O vindouro sci-fi da Netflix, intitulado‘The Adam Project’, ganhou várias novas imagens divulgadas pelo astro Ryan Reynolds.
As fotos, oficiais e dos bastidores das gravações, trazem os atores Mark Ruffalo, Rosario Dawson e Jennifer Garner em destaque, e salientam o clima leve presente na produção.
Os materiais foram compartilhados por meio da conta oficial do Instagram de Reynolds, que ainda ponderou sobre a prazerosa atmosfera de trabalho ao lado do seu elenco, demonstrando o seu entusiasmo pela produção.
Na publicação, o ator ainda revelou que as filmagens do longa foram encerradas.
Confira:
“Gamora, Elektra, Hulk, Deadpool e o garoto que eventualmente interpretará o Deadpool, quando eu me rastejar para dentro de uma caixa e me transformar em um esqueleto. Se The Adam Project é uma fração tão linda, engraçada e maluca como foi filmá-la, então eu creio que nós realmente conseguimos fazer algo legal.
Obrigado Netflix e Skydance e minha alma gêmea espiritual e cinematográfica, Shawn Levy. Além disso, um prolongado, desconfortável e indulgente abraço à minha terra natal, Vancouver. E em especial, à toda equipe técnica de The Adam Project, que trouxe o navio ao porto, quatro dias antes do planejado!”
O longa é dirigido por Shawn Levy(‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.
A produção ainda não possui previsão de lançamento.
Lembrando que Reynolds já trabalhou com Levy em ‘Free Guy‘, que foi adiado devido ao COVID-19.
Em meio a sete visões de um mesmo crime, o leitor do conto Dentro de um Bosque é levado a uma espiral de meias verdades e mentiras afloradas sobre a morte de um samurai. Até hoje uma das maiores histórias da literatura japonesa, a obra de Ryūnosuke Akutagawa continua ganhando vida, diferentes percepções e novas leituras. E de 1922 em diante, passando pelos anos 50 com a adaptação de Akira Kurosawa – intitulada Rashomon, chegamos em 2022 – mais especificamente no filme As Verdades. Aqui, o diretor José Eduardo Belmonte e o roteiristaPedro Furtado transformam o icônico conto em uma história que exala a brasilidade regional do interior da Bahia, a partir de um tema universal.
Provocador e instigante, o longa rapidamente arrebata a audiência com uma trama cheia de questionamentos, mas pouquíssimas respostas. Trazendo um Lázaro Ramos de visual mais abatido e exausto, As Verdades o apresenta como um policial marcado por memórias inacabadas de um amor furtivo e avassalador. Diante de uma misteriosa tentativa de assassinato, ele deve questionar três personagens bem complexos para desvendar o crime: um político em ascensão (José Carlos Machado), um matador de aluguel (Thomás Aquino) e uma jovem e sensível mulher (Bianca Bin).
Confundindo nossas percepções em seus dois primeiros atos, o thriller criminal é construído em camadas e pequenas subtramas que juntas formam uma complexa teia de violência contra a mulher. Alicerçando a trama no contraste entre fatos e mentiras, As Verdades é muito mais do que uma profunda análise sobre a capacidade humana de perceber e transmitir a verdade objetiva. Explorando as densas raízes de abusos que nascem a partir de relações disfuncionais, o longa é uma eclosão de personalidades, princípios e comportamentos erráticos que são frutos dos meios sociais aos quais cada personagem pertence.
Com um plot twist surpreendente, o thriller é um genuíno mosaico artístico, que entrega um excepcional entretenimento para os fãs do gênero, à medida em que convida a audiência a uma poderosa reflexão sobre corrupção de caráter e as consequências em efeito dominó de famílias desestruturadas. Com uma direção de fotografia belíssima, que destaca a beleza do interior da Bahia, As Verdades é um banquete de performances poderosas, que salienta ainda mais a versatilidade criativa de Lázaro Ramos, que nos leva consigo em sua profunda tristeza e indignação. Drica Moraes também fortalece seu brilhantismo em uma atuação apaixonante, complexa e delicada, ao lado de uma Bianca Bin que parte nossos corações em suas lágrimas genuínas.
Valorizando o tempo de tela de cada um dos personagens, dando espaço para Thomás Aquino, Edvana Carvalho e o veterano Zé Carlos Machado explorarem seus dons artísticos, o suspense criminal é mais uma validação da riqueza do nosso cinema brasileiro, capaz de unir elementos conceituais e o fator entretenimento em um único filme. Reflexivo, mas formado também por momentos eletrizantes que levam a audiência para o extremo da ansiedade e angústia, As Verdades é um thriller existencial introspectivo, que nos tira o fôlego. Seu final simbólico e agridoce ainda nos deixa um tanto à deriva, sob uma densa incógnita: Qual é o real significado de se fazer justiça e trazer a verdade à tona em uma terra esquecida?
Exatamente, no dia 25 de abril de 2001, chegava aos cinemas franceses, belgas e suíços a obra O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet. Com um fotografia inebriante, uma montagem inventiva e uma personagem totalmente cativante, o longa passou 83 semanas em cartaz na França e levou 8,6 milhões de pessoas aos cinemas, sendo o segundo filme mais visto no país atrás somente do fenômeno literário Harry Potter e a Pedra Filosofal, com 9,4 milhões de audiência.
Após 20 anos do surpreendente sucesso, Amélie Poulain continua a influenciar o cinema atual e a encantar os amantes da sétima arte. Apesar de ter chegado ao Brasil quase um ano depois, no dia 8 de fevereiro de 2002, impulsionada pelas cinco indicações ao Oscar daquele ano, a personagem título – vivida por Audrey Tautou – ganhou status de cult e queridinha entre os cinéfilos brasileiros.
Em entrevista ao CinePOP, este ano, a diretora Júlia Rezendeconfessou ter se inspirado bastante no longa francês para compor a ambientação e enquadramento do seu último lançamento, Depois a Louca Sou Eu. Depois de duas décadas, a obra ainda influencia viajantes a fazerem seus registros fotográficos em locais presentes no roteiro, principalmente no Café des 2 Moulins e no Canal Saint-Martin, em Paris.
Se você ainda não viu o filme, você encontrará motivos de sobra para colocá-lo na sua lista. Já para aqueles que, como eu, se apaixonaram à primeira vista, vamos descobrir algumas pequenas curiosidades sobre esta obra tão mágica e peculiar. Além de ter alavancado a carreira deAudrey Tautou, Jean-Pierre Jeunettrouxe um novo marco cinematográfico para o país berço do cinema mundial. Vamos aos fatos?
1 – A icônica cena que nunca aconteceu
A cena emblemática da pedra ricocheteando no Canal de Saint-Martin é falsa. Se você já tentou fazer este movimento, talvez tenha percebido que a arte do ricochete não é para todos. De fato, Audrey Tautou foi incapaz de realizar a tarefa no canal e sobrou para os efeitos visuais. A famosa sequência foi, portanto, editada com o saltar das pedras em imagens inseridas digitalmente. Pois é, às vezes, uma cena parece simples, mas não é.
2 – Crème brûlée para toda a equipe!
Uma sequência rápida, mas importante do filme é a que o narrador (André Dussollier) comenta os gostos de Amélie, um deles é quebrar a crosta do crème brûlée com uma colher de chá. Esta cena foi filmada dezenas de vezes para capturar o melhor “crack” e, por isso, exigiu muitos crèmes brûlées. Para não desperdiçar, um membro da equipe de filmagem sempre comia a sobremesa após cada tomada.
3 – Existe uma sequência Amélie 2?
A verdade é que o título existe. Estrelado por Audrey Tautou, O Bater de Asas da Borboleta (2000), de Laurent Firode, foi vendido na Coréia do Sul, na Rússia e em Hong Kong, sob o título Amélie 2. Porém, não se preocupe, este filme não tem absolutamente nada a ver com a obra de Jean-Pierre Jeunet. O título é simplesmente uma jogada de marketing da época, com a esperança de atrair um público maior para uma obra pouco conhecida.
Você já imaginou Amélie Poulain de olhos azuis? Pois bem, a atriz cotada para viver a protagonista desta fábula moderna era a britânica Emily Watson, visto seu papel como a doce Bess, em Ondas do Destino (1996), de Lars von Trier. Inicialmente interessada, Watson desistiu do projeto devido à longa duração das filmagens.
Logo depois, Jean-Pierre Jeunetinteressou-se por Audrey Tautou ao vê-la no filme Instituto de Beleza Vênus (1999). Em entrevista anos mais tarde, o cineasta confessou que a atriz conseguiu o papel após três segundos de teste. Quando a viu, ele teve uma “sensação de obviedade”.
Instituto de Beleza Vênus (1999)
5 – Ignorado por Cannes e sucesso mundo afora
Por mais estranho que possa parecer, o Festival de Cannes não quis Amélie Poulain em sua seleção oficial. O filme, no entanto, foi exibido ao ar livre na Croisette. Contrariando as previsões francesas, o longa fez estrondoso sucesso nos Estados Unidos, arrecadou US $33,2 milhões por lá e ganhou cinco indicações ao Oscar. Com mais de 32,4 milhões de espectadores ao redor do mundo, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é o quinto filme francês com maior bilheteria internacional, atrás, respectivamente, de Intocáveis (2011), Busca Implacável 2 (2012), O Quinto Elemento (1997) e Busca Implacável (2008).
6 – Um brasileiro serviu de inspiração à produção
As cores principais do longa (verde, amarelo e vermelho) são uma inspiração direta da obra do artista brasileiro Juarez Machado, nascido em Joinville (SC). Desde 1986, ele vive em Paris e expõe suas obras pela Europa. Aos 80 anos, Juarez possui ateliês em Paris, Rio de Janeiro e Joinville. Agora, você já sabe a fonte inventiva da saturação cromática de Jean-Pierre Jeuneta fim de criar um microcosmo parisiense tão impactante aos nossos olhos.
7 – Trilha sonora apaixonante e premiadíssima
Com exceção de duas canções (“Guilty”, de George Shearing e “Si tu n’étais pas là”, de Fréhel), a trilha sonora de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é inteiramente composta por Yann Tiersen, entre criações originais e seleções de seus álbuns anteriores. Apaixonado pela mistura de violino, sanfona e piano do músico, Jean-Pierre Jeunet fez uma aposta certeira. Em 2003, a trilha sonora de Amélie ganhou um disco triplo de platina com 900 mil unidades vendidas na França e 2 milhões ao redor do mundo. O álbum recebeu vários prêmios, incluindo o César de Melhor Trilha Sonora em 2002.
8 – Baseado em fatos reais
De onde Jean-Pierre Jeunettirou as ideias para este roteiro? Em entrevistas ao longo dos anos, o cineasta declarou que grande parte dos personagens e detalhes vêm de histórias de amigos e da sua própria experiência. Por exemplo, a caixa de souvenirs é da sua infância, assim como o peixe vermelho suicida.
Contudo, o “personagem” mais emblemático, o álbum de fotografias de Nino Quincampoix (Mathieu Kassovitz), e todo mistério em torno da coleção é verídica. É uma referência à coleção de Michel Folco, fotógrafo e escritor francês. Ao morar ao lado da Gare de Lyon, em Paris, o artista tomou gosto por encontrar fotos pelos chãos das estações, próximas às cabines de foto, e colecioná-las.
9 – A verdadeira “sequência” de Amélie Poulain
Em 2019, Jean-Pierre Jeunet declarou à Indiewire que estava preparando um falso documentário sobre sua célebre heroína Amélie Poulain. “Um pouco como o que Peter Jackson fez sobre o início do cinema [Forgotten Silver,1995]. Será algo leve, muito engraçado e barato de produzir, espero. ” declarou o cineasta. Ele também descartou a hipótese de uma continuação, ou mesmo uma série. Em suas palavras: “Não seria a mesma atriz, seria de má qualidade porque não teríamos o mesmo orçamento. Paris está feia agora por causa dos muitos canteiros de obras…” É estimado que O Fabuloso Destino de Amélie Poulain custou US $10 milhões.
10 – Dia 29 de Agosto, Dia de Amélie Poulain
A cultura pop já criou o Dia da Toalha, dia 25 de maio, em homenagem ao livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, assim como o Dia de Star Wars, May 4th Be With You, 4 de maio. Por que não o Dia de Amélie Poulain? Dia 29 de agosto é lembrado todos os anos nas redes sociais pelos fãs em tributo a uma marcante cena do filme, que diz: “É 29 de agosto. Em 48 horas, o destino de Amélie Poulain mudará. Mas, por ora, ela não sabe disso.” (No original: Nous sommes le 29 août, dans 48 heures le destin d’Amélie Poulain va basculer. Mais ça, pour le moment, elle n’en sait rien.) Vamos oficializá-lo?
O jornalista Jeremy Conrad revelou que houve uma sessão-teste secreta de ‘X-Men: Fênix Negra’ e, segundo ele, o filme está sendo considerado parecido com o elogiado ‘X-Men: Primeira Classe’.
De acordo com as informações, o nível está mais “adulto” que os últimos filmes da franquia, além de ter uma história mais séria e com pouco humor.
O trabalho do diretor Simon Kinberg também foi elogiado. Além disso, o público que assistiu o longa também confirmou que os Skrull realmente aparecem na história, mas não é revelado o tamanho de seu papel na trama.
‘X-Men: Fênix Negra’ é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
A produtora antecipou a estreia nos EUA para 17 de julho de 2020, antes prevista para chegar aos cinemas apenas em 31 de julho, sob o título ‘The SpongeBob Movie: It’s a Wonderful Sponge’ (‘Bob Esponja – O Filme: É uma Esponja Maravilhosa’ em tradução livre).
Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.
Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito,Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico deAsgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.
A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.
E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.
Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original
Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.
Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.
O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia noDisney+ em 11 de junho desse ano.
E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.
Sério, isso aqui não tem perdão.
Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.
Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?
Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.
Darcy voltou para as telas em WandaVision
É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.
A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.
Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+
Miguel Falabella é, sem nenhuma dúvida, o ator mais entusiasta de musicais no Brasil. Há décadas ele vem investindo todos os esforços para popularizar o gênero dentre o público brasileiro, seja estrelando produções, seja colaborando executivamente ou propagandeando as produções de colegas. Essa é sua marca, muito mais do que a comédia, e é louvável o quanto seu entusiasmo proporcionou que centenas de atores mais jovens vissem nesse viés uma abertura para demonstrar seus talentos artísticos. Agora, Falabella leva sua paixão ao streaming, estreando a série ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’, produção totalmente brasileira que chegou aos assinantes da DisneyPlus.
Renato (Miguel Falabella) é um importantíssimo produtor musical brasileiro. Casado com Marita Bell (Sara Sarres), trabalha com ela na audição de um novo espetáculo, cujas inscrições estão abertas e busca novos talentos brasileiros que saibam cantar, dançar e atuar. Super queridos sob os holofotes, nos bastidores os dois lidam com a crise de o ex de Marita ter se casado com um homem, o que fez com que a imprensa se deliciasse em fofocas sobre os três. Em contrapartida, jovens de todas as partes da cidade de São Paulo veem o anúncio da abertura das audições e, cada um a seu modo – e apesar das dificuldades que cada um tem que enfrentar -, irão deixar de lado as adversidades para, pela primeira vez na vida, realmente correr atrás dos seus sonhos e do tão desejado sucesso.
Dividido em dez episódios com cerca de meia hora de duração cada, a primeira temporada de ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ mostra a que veio e entrega literalmente o que se esperava: uma série voltada para o público jovem-adulto de olho no mercado internacional. Na prática, a sensação que o espectador tem é exatamente essa, a de que a série é uma produção brasileira para demonstrar aos executivos da Disney e aos espectadores dos outros países quem são os talentos brasileiros e quais são suas capacidades artísticas. Se por um lado isso é bom individualmente para os artistas, por outro o público encontra uma série cuja história é acelerada, sem se aprofundar, e intercalada por duas ou três canções por episódio cortando os diálogos e cenas.
O desafio do roteiro de Rosana Hermann é apresentar muitos personagens (são mais de dez) em um primeiro episódio/temporada que também tem que introduzir o plot e fazer a história andar. Daí conhecemos que todos os jovens têm um background profundamente dramático, ninguém tem uma vida fácil, e, com tanto drama, fica difícil torcer por alguém, pois é injusto escolher quem tem o drama mais dramático. Com direção de Cininha de Paula, destacam-se Daniel Rangel, que surpreende mostrando saber cantar, e a novidade Bruno Boer, que rouba todas as cenas em que aparece, com carisma e caráter.
Através do mote do desejo de vencer na vida através da arte, ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ é uma série juvenil tipo exportação, que estimula a galera a sonhar e a acreditar que é possível vencer pelo esforço e dedicação. Uma espécie de ‘Glee’ brasileiro, mas mais teatral e falado na nossa língua.
Quem não tem aquela música que você cantou errado a vida inteira até um dia descobrir a verdade? Todo mundo tem o seu “trocando de biquini sem parar” e isso não acontece apenas no mundo da música. O cinema também possui vários exemplos de frases que ficaram muito famosas mesmo nunca tendo aparecido em um filme.
Pensando nisso, o CinePOP decidiu separar para vocês dez exemplos de frases clássicas do cinema, mas que nunca estiveram de fato na tela grande. E você vai se surpreender!
Star Wars: Episódio V – O Império Contra-ataca (1980)
Todo nerd que se preze, um dia, já imitou a rouca voz do vilão Darth Vader e soltou a clássica frase: “Luke, I am your father” (“Luke, eu sou seu pai“). Pois bem, se você fez isso, você fez errado. Tal frase nunca foi vista no filme dirigido por Irvin Kershner e idealizado por George Lucas. A frase correta, na verdade, é: “No, I am your father” (“Não, eu sou seu pai“). Na cena, Vader (voz de James Earl Jones) está respondendo a acusação de Luke (Mark Hamill) de que teria matado seu pai.
Um dos maiores clássicos da história do cinema, Casablancatambém possui uma citação errada para chamar de sua. E, mais uma vez, em uma cena chave da produção. Desolado após o breve reencontro com Ilsa (Ingrid Bergman), Rick (Humphrey Bogart) pede para o pianista de seu bar, Sam (Dooley Wilson), tocar a música dos dois. O mundo relembra a cena como se Rick dissesse: “Play it again, Sam” (“Toque novamente, Sam“). Mas… o que ouvimos o personagem falar é “Play it, Sam. Play ‘As Time Goes By’” (“Toque, Sam. Toque ‘As Time Goes By’“). O erro ficou tão conhecido que “Play it again, Sam” virou até título original de peça/livro de Woody Allen.
Essa aqui até me fez colocar o DVD para assistir antes de publicar a matéria. Pouco antes de cair no precipício após o confronto com Balrog, Gandalf grita para a “sociedade do anel” fugir no primeiro capítulo de O Senhor dos Anéis. A maioria das pessoas cita que o mago grita “Run, you fools” (“Corram,seus tolos”). Mas não foi o caso. Na verdade, o personagem vivido por Ian McKellen fala “Fly, you fools” (“Voem, seus tolos”). Obviamente, o sentido é o mesmo. O voem era para saírem correndo dali, mas a escolha original mostra um pouco do vocabulário do mago então cinzento.
Todo mundo sabe que a frase de Branca de Neve e os Sete Anões começa com “espelho, espelho meu”, não é mesmo? Pois bem… a verdade é que a versão original da frase é um pouquinho diferente. Popularmente conhecida como “Mirror, mirror, on the wall, who is the fairest of them all?” (“Espelho, espelho, na parede, quem é mais bela do que eu?“), a frase verdadeira é “Magic mirror on the wall, who is the fairest one of all?” (“Espelho mágico na parede, quem é a mais bela de todas?“).
Clássico dirigido por Steven Spielberg, considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história da sétima arte, Tubarãotambém tem uma citação pra lá de equivocada correndo pelas bocas das pessoas. “We’re gonna need a bigger boat!” (“Vamos precisar de um barco maior!“) virou sensação da cultura pop e pode ser encontrada até mesmo em camisetas sendo vendidas por aí. Mas esta não é a frase usada por Roy Scheider no filme. Ele diz: “You’re gonna need a bigger boat!” (“Você vai precisar de um barco maior!“).
Wall Street – Poder e Cobiça (1987)
Clássico de Oliver Stone estrelado por Michael Douglas e Charlie Sheen, o primeiro Wall Street ficou conhecido pela frase “Greed is good” (“Cobiça é bom“). Mas a forma como foi dita no filme foi um pouco diferente. Na verdade, o Gordon Gekko vivido por Douglas fala “The point is, ladies and gentleman, that greed, for lack of a better word, is good.” (“O ponto, senhores e senhoras, é que cobiça, na falta de melhor palavra, é bom.“).
Um dos maiores clássicos da história do cinema. E a jornada de Dorothy pelo reino de Oz começa já com uma frase que ficou conhecida em sua forma errada. A maioria das pessoas acredita que a jovem interpretada por Judy Garland fala: “I don’t think we’re in Kansas anymore, Toto” (“Acho que não estamos mais no Kansas, Toto”). Mas, na verdade, é um pouquinho diferente. A citação exata é: “Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas anymore” (“Toto, tenho a impressão de que não estamos mais no Kansas”).
Estrelado por Kevin Costner, Campo dos Sonhos é conhecido por fazer as pessoas chorarem e por imortalizar a frase “If you build it, they will come” (“Se você construir, eles virão“). Acontece… que não é essa a frase correta ouvida no longa. Parece um detalhe pequeno e desimportante, mas a citação exata é “If you build it, he will come.” (“Se você construir, ele virá”).
“Hello, Clarice…” (“Olá, Clarice…“) na voz do Hannibal Lecter criado por Anthony Hopkins em O Silêncios dos Inocentes causa arrepios só de lembrar. Só que você, e muita gente, está simplesmente “lembrando” de forma equivocada. A frase correta dita por um dos maiores vilões da história da sétima arte é, na verdade, “Good evening, Clarice…” (“Boa noite, Clarice…“).
Obra-prima dirigida por Mike Nichols e protagonizada por Dustin Hoffmane Anne Bancroft, A Primeira Noite de um Homem (1967) também é regularmente citado de forma equivocada. E a cena em questão é uma das mais importantes do filme, o primeiro encontro entre Benjamin (Hoffman) e a Sra. Robinson (Bancroft). As pessoas costumam citar a frase “Mrs Robinson, are you trying to seduce me?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir?“), quando, na verdade, o correto é “Mrs Robinson, you’re trying to seduce me. Aren’t you?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir. Não está?“).
‘Vingadores: Ultimato’ se tornou um dos maiores eventos da cultura pop, bem como o filme mais lucrativo da história do cinema (tendo arrecadado quase 2,8 bilhões de dólares).
Agora, a atriz Brie Larson voltou recentemente ao Twitter para divulgar um incrível vídeo de dança que recria a narrativa completa dos quatro filmes da franquia de forma incrível.
A routine foi feita no intervalo de um jogo de basquete da Walden Grove High School pela PAC Dance Team.
Confira:
Hello I have returned to twitter for two seconds to tell you that THIS IS FRICKEN AWESOME https://t.co/HJAaPihYh3
‘Vingadores: Ultimato’ foi dirigido pelos Irmãos Anthony e Joe Russo. Relembre a sinopse:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Segundo o Deadline, Liz Hannah fará sua estreia diretorial com a adaptação de ‘Under Another Name’, romance de Alexandra Andrews que será lançado em março de 2021.
A narrativa funciona como um thriller psicológico sobre ambição. A sinopse oficial ainda não foi divulgada, mas sabe-se que o livro já será traduzido para inúmeras línguas ao redor do mundo.
Hannah, por sua vez, é conhecida por ter supervisionado o roteiro de ‘The Post – A Guerra Secreta’, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Meryl Streep e Tom Hanks. Seus outros créditos incluem ‘The Drop Out’ e ‘Mindhunter’ (trabalho pelo qual foi indicada a um prêmio do Writer’s Guild Awards neste ano).
A HBO divulgou o cartaz oficial de ‘Invisible Stories’, novo drama antológico que gira em torno da complicada vida de imigrantes em uma das maiores comunidades habitacionais da Cingapura.
Confira, junto ao trailer:
A série foi criada, escrita e dirigida por Lee Jiyuan.
Descubra os triunfos e as tragédias de seis diferentes trabalhadores imigrantes que vivem em Sungai Merah, uma das maiores comunidades habitacionais públicas de Cingapura. O drama antológico é dividido em seis partes e explora o lado menos glamouroso do país.
Filmado em apenas uma locação, ‘Invisible Stories’ também promove o multiculturalismo da cidade-estado, trazendo atores de Bangladesh, da Tailândia e da Indonésia lado a lado com artistas cingapurianos
A nova comédia natalina original da Netflix, intitulada ‘Tudo Bem No Natal Que Vem‘ e estrelada porLeandro Hassum, ganhou um vídeo compilado com os hilários erros de gravação.
Confira:
Na trama, depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.
Confira o trailer, junto ao pôster e às imagens promocionais:
‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.
A série incluirá histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.
‘Star Wars: Visions’ tem estreia marcada para o dia 22 de setembro na plataforma de streaming.
O elenco conta com Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill Sage, Emma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane Parker, Chaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).
Matthew Modine
Dylan McTee, Adrian Favela, Adain Bradley, Jeremy Ambler, Cory Scott Allen, Gary Ray Stearns, Rhyan Elizabeth Hanavan, Vardaan Arora, Mark Mench, Joshua Stephen Campbell, Jennie Malone, Brian James Fitzpatrick e Mark Angel completam o elenco.
Vale destacar que, entre os nomes dos personagens, há Deer Skull, Ram Skrull, Wild Boar Skull e Wolf Skrull, o que deixa a entender que teremos vilões completamente novos.
Na trama, um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.
Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.
A nova trama, também dirigida por Sang-ho Yeon, revela uma Coréia do Sul completamente isolada devido a um vírus misterioso que transformou seus habitantes em zumbis. Com isso, inicia-se uma luta desesperada para escapar da península abandonada.
Jun-seok é um ex-soldado que consegue escapar da Península para Hong Kong e, enquanto vive como refugiado, ignorado pelos habitantes locais, aceita uma oferta tentadora de um estrangeiro que o faz retornar à Península.
É assim que Jun-seok, junto com uma equipe, retorna à Península para cumprir uma missão. Após a chegada, eles descobrem um grupo de sobreviventes não infectados que vivem no local ocupado por zumbis. Mas será que eles conseguirão sobreviver novamente ao desastre?
A Amazon Prime divulgou o primeiro teaser de sua nova série antológica de terror, intitulada ‘Them‘.
Confira:
A produção irá estrear no dia 9 de abril.
Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.
Cansados de ficarem presos em um aquário de répteis onde humanos olham pasmos a eles como se fossem monstros, um grupo das criaturas mais perigosas da Austrália arquitetam um plano de escaparem do zoológico e voltarem para o outback, um lugar onde não serão julgados por suas escamas e presas.
Liderando o grupo está Maddie (Fisher), uma serpente venenosa com coração de ouro, que se une a um lagarto-fêmea chamado Zoe (Tapsell), uma adorável aranha chamada Frank (Pearce) e um escorpião sensível (Imrie). Mas quando cruzam caminho com seu nêmesis, Pretty Boy (Minchin), um fofo e insuportável coala, eles não têm escolha a levá-lo junto.
De acordo com o Deadline, Andrew Garfield (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) vai estrelar a minissérie ‘Hot Air‘, que será dirigida por David Leitch, de ‘Deadpool 2‘.
O ator interpretará Richard Branson, na produção que focará no famoso empresário britânico.
O site ainda afirma que diversos serviços de streamings estão interessados no projeto, criando uma grande competividade nos bastidores da indústria.
Escrita por Jon Croker (‘As Aventuras de Paddington 2’), a produção será baseada no livro ‘Dirty Tricks‘, do premiado jornalista investigativo Martyn Gregory.
A trama segue a história do bilionário Richard Branson, narrando a ascensão fascinante e ultrajante da companhia Virgin Airways.
Branson lançou a empresa Virgin Atlantic em 1984, com apenas um avião alugado. Por volta dos anos 90, a companhia começou a ameaçar a dominância da British Airways no mercado britânico após obter slots de desembarque no Aeroporto Heathrow, em Londres. Em resposta a isso, a BA investiu pesado em derrubar a concorrência usando “truques sujos” para conseguir informação privilegiada.
Apesar disso, Branson continuou a crescer sua empresa – uma das doze em seu portfólio. Em 1999, ele vendeu 49% das ações para a Singapore Airlines.
Croker e Garfield também servirão como produtores executivos. A Universal International Studios, uma divisão do grupo Universal Studio, é o estúdio por trás do projeto.
A minissérie contará com seis episódios, mas ainda não possui previsão de lançamento.
A ficção científica ‘The Challenge‘, que marca o primeiro filme gravado no literalmente no espaço sideral, ganhou o primeiro trailer.
A produção surgiu através de uma parceria entre a corporação espacial russa Roscosmos e a emissora Channel One. Alegadamente, o orçamento do filme girou em torno de US$ 14 milhões por 2 semanas de gravações.
Confira o trailer:
Dirigido por Klim Shipenko, o longa foi parcialmente filmado na Estação Espacial Internacional.
Na trama, o cosmonauta Ivanov perde a consciência enquanto pilota sua espaçonave. Para salvá-lo, os médicos decidem que será necessário realizar uma cirurgia cardíaca em gravidade zero. Agora, a cirurgiã Zhenya Belyaeva precisa se preparar para realizar uma cirurgia perigosa, que pode custar não só a vida de seu paciente, como também a sua própria vida.
O elenco conta com Yuliya Peresild, Milos Bikovic, Vladimir Mashkov, Aleksandr Baluev, Sergey Burunov e Evgeniya Akhremenko.
Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
A trama irá seguir cinco amigas que se juntam para celebrar um casamento em um local belo e deserto. Um dia antes do casamento, como um presente, elas fazem um passeio de barco e logo a viagem se torna um pesadelo.
O roteiro foi escrito pela novelista Cat Clarke, e é baseado em uma ideia original da mesma.
Através do seu perfil no Threads, James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) desmentiu os rumores recentes sobre uma possível série derivada focada no Coringa, interpretado por Barry Keoghan no filme de Matt Reeves.
“Entrei aqui e todos estão me perguntando sobre isso. Não há nenhuma verdade nisso. Uma série sobre o Coringa não está sendo discutida e sequer foi mencionada até o momento.”
O Coringa teve uma participação pequena nos instantes finais de ‘Batman‘, interagindo com o Charada após o vilão ser colocado no Asilo Arkham.
Keoghan chegou a gravar uma cena maior, com o Coringa e o Batman conversando frente a frente; no entanto, esse momento foi deixado de fora da versão final do filme.
A expectativa é que o vilão ganhe mais destaque na sequência ‘Batman – Parte II‘.
Vale lembrar que o último episódio de ‘Pinguim‘, intitulado Great or Little Thing, irá ao ar no dia 10 de novembro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
Em FRANKIE E OS MONSTROS, um professor dá vida (ou quase isso) a suas monstruosas criações em seu laboratório no castelo, apenas para logo esquecê-las. Stitch Head, sua primeira criação, obedece a todas as ordens do mestre, mas nunca recebe reconhecimento ou carinho. Tudo muda quando um Show de Horrores chega à cidade. O dono do espetáculo visita o castelo em busca de Stitch Head, prometendo-lhe tudo o que ele sempre sonhou: fama, fortuna e amor.
Curiosidades:
» O longa é baseado na graphic novel homônima de Guy Bass;
‘Maximum Pleasure Guaranteed’ acompanha Paula (Maslany), uma mãe recém-divorciada, enquanto ela se vê envolvida em uma perigosa trama de chantagem, assassinato e futebol infanto-juvenil. Convencida de ter testemunhado um crime e em meio a uma batalha pela guarda dos filhos e uma crise de identidade, Paula inicia sua própria investigação, que pode desvendar uma conspiração ainda maior e, ao mesmo tempo, conter as chaves para reconstruir sua família e sua autoestima.
BrandonFlynn (’13 Reasons Why’), JakeJohnson (‘New Girl’), MurrayBartlett (‘The White Lotus’), JessyHodges (‘Barry’), Jon Michael Hill (‘Elementary’), Charlie Hall (‘A Vida Sexual das Universitárias’), Kiarra Hamagami Goldberg (‘Invasão’), Nola Wallace (‘Os Estranho’) e Dolly De Leon (‘Nove Desconhecidos’) integram o elenco.
Os norte-americanos podem ter se cansado da franquia de ‘Transformers’, mas o público estrangeiro parece bem satisfeito com as produções que foram entregues nos últimos anos.
Com bilheterias domésticas fracassadas e críticas cada vez mais negativas – tanto da imprensa, como da própria audiência americana -, a saga permanece ainda consolidada em países como China, Índia e na América do Sul. Dois filmes da franquia chegaram a faturar mais de US$ 1 bilhão total em bilheterias globais.
O mesmo sucesso tem se repetido com ‘O Último Cavaleiro’. Enquanto sua noite de estreia foi bem amarga, com meros US$ 15.6 milhões, com um total de US$ 43 milhões em seu primeiro fim de semana (número considerado baixíssimo, levando em conta que todos os demais tiveram sua abertura acima de US$ 97 milhões), o mercado internacional recebeu o quinto capítulo de braços abertos. A recepção atingiu a impressionante marca de US$196.2 milhões, sendo deste valor, US$ 123.4 milhões apenas na China.
E a tendência em se tornar mais popular fora do território norte-americano tem seguido desde a primeira produção de ‘Transformers’, em 2007. De lá para cá, percebeu-se um aumento impressionante do alcance do filme em mercados internacionais, gerando um distanciamento ainda maior em relação à recepção em seu país de origem.
Para se ter uma ideia, até ‘A Era da Extinção’, mais de 77% das bilheterias de ‘Transformers‘ eram oriundas de outros países. Em se tratando de valores, este número representa o colossal montante de US$ 856.6 milhões. Em uma breve comparação, só nos Estados Unidos, a produção havia abocanhado uma pífia quantia equivalente a US$ 245 milhões no total. Isso é menos que o fim de semana de abertura de ‘Star Wars – O Despertar da Força’.
Estes números revelam que, ainda que os Estados Unidos já estejam um tanto fartos da franquia, seu sucesso com outras nações permanece evidente e fundamental para o fortalecimento da saga. Com um público estrangeiro fiel que aprova as narrativas e a valoriza ainda mais quando se passa em outros países, ‘Transformers’ não parece estar próxima de um final genuíno, quer os críticos gostem ou não.
Contrariando seu passado recente, a Marvel decidiu reduzir a quantidade de material extra exibido ao final de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Desta vez, a sequência terá apenas uma cena pós-créditos.
A informação foi revelada após o final da pré-estreia da produção em Los Angeles. Na ocasião, vários jornalistas puderam assistir a primeira exibição do terceiro capítulo.
O que se sabe também é que a cena extra será exibida apenas ao final de todos os créditos.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ teve sua World Première em Los Angeles e a Marvel está exibiu o Red Carpet AO VIVO no Youtube.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A sequência ‘Um Lugar Silencioso 2‘ está caminhando a passos largos, principalmente com a confirmação do retorno de John Krasinski à direção.
E após o anuncio de que ele e sua esposa, a atriz Emily Blunt, voltariam à produção, o The Hollywood Reporter revelou que mais dois protagonistas estão negociando seu retorno.
Os jovens Noah Jupe e Millicent Simmonds estão formalizando a contratação, para reprisarem seus papéis como Regan e Marcus, filhos do casal Evelyn e Lee Abbott.
As filmagens começam em julho, para um lançamento em 15 de maio de 2020.
Detalhes do enredo e similares ainda permanecem em sigilo, mas os fãs podem ficar descansados sabendo que a direção está em boas mãos.
O período de reclusão social imposto, em virtude da pandemia do coronavírus, fez o número de usuários do Disney+ triplicar nos Estados Unidos.
Segundo a revista Forbes, entre os dias 14 e 16 de março, o serviço conquistou três vezes mais novos assinantes. Esse período marca o início da quarentena no país, quando muitas pessoas começaram a se isolar em suas residências, a fim de reduzir o índice de contágio pelo COVID-19.
O súbito aumento vertiginoso é comparado à quantidade de novos assinantes que optaram por adotar o serviço entre os dias 07 e 09 de março, período em que o vírus ainda não tinha se espalhado com rapidez no país e as escolas ainda permaneciam abertas.
Já a plataforma da Apple teve apenas 10% de aumento em seu número de assinantes, sendo o menor crescimento entre os serviços de streaming.
Vale lembrar que o streaming agora está disponível no Reino Unido, Irlanda, Espanha, Alemanha, Itália e Suíça.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021
Um belo e tranquilo cenário bucólico se transforma em um inquietante contraste, diante da silenciosa psicopatia de um aparente adolescente comum, que faz dos seus pais e irmã reféns de si mesmos – em um esquecido bunker encontrado na floresta que rodeia sua residência. John and the Hole se apresenta como esse ambicioso terror psicológico e emocional, que tenta levar a audiência para uma espécie de análise de personagem, à medida em que a instiga a tentar decifrar o doentio e sádico comportamento de um adolescente mimado. Mas sua ousadia inicial acaba se perdendo, em um roteiro que promete muito mais do que realmente consegue entregar.
Pascual Sisto tem boas intenções com o seu terror e tenta mirar para algo com uma abordagem semelhante a de Precisamos Falar Sobre o Kevin, só que com uma estética um pouco mais conceitual e autoral. Intrigando a audiência logo em seus primeiros minutos, o longa caminha bem, cresce vertiginosamente diante dos olhos da audiência e levanta uma sucessão de questionamentos que seguem de forma latente até o último segundo. Tentando mostrar as rachaduras de uma suposta família perfeita – em meio à fragilidade da adolescência contemporânea, John and The Hole até parece ser ousado, tentando trazer um frescor novo para o gênero.
Mas à medida em que seu segundo ato se encerra, dando início aos estágios finais da trama, nossa crença no potencial narrativo do roteiro de Nicolás Giacobone começa ficar à deriva, ao ponto de perecer diante de um final raso, ralo e que – nem de perto – corresponde à audácia e soberba de seu personagem homônimo. Mesmo trazendo um elenco de peso, encabeçado por Michael C. Hall (Dexter) eTaissa Farmiga (American Horror Story), a produção nos deixa na exata posição dos demais membros da família de John: Sem entender absolutamente nada das motivações do psicopata.
E não que haja a essencial necessidade de justificar os atos de seu sádico protagonista. A grande problemática de John and The Hole é exatamente a falta de noção em seu roteiro, que originalmente parece querer esmiuçar psicologicamente um família de classe alta, mas esquece de seu alicerce inicial, deixando a trama correr solta no mesmo ritmo de insanidade do personagem vivido pelo jovemCharlie Shotwell. E ainda que o thriller/terror tente esmiuçar a angústia que por vezes rege a adolescência, a produção falha em nunca se aprofundar demais nessa questão – que é sim essencial para o desfecho do filme -, mais uma vez nos deixando à deriva, à espera de algo que deveria, mas não veio.
Preguiçoso em seu desfecho, mas tecnicamente muito bem dirigido, o primeiro longa da carreira de Pascual Sisto poderia ter ido mais além, se perde em si mesmo em seus instantes finais e se encerra como uma oportunidade perdida, tanto para o cineasta, bem como para o público. Incapaz de honrar sua própria ambição, John and The Hole tinha tudo para ser o grande filme de terror psicológico do ano, mas infelizmente corre o sério risco de ser esquecido pelo tempo.
O thriller policial brasileiro ‘As Verdades‘, estrelado por Lázaro Ramos e Bianca Bin, já está em exibição nos cinemas e faz algumas provocações a respeito da cultura da violência contra a mulher, a parti de uma trama bem densa.
Adaptado do aclamado e icônico conto japonês Dentro de um Bosque, de Ryūnosuke Akutagawa, a trama acompanha o policial Josué (Ramos), que tenta desvendar quem é o culpado por um crime cometido contra Valmir – candidato a prefeito de um pequeno município do sertão. Ele tentará descobrir a verdade a partir de três versões diferentes do mesmo ocorrido e descobrirá uma extensa e inesperada rede de intrigas.
E a nossa jornalista Rafa Gomes entrevistou parte do elenco, bem como o diretorJosé Eduardo Belmonte, que revelaram detalhes sobre a nova produção.
A temporada de confinamento e distanciamento social durante quase todo ano de 2020 e ainda parte de 2021 é o ponto de partida de Me Sinto Bem Com Você, lançamento exclusivo da Amazon Prime Video. Longe de questões periclitantes, como desemprego e fome, o cineasta Matheus Souza compôs uma obra intimista, factual e musical, focada em relacionamentos através das telas e a substituição das interações sociais pela sedução das palavras.
Distantes das produções apressadas sobre o período pandêmico do século XXI, Me Sinto Bem Com Vocêpossui um esmero cinematográfico com objetivo de colocar o espectador na conversa dos personagens. Vale ressaltar o primoroso trabalho da produção artística, tanto do visual dos atores quanto dos cenários. As tomadas saem do simples plano da webcam para enquadramentos em detalhes e projeções de luz calorosa, principalmente nas cenas do par protagonista Adriana (Manu Gavassi) e Tom (Matheus Souza), dois aspirantes cineastas e ex-namorados.
Tudo começa com um: “Ei, você está aí?” Quantas pessoas não mandaram mensagens para ex-parceiros durante a quarentena para acalentar a solidão? Ou seja, a identificação pode ser instantânea para os jovens, os quais a maior parte da vida passa fora de casa. O diálogo do casal lembra o roteiro simples e impressionante do primeiro longa-metragem do diretor, Apenas o Fim (2008).
Aliás, o personagem Tom é uma mistura do egocêntrico Tom (Gregório Duvivier), de Apenas o Fim, e o irritante Paulo Ricardo (interpretado pelo próprio diretor), de Tamo Junto (2016). Ao que parece, os protagonistas de Matheus Souza são uma espécie de alter-ego, sempre um estudante, um aspirante ou um jovem cineasta. Assim, o casal passa o tempo a trocar áudios, mensagens e telefonemas para fugir da presença de si mesmos e quem sabe reabrir uma porta dolorosamente fechada.
Em outra conexão, estão duas irmãs: Vanessa (Thuany Parente) e Lívia (Bel Moreira). Separadas por quilômetros de distância, elas realizam chamadas agendadas para passar o tempo. O objetivo, na verdade, é encontrar consolo uma na outra pela prematura partida de sua mãe, além de desenvolverem a herança artística da progenitora. Outros dois pares batalham para manter o contato virtual, apesar do relacionamento casual e recente antes da quarentena.
Um deles é formado pela instagrammer Priscilla (Clarissa Mueller) e a cativante Giovanna (Gabs). Elas formam o par mais bonito em cena, com uma mistura de pureza de sentimento e desejo à flor da pele. Ambas atrizes estiveram no filme anterior do diretor, Ana e Vitória(2018), e, aqui, fazem um belo dueto musical, escrito por Matheus Souza. Já o outro casal é formado pelos jovens Helena (Amanda Benevides) e Eduardo (Richard Abelha), um caso de sexo casual que através da falta de toque torna-se algo muito maior. Eles são responsáveis por um dos momentos mais emocionantes da narrativa.
Para completar o mosaico, o casal de humoristas da vida real Thati Lopese Victor Lamoglia dão vida aos namorados “três anos juntos” Dora e Fernando. Para eles, a convivência constante tornou-se uma tortura mútua. Assim, Matheus Souza monta um diversificado esquema de situações entre trocas de doçuras, farpas, linguajares obscenos e confabulações, por vezes cômicas, por vezes existencialistas.
A casualidade das conversas e o vagaroso desenrolar entre elas acomodam-se de forma relaxante na tela. Alguns personagens adjacentes entram para somar e multiplicar, tal como a mãe de Tom (Priscilla Rozenbaum), na descoberta da bissexualidade na idade madura. Desse modo, Me Sinto Bem Com Você é uma leve expressão audiovisual de emoções enjauladas: apaixonar-se e não poder tocar o objeto de desejo; ter dúvidas sobre a reciprocidade dos sentimentos; e construir confiança no próximo e em si mesmos para poder dialogar.
Em outras palavras, Matheus Souza não sai da sua zona de conforto e traz a sua assinatura em desabafos sobre afeições, piadas de situações práticas e referências pop. Para o cinema nacional, o cineasta destaca-se pelo seu tom autoral, sua maneira fácil de falar da juventude e de abraçar a diversidade em seus últimos trabalhos.
O ator Miguel Angel Silvestre compartilhou no Instagram um vídeo onde revela que o episódio especial de despedida da série já está em pós-produção e vai ao ar ainda em 2018:
“Sense8 está chegando! Sessões de ADR para o episódio final”
O especial de duas horas de ‘Sense8’, que também marca a despedida final do elenco e da trama, quase não aconteceu. A informação foi revelado por Ted Sarandos, o chefe de conteúdos da Netflix.
Em sua entrevista recente para a capa da revista Variety, ele revelou que a princípio, a ideia teria sido rejeitada por Lana Wachowski.
Segundo ele:
“Inicialmente ela havia recusado a proposta. Ela gostaria de ter seguido adiante, mas não estava tão empolgada assim com a ideia de fazer um episódio final de duas horas. O que a ajudou a mudar de ideia foi o clamor dos fãs. Isso fez com que seu desejo de fazer um final definitivo aumentasse bastante”.
Para comemorar o episódio especial de 2 horas que encerrará a jornada de ‘Sense8′, Lana Wachowski, o elenco da série e a Netflix liberaram um vídeo de 15 minutos para agradecer aos fãs por todo o carinho ao redor do projeto.
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