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‘Coringa’ já arrecadou US$ 250 milhões nos EUA

Sucesso! Em apenas 18 dias, ‘Coringa‘ já arrecadou US$ 250 milhões nas bilheterias norte-americanas. No mercado internacional, o filme soma US$ 491,3 milhões.

Mundialmente, o filme arrecadou US$ 741,3 milhões e se aproxima rapidamente da marca bilionária.

Considerando o seu baixo orçamento de US$ 55 milhões, o longa já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.

Lembrando que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019

É o quarto ano consecutivo em que uma adaptação da DC Comics atinge a marca para o estúdio.

Anteriormente, ‘Batman vs Superman‘ registrou 872,7 milhões em 2016. Já em 2017, ‘Mulher Maravilha’ faturou 821,8 milhões.

Lembrando que Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso. 

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

Robert Pattinson é o homem mais bonito do mundo, segundo a ciência

De acordo com os parâmetros de Golden Ratio of Beauty Phi, Robert Pattinson é o homem mais bonito do filme. O sistema, usado desde os tempos antigos, foi adaptado por cientistas para explicar o que torna uma pessoa bonita fisicamente.

Utilizando essa fórmula, os traços das celebridades foram testados e Robert Pattinson foi apontado como o homem mais bonito do mundo, cientificamente.

Dr. Julian De Silva, que comanda um centro de cirurgia plástica em Londres, usa essa tecnologia em seu trabalho. Robert Pattinson é claramente o vencedor pois todos os elementos do seu rosto apontaram uma quase perfeição física.”

De acordo com o teste, o rosto de Pattinson é 92.15% perfeito.

Em segundo lugar, ficou o ator Henry Cavill, com 91.64%. A lista ainda conta com Bradley Cooper (91.08%) e Brad Pitt (90.51%).

Vale lembrar que o Robert Pattinson está atualmente gravando o aguardado ‘The Batman‘. O longa tem previsão de estreia para 1º de Outubro de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e John Turturro (Carmine Falcone).

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

‘Army of the Dead’: Terror zumbi de Zack Snyder ganha novas imagens

Army of the Dead‘, terror zumbi do diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘) para a Netflix, ganhou suas primeiras imagens.

Confira:

Em entrevista ao Slashfilm, Snyder garantiu que o seu novo filme de zumbis será épico; com muita ação e efeitos práticos.

“90% dos nossos zumbis são efeitos práticos. Há guerra com zumbis, sequências de ação e muita luta; meu amigo, e parceiro de longa data, Damon Caro trabalhou pesado para criar caos zumbi em um nível épico.”

Ele continua, “Eu adoro filmes que são divertidos, mas não são bobos. É uma linha tênue. Eu queria que esse filme fosse uma insanidade zumbi descontrolada. Meus parceiros da Netflix me apoiaram e entraram nessa jornada comigo.”

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas.

Dave Bautista estrela a produção, que também tem no elenco Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘).

A trama se passa em meio a uma epidemia de zumbis em Las Vegas, e segue um homem que monta um grupo de mercenários para a maior aposta de sua vida: se aventurar na zona de quarentena para realizar o maior assalto já tentado.

Army of The Dead‘ é produção da Netflix e tem estreia prevista para 2021.

‘O Esquadrão Suicida’: Ouça a música de Gloria Groove e Karol Conká que toca no filme

O diretor James Gunn surpreendeu a colocar uma música cantada por Gloria Groove e Karol Conká na trilha sonora de ‘O Esquadrão Suicida.

A música de Drik Barbosa, chamada Quem Tem Joga, toca inteira em uma das principais cenas do filme.

Ouça a música, e confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | O Esquadrão Suicida – James Gunn entrega uma obra-prima

De acordo com o Deadline, ‘O Esquadrão Suicida pode faturar pelo menos US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana de estreia.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

Roteiro da SEQUÊNCIA de ‘O Exorcista’ já está pronto e será a primeira de uma trilogia

Em entrevista ao Collider, o diretor David Gordon Green (‘Halloween’) revelou que o roteiro do primeiro filme da nova trilogia da franquia ‘O Exorcista‘, que dará continuidade aos eventos do primeiro filme, está pronto.

“O roteiro do primeiro filme da nova trilogia já está completo, e estamos no processo de mapear o segundo filme. Nós ainda temos muito trabalho para fazer, mas sabemos onde queremos chegar. É uma nova jornada com alguns rostos familiares e outros rostos novos.”

Ele completa, “Tenho certeza que saberei mais sobre o projeto daqui a um ano. É um processo muito, muito diferente da trilogia da franquia ‘Halloween’.”

O primeiro longa vai estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

 

‘Tetris’: Filme com Taron Egerton sobre clássico jogo estreia nessa sexta-feira na Apple TV+

Apple TV+ divulgou a data de estreia ‘Tetris‘, que conta a história por trás da luta pelos direitos do clássico jogo de videogame lançado na década de 80.

O filme estreia nesta sexta-feira, 31 de março, no Apple TV+.

Confira, juntamente com o trailer:

O filme é dirigido por Jon S. Baird, com roteiro assinado por Noah Pink.

A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.

Taron Egerton estrela. Toby JonesNikita YefremovRoger AllamAnthony BoyleTogo IgawaKen YamamuraBen MilesMatthew MarshRick Yune completam o elenco.

Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).

Cillian Murphy revela que TOPARIA voltar para ‘Extermínio 3’

O filmeExtermínio 3’ foi oficialmente adquirido pela Sony, conforme relatado pelo The Hollywood Reporter. O projeto está em estágio de desenvolvimento com o renomado diretor Danny Boyle e o talentoso roteirista Alex Garland à frente.

Agora, Cillian Murphy revelou à Variety que toparia voltar para o novo filme .

Ele contou que eles filmaram dois finais para o filme – um em que Jim sobrevive, outro em que ele morre. Perguntaram a Murphy se ele tinha alguma preferência. “Sim, acho que quando eu era mais jovem e um pouco mais niilista… gostava da imagem de duas mulheres sobrevivendo no final e fodendo o homem”, disse ele. “Mas acho que eles queriam a versão com esperança.”

Com conversas constantes sobre uma sequência do filme,  foi bom Jim ter sobrevivido – eles poderiam trazê-lo de volta para outro filme.

“Estou disponível”, afirmou Murphy.

Assista nossa entrevista com o ator:

A conquista dos direitos pela Sony ocorreu após uma acirrada competição de lances, visando a obtenção dos direitos da sequência do clássico de horror de 2002. Os termos do acordo não foram divulgados.

A dupla aspira que esse novo filme marque o início de uma trilogia envolvente.

O diretor Danny Boyle e o roteirista Alex Garland reuniram forças novamente para conceber e dirigir essa aguardada sequência, que também incluirá uma Parte 2, a ser habilmente escrita por Garland.

Boyle já afirmou que dirigirá apenas o primeiro projeto, deixando a escolha do diretor para a sequência para uma fase posterior do desenvolvimento. Essa trilogia promete não apenas dar continuidade à saga, mas também consolidar ainda mais o legado do filme original.

Cillian Murphy Volta como produtor e deve estrelar.

Cada filme está planejado para ter um orçamento na ordem de US$ 75 milhões, embora não esteja claro como metas ou compensações podem ter evoluído durante as negociações de alto risco.

Boyle e Garland também atuará como produtores ao lado de Andrew Macdonald, Bernie Bellew e Peter Rice, ex-chefão da Fox Searchlight Pictures, produtora responsável por bancar os dois primeiros filmes.

Anteriormente, Cillian Murphy, protagonista do primeiro filme, expressou entusiasmo em retornar para a saga: “Eu estava conversando recentemente com Danny Boyle e disse: ‘Danny, filmamos o filme no final de 2000.’ Então acho que estamos definitivamente nos aproximando de ’28 Anos Depois’. Mas, como sempre disse, estou disposto. Adoraria fazer isso. Se Alex [Garland] acha que há um roteiro e se Danny quer fazer, adoraria fazer.”

Uma das franquias de horror mais aclamadas, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2003 e 2007.

O original foi estrelado por Cillian Murphy, Brendan Gleeson e Christopher Eccleston, enquanto a sequência trouxe Jeremy Renner e Rose Byrne. 

Assinantes da Netflix estão EMOCIONADOS com novo filme que vai te fazer chorar…

O lançamento de O que tiver que ser na Netflix tem gerado diversas reações nas redes sociais. Enquanto algumas espectadoras se emocionaram com a história e se identificaram com os desafios da protagonista, outras expressaram frustração com alguns personagens da trama.

Na trama, uma mãe exausta faz uma última tentativa de manter a família unida levando-os em uma viagem para a competição de pole dancing da filha.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Relembre o trailer:

Josephine Bornebusch assume a direção e o roteiro, além de protagonizar o longa.

Pål Sverre Valheim Hagen e Sigrid Johnson completam o elenco.

o que tiver que ser (1)

‘Moana’: Live-Action ganha BELO cartaz e fotos após lançamento do trailer

A aguardada adaptação em live-action de ‘Moana‘ ganhou ainda mais destaque após a divulgação do primeiro trailer oficial, que veio acompanhada de um novo cartaz e das primeiras fotos do elenco em cena. A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos. A estreia está oficialmente marcada para 10 de julho de 2026, prometendo trazer uma nova camada de profundidade visual e narrativa a essa história que já é querida por milhões de fãs ao redor do mundo.

Confira o cartaz, as fotos e o trailer:

‘Moana’: Disney cogitou usar IA para manipular o rosto de The Rock em live-action

Disney VENCE processo sobre direitos autorais de ‘Moana’

Johnson também produzi o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

10 Minisséries que poucos falam mas te garanto: são EXCELENTES!

As minisséries vem ganhando cada vez mais espaço no competitivo universo dos streamings. Muitas pessoas gostam de histórias que tenham rápidos desfechos e que não deixam de serem bem contadas. Pensando nisso, pra você que curte uma boa minissérie para maratonar rapidinho, resolvemos criar uma lista bem legal com algumas dicas:

 

Vale Tudo com Tim Maia

O Spielberg frustrado que virou um ícone da música brasileira. Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição e montagem contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.

 

Gente Ansiosa

Na trama, lançada no final de 2021 na poderosa rede de streaming, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir enfim quem foi o responsável por tal ato.

 

Challenger: Voo Final

A arrogância é uma das maiores razões dos erros humanos. Contando com muitos detalhes os entornos de uma das maiores tragédias em solo norte-americano da história desse planeta, a explosão, cerca de um minuto após a decolagem do ônibus espacial Challenger que levava à bordo sete tripulantes, seis astronautas e uma professora em 28 de janeiro de 1986. Nessa minissérie em bem divididos quatro episódios com cerca de 40 minutos de duração, vamos conhecendo melhor o contexto que cercava as viagens espaciais naquela época, escutamos depoimentos emocionados de amigos, familiares dos tripulantes e materiais de áudio e vídeo dos próprios astronautas feitos nas vésperas do acontecimento catastrófico que fora televisionado, ao vivo, para milhões de pessoas. Conhecemos também, fatos (alguns até documentados), dentro de uma exposição bastante objetiva sobre o que aconteceu naquele dia e os prováveis culpados pela tragédia. Produção executiva assinada por J.J. Abrams e disponível na Netflix.

 

A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes

Protagonizado pelo vencedor do Oscar Russell Crowe e lançado nos EUA no ano de 2019, a elogiada minissérie com sete capítulos nos traz um recorte dos últimos anos da trajetória de Roger Ailes, fundador da Fox News, principalmente sobre as acusações de assédio sexual que colocaram fim na sua carreira. A minissérie é baseada no livro The Loudest Voice in the Room, de Gabriel Sherman.

 

 

Ringo: Glória e Morte

Na trama, com começo já na parte de total declínio na carreira do boxeador argentino Oscar “Ringo” Bonavena (Jerónimo Bosia) acompanhamos suas inúmeras tentativas de conseguir uma revanche contra o super campeão Muhammad Ali, fato que nunca iria acontecer. Um ping pong temporal entre Estados Unidos e Argentina nos mostra o início da sua carreira, ascensão meteórica e com algumas polêmicas, passando por importantes lutas na carreira contra o já mencionado Ali e também Joe Frazier, chegando até seu assassinato repleto de circunstâncias misteriosas até hoje. Um fato curioso é que seu apelido, Ringo, foi dado por causa da semelhança com o cabelo do mundialmente famoso baterista dos Beatles, Ringo Starr.

 

Alias Grace

Co-produção Canadá/Estados Unidos, Alias Grace conta a história de uma mulher acusada de matar seus patrões. Mas será ela inocente ou não? Lançada em 2018, baseado na obra homônima da escritora canadense Margaret Atwood (que também escreveu O Conto da Aia) a minissérie conta com seis episódios.

 

Som na Faixa

Na trama, conhecemos Daniel Ek (Edvin Endre), um programador que mora em Rågsved, subúrbio que fica no distrito de Bandhagen, na capital sueca Estocolmo. Após passar por alguns empregos frustrantes e limitados para todo seu potencial sonhador e empreendedor, montou uma pequena empresa aos 22 anos e a vendeu por uma dezena de milhões. Com o dinheiro partiu para uma nova ideia, uma player de música diferente de tudo que se via na internet e no mercado do música. Assim, procuro uma sociedade com o investidor Martin (Christian Hillborg) que logo enxerga o potencial e juntos começam a montar as primeiras peças do que seria a hoje tão famosa Spotify. Mas essa caminhada não foi fácil, com bastante situações que colocaram a empresa em risco. Nesse contexto, conhecemos outros importantes personagens para essa história: Per (Ulf Stenberg), um alto executivo de uma poderosa da indústria musical. Petra (Gizem Erdogan) uma influente advogada que acaba se juntando à equipe. Bobbie T (Janice Kavander), uma artista que conhece Daniel desde os tempos de escola. O programador da equipe do Spotify, Andreas (Joel Lützow). Sob diversos pontos de vistas, vamos acompanhando essa história.

 

Roadkill

Nos bastidores do alto poder britânico, ambientado nos dias atuais, acompanhamos Peter Lawrence (Hugh Laurie), um político que passa de ministério para outro ministério ao mesmo tempo que sua vida entra em colapso total com a descoberta de uma nova filha (que está presa), crise no seu relacionamento secreto com a amante dinamarquesa, embates com a atual esposa e os conflitos com as filhas, uma guerra no tribunal que venceu mas a jornalista que perde o caso acaba conseguindo novas provas contra ele, uma primeiro ministra que não vai com a cara dele.  Os desenrolares e as consequências das ações para resolver esses fatos vão moldando os quatro episódios dessa minissérie.

 

Nada Ortodoxa

Protagonizado pelo atriz israelense Shira Haas, um das maiores sucessos da Netflix, quando falamos em minissérie, Nada Ortodoxa baseada no livro Unorthodox: The Scandalous Rejection of My Hasidic Roots de Deborah Feldman conta a trajetória de uma jovem que foge de seu passado e um casamento arranjado encontrando a independência que nunca teve.

 

The Night Of

Lançada em 2016, ainda longe da badalada chegada dos streamings pelo mundo, essa minissérie intrigante produzida pela HBO, com um total de oito episódios, nos mostra a história de um estudante que se envolve em enormes conflitos após ser acusado de assassinato.

Os 20 Filmes Mais ESPERADOS de Janeiro de 2017

O primeiro mês do ano e 2017 já começa quente com diversas estreias esperadas nas telonas. Conheça as principais e programe-se para fugir do calor numa sala de cinema geladinha, assistindo àquela superprodução, drama, terror ou comédia. Não importa. Desde que seja cinema. Veja abaixo e comente quais são os seus preferidos – as datas estão sujeitas a alteração dependendo da disponibilidade da distribuidora.

Quatro Vidas de um Cachorro (A Dog´s Purpose)

Adora filmes estrelados pelo melhor amigo do homem? Não cansa de chorar com Marley & Eu (2008) e Sempre ao Seu Lado (2009)?  Então prepare-se para se emocionar novamente. Quatro Vidas de um Cachorro é baseado no Best-seller de W. Bruce Cameron e novamente dirigido pelo sueco Lasse Hallström (do citado filme canino com Richard Gere). Na história, um cachorro vive literalmente quatro vidas distintas, reencarnando em novas raças e convivendo com diferentes donos. Prepare o lencinho. A estreia é no dia 26 de janeiro, último fim de semana do mês.

Dominação (Incarnate)

Você acha que o nível de sustos nos cinemas anda baixo neste início de ano? Bem, se prepare para receber sua cota de adrenalina com este filme. Dominação mistura O Exorcista (1973) com Matrix (1999) e traz Aaron Eckhart (Sully – O Herói do Rio Hudson) na pele de um cientista com a capacidade de entrar na mente de pessoas possuídas, para no subconsciente enfrentar demônios. Agora, ele terá o maior desafio de sua carreira ao tentar salvar um menino atormentado pelo demônio mais forte que já encontrou. A direção é de Brad Peyton (Terremoto – A Falha de San Andreas), e o elenco conta ainda com Carice van Houten (a feiticeira Melisandre de Game of Thrones) e a colombiana indicada ao Oscar Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça). A estreia é neste fim de semana, dia 5 de janeiro. Já conferimos o terror, clique neste link para saber mais sobre o filme.

Os Penetras: Quem Dá Mais?

Os maiores caras de pau do Brasil estão de volta, para a continuação da comédia de sucesso de 2012. Marco Polo (Marcelo Adnet) e Beto (Eduardo Sterblitch) retornam para uma nova missão. O objetivo agora é dar um golpe num gringo, e para isso Beto precisa fingir ser gay e fisgar o sujeito. O diretor Andrucha Waddington lançou recentemente o drama hospitalar Sob Pressão e recebeu elogios. Agora, o cineasta volta para a comédia escrachada no comando da sequência de seu filme anterior. Mariana Ximenes e Stepan Nercessian também retornam e a adição no elenco fica por conta de Danton Mello e Stênio Garcia. A estreia é no dia 19 de janeiro.

Max Steel

A onda de brinquedos transformados em filmes – que deu certo com Transformers e Lego, mas nem tanto com G.I. Joe – segue dando frutos. Antes dos heróis Power Rangers, outro super-herói infanto-juvenil aportará nos cinemas brasileiros nessas férias. Baseado na linha de brinquedos da Mattel (que não quer ficar atrás da Hasbro), Max Steel conta a história de um jovem geneticamente modificado, que descobre poderes fantásticos de manipulação de energia. Some a isso uma visita de um robozinho alienígena chamado Steel e através da mescla dos dois teremos o boneco herói vivo, agora de carne e osso. O desconhecido Ben Winchell vive Max e o igualmente desconhecido Stewart Hendler dirige o filme. Mas não temos só desconhecidos aqui, já que os veteranos Andy Garcia e Maria Bello tentam dar credibilidade ao longa. A estreia é no dia 26 de janeiro.

A Bailarina (Ballerina)

Animação francesa / canadense que fala sobre uma jovem que possui o sonho de se tornar uma grande bailarina, e para isso viaja até Paris com seu amigo, que a incentiva. O filme é a resposta europeia para as animações da Disney, continuando a imprimir mensagens edificantes para os pequeninos. Aqui, a mensagem é “perseguir seus sonhos e não desistir deles jamais”. A dublagem norte-americana conta com as vozes de Elle Fanning (dando voz para a protagonista) e Dane DeHaan (Valerian e a Cidade dos Mil Planetas). A Estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake)

O grande vencedor da Palma de Ouro, o prêmio máximo no prestigiado festival de cinema de Cannes, do ano passado chega finalmente aos cinemas brasileiros no início de 2017. Eu, Daniel Blake é um drama sério, adulto, humano e realista, sobre um carpinteiro de meia idade, que devido a problemas de saúde precisa se afastar do emprego e receber assistência do Estado. Em sua jornada, ele conhece uma mãe solteira em situação similar. Este é um dos filmes de arte mais elogiados do ano. Na direção, o britânico Ken Loach. A estreia é neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

O Apartamento (The Salesman / Forushande)

Por falar em prestigiados dramas de arte, O Apartamento é uma produção iraniana que segue firme e forte na disputa, entre os nove pré-selecionados restantes, para os indicados ao Oscar de filme estrangeiro. Na direção, outro mestre: Asghar Farhadi (A Separação e O Passado). Como de costume, os filmes do diretor falam sobre relacionamentos conturbados, e aqui o pano de fundo é a montagem da obra de Arthur Miller, A Morte de um Caixeiro Viajante (Death of a Salesman). A estreia é também no dia 5 de janeiro, conhecido como o próximo fim de semana.

Beleza Oculta (Collateral Beauty)

Que tal começar o ano com um dos melhores elencos já colocados em um filme? Pois janeiro de 2017 irá te proporcionar este pequeno agrado. Will Smith, Kate Winslet, Helen Mirren, Edward Norton, Michael Peña, Naomi Harris e Keira Knightley estrelam esse drama melancólico sobre um sujeito atrás de uma segunda chance. Smith vive o protagonista, na pele de um personagem que começa a escrever cartas como forma de terapia e acaba encontrando a materialização de sentimentos e entidades abstratas como Amor (Knightley) e a Morte (Mirren). A direção é de David Frankel (O Diabo Veste Prada e Marley & Eu). A estreia é no último fim de semana do mês, dia 26 de janeiro.

xXx – Reativado (The Returno of Xander Cage)

Vin, Vi e Venci. O astro Vin Diesel veio ao Brasil e causou com “uma entrevista do barulho”. Deixando a polêmica de lado, o astro de ação retorna para uma das franquias que fez seu nome – ao lado de Velozes e Furiosos e Riddick. Quinze anos depois e Diesel vive Xander Cage pela segunda vez (que havia sido dado como morto no segundo filme, aquele pavoroso mesmo, com Ice Cube), para mais um round cheio de adrenalina e esportes radicais. Quem volta também é Samuel L. Jackson. O Reforço vem nas belas peles de Nina Dobrev (Diários de um Vampiro) e Ruby Rose (Orange is the New Black), além do talento de Toni Collette (Já Sinto Saudades) e o nosso Neymar (é sério!). A direção é de DJ Caruso (Paranoia e Controle Absoluto). A estreia é no dia 19 de janeiro.

Assassin´s Creed

Filmes baseados em games tem salvação? A resposta virá este mês com a versão live action de Assassin´s Creed, protagonizado e produzido pelo astro Michael Fassbender (o Magneto dos novos filmes dos X-Men). A trama apresenta duas realidades, uma no futuro e outra no passado. Duas vidas ligadas pelo mesmo homem, descendente de uma linhagem de assassinos históricos. Além de Fassbender, temos o peso no elenco com a  presença da Oscarizada Marion Cotillard, e a direção de Justin Kurzel. O trio já colaborou anteriormente em Macbeth: Ambição e Guerra, lançado no final de 2015. Assassin´s Creed tomará os cinemas de assalto no dia 12 de janeiro.

Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)

Mel F**ing Gibson is Back! O astro mais odiado e politicamente incorreto de Hollywood ensaiou um retorno em 2016. Deus, e como precisamos de alguém como ele! Gibson não é apenas polêmico, o ator e diretor é extremamente talentoso. Com Herança de Sangue, lançado em setembro, o astro voltou a atuar e a mostrar a velha forma dos 80´s, mais durão do que nunca. Agora, o retorno é como diretor, dez anos depois de Apocalypto (2006). O filme escolhido foi este drama de guerra sobre um soldado americano durante a Segunda Guerra Mundial, na Batalha de Okinawa, que ganhou a medalha de Honra sem disparar um único tiro – papel de Andrew Garfield (o ex-Homem-Aranha). O filme vem sendo cotado em época de premiação e a estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Resident Evil: O Capítulo Final (The Final Chapter)

Sempre duvido de filmes que usam “Capítulo Final” em seu título. Não me deixo enganar e acho muito difícil este ser o capítulo final de uma das franquias mais rentáveis da Sony e, pode-se dizer, a única que deu certo ao adaptar um famoso game para as telonas – digam os haters o que quiserem, mas não se chega a um sexto exemplar sem sucesso. A musa dos fanboys Alice (Milla Jovovich) está de volta para distribuir um novo lote de chutes no traseiro. Afinal, todos já sabemos o que iremos encontrar no filme. Só digo uma coisa: teremos um maldito dragão mutante! Cale-se e pegue meu dinheiro. Novamente dirigido pelo marido da atriz, Paul W. S. Anderson, o sexto Resident Evil chega aos cinemas no dia 26 de janeiro.

Sete Minutos Depois da Meia Noite (A Monster Calls)

Lembra do terror O Orfanato (2007) e do filme catástrofe de tsunami O Impossível (2012)? São dois filmes que você provavelmente adora. Pois bem, Sete Minutos Depois da Meia Noite é dirigido pelo mesmo sujeito que fez esses filmes, o talentoso cineasta espanhol J.A. Bayona. Desta vez, o diretor, que não fazia um filme há quatro anos, resolve adaptar para as telonas o livro de Patrick Ness. À primeira vista, soa como mais uma aventura de fantasia juvenil, mas não verdade trata de uma emocionante história familiar sobre como lidar com a dor da perda. Mais uma vez, alguém vai precisar de lencinhos. No elenco, Felicity ‘Jyn Erso’ Jones, Sigourney ‘Ripley’ Weaver e Liam ‘f**ing’ Neeson. A estreia ocorre neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

Passageiros (Passengers)

Quem são os maiores astro e estrela do cinema atual de Hollywood? Bem, eu arriscaria dizer que Jennifer Lawrence e Chris Pratt disputam fortemente o cargo. E este mês receberemos uma superprodução protagonizada pelos dois. Passageiros é uma ficção científica passada inteiramente numa gigantesca espaçonave, na qual existem apenas dois personagens. Se você é fã da dupla não sairá insatisfeito. Já pudemos conferir o longa e gostamos do que vimos. Para mais detalhes, leia a crítica completa neste link. A estreia ocorre já neste fim de semana, no dia 5 de janeiro.

Aliados (Allied)

Passando de um jovem casal de astros do momento, para outro um pouco mais maduro. Brad Pitt e a francesa vencedora do Oscar Marion Cotillard são quem comandam o show aqui em Aliados, um drama de ação e romance durante a Segunda Guerra Mundial. Na trama, passada em 1942, um oficial da inteligência canadense (Pitt) une forças e desenvolve um relacionamento com uma agente da resistência francesa (Cotillard). Sr. & Sra. Smith (2005), alguém? O comando da obra é de ninguém menos que Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro e Forrest Gump). A estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Moana: Um Mar de Aventuras

Nova animação tropical da Disney, que tem como cenário a Polinésia Antiga. Esse é mais um lançamento no qual a Disney mostra que seu braço de animação vai muito bem (obrigado) sem a parceira Pixar. Dwayne Johnson (mais conhecido como The Rock) estrela em uma nova produção neste início de ano, cedendo a voz para o semideus Maui. Na trama, a protagonista Moana (voz de Auli’i Carvalho) precisa buscar ajuda do semideus a fim de impedir uma terrível maldição que se abateu sobre sua ilha. A estreia ocorre neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood

Essa é para todos os nostálgicos. Há muitos anos (desde 2008 para ser mais preciso), Renato Aragão não lançava um filme nos cinemas. Usando o nome do grupo imortal de comediantes Os Trapalhões então, desde 1991 quando Os Trapalhões e a Árvore da Juventude atingiu os cinemas. Desta vez, o eterno trapalhão Didi terá a ajuda do fiel escudeiro Dedé Santana para recontar aos novos tempos o clássico Os Saltimbancos Trapalhões (1981). A estreia é no dia 19 de janeiro.

A Criada (The Handmaiden)

Você já ouviu falar no diretor coreano Park Chan-wook? Bem, mas com certeza conhece seu trabalho mais marcante, o quintessencial Oldboy (2003)? Também não? Então pare tudo o que está fazendo, vá assistir ao filme e depois volte aqui. Só assim para conseguir dimensionar a importância que o cineasta possui no mundo do cinema. Este é seu mais recente trabalho, baseado num livro da autora britânica Sarah Waters, que trata da mudança que sofre a vida de uma família rica no Japão da década de 1930, após a chegada da nova criada ao local. Controverso e provocativo, o longa é um dos mais esperados e comentados neste início de 2017 no Brasil. A estreia é no dia 12 de janeiro.

Manchester à Beira Mar (Manchester by the Sea)

Se você tem paladar por filmes lacrimosos e uma boa “sofrência”, então Manchester à Beira Mar é indicado para você. Deixando as brincadeiras de lado, o novo trabalho do diretor Kenneth Lonergan é de fato um dos melhores filmes do ano passado, e tive a sorte de conferi-lo durante o Festival do Rio 2016. Clique neste link para saber mais do filme. A história apresenta o protagonista vivido por Casey Affleck, um sujeito traumatizado com uma grande perda em sua vida, precisando lidar com a criação de seu sobrinho após o falecimento de seu irmão. O longa é um dos mais cotados para o Oscar 2017 e tem desempenhos impactantes de Affleck e de sua coadjuvante Michelle Williams, além da revelação Lucas Hedges. A estreia no Brasil é no dia 19 de janeiro.

La La Land: Cantando Estações

Não tem jeito, o filme mais aguardado de janeiro é o elogiadíssimo novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (Whiplash: Em Busca da Perfeição). O menino prodígio retorna ao terreno da música, desta vez em uma obra de teor menos amargo e bem mais doce, para entregar um musical no melhor sentido da palavra. Quem já pôde conferir se derreteu com o filme, que fala do amor florescendo entre uma aspirante a atriz e um músico de jazz. O longa é considerado o melhor filme que Woody Allen não fez. Ah sim, ainda temos protagonizado uma dupla que não poderia ter mais química, Ryan Gosling e Emma Stone (Amor a Toda Prova e Caça aos Gangsters). A estreia ocorre no dia 19 de janeiro.

FLOPOU! ‘Dungeons & Dragons’ (2000) e outros Fracassos do Cinema que Completam 23 Anos em 2023

Entra ano e sai ano, o mundo do cinema nos apresenta novos sucessos que iremos lembrar e comentar pelos próximos tempos, ou quem sabe para sempre. Mas para isso, como forma de equilibrar o universo, também ganhamos anualmente fiascos monumentais. Fracassos de crítica, público ou ambos, algumas produções azaradas simplesmente se tornam uma grande dor de cabeça para seus realizadores e podem inclusive marcar carreiras – chegando a terminar o sonho de estrelato para muitos.

A cada geração, no entanto, alguns fracassos (ou flops, como são carinhosamente chamadas atualmente estas obras) são redescobertos e reanalisados, podendo vir a se tornar filmes cults. São os casos com produções como Blade Runner e O Enigma de Outro Mundo, por exemplo, ainda hoje fortes na cultura popular após seus fracassos na época de lançamento.

Seja como for, aqui iremos abordar em especial os fracassos financeiros de alguns lançamentos do cinema, que custaram muito, renderam pouco, e em 2023 completam 23 anos. Vem conhecer.

 

Dungeons & Dragons

Igualmente membro do seleto clube dos piores filmes de todos os tempos no IMDB (este em número 74), o filme é a adaptação do famoso jogo de RPG criado em 1974 – que fez e faz a alegria dos aficionados. Este longa, por outro lado, é uma aula de como NÃO fazer uma aventura de fantasia medieval (muito em voga nos anos 1980, e que voltaria com tudo no ano seguinte ao seu lançamento, com Senhor dos Anéis e Harry Potter).

Sim, o adorado desenho conhecido no Brasil como Caverna do Dragão (1983-1985) também é baseado em tal jogo e possui este título na versão original. Ao invés de adaptar o icônico cartoon, os envolvidos preferiram criar esta enfadonha história do zero dentro de tal universo. Dungeons & Dragons é uma das maiores vergonhas da carreira do vencedor do Oscar Jeremy Irons (que vive o vilão) e junto à crítica no Rotten Tomatoes soma histéricos 10% de aprovação. A produção custou US$45 milhões aos cofres da New Line (subsidiária da Warner) e viu o retorno de apenas US$15 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$33 milhões ao redor do mundo.

O diretor Courtney Solomon seguiu para trabalhos melhores, como produtor do drama Cake, com Jennifer Aniston. E curiosamente, Dungeons & Dragons saiu ileso sem indicações ao Framboesa de Ouro.

A Reconquista

Não tem como começar a lista de outra forma. A Reconquista, ou Campo de Batalha Terra (no título original), é definitivamente um dos maiores fracassos da história do cinema. Projeto de estimação do astro John Travolta, a ficção científica é adaptada do livro homônimo de L. Ron Hubbard, o pai da cientologia, religião da qual o ator faz parte. A trama se passa no ano 3000 e é uma espécie de Planeta dos Macacos (1968) onde desta vez os humanos são escravizados por uma raça alienígena – da qual Travolta faz parte, ele é o vilão Terl.

Bancada pela Warner, a produção recebeu um orçamento de US$73 milhões, e viu de volta apenas algo em torno de US$21 milhões nos EUA. No mundo, não chegou nem a US$30 milhões. Fora isso, soma pífios 3% de aprovação no Rotten Tomatoes, e junto ao grande público no IMDB é o número 15 dos piores de todos os tempos. O filme fez a limpa nos prêmios Framboesa de Ouro, onde voltou a ser destaque no fim da década – eleito como o pior filme dos últimos dez anos, além do pior “drama” dos últimos 25 anos. Ah sim, e A Reconquista era planejado como uma trilogia, deixando até um gancho ao final para isso. E pensar que o diretor Roger Christian teve envolvimento com a saga Star Wars

 

Jogo Duro

Já pensou um filme de ação protagonizado por Charlize Theron e Ben Affleck? Hoje isso seria o suficiente para deixar os fãs ansiosos. E se eu disser que esta produção já existe, e foi lançada há nada menos que 22 anos. Para começar, devemos dizer que na época, o segundo nome mais quente no elenco não era o de Theron (que ainda se firmava em Hollywood) e sim o do sumido Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump. Um thriller de ação igualmente problemático, que usa como temática a época de natal, mas que devido aos inúmeros empecilhos foi lançado em fevereiro. Já começa errado aí.

Na trama, Affleck vive um sujeito atraído por Theron para integrar a gangue do irmão dela (Sinise), que planeja um assalto na época do natal. A direção é do consagrado John Frankenheimer (que saía do sucesso do eletrizante Ronin) e o roteiro é de Ehren Kruger (Pânico 3). O filme produzido pela Dimension Films contou com um orçamento de US$42 milhões, mas só arrecadou US$23 milhões nos EUA, e US$32 milhões no mundo, não conseguindo se pagar. A crítica também não pegou leve, com 25% de aprovação, o considerando “um filme decepcionante, dono de um enredo forçado e atuações fracas, apesar do elenco decente”.

Sobrou pra Você

A rainha da música pop Madonna é uma estrela irretocável nos palcos, mas sua carreira como atriz talvez tenha visto mais baixos do que altos. Quatro anos depois das críticas sofridas por Evita, Madonna, a atriz, retornava como protagonista nesta comédia dramática sobre uma mulher que decide ter seu primeiro filho (no auge dos 42 anos da atriz) com seu melhor amigo gay. A crítica deu apenas 19% de aprovação, e afirmou que “os elementos da história colidem e as atuações deixam a desejar”.

Sobrou pra Você não escapou dos prêmios ruins do cinema, e foi indicado para o Framboesa e o Stinkers Bad Movie Awards, sendo indicado para pior filme e “vencedor” de pior atriz para a material girl. O grande e saudoso diretor John Schlesinger (Perdidos na Noite e Maratona da Morte) já viu dias melhores. O filme fez uso de um orçamento mediano, de US$25 milhões, mas viu de volta apenas US$14 milhões nos EUA, e US$24 milhões mundialmente aos cofres da Paramount, não conseguindo sequer se pagar.

O Caminho para El Dorado

Disputar com a Disney no terreno das animações sempre foi uma missão suicida. Mas no fim da década de 1990, a Dreamworks, estúdios de três figurões do ramo do entretenimento, entre eles ninguém menos que Steven Spielberg, chegou forte. Foram filmes como Formiguinhaz (1998) e O Príncipe do Egito (1998) em seus primórdios, por exemplo. Mas antes de Shrek (2001) e no mesmo ano de A Fuga das Galinhas (2000), o estúdio lançava uma animação tradicional que iria amargar um dos maiores fracassos para a Dreamworks – embora depois tenha ganhado seus fãs: O Caminho para El Dorado.

Com uma história típica das aventuras de matinê do passado, o filme traz os aventureiros Tulio e Miguel – com as vozes de Kevin Kline e Kenneth Branagh respectivamente – em busca da cidade perdida de El Dorado, após se verem em posse de um mapa. O investimento para o longa animado foi um dos maiores do ano, com inacreditáveis US$95 milhões, daí um dos motivos de seu fracasso. A obra, embora fosse planejada como uma franquia para as aventuras da dupla, viu o retorno de US$50 milhões nos EUA, e US$76 milhões mundialmente, o que cancelou os projetos das continuações. Fora isso, as críticas também não animaram, com 48% de aprovação e a conclusão da imprensa de que os personagens eram fracos e a história previsível, resultando num filme raso.

 

Os Flintstones em Viva Rock Vegas

Muito antes de SCOOBY! fazer sucesso online com sua intenção de um Hanna-Barbera-verse, outras criações do clássico estúdio de animação já haviam emplacado nas telonas. O primeiro Os Flintstones (1994) chegava na esteira dos sucessos de Batman (1989), Dick Tracy (1990) e As Tartarugas Ninja (1990), que apesar de mais sombrios, mostravam que produtos como quadrinhos e desenhos podiam se dar muito bem nos cinemas. E apesar do primeiro filme, que tinha produção de Steven Spielberg, não ter caído no gosto dos críticos, arrecadou impressionantes US$341 milhões num orçamento de US$46 milhões para a Universal.

Porém, ao invés de engatilhar rapidamente a continuação, o estúdio resolveu esperar nada menos que 6 anos, perdendo totalmente o timing e hype do longa original. Assim, Viva Rock Vegas, uma pré-sequência, mudou seus atores e Spielberg saiu, mas trouxe novamente a direção de Brian Levant. E apesar de seguir não impressionando os críticos (com 25% de aprovação), o prego no caixão foi a irrisória bilheteria de US$35 milhões para um orçamento de US$83 milhões nos EUA. Mundialmente, o filme fez um pouco mais que US$59 milhões. Ah sim, o segundo Flintstones teve indicações no Framboesa e no Stinkers Bad Movie Awards e consta como um dos piores de todos os tempos (número 79) no IMDB.

Supernova

Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, a ficção científica com ares de terror é um dos inúmeros filhotes de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), mas um bem problemático. Orçamentos estourados, roteiro reescrito, adiamentos da estreia, e até mesmo a mudança do diretor. Sim, desde que Hollywood é Hollywood estas tretas acontecem. Aqui foi o icônico Walter Hill quem sofreu com esta superprodução da MGM, precisando assinar como Thomas Lee, e dizem que Francis Ford Coppola foi chamado às pressas para terminar o filme.

O resultado final é basicamente um slasher espacial, com uma força galáctica maligna possuindo um tripulante resgatado pela nave dos protagonistas. Em tela desfilam nomes como James Spader, Angela Bassett, Robert Forster, Lou Diamond Phillips e os então jovens talentos Robin Tunney e Peter Facinelli. Com um orçamento pra lá de inflado de aproximadamente US$90 milhões (é de deixar qualquer um de cabelo em pé), o filme não conseguiu recuperar mundialmente nem ao menos US$15 milhões. Os críticos não perdoaram e tascaram uma aprovação de meros 10%, elegendo o longa como “um insulto ao gênero da ficção científica, sem qualquer empolgação e efeitos especiais ruins”.

As Aventuras de Alceu e Dentinho

E quem disse que filmes infantis não podem ser um verdadeiro desastre de trem? Quando dói no bolso, quem sente é o estúdio. Assim, por mais inofensiva que possa parecer esta primeira adaptação para as telonas de um desenho clássico e adorado dos anos 1950, quem “entrou bem” foi a Universal, que distribuiu o longa. Alceu e Dentinho foram personagens criados para um desenho na TV, e aqui a proposta era levá-los ao cinema numa espécie de Roger Rabbit dos novos tempos, misturando atores reais com os personagens animados. Tudo parecia estar no lugar, e até mesmo o grande Robert De Niro estava a bordo no papel do vilão.

O problema é que o estúdio desembolsou US$76 milhões para o projeto, e o desejo do público de ver o filme era tão pouco, que ele só viu de volta US$26 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$35 milhões mundialmente, se tornando assim um prejuízo. Fora isso, a imprensa especializada deu apenas 43% de aprovação ao filme, e o definiu como “um roteiro decepcionante e sem graça, apesar de se manter fiel à natureza do desenho original”. Para os fãs dos personagens, no entanto, nem tudo está perdido, já que foi lançada uma nova série de animação com o alce o esquilo na Amazon em 2018, com 26 episódios.

África dos Meus Sonhos

Projeto pessoal da ex-modelo Kim Basinger, este filme foi o seu primeiro após a vitória no Oscar em 1998 por Los Angeles – Cidade Proibida, ou seja, existia hype dos cinéfilos. Baseado no livro homônimo de Kuki Gallmann sobre suas próprias experiências, Basinger interpreta Gallmann no longa, uma socialite que recebe um “despertar” e muda sua vida após um acidente. Para tanto, a Columbia/Sony desembolsou US$50 milhões e escalou o cineasta Hugh Hudson (indicado ao Oscar por Carruagens de Fogo) para o comando – pretendendo assim dar mais credibilidade à obra.

No entanto, ao invés de prêmios, África dos Meus Sonhos viveu um fracasso de crítica e bilheteria. Com apenas 10% de aprovação no Rotten, a opinião geral foi que a obra “não emociona, nem entretém o espectador, com seu retrato simples e didático da vida da protagonista”. Nos EUA, o público tampouco se interessou, garantindo uma bilheteria de míseros US$6 milhões, que somados com a bilheteria mundial fizeram um total de US$14 milhões. Ou seja, longe de pagar seu investimento. Para não dizer que o filme não viu “prêmios”, Basinger foi indicada para pior atriz no Framboesa e no Stinkers Awards.

A Filha da Luz

A área do entretenimento pode ser cruel, e é preciso ter uma cabeça muito boa para suportar a pressão e os altos e baixos. Afinal, um dia se está no topo do mundo como a atriz mais quente de Hollywood, ganhando Oscars, e no outro, fracassos consecutivos podem colocar um ponto final ao seu estrelato. Mais ou menos isso ocorreu com Kim Basinger, que viu sua carreira cair em declínio após a vitória do Oscar. Tudo devido ao fatídico ano de 2000 que a atriz teve. Seguindo África dos Meus Sonhos, Basinger apostou neste terror, igualmente baseado num livro.

Se juntar com bons diretores é o primeiro passo para o sucesso de qualquer atriz. No entanto, muitas vezes isso pode não ser tudo. Aqui, trabalhar com Chuck Russell, vindo dos sucessos de O Máskara (1994) e Queima de Arquivo (1996), por exemplo, não quis dizer nada. E pior, essa era a volta do cineasta ao gênero que o consagrou em filmes como A Hora do Pesadelo 3 (1987) e A Bolha Assassina (1998). Resultado: com um orçamento inchado de US$65 milhões (mais caro que o drama acima), bancado pela Paramount, o terror só viu o retorno de um pouco mais de US$29 milhões nos EUA, e US$40 milhões mundialmente.

A Filha da Luz é mais um que pegou carona nos thrillers sobrenaturais com temática apocalíptica da virada do milênio na época, e trazia Basinger como uma mulher precisando proteger uma menina, sequestrada por um culto satânico. A crítica avaliou o longa com irrisórios 3% de aprovação e sobre ele disse que “desperdiça o talento do elenco numa trama mais propícia a inspirar risadas não intencionais do que arrepios e sustos”.

Bônus: Um Tira à Beira da Neurose

Você lembra da comédia romântica protagonizada por Sandra Bullock e Liam Neeson? Pois é, nem mesmo os atores devem lembrar. Ou quem sabe querem esquecer. Mas tal filme de fato existe, e foi lançado há 23 anos por ninguém menos que a Disney – através de sua subsidiária Hollywood Pictures. Este é um dos filmes mais obscuros da carreira dos astros e fala sobre um agente estressado (Neeson) se apaixonando pela enfermeira que o trata (Bullock) enquanto tenta derrubar mafiosos. Ainda bem que a atriz lançaria 28 Dias e, principalmente, Miss Simpatia no mesmo ano.

Com um orçamento pra lá de modesto para os padrões Hollywoodianos, de US$14 milhões, o filme foi rapidamente ignorado e esquecido, recuperando menos de US$2 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$3 milhões mundialmente. Com a crítica também falhou em agradar, conquistando 24% de aprovação, e sendo considerado “uma comédia de humor negro pouco inteligente, cheia de piadas de peidos e de gays, que nem mesmo Liam Neeson e Sandra Bullock conseguem salvar”.

‘What Still Remains’: Suspense pós-apocalíptico ganha trailer e cartaz; Confira!

O suspense pós-apocalíptico ‘What Still Remains‘ ganhou um novo trailer e seu cartaz, destacando que as pessoas se tornam o seu próprio tipo de monstro.

Confira:

Dirigido por Josh Mendoza, o filme terá um lançamento limitado nos cinemas dos EUA no dia 10 de agosto, e depois estreia em VOD em 14 de agosto.

“Vinte e cinco anos depois de um surto viral ter dizimado a população, os sobreviventes restantes ainda temem que a doença mortal e a “mudança mortal” que criou. Contra esse cenário pós-apocalíptico, uma jovem mulher perde sua família e luta para sobreviver sozinha no deserto. Quando um viajante solitário lhe oferece um lugar em sua comunidade, ela deve decidir se a promessa de uma vida melhor vale o risco de confiar nele. Mas, enquanto ela se aventura em um mundo que ela nunca conheceu, ela descobre que há muito mais perigos do que as lendas de feras selvagens de sua infância. Numerosas facções da humanidade ainda perduram e ela aprenderá que as pessoas podem se tornar seu próprio tipo de monstro.”

Lulu AntariksaColin O’Donoghue e Mimi Rodgers estrelam.

Há algo errado com Miles no novo comercial do terror ‘Maligno’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou um novo comercial sinistro do terror ‘Maligno‘ (The Prodigy), estrelado por Taylor Schilling (‘Orange is the New Black‘).

Confira:

Crítica | Maligno – Taylor Schilling é a mãe do coisa ruim em terror eficiente

O terror é dirigido por Nicholas McCarthy (‘Pesadelos do Passado‘). Jeff Buhler é responsável pelo roteiro, que também escreveu o remake de ‘Cemitério Maldito‘.

Descrito como uma mistura entre ‘A Profecia‘ e ‘Tara Maldita‘, o filme contará a história de uma mãe que se encontra preocupada com o comportamento perturbador de seu filho de 8 anos, acreditando que algo sobrenatural pode estar afetando a criança.

Jackson Robert ScottPeter MooneyColm Feore e Brittany Allen completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de Março.

‘Arrow’: ÚLTIMO episódio da série ganha data de estreia

A CW finalmente divulgou quando o último episódio de ‘Arrow‘ será exibido. A produção irá se encerrar no dia 28 de janeiro, com um episódio duplo.

Vale lembrar que Emily Bett Rickards (Felicity Smoak) já teve o seu retorno confirmado no último episódio.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘A Barraca do Beijo 3′ vem aí…

Após o sucesso de ‘A Barraca do Beijo 2‘, a Netflix confirmou que uma nova sequência da franquia já está em desenvolvimento.

O terceiro filme será lançado em 2021.

O filme é dirigido por Vince Marcello.

Na trama, após conquistar o namorado dos sonhos, Elle tenta equilibrar o relacionamento à distância com inscrições para universidades e uma nova amizade com um colega de classe maravilhoso que pode acabar mudando tudo.

O filme traz de volta Joey King, Joel Courtney e Jacob Elordi.

Dylan O’Brien compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Para promover o lançamento da aventura pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros‘, a Netflix convidou o ator Dylan O’Brien para compartilhar uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

Vale lembrar que o longa será lançado na plataforma no dia 14 de abril.

A comédia pós-apocalíptica foi um sucesso entre os críticos nos Estados Unidos e recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um jovem chamado Joel Dawson (O’Brien) que aprende a sobreviver em meio a um apocalipse monstro enquanto cruza o país procurando sua amada.

O elenco ainda conta com Michael Rooker (‘Guardiões da Galáxia‘), Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Grande Ivan’).

A dupla Brian Duffield e Matthew Robinson é responsável pelo roteiro.

‘Casa Gucci’ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso nos cinemas, a ‘Casa Gucci‘, a nova cinebiografia dirigida por Ridley Scott (‘O Último Duelo’), já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 41 milhões. No mercado internacional, foram US$ 52 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 93 milhões mundialmente.

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais!

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) é responsável pela direção.

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Adam Driver, Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

‘A Fera’: Thriller com Idris Elba arrecada US$ 21.8 milhões em estreia GLOBAL

O thriller de sobrevivência ‘A Fera‘, estrelado pelo astro Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), teve uma estreia morna nas bilheterias norte-americanas, arrecadando apenas US$ 11.5 milhões em seu primeiro final de semana.

O longa ficou em segundo lugar nas bilheterias do país, tendo sido barrado pelo anime ‘Dragon Ball Super: Super Hero‘ (US$20.1M).

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 10.2 milhões através de 16 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 21.8 milhões.

Infelizmente, considerando o seu orçamento de US$ 36 milhões, o terror precisa alcançar ao menos US$ 100 milhões nas bilheterias para poder ser considerado um sucesso.

Vale lembrar que ‘A Fera‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Baltasar Kormákur (‘Sobrevivente’) é responsável pela direção.

“O viúvo Dr. Nate Samuels (Elba) viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los”.

O elenco ainda conta com Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Iyana Halley (‘O Ódio que Você Semeia’) e Leah Sava Jeffries (‘Empire’).

O roteiro, baseado em uma ideia de Jaime Primak-Sullivan, foi escrito por Ryan Engle (‘Rampage: Destruição Total’).

Criador comenta sobre o DESFECHO de ‘Succession’: “[SPOILER] carregará esse peso a vida inteira”

*SPOILERS ABAIXO*

Após o término do último episódio da série ‘Succession‘, o criador Jesse Armstrong comentou sobre o desfecho da produção, e revelou por que o Tom Wambsgans (Matthew Macfadyen) foi a escolha certa para assumir o poder na conclusão da narrativa.

“A ideia do Tom se tornar o eventual sucessor esteve em minha mente por um bom tempo. Apesar dele não ser o monarca mais poderoso da história – seu poder vem de Matsson. Essas figuras que ascendem, e se tornam receptivas a pessoas poderosas, existem. Eu pensei na história de todos os personagens e como a vida deles continua após o desfecho da série. O final apenas marca o momento em que a série perde o interesse neles porque eles já falharam em seu objetivo.”

O criador ainda comentou sobre o que ele espera do futuro dos personagens principais após a finalização da série: “De forma brutal, Roman terminou a série no mesmo ponto de onde começou. Ele ainda é o mesmo cara. Ele pode continuar sendo um playboy rico com instintos afiados e piadas divertidas – essa disputa foi apenas um desvio em sua vida. A Shiv ainda está jogando, mas de uma posição aterrorizante e apática. Ela não venceu, nem perdeu. Obviamente, muitas coisas ainda podem acontecer, mas foi aí que encerramos a história. E, para o Kendall, esse sempre será o evento central de sua vida. Talvez ele comece uma nova empresa, mas a chances de atingir o mesmo patamar que o seu pai são mínimas. Acredito que ele carregará esse peso a vida inteira.”

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Shawnee Smith, de ‘Jogos Mortais’, enfrenta serial killer no trailer do TERROR ‘Bloodline Killer’

O terror ‘Bloodline Killer‘, estrelado pela Shawnee Smith (da franquia ‘Jogos Mortais‘), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ante Novakovic é responsável pela direção.

A trama segue Moira Cole (Smith), que tenta reconstruir sua vida após perder toda a sua família pelas mãos de seu primo obsessivo e lunático.

O elenco ainda conta com Taryn Manning, Drew Moerlein, James Gaudioso, Montanna Gillis, Kresh Novakovic, Adam Shippey, Anthony Gaudioso, Bruce Dern e Tyrese Gibson.

O terror será lançado em VOD no dia 26 de abril.

Orçado em US$ 110 milhões, ‘Kraven, O Caçador’ FRACASSA com US$ 26 milhões em estreia GLOBAL

Kraven, o Caçador‘, spinoff de super-herói estrelado por Aaron Taylor-Johnson como o notório inimigo do ‘Homem-Aranha‘, decepcionou em sua abertura nos cinemas, registrando uma estreia global de apenas US$ 26 milhões.

De acordo com o Variety, o longa contou com um orçamento de US$ 110 milhões – valor inflacionado devido aos atrasos causados pela pandemia de COVID e as greves em Hollywood.

Nos EUA, o filme abriu na terceira colocação – sendo desbancado por ‘Moana 2‘ e ‘Wicked‘ –, arrecadando apenas US$ 11 milhões em seu primeiro final de semana.

Para termos de comparação, a produção teve a pior estreia para o universo de personagens da Marvel na Sony, atrás do fracasso de ‘Madame Teia‘ (US$ 15.3 milhões), bem como algumas das notas mais baixas de todos os tempos de críticos e público com trágicos 15% no Rotten Tomatoes e nota C no CinemaScore.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 15 milhões através de 60 mercados.

Dirigido por JC Chandor, o filme com classificação R explora as origens de Sergei Kravinoff, o alter ego do personagem de história em quadrinhos, incluindo seu relacionamento conturbado com seu pai, um senhor do crime (Russell Crowe) e sua busca para se tornar o maior caçador.

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:

O filme já está em exibição nos cinemas.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

A24 deve adquirir os direitos da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’

De acordo com o Deadline, a aclamada produtora A24 está “muito perto” de adquirir os direitos da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

O site afirma que, apesar do acordo ainda não ter sido fechado, a produtora é a favorita para trazer o icônico Leatherface de volta às telonas.

Além disso, foi reportado que o acordo inclui os direitos para os cinemas e para a televisão – e a maior prioridade do estúdio seria uma série baseada na clássica franquia, produzida por JT Mollner, Roy Lee e Glen Powell.

Anteriormente, o Deadline havia revelado que muitos cineastas e estúdios estavam interessados em ressuscitar a clássica franquia.

O site destacou que a possibilidade de um novo capítulo da saga despertou o interesse de Jordan Peele (‘Corra!’), que tem a intenção de produzir o longa através da Monkeypaw Productions.

Osgood Perkins, diretor de ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ e ‘O Macaco‘, e Taylor Sheridan, criador do popular universo de ‘Yellowstone‘, também estariam entre os interessados em reviver a lendária figura do Leatherface nas telonas.

Alegadamente, ao menos oito estúdios/serviço de streaming estavam brigando pelos direitos da franquia.

“A Verve representa a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’ e tem o objetivo de construir uma estratégia multimídia para a saga de terror. A empresa ainda não fechou acordo com nenhum cineasta, produtor ou investidor, mas as propostas continuam a ser apresentadas,” declarou um representante da agência ao site.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

Brad Pitt luta pela sobrevivência ao lado de cachorro no trailer EMOCIONANTE de ‘Coração Selvagem’, do diretor de ‘Esquadrão Suicida’

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Coração Selvagem‘ (Heart of the Beast), thriller de sobrevivência estrelado por Brad Pitt (‘Trem-Bala’).

Dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’), o longa segue um ex-soldado das Forças Especiais e seu cão de combate aposentado, lutando para sobreviver e encontrar o caminho de volta à civilização após um acidente de avião na selvagem e implacável região do Alaska.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.

Além de estrelar, Pitt também produz a série, por meio da sua produtora Plan B.

Essa é a primeira vez que Pitt trabalha com Ayer em mais de 10 anos. A última parceria da dupla foi em ‘Corações de Ferro’, aclamado drama de 2014 da Sony.

Damien Chazelle, Olivia Hamilton e Ayer também assumem a produção do filme.

David Harbour fala sobre seu amor pelos quadrinhos do ‘Hellboy’

David Harbour é o mais novo intérprete do herói ‘Hellboy’ nos cinemas. E embora ela não tenha crescido com a cultura da leitura de quadrinhos, o ator revelou durante a Comic-Con que este personagem em questão se diferencia da maioria dos demais.

Durante uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, Harbour falou:

“Eu particularmente acho os quadrinhos do Mike Mignola lindos e ‘Hellboy’ é realmente um herói para a América em que vivemos atualmente. Eu olho para esse personagem como um anti-herói de berço. Ele não é como o ‘Batman’, que decidiu por esse caminho a fim de combater o crime. Ele simplesmente nasceu como essa criatura estranha, metade demônio, fruto de nazistas ocultistas e salvo por alguns caras que tentaram criá-lo da forma correta. Eu percebo que,para ele, ser herói tem a ver com descobertas. Afinal, seu destino ‘heróico’ é acabar com o mundo, o que o torna essa espécie de besta do Apocalipse. Ele vive em um dilema, que consiste em sua luta para ser um super herói, que de fato implica em não assumir sua ‘missão’ original, para a qual ele estava destinado”.

Ao longo da conversa, o ator também falou sobre seu relacionamento com histórias em quadrinhos, que se intensificou tardiamente:

“Eu lia algumas HQs, mas nunca fui o cara viciado nisso. Eu acabei me envolvendo com graphic novels mais tarde, por volta dos meus 20 e poucos anos. Nessa época, meus amigos me apresentaram à algumas GNs mais sombrias, como ‘Watchmen’ e ‘Hellboy’. Mas HQs não eram muito minha praia, confesso que gostava mais de desenhos como ‘A Caverna do Dragão’, ‘He-Man’ e ‘Thundercats’, esse tipo de coisa”.

A direção do filme ficará por conta de Neil Marshall (‘Abismo do Medo’).

 

‘Krypton’: 2ª temporada ganha novo teaser; Assista!

A 2ª temporada daKrypton‘ ganhou um novo teaser.

Confira:

A história é um prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘. A criação é de David Goyer (‘O Homem de Aço‘).

A primeira temporada contou com 13 episódios. Ainda não há data de lançamento para a 2ª.

Na trama se passa duas gerações antes da destruição do planeta natal de Superman, KRYPTON, e segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço e cuja casa de foi condenada ao ostracismo e envergonhada. Com a liderança de Krypton em desordem, Seg-El encontra o viajante terrestre Adam Strange (Shaun Sipos), que adverte que está prestes a salvar seu mundo amado do caos. Lutando para redimir a honra de sua família e proteger os que ama, Seg também enfrenta um conflito de vida e morte: Salvar seu planeta natal ou deixá-lo ser destruído para restaurar o destino de seu futuro neto.

O ator Blake Ritson (‘Da Vinci’s Demons) interpreta o vilão Brainiac, um androide alienígena muito inteligente e um dos vilões mais antigos do herói da DC.

A atriz Paula Malcomson (Ray Donovan) dá vida à Charys, a matriarca da Casa El e a tataravó do Superman.

Ian McElhinney (Game of Thrones), Elliot Cowan (‘Martelo dos Deuses), Ann Ogbomo (‘Guerra Mundial Z), Wallis Day e Aaron Pierre completam o elenco.

Ian Goldberg (‘Once Upon a Time’, ‘FlashForward’) escreveu o episódio piloto e também assina a produção executiva ao lado de Goyer.

 

‘Vingadores: Ultimato’: Viúva Negra é destaque em cartaz russo; Vem ver!

A sequência ‘Vingadores: Ultimato’ ganhou um novo cartaz. De origem russa, o material publicitário traz a heroína soviética Viúva Negra em destaque.

Confira:

As previsões indicam que ‘Ultimato’ fará um estrondo nas bilheterias, com expectativas de arrecadar 840 milhões de dólares apenas no primeiro final de semana.

Quanto à sua duração, a expectativa é que ‘Vingadores: Ultimato’ tenha 181 minutos (3 horas e 2 minutos). 

Confira o trailer:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Coringa’ ganha novas e belas imagens dos bastidores; Confira!

O cineasta Todd Phillips mais uma vez compartilhou uma série de imagens dos bastidores de Coringa’, adaptação dos quadrinhos vencedora de dois Oscar.

As imagens trazem o astro e vencedor da estatueta de Melhor Ator, Joaquin Phoenix, em destaque, além de revelar alguns detalhes de artefatos usados na produção.

Confira:

 
 
 
 
 
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Been awhile. Hope everyone is staying healthy and safe. Some more BTS pics, seems so long ago now— on set with the best cast and crew ever. #joker 📸 @nikotavernise

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

“Já faz tempo. Espero que todos estejam saudáveis e seguros. Mais algumas fotos dos bastidores. Agora parece que faz tanto tempo – no set com o melhor elenco e equipe de produção que já existiu”. 

Assista algumas cenas excluídas:

 

Assista à nossa crítica do filme:

 

 

Critica | Meu Pai – Drama sobre demência traz Anthony Hopkins em atuação avassaladora

Envelhecer é um processo inerente e muitas vezes assustador. À medida que este novo tempo se abre diante dos olhos de forma encorajadora, é inegável seu fator intimidador. Com a memória muitas vezes definhando e a estrutura do corpo se comprimindo, o envelhecimento parece um regresso ao princípio, uma quase analogia ao Curioso Caso de Benjamin Button. E em Meu Pai (The Father), os maiores temores dessa fase da vida ganham uma profundidade inquietante pela belíssima atuação de Anthony Hopkins. Aqui, no primeiro filme do então dramaturgo Florian Zeller, o veterano vencedor do Oscar se despe da forma mais vulnerável possível, nos lembrando que há uma dolorosa dureza em viver uma longa vida.

Meu Pai acompanha um fragmento tão peculiar da existência humana, ao tratar a extrema fragilidade da nossa vida a partir de uma determinada idade. Com as memórias comprometidas e uma certa confusão mental quanto a lugares, feições e circunstâncias, Anthony (Hopkins) é um senhor de idade irreverente, de fala dura e gênio indiscreto e difícil de lidar. Acostumado a uma certa independência, ele tem uma resistência enorme em viver a velhice com o auxílio de uma cuidadora, uma insistência da sua filha, vivida por Olivia Colman. Com uma agressividade que não tem quase nada de passiva, ele sempre deixa bem claro que sua sanidade segue como de costume e não se sujeitará à qualquer submissão que tente provar ao contrário.

Mas como alguém que já apresenta um quadro inicial de demência, Anthony vive os seus dias em uma constante luta interna para obter um certo controle sobre sua própria vida. Sabendo, em seu íntimo, que seu raciocínio já não é tão ávido como em sua juventude, ele ainda digladia com comportamentos passivos agressivos na tentativa de se provar dono da sua mente. Como alguém sufocado pelo medo de perder suas memórias e sua própria essência, ele internaliza o doloroso sofrimento de diariamente tentar se reconhecer, revelando nesse entrave uma feição completamente diferente na atuação de Hopkins. Como um ator que, incrivelmente, ainda é capaz de surpreender as audiências, o veterano se apresenta de forma profundamente debilitável e exposta, não tem medo de explorar um universo totalmente vinculado à sua própria faixa etária e hipnotiza os olhos do público, que marejados sofrem o mesmo sofrimento que ele.

De uma delicadeza tão dolorosa e sensível, Meu Pai traz um roteiro surpreendente, que explora a simplicidade do envelhecimento em toda a sua complexidade. Como uma peça que fora adaptada às telonas, a obra de Zeller revela ainda uma riqueza de detalhes que só poderia ser extraída de uma experiência pessoal. E nesta trama, o cineasta explora os dilemas que englobam todos os envolvidos nesse processo tão angustiante. A partir da atuação de Colman, vemos ainda o outro lado dessa atmosfera, ao testemunharmos a difícil decisão de ter que colocar seu pai em uma casa de amparo, gerando quase um abismo emocional de distância entre pai e filha.

Com um design de produção que se incorpora à história, Meu Pai conta com uma estratégia narrativa inteligente, ao transformar todos os elementos técnicos da produção em uma extensão direta da trama. Fazendo-nos enxergar o mundo pela ótica turva de Anthony, Zeller contrasta a ótica fictícia do protagonista com a visão verdadeira dos fatos e das circunstâncias, nos levando a perceber – literalmente – como funciona a confusão mental de uma pessoa que apresenta um quadro de demência. Nos confundindo de propósito, o roteiro do drama é certeiro ao também conseguir justificar sua própria técnica narrativa e principalmente o seu final, quando as pequenas dúvidas que ainda permaneciam na mente do personagem principal e da audiência são sanadas quando ele tem a visão completa de seu pleno definhamento físico e mental.

E quando ficamos diante deste clímax, Anthony Hopkins atinge um novo pico em sua atuação, regado por profundas lágrimas e uma sensação de abandono que beira o comportamento infantil. Entre alucinações e uma pequena crise de pânico, sua genuína entrega no proporciona uma das experiências mais difíceis de assistir. E como um remédio amargo que desce rasgando a garganta, Meu Pai é o retrato mais autêntico e real da fase mais temida pelo ser humano. Doloroso de assistir, mas belíssimo de contemplar, o primeiro filme do francês Florian Zeller é ainda a entusiasmada expectativa pelo que mais esse brilhante e novato cineasta tem a compartilhar com o restante do mundo.

Filme fica disponível na plataforma a partir dessa quinta-feira, dia 15 de abril, para aluguel a R$24,90

Crítica | A Sociedade Americana dos Negros Mágicos: Quando foi que ser racista com pessoas brancas se tornou aceitável?

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

A Sociedade Americana dos Negros Mágicos surge no line up do Festival de Sundance 2024 como uma espécie de falha na matrix. Se levando a sério – como se realmente tivesse algo a nos ensinar -, o longa de Kobi Libii é pedante, se coloca em um pedestal imaginário que lhe garante o direito de “palestrar” sobre o restante da audiência e tem a audácia de se associar a um vitimismo brega e que não convence mais ninguém atualmente. Simulando guerras raciais inexistes e se apropriando de problemas reais para tentar justificar sua proposta mal desenvolvida, a comédia dramática usa o racismo como uma muleta social, uma desculpa para um comportamento doentio que desconsidera outras raças e transforma o preconceito em algo unicamente aplicado e existente contra pessoas pretas.

Na trama, Aren (Justice Smith) é recrutado por uma sociedade secreta onde os negros dedicam suas vidas a uma única causa: tornar a vida de pessoas brancas mais fácil. E como coadjuvantes de suas próprias histórias, os membros dessa instituição orbitam ao redor daqueles personagens caricatos e redundantes, apresentados como rascunhos miméticos do comportamento humano. E fazendo um paralelo soberbo e arrogante entre duas raças, a comédia dramática tenta apresentar parte de seus protagonistas como nobres, (quase) imaculados e justiceiros – apenas por conta da cor de sua pele -, enquanto o outro espectro é introduzido de forma animalesca, superficial e tola, seguindo a mesma premissa racial.

Ofuscando questões reais e dando as costas para casos genuínos de racismo, o longa é uma mera mimetização de um surto coletivo social que surgiu nos idos da pandemia, em que movimentos como o Black Lives Matter passaram a reduzir essa problemática a tudo e qualquer coisa. A fim de criar uma agressiva ruptura interna na sociedade, eles ajudaram a colocar negros e brancos em lados opostos de uma guerra inventada por filósofos do Twitter amargurados e sedentos por confusão. A Sociedade Americana dos Negros Mágicos reduz o racismo real a uma piada de mau gosto, tornando nossa comunidade em tokens, chaveirinhos que existem para “facilitar” e “amenizar” as agruras da “ira branca”. Profundamente constrangedor, o longa é fruto de um compilado de tweets feitos por pseudointelectuais que querem parecer descolados, inteligentes e “aliados” de uma causa que se quer entendem – mas engolem por temer o linchamento virtual.

Com um humor que funciona em raríssimas ocasiões e um viés dramático que se quer se aproxima dos verdadeiros dilemas raciais existentes no mundo, a produção é uma tentativa preguiçosa de diminuir uma comunidade inteira apenas por suas origens caucasianas, à medida em que envergonha a nós, negros, nos apagando em direção a uma falsa posição de vigilantes sociais que só são capazes de se esquivar do racismo quando se dedicam a uma bajulação inconveniente e reducionista. E na expectativa ideológica de que seu filme abra um debate sobre o racismo sistêmico, o novato cineasta Kobi Libii logo descobrirá que aquelas opiniões do Twitter consideradas por ele e por tantos outros como sendo tão “sensatas”, na prática não passam de meras problematizações ruins, infundadas e que já não convencem nem o afegão médio. A verdade é que estamos cansados dos sequestros de pautas importantes e dessas conversas rasas, embasadas em nada. E o fracasso sociocultural desse filme é uma evidência clara disso.

E se esforçando para dar sentido a um roteiro marcado por frases de efeito e momentos constrangedores, o ator Justice Smith até tenta nos convencer de algo, mas se perde em um longa que jamais deveria ter saído da gaveta. Ofensivo para negros e racista contra brancos, a comédia dramática não funcionaria nem como uma ironia mal executada, muito menos como uma tentativa de sátira do contexto social em que nos metemos, ao permitirmos que pessoas seriamente problemáticas tentassem ditar como o negro deveria se comportar, votar, se relacionar e se apresentar. Se perdendo em seu próprio personagem, o filme é incapaz de fazer uma autoanálise e ao contrário do poderoso Ficção Americana, não sabe usar a metalinguagem para confrontar preceitos enganosos e enganadores.

E por falar neste aclamado indicado ao Oscar 2024, ele é quase uma resposta direta a essas simulações bregas e ignorantes que o progressismo racial criou com seus debates tolos e mal elaborados destilados na internet. Uma aula de roteiro e uma crítica social afiada, a produção – desenvolvida e lançada antes desta comédia -, é uma reflexão à frente do seu tempo sobre como reduzimos um povo unicamente a sua cor. É como se nós, esses tais “negros mágicos”, fôssemos apenas isso: rabiscos e sketches estereotipados de uma negritude inventada. Como se só pudéssemos ser aquilo que os regentes ideológicos da cultura afro determinaram. Marionetes daqueles mesmo filósofos do Twitter. Pastiches de um povo e não um povo genuíno.

E por fim, a comédia dramática tenta florear e colorir seu debate frouxo fazendo um “somebody love” com seu roteiro, tentando trazer pequenas reflexões sobre a realidade do racismo estrutural. Mas ao invés de verdadeiramente abordar esse problema – real e ainda vigente -, a produção fica nas obviedades, transforma tudo em racismo e se esquece de que tal reducionismo simplesmente apaga os inúmeros casos que de fato acarretam em vítimas. E não se engane, preconceito contra pretos é real e precisa ser combatido. Mas definitivamente não é o que acontece em A Sociedade Americana dos Negros Mágicos.

Exclusivo | Entrevista Cidade; Campo – Juliana Rojas: “O Corpo Também é um Território; uma Espaço de Afeto e Identidade”

“Processar luto, processar trauma e lidar com o recomeço são as temáticas do filme”, explica Juliana Rojas sobre Cidade; Campo. Lançado nos cinemas brasileiros no último dia 29 de agosto, o quarto longa da diretora brasileira teve sua estreia mundial, e foi premiado, na 74° Berlinale – Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Durante o evento na capital alemã, o CinePOP teve a oportunidade de uma entrevista exclusiva com a cineasta antes da sua premiação como Melhor Direção da mostra paralela Encounters. Ao longo do bate-papo, Juliana falou das suas inspirações para o projeto, as causas sociais debatidas, como exploração do trabalho e representatividade lésbica, além de não deixar de lado sua marca registrada: a atmosfera fantasmagórica. 

cidade campo filme b

Cidade; Campo conta duas histórias de migração, memória e fantasmas entre a cidade e o campo. Após enchentes devastadoras em sua cidade natal, a trabalhadora rural Joana (Fernanda Vianna) se muda para São Paulo para encontrar sua irmã Tânia (Andrea Marquee), que mora com o neto Jaime (Kalleb Oliveira). 

Em um segundo momento, Flávia (Mirella Façanha) e Mara (Bruna Linzmeyer) lutam para recomeçar a vida em uma casa abandonada, mas a primeira desconfia haver algo na mata ao redor da residência e essa suspeita abala o relacionamento entre as duas. Confira abaixo a entrevista com a nossa maior cineasta do horror fantástico brasileiro atualemente. 

Um Ponto e o Recomeço

CinePOP: Como você escolheu este título Cidade; Campo, a poética do ponto e vírgula, como uma pausa e recomeço? Você já tinha a intenção de fazer o filme em duas narrativas? 

Juliana Rojas: É uma linguagem poética, um ponto e vírgula tem uma pausa, mas também tem uma ideia de continuidade na mesma sentença. É isso que eu queria pro filme, dividido em duas partes, duas histórias com personagens e locais diferentes, mas que tivesse também uma relação entre esses dois espaços e entre os elementos dessas histórias. A motivação do filme é refletir sobre as nossas origens e como isso nos afeta. Além disso, conhecer a existência e a identidade desses dois lugares [cidade e campo]. 

Relações de Exploração do Trabalho 

CinePOP: Você trata nos seus outros filmes Trabalhar Cansa (2011) e As Boas Maneiras (2017) dessa relação do patrão empregado, e agora com a precarização do trabalho com aplicativo, e o que não tínhamos visto antes que é o trabalho rural. Como você teve a ideia de integrar o trabalho do campo nessa sua perspectiva do horror da relação entre as pessoas e o trabalho?  

Juliana Rojas:  O trabalho rural entra num aspecto diferente do que na cidade; embora tenha a ver com elementos que eu venho falando nos outros filmes, nesse a precarização é o que chamamos de “uberização” da força de trabalho. Acredito que é um elemento interessante da história da Joana [que vem do campo para cidade]. 

Já o campo acho que tinha a ver com como essas relações de trabalho dentro do campo, mesmo numa lógica de uma fazenda que você está cultivando para você e para vender. Com a chegada opressora dos cultivos de soja, de cana, de milho pelas grandes empresas,  que compram espaços gigantescos de terra, isso tem mudado. Existe não somente a questão da agressividade para expulsar o pequeno produtor, mas também a questão ambiental, de como isso afeta e destroi os recursos naturais desses lugares. Os mais vulneráveis sempre são as pequenas comunidades.

Juliana Rojas
Letícia Alassë e Juliana Rojas no Festival de Berlim 2024

Baseada nos Casos de Mariana e Brumadinho?

CinePOP: Um assunto também que acredito que é bastante ousado em Cidade; Campo é falar sobre a tragédia que aconteceu com a ruptura da barragem nas cidades de Minas Gerais. A personagem Joana representa esse sobrevivente que perdeu tudo e tenta recomeçar, é isso muito impactante pra gente relembrar. Quando você decidiu trazer essa essa tragédia para narrativa?

Juliana Rojas: Para mim, a inspiração foram relatos de pessoas que foram vítimas do desastre tanto de Mariana quanto Brumadinho, porque foi algo que me impactou pessoalmente até por eu ter vários familiares, não na região específica, mas em Minas Gerais, então uma região que eu conheço. Essa região foi totalmente destruída, a natureza, o rio, as pessoas, as comunidades, tudo desapareceu. 

Acompanhei muito de perto, para mim, além do simbólico, é [uma reflexão de] um desastre causado por uma empresa estrangeira que vem explorar recursos no Brasil e causar um impacto natural extremamente agressivo. Eles destroem os locais e depois seguem em frente, seguem lucrando.

Representa, portanto, muito bem como funciona o capitalismo. Não cito no filme [as cidades] porque não é um filme sobre esses eventos em particular. Apesar de remeter, não achei adequado, porque se eu fosse falar desse episódio particular teria que ser um filme inteiro sobre isso. [Este assunto] é muito complexo e tem muitas camadas e muitos personagens. 

cidade campo filme b 2

Sexualidade Homoafetiva Feminina na Tela

CinePOP: Outro assunto que eu queria trazer é também a ousadia da segunda parte do filme, com o casal Flávia e Mara e a cena de relação sexual entre elas. Atualmente, o público tá muito pudico. Por exemplo, Pobres Criaturas [filme de Yorgo Lanthimos, indicado a 11 Oscars, 4 vitórias], as pessoas reclamam por ter cenas de sexos. Como você decidiu introduzir uma cena que a gente não tá habituado no cinema brasileiro de forma natural, não sendo esta a temática principal. Qual a importância dela no filme ?

Juliana Rojas: A presença dessa cena tem vários aspectos. A história sobre esse casal busca compreender essa mudança de construir a vida nesse outro local, nessa fazenda, após a morte do pai da Flávia. Essa parte é sobre a relação delas e como elas lidam com essa mudança. Era importante tê-las como um casal sapatão e que eu representasse o amor delas, até porque depois dessa sequência começa uma fase da história que elas começam a se afastar. Ou seja, tinha a ver com a construção dramatúrgica dessa segunda parte, além disso acho que tem a ideia também de representação do corpo.

Como a Mirella [Façanha], que faz a Flávia, falou no debate da premiere tem a questão de serem corpos que não são geralmente representados nos filmes e ainda mais em cenas assim, pois são copos sapatões, gordo e negro, portanto existe a importância de criar essas imagens e também a ideia de que o corpo também é um território da gente, um espaço de afeto e identidade.

cidade campo filme b 1

Cinema de Gênero Brasileiro

CinePOP: Para finalizar, queria falar do aspecto fantasmagórico do filme. Como você encontrou essa atmosfera, teve alguma inspiração? Para mim, remete ao filme Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2010, do Apichatpong Weerasethakul. Você o tinha visto e o teve como referência? 

Juliana Rojas: Com certeza, assisti muitos filmes que lidam com fantasmas e com relação à natureza. Buscando inspiração, eu lembro do filme japonês A Floresta dos Lamentos [2007], da Naomi Kawase, e tem a ver com uma personagem num processo de luto e ela recorre a floresta como um significado de espiritualidade, é um filme que me marcou bastante. Tio Boonmee [quer dizer, o cineasta Apichatpong] também gosto muito da cinematografia dele, acho que temos elementos em comum, como a relação entre o passado e o presente, isto é, a memória e o presente, a relação entre a natureza e o urbano, várias coisas, então, com certeza, teve uma inspiração.  

CinePOP: Falei que era a última ,mas por curiosidade, depois de Sinfonia da Necrópole [Juliana Rojas, 2014] e agora que tem uma canção original “Alecrim” neste filme, você planeja fazer um filme totalmente musical? 

Juliana Rojas: Não, por enquanto não, mas eu adoraria. Tenho vontade sim, tenho vontade de ver um filme totalmente musical. “Alecrim”, do filme, foi minha mãe que compôs a letra e a música 

Veja a entrevista completa no YouTube: 

Pôster INCRÍVEL reúne todos os vilões do Marvel Studios; Vem ver!

Após alguns cartazes promocionais serem liberados, mostrando todos os heróis do Marvel Studios, um fã se inspirou e criou um cartaz apenas para os vilões da “Casa das Ideias”. O resultado ficou sensacional. Confira:

Enquanto isso, a revista EW divulgou as 15 capas variadas para a edição de Vingadores: Guerra Infinita. As artes mostram detalhes dos heróis, como a nova armadura do Homem de Ferro e o Peter Parker vestindo o Aranha de Ferro. Confira a galeria:

A Disney divulgou também duas novas imagens dos bastidores de ‘Vingadores: Guerra Infinita, em que podemos ver Chris Evans e Scarlett Johansson ao lado dos diretores do filme. Confira:

Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um teaser em comemoração aos 50 dias para a estreia. Assista:

A rede de cinemas AMC divulgou que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ terá 2 horas e 36 minutos de duração. A informação ainda não é oficial, mas bate com informações internas da Marvel.

Se isso for verdade, significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).

Só nos resta aguardar. Fiquem de olho no CinePOP para novidades!

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Abrindo o Armário

(Abrindo o Armário)

 

Direção: Dario Menezes, Luis Abramo

Gênero: Documentário

Duração: 90 min.

Distribuidora: Elo Company

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Agosto de 2018

Sinopse:

A partir do relato de diferentes gerações, o documentário Abrindo o Armário mostra como os gays, drags queens, e pessoas não-binárias foram enfrentando resistências, conquistando espaços e lutando por direitos para construir uma identidade política, social e coletiva.

Curiosidades:

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Cartazes:

Fotos: