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Diretor de ‘Venom’ diz que cross-over com ‘Homem-Aranha’ é a ideia principal

Em entrevista ao site Fandom, o diretor Ruben Fleischer, que atualmente está promovendo a aguardada sequência Zumbilândia 2, comentou sobre o destino de outra franquia na qual também trabalhou: Venom.

Já sabemos que Venom 2’ não terá o retorno de Fleischer na direção, que cede a cadeira para Andy Serkis, mas isso não o impediu de fornecer um panorama interessante do futuro da saga – e como ela irá se conectar com Homem-Aranha. De fato, o cineasta disse que a ideia é unir os dois personagens em um filme cross-over.

“É nisso que tudo vai culminar”, Fleischer comentou. “E isso é o que é interessante, porque nós mudamos a origem de Venom… Nos quadrinhos, ele evolui do Homem-Aranha, mas por conta do acordo entre MarvelSony, não podemos mais fazer isso. Então a ideia é construir [uma narrativa] em direção a isso, e será incrível de ver o momento em que eles irão se confrontar”.

Por enquanto a ideia dos dois personagens de unirem ainda permanece no campo das ideias. Enquanto isso, as filmagens de Venom 2’ começam no dia 25 de novembro deste ano.

Tom HardyMichelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.

Kelly Marcel também retorna para escrever o roteiro, mas desta vez será auxiliada por Hardy.

Apesar das críticas negativas, o primeiro filme teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A sequência deve chegar aos cinemas em 2020.

‘The Midnight Gospel’: Animação da Netflix ganha trailer psicodélico; Confira!

Netflix divulgou o novo trailer completo de The Midnight Gospel, sua nova animação oficial.

Confira:

A série foi criada por Pendleton Ward (Hora da Aventura).

A narrativa gira em torno de um alienígena chamada Clancy, que viaja pelo multiverso graças a um simulador quebrado. Os olhos de Clancy se abrem à medida que ele explora os diferentes mundos espalhados por aí.

Duncan Tressell entra como co-criador.

A primeira temporada será composta por oito episódio de meia hora cada e estreia no dia 20 de abril.

‘The 100’: Natureza e ser humano se enfrentam na promo do episódio 07×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Blood Giant”, décimo terceiro episódio da 7ª e última temporada de The 100.

Confira:

O capítulo em questão vai ao ar no dia 26 de agosto.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Abracadabra 2’: Kathy Najimy fala sobre a aguardada sequência do clássico filme

Durante uma recente entrevista à SiriusXMKathy Najimy revelou alguns detalhes sobre a vindoura sequência do clássico de Halloween ‘Abradacabra’, que foi confirmada recentemente pelos estúdios Walt Disney.

Najimy comentou que ela, Bette MidlerSarah Jessica Parker retornam para seus papéis como as icônicas Irmãs Sanderson e que o trio teve conversas sobre a história da continuação.

“Sarah e Bette e eu tivemos algumas conversas pelo telefone para conversar sobre o roteiro e foi bem divertido, obviamente. Bette Midler, como Jess bem sabe, foi uma grande inspiração para minha vida inteira. Tipo, metade de mim é por causa de Bette Midler, a outra metade é por causa da minha mãe, Gloria Steinem. Então falamos bastante sobre notas e sobre se faríamos agora. Agora, precisamos ver locações, datas e quanto tempo vai durar. Então é isso, esssas coisas”.

Adam Shankman será o diretor da sequência.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Confira o logo oficial:

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia High School Musical), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

‘Legends of Tomorrow’: Astra tenta se adaptar à vida mortal na promo oficial do episódio 06×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 5º episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 06 de junho.

Intitulado ‘The Satanist’s Apprentice‘, o episódio vai acompanhar Astra (Olivia Swann) se adaptando e enfrentando as dificuldade da vida mortal como mortal sem a orientação de Constantine (Matt Ryan). Frustrada e solitária, ela faz uma nova amiga que promete ajudá-la, mas sua ânsia pela saída mais fácil pode ter repercussões perversas para os mais próximos a ela. Enquanto isso, Sara (Caity Lotz) descobre o responsável por seu sequestro e tenta convencer outras pessoas a ajudá-la a escapar.

O episódio foi dirigido por Lotz, a partir do roteiro de Keto Shimizu e Ray Utarnachitt.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Batwoman’: 3ª temporada ganha novo vídeo promocional em estilo retrô; Confira!

Durante a última edição da DC FanDome, a The CW divulgou um novo video promocional da 3ª temporada de Batwoman, que estreou no último dia 13 de outubro.

Confira:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Rock in Rio 2022 | Megan Thee Stallion, Rita Ora, Liniker e mais são confirmadas no line-up!

Rock in Rio anunciou hoje (08) vários novos nomes para o line-up de sua próxima edição.

Acompanhados da hashtag #DiaDelasnoRockinRio, a produção do evento confirmou um time de peso de artistas femininas que irão iluminar os palcos da Cidade do Rock.

No dia 11 de setembro, a rapper vencedora do Grammy Megan Thee Stallion e a cantora britânica Rita Ora irão se apresentar no Palco Mundo, enquanto LinikerLuedji Luna estão no Palco Sunset.

Como se não bastasse, a lendária Elza Soares, que faleceu no começo deste ano, ganhará uma homenagem nas vozes de AlcioneMajurAnges NunesCaio PradoMart’NáliaGaby AmarantosLarissa Luz no Palco Sunset.

Lembrando que o Rock in Rio acontecerá nos dias 02, 03, 04, 08, 09, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Confira o cronograma de atrações já confirmadas abaixo:

PALCO MUNDO

02/09

  • Iron Maiden
  • Dream Theater
  • Megadeth
  • Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira

03/09

04/09

08/09

09/09

10/09

11/09

PALCO SUNSET

02/09

  • Bullet for My Valentine
  • Living Colour feat. Steve Vai
  • Metal Allegiance
  • Black Pantera convida Devotos

03/09

  • Racionais
  • Criolo convida Mayra Andrade
  • Xamã convida Brô Mc’s
  • Papatinho + L7ennon convidam Mc Hariel e Mc Carol

08/09

  • Joss Stone
  • Corinne Bailey Rae
  • Gloria Groove
  • Duda Beat

09/09

10/09

  • Ceelo Green

11/09

Para mais informações, clique aqui!

Beyoncé lança ‘Renaissance – Act I’, seu aguardado 7º álbum de estúdio solo

O ícone da música Beyoncé lançou hoje (29) seu aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

O compilado de originais conta com 16 músicas, incluindo o aclamado single “Break My Soul”, e já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Confira a tracklist oficial:

1. I’m That Girl
2. Cozy
3. Alien Superstar
4. Cuff It
5. Energy (feat. Beam)
6. Break My Soul
7. Church Girl
8. Plastic off the Sofa
9. Virgo’s Groove
10. Move (feat. Grace Jones e Tems)
11. Heated
12. Thique
13. All Up in Your Mind
14. America Has a Problem
15. Pure/Honey
16. Summer Renaissance

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

‘Wendell & Wild’: Vídeo nos leva aos bastidores da animação do diretor de ‘Coraline’; Confira!

Wendell & Wild‘, animação em stop-motion dirigida por Henry Selick (‘Coraline e o Mundo Secreto’), já está disponível na Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

A trama segue dois irmãos, os ardilosos demônios Wendell e Wild, que pedem a ajuda de Kat Elliot – uma adolescente cheia de culpa – para invocá-los à Terra dos Vivos. Porém, o que Kat exige em troca os leva a uma aventura bizarra e cômica como nenhuma outra em uma fantasia animada que desafia a lei da vida e da morte.

Relembre o trailer:

Keegan-Michael Key e Jordan Peele irão estrelar a produção, que ainda contará com as vozes de Lyric RossAngela Bassett, James HongTamara SmartNatalie MartinezTantoo CardinalGabrielle DennisIgal NaorDavid HarewoodMaxine PeakeRamona Young, Sam ZelayaSeema VirdiGary Gatewood e Ving Rhames.

Além de dirigir, Henry Selick também escreveu o roteiro ao lado de Jordan Peele.

‘Flamin’ Hot’: Comédia sobre a criação dos Cheetos Picante ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

Hulu divulgou um novo teaser oficial de ‘Flamin’ Hot’, filme que conta a inusitada história sobre a criação dos Cheetos Picante.

O longa será lançado no dia 9 de junho no Star+, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira, junto ao trailer completo:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

‘Assassinato no Fim do Mundo’: Série de SUSPENSE com Emma Corrin estreia no Star+!

Assassinato no Fim do Mundo‘ (A Murder at the End of the World), série de suspense estrelada por Emma Corrin (‘The Crown’), já está disponível no Star+.

Os dois primeiros episódios foram lançadod hoje, dia 14 de novembro, na plataforma de streaming.

Na trama, Corrin dá vida a Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.

Relembre o trailer:

Brit Marling (‘The OA’) também participará o elenco, além de ser responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.

Na trama…

“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”

O elenco ainda conta com Harris Dickinson, Alice Braga, Joan Chen, Raúl Esparza, Jermaine Fowler, Ryan J. Haddad, Pegah Ferydoni, Javed Khan, Louis Cancelmi, Edoardo Ballerini, Britian Seibert, Christopher Gurr, Kellan Tetlow, Daniel Olson e Neal Huff.

Bette Midler vive uma NOIVA na primeira imagem oficial da comédia ‘The Fabulous Four’; Confira!

People divulgou, com exclusividade, a primeira imagem oficial de ‘The Fabulous Four’, comédia estrelada por Bette Midler (‘Abracadabra’), Susan Sarandon (‘Besouro Azul’), Megan Mullally (‘Percy Jackson e os Olimpianos’) e Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

A foto dá destaque ao elenco protagonista e mostra Midler em um vestido de noiva.

Confira:

O filme é dirigido por Jocelyn Moorhouse, com roteiro assinado por Ann Marie AllisonJenna Milly.

O filme acompanha três amigas de longa data enquanto elas viajam para Key West, Flórida, para serem damas de honra no casamento surpresa de sua amiga de faculdade, Marilyn (Midler). Com a celebração se aproximando, o vínculo fraternal se torna ainda mais forte à medida que fazem brindes, refletem sobre o passado que compartilham e vivenciam o romance durante a viagem.

Bruce GreenwoodTimothy V. Murphy também fazem parte do elenco.

‘The Fabulous Four’ estreia nos cinemas norte-americanos em 26 de julho, ainda sem confirmação de chegada no Brasil.

Aldis Hodge é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Detetive Alex Cross’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Homem acendendo velas em ambiente religioso.
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Homens trabalhando em escritório iluminado por lâmpadas.
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Pai e filho conversando em escritório.
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A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca  Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos)  Simpatia com criminosos 
Nudez  Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes)  Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares  Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas)  Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis  Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

O Caminho para El Dorado | 25 anos da SUBESTIMADA animação da DreamWorks

O cenário da animação nos anos 1990 era apenas um: a total hegemonia criativa da Walt Disney Studios era inegável, ainda mais após a Renascença experenciada pela Casa Mouse com o lançamento de ‘A Pequena Sereia’. Apenas à época, títulos como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’ e ‘Mulan’ encantaram os críticos e o público ao redor do planeta, consolidando o conglomerado como um importante polo criativo, artístico e financeiro. E é claro que a companhia expandiria seu impacto pelos anos 2000, ofuscando produções igualmente bem projetadas de outros estúdios, como a DreamWorks – que eventualmente ganharia prestígio ao conquistar o primeiro Oscar de Animação da história com ‘Shrek’.

Todavia, antes das peripécias do ogro mais amado do cinema, uma singela e subestimada aventura foi lançada nos cinemas: O Caminho para El Dorado. Explorando um dos mitos mais populares da América Latina e do imaginário popular, a trama nos transporta para a competitiva cultura ultramarina do século XVI e acompanha Miguel (Kenneth Branagh) e Túlio (Kevin Kline), melhores amigos golpistas que colocam as mãos em um mapa cuja rota está traçada para a lendária cidade de El Dorado. A lenda diz que o local foi construído em ouro maciço, chamando a atenção da cobiçosa dupla – mas Miguel e Túlio precisam dar um jeito de driblar a fúria das vítimas que enganaram com seus truques e botar as mãos em uma embarcação.

El dorado 1

Inadvertidamente, os dois vão parar no navio do impiedoso Hernán Cortés (Jim Cummings), um conquistador espanhol que não gosta de forasteiros e prende os amigos, que serão vendidos como escravos para as plantações de açúcar em Cuba. Porém, Miguel e Túlio conseguem escapar com a ajuda de um maltratado cavalo que apelidam de Altivo – e, seguindo o mapa, encontram a entrada para El Dorado, onde são recepcionados pelo fanático alto-sacerdote Tzekel-Kan (Armand Assante) e o Chefe Tannabok (Edward James Olmos) e confundidos com deuses de profecias milenares que retornaram para reclamar o trono da imponente cidade. Os dois, então, percebem que podem se aproveitar da ingenuidade dos nativos para levarem o ouro de volta para a Espanha e viverem em mordomia – isto é, até a jovem Chel (Rosie Perez) descobrir sobre o golpe e firmar parceria com eles.

Dirigido por Eric “Bibo” Bergeron e Don Paul, a animação foi um fracasso crítico e comercial à época de seu lançamento, dividindo a crítica com meros 50% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$76,4 milhões nas bilheterias (contra um alto orçamento de US$95 milhões). E um dos fatos que justifica esses baixos números provêm da já mencionada hegemonia da Disney com animações que não apenas revolucionaram o gênero, como foram abraçadas por inúmeros realizadores nas décadas subsequentes; em outras palavras, O Caminho para El Dorado soou um tanto quanto emulativo quando comparado com produções similares.

El dorado 3

A verdade é que, vinte e cinco anos depois de sua estreia nas telonas, a produção da DreamWorks permanece tão honesta e inofensiva quanto antes – e esse é o aspecto de maior sucesso do longa-metragem. Através de breves noventa minutos que recriam uma espécie de Jornada do Herói bem-humorada e bem-apessoada, o enredo assinado por Ted Elliott e Tery Rossio constrói dois simples e controversos personagens que se tornam heróis improváveis de um povo subjugado ao fanatismo religioso e ao medo constante, esbarrando aqui e ali na síndrome do “salvador branco”, mas que deve ser lida com os olhos da época. Afinal, a ideia aqui é apenas entreter – e é interessante ver como a obra começou a viralizar nas redes sociais, caminhando para se tornar um clássico cult.

É claro que alguns temas abordados pelo filme pecam pelos estereótipos forçados e por tropos que, com certeza, seriam deixados de lado no dia de hoje. Entretanto, a ideia aqui é contar as aventuras de dois amigos que se lançam mar adentro para encontrar um tesouro escondido – resgatando os elementos clássicos de filmes de aventura que se popularizaram nos anos 1980 e alcançaram seu ápice na década seguinte. E, através de uma colorida e teatral construção cênica, o resultado é bem mais positivo do que o esperado e, ainda que não seja uma obra-prima, tem seus méritos por não se levar a sério e por ter ciência dos próprios limites.

El dorado 2

Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

‘The Off Weeks’: Astro de ‘Succession’ entra para a nova minissérie do direto de ‘Uma Ideia de Você’

Segundo o DeadlineArian Moayed (‘A Fonte da Juventude’, ‘Succession’) foi escalado na nova série limitada The Off Weeks, da Apple TV.

O astro se junta aos previamente confirmados Jessica Chastain (‘George & Tammy’) e Ben Stiller (‘Ruptura’), que também assumem o cargo de produtores executivos.

A produção contará com oito episódios.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) irá dirigir os capítulos e assume a cadeira de produtor executivo ao lado de Alissa Nutting (‘Made For Love).

Nutting também entra como showrunner.

O projeto acompanha o professor de escrita criativa Gus Adler, cujo divórcio transformou sua vida em um caos. Ele luta para manter a calma durante as “semanas boas”, quando tem a custódia dos filhos. Mas nas “semanas ruins”, ele se apaixona perigosamente por Stella West, uma mulher misteriosa cuja chegada coloca as obrigações da semana boa e as ambições da semana ruim de Gus em rota de colisão fatal.

Jordana MollickPaul LeeGabriel FisherPeter PrincipatoAllen FischerBrian SteinbergDean Bakopoulos completam o time de produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Ranqueamos TODOS os álbuns de vencedora do Grammy Olivia Rodrigo

Nos últimos dias, Olivia Rodrigo voltou ao mundo da música com seu já aclamado terceiro álbum de estúdio, you seem pretty sad for a girl so in love.

Apresentando um forte amadurecimento quando em comparação com seus dois primeiros álbuns de estúdio, a vencedora do Grammy encontrou sólida recepção crítica, conquistando impressionantes 89 pontos no agregador de reviews Metacritic, além de caminhar para uma impressionante estreia nas paradas de todo o mundo – com o #1 na Billboard 200 praticamente cravado a esse ponto.

Continuando uma gloriosa e expressiva carreira como um dos principais nomes da atual geração da música, Rodrigo resolveu explorar temas românticos sob uma ótica diferenciada e dividida em dois momentos – ‘girl so in love’ e ‘you seem pretty sad’, navegando pelos altos e baixos do amor com uma profundidade apaixonante, dilacerante e memorável, que conta com os singles “drop dead”, “the cure” e “stupid song” e que já entra para a lista dos melhores discos do ano.

Enquanto you seem pretty sad for a girl so in love se sagra um dos frontrunners para conquistar a cobiçada estatueta de Álbum do Ano na próxima cerimônia do Grammy, é sempre interessante revisitar a carreira de um dos maiores nomes da atualidade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando os três álbuns de estúdio de Olivia Rodrigo – que você confere abaixo.

3. SOUR (2021)

Depois de ter estrelado as séries ‘Bizaardvark’ e ‘High School Musical: A Série: O Musical’, Rodrigo resolveu explorar mais sua paixão pela música e conquistou o mundo com o lançamento de “drivers license”, seu primeiro single oficial que serviria de carro-chefe para o elogiado SOUR. Alcançando sucesso crítico e comercial, o compilado de originais se transformou em um emblemático estandarte para a Gen-Z, remando contra o cenário mainstream ao abrir portas para o bedroom pop e para canções mais intimistas e que refletiam a angústia dos jovens em uma sociedade em constante mudança.

Travando uma guerra interna consigo mesma e com as frustrações que uma vida fora do normal lhe trouxe, Olivia demonstrou uma habilidade única de transformar temas universais em particulares e vice-versa, oferecendo belíssimas e pungentes baladas como a faixa supracitada e “deja vu”, bem como irônicos versos que ganharam forma em tracks como “good 4 u” e “jealousy, jealousy”. Não é surpresa que o impacto do álbum tenha lhe rendido três estatuetas do Grammy Awards, incluindo uma merecida vitória na categoria de Artista Revelação.

2. GUTS (2023)

Dois anos depois de uma célebre e invejável estreia no cenário fonográfico, Olivia explorou outros estilos que sempre tomou como inspiração, como o rock, o pop-punk e o punk-rock. Em 2023, ela se aliou novamente ao produtor Dan Nigro para um segundo álbum que daria continuidade a uma carreira que ainda tem muito a nos contar – e que ganhou o nome de GUTS. Aqui, apesar de se manter firme às análises sobre angústias internas e sobre se sentir deslocada no mundo, a artista remodelou seu modo de enxergar seu cotidiano ao brincar com os próprios temores e ao se deixar levar pela dor de amadurecer.

O irretocável disco teve como lead single a semi-balada “vampire”, que conquistou três indicações ao Grammy, sendo seguido da ótima “bad idea right?” e da divertida e despojada “get him back”, permitindo que Olivia navegasse por uma multiplicidade efervescente de gêneros que prestou homenagens a nomes como Avril Lavigne, blink-182 e Paramore. E, como se não bastasse, o compilado integrou algumas das baladas mais poderosas e dolorosas da performer, incluindo “the grudge” e “making the bed”.

1. YOU SEEM PRETTY SAD FOR A GIRL SO IN LOVE (2026)

O álbum mais recente de Olivia é uma conquista não só para a própria carreira da cantora e compositora, mas para a própria música, afastando-se por completo das pulsões mainstream à medida que encontra uma identidade única e automaticamente relacionável que nos leva numa viagem frenética e bastante contundente pelos altos e baixos do amor. you seem pretty sad for a girl so in love, lançado no último dia 12 de junho nas plataformas de streaming, não poderia ocupar nenhum lugar além do primeiro na nossa lista – e a lista de motivos é interminável.

Ao dividir seu mais novo compilado de originais em duas partes, Rodrigo nos convida por uma montanha-russa de sentimentos que inclui o lado bom e ruim de se apaixonar, e o lado bom e ruim de quando um relacionamento chega ao fim – singrando por faixas como “drop dead” e “stupid song” para demonstrar seu amor infinito por alguém, e embarcando em um processo de cura que se estende para canções como “the cure”, “less” e “cigarrette smoke”. E, como podemos imaginar, ela não deixaria de fora sardônicas construções que vão ao encontro de sua vibrante personalidade – como as ótimas “my way” e “expectations”.

Wesley Snipes pode interpretar Drácula no reboot de ‘Blade’

Embora o público do MCU esteja animado em ver Mahershala Ali como o novo Blade, os fãs de Wesley Snipes ainda torciam para que o astro voltasse ao icônico papel, ou que pelo menos estivesse presente nos novos filmes… e isso está perto de acontecer.

Segundo o Lords of the Long Box, a Marvel planeja incluir Snipes na adaptação, interpretando ninguém menos que Drácula, que será o grande vilão da produção.

Nada mais justo que homenagear o intérprete original do Blade com uma participação no filme.

A fonte afirma que o personagem terá um grande peso na trama e o filme pode ser baseado nos quadrinhos de terror da Marvel, ‘Tumba do Drácula‘, HQ que introduziu o Blade nos anos 70.

Por enquanto, não há nada confirmado oficialmente.

Maiores detalhes não foram informados, mas espera-se que pelos próximos meses sejam divulgados elenco, detalhes da trama e uma data de estreia.

Vale lembrar que ‘Blade‘ não fará parte da Fase 4 do MCU e deve estrear somente depois de 2021.

Recentemente, o artista Olly Gibbs criou um cartaz sensacional para o reboot de ‘Blade‘, trazendo Mahershala Ali no papel do herói.

Confira:

Coronavírus: Robert Downey Jr. incentiva fãs a fazerem testes do COVID-19

Os EUA continuam sofrendo com o crescimento do número de infectados pelo Coronavírus, com mais 1,36 milhão de casos, o que resultou em pelo menos 80 mil mortes.

Pensando nisso, Robert Downey Jr. está incentivando os fãs a fazerem testes para diagnosticar o COVID-19 como meio de rastrear e impedir o avanço da doença no país.

Em seu perfil do Twitter, O intérprete de Tony Stark aproveitou para divulgar que os hospitais de Los Angeles, Detroit e Atlanta estão oferecendo testes gratuitos.

Confira:

“Uma das coisas mais importantes que você pode fazer para se proteger durante essa pandemia é se submeter aos testes do COVID-19. Os hospitais de Los Angeles, Atlanta e Detroit estão oferecendo testes gratuitos. Para mais informações, acessem: http://coreresponse.org/covid19.”

Lembrando que a última de Downey no MCU foi em ‘Vingadores: Ultimato’.

Lançada em 2019, a sequência tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Atriz de ‘Fronteiras do Universo’ se junta a Sam Rockwell e Saoirse Ronan em vindouro suspense de espionagem

De acordo com o Deadline, Ruth Wilson (‘Fronteiras do Universo‘) foi confirmada ao elenco do vindouro suspense de espionagem dirigido por Tom George (‘Defending the Guilty’).

Por enquanto, não foram revelados detalhes sobre a personagem, mas considerando sua notável carreira em produções como ‘Luther’, ‘Jane Eyre’ eThe Affair‘, tudo indica que ele será uma personagem de destaque.

Lembrando que a estrela se junta aos protagonistas Sam Rockwell e Saoirse Ronan.

Ainda sem título, a trama escrita por Mark Chappell será ambientada em Londres na década de 1950, e vai acompanhar o detetive Inspector Stoppard (Rockwell) durante a investigação da chacina dos membros de uma adaptação cinematográfica baseada numa popular peça que esteve em cartaz no West East, a Broadway inglesa.

Ronan será Constable Stalker, uma jovem que tem seu destino entrelaçado com o detetive. Juntos, eles se envolvem no meio de uma intrigante investigação nos bastidores do glamouroso mundo do teatro de Londres, onde eles vão se afundar em um sórdido submundo.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados e ainda não há previsão para o inícios das filmagens.

‘The Flash’: Confira os detalhes no NOVO TRAJE do herói

O teaser oficial de ‘The Flash‘ revelou o primeiro vislumbre sobre o novo o traje do herói, bem diferente da armadura usada em ‘Liga da Justiça‘ e um pouco mais fiel aos quadrinhos.

A nova versão do uniforme era algo que o diretor Andy Muschietti vinha provocando há meses e algumas artes conceituais já haviam sido divulgadas.

No entanto, é a primeira vez que vemos em detalhes o modelo repaginado.

Confira, junto com o teaser:

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Lembrando que a página oficial da DC Comics divulgou a lista de todos artistas confirmados para a DC FanDome:

Imagine todos os Super-Heróis e Super-Vilões que você ama finalmente reunidos em um único lugar, para celebrar o passado, presente e futuro da DC.

A primeira DC FanDome começou em agosto do ano passado como um grande evento de 24 horas. No último minuto, ele se dividiu em dois dias separados e permitiu que parte de sua programação fosse mais espalhada, enquanto o conteúdo também teve a oportunidade de ser criado para o evento posterior nos bastidores.

‘Os Monstros’: Rob Zombie comemora o fim das gravações com novas imagens do elenco; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) anunciou que as gravações do reboot de ‘Os Monstros‘ finalmente chegaram ao fim.

Em comemoração, ele compartilhou novas imagens do elenco caracterizado como a excêntrica família.

Na legenda, ele escreveu:

“Bem, chegamos ao fim das gravações para todos os envolvidos em ‘Os Monstros‘! Obrigado Budapeste, você foi ótima. Aproveitem o seu novo ‘Mockingbird Lane’. Próxima parada: aeroporto.”

Confira, junto com o teaser do longa:

Ainda sem previsão de estreia, o longa ganhou classificação PG da Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA (via FilmRatings).

Para quem não sabe, o padrão PG é liberado para o público em geral sob orientação de pais e tutores de menores de 13 anos.

A classificação provavelmente será um alívio para os fãs dos personagens, já que eles sempre foram simpáticos e familiares, apesar de seus visuais dignos de Halloween.

Ainda assim, o longa é descrito como uma adaptação com “material macabro e sugestivo para pessoas sensíveis devido a imagens e linguagens assustadoras.”

O elenco conta com Jeff Daniel Phillips (Herman Munster), Sheri Moon Zombie (Lily Munster), Richard Brake (Dr. Henry Augustus Wolfgang), Daniel Roebuck (Vovô Munster), Jorge Garcia e Catherine Schell (Zoya Krupp, a Cigana Rainha).

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

‘A Guerra do Hamburguer 2’: Kel Mitchell dá detalhes sobre a trama da sequência

Durante uma aparição no The Tonight Show with Jimmy Fallon, os atores e humoristas Kenan & Kel confirmaram a produção de uma sequência de ‘A Guerra do Hamburguer‘ (‘Good Burger’).

A amada comédia foi lançada em 1997 e acompanha Ed e Dexter Reed, que trabalham na lanchonete Good Burger. Eles precisam enfrentar a concorrência da Mondo Burger, que pretende dominar o mercado local de restaurantes fast food, então eles inventam um molho que faz grande sucesso junto ao público, o que desperta a ira do dono da concorrente.

Em entrevista para o Comic Book, Kel Mitchel foi questionado sobre os detalhes da sequência e garantiu que a continuação vai agradar antigos e novos fãs.

“Desenvolver este filme tem sido todo um processo, sabe? Queremos ter certeza de que o roteiro está realmente pronto. Quero ter certeza de que vai agradar aos fãs dos anos 90 e também aos nossos novos fãs.”

O portal também divulgou a sinopse da continuação.

Confira:

“Em ‘A Guerra do Hamburguer 2’, Dexter Reed (Thompson) está sem sorte depois que outra de suas invenções falha. Ed (Kenan Mitchell) dá as boas-vindas a Dex de volta ao Good Burger de braços abertos e lhe devolve seu antigo emprego. Com uma nova equipe trabalhando no Good Burger, Dex elabora um plano para se recuperar, mas, infelizmente, coloca o destino da lanchonete em risco mais uma vez.”

A produção do novo filme está prevista para começar em maio e estreia ainda este ano na Paramount+.

Confira o anúncio:

No ano passado, Kenan Thompson já havia provocado a ideia em seu Instagram: “Eu amo esse filme e todos que trabalharam nele. Fico muito orgulhoso de fazer parte de algo que muitas gerações passaram a amar. Que tal uma sequência?”

Orçado em US$ 8,5 milhões, o filme original conseguiu arrecadar US$ 23,7 milhões, mas registra apenas 33% de aprovação entre os críticos.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’: Diretor garante que a sequência terá um final satisfatório

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ deixou o público atordoado ao mostrar uma versão alternativa de Miles Morales como o vilão Gatuno.

Agora, os fãs estão ansiosos para descobrir os desdobramentos da descoberta em ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘.

Em entrevista para o Deadline, o produtor Phil Lord disse que a trilogia vai terminar com uma conclusão que deixará os fãs muito satisfeitos.

“Os dilemas na vida de Miles vão se aprofundar ainda mais emocionalmente no relacionamento entre ele, seus pais, Gwen, Peter B. Não posso falar muito, mas será uma conclusão muito satisfatória.”

Obviamente, ele se esquivou dos detalhes, mas a principal característica da franquia é a evolução sentimental de Miles para que se transforme de um garoto com poderes para um verdadeiro herói.

Por conta disso, ele deve enfrentar seus maiores desafios na última parcela da saga.

Vale lembrar que ainda não há previsão de estreia para ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘.

Enquanto isso, confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO tem Miles Morales de volta para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar®. Depois de se reunir com Gwen Stacy, o amigão da vizinhança e protetor em tempo integral do Brooklyn é catapultado através do Multiverso, onde ele encontra um time de Pessoas-Aranha que precisam proteger a própria existência. Quando os heróis não conseguem se unir para lidar com uma nova ameaça, Miles se vê dividido e precisa redefinir o que significa ser um herói para que ele consiga salvar as pessoas que mais ama.

Vale lembrar que Chris Miller e Phil Lord roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ | Conheça os ILLUMINATI da Marvel Comics e sua adaptação ao MCU

Grupo é um dos mais influentes e secretos da editora

Um dos pontos mais debatidos, assim como teorizados, do mais recente trailer de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura foi a possibilidade da aparição do grupo Illuminati, uma vez que potencialmente o Dr. Estranho se encontra diante de um grupo de indivíduos que passam essa presença e o próprio mago supremo faz parta da formação.

Facções não são estranhas ao universo Marvel de jeito nenhum, principalmente aquelas de cunho mais obscuro. Um exemplo desse tipo de reunião é o MI 13, grupo de heróis ligados ao ocultismo reunido pelo governo britânico para lidar com ameaças obscuras. A primeira menção ao grupo Illuminati nos quadrinhos data de 2005, durante a New Avengers #7.

Na história em questão, o grupo é primariamente introduzido por Tony Stark quando o mesmo vai a seu encontro. Na presença do Sr. Fantástico, Dr. Estranho, Professor Xavier e Namor ele explica sua intenção de reformar os Vingadores enquanto organização.

O grupo fechado formado pelas maiores lideranças da Marvel

A proposta geral do grupo, sob um certo ponto de vista, é a de ser um clube restrito entre os personagens mencionados anteriormente, com a adição do Raio Negro dos Inumanos e do Pantera Negra, no qual eles se atualizam de ameaças neutralizadas; táticas utilizadas; novas informações obtidas. A ideia é que o grupo se reúna com um certo espaçamento de anos entre cada reunião.

Tal motivação é coerente quando se analisa o plantel do grupo, com seus membros sendo, respectivamente, alguns dos maiores cérebros do universo Marvel e representantes de seus respectivos povos. A questão é que os Illuminati não se mantiveram apenas como um encontro anual para discutir tecnicalidades.

A ocasião que levou a sua criação também é interessante, pois ela ocorreu após a enorme crise originada da guerra entre o império Kree e os Skrulls. A fim de evitar quaisquer novos ataques, ou efeitos colaterais de guerras alheias, à Terra foi formado pelo Homem de Ferro o grupo denominado Illuminati. Tendo isso em mente a troca constante de informações entre os membros teria também a finalidade de garantir a segurança mundial.

O grupo, de início, visava apenas manter um fluxo contínuo de troca de informação

Em essência o grupo já demonstra uma problemática logo na sua fundação, com a proposta original de Tony Stark sendo algo próximo de uma organização operando além do conhecimento da ONU e demais governos mundiais, representando sobretudo a comunidade sobre-humana. 

O primeiro a perceber que algo ali estava errado foi o Pantera Negra que, nas primeiras histórias envolvendo o grupo, não participou por acreditar que o formato exclusivo do mesmo eventualmente levaria todos os envolvidos à ruína e, potencialmente, até mais além. A busca por garantir a segurança da Terra foi o que levou os Illuminati a sua primeira grande falha.

Um momento de ousadia os levou a iniciar uma incursão contra o os Skrull, de modo a passar um aviso. No entanto, o grupo é capturado e, a partir deles, os metamorfos aprendem mais sobre os poderes de alguns dos maiores defensores da Terra e, sobretudo, como passarem despercebidos. Alguns anos depois esse conhecimento adquirido os daria condição de iniciar a tomada do planeta conforme visto em Invasão Secreta.

A “Invasão Secreta” gerou uma mudança profunda nos status quo

Já em outras ocasiões sua passividade também demonstrou gerar consequências graves, como quando durante a saga da Guerra Civil, o grupo optou por não interferir na situação ao lado de Tony Stark em prol do ato de registro. Sob um certo ponto de vista, a ausência de uma ação dos Illuminati (já que seus membros são líderes de seus respectivos núcleos) permitiu o processo de caos e carnificina que eventualmente ocorreu na saga.

Tendo um grupo que tão facilmente pode ser interpretado como danoso para a comunidade super-heróica e normal, leva a refletir sobre como eles podem ser transpostos para o MCU que, por sua vez, não segue um caminho de acontecimentos e interpretações idêntico aos do material base.

A obsessão do agora falecido Tony Stark já foi apresentada anteriormente, com fins catastróficos; essa no entanto dificilmente poderá ser a razão que leva ao surgimento dos Illuminati

 

Roteirista afirma que ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ abriu caminho para filmes de multiverso

O roteirista Simon Kinberg acredita que X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ desempenhou um papel pioneiro na introdução dos conceitos de multiverso nos filmes de super-heróis, pavimentando o caminho para produções subsequentes, como ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ e ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

“‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ meio que abriu o caminho para tudo aquilo que poderíamos fazer (dentro desse conceito)”, afirmou Kinberg à revista Polygon. “Mesmo que não tenha sido tecnicamente a coisa do multiverso que, em última análise, acho que de certa forma o gerou, estava fora dos limites da narrativa linear.”

Ele também destacou que o filme explorou outras dimensões, o que, na época, não gerou uma grande reação do estúdio.

“Eram outras dimensões. Não houve muita reação do estúdio. Apesar de pagar a todos esses atores, não acho que ficaram loucos por isso (na época), mas foi um filme de sucesso e do qual estou muito orgulhoso”, concluiu o roteirista.

Vale lembrar que ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecidos‘ e todos os outros filmes da franquia estão disponíveis no Disney+.

Relembre o trailer:

No futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage). Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Tempestade (Halle Berry), Kitty Pryde (Ellen Page) e Wolverine (Hugh Jackman), que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970. Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes se torne realidade.

Chris Pratt fala sobre o RETORNO do Senhor das Estrelas na Marvel

O astro Chris Pratt comentou recentemente sobre seu futuro como Peter Quill/Senhor das Estrelas no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), além dos rumores de uma possível participação no novo Universo DC sob o comando de James Gunn.

Em entrevista ao ComicBook, Pratt se mostrou aberto a ambas as possibilidades: “Bem, provavelmente faz mais sentido que eu seja Senhor das Estrelas novamente. Mas tudo é possível, e especialmente com o James na DC. Talvez haja algo que seja adequado por lá. Talvez ambos. Que tal ambos? Vamos fazer ambos. Acho que é 100% ambos.”

Chris Pratt já havia afirmado que está aberto a reprisar seu papel como Senhor das Estrelas em futuros projetos do Universo Cinematográfico da Marvel mesmo após ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ ser o último filme da equipe.

“Existem maneiras de as pessoas voltarem dos mortos”, explicou o ator. “Não quero insinuar coisas tipo ‘Ah, Chris Pratt diz que Peter Quill não morre’. Não é isso que estou dizendo. O que estou dizendo é que, mesmo que eu morra, há maneiras de me trazer de volta. Então, se você está falando, tipo, praticamente, se Peter Quill pode voltar, a resposta será sempre sim”, disse em uma entrevista à Rolling Stone.

Ele continuou: “Agora, se você está me perguntando, Chris Pratt, o ator, se eu quero reprisar meu papel como Peter Quill e se ainda há potencial para o personagem e se eu tenho a capacidade mental para isso, eu tenho. Eu estaria interessado em interpretar o personagem novamente.”

James Gunn, diretor deGuardiões da Galáxia no UCM, já mencionou a possibilidade de alguns membros do elenco da franquia se juntarem ao DCU, sem confirmar nomes.

Fãs especulam que Pratt possa interpretar Michael Carter, o Gladiador Dourado, que terá sua série própria no Max. Em 2023, o ator admitiu que consideraria o papel se Gunn o convidasse: “Se James achasse que eu era o cara certo para o papel, então teria que considerar.”

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ esta disponível no Disney Plus.

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘A Hora do Pesadelo’: Patricia Arquette revela condição para RETORNAR à franquia

Patricia Arquette, que interpretou Kristen Parker em ‘A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos’ (1987), comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel em uma possível continuação da franquia.

No filme, sua personagem é uma ginasta com a habilidade de puxar as pessoas para fora dos sonhos, enfrentando o temido Freddy Krueger.

Em uma entrevista ao ComicBook, Arquette foi questionada se consideraria retornar ao universo do aterrorizante Freddy Krueger.

“Você sabe, eu nunca imaginei que nos meus sonhos eu seria uma ginasta, então não sei”, brincou Arquette. “Posso mudar meu superpoder? Talvez eu voltasse se pudesse. Eu poderia ser invisível, anti-gravitacional, poderia fazer um monte de coisas. Por que eu tenho que ser ginasta? Eu gosto de ginástica, não me entenda mal, mas eu adoraria algo um pouco mais letal para enfrentar ele”.

Infelizmente, parece que o temido Freddy Krueger não retornará às telonas tão cedo. Após a recepção negativa do remake de 2010, a franquia segue em sono profundo.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).

Assista a entrevista:

O filme mais recente da franquia é o remake de mesmo nome, dirigido por Samuel Bayer, que estrela Rooney Mara.

O filme fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.

‘Coração de Ferro’: Antes de viver Mefisto, Sacha Baron Cohen quase interpretou outro herói da Marvel nos cinemas

A sérieCoração de Ferro marcou oficialmente a introdução do demônio Mefisto no MCU, sendo interpretado por Sacha Baron Cohen. No entanto, o ator quase viveu outro personagem no Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo o ComicBook, antes de se tornar Mefisto, o ator foi cotado para interpretar Warlock em ‘Novos Mutantes’, longa derivado da franquia ‘X-Men’ que tem um estilo mais próximo do terror.

Para quem não conhece, Warlock é um mutante robótico e metamórfico vindo do espaço, rejeitado por sua própria espécie alienígena por ser capaz de ter empatia por outros seres. Ele foi um dos primeiros membros da equipe dos Novos Mutantes nos quadrinhos.

Na época, o diretor Josh Boone anunciou o personagem como um dos principais no longa e iniciou conversas com Cohen. A visão de Boone para Warlock era torná-lo o “Gollum” de Os Novos Mutantes.

Supostamente, Cohen estava animado com o papel, no entanto, o personagem precisou ser cortado devido ao baixo orçamento do longa.

Forçado a escolher entre o vilão Urso Místico e Warlock, Boone optou por manter o vilão. Se tudo tivesse saído como planejado, Warlock estaria guardado para um possível ‘Novos Mutantes 2’, com uma pegada mais voltada para o terror sci-fi.

Os Novos Mutantes’ está disponível no Disney +.

Wagner Moura perde prêmio de Melhor Ator para Timothée Chalamet no Critics Choice Awards

O astro brasileiro Wagner Moura, protagonista deO Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, perdeu o prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama no Critics Choice Awards para Timothée Chalamet, estrela deMarty Supreme’.

Os atores disputavam a categoria com Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Michael B. Jordan (‘Pecadores’) e Ethan Hawke (‘Blue Moon’).

Vale lembrar queO Agente Secreto venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional, consolidando o destaque da produção brasileira na premiação.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

‘The Golden Ticket’: Netflix revela teaser do reality de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ com voz de Gene Wilder recriada por IA; Confira!

A Netflix divulgou recentemente o primeiro teaser de seu mais novo reality show, The Golden Ticket. Inspirada no clássico do cinema A Fantástica Fábrica de Chocolate, a produção chega cerca de 55 anos após o livro de Roald Dahl ser adaptado para as telonas na icônica versão estrelada por Gene Wilder.

Conforme o Deadline, o programa já tem data de estreia marcada: 23 de setembro. No entanto, a novidade chega acompanhada de uma decisão polêmica: a Netflix recriou a voz de Gene Wilder utilizando inteligência artificial para a narração do programa.

A recriação foi feita com a autorização expressa do Espólio de Gene Wilder. Sua viúva, Karen B. Wilder, afirmou estar “encantada” em apresentar a magia do ator para uma nova geração.

Para trazer a voz do ator de volta, a Netflix trabalhou em parceria com a ElevenLabs, empresa de IA de áudio que tem o ator Matthew McConaughey entre seus investidores. A companhia já é conhecida por projetos semelhantes, tendo recriado a voz de Michael Caine para um audiolivro de A Odisseia e firmado um acordo com o Espólio de Stan Lee para reproduzir a voz do lendário criador da Marvel.

Em outra grande homenagem ao filme original de 1971, o ator Rusty Goffe, que interpretou um dos Oompa Loompas originais, voltará a viver o personagem no reality.

O programa acompanhará 12 participantes, cada um acompanhado por um parceiro de sua escolha. Juntos, eles atravessarão os portões da Fantástica Fábrica de Chocolate para enfrentar uma série de desafios épicos.

Os competidores passarão por jogos, provas e tentações meticulosamente criados para testar suas capacidades físicas, mentais e morais. No final, apenas um deles conquistará o prêmio que promete mudar sua vida.

Karen B. Wilder, viúva de Gene Wilder e representante de seu espólio, defendeu a homenagem e o uso da tecnologia:

“Mais de cinco décadas depois de Gene dar vida a Willy Wonka, pessoas de todas as idades e origens ao redor do mundo continuam encontrando alegria, risos e inspiração em sua atuação. Gene tinha uma capacidade extraordinária de levar humor, encanto e emoção às pessoas, e essa conexão atravessou gerações. Estamos encantados que The Golden Ticket celebre o calor humano e a imaginação que ele trouxe ao personagem, apresentando essa magia a uma nova geração, ao mesmo tempo em que homenageia os fãs que a valorizam há décadas”, concluiu.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (3)

Franquia mutante ganha fôlego com nova investida.

Antes de entrarmos no filme em questão, peço licença para recordar um pouco do legado mutante, pois, no início da década passada, quando Bryan Singer (Os Suspeitos), que não era grande apreciador de histórias em quadrinhos, viu no roteiro da possível adaptação de X-Men, a oportunidade perfeita de criar, além de uma promissora franquia, a alegoria pontual correlacionada ao preconceito, não imaginava estar dando início ao subgênero que iria se tornar o maior filão da indústria cinematográfica hollywoodiana. X-Men: O Filme (2000) não só gerou continuações, como também filhotes, sendo referencial para várias outras obras do estilo. Seu sucessor, X-Men 2 (2003), ampliou ainda mais o universo mutante com um leque de temas impressionantes – sendo eleito, até hoje, uma das melhores transposições da nona para a sétima arte. Contudo, após o tremendo sucesso dos Filhos do Átomo, Singer recebeu e aceitou o convite da rival, Warner, para comandar a volta aos cinemas do Homem de Aço. Fez Superman: O Retorno (2006), que obteve um público abaixo do esperado e sofreu duras críticas por parte da imprensa.

Por outro lado, a FOX decidiu tocar o barco com um novo comandante, chamou Brett Ratner (A Hora do Rush) para dirigir X-Men – O Confronto Final (2006), que mesmo sem a qualidade artística dos títulos anteriores, e possuindo um desfecho nada satisfatório, faturou bem e deu sopro para novas aventuras. O caso do pavoroso X-Men Origens: Wolverine (2009), que, mesmo fazendo dinheiro, é tido pelo consenso geral como o pior filme dos Mutantes. Mais tarde, com os heróis já fixados no cenário mundial, Singer retorna como produtor, e traz Matthew Vaughn (Kick-Ass: Quebrando Tudo) para dirigir um dos movie heroes mais interessantes já lançados, X-Men: Primeira Classe (2011). Um trabalho que, além de abordar os temas recorrentes dos anteriores e mostrar a origem de personagens marcantes, colocou os heróis em meio alguns fatos históricos, como a Guerra Fria, por exemplo. Reacendendo, novamente, a chama dos fãs, que foram conferir o recente Wolverine: Imortal (2013), de longe mais eficaz que seu precedente, mas nada especial.

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Pois bem, onze anos depois, Bryan Singer está de volta à direção dos X-Men, com Dias de um Futuro Esquecido, um longa-metragem que chega com a responsabilidade de manter o bom nível de Primeira Classe, e incrementar novos elementos à franquia. E, para surpresa geral, o troço não só faz isso, como também conserta falhas dos anteriores e, praticamente, zera o universo referente. Sim, Bryan uniu o útil ao agradável, pegou uma clássica história dos quadrinhos, que mexe com viagens no tempo e alteração de realidade – arco este que foi o principal referencial de James Cameron, em sua franquia de O Exterminador do Futuro –, tirou do túmulo figuras conhecidas e trabalhou com dois núcleos, alternando entre o passado e futuro. Se dando ao luxo de dar pouco tempo de tela a atores consagrados – o que de forma nenhuma incomoda, já que todas as escolhas do cineasta parecem ter funções precisas.

Dedicando quase três quartos do filme ao drama, Singer não surpreende em optar deixar de lado inúmeras cenas de ação ou vilões caricatos. Em toda sua carreia, o diretor nunca teve urgência em explorar em demasia esses pontos. Não por falta de tato, já que quando resolve fazer algumas tomadas de combates, acerta em cheio, pois, além de engendrar planos elegantes, repletos de ângulos primorosos, desperta tensão no espectador, que por muito criar identificação com o personagem, devido ao ótimo desenvolvimento, tem receio sobre o que este vai sofrer. Se na segunda parte ficamos boquiabertos com a cena do Noturno invadindo a Casa Branca, aqui nos deparamos com a investida do jovem mutante Mercúrio, ao entrar no Pentágono para resgatar Magneto, numa tomada absolutamente empolgante.

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Muitos indagavam, com razão, a problemática dos buracos em meio à franquia, principalmente depois das divulgações de notícias, em relação ao estado de alguns personagens, como Charles Xavier estar andando e Hank McCoy voltar a ser um humano normal. O roteirista Simon Kinberg foi tão feliz em escolhas que resolveu esses dois casos num simples e convincente artifício. Bem como seguiu por caminhos inesperados, focando em direções súbitas, pegando a plateia desprevenida. A história não tem grande força ao abordar os temas já vistos anteriormente – ainda que trate bem a questão do que um gesto impensado pode gerar -, mas transita na perigosa via do passado-presente-futuro. E por muito empreender isso, quase não se permite errar, é admirável como o texto está redondo e amarrado, de modo geral.

Entrando em questões técnicas, é interessante observar a fotografia do ótimo Newton Thomas Sigel (Drive), que tendo a seu dispor apenas uma regular direção de arte e um adequado figurino, confere o tom de cada época investida. Com lentes mais quentes e amareladas na década de setenta, obtendo um resultado vibrante; e no futuro possui paletas mais frias e escuras, criando um ar fúnebre e apocalíptico. Os efeitos especiais estão críveis e impressionantes, novamente não há do que reclamar nesse quesito. Bem como o visual dos personagens, robôs e cenários, tendo todas as cenas internas planejadas. John Ottman (Operação Valquíria), antigo parceiro de Singer, também dar as caras e repete o bom trabalho feito anteriormente no segundo título, quando marcou a franquia com sua música tema.

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Com um cast de altíssimo nível, de dar inveja a qualquer produção, o elenco da fita está muito afiado, isso por já terem trabalhado com Singer. Como era de se esperar, Hugh Jackman, o eterno Wolverine, é o protagonista do conto, estando numa de suas melhores fases como ator e vivendo o auge de sua forma física. James McAvoy (Xavier) passa bem a imagem de alguém que sofreu por anos. Michael Fassbender (Erik) e Jennifer Lawrence (Mística) dispensam maiores comentários, já que, quando em tela, dominam completamente. Ellen Page (Kitty) não compromete e tem pouquíssimas cenas, já Halle Berry (Tempestade) entrega um trabalho nada sutil, repleto de caras e bocas. Peter Dinklage está contido e faz seu Dr. Bolivar Trask parecer crível. Ian McKellen (Magneto) continua com a classe de sempre. Mas quem rouba mesmo a cena por aqui é Evan Peters, que traz Mercúrio, o personagem mais cativante da fita.

Mesmo não tendo a leveza narrativa e o charme estético de Primeira Classe, ou a amplitude de roteiro e variedade de temas visto em X-Men 2Dias de um Futuro Esquecido é um filme completamente genuíno, que aborda arcos dramáticos e dá nova vida a uma franquia que muitos consideravam falecida. A organicidade no contar de sua história, o desenvolvimento de personagens e as inúmeras amarrações temporais são mais que suficientes para considerar este um grande acerto, e que, provavelmente, iniciará uma nova leva de filmes.

Alec Baldwin deve ir à julgamento por morte de Halyna Hutchins no set de ‘Rust’

O ator Alec Baldwin e mais três pessoas devem enfrentar justiça por morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins no set do filme ‘Rust‘. A promotoria quer continuar investigações e solicitou orçamento de US$ 600 mil, segundo o The New York Times.

Outros especialistas teriam sido contratados para os laudos. O ator aparece é mencionado no pedido de financiamento como “um dos possíveis réus“.

Fora Baldwin, outras três pessoas podem receber “acusações criminais”. Ainda de acordo com Mary Carmack-Altwies, defensora distrital, “cada uma dessas acusações, provavelmente, incluirá alguma variação do nosso estatuto de homicídio”. Isso pode incluir crimes culposos.

Luke Nikas, advogado do ator, rebateu falas em comunicado e ressaltou como “seria prematuro discutir o caso, porque eles ainda não revisaram o arquivo ou deliberaram sobre sua decisão de cobrança”.

Vale lembrar que Baldwin havia declarado em entrevistas anteriores que não havia puxado o gatilho.

Confira:

Hutchins veio à óbito em outubro do ano passado após ser atingida pelo disparo acidental.

A informação a respeito da inocência de Baldwin foi divulgada pelo advogado do ator, em uma publicação no Instagram. Ele agradeceu ao Departamento de Saúde e Segurança Ocupacional do estado do Novo México, nos Estados Unidos. Segundo o advogado, o órgão isentou Baldwin de culpa e entendeu que o ator não sabia que a arma estava carregada.

Confira abaixo a postagem:

O relatório também reconhece que a autoridade de Baldwin no set de filmagens se restringia apenas à aprovação de mudanças no roteiro e de membros da equipe criativa. Que o ator não seria responsável pela equipe que cuida dos elementos cenográficos, como as balas de festim.

“Estamos satisfeitos que os funcionários do Novo México tenham esclarecido essas questões críticas. Estamos confiantes de que os indivíduos identificados no relatório serão responsabilizados por esta tragédia”, falou o representante do ator.

Lembrando que as autoridades do Novo México multaram a produtora responsável pelo filme, a Rust Movie Productions LLC em US$ 137 mil (cerca de R$ 630 mil) .