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‘Triplo X 4’ é: Vin Diesel compra franquia e vai produzir sequência com Dj. Caruso

Parece que os planos para a realização de ‘Triplo X 4‘ voltaram a ganhar força, após o desinteresse da Paramount Pictures em continuar a saga. Segundo o The Hollywood Reporter, Vin Diesel fez um acordo de compra dos direitos da franquia e seguirá adiante.

A publicação ainda pontua que Diesel se uniu à empresa The H Collective Films, para conseguir formalizar o acordo. O site continua, afirmando que o astro prosseguirá com os planos de ‘Triplo X 4’, com D.J. Caruso retornando à direção. A produção deve ser iniciada no segundo semestre de 2018.

Em um comunicado, o presidente da H Collective, Nic Crawley, disse que a reposta do mercado chinês à franquia foi o grande impulsionador da formalização da compra:

“Durante o tempo que passei na Paramount, tive a sorte de estar envolvido no desenvolvimento e distribuição do ‘xXx: Reativado’. A resposta da bilheteria chinesa foi sem precedentes. Trazer o próximo capítulo da franquia ‘xXx‘ para o The H Collective complementa nossa diversificada experiência e missão de produzir conteúdo para um público global”.

‘Stranger Things’ ganha jogo de RGP de Dungeons & Dragons

A popular série ‘Stranger Things‘ vai ganhar seu próprio jogo de RPG, inspirado na partida que vemos os protagonistas da série jogar no primeiro episódio da produção.

Feito dentro da dinâmica do emblemático Dungeons & Dragons, o jogo contém tudo o que os participantes precisam para ingressar em uma aventura temática inspirada na série da Netflix. Os jogadores poderão escolher qual  personagem querem ser, como o Will, o Sábio, Dustin, o Duende e mais. A aventura será rumo a um castelo, onde o icônico Demogorgon reside.

A descrição oficial do jogo ainda sugere que os participantes “se preparem para absolutamente tudo”.

Confira a imagem:

 

 

Confira o cartaz do novo ciclo:

O showrunner Shawn Levy revelou que a trama se passará no verão de 1985 e mostrará o último ano da infância dos nossos protagonistas.

Além disso, o gigante monstro Devorador de Mentes, apresentado na segunda temporada, retornará.

“A segunda temporada termina deixando claro que o Devorador de Mentes não foi eliminado, e talvez ele tenha encontrado seu adversário. A batalha entre a escuridão e a luz ficará ainda mais forte na terceira temporada.”, afirmou Levy.

Ao que parece, veremos uma grande batalha entre Eleven (Millie Bobby Brown) e a enorme criatura cheia de tentáculos que tomou conta do Mundo Invertido.

Netflix cria fundo de US$ 100 milhões para apoiar profissionais de Hollywood desempregados

O período de reclusão social imposto sobre a população mundial impactou diretamente na produção cinematográfica, com muitos profissionais ficando desempregados, em virtude da suspensão de filmagens e cancelamento de vários projetos e até mesmo de várias estreias.

E pensando em todos os empregos diretamente afetados, a Netflix criou um fundo de US$ 100 milhões para apoiar milhares de profissionais de Hollywood. A informação foi revelada pela própria empresa, por meio de seu site oficial.

Em um comunicado, o chefe de Conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, explicou a importância de devolver à comunidade de profissionais do ramo todo o apoio recebido ao longo da trajetória da empresa.

Confira:

“Essa comunidade tem apoiado a Netflix nos momentos bons e queremos ajudá-los nesses momentos difíceis, especialmente enquanto os governos ainda estão descobrindo que apoio econômico eles fornecerão. A maior parte do fundo será destinada ao apoio aos trabalhadores mais atingidos em nossas próprias produções em todo o mundo… Isso é um acréscimo às duas semanas de pagamento que já nos comprometemos com as equipes e elencos das produções que fomos forçados a suspender na última semana”.

O fundo não vai apenas dar suporte aos profissionais envolvidos nos projetos da Netflix. De acordo com Sarandos, parte do montante será destinado à indústria de forma geral, com US$ 15 milhões direcionados para terceiras partes e organizações sem fins lucrativos que oferecem apoio emergencial para membros das equipes de apoio de produções cinematográficas.

Nesse sentido, a Netflix vai doar US$1 milhão para o Fundo de Desastre Covid-19 do sindicato de atores, SAG-AFTRA, bem como para o Fundo de Televisão e Cinema e para o Fundo de Assistência Emergencial para Atores dos Estados Unidos.

Além disso, a gigante do streaming vai dividir US$ 1 milhão entre as instituições AFC e a Fondation des Artistes.

 

 

 

‘Metal Lords’: Jaeden Martell vai estrelar a nova comédia da Netflix dos criadores de ‘Game of Thrones’

O primeiro filme da Netflix feito pelos criadores de ‘Game of Thrones‘, David Benioff e D.B. Weiss, está ganhando forma e teve seu elenco de protagonistas confirmado.

O longa, intitulado ‘Metal Lords‘, será uma comédia sobre amadurecimento (coming-of-age) estrelada por Jaeden Martell (‘Entre Facas e Segredos‘), Isis Hainsworth (‘Emma‘) e pelo novato ator Adrian Greensmith.

A produção será dirigida por Peter Sollett (‘Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música‘), a partir de um roteiro assinado por Weiss.

A trama acompanha dois adolescentes que querem montar uma banda de heavy metal na escola.

Além de roteirizar, Weiss assume a função de produtor, ao lado de Greg Shapiro. Benioff será o produtor executivo do projeto, em parceria com Bernie Caulfield e Robin Fisichella.

Tom Morello, do grupo Rage Against the Machine será o produtor musical executivo.

Metal Lords‘ ainda não tem data de estreia.

Crítica | Nanny: Terror psicológico com Michelle Monaghan explora a maternidade, imigração e o fracasso do sonho americano

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Em uma América permeada por imigrantes dos mais diversos, Nanny chega como um terror psicológico que nos instiga a confrontar o famoso e tão desejado “sonho americano”. Na estreia diretorial de Nikyatu Jusu, Aisha (Anna Diop) é uma senegalesa ilegal nos Estados Unidos, que almeja a estabilidade e a liberdade financeira para si própria e para o seu filho, que em breve se reencontrará com ela. Em meio a conflitos internos de uma maternidade imperfeita e a necessidade de garantir o mínimo trabalhando como babá, ela se vê presa dentro da falsa realidade plástica da alta sociedade, onde nem o luxo de um apartamento de alto padrão e nem a suposta família perfeita são capazes de impedir a aparição de rachaduras profundas.

Com seu filho em seu país de origem, sob os cuidados de terceiros, Aisha vive os dilemas da maternidade à distância por consequência da miséria. As pressões naturais desta cisão são a força motriz do suspense de terror, que se desenvolve a partir de uma série de alucinações macabras que invadem o sossego da protagonista, no instante em que ela começa a trabalhar como babá para uma família rica. E conforme absorvemos a dinâmica familiar entre os personagens, gradativamente percebemos que os delírios dessa mãe trabalhadora menos têm a ver com a fragilidade de seus patrões e mais com os seus próprios conflitos internos e claro, com a clássica intuição materna.

E entre os pavores que toda mãe já sentiu nessa vida e um casal rico que negligencia até mesmo o sustento mínimo de sua filha, contemplamos um terror psicológico sinestésico, que se entrega nos braços da audiência a partir da poderosa performance da atriz Anna Diop. Com Michelle Monaghan no papel coadjuvante, Nanny faz um contraste entre os ideais da família americana e a genuína realidade de uma imigrante de origem africana, que não apenas foge da fome, como foge também da corrupção que tem dilacerado seu povo. E a cineasta Nikyatu Jusu faz de seu longa de estreia algo completamente cheio de identidade, que se revela em uma montagem brilhante e bem executada, que só agrega à tensão da trama.

Fazendo um jogo entre luzes avermelhadas, esverdeadas e as sombras, Jusu sabe construir uma atmosfera densa e nebulosa e explora a atuação de Diop com perspicácia, sempre nos levando para o extremo da tensão. Apresentando um plot twist avassalador, Nanny consome a audiência na mesma medida em que o faz com seus personagens, preparando um terreno fértil para um desfecho genuinamente poderoso e acalentador. Com apenas 1h37 de filme, a cineasta faz de seu conto uma experiência inesgotável, que nos deixa marinando em seus desdobramentos por dias a fio. Reflexivo e impactante, Nanny é um intenso choque de valores, culturas, percepções e de modelos de maternidade nos tempos contemporâneos.

Nanny‘ estreia no Prime Video em 16 de dezembro, em mais de 240 países e territórios.

Nova série do criador de ‘Sex and the City’ para a Netflix é uma deliciosa comédia romântica clichê

Apenas pelo trailer, o seriado Emily em Paris (Emily in Paris) já prometia vários clichês sobre as diferenças culturais entre os estadunidenses e os franceses, particularmente os parisienses. A promessa é cumprida em cinco horas, distribuídas em 10 episódios, em que tudo soa falso ou exagerado, até a própria protagonista, vivida pela Lily Collins (Simplesmente Acontece). Contudo, os minutos passam rapidamente e a produção torna-se uma agradável forma de lazer pelas esquinas e avenidas de Paris. 

