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Comédia sobre vigaristas com Anne Hathaway e Rebel Wilson estreia fazendo SUCESSO na Netflix

É possível fazer uma comédia divertida e, ao mesmo tempo, provocadora? Dá para refazer um clássico do gênero, originalmente liderado por dois atores icônicos, de uma forma tão fresca que o público quase se esqueça da versão original? ‘As Trapaceiras‘ prova que sim. O filme, que voltou a ganhar destaque recentemente ao estrear em 6º lugar no ranking da Netflix, mostra que ainda há espaço para revisitar histórias conhecidas — desde que elas sejam atualizadas com inteligência.

A trama é inspirada em “Os Safados” (1988), estrelado por Steve Martin e Michael Caine, que por sua vez já era uma refilmagem de “Dois Farristas Irresistíveis” (1964), com Marlon Brando e David Niven. Curiosamente, o roteiro original de Stanley Shapiro e Paul Henning — reutilizado ao longo das décadas — reaparece aqui adaptado por Dale Launer e Jac Schaeffer. Assim, As Trapaceiras marca a terceira vez que essa história é contada, mas com um diferencial importante: agora, as protagonistas são mulheres.

Em tempos de reboots e remakes, Hollywood parece ter entendido que certas piadas envelhecem mal. O que antes funcionava à base de estereótipos hoje já não encontra o mesmo eco. Por isso, o longa de 2019 aposta em uma abordagem mais contemporânea, escalando Anne Hathaway e Rebel Wilson, duas atrizes com forte timing cômico, e reposicionando a história sob um olhar feminino.

Rebel Wilson interpreta Penny, uma golpista “raiz”, que engana homens por meio de aplicativos de relacionamento, explorando justamente o olhar machista que reduz mulheres à aparência física. O truque é simples e genial: usar o preconceito contra quem o pratica. Já Anne Hathaway vive Josephine, uma vigarista sofisticada, especialista em manipular milionários mais velhos que adoram bancar salvadores de donzelas indefesas. Quando o destino cruza o caminho dessas duas figuras tão diferentes, elas resolvem disputar quem consegue dar o golpe mais lucrativo em um jovem nerd bilionário.

Assista ao trailer:

 

Embora a premissa não seja exatamente inédita, o desenvolvimento surpreende. O diretor Chris Addison constrói o contraste entre as protagonistas — uma popular, outra refinada; uma mais escrachada, outra elegante — não para ridicularizá-las, mas para valorizar suas diferenças e competências. O humor surge das situações absurdas e da excelente química entre Hathaway e Wilson, que dominam com segurança o ritmo da comédia.

Algumas cenas se destacam pelo grau de dificuldade cômica, como aquela em que Hathaway tenta ensinar Wilson a chorar sob comando enquanto a colega não para de fazer piadas, ou outra em que Penny fica com a mão “colada” na parede, exigindo um controle corporal impecável. São momentos que evidenciam o talento das atrizes e garantem risadas genuínas.

Mais do que uma disputa entre golpistas, As Trapaceiras é atravessado por um discurso de sororidade. Mesmo em meio à aposta, o filme deixa claro que mulheres não precisam se diminuir para brilhar — pelo contrário. A famosa máxima de Josephine, de que “os homens são alvos fáceis porque não conseguem admitir que uma mulher possa ser mais esperta do que eles”, guia toda a narrativa.

Ambientado em cenários deslumbrantes da Riviera Francesa, com figurinos luxuosos e carros extravagantes, As Trapaceiras entrega uma comédia elegante, divertida e atual, sem recorrer a humor ofensivo ou apelativo. Um entretenimento leve, consciente e que, agora também no streaming, mostra por que continua conquistando público.

27 anos de ‘Tropas Estelares’, um filme que envelheceu MUITO BEM

A reflexão por trás do militarismo. Uma das incríveis contribuições cinematográficas da carreira do excelente cineasta holandês Paul Verhoeven foi sem dúvidas Tropas Estelares, longa-metragem de ficção científica que adota em sua narrativa, muitas vezes debochada, satírica, a violência como ponto de conexão ao refletir através de uma premissa que nos leva a um futuro onde a humanidade está à beira da extinção. O roteiro é assinado por Edward Neumeier, baseado a partir de um romance escrito pelo engenheiro aeronáutico Robert A. Heinlein publicado na famosa revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction.

Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).

 

Um dos pontos que mais chama a atenção nesse projeto, que completou 27 anos em 2023, é a crítica feroz ao militarismo, algo que chega de forma muitas vezes por ironias seja nas chamadas da mídia ao serviço militar, seja na maneira de alguns personagens enxergarem o epicentro de uma guerra planetária. Os paralelos com a realidade se amontoam aos montes, acompanhamos os acontecimentos na visão de um jovem, longe de defender utopias, completamente influenciado por uma ideologia perigosa que defende a doutrina militar. Já vimos isso na realidade, não só nos Estados Unidos, não é mesmo?

Insetos gigantescos enviando meteoros de seu planeta Klendathu, cenas empolgantes de ação, lutas de naves em várias órbitas espaciais, o projeto não esquecer do entreter, aqui guiados por uma narrativa que usa do chocar para chamar atenção para as entrelinhas. Indicado ao Oscar de Melhor Efeitos Especiais, esse brilhante trabalho de Verhoeven está disponível na Star Plus. Um filme atemporal que precisa ser visto por todos.

 

 

Os Filmes do Dark Universe

Se você ainda não sabe o que é o Dark Universe, o CinePOP vai ter deixar por dentro. Primeiro, precisamos fazer uma breve volta no tempo. Foi graças a Universal Pictures, um dos estúdios mais antigos e tradicionais de Hollywood, que temos hoje todo ano dezenas de produções pipoca para nos deliciarmos. Os chamados filmes de entretenimento, devem muito a Universal e seus famosos monstros, como Drácula, Frankenstein e Lobisomem, só para citar alguns, cujos primeiros filmes datam lá da década de 1930. Na época, essas produções faziam gelar o sangue do incauto público, que nunca havia presenciado nada do tipo (lembrem-se que há poucos anos o cinema havia sido criado, e as pessoas ficavam com medo de trens que chegavam às estações na tela, achando que viriam verdadeiramente para cima delas).

A influência e ressonância foi tamanha que, além de se tornarem alguns dos personagens mais famosos da dramaturgia mundial, até hoje continuamos a ganhar filmes de todas os gêneros sobre eles. Agora, numa era de franquias e universos compartilhados, trazidos por editoras de quadrinhos transformadas em estúdios, como a Marvel e a DC, todo mundo quer seu pedaço deste bolo. E foi assim que surgiu o Dark Universe, a proposta da Universal para entrar neste segmento, no qual todos os seus monstros estarão conectados, começando por Drácula – A História Nunca Contada A Múmia, lançado nos cinemas mundiais neste fim de semana. Vamos conhecer um pouco como será este universo, seus filmes e seus personagens.

A Múmia (2017)

O pontapé inicial, ou quem sabe oficial, do Dark Universe é este A Múmia, que, entre outras coisas, revitaliza a icônica figura, agora, pela primeira vez, nas formas de uma mulher – até os monstros trazem representatividade no mundo moderno. A Múmia foi o terceiro grande monstro do estúdio a dar as caras no cinema, pegando carona no sucesso de Drácula e Frankenstein, ambos de 1931. No ano seguinte, chegava a história macabra do sacerdote egípcio Imhotep, imortalizado por Boris Karloff (que já havia dado vida – com o perdão do trocadilho – ao monstro em Frankenstein). Muitos anos depois, em 1999, o roteiro foi adaptado, se transformando de um filme de terror em uma aventura matinê, no melhor estilo Indiana Jones, mas mantendo muitos itens do original, como o próprio vilão Imhotep (agora nas formas de Arnold Vosloo) e a estrutura da trama, na versão que mais povoa o consciente coletivo atual.

Na versão 2017, do Dark Universe, a Múmia é uma mulher, a princesa Ahmanet, papel da bela algeriana Sofia Boutella. Igualmente ameaçadora, ou talvez mais, Boutella atua com tamanha presença que se torna a melhor coisa do filme, iniciando de forma muito digna o acervo de monstros (queremos vê-la de novo em cena). Além da vilã, o marco zero do Dark Universe apresenta dois outros personagens que serão essenciais a esta proposta. Primeiro, o Dr. Henry Jekyll (Rusell Crowe) e seu alter ego Edward Hyde, outro lendário personagem, do famoso conto O Médico e o Monstro, levado aos cinemas também em 1931, mas pela Paramount, que aqui servirá como uma espécie de Nick Fury (Samuel L. Jackson) para os Monstros Vingadores. E, é claro, Tom Cruise chega como Nick Morton, militar aventureiro, protagonista do longa. Ao que tudo indica, o herói deverá aparecer em próximos projetos deste universo – quem já viu A Múmia entenderá.

A Noiva de Frankenstein (2019)

Este é o próximo projeto, já engatilhado, para o Dark Universe. O curioso é que será o filme de introdução para o monstro de Frankenstein, o mais famoso da casa (ao lado de Drácula e Lobisomem). O ator Javier Bardem já está inclusive contratado para o papel – e que escolha! A direção de Bill Condon também se mostra incrivelmente propícia, já que, para quem não sabe, o cineasta dirigiu Deuses e Monstros (1998), biografia de James Whale, diretor tanto do Frankenstein original (1931), quanto de sua sequência, A Noiva de Frankenstein (1935). Tudo se completa num círculo perfeito. Além disso, como todos sabem, Condon tem no cinturão o recente sucesso A Bela e a Fera (2017).

O roteiro está sendo escrito a cinco mãos por Neil Burger (Sem Limites), David Koepp (Homem-Aranha, 2002), Alex Kurtzman (A Múmia, 2017), Chris Morgan (Velozes e Furiosos 7) e Dirk Wittenborn. A trama precisará se manter minimamente fiel ao clássico, introduzir o monstro e sua noiva, além de encaixar personagens como os de Crowe e Cruise neste filme modernizado, que talvez tenha mais em comum com o subgênero dos super-heróis do que com terror de fato. A escolha pelo filme da Noiva e não pelo do próprio Frankenstein, talvez se deva pelo fato de que recentemente a criatura já andou aparecendo, e sendo mal vista, em filmes como Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (2014) e Victor Frankenstein (2015). A notícia mais interessante cercando a obra é a intenção dos produtores, que querem Angelina Jolie de qualquer jeito no papel da Noiva. Recentemente, foi reportado que após a recusa da estrela, a Universal faria uma nova proposta.

O Homem Invisível

Outro filme que já está engatilhado, e deverá ser o terceiro na lista do Dark Universe, embora a data de estreia ainda não tenha sido confirmada, é o Homem Invisível. Ao anunciarem o Dark Universe, a presença do astro Johnny Depp veio logo em seguida, vinculado como protagonista deste longa. A versão original data de 1933, o quarto filme oficial dos monstros, e tinha o lendário ator britânico Claude Rains (Casablanca) na pele do cientista Jack Griffin, que se torna o personagem título após um experimento. Uma curiosidade é que no elenco do filme original, igualmente dirigido pela cineasta James Whale, estava a atriz Gloria Stuart, a velhinha Rose de Titanic (1997). O Homem Invisível é baseado no conto de um dos pais da ficção científica, H.G. Wells. Algumas outras encarnações já foram tentadas com o personagem, como a comédia Memórias de um Homem Invisível (1992), dirigido (surpreendentemente) por John Carpenter.

Um dos mais recentes e conhecidos é O Homem Sem Sombra (Hollow Man, 2000), dirigido pelo mestre Paul Verhoeven (Elle), lançado pela Columbia/Sony, cuja proposta é bem similar ao do clássico de 1933. Este parece ser o tipo de filme e papel que caem como uma luva em Depp, um ator excêntrico, sempre disposto a trabalhos que envolvem maquiagem e elementos de terror – se formos olhar bem de perto a carreira do ator, veremos diversas obras nesta linha. Apesar de já anunciado, ainda sabemos muito pouco sobre o filme, apenas que contará com a presença de Depp e roteiro de Ed Solomon (Truque de Mestre). Imaginamos que a Universal esteja esperando o resultado de A Múmia para começar a modelar O Homem Invisível, já que a Noiva de Frankenstein em breve estará em produção. Quem sabe, dependendo da velocidade de ambas as produções, os dois novos filmes possam ser lançados no mesmo ano, separados por meses, ou com até um ano de hiato.

O Lobisomem

Agora estamos adentrado o território de um dos monstros mais queridos e que mais rendeu temas de filmes na história. Talvez o Lobisomem só perca em quesito de popularidade para Drácula e os vampiros em geral. No entanto, O Lobisomem (The Wolf Man, 1941) foi um dos últimos a estrear nas telonas. Em 2010, um remake bem fiel ao original foi lançado, dirigido por Joe Johnston (Capitão América: O Primeiro Vingador, 2011) e com o maquiador Rick Baker, que venceu um Oscar pelo filme, a bordo. Baker já disse incansavelmente em entrevistas que O Lobisomem original foi o motivo dele ter entrado no ramo, fascinado pela maquiagem do monstro.

Além destes, um dos filmes mais famosos contendo a marca da criatura é Um Lobisomem Americano em Londres, clássico 80´s responsável por assustar toda uma geração, e repaginar o monstro, dando-lhe ares mais modernos. Para este novo universo, o estúdio quer ninguém menos do que Dwayne ‘The Rock’ Johnson, um dos maiores (ou o maior) astro de ação na atualidade, para o papel do dentuço peludo. Imaginem o tamanho deste lobo. Fica claro também que a Universal está apostando alto na franquia e trazendo verdadeiros talentos para estrelar seus filmes. Tom Cruise, Russell Crowe, Johnny Depp e Javier Bardem são prova disso. Se conseguirem Jolie, uma das atrizes mais bem pagas da atualidade, melhor ainda. O que falta são os filmes corresponderem e para isso é necessária a presença de diretores renomados também.

Drácula

Em todos os releases do Dark Universe, a presença do Drácula, o maior monstro da casa, está lá garantida. E tinha como ser de outro jeito? O personagem é para a linha, o que o Homem-Aranha é para a Marvel, o que o Superman é para a DC ou o que o Mickey é para a Disney. Mas se você pergunta por que deixar o personagem que é o pilar da estrutura para a segunda leva, a resposta vem com o filme Drácula: A História Nunca Contada (2014). O personagem era, na realidade, o marco zero preparado pelo o estúdio, anunciado na época como o primeiro dentro desta mesma proposta. O resultado do longa todos sabemos, o que terminou por minar um pouco os planos dos produtores, adiando o projeto. A Múmia igualmente não teve um resultado unânime, mas o melhor a fazer é seguir em frente e tentar melhorar ao longo do caminho.

Seja como for, A Múmia ainda sobressai ao irmão Drácula (2014), que trazia Luke Evans (Velozes e Furiosos 6) na pele de um príncipe heroico e galante, que de monstro e vilão não tinha nada. Sua maldição, soava mais como poderes, e seu fardo, o início de um super-herói. Esperamos que os envolvidos tenham aprendido com o erro e nos entreguem uma versão mais sombria e atormentada do príncipe das trevas. Já que é para sonhar alto, não seria ótimo ver o astro Brad Pitt no papel, ele que viveu um sanguessuga no cultuado Entrevista com o Vampiro (1994). Se não vingasse, o veterano Gary Oldman, que foi o Drácula (1992), de Francis Ford Coppola, seria uma excelente escolha. Se a opção for por uma Drácula mais galante, que tal Charlie Hunnam, ator inglês que se destacou esse ano em Rei Arthur: A Lenda da Espada, de Guy Ritchie , e Z – A Cidade Perdida, de James Gray.

O Fantasma da Ópera

“The Phantom of the Opera is there, inside my mind”. Uma vez que esta canção entre na sua mente, ela não sairá tão cedo. Essa é a música presente na exuberante versão de O Fantasma da Ópera, dirigida por Joel Schumacher, de 2014, baseada diretamente no musical da Broadway, de Andrew Lloyd Webber – que ajudou a popularizar bastante a obra, já que foram anos em cartaz. No entanto, o personagem data de muitas e muitas décadas atrás. Embora, Drácula e Frankenstein tenham ficado conhecidos como os primeiros monstros da Universal, o Fantasma da Ópera precede ambos, com o primeiro filme datando de 1925, da própria Universal, versão protagonizada por Lon Chaney. O que acontece é que o Fantasma da Ópera não pode propriamente ser considerado um monstro, já que a história gira em torno de um compositor desfigurado e insano, escondido nos subterrâneos de uma grande casa de ópera, que se apaixona por uma jovem cantora.

A ideia foi mantida por todas as versões, tendo o amor como grande mote. Mesmo assim, o filme de 1925 é descrito como uma obra de terror, sem dúvidas usando tais elementos clássicos do gênero. Em 1943, viria uma nova roupagem, agora protagonizada por Claude Rains e usando mais os elementos de drama e musical. Tendência esta que foi transposta para a citada versão de 2014, a mais conhecida da atualidade, lançada pela própria Universal. Este é o filme do universo Dark que mais nos faz coçar a cabeça, pensando em como irão trazer para a ação. Não imagino que irão usar qualquer tipo de cantoria no filme. Vocês conseguem pensar em algum ator para o papel? Seria interessante trazer Gerard Butler, intérprete do personagem em 2014, de volta. Mas se a opção for por não ter um elo com o passado, o australiano Hugh Jackman (Logan), versado no teatro e em musicais, e que já caçou monstros para a Universal em Van Helsing (2004), seria uma ótima escolha.

O Corcunda de Notre Dame

Outro projeto do Dark Universe divulgado há pouco tempo, junto com O Fantasma da Ópera, foi O Corcunda de Notre Dame, e por este ninguém esperava. Voltando ainda mais no tempo, O Corcunda de Notre Dame fura novamente a fila, passando de O Fantasma da Ópera como a produção mais antiga da Universal nesta lista – o filme foi lançado em 1923. Porém, assim como o citado, Quasimodo (papel de Lon Chaney, ele de novo), um corcunda incompreendido, não pode ser considerado um monstro e sua história se encaixa mais como um drama do que como uma trama de terror.

A história, passada no Século XV em Paris, fala sobre revolta de camponeses, numa trama mais política, envolvendo a Igreja, que podemos imaginar. Mas nosso protagonista, o corcunda do título, só tem olhos para a cigana Esmeralda, se tornando apenas um joguete nesta história. Baseado no livro de Victor Hugo, o filme é descrito como drama e romance. A versão mais famosa do conto é uma animação tradicional da Disney, de 1996, que trazia Demi Moore como a voz da cigana Esmeralda. Esta é outra adaptação que será curiosa ao ser transportada para o Dark Universe. Quasimodo seria um bom sidekick, mas não imagino força suficiente no personagem para render um filme solo. Seja como for, Daniel Radcliffe, o eterno Harry Potter, recentemente participou de Victor Frankenstein (2015), na pele de Igor, outro famoso corcunda do cinema.

O Monstro da Lagoa Negra

Finalizando a lista principal (por enquanto), vem um dos monstros, digamos, menos memoráveis do estúdio. No entanto, digno o suficiente para ganhar um filme próprio. O Monstro da Lagoa Negra, ou A Criatura da Lagoa Negra (no original The Creature from the Black Lagoon, 1954), foi o último monstro da Universal a entrar no hall dos grandes filmes da casa, estreando já na década de 1950, época que ferveu com a ficção científica e filmes de monstro em geral. Na trama, uma criatura pré-história emerge das profundezas da floresta Amazônica. Um grupo de cientistas parte então para capturá-la, levando-a de volta para a civilização a fim de estudá-la. Muitos confundem este filme como sendo o primeiro trabalho do icônico veterano Clint Eastwood no cinema, quando na verdade o ator fez seu debute na continuação, que chegava no ano seguinte, em 1955, intitulada A Revanche do Monstro (Revenge of the Creature).

A trama da sequência lembra muito a de King Kong, com o monstro capturado e levado para ser exibido num grande aquário, de onde foge e aterroriza uma cidade. Em A Múmia, temos o easter egg, ou surpresa escondida, da pata da criatura, que aparece em um jarro na instalação comandada pelo Dr. Jekyll (Crowe). Local onde aparece também o crânio com as presas de vampiros. O Monstro da Lagoa Negra rende um bom filme de ação e é um dos que mais se encaixa na proposta do Dark Universe. O produtor e “pai” da ideia Alex Kurtzman (diretor de A Múmia) sem dúvidas é ambicioso, e em entrevista recente, afirmou que adoraria ter atores como Jennifer Lawrence, Charlize Theron e Michael Fassbender em seu universo recém-criado. Quem sabe?

E você, o que acha da ideia do Dark Universe? Quais suas sugestões de atores para os papeis? Quais monstros você acha que irão funcionar melhor e quais não irão funcionar? Comente.

Crítica | Eu, Tonya – O melhor trabalho da carreira de Margot Robbie

Direto do TIFF, Festival de Toronto

Mais incorreta e louca que Arlequina

Biografias são complicadas. Quase sempre fazem uso de uma fórmula estrutural para relatar a história de vida, ou ao menos uma parcela, de alguma figura pré-existente no mundo. Algumas conseguem inclusive fazer um desserviço ao seu homenageado, podendo se tornar didáticas e pouco inspiradas, geralmente narrando eventos até mesmo muito conhecidos do grande público.

Aqui no TIFF 2017 tivemos muitas biografias, e as mais interessantes são justamente as que almejam quebrar este formato de alguma maneira. A melhor, provavelmente, atende pelo nome Eu, Tonya e relata a vida, desde a infância, da jovem Tonya Harding, patinadora que chegou a disputar as olimpíadas, até o grande escândalo que marcaria verdadeiramente sua história.

Na infância problemática, quando Harding é interpretada pela carismática atriz mirim Mckenna Grace (também digna de atenção), sua personalidade começou a ser moldada. A maior interferência nesta fase se deu pelos maus-tratos da mãe exigente, e para todos os efeitos, desequilibrada, uma performance bem chamativa da humorista Allison Janney, que deixa aflorar sua veia sarcástica ao máximo, retirando muito do humor negro da obra, e merecendo ser lembrada na época de prêmios.

Outro grande chamariz aqui é o desempenho de Margot Robbie, jovem atriz australiana, de 27 anos, que com apenas dois trabalhos (O Lobo de Wall Street e Esquadrão Suicida) foi capaz de tomar Hollywood de assalto. Eu, Tonya guarda sua melhor atuação até o momento, abrindo espaço para Robbie mostrar tudo o que sabe, num show só seu, onde todos os outros estão atrás (outro fato inédito em sua carreira). A atriz é posta à prova, num xeque-mate decisório e que felizmente guarda ponto para a atriz. Ela mostra que é um talento, deixando a promessa no passado.

Como Harding, Margot Robbie vive diversas fases da narrativa, desde uma adolescente de 15 anos, até uma mulher de mais de 40 anos, amargurada pela série de equívocos de decisões que constituíram sua vida. O interessante é notar as nuances com as quais a atriz constrói cada momento. O destaque fica para a jovem Harding, terreno no qual o filme concentra-se. Robbie faz rir, transmite culpa, pena, sofrimento, tristeza, num verdadeiro tour de force. Meus momentos favoritos são quando exala felicidade extrema ao mostrar que era de fato uma patinadora talentosa, ao ganhar competições (Robbie é puro brilho), e na decisão da sentença do juiz, quando seus crimes a tiraram parte da vida – que performance!

Eu, Tonya pega de surpresa. É uma biografia criativa e diferente da maioria, utilizando como um dos maiores trunfos a quebra da quarta parede, onde os personagens não apenas falam com a câmera como se fosse um mockumentary (documentário falso), mas também interrompem a ação – como nas brigas entre o casal – para adereçar diretamente o público na plateia. Mistura cinema de crime, investigação policial, suspense e drama sobre abuso doméstico, a obra discute feminismo, e ainda consegue arrumar espaço para ser um dos filmes mais verdadeiramente hilários do ano. E neste quesito o mérito vai para o roteiro de Steven Rogers e para a direção de Craig Gillespie (A Garota Ideal).

Sei que a disputa é sempre muito dura e apertada, e que provavelmente o lançamento de Eu, Tonya para 2018 o tire totalmente de jogada, mas quero deixar aqui minha campanha para a indicação de Margot Robbie a prêmios na próxima temporada.

Ah, e que trilha sonora! Num ano em que tivemos Guardiões da Galáxia Vol 2 e Atômica, Eu, Tonya chega como terceiro exemplar destra trilogia involuntária, registrando mais alguns sucessos da década de 1980, minuciosamente entranhados em sua narrativa.

Os Caça-Fantasmas (1984) | Relembre o Ícone do Cinema Entretenimento

Ghostbusters – Mais Além é a continuação direta das amadas aventuras da década de 1980 e conta oficialmente como a terceira e tardia parte planejada para estrear após 1989, mas que por três décadas nunca saiu do papel. Todo o elenco original (bem, os que ainda estão vivos) retornou para uma muitos esperada (e adiada) passagem de bastão.

O foco do novo filme não são os veteranos que aprendemos a amar nestes 37 anos (hoje todos na casa dos quase 70 anos de idade), mas sim na nova geração, pegando carona no estilo de filme que era muito popular nos anos 80: aventuras protagonizadas por crianças e pré-adolescentes. Stranger Things, programa extremamente popular da Netflix, se banha nessa fonte para atingir seu sucesso.

Para entrar no clima de ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’, que estreia em 28 de Março de 2024, resolvemos revisitar o clássico absoluto que deu origem a tudo e voltar para 1984. Portanto, pegue sua mochila de prótons, reúna a turma e se prepare para voltar a caçar fantasmas por uma viagem incrivelmente nostálgica. Confira abaixo.

É muito interessante pensar em como algumas obras atemporais influenciaram outras que se tornaram igualmente icônicas. E pensar que sua existência está inteiramente atrelada a esta anterior. Veja o caso de Indiana Jones, por exemplo, cuja existência remete diretamente ao fato do diretor Steven Spielberg querer dirigir uma aventura do espião 007 no cinema. George Lucas, seu colega, então criou algo “nos mesmos moldes” para Spielberg deixar tal desejo de lado. Com Os Caça-Fantasmas, um dos filmes mais queridos e lembrados dos anos 80 o mesmo ocorre. Foi o desejo do cineasta Ivan Reitman em adaptar ao cinema uma história de comédia, fantasia e ficção científica que o levou até esta superprodução. Acontece que Reitman, na época, estava tirando do papel sua própria versão de O Guia do Mochileiro das Galáxias em 1982, com três roteiros escritos pelo criador Douglas Adams. O curioso é que Reitman já visava Bill Murray e Dan Aykroyd para os papeis principais. O tal projeto caiu por terra e Reitman embarcou em Os Caça-Fantasmas.

A ideia, é claro, surgiu da mente do ator Dan Aykroyd, um verdadeiro aficionado por fantasmas, assombrações e o sobrenatural. A história original alucinada de Aykroyd, no entanto, era algo quase intransponível para as telas. Vejam só: inicialmente, a trama se passaria no futuro, onde os caçadores de fantasmas seriam uma instituição governamental em pleno funcionamento, como a polícia ou os bombeiros. Esses profissionais estariam espalhados em suas bases por todo o país e inclusive fora do planeta, com aventuras intergalácticas e pelo tempo (como De Volta para o Futuro). Essa “viagem alucinógena” logo tratou de ser lapidada pela Columbia Pictures (Sony), estúdio responsável por comprar o roteiro, que trouxe Ivan Reitman e Harold Ramis para centrar a história no chão e criar algo em menor escala. Segundo os mesmos, se não tivessem mexido a produção custaria algo em torno dos US$300 milhões, mesmo em 1984.

Outra mudança foi a opção por uma história de origem, elemento trazido pelo diretor Reitman. No texto de Aykroyd, a primeira cena já mostraria o carro dos Caça-Fantasmas saindo do prédio para combater assombrações, com os heróis já estabelecidos. Reitman acreditava que uma conexão maior com o público seria criada se fosse mostrado em tela como tudo começou para estes caras. O título foi outro entrave para a produção. Além da dúvida por títulos similares, como “Ghost Smashers” (opção de Aykroyd), “Ghost Stoppers” e “Ghost Blasters”, quando finalmente decidiram por “GhostBusters”, os realizadores tomaram conhecimento da pior maneira que o nome já havia sido registrado anteriormente e ali se iniciou uma verdade batalha jurídica para assegurar a marca.

O registro de tal título pertencia a um seriado cômico de 1975, que tentava pegar carona em sucessos macabros como A Família Addams e Os Monstros, mas que durou apenas uma temporada de 15 episódios. Produzido por Lou Scheimer, o sujeito que eventualmente criaria o estúdio de animação Filmation (responsável por variados sucessos dos anos 80, como He-Man), o programa seria transformado numa série animada de mesmo nome em 1986 (no Brasil conhecida como Os Fantasmas). Essa é a razão pela qual muitas crianças da década de 80 se confundiam ao perceber dois desenhos de Ghostbusters na época. A animação baseada no filme Os Caça-Fantasmas precisou ser batizada de “The Real Ghostbusters” pelos produtores do programa. Ambas estreavam em 1986.

Esse é outro ponto curioso sobre o resultado do filme original de 1984. A produção era direcionada ao público adulto, e o elenco e os realizadores ficaram muito surpresos ao descobrirem que as crianças haviam embarcado totalmente no conceito – percebendo o longa como “cientistas combatendo inimigos sobrenaturais com armas futuristas legais”. Foi este novo público descoberto após o lançamento do original que levou ao desenho animado dois anos depois, e que fez a continuação Os Caça-Fantasmas 2 (1989) eliminar elementos adultos, como cortar o cigarro dos personagens, algo muito visível no original. Particularmente, o fator que mais chama atenção no filme para este que vos fala é a veia do empreendedorismo que aborda, quando três sujeitos perdem seus empregos e decidem investir todo o seu dinheiro em iniciar seu próprio negócio – que dá muito certo, se tornando sensação da noite para o dia.

Outro filme que teve forte influência na criação de Os Caça-Fantasmas foi Os Irmãos Cara de Pau (1980), sucesso da Universal Pictures. Explico. Com o sucesso de tal filme, os protagonistas Dan Aykroyd e John Belushi (que já haviam trabalhado juntos na comédia de Spielberg, 1941 – Uma Guerra Muito Louca, em 1979) se tornaram amigos e seguiram para estrelar Estranhos Vizinhos em 1981. Desta forma, quando Aykroyd pensou no roteiro de Os Caça-Fantasmas, não teve dúvidas ao criar o personagem do cara de pau Peter Venkman para o amigo. Enquanto escrevia o roteiro, no entanto, o pior aconteceu e Belushi viria a falecer vítima de overdose de drogas em 1982 – antes do filme sair do papel. No entanto, podemos considerar que Belushi ainda está no filme, já que o ator glutão e aloprado foi a inspiração para um dos maiores símbolos da franquia, o fantasma esverdeado “Slimer” (Geleia no Brasil). Nos bastidores, Aykroyd só se referia à criatura como “o fantasma de John Belushi” (em especial em seu personagem de Clube dos Cafajestes, 1978).

Assim começou uma busca para o papel protagonista de Venkman, lacuna deixada aberta após a morte de Belushi. Diversos atores foram cogitados e oferecidos o papel. Tom Hanks e Robin Williams foram cogitados, e Steve Guttenberg recusou o papel para ir estrelar Loucademia de Polícia, lançado no mesmo ano (com o ator retornando para três das continuações). Outros que recusaram foram Chevy Chase (Férias Frustradas), argumentando que o roteiro filmado não foi o original, que ele recusou, por ser bem mais sombrio e assustador; e Michael Keaton (que um tempo depois estrelaria como Beetlejuice e Batman). Assim, o papel caiu no colo de Bill Murray. Porém, o comediante só aceitou com um acordo vinculado de que a Columbia teria que produzir o remake de O Fio da Navalha para ele estrelar (um projeto pessoal do ator). Ironicamente, lançados no mesmo ano podemos perguntar “quem é O Fio da Navalha na fila do pão” perto de Os Caça-Fantasmas, já que um se tornaria um sucesso imortal e outro seria varrido sem cerimônia para debaixo do tapete.

Com protagonista, diretor e co-protagonista (Aykroyd foi o único do elenco que sempre esteve a bordo) escolhidos, os outros membros do elenco começavam a tomar forma. Para o papel do cerebral Egon Spengler, Jeff Goldblum, Christopher Lloyd, John Lithgow e Christopher Walken foram cogitados, mas o papel terminaria nas mãos de um dos roteiristas do filme, o também diretor Harold Ramis. Finalizando o quarteto principal, o único Caça-Fantasmas negro da equipe, Winston Zedmore, havia sido criado tendo a sensação Eddie Murphy em mente – com quem Aykroyd havia trabalhado na comédia famosa do ano anterior Trocando as Bolas (1983). Murphy, por fim, terminou pulando fora do projeto para ir estrelar sozinho Um Tira da Pesada, lançado no mesmo ano e que o transformou num astro. Quando o astro saiu, Ernie Hudson foi contratado, porém, o papel foi substancialmente reduzido no filme, com o personagem se juntando à equipe após 40 minutos de exibição. Desde então, Hudson sempre manteve uma relação de amor e ódio com o personagem, sabendo o que deveria ter sido, e por vezes se define no papel como um “substituto de último minuto para Eddie Muprhy”.

Fechando o elenco principal, uma então jovem e desconhecida Julia Roberts fez teste para Dana, personagem que eventualmente terminou nas mãos de Sigourney Weaver; e o vizinho inconveniente Louis Tully teria as formas do bonachão John Candy – que queria cria-lo com um sotaque alemão. Como sabemos bem, o personagem ficaria eternizado nas formas do baixinho Rick Moranis.

Os Caça-Fantasmas foi lançado no dia 8 de junho de 1984 nos EUA, chegando ao Brasil no dia 20 de dezembro do mesmo ano. Naquele fim de semana, o filme enfrentaria a concorrência dos então reis do ranking Jornada nas Estrelas 3 – À Procura de Spock e Indiana Jones e o Templo da Perdição, e outra estreia de peso com Gremlins. Mas não teve para ninguém naquela semana. Os Caça-Fantasmas foi o líder absoluto das bilheterias e permaneceria em primeiro lugar durante todo os meses de Junho e Julho, sem dar chance para outros ícones queridos da época como Karatê Kid, Conan – O Destruidor, O Último Guerreiro das Estrelas e A História Sem Fim.

Os Caça-Fantasmas se tornaria a comédia mais rentável do cinema até a estreia de Esqueceram de Mim em 1990, o trigésimo segundo filme de maior bilheteria de todos os tempos (reajustando os valores da inflação) e a maior bilheteria da Columbia Pictures de todos os tempos – novamente reajustando os valores da época.

Vídeo 360º te leva para conhecer o ‘MegaTubarão’ no fundo do oceano

MegaTubarão‘ ganhou um vídeo 360º com Realidade Virtual que te leva para conhecer o tubarão pré-histórico no fundo do oceano.

Confira, com um novo cartaz internacional:

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

‘Gotham’: Verdadeira identidade da personagem de Jaime Murray é revelada; Saiba mais!

A atriz Jaime Murray foi apresentada na última temporada de ‘Gotham‘ como a vilã Theresa Walker, mas sua verdadeira identidade foi revelada no episódio mais recente.

A personagem revelou ser Nyssa al Ghul, filha de Ra’s al Ghul, em busca de vingança pela morte do pai.

Confira o trailer do próximo episódio:

A FOX encomendou 12 episódios para encerrar a trama. Ao total, a série terá exatamente 100 episódios.

Com Gotham na beira da anarquia total e separada do resto do mundo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e vários outros heróis ficam para trás para tentar reconquistar a cidade. Inspirado pelo arco ‘Terra de Ninguém’ dos quadrinhos, os vilões tomam conta da cidade – incluindo o Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah. Será que a ordem será restaurada ou o caos reinará em Gotham?

Ben McKenzie, Donal Logue, David Mazouz, Robin Lord Taylor, Camren Bicondova, Cory Michael Smith, Sean Pertwee, Erin Richards, Morena Baccarin e Shane West estrelam.

‘Frozen 2’ se torna a animação com a MAIOR estreia mundial da HISTÓRIA

Surpreendendo as expectativas e quebrando recordes, a sequência ‘Frozen 2‘ estreou com sólidos US$ 350.2 milhões mundialmente – tornando-se a animação com a MAIOR estreia global da história do cinema.

Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 223.2 milhões, quebrando o recorde de ‘A Era do Gelo 3‘ como o melhor lançamento de animação no mercado internacional.

E, além disso, com US$ 127 milhões arrecadados nos EUA, o longa garantiu a melhor estreia para uma animação no mês de novembro.

Mais dados serão divulgados hoje a noite.

Vale lembrar que ‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

Quarentena? Felipe Castanhari compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o Youtuber Felipe Castanhari para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘Esquadrão Trovão’: Comédia da Netflix já tem mais de 50 milhões de visualizações!

A Netflix divulgou que a comédia ‘Esquadrão Trovão‘ (Thunder Force), filme de super-heroínas estrelado por Melissa McCarthyOctavia Spencer, já foi assistida por mais de 52 milhões de contas.

Será o suficiente para uma sequência? Só o tempo irá nos dizer.

Vale lembrar que a comédia recordista de visualizações na plataforma fica por conta de ‘Mistério no Mediterrâneo‘, que foi assistida por 83 milhões de contas (de acordo com as métricas do streaming). O longa estrelado por Adam Sandler e Jennifer Aniston registrou incríveis 17.4 milhões de visualizações apenas nos três primeiros dias.

Confira o trailer:

 

O longa é roteirizado e dirigido por Ben Falcone.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram e acabam formando uma dupla de super-heroínas quando uma delas cria uma fórmula que dá superpoderes à pessoas comuns.

O elenco ainda conta com Jason Bateman, Pom Klementieff, Bobby Cannavale, Sarah Baker e Melissa Leo.

‘Lulli’: Comédia romântica com Larissa Manoela estreia na Netflix

A comédia romântica ‘Lulli‘, estrelada pela Larissa Manoela (‘Diários de Intercâmbio’), já está disponível no serviço de streaming da Netflix.

Na trama, depois de sofrer um acidente durante uma ressonância magnética, uma estudante de medicina brilhante, mas egoísta, passa a ouvir o que as outras pessoas estão pensando.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido por César Rodrigues, o roteiro do longa foi escrito pela autora best-seller Thalita Rebouças e pelo Renato Fagundes.

Na trama, Lulli é uma estudante de medicina determinada, batalhadora e ambiciosa, que sonha em se tornar a melhor cirurgiã do mundo. Para isso, ela não vai deixar nada nem ninguém atrapalhar seus objetivos, nem mesmo o recente ex-namorado. No entanto, o mundo de Lulli vira de cabeça para baixo quando ela leva um choque de um aparelho de ressonância magnética e começa a ouvir os pensamentos alheios. Sorte ou azar? Agora a jovem, que até então era incapaz de ouvir as pessoas ao seu redor, precisará aprender a lidar com as maravilhas e os perigos de saber o que os outros estão pensando.

O elenco conta ainda com Sérgio Malheiros, Amanda de Godoi, Vinícius Redd, Yara Charry, Nicolas Ahnert, Paula Possani, Gabriel Contente, Ana Mangueth e Carlos Artur Thiré, além das participações especiais de Guilherme Fontes, Luciana Braga, Marcos Breda e da própria Thalita Rebouças.

Espíritos vingativos despertam no trailer do terror cômico ‘Deadstream’; Assista!

O terror cômico ‘Deadstream‘, que segue o estilo found footage, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O casal Vanessa e Joseph Winter é responsável pela direção.

A trama segue uma personalidade da internet que, na tentativa de recuperar seus espectadores, faz uma live sozinho em uma casa mal-assombrada. Mas, quando ele acidentalmente irrita um espírito vingativo, seu grande retorno à mídia se torna uma luta pela sobrevivência.

Além de dirigir, Joseph também estrela ao lado de Melanie Stone e Jason K. Wixom.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 6 de outubro.

‘Transformers: O Despertar das Feras’ já arrecadou quase US$ 350 milhões mundialmente

Em menos de um mês, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ já arrecadou quase US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, entrando para o TOP 8 das maiores bilheterias do ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 122.9 milhões. No mercado internacional – onde a franquia tem muito mais peso –, foram US$ 218.3 milhões.

Apesar de ter falhado em alcançar as projeções iniciais, o filme teve um grande desempenho na China, onde estreou com ótimos US$ 40 milhões – o que representa o segundo maior lançamento do ano para uma produção hollywoodiana no país.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais ainda conta com o México (US$13.7M), Peru (US$9.5M), Indonésia (US$8.7M) e Coreia (US$5.6M).

No Brasil, o longa não conseguiu destronar ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ e ‘A Pequena Sereia‘, tendo estreado em terceiro lugar com R$ 12.3 milhões arrecadados. Ao total, a produção já soma R$ 21.5 milhões em território nacional.

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

J.K. Rowling CRITICA defesa dos atores Daniel Radcliffe & Emma Watson à comunidade trans

Em novas declarações polêmicas no Twitter/X, J.K. Rowling (‘Harry Potter’) voltou a atacar a comunidade trans após o lançamento das considerações da Dra. Hilary Cass sobre uma pesquisa médica envolvendo o risco de transição de gênero em menores de idade.

Além de se mostrar bastante irritada, suas críticas também se estenderam ao posicionamento dos atores Daniel Radcliffe e Emma Watson, que têm apoiado abertamente a comunidade trans há anos.

Em resposta a um fã, Rowling declarou: “Não posso perdoá-los [Radcliffe e Watson]. Celebridades que aderiram a um movimento que pretende erodir os direitos duramente conquistados pelas mulheres e que usaram as suas plataformas para aplaudir a transição de menores podem guardar as suas desculpas para as pessoas que tiveram que passar por destransições traumáticas e para as mulheres vulneráveis que dependem de espaços do mesmo sexo.”

Anteriormente, ela havia gerado polêmica ao ironizar a nova lei escocesa contra crimes de ódio, que entrou em vigor nesta segunda-feira (01), e afirmou que está “ansiosa para ser presa”.

Rowling, que vive em Edimburgo, é conhecida por suas posições controversas sobre o movimento trans, escreveu o seguinte: “Ao aprovar a Lei Escocesa de Crimes de Ódio, os legisladores escoceses parecem ter dado mais valor aos sentimentos dos homens que realizam sua ideia de feminilidade, por mais misógina ou oportunista que seja, do que aos direitos e liberdades das mulheres e meninas reais. A nova legislação está amplamente aberta a abusos por parte de ativistas que desejam silenciar aqueles de nós que falam sobre os perigos de eliminar os espaços exclusivos para mulheres e meninas, o absurdo gerado pelos dados criminais se os ataques violentos e sexuais cometidos por homens forem registrados como crimes femininos, a injustiça de permitir que homens compitam em esportes femininos, a injustiça dos empregos, honrarias e oportunidades das mulheres sendo tomadas por homens identificados como trans e a realidade e imutabilidade do sexo biológico”.

A autora de Harry Potter prosseguiu: “Por vários anos, as mulheres escocesas têm sido pressionadas por seu governo e membros da força policial a negar a evidência de seus olhos e ouvidos, repudiar fatos biológicos e abraçar um conceito neo-religioso de gênero que é incontestável e não testável. A redefinição de ‘mulher’ para incluir todo homem que se declara como tal já teve sérias consequências para os direitos e a segurança das mulheres e meninas na Escócia, com o impacto mais forte sentido, como sempre, pelas mais vulneráveis, incluindo prisioneiras e sobreviventes de estupro”.

E continuou: “É impossível descrever ou enfrentar com precisão a realidade da violência e da violência sexual cometida contra mulheres e meninas, ou abordar o atual ataque aos direitos das mulheres e meninas, a menos que nos seja permitido chamar um homem de homem. A liberdade de expressão e de crença chega ao fim na Escócia se a descrição precisa do sexo biológico for considerada criminal”.

Rowling, que no momento estava fora da Escócia, finalizou ironizando: “Se o que escrevi aqui se qualifica como uma ofensa sob os termos da nova lei, estou ansiosa para ser presa quando retornar ao local de nascimento do Iluminismo Escocês”.

Segundo a BBC, o governo nega que a lei criminalize o debate de ideias e garante que a liberdade de expressão não será afetada.

“A menos que seu comportamento seja ameaçador ou abusivo e pretenda incitar o ódio, então você não tem nada com que se preocupar em termos das novas normas que estão sendo criadas”, disse o primeiro-ministro da Escócia, Humza Yousaf.

A Polícia da Escócia disse não ter recebido nenhuma reclamação sobre as postagens.

Novos recrutas no trailer completo da 7ª temporada de ‘The Rookie’; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 7ª temporada de ‘The Rookie‘, drama policial estrelado por Nathan Fillion (‘Castle’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de janeiro.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Mekia Cox, Jenna Dewan, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil e Eric Winter.

Nova série do Disney+ acompanha as aventuras de uma vampira adolescente; Confira o trailer!

O Disney+ divulgou o trailer dublado da série de comédia ‘Vampirina‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=HjYISVu0jx4

A produção estreará no serviço de streaming no dia 15 de outubro.

Vee Hauntley, uma adolescente vampira, deixa a Transilvânia para estudar em um internato de artes cênicas. Enquanto vive entre humanos, ela persegue sua paixão pela música e mantém sua identidade de vampira em segredo para se esconder dos caçadores. Isso se torna um desafio quando seu pai superprotetor envia um fantasma zeloso para acompanhá-la na escola, e um de seus colegas tenta esconder sua identidade como um Van Helsing.

O elenco conta com Kenzi Richardson, Jiwon Lee, Shaun Dixon, Milo Maharlika e Faith Hedley.

O seriado é baseado na saga literária de Anne Marie Pace.

‘O Exorcista’: Reboot de Mike Flanagan ganha título OFICIAL!

O aguardado reboot de ‘O Exorcista‘ teve seu título oficial divulgado.

Dirigido por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme será intitulado ‘The Exorcist: Martyrs‘ (O Exorcista: Mártires, em tradução livre).

O título foi revelado através do site oficial da produtora do cineasta, a Red Room Pictures.

Com estreia programada para 11 de março de 2027, o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) será a protagonista.

O reboot será estrelado por Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).

O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Netflix compra editora de HQs de Mark Millar, responsável por ‘Kingsman’ e ‘Kick-Ass’

A Netflix realizou um compra histórica. A plataforma de streaming adquiriu a editora de quadrinhos do artista Mark Millar, a Millarworld. O quadrinhista é o responsável por criar histórias de grande sucesso, como ‘Guerra Civil’, ‘Kingsman’, ‘Kick-Ass’ e a versão mais velha de Wolverine, ‘Logan’.

O termos da compra não foram divulgados, mas sabe-se que a Netflix produzirá séries de TV, filmes e outros tipos de conteúdos baseados na grade de personagens da Millarworld. Os materiais serão feitos tanto para o público infantil, bem como para o adulto. Vale ressaltar que a editora continuará criando novas histórias e heróis, só que de agora em diante sob o selo da empresa.

Ao anunciar a aquisição emblemática, o chefe do Gabinete de Conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, comentou sobre o enorme potencial e currículo que Mark Millar possui, chamando-o de ‘Stan Lee dos dias modernos’:

Mark Millar é o criador e reinventor de algumas das histórias mais admiráveis, englobando desde ‘Os Vingadores’ a ‘Kick-Ass‘, ‘Kingsman’, ‘Wanted: O Procurado’ e ‘Reborn’. Ele chega o mais próximo possível de um Stan Lee dos dias modernos”.

Millar também comentou a nova etapa da Millarworld, que é gerida por ele e sua esposa, Lucy Millar. Para ele, a Netflix representar os tempos vindouro:

“Essa é apenas a terceira vez na história que uma empresa de quadrinhos é adquirida nesta proporção. E eu sou apaixonado pelo trabalho da Netflix e estou realmente animado para os planos futuros. A empresa representa o futuro e a Millerworld não poderia ter escolhido um melhor lugar para estar”.

Desde o nascimento da editora Millarworld, 18 universos já foram criados e alguns chegaram a ser adaptados para os cinemas, obtendo sucesso grandioso de bilheterias. As adaptações de ‘O Procurado’, ‘Kick-Ass’ e ‘Kingsman’ faturaram conjuntamente quase US$ 1 bilhão ao redor do mundo.

 

 

 

 

 

Crítica em vídeo | A Barraca do Beijo – É mesmo um prazer culposo e tá tudo bem

A nossa jornalista Rafa Gomes fez uma rápida crítica e te explica porque o novo filme da Netflix, ‘A Barraca do Beijo‘, virou uma sensação absoluta e até mesmo um prazer culposo!

Assista:

HILÁRIO! ‘Game of Thrones’: Emilia Clarke faz pegadinha vestida de Jon Snow; Confira!

A atriz Emilia Clarke, de ‘Game of Thrones‘, fez uma pegadinha hilária em plena Times Square, em Nova York.

Disfarçada de Jon Snow, ela percorreu a região mais popular da cidade, brincando com as pessoas – que sequer descobriram sua real identidade.

A iniciativa faz parte de uma campanha estrelada por Clarke, que vai premiar um sortudo fã da série, lhe garantindo a chance de assistir ao episódio final da produção em sua companhia.

Confira:

A HBO divulgou a duração do 3º episódio da 8ª temporada de ‘Game of Thrones‘, que será exibido hoje, dia 28.

Ao contrário dos 60 minutos anunciados pela HBO no começo do ano, o episódio inédito terá 88 minutos – ou seja, 1 hora e 22 minutos de duração.

O episódio trará uma das batalhas mais longas já filmadas.

Crítica | Game of Thrones 08×02 – A Knight of the Seven Kingdoms 

 

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘A Batida Perfeita’: Ouça um trecho da canção original do filme com Tracee Ellis Ross

Um das canções originais da comédia musical ‘A Batida Perfeita‘ (The High Note), estrelada por Dakota Johnson e Tracee Ellis Ross, foi divulgada.

Intitulada “Love Myself”, o hit traz uma batida pop e foi composta por Sarah Aarons e Greg Kurstin. Ross, que interpreta Grace Davis no filme, é quem canta a música.

Ouça um trecho divulgado no Spotify:

Além disso, a Focus Features já disponibilizou o filme em VOD nos EUA.

A produção se passa no deslumbrante cenário musical de Los Angeles e acompanha Grace Davis (Tracee Ellis Ross), uma talentosa estrela cujo ego atingiu níveis astronômicos. Maggie (Dakota Johnson) é sua assistente e além de ter que lidar com as oscilações no temperamento da sua chefe, acaba sendo sempre submetida a uma enorme pressão em seu trabalho. Ainda assim, ela não vai desistir do sonho de se tornar uma produtora musical. E quando o empresário de Grace (Ice Cube) apresenta a ela uma escolha que pode alterar o rumo da sua carreira, Maggie vai se unir à sua chefe para arquitetar um plano que pode mudar suas vidas de forma grandiosa.

The High Note‘ é dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Flora Greeson. O elenco da produção ainda conta com Kelvin Harrison Jr. e Zoë Chao.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana começou e a Netflix preparou uma seleção de novas estreias, que chegam ao longo dos próximos dias na grade de programação.

E entre os lançamentos estão a 5ª temporada de ‘Outlander‘, o aclamado longa francês ‘Oxigênio‘, além do drama ‘A Mulher na Janela‘.

Confira a agenda completa de estreias:

10/05

Boi Neon
O maior desejo do vaqueiro Iremar é largar a vida do curral e virar um estilista de luxo. Para viver esse sonho, ele cria roupas sensuais para apresentações eróticas. Estrelado por Juliano Cazarré, o filme é vencedor de prêmios internacionais e nacionais, como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

11/05

Outlander: Temporada 5
Com a proximidade da Revolução Americana, Jamie precisa escolher um lado. Claire promove um grande avanço da medicina. Brianna faz uma descoberta terrível. Estrelado por Caitriona Balfe e Sam Heughan.

Explicando… Dinheiro: Minissérie
Nós gastamos, emprestamos, economizamos. Agora é hora de falar sobre o dinheiro e suas armadilhas — de cartões de crédito a cassinos, de fraudes a financiamentos.

12/05

Família Upshaw
Uma família negra de classe média faz de tudo para ter uma vida melhor e mais feliz enquanto lida com desafios cotidianos nesta série de comédia. Estrelada por Mike Epps e Wanda Sykes.

Oxigênio
Neste filme francês, uma mulher acorda em uma unidade criogênica totalmente sem memória. A reserva de oxigênio começa a se esgotar, e ela precisa se lembrar de quem é para sobreviver.

Peter Tatchell: Do Ódio ao Amor
Este documentário conta a história do ativista de direitos LGBTQIA+ Peter Tatchell e sua luta por justiça em meio a controvérsias e comoções políticas.

13/05

Amor, Casamento e Divórcio
Três mulheres bem-sucedidas do mundo do rádio passam por uma reviravolta quando seus casamentos felizes começam a desmoronar.

Castlevania: Temporada 4
A influência de Drácula cresce à medida que Belmont e Sypha investigam os planos para ressuscitar o famoso vampiro. Alucard luta para abraçar sua humanidade.

14/05

Love, Death & Robots: Volume 2
De aventuras selvagens em planetas distantes a encontros perturbadores perto de casa: a antologia vencedora do Emmy está de volta com novas histórias instigantes. Produzida por David Fincher.

Eu Vi: Temporada 3
Uma mansão horripilante. Uma melodia sinistra. Um gato demoníaco. Mais pessoas comuns compartilham histórias assustadoras de seu passado — e a verdade é apavorante.

A Caminho do Céu
Existe vida nos lugares e nas coisas das pessoas que morreram. Um homem com síndrome de Asperger e seu tio ex-presidiário descobrem e relatam essas histórias para quem ficou.

A Mulher na Janela
Confinada pela agorafobia, uma psicóloga fica obcecada com seus novos vizinhos e quer resolver um crime violento que testemunhou de sua janela. Estrelado por Amy Adams, Gary Oldman e Julianne Moore.

Ferry
Antes de construir um império das drogas, Ferry Bouman volta à sua cidade natal em uma missão de vingança que põe à prova sua lealdade — e encontra um amor que muda sua vida.

15/05

Sicario: Dia do Soldado
Para investigar cartéis mexicanos suspeitos de terrorismo, um agente federal pede a ajuda de um assassino. Mas essa guerra acaba virando uma batalha pessoal. Estrelado por Benicio Del Toro.

Irmã Dulce
A história de uma mulher que enfrentou todas as adversidades para dedicar a vida aos mais necessitados, deixando um legado que perdura até hoje. Dirigido por Vicente Amorim, estrelando Bianca Comparato e Regina Braga.

Kuroko no Basket
Kuroko, Kagami e o resto do time enfrentam os adversários mais difíceis da região com um objetivo em mente: vencer o torneio de inverno.

 

‘Suits L.A.’: Rick Hoffman Return retorna para a série derivada como Louis Litt

O ator Rick Hoffman, que interpretou Louis Litt por nove temporadas em ‘Suits‘, vai reprisar seu personagem em um episódio da série derivada ‘Suits L.A.‘.

A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter. A expectativa é que ele apareça em mais capítulos, caso a produção seja renovada para a 2ª temporada.

Suits L.A.‘ acompanha Ted Black (Stephen Amell), um ex-promotor federal de Nova York que se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles. Mas quando sua empresa entra em crise, ele se verá forçado a assumir um papel desprezível durante para poder sobreviver.

O spinoff, que lançou apenas dois episódios, ainda é estrelado por Lex Scott Davis, Troy Winbush, Josh McDermitt e Bryan Greenberg.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Confira a sinopse oficial:

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assina o roteiro do piloto e serve como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

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Peter Jackson receberá Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes 2026

Anunciado nesta quinta-feira (6), o diretor neozelandês Peter Jackson receberá a Palma de Ouro honorária durante a cerimônia de abertura da 79ª edição do Festival de Cannes, marcada para o dia 12 de maio, em reconhecimento a uma carreira que mudou para sempre o cinema blockbuster e o cinema de autor.

Ao longo de décadas, Jackson construiu uma filmografia que combina ambição artística, inovação tecnológica e um talento singular para contar histórias épicas. O reconhecimento em Cannes o coloca ao lado de nomes que já receberam a mesma honraria, como Agnès Varda, Marco Bellocchio, Jodie Foster e Meryl Streep, além de Robert De Niro, homenageado no último ano.

Uma carreira que transformou Hollywood

Responsável por algumas das maiores produções da história do cinema, Jackson revolucionou o gênero da fantasia com a trilogia O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001), As Duas Torres (2002) e O Retorno do Rei (2003), inspirada na obra do escritor J. R. R. Tolkien.

Filmados simultaneamente na Nova Zelândia, os três longas foram um desafio logístico gigantesco: mais de 20 mil figurantes, cerca de 2.400 técnicos e quase três anos de pós-produção. O resultado histórico: a saga conquistou 17 Oscars, sendo 11 apenas para o capítulo final, igualando recordes de clássicos como Ben-Hur (1959) e Titanic (1997). Além do sucesso crítico, a trilogia também se tornou um fenômeno comercial, arrecadando bilhões de dólares.

Cannes na trajetória do cineasta

O Festival de Cannes teve um papel importante na trajetória do diretor. Em 2001, meses antes do lançamento mundial de A Sociedade do Anel, Jackson apresentou 26 minutos inéditos do filme para a imprensa no evento. A reação inicial de desconfiança rapidamente se transformou em entusiasmo e, ali, começava a jornada rumo ao enorme sucesso.

Em comunicado à imprensa, o próprio diretor relembrou a importância do festival em sua carreira: “Ser homenageado com uma Palma de Ouro honorária em Cannes é um dos maiores privilégios da minha carreira. Cannes sempre celebrou um cinema ousado e visionário, e sou extremamente grato ao festival por esse reconhecimento.

Muito além da Terra-média

Antes de se tornar um dos maiores nomes do cinema blockbuster, Jackson chamou atenção com produções cult como Trash – Náusea Total (1987), Fome Animal (1993) e Almas Gêmeas (1994), este último é o primeiro filme de Kate Winslet aos 19 anos.

Kate Winslet em seu primeiro filme: Almas Gêmes (1994).

Após o sucesso global de O Senhor dos Anéis, ele dirigiu o remake de King Kong (2005) e retornou ao universo de Tolkien com a trilogia O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012), O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013) e O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014).

Nos últimos anos, o cineasta também explorou projetos documentais ambiciosos. Entre eles estão Eles Não Envelhecerão (2018), que restaurou imagens da Primeira Guerra Mundial, e a minissérie The Beatles: Get Back (2021), que reuniu horas de imagens inéditas da gravação do álbum Let It Be da banda The Beatles.

“Existe um antes e um depois de Peter Jackson

Para o diretor do festival, Thierry Frémaux, a influência do cineasta é impossível de ignorar: “Existe claramente um antes e um depois de Peter Jackson. O cinema grandioso é sua marca registrada, e sua arte abrangente do entretenimento é particularmente ambiciosa. Ele transformou permanentemente o cinema de Hollywood e a própria concepção de espetáculo”, declarou em seu depoimento à imprensa. 

A 79ª edição do Festival de Cannes acontece entre 12 e 23 de maio de 2026, e a Palma de Ouro honorária para Peter Jackson será entregue na cerimônia de abertura do evento. A Seleção Oficial será anunciada na quinta-feira, 9 de abril de 2026, às 16h de Brasília.

‘Liga da Justiça’: Batman e Superman juntos em cena deletada de Joss Whedon

Um usuário do Reddit compartilhou um trecho deletado deLiga da Justiça, em que Batman e Superman aparecem juntos.

A cena foi dirigida por Joss Whedon. Assista:

JL: Couple more seconds of unseen footage featuring the world’s finest together, thanks to a VFX reel from r/DC_Cinematic

Já foi confirmado que o tempo do diretor Zack Snyder no Universo Cinematográfico da DC chegou ao fim, então não devemos esperar que ele esteja por trás de ‘Liga da Justiça 2′ – se é que o filme vai acontecer.

Porém, o diretor continua divulgando detalhes de como seria a visão dele para ‘Liga da Justiça‘ antes da entrada de Joss Whedon.

Agora, um fã descobriu uma cena na versão Ultimate Cut de ‘Batman vs Superman‘ que mostrava três cruzes indicando três mortes…

Snyder então apontou que esta cena era uma referência a eventos que seriam mostrados em ‘Liga da Justiça 2‘.

Infelizmente, ele usa o hashtag de “#untilitwasnt“, o que significa que esses planos provavelmente não se concretizarão.

O que essas cruzas poderiam significar?

SOCIAL MEDIA: Zack Snyder says the trinity shot from BvS was a reference to his planned Justice League part 2, #untilitwasnt from r/DC_Cinematic

 

Snyder sempre foi muito ativo nas redes sociais, especialmente no app Vero, onde ultimamente ele tem postado fotos dos bastidores do seu último filme, ‘Liga da Justiça‘.

No entanto, fãs estão começando a ficar suspeitos de que todas as postagens possam estar dando pistas de um possível corte do diretor . A teoria da conspiração começou quando Snyder postou essa foto na rede social:

A atriz Kiersey Clemons estava cotada para viver Iris West, interesse amoroso de Barry Allen, mas sua participação foi cortada completamente na edição final do filme. Com a postagem da foto da atriz, fãs acreditam que assim como suas cenas existem, também há um corte específico do diretor para o filme.

Vocês acreditam na teoria? Querem a versão do Snyder? Ou estão esperando o Barry Allen acabar com a timeline novamente?

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

‘Os Fantasmas Se Divertem’: Musical da Broadway ganha elenco principal

Enquanto esperamos a aguardada continuação do clássico ‘Os Fantasmas Se Divertem (Beetlejuice), já anunciada por Tim Burton recentemente, a Warner Bros.revelou que a história estará voltando à vida, só que dessa vez em formato de musical, no próximo Halloween.

A adaptação musical do filme de Tim Burton fará sua estréia mundial em outubro, em uma pré-Broadway no National Theatre em Washington, DC.

Agora, o elenco principal foi anunciado pela Variety. Alex Brightman conquistou o papel de Beetlejuice e Sophia Anne Caruso interpretará Lydia, a amiga do fantasma. Confira fotos:

Alex Timbers (‘Mozart in the Jungle’), indicado duas vezes ao Tony, está a bordo para comandar a direção.

Atualmente, Tim Burton está dirigindo a versão live-action de Dumbo para a Disney.

Ranking | Da PIOR à MELHOR produção do ‘MonsterVerse’

Iniciado em 2014, o MonsterVerse é um dos poucos universos compartilhados do cinema que realmente deram certo, virando uma verdadeira máquina de dinheiro. Além de resgatar monstros gigantes icônicos do cinema, como Godzilla, Kong e o Ghidorah, a saga dos titãs nas telonas parece cada vez mais aberta ao absurdo e à diversão descompromissada.

Com o lançamento de Godzilla e Kong: O Novo Império, o CinePOP rankeou as produções do MonsterVerse, da pior à melhor, incluindo a série do Apple TV+ e o novo filme. Confira!

Godzilla II: Rei dos Monstros

Fosse pelo elenco de peso, que incluía a jovem Millie Bobby Brown no auge de Stranger Things, ou pela quantidade espetacular de monstros clássicos prometidos nos trailers, Godzilla II: Rei dos Monstros havia despertado a curiosidade dos fãs. Porém, nem mesmo o visual incrível de criaturas lendárias dos cinemas, como Ghidorah, Rodan e Mothra, foi o bastante para salvar essa bomba. Apesar de ter essa turminha da pesada interagindo e destruindo tudo por onde passavam, o filme deu mais atenção para um insuportável e desinteressante drama humano ao longo de mais de 2h. Acabou se mostrando uma grande e chata decepção.

Godzilla

Dirigido por Gareth Edwards, Godzilla foi o pontapé inicial desse universo cinematográfico. Com a proposta de revitalizar o ícone dos monstros para a atualidade, esse longa foi conduzido como uma mistura de ação com ficção científica. Para isso, o estúdio convocou um diretor que era praticamente indie na época, mas que havia feito um excelente trabalho brincando com escalas em seu projeto anterior. E seu grande mérito é justamente esse. Ele esconde o Godzilla ao máximo, criando no público a expectativa para vê-lo em tela. O problema é que isso acaba reduzindo o tempo de tela do monstro, que quase não é visto, ficando à sombra do drama desinteressante de um jovem militar ausente de carisma. É uma boa ficção, mas poderia ser melhor.

Godzilla e Kong: O Novo Império

Praticamente um Kong 2’, esse longa acompanha o gorila gigante mais famoso dos cinemas levando sua vida longe do contato humano, na Terra Oca. Depois que um monstro ancestral o humilha e consegue chegar à superfície, Kong vai precisar da ajuda de seu inimigo mortal, o Godzilla, para tentar deter essa ameaça comum. Apostando na diversão total e na destruição em massa de cartões-postais do mundo, o diretor Adam Wingard conseguiu explorar ao máximo os poderes dos titãs que estão no título, promovendo uma aventura de arrancar risadas e perder o fôlego, sendo uma experiência de pura diversão nas telonas. Infelizmente, o núcleo humano volta a ser um problema, chegando a ser meio incômodo em certos momentos.

Monarch – Legado de Monstros

Lançada no finalzinho de 2023, essa série original do Apple TV+ tem um trunfo espetacular, que é ter seu protagonista vivido por pai e filho em diferentes épocas. O Coronel Lee Shaw é vivido por Kurt Russell e Wyatt Russell nas décadas de 2010 e 1950, respectivamente. Focada no Godzilla e sua relação com a criação da organização Monarch, a série acompanha paralelamente um grupo de cientistas tendo os primeiros contatos com o ‘Zilla’ nos anos 50 e dois irmãos que estão atrás do pai em 2015, após o ataque do Godzilla no filme de 2014. O núcleo do século XX é muito mais interessante, mas a série sabe trabalhar bem a ficção, o mistério e a aventura de seus personagens, além de trazer monstros inéditos para esse universo.

Kong: A Ilha da Caveira

Primeiro filme do MonsterVerse a abraçar de vez a aventura em vez da ficção, Kong: A Ilha da Caveira é um espetáculo. Na trama, um grupo de cientistas e militares vão para a Ilha da Caveira resgatar soldados e colher uma substância que só existe lá. O núcleo humano é conduzido por Tom Hiddleston, um mercenário, e uma fotojornalista interpretada por Brie Larson. Em meio aos mistérios e criaturas monstruosas da ilha, a dupla tenta sobreviver e acaba encontrando o Kong, guardião do povo local. Cheio de situações de tirar o fôlego, o longa é esteticamente instigante e narrativamente agradável de acompanhar, já que os humanos têm dramas que importam de verdade e são carismáticos, além do protagonista, o Kong, ser incrível.

Godzilla vs Kong

Em primeiro lugar no ranking, Godzilla vs Kong conquistou até mesmo o público que não é tão voltado aos filmes de monstros gigantes. Também dirigido por Adam Wingard, o longa equilibra perfeitamente a participação dos humanos, que é reduzida para dar prioridade a uma série de lutas de monstros gigantes pulverizando prédios, cidades e até mesmo lutando em mar-aberto, com o Godzilla no mar e o Kong em um porta-aviões. É uma aventura realmente divertida e caótica, sendo o auge do MonsterVerse. Um sucesso total!

E aí, concorda com o ranking? Diga nos comentários!

Godzilla e Kong: O Novo Império está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Dentro – Willem Dafoe ESTUPENDO em Suspense Claustrofóbico da Prime Video

Todo ator quer, um dia, ter uma grande oportunidade onde possa provar todo o seu talento. Às vezes um ator ou atriz só ganha uma oportunidade, às vezes ela nunca vem diante do grande público, mas sim em esferas de menor alcance. No fundo, os atores querem mostrar ao público suas habilidades, suas superações de limites, suas capacidades de se reinventar a si mesmos ou até mesmo de conseguir dar vida a situações inóspitas. E um dos adores que adoram aceitar os mais malucos roteiros é o estadunidense Willem Dafoe, atualmente em cartaz com ‘Pobres Criaturas’. Parece que para Willem quanto mais louco for o personagem, mais interessado ele fica. Além do longa indicado ao Oscar que está nos cinemas brasileiros, o ator de ‘O Farol’ também pode ser encontrado no filme ‘Dentro’, lançamento recente da Prime Video que se mantém no Top 10 da plataforma.

Nemo (Willem Dafoe) é um ladrão altamente tecnológico, conhecedor de diversos aparatos e como desativá-los na hora certa. Certo dia, ele invade a casa de um ricaço (Gene Bervoets) no intuito de roubar algumas obras de arte, e, em específico, um autorretrato que não é encontrado em lugar algum do luxuoso apartamento. Com a ajuda de Número 3 (Andrew Blumenthal) no rádio, Nemo tenta a todo custo encontrar os bens mais ricos do milionário, porém, quando está pronto para sair do apartamento, algo dá muito errado e todas as travas automáticas da casa são acionadas, trancando o ladrão do lado de dentro. Pior ainda: diante da impossibilidade de encontrar uma saída, ele é abandonado por Número 3, que vai embora. A partir daí, começa a saga de Nemo para sobreviver dentro do apartamento, sozinho e sem conseguir encontrar uma forma de escapar.

Dentro’ tem uma hora e quarenta e cinco de duração, e em menos de quinze minutos o plot do longa é apresentado ao espectador. Isso significa que as uma hora e meia seguinte são recheadas apenas com a atuação estupenda de Willem Dafoe. Sim, isso mesmo. Uma vez que o personagem fica confinado na casa sem conseguir sair, seu objetivo é sobreviver, seja buscando comida, água ou brechas para escapar, enquanto o ator tem como desafio prender nossa atenção durante noventa minutos em que ele não dialoga diretamente com nenhuma outra pessoa.

Coprodução da Grécia, da Alemanha e da Bélgica, o roteiro de Ben Hopkins e Vasilis Katsoupis faz do limão, limonada. Partindo do mote do confinamento (provavelmente impulsionado pela realidade vivida durante a pandemia), os roteiristas elaboraram um interessante suspense dramático de prisão-escape-room que, ironicamente, é o que faz expandir a monstruosidade interpretativa de Dafoe, a qual o diretor Vasilis Katsoupis não perde nenhum ângulo.

Dando ênfase em escatologia e na ascensão e declínio do ser humano confinado, ‘Dentro’ (Inside) é um suspense psicológico com ares de experimental e um certo baixo orçamento. Não é entretenimento simples, mas para os cinéfilos agudos é uma boa oportunidade de ver em ação um grande ator se revelar em camadas acompanhando o arco dramático de um texto simples, mas que, sob a interpretação de Dafoe, se torna enorme.

‘Viúva Negra’: Coordenador de dublês de ‘Pantera Negra’ entra para o filme

Quando Viúva Negra entrar em produção, o filme ganhará um nome bastante importante para auxiliar nos dublês. Segundo o site HN Entertainment, o coordenador de dublês Darrin Prescott foi cotado para o filme.

Prescott possui um extenso currículo, incluindo trabalhos nos estúdios Marvel com Pantera Negra, e das duas iterações da franquia John Wick. A matéria também diz que o coordenador também pode auxiliar o diretor de produção, visto que já encarnou a tarefa em Deadpool 2Capitão América: Guerra Civil.

Apesar dos rumores indicarem que Viúva Negra seria o primeiro filme da Marvel para maiores, Kevin Feige, presidente dos estúdios, confirmou ao site ComicBook.com que esse não é o caso. Segundo Feige, essa ideia nunca foi considerada.

“Nunca seria [para maiores]”, ele declarou. “Alguém escreve, ‘Ouvi dizer que é para maiores de 18 anos!’, e aí viraliza”.

Viúva Negra trará Scarlett Johansson novamente em seu papel, mas ainda não ganhou uma data oficial de estreia. Antes do filme-solo, Johansson reprisa o personagem em ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

Charlize Theron está IRRECONHECÍVEL no novo trailer de ‘O Escândalo’; Confira!

A comediante e apresentadora Ellen DeGeneres divulgou o segundo trailer oficial de ‘O Escândalo‘ (‘Bombshell), filme estrelado por Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman.

Do roteirista vencedor do Oscar por ‘A Grande Aposta‘, ‘O Escândalo‘ narra a queda do criador de um império midiático após mulheres o acusarem de assédio sexual.

Confira:

A produção acompanha um grupo de mulheres que trabalha na emissora Fox News e que se posiciona contra o então chefe, Roger Ailes, por sua cultura sexista e de assédio sexual.

Na trama, McDowell vive o magnata da comunicação, Rupert Murdoch. Já Kidman vive a âncora Gretchen Carlson, com Theron interpretando a estrela da emissora, Megyn Kelly.

O elenco ainda conta com Kate McKinnonAllison Janney e John Lithgow.

A Paris Filmes lança o filme dia 30 de Janeiro de 2020 nos cinemas nacionais.

‘Time Warp’: Documentário sobre filmes cult ganha INCRÍVEL trailer oficial; Confira!

Collider divulgou com exclusividade o trailer oficial do documentário ‘Time Warp’, que celebra os grandes filmes cult de todos os tempos.

Confira:

A produção divide-se em três partes, com a primeira intitulada ‘Midnight Madness’. A trilogia é dirigida por Danny Wolf.

De The Rocky Horror Picture Show até O Grande Lebowski e tudo que há no meio, esse fascinante documentário começa a celebração dos maiores filmes cult de todos os tempos discutindo sobre o nascimento do longa da meia-noite.

O elenco inclui Jeff Bridges, Pam Grier, Rob Reiner, Barry Bostwick, Michael McKean, John Turturro, Gary Busey, Jeff Goldblum, Fran Drescher, Penelope Spheeris e Peter Bogdanovich.

‘Time Warp’ estará disponível em VOD a partir de 12 de abril.

‘Kraven, o Caçador’ contrata diretor de ‘Operação Fronteira’

Universo Cinemático Homem-Aranha está crescendo e, depois de confirmar Olivia Wilde na direção de um projeto ainda sem título (provavelmente Mulher-Aranha), o Deadline confirmou que J.C. Chandor (Operação Fronteira) ficará responsável pela adaptação de Kraven, o Caçador’.

Matt TolmachAvi Arad entram como produtores, enquanto Richard Wenk (O Protetor) fica a encargo do roteiro.

Sabe-se também que o personagem fará parte do panteão monstruoso do herói aracnídeo ao lado da sequência de Venome dos vindouros Morbius, o Vampiro Vivo’‘Jackpot’.

Fazendo sua estreia nas páginas de The Amazing Spider-Man #15, em 1964, Kraven é o alter-ego vilanesco de Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo, Kravinoff vai atrás de Homem-Aranha, seu prêmio principal, para provar ao mundo que pode destruir qualquer um.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Vale lembrar que, recentemente, Tom Holland intérprete do Homem-Aranha) disse ao Collider que gostaria de ver Jason Momoa interpretando o vilão.

Pensando nisso, um fã divulgou em seu perfil do Instagram um incrível arte imaginando Momoa como o imbatível caçador dos quadrinhos.

Confira:

Kraven atualizado com o Jason Momoa. Pessoalmente, eu acho que ele seria perfeito para o papel e também parece ser um dos favoritos do público. O que você acha?”

 

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Updated Kraven with @prideofgypsies who I personally think would be perfect and also seemed to be a crowd favorite. Let me know what you think 👌

Uma publicação partilhada por Jackson Caspersz Art 🎨 (@jackson_caspersz) a

‘Cavaleiro da Lua’: Rumor sugere estreia da série para 2022

Em questão de meses, ‘Cavaleiro da Lua’ começará a ser rodado em Budapeste e em Londres antes de estrear no Disney+. E, enquanto mais notícias não são reveladas sobre a vindoura série, um novo rumor parece ter indicado quando a produção estreia.

Segundo uma recente notícia do The Ronin, site conhecido por diversos furos de reportagens, o show será lançado no verão estadunidense de 2022, pouco depois do lançamento da série ‘Ms. Marvel.

Vale lembrar que a Marvel Studios não emitiu qualquer declaração oficial sobre os boatos.

Oscar Isaac dará vida ao personagem titular, enquanto Gregory Middleton fica responsável pela fotografia do projeto.

Mohamed Diab comanda os episódios.

Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.