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Crítica | Sete Homens e um Destino

Magnífica Refilmagem

Sete Homens e um Destino chega para quebrar um pouco a máxima de negatividade em relação aos infames remakes. A enxurrada de refilmagens que assola Hollywood há anos não é vista com bons olhos por cinéfilos e críticos, no entanto, alguns raros casos conseguem transcender esse estigma. Funcionou para Bravura Indômita (2010) dos irmãos Coen – que refizeram a obra retentora do único Oscar na carreira da lenda John Wayne, datando de 1969 – e funciona, muito bem, aqui.

No entanto, as refilmagens de Bravura Indômita e Sete Homens e um Destino não são pares. O primeiro funciona mais no sentido tradicional do gênero western, ou faroeste, enquanto o segundo, na realidade, é um blockbuster, um filme de entretenimento, um ótimo exemplar de cinemão pipoca. Historicamente o gênero faroeste não casa bem com cinemão entretenimento, isto é, quando o cerne do gênero não é respeitado. Daí, ao longo de anos recentes, fomos brindados com produções duvidosas, do nível de As Loucas Aventuras de James West (1999), Jonah Hex (2010), Cowboys & Aliens (2011), O Cavaleiro Solitário (2013) e Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola (2014).

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Quando a coisa funciona, ela vem na forma de cinema de arte, vide O Atalho (2010), Dívida de Honra (2014) e Slow West (2015) – este último ainda inédito no Brasil – ou estilizada por cineastas como Quentin Tarantino (Django Livre e Os Oito Odiados) e Alejandro G. Inarritu (O Regresso). Sete Homens e um Destino chega para mudar isso, e para mostrar que o faroeste pode sim casar com cinema entretenimento de forma bem satisfatória. Este é um grande mérito desta produção de quase US$ 100 milhões, baseada no filme homônimo de 1960, dirigido por John Sturges, que por sua vez é baseado no clássico japonês Os Sete Samurais (1954), do mestre Akira Kurosawa. A versão original gerou três sequências, A Volta dos Sete Homens (1966), A Revolta dos Sete Homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens (1972), além de uma série de TV (1998 – 2000).

No novo filme, apenas a ideia central foi mantida, tendo personagens, motivações e cenas sido repaginados. Na trama, um homem poderoso e sem escrúpulos (papel de Peter Sarsgaard, o vilão du jour, quando Christoph Waltz está de folga) passa por cima da moral e das vidas de uma pequena cidade. Uma das vítimas mais prejudicadas é a donzela vivida por Haley Bennett (em seu segundo trabalho ao lado de Denzel Washington e do diretor Antoine Fuqua depois de O Protetor). Pronta pra ser uma estrela (eu já sabia disso desde que a vi no obscuro Kaboom, de Gregg Akari), a jovem Bennett tem um dos personagens de destaque aqui e consegue segurar bem o nível ao lado de um elenco tão renomado. É sua personagem quem faz a trama girar, se comportando como as prostitutas do agora clássico de Clint Eastwood, Os Imperdoáveis (1992) – meu faroeste preferido.

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Emma Cullen (Bennett) é quem contrata os serviços do caçador de recompensas Chisolm, papel do sempre maravilhoso Denzel Washington, e ele, por sua vez, reúne mais seis filhos da mãe malvados para despejar um pouco de sua própria justiça nos malfeitores. Esqueça aquela bobagem recente, este é o verdadeiro Esquadrão Suicida, e funciona muito melhor em todos os quesitos almejados pela superprodução da Warner, seja na ação, na introdução de personagens, motivações, montagem e humor. De um em um, Chisolm recruta seu time de loucos desalmados, que faz uso do beberrão inconsequente Faraday (Chris Pratt), do urso eremita Jack Horne (Vincent D´Onofrio), do bandido mexicano (Manuel Garcia-Rulfo, num papel que seria do nosso Wagner Moura), do índio Red Harvest (Martin Sensmeier) e da dupla de golpistas Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke) e Billy Rocks (Byung-hun Lee). Está montada a festa.

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Sete Homens e um Destino mescla e transita bem entre estilos, girando o tom entre humor e drama de forma exímia. Parece fácil. Não é. O filme também nos brinda com um dos melhores elencos do ano, deixando todos bem confortáveis em seus típicos papeis. Na realidade, poucos atuam contra o tipo – quem sabe Ethan Hawke desenvolva melhor um personagem que nunca interpretou anteriormente, e não por acaso é um dos melhores em cena, dono do personagem mais interessante do filme. Pratt faz bem a rotina na qual tem ficado marcado, e Washington igualmente – embora este último exale boa atuação até mesmo de um espirro.

O grande porém se dá pela previsibilidade do roteiro, escrito por Richard Wenk (O Protetor) e Nic Pizzolatto (criador do programa True Detective), que transforma o terceiro ato num grande filme ação, onde tiros correm soltos de maneira incontrolável até que o último corpo esteja de pé. Mas este também não é um duelo de pistolas real, é um confronto esquematizado, no qual a maioria dos tiros atingem somente os inimigos, deixando os protagonistas imunes, ou a serem atingidos somente em momentos chave. Essa fórmula que se alonga um pouco e pode cansar, tira parte do brilho do que poderia ser um verdadeiro achado. Nada que arruíne o resultado final do novo produto do talentoso diretor Fuqua, nesta reunião da neo obra-prima Dia de Treinamento (2001).

Velozes e Furiosos 11 | Quais ASTROS de Hollywood queremos ver no último filme da franquia?

Velozes e Furiosos 9 se tornou o maior filme da primeira metade de 2021, com mais de US$ 716 milhões arrecadados mundialmente.

Quem diria que um longa sobre rachas de carros, que funcionava em grande parte quase como um remake de Caçadores de Emoção (1991), viria a se tornar o MCU (Marvel Estúdios) da Universal Pictures?

A franquia vai ganhar mais dois filmes, e já encontrou lugar no coração dos fãs e se ergueu a um patamar multimilionário semelhante aos filmes da Marvel. Velozes e Furiosos, com o filme 9, se tornou a quinta franquia mais rentável do cinema, atrás somente de séries cinematográficas colossais, vide Harry Potter, Star Wars e os citados filmes da Marvel.

Assim como no MCU, a franquia Velozes e Furiosos já gerou seu próprio derivado com Hobbs e Shaw, e planeja filmes solo para a vilã Cipher (Charlize Theron), o trio de mulheres vivido por Michelle Rodriguez, Jordana Brewster e Nathalie Emmanuel, e quem sabe até para o “ressuscitado” Han (Sung Kang).

Pensando nesse sucesso estrondoso que não tem hora para acabar e no fato de que cada vez mais astros adentram a “família”, vide Helen Mirren, Kurt Russell, John Cena e a própria Theron, resolvemos formular nossa lista com alguns nomes que vem sendo mencionados pelo elenco da franquia como possíveis escalações para vindouros capítulos, sejam eles parte da cronologia oficial ou de algum derivado.

Dinheiro para oferecer é que não falta para estes filmes. Confira abaixo e comente quais são possibilidades reais de vermos ao lado de Vin Diesel e companhia, e quais são puro sonho e fantasia.

Viola Davis

Em entrevista exclusiva para o CinePOP, a gracinha Nathalie Emmanuel revelou que gostaria de ver Viola Davis como membro do elenco num próximo filme. Coincidentemente, a vencedora do Oscar Viola Davis estrelou um thriller de ação ao lado de Michelle Rodriguez (Viúvas, 2018), estrela da franquia. Fora isso, Davis não é estranha a filmes de entretenimento, vide os dois Esquadrão Suicida da Warner. Seria muito legal vez a atriz durona vivendo uma personagem saída do passado da misteriosa Letty (Rodriguez), por exemplo. Ou quem sabe ligada à própria Ramsey (Emmauel).

Rita Moreno

Essa parece mais certa de acontecer. Veteraníssima consagrada, a porto-riquenha Rita Moreno, de 89 anos, atua no cinema desde 1950 e tem no currículo filmes clássicos como O Rei e Eu (1956) e Amor, Sublime Amor (1961) – que a presenteou com uma estatueta do Oscar de atriz coadjuvante. Moreno vem sendo citada por Vin Diesel como preferida para o papel da vovó Toretto, provavelmente já para o décimo filme da franquia. A notícia chegou até os ouvidos da estrela, que disse estar apenas esperando o telefonema para topar a empreitada. Isso vai ser muito bom!

 

Rihanna

A cantora Rihanna foi mencionada por Tyrese, intérprete do alívio cômico Roman, como favorita para uma adição ao elenco nos próximos filmes. E ele é bobo? A atitude Bad Ass, a estrela da música carrega até em sua vida pessoal, além dos palcos, é claro. Fora isso, Rihanna já estrelou superproduções no passado, fazendo inclusive papeis de durona. Infelizmente, suas investidas não resultaram filmes, digamos, muito queridos pelo público e crítica, vide Battleship – A Batalha dos Mares (2012) e Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (2017). Por isso, faria bem para a carreira de Rihanna como atriz participar de um filme bem sucedido para variar. Quem sabe, seguindo a onda de Velozes e Furiosos 9, ela pudesse aparecer como a irmã vilã de Letty ou Ramsey.

Gal Gadot

Quando encarnou com perfeição a super-heroína Mulher-Maravilha pela primeira vez em Batman vs Superman (2016), a israelense Gal Gadot já havia se despedido da franquia Velozes e Furiosos, onde permaneceu pelos capítulos 4 (2009), 5 (2011) e 6 (2013). Ao ganhar filme próprio da Amazona da DC, Gadot foi alçada ao patamar de estrela de Hollywood, protagonizando a sequência Mulher-Maravilha 1984 (2020) e inclusive sendo escalada para viver a nova Cleópatra no cinema. Com o personagem Han voltando dos mortos neste nono filme, o ator Sung Kang fez coro ao lado do CinePOP para trazer Gisele, a personagem de Gadot, de volta também num próximo filme, com a hashtag #BringGiseleBack. E ao que parece, a campanha funcionou e a atriz deve voltar.

Denzel Washington

Este pode ser um sonho distante. Seja como for, tudo é possível. E foi Tyrese novamente que citou o desejo em ter o astro prestigiado e vencedor de 2 Oscar, revelando ter sido Denzel o motivo de ter começado na carreira de ator. Washington não é muito adepto destas franquias multimilionárias do cinema, optando por filmes de entretenimento que tenham, digamos, certa relevância aos adultos igualmente. Talvez esta resistência do ator em entrar num produto mirado aos jovens e os adolescentes tenha feito despertar um grande interesse dos fãs em que Denzel aceite algum papel em uma franquia grande. O ator também é muito citado para viver Magneto na Marvel, agora que os direitos dos X-Men estão com a Disney. Quem será que ganha a disputa para ter o ator? Nossa resposta seria: que ele apareça nas duas.

Matt Damon

Tyrese vive o tagarela Roman nas telas, mas na vida real o ator não sai perdendo com sua boca grande metralhando sobre qualquer assunto. No passado, isso rendeu polêmica para o ator e a franquia. Mas num aspecto positivo, Tyrese não tem papas na língua sobre quem ele gostaria de ver aderindo à “família”. Depois de mencionar Rihanna e Denzel Washington, dois ídolos para ele, o ator comentou também sobre a possibilidade de ter Matt Damon adentrando. O motivo é simples, Damon é a estrela de outra franquia da Universal, os filmes de Jason Bourne. Embora um crossover entre estas duas franquias não esteja nos planos, seria legal ver o ator interpretando um derivado de Bourne no papel de um super espião em Velozes e Furiosos.

Eva Mendes

Igualmente saída do segundo filme da franquia (+ Velozes + Furiosos), a atriz cubana Eva Mendes está meio sumida das telas, sem atuar desde 2014, mas foi figura marcante na década de 2000. Mendes foi a protagonista feminina do segundo Velozes e Furiosos, no papel da policial Monica Fuentes, infiltrada numa organização criminosa a fim de desmembra-la. Ela alista a ajuda do ex-agente do FBI Brian (Paul Walker), que leva o colega Ronan na história. Mendes e sua Monica voltaram a aparecer numa cena pós-créditos de Velozes e Furiosos 5 (2011), onde revela ao policial Hobbs (Dwayne Johnson) que Letty está viva – formando assim o gancho para o sexto filme. Desde então, muitos fãs querem vê-la de volta e não apenas numa pontinha, mas participando da ação. Vin Diesel, o homem por trás da franquia, não descarta a possibilidade.

 

Anitta

Nossa musa brasileira Anitta é uma das maiores cantoras do país e já iniciou uma carreira de sucesso internacional. Mulher de negócios muito bem sucedida, Anitta tratou de descolar um documentário na Netflix e faz parte da trilha sonora de Velozes e Furiosos 9 – com direito a foto lado a lado com o astro da franquia, Vin Diesel. Se resolvesse unir as duas coisas, Anitta poderia aparecer como atriz num próximo filme da franquia, mesmo que fosse apenas como uma personagem menor inicialmente. Cantoras na franquia não são algo estranho, já que a rapper Cardi B fez sua estreia neste nono filme, e é mencionada para o retorno no próximo. Lembrando que o décimo filme trará a “família” de volta ao nosso território tupiniquim. Ou seja, seria a deixa perfeita para Anitta dar as caras em seu carrão turbinado.

Paul Walker

Tão importante quanto Vin Diesel para a consolidação de Velozes e Furiosos no imaginário popular coletivo, Paul Walker se foi cedo demais, falecido em 2013, aos 40 anos, após um acidente automobilístico. Walker filmava o sétimo filme quando morreu sem terminar sua participação. A solução para os realizadores, após adiarem o filme em um ano, foi concluir as cenas do ator com o uso de efeitos especiais misturados com dublês, entre eles os irmãos do ator. A homenagem de despedida foi lindíssima. Desde então vêm sendo mencionada uma possível volta do personagem Brian para a história, por maior sacrilégio que isso possa parecer. O próprio diretor Justin Lin comenta com frequência sobre essa possibilidade. Golpe baixo para lucrar nas bilheterias? Ou uma forma de atender o desejo dos fãs de uma nova aparição do personagem querido?

‘The Sinner’: 2ª temporada ganha cartaz; Confira!

“Os pecados de uma criança nunca são apenas seus.”

A 2ª temporada de ‘The Sinner‘ ganhou o seu primeiro cartaz.

Confira:

Os novos capítulos chegam em 1º de agosto nos Estados Unidos.

Porém, ainda não se sabe se a Netflix Brasil irá exibir os novos episódios simultaneamente com os EUA.

O elenco da segunda temporada conta com Carrie Coon (‘Garota Exemplar‘), Hannah Gross (‘Mindhunter‘), o menino Elisha Henig e o retorno de Bill Pullman como o detetive Harry Ambrose.

Jessica Biel, protagonista da primeira temporada, retornará apenas como produtora.

‘Hellboy’ ganha nova arte SENSACIONAL; Confira também o novo trailer!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou uma nova arte sensacional.

Confira:


Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ deve DECEPCIONAR nas bilheterias

Ao contrário das expectativas, ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ deve decepcionar em seu primeiro final de semana nos EUA. Projeções indicavam que o longa estrearia entre US$ 35-40 milhões no país, porém não deve conseguir ultrapassar os US$ 30 milhões.

Previsões atuais indicam que a sequência deve arrecadar decepcionantes US$ 27.1 milhões.

De acordo com o Deadline,  o orçamento total da produção ficou na casa dos US$ 185 milhões, sendo necessário o filme arrecadar ao menos US$ 470 milhões para começar a gerar lucro.

No mercado internacional, o longa também está tendo uma performance abaixo do esperado. Na China, a sequência deve estrear com US$ 30 milhões, bem abaixo das projeções que indicavam uma abertura na casa dos US$ 40-50 milhões.

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Mais de duas décadas após os eventos de ‘O Julgamento Final’, Sarah Connor (Hamilton) precisa proteger uma jovem chamada Dani Ramos (Reyes) e seus amigos de um Exterminador (Luna) enviado do futuro para aniquilá-las.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa já está em exibição nos cinemas.

‘Star Wars’: John Boyega afirma não ter interesse em retornar à franquia

Através do seu Instragram, o ator John Boyega foi questionado por um fã sobre um possível retorno da franquia ‘Star Wars‘, mas o astro descartou a possibilidade, afirmando ter “seguido em frente”.

Ano passado, em entrevista ao Comic Book, o ator já havia afirmado não ter interesse em retornar à franquia: “Estou pronto para uma vida além de ‘Star Wars’. É meio triste por causa das conexões que fiz nos bastidores, as pessoas incríveis e importantes para minha vida, especialmente o Oscar [Isaac] e a Daisy [Ridley]. Agora, estou pronto para ver a nossa amizade crescer no mundo real.”

Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Meu Malvado Favorito 1 e 2’ serão REMOVIDOS da Netflix em duas semanas

Última chance para conferir os filmes da franquia ‘Meu Malvado Favorito‘ na Netflix!

Os dois primeiros filmes da saga que atualmente estão disponíveis no serviço de streaming serão removidos do catálogo brasileiro em menos de duas semanas, no dia 17 de abril.

Vale destacar que diversos filmes da DreamWorks foram removidos da Netflix no mês passado, incluindo ‘Bee Movie – A História de uma Abelha‘, ‘Kung Fu Panda‘, ‘Kung Fu Panda 2‘, ‘Megamente‘, ‘Os Sem-Floresta‘, ‘Como Treinar o seu Dragão‘, ‘Por Água Abaixo‘ e ‘Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais‘.

Após diversos adiamentos por causa da pandemia de COVID, a Illumination e a Universal Pictures anunciaram que a sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ será lançada no dia 1º de julho de 2022.

Confira o trailer completo:

Kyle BaldaBrad Ableson Jonathan del Val dirigem a sequência, que vai focar no primeiro encontro entre os adoráveis bichinhos amarelos e o perigoso vilão Gru (Steve Carrell).

Kevin HartMargot RobbieDave BautistaPierre Coffin completam o elenco.

Andrew Garfield compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Para promover o lançamento do musical ‘tick, tick…Boom!‘, a Netflix convidou o ator Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) para compartilhar uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.

Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”

Steven Levenson assina o roteiro.

Joshua HenryMj RodriguezBradley WhitfordTariq TrotterVanessa HudgensJudith Light completam o elenco.

Adaptação de ‘Ghost of Tsushima’ será filmada completamente em japonês

De acordo com o Deadline, o diretor Chad Stahelski (‘John Wick’) revelou novos detalhes sobre a adaptação ‘Ghost of Tsushima‘, confirmando seus planos de filmar o projeto completamente em japonês.

“Se nós fizermos essa adaptação do jeito certo, será visualmente impressionante. É uma história focada nos personagens e há muitas oportunidades para cenas de ação. Nós tentamos nos manter fieis aos personagens, com o elenco inteiro japonês e com a língua japonesa. A Sony Pictures apoiou nossa decisão. Eu tenho viajado ao Japão desde que tinha 16 anos. Eu amo esse país, amo as pessoas e amo a linguagem.”

Sobre a barreira linguística ser um problema quando a adaptação for lançado no território norte-americano, Stahelski declara: “As pessoas vão aparecer nos cinemas para essa adaptação? Acredito que sim. A única coisa que realmente pode prejudicar o filme seria um visual ruim, ação mediana ou uma história complicada. Se nos acertarmos todos esses elementos, acredito que podemos inspirar as pessoas a irem aos cinemas conferirem.”

Takashi Doscher (‘Procurada’) assina o roteiro da adaptação.

“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”

O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.

Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.

“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.

Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.

Gerard Butler quebra tudo no novo trailer de ‘Missão de Sobrevivência’; Confira dublado e legendado!

A Diamond Films divulgou o novo trailer de ‘Missão de Sobrevivência‘, filme de ação estrelado por Gerard Butler (‘Alerta Máximo’).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de julho.

Ric Roman Waugh é responsável pela direção. O longa marca a reunião do cineasta com o astro Gerard Butler, que já haviam trabalhado juntos em ‘Invasão ao Serviço Secreto‘ (2019) e ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (2020).

Tom Harris (Butler) é um agente secreto da CIA que está em uma ação no Oriente Médio. Depois de ter sua explosiva missão e identidade reveladas, Harris se vê encurralado no coração de um território hostil. Para escapar, ele e seu tradutor precisam sair do deserto e chegar o mais rápido possível em uma base em Kandahar, fugindo de forças de elite inimigas e de espiões internacionais que querem matá-los.

O elenco conta com Ali Fazal, Bahador Foladi, Olivia-Mai Barrett, Nina Toussaint-White, Rebecca Calder, Ross Berkeley Simpson, Vassilis Koukalani, Hakeem Jomah e Tom Rhys Harries.

‘Star Wars: The Acolyte’ ganha cartaz, sinopse e data de estreia; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro cartaz da série ‘Star Wars: The Acolyte‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada no dia 4 de junho.

Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…

Confira o cartaz:

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) serve como showrunner.

A trama é ambientada 100 anos antes dos eventos do filme ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘ (1999).

O elenco conta com Amandla Stenberg, Lee Jung-jae, Manny Jacinto, Dafne Keen, Jodie Turner-Smith, Rebecca Henderson e Charlie Barnett.

PETA protestará contra ‘Nosferatu’ em defesa dos ratos: “Eles não causaram a peste negra”

De acordo com o Variety, o PETA planeja fazer um protesto em uma exibição de ‘Nosferatu‘ por causa da maneira pejorativa e das “falsas representações” impostas aos ratos durante a narrativa do longa.

A organização em defesa dos direitos animais pretende enviar um “rato gigante” para o cinema em que o filme será exibido para “esclarecer” os fatos sobre os 5 mil ratos vivos que o diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’) usou durante uma cena do filme.

Na cena em questão, os ratos invadem Londres e trazem a peste negra com eles.

Em comunicado oficial, Lauren Thomasson, diretora do PETA, declarou: “Um humano não tem mais probabilidade de ser ferido ou morto por um rato na vida real do que por um vampiro, e falsas representações desses animais como arautos da morte negam aos espectadores a chance de vê-los como os indivíduos inteligentes, sociais e afetuosos que são. As únicas ‘pragas’ com as quais os espectadores de cinema precisam se preocupar são os diretores que submetem os animais ao caos e à confusão de um set de filmagem, e o PETA encoraja todos a enxergarem através desses estereótipos vergonhosos e dar aos ratos o respeito que eles merecem.”

Vale lembrar que ‘Nosferatu‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro.

“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Sydney Sweeney se RECUSA a falar sobre POLÊMICO comercial de jeans

De acordo com a Vanity Fair, Sydney Sweeney (‘Euphoria’) se recusou a responder qualquer pergunta envolvendo seu polêmico comercial da American Eagle, que foi criticado por alegadamente fazer alusão a supremacia racial.

“Eu estou aqui para apoiar meu filme e as pessoas envolvidas em seu desenvolvimento. Não estou aqui para falar sobre jeans,” declarou a artista.

A atriz estava promovendo ‘Christy‘, filme biográfico em que ela interpreta a boxeadora Christy Martin, que estreará no festival de Toronto nesta sexta-feira (5).

Sobre o longa, ela declarou: “Em toda luta que vocês assistirem, a gente realmente está se socando. A gente usa toda a força. Eu sempre acreditei que não seria possível fazer parecer real se fosse um dublê ou se os golpes fossem simulados.”

Vale lembrar que o polêmico comercial fez um trocadilho com “genes” e “jeans”, o que gerou um debate sobre referência à eugenia. A discussão, no entanto, ultrapassou os limites da publicidade e foi parar no centro de um embate político-cultural nos Estados Unidos. Após críticas de vozes progressistas que apontaram a campanha como uma celebração da supremacia branca e de um padrão corporal excludente, a Casa Branca não ficou em silêncio.

Steven Cheung, gerente de comunicações do governo, reagiu duramente em uma publicação na rede X (Twitter), chamando a indignação da esquerda de “estúpida” e representativa de por que “os americanos votaram como votaram em 2024”.

Ele escreveu: “Cancelamento descontrolado. Esse pensamento liberal distorcido, imbecil e denso é um dos grandes motivos pelos quais os americanos estão cansados dessa besteira”.

O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.” — fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.

Confira o comercial:

A apresentadora conservadora Megyn Kelly também se pronunciou, defendendo Sweeney e criticando o que chamou de “a loucura da esquerda”:

“Ela está sendo chamada de supremacista branca porque fez um comercial de calça jeans. Isso é uma propaganda de jeans, não supremacia branca. Eles estão revoltados porque querem decidir quem pode ou não ser o rosto dos ‘melhores genes’ da América”, declarou em seu programa.

Kelly argumentou que o anúncio claramente se refere ao corpo de Sweeney — algo que a atriz já tornou marca registrada em campanhas anteriores — e que as reações mostram uma intolerância da esquerda em aceitar qualquer representação que não esteja alinhada a suas pautas.

Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade. E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.

O Sol Nasce Para Todos

(The Sun Rises on Us All)

 

Elenco:

Zhilei Xin
Songwen Zhang
Shaofeng Feng

 

Direção: Shangjun Cai

Gênero: Drama

Duração: 133 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 25 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em O SOL NASCE PARA TODOS, ex-amantes se reencontram após muitos anos e revivem sentimentos marcados por amor, sacrifício e arrependimento. Entre despedidas dolorosas e lembranças do passado, duas pessoas perdidas finalmente se reconhecem e se abraçam.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Shangjun Cai também assina o roteiro ao lado de Nianjin Han;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Linkin Park emite carta emocionante em tributo a Chester Bennington

Na manhã desta segunda-feira (24), a banda Linkin Park liberou uma carta emocionante em tributo a Chester Bennington, falecido na última quinta-feira (20).

Confira na íntegra:

“Querido Chester,

Nossos corações estão partidos. As fortes ondas de tristeza e negação ainda estão arrebatando nossa família, à medida que vamos aceitando o que aconteceu.

Você tocou tantas vidas, talvez mais do que você tenha percebido. Nos últimos dias, nós testemunhando uma extensão de amor e apoio, ambos privados e públicos, de todo o mundo. [A esposa de Bennington] Talinda e sua família agradecem e querem que o mundo saiba você foi o melhor marido, filho e pai; a família jamais estará completa sem você.

Conversando contigo sobre nossos anos vindouros juntos, sua empolgação era contagiante. Sua ausência deixa um vazio que jamais poderá ser preenchido – uma voz poderosa, engraçada, ambiciosa, criativa, gentil e generosa está fazendo falta na sala. Nós estamos tentando nos lembrar que os demônios que o levaram para longe de nós sempre fizeram parte do acordo. Afinal de contas, foi o jeito que você cantava sobre esses demônios que fez com que todo mundo se apaixonasse por você desde o começo. Você destemidamente os colocou à mostra e ao fazer isso, nos uniu e nos ensinou a sermos mais humanos. Você tinha o maior coração e fez questão de expô-lo abertamente.

Nosso amor por criar música e apresentá-la é inextinguível. Enquanto não sabemos que caminho nosso futuro pegará, nós sabemos que cada uma das nossas vidas ficaram melhores graças a você. Obrigado por esse presente. Nós te amamos e sentimos muito a sua falta.

Até nos vermos novamente,

LP”

A banda também criou um site especial, onde os fãs podem mandar mensagens de apoio e fazer homenagens a Chester. Acesse aqui.

Chester tinha 6 filhos, de duas esposas. O cantor lutava com a dependência de álcool e drogas, e no passado já havia pensado em suicídio por ter sido abusado na infância por outro homem.

Além de cantor, Chester também era ator, e participou de filmes como Adrenalina (2006), Adrenalina 2 (2009) e Jogos Mortais – O Final.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ ganha novo vídeo dos bastidores; Assista!

Han Solo: Uma História Star Wars‘ já está entre nós e ganhou um novo vídeo, que traz os bastidores da produção.

Assista:

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Zoe Saldana comemora o retorno de James Gunn

O retorno de James Gunn à direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ não foi celebrado apenas pelos fãs. A atriz Zoe Saldana, intérprete de Gamora na franquia, também comemorou a decisão da Disney.

Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz comentou sobre a importância do estúdio dar o exemplo quando o assunto é redenção e segundas chances.

Disse:

“Eu tenho orgulho dele e estou feliz por ele estar de volta. Também tenho tanto orgulho da Disney. Na verdade, me orgulho de todos os líderes por trás dessa grande empresa, que decidiram liderar pelo exemplo. Espalhar essa mensagem de redenção é importante”.

 

Com Gunn de volta à direção, o filme, que está sob o título de ‘Hot Christmas’, começará a ser filmado apenas em fevereiro de 2019.

Vários fatores influenciaram na escolha da data em questão, sendo a mais importante o fato de que o cineasta ainda está atado ao reboot ‘O Esquadrão Suicida’, cujo lançamento ocorre em agosto de 2021. Logo, é provável que o diretor termine seu trabalho dentro do DCEU antes de retornar para a Marvel.

 

Confira os títulos que estreiam na Netflix na última semana de abril

O mês de abril está chegando ao seu fim e nesta última semana, muita coisa boa será lançada na plataforma de streaming da Netflix.

Entre as principais estreias está a cinebiografia ‘Feito na América‘, estrelada por Tom Cruise, a quarta temporada de ‘The Last Kingdom‘, além da nova série original do streaming, ‘Eu Nunca‘ – inspirada na adolescência da comediante Mindy Kaling.

E para você não perder nenhum lançamento e ficar por dentro de tudo que chega ao final desse mês, confira a agenda completa de estreias dessa semana!

26/04

The Last Kingdom: Temporada 4
Eduardo e Aethelflaed debatem o futuro da Mércia e o sonho de uma Inglaterra unida. Uhtred tenta recobrar seu direito de nascimento.

Feito na América
Um piloto vira informante da CIA e usa seus contatos no governo para contrabandear cocaína para Pablo Escobar. Com Tom Cruise.

27/04

Eu Nunca…
Comédia sobre a vida de uma adolescente americana filha de indianos, inspirada na infância da humorista, atriz e roteirista Mindy Kaling.

Pai em Dose Dupla
Um padrasto bem intencionado recebe o ex-marido machão de sua mulher. O que era uma visita de família logo descamba em uma guerra de pai contra pai. Com Mark Wahlberg e Will Ferrell.

Pai em Dose Dupla 2
A vida ia muito bem para esses dois pais dividindo a criação dos filhos, até chegarem os avôs. Um machão durão e o outro mole demais. Com Mark Wahlberg, Will Ferrell, John Lithgow e Mel Gibson.

29/04

Cozinhando com Nadiya
Nesta série de gastronomia, Nadiya Hussain traz dicas brilhantes, ingredientes fantásticos e delícias rápidas, ideais para economizar tempo sem estragar o apetite.

Secreto e Proibido
Ao se apaixonarem em 1947, duas mulheres (Pat Henschel e a jogadora de beisebol Terry Donahue) começaram uma jornada de 65 anos de amor e superação de preconceitos.

Clemência – A História de Cyntoia Brown
Com 16 anos, Cyntoia Brown é condenada à prisão perpétua. Mas questionamentos sobre seu passado, sua fisiologia e a própria lei põem sua culpa em xeque.

30/04

Ricos de Amor
Na empresa do pai, ninguém sabe que Teto é filho do dono. Mas as coisas se complicam quando ele se apaixona por Paula e lhe diz que veio de uma família pobre. Com Giovanna Lancellotti, Danilo Mesquita, Fernanda Paes Leme, Lellê e Bruna Griphao.

Mentiras Perigosas
Uma cuidadora sem dinheiro herda a propriedade do idoso que atendia. Mas a herança vem acompanhada de segredos sombrios, trapaças e perigos.

Gostosas, Lindas & Sexies
Quatro amigas trocam dicas para procurar e manter relacionamentos no Rio de Janeiro, uma cidade tão glamourosa quanto elas. Com Carolinie Figueiredo, Cacau Protásio, Lyv Ziese e Mariana Xavier.

Drifting Dragons
Com dragões no cardápio, a tripulação da Quin Zaza parte em uma caçada. Se fracassarem, o estômago vazio será o menor dos problemas.

[EXCLUSIVO] ‘Falcão e o Soldado Invernal’: Série parece um “filme de seis horas”, revela Erin Kellyman

Falcão e o Soldado Invernal‘ apresentou aos fãs do MCU uma nova e intrigante personagem, vivida pela Erin Kellyman.

Na pele de Karli Morgenthau, a atriz vive uma ousada jovem, que possui planos ambiciosos que prometem redefinir e comprometer o mundo. E para Kellyman, a expansão narrativa dos dois membros dos Vingadores – para o formato televisivo – pode ser diferente, mas segue o mesmo padrão de qualidade cinematográfica que os cinéfilos estão acostumados a ver nas telonas.

E em uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, a atriz comentou sobre a grandiosidade que envolve a produção da série:

“Para ser honesta, definitivamente me pareceu que estávamos gravando um filme de seis horas. Há muita coisa acontecendo – eu preciso de mais olhos para conseguir absorver tudo. Eu acho incrível que a série possui a mesma atmosfera que um filme, só que você consegue algumas horas a mais”. 

Kellyman foi ainda mais além e comentou sobre a sensação de fazer parte do MCU, o que lhe garante uma projeção internacional ainda maior:

“Na maior parte eu nem acreditava. Quando descobri que consegui o papel, pensei: ‘Isso será insano’. Mas a ficha não caiu logo de cara – Eu ainda acho que não caiu até agora. Eu cresci assistindo aos filmes da Marvel. Poder estar em um deles agora e poder trabalhar com pessoas das quais eu sempre assisti é inacreditável. É simplesmente surreal poder trabalhar com [Anthony] Mackie e Sebastian [Stan]. Eu aprendi muito”. 

Vale lembrar que o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Quiet on Set | Revelações de Drake Bell, pedofilia e os principais escândalos do doc que chocou os EUA

Paras as crianças e adolescentes millennials, a Nickelodeon sempre foi uma memória afetiva viva. Cheia de cores, um humor bastante peculiar e personagens únicos que pautavam tardes inteiras no sofá, a popular emissora norte-americana rapidamente se esgueirou para dentro dos lares de famílias entre os anos 90 e 00, se tornando fundamental na construção cultural de toda uma geração. No entanto, para muitos de seus astros, o amado canal é também uma densa sombra que os persegue com algumas das lembranças mais dolorosas.

Muitas delas vieram à tona na nova minissérie documental lançada no streaming MAX, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV. Com quatro episódios, a produção esmiuça o auge da emissora (entre os anos 90 e 2010), dilacerando alguns dos instantes mais sombrios vividos por membros da equipe de produção e principalmente seu elenco infantil.

Nascida em 1977, a emissora voltada para a programação infanto-juvenil viu sua história ser transformada com a chegada de Dan Schneider. Atarracado e habilidoso com as palavras, o jovem produtor se tornou o Menino de Ouro da emissora, redefinindo o significado de conteúdo infantil em 1994, com a estreia de sua primeira produção pelo canal, All That.

O programa de sketches inspirado no aclamado Saturday Night Live, voltado para o público infantil, foi o marco zero de algumas das figuras mais icônicas da audiência. Amanda Bynes, Kenan Thompson e Kel Mitchell tiveram sua estreia nas telinhas nessa série, que futuramente se desabrochou em outras duas sitcoms derivadas de enorme sucesso: Kenan & Kel e The Amanda Show. E foi nessa última que o mundo foi apresentado a Drake Bell e Josh Peck, que futuramente viriam a estrelar sua própria derivada, a amada Drake & Josh. Todas criadas e produzidas por Schneider.

Mas por trás de muito sucesso, abusos dos mais diversos foram relatados por aqueles que viveram boa parte de seu tempo nos bastidores da Nickelodeon. E com revelações tão escandalosas e difíceis, vieram também as reações mais diversas da audiência. E não seria por menos. De comportamentos estranhos, pedófilos condenados trabalhando nos bastidores e um escandoloso caso de abuso sexual envolvendo uma estrela mirim, é natural que todos fiquem em choque.

E o CinePOP separou as revelações mais escandalosas que Quiet on Set nos trouxe em seus quatro episódios. Com assuntos profundamente delicados apresentados, é fundamental ressaltar que o texto lida com temáticas sensíveis e pode não ser adequado para todos os públicos.

Drake Bell revela ter sido abusado sexualmente por um Treinador de Diálogos

De acordo com o documentário, Brian Peck era uma figurinha carimbada na Nickelodeon e frequentemente fazia participações especiais nas principais séries infantis. Mas o que pouco chamava a atenção era o seu estranho relacionamento com Drake Bell. Na época menor de idade e despontando na Nickelodeon com a série The Amanda Show, o jovem foi gradativamente aliciado pelo Treinador de Diálogos, que garantiu que seus pais fossem afastados para que ele tivesse acesso mais fácil ao garoto.

Ao longo do 3º episódio de Quiet on Set, Joe Bell, pai de Drake, revelou ter percebido um comportamento suspeito por parte de Peck e cuidou para que ele jamais ficasse só com seu filho. No entano, Brian teria manipulado Robin Dodson, mãe do ator, forçando Joe a abrir mão de continuar empresariando e acompanhando o garoto em seu trabalho. Ainda assim, antes de ser afastado de Drake, o patriarca exigiu que sua ex-esposa monitorasse o filho e jamais o deixasse perto demais do funcionário da Nickelodeon. Infelizmente ela não seguiu sua recomendação.

Com Peck se aproximando cada vez mais de Drake, rapidamente ambos começaram a passar mais tempo juntos, a ponto do ator ficar noites inteiras na casa desse colega, julgando que seriam grande amigos. No entanto, foi ali que os abusos começaram. E embora o astro não tenha especificado toda a violência que sofreu, os autos do processo são apresentados no documentário, evidenciando que Bell teria sido vítima de sodomização, penetração com objetos distintos e uma série de outras práticas sexuais.

Em sua entrevista, Drake afirma “apenas pense nas piores coisas que alguém poderia sofrer. Foi isso”.

Brian Peck é condenado por pedofilia, mas volta a trabalhar em série infantil da Disney

Em 2003, antes mesmo do início das gravações da 1ª temporada de Drake & Josh, o ator admite para sua mãe ter sido abusado sexualmente, dando início a uma caçada por Peck. Drake é orientado pela polícia a conseguir uma confissão de seu agressor por telefone, acarretando em sua prisão em flagrante e eventual condenação após o julgamento.

Sua sentença foi apenas de 16 meses, resultando também em sua auto declaração como “sex offender”. Tal informação se torna um registro permanente vinculado ao nome do agressor, como forma de alerta para o restante da população. Ainda assim, isso não o impediu de retornar a trabalhar em Hollywood. Pouco tempo depois do cumprimento de sua pena, Brian passa a trabalhar na série infantil Zack & Cody: Gêmeos em Ação, estrelada por Dylan e Cole Sprouse.

Brian Peck, pedófilo confesso, recebe cartas de apoio de celebridades como James Marsden

Em seu julgamento por abuso sexual de menor, Brian Peck recebeu 41 cartas de apoio de personalidades hollywoodianas, que estavam seladas e foram abertas pela primeira vez em 20 anos. Tais documentos são geralmente enviados para que a Corte avalie e pondere sobre a possibilidade de uma redução de pena.

Muitas das cartas solicitavam que o juiz colocasse Peck em liberdade condicional, ao invés de fazê-lo cumprir pena na prisão. Entre os apoiadores estavam atores como Ron Melendez, Alan Thicke, James Marsden, Rider Strong, Will Friedle e Taran Killam, ex-co-estrela de Bell em The Amanda Show.

Na carta de Marsden, o ator afirma “garanto-lhe que o que Brian passou no ano passado foi o sofrimento de uma centena de homens”.

Histórico de pedófilos nos bastidores da Nickelodeon

Embora o caso de Brian Peck seja o mais chocante e detalhado no documentário Quiet on Set, outros dois funcionários da Nickelodeon foram condenados por pedofilia. Na primeira metade da minissérie, somos apresentados a Jason Hardy, assistente de produção de All That e The Amanda Show no início dos anos 2000. Amigável e carinhoso com todos, pais e filhos o consideravam uma presença confiável, agradável e prestativa nos bastidores das gravações e não suspeitaram de nada quando ele pediu o número de telefone e a autorização para trocar e-mails com os menores.

O caso mais severo envolvendo Jason foi o abuso de uma atriz mirim convidada para a série Primo Skeeter. Ela teria sido abusada em sua própria casa, em 2000. Na ocasião, o abusador lhe convenceu a não contar nada para sua mãe, sob a promessa de que conseguiria novos papéis em outras séries para ela.

Handy foi preso em abril de 2003 depois que a polícia recebeu uma denúncia. Durante a operação na sua residência, foram encontradas mais de 10 mil fotos de crianças, mais de 1.700 imagens de meninas em poses eróticas e sete vídeos em um CD, que traziam menores envolvidos em conduta sexual explícita. Em seu diário pessoal, também encontrado pelos policiais, Jason escreveu frases como: “Eu sou um pedófilo, totalmente desenvolvido”, “Eu realmente tenho cedido ao meu desejo por meninas nas últimas semanas” e “Eu até me esforço diariamente para encontrar uma vítima de estupro, se for necessário”.

Ezel Channel foi um outro funcionário da Nickelodeon que trabalhava no lote da empresa em Burbank. Ele foi condenado por abusar sexualmente de um menino menor de idade na parte externa do estúdio. Channel já possuía uma condenação anterior e era um criminoso sexual registrado, mas ainda assim teve permissão para trabalhar na Nickelodeon. O documentário não entra em detalhes sobre esse caso em questão, mas observou que a emissora teria empregado três abusadores de crianças durante a mesma época, colocando em risco a vida de diversas crianças.

Chefe explosivo e temperamental

Segundo as alegações, embora Dan Schneider se esforçasse para passar uma imagem pública de um chefe agradável e brincalhão, seu comportamento constantemente exarcebado e exagerado na verdade era absorvido como problemático. Além dos supostos rompantes de violência verbal, em que chamava seus protagonistas de “idiotas”, suas “brincadeiras” eram consideradas invasivas, deixavam o elenco desconfortável e pressionado a fingir estar se divertindo com seu jeito.

Ao longo do documentário, duas de suas roteiristas, Christy Stratton and Jenny Kilgen, afirmaram terem sido forçadas a dividir seu salário, enquanto os colegas homens recebiam o valor cheio. Ambas também compartilharam circunstâncias constrangedoras, como Schneider insistindo para que uma delas reproduzisse uma cena escrita de maneira sexual diante dos demais profissionais.

Além disso, Dan tinha o hábito de solicitar massagens frequentes para os seus funcionários e era conhecido por tratar alguns de seus atores com favoritismo, enquanto outros eram depreciados e relegados. Seu comportamento moralmente reprovável eventualmente lhe custou sua demissão em 2018. Antes disso, ele chegou a ser proibido de interagir diretamente com o elenco de suas séries.

Piadas com teor sexual, cenas com pés e momentos constrangedores

Quiet on Set conta com uma coletânea de entrevistas feitas com ex-astros mirins das séries mais amadas da Nickelodeon. Os atores de All That e The Amanda Show, Leon Frierson, Katrina Johnson, Raquel Lee Bolleau, Giovonnie Samuels, Kyle Sullivan e Bryan Christopher Hearne revelaram quadros costrangedores e estranhos que tiveram que protagonizar. Em um deles, o jovem elenco era forçado a passar por situações pesadas como entrar em uma banheira repleta de minhocas, comer um inseto ou ser coberto por pasta de amendoim e ser lambido por um cachorro.

Já a atriz Alexa Nikolas, de Zoey 101, fala sobre a hipersexualização de sua personagem, a necessidade de usar roupas bem curtas e protagonizar momentos com conotação sexual.

Além disso, a minissérie aborda a suposta obsessão de Dan Schneider com pés. Não é de hoje que circulam vídeos nas principais redes sociais que reúnem compilados de cenas bizarras de séries da Nickelodeon que envolvam pés e movimentos sexuais. Esses materiais são novamente trazidos à tona sob uma ótica ainda mais analítica, onde o senso de humor depreciativo e um tanto vulgar do criador é questionado.

Consequências caóticas na vida adulta

Todos os ex-atores mirins entrevistados revelaram eventualmente ter sofrido algum problema de origem mental e emocional, após seu tempo de trabalho na Nickelodeon. De problemas com autoestima a abusos de substâncias químicas, cada um dos participantes revelou ter vivido parte de sua vida adulta com alguns traumas nascidos deste período da infância/adolescência.

Frierson revelou que “ser uma estrela mirim me machucou mental e fisicamente. Acredito que o alcoolismo com o qual enfrentei é uma conexão direta com os sentimentos que tive depois de deixar a indústria e de não conseguir manter o sucesso que tive”.

Bolleau admitiu que ter sido “dispensada do The Amanda Show realmente quebrou muito a minha confiança. Essa foi uma lição muito jovem que aprendi na minha carreira, que todos são substituíveis. E isso me levou por um caminho muito sombrio. Eu tive que realmente me recompor e continuar em movimento em uma indústria que me mostrou desde muito cedo que não tinha nenhum amor por mim”.

O que aconteceu com a Amanda Bynes?

A primeira grande estrela da Nickelodeon, Amand Bynes foi descoberta pela emissora aos 10 anos de idade, fazendo um curto stand-up em um pequeno pub. Seu senso de humor afiado e sua habilidade de improviso sendo tão jovem chamaram a atenção de Dan Schneider, que rapidamente a colocou debaixo de sua tutela e a ajudou a se tornar o grande destaque de All That.

Seu sucesso escalonou ainda mais com a estreia de sua própria série de sketches cômicos, The Amanda Show. Mais experiente e à vontade com o formato, ela eventualmente se tornaria uma contribuinte direta para a produção dos quadros, passando horas no gabinete de Schneider onde ambos discutiam ideias e possibilidades de melhorar o programa.

Ao longo da primeira metade de Quiet on Set, somos relembrados a respeito do rápido amadurecimento da atriz, que contou com a ajuda de Dan para se emancipar de seus pais. A jovem atriz também chegou a morar temporariamente na casa do criador, mas pouco se sabe a respeito desse período da vida dela. Ainda assim, a produção faz questão de resgatar o famigerado vídeo em que a pré-adolescente grava um sketch dentro de uma jacuzzi, trajando roupa de banho, ao lado do produtor – que está completamente vestido.

E embora a espiral de declínio da atriz seja uma das histórias de ex-astros mirins mais dolorosas e tempestuosas, pouco se sabe do que ela teria vivido durante seus anos sob a tutela da Nickelodeon. Amanda ainda não se sente pronta para abordar o assunto e não participou do documentário. Sua jornada continua sendo alvo de muitas perguntas, poquíssimas respostas e uma enorme curiosidade.

Vale lembrar que circulam na internet rumores de que Amanda teria ficado grávida ainda na adolescência, de um famoso produtor. No entanto, a especulação não é abordada na minissérie.

Relembre o trailer:

ENTREVISTA | Anora: O Triunfo de Sean Baker em Cannes e a Corrida de Mikey Madison ao Oscar

Eu queria que o filme fosse um retrato autêntico e humano de um universo muitas vezes incompreendido”, declarou o cineasta Sean Baker sobre Anora, durante uma exclusiva exibição do vencedor da Palma de Ouro, realizada dia 11 de dezembro, em Paris. Em campanha pelo Oscar pela Europa, a sessão contou com um bate-papo entre o diretor, a atriz protagonista Mickey Madison e a mediadora Natalie Portman (May December – Segredos de um Escândalo), revelando mais detalhes dos bastidores da produção. 

Após a conquista da Palma de Ouro, Anora recebeu cinco indicações ao Globo de Ouro. Apesar de ser uma comédia, o filme mergulha nos submundos do Brooklyn e explora temas complexos como relações familiares, a comunidade russa na região e o universo das profissionais do sexo. Ao entregar o prêmio em Cannes, Greta Gerwig, presidente do júri, descreveu Anora como uma obra que “dialoga com o cinema clássico, mas também traz algo completamente novo”. Baker reconhece influências de cineastas como Howard Hawks e das comédias screwball — isto é, comédias “malucas” e fora do convencional — dos anos 70 e 80. 

Elenco de ‘Anora’ no Festival de Cannes 2024 (Foto: Reprodução)

Há muito dos anos 80 neste filme”, confessa. “Desde Um Príncipe em Nova York (1988) até Uma Linda Mulher (1990), percebi que estava subconscientemente fazendo referências a esses filmes”, relatou o diretor durante o encontro. Com o sucesso na temporada de premiações, a Universal Pictures Brasil alterou a data de lançamento para 23 de janeiro de 2025, após o anúncio dos indicados ao Oscar em 17 de janeiro de 2025.

Uma Longa Jornada na Marginalização

Desde Tangerine (2015) e Projeto Flórida (2017), Sean Baker tem promovido um cinema independente voltado para retratar personagens marginalizados pela indústria tradicional, principalmente profissionais do sexo. Durante o evento, Baker mencionou que a ideia de Anora surgiu de conversas com o ator Karren Karagulian, colaborador de longa data, que interpreta Torus na comédia dramática. Ambos queriam contar uma história sobre a comunidade russo-americana de Brighton Beach, no Brooklyn.

Mikey Madison, Sean Baker e Natlie Portman em Paris (Foto: Leticia Alassë)

A experiência prévia do diretor com o universo da prostituição foi fundamental para moldar a narrativa. “Eu já havia feito uma imersão nesse universo em filmes anteriores, o que me ajudou a construir Anora”, explica Baker. Se em Tangerine o foco é a prostituição transsexual em Los Angeles, em Projeto Flórida a questão é a sobrevivência à margem do parque de diversões mais famoso do mundo. Em Red Rocket (2021), o cineasta aborda a decadência de um ex-ator pornô e a iniciação de uma jovem nesse meio, no Texas. Agora, Baker explora o sonho americano das jovens que trabalham em casas de striptease em Nova York: encontrar o príncipe encantado.

Mesmo com o maior orçamento de sua carreira, Baker destaca que a prioridade era manter a autenticidade e oferecer ao público uma visão complexa e respeitosa desse universo.

Mikey Madison na corrida pelo Oscar 

Escolhida a dedo para interpretar a protagonista Ani/Anora, Mikey Madison, de 25 anos, desponta como uma das possíveis indicadas ao Oscar 2025, ao lado de veteranas como Nicole Kidman (Babygirl), Angelina Jolie (Maria Callas) e Demi Moore (A Substância). Suas atuações em Era Uma Vez em… Hollywood (2019), de Quentin Tarantino, e na franquia Pânico (2022) foram definitivas para que Baker a convidasse para o projeto.

Foi uma combinação das performances dela nesses dois filmes”, relata Baker. “[Nos personagens] havia uma intensidade e uma atitude que eram perfeitas para Ani (…), mas também humor, uma entrega cômica de um jeito suave”, explica o cineasta.

Mulher em pose artística e vestido vermelho.
Mikey Madison como Anora (Foto: reprodução)

Para o papel, Madison passou por um processo de preparação extenso. Ela se matriculou em aulas de pole dance em um estúdio em Baltimore e continuou o treinamento em Los Angeles. “Eu queria que minha performance como dançarina fosse a mais autêntica possível”, contou a atriz. Além disso, Madison estudou russo por meses para dominar a língua e o sotaque da personagem. “Eu não queria apenas decorar as falas foneticamente. Queria entender o que estava dizendo e o que os outros personagens diziam para mim.”

A atriz também fez uma imersão em Brighton Beach antes das filmagens, observando o dia a dia das mulheres da região. Esse processo ajudou a atriz a reproduzir o sotaque e capturar a essência de sua personagem. Durante a projeção em Paris, Madison confessou sentir-se honrada por ter sido a primeira vez em que um cineasta escreveu uma personagem especialmente para ela. 

Controvérsias: Feminismo e Representatividade

A representação da prostituição e da nudez feminina no audiovisual sempre gera debates críticos. Sean Baker vê seu trabalho como uma lente sobre uma minoria marginalizada, alvo tanto da moralidade conservadora quanto do discurso religioso.

Mikey Madison em sessão exclusiva em Paris (Foto: Leticia Alassë)

Embora Baker não adote uma abordagem explicitamente feminista em seu roteiro, ele enfatiza a importância de representar suas personagens de forma tridimensional e respeitosa. “Quero mostrar minhas personagens da mesma forma que gostaria de ser representado se alguém fizesse um filme sobre mim“, declarou abordando as polêmicas em torno da exploração sexual feminina.

Mikey Madison, por sua vez, declarou-se feminista e trouxe a perspectiva da representatividade para a discussão. “Conhecer essas mulheres e ouvir suas histórias foi essencial para mim”, esclarece. “Queria representar o trabalho sexual de uma forma realista e respeitosa. As amizades que fiz com essas mulheres impactaram profundamente minha performance.

Finais Ambíguos São Mais Impactantes

O desfecho de Anora é um dos pontos altos do filme. Para Baker, o final é a parte mais importante da narrativa e foi planejado desde o início. “Não quero dar muitos detalhes, pois gosto de deixar o final aberto à interpretação do público”, revelou o diretor. Ele, contudo, compartilhou uma espécie de epílogo com Mikey Madison e Yura Borisov para ajudar na construção das performances. O que estaria escrito? 

Sean Baker também revelou deixar pistas dos finais de seus filmes em outras obras. Assim, o desfecho de Anora pode surgir em futuros trabalhos, da mesma forma que o “depois” de Red Rocket é apresentado como um easter egg de uma das cenas em Las Vegas nessa nova produção. 

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Mark Eydelshteyn e Mikey Madison no filme Anora (Foto: Reprodução)

 

Com uma combinação de drama, humor e crítica social, Anora é uma obra envolvente, engraçada e profundamente humana. Sean Baker prova mais uma vez sua habilidade em capturar personagens ignorados pelo mainstream, enquanto Mikey Madison entrega a performance de sua carreira. A Palma de Ouro em Cannes não é apenas um prêmio, mas também um sinal de que histórias autênticas e representativas merecem destaque no cinema mundial.

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ ganhará novo trailer amanhã; Assista ao teaser!

O perfil oficial do Twitter deAnimais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald anunciou que o primeiro trailer completo do filme sai amanhã (13). Assista ao teaser:

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir.

Arthur e Mera investigam lugar misterioso em foto vazada de ‘Aquaman’

Uma nova imagem vazada da revista EW, de Aquaman’, mostra o herói e Mera investigando pistas em um local misterioso, provavelmente em busca do Tridente de Atlantis. Confira:

 

Foi publicado no site Reddit uma imagem promocional de Aquaman mostrando o uniforme dourado, famoso nos quadrinhos do herói. Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

Artigo | Em meio a muita diversão, ‘As Marvels’ vira o ‘Filme Estrutural’ da Fase Cinco

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]

Se você ainda não assistiu As Marvels, evite esta matéria, pois ela contém revelações importantes sobre a trama, os temidos Spoilers

As Marvels estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta (9), trazendo uma aventura divertida e bem-humorada para as telonas, respeitando fielmente o estilo das histórias em quadrinhos da Kamala Khan, a Ms. Marvel. Por se tratar de um longa ambientado praticamente todo no núcleo espacial do MCU, ele pode decepcionar um pouco àqueles que esperam uma space opera complexa e cheia de termos cabeça da ficção científica. Na verdade, o filme preza em desenvolver a relação entre suas três protagonistas e carimbar de uma vez por todas a Kamala como um dos principais rostos do Universo Cinematográfico Marvel nos próximos anos.

E por ser um filme de curta duração, com aproximadamente 1h45, ele é meio corrido, passando a sensação de ser um grande episódio de uma série. E dado o que acontece em tela, é possível que seja mesmo proposital. Isso porque As Marvels é o que eu costumo chamar de “Filme Estrutural”.

Ao longo dos anos, o Universo Cinematográfico Marvel foi construído por meio de Fases. Em cada uma delas, Kevin Feige traçou um planejamento para que fossem lançados filmes solo de cada herói, que trouxessem elementos para aproximá-los de outras franquias, permitindo que essas histórias se entrelaçassem e culminassem em um grande filme-evento dos Vingadores. A estratégia, como todos sabem, foi um sucesso, fazendo com que a Marvel dominasse as bilheterias do mundo na última década.

Nesse meio, porém, houve filmes que tiveram suas histórias ‘sacrificadas’ pela coesão do universo compartilhado. Eles contaram suas tramas isoladas, mas foram cercados de elementos e situações incluídas para permitir certas resoluções tardias. Muitas das vezes, isso acabou prejudicando o filme em si e ajudando o tal evento do fim da Fase. São os ‘Filmes Estruturais’.

Na Fase Um, o ‘estrutural’ é Homem de Ferro 2 (2010). Ele dá prosseguimento à saga de Tony Stark (Robert Downey Jr.), que parte numa jornada de investigar seu passado, enquanto é envenenado pelo paládio do reator em seu peito, mas tem sua trama interrompida pelos elementos inseridos para estabelecer elementos de Os Vingadores (2012). Dessa forma, ele introduz a Viúva Negra (Scarlett Johansson) como personagem recorrente, traz o subtrama da formação do grupo de heróis e insere coisas como uma referência ao escudo do Capitão América e a chegada do martelo do Thor.

Esses momentos, principalmente a interferência da SHIELD, desconectam o público da história em si, o que efetivamente atrapalha o desenvolvimento da trama, mas estabelece esses pequenos elementos que economizaram tempo de apresentação no filme de 2012, o que ajudou o longa a se tornar um clássico.

A Fase Dois foi diferente. Em um momento mais experimental, os diretores puderam ter um pouco mais de liberdade para desenvolver seus longas, só que o resultado não foi exatamente muito bem recebido pelo público. Com exceção dos dois filmes lançados em 2014 (Capitão América: O Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia), todos os outros dividiram opiniões. Dessa forma, o “Filme Estrutural” foi justamente o auge dessa fase: Vingadores: Era de Ultron (2015).

Além de estabelecer situações fundamentais para o sucesso da Fase Três, como a criação do Visão (Paul Bettany), a breve vilanização de Tony Stark, os conflitos internos do Hulk (Mark Ruffalo), e a introdução do núcleo familiar do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), o filme foi usado como ferramenta de retcon para eventos da própria Fase Dois que não foram bem aceitos pelo público. Então, ele usa um tempo de tela para mostrar a SHIELD sendo remontada, após supostamente ter sido destruída em Capitão América 2, e explica como Stark voltou a ser o Homem de Ferro depois de remover o reator nuclear de seu peito no polêmico Homem de Ferro 3 (2013). Isso sem falar na destruição de Sokovia, que gerou vilões e ameaças até a Fase Quatro.

A crítica não caiu de amores por Era de Ultron, tendo na longa duração uma das principais reclamações da crítica especializada.

Na louvada Fase Três, que trouxe alguns dos filmes favoritos dos fãs, quem sofreu com o efeito “Filme Estrutural” foi Capitão América: Guerra Civil (2016). Inspirado em uma das sagas de maior sucesso dos quadrinhos, o longa foi feito quase como um Vingadores 2.5, o que prejudicou diretamente a trama de busca e conversão do Soldado Invernal (Sebastian Stan) iniciada em 2014 e brevemente mencionada em Vingadores 2. A relação entre Steve e Bucky ainda ganha bastante espaço no longa, mas não chega perto do que havia sido prometido.

Tudo isso para abrir espaço para desenvolver o racha no grupo dos heróis mais poderosos da Terra, introduzir o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Homem-Aranha (Tom Holland), e expandir os poderes do Homem-Formiga (Paul Rudd), tirando o herói de cena, levando o time de supers a chegar completamente fragilizado para os eventos de Vingadores: Guerra Infinita (2018).

Na controversa Fase Quatro, a chegada das séries do Disney+ bagunçou toda a estrutura do MCU, não desenvolvendo exatamente um “filme estrutural” para chamar de seu. Com as produções televisivas, cada série meio que adotou esse formato estrutural. A falta de direcionamento dessa fase, que passou a sensação de que a Marvel estava “atirando para todos os lados”, também complicou a organização.

Assim que anunciado, tudo indicava que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) seria o filme estrutural da vez. Afinal, ele repercutiria os eventos de WandaVision (2021) e prepararia o terreno de Multiverso para ser desenvolvido em Loki (2021). No entanto, o roteiro incompetente de Michael Waldron não dialogou com o final da série da Wanda (Elizabeth Olsen), resultando em um sacrifício bem grande de tempo para retomar um tema já abordado e resolvido no seriado que foi sucesso dentre o público. Complicando ainda mais a situação, a primeira temporada de Loki, criada e escrita pelo próprio Waldron, foi pouquíssima afetada pelo filme do Mago. No fim das contas, não houve o tal filme estrutural na Fase Quatro, o que reflete diretamente na zona que foi esse período entre 2020 e 2022, que contou com absurdas 16 produções.

Foto: Laura Radford. © 2023 MARVEL.

Agora, a Marvel parece ter encontrado o rumo nesta Fase Cinco, com suas produções direcionando para a ruptura do espaço-tempo, abrindo as portas para a colisão de diferentes universos em tela, o que será abordado nos próximos dois filmes dos Vingadores. E mesmo com cada filme e série trazendo um pouquinho desse assunto, é justamente em As Marvels que os próximos anos do estúdio ganham direcionamento.

Monica Rambeau (Teyonah Parris) fica presa em outra realidade, na qual encontra os X-Men da Fox. Carol Danvers (Brie Larson) volta para a Terra após resolver uma da crise dos Kree, voltando a causar polêmica com os Skrulls, que já deram seus sinais de vilania. Já Kamala Khan (Iman Vellani) vira o elo entre as séries e os cinemas, reunindo os Jovens Vingadores, que foram aparecendo gradualmente nas produções do Disney+. O mais legal é que eles conseguiram montar essas estruturas sem sacrificar tanto da trama do filme, que já era curtinha. Pode ser que As Marvels não agrade a todos, mas certamente se consolida como um dos filmes mais importantes dos últimos anos do MCU.

Divulgação/ Marvel Studios © 2023 MARVEL.

As Marvels está em cartaz nos principais cinemas do Brasil

Primeiras Impressões | Ahsoka – Minissérie Começa Sólida e no Tom Clássico de ‘Star Wars’

Os fãs de Star Wars estão sendo bem alimentados. A cada três ou quatro meses uma nova série,  de igual duração, estreia na plataforma da Disney+, fazendo a manutenção do amor dos fãs. E como o universo expandido de Star Wars é, literalmente, um universo, as possibilidades são muitas para que essa fonte nunca se esgote. Após os sucessos de ‘O Mandaloriano’ e ‘Andor’, chega essa semana aos assinantes os primeiros dois episódios da aguardada minissérieAhsoka’.

O Império não existe mais. A paz reina na galáxia e uma Nova República surge para manter a harmonia entre os povos. Ao menos é isso que muitos acreditam, porém, indícios de que algumas pessoas seguem fiéis aos ideais do Império passam a surgir com cada vez mais frequência. Ahsoka Tano (Rosario Dawson) conseguiu capturar Morgan (Diana Lee Inosanto), que lhe contou sobre a existência de um mapa que levaria à localização do último Grão Almirante Thrawn, que lidera os remanescentes seguidores do Império. Enquanto Ahsoka ia atrás do mapa, uma emboscada, liderada por Baylan (Ray Stevenson, que infelizmente faleceu nesse ano de 2023) e Shin (Ivanna Sakhno, que está ótima como uma fake jedi do mal), assalta a nave da Nova República e liberta a prisioneira. Para conseguir ler o mapa, Ahsoka deverá pedir a ajuda de sua antiga padawan Sabine (Natasha Liu Bordizzo), que hoje é uma Mandaloriana afastada. Enquanto uma nova ameaça começa a se formar na galáxia as duas precisarão deixar suas desavenças de lado.

Com a promessa de oito episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada, a minissérie ‘Ahsoka’ recupera a vibe clássica de Star Wars, com personagens mais caladões, vilões sombrios e uma iminente sensação de fim do mundo, que impulsiona os personagens ao heroísmo constante. A sequência de abertura do primeiro episódio, que dura cerca de 10 minutos, é deslumbrante, um presente para os fãs que andavam meio sonolentos após as expectativas frustradas de ‘Obi-wan’.

Rosario Dawson é a escolha certa para viver Ahsoka: bastante expressiva, a atriz ficou muito bem caracterizada e consegue expressar muito sem precisar dizer nada. E, como pano de fundo, a direção de arte acertou em cheio ao recuperar a estética anos 70 da franquia, tanto na iluminação quanto na escolha das cores e na criação dos cenários, transportando-nos à época de quando tudo começou.

Se por um lado as últimas séries têm sido sobre personagens que têm que transportar pessoas de um lado para o outro, o roteiro de ‘Ahsoka’ foca na liderança da luta, algo como o que vimos em ‘Rogue One’. Os primeiros episódios deixam bem claro os objetivos da série e onde ela se encaixa na linha temporal da franquia; assim, não é preciso ter visto tudo de Star Wars para entender ‘Ahsoka’, mas é preciso minimamente saber do que se trata a trilogia original.

Dave Filoni é provavelmente um dos maiores fãs de Star Wars após George Lucas – ou talvez até mais do que o próprio criador. Dave consegue entender a saga e criar produtos de entretenimento no tom certo para o público. Embora curta, a minissérie ‘Ahsoka’ chega com ótimos vilões, uma protagonista por quem vale a pena torcer e cenas de batalha bem coreografadas, do jeitinho que os fãs gostam.

‘Shazam!’: Novas artes promocionais mostram o herói e os Sete Pecados Capitais

Um usuário do Twitter compartilhou hoje, 18, artes promocionais oficiais do filme Shazam!’, trazendo não apenas Zachary Levi como o herói-título e Mark Strong como o Dr. Sivana, mas o restante família do jovem menino e os Sete Pecados Capitais.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Riverdale’: 4ª temporada ganha novo trailer oficial; Confira!

Riverdale retorna em breve para sua 4ª temporada e, durante o painel da NYCC 2019, o novo ciclo ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 9 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘La Casa de Papel’: Relembre a 3ª temporada com novo vídeo oficial!

Netflix divulgou um novo vídeo oficial que recapitula os acontecimentos da 3ª temporada de La Casa de Papel antes da estreia do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada da série estreia em 03 de abril.

Criada por Álex Pina, a série inicialmente teria 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Power’: Filme de super-heróis com Jamie Foxx abre com 69% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Power‘, o novo filme de super heróis com Jamie Foxx e Rodrigo Santoro, estreou hoje (14) na Netflix e teve uma sólida recepção por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 69% de aprovação, com nota 5.96/10 baseada em 51 reviews (até o momento).

Confira as críticas:

“É como se eles estivessem com medo de usar todo o poder dentro de seu próprio projeto” – RogerEbert.com.

“A história precisava de mais profundidade, mas é original e divertida o bastante para ofuscar certas falhas” – Flick Fan Nation.

“É difícil conectar quaisquer pontos desse absurdo, porque as cenas de ação são lineares e a história é artificial demais” – TV Guide.

“Os co-diretores Henry JoostAriel Schulman trouxeram seu melhor jogo no tocante aos visuais do filme” – Casey’s Movie Mania.

Power tem um estilo considerável, apesar da falta de substância – mas uma performance interessante de Dominique Fishback e reviravoltas intrigantes para o gênero de super-heróis apimentam-no o suficiente” – Empire Magazine.

“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local se une a uma traficante adolescente e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”. 

A produção também é estrelada por Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

Crítica | ‘Cor’, novo álbum de ANAVITÓRIA, é um ótimo jeito de começar 2021

ANAVITÓRIA, dupla formada por Ana Caetano e Vitória Falcão, se formou em 2014, levando dois anos até fazerem sua grande estreia com o álbum homônimo em 2016 – que rendeu uma estatueta do Grammy Latino ao duo e outra indicação. Conhecidas por sua escrita bastante metafórica e por uma sonoridade que mistura passado e presente, Caetano e Falcão ascenderam a um sucesso inesperado e, no primeiro dia do ano, agraciaram seus fãs com Cor, uma pequena “oferenda” para nos lembrar do conturbado ano que finalmente chegou ao fim, servindo como o capítulo inicial de um necessário processo de cura. O quarto álbum de estúdio se afasta das concepções realistas e melancólicas outrora manifestados com força em suas músicas mais famosas para uma idealização romântica e bastante patriótica que se estende ao longo de breves catorze faixas muito bem pensadas.

Honestamente, a carreira dessas duas ótimas cantoras e compositoras sempre passou longe do radar desse crítico que vos escreve, mas resolvi me render ao que apenas posso chamar do melhor jeito para começar uma nova era. Afinal, a obra é uma mistura evocativa e emocionante de todas as incursões folk brasileiras – ou seja, a amálgama sincera das raízes sertanejas com as baladas interioranas de Minas Gerais e de São Paulo – com a sutileza momentânea de sintetizadores eletrônicos e da pungência metálica da guitarra e do baixo, pincelando uma lírica poética monumental, para dizer o mínimo. Enquanto certos versos são familiares entre si, ainda mais por falar de um romance shakespeariano que deixou suas marcas e que não pode ser apagado, é isso que fornece a coesão que amarra direitinho as tracks. Ademais, a preferência da dupla por finalizações bruscas é um dos únicos aspectos que mancha o CD.

“Amarelo, azul e branco” é uma produção que tem muito a dizer, mas não consegue se achar. Não se enganem, a abertura do álbum é muito bem-vinda para preparar os ouvintes ao que os aguarda no restante da jornada – e até nutre de certos elementos com grupos musicais como Barbatuques, em que a percepção sensorial é transferida para potentes tambores e um autodescobrimento empoderador que clama pela liberdade e pela expressividade. Porém, a fusão de contraditoriedades toma proporções frenéticas que mereciam maior atenção (dito isso, sendo ofuscados pela química e pelas harmonias de ambas as performers).

Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.

A obra alcança sucesso imenso ao manter o frescor atual das múltiplas facetas da cultura brasileira ao mesmo tempo que presta homenagem bastante mimética aos ídolos que a influenciaram – sejam eles nacionais ou internacionais. O extraordinário interlúdio “(dia 34)” é porta de entrada para uma reverência à Rita Lee (que empresta sua voz para a faixa inicial) nos primeiros anos da década de 2000, intitulada “Ainda é tempo” – em que a profusão do new rave é reduzida ao classicismo do piano e as brechas que o instrumento cultiva para a popular guitarra da semi-balada “Eu sei quem é você”. Em “Terra”, o doo-wop e o soul ganham vida através de inferências que respaldam na icônica discografia de Rihanna, mais especificamente no icônico ‘ANTI’ (2016); “Lisboa”, canção que fecha com chave de ouro, resgata as últimas aventuras de Adriana Calcanhotto no ano passado com ‘Só’, mas não se limita apenas a imitá-la, e sim trazê-la para um escopo original e bastante narcótico.

Nada disso seria possível sem a competente produção supervisionada por ninguém menos que Caetano ao lado de Tó Brandileone – uma parceria perfeita que une dois estilos bastante semelhantes em algo que pode vir a ditar as preferências instrumentais deste ano para a música brasileira. Os detalhes acústicos, que puxam elementos do B-pop, da eletrônica e da melodia sinestésica do violão (como em “Carvoeiro” ou em “Explodir”), são os responsáveis por impedir que as tracks se rendam a uma similaridade monótona e esquecível. Aliás, o compilado de originais é uma grande memorabília atemporal que não se amordaça a um momento, e sim a vários deles que despontam em uma cronologia onírica.

2021 começou com o pé direito – e com ninguém menos que uma dupla brasileira que ainda tem muito a nos contar e que, no final das contas, esperamos que permaneçam nesse caminho de grande sucesso. Cor é uma celebração do amor, da liberdade e de tudo aquilo que a vida nos reserva – motivo pelo qual precisamos do álbum agora mais do que nunca.

Nota por faixa:

1. Amarelo, azul e branco (feat. Rita Lee) – 3/5
2. Te amar é massa demais – 4/5
3. Tenta acreditar – 4,5/5
4. Explodir – 3,5/5
5. Cigarra – 4/5
6. Selva – 4/5
7. (dia 34) – 5/5
8. Ainda é tempo – 5/5
9. Eu sei quem é você – 4/5
10. Terra – 4,5/5
11. Abril – 4/5
12. Te Procuro – 4/5
13. Carvoeiro – 4,5/5
14. Lisboa (feat. Lenine) – 5/5

‘Legends of Tomorrow’: Lendas se encontram com um importante alienígena na promo oficial do episódio 06×04; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Bay of Squids”, quarto episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “as Lendas ficam chocadas quando Rory assume o comando e consegue descobrir a localização de um alienígena importante, mas também os leva para o centro da Crise de Mísseis em Cuba. Ava está ansiosa para questionar o Alien, mas eles devem, primeiro, roubá-lo dos cubanos e dos russos, que acreditam que ele seja uma arma letal dos estadunidenses. O time deve tomar a decisão de se separar, deixando Nate e Zari trabalhando juntos para impedir um desastre nuclear ao lado de JFK, enquanto Behrad tenta se aproveitar da amizade com Castro para impedi-lo de começar uma guerra. Enquanto isso, com a ajuda de Spooner, Rory faz um acordo inesperado que pode enviá-lo em uma missão solo para encontrar Sara.

O capítulo vai ao ar no dia 23 de maio.

Confira, junto às imagens oficiais:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘We’re Here’: Shangela, Eureka e Bob the Drag Queen estão de volta na nova imagem oficial da 2ª temporada; Confira!

HBO Max divulgou recentemente uma nova imagem promocional da 2ª temporada de ‘We’re Here‘, que tem estreia marcada para o dia 11 de outubro.

Confira:

O próximo ciclo contará com oito episódios, que serão lançados semanalmente no canal HBO e na plataforma de streaming.

A nova temporada segue as renomadas drag queens Bob the Drag Queen, Eureka O’Hara e Shangela enquanto elas continuam suas jornadas espalhando amor e conexão pelas pequenas cidades dos Estados Unidos, por meio da arte de ser drag. Elas recrutam residentes locais de Spartanburg, Carolina do Sul; Temecula, Califórnia; Del Rio, Texas; Selma, Alabama; Evansville, Indiana; Watertown, Dakota do Sul; Kona, Havaí e Grand Junction, Colorado, para se apresentarem como drag queens por uma noite, inspirando suas “filhas drags” a se expressarem genuinamente na frente de suas famílias, amigos e comunidades.

Confira o trailer:

‘Pam & Tommy’: Episódio final da minissérie ganha trailer oficial; Confira!

Hulu divulgou o trailer oficial de “Seattle”, último episódio da minissérie Pam & Tommy, estrelada por Lily JamesSebastian Stan.

Na trama, “uma jovem empresária da internet entra em cena, mudando tudo o que se conhece”.

O episódio vai ao ar no dia 09 de março e será exibido pelo Star+ no Brasil.

Confira:

Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.

E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.

E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.

Assista ao trailer:

Confira alguma imagens da série:

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.