Com um ar daquelas comédias da Sessão da Tarde dos anos 90, na quais as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen viviam aventuras em outro país, como pedir o prato errado, Emily em Paris apresenta uma jovem publicitária que da noite para o dia deixa a cidade de Chicago para trabalhar em uma agência de publicidade em Paris. Graças a gravidez inesperada de sua chefe Madeline (Kate Walsh), Emily assume a responsabilidade de levar o olhar norte-americano para agência parisiense adquirida pela empresa nos Estados Unidos. 

Sem falar nada de francês, Emily Cooper se garante no bordão geracional “fake it until you make it”, em português seria “finja até conseguir”, estratégia vendida por 10 em cada 10 coaches no mundo. Ou seja, Emily encara a vida sem preocupações e com soluções possíveis e rápidas para tudo e, mesmo quando ela não sabe o que está fazendo, ela finge lidar com qualquer tipo de situação muito bem. 

Logo no segundo episódio o namoro à distância acaba e Emily vê-se solteira na cidade mais romântica do mundo, segundo a própria personagem. O término pouco abala a moça que não conversa com os colegas de trabalho e esforça-se pouquíssimo para aprender o idioma. Ela acha normal usar o tradutor do seu celular para comunicar-se. Com sorte, a protagonista encontra vários falantes da língua inglesa na cidade luz. 

Um deles é o seu vizinho e principal interesse amoroso, o chef Gabriel (Lucas Bravo), que está sempre por perto para ajudá-la. Além dele, há a sua nova melhor amiga Mindy Chen (Ashley Park), uma chinesa rica que prefere trabalhar de babá em Paris a disfrutar a fortuna da família, porém, com várias restrições, no seu país de origem. Para completar o grupo social da recém-residente francesa, ela conhece Camille (Camille Razat), uma jovem artista, herdeira de uma vinícola em Champagne e, por coincidência, namorada de Gabriel. 

Disposta a mostrar trabalho, Emily sempre inventa alguma ideia nas redes sociais. Aliás, seu pitch de vendas para os clientes é como conseguir mais seguidores e ter presença digital. Suas frases parecem tiradas de um pequeno manual de social media de 2010. Sua experiência profissional anterior é lançar produtos farmacêuticos e captar clientes por meio de buscas na internet, mas imediatamente ela tem boas ideias para todos os clientes de luxo da agência. 

Com o perfil @emilyinparis, a protagonista alcança 20k a partir de postagens com #roomwithaview e saboreando un pain au chocolat. Sua conta no Instagram consegue chamar atenção até da primeira dama Brigitte Macron e de famosas marcas de cosméticos, o que abre uma discussão sobre fazer publicidade por meio de influencers ou com uma agência. Emily bate na tecla de ser uma profissional com mestrado em Marketing e não apenas uma “caçadora de likes”. Para além do aspecto profissional, os clichês da estrangeira perdida culturalmente soam inocentes e engraçados, mesmo que Emily tenha uma postura altiva, a personagem é ao mesmo tempo arrogante e ignorante sobre os modos de vida para além do que ela está habituada. 

A postura de “eu vim melhorar o trabalho de vocês” é insolente. Os enredos de pessoas a explorar outros ambientes e experimentar outras perspectivas normalmente são mais maleáveis. Se você já viu Sob o Sol da Toscana (2003), ou mesmo Comer, Rezar e Amar (2010), sabe que o processo mais natural é abrir-se ao desconhecido e aprender. Emily nada aprende, ou melhor, ela reclama da cultura e língua alheia. Sua permanência em Paris parece uma imposição aos outros de adaptarem-se a ela e as suas “novidades” do mundo digital.   

Criado por Darren Star, responsável pelos sucessos Sex and the City (1998-2004) e Younger (2015-2020), o seriado capta o espírito glamoroso das produções anteriores, contudo deixa a desejar na construção da protagonista. Apesar dos modelitos extravagantes à la Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Emily está longe de uma presença contagiante. Os temas problematizados também são pouco evidentes, muito diferente do questionamento sobre o mercado de trabalho a partir dos 40 anos, vivenciado por Liza Miller (Sutton Foster) em seis temporadas de Younger.  

Com um tom de Miranda Priestly (Meryl Streep), de O Diabo Veste Prada (2006), Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) encarna o único desafio de Emily, isto é, agradar a chefe executiva da agência. O processo, no entanto, não se encaixa com o enredo, pois Emily não parece disposta a aprender qualquer coisa na França. Ela apenas quer que todas gostem dela e façam o que ela acredita ser melhor.  

Embora as partes mais divertidas sejam os transtornos amorosos da jovem publicitária, quase como a protagonista Fernanda (Mônica Martelli), de Os Homens São de Marte…. E é Pra Lá Que Eu Vou (2014), a temporada termina em um forçado triângulo amoroso. Por outro lado, Paris continua com seu encanto especial e suas peculiaridades garantem momentos de entretenimento em tela. 

Sem levar a sério, Emily em Paris é um aprazível descanso da mente em uma cidade lúdica perfeita para qualquer estrangeiro adaptar-se, sonhar e ser quem eles não são em território pátrio. Esta é a mensagem da primeira temporada, além de todas as citações norte-americanas sobre a França, como Nicole Kidman, em Moulin Rouge (2002), Ratatouille (2007) e O Resgate do Soldado Ryan (1998), na Normandia. Afinal de contas, o Rio de Janeiro também não é exatamente como o representado nas novelas de Manoel Carlos, mas o público adora assim mesmo por conta dos personagens dramáticos. Clichês e piadas culturais à parte, falta drama na vida estrangeira de Emily. 

‘Krypton’: Confira o visual do vilão Brainiac!

Krypton‘, a nova série de TV da DC para a emissora SyFy, revelou um vídeo mostrando o visual do grande vilão Brainiac (vivido pelo ator Blake Ritson), um dos mais famosos inimigos do Superman. Confira:

Confira também alguns teasers:


A produção chega à emissora Syfy em 21de março de 2018. Além disso, uma nova sinopse foi divulgada.

“Embasada duas gerações antes da destruição do planeta natal de Superman, KRYPTON segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço e cuja casa de foi condenada ao ostracismo e envergonhada. Com a liderança de Krypton em desordem, Seg-El encontra o viajante terrestre Adam Strange (Shaun Sipos), que adverte que está prestes a salvar seu mundo amado do caos. Lutando para redimir a honra de sua família e proteger os que ama, Seg também enfrenta um conflito de vida e morte: Salvar seu planeta natal ou deixá-lo ser destruído para restaurar o destino de seu futuro neto”.

A primeira temporada contará com 13 episódios.

A história é um prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘. A criação é de David Goyer (‘O Homem de Aço‘).

O ator Blake Ritson (‘Da Vinci’s Demons) interpretará o vilão Brainiac, um androide alienígena muito inteligente e um dos vilões mais antigos do herói da DC.

A atriz Paula Malcomson (Ray Donovan) também entra para o elenco. Ela dará vida à Charys, a matriarca da Casa El e a tataravó do Superman.

Ian McElhinney (Game of Thrones), Elliot Cowan (‘Martelo dos Deuses), Ann Ogbomo (‘Guerra Mundial Z), Wallis Day e Aaron Pierre completam o elenco.

Ian Goldberg (‘Once Upon a Time’, ‘FlashForward’) escreveu o episódio piloto e também assina a produção executiva ao lado de Goyer.

‘Shazam!’: Divertido trailer exibido na Comic-Con já está disponível! ASSISTA!

A adaptação dos quadrinhos ‘Shazam!‘ ganhou seu primeiro trailer exibido agorinha na San Diego Comic-Con. O vídeo está repleto de aventura e mostra o tom mais “família” que a DC Comics deve assumir daqui para frente. Assista:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

10 Curiosidades de ‘De Volta Para o Futuro’ | O filme que definiu a viagem no tempo na Cultura Pop

Maior bilheteria de 1985, De Volta Para o Futuro se tornou um dos maiores clássicos não só do cinema, mas também da Cultura Pop em geral. A história do adolescente que acidentalmente volta no tempo e precisa dar um jeito de fazer com que seus pais se apaixonem para que ele não desapareça conquistou diversas gerações e segue como uma das histórias mais divertidas e criativas já feitas.

E apesar de ter sido lançado há quase 40 anos, o longa segue despertando a curiosidade de milhares de pessoas pelo mundo. E tão curioso quanto o filme, são seus bastidores. Confira as 10 curiosidades que o CinePOP separou sobre De Volta Para o Futuro!

 

Rejeitado

Assim como alguns dos maiores clássicos do cinema, De Volta Para o Futuro precisou de muita insistência dos seus criadores para ser aprovado pelos executivos. Para ser mais exato, foram necessárias 45 tentativas para que o filme recebesse o sinal verde. Antes disso, os investidores negaram o projeto 44 vezes por acharem que a ideia não era ousada o bastante para competir com os filmes adolescentes da época. Vale lembrar que Hollywood vivia uma época de longas jovens repletos de sacanagem e piadas de duplo sentido. Eles achavam que sem esse apelo, o filme não seria bem aceito pelo público.

Recast

A escolha original para o papel de Marty McFly foi Michael J. Fox, mas ele precisou deixar a produção por conta dos conflitos de agenda com sua sitcom, Caras & Caretas. Então, para não atrasar as filmagens, Zemeckis precisou fazer um recast. Foi chamado então o ator Eric Stoltz, que chegou a gravar com a equipe por dois meses, mas tanto o ator quanto o diretor sentiram que não estava rolando como deveria. Assim, mesmo com algumas das principais cenas já gravadas, a equipe foi atrás de J. Fox, que topou voltar, mesmo que tivesse uma jornada de trabalho gigantesca para conciliar as duas produções. Esses dois meses com Stoltz custaram cerca de US$ 3 milhões para o orçamento do filme. Mas acabou dando resultado, já que Michael deu show como Marty e ficou imortalizado como o personagem.


Em família

Um dos motivos pelo qual o roteirista Bob Gale insistiu tanto para que o filme fosse aprovado é que a ideia para escrever De Volta Para o Futuro veio de uma experiência muito pessoal. Ele estava foleando o anuário do ensino médio do próprio pai e começou a imaginar como seria se ele tivesse vivido na mesma época. Será que ele seria amigo do próprio pai. Baseado nisso, a premissa do longa surgiu e o resto é história. Em várias entrevistas, Gale disse que amaria ter a oportunidade de voltar no tempo. E que, caso fosse possível, a primeira coisa que ele faria seria procurar o pai para tentar fazer amizade com a versão mais jovem.

Furo de roteiro

Apesar de ser cultuado pelos fãs, o filme não passa batido das tradicionais reclamações. Uma das mais famosas é sobre o furo de roteiro do final. Afinal, se Marty voltou no tempo e ajudou seus pais a se conhecerem, se tornando parte tão importante do surgimento da família, como que os pais não suspeitaram de nada quando viram o filho crescer e ficar igualzinho ao “Calvin Klein”. Em 2020, Bob Gale enfim falou sobre isso e comentou que eles tinham se visto pouquíssimas vezes em uma semana. E se você acha isso muito absurdo, ele pediu para que quem reclama tentasse lembrar de todas as pessoas com quem falaram durante a escola. Ele também disse que sem ter uma foto sequer do “Calvin”, seria muito difícil de lembrar de alguém que nunca mais apareceu na sua vida pelas três décadas seguintes.


Agradecimento

Depois do sucesso estrondoso do filme, John DeLorean, o criador da DMC, mandou uma carta de agradecimento a Robert Zemeckis e Bob Gale por imortalizarem seu carro na história do cinema. E o longa foi muito importante para ele, porque a produção do DeLorean foi muito problemática, o que acabou jogando o nome de John no meio das piadas automobilísticas. O primeiro grande problema foi o atraso de quase dez anos na entrega da primeira frota. O segundo problema acabou servindo como uma piada de Gale e Zemeckis, que acabou fazendo parte do imaginário da franquia. Como o DeLorean tinha um chassi de aço e um motor não tão potente, ele demorava cerca de 10 segundos para alcançar os 100 km/h. Ou seja, quando o Doutor Brown diz que basta atingir 88 milhas por hora (algo em torno de 141 km/h), não era uma das missões mais simples se tratando de um DeLorean.


Atualização

O sucesso do filme e do DeLorean foi tão grande que lançaram um “kit atualização” para que os donos do DMC-12 pudessem deixar seus carros ainda mais parecidos com o do filme. E apesar de não permitir que viajassem no tempo, deixava o carro com esse jeitão excêntrico e estiloso pensado pelo Doc Brown.


Skatista

Uma das sequências icônicas do primeiro filme é a perseguição de Marty na praça da cidade, onde ele eventualmente acaba “inventando” o skate. Por muitos anos houve o boato de que Michael J. Fox precisou fazer aulas para aprender a andar de skate, mas a verdade é que ele já sabia e era até que talentoso. No entanto, como toda produção, ele usou dublês nas cenas mais elaboradas para evitar qualquer chance de acidente que atrasasse as filmagens. Inclusive, esse momento foi um dos que ajudou a firmar De Volta Para o Futuro como o grande filme jovem da época. Esse papel foi tão marcante para Michael que ele chegou a comentar que até hoje, em várias partes do mundo, as pessoas continuam o chamando de “Marty McFly” nas ruas.


Outro momento icônico do filme é quando o Doutor Brown começa a fazer perguntas para Marty sobre como é o futuro, e Marty diz que Ronald Reagan é o presidente. O Doc tem uma reação tão espontânea e engraçada ao não acreditar que um ator comandava o país, que o próprio Ronald Reagan teve uma crise de riso. Ele gostou tanto da cena que pediu para que o projecionista parasse o filme e passasse ela de novo.


Fã de carteirinha

Diferentemente de atores como Sir Alec Guinness e Harrison Ford, que são conhecidos por não gostarem de Star Wars, mesmo integrando o elenco da saga, o ator Christopher Lloyd, que interpreta o Doutor Brown, é completamente fanático por De Volta Para o Futuro. Ele chegou a declarar que é um fã daqueles que desmarcam compromissos para assistir ao filme quando está zapeando pela televisão e vê que está passando.

De Volta Para o Futuro 4

Apesar de ter fechado a trilogia com muito sucesso, Christopher Lloyd diz que adoraria fazer um De Volta Para o Futuro 4, contanto que a história levasse o Doc e o Marty de volta para a Roma Antiga. A ideia parece divertida, mas provavelmente nunca vai acontecer. Isso porque os direitos da franquia pertencem a Robert Zemeckis e Bob Gale, e eles deixaram muito claro que nenhum reboot ou remake será feito enquanto eles estiverem vivos.

De Volta Para o Futuro está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | A Luta de Uma Vida – Ben Foster Impressiona Como Boxeador em Filme SURPREENDENTE

Quase cem anos após o início da Segunda Guerra Mundial, e nós ainda não paramos de nos surpreender com as variadas histórias que o cinema traz para a gente desse período – a maioria das quais, permeada de histórias dramáticas, sofrimento e muita, mas muito esforço para sobreviver. Porque mesmo hoje, seja verdade ou ficção, ainda não temos um total panorama de tudo de terrível que aconteceu aos milhares de judeus perseguidos, torturados e mortos durante esse período. Dentro desse universo, estreou esse final de semana nas salas de cinema do país o longa dramático ‘A Luta de Uma Vida’.

O ano é 1949, em Nova York. Há pouco tempo foi declarado o fim da guerra mundial, e os sobreviventes e seus familiares procuraram migrar para outros países mais amigáveis aos judeus, especialmente os Estados Unidos. É para lá que Harry Haft (Ben Foster) migrou, e hoje vive como boxeador, em busca de lutas cada vez maiores com um único objetivo: se tornar famoso o suficiente nos jornais de modo a conseguir chamar a atenção de Leah (Dar Zuzovsky), o grande amor da sua vida, de quem se separou ainda quando estavam na Europa e teve início a perseguição e a quem tem certeza ainda estar viva. Só que o preço de sobreviver no campo de concentração como boxeador oficial do agente da SS Kuttner (Michael Epp) cobra seu preço diariamente, com pesadelos recorrentes e lapsos de memória que remetem Harry de volta àquela realidade sombria e o desconectam do tempo presente.

Em pouco mais de duas horas de duração o espectador irá encontrar uma história bem construída, feita em recortes constantes de flashback. O roteiro de Justine Juel Gillmer baseado no livro de Alan Scott Haft, filho real do protagonista, faz jus à memória do personagem cuja história é tão incrível quanto surreal. Ao jogar luz sobre a vida de um judeu que literalmente teve que lutar para sobreviver, o longa demonstra o tamanho do sadismo dos soldados alemães.

É realmente impressionante a dedicação de Ben Foster ao papel, tendo perdido quase trinta quilos para representar Harry no passado, no campo de concentração, e depois ganhou cerca de vinte e cinco quilos para representar o personagem no tempo presente dramatúrgico. Além disso, também é visível a dedicação do ator em aprender (e convencer) nas muitas cenas de luta, especialmente considerando ser um personagem com diversas questões de saúde mental; e também na construção deste Harry enigmático, em um misto de sotaque de Robert De Niro em ‘Taxi Driver’ e com o jeitão bruto de Al Pacino/Michael Corleone em ‘O Poderoso Chefão’.

O filme de Barry Levinson é uma história de amor que também se transforma em história de luta, inclinando-se um pouco mais para o primeiro gênero. O longa conta ainda com a participação especial de John Leguizano como o treinador de boxe do protagonista e de Danny DeVito, como treinador de boxe do oponente. Com um elenco de renome, uma história baseada em fatos reais e um ator principal dedicado, ‘A Luta de Uma Vida’ é um filme surpreendente.

Oscar 2021 | Quais seriam os indicados se não forem lançados mais filmes em 2020

É hora de conhecer os indicados ao Oscar 2021… Oi? Como é que é? Mas o Oscar 2020 aconteceu tem menos de um mês.

Sim, é verdade. Mas estamos diante de circunstâncias especiais… O surto de Covid-19, mais conhecido como Coronavírus, atingiu todo mundo e gerou impactos consideráveis na indústria cinematográfica, como aditamentos e estreias canceladas, interrupção de filmagens e uma grande incerteza.

Cinemas estão sendo fechados por todos os lados, o que despertou no CinePOP o seguinte questionamento: e se não forem lançados novos filmes em 2020, quais seriam os indicados ao próximo prêmio da Academia?

É neste misto de zoeira e preocupação que preparamos esta lista para vocês com os possíveis indicados ao Oscar 2021 se considerássemos apenas os filmes que já chegaram aos cinemas dos Estados Unidos nestes três primeiros meses do ano. É interessante notar que o perfil da premiação seria muito diferente, afinal este início de 2020 foi marcado por obras mais comerciais. A exceção são alguns longas mais artísticos exibidos no Festival de Berlim e que já estrearam nos EUA, como Never Rarely Sometimes Always e First Cow.

Vem com a gente nesse exercício de imaginação. E aproveita para dizer quais seriam os seus premiados nos comentários!

MELHOR FILME


Bacurau

Maria e João: O Conto das Bruxas
Sonic: O Filme
O Homem Invisível
First Cow
Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você
Lost Girls: Os Crimes de Long Island
Never Rarely Sometimes Always
Magnatas do Crime

Destaques do Festival de Berlim, First Cow e Never Rarely Sometimes Always surgiriam como fortes concorrentes ao prêmio principal, mas seria curioso ver Bacurau aparecendo como um possível “novo Parasita”. É bom lembrar que o longa brasileiro não pode concorrer na categoria Melhor Filme Internacional, mas pode em todas as outras, por ter sido lançado em 2020 nos Estados Unidos.  O Homem Invisível também surgiria com força.

MELHOR ATRIZ


Kristen Stewart
(Ameaça Profunda)
Elle Fanning (Por Lugares Incríveis)
Margot Robbie (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)
Amy Ryan (Lost Girls: Os Crimes de Long Island)
Elisabeth Moss (O Homem Invisível)

Seria difícil tirar a estatueta de Elisabeth Moss pelo incrível trabalho em O Homem Invisível. Mas seria curioso ver Margot Robbie receber sua terceira indicação por um filme que não tem nada a cara do Oscar.

MELHOR ATOR


Will Smith
(Bad Boys Para Sempre)
Robert Downey Jr. (Dolittle)
Harrison Ford (O Chamado da Floresta)
Vin Diesel (Bloodshot)
Mark Wahlberg (Troco em Dobro)

Até Will Smith ficaria constrangido fazendo um discurso de Melhor Ator pelo trabalho em Bad Boys Para Sempre, não é mesmo? Mas seria menos absurdo que qualquer outra das alternativas.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE


Sonia Braga
(Bacurau)
Mary Elizabeth Winstead (Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)
Thomasin McKenzie (Lost Girls: Os Crimes de Long Island)
Alexandra Shipp (Por Lugares Incríveis)
Talia Ryder (Never Rarely Sometimes Always)

E o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante vai para… Sonia Braga, por Bacurau… Me deixem sonhar.

MELHOR ATOR COADJUVANTE


Silvério Pereira
(Bacurau)
Martin Lawrence (Bad Boys Para Sempre)
Jordan Fisher (Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você)
Jim Carrey (Sonic: O Filme)
Alan Arkin (Troco em Dobro)

Nosso Lunga ficaria feliz só de ser indicado. Pensando com a cabeça dos americanos, o prêmio ficaria dividido entre Alan Arkin e Jim Carrey. Após tentar tanto ser reconhecido por trabalhos sérios, Carrey poderia ser premiado por Sonic. Já pensou?

MELHOR DIREÇÃO


Kleber Mendonça Filho
e Juliano Dornelles (Bacurau)
Guy Ritchie (Magnatas do Crime)
Oz Perkins (Maria e João: O Conto das Bruxas)
Leigh Whannell (O Homem Invisível)
Eliza Hittman (Never Rarely Sometimes Always)

Os vários anos da Academia ignorando diretoras ajudaria na campanha por um Oscar para Eliza Hittman (foto). E seria muito merecido.

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL


Kleber Mendonça Filho
e Juliano Dornelles (Bacurau)
Guy Ritchie (Magnatas do Crime)
Dan Scanlon, Jason Headley e Keith Bunin (Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica)
Eliza Hittman (Never Rarely Sometimes Always)
Corneliu Porumboiu (La Gomera)

Se fomos com a razão em Melhor Direção, vamos com o coração em Melhor Roteiro Original. Vem buscar seu Oscar, Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO


Rob Hayes
(Maria e João: O Conto das Bruxas)
Jonathan Raymond (First Cow)
Patrick Casey e Josh Miller (Sonic: O Filme)
Leigh Whannell (O Homem Invisível)
Sofia Alvarez e J. Mills Goodloe (Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você)

First Cow O Homem Invisível são obras com potencial para estarem na corrida por listas oficiais.

MELHOR FILME INTERNACIONAL


Minha Mãe é uma Peça 3
(Brasil)
O Candidato Honesto (Coreia do Sul)
De Gaulle (França)
Isi & Ossi (Alemanha)
There Is No Evil (Irã)

Minha Mãe é uma Peça 3 venceu disputa apertada com Modo Avião e acabou escolhido o representante brasileiro na corrida pelo Oscar. E vai ter que disputar com o remake coreano para O Candidato Honesto. Agora… deixando a zoeira de lado, There Is No Evil provavelmente estará na lista final da Academia. Foi o grande vencedor do Festival de Berlim.

MELHOR DOCUMENTÁRIO


Miss Americana

Epicentro
Boys State
The Reason I Jump
Irradiated

Esta foi a seleção mais difícil de fazer. Acabamos escolhendo algumas obras que se destacaram no Festival de Sundance. Seria curioso ver Taylor Swift subindo no palco do Dolby Theater.

MELHOR ANIMAÇÃO


Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Spycies
O Tempo com Você
Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca
My Hero Academia: Heroes Rising

Dois Irmãos Shaun, o Carneiro possuem chances reais de marcarem presença na lista final da Academia.

‘Dickinson’: Wiz Khalifa se junta ao elenco da nova série da Apple

Variety confirmou hoje que o rapper Wiz Khalifa fará uma aparição especial na nova série da AppleDickinson. Ele será a Morte, um personagem imaginário que “personifica um tema crucial encontrado nos trabalhos da romancista Emily Dickinson (Hailee Steinfeld)”.

Confira o trailer oficial:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla HuntAdrian Blake Enscoe completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

Crítica | Christina Aguilera volta a nos encantar com a potente “Loyal Brave True”

Christina Aguilera não apenas é uma das maiores e mais conhecidas vozes de sua geração (e da atualidade), como também é responsável por algumas das baladas mais tocantes da indústria fonográfica contemporânea. Afinal, ao longo de sua extensa carreira, a cantora e compositora nos entregou performances irretocáveis que ganharam forma com a saudosista “Hurt”, a upbeat “Oh, Mother” e a cândida “Beautiful”. Em 2018, Aguilera também nos presenteou com o classicismo teatral de “Twice”, um dos singles promocionais de Liberation, talvez nos preparando para o que viria a seguir: seu retorno para o panteão Walt Disney com o live-action de Mulan.

Para aqueles que não se recordam, a artista foi convidada a fazer uma versão única e inesquecível de “Reflection” em 1991 para a animação original e, quase três décadas depois, retornando às suas origens com uma nova perspectiva para a faixa em questão e construindo uma belíssima ballad de autodescobrimento e superação intitulada “Loyal Brave True” – também seguindo os passos de outras tantas divas que emprestaram suas vozes para outras releituras da Casa Mouse.

Apesar de Aguilera já ter se aventurado diversas vezes em canções mais lentas e reflexivas, seus potentes e rasgados vocais são normalmente destinados a arquiteturas dançantes, explosivas e bastante enérgicas (vide “Candyman” ou então a burlesca “Ain’t No Other Man”). Dessa forma, é interessante vê-la explorar outras camadas de sua identidade artística, ainda mais quando guiada com um épico instrumental que logo rende-se ao paralelismo dos contos de fada (trazendo para o primeiro plano os sons naturalizados da harpa e do piano).

Enquanto os primeiros versos são comerciais o bastante para nos carregar para o restante da track, é o pre-chorus que se nutre da latente disposição da performer, desde suas oscilações das notas mais graves até a perfeição em falsetto, passando pelos retumbantes tambores que se recuam numa ambiência bélica – e respaldadas por um liricismo repleto de metáforas. Mais do que isso, Aguilera garante que seu toque esteja imprimido com força sem permitir, ao mesmo tempo, que o resultado final seja apenas mais uma convenção pop sem vida (com exceção de um frustrante finale que poderia ter sido melhor trabalhado).

“Loyal Brave True” honra o material original explorado pela artista e, sem sombra de dúvida, insurge como uma das canções mais consistentes e coesas do ano (quiçá dos últimos anos) – além de servir como um ótimo jeito de darmos as boas-vindas de volta para a cantora àquilo que ela sabe fazer de melhor: nos encantar.

Ouça a nova faixa:

‘RuPaul’s Drag Race’ é indicado a 13 categorias do Emmy 2020!

Apesar das polêmicas deste ano, o famoso reality show RuPaul’s Drag Race’ continua encantando o público e a academia e, seguindo os passos de suas temporadas predecessoras, o novo ano do programa fez um barulho gigante no Emmy 2020.

A produção foi indicada a nada menos que 13 categorias, sendo dez delas destinadas ao programa principal e as outras três ao ‘Untucked’, uma espécie de spin-off que mostra os bastidores da competição.

Além de Melhor Programa de CompetiçãoRuPaul Charles foi indicado novamente para a categoria de Melhor Apresentador de um Programa de Reality ou Competição. Esta é a quinta vez que Charles é nomeado na categoria, tendo levado quatro estatuetas para casa em 2016, 2017, 2018 e 2019.

O programa também foi relembrado em várias categoria técnicas, incluindo Melhor Direção, Melhor Elenco, Melhor Cinematografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Maquiagem, Melhor Mixagem de Som Melhor Cabelo.

Já o ‘Untucked’ ganhou indicações em Melhor Reality Não RoteirizadoMelhor Edição para Reality Não RoteirizadoMelhor Reality ou Série de Não-Ficção em Forma Curta.

Lembrando que a 12ª temporada do show já está disponível na Netflix.

Michelle Pfeiffer revela que ainda guarda seu traje de Mulher-Gato no armário

Em entrevista ao Ladies First, a lendária Michelle Pfeiffer deixou bem claro aos seus fãs que tem um carinho especial pelo filme ‘Batman: O Retorno’. Afinal, ela interpretou a famosa anti-heroína Selina Kyle/Mulher-Gato na obra e ganhou aprovação por parte dos fãs desse universo.

Durante a conversa, Pfeiffer revelou não apenas que aprendeu algumas habilidades interessantes enquanto rodava o longa-metragem, mas que ainda guarda o uniforme da Mulher-Gato em seu armário.

Confira:

Pfeiffer recentemente confirmou que retornará para a franquia ‘Homem-Formiga’ como Janet Van Dyne – a Vespa original -, ao lado de Paul Rudd (Scott Lang/Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Hope Van Dyne/Vespa) e Michael Douglas (Hank Pym/Homem-Formiga original).

Vale lembrar que Jonathan Majors (‘Lovecraft Country’) também aparecerá em Homem-Formiga 3 e dará vida ao vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

Enquanto mais informações não são reveladas e/ou confirmadas, sabe-se que o novo filme está sendo escrita por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Crítica | Nomadland – Vencedor do Oscar desconstrói o “sonho americano” de maneira poética

No final dos anos 2000, o mundo capitalista passava por mais uma derradeira crise que se tornou a pior desde a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Recomeçando praticamente do zero, os Estados Unidos, novamente epicentro de uma bolha imobiliária que explodiu e que trouxe enorme prejuízo aos bancos e à vida trabalhista do país, perceberam um aumento exponencial de desempregados e indigentes que perderam suas casas e tiveram que procurar um meio alternativo de sobreviverem – e essa é, em suma, a premissa que guia o aclamado drama tour-de-force Nomadland, de Chloé Zhao.

Desde sua estreia no Festival Internacional de Toronto até o lançamento oficial nos cinemas de todo o mundo, o longa-metragem recebeu atenção enorme por inúmeros motivos, mas principalmente pela presença espetacular de Frances McDormand no papel protagonista de Fern, uma mulher que perdeu o marido e o emprego e que se tornou uma nômade ao lado de tantos outros estadunidenses – cruzando o país em uma van e arranjando bicos em diversas empresas e restaurantes no Meio Oeste. Zhao, não apenas escrevendo a adaptação do romance de não-ficção homônimo de Jessica Bruder, mas também comandando-a e montando cada uma das complexas peças dessa viagem, ascendeu ao patamar de uma das grandes realizadoras da contemporaneidade, ganhando atenção no cenário mainstream anos depois de sua estreia cinematográfica em 2015.

O resultado: Foi o grande vencedor do Oscar 2021, levando os prêmios de Melhor Filme, Direção (para Chloé Zhao), e Melhor Atriz para Frances McDormand.

A narrativa, como já mencionada, é centrada em Fern. Caminhando para o auge da terceira idade, a construção da personagem pode não ser um dos mais explosivos já vistos no cinema, mas nos cativa pela humildade e pelas transições emocionais pelas quais passa ao longo de pouco mais de uma hora de tela. McDormand, que levou sua terceira estatueta do Oscar após ‘Fargo’ e ‘Três Anúncios para um Crime’, dá vida ao retrato mais pungente e ao mesmo tempo singelo da desconstrução mandatória do “sonho americano”, trazendo crítica à ideologia predatória que beneficia as elites e coloca a classe trabalhadora sobre um caminho de ovos, nunca certos do que o futuro lhes aguarda. Mas Fern parece “bem” com a situação e parece ter se encontrado com inúmeros outros nômades que se tornam seus confidentes e amigos de uma longa data que nunca, de fato, existiu.

Comedida e respeitosa, a nossa “heroína” trata todos bem e sabe que pode aprender com aqueles que estão na estrada há mais tempo. Mesmo assim, ela se restringe à própria presença e tenta não construir laços afetivos duradouros, seja com a conhecida Swankie (Charlene Swankie) ou com o charmoso Dave (David Strathaim). É por esse motivo também que seu isolamento e seus pontos de reflexão, que a levam a relembrar do marido falecido e de sua vida como uma serva urbana com nostalgia pecaminosa – o que pode não parecer comovente para o público que espera um melodrama novelesco qualquer.

Assim como ‘Songs My Brother Taught Me’, de 2015, Zhao emprega com audácia uma paleta de cores que não varia muito e que se exila na melancolia do azul e num esparso brilho amarelado que é tão convidativo quanto efêmero. Cada uma das centenas de sequências externas assemelha-se à estética documentária que a diretora imprimiu em produções anteriores, deixando de lado os caprichos cênicos do campo-contracampo (com raras exceções) e abrindo espaço para uma manufaturada fluidez em planos contínuos e intimistas – mostrando que a vastidão do mundo é, na verdade, um ciclo vicioso que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. A cereja do bolo vem com as contradições artísticas arquitetadas pela realizadora: ao mesmo tempo que Fern é solitária, sabe em quem confiar; a serenidade da vida em contato com a natureza é um lembrete de escolhas e situações que fugiram do controle e que trazem consequências marcantes para a vida de qualquer um.

Dividir o filme em atos concisos é um trabalho difícil e desnecessário, visto que Zhao tem muito mais aptidão às não-narrativas. Trabalhando, essencialmente, no período de um ano, o arco de Fern começa nas celebrações do Natal e do Ano Novo e termina do mesmo jeito – com o diferencial de que a rendição de McDormand carrega mais cicatrizes e mais memórias que não irão mais voltar. E, no final das contas, revisitando o que outrora lhe pertencia num passado distante, ela é confrontada com turbilhões de emoções que a fazem questionar como trilha esse caminho diferente do normatizado pela sociedade – e que é passível de uma arbitrária e condescendente empatia.

É impressionante como nenhum dos aspectos do longa falha em entregar exatamente aquilo que promete: a dicotomia entre a aurora e o ocaso é transferida inclusive à minimalista trilha sonora de Ludovico Einaudi e a uma sóbria e trágica fotografia de Joshua James Richards. Mesmo assim, com todas essas infusões que vão para além de um mero estudo de caso, é bem provável que Nomadland não caia no gosto de todos – mas que merece ser visualizado como a densa análise antropológica e sociológica que realmente é.

‘Cara Gente Branca’: 4ª e última temporada da série já está disponível na Netflix!

A 4ª e última temporada da aclamada série ‘Cara Gente Branca‘ (Dear White People) já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram lançados na plataforma de streaming hoje, 22 de setembro.

Criada por Justin Simien, série é baseada no filme homônimo lançado em 2014.

A trama segue um grupo diverso de estudantes negros que tem que enfrentar diversos tipos de preconceito, e mais explicitamente o racismo, em uma universidade estadunidense de elite que é majoritariamente dominada por pessoas brancas.

O elenco inclui Logan Browning, Brandon P Bell, DeRon Horton, Antoinette Robertson, John Patrick Amedori, Ashley Blaine Featherson e Giancarlo Esposito.

‘Obi-Wan Kenobi’: Série do Disney+ ganha cartaz oficial e data de estreia; Confira!

A página oficial da saga Star Wars divulgou hoje (09), através das redes sociais, o primeiro cartaz oficial de ‘Obi-Wan Kenobi’, série derivada focada no icônico jedi titular.

O pôster também revela a data de estreia da produção no Disney+25 de maio.

Confira:

Além do protagonista Ewan McGregor, o elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Vale ressaltar que Hayden Christensen retorna como Anakin Skywalker, junto com Joel Edgerton e Bonnie Piesse como Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.

Anteriormente, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Artes promocionais trazem novo vislumbre de Namor e Attuma em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’

Um dos lançamentos da Marvel mais aguardados para 2022 é ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘ e, agora, possíveis novas artes promocionais do longa-metragem trazem mais um vislumbre de personagens que podem aparecer na sequência.

Para aqueles que não se recordam, diversos rumores acerca da produção indicam que Namor, o Príncipe Submarino, dará as caras e que será interpretado por Tenoch Huerta. Mas isso não é tudo: Attuma, um vilão e um dos principais inimigos de Namor, também irá aparecer.

Recentemente, a página do Twitter @MCU_Facility divulgou imagens que, ao que tudo indicam, revelam o visual de ambos os personagens.

Confira:

Lembrando que ‘Pantera Negra 2′ passou por vários contratempos durante sua produção e teve as filmagens interrompidas três vezes por causa da pandemia. Mas a data de estreia não será alterada.

Na CinemaCon, foi CONFIRMADO que o filme chega aos cinemas no dia 11 de novembro de 2022, com o retorno do roteirista e diretor Ryan Coogler.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Recentemente, o ator Danny Sapani comentou sobre seu retorno aos sets da Marvel para reviver o personagem M’Kathu, em ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘.

Em entrevista para o Entertainment Tonight, o intérprete do líder da Tribo da Fronteira garantiu que a sequência será tão grandiosa quanto original.

“Obviamente, sem Chad é muito diferente fazer esse filme. Mas vamos continuar hasteando essa bandeira, continuar tentando contar essa história porque é uma história incrível.”

Questionado sobre os comentários de Angela Bassett de que ‘Pantera Negra 2′ vai superar o primeiro filme, ele disse que:

“Bem, eu não acho que você possa comparar os dois, para ser honesto com você. Mas a sequência será tão grandiosa quanto o original. Acho que vamos continuar honrando o grande homem que Chad foi. Todas as pessoas que estão envolvidas com esse projeto são muito próximas. Acho que dá uma ótima sensação de família. Então, imagino que vai surpreender a todos assim como o primeiro.”

‘Duna: A Irmandade’: Astro de ‘Shazam!’ entra para o elenco da série derivada

Segundo o Deadline, três novos membros foram contratados para o elenco de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve.

As informações indicam que Mark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’) foram contratados para o projeto.

Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.

Lembrando que as gravações tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.

Emily WatsonShirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Alison Schapker entra como showrunner.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘A Mãe’: Thriller de ação com Jennifer Lopez já está disponível na Netflix!

A Mãethriller de ação estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 12 de maio, na plataforma de streaming.

Na trama, Lopez interpreta uma assassina que sai da sombras, a fim de proteger a filha que ela abandonou há anos atrás. Ela terá que fazer isso enquanto lida com um grupo de perigosos homens, que as estão perseguindo.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Lopez produz o filme ao lado da sua parceira de longa data, Elaine Goldsmith Thomas.

Misha Green (‘Lovecraft Country’) também assume a função de produtora. Green também é responsável pelo roteiro original do longa, que sofreu alterações pelas mãos de Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton’).

Niki Caro (‘Mulan’) entra como diretora.

Joseph FiennesOmari Hardwick, Gael García BernalPaul RaciLucy Paez e outros completam o elenco.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ ganha imagens INÉDITAS apresentando os personagens da série; Confira!

O Disney+ divulgou imagens inéditas de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, série de TV que adapta a aclamada série de livros criados por Rick Riordan.

Lembrando que a série estreia oficialmente no dia 20 de dezembro, com dois episódios no lançamento e os subsequentes sendo exibidos semanalmente.

Confira, junto ao teaser:

Recentemente, também foram divulgados novas imagens da série pela Entertainment Weekly.

O material traz novos vislumbres do trio protagonista; Percy (Walker Scobell), Annabeth Chase (Leah Jeffries) e o sátiro Grover (Aryan Simhadri).

Confira, junto com o trailer:

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Scobell, Jeffries e Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Fúria Primitiva’: Jordan Peele revela como SALVOU o filme do cancelamento

Em entrevista ao GamesRadar+, o produtor Jordan Peele revelou como conseguiu salvar o já aclamado projeto ‘Fúria Primitiva’, dirigido e estrelado por Dev Patel (‘Quem Quer Ser um Milionário?’).

Antes da Netflix decidir descartar o longa-metragem, Peele não estava atado como produtor. Entretanto, após ter a chance de ver a visão de Patel para a narrativa, o icônico realizador, conhecido por títulos como ‘Corra!’‘Nós’, imediatamente resolveu participar do projeto – culminando na distribuição internacional por parte da Universal Pictures.

“Bom, de certa maneira, [o filme] estava afogado. Dev veio até nós com o filme”, ele explicou. “Ele apareceu e nos mostrou. Nós instantaneamente vimos o que ele estava fazendo. Era bem claro – e era bem claro que ele estava em uma jornada árdua e longa com o longa Acho que ele só não tinha percebido o quão inacreditavelmente incrível era”.

Após salvar ‘Fúria Primitiva’ do cancelamento definitivo, Peele confirmou que se envolveu com o filme durante o processo de montagem, em que pôde aconselhar Patel na construção de uma experiência cinematográfica para o público.

“Quando entramos no momento da montagem, ele tomou algumas decisões que realmente enfatizaram sua ideia”, ele comentou. “Há peças de música sobre as quais o público ficará fascinado, sabe, esse tipo de coisa. O trabalho que ele fez com o som para criar uma atmosfera dinâmica é muito cinematográfica”.

Peele completou: “todos no processo tiveram influência no projeto – e é a responsabilidade de Dev escolher o que pegar de quem. Como produtor, quando falava com Dev, gostava de lhe dar meu conselho, mas como um ser humano dizendo como é a minha experiência em assistir ao que ele nos apresenta, como membro espectador. Isso é tudo o que eu posso esperar, que ele me ouça como plateia, mais do que tudo”.

Lembrando que o suspense de ação foi avaliado com a nota B+ no popular agregador CinemaScore.

A encargo de comparação, essa foi a mesma nota atribuída a filmes como ‘Trem-Bala’ ‘Beekeeper – Rede de Vingança’.

Na trama, Kid é um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro. Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

O longa chega aos cinemas nacionais em 23 de maio.

Lembrando que o filme conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Dev Patel é aplaudido de pé após a exibição de ‘Moneky Man‘, filme que marca sua estreia diretorial durante o festival SXSW.”

“‘Monkey Man‘ é o tributo amoroso de Dev Patel a todas os filmes de ação. É como ‘John Wick’, mas com esteroides. Um filme de vingança insanamente violento. Dev Patel dirige tudo isso e há algumas sequências seriamente insanas que fazem você pensar, como eles fizeram isso?”


“‘Monkey Man, dirigido por Dev Patel, é um dos melhores filmes de ação do nosso tempo. É sua estreia na direção e ele a executa com maestria. Visceral e cheio de ação com um novo estilo nunca antes visto! As pessoas vão adorar isso! Talentoso pra caramba.”

Dev Patel não hesita em #MonkeyMan. Sua estreia na direção é sua carta de amor aos filmes de ação. Merecendo aplausos de pé por dois minutos. Vá assistir com todos os seus amigos.”

“#MonkeyMan é um incrível filme de estreia diretorial para Dev Patel. Carregado com violência de quebrar ossos que espalha sangue por toda parte, o público do #sxsw enlouqueceu muitas vezes durante a estreia mundial. Não posso acreditar que este é seu primeiro filme. Definitivamente vale a pena ver em uma sala de cinema.”

Monkey Man‘: Cada pedacinho deste filme é conquistador. Uma poderosa história de vingança que atravessa toda a gama de ação com força poderosa. Dev Patel arrasou com sua estreia diretorial.”

“Acho que nunca estive tão orgulhoso de uma trajetória de carreira como estou agora com Dev Patel… de ‘Skins’ a #MonkeyMan. Ele criou uma obra-prima de ação contundente, repleta de emoções pulsantes. Graças a Deus está chegando aos cinemas!”

O longa é produzido por Jordan Peele (‘Não! Não Olhe!’). Patel co-assina o roteiro ao lado de Paul AngunawelaJohn Collee.

Inspirado na lenda de Hanuman, um ícone que representa força e coragem, Monkey Man traz Patel como Kid, um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro.

Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

O elenco também conta com Sharlto CopleySobhita DhulipalaPitobashVipin SharmaAshwini KalsekarAdithi KalkunteSikandar KherMakarand Deshpande.

Dan Fogler, de ‘The Offer’, entra para o elenco do DRAMA jurídico ‘O Homem que Fazia Chover’

Segundo o DeadlineDan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’, ‘The Offer’) foi escalado em âmbito regular para a nova série dramática O Homem que Fazia Chover, da USA Network.

Fogler dará vida a Melvin Pritcher, um enfermeiro com um segredo explosivo no cerne de uma vasta conspiração.

O astro se junta aos previamente confirmados Milo CallaghanJohn SlatteryMadison IsemanLana ParrillaP.J. ByrneRobyn Cara.

A trama acompanha Rudy Baylor (Callaghan), que, pouco depois de se formar na Faculdade de Direito, enfrenta o impetuoso juiz Leo Drummond (Slattery) e sua namorada Sarah Plankmore (Iseman) no tribunal. Rudy, ao lado de sua chefe (Parrilla) e seu time de paralegais, descobrem duas conspirações conectadas entre si e que rodeiam a misteriosa morte do filho de sua cliente.

Michael Seitzman entra como showrunner. Ele também fica responsável pela produção executiva da atração ao lado da Lionsgate e da Blumhouse, e, além disso, assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Jason Richman.

A série é baseada no romance homônimo de John Grisham, que já ganhou uma adaptação para os cinemas em 1997 estrelada por Matt DamonJon Voight.

Mais informações não foram reveladas.

Cloverfield – Monstro | Relembrando um dos MELHORES found footage dos anos 2000

Anos antes de comandar a aplaudida adaptação neo-noir de ‘Batman’ e entrar como produtor executivo da série derivada ‘Pinguim’, Matt Reeves aproveitou a crescente popularização dos filmes found footage para dar vida a uma das melhores incursões do gênero dos anos 2000: ‘Cloverfield – Monstro’.

Lançado em 2008, o longa-metragem teve uma recepção bastante positiva por parte da crítica, recebendo elogios pela condução da narrativa e pela envolvente estética promovida por Reeves, ainda que tenha dividido o público. Na obra, acompanhamos um grupo de amigos que, após uma festa de despedida, se vê lutando pela sobrevivência após um monstro gigante atacar a cidade de Nova York. Gravando a experiência dessa caótica noite sem fim em uma câmera de vídeo, os protagonistas descobrem segredos envolvendo até mesmo o governo dos Estados Unidos – e, quando decide-se lançar uma bomba atômica sobre a cidade, eles precisam correr para escapar da morte certa.

Unindo-se ao roteirista Drew Goddard, Reeves tem uma visão bastante clara em sua mente – e aposta em uma amálgama interessante de gêneros para que o projeto se concretize da maneira que desejava. Dessa forma, percebemos a influência do terror e da ficção científica, atrelados a uma homenagem clara a outras incursões do found footage que tiveram exponencial reconhecimento a partir da década de 1999. Ora, o cineasta sabe muito bem com o material que está trabalhando e puxa elementos de obras como ‘A Bruxa de Blair’ para construir um labiríntico jogo de gato e rato que, ao contrário do título de 1999, aposta em exibições momentâneas e borradas da gigantesca criatura que destrói tudo o que se conhece.

E isso não é tudo: Reeves abraça convencionalismos de uma maneira a não deixar isso tão óbvio – deixando, sim, que as fórmulas se desenrolem, mas mascarando-as com uma técnica bastante instigante e que, à época, ainda não havia se corroído com o peso da saturação. Assim, mesmo as sequências de mais movimento são coreografadas de forma a reiterar o “realismo” pretendido pela imagética do longa conforme cultiva jumpscares interessantes e que auxiliam no dinamismo e na atmosfera pretendidas. Ora, até mesmo o trabalho de fotografia assinado por Michael Bonvillain segue passos similares, deixando que a estética “pixelada” do final dos anos 2000 varie entre sequências de qualidade nítida e sequências de menor resolução para propositalmente confundir os espectadores e pegá-los de surpresa.

Ao longo de seus breves 85 minutos, o filme não deixa de ter seus equívocos – mas nada que seja tão derradeiro a ponto de estragar nossa experiência audiovisual. De certa forma, o projeto serve como um espelho dos traumas deixados pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, mas relido através de uma acidez ficcional que é próprio do estilo de Reeves através de sua carreira, e chegou até mesmo a ser criticado por se apoiar em um “humor sádico” para construir a narrativa de terror. Todavia, devo remar de encontro a esses comentários: o monstro, caso colocado em um âmbito simbólico, insurge como uma estrutura arquetípica das consequências da impetuosidade do ser humano, em uma construção dêitica que o coloca perante as forças imparáveis da natureza: em outras palavras, essa criatura pode ser a representação da pequenez do homem perante o mundo e o universo que o cercam – e de que forma esse complexo de superioridade é ínfimo e vão quando, eventualmente, todos vamos morrer.

É nesse aspecto que Reeves frisa a mensagem do filme. Os personagens lutam em constância exaurível para escapar do inferno em que estão enclausurados – e, no final das contas, tanto trabalho se valeu de nada. O monstro, aparentemente abatido pelas forças militares, levanta-se na cena final e ataca o helicóptero onde os poucos sobreviventes se encontram, atingindo-o como se fosse o galho seco de uma árvore. Assim, a conclusão anticlimática de Reeves e Goddard é frustrante pelos motivos certos e por caminhar a par com o que a narrativa vinha nos prometendo desde o princípio – a “festa de despedida”, destarte, funciona como uma assustadora “premonição” de um fim absoluto e inescapável.

Se essas investidas funcionam na maior parte, o fabuloso elenco se entrega a ótimas performances que deixam que cada ator e atriz se divirta do começo ao fim. Enquanto Michael Stahl-David e Odette Yustman fornecem o familiar escopo romântico que sustenta a subtrama em um prático jogo de “cavaleiro branco e donzela em perigo” e, apesar de ambos terem momento de brilhar, são os coadjuvantes que explodem em interpretações incríveis – com destaque aos trabalhos de Lizzy Caplan como Marlena, que rouba os holofotes em uma das cenas mais aterrorizantes do filme, e T.J. Miller como Hud Platt, o cameraman que captura os eventos apocalípticos do enredo.

‘Cloverfield – Monstro’ pode ter dividido os fãs de terror à época de seu lançamento – porém, quando o revisitamos, percebemos que julgamentos mais ferrenhos podem ter sido premeditados: afinal, o resultado dessa interessante obra é bem positivo e cumpre com o prometido sem precisar de valer de firulas exageradas ou de ambições em demasia.

Emmy Awards 2025 | ‘Only Murders in the Building’ conquista SETE indicações à premiação

A 4ª temporada completa da aclamada série ‘Only Murders in the Building‘ fez bonito durante o anúncio de indicados à 77ª edição do Emmy Awards.

A produção conquistou sete nomeações à premiação, incluindo Melhor Série de ComédiaMelhor Ator em Série de Comédia para Martin Short.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

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‘Buddy’: Terror estrelado por Cristin Milioti ganha primeira imagem BIZARRA; Confira!

Foi divulgado a primeira imagem oficial de Buddy, novo terror estrelado pela vencedora do Emmy Cristin Milioti (‘Pinguim’).

A trama acompanha uma jovem garota que, ao lado de seus amigos, devem escapar de um perigoso e insano programa de televisão infantil.

Confira:

Casper Kelly (‘Too Many Cooks’) assume a cadeira de direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Jamie King.

Topher GraceKeegan-Michael Key, Michael ShannonPatton OswaltDelaney Quinn também fazem parte do elenco.

Mais detalhes sobre o longa-metragem estão sendo mantidos sob segredo, mas a trama ainda foi descrita como uma “nova experiência de horror”.

As gravações já foram finalizadas, com J.D. LifshitzRaphael Margules assumindo a cadeira de produtores pela BoulderLight, ao lado de Tyler DavidsonDrew Sykes, da Low Spark Films.

Especial ‘Toy Story’ | Toy Story 4: O capítulo mais POLÊMICO da icônica franquia animada

Desde sua estreia em 1995, Toy Story veio para provar que o gênero da animação merecia ser respeitado assim como qualquer outro, apostando em uma narrativa extremamente original que trouxe brinquedos à vida em uma jornada de amadurecimento marcada por tiradas cômicas e um profundo drama existencialista que o transformou em uma aclamada incursão para todas as gerações. Funcionando como carro-chefe da então recém-fundada Pixar, agora parte do conglomerado da Walt Disney, o longa deu origem a uma saga multimidiática de extremo aclame, incluindo uma franquia cinematográfica irretocável que conquistou a crítica e os fãs ao redor do planeta.

‘Toy Story 5’ conquista ÓTIMA nota do público dos EUA na CinemaScore; Confira as avaliações da franquia:

Diferente do que imaginávamos, o terceiro capítulo chegou aos cinemas em 2010 e nos apresentou a uma emocionante história que, a princípio, deveria ter encerrado o arco dos personagens da forma mais impecável possível. Mas, como é costumeiro no escopo do entretenimento, planos mudam – e, nove anos mais tarde, fomos convidados a voltar para mais uma aventura com Toy Story 4’. Ainda que esse capítulo soe mais como um especial derivado do que uma entrada necessária na franquia, o resultado é positivo o suficiente para apresentá-la a uma nova geração e para trazer os inveterados fãs às salas em um misto de saudosismo e nostalgia que se tornou um sucesso massivo de bilheteria, além de ter conquistado a estatueta de Melhor Animação no Oscar.

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A trama é ambientada pouco depois dos eventos de Toy Story 3’, em que Andy foi para a faculdade e seus brinquedos foram doados para a jovem e adorável Bonnie, mostrando um Woody (Tom Hanks) frustrado por não conseguir a atenção de sua nova dona. Em meio a várias tentativas falhas, Woody encontra uma brecha quando descobre que Bonnie está ansiosa e um pouco temerosa de entrar para o jardim de infância – a oportunidade perfeita para que o xerife a ajude e, finalmente, seja amado como deseja. Porém, ele não esperava que a garota desse vida a um garfinho de plástico chamado Forky (Tony Hale), tornando-se parte do vasto arsenal de Bonnie, mas mergulhando em uma crise existencial por acreditar que é apenas um amontoado de lixo, e não um brinquedo de verdade.

‘Toy Story 5’ estreia na LIDERANÇA das bilheterias nacionais

Não demora muito até a frustração de Woody aumenta, principalmente quando Forky se torna o brinquedo favorito de Bonnie. Todavia, em uma viagem em família, o garfinho de plástico pula para fora do carro e compele o caubói a resgatá-lo. O que ele não esperava era se reunir com uma paixão antiga quando cruza caminho com Bo Peep (Annie Potts), há muito doada para uma criança e agora descobriu os prazeres de uma vida livre e sem pertencer a alguém. É claro que as coisas não são tão simples quanto imagina, ainda mais quando Forky é tomado como refém de uma boneca ventríloqua chamada Gabby Gabby (Christina Hendricks), que deseja roubar a caixa de voz de Woody para sair de seu confinamento eterno, e Buzz (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack) e os outros unem forças para salvá-los.

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Assim como o capítulo anterior, Toy Story 4’ conta com um novo diretor, Josh Cooley, que demonstra respeito e conhecimento em relação a esse icônico microcosmos da Pixar. Aqui, o realizador aposta fichas em mais uma trama de amadurecimento, mas garantindo que os espectadores entendam que os brinquedos, assim como os humanos, estão envelhecendo – e que nunca é tarde para “virar a página” e começar um novo capítulo. Todos os elementos funcionam como deveriam e é muito interessante ver que, em meio a vários personagens inéditos – incluindo Duke Caboom (Keanu Reeves), Patinho (Keegan-Michael Key) e Coelhinho (Jordan Peele) -, existe espaço para uma profunda análise sobre recomeço e sobre despedida.

O cuidado estético é inegável e imprescindível, valendo-se de mais inovações tecnológicas que reiteram o emblemático status da franquia e não perdendo a mão em nenhum momento conforme ousadias cênicas se estendem pela paleta de cores, pela trilha sonora e por enquadramentos inspirados que trazem toques do suspense e da tragicomédia aos espectadores. Mais do que isso, os roteiristas Andrew Stanton e Stephany Folsom constroem uma ponte intergeracional metadiegética que encerra o arco de Woody dentro do panorama Toy Story ao passo que introduz o universo a um público mais jovem e que, com certeza, irá se apaixonar por essa história.

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O caráter dispendioso existe, mas o incomparável sucesso não deixa dúvidas quanto à aceitação dos espectadores – ora, o filme arrecadou expressivos US$1,074 bilhão nas bilheterias, ultrapassando inclusive o montante de Toy Story 3’, além de ter varrido a temporada de premiações. De qualquer maneira, mesmo com alguns erros óbvios que se estendem pela estrutura do projeto, Toy Story 4’ configura-se como mais uma sólida iteração para a saga animada e se vale do carisma de seus personagens para nos satisfazer como pode.

Lembrando que a franquia completa está disponível no catálogo do Disney+.

Confira a página de Toy Story 5

‘The Walking Dead’: [SPOILER!] ainda pode retornar, segundo produtora

Lauren Cohan se afastou de ‘The Walking Dead‘ na metade da 9ª temporada, mas a trajetória de Maggie ainda não chegou ao fim.

Em entrevista para a Radio Times, a produtora executiva da série, Denise Huth, disse que está esperançosa sobre o retorno de Cohan.

“Tudo o que posso dizer sobre Maggie é que ela é uma das minhas personagens favoritas. Eu adoro Lauren Cohan e ainda há esperança de que ela volte para nós. Portanto, espero que a vejamos novamente.”

Huth também mencionou a introdução de Dante (Juan Javier Cardenas), que nos quadrinhos é o novo interesse amoroso de Maggie após a morte de Glenn.

“Estou tão empolgado em apresentar Dante. Ele é um personagem tão bom nos quadrinhos. Tivemos que trazê-lo de uma maneira um pouco diferente do que os fãs esperam. Nos quadrinhos, ele está muito ligado à história de Maggie, e agora Maggie não está aqui.”

Lembrando que The Walking Dead‘ retorna para sua 10ª temporada no dia 06 de outubro.

 

‘The Witcher’: Showrunner fala sobre a transformação de Ciri na 2ª temporada

Na 1ª temporada de ‘The Witcher‘, Ciri (Freya Allan) foi retratada como uma criança teimosa, inocente e curiosa, mas também com uma sede por aventuras e descobertas.

Durante uma entrevista para o TV Guide, a showrunner Lauren S. Hissrich disse que a 2ª temporada vai mostrar Ciri dando os primeiros passos para se tornar uma brava guerreira.

“Na 2ª temporada, estamos aprofundando a história de Ciri, ela vai honrar sua herança real, mas também se vê em conflito porque quer se tornar uma guerreira. Ela vai treinar e dar os primeiros passos para se tornar uma lutadora… Mas ela não vai se esquecer de onde veio.”

Hissrich também disse que ela terá ainda mais destaque nos novos episódios.

“Ciri é a chave para um mistério muito maior em relação à magia que envolve a série. Por mais que ela tenha um grande papel na 1ª temporada, oito epísódios não foram suficientes para aprofundar a personagem como queríamos. Ela não esteve tão presente na história como eu gostaria.

Vale lembrar que o site Production Weekly confirmou que as gravações da 2ª temporada serão retomadas a partir de 17 de agosto nos estúdios Arborfield, no Reino Unido.

A renovação da série foi anunciada logo após a estreia na Netflix, e as gravações foram iniciadas em fevereiro, até que foram interrompidas depois que Kristofer Hivju foi diagnosticado com COVID-19.

Para evitar a propagação do vírus, a produção havia sido pausada sem previsão de retorno, faltando cinco meses para a conclusão das cenas, além do trabalho de pós-produção.

Por conta do atraso, é provável que a estreia dos novos episódios seja adiada em alguns meses.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano (entre junho e setembro) de 2021.

Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Godzilla vs Kong’: Internautas promovem boicote ao filme após Warner se recusar a atender o #RestoreTheSnyderverse

Como a Warner Bros já deixou claro que não pretende atender à campanha #RestoreTheSnyderverse, parece que os fãs da DC Comics estão fazendo de tudo para atacar o estúdio.

A mais recente investida desses fãs extremistas é promover um boicote ao filme Godzilla vs Kong’, que também será distribuído pela HBO Max, plataforma de streaming do grupo Warner Media.

O filme ainda não estreou nos Estados Unidos, mas já está fazendo um grande sucesso alguns territórios pelo mundo, como na China, na Coreia do Sul e no México.

Até o momento, a sequência dirigida por Adam Wingard já acumulou US$ 123, 2 milhões, e esse sucesso está incomodando os seguidores de Zack Snyder.

De acordo com o CBR, o boicote está ganhando força através de anúncios em vários sites e redes sociais voltados a críticas cinematográficas, como IMDb e o Letterboxd.

Mesmo sem terem assistido ao longa, diversos usuários dessas plataformas estão lhe dando apenas uma estrela e publicando comentários negativos para desestimular outros espectadores.

No Twitter, ainda internautas pedindo que a estratégia seja repetida em todos os próximos lançamentos do estúdio.

Felizmente, parece que a campanha de ódio não está surtindo grande efeito (por enquanto), já que ‘Godzilla vs Kong‘ conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas:

Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ chega aos cinemas brasileiros em 29 de Abril.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Homem-Aranha 3’: Tom Holland diz que Peter Parker vai usar seus trajes em 80% do filme

O que os fãs de quadrinhos mais querem ver em filmes de super-heróis são os personagens vestindo seus icônicos trajes. No entanto, os astros são vistos em roupas civis na maior parte do tempo.

Isso porque muitos atores querem ser reconhecidos sem suas máscaras, o que acaba gerando algumas críticas por parte dos fãs.

Acontece que este não é o caso de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, já que Tom Holland vai passar 80% do filme com seus trajes.

A informação foi revelada pelo próprio astro durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter.

“Estarei de uniforme praticamente o tempo todo. Acho que vão me ver como ‘Homem-Aranha’ em pelo menos 80% de todo o filme. Durante as últimas cinco semanas de filmagem de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, usei a roupa do Homem-Aranha todos os dias, o dia todo.”

Isso significa que haverá ação e interações com os vilões por aproximadamente 80% da narrativa.

Considerando que serão nada menos que cinco antagonistas, não é bem uma surpresa que o herói passe a maior parte do tempo caracterizado como o aracnídeo

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Star Trek: Picard’: 3ª temporada terá retorno de FALECIDA personagem da franquia; Saiba quem!

A 3ª temporada de ‘Star Trek: Picard‘ vai reunir o personagem vivido por Patrick Stewart com seus colegas de ‘Star Trek: The Next Generation‘.

Entre eles, Worf (Michale Dorn), Geordi La Forge (LeVar Burton), Will Riker (Jonathan Frakes), Deanna Troi (Marina Sirtis) e Beverly Crusher (Gates McFadden).

Mas as surpresas não param por aí…

Durante a convenção Mission Las Vegas, realizada no último dia 21, houve um painel contendo entrevistas com antigos astros que já passaram pela franquia sci-fi, como Denise Crosby.

Para quem não conhece, ela interpretou a diretora de segurança Tasha Yar na primeira temporada de ‘The Next Generation‘, mas acabou sendo morta por uma criatura alienígena gosmenta.

Mas, de acordo com o Comic Book, Crosby estará de volta na temporal final de ‘Picard’.

Ao ser questionada sobre um possível retorno à franquia, ela disse:

“Você verá Tasha Yar em breve. Só não posso dizer como.”

Vale lembrar que Crosby já retornou à trama várias vezes em temporadas posteriores de ‘The Next Generation‘ como uma comandante romulana chamada Sela, que é filha de uma variante de Tasha Yar, vinda de um universo alternativo.

Esta versão alternativa havia sido capturada por romulanos e tornou-se a companheira de um general romulano.

Ainda não se sabe se Crosby vai retornar como a Tasha original ou como Sela, mas há inúmeras maneiras de trazê-la de volta de uma maneira que se encaixe com o universo criado na franquia.

Seja por viagem no tempo, inteligência artificial ou até mesmo flashbacks, já que o rejuvenescimento digital tornou-se uma prática comum em produções de TV e cinema.

Lembrando que os episódios finais de ‘Star Trek: Picard‘ chegam à Paramount+ apenas em 2023.

Confira:

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto.