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Crítica 2 | Último episódio de ‘The Boys’ se salva e deve envelhecer bem

The Boys chegou ao fim. Depois de sete anos, a saga dos heróis mais canalhas da história chegou ao seu derradeiro capítulo final, com o Capitão Pátria conseguindo tudo aquilo que sempre sonhou, mesmo que por apenas alguns momentos, e com Billy Bruto conseguindo sua vingança. Depois de uma quinta temporada tão ruim, o episódio final acabou se destacando por ser “ok”. Seu grande mérito inicial talvez tenha sido conseguir fechar arcos sem estragar o legado do resto da série, como fizeram Game Of Thrones e, de alguma forma, Stranger Things. The Boys segue com a imagem das três primeiras temporadas praticamente imaculada, o que é excelente. Mas, com o passar dos dias, o capítulo final vem repercutindo, provando que ele talvez tenha sido mais do que apenas “ok”.

Logo de cara, é válido destacar que o trauma de Game Of Thrones era real. O final foi tão ruim, mas tão ruim, que uma das séries mais faladas da história virou quase que motivo de vergonha para alguns fãs, que só voltaram a sorrir de novo quando os derivados engataram com aquela qualidade inicial. E The Boys vinha num processo de desgaste muito grande. A quarta temporada foi de irregular para ruim, e os episódios vinham se alongando sem desenvolver a trama, dando aquela sensação de serem fillers. E dado o histórico do criador da série, Eric Kripke, de não saber “a hora de parar” em suas séries, muita coisa indicava que o final poderia ser uma bomba daquelas.

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De fato, a quinta temporada foi tão decepcionante quanto a quarta, quiçá pior. Mas na hora de encerrar o arco, aos 45 do segundo tempo, parece ter havido uma preocupação em fazer o final dar certo. Infelizmente, os seis capítulos do mais puro nada que antecederam os dois últimos criaram um certo cansaço, até uma má vontade, para a conclusão, e isso pode ter impactado na experiência de muitos. Vamos lá, a série está falando desde a segunda temporada que o mundo deveria temer o Capitão Pátria. Que a partir do momento em que ele perder a cabeça, ninguém vai pará-lo. E criou-se essa expectativa de ver esse cara completamente totó das ideias chacinando a Terra e fazendo as maiores barbaridades possíveis. E isso aconteceu, de fato, nesta última temporada. O problema é que a forma como suas ações foram mencionadas não acompanharam o padrão das primeiras temporadas, que foram as que realmente conquistaram o público.

Veja bem, no início da série, quando o assunto eram as maldades do Pátria, o público efetivamente via o cara fazendo essas coisas. Foi mostrado ele levando a Becca para o quarto antes do estupro, foi mostrado ele ameaçando pessoas desesperadas em um avião em queda livre, foi mostrado ele derrubando um avião com uma criança dentro usando seu laser, todos viram ele incentivando uma adolescente suicida a pular de um prédio, após ela se arrepender de tirar a própria vida… Quem estava assistindo temia o personagem porque eram mostradas as consequências de seus atos, e elas repercutiam na trama. A partir da quarta temporada, essas ações deixaram de ser mostradas e passaram a ser apenas mencionadas. Foi dito que o Capitão teria reunido um exército de Supers para caçar “infiéis” por aí. Nenhuma caçada foi mostrada. Foram montados campos de concentração de Luz-estrelistas. Eles até aparecem, mas os rapazes escapam de lá em um episódio… São muitas ações que poderiam ser realmente trabalhadas, mas que, sabe-se lá o motivo, foram reduzidas a comentários ou cenas rápidas que pouco impactaram na trama. Enquanto isso, deram espaço a momentos como o da Mulher-Gato influencer cheirando o rabo do Wolverine divorciado em meio a um potencial momento de tensão. Foram algumas decisões realmente inexplicáveis, porque destoaram tanto do próprio clima da série, e demonstraram uma total falta de urgência da trama que se direcionava para a conclusão definitiva do show. Essas coisas fizeram alguns desistirem antes mesmo do fim.

Mothers-Milk-kills-Oh-Father-in-The-Boys-finaleDito isso, os últimos três episódios conseguiram acertar um pouco mais na urgência – o penúltimo nem tanto – e construíram um final digno, ainda que merecedor de muitas críticas. A morte do Francês não ter sido mostrada, por exemplo, foi de uma covardia inenarrável, além de ter sido muito mal filmada. O público só foi entender como ele morreu por meio de uma imagem de bastidores que o Antony Starr postou nas redes sociais. Mas essa sequência de acontecimentos para que o Capitão tomasse o V1 e se vendesse como o novo messias foi bastante intensa.

Talvez o melhor momento 100% The Boys dessa reta final tenha sido a sequência que envolveu o Capitão Pátria e A Lenda (Paul Reiser), a paródia do Stan Lee. O momento de “sabedoria” do antigo VP da Vought sobre ciclos e sua relação com o poder foi o mais próximo que o Pátria teve de um conselho paterno em toda a série. Sua relação de incredulidade e a decisão de poupar a vida do velho safado foi tensa e surpreendente, digna dos momentos de ouro da série. Mas o grande momento foi mesmo a batalha entre Billy Bruto e o Capitão Pátria na Casa Branca. A vingança de Bruto foi concluída em frente às câmeras, em uma transmissão para rede nacional, terminando com uma referência aos quadrinhos, com a icônica destruição cerebral do antagonista com o pé de cabra.

bb2O momento ficou marcado pela perda de poderes do Capitão Pátria, revelando ao mundo sua verdadeira natureza: um bebê chorão tomado pelo medo. Ao longo da série, apesar de momentos de aparente conhecimento estratégico, o personagem sempre foi isso. Uma grande metáfora aos superpoderosos do mundo real, que se escondem atrás de seus cargos ou influência para fazerem o que bem entenderem, sem enfrentarem consequências. E se tem algo que a história humana provou é que esses caras, quando perdem seus cargos ou influência, são os mais covardes possíveis, vide Adolf Hitler, que se matou quando viu que seria capturado, evitando sofrer as consequências. Entendo quem queria que ele perdesse os poderes e fosse condenado a viver como uma pessoa normal – seu maior pesadelo-, mas nesse mundo de The Boys, com o Composto V rodando a torto e a direito por aí, seria apenas questão de tempo até ele conseguir seus poderes novamente. Colocar esse lunático para perder tudo antes de morrer foi uma escolha muito interessante. Ele perdeu seus poderes, viveu um verdadeiro pesadelo em seus últimos momentos e destruiu completamente sua imagem diante de todo o mundo, que era a única coisa que ele conseguia manter independentemente de suas ações. Ele se foi como um verdadeiro nada, e com todos assistindo sua queda. E então, talvez no gesto mais poético e cruel da saga, o público descobre que Stan Edgar voltou ao controle da Vought, mostrando que o verdadeiro vilão disso tudo venceu e continua tão forte quanto antes. Os rapazes derrubaram uma peça importante da corporação, mas será apenas questão de tempo para que eles criem um novo Capitão Pátria. Foi uma cena de poucos segundos, mas muito poderosa, justamente pelo realismo assustador desse gesto.

Por outro lado, o fim de Billy Bruto foi um tanto decepcionante, ainda mais quando se lembra da quantidade de episódios desperdiçados com o mais puro nada nesta temporada. Nos quadrinhos, ele enlouquece e começa a matar os rapazes. Na série, eles tentam dar essa virada à insanidade de uma hora para outra. Ela já vem sendo mencionada há algumas temporadas, mas a forma como foi mostrada na série foi muito rápida. De qualquer forma, não comprometeu, só poderia ter sido melhor trabalhada.

CCNo fim das contas, o final foi muito certeiro no que diz respeito a conclusão de arcos. Profundo, Bruto e Pátria morreram, Kimiko foi ter uma vida e o Leitinho conseguiu sua vida de volta. Sério, ninguém teve um final tão bonito quanto ele. Desde que foi introduzido, o rapaz encara sua existência como passageira. Ele deixou a família de lado pela segurança dela e tentou se sacrificar em praticamente todas as temporadas. Ele terminar recuperando sua família, entendendo que sua vida não acaba ali, e acolhendo o Ryan, assim como ele fez com todos que passaram por seu caminho, foi um desfecho sensacional. Já Hughie fechou o ciclo com perfeição. Ele começou a série frustrado, trabalhando em uma loja de eletrônicos, momentos antes de perder a namorada. Agora, ele é dono da própria loja, recusa cargos do governo e vai formar sua família com Annie. Uma prova de que vale a pena se manter fiel aos seus valores, mesmo quando tudo vai pelos ares.

Confesso que quando terminei de ver o episódio final pela primeira vez, achei um grande “ok”, mas ele tem crescido na memória conforme passa o tempo. Essa conclusão de ciclos ter sido tão amarradinha foi um trabalho muito competente, e que poderia ter dado ridiculamente errado. Honrar esses personagens com fidelidade a suas personalidades estabelecidas e trabalhadas ao longo da série foi um grande acerto. Por mais que todo o resto da temporada tenha jogado contra, o último capítulo conseguiu se salvar ao criar algo difícil de conseguir: despertar a vontade de rever a série inteira. Acho que a grande prova desse mérito do episódio final é realmente te fazer querer ver as jornadas desses personagens novamente, o que é uma grande vitória por si só.

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The Boys está disponível no Amazon Prime Video.

Ghostface de ‘Pânico’ aparece em novo episódio de ‘Legacies’

A série Legacies’, spin-off de ‘The Vampire Diaries‘, recebeu um inusitado episódio nessa semana, com direito a crossover com outras série de sucesso da CW como ‘The Flash‘ e até mesmo de ‘Pânico‘.

Pegando todos os espectadores de surpresa, a série mostrou o personagem MG em uma sequência de pesadelos na qual enfrentou o vilão do Flash, Gorila Grodd, assim como o psicopata da saga ‘Pânico‘, Ghostface.

Ao acordar com o susto provocado por Grodd, MG se surpreende novamente ao descobrir que está dentro de outro sonho com um vilão ainda mais temível: Ghostface. Exatamente, rolou um ‘A Origem’ durante o sono do personagem.

A showrunner Julie Plec explicou como isso foi possível:

“Queríamos que MG tivesse um pesadelo com um monstro dos quadrinhos que estava lendo, então pedimos a DC para que nos emprestassem Grodd por alguns segundos. Eles foram muito gentis. Tivemos nosso primeiro crossover entre ‘The Vampire Diaries Universe‘ com a DC! E como muitos sabem, fui assistente de Wes Craven em ‘Pânico‘. Isso facilitou as coisas.”

Veja as imagens do episódio:

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

Copo de café em ‘Game of Thrones’ inspira vídeo de ‘Indiana Jones’; Confira!

Na última década, Game of Thrones inspirou um número considerável de memes, graças à rápida habilidade dos fãs em parodiar icônicos momentos de diversos episódios. Seja com citações sinceras ou momentos dramáticos, a série de fantasia tornou-se uma fonte infinita de entretenimento.

Na semana passada, entretanto, o público notou um copo de café da empresa Starbucks que foi acidentalmente deixado numa mesa e acabou aparecendo no corte final do episódio. Agora, um habilidoso fã resolveu perpetuar o inocente erro levando o objeto para uma famosa franquia: Indiana Jones.

Confira o vídeo:

Confira o trailer do próximo episódio:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

No quinto episódio, ainda sem título revelado, haverá o embate decisivo pelo futuro dos sete reinos, em um confronto direto pelo trono de ferro. O episódio irá ao ar no dia 12 de maio.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘The Witcher’ pode ganhar série animada? Produtor responde!

The Witcher nem ao menos estreou na Netflix, mas a equipe por trás de uma das séries mais aguardadas do ano já está pensando em um possível universo futuro para a produção.

Em uma recente entrevista ao IGN Poland, o produtor executivo Tomek Bagiński foi questionado sobre uma versão animada do show e, apesar de não ter confirmado nada, sua resposta veio carregada de expectativas.

“Não quero falar muitas coisas aqui, mas quem sabe se não iremos ver The Witcher nesse estilo. Entretanto, não quero falar sobre essas coisas por enquanto”.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 20 de dezembro.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Ella Rae-Smith, Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Welcome to Chechnya’: Poderoso documentário LGBTQ+ da HBO ganha cartaz oficial

HBO divulgou o primeiro cartaz de seu novo documentário original, Welcome to Chechnya.

Confira:

O filme é dirigido por David France e é centrado nos expurgos anti-LGBT da república russa Chechênia, no final dos anos 2010.

Trazendo conversas com inúmeros refugiados da comunidade queer e suas experiências de quase morte, a produção do longa sofreu complicações pela proteção dos entrevistados. Entretanto, em vez de utilizar técnicas convencionais de mascaras o rosto dos participantes, o diretor optou por utilizar substituições faciais com avançados efeitos visuais – principalmente por seu desejo de colocar rostos reais nas histórias.

O filme estreou no Festival de Sundance 2020, conquistando 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Welcome to Chechnya estreia no dia 30 de junho de 2020.

‘Supernova’: Drama romântico com Stanley Tucci e Colin Firth ganha cartaz belíssimo; Confira!

Depois do trailer, o StudioCanal divulgou o cartaz oficial do drama romântico Supernova, estrelado por Stanley TucciColin Firth.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Harry Macqueen.

É o auge do outono e o casal Sam e Tusker, que estão juntos há vinte anos, estão aproveitando o feriado e viajam através da Inglaterra em seu velho trailer para visitar amigos, família e lugares de seu passado. Desde que Tusker foi diagnosticado com demência há dois anos, suas vidas mudaram: ambos desistiram de seus trabalhos e planos para o futuro foram adiados. Seu tempo juntos é a coisa mais importante, agora. Conforme a viagem segue seu curso, entretanto, eles percebem que ideias individuais para o futuro começam a colidir. Segredos são revelados, planos privados vêm à tona e o amor que sentem um pelo outro é colocado em xeque. Eventualmente, eles são confrontados com a seguinte pergunta: o que significa amar um ao outro em virtude da doença irreparável de Tusker?

Supernova estreia no Festival de São Sebastião no dia 24 de setembro, ainda sem previsão de lançamento nos cinemas mundiais.

‘Capitã Marvel 2’: Zawe Ashton é oficialmente escalada como a vilã da sequência!

Poucas horas depois dos rumores dominarem a internet, o Deadline confirmou que a atriz Zawe Ashton (‘Doctor Who’, ‘Velvet Buzzsaw’) entrou para o elenco da vindoura sequência ‘Capitã Marvel 2’.

As informações indicam que Ashton interpretará uma vilã; entretanto, detalhes sobre o papel não foram revelados.

A atriz se junta à Brie Larson, que reprisa a heroína titular; à Teyonah Parris, que volta como Monica Rambeau; e à Iman Vellani, que será Ms. Marvel.

Nia DaCosta, de ‘A Lenda de Candyman’, fica responsável pela direção. É provável que as gravações da continuação sejam iniciadas ainda no primeiro semestre de 2021.

O primeiro filme tornou-se um sucesso de crítica e de bilheteria, conquistando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de US$1,1 bilhão ao redor do mundo.

Relembre o trailer:

‘A Guerra do Amanhã’: Sci-fi estrelado por Chris Pratt amarga 54% de aprovação no RT; Confira as críticas!

sci-fi ‘A Guerra do Amanhã’, estrelado por Chris Pratt, chega amanhã, 02 de julho, ao catálogo da Amazon Prime Video – e parece que não fez o sucesso prometido.

O longa amargou 54% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 5.80/10 baseada em 37 reviews até o momento. Os críticos internacionais elogiaram a condução do filme e as cenas de ação, mas comentaram da falta de tato e de uma história mais sólida.

Confira os principais comentários:

“O filme tem vários efeitos e ação e Chris Pratt. Do que ele precisa é de mais coração” – Arizona Republic.

“A melhor coisa no filme é Pratt” – Boston Globe.

“Os clichês aparecem tão velozes e furiosos quanto balas” – New York Times.

“Não leia muito para além do óbvio e se divertida com esse bom filme pipoca” – The Only Critic.

“Tudo parece pesado demais, e as cenas de ação e os efeitos das criaturas são bem derivativos” – Guardian.

O longa é dirigido por Chris McKay (‘LEGO Batman: O Filme’).

Em ‘A Guerra do Amanhã‘, o mundo fica em choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é levar soldados e civis do presente para se juntarem à luta no futuro. Entre os recrutados está o professor de ensino médio e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e seu pai (J.K. Simmons) em uma busca desesperada para reescrever o destino do planeta.

‘Amor, Sublime Amor’: María é destaque no novo teaser oficial do remake; Confira!

20th Century Studios divulgou um novo teaser oficial do remake de ‘Amor, Sublime Amor‘ (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg.

O vídeo é centrado na protagonista María, vivida por Rachel Zegler.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 09 de dezembro.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

‘Kung Fu’: Nicky investiga um objeto misterioso na promo do episódio 02×07; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “The Alchemist”, sétimo episódio da 2ª temporada de ‘Kung Fu’.

Na trama, “conforme Nicky investiga os segredos por trás de uma misteriosa pedra que Juliet está procurando, Henry descobre uma revelação chocante sobre seu pai. Enquanto isso, Althea se prepara para reuniões de investidores para seu aplicativo, e Dennis recebe um ultimato de seu pai”.

O capítulo, dirigido por Richard Speight Jr. e escrito por Jon Bring, vai ao ar no dia 20 de abril.

Confira:

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘Selena + Chef’: Assista aos hilários erros de gravação da 4ª temporada da série culinária com Selena Gomez

A 4ª temporada do programa culinário ‘Selena + Chef‘, apresentado por Selena Gomez, já está disponível na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou os hilários erros de gravação do mais recente ciclo.

Confira:

Em cada episódio, um chef talentoso ensina a Selena Gomez a fazer um prato especial através de uma chamada de vídeo de suas próprias casas. Além disso, o programa também arrecada dinheiro para a caridade escolhida por cada chef.

Até hoje, US$ 360 mil já foram doações para 23 organizações de caridade.

Crítica | Caroline Polachek explora o significado do amor no exuberante ‘Desire, I Want To Turn Into You’

Apesar de ter começado oficialmente sua carreira em 2008 como parte do grupo Chairlift, Caroline Polachek fez sua estreia solo com o aclamado álbum ‘Pang’, em 2019, que a colocou como um dos expoentes da música experimental. Influenciada pela crescente popularização da música indie e tendo trabalhado com diversos artistas do cenário underground – como o coletivo PC Music, Charli XCX e Christine and the Queens, Polachek transformou-se em um dos ícones de sua geração através da amálgama de espectros diferentes e de uma ousadia sem limites que continua a remar contra a maré mainstream, garantindo que seus fãs sempre tenham uma experiência única ao conferir seus lançamentos.

Quatro anos depois, ela está de volta com o aguardado ‘Desire, I Want To Turn Into You’ – sem dúvida, uma das produções mais aguardadas do primeiro semestre de 2023. E, assim como boa parte dos discos que saíram desde 2020, a obra foi arquitetada durante a pandemia do COVID-19 e vem como um arauto bastante eclético de gêneros que nos envolvem desde as primeiras batidas. Não é surpresa, pois, que o compilado de originais já pode ser considerado uma das grandes rendições da memória recente, imbuído com uma pessoalidade intrínseca e um complexo movimento de introspecção e expansão. Dentro desse narcótico universo, somos engolfados em uma jornada sinestésica que age por conta própria e, ao mesmo tempo, precisa de nossa total atenção para compreender as belíssimas mensagens escondidas nas entrelinhas.

O álbum tem início com a irretocável “Welcome To My Island”, faixa que começou a ser escrita ainda em 2019 e que, como Caroline mesmo disse, “um quebra-cabeça” que “passou por um milhão de versões até chegar ao modo máximo de pirralha”. A descrição um tanto quanto inesperada talvez seja a única que possa explicar a canção – uma explosão de new wave e pop que rompe as barreiras do espaço-tempo e se desenrola em um saudosismo setentista apaixonante e uma modernidade muito bem-vinda. A track se inicia com uma introdução improvisada e a capella impecável que se estende até a primeira estrofe, denotando o incrível alcance vocal da performer; enquanto isso, a estrutura fonográfica é pincelada com sintetizadores robóticos e abrangentes, entrando em vibrante conflito com a irônica e aprisionadora composição lírica.

Nada na produção parece repetitivo ou datado, ainda mais considerando a quantidade considerável de gêneros que se fundem conforme viajamos pelas músicas. É claro que essa mixórdia poderia ser uma faca de dois gumes fadada à confusão e ao caos – mas o competente time de produtores, que inclui Dan Nigro e Ariel Rechtshaid, garante que haja uma linha em comum entre todas elas. “Pretty In Possible”, por exemplo, é uma exaltação de inflexões eletrônicas que soa como uma costumeira iteração, mas é destituída de versos e refrãos, permitindo que os ouvintes acompanhem-na em um fluxo de consciência que pode ou não causar uma epifania. Ademais, é necessário comentar a dúbia escolha do título, cuja homofonia com Pretty Impossible e consequente heteronomia é nada menos que genial.

É notável como uma das temáticas recorrentes no álbum é o amor. Em “Bunny Is a Rider”, Polachek discorre sobre o estado imaterial da indisponibilidade, trazendo referências a Aaliyah e Toni Braxton para uma constatação que beira o conformismo – inclusive quando consideramos a presença constante do baixo e do mergulho no nu-disco e, com mais sutileza, no funk. Em “Sunset”, a artista mostra que não se importa em encabeçar incursões mais mercadológicas, seguindo o panorama clássico das músicas pop à medida que delineia aspectos latinos com o flamenco e o violão espanhol e fala sobre o conforto que sente nos braços daquele que ama; entretanto, é preciso comentar sobre, mesmo adotando uma perspectiva mais familiar, ela não deixa de colocar sua identidade nos versos, como em “estou usando preto em luto pela perda súbita da inocência”.

Caroline sabe exatamente o que está fazendo e como navegar nas turbulentas águas da paixão e do amor. Mencionei alguns parágrafos acima que ela não tem medo de explorar o inóspito – e essa declaração se faz mais presente a partir da segunda metade. Temos “I Believe”, reconhecida pelo uso ecoante do baixo e pelos elementos de soft-electro e do new-wave; “Blood And Butter”, um dos vários pontos altos do disco, é uma ode ao ovacionado ‘Ray of Light’, de Madonna, ao passo que rearranja e remodela o techno-pop à seu bel-prazer, afastando-se do upbeat e apostando em uma atmosfera mais íntima e declamatória; “Hopedrunk Everasking” e “Butterfly Net” unem-se em uma única narrativa, dilatando um enredo instrumental que presta homenagem ao avant-pop e ao techno experimental de Björk; e, finalizando essa peregrinação de autodescoberta e propriocepção, somos convidados ao trip-hop oriental de “Billions” (uma das melhores tracks da memória recente).

‘Desire, I Want To Turn Into You’ fez o que ninguém acreditava e deu palanque de sobre para que Caroline Polachek inclusive ultrapassasse o impacto de seu álbum anterior. Aqui, percebemos o amadurecimento da artista e a capacidade de transmutar dor e frustração em uma poética celebração do que significa amar.

Nota por faixa:

1. Welcome To My Island – 5/5
2. Pretty In Possible – 5/5
3. Bunny Is A Rider – 5/5
4. Sunset – 5/5
5. Crude Drawing Of An Angel – 4,5/5
6. I Believe – 5/5
7. Fly To You, feat. Grimes & Dido – 4,5/5
8. Blood And Butter – 5/5
9. Hopedrunk Everasking – 4/5
10. Butterfly Net – 4,5/5
11. Smoke – 5/5
12. Billions – 5/5

‘Bird Box’: Suspense estrelado por Sandra Bullock continua DECEPCIONANTE após cinco anos…

Dizem que um bom suspense nos tira mais horas de sono que o mais puro horror. E bom, James Wan está aí para provar que a máxima é verdade, construindo, ao lado de bons discípulos, narrativas de tirar o fôlego e que nos deixam vidrados na tela do começo ao fim. Até mesmo M. Night Shyamalan, em seus saudosos dias de glória, consegue transformar o gênero em algo nunca antes visto, arquitetando tramas que fogem ao convencionalismo e encontram uma resolução magnífica – com algumas exceções é claro. Logo, quando Susanne Bier anunciou que se aventuraria nesse meio com adaptação do thriller Caixa de Pássaros (Bird Box, no original), assinado por Josh Malerman, grande parte dos fãs que já se familiarizara com o cosmos distorcido do autor ficou bastante animada. Afinal, o romance recebeu uma ótima recepção da crítica e carregava consigo uma mistura incrível de diversas vertentes literárias. 

Entretanto, Bier, ainda que tenha levado para casa um Oscar por seu trabalho como roteirista, além de ter sido indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy, parece não estar em boa maré dentro da indústria cinematográfica. Seus projetos cinematográficos anteriores traçaram uma decrescente linha de qualidade, e aqui cito o relativamente interessante Tudo o que Perdemos’, protagonizado por Halle Berry, e o péssimo Serena’, uma releitura vazia do livro homônimo que caiu no esquecimento. Em sua tentativa de redenção, a cineasta cai na mesma ruína ao prometer mais do que entrega: através de um trabalho preguiçoso e formulaico, são poucas as coisas que se salvam de mais um fracasso encomendado pela Netflix, além de desonrar uma obra tão delicada quanto a assinada por Malerman. 

A narrativa se respalda numa mistura entre ficção fantástica, sci-fi e suspense – ou ao menos uma tentativa de mesclar os três. Em um cenário pós-apocalíptico, que já nos é apresentado em um breve prólogo, a protagonista Malorie (Sandra Bullock), uma artista plástica que está aguardando a chegada de seu primeiro filho, presencia uma série de suicídios terríveis, motivados por algo incompreensível e invisível. As coisas definitivamente saem do controle quando sua irmã, Jessica (Sarah Paulson), no trajeto de volta para sua casa, é acometida pela cruel força e de joga na frente de um caminhão, deixando-a desnorteada e sozinha até se resgatada por um homem, o qual consegue abrigá-la na casa mais próxima. 

Se analisarmos bem o escopo ao qual somos apresentados logo de cara, é muito fácil traçar paralelos com duas obras totalmente diferentes entre si: O Nevoeiro’, de Stephen King, e Fim dos Tempos’, de Shyamalan. Ainda que aquele tenha ganhado uma adaptação interessante para as telonas em 2004, é um fato dizer que este representa uma triste mancha na carreira do cineasta – e parece ter sido o mais apropriado, na visão de Bier, transformando seu filme em um desastre total. As forças místicas e ocultas atacam os mais desprevenidos – ou seja, aqueles que recusam-se a se manter nas sombras e encaram o mundo lá fora. Para tanto, Malorie e seus companheiros criam uma espécie de fortificação, selada por papéis de jornal e janelas trancadas, impedindo que as supostas criaturas consigam atingi-la. 

Porém, parece que a narrativa de estagna nesse ponto. Mesmo com uma sequência interessante em que Bullock e Paulson desviam da histeria coletiva e, eventualmente, encontram o princípio de suas ruínas, a direção de Bier torna-se sem vida, optando por algo dentro dos padrões em vez de um simples indício de originalidade – e nem mesmo o clássico campo-contracampo funciona com a precisão que deveria. O roteiro de Eric Heisserer, responsável por nos apresentar à obra-prima A Chegada’ um ano antes, não ajuda em absolutamente nenhum aspecto. Pelo contrário, os tristes diálogos drenam as tentativas de deixar a atmosfera tensa e angustiante, parecendo forças os atores a regurgitar as palavras. 

De qualquer forma, Bullock consegue se manter em forma até o fim do segundo ato, no qual mais uma vez prova que cria mágica mesmo com os mais pífios papéis. Entretanto, ela não aguenta manter-se um nível acima do que lhe é entregue, cedendo a falas sem sentido, explicações mal formuladas e uma atuação vergonhosa. Em determinado momento, Malorie, tendo seu filho e cuidando da recém-nascida sem nome de Olympia (Danielle Macdonald), também levada ao suicídio, encontra um espaço para criar uma “família” ao lado de um dos únicos sobreviventes de um trágico massacre, Tom (Trevante Rhodes). Ao escapar, deixando seu par romântico para trás, ela se vê em uma perigosa jornada num caudaloso rio para salvar as crianças e tentar salvar a si mesma. Tais sequências são construídas com uma falta de esmero tão grande que chega a ser doloroso ouvi-la repetir palavras vazias e vencidas nas próprias metáforas. 

Bier não apenas falha em sua própria função, como destrói quaisquer simbologias mais profundas que o romance trouxe alguns anos atrás. Temas como depressão e confiança são travestidos com um suspense amargurado, que na verdade nem mesmo chega a se realizar, mantendo-se em um melodrama excessivo e cansativo. Até mesmo o título original é esquecido; é claro, Malorie carrega consigo uma caixa de pássaros, libertando-os assim que chegam ao abrigo. E o que isso deveria realmente representar? Que ela e as crianças finalmente estão seguras e podem crescer em paz em um microcosmos protegido das criaturas? Porque caso essa seja a grande “lição de moral”, sinto lhes dizer que não funcionou muito bem. 

Bird Box pode não ser pretensioso, diferente de tantas outras produções do gênero – mas em nada adiciona para o escopo do suspense ou para alguma coisa, no geral. Além de uma conturbada técnica cinematográfica e um risível roteiro, nem Bullock se salva de ser engolida por essa frustrante e decepcionante perda de tempo.

‘Sr. e Sra. Smith’: Conheça os personagens da série baseada no clássico filme!

O Prime Video divulgou um vídeo inédito da série ‘Sr. e Sra. Smith’, inspirada no filme homônimo estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie.

O material apresenta os personagens principais da produção.

Confira, junto ao trailer:

A produção é estrelada por Donald Glover e Maya Erskine.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”, diz a descrição oficial da série.

Também foram anunciadas novas adições ao seu elenco estelar, que vai contar com o brasileiro Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell e Úrsula Corberó, que trazem ainda mais peso ao elenco do próximo drama da Amazon, criado por Donald Glover.

Programada para 02 de fevereiro de 2024, a atração também trará Paul Dano, Michaela Coel, John Turturro e Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.

‘Meu Malvado Favorito 4’: Gru e Minions estão de volta no teaser INÉDITO da sequência; Confira!

A Universal Pictures do Brasil divulgou um teaser inédito de ‘Meu Malvado Favorito 4‘, que chega aos cinemas brasileiros em 4 de julho de 2024.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

Jimmy O. Yang é destaque nos teasers INÉDITOS da série ‘Interior Chinatown’; Confira!

Interior Chinatown‘, série estrelada por Jimmy O. Yang, já chegou ao catálogo do Disney+ Brasil – e, agora, foram divulgados dois teasers inéditos da atração.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Charles Yu, a série é baseada em seu romance homônimo.

A trama segue Willis Wu, um figurante preso em uma série policial intitulada Preto & Branco. Relegado a segundo plano, Willis trabalha servindo mesas, sonhando com um mundo além de Chinatown e aspirando ser o protagonista de sua própria história. Quando Willis inadvertidamente se torna testemunha de um crime, ele começa a desvendar uma rede criminosa em Chinatown, enquanto descobre a história enterrada de sua própria família e como é estar sob os holofotes.

O elenco também conta com Ronny Chieng, Chloe Bennet, Sullivan Jones, Lisa Gilroy, Diana Lin e Archie Kao.

Pôster da série Interior Chinatown, Hulu, novembro.

Crítica sem Spoilers | 2ª temporada de ‘Andor’ sagra a série como uma das melhores entradas do panteão ‘Star Wars’

Crítica livre de spoilers.

Star Wars é uma das franquias mais populares da história do entretenimento – já tendo originado uma quantidade considerável de longas-metragens, animações e séries de televisão que continuam explorando tramas e subtramas desse universo em constante expansão. E, em meio a títulos ótimos e frustrantes, é notável como Andor: Uma História Star Wars chama nossa atenção ao se configurar como uma das melhores e mais ambiciosas entradas desse panteão.

Tendo estreado em 2022, a temporada de estreia conquistou o público e a crítica ao apoiar-se nos tropos da clássica jornada do herói cunhada por Joseph Campbell ao nos levar para os eventos anteriores ao elogiado filme Rogue One e narrando de que forma o outrora ladrão e caçador de recompensas Cassius Andor (Diego Luna) se transformou em um dos grandes emblemas da Aliança Rebelde contra o crescente fascismo do Império Galáctico. A princípio preocupando-se apenas com sua própria sobrevivência e cético em relação às constantes e falhas investidas contra o governo, Cassius logo se viu no centro de uma revolução necessária que despertou em seu âmago um levante perigoso e mandatório.

Agora, somos convidados para uma antecipadíssima segunda iteração, cujos três primeiros episódios chegam ao catálogo do Disney+ no dia de hoje, 22 de abril. É claro que nossas expectativas estavam lá em cima com o iminente prospecto dos capítulos inéditos, talvez com um certo receio de que as promessas não fossem cumpridas; felizmente, o showrunner e criador Tony Gilroy uniu-se com um time incrível de roteiristas e diretores para permanecer fiel à identidade explorada no ciclo anterior, ampliando as complexas subtramas políticas e sociais à medida que reacendeu o motivo pelo qual todos nos apaixonamos por Star Wars há tantas décadas – ou recentemente, considerando a vinda de novas gerações que cruzariam caminho com esse universo.

Aqui, é notável como Gilroy e sua equipe se preocupam com os mínimos detalhes para fornecer uma perspectiva diferenciada da saga sci-fi, por assim dizer. Enquanto Campbell foi utilizado como base para as origens do protagonista titular nos capítulos anteriores, lidamos com uma remodelagem de convencionalismos que transforma a atmosfera em um barril de pólvora prestes a explodir: de um lado, Cassius, agora parte oficial da rebelião, precisa encontrar o que sobrou daqueles que ama enquanto luta com demônios próprios e um obstáculo que, de fato, não estava em seus planos; Mon Mothma (Genevieve O’Reilly), Luthen (Stellan Skarsgard), Vel (Faye Marsay) e tantos outros continuam a agir às escondidas para recrutar mais nomes para a Aliança e em detrimento do contínuo reinado de caos do Império; e Bix (Adria Arjona) recupera-se gradativamente da tortura que sofreu para levantar-se, uma vez mais, contra seus algozes – à medida que espera o retorno de Cassius.

Em contrapartida, forças contrárias ao levante rebelde também trabalham incansavelmente a fim de defender seus interesses e sua fidelidade: Dedra (Denise Gough) e Syril (Kyle Soller), após demonstrarem a primeira faísca tênue de empatia um para o outro, se tornam improváveis aliados conforme navegam para encontrar o personagem principal e seus asseclas, desejando, mais que tudo, preencherem o vazio que insiste em acompanhá-los. Guiados por Partagaz (Anton Lesser), os subservientes ao Império entram em conflito ideológico e narrativo para vibrantes enredos que são explorados pouco a pouco ao longo de doze impecáveis episódios que nos arrebatam em uma lufada de originalidade muito aprazível e satisfatória.

Falar do trabalho do elenco parece redundante, considerando as irretocáveis performances com que nos presentearam na temporada de estreia. Porém, é perceptível como o corpo de atores e atrizes está muito mais comprometido em garantir um finale estrondoso e marcante, jogando-se de cabeça a personalidades mais intrincadas, pautando cada entrega em um narcótico espetáculo. Luna, entrando em território mais familiar, eterniza sua presença no panteão Star Wars com uma interpretação incrível, além de garantir que a química com seus colegas – incluindo os sempre ótimos Arjona e Skarsgard – esteja ali, mas elevada à enésima potência. O’Reilly reflete o beco sem saída em que Mon Mothma se encontra, eventualmente rendendo-se ao agora e esperando que suas ações deem frutos; e Gough se imortaliza como uma das antagonistas mais bem construídas desse espectro intergaláctico ao retornar como Dedra.

Os aspectos técnicos e artísticos despontam como a cereja de um delicioso e viciante bolo: o diretor australiano Ariel Kleiman, responsável pelos seis primeiros episódios, é responsável por transformar a primeira metade da nova temporada em um obra-prima do show business, transformando o que poderia ser um simples testemunho audiovisual em uma cuidadosa peça artística que tem foco muito maior no drama e no suspense interpessoais em contraste à epopeia espacial que se dispõe à sua frente; Janus Metz e Alonso Ruizpalacios, comandando a segunda metade, fomentam o cenário postado com perfeição por Kleiman ao arquitetar catarses sinestésicas que, pouco a pouco, se despedem dos fãs.

A 2ª temporada de Andor: Uma História Star Wars não apenas se iguala à impecável qualidade do ciclo de estreia, como o supera diversas vezes ao investir mais esforços em enredos muito bem engendrados que são delineados sem pressa, dosando ação, drama, aventura e humor de maneira soberba – e que conta com um trabalho performático de tirar o fôlego, sagrando-a uma das melhores entradas desse universo sci-fi.

Uma das armas mais PERIGOSAS do MCU foi introduzida em ‘Homem de Ferro’ – e depois esquecida…

Quando os fãs debatem as armas mais poderosas do Universo Cinematográfico Marvel, nomes como a Manopla do Infinito, o Mjölnir ou mesmo os Dez Anéis costumam estar no topo da lista.

No entanto, escondida à vista de todos desde o primeiro filme do MCU, está uma peça tecnológica tão devastadora que, se usada estrategicamente, poderia ter deixado todos os heróis mais poderosos da Terra indefesos.

O mais interessante é que esse artefato não é alienígena, nem criado por Tony Stark, e sim introduzido pelo vilanesco Obadiah Stane em Homem de Ferro.

Em uma das cenas mais arrepiantes do filme lançado em 2008, Stane revela um dispositivo portátil compacto capaz de desligar o sistema nervoso de uma pessoa por 15 minutos.

Ao emitir uma frequência aguda, a arma paralisa qualquer pessoa ao seu alcance, deixando-a totalmente consciente, mas completamente incapaz de se mover. A menos que o usuário esteja equipado com protetores auriculares, as vítimas são transformadas em prisioneiras em seus próprios corpos.

Obadiah Stane

O dispositivo sem nome só apareceu uma vez no MCU, usado quando Stane emboscou Tony Stark em sua casa. Mas as implicações de seu uso potencial são impressionantes – podendo ser utilizada para dizimar exércitos, super-heróis e até mesmo seres cósmicos como o insano titã Thanos.

Ao contrário de muitas das armas mais complexas ou místicas do universo, esse paralisador sônico não requer condições especiais, energia cósmica ou materiais raros. Sua eficácia depende unicamente da biologia: se você consegue ouvir, você é suscetível.

Em um mundo onde supersoldados, deuses, feiticeiros e alienígenas vagam livremente, o fato de uma simples arma baseada em ondas sonoras poder neutralizá-los evidencia um desequilíbrio assustador.

A força dos Vingadores reside na diversidade de seus poderes, mas esse artefato único ignora todos eles sem discriminação.

Enquanto outros objetos perigosos foram introduzidos à medida que o MCU se expandiu, como o Darkhold e a tecnologia multimensional de Kang, o Conquistador, a arma criada por Obadiah foi deixada de lado e “esquecida” – mas isso não impede que ela possa reaparecer em algum projeto futuro do panteão.

 

Sinopse de ‘Vingadores: Doomsday’ revela plano MALIGNO do Doutor Destino; Confira!

Novo RUMOR revela como a Feiticeira Escarlate retornará em ‘Vingadores: Doomsday’

Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

 

Prêmio CinePOP 2026 | ‘O Agente Secreto’ e ‘Pecadores’ dominam a lista de VENCEDORES; Confira!

O Prêmio CinePOP está de volta para mais uma edição especial onde celebramos, junto aos nossos queridos leitores, os melhores e mais populares filmes do ano passado.

Para montarmos a nossa lista, analisamos as produções que foram oficialmente lançadas no ano passado nos cinemas nacionais, incluindo em plataformas de streaming e/ou salas de cinema, ou exibidos em festivais nacionais e internacionais.

Seguindo os passos dos outros anos, os indicados foram divididos em duas categorias diferentes: as de votação popular, em que os nossos leitores poderão votar em seus longas-metragens e atuações preferidos; e as categorias de votação do júri, em que a própria equipe do CinePOP analisa aspectos técnicos dos títulos escolhidos, como Roteiro, Direção, Montagem, Fotografia, Música e Figurino.

Para a nova edição do nosso prêmio, introduzimos algumas categorias para o público votar: Elenco FavoritoFilme de Drama FavoritoFilme de Fantasia FavoritoSequência, Remake ou Spin-off FavoritoFilme Nacional Favorito. Já nas categorias de júri, dividimos as categorias de Melhor Roteiro em Melhor Roteiro OriginalMelhor Roteiro Adaptado, além de criarmos a categoria de Melhor Performance de Estreia.

A votação chegou ao fim no último dia 22 de fevereiro e, agora, você confere os ganhadores:

CATEGORIAS DE VOTAÇÃO POPULAR

FILME FAVORITO
O Agente Secreto (VENCEDOR)
Uma Batalha Após a Outra
Superman
Como Treinar o Seu Dragão
Frankenstein
A Hora do Mal
Hamnet
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Pecadores
Missão: Impossível – O Acerto Final

ATRIZ FAVORITA
Cynthia Erivo, Wicked: Parte II
Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Jessie Buckley, Hamnet
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Emma Stone, Bugonia (VENCEDORA)

ATOR FAVORITO
Daniel Craig, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Wagner Moura, O Agente Secreto (VENCEDOR)
Michael B. Jordan, Pecadores
Miles Caton, Pecadores
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra

ATOR COADJUVANTE FAVORITO
Delroy Lindo, Pecadores
Jacob Elordi, Frankenstein (VENCEDOR)
Josh O’Connor, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Josh Brolin, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra

ATRIZ COADJUVANTE FAVORITA
Tânia Maria, O Agente Secreto
Amy Madigan, A Hora do Mal (VENCEDORA)
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Glenn Close, Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

ELENCO FAVORITO
Superman
Pecadores (VENCEDOR)
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
O Agente Secreto
Uma Batalha Após a Outra

ANIMAÇÃO FAVORITA
Guerreiras do K-Pop
Zootopia 2 (VENCEDORA)
Os Caras Malvados 2
Elio
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito

FILME DE TERROR/SUSPENSE FAVORITO
Pecadores (VENCEDOR)
A Hora do Mal
A Meia-Irmã Feia
Faça Ela Voltar
Premonição 6: Laços de Sangue

FILME DE SUPER-HERÓIS FAVORITO
Capitão América: Admirável Mundo Novo
Thunderbolts*
Superman (VENCEDOR)
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
Henry Danger: O Filme

FILME DE AÇÃO/AVENTURA FAVORITO
Missão: Impossível – O Acerto Final (VENCEDOR)
A Fonte da Juventude
Superman
Como Treinar o seu Dragão
Jurassic World: Recomeço

FILME DE COMÉDIA FAVORITO
Anaconda
Amores à Parte
Corra que a Polícia Vem Aí! (VENCEDOR)
Quando o Céu se Engana
Um Dia Daqueles

FILME DE DRAMA FAVORITO 
Hamnet
Valor Sentimental
O Agente Secreto (VENCEDOR)
Frankenstein
Coração de Lutador: The Smashing Machine

FILME DE FANTASIA FAVORITO
A Lenda de Ochi
Frankenstein (VENCEDOR – EMPATE)
Avatar: Fogo e Cinzas
Superman (VENCEDOR – EMPATE)
Como Treinar o Seu Dragão

SEQUÊNCIA, REMAKE OU SPIN-OFF FAVORITO 
Zootopia 2 (VENCEDOR)
Como Treinar o Seu Dragão
Avatar: Fogo e Cinzas
Frankenstein
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out

FILME NACIONAL FAVORITO 
O Agente Secreto (VENCEDOR)
O Último Azul
Manas
O Filho de Mil Homens
Oeste Outra Vez

ARTISTA FAVORITO
Timothée Chalamet
Teyana Taylor
Ariana Grande
Wagner Moura (VENCEDOR)
Jacob Elordi
Tânia Maria
Michael B. Jordan
Miles Caton
Glenn Close
Jessie Buckley

PIOR FILME DO ANO
Branca de Neve (VENCEDOR)
Nas Terras Perdidas
Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes
The Electric State
Guerra dos Mundos

CATEGORIAS TÉCNICAS (VOTAÇÃO DO JÚRI)

MELHOR DIREÇÃO
Chloé Zhao, Hamnet
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto
Daniel Rezende, O Filho de Mil Homens
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Eva Victor, Sorry, Baby
Ryan Coogler, Pecadores (VENCEDOR)
Jafar Panahi, Foi Apenas um Acidente

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Eva Victor, Sorry, Baby
Eskil Vogt, Joachim Trier, Valor Sentimental
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto (VENCEDOR)
Ryan Coogler, Pecadores
Jafar Panahi, Foi Apenas um Acidente

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra
Guillermo Del Toro, Frankenstein
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell, Hamnet
Clint Bentley, Greg Kwedar, Sonhos de Trem
Daniel Rezende, Valter Hugo Mãe, Duda Casoni, O Filho de Mil Homens (VENCEDORES)

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Bugonia
Uma Batalha Após a Outra
O Filho de Mil Homens
Frankenstein
Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“I Lied to You”, Pecadores (VENCEDORA)
“Golden”, Guerreiras do K-Pop
“The Girl in the Bubble”, Wicked: Parte II
“Last Time (I Seen the Sun)”, Pecadores
“Train Dreams”, Sonhos de Trem

MELHOR FIGURINO
Wicked: Parte II
Frankenstein (VENCEDOR)
Pecadores
O Filho de Mil Homens
Hamnet

MELHOR FOTOGRAFIA
O Filho de Mil Homens (VENCEDOR)
O Agente Secreto
Hamnet
Frankenstein
Pecadores

MELHOR MONTAGEM
Pecadores (VENCEDOR)
O Agente Secreto
Uma Batalha Após a Outra
Hamnet
Valor Sentimental

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
Frankenstein (VENCEDOR)
Bugonia
Pecadores
O Filho de Mil Homens
Wicked: Parte II

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
O Agente Secreto
Bugonia
Wicked: Parte II
Pecadores
O Filho de Mil Homens (VENCEDOR)

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Superman
Pecadores
Frankenstein
Avatar: Fogo e Cinzas (VENCEDOR)
Wicked: Parte II

MELHOR PERFORMANCE DE ESTREIA
Miles Caton, Pecadores (VENCEDOR)
Cary Christopher, A Hora do Mal
Shannon Mahina Gorman, Família de Aluguel
Jacobi Jupe, Hamnet
Nina Ye, A Garota Canhota

‘Thud’: Romance sobrenatural que traz Sarah Michelle Gellar como a Morte escala SETE novos membros ao elenco

De acordo com o Deadline, o romance sobrenatural Thud escalou sete novos membros ao elenco.

Piper Curda (‘Cara de Um, Focinho de Outro’), Sujata Day (‘Insecure’), Sterling Sulieman (‘Scrambled’), Steve Agee (‘Pacificador’), Karan Soni (‘Deadpool’), Dot-Marie Jones (‘Glee’) e Katie Parker (‘A Queda da Casa de Usher’) farão parte do projeto.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Sarah Michelle Gellar (‘Casamento Sangrento: A Viúva’) e Rudy Pankow (‘Outer Banks’), que serão os protagonistas.

A trama acompanha o encontro fofo entre a Morte e o Diabo em um casamento de três dias em um destino paradisíaco. Eles se apaixonam após se esbarrarem no evento, para o qual cada um veio semear o caos.

O longa é baseado em um roteiro original de Noga Pnueli (‘Ajustando um Amor’).

Mali Elfman (‘Next Exit’), a filha do lendário compositor Danny Elfman, será responsável pela direção.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, de ‘Pânico VI‘ e ‘Abigail‘, servirão como produtores. O projeto marcará a reunião entre a dupla e a atriz após sua colaboração na sequência ‘Casamento Sangrento 2: A Viúva‘.

As filmagens serão iniciadas em breve, em Los Angeles.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Kevin Feige diz que a Marvel Studios não está preocupada em agradar a todos

Durante uma sessão de perguntas e respostas na Academia de Cinema de Nova York, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, falou sobre a importância dos fãs para o sucesso do MCU.

Apesar disso, o produtor também deixou claro que a Marvel não está preocupada em agradar a todos, porque a intenção do estúdio é surpreender o público e não atender seus pedidos.

“É claro que pensamos em agradar o público, os filmes não feitos para os fãs, mas nossa prioridade é criar, não atender o desejo de alguns fãs. Se agradarmos a todos, ficaríamos numa posição perigosa e nunca arriscaríamos coisas novas. Parte do sucesso do MCU foi entregar momentos pelos quais o público não estava esperando.”

Feige também revelou que o a estratégia da Marvel é pensada não apenas para manter os fãs mais antigos, mas para atrair novos.

“Admito que também pensamos em algo para satisfazer quem assistiu aos outros filmes, mas nosso foco é atrair pessoas que nunca assistiram… Precisamos fazer o público crescer e atingir novas pessoas.”

Lembrando que, durante sua participação na CCXP, Feige falou sobre o futuro do MCU e garantiu que o estúdio já está preparando uma nova saga.

“O MCU está todo conectado, mesmo quando focamos em um filme de cada vez.”, disse ao Comic Book. “Nós queremos dar o melhor que pudermos no filme da ‘Viúva Negra’, ‘Os Eternos’, ‘Shang-Chi’… E nós continuaremos a desenvolver essas histórias até chegarmos no próximo grande evento da franquia.”

Mesmo sem revelar muito, Feige prometeu que a história já está em desenvolvimento e será maior que ‘Os Vingadores‘, o primeiro crossover entre os heróis originais do MCU.

“É sempre divertido ver esses personagens se unindo para salvar o dia. Já estamos trabalhando numa nova união, já está tudo encaminhado… Será muito ambicioso.”

Agora resta aguardar para saber mais detalhes sobre a produção.

E você, tem algum palpite?

Lembrando que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

 

‘Enola Holmes’ já é o filme mais popular no Top 10 da Netflix; Confira a lista!

Enola Holmes‘ chegou ontem ao catálogo da Netflix e já se tornou o filme mais popular entre o Top 10 da plataforma de streaming.

De acordo com o Comic Book, a adaptação estrelada por Millie Bobby Brown alcançou a 2ª posição da lista em menos de 24 de horas, ficando atrás somente da aclamada série ‘Grey’s Anatomy‘.

Logo atrás vêm a animação ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘, ‘Chiquititas‘ e ‘Ratched‘, série protagonizada por Sarah Paulson e inspirada no filme ‘Um Estranho no Ninho’.

Confira o Top 10:

Enola Holmes
‘Grey’s Anatomy’
‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’
‘Chiquititas’
‘Ratched’
‘O Diabo de Cada Dia’
‘Patrulha Canina’
‘Lucifer’
‘Cobra Kai’
‘Supergirl’

Baseada na saga escrita por Nancy Springer, a trama de Enola Holmes acompanha a jovem tentando resolver o mistério por trás do desaparecimento de sua mãe, usando sua inteligência para superar o seu famoso irmão e descobrindo uma perigosa conspiração envolvendo um jovem Lorde.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Assista ao trailer:

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

‘O Diabo Veste Prada’: Meryl Streep revela ter sofrido depressão por ter interpretado Miranda

Lançado em 2006, ‘O Diabo Veste Prada‘ se tornou um clássico do cinema e ajudou a reforçar as carreiras de Meryl Streep e Anne Hathaway.

Na trama, Hathaway intepreta a jornalista Andrea Sachs, que ingressa no mundo das colunas de moda e tem como mentora Miranda Priestly (Streep), a editora-chefe da revista Runway.

No entanto, Priestly faz da vida de Sachs num verdadeiro inferno na tentativa de transformá-la numa profissional à altura do ambiente em que ela trabalha.

Aparentemente, Priestly é fútil, autoritária e arrogante, mas no fundo, todos sabem que ela tem um bom coração.

E, apesar de Streep ser lembrada pelo público com carinho, ela confessou à Entertainment Weekly que se sentiu bastante deprimida com a personagem.

“Foi horrível. Eu estava sofrendo no meu trailer e podia ouvir o resto do elenco se divertindo e gargalhando. Fiquei muito deprimida, de verdade. Eu dizia para mim mesma: ‘Bem, esse é o preço que você paga por ser a chefona’.”

indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo trabalho, a estrela disse que essa sensação começou depois que ela mergulhou fundo na essência da personagem enquanto se preparava.

“Eu me entreguei completamente à personagem e incorporei suas emoções e trejeitos. Foi a última vez que tentei essa coisa de método porque demorei a me desvincular de Miranda e foi um período muito estressante.”

Hathaway também participou da entrevista e lembrou que se sentiu bastante intimidada com a performance da colega.

“Eu realmente me senti intimidada, ela tem uma presença muito marcante. Mas quando passei a conhecer melhor sua personagem também me senti protegida. Eu sabia que o que quer que ela estivesse fazendo para criar esse medo, eu deveria valorizar porque também sabia que ela estava cuidando de mim.”

Baseada no romance homônimo de Lauren Weisberger, a adaptação foi dirigida por David Frankel e tornou-se um sucesso de crítica e bilheteria.

Orçado em US$ 35 milhões, ‘O Diabo Veste Prada‘ faturou quase US$328 milhões ao redor do mundo, além de receber duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.

O elenco também conta com Emily Blunt, Stanley Tucci, Gisele Bündchen e outros também estrelaram a produção.

Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.

‘O Mandaloriano’: Ator de ‘Parks and Recreations’ indica que estará na 3ª temporada da série

De acordo com o Comic Book, o ator e comediante Jim O’Heir (‘Parks and Recreation’) foi adicionado ao elenco da 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Infelizmente, não foram revelados detalhes sobre seu personagem, então não se sabe se ele fará uma participação especial ou se irá compor o elenco recorrente.

A informação foi divulgada originalmente por Rob Lowe, que apresenta o podcast Parks and Recolletions junto com O’Heir.

Em um episódio do programa, O’Heir foi questionado sobre o que ele estava gravando atualmente, e ele respondeu:

“Ah, droga. Não sei se posso dizer. Posso dizer uma localização. Estou em um estado, Novo México, eu não sei se posso falar mais do que isso.”

Em seguida, Lowe comentou:

“Eu vou dizer, Jim, eu sei no que você está trabalhando, e rima com a última parte de ‘Bar Wars’.”

E O’Heir finalizou, dizendo:

“Maldição, cara.”

Apesar de não revelar detalhes sobre a produção em que está trabalhando, sabemos que as gravações de ‘Obi-Wan Kenobi’ e ‘Star Wars: Andor‘ já foram finalizadas.

Além disso, a única atração relacionada à saga em produção atualmente é a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

Agora só nos resta aguardar para saber qual será o papel de O’Heir na trama.

Anteriormente, durante uma entrevista para a Neelix Magazine (via Screen Rant), o protagonista Pedro Pascal foi questionado se novos personagens serão apresentados na trama.

Em resposta, ele disse que:

“Haverá alguns rostos familiares e muitos, muitos novos rostos nos próximos episódios. Além disso, há muita ação e uma ótima história. Satisfeito?”

Por enquanto, o enredo da 3ª temporada permanece um mistério, mas já sabemos que Grogu decidiu recusar seu treinamento Jedi para continuar ao lado de Mando.

Além disso, o Mandaloriano admitiu à Armeira que ele já removeu seu capacete, o que é contra a crença de todos os Mandalorianos.

Por conta disso, a personagem disse que a única maneira de expiar era purificar-se nas águas vivas sob as minas encontradas em Mandalore.

Sendo assim, há a possibilidade de que a 3ª temporada leve Din Djarin e Grogu ao planeta natal dos guerreiros mascarados.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’ deve estrear somente em dezembro de 2022.

Enquanto isso, vale lembrar que a atual série baseada na saga ‘Star Wars é ‘O Livro de Boba Fett‘.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Glee’: Ryan Murphy revela planos para possível reboot da adorada série musical

Criada por Ryan Murphy (‘Bem-Vindos à Vizinhança’), ‘Glee‘ e contou com seis temporadas, originalmente exibidas entres os anos de 2009 e 2015.

Na trama, o professor Will Schuester (Matthew Morrison) tenta ensinar seus alunos a se expressarem através da música, reativando o coral da escola.

A produção contou com 121 episódios e ganhou uma legião de fãs ao trazer covers de diversas músicas de sucesso cantadas por Lea Michele, Cory Monteith, Darren Criss, Dianna Agron, Heather Morris e Matthew Morrison.

E parece que Murphy está interessado em um possível reboot da atração.

Em entrevista para o podcast And That’s What You Really Missed, ele disse que está tentado a revisitar a amada série musical.

“Agora estou numa fase tipo: ‘já faz bastante tempo [que a série chegou ao fim]. Talvez esteja na hora de revisitá-la como uma marca. Você sabe, devemos fazer um reboot? Um musical na Broadway?”

Ele continuou:

“Tipo, é como um legado interessante que estou interessado em fazer de uma maneira positiva depois de uma pausa por um tempo. Mas eu não sei. Eu simplesmente amo o que a série transmite e o que ela foi capaz de fazer. E nunca haverá na minha vida outro ‘Glee’, algo próximo a isso, em termos de me sentir tão conectado.”

O que você acha da ideia?

Até lá, vale lembrar que a Discovery+ está desenvolvendo um documentário sobre os múltiplos mitos, controvérsias e possíveis maldições em torno da produção de ‘Glee‘.

Ainda sem título, a série de três partes é fruto de uma parceria com a Ample Entertainment, a empresa por trás do documentário da HBO ‘O Piloto Invisível’.

Relembre uma das canções interpretadas pelo elenco:

 

‘Thor 5’ NÃO está em desenvolvimento

Há alguns dias foi dito que a Marvel Studios reforçou sua parceria com o direto Taika Waititi e já está desenvolvendo um 5º filme do Thor (Chris Hemsworth).

Os rumores apontaram que Waititi pretende apresentar um vilão ainda mais formidável do que Hela, a antagonista interpretada por Cate Blanchett em ‘Thor: Ragnarok‘.

Ao que parece, as informações foram retiradas de Marvel’s Thor 4: Love and Thunder Movie Special Book”, um livro que se aprofunda nos bastidores de ‘Thor: Amor e Trovão‘.

No entanto, fontes ligadas ao estúdio disseram à Variety que o texto se refere a uma hipótese que a Marvel e Waititi estavam apostando antes do lançamento do filme mais recente do herói.

Portanto, um novo filme do Thor não está nos planos da Marvel.

Por enquanto, o futuro do personagem é incerto e, apesar de ter faturado US$ 760,9 milhões pelo mundo, ‘Thor: Amor e Trovão‘ recebeu bastante comentários negativos dos críticos e dos fãs.

Relembre o que Waititi comentou sobre a possível sequência:

“O que resta a fazer com Thor? Precisa ser algo que pareça continuar com a evolução do personagem, mas de uma maneira muito divertida e ainda oferecendo a ele desafios que ele precisa superar. Eu não acho que possamos ter um vilão mais fraco do que Hela. Sinto que precisamos elevar o nível a partir daí e adicionar um vilão que seja de alguma forma mais implacável.”

Além disso, o diretor compartilhou uma perspectiva intrigante sobre o personagem Thor e como ele se conecta à sua origem mitológica. Ele destacou que a mitologia é um aspecto mais verdadeiro para Thor do que para qualquer outro personagem do Universo Cinematográfico da Marvel.

Waititi acredita que enfrentar “bestas, monstros e alienígenas cada vez mais extravagantes e loucos” é uma abordagem que respeita tanto a essência do personagem quanto suas raízes mitológicas nas páginas das histórias em quadrinhos.

Relembre o trailer do filme mais recente do herói, ‘Thor: Amor e Trovão‘:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Casa Stark é introduzida na estreia da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão’

Os fãs de Game of Thrones‘ que leram as histórias criadas por George R.R. Martin já sabiam há algum tempo que os Starks de Winterfell apareceriam em A Casa do Dragão mais cedo ou mais tarde.

E o episódio de estreia da 2ª temporada temporada introduziu o ancestral de Ned Stark (Sean Bean), Lord Cregan Stark, vivido por Tom Taylor (‘A Torre Negra’).

Logo na primeira cena, o personagem explica um pouco da longa história do dever dos Starks para com a Muralha e a Patrulha da Noite.

Cregan é visto pela primeira vez na Muralha, vigiando a fronteira norte de Westeros quando é abordado por Jacaerys Velaryon (Harry Collett), filho mais velho de Rhaenyra (Emma D’Arcy), sobre a possibilidade de prometer homens para lutar na guerra contra Alicent (Olivia Cooke) e Aegon (Tom Glynn-Carney).

house of the dragon season 2 starks
Jacaerys e Cregan

Cregan é claramente leal ao Conselho Negros no seu conflito contra os Verdes e também planta as sementes para um dos enormes conflitos no centro da série original de ‘Game of Thrones’, dizendo a Jace sobre os misteriosos perigos que existem além da Muralha e que os dragões são a menor de suas preocupações no extremo norte.

Se ‘A Casa do Dragão adaptar fielmente as histórias de Martin, Cregan Stark continuará a ser um personagem vital na guerra da Dança dos Dragões.

Nesses livros, Cregan foi uma figura chave na guerra lutando pelos Negros, assumindo o controle de Porto Real e presidindo o trono por alguns dias, enquanto um novo rei estava sendo estabelecido após a queda de Aegon.

Lembrando que a HBO divulgou o trailer legendado dos próximos episódios da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon).

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Vale lembrar que o segundo episódio será lançado no dia 23 de junho.

Confira o cronograma de exibição dos próximos capítulos:

Calendário de episódios da série "A Casa do Dragão".

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Julia Louis-Dreyfus ficou CHOCADA com a quantidade de CGI usado nas produções da Marvel

Durante uma entrevista no programa Hot Ones, a renomada atriz Julia Louis-Dreyfus compartilhou alguns insights dos bastidores de seus trabalhos anteriores na Marvel Studios, enquanto se prepara para reprisar seu papel em ‘Thunderbolts‘ no futuro.

Louis-Dreyfus revelou sua surpresa ao perceber a extensa utilização de efeitos visuais por computador (CGI) nos filmes da Marvel. Ela mencionou especificamente uma cena em ‘Wakanda Para Sempre‘, onde sua personagem estava em uma ponte de Boston, mas, na verdade, todo o ambiente ao redor era composto por tela verde e adicionado digitalmente em pós-produção.

“Se você assistiu Wakanda Para Sempre, a cena em que estou em uma ponte de Boston tem tela verde por todos os lugares. É tudo CGI. Eu assisti a tudo e pensei: ‘Deus, isso é incrível’. Quer dizer, estávamos no meio do asfalto em Atlanta”, compartilhou Louis-Dreyfus durante a entrevista.

Para aqueles que não sabem, Thunderbolts traz uma equipe formada por Yelena Belova (Florence Pugh), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Agente Americano (Wyatt Russell), Guardião Vermelho (David Harbour), Treinadora (Olga Kurylenko) e a Fantasma (Hannah John-Kamen).

Recentemente, Harbour conversou com o Entertainment Tonight (via Comic Book) e garantiu que a trama será diferente de qualquer outro filme da Marvel.

“Esse filme é muito bom. A Marvel está mudando o jogo. Eles são sempre surpreendentes, mas esta equipe em particular sabe o que está fazendo.”

Ele continuou:

“O que isso significa no universo é algo próprio, mas a equipe em si e a maneira como eles se unem é muito diferente de qualquer outro filme da Marvel que eu já vi.”

Infelizmente, o astro não deu muitos detalhes sobre como será essa reunião.

Mas, considerando que cada um dos personagens não lida muito bem com a raiva, é possível que esse encontro não seja tão amigável… Pelo menos no início.

Lembrando que, segundo o The Cosmic Circus, as gravações do filme começam no dia 12 de junho, aproximadamente um ano antes de sua estreia, em julho de 2024, concluindo a Fase 5 do MCU.

Astro de ‘Starsky e Hutch – Justiça em Dobro’ morre aos 80 anos

O ator David Soul, mais conhecido por seu papel como o Detetive Kenneth “Hutch” Hutchinson na série de TV policial dos anos 1970 ‘Starsky e Hutch – Justiça em dobro’, faleceu. Ele tinha 80 anos.

“David Soul – amado marido, pai, avô e irmão – faleceu ontem após uma valente batalha pela vida, na amorosa companhia da família. Ele compartilhou muitos dons extraordinários no mundo como ator, cantor, contador de histórias, artista criativo e querido amigo”, disse sua esposa, Helen Snell, em comunicado para a Fox News Digital.

“Seu sorriso, risadas e paixão pela vida serão lembrados por muitos cujas vidas ele tocou.”

Soul também atuou como Joshua Bolt em ‘Here Come the Brides’ de 1968 a 1970, e como o Oficial John Davis em ‘Magnum 44’ em 1973.

Soul nasceu em Chicago em 1943. Uma biografia em seu site afirma que seu pai, Dr. Richard Solberg, era professor de História e Ciência Política e ministro ordenado. Em 1949, a família se mudou para Berlim, onde Solberg atuou como conselheiro de assuntos religiosos para a Alta Comissão dos EUA e depois como representante sênior da Federação Luterana Mundial, uma organização de ajuda a refugiados que auxiliou na reconstrução da Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial.

Soul e Glaser tiveram participações especiais no remake para o cinema de ‘Starsky e Hutch – Justiça em dobro’ em 2004, estrelado por Ben Stiller como Starsky e Owen Wilson como Hutch.

‘Grey’s Anatomy’: Novo personagem é anunciado para a 21ª temporada

O passado do Dr. Owen será revisitado na nova temporada de ‘Grey’s Anatomy’, que contará com a participação de Floriana Lima como Nora, uma amiga de infância de Hunt e irmã de Megan.

De acordo com o TVLine, o personagem de Lima é descrito como uma mãe dedicada e recém-divorciada que está determinada a sobreviver não apenas pelo bem de seus filhos, mas também para descobrir o que o próximo capítulo de sua vida lhe reserva.

Floriana Lima é conhecida por seus papéis em ‘A Million Little Things’, ‘Supergirl’ e ‘O Justiceiro’.

O elenco de ‘Grey’s Anatomy’ também receberá um novo membro: Michael Thomas Grant, que interpretará o novo capelão do hospital.

Além disso, Natalie Morales (Dra. Monica Beltran), Kali Rocha (Dra. Sydney Heron), Ellen Pompeo (Dra. Grey), Scott Speedman (Dr. Nick Marsh), Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt) e Jason George (Dr. Ben Warren) retornarão para a nova temporada.

A ABC divulgou o primeiro trailer da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

A próxima temporada estreará oficialmente em 26 de setembro.

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Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘9-1-1’: Elenco se despede de Peter Krause após saída da série

9-1-1, série de sucesso criada por Ryan Murphy, surpreendeu os fãs com o anúncio da saída de Peter Krause, que interpretava o Capitão Bobby Nash desde o início da produção.

Segundo o Deadline, a despedida do ator, que protagonizou a trama por oito temporadas, gerou comoção nas redes sociais, onde colegas de elenco prestaram homenagens.

Na história, o personagem Bobby faleceu após ser contaminado por um vírus durante uma missão para conter um incêndio em um laboratório.

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Oliver Stark, que interpreta o bombeiro Buck, escreveu no Instagram:
“Meu querido amigo Peter, sentimos sua falta no trabalho todos os dias. Você foi, e sempre será, o nosso líder”.

Kenneth Choi, intérprete de Howie Han, também homenageou o ator:
Peter Krause, você é o cara mais elegante, o mais talentoso dos atores e o ser humano mais adorável. OBRIGADO, PK. Te amo, amigo”.

Jennifer Love Hewitt, que vive a atendente Maddie Buckley, usou os Stories para se despedir: “Não tenho palavras. Eu não consegui dizer adeus porque você é o melhor. Eu te amo, Peter. Obrigada por sempre ser uma luz e pelos seus abraços que conseguem transformar o dia de qualquer pessoa”.

Aisha Hinds, intérprete da bombeira Henrietta Wilson, compartilhou nos Stories apenas uma palavra: “Despedaçada”. Em seguida, completou: “Te amo, Pete”.

Anirudh Pisharody, que interpreta o bombeiro Ravi Panikkar, escreveu:
“O maior mentor e um amigo ainda maior, Pedro. Bobby Nash, nosso Capitão. Para sempre”.

Tracie Thoms, que dá vida a Karen Wilson, publicou uma foto ao lado de Krause no set e escreveu: “Nós te amamos, Peter. E ainda não estamos bem”.

O jovem ator Gavin McHugh, que interpreta Christopher Diaz, filho de Eddie, também prestou homenagem com uma imagem ao lado de Krause.

Lembrando que 9-1-1está disponível no Disney+.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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Guillermo del Toro critica uso criativo de IA em Hollywood: “Prefiro morrer”

O cineasta Guillermo del Toro falou recentemente sobre o debate crescente referente ao uso da Inteligência Artificial (IA) em Hollywood. Ele destacou que é importante “diferenciar o termo IA como ferramenta e IA como proposta de geração de criatividade”.

Em entrevista à Variety, Del Toro fez a distinção: “Se você observar um sistema de partículas usado em animação há mais de 15 anos, verá que ele contém elementos que podem ser considerados IA. IA generativa é uma conversa diferente”.

Questionado sobre sua posição em relação à IA criativa, Del Toro foi enfático: “Há alguns meses, alguém me escreveu em um alto cargo. Perguntou: ‘Qual é a sua posição sobre IA?’ E eu respondi o e-mail dizendo: ‘Prefiro morrer'”. 

O diretor dePinóquio argumentou que a indústria da animação é “muito frágil” porque tem a ver com custo e tempo, e defendeu a arte que exige paciência.

“Adoro fazer ‘Pinóquio’ porque tenho mais de dois anos para mudar de ideia. É como assistir a um acidente em câmera lenta. Você tem tempo para sair do carro”, brincou Del Toro. Ele comparou o stop motion ao “equivalente ao slow food na indústria culinária” e destacou que “a ideia de que mais rápido é melhor é algo sempre vendido por grandes interesses industriais”.

Del Toro ainda destacou a unicidade do stop motion: “Em uma era em que a IA pode interferir em qualquer outra forma de animação, o stop motion é à prova de IA”.

Guillermo del Toro anuncia criação de estúdio de animação em stop motion em nova parceria

Em contraste, Ted Sarandos, CEO da Netflix, disse que ele vê “a IA como uma ferramenta do criador, não uma ferramenta criativa por si só”.

“Acho que a ideia de que a IA superará as coisas e os humanos é bastante improvável. É a antítese do que ela foi criada para fazer”, disse Sarandos. Ele concluiu: “A IA foi criada para pegar tudo o que já foi feito e oferecer o resultado mais previsível possível, o que é o oposto do que os escritores tentam fazer quando escrevem um roteiro ou do que um cineasta tenta fazer quando conta uma história. Então, não fico muito nervoso com a possibilidade de isso substituir a criatividade”.

Vale lembrar que o próximo longa-metragem do cineasta é ‘Frankenstein’.

O longa está programado para estrear nas telonas no dia 23 de outubro, e chegará ao catálogo da Netflix duas semanas depois – no dia 7 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a adaptação foi confirmada na seleção oficial da 49ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

O longa-metragem, inspirado no revolucionário romance homônimo de Mary Shelley, integra uma sólida escolha de títulos que inclui ‘O Agente Secreto‘ e ‘Jay Kelly‘. Detalhes sobre os dias de exibição ainda não foram divulgados.

Para mais informações, clique aqui!

Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.”

O filme, que teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.

Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia GothChristoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

Frankenstein 1

“WILSON!”: Cruzeiro encalha em Fiji próximo à ilha de Náufrago

O longaNáufrago (2000), estrelado por Tom Hanks e imortalizado pelo icônico grito por “Wilson!”, quase ganhou uma “versão moderna” na vida real. Em uma coincidência curiosa reportada pelo Dexerto, um navio de cruzeiro encalhou recentemente nas proximidades da ilha utilizada como cenário para as filmagens do clássico de Robert Zemeckis.

O episódio ocorreu em Fiji, nas imediações da Ilha Monuriki. Na última segunda-feira, 6 de abril, o navio MV Fiji Princess ficou preso em um recife de corais. Segundo a Blue Lagoon Cruises, operadora da embarcação, o acidente foi causado por uma mudança súbita nas condições climáticas.

Em nota oficial, a companhia detalhou o ocorrido: “Embora a investigação esteja em estágio inicial, as condições eram calmas no momento da ancoragem. Tudo indica que uma forte rajada de tempestade fez com que a âncora se arrastasse em direção ao recife, levando o navio ao encalhe.”

A operação de evacuação foi bem-sucedida. Todos os 30 passageiros foram retirados em segurança por meio de uma balsa, levando consigo seus pertences. Para evitar um desastre ecológico na região, a empresa também providenciou a remoção preventiva de combustíveis e óleos da embarcação.

Náufrago’ está disponível no Mercado Play.

10 curiosidades de ‘Náufrago’, um dos ícones das sessões vespertinas da TV aberta

Lançado há mais de duas décadas, Náufrago narra a luta de um inspetor da FedEx para sobreviver em uma ilha deserta após um acidente aéreo. Com uma bilheteria superior a US$ 430 milhões, o filme se tornou um marco da cultura pop, servindo de base para produções como Lost,Madagascar e o recente Socorro!’ (2025).