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‘Ogre’: Mãe é atormentada por criatura sinistra no teaser do terror; Confira!

O terror dramático ‘Ogre‘ ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Arnaud Malherbe é responsável pela direção.

Chloé e seu filho Jules, de seis anos, se mudam para a afasta zona rural francesa. Para começar uma nova vida, longe de um passado doloroso, Chloé aceita assumir a escola da vila, que ainda está abalada pelo desaparecimento inexplicável de um garotinho meses atrás. Mathieu, o médico da cidade, logo é atraído à recém-chegada. Enquanto ele se aproxima de Chloé, seu filho Jules fica cada vez mais ansioso. Ele sabe, pode sentir: Mathieu é a fera, que agora quer devorá-lo e levar sua mãe embora.

Ana Girardot, Giovanni Pucci e Samuel Jouy estrelam a produção.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Novo teaser do jogo coloca sobrevivente contra TRÊS assassinos

A Gun Interactive divulgou um novo teaser sinistro do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, destacando o formato assimétrico da produção.

O jogo colocará quatro sobreviventes contra três assassinos – incluindo o icônico Leatherface e outros membros sádicos de sua família.

Confira o teaser:

Com lançamento previsto para 2023, o jogo será lançado para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.

Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”

O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.

“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.

Confira o trailer do jogo:

‘Alone in the Dark’: David Harbour e Jodie Comer vão estrelar novo jogo da franquia

A produtora Pieces Interactive anunciou oficialmente o reboot do jogo ‘Alone in the Dark‘, que contará com os astros David Harbour (‘Stranger Things’) e Jodie Comer (‘Killing Eve’) como protagonistas.

O jogo está programado para ser lançado no dia 25 de outubro – bem a tempo do Halloween.

Para promover o vindouro lançamento do jogo, a produtora já disponibilizou um prólogo intitulado ‘Grace in the Dark‘ – que serve de pré-sequência à história geral, ambientada algumas semanas antes.

Neste capítulo de introdução, os jogadores assumem o controle de Grace Saunders. O objetivo principal é tentar enviar uma carta para Emily Hartwood – personagem da Jodie Comer –, que eventualmente será responsável pelos eventos do jogo principal.

Em comunicado oficial, o diretor Mikael Hedberg explicou o lançamento do prólogo: “Essa foi uma ideia da THQ [Nordic]. Eles queriam fazer um projeto separado como uma forma de marketing, e eu imediatamente soube que era a decisão certa. Foi muito divertido. Espero que todos gostem.”

Vale lembrar que o reboot de ‘Alone in the Dark‘ já está disponível para pre-order. A compra antecipada dará um brinde especial aos jogadores – um pacote de skins –, que resgatará o visual clássico dos personagens.

O jogo também conta com uma versão Deluxe, que inclui filtros vintage de terror, artes digitais e um modo com comentários do diretor.

Grace in the Dark‘ já está disponível para download na Steam, PlayStation 5 e Xbox Series X/S.

‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ deve arrecadar US$ 42-44 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ deve arrecadar em torno de US$ 42-44 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas.

Os números estão no mesmo nível do lançamento do capítulo anterior da saga, ‘Ghostbusters – Mais Além‘, que estreou com US$ 44 milhões no país, em 2021.

O site ainda afirma que o longa arrecadou sólidos US$ 16 milhões na última sexta-feira (22).

Vale destacar, no entanto, que ‘Apocalipse de Gelo‘ recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore – a mesma avaliação recebida pelo criticado reboot feminino de 2016.

Infelizmente, a sequência, que chega aos cinemas nacionais em 11 de abril, também não parece ter agradado os críticos.

No Rotten Tomatoes, a produção registrou somente 43% de aprovação com base em 49 publicações até o momento. A encargo de comparação, o filme anterior conquistou 64% de avaliações positivas.

Confira os principais comentários:

“A mistura desajeitada de nostalgia, sustos, cenários, sinceridade e piadas nunca se concretiza, levando à conclusão de que talvez seja a hora da Sony desistir desse fantasma em particular” – Screen International.

“Tudo no filme é cru e preguiçoso, e podemos esperar que esta franquia seja congelada por muito tempo” – Little White Lies.

‘Apocalipse de Gelo’ é uma melhoria notável em relação a ‘Mais Além’ – engraçado, bobo e um pouco assustador, com seus bolsos cheios de bugigangas feitas à mão e excursões ocasionais ao reino da pseudo-mitologia e da parapsicologia” – Independent (UK).

Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ corre sobre gelo fino, sobrecarregado com ideias díspares e sem inspiração” – IGN Movies.

‘Apocalipse de Gelo’ é arrastado por sua obsessão pelo passado” – Cleveland Plain Dealer.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Gil Kenan (‘A Casa Monstro’), o filme tem indicação etária PG-13 (isto é, para maiores de treze anos), em virtude de “ação/violência sobrenatural, linguagem e referências sugestivas”.

A encargo de comparação, o título anterior também teve a mesma classificação.

A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.

O novo filme contará com o retorno de Ernie Hudson, Mckenna Grace, Paul Rudd e Carrie Coon, além de introduzir Patton Oswalt, Kumail NanjianiJames Acaster e Emily Alyn Lind.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Nicholas Hoult revela como foi gravar ‘Nosferatu’ ao lado de 5 mil RATOS: “Fedorento”

Em entrevista ao The Graham Norton Show, Nicholas Hoult (‘O Menu’) comentou sobre como foi gravar o remake de ‘Nosferatu‘ ao lado de 5 mil ratos.

O ator revelou que Bill Skarsgård teve que compartilhar um caixão com alguns deles, e agradeceu por não precisar interagir com os pequenos roedores.

“Acho que nós tivemos uns 5 mil ratos [durante as filmagens]. Alguns deles eram muito bem treinados. Lembro de quando eu abri o caixão, e o Bill [Skarsgård] estava deitado lá, havia ratos lá dentro. Ele estava trancado lá dentro com ratos, e eu fiquei tipo: ‘Vou ficar errando essa cena pra ele continuar lá’.”

Ele completa, “Quando entramos naquele lugar, havia 5 mil ratos. Eles quase formavam um tapete. Um tapete de ratos. Era um pouco fedorento. Ouvi alguém dizer que eram ratos incontinentes, e pareceu muito inteligente. Eles eram ratos; mijavam e defecavam em todo lugar. Felizmente, eu só tive que passar por eles.”

Anteriormente, o diretor Robert Eggers também havia comentado sobre como foi trabalhar com esses animais: “Uma grande parte dos ratos foi treinada para entrar no momento certo. Eu acho que, nas cenas em que tínhamos milhares de ratos, isso não é tão desafiador. A grande dificuldade foi que tivemos que contê-los para sua segurança com vidro acrílico, que você não vê na câmera. E depois, os ratos ao fundo se tornam CGI. Mas acho que foi mais desafiador foi para Emma Corrin, que teve que ter ratos vivos colocados em seu corpo.

PETA protestará contra ‘Nosferatu’ em defesa dos ratos: “Eles não causaram a peste negra”

Nosferatu‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Timothée Chalamet desafia o impossível no trailer LEGENDADO da cinebiografia ‘Marty Supreme’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer legendado de ‘Marty Supreme‘, cinebiografia estrelada por Timothée Chalamet como o lendário jogador de pingue-pongue Marty Reisman.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é assinado pelo diretor Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘A Morte do Demônio’: Bruce Campbell DESCARTA retorno em futuros filmes da franquia

Em entrevista ao Detroit Free Press, Bruce Campbell (‘Vampiros em Fuga’) revelou que não tem planos para retornar à franquia ‘A Morte do Demônio‘.

O ator, que interpretou o icônico sobrevivente Ash Williams nos filmes originais, na série ‘Ash vs. Evil Dead‘ e até mesmo no finado jogo assimétrico baseado na saga, acredita que seu personagem ficou no passado.

“Nós fizemos três coisas [com a franquia]: nos afastamos da cabana, nos afastamos de Sam Raimi e nos afastamos de Ash e Bruce Campbell. Felizmente, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ arrecadou mais dinheiro do que qualquer outro filme da saga, e isso validou o fato de que podemos nos afastar destes elementos originais.”

Ele completa, “Você precisa encontrar um novo público. Essas novas iterações são Hollywood, são filmes de estúdio agora. Não são mais filmes indie. Foi aí que eu percebi que minha presença já não era mais necessária.”

Vale lembrar que o próximo filme da franquia, intitulado ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn), será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Dave Franco chorou “incontrolavelmente” durante gravações de ‘LEGO Ninjago – O Filme’

A animação ‘LEGO Ninjago – O Filme‘ promete muita diversão e humor, mas para o ator Dave Franco, um momento particular da produção foi – literalmente – de chorar.

Durante uma entrevista recente, o astro revelou que chegou a ficar em prantos durante as gravações de suas falas com Justin Theroux.

De acordo com ele, o momento em questão era bem simbólico e o distraiu:

“A primeira vez que eu e Justin fomos para a cabine de gravação, nós fizemos uma cena de pai e filho bem intimista. De repente eu me peguei chorando incontrolavelmente, muito mais do que quando eu interpretei um garoto tentando se livrar do vício de heroína. E então, nós terminamos de gravar as falas e quando fui observar o ambiente, algo diferente pairava no ar. Foi aí que eu me dei conta de que eu estava interpretando uma pecinha de lego verde e precisava segurar a onda”.

Nesta grande aventura de Ninjago, a batalha por Ninjago City chama para a ação o jovem Lloyd, também conhecido como o Ninja Verde, junto com seus amigos, que são todos guerreiros secretos e LEGO Master Builders. Conduzidos pelo mestre Wu do kung fu, ele devem derrotar o vilão Garmadon, o indivíduo mais perverso de todos os tempos e que ainda é o paizinho de Lloyd. O confronto épico testará esta equipe feroz e indisciplinada de ninjas modernos que devem aprender a controlar seus egos e a se reunir para liberar o seu verdadeiro poder.

O elenco de dublagem ainda conta com Dave Franco como Lloyd, Michael Peña como Kai, Abbi Jacobson como Nya, Kumail Nanjiani como Jay, Zach Woods como Zane e Fred Armisen como Cole.

O novo projeto também é considerado um spin-off de ‘Uma Aventura LEGO‘, que chegou aos cinemas mundiais em fevereiro de 2014.

Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas de ’Uma Aventura LEGO’, vão cuidar da produção, enquanto Charlie Bean (‘Tron: Uprising‘) será o responsável pela direção.

The LEGO Ninjago‘ tem estreia marcada para setembro de 2017.

 

Disney prepara contra proposta para superar oferta em dinheiro feita pela Comcast a Fox

A Disney não está disposta a perder a fusão com a Fox e já está preparando uma contra proposta para superar a oferta em dinheiro vivo feita pela Comcast, dona da Universal.

Segundo o portal CNBC, a Casa do Mickey está se “ajustando financeiramente”, caso a potencial proposta feita pela concorrente se torne uma genuína ameaça para a formalização de seu acordo.

A publicação ainda pontua que a Disney estaria preparada para oferecer uma parcela significativa em dinheiro vivo, como parte do ajuste do acordo, caso a Fox faça essa exigência.

Vale ressaltar que a Comcast já ofereceu um valor superior ao da Disney e a empresa pretende seguir adiante com essa oferta, caso um juiz federal decida em favor da empresa de telecomunicações AT&T, que está tentando fechar um acordo de US$ 85 bilhões em uma fusão com a gigante Time Warner.

Decisão final

A Walt Disney e a 21st Century Fox agendaram a data de 10 de julho para que os acionistas decidam se vão ou não vender seus ativos para o estúdio em questão ou se vão considerar a potencial oferta da Comcast.

Caso a proprietária da Universal decida fazer sua proposta antes da votação, a Fox deve adiar ou suspender a reunião em questão, para que os acionistas tenham um tempo maior para avaliar, ponderar e deliberar antes de qualquer revelação decisiva.

Na lista de aquisições da Comcast, encontra-se a empresa NBC Universal, a produtora de animações DreamWorks e várias outras empresas.

Embora a proposta da Comcast seja visivelmente maior e melhor, é possível que a escolha pela Disney tenha em partes a influência de produtos culturais de grande porte, como as produções do Marvel Cinematic Universe (além de, claro, alguns termos burocráticos). Vale ressaltar que parte dos personagens da marca de quadrinhos pertencem a Fox e a que a fusão das empresas permitiria que quase todo o hall de heróis estivessem sob o domínio de apenas um estúdio.

 

 

Netflix lança sua própria revista para tentar conquistar mais prêmios

A Netflix vai lançar sua própria revista, a fim de promover suas produções originais, à medida que também a ajude a conquistar mais estatuetas nas principais premiações do ramo. A  informação foi revelada pela Bloomberg.

Segundo a matéria, a publicação – que será intitulada Wide – tem o objetivo de ser um periódico para a indústria, que não apenas auxiliará a conseguir mais apoio para premiações como o Emmy Awards, mas também exercerá a função de divulgar, em uma escala significativamente maior, suas novas produções e os títulos que estão chegando ao streaming.

Wide terá notícias, matérias, artigos e entrevistas relacionadas às séries da Netflix, seus criadores, bem como às estrelas que atuam nas produções.

A revista vem em um momento bem propício, considerando que a votação para a escolha dos indicados ao Emmy Awards 2019 acontece no mês de junho. Com a publicação em circulação antes do período, o impacto desejado pode surtir efeito ainda mais rápido.

Vale ressaltar que a Netflix foi a líder de indicações no Emmy 2018, mas ainda está em busca de estatuetas nas grandes categorias, como Melhor Drama e Melhor Comédia.

 

‘Killing Eve’: Villanelle e Eve se enfrentam em bela imagem dos bastidores; Confira!

A 3ª temporada de Killing Evesegue a todo vapor e a protagonista Sandra Oh compartilhou uma nova imagem dos bastidores, onde ela e a atriz Judie Comer se enfrentam em um ônibus em movimento.

Confira, com a promo do próximo episódio:

 

Ver essa foto no Instagram

 

I love this shot. Not so easy shooting on a moving bus! Read article link in bio

Uma publicação compartilhada por Sandra Oh (@iamsandraohinsta) em

“Eu amo essa foto. Não é tão fácil gravar em um ônibus em movimento!”

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Rock ‘Em Sock ‘Em Robots’: Vin Diesel vai estrelar filme baseado em popular jogo da Mattel

O astro Vin Diesel já possui um novo projeto em desenvolvimento e segundo a revista Variety, ele vai estrelar e produzir uma versão live-action do popular jogo da Mattel, Rock ‘Em Sock ‘Em Robots.

Ryan Engle, o mesmo roteirista responsável por ‘Rampage: Destruição Total, assinará o roteiro da produção.

Na trama, pai e filho criam um elo de ligação inexplicável por de uma máquina avançada.

O longa será produzido pela Universal Pictures, em parceria com a Mattel Films. Vale lembrar que ambas as empresas já possuem outros projetos engatilhados, baseados em outros jogos e brinquedos, como a Barbie, Barney, Hot Wheels e Magic 8 Ball.

Novas informações sobre o projeto devem ser divulgadas em breve.

 

Animale | Conheça o aclamado terror francês inspirado em ‘Buffy, a Caça Vampiros’, em cartaz no Festival Filmes Incríveis

Uma viagem pelos átrios do cinema mundial, o Festival Filmes Incríveis chegou ao REAG Belas Artes de São Paulo com uma proposta autêntica e fora do comum, para levar os cinéfilos a um novo e inimaginável universo cinematográfico. Entre dramas atemporais e longas de gênero como ‘Animale‘, o evento é um convite ao inesperado e introduz um catálogo de produções originais pouco conhecidas, que chegam às telonas de forma inédita no Brasil.

Patrocinado pelo programa Desenvolve São Paulo, pela Secretaria do Estado de São Paulo e pelo Ministério da Cultura, o festival reúne obras de países como Irã, Romênia, Arábia Saudita, Geórgia, Índia e França. E foi de Camarga, região sul francesa, que nasceu ‘Animale’, terror fantástico dirigido e roteirizado por Emma Benestan. Explorando a famigerada e tradicional corrida de touros que acontece anualmente na região, o longa aborda temas mais complexos e profundos a partir da dinâmica entre o ser humano e a estrondosa ferocidade de uma besta selvagem.

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Na trama, Nejma é uma jovem de 22 anos que treina pesado para realizar seu sonho de vencer a competição local de touradas. Quando é atacada após uma comemoração, ela começa a perceber mudanças perturbadoras em si. E a notícia de um descontrolado e violento touro à solta agrega ainda mais tensão ao cenário, deixando sua comunidade aterrorizada, à medida em que jovens homens começam a ser assassinados, sem qualquer sinal do periogoso animal.

E em uma entrevista ao CinePOP, a cineasta Emma Benestan refletiu sobre seu mais novo terror e sobre sua original abordagem de temas feministas a partir das tradicionais touradas. Segundo a artista, o objetivo era ir além do óbvio, convidando a audiência para diversas reflexões que englobam o escopo psicoemocional, relacional e até mesmo ecológico.

“Eu quis abordar essas tradições e a cultura de touradas, coisas que são muito fortes em diversas partes do mundo e que dispertam inúmeros sentimentos nas pessoas. Uns amam, outros se incomodam e alguns até mesmo machucam esses animais. E acho que há algo a ser aprendido aqui a partir da ótica do touro. É uma ótima maneira de falarmos sobre preservação ambiental sem tornarmos o filme uma conversa chata e repetitiva sobre ecologia. E usei o touro como esse elemento chave justamente por seu histórico de associação à força masculina. Como meu objetivo era trazer um olhar mais feminista através da trama, essa figura seria um excelente contraste para isso”, ponderou Benestan.

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Brincando com elementos da fantasia, do suspense e do drama, ‘Animale‘ ainda faz reverência aos clássicos filmes de monstro, celebrando também a originalidade da amada série ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘. Para Emma, a ideia era explorar questões reais a partir de uma ótica fora do comum, referenciando o cinema de gênero:

“‘Animale‘ foi muito inspirado em clássicos do terror e em filmes de vampiros, mas especialmente em ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘. Eu cresci assistindo a essa série e ela teve um papel muito importante na minha vida. E eu queria unir esse gênero a uma temática feminista, através de uma personagem que fosse fora do padrão e não fosse da vida real”.

Enriquecido por um minucioso trabalho de efeitos práticos, ‘Animale‘ ainda conquista o público pelo realismo na transformação de sua personagem. Construir as mudanças em Nejma foi um dos aspectos mais importantes do longa, conforme ponderou a cineasta. Ao longo da entrevista, ela refletiu sobre como o CGI tem destruído o cinema contemporâneo e ainda deu detalhes do seu processo criativo.

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“Eu concordo completamente que o uso excessivo de efeitos visuais tem destruído o cinema como o conhecemos e no caso de ‘Animale‘, era importante que sentíssemos o corpo dessa heroína. Esse era o cerne daquilo que queria dizer, nesse corpo traumatizado e que se transforma. E por isso foi muito importante para mim que sentíssemos o pêlo, a pele, o olho – que também aparece diferente. Isso foi um desafio real, porque as cenas de transformação são muito importantes no corpo da Nejma. Eu trabalhei com alguém que construísse essa besta e com a atriz, para que ela habitasse nessa criatura, para que criássemos algo corporal e sensorial, a fim de que sentíssemos isso ao assistir ao filme, principalmente a violência de sua transformação”, concluiu Benestan.

Os filmes do festival foram escolhidos através da curadoria do Belas Artes Grupo, levando em consideração longas que valem a pena serem vistos no cinema e que nem sempre chegam ao circuito nacional. Além disso, essas 20 produções trazem histórias bem contadas com um apuro estético e formal.

O Festival Filmes Incríveis segue até o dia 14 de agosto no REAG Belas Artes, na Rua. da Consolação, 2423 – Consolação.

Tóquio aparece destruída em novo pôster de ‘Círculo de Fogo: A Revolta’

Círculo de Fogo: A Revolta’ ganhou um novo pôster internacional mostrando Tóquio destruída. Confira:

A sequência de ‘Círculo de Fogo’ também ganhou um vídeo especial legendado que relembra o Legado da Franquia.

Assista:

‘Círculo de Fogo 2’: John Boyega aparece de Jaeger azul em novas fotos do set

Charlie Hunnam, que interpretou Raleigh Beckett no primeiro filme, desistiu da sequência por “conflitos de agenda”.

O elenco conta com Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’).

O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

O longa original foi sucesso absoluto nas bilheterias da China, e tendo em vista que eles são fascinados por robôs gigantes (vide ‘Transformers‘), o projeto poderá funcionar e muito por lá.

Círculo de Fogo teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.

Crítica com spoilers | ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’ encerra o DCEU de forma agridoce

Já está nos cinemas a nova – e última aventura – de Jason Momoa como o rei de Atlântida. Aquaman 2: O Reino Perdido marca a despedida do Universo Estendido DC, no ano que seriam comemorados seus dez anos de existência. Sabendo disso, parte do público já torceu o nariz para o filme, porque esses últimos anos venderam aos fãs esse conceito de que longas só prestam se servirem ao ‘propósito maior’ do universo cinematográfico compartilhado. Quem não deu a mínima para isso foi o diretor James Wan, que aproveitou a chance para contar sua história do jeitinho que quis. Não que isso garanta a qualidade de um filme, mas é sempre bom ver diretores exercendo sua liberdade criativa nas telonas.

Ao longo de pouco mais de duas horas, o público pode acompanhar tudo aquilo que fez sucesso no longa anterior ser trabalhado no mesmo esquema, quase como uma receita de bolo. Jason Momoa exalando carisma? Confere. Diálogos canalhas, cafonas e engraçados? Confere. Vasta vida marinha interagindo com os heróis? Confere. Uma viagem inesperada ao deserto? Confere. Uma floresta escondida no meio do nada com fauna e flora pronta para matar os visitantes? Confere.

Wan fez quase um reboot do primeiro longa, mas sem conseguir imprimir o mesmo ritmo, que foi um dos principais responsáveis por Aquaman (2018) conquistar público e crítica. Na aventura original, o diretor e roteirista se apoiou no universo de Júlio Verne para criar um mundo mágico fascinante. Tudo era trabalhado na bioluminescência e no conceito de explorado o desconhecido. Na sequência, porém, o visual perde um pouco do encanto, porque tudo passa aquela sensação de ‘já vi isso antes’. Isso parece refletir um pouco do momento que vivem as produções com super-heróis, e o diretor faz questão de abraçar isso para fazer um filme que aceita ser brega e não faz muito esforço para tentar surpreender uma audiência que aparentemente já viu de tudo.

Essa repetição já era esperada, porque os vilões do filme são exatamente os mesmos do primeiro filme. O Arraia Negra e o Orm, que tem seu arco de redenção, apesar de ser vilanizado brevemente na reta final, retornam. O primeiro não tem o menor desenvolvimento, permanecendo exatamente o mesmo, enquanto o segundo tem sua redenção trabalhada de forma natural e divertida.

Patrick Wilson, inclusive, se destaca por realmente trabalhar uma atuação, principalmente quando posto ao lado do Momoa, que é praticamente ele mesmo fazendo suas ‘Momoísses’ por duas horas. O cara é carismático, divertido e parece reunir todos os estereótipos possíveis de um chefe de torcida organizada. E isso é excelente, porque James Wan adora o Jason e explora isso bastante. Teve um momento completamente aleatório que foi um Jason Momoa in a Nutshell”. Ele está mostrando o mundo para seu bebê em uma sequência dele bebendo cerveja, comendo hambúrguer e dando cavalo de pau na moto. É divertido demais. Wilson, por outro lado, transiciona do irmão ressentido para o irmão compreensivo, mostrando raiva, desconfiança e arrependimento muito bem.

A diferença e grande coração dessa sequência é o núcleo familiar do Aquaman. O herói virou pai de um bebê fofíssimo que dá a ele novas prioridades na vida. Por alguns momentos, Arthur ensaia mudar seu estilo de vida, usando o pequeno Arthur Jr. como desculpa para fugir das politicagens do mundo submarino. E é muito divertido ver como o bonachão dos oceanos começa a abrir mão de certas ações para se dedicar a criar o príncipe marinho. Wan conseguiu sintetizar bem a ideia do ‘pai solteiro’, fazendo uma montagem bastante divertida. E como os rumores indicavam que o bebê seria brutalmente assassinado na trama, ele te conquista muito rápido e te deixa apreensivo a cada momento, porque o pobre do Arthur Jr. é muito carismático também.

Feliz ou infelizmente, os rumores de que o filme seria o fim da família Curry não se concretizaram. Não morre ninguém, apesar do pai ficar gravemente ferido. Inicialmente, essa decisão poderia significar uma ação covarde da direção. Mas parando pra pensar, não faria sentido pesar tanto o clima para encerrar um ciclo que não terá mais desenvolvimento depois. Não há dúvidas de que se fosse haver um Aquaman 3, Wan teria matado o pai e o bebê, explorando os impactos do luto na próxima aventura. Mas aqui? Pra que concluir a jornada do herói mais carismático do DCEU com mortes e perdas? Pode desagradar a alguns, mas entendo como opção do diretor de dar um final feliz para um personagem querido.

Voltando a falar da vilania, o novo núcleo do Arraia Negra é divertido e sintetiza bem a visão de James Wan para o projeto. Yahya Abdul-Mateen II é um excelente ator e tem muita presença de tela. Porém, ele não ganha muito para trabalhar em cima. Seu vilão quer vingança e isso é tudo que basta. Desta vez, ele ganha uma dose extra de poder com o Tridente Negro, que é possuído por um rei morto e amaldiçoado que busca liberdade de seu cárcere sobrenatural. Tanto como humano quanto como criatura possuída, Yahya tem interpretação bastante regular, cumprindo seu papel de cara mau cheio de ódio.

Junto a ele, Randall Park segue divertidíssimo em mais uma participação como coadjuvante em filme de herói. Aqui ele faz um cientista relutante que foi iludido pela possibilidade de conhecer mundos inexplorados e acabou contribuindo para um plano de dominação mundial. Cada aparição dele é comédia purinha, suavizando um pouco das maiores atrocidades cometidas pelo Arraia. Ah, ele consegue ter mais destaque do que a Amber Heard, que teve sua participação como Mera extremamente reduzida, em meio as polêmicas do julgamento. Veja bem, ela aparece até que bastante tempo, mas só abre a boca para falar alguma coisa em umas cinco oportunidades. Sério, juntando todas as aparições, a Mera não chega a um minuto de diálogo. É como se sua figura estivesse lá, mas a personagem em si, não.

Em meio a suas breguices propositais, Aquaman 2: O Reino Perdido tem momentos de pura diversão e aventura, menos inventivas e inspiradas que no longa anterior, mas que garantem um bom entretenimento. O humor de James Wan é muito cativante e até mesmo provocativo. E nada sintetiza isso melhor do que a tão falada cena pós-créditos do longa. Depois de dez anos acompanhando um universo errante, que saiu de nada pra lugar nenhum, comandado por acionistas que só visavam o lucro imediato, nada mais significativo do que a última cena do Universo Estendido DC ser um sanduíche de barata. Foi a risada final, quase constrangida, do diretor ante a bagunça em que se meteu. No apagar das luzes, o DCEU trouxe mais um filme bobinho, divertido e que assim como o universo em questão, tinha muito mais potencial, mas se contentou com um tradicional filme Sessão da Tarde.

Aquaman 2: O Reino Perdido está em cartaz nos cinemas.

Primeiras Impressões | ‘How To Be a Carioca’ – Série da Star+ traz Jeitinho Carioca para o Mundo [Festival do Rio 2023]

O audiovisual tem poder semiótico para impactar no imaginário coletivo. Por isso, muitas nações acabam investindo em construir, por exemplo, peças publicitárias que demonstrem as belezas de seu território, de sua cultura, na intenção de atrair investidores e turistas dispostos a conhecer o país/cidade e, consequentemente, chamar mais pessoas. E, em se tratando de Rio de Janeiro, sabemos que suas belezas naturais são frequentemente obscurecidas por noticiários que retratam a violência cotidiana. Entre o caos e o paraíso, vive o carioca (palavra do Tupi antigo que significa “cari” – o homem branco – e “oca” – casa). Nesta terra onde faz calor até no inverno, o carioca aprendeu a se virar com um jeitinho muito especial – e que agora vem registrado na sérieHow To Be a Carioca’, nova produção da Star+ que chega aos assinantes a partir do próximo 18 de outubro e que teve pré-estreia especial dentro do Festival do Rio 2023.

Dividido em seis episódios com pouco menos de quarenta minutos, cada capítulo retrata uma história diferente, que pode ser assistida em qualquer ordem ou maratonada de uma vez só. No primeiro episódio conhecemos Irene (Verónica Llinás), uma argentina que acaba de perder a mãe e descobre que a última vontade dela era que suas cinzas fossem jogadas aos pés do Cristo Redentor. Contrariada, Irene vem ao Rio tentar resolver esta questão, mas descobre, com a ajuda de sua amiga Graciela (a hilária Andrea Frigerio), que, inacreditavelmente, somente se tornando amiga de Luiz Henrique (Douglas Silva) ela irá conseguir realizar o desejo de sua mãe. Neste capítulo é trabalhado o tema da fé em diversas matrizes religiosas, mostrando o quão diverso e misturado é a fé carioca.

Já o segundo episódio conta a história de Mathias (Peter Ketnath), um maestro alemão que vem ao Rio de Janeiro conduzir uma peça, mas, perfeccionista, não consegue se concentrar em todo o seu autocontrole dentro do caos efervescente que é a capital do Rio de Janeiro. Uma vez diante de sua orquestra, Mathias perceberá que o jeitinho carioca de Renata (Raquel Villar, ótima no papel), a produtora local do evento, faz com que tudo seja mais leve e mais prático numa cidade em que as coisas não funcionam nem na teoria.

Adaptado do livro homônimo e esgotadíssimo, a série de Carlos Saldanha (esse incansável diretor cuja missão de vida é apresentar o Brasil ao mundo, responsável pela trilogia ‘Rio’ e também por detrás da sérieCidade Invisível’) traz um dos nomes brasileiros mais conhecidos no mundo pop atual – Seu Jorge – como uma espécie de Deus onipresente que encontra os protagonistas em seus perrengues e, tal qual o mentor da jornada do herói, demonstra ao personagem como funcionam as coisas na lógica carioca de sobrevivência.

Com muito humor a série traz um panorama de muitos bairros do Rio de Janeiro sem se furtar de demonstrar, também, os problemas frequentes que fazem parte do cotidiano de quem vem para a cidade, como o excesso de trânsito, carros apertados em vagas pequenas e bagagens extraviadas. A direção de fotografia consegue captar a essência da cidade e apresentar todo o calor das ruas cariocas ao espectador do mundo inteiro. ‘How To Be a Carioca’ funciona como um Rio de Janeiro tipo exportação para os assinantes da Star+ ao redor do mundo e também para o assinante carioca reconhecer seu perrengue diário nas telonas. Uma série divertida, bonita de se ver e com uma trilha sonora impecável. Porque o melhor do Rio de Janeiro é mesmo o carioca.

‘The Lost Boys’: Irmãos Frog serão Irmãs Frog na nova série da CW

No mês passado, a CW encomendou um piloto para The Lost Boys, série baseada em um roteiro de Heather Mitchell. Mitchell também será produtora executiva ao lado de Rob Thomas, Dan Etheridge, Mike KarsBill BindleyRebecca Franco.

Hoje, o site Collider divulgou que a nova adaptação da clássica história terá mudanças grandiosas: os Irmãos Frog (interpretados por Corey FeldmanJamison Newlander) serão, na verdade, as Irmãs Frog.

Confira a sinopse da série:

Bem-vindo à ensolarada costa de Santa Carla, lar de calçadões maravilhosos e de todo o algodão-doce que puder comer… E um submundo secreto de vampiros. Depois da morte de seu pai, duas irmãs se mudam para a cidade com a mãe, esperando começar uma vida nova na cidade em que cresceu. Mas elas cada vez se envolvem no sedutor mundo da eterna juventude vampiresca de Santa Carla.

O clássico filme, intitulado Os Garotos Perdidos, foi dirigido por Joel Schumacher em 1987. A série não tem previsão de estreia ainda.

‘Green Eggs and Ham’: Série animada da Netflix ganha data de estreia e primeiras imagens; Confira!

A série ‘Green Eggs and Ham‘, que adapta o livro homônimo do escritor Dr. Seuss, ganhou sua data de estreia: no dia 08 de novembro deste ano, a primeira temporada completa (formada por 13 episódios) será lançada na Netflix.

E isso não é tudo. Além do lançamento, a plataforma de streaming também divulgou as primeiras duas fotos da produção.

Confira:

O elenco é formado por Adam DevineMichael DouglasIlana GlazerDiane KeatonKeegan-Michael KeyEddie IzzardJeffrey WrightJillian BellJohn TurturroTracy MorganDaveed Diggs.

Jared Stern é o criador da série. Ellen DeGeneres entra como produtora executiva e chamou a nova série de “audaciosa”.

Segundo o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, a adaptação “é uma série original muito ambiciosa, com qualidade de longa metragem”.

‘Outer Banks’: Depois do trailer, confira o pôster oficial e novas imagens da série

Depois do trailer oficial, a Netflix divulgou novas imagens e um pôster incrível da série Outer Banks.

Confira:

O show foi criado por Jonas PateJosh PateShannon Burke.

A história coming-of-age gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

Outer Banks estreia no dia 15 de abril.

‘No Escape’: Terror estilo ‘Escape Room’ ganha pôster ARREPIANTE; Confira!

O terror ‘No Escape‘ ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Dirigido por Will Wernick, o longa originalmente era intitulado Follow Me.

Uma personalidade das redes sociais viaja com seus amigos para Moscou para gravar novo conteúdo para os seus seguidores. Sempre excedendo seus limites em busca de uma nova audiência, eles entram em um mundo frio de mistério, excesso e perigoso. Quando as linhas entre vida real e rede social ficam borradas, o grupo deve lutar para escapar e sobreviver.

O elenco conta com Keegan Allen, Holland Roden, Denzel Whitaker, Kimberly Quinn, Siya e Ronen Rubinstein.

O terror será lançado direto em VOD no dia 18 de setembro.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Guppy passa por intenso treinamento em novo vídeo de bastidores; Confira!

Em seu Instagram oficial, o diretor e roteirista Robert Rodriguez divulgou um novo vídeo de bastidores da aventura Pequenos Grandes Heróis, em que a jovem intérprete de Guppy, Vivien Lyra Blair, faz acrobacias incríveis durante o set de filmagens.

Confira:

O filme já está disponível no catálogo da Netflix.

Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

‘Only Murders in the Building’: Série com Selena Gomez e Steve Martin ganha teaser e data de estreia; Confira!

Hulu divulgou hoje (18) o primeiro teaser trailer oficial de Only Murders in the Building, série criminal estrelada por Selena GomezSteve MartinMartin Short.

O vídeo também revela a estreia da produção: 31 de agosto de 2021.

Confira:

Co-criado e escrito por Martin e John Hoffman, ‘Only Murders In The Building‘ segue três estranhos (Martin, Short e Gomez) que compartilham uma obsessão com crimes e assassinatos e de repente se vêem envolvidos em um.

Aaron DominguezAmy Ryan completam o elenco.

‘Eternos’: Novo filme do MCU ganha belíssimo cartaz em IMAX; Confira!

Eternos’, novo e aguardado filme do Universo Cinemático Marvel, ganhou um belíssimo cartaz em IMAX.

Confira:

Lembrando que o longa chega que chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Grey’s Anatomy’: Skylar Astin entra para o elenco da 18ª temporada

Segundo a Variety, o ator Skylar Astin foi escalado para a 18ª temporada do popular drama médico ‘Grey’s Anatomy’.

As informações indicam que Astin dará vida a Todd Eames, um personagem regular descrito como “charmoso e bonito, com uma alma gentil. Eames tem pós-doutorado em ciências ambientais e adora uma boa planilha. Ele é bem próximo à irmã, que é uma paciente grávida no Grey Sloan Memorial”.

O ator fará sua estreia na série no dia 24 de março, com o 13º episódio da temporada.

Lembrando que ‘Grey’s Anatomy’ já foi renovada para o 19º ciclo.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens, Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill  e Scott Speedman.

‘The Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg terá estreia MUNDIAL no Festival de Toronto

Steven Spielberg está pronto para levar sua própria vida às telonas com o ambicioso projeto semi-autobiográfico ‘The Fabelmans’ – e, agora, foi anunciado que o filme terá sua primeira exibição oficial muito em breve.

O longa-metragem fará sua estreia mundial no Festival Internacional de Toronto, que acontece entre os dias 08 e 18 de setembro de 2022 (via Collider).

Essa será a primeira aparição de Spielberg no evento.

O elenco é formado por Sam Rechner, que dará vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que será uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que será uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’‘Harry Potter’‘Indiana Jones’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

Artigo | ‘Colette’ é um dos melhores filmes de Keira Knightley que você provavelmente não conhece

Keira Knightley é conhecida por seus inúmeros papéis em dramas e aventuras de época. Apenas ao ouvir seu nome, conseguimos associá-la a uma das franquias mais rentáveis do cinema contemporâneo, Piratas do Caribe’, além de nos recordarmos de suas performances aplaudíveis em Orgulho e Preconceito’ e Anna Karenina’. Além de sua sedutora versatilidade, a atriz é dotada de um carisma instantâneo em cena, o qual é um dos grandes responsáveis por transformá-la na queridinha de grande parte do público. E após ter feito uma aparição em O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos’, adaptação em live-action da Disney massacrado pela crítica, ela retornou ao seu patamar artístico com a cinebiografia Colette, baseada na vida de uma das escritoras francesas mais controversas do início do século XX. 

O filme gira em torno da personagem-título, uma jovem campesina cuja família não é dotada de grandes riquezas materiais. Ainda que seja protegida pela ama Sido (Fiona Shaw), a qual acredita que ela deve se casar por amor e com alguém de respeito, ela sabe que deve encontrar alguém que eleve seu nível social, mas acaba por se envolver com o crítico e escritor Willy (Dominic West), um dos solteiros mais cobiçados de toda a Paris. A união indesejada faz com que ele perca sua herança e que Gabrielle (Knightley), seu nome de batismo, seja malvista nos lugares que passa a frequentar – festas, eventos beneficentes e óperas -, sendo considerada uma oportunista. Além disso, as coisas não vão financeiramente muito bem, visto que Willy não tem uma publicação com boas vendas há algum tempo e Gabrielle só consegue ajudá-lo na transcrição de cartas. 

Acontece que o autor na verdade não é responsável pela criação das suas narrativas, contratando escritores-fantasmas que poderão terminar em tempo recorde suas brutas ideias. Eventualmente, ele descobre que pode usar as incríveis habilidades imaginativas de sua agora esposa para aumentar a renda e recuperar sua reputação nos inúmeros círculos sociais do qual faz parte. E assim, Gabrielle cria inúmeras aventuras envolvendo a personagem Claudine, que na verdade é uma extensão de si própria e de suas memórias de infância. Ainda que saiba que não terá seu nome publicado – afinal, mulheres no mercado literário não eram bem-vistas na Europa da belle époque -, ela adota o pseudônimo de Colette, desejando assim ser chamada por todos os seus amigos e inclusive por seu marido. 

O drama familiar na verdade é bem mais complexo do que aparenta. Apesar da frágil e conhecida premissa, o diretor Wash Westmoreland é capaz de criar uma ambientação sólida e segura para o desenvolvimento de cada um dos personagens – e sim, eles são vários. Entretanto, diferente do que poderíamos pensar, a saturação excessiva dá lugar a escolhas bem feitas de presença e protagonismo, sempre convergindo as múltiplas subtramas para o casal principal. É claro que, além de uma habilidosa mão na cadeira principal, Westmoreland é auxiliado por um roteiro competente supervisionado por Richard Glatzer, com o qual colabora novamente três anos após o tour-de-force Para Sempre Alice. 

A dupla, como já nos provado no longa protagonizado por Julianne Moore, é capaz de extrair o melhor de seu elenco através de diálogos eximiamente estruturados e uma composição técnica hábil. A história de Colette passa por altos e baixos, culminando em uma autoaceitação desafiadora para os padrões da época, incluindo acerca de sua orientação sexual. Após o inesperado sucesso de seus livros, ela percebe que o marido não a ama mais, e sim se apaixonou por Claudine e por todos os benefícios que ela trouxera à sua vida. Apesar de se manterem casados, evitando assim quaisquer escândalos destrutivos, Colette e Willy se afastam e passam a viver em segredo seus mais íntimos desejos: a protagonista, em dado momento, se apaixona pela nobre Mathilde “Missy” de Morny (Denise Gough), um nome visto com depreciação pelo modo masculinizado de se vestir e por representar uma das primeiras figuras a abertamente falar sobre transexualidade (cujo tema só ganharia nome décadas depois). 

A atmosfera paradoxal da vida da heroína predispõe-se de temas contemporâneas, como o supracitado, o feminismo e a renegação de valores sociais tradicionalistas e burocráticos. Tais elementos catárticos ganham uma profunda reflexão na fotografia, a qual se inicia com uma perspectiva mais difusa e onírica, transitando para a penúria de uma composição mais sombria e sóbria, tão realista que chega a ser angustiante, enquanto persegue Colette em seu coming-of-age. Apesar de finalmente se encontrar como artista, ela ainda sente que algo lhe falta, e a comprovação desse buraco existencial vem no momento em que Willy, pensando apenas em si próprio, vende os direitos autorais da série de livros de Claudine a preço de banana. É nesse momento que ela percebe que seu ex-marido não pensaria duas vezes antes de trocá-la por algo material – e então, saindo sem olhar para trás do apartamento, ela finalmente encontra quem realmente é. 

O longa não é desprovido por completo de deslizes. Encontrando uma perfeição narrativo-estética emocionante com a chegada da segunda parte, o primeiro ato move-se numa fragilidade rítmica complicada até mesmo de ser analisada. Por vezes, a câmera de Westmoreland permanece em um só enquadramento, quando na verdade o tom da sequência exigia uma movimentação para manter sua fluidez. Entretanto, conquanto erre nos minutos iniciais, o diretor logo decide por qual caminho decide seguir e orquestra uma jornada de época belíssima. 

Colette mostra mais uma vez que as biopics não saíram de moda. Há muito a ser explorado, e caso o gênero mantenha-se em um nível tão envolvente quanto o deste, talvez nunca caia nas ruínas do preciosismo ou da presunção. E é claro: Knightley rouba cada uma das cenas em mais uma apresentação memorável e aprazível. 

‘A Idade Dourada’: 2ª temporada da série de época ganha novas cenas OFICIAIS; Confira!

HBO Max (agora conhecida como Max nos Estados Unidos) divulgou um compilado de suas próximas estreias e aproveitou para revelar novos clipes oficiais da 2ª temporada do drama de época A Idade Dourada.

O próximo ciclo tem estreia prevista para 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira, a partir de 00:29:

Lembrando que 13 atores foram recentemente promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.

As promoções incluem: Kelli O’Hara como Aurora Fane, Donna Murphy como Mrs. Astor, Debra Monk como Armstrong, Kristine Nielsen como Mrs. Bauer, Taylor Richardson como Bridget, Ben Ahlers como Jack Trotter, Kelley Curran como Turner, Douglas Sills como Baudin, Celia Keenan-Bolger como Mrs. Bruce, Michael Cerveris como Watson, Erin Wilhelmi como Adelheid Weber, Patrick Page como Richard Clay e Sullivan Jones como T. Thomas Fortune.

Thomas Cocquerel, que deu vida a Tom Raiker, não retornará para a 2ª temporada.

A 1ª temporada completa já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

Crítica 2 | Entre trancos e barrancos, ‘As Marvels’ é uma DIVERTIDA aventura dominada por Iman Vellani

Crítica livre de spoilers.

Em 2019, o Universo Cinemático Marvel ganhava mais um capítulo com o lançamento do elogiado ‘Capitã Marvel – que, além do sucesso crítico e financeiro, serviu como engate para ‘Vingadores: Ultimato’. O filme auxiliou a imortalizar a vencedora do Oscar Brie Larson como uma das personagens mais populares dos quadrinhos nas telonas, mas também atraiu uma onda de ódio inexplicável, ainda mais para com a atriz principal. Agora, depois de enfrentar uma pífia campanha de marketing e mais tentativas de boicote, Larson retorna ao MCU com a vindoura sequência As Marvels, que estreou hoje, 09 de novembro, nos cinemas nacionais.

Diferente do filme anterior, a narrativa não se concentra apenas em Carol Danvers/Capitã Marvel, abrindo espaço para o bem-vindo retorno de Teyona Parris como Monica Rambeau, sobrinha de Carol, e da carismática Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel. Como visto no material promocional, o trio se conecta através de um fio condutor que envolve seus próprios poderes: Carol consegue absorver e canalizar luz, enquanto Monica consegue enxergá-la e Kamala, modelá-la e transmutá-la em objetos sólidos. De alguma forma, elas se tornam conectadas e trocam de lugar assim que ativam suas habilidades, forçando-as a se unir para enfrentar um perigo mortal encarnado pela misteriosa e ameaçadora figura de Dar-Benn (Zawe Ashton), arqui-inimiga da Capitã Marvel que quer se vingar de todo o mal que ela trouxe a seu planeta, Hala, transformando-o em um lugar inóspito, inabitável e insustentável.

Seguindo os passos de outros antagonistas do universo super-heroico, Dar-Benn tem intenções que são compreensíveis e que fogem do maniqueísmo entre o bem o mal, mesmo justificando atitudes malignas e condenáveis com uma backstory trágica. E é claro que, munida da companhia de Kamala e Monica, Carol tem a missão de impedi-la em destruir mundos inteiros para recuperar Hala e quem sobreviveu de seu povo. Para tanto, ela utiliza um bracelete quântico que tem a habilidade de abrir “pontos de salto” que drenam recursos naturais de outros planetas e deixá-los abandonados. E é a partir daí que o roteiro se desenrola entre trancos e barrancos e, eventualmente, entregando uma aventura honesta e divertida.

Como é de costume, Larson vai um trabalho sólido ao reencarnar Carol, dividindo os holofotes com Parris – que, em certos momentos, é deixada de lado. Todavia, é Vellani quem emerge como a verdadeira estrela do longa-metragem: após ter conquistado os fãs do MCU na série que leva o nome de sua heroína, ela regressa como Kamala em um show de fascínio e de respeito à personagem que enche as telas e nos conduz com fluidez por um show recheado de piadas que funcionam na maior parte, por mais que enfrente obstáculos no caminho. Ela domina cada uma das cenas e auxilia na exploração de camadas mais profundas em relação a Carol e a Monica.

Os laços que se estreitam entre as três insurgem como o principal ápice da obra – e a diretora Nia DaCosta, que conquistou os críticos e os espectadores com o ótimo terror ‘A Lenda de Candyman’, faz o possível para não colocar muitas informações e cansar o público com um excesso audiovisual. Todavia, à medida que ela tenta procurar um foco e meio a tantas subtramas, ela não sabe em que caminho seguir e se esquece de tomar cuidado com o ritmo dos três atos do projeto. O primeiro é atacado por uma montagem muito fragmentada, pincelada com cortes bruscos que, em vez de explicarem o que está acontecendo, apenas levantam mais questões por parte do público; o segundo encontra-se em meio a um trajeto irregular e começa a fornecer dicas do que podemos esperar do enredo; e o terceiro mergulha em um comodismo narrativo que só consegue se salvar pela cena de encerramento, pela sequência pós-créditos e pela química entre as personagens.

Há outros equívocos que conseguimos relevar caso estejamos engatados na narrativa – mas, para aqueles que não se conectarem, envolver-se com o que é apresentado pode não ser uma tarefa fácil. A trilha sonora é sólida e faz até referências a outras obras cinematográficas; porém, como já mencionado, inúmeras subtramas, uma vilã um tanto quanto genérica e que perde brilho quando colocada ao lado do Alto Evolucionário (‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’), por exemplo, e efeitos especiais que poderiam ser melhor trabalhados quebram a magia e nos deixam com uma sensação agridoce conforme nos aproximamos dos créditos finais.

As Marvels não é um filme tão ruim quanto as pessoas estão pintando nas redes sociais ou como alguns críticos enviesados insistem em caracterizá-lo; é claro que o resultado é aquém do esperado, mas isso não significa que não podemos nos divertir caso o encaremos como o entretenimento em sua forma mais pura e não como uma revolução estética que quer ser maior do que pode.

Confira a crítica em vídeo:

Artigo | Os fantasmas do passado: o final explicado de ‘Them: The Scare’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Três anos depois do que acreditávamos ser o fim de uma breve série de terror, o Prime Video resolveu nos presentear com a segunda temporada da ambiciosa Them.

Subtitulada ‘The Scare’, a trama nos apresenta a uma narrativa antológica que leva o público quase quatro décadas depois dos eventos da iteração predecessora. Aqui, acompanhamos a detetive Dawn Reeve (Deborah Ayorinde) e sua investigação de um brutal assassinato em Los Angeles que pode estar vinculado à sua própria história. Conforme os episódios se desenrolam, percebemos que o homicídio, na verdade, é apenas o princípio de uma comunhão de acontecimentos medonhos que envolvem uma força sobrenatural inexplicável e que começa a ter como alvo sua família.

Durante o enredo, também somos convidados a conhecer o insano Edmund Gaines (Luke James), um aspirante a ator que navega entre a insanidade e a loucura ao ser constantemente rejeitado de todos os sonhos que sempre teve – não apenas no âmbito profissional, mas nas outras esferas. A priori, não entendemos de que forma as duas tramas se conectam; porém, conforme o horror cresce, as coisas começam a se encaixar da maneira mais angustiante possível e guiada por uma brincadeira cronológica que não poderíamos ter previsto em nenhum momento.

Como Dawn percebe, não existe nenhum serial killer físico tirando as vidas de pessoas inocentes em Los Angeles, e sim uma criatura demoníaca que parece estar atrás de uma vingança inexplicável. O que ela não imaginava é que um compilado de segredos obscuros viria à tona pouco a pouco – como o fato dela, na verdade, ter sido adotada por Athena (Pam Grier) do orfanato em que vivia desde bebê, em que era maltratada pela cuidadora (a qual, por sua vez, a maltratava dia e noite com ameaças e punições condenáveis). Mas isso não é tudo: Dawn havia sido adotada por Athena junto ao irmão gêmeo, que foi devolvido ao sistema após apresentar um comportamento estranho e beirando a psicopatia; sua mãe adotiva, dessa forma, os separou em uma decisão precipitada e que daria origem à trama principal. Afinal, o irmão gêmeo de Dawn em questão era ninguém menos que Edmund.

A verdade é que a temporada divide-se em duas linhas temporais que só começam a fazer sentido quanto a iteração entra em seu terceiro ato e somos levados a 1989, quando Edmund e Dawn se reencontram. Todavia, após todo o trauma sofrido, Dawn acabou por recalcar o que passou ao lado do irmão e no orfanato, construindo uma vida nova ao lado do até então marido e do filho. Não é surpresa, pois, que a protagonista não o reconheceu de imediato, mas Edmund sabia exatamente quem ela era e utilizou aquele encontro apenas como um último gatilho para se suicidar e transformar-se na implacável e rancorosa criatura que precisa caçar e punir aqueles que representam seus assuntos inacabados.

E isso não é tudo: os gêmeos provêm de uma linhagem que é marcada por traumas e que já foi perseguida por monstros bastante semelhantes. Como é-nos revelado no capítulo de encerramento, Edmund e Dawn são filhos de Ruby Lee Emory (Shahadi Wright Joseph), a filha mais velha de Lucky (Ayorinde) e Henry (Ashley Thomas) na temporada de estreia – que, levando em consideração o que a família passou confinada em um horrível subúrbio dominado por brancos nos anos 1950, resolveu dar a melhor chance possível para os filhos recém-nascidos sem que eles precisassem carregar os fardos de algo que não lhes pertencia.

Ao descobrir quem é sua mãe biológica, Dawn crê que está livre de todas as amarras que borravam sua genealogia – mas, o que ela não esperava, é que os fantasmas de um remoto passado voltariam a assombrá-la em uma espetacular cena final que traz o retorno do Tap Dance Man (Jeremiah Birkett), um dos demônios que assolava os Emory (em especial, Henry, ao emergir como um algoz que o induzia a se render às angústias e à impotência de proteger a família). A sequência em questão pode, inclusive, nos preparar para uma merecida terceira temporada que deve finalizar esse arco multigeracional e muito bem-vindo.

Lembrando que as duas temporadas estão disponíveis no Prime Video.

‘Marty Supreme’: Fran Drescher entra para a cinebiografia estrelada por Timothée Chalamet

A icônica atriz e comediante Fran Drescher foi escalada para o elenco de ‘Marty Supreme’, novo projeto da A24 estrelado por Timothée Chalamet (via Deadline).

Drescher, que também é presidente do Sindicato de Atores de Hollywood (SAG-AFTRA), se junta aos previamente confirmados Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é assinado pelo diretor Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘Marty Supreme’ tem previsão de lançamento para 2025. As filmagens já começaram em Nova York.

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‘Confinado’: SUSPENSE com Bill Skarsgård e Anthony Hopkins ganha data de estreia no Brasil

O suspense ‘Confinado‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’) e Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril, pela Diamond Films.

Confira o cartaz nacional:

Na trama, quando Eddie arromba um carro de luxo, ele cai em uma armadilha mortal preparada por William, um autoproclamado justiceiro que entrega sua própria marca distorcida de justiça. Sem meios de escapar, Eddie deve lutar para sobreviver em uma viagem onde a fuga é uma ilusão, a sobrevivência é um pesadelo e a justiça se encontra em alta velocidade.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

David Yarovesky (‘Brightburn: Filho das Trevas’) é responsável pela direçãp.

O longa é um remake do suspense argentino ‘4X4‘ (2019), que já havia ganhado uma versão brasileira, ‘A Jaula‘ (2022), estrelada por Chay Suede e Alexandre Nero.