez US$1.183 bilhão, superando os US$ 1.128 bilhão de Capitã Marvel nas bilheterias mundiais.

Agora, os únicos filmes que ‘Barbie‘ precisa superar para se tornar oficialmente o filme de maior bilheteria dirigido ou co-dirigido por uma mulher são ‘FrozeneFrozen II‘, ambos dirigidos por Jennifer Lee e Chris Buck.

O total mundial de ‘Frozen‘ foi de US$ 1.280 bilhão, enquantoFrozen II’ arrecadou US$ 1.450 bilhão.

Esta semana, ‘Barbie‘ surpreendeu ‘Frozen II‘ nas bilheterias domésticas com US$ 526.3 milhões contra US$477.3 milhões, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o total mundial da sequência animada.

E aí, você acha que a adaptação estrelada por Margot Robbie e Ryan Gosling tem chances?

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘O Rastreador’: Série de suspense e mistério com Justin Hartley ganha data de estreia no Disney+

O Rastreador‘ (Tracker), nova série de suspense estrelada por Justin Hartley (‘This is Us’), ganhou data de estreia no Brasil.

A série estreia dia 3 de Julho no Disney+.

Confira o anúncio e o trailer:

Baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver, a trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.

O elenco ainda contará com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.

Além de estrelar, Hartley também servirá como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).

A série já foi renovada para a segunda temporada.

‘O Morro dos Ventos Uivantes’ ganha primeira foto SEXY com Margot Robbie e Jacob Elordi

Jacob Elordi (‘Saltburn’) e Margot Robbie (‘Barbie’) estampam a primeira foto da nova adaptação do clássico romance O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë,

A Warner Bros. Discovery conquistou os direitos da adaptação e lança nos cinemas em 14 de fevereiro de 2026.

Confira:

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O estúdio conquistou os direitos do filme dirigido por Emerald Fennell por “apenas” US$ 80 milhões.

A Netflix tinha oferecido US$ 150 milhões, mas não levou.

O motivo da vitória da Warner Bros. foi a promessa de lançamento nos cinemas e uma campanha de marketing completa, algo que a Netflix não estava disposta a fazer.

De acordo com a Variety, a Netflix ficou “chocada” com o resultado, pois estava acostumada a vencer disputas por direitos de filmes.

Essa mudança de cenário pode indicar um shift no poder de negociação entre estúdios e serviços de streaming.

Assinado por Brontë, o livro acompanha o Sr. Earnshaw que, após encontrar um órfão nas ruas, decide adotá-lo, levando-o para o Morro dos Ventos Uivantes — uma residência sombria onde mora —, dando a ele o nome de Heathcliff. Enquanto é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só faz aumentar o ódio do irmão. Após a morte do pai, a família entra em profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter a posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, por causa de seu amor obsessivo, decide partir, mas com o plano de voltar e se vingar de todos…

Robbie dará vida a Catherine Earnshaw.

A produção será dirigida por Emerald Fennell, que levou o Oscar de Melhor Roteiro Original pelo aclamado ‘Bela Vingança’ e que já trabalhou com Elordi no controverso ‘Saltburn’.

Fennell também entra como roteirista e produtora da adaptação.

As filmagens devem começar no Reino Unido, em 2025.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg estreia em 1º LUGAR nas bilheterias brasileiras e ‘Todo Mundo em Pânico’ surpreende

DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), estreou em primeiro lugar nos cinemas nacionais.

O novo filme do mago do cinema levou 436 mil espectadores aos cinemas de quinta a domingo, gerando R$ 11,1 milhões, segundo dados estimados do Filme B Box Office Brasil.

O retorno do diretor à ficção científica, em especial à temática alienígena, foi muito bem recebido pelos brasileiros. Com as pré-estreias, seu acumulado é de 520 mil em público e R$ 13,2 milhões em renda.

Além disso, Dia D‘ teve um bom aproveitamento na programação, com uma média alta de 61 pessoas por sessão.

Quem surpreendeu foi ‘Todo Mundo em Pânico‘, que continuou levando brasileiros aos cinemas e ficou encostado em segundo lugar com R$ 9,6 milhões.

Mestres do Universo‘ fechou o TOP 3 com R$ 5,8 milhões.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Dia D11.169.000
2Todo mundo em pânico9.622.000
3Mestres do Universo5.825.000
4BTS world tour ‘Arirang’ in Busan: Live viewing3.715.000
5Backrooms: Um não-lugar2.382.000
6Michael1.535.000
7The Amazing Digital Circus: O último ato1.145.000
8O Diabo veste Prada 2892.000
9Obsessão596.000
10Eu & você na Toscana285.000

 

 

Nos EUA, ‘Dia D‘ abriu com US$ 44 milhões, tornando-se a quinta maior estreia doméstica da carreira do Steven Spielberg – atrás apenas de ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ (US$100.1M), ‘O Mundo Perdido – Jurassic Park‘ (US$72.1M), ‘Guerra dos Mundos‘ (US$64.8M) e ‘Jurassic Park: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$50.1M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 48.9 milhões através de 73 mercados.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média ficou abaixo dos últimos lançamentos do cineasta nas telonas – ‘Os Fabelmans‘ (A), ‘Amor, Sublime Amor‘ (A) e ‘Jogador Nº 1‘ (A-).

Vale lembrar que ‘DIA D’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘A Hora do Pesadelo’ | Para os fãs de TERROR! Franquia Completa está disponível na HBO Max

Criado pelo mestre Wes Craven em 1984, A Hora do Pesadelo se tornou um sucesso estrondoso para o gênero terror e foi responsável pela consolidação de um pequeno estúdio chamado New Line Cinema. Hoje, subsidiária da Warner, e dona de uma filmografia de títulos como O Senhor dos Anéis, por exemplo, a New Line era então um pequeno estúdio independente que financiava obras de terror. E foi num destes projetos que o estúdio achou “ouro” ao investir no orçamento de A Hora do Pesadelo. O sucesso foi tanto que logo no ano seguinte a New Line tiraria do papel a continuação do longa, mesmo sem a participação de Craven. Assim, praticamente durante toda a década de 80, a New Line colocava nos cinemas um novo exemplar de A Hora do Pesadelo. Parte do sucesso, é claro, vinha da figura do bicho papão da época, o maníaco de rosto queimado Freddy Krueger, vivido pelo ator Robert Englund.

Freddy se tornava ícone pop, e o estúdio entendia isso, pegando cada vez mais leve em suas matanças, transformando o vilão em um anti-herói brincalhão e piadista, e inclusive produzindo merchandising mirados às crianças com o nome e rosto do assassino – como álbuns de figurinhas, por exemplo. Não demorou também para Freddy ganhar sua própria série de TV no fim dos anos 80, no estilo de Além da Imaginação, e sem qualquer elo com os filmes do cinema – que seguiam a toda sendo produzidos e lançados.

A franquia completa de A Hora do Pesadelo (ou quase – já que o remake de 2010 ficou de fora, mas quem se importa, certo?) se encontra disponível na plataforma da HBO Max, já que o streaming e a New Line hoje são subsidiárias do grupo Warner. Recentemente, foi anunciado pela própria empresa que a HBO Max encerrará suas atividades em meados de 2023 – com o serviço migrando para uma nova plataforma onde será unido com os canais da Discovery. Por isso, por aqui no CinePOP estamos realizando uma série de matérias de dicas com o conteúdo da HBO Max que achamos interessantes para que os fãs confiram antes que a plataforma chegue ao fim. É claro que muitas dessas produções deverão migrar também para a nova plataforma, mas nunca se sabe. Confira abaixo.

Leia também: Clássicos do Terror Slasher dos anos 1990 e 2000 para conferir na HBO Max antes que a plataforma acabe

A Hora do Pesadelo (1984)

Tudo começou aqui. Criado pelo saudoso gênio do terror Wes Craven, é dito que o diretor teve a ideia para a história do assassino que ataca nos sonhos e aterroriza adolescentes que evitam cair no sono, ao ler uma série de artigos do Los Angeles Times sobre um grupo de refugiados do sudeste asiático, fugindo do regime totalitário da época e buscando abrigo nos EUA. Jovens e saudáveis, estes refugiados tinham pesadelos terríveis e simplesmente se recusavam a dormir, ficando acordados pelo máximo de tempo que conseguiam – eventualmente todos eles terminaram falecendo um a um. Esses artigos se estenderam por um período de 3 anos, e serviram de inspiração para Craven trazer a temática para solo americano, nos subúrbios assombrados pela macabra figura de Freddy Krueger, e todo o mistério envolvendo o monstro dos pesadelos. O longa se tornou um clássico instantâneo e um dos maiores expoentes até hoje de seu gênero.

Leia também: 10 Clássicos Imperdíveis dos Anos 90 para Assistir na HBO Max antes que a plataforma chegue ao fim!

A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy (1985)

A continuação direta de A Hora do Pesadelo é considerada o filme de terror gay mainstream mais famoso do cinema. Na verdade, o subtexto gay não foi percebido por todos em sua época de lançamento, e até mesmo hoje muitos podem não ter pescado as verdadeiras intenções. Mas basta uma busca mais detalhada online para saber o que existe por trás da produção – e até mesmo um documentário já abordou o tópico (chamado Scream, Queen). Na trama, o protagonista agora é um rapaz, que está lutando contra uma força que o domina. É Freddy tentando usar seu corpo como veículo para funcionar no mundo real. Freddy aqui é uma analogia da homossexualidade do protagonista.

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A Hora do Pesadelo 3 – Os Guerreiros dos Sonhos (1987)

O segundo filme não atingiu o esperado e quase colocou um fim na franquia logo em seu segundo episódio. Mas os produtores respiraram fundo e esperaram a poeira baixar, deixando Freddy descansar no ano de 1986. No ano seguinte, já recuperados, tentaram de novo, atingindo o êxito desta vez, com então o episódio mais bem-sucedido da franquia. Um terceiro filme que mostrava os níveis de ambição onde os realizadores estavam dispostos a ir. Comparado aos anteriores, o terceiro filme é quase um blockbuster. Com produção de Wes Craven, a trama mostra um sanatório para jovens problemáticos, os tais guerreiros dos sonhos – adolescentes que aprendiam a combater Freddy em seu próprio território. Aqui, até mesmo a heroína original Nancy (Heather Langenkamp) retorna para mais um round.

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A Hora do Pesadelo 4 – O Mestre dos Sonhos (1988)

Com o sucesso absoluto do terceiro filme da franquia, que então se tornava a maior bilheteria dos três primeiros filmes, é claro que a New Line daria sinal verde para uma continuação imediata logo no ano seguinte. Assim, quase todos os “jogadores” do terceiro retornavam para esta sequência, que realmente é muito ligado ao anterior. Uma grande diferença sentida pelos fãs, no entanto, e comentada até hoje, é a saída da protagonista vivida por uma iniciante Patricia Arquette, que dava seus primeiros passos nas telas. Arquette queria alçar novos voos, assim sua personagem Kristen precisou ser interpretada por uma outra atriz, a menos conhecida Tuesday Knight, que terminou igualmente agradando os fãs devido a seus esforços. Seja como for, aqui era introduzida uma nova protagonista, Alice, papel de Lisa Wilcox.

A Hora do Pesadelo 5 – O Maior Horror de Freddy (1989)

Conhecido como The Dream Child no original, ou “a criança dos sonhos”, esse quinto filme continua imediatamente o quarto longa, contando com muitos dos personagens anteriores, assim como o quarto foi para o terceiro. Podemos inclusive dizer que dentro da franquia, estes três exemplares são quase sua própria trilogia. E o título em inglês tem tudo a ver com o conteúdo do longa, ao contrário do bem mais genérico título em português. Acontece que desta vez, a heroína Alice (introduzida no anterior) está grávida, e Freddy deseja utilizar seu filho não nascido para retornar ao mundo dos vivos.

A Hora do Pesadelo 6 – A Morte de Freddy (1991)

A franquia saía dos anos 80 e adentrava aqui a década de 90. Para este sexto exemplar algumas decisões criativas foram tomadas. Primeiro, a história da protagonista Alice foi deixada de lado, como uma espécie de prêmio e descanso para a personagem. O vilão desta vez atormenta um novo grupo de vítimas, com direito a um protagonista que acredita ser filho de Freddy. O segundo, foi a direção de uma mulher pela primeira vez, Rachel Talalay, que esteve envolvida como produtora em episódios anteriores. E terceiro, a promessa da morte de Freddy, que colocaria um ponto final na franquia. E de certa forma, esta última meta foi cumprida.

O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger (1994)

Freddy havia morrido, mas os produtores não estavam dispostos a largar o osso de sua galinha dos ovos de ouro. Desta forma, para dar aquela sacudida nas coisas, conseguiram atrair a atenção do criador Wes Craven com a promessa de total liberdade criativa em sua nova investida na franquia. Assim, treinando o uso de sua metalinguagem, que depois seria aproveitada e melhorada na franquia Pânico, Craven resolve sair do tradicional e criar um A Hora do Pesadelo que não é continuação de nenhum dos anteriores e sim um animal totalmente novo. Ou seja, aqui o diretor usa uma história de bastidores, tendo como personagens os atores que ajudaram a criar a franquia, como Heather Langenkamp e o próprio Robert Englund interpretando a si mesmos. Como se não bastasse, Craven também vira personagem de seu próprio filme. Mas não para por aí, já que Krueger também dá as caras, é claro, saindo do mundo dos filmes para a vida real.

Freddy Vs. Jason (2003)

Freddy Krueger foi um dos maiores vilões dos filmes de terror dos anos 80, sendo equiparado somente por Jason, maníaco da franquia Sexta-Feira 13. Quando este segundo foi parar nas mãos da New Line em 1993, o estúdio logo tratou de criar uma brincadeira no fim do filme, em que mão de Freddy saía do inferno para buscar a máscara de Jason, anunciando o tão aguardado encontro dos titãs. Ou seria apenas um chiste? Os fãs babavam de ansiedade, mas o duelo só ocorreria dez anos depois, com esta divertida produção. Mas o hype de uma geração talvez já tivesse passado…

‘The Sinner’: Confira o trailer da 2ª temporada

A emissora USA Network divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘The Sinner‘.

Confira:

Os novos capítulos chegam em 1 de agosto nos Estados Unidos.

Porém, ainda não se sabe se a Netflix Brasil irá exibir os novos episódios simultaneamente com os EUA.

A protagonista da primeira temporada, Jessica Biel, não deve retornar, porque a trama girará em torno de um novo caso do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). No mistério desta 2ª temporada, uma criança é responsável por envenenar os pais, mas ninguém sabe os seus motivos.

Recentemente, Carrie Coon, de The Leftovers eFargo, se juntou ao elenco da 2ª temporada. A atriz viverá a personagem Vera, uma misteriosa mulher que luta entre manter os ideais da comunidade que lidera e realizar suas próprias vontades.

No Brasil, a primeira temporada da série já está no catálogo do serviço de streaming.

Assista ao trailer:

Baseado no livro homônimo da escritora alemã, Petra Hammesfahr, o thriller acompanha uma jovem mãe, protagonizada por Biel, que após ser tomada por um súbito ataque de fúria, esfaqueia um homem publicamente, sem saber explicar o porquê do crime. A trama vai se aprofundar nas motivações que possam ter levado a protagonista a cometer o ato de violência, abordando também a obsessão do investigador por respostas. Nessa jornada, os dois irão até as profundezas da psique da personagem, além dos segredos violentos de seu passado que ainda permanecem escondidos.

O elenco também conta com Christopher Abbott, Bill PullmanTeri WyblePatti D’ArbanvilleAbby Miller.

Além de estrelar, Biel assume também a produção executiva da série, ao lado de Michelle Purple. O episódio piloto foi criado e escrito pelo estreante na TV, Derek Simonds, e dirigido por Antonio Campos. ‘The Sinner’ ainda não tem data de estreia. 

 

‘Pretty Little Liars: The Perfectionists’ ganha novo trailer e data de estreia; Confira!

O spin-off ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ ganhou um novo trailer. Além disso, o canal Freeform confirmou que a série irá estrear no dia 20 de março.

Confira o vídeo:

Sasha Pieterse, que viveu Alison, e Janel Parrish, que viveu Mona Vanderwaal, retornam em seus respectivos papeis.

Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights- e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino..

‘Jovens Bruxas’: Nicholas Galitzine entra para o elenco do reboot

De acordo com o Deadline, Nicholas Galitzine (‘Handsome Devil‘) entrou para o elenco do reboot de ‘Jovens Bruxas‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

A nova versão será protagonizada por Cailee SpaenyGideon AdlonLovie Simone e Zoey Luna.

Zoe Lister-Jones será responsável pela direção, roteiro e produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

Novas informações devem sair em breve.

‘The L Word: Generation Q’ estreia na Amazon Prime; Confira o trailer legendado!

A série ‘The L Word: Generation Q‘ foi lançada no catálogo da Amazon Prime Video no Brasil.

A história se passa 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

Confira o trailer legendado:

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 2ª temporada.

Ilene Chaiken, a criadora da primeira versão, retorna apenas como produtora executiva.

A história se passa 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

A nova versão contará com o retorno de Jennifer Beals, Katherine Moenig e Leisha Hailey em seus papéis originais. Além delas, Arienne MandiLeo ShengJacqueleine ToboniRosanny Zayas completam o elenco.

Kay art for THE L WORD: GENERATION Q. Photo Credit: Case Bird/SHOWTIME

‘Falcão e Soldado Invernal’: Atores falam sobre a divertida dinâmica dos seus personagens na série

A Disney+ divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, com os atores Anthony Mackie e Sebastian Stan falando sobre a série e a dinâmica dos seus personagens na produção.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de Março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’: Trailer da 4ª temporada traz novas ameaças; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada da série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 3 de dezembro.

A trama se passa na mesma linha temporal de ‘Jurassic World‘ e acompanha um grupo de adolescentes que fora escolhido para a experiência única de viver uma aventura no lado oposto da Ilha Nublar. No entanto, o passeio foge de controle quando os dinossauros começam a atravessar para o outro lado, colocando a turma toda em um perigo iminente. Sem contato com o mundo exterior, eles terão que se unir para tentar sobreviver.

A produção conta com as vozes de Paul-Mikél Williams (‘Westworld’), Jenna Ortega (‘Você’), Ryan Potter (‘Titãs’), Raini Rodriguez (‘Austin & Ally’), Sean Giambrone (‘The Goldbergs’) e Kausar Mohammed (‘Silicon Valley’).

‘Espiral’: Diretor compartilha imagem SANGRENTA de cena cortada do filme

Através do seu Instagram, o diretor Darren Lynn Bousman compartilhou uma imagem inédita do longa ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘, que fazia parte de uma cena que foi cortada da edição final por ser muito gráfica.

“Eu sempre tive problemas com o MPAA, ainda mais com o meu quarto filme da franquia ‘Jogos Mortais’. Tivemos que lutar para lançar esse filme nos cinemas. Já tem uma década que eu trabalho com o Francois Dagenais, mestre dos efeitos práticos. É triste que muitos nunca irão ver o trabalho incrível que ele fez em ‘Espiral’. Havia uma cena em que o assassino tirava a pele de um corpo com uma faca. Era uma cena muito intensa. A faca cortava pele, músculo, gordura e mostrava o esqueleto exposto. No final, apenas alguns segundos permaneceram na edição oficial,” declarou o cineasta.

Vale lembrar que um novo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘ já está em desenvolvimento.

O roteirista Josh Stolberg (‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o projeto, indicando que o filme será uma pré-sequência e terá o retorno do icônico John Kramer (Tobin Bell).

“De volta à minha família de terror, polindo o roteiro do próximo ‘Jogos Mortais’. Eu poderia te falar que vai ter muito sangue, mas você já sabe disso. O que posso prometer a vocês é que isso deixará os fãs de John Kramer muito felizes,” declarou Stolberg.

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

‘Sisu’: Filme de ação estilo ‘John Wick’ conquista 97% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 29 críticas publicadas até o momento, o violento thriller de ação ‘Sisu‘, que traz um estilo parecido com a popular franquia ‘John Wick‘, conquistou 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama as cenas violentas da produção, que resulta em um filme extremamente divertido que entrega exatamente o que havia prometido: matar nazistas das formas mais exageradas possíveis.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Uma vez que o conflito central se inicia, o filme traz suficiente violência contra nazistas para justificar sua existência.” (Inverse)

“‘Sisu’ traz um estilo de ação familiar, mas apresenta um estilo moderno. É uma jornada selvagem que merece ser assistida ao lado de um público energizado.” (Bloody Disgusting)

“É um filme divertido de ação que não se preocupa com a credibilidade, o que favorece o seu conceito absurdo e entrega um entretenimento escandaloso.” (Variety)

“‘Sisu’ é um filme de ação brutal que sabe exatamente o que é, misturando cenas violentas com uma coreografia genuinamente impressionante.” (CBR)

“‘Sisu’ se torna um pouco repetitivo e tem pouco a oferecer além das cenas violentas, mas funciona muito bem como um filme B. Quem não quer assistir nazistas sendo explodidos?” (RogerEbert)

“‘Sisu’ é um filme simples, com foco na Segunda Guerra Mundial, que ama tanto matar nazistas quanto nós amamos vê-los morrer de diversas formas absurdas.” (IGN Movies)

“Esse filme é a representação de uma experiência que provavelmente não pode ser definida com palavras, mas sim com uma série de sons empolgados e risadas – o que levaria a uma simples conclusão: ‘Cara, isso foi insano’.” (Looper)

Confira o trailer legendado:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

O longa foi escrito e dirigido por Jalmari Helander.

Durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

O elenco conta com Jorma Tommila, Aksel Hennie, Jack Doolan, Mimosa Willamo e Onni Tommila.

‘Bailarina’: Derivado de ‘John Wick’ é ADIADO para 2025

Inicialmente previsto para o dia 7 de junho, o filme ‘Bailarina‘, derivado da popular franquia ‘John Wick‘, foi adiado em um ano – e, agora, será lançado apenas em 2025.

O longa teve sua estreia alterada para o dia 6 de junho de 2025.

Recentemente, o estúdio anunciou que sua data de estreia original foi cedida ao reboot de ‘O Corvo.

A notícia foi compartilhada logo após o criador da franquia, Chad Stahelski, ter assinado um contrato com a Lionsgate para supervisionar o universo da saga. De acordo com o Deadline, o cineasta irá trabalhar ao lado do diretor Len Wiseman parar criar sequências adicionais de ação para o filme.

O longa vai girar em torno de da bailarina titular, Rooney (Ana de Armas), e tudo o que se sabe até o momento é que ela é movida por um crescente desejo de vingança…

Ian McShane voltará a viver o Winston Scott, o misterioso proprietário do Continental, e falou sobre o filme que se passa entre os eventos de ‘John Wick: Capítulo 3 e 4‘.

“’Bailarina’ é muito diferente”, diz ele. “Tivemos essas três cenas e adicionamos mais algumas cenas no Continental.”

Ele revela que Stahelski confia nele para ajudar a desenvolver o personagem ao longo dos anos.

“Chad confia em mim para conhecer meu personagem e ajudar a escrevê-lo, então tento sempre colocar umas reviravoltas para ele.”  

Quando questionado se as cenas de ação da atriz serão semelhantes à sua participação em ‘007: Sem Tempo para Morrer’, Wiseman brincou:

“É exatamente isso que vamos fazer. Você gostou de vê-la por 15 minutos em ação [em ‘007: Sem Tempo para Morrer‘]? Bem, você vai amá-la por duas horas!”

Lembrando que o derivado também contará com Norman Reedus e Anjelica Huston.

Bailarina‘ estreia em 6 de Junho.

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ ultrapassa US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 156.5 milhões.

O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.

Além disso, o filme também superou a arrecadação total de ‘Star Trek‘ (US$386.8M) e ‘Pânico VI‘ (US$169M), tornando-se o maior sucesso das carreiras de Winona Ryder e Jenna Ortega, respectivamente.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$30M), México (US$18.4M), França (US$13.1M), Austrália (US$9M) e Espanha (US$8.4M).

Vale lembrar que ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ estreou nos EUA com US$ 111 milhões, tornando-se a terceira maior abertura do ano no país – atrás apenas de ‘Deadpool & Wolverine‘ (US$211.4M) e ‘Divertida Mente 2‘ (US$154.2M).

Orçada em US$ 100 milhões e com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência já pode ser considerada um dos maiores sucessos do ano – o que aumenta a possibilidade da saga retornar com um terceiro filme.

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

‘Jurassic World: Recomeço’ já arrecadou quase US$ 800 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 326.8 milhões. Internacionalmente, foram US$ 473.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 799.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$78.1M), Reino Unido (US$45.3M), México (US$35.3M), Alemanha (US$30.5M) e França (US$26.6M).

Vale lembrar que o novo capítulo da franquia registrou uma estreia doméstica de US$ 147.3 milhões no final de semana estendido do Dia da Liberdade.

Para termos de comparação, a produção arrecadou US$ 91.5 milhões no final de semana regular, ficando abaixo do lançamento das iterações anteriores da saga, ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$208M), ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$148M) e ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$145M).

O longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Série de SUSPENSE com atriz de ‘Smallville’ é RENOVADA para a 3ª temporada

A FOX renovou oficialmente a série ‘Murder in a Small Town‘ para a 3ª temporada.

Estrelada por Kristin Kreuk (Smallville: As Aventuras do Superboy’) e Rossif Sutherland (‘Órfã 2: A Origem’), a produção criminal é baseada na saga literária de L. R. Wright.

Peter Gallagher (‘Grace e Frankie’) foi confirmado no elenco do próximo ciclo. O ator interpretará Rod Finlayson, uma figura carismática, extremamente independente, competente, porém pouco confiável, cuja chegada à marina dos Gibsons em seu amado barco desencadeia uma série de reviravoltas.

Mantendo uma excelente estabilidade na emissora, a segunda temporada registrou um aumento de +11% na audiência em comparação ao ciclo anterior.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi escrita por Ian Weir e dirigida por Milan Cheylov.

‘Murder in a Small Town’ acompanha Karl Alberg (Sutherland), que se muda para uma pacata cidade costeira para acalmar uma psique que foi abalada pelo trabalho policial de uma cidade grande. Mas este paraíso gentil tem mais do que a sua cota de segredos, e Karl precisará recorrer a todas as habilidades que fizeram dele um detetive de classe mundial para resolver os assassinatos que, mesmo neste cenário aparentemente idílico, continuam a aparecer em sua costa.

Mya LoweAaron DouglasSavonna SpracklinFritzy-Klevans DestineDakota Guppy e outros também estrelam.

Atriz processa FX e Ryan Murphy por retratação infiel em ‘Feud: Bette and Joan’

Parece que a treta exibida na aclamada série do FX, ‘Feud: Bette and Joan‘, será estendida para a vida real.

A atriz Olivia de Havilland está processando o canal FX e a produtora de Ryan Murphy por oferecer um retrato infiel e não autorizado da veterana no programa.

Na trama, Olivia foi interpretada por Catherine Zeta-Jones e embora fosse a única personagem real da série ainda viva, os advogados alegam que ela não foi consultada a respeito de sua caracterização diante das telas.

Conforme o comunicado emitido pela equipe de advogados:

“A FX não solicitou à senhora Havilland permissão para usar sua imagem e identidade, além de ela não ter recebido qualquer compensação por isso. Indo mais longe, o canal colocou alegações como sendo da atriz que não são precisas e vão contra a reputação que ela construiu ao longo de seus 80 anos dentro de sua carreira profissional, se abstendo de fofocas e mentiras, que só visavam gerar mídia desnecessária”.

Os advogados também revelam que o canal FX se apropriou do nome de Havilland com intenções escusas:

“Eles se apropriaram de seu nome e identidade, colocando-a em uma perspectiva falsa, com o mero objetivo de gerar um série sensacionalista, que visa promover seus próprios interesses, incluindo a emissora e sua marca, deixando de lado todos os seus interesses”.

Feud‘ retrata o icônico conflito entre as estrelas de cinema Joan Crawford e Bette Davis.

 

 

 

Em 1962, as duas atuaram juntas em ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?‘, que levou cinco indicações ao Oscar e se tornou um sucesso de bilheterias. Elas ficaram imortalizadas tanto por suas atuações nas telonas, quanto pelas brigas e desentendimentos no set.

Estão confirmadas no elenco principal: Sarah PaulsonJessica Lange (American Horror Story) viverá Crawford; Susan Sarandon (Thelma & Louise) será Bette DavisCatherine Zeta-Jones vive Olivia de Havilland. 

A série é antológica, ou seja, cada temporada trará o conflito diferente entre duas personalidades.

 

‘Sicario 2: Soldado’: Benicio Del Toro surge em nova imagem; Vem ver!

Sicario 2: Soldado, sequência do elogiado ‘Sicario: Terra de Ninguém’, ganhou uma nova imagem, com destaque em Benicio Del Toro.

Confira:

Sicario 2: Soldado será focado no misterioso personagem Alejandro (Del Toro), um militar peculiar e com ideias dúbias.

O roteirista Taylor Sheridan retorna para a sequência, e o diretor Denis Villeneuve está envolvido no projeto como produtor. Stefano Sollima (‘Suburra’) dirige.

Sicario: Terra de Ninguém’ se passa crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, e acompanha uma agente do FBI (Emily Blunt) que é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

O original é estrelado por Emily Blunt, Benicio Del Toro, Josh Brolin, Victor Garber, Jon Bernthal, Daniel Kaluuya, Jeffrey Donovan, Raoul Trujillo e Julio Cesar Cedillo.

Sicario 2: Soldadoestreia nos EUA em 29 junho de 2018. Ainda sem data de estreia para o Brasil.

‘Roswell: New Mexico’: Novo vídeo traz flashback de 10 anos atrás

A série ‘Roswell: New Mexico‘ ganhou um novo vídeo, que traz um flashback de 10 anos atrás. O momento em questão faz parte do episódio recém-exibido, que remonta a noite em que Rosa (Amber Midthunder) morreu.

Assista:

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

A nova versão usará novamente o livro ‘Roswell High‘, de Melinda Metzcomo base para as novas histórias.

 

‘Uma Família da Pesada’ ganha curta metragem sobre o coronavírus; Assista!

Para ajudar os fãs a lidarem com o delicado momento de reclusão social, o artista e ator Seth MacFarlane desenhou um curta metragem da sua série animada ‘Uma Família da Pesada‘.

O curta, de quase cinco minutos de duração, traz Stewie e Brian conversando sobre o coronavírus.

Assista:

 

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Uma Família da Pesada‘ mostra o conturbado cotidiano dos Griffins. Peter e Lois são pais da mimada adolescente Meg; do preguiçoso Chris, de 13 anos e do caçula Stewie, uma criança diabólica. Eles ainda têm o falante cão Brian, o mais inteligente do grupo.

 

‘Duster’: Josh Holloway vai estrelar nova série da HBO Max produzida e co-escrita por J.J. Abrams

O astro John Holloway, da série ‘Lost‘, vai novamente trabalhar em parceria com o cineasta J.J. Abrams, na nova série original da HBO Max, intitulada ‘Duster‘. A informação foi revelada em primeira mão pela revista Variety.

A produção se passa no sudoeste, no auge dos anos 70, e traz Holloway como um piloto de fuga para um crescente sindicato do crime.

Abrams assina o roteiro de ‘Duster‘, ao lado de LaToya Morgan (‘The Walking Dead‘). Ambos também assumem a função de produtores executivos do projeto.

Recentemente, Holloway entrou para o elenco da 3ª temporada da aclamada série western ‘Yellowstone‘, da Paramount Pictures.

Ele também estrelou a série ‘Colony‘, da emissora USA e criada por Carlton Cuse, um dos co-criadores de ‘Lost‘.

Josh Holloway ficou mais conhecido por interpretar James Sawyer, na série ‘Lost‘. Além disso, o ator também dirigiu diversos episódios da produção, que traz Abrams como um dos criadores e produtores executivos.

Crítica | Mo: Nova série de comédia da A24 é uma joia preciosa da Netflix

Imigrante ilegal à espera de asilo nos Estados Unidos, Mo é um palestino que fez da cidade de Houston, no Texas, sua nova casa. Entre pequenos trambiques como a venda de réplicas de artigos de luxo e uma família particularmente complicada, ele faz parte dos dreamers – estrangeiros que chegaram sem documento aos país quando ainda eram crianças. E ao longo de oito episódios de meia hora, os criadores Ramy Youssef e Mo Amer (que também estrela) transformam a agridoce trajetória de um jovem do Oriente Médio em uma inesperada e divertida jornada de autodescoberta e cura, em meio à situações perigosamente absurdas.

Uma surpresa impressionante da Netflix, Mo é ainda mais uma preciosidade da produtora A24, conhecida por seu brilhantismo nos cinemas e agora na TV. Sempre flertando com o humor sombrio e o drama pesado, a série de comédia dramática vai além da sua combinação de gêneros e oferece ao público uma experiência única e completa, feita especificamente para quem está à procura de um bom entretenimento aliado a uma excelente concepção criativa. Com sacadas cômicas hilárias sempre permeadas pela acidez de uma crítica social, a produção nos faz rir de forma inteligente sem exigir demais de sua audiência.

Sua perspicácia cômica faz de Mo um original Netflix que não quer apenas extrair o riso frouxo, mas quer também convidar a audiência para uma inesperada montanha russa emocional onde a linha que separa a comédia do drama é precisamente tênue – quase imperceptível. Com um roteiro brilhante que acompanha um imigrante tentando encontrar o seu lugar na América, enquanto luta para prover para sua família em meio à ilegalidade, a série consegue transitar entre os dois gêneros em que se encontra com uma genialidade surpreendente. Mudando o teor da narrativa sempre com dinamismo, Mo sabe transitar do humor para a tensão sem quebrar seu próprio ritmo, pegando a audiência de forma desprevenida.

Não se privando de abordar questões mais densas como os traumas da Guerra do Golfo que fez sua família fugir para os Estados Unidos e o sofrimento vivido por seu pai nesse processo, a série se leva a sério mantendo o excelente humor que nos cativa logo em seu primeiro episódio. Com Mo Amer exalando carisma em uma facilidade extrema, a original Netflix traz uma atmosfera similar à Atlanta (criada e estrelada por Donald Glover) e é a combinação certeira entre cultura POP e conceitual, garantindo um resultado diferente que a coloca em um lugar de destaque entre os mais recentes lançamentos das telinhas.

Divertida e também absurda, a produção co-criada pelo premiado Ramy Youssef (Ramy) faz diversos contrastes culturais e religiosos, sempre respeitando a diversidade de opiniões e visões de vida – à medida em que não se restringe ao povo muçulmano. Com uma trama que transcende as tradições sociais do povo árabe, Mo é uma comédia dramática sobre imigração, pertencimento e a necessidade de compartilharmos nossas histórias, por mais malucas que elas sejam.

Crítica | A Ilha de Bergman traz uma caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

A Ilha de Bergman já está em exibição nos cinemas nacionais e não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

‘Logan’: “Não me preocupei em fazer um filme para crianças”, diz James Mangold

O diretor de LoganJames Mangold, deu uma entrevista ao The Credits, onde falou um pouco mais sobre seu trabalho no longa do herói. O diretor, que causa sempre polêmica, contou que não se preocupou em fazer um filme de super-herói para crianças:

“Com certeza ‘Logan’ não é um filme que possa ser vendido para crianças. Não é um filme feito para criar colecionáveis, e nem apresentar comerciais em canais infantis em um sábado de manhã. Realmente não me preocupei em fazer um filme para crianças de 12 anos. Minha preocupação era fazer algo competente para os adultos. Tive liberdade para fazer algo mais sofisticado dessa forma”

Diretor de ‘Logan’ detona filmes com cenas pós-créditos

Logan‘ foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

E a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas reconheceu a importância da produção, que já havia sido indicada ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas 2018.

Logan‘ se tornou o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Para o produtor do longa, Hutch Parker, a indicação é uma conquista.

“Eu sou bem realista a respeito do tipo de filme que ‘Logan‘ é e espero que os votantes da Academia o assistam e reconheçam o seu valor – ainda que ele seja um filme com classificação R-rated e faça parte de um legado diretamente vinculado a uma saga de quadrinhos.”, afirmou ao The Hollywood Reporter.

Assista nossa crítica:

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‘As Panteras’: Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska serão as protagonistas

A atriz Ella Balinska (‘Midsomer Murders’) é a mais recente adição ao elenco do reboot de ‘As Panteras‘.

Segundo Informações exclusivas da Varietyela vai estrelar o filme ao lado de Kristen Stewart (‘Crepúsculo’) e Naomi Scott (‘Power Rangers’).

Existia a expectativa de Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) ser uma das protagonistas, mas a aclamada atriz acabou dando lugar à Balinska.

As filmagens do reboot, inicialmente marcadas para abril deste ano, foram adiadas para setembro e a expectativa é que a produção seja encerrada em janeiro de 2019. As gravações acontecerão em Berlim.

Elizabeth Banks (‘Jogos Vorazes‘), que fez sua estreia como diretora no sucesso comercial ‘A Escolha Perfeita 2‘, é quem assume a direção.

Carlo Bernard e Doug Miro (‘Narcos‘) atualmente finalizam o roteiro, que já passou pelas mãos de David Auburn, de ‘A Casa do Lago‘ (2006), e Evan Spiliotopoulos, de ‘Hércules‘ (2014) e ‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘ (2016).

O lançamento de As Panteras acontece no dia setembro de 2019 nos Estados Unidos.

No filme de 2000, Dylan (Drew Barrymore), Natalie (Cameron Diaz) e Alex (Lucy Liu) recebem a missão de resgatar um bilionário sequestrado, impedir que seu software de reconhecimento de vozes caia em mãos erradas e, de quebra, salvar Bosley (Bill Murray) e Charles Townsend, seu chefe Charlie (voz de John Forsythe). Tudo isso com fundo musical de primeira e um show de artes marciais.

O primeiro filme custou US$ 90 milhões e arrecadou US$ 264 milhões mundialmente. A sequência, de 2003, custou US$ 120 milhões e arrecadou US$ 259 milhões.

A série original dos anos 70 era estrelada por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith.

Mônica 60 anos | Onde assistir às produções da Turma da Mônica

Baixinha, dentuça, golducha e muito amada pelo Brasil, a Mônica completou nada menos que 60 anos de idade nesta sexta-feira (3). Quer dizer, sua primeira aparição completou seis décadas. Isso porque a Mônica segue lá firme e forte com seus sete anos de idade.

Sua estreia aconteceu em uma tirinha do Cebolinha, em que o coitado tentava se equilibrar na calçada e cruzava o caminho da miúda mais amada do Brasil. Após uma grosseria, ele leva uma pancada do icônico Sansão – que posteriormente seria revelado esconder um tijolo dentro da espuma – e desde então, não parou mais de apanhar. Da mesma forma, a simpática garotinha, que foi inspirada na própria filha de Mauricio de Sousa, deu início a uma trajetória de muitos sucessos em diferentes mídias, transformando-a no maior ícone das histórias em quadrinhos e animações brasileiras em todo o mundo.

Em homenagem aos 60 anos da Mônica, o CinePOP separou nesta lista as principais produções da Turma da Mônica nos streamings e onde vocês podem assisti-las. Confira!

Turma da Mônica: Laços

Com direção de Daniel Rezende e inspirado na graphic novel homônima, esse filme mostra a Turma da Mônica se unindo em uma aventura cheia de ação, mistérios e perigos para encontrar o Floquinho, cachorrinho perdido do Cebolinha.

Onde assistir: Globoplay.

Turma da Mônica: Lições

Sequência de Laços e também inspirada na continuação da história dos quadrinhos, Lições acompanha a turminha um pouco mais velha e tendo que lidar com uma fase complicada da infância. Eles chegam naquele momento em que são velhos demais para serem crianças, mas também são muito novinhos para serem adolescentes. Para piorar as coisas, nesse período, em meio a todas essas questões, a Mônica se machuca em uma das aventuras da Turma e acaba mudando de escola. Então, Cebolinha e seus amigos, bolam um plano infalível para trazê-la de volta. Será que vai dar certo?

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Turma da Mônica: A Série

Trazendo de volta o elenco dos filmes, a série tem oito episódios e gira em torno de duas novas personagens: a esnobe Carminha Frufru e a tagarela Denise. Carminha chega ao Bairro do Limoeiro mexendo com a vida de todos. Então, ela decide dar uma festa para se enturmar no bairro, só que ela acaba sendo vítima de um plano que joga um balde de lama na cabeça dela na frente de todos. Os episódios seguem as investigações de Denise, que aborda o caso pela perspectiva dos principais suspeitos: Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão.

Onde assistir: Globoplay.

Turma da Mônica: Cine Gibi

Adaptando várias histórias em pequenos filmes da Turminha, a franquia Cine Gibi se tornou um sucesso dos anos 2000 e rendeu nada menos que nove filminhos divertidos que fizeram boa parte da nova geração se encantar com os personagens do Bairro do Limoeiro.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Netflix.

Turma da Mônica: Clássicos

Ao longo das décadas, além das tirinhas e dos quadrinhos, a Turma da Mônica se consagrou por seus clássicos animados que rodaram o mundo e fizeram sucesso principalmente no Brasil e no Japão, como o episódio do Cebolinha e sua “lagaltixa” Onofre, e o Chico Bento com o Galo Ataliba. Essas historinhas curtas aqueceram o coração de milhões de crianças nesses anos e ajudaram a transformar a Turma da Mônica em um ícone da Cultura Pop.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Turma da Mônica

A série mais recente da Turma da Mônica adapta algumas das milhares de histórias em quadrinhos da turminha e se tornou um dos grandes sucessos do Cartoon Network. São episódios curtinhos, mas muito divertidos e bem produzidos.

Onde assistir: HBO Max.

Crítica | Serial Kelly – Gaby Amarantos Estreia na Telona como SERIAL KILLER Matadora de Machistas

Gaby Amarantos vem se destacando cada vez mais no cenário nacional. Tendo iniciado sua carreira como cantora em 2002, foi mais ou menos em 2012 que ela expandiu sua ascensão nacionalmente, após ter suas músicas entrando na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como ‘Ex Mai Love’. Dona de um carisma sem igual, uma voz poderosa e silhueta bem brasileira, não demorou muito para que essa paraense de Belém rapidamente migrasse para a sétima arte, passando a figurar também em seriados e novelas como atriz. De lá para cá são vinte anos de carreira como cantora e mais ou menos dez como atriz – e a partir dessa semana, Gaby faz sua estreia nas telonas com o filme ‘Serial Kelly’.

Kelly (Gaby Amarantos) é uma potente cantora de forró eletrônico no interior nordestino que vive de se apresentar em bares, shoppings e restaurantes em troca de algum dinheiro. Na trilha para fazer sucesso, ela canta em cabarés e zonas de entretenimento adulto, onde trava amizade com profissionais do sexo e travestis. Numa dessas, conhece Tempero (Igor de Araújo), um galego galanteador que arrebata sua atenção. Porém, antes Kelly resolvera se vingar de seu produtor musical, que tentou lhe passar a perna. Quando mais mortes de homens começam a se espalhar pela região, o caso desperta a atenção da delegada Fabíola (Paula Cohen), que passa a caçar Kelly na tentativa de ajudá-la.

O grande destaque em ‘Serial Kelly’ é realmente Gaby Amarantos. É impressionante a maturidade que a cantora consegue imprimir neste seu primeiro papel nas telonas como protagonista. Tudo bem que já são anos trabalhando como atriz, mas Gaby atua de maneira tão natural, tão orgânica, que não parece estar fazendo esforço algum. Sem contar que a atriz preenche a tela com sua beleza; sua pele brilha sob a fotografia de Pedro Urano, que faz bom uso da iluminação natural das locações abertas para valorizar a personagem em planos abertos e vibrantes.

Definido como comédia, o filme de René Guerra está mais para um drama bem-humorado. As situações em que a protagonista se envolve têm comicidade, mas não exatamente fazem rir; ao contrário, provocam a reflexão através de um viés mais leve sobre situações absurdas e cotidianas, todas envoltas em comportamentos machistas que provocam em Kelly uma urgência de acerto de contas. As vítimas possuem perfis de pessoas repugnantes que se vestem com o véu da hipocrisia social para se aproveitarem dos talentos de Kelly de alguma forma, seja na música, seja no sexo. O roteiro de René Guerra e Marcelo Caetano faz um retrato sobre como essa protagonista ama três coisas: comer, transar e matar; a partir dessa trinca, constroem um enredo em que os atos de Kelly são compreensíveis ao espectador, e culminam no contraponto da sororidade que ela oferece às mulheres que atravessam seu caminho, retribuídos pela delegada que sentencia: “em terra de matadores, a mulher que mata vira serial killer”.

Sob o peso do patriarcado, ‘Serial Kelly’ mostra que também no crime o tratamento às mulheres é desigual. Com Kelly, Gaby Amarantos mostra que é uma artista completa, e que o cinema era um caminho natural para essa grande estrela.

As 10 Dublagens Mais Criticadas feitas por FAMOSOS – #MarioSemStarTalent

A dublagem de famosos sempre foi um tema que gerou muita discussão no Brasil. O país é notoriamente conhecido por sua dublagem de qualidade, com nomes memoráveis como Marco Ribeiro, Mauro Ramos, Selma Lopes, Orlando Drummond, Garcia Júnior, Wendel Bezerra, Guilherme Briggs, Vera Miranda, Marisa Leal, dentre outros. Dos anos 90 pra cá, tais profissionais começaram a perder espaço para celebridades em alguns filmes, principalmente quando falamos de animações.

Quem defende a dublagem de famosos, geralmente vai apontar que muitos atores consagrados emprestam suas vozes para animações lá fora, mas é importante destacar que é um processo muito diferente. Um ator escalado para a voz original de um personagem passa muito tempo se preparando e muito tempo gravando e ajudando na produção. O dublador nacional acaba tendo sessões de poucas horas de gravação. Assim, é inevitável que acabe fazendo diferença se o profissional tem experiência em dublagem.

Recentemente, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublar o filme do ‘Super Mario Bros‘, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

É claro que existem exemplos de dublagens boas de famosos, mas isso é assunto para outra matéria. Aqui, vamos apontar aqueles casos trágicos, que prejudicaram o filme.

Concorda ou não? Deixe sua opinião nos comentários.

 

10) Ivete Sangalo (Aviões)

São vários os exemplos de estúdios que escolhem personagens minúsculos e dão para alguma famoso dublar com o simples objetivo de poder colocar o nome daquela pessoa no cartaz do filme. E é isso o que acontece com Ivete Sangalo em Aviões, spin-off de Carros lançado pela Disney em 2013. A cantora empresta sua voz para Carolina Santos Duavião, uma “aviã” que participa de uma competição nas alturas. O trabalho de Ivete é bem básico. Claramente alguém que está lendo um roteiro com sua voz normal, sem o menor interesse em desenvolver uma personagem. Só não está pior colocada na lista porque é uma participação quase insignificante.

 

9) Isabelle Drummond (A Origem dos Guardiões)

Diferentemente de Ivete, Isabelle Drummond é atriz e ao menos tentou algo diferente, tentou dar uma voz a sua personagem. Ela dublou a Fada do Dente na animação A Origem dos Guardiões. O problema aqui foi a falta de experiência da atriz com dublagem. À época, Isabelle tinha apenas 18 anos e acabou optando por algumas escolhas ruins na execução. Há o claro objetivo que construir uma Fada do Dente elétrica e falante, mas a jovem acabou criando uma personagem praticamente sem respiro, uma falha mortal na dublagem.

 

8) Bussunda (Shrek)

A escolha da discórdia… Sabemos que a presença de Bussunda na lista vai gerar polêmica, afinal muita gente é fã do trabalho do saudoso comediante como Shrek. Mas trata-se sim de uma escolha ruim de celebridade para a dublagem, ainda mais que foi feita após o dublador Mauro Ramos ser escolhido e dispensado pela animação. Ramos, inclusive, substitui Bussunda como Shrek após a morte do comediante. Não entende a diferença que faz ter um famoso ou um dublador? Basta ouvir a dublagem de Bussunda nos dois primeiros filmes e depois ouvir a de Ramos nos dois últimos. Bussunda foi uma verdadeira lenda da comédia nacional, mas nunca foi um ator. E isso pode ser percebido na dublagem sem emoção do ogro. Gritando, fazendo piada, sendo romântico… em qualquer situação, Shrek tinha o mesmo tom de voz.

 

7) Ícaro Silva (O Rei Leão)

O caso mais recente da nossa lista. A dublagem da nova versão de O Rei Leão revoltou muitos fãs da clássica animação, que viram algumas de suas músicas favoritas serem destruídas pelas novas vozes. Ainda que a escolha de Ícaro Silva e Iza tenham sido perfeitas na teoria, a prática foi um pouco diferente, principalmente no que diz respeito ao ator. Talvez tentando se aproximar do tom vocal de Donald Glover, voz original do Simba, Ícaro optou por usar uma voz bem aguda e o resultado não foi nada bom. Na verdade, sua primeira entrada em Hakuna Matata é quase traumática.

 

6) Preta Gil (Os Sem-Floresta)

Assim como no caso de Ivete, Preta Gil teve uma participação bem pequena em Os Sem-Florestas. Mas é bem verdade que já foi espaço suficiente para incomodar bastante. É mais um caso de famoso lendo roteiro e não interpretando. E, pior, a atriz e cantora tratou de deixar sua personagem, a gambá Stella, com um sotaque carioca que surge completamente deslocado na divertida animação. Um triste desfecho pra uma personagem que originalmente era dublada por Wanda Sykes, grande nome da comédia americana, com uma voz e um ritmo vocal bem particular.

 

5) Reynaldo Gianecchini (Robôs)

Vai parecer um trocadilho idiota. Ou um golpe genial do filme. Mas a verdade é que Reynaldo Gianecchini entrega uma voz pra lá de robótica na animação Robôs. Sim, talvez fosse perfeito para um personagem que de fato era um robô. Mas, não, o lado automático e padrão da voz do ator está mais ligado ao fato de que trata-se de uma trabalho pobre de dublagem do que uma verdadeira construção de personagem. A verdade é que Gianecchini soa pouco natural o tempo inteiro. Em momento algum o espectador se acostuma com a voz do protagonista. E não tem coisa pior para uma animação do que ficar sendo jogado para fora do filme a todo momento.

 

4) Paulo Vilhena (O Espanta Tubarões)

– Quem podemos chamar para dublar o personagem feito pelo Will Smith?

– Não sei, que tal o Paulinho Vilhena!

É difícil imaginar, mas esse diálogo aconteceu de verdade no Brasil. Até então conhecido pelo trabalho em Sandy & Junior e Coração de Estudante, o ator foi o escolhido para a voz principal da animação O Espanta Tubarões. O resultado, como não poderia deixar de ser, foi bem decepcionante. Sem ritmo, sem vida, Vilhena criou um peixe que era tudo, menos cativante. Não fosse sofrimento o bastante, ainda tivemos que lidar com uma cena dele fazendo um rap.

 

3) Felipe Dylon (O Mar Não Está Pra Peixe)

Tem escalações para dublagens que são difíceis de entender. Aqui, estamos diante de uma que é impossível de compreender. Primo pobre de Espanta Tubarões e Procurando Nemo, O Mar Não Está Pra Peixe chegou aos cinemas em 2006, sem um grande estúdio por trás. Sem grande verba, acabaram optando por subcelebridades no elenco de vozes. No caso, Felipe Dylon e Grazi Massafera (que tinha acabado de sair do BBB). Grazi nem compromete tanto, mas o mesmo não dá pra falar do músico conhecido por “A Musa do Verão”. A animação já é fraquíssima. A dublagem a torna insuportável.

 

2) Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo (Asterix e os Vikings)

Não tem como defender os responsáveis por escolher os dubladores de Asterix e os Vikings. A escolha da equipe do Pânico na TV para uma dublagem é algo ruim só de imaginar. Pior aqui quando se trata de uma reincidência. Sim, Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo já haviam dublado Terra Encantada de Gaya, e o resultado foi péssimo. O fato de terem sido convidados para novo projeto faz tudo ficar mais bizarro. A situação fica ainda pior com Vesgo e Ceará assumindo as vozes de Asterix e Obelix, dois personagens super queridos pelos fãs. E ainda temos Sabrina soltando bordões a todo momento. Realmente doloroso.

 

1) Luciano Huck (Enrolados)

Mas como que alguém conseguiu ser pior que a turma do Pânico?! Pois bem, não podemos esquecer do homem por trás do Caldeirão do Huck. Sim, Luciano Huck é o responsável pela dublagem mais trágica da história. Sem exagero. São inúmeros os casos de pessoas que odiaram Enrolados quando viram pela primeira vez e que descobriram mais pra frente, ao ver com a dublagem original, que se tratava de um ótimo filme. Sem nenhuma experiência em dublagem, Luciano recebeu logo de cara um dos protagonistas de uma animação da Disney. E o resultado é pavoroso.

Dublar não é apenas repetir falas. É uma forma de atuação. Luciano Huck, como bem prova suas participações no cinema (Um Show de Verão, Xuxa e os Duendes…), não é ator. Sua participação em Enrolados torna o filme pior.

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld encontra sua voz no trailer completo da série; Confira!

Apple divulgou hoje (19) o primeiro trailer completo de sua mais nova série, Dickinson.

Confira:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

‘Soul’: Confira o trailer LEGENDADO da nova animação da Pixar!

Pixar Brasil divulgou o novo trailer legendado de ‘Soul’, próxima animação da companhia.

Confira:

A história irá imaginar que cada pessoa da Terra nasce “instalada” com uma alma que foi formada e aperfeiçoada no cosmos.

Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Soul’ tem estreia marcada para 19 de junho de 2020.

 

‘Little Town’: Luke Evans elogia música de Alan Menken para a série derivada de ‘A Bela e a Fera’

Em entrevista ao Collider, o ator Luke Evans, que irá reprisar seu papel como Gastão na vindoura ‘Little Town’, série derivada de A Bela e a Fera, não poupou elogios sobre a produção e enalteceu o trabalho do lendário musicista Alan Menken, que retorna para compor as novas músicas.

“O segundo e o terceiro episódios foram escritos e ouvimos parte da música de Alan Menken. Temos muita honra de tê-lo a bordo, escrevendo a música, o que é extraordinário. Temos sorte de ter um grupo talentoso criando uma história sobre dois personagens que são amados e odiados ao mesmo tempo, mas essa é a diversão. Há muitas questões sobre isso: onde vamos começar? O que vamos dizer? Quem são essas pessoas? Então será uma experiência bem divertida. Eu e Josh [Gad] estão literalmente vibrando de animação para gravar”.

Gad também irá reprisar seu papel como Le Fou na série.

Edward KitsisAdam Horowitz, a dupla por trás de Once Upon a Time, irão desenvolver o spin-off, com Gad assinando o roteiro e entrando como showrunner.

Composta por seis episódiosMenken está atado ao projeto e cuidará da trilha sonora.

A narrativa será concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e irá expandir a mitologia do universo em questão. Outros membros do elenco, como Dan StevensEmma Watson, não devem retornar.

Lançado em 2017, o remake se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘Mulher-Maravilha 1984’ faz homenagem a ‘O Clube dos Cinco’ em nova foto de elenco

Em seu Instagram oficial, o astro Pedro Pascal compartilhou uma nova foto promocional de Mulher-Maravilha 1984’ em que o elenco protagonista faz homenagem ao clássico teen ‘O Clube dos Cinco’.

Confira:

Dirigido por Patty Jenkins, o aguardado filme chega aos cinemas no dia 17 de dezembro.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura da Mulher-Maravilha nos cinemas a coloca frente a dois novos inimigos: Max Lord e Mulher-Leopardo.

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.