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Amy Smart participa de jogo sinistro no trailer do terror ‘100 Candles’; Assista!

O terror antológico ‘100 Candles‘, estrelado por Amy Smart (‘Efeito Borboleta’), ganhou um novo trailer.

Confira:

O terror antológico conta com 9 diretores: Victor Catala, Brian Deane, Oliver Lee Garland, Guillermo Lockhart, Tony Morales, Nicolas Onetti, Nicholas Peterson, Daniel Rubesam e Christopher West.

A trama gira em torno de um jogo onde um grupo de amigos conta histórias de terror na frente de um espelho mágico à luz de velas. Uma história por cada vela, eles não podem deixar o jogo até que todas as velas sejam apagadas; ou então eles serão vítimas da maldição da bruxa.

O elenco ainda conta com George Blagden, Sibyl Gregory e Dee Bradley Baker.

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 18 de maio.

‘The Last Thing Mary Saw’: Terror com atriz de ‘A Órfa’ ganha novo clipe sinistro; Confira!

O terror sobrenatural ‘The Last Thing Mary Saw‘, estrelado pela Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), ganhou um novo clipe sinistro.

Confira, com o trailer completo:

Edoardo Vitaletti é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.

1843. Em uma fazenda isolada durante o inverso, uma jovem é investigada pela morte misteriosa da matriarca de sua família. Logo, se torna aparente que há forças muito mais sinistras por trás da tragédia.

Rory CulkinStefanie Scott e Judith Roberts completam o elenco.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 20 de janeiro.

Noah Centineo é ‘O Recruta’ em foto da nova série da Netflix

Durante o evento TUDUM, a Netflix anunciou que o ator Noah Centineo (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’) vai estrelar sua nova série de suspense, intitulada ‘The Recruit‘.

Além disso, o serviço de streaming também divulgou a primeira imagem oficial do projeto. Confira:

A trama vai seguir Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de dezembro.

O elenco ainda contará com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.

Além de estrelar, Centineo também serve como produtor executivo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Guerra Entre Herdeiros

(The Estate)

 

Elenco:

Toni Collette
Anna Faris
Kathleen Turner
David Duchovny
Ron Livingston
Rosemarie DeWitt

 

Direção: Dean Craig

Gênero: Comédia

Duração: 96 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Agosto de 2023

Sinopse: 

As irmãs Macey e Savanna estão determinadas a garantir a tão desejada herança da família. Sem muita sorte e com uma cafeteria à beira da falência, elas bolam um plano perfeito para conquistar sua tia Hilda, a matriarca autoritária e ranzinza que está doente. As irmãs só não esperavam que outros parentes teriam exatamente a mesma ideia.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Dean Craig também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Weapons’: Alden Ehrenreich se junta ao elenco do novo TERROR do diretor de ‘Noites Brutais’

De acordo com o THR, Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’) foi confirmado no elenco de ‘Weapons‘, novo terror escrito e dirigido por Zach Cregger – que recentemente comandou o aclamado ‘Noites Brutais‘.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) e Julia Garner (‘Inventando Anna’) completam o elenco.

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

As filmagens estão programadas para começarem em julho.

Vale lembrar que ‘Noites Brutais‘ está disponível no Star+!

Relembre o trailer:

Rachel McAdams e Dylan O’Brien irão estrelar ‘Send Help’, novo TERROR de Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) e Rachel McAdams (‘Voo Noturno’) serão os protagonistas de ‘Send Help‘, novo terror de sobrevivência do diretor Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’).

Na trama…

“Dois colegas ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.”

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

20th Century Studios é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

ASSUSTADOR! Confira novo trailer DUBLADO de ‘Terror em Shelby Oaks’, produzido por Mike Flanagan

A Diamond Films divulgou o novo trailer dublado de ‘Terror em Shelby Oaks‘, filme produzido pelo prestigiado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa marca a estreia diretorial do popular Youtuber Chris Stuckmann.

A trama gira em torno de Mia (Camille Sullivan), em sua busca frenética por sua irmã Riley (Sarah Durn), que desapareceu misteriosamente na última fita de sua série investigativa “Paranormal Paranoids”. À medida que a obsessão de Mia cresce, ela começa a suspeitar que o demônio imaginário da infância de Riley possa ter sido real.

O elenco também inclui Brendan Sexton III, Michael Beach, Robin Bartlett e Keith David.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.

Galinha Pintadinha

(Galinha Pintadinha)

 

Elenco:

Elisa de Souza
Vera Fuzaro
Rico Garcia

 

Direção: Marcos Luporini, Juliano Prado

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 1º de Outubro de 2026

Sinopse: 

À espera de seu primeiro filho ao lado do Galo Carijó, a GALINHA PINTADINHA vê seus planos mudarem quando um erro improvável provoca uma separação de mães e filhotes. Determinada a reencontrar o Pintinho Amarelinho, ela embarca em uma jornada desafiadora por territórios misteriosos, onde será preciso enfrentar antigos medos para descobrir que, mesmo diante das diferenças, sentimentos como amor, cuidado e empatia são capazes de unir todos.

Curiosidades: 

Galinha Pintadinha vai ganhar filme em celebração aos 20 anos; Confira o teaser!

» O projeto marca o aniversário de 20 anos da icônica personagem infantil;

» Criada em 2006 por Juliano Prado e Marcos Luporini, da Bromelia Produções, em uma época em que o YouTube dava os primeiros passos e os smartphones sequer faziam parte da rotina das famílias, a personagem alcançou uma marca rara no entretenimento: manteve-se relevante e conectado com novas gerações. Com distribuição nacional e uma estratégia focada no público infantil e familiar, o longa-metragem promete uma narrativa inédita e lúdica;

» “Levar a Galinha Pintadinha para o cinema é um marco muito especial para nós. É uma forma de celebrar esses 20 anos ao lado das famílias que acompanharam essa trajetória desde o começo e também de apresentar essa aventura para uma nova geração”, afirma Juliano. “O cinema representa um novo capítulo para a personagem, mas sem abrir mão da essência que fez parte da infância de tantas famílias. Queremos proporcionar uma experiência que emocione crianças e adultos, reunindo diferentes gerações em frente à tela grande,” completa Marcos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Elenco de ‘Platoon’ se reúne 30 anos depois; Confira a foto!

Parte do elenco do clássico oitentista de ação, ‘Platoon’, se reuniu neste domingo (16), 30 anos após o lançamento da produção nos cinemas.

Publicada na conta do Instagram do ator Kevin Dillon, a imagem traz o veterano ao lado de Charlie Sheen e Johnny Depp.

Confira:

#platoon 30 year #reunion last night at #johnnydepp house #goodtimes @charliesheen

Uma publicação compartilhada por Kevin Dillon (@kevindillonofficial) em

Dirigido por Oliver Stone, ‘Platoon’ traz Chris Taylor, um estudante universitário que abandona os estudos para defender os Estados Unidos no Vietnã, em 1967. Lá, sua inocência e idealismo são destruídos, à medida que ele também se vê envolvido em um constante conflito entre os próprios soldados, que divergem sobre a presença ou não de vietcongs escondidos em vilarejos locais, próximo onde as bases se encontram.

‘Capitã Marvel’ será um filme de origem bem diferente, afirma produtor

O filme de origem da ‘Capitã Marvel‘ terá uma abordagem bem diferente do qual o público já está acostumado.

Segundo o produtor Nate Moore, o objetivo é não condicionar a mente da audiência aos modelos de filmes de origem feitos nos últimos anos.

Em entrevista ao site CinemaBlend, ele compartilhou a perspectiva que a nova produção trará.

Disse:

“Acho que existe uma estrutura em se tratando de filmes de origem que faz com que o público até se adiante com muita facilidade. Então, se vamos fazer produções desse gênero, internamente conversamos sobre como poderíamos subverter esse formato. Por exemplo, ‘Capitã Marvel‘ é uma adaptação desse tipo de uma personagem que jamais foi vista nos cinemas, mas acho que tropeçamos em uma estrutura que não é a tradicional, vista frequentemente em filmes de origem. Não teremos aquele modelo em que primeiramente conhecemos a protagonista, e aí então surge o problema, ela descobre seus poderes no final do primeiro ato e no final do segundo ela aprende a lidar com suas habilidades, enquanto no terceiro ato ela provavelmente luta com algum vilão com poderes semelhantes. Na maioria das vezes as produções de origem possuem esse padrão, mas à medida que vamos apresentando novos personagens, seguindo em frente com a narrativa, nós queremos encontrar maneiras de subverter essa estrutura, para que pelo menos a experiência do espectador seja nova. Nós trabalhamos muito para garantir que o público não tenha aquela sensação de já ter visto isso antes”.

 

A trama do filme se passará nos anos 1990, antes dos eventos de Guardiões.

Além disso, também contará com o retorno do Agente Phil Coulson (Clark Gregg) para as telonas, sete anos depois de Os Vingadores (2012). O personagem acabou se estabelecendo como o astro de Agents of SHIELD, uma das principais produções de TV da Marvel.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 14 março de 2019 no Brasil.

‘Nós’: Jordan Peele se veste como Jack Nicholson em ‘O Iluminado’ em turnê de lançamento

Após a estreia mundial de Nós no festival SXSW, o cineasta Jordan Peele e o elenco da produção iniciaram a turnê de lançamento nacional do terror, percorrendo os Estados Unidos para divulgar a produção.

E em suas apresentações, o diretor tem feito pequenas homenagens aos seus filmes de terror favoritos, trazendo referências dos longas em seu visual.

Uma dessas homenagens chamou bastante a atenção dos fãs. Em um dos lançamentos, Peele se vestiu como Jack Nicholson em ‘O Iluminado‘, trajando uma camisa xadrez e um casaco vermelho, bem semelhante ao visual do personagem Jack Torrance.

A comparação ainda foi replicada por Peele, que fez outra referência em sua legenda, usando uma das frases mais famosas do longa.

Confira:

A referência chamou tanta atenção, que fãs habilidosos decidiram também criar a icônica foto do baile no Hotel Continental, feita em 1921, com a imagem de Peele em destaque.

Confira:

Vale ressaltar que, no passado, Peele fez uma homenagem a ‘O Iluminado‘, recriando uma das cenas de maneira cômica em seu programa de sketches, ‘Key And Peele‘.

Confira o vídeo do quadro em questão:

Em seu primeiro fim de semana nos EUA, analistas apontam que o filme ‘Nós‘ deva arrecadar entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.

O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘A Máfia dos Tigres’: Armie Hammer vira Joe Exotic em transformação CHOCANTE

A quarentena não tem sido fácil para ninguém, mas algumas personalidades de Hollywood têm tido sérias dificuldades de lidar com o período de isolamento social.

E o astro Armie Hammer aparenta ser uma delas. Registrando sua reclusão constantemente em lives feitas pelo Instagram, o ator de ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ surpreendeu seus fãs ao se submeter a uma transformação física impressionante.

Cortando praticamente todas as suas madeixas e deixando um cavanhaque, Hammer praticamente se transformou no próprio Joe Exótico, da série documental ‘A Máfia dos Tigres‘.

O resultado é chocante!

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Killing the game.

Uma publicação compartilhada por Armie Hammer (@armiehammer) em

De acordo com o TVLine, o novo documentário da Netflix, intitulado ‘A Máfia dos Tigres‘ (Tiger King), já foi assistido por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.

Para termos de comparação, a terceira temporada de ‘Stranger Things‘, uma das produções mais populares do serviço de streaming, teve 36.3 milhões de visualizações nesse mesmo período de tempo no país.

O site, no entanto, destaca que o sucesso do documentário consolidou-se de forma tardia, reportando que, em seu primeiro dia, a média de audiência por minuto era de 280 mil espectadores. Porém, até o nono dia, a média bateu a marca de quatro milhões.

Vale notar que os dados só consideram as visualizações pela TV, não contabilizando os views de notebooks e celulares.

No mundo dos proprietários de grandes felinos, a realidade supera a ficção. E Joe Exotic, um carismático cantor country polígamo que possuía um zoológico em Oklahoma, é uma das figuras mais excêntricas desse universo. Joe e um elenco inacreditável de personagens – que inclui até chefes do tráfico e líderes de seitas – têm algo em comum: a paixão por grandes felinos e pelo status e atenção que suas coleções atraem. Mas quando seu lucrativo negócio é ameaçado por Carole Baskin, uma ativista pelos direitos dos animais e proprietária de um refúgio de grandes felinos, a situação foge ao controle. A crescente rivalidade entre eles resulta na prisão de Joe, acusado de contratar um assassino para matar Carole, e a investigação do crime acaba revelando uma história surreal na qual o animal mais selvagem é o ser humano.

‘Coded Bias’: Aclamado documentário sobre inteligência artificial já está disponível na Netflix

O aclamado documentário sobre inteligência artificial e tecnologia de reconhecimento facial, intitulado ‘Coded Bias‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta segunda-feira (05), na grade de programação.

Este documentário investiga o lado negro dos algoritmos da inteligência artificial, mostrando como um histórico de racismo, opressão, misoginia e preconceitos impacta na forma como a tecnologia de reconhecimento facial é usada no mundo contemporâneo. Coded Bias visa alertar o mundo a respeito de como grandes corporações e até mesmo o governo se apropriam de uma tecnologia, colocando os direitos civis e a segurança individual em risco.

Crítica | Coded Bias: Netflix lança incrível documentário aos moldes de O Dilema das Redes

Confira o trailer:

Coded Bias é dirigido por Shalini Kantayya.

Filme socialmente IRRESPONSÁVEL que traz Zac Efron como Ted Bundy estreia no Paramount+

Os Estados Unidos possuem alguns dos casos mais atrozes de assassinatos em séries. Com listas intermináveis, muitos destes serial killers chegaram até a ser analisados no excelente programa Índice de Maldade, do canal Investigação Discovery.

Sempre alvos da opinião pública e do interesse geral, eles fazem parte de capítulos dolorosos da história norte-americana. Um deles talvez seja o mais intrigante de todos. Ted Bundy, de feições finas, corpo enxuto e cabelos castanhos ondulados, não seria o típico assassino caricato.

Carismático e belo, ele atraiu 30 vítimas para o canto da morte, abusando e desfigurando mulheres inocentes que mal algum viam no rapaz. Sua história ganhou repercussão nacional e foi lançado pela Netflix como o filme  ‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal.

O longa, que recebeu duras críticas por glamorizar o infame assassino, saiu do catálogo da Netflix e agora estreia no Paramount+.

Mas por que o filme é socialmente IRRESPONSÁVEL

Dirigido por Joe Berlinger, a produção direciona seu foco para o psicopata, apresentando-o inicialmente como uma figura paterna dócil e adorável, ilustrando seus passos e comportamento de maneira extremamente sutil. Até demais. Pela interpretação de Zac Efron, somos apresentados a um personagem quase enigmático. Suas práticas criminosas são pinceladas no roteiro de Michael Werwie, que esquece de todas as vítimas, fazendo delas apenas uma nota de rodapé ao final do longa. O filme não é de todo ruim, mas perde a oportunidade de honrar as mais de 30 mulheres estupradas por Bundy, reduzindo-as a efêmeros registros que passam despercebidamente diante das telas.

Assista ao trailer:

Para dificultar ainda mais, Zac Efron é uma frustração diante das telas, um “quase lá”. Estigmatizado como sendo o garoto bonito que atrai as atenções nas telas, ele não passa desse estereótipo, não se desafiando de maneira alguma na construção conceitual e estrutural do personagem. Infelizmente, fica claro que sua escolha para o papel segue a mesma nomenclatura das anteriores: escolhido pela beleza e pela popularidade de seu nome entre as mulheres. Pelas características do ator, Ted Bundy é “apenas” um jovem cativante que maquia sua psicopatia. Preguiçosa, sua atuação é extremamente blasé e ignora o argumento fundamental que fez de Bundy o tema do filme, que nada mais é o fato de ele ter se tornando um dos serial killers mais emblemáticos da história moderna.

Com uma narrativa intrinsecamente regida por Ted Bundy e seu comportamento, Extremely Wicked poderia até subir no conceito, se Efron tivesse sido capaz de suportar a produção em seus ombros. Como um filme totalmente focado na humanidade (ou falta dela) dos personagens, a expectativa seria de que seus atores correspondessem à pressão de estrelar um longa sem alegorias e aspectos carnavalescos. Mas novamente, o drama biográfico falha nesse sentido, passando nas telonas como apenas uma rápida memória de uma história que é tão incapaz de conquistar a audiência quanto é de mudar a percepção de gerações que cresceram ovacionando um cruel assassino.

Tentando trazer um sopro de vida final nos instantes que nos encaminham para o encerramento do filme, Efron finalmente mostra a que veio, em um monólogo que encerra sua jornada. No entanto, após 1h30 de projeção, quem se importa? Vítimas foram desonradas, o passado não fora remediado e o filme entra para a lista de possíveis obituários do cinema. Uma pena, Berlinger quase chegou lá.

Berlim 2024 | Cobertura Especial – Another End, La Cocina, Shikun – Dia 1

 

Após a abertura na ultima quinta-feira, dia 15 de fevereiro, com o filme Small Thing Like This, de Tim Mielants, o Festival de Cinema de Berlim continua de vento em polpa com a presença de diversas celebridades. Graças ao charme de Cillian Murphy, o longa de abertura acumula 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, a partir de 12 críticas ja publicadas at até o momento.

Nesse sabado, dia 17 de fevereiro, os artistas mais prestigiado foram Gael Garcia Bernal, Lena Dunham e Saoirse Ronan; o primeiro na mostra competitiva, a segunda na sessão Special Gala e, por fim, na Panorama.

No video abaixo, apresento um resumo das minha primeiras impressões sobre os quatro filmes assistidos e o clima durante as projeções. O ranking do dia, do melhor ao pior, ficou assim:

1. Love Lies Bleeding, de Rose Glass
2. La Cocina, de Alonso Ruizpalacios
3. Another End, de Pietro Messina
4. Shikun, de Amos Gitai

Clique no video e descubra as razões de detalhes de cada filme:

‘Mestres do Universo’: Arte imagina Channing Tatum como He-Man

O live-action de Mestres do Universo está em desenvolvimento e os fãs estão especulando quem poderia ser o He-Man nos cinemas. Pensando nisso, um fã criou uma arte sensacional imaginando o ator Channing Tatum no papel do personagem. Confira:

Enquanto isso, segundo a revista Variety, o diretor David S. Goyer deixou a direção do live-action deHe-Man e os Mestres do Universo. O site afirma que conflitos na agenda de Goyer não permitiram que ele assumisse o projeto, atualmente trabalhando na minissérie ‘Foundation’, adaptação da trilogia de Irving Asimov.

A Sony estaria em busca de um novo diretor e mantém da data de estreia para dezembro de 2019. Apesar de sair da direção, Goyer continua como produtor e roteirista do live-action.

Recentemente, o Omega Underground revelou que as filmagens de ‘He-Man e os Mestres do Universo‘, o live-action que trará aos cinemas o icônico personagem de brinquedos da Mattel e das séries em animação, vão começar em abril.

A Sony Pictures lançará o filme no dia 18 de dezembro de 2019.

Exibida de 1983 a 1985, He-Man e os Defensores do Universo’ teve 65 episódios. A inspiração para a série animada foi a linha de brinquedos da Mattel.

He-Man é a identidade super-poderosa de Adam, filho do rei do planeta Eternia, Randor. Ele ganha seus poderes da Espada do Poder, que ele ativa com a frase “Pelos poderes de Grayskull… Eu tenho a força!” Seu principal oponente é o Esqueleto, que vive determinado a tomar o castelo de Grayskull e dominar Eternia.

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Agora é oficial! Warner está desenvolvendo filme da Supergirl

De acordo com informações exclusivas do Deadline, a Warner Bros/DC Comics está desenvolvendo um longa-metragem da heroína Supergirl.

O roteirista Oren Uziel, de ‘O Paradoxo Cloverfield’, está trabalhando no roteiro do filme. Apesar da confirmação, o projeto ainda não possui produtor e nem se sabe se terá alguma ligação com os demais filmes do Universo da DC nos cinemas.

Ainda segundo o site, o filme da heroína representa uma mudança de foco no estúdio, onde os super-heróis serão encabeçado por Walter Hamada, que liderou muitos sucessos de filmes da New Line.

Nos quadrinhos, a personagem era adolescente quando escapou do condenado planeta Krypton junto com a criança que cresceu como Clark Kent.

Fique de olho no CinePOP para novidades sobre esse aguardado filme.

Crítica | ‘O Clube de Leitores Assassinos’: Slasher da Netflix é uma BOMBA inexplicável

Uma das estreias da Netflix deste fim de semana foi uma tentativa de terror chamada O Clube de Leitores Assassinos. Inspirado em um livro homônimo, o longa tenta fazer uma releitura dos Slashers dos anos 90 por meio de uma fanfiction, conforme eles mesmos tentam justificar ao longo da trama, em um dos 498 diálogos expositivos no projeto. O problema é que o filme se perde em sua própria pretensão de ser genial, se apoiando numa metalinguagem barata que mais irrita do que instiga. Para complicar ainda mais a situação, o roteiro é completamente previsível e conta com diálogos mais cafonas e bisonhos que papinho de adolescente vivendo o primeiro amor.

A trama é focada em um grupo de estudantes de literatura, principalmente em Ángela (Veki Velilla), uma autora jovem que emplacou um livro de sucesso e agora sofre para fazer uma sequência. Após ser assediada por um professor, a menina, que tem fobia de palhaços, é apoiada por seu clube de leitura, que decide pregar uma peça no assediador vestindo todos os membros como palhaço para persegui-lo nos corredores da universidade. Só que um acidente ocorre e o professor acaba morrendo. O grupo combina de não falarem sobre nada do que fizeram para a polícia e começam a ser perseguidos por um supostamente amedrontador palhaço assassino.

Sabe aqueles filmes que são tão ruins que “dão a volta” e ficam bons? Claramente não é o caso desse aqui. Isso porque esses filmes que “dão a volta” costumam perceber que estão numa situação mais feia que briga de foice e deixam de se levar a sério, fazendo o público embarcar na galhofa. Mas no caso de O Clube de Leitores Assassinos, a direção acha mesmo que está fazendo um bom trabalho e aborda a trama como se fosse a mais genial já concebida e contasse com um grande elenco em seu auge. Mas, na verdade, não há a menor habilidade de criar tensão ou deixar o público apreensivo acerca de quem pode ser o assassino ou quem será a próxima vítima. E só piora com atuações muito ruins, que acabam sendo o verdadeiro terror do filme.

De verdade, pense na pior atuação que você já viu na TV aberta. Pode ser até aquelas participações de influenciadores digitais que aparecem por 2 minutos para surfar no hype de um vídeo viralizado. Te garanto que qualquer uma dessas atuações ruins que você pensou dão um banho nas apresentadas neste filme. A menos que você tenha pensado em Ilhados (2021), também da Netflix. Aí é páreo-duro mesmo. Mas analisando friamente, é muito complicado que os respectivos agentes dessa molecada jovem do filme tenha lido o roteiro e assistido as gravações, e achado que seria uma boa oportunidade para seus agenciados. De verdade, é um nível tão baixo que pode mesmo afetar suas chances de conseguir algum trabalho melhor daqui pra frente. Principalmente de Álvaro Mel, Carlos Alcaide e Iván Pellicer, que estão muito abaixo dentro de um elenco que claramente não está bem. O resto, feliz ou infelizmente, não chega a ter destaque o bastante. Não acredito nem que esses citados sejam maus atores, porque há sempre margem para crescimento e para evoluir na atuação, mas terem posto seus rostos nessa barca furada pode ser realmente complicado para eles. No fim, quem se salva mesmo é a mais experiente da turma, Veki Velilla, que já tem uma bagagem maior nas produções espanholas e consegue se virar melhor nessa bomba, só que até pra ela fica feio.

A direção é outro show de horrores. Carlos Alonso Ojea acredita que o roteiro realmente tem algo de genial por trás da metalinguagem de botequim e se apoia nisso para tentar levar o projeto a sério, mas falta tensão, falta o senso de urgência. De nada adianta você encher a tela de sangue se isso não transmite nervoso, medo ou incômodo ao espectador. Há personagens que aparecem com o pescoço cortado e você não consegue se importar com isso. Sem contar que o filme gira ao redor de oito bonecos. Desses oito, você já esquece o nome de uns sete ainda nos primeiros minutos de história, sendo que o próprio filme não faz questão de te lembrar, porque são só buchas. O problema é que eles vão morrendo e isso se torna tão relevante ou preocupante quanto pisar numa formiguinha na rua. Culpa da direção preguiçosa, que não se preocupa em desenvolvê-los minimamente para haver algum tipo de impacto em suas despedidas. Até mesmo um personagem, cujo potencial para ser odiado é gigante, fica tão largado na trama que sua morte não exprime qualquer reação do público. E todo fã de slasher sabe que uma das graças desses filmes é ver o cara babaca virando camisa de saudades eternas. Nem esse momento clássico e certeiro a direção é capaz de construir.

E como todo filme que aspira ao slasher, há um vilão fantasiado que tenta ser icônico, mas esbarra no genérico. É um palhaço, talvez para representar o espectador que gasta 1h30 de vida assistindo o filme. Só que a fantasia não assusta, não diverte… É apenas boba. É uma roupa cinza com uma máscara que mais parece um emoji. Qualquer um que já tenha passado o carnaval nos subúrbios do Rio de Janeiro sabe que dá pra fazer uma fantasia simples, mas intimidadora com verba curta, vide os Bate-Bolas. Então, a desculpa de falta de orçamento não cola, é falta de criatividade, de inspiração. É como se tivessem desistido antes mesmo de começar.

Bate-Bolas do bairro da Abolição (RJ), em foto de Guilherme Leporace. Reprodução/ X.

No fim das contas, O Clube de Leitores Assassinos é um grande desperdício da oportunidade de brincar com um braço do terror que voltou com tudo recentemente, que é o Slasher. Vide o sucesso da franquia A Morte Te Dá Parabéns e o retorno triunfal de Pânico. Enquanto pensava sobre o filme para escrever essa crítica, cheguei a me questionar se ele se enquadraria naqueles filmes de terror de baixo orçamento que passavam nas madrugadas da antiga MTV, mas até aquelas produções, por mais simples que fossem, tinham a humildade de reconhecer suas limitações e usavam um certo jogo de cintura para brincar com isso. Seria injusto com os filmes da MTV compará-los a esse aqui, que se leva muito a sério em um cenário catastrófico.

É realmente preocupante pensar que houve uma reunião de executivos da Netflix que se inteirou do projeto, leu o roteiro e falou: “Pode produzir. Está excelente!”. Enquanto filmes como O Clube de Leitores Assassinos ganham sinal verde, há uma porção de produções com potencial que acabam sendo canceladas ou sequer chegam a ver a luz do dia. É desesperador! Pelo preço e pelas limitações impostas atualmente pela plataforma, o mínimo que eles poderiam fazer para compensar seus assinantes é selecionar melhor os projetos que vão integrar seu catálogo – que já foi um dos melhores do mercado. Falta entender que qualidade vale muito mais que quantidade. Enfim, uma pena.

O Clube de Leitores Assassinos está disponível na Netflix

Crítica | Broker: Uma Nova Chance – Ator de ‘Parasita’ Volta a Emocionar em Comovente Drama Sul-Coreano

Há um ditado que diz que família é aquela que escolhemos, não aquela na qual nascemos. E, ao longo das nossas vidas, nós vamos encontrando pessoas com as quais algumas nos tornamos amigos, com outras, nos distanciamos. O tempo das relações é algo incontrolável, e por mais que muitas vezes nos doa, nem sempre todas as pessoas que conhecemos serão para sempre. É a jornada que torna tudo tão belo. Assim, as relações interpessoais são o tema do belíssimo dramaBroker: Uma Nova Chance’, que entre cartaz essa semana no circuito nacional.

Numa noite fria e chuvosa uma jovem mulher (Ji-eun Lee) decide abandonar um bebê na porta de um lar de acolhimento. Ela não sabia, mas seus movimentos estavam sendo observados por um par de policiais (Bae Donna, de ‘Sense 8’, e Lee Joo-young) que investigavam o local devido a uma suspeita de que funcionários do estabelecimento (Song Kang-ho, de ‘Parasita‘, e Gang Dong-won) estariam, na verdade, traficando e vendendo bebês. Quando a jovem mãe decide retornar ao local, arrependida de seus gestos, e buscar o seu bebê novamente, a vida de todos esses personagens começa a se entrelaçar de maneira inesperada.

O que mais impressiona ao final de ‘Broker: Uma Nova Chance’ é analisarmos que, na prática, o filme tem uma história muito simples, e ainda por cima consegue fazer uma crítica social sem que esse ponto seja o seu principal tema. Partindo da atitude da jovem mãe, o roteiro aborda a questão do tráfico humano de bebês – uma realidade muito comum em países asiáticos e também latino-americanos, mas pouco falada e menos ainda abordada na sétima arte. Um pouco das consequências desse ato já foi visto em ‘Lion: Uma Jornada Para Casa’, mas em ‘Broker: Uma Nova Chance’ não vemos tanto o depois, e sim o durante: sem levantar julgamentos, o roteiro de Kore-eda Hirokazu vai introduzindo os personagens, todos cheios de falhas, mas sem julgá-los por suas atitudes. É um filme sobre pessoas humanas, que, apesar de fazerem coisas erradas, não são más pessoas, e todas acreditam estarem fazendo o bem, ainda que os meios para tal sejam tortos e questionáveis. Tudo isso construído, incrivelmente, em uma atmosfera leve.

É aí que entra a beleza do filme do diretor japonês Kore-eda Hirokazu, também roteirista do longa, pois não é o enredo que vai julgar as ações dos personagens mas sim o espectador: quem vê o filme pode tanto achar que essas pessoas são desprezíveis e cínicas quanto olhá-las de maneira menos acusatória, deixando se embalar pelas justificativas apresentadas pelos próprios protagonistas.

Para realização dessa história o filme se configura como um road movie enquanto esses personagens de índoles aleatórias atravessam a Coreia do Sul em um carro capenga em busca de um novo comprador para o bebê. ‘Broker: Uma Nova Chance’ é um filme sensível e emocionante – que dava para ser feito em um pouquinho menos de duas horas, é verdade – mas essa também parece ser uma característica do atual cinema sul-coreano. Envolvente, é um filme para ver, refletir e se emocionar.

‘Shaft’: Reboot com Samuel L. Jackson ganha trailer completo

Um novo Shaft está chegando aos cinemas em junho, mas você não precisa esperar tudo isso para ver John Shaft e seu filho em ação! Ontem, 06, a New Line divulgou o primeiro trailer completo de seu mais novo reboot-sequência, ‘Son of Shaft.

Confira o vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=0i6EKhAcApA

O primeiro pôster oficial do novo filme foi revelado no Twitter na terça-feira, 05, anunciando a estreia do trailer apenas um dia depois. Não muito tempo depois do cartaz ser divulgado, o reboot também ganhou um teaser para o trailer.

O pôster traz Samuel L. Jackson reprisando seu papel do filme original, dirigido por John Singleton em 2000. Além dele, temos a presença de Jessie T. Usher, que dará vida a seu filho, John Shaft Jr., bem como o Shaft original, Richard Roundtree.

Confira a sinopse:

Shaft é o próximo capítulo na franquia de filme trazendo o detetive particular mais legal de qualquer bloco de Nova York. JJ, aka John Shaft Jr. (Usher), pode ser um segurança cibernético formado em T.I., mas para revelar a verdade por trás da morte de seu melhor amigo, ele precisa de uma educação que apenas seu pai pode oferecer. Ausente da infância do filho, o lendário John Shaft (Jackson) concorda em ajudá-lo numa jornada pela conturbada vizinhança do Harlem.

O filme também é estrelado por Regina Hall, Alexandra Shipp, Matt Laurie, Titus Welliver Chris “Method Man” Smith.

‘Son of Shaft é dirigido por Tim Story, com roteiro assinado por Kenya BarrisAlex Barnow.

O reboot estreia no dia 13 de junho.

Kevin Feige já está planejando saída do Homem-Aranha do MCU

O novo acordo entre a Marvel e a Sony não veio sem suas restrições e seus corolários: depois que tudo foi re-acertado entre as duas companhias, os fãs tiveram a decepcionante notícia de que Tom Holland só participaria de mais um filme do Universo Cinemático Marvel como Homem-Aranha, não voltando a participar de outros projetos.

Dessa forma, não demorou muito para que o produtor-executivo Kevin Feige começasse a arquitetar alguma trama que tirasse o herói aracnídeo do panteão compartilhado. Entretanto, segundo o The Hollywood Reporter, nenhum detalhe foi divulgado sobre como ele dará adeus à sua participação no MCU.

De qualquer forma, a Marvel e a Sony uniram forças mais uma vez para a sequência Homem-Aranha 3, com Jon Watts em negociações para retornar à cadeira de direção.

Watts não é um estranho para a franquia, visto que ficou responsável pelos dois primeiros filmes da saga, Homem-Aranha: De Volta ao Lar, em 2017, e Homem-Aranha: Longe de Casa, em 2019. Ambos os longas tornaram-se sucessos tanto de crítica quanto de bilheteria.

O terceiro filme chega aos cinemas no dia 16 de julho de 2021.

Tom Holland irá voltar como o protagonista. É bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo ZendayaMarisa Tomei e Jacob Batalon.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Velozes e Furiosos 9’: Vin Diesel revela grande surpresa no novo filme

Em uma recente entrevista ao ET, o astro Vin Diesel foi questionado sobre quem ele gostaria de ver no elenco da franquia Velozes e Furiosos 9’ e, como resposta, disse que o novo capítulo da saga terá uma surpresa especial.

“Temos uma grande surpresa para vocês. Não posso dizer a ninguém, mas é muito legal. É um testamento para a franquia, um testamento para o trabalho que todos tiveram e um testamento para a integridade. Como um thespian, como alguém que começou a atuar aos sete anos de idade, é incrível dançar com outros thespians aclamados e tentar criar mágica”.

Lembrando que Universal Pictures do Brasil confirmou o adiamento da sequência para abril de 2021 por causa do surto de Coronavírus.

Confira:

Para a nossa família de fãs de Velozes,
Nós sentimos todo o amor e a expectativa de vocês pelo próximo capítulo da nossa saga. É por isso que é especialmente difícil comunicá-los que nós precisamos mudar a data de lançamento do filme. Se tornou claro que não vai ser possível para todos os nossos fãs ao redor do mundo assistir ao filme em maio.

Nós estamos mudando a data do lançamento mundial para abril de 2021, com a América do Norte lançando em 2 de abril. Embora saibamos que é decepcionante ter que esperar um pouco mais, essa mudança está sendo feita pela segurança de todos como nossa principal consideração. A mudança de data vai permitir que a nossa família global viva junta a experiência do novo capítulo. Vemos vocês no ano que vem.

Com amor,
Sua Família Velozes

Como diversos cinemas e shoppings foram fechados ao redor do mundo para evitar a propagação da doença, o estúdio decidiu aguardar um ano até que a situação seja amenizada.

Lembrando que diversas produções tiveram sua estreia adiada por causa da epidemia, incluindo ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, adiado de abril para novembro, e ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que ainda não teve previsão divulgada.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Woke’: Comédia do Hulu ganha cartaz oficial; Confira!

Hulu divulgou o primeiro cartaz oficial de Woke, sua nova série de comédia original.

Confira, junto ao trailer completo:

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

A primeira temporada tem oito episódios e traz no elenco Lamorne MorrisBlake AndersonT. MurphLara Goldie.

Woke estreia no dia 09 de setembro.

As 50 Melhores Músicas de 2020

Continuando nosso especial de fim de ano, o CinePOP separou uma lista com as 50 melhores músicas de 2020 – um trabalho nem um pouco fácil, diga-se de passagem.

Desde o resgate da explosão pop-rock dos anos 1980 e 1990 até o melhor da MPB contemporânea, artistas como Lady GagaDua LipaKylie Minogue apostaram no escapismo dançante, nos deixando ansiosos para retornar aos clubes para mexer o esqueleto. Bob DylanTaylor Swift, por sua vez, mergulharam na sinestesia reflexiva e poética com odes quase literárias, incrementando um ano marcado pela melancolia e pelo isolamento.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

50. “SMILE”, Katy Perry

Três anos e vários singles soltos depois de sua última incursão com ‘Witness’, Katy Perry voltou com seu álbum ‘Smile’ – e a música-título é a melhor entrada da produção. Com inflexões para o nu-disco que nos lembram de Diana RossDonna Summer do melhor jeito possível – isso sem mencionar o adorável videoclipe oficial.

49. “THEREFORE I AM”, Billie Eilish

Billie Eilish ganhou o mundo ao lançar o aclamado álbum ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’ e, pouco tempo depois, voltou com um single bastante interessante que resgatou o pop noir que a colocou no topo do mundo. “Therefore I Am” é uma competente e incisiva canção que traz ácidas críticas sobre alguém que pensa ser muito mais do que consegue.

48. “MY HAIR”, Ariana Grande

2020 não seria 2020 se Ariana Grande não tivesse lançado mais um álbum de estúdio. Seguindo os passos dos ovacionados ‘Sweetener’‘Thank U, Next’‘Positions’ voltou para o R&B clássico da cantora – e trouxe algumas pérolas da música. “my hair” é uma dessas joias que provavelmente não vão ganhar o reconhecimento que merecem, mas que é digna de entrar para nossa lista por sua construção sensual e nostálgica.

47. “BACK TO ME”, Lindsay Lohan

Se teve alguém que nos surpreendeu neste ano, essa pessoa foi Lindsay Lohan. Anunciando sem muito alvoroço seu aguardado retorno para a música, “Back To Me” é um synth-pop noventista com reflexos dos anos 2000 que traz a cantora e compositora no auge de uma maturidade que sabe que fez coisas erradas – mas que cresceu e não se arrepende disso.

46. “PINK DIAMOND”, Charli XCX

Pouco depois de seu álbum homônimo, Charli XCX lançou de surpresa o álbum ‘how i’m feeling now’ e, conhecendo o estilo da cantora, ela iria se respaldar com força no PC music que vem explorando com mais e mais afeição desde o início da década passada. Com “pink diamond”, Charli deixa claro que não tem medo de experimentar e unir gêneros conflitanes em um mesmo espectro.

45. “DEATH BY ROCK AND ROLL”, The Pretty Reckless

Já fazia um tempo desde que The Pretty Reckless lançava músicas originais, mas nos presenteou no começo de 2020 com a divulgação de “Death By Rock and Roll”. O lead single do vindouro álbum homônimo (com estreia agendada para 2021) é uma ode ao hard rock e mistura sensualidade e acidez – além de ser guiado pelos potentes vocais de Taylor Momsen.

44. “ABOUT LOVE”, MARINA

MARINA emprestou sua conhecida e melódica voz para a sequência do filme ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ – e o resultado foi o melhor do suis generis das semi-baladas pop. Misturando piano com sintetizadores, a canção é uma análise bastante humana do que significa se apaixonar e do que é o amor.

43. “BRAIN & HEART”, Melanie Martinez

Pouco depois de ‘K-12’, Melanie Martinez voltou com o breve EP ‘After School’, que se tornou sua produção mais coesa desde sua recente estreia na indústria fonográfica. Mantendo-se em uma estrutura digna do final dos anos 2010, com as batidas quebradas e uma atmosfera quase onírica, “Brain & Heart” é uma das faixas que resume exatamente o que e quem Melanie representa para a música contemporânea.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “MISS U MORE THAN U KNOW”, Sofia Carson, R3H4B

2020 teve bastante apreço pela indústria oitentista do disco e do pop, mas não foi o caso de Sofia Carson. Apesar de não ter lançado qualquer álbum, a talentosa dançarina, cantora e compositora se juntou com o DJ R3H4B para a romântica e narcótica “Miss U More Than U Know”, sobre uma jovem garota que, tentando esquecer de um relacionamento conturbado, percebe que não consegue deixar seu antigo amor de lado.

40. “I DARE YOU”, Kelly Clarkson

Kelly Clarkson celebrou o amor em todas as suas formas com a evocativa e apaixonante “I Dare You”, um soft-pop-rock que desmistifica os tabus por trás dos relacionamentos românticos e deixa bem claro que se apaixonar não é um crime – não importa o quanto as pessoas digam isso.

39. “APOCALIPSIS”, Isabela Merced

Isabela Merced ganhou o mundo ao interpretar Dora, a Aventureira, em um dos filmes mais divertidos do ano. Em 2020, ela conquistou a música com o lançamento de seu primeiro EP – e, com ele, da sensualidade latina e adornada com pungentes trompetes de “apocalipsis”, uma de suas iterações mais maduras até o momento.

38.“SHOW THEM THE WAY”, Stevie Nicks

Stevie Nicks é um dos nomes mais conhecidos da indústria fonográfica e um dos ícones do indie-folk e do indie-rock. Em 2020, ela apostou em uma crítica rendição sobre governos e sobre a índole do ser humano com a balada “Show Them The Way”, sendo guiada pelas teclas melódicas do piano de cauda.

37. “MISTAKES”, Jonas Blue, Paloma Faith

2020 foi um ano de grande prosperidade para o pop – que havia, já há algum tempo, rendido-se ao trap e ao rap. E, no centro de tudo isso, temos o retorno triunfante de Paloma Faith, que desceu de seu pedestal como atriz para mergulhar no electro-pop com a minimalista “Mistakes”, composta ao lado do produtor Jonas Blue, que deixa o escopo sonoro em segundo plano e permite que a cantora renda-se a uma narcótica performance.

36. “STILL HAVE ME”, Demi Lovato

Depois de um tempo longe dos holofotes, Demi Lovato fez seu retorno aos palcos com “Anyone”, no Grammy Awards. Mas nada poderia nos preparar para o emocionante poder vocal de “Still Have Me”, uma das músicas promocionais que entregou aos fãs neste ano, construindo uma narrativa pessoal e cruciante.

35. “DOUBLE TROUBLE”, Will Ferrell, My Marianne, Tiësto

‘Festival Eurovision da Canção’ estreou há alguns meses na Netflix e, ainda que não tenha encantado muitos fãs ao redor do mundo, de fato nos entregou algumas das melhores canções do ano. A mais emblemática delas é “Double Trouble”, performada por Will FerrellMy Marianne e porduzida pelo lendário Dj Tiësto em uma carta de amor ao Europop dos anos 1990.

34. “BLAME IT ON ME”, Melanie C

Brincando com as inflexões do electro-pop em um enredo que fala sobre um relacionamento tóxico que ao menos lhe fez crescer como pessoa, Melanie C não poderia deixar de aparecer na nossa lista. A ex-Spice Girl lançou seu vindouro oitavo álbum de estúdio neste ano e um de seus pontos altos é o vibrante lead single.

33. “RING”, Selena Gomez

Selena Gomez é outro nome que vem ganhando mais força com o passar dos anos. Seis anos depois de lançar Revival, a artista voltou imbatível com o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua discografia – o íntimo, sexy e poderoso Rare, que conta com uma das melhores faixas de sua carreira. “Ring” é um flerte com suas raízes latinas que move-se através de uma sensual e envolvente batida (e apostas em vocais que oscilam entre o contralto e o soubrette).

32. “I LOVE YOU’S”, Hailee Steinfeld

Desde o lançamento de “I Love Myself”, Hailee Steinfeld vem trilhando um delicioso caminho de amadurecimento que também passou por “Back to Life”“Afterlife” e, finalmente na incrível rendição de “I Love You’s”, que faz homenagem do melhor jeito possível à canção de Annie Lennox – sem deixar de imprimir sua identidade upbeat e seus profundos e poéticos versos.

31. “PEDIALYTE”, JoJo

JoJo pode ter demorado, mas finalmente chegou para a festa. Conhecida por “Too Little Too Late”, a cantora se afastou do mundo da música por mais de uma década antes de retornar com ‘Good to Know’ e com a profunda canção “Pedialyte”, cujas dissonâncias propositais são fruto de sua inspiração pelo dream-pop e pelo finalzinho do new-wave dos Estados Unidos.

30. “THE BAKERY”, Melanie Martinez

Melanie Martinez é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais peculiares do cenário mainstream – e, por essa razão, não é compreendida por todos. “The Bakery”, dessa forma, é a canção que resume a carreira dessa cantora, compositora e diretora única, usando um respaldo trip-hop para falar de sua experiência em uma padaria para juntar dinheiro e investir em sua arte.

29. “TERCEIRA”, Lívia Nolla

Em “Terceira”Lívia Nolla volta ao período transitório entre os anos 1990 e 2000 e absorve a estética única de Fiona Apple para uma tríptica narrativa; os solos da guitarra são inspirados pela rebeldia nostálgica de Cássia EllerRita Lee – mas o que mais nos rouba a atenção é a montanha-russa e as inversões ousadas a que a cantora e compositora se propõe a nos entregar.

28. “ABLAZE”, Alanis Morissette

“Ablaze” é uma das canções mais emocionantes do ano e, infelizmente, não ganhou a atenção que merecia. Performada pela voz inconfundível de Alanis Morissette, a balada soft-rock brinca com os conceitos de empatia, memória e maternidade, mostrando que essa lenda da música ainda tem muito a nos contar.

27. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ManicHalsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

26. “LEVITATING”, Dua Lipa feat. DaBaby

“Levitating”, escondida no miolo do aclamado ‘Future Nostalgia’ (um dos melhores álbuns do ano), alastra referências para Earth, Wind & Fire e para Bee Gees quando opta pelas múltiplas camadas vocais, ao passo que inclina-se para os primórdios do R&B quando cria bridges inesperadas e quando deixa a guitarra tomar conta dessa mixórdia instrumental.

25. “PARTY TILL I DIE”, Kim Petras

Kim Petras se torno a rainha do Halloween ao lançar não um, mas dois álbuns justapostos que compõe a jornada ‘TURN OFF THE LIGHT’. Em 2020, ela deu continuidade às suas incursões no pop industrial e no synth vanguardista com “Party Till I Die”. A infusão eletrônica, desconexa e distorcida é um ótimo jeito de começar o terceiro capítulo dessa narrativa sobrenatural – e mal podemos esperar para ver o que Petras fará a seguir.

24. “BOSS BITCH”, Doja Cat

Aves de Rapina: O Álbum já abre do melhor jeito possível com a incrível proeminência de Doja Cat e a impecável arquitetura de “Boss Bitch”. Apesar de bastante familiar (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), a canção transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz.

23. “LET ME LOVE YOU LIKE A WOMAN”, Lana Del Rey

Lana Del Rey entregou um dos melhores álbuns do ano passado com ‘Norman Fucking Rockwell’ e, agora, está de volta com o que prometera ser o capítulo de abertura de sua próxima obra fonográfica. “Let Me Love You Like a Woman” é uma continuação digna de suas jornadas reflexivas e sensorialistas, seja pela urgência de seus versos amadurecidos, seja pela produção comandada por Jack Antonoff.

22. “UNGODLY HOUR”, Chloe x Halle

Chloe x Halle pararam o mundo com o lançamento de ‘Ungodly Hour’, uma das produções mais bem construídas e amarradas dos últimos anos. Aqui, a faixa-título emerge como uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas do álbum.

21. “BLINDING LIGHTS”, The Weeknd

The Weeknd foi esnobado nas principais premiações da indústria musical, mas suas incursões não passariam batido por nossa lista. Com “Blinding Lights”, o cantor rearranja a presença impactante dos sintetizadores e presta homenagem a bandas como a-ha em uma dinâmica e futurista faixa.

20. “WHERE DOES THE DJ GO?”, Kylie Minogue

A faixa mais surpreendente de ‘Disco’, novo álbum de Kylie Minogue, se restringe ao saudosismo tocante de “Where Does the DJ Go?”, comandada pelo poder incomparável de uma rendição quase teatral e um crescendo soberbo que precedem um dos refrões mais sólidos do ano, estendendo suas ramificações inclusive para o gospel-pop.

19. “CORRE O MUNDA”, Adriana Calcanhotto

“Corre o Munda” é o desfecho perfeito e necessário para uma obra do calibre de ‘Só’, mais recente lançamento de Adriana Calcanhotto. Perscrutada com um solilóquio romântico e que faz alusões a Fernando Pessoa sobre Coimbra, cidade portuguesa para a qual retornaria antes da pandemia, a cantora discorre sobre o caudaloso rio Mondego e sua vivência naquele país europeu.

18. “MARJORIE”, Taylor Swift

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

17. “NO BODY, NO CRIME”, Taylor Swift

Taylor Swift e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

16. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rockelectropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

15. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”, Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

14. “RAIN ON ME”, Lady Gaga & Ariana Grande

“Rain On Me” apenas confirmou o que todos sabíamos: Lady Gaga estava pronta para voltar ao pop. Unindo forças com Ariana Grande, o soberbo house-pop dominou as paradas do mundo inteiro e conquistou inúmeros prêmios desde seu lançamento. Exuberante, provocativo e envolvente, a canção era exatamente do que precisávamos para afogar nossas mágoas e nos esquecer do show de horrores que 2020 foi.

13. “FALSE PROPHET”, Bob Dylan

“False Prophet” é uma das melhores músicas de Bob Dylan em quase vinte anos. A faixa de ‘Rough and Rowdy Ways’ cria um flerte malicioso e blasfemo com a mitologia católica e uma aproximação com a tragédia greco-romana – tudo isso transformado em um belíssimo e impactante country-folk que é dono de seu próprio borbulhante mundo.

12. “BLACK PARADE”, Beyoncé

BLACK PARADE definitivamente merecia mais atenção e reconhecimento do que tem – mas a falta de atenção para a faixa apenas prova que Beyoncé permanece na ativa como uma das artistas mais versáteis e sagazes da última geração segue vivo em um legado que nunca será apagado.

11. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

10. “PHYSICAL”, Dua Lipa

O implacável sucesso crítico e comercial de ‘Future Nostalgia’, 2º álbum de Dua Lipa, não poderia existir sem levarmos em conta a iteração intitulada “Physical”, que exala uma mistura bastante equilibrada e enérgica das explorações de Olivia Newton-John décadas atrás e da idealização da performer em homenagear todos os nomes que a influenciaram como musicista.

9. “BEND THE KNEE”, Bruno Martini, IZA, Timbaland

Enquanto “Bend the Knee” passou longe de ganhar um marketing digno do que representa para o cenário musical brasileiro, a canção merece estar no nosso Top 10. O conhecido Timbaland se reuniu com dois nomes nacionais, Bruno Martini e a sempre incrível IZA, para uma incursão electro-disco regada a sintetizadores e um refrão viciante.

8. “I CAN’T BREATHE”, H.E.R.

Em meio aos protestos contra os brutais assassinatos de civis negros nos Estados Unidos, incluindo o sufocamento que matou George Floyd, a cantora estadunidense H.E.R. criou um hino R&B e trip-hop para denunciar a falta de empatia e a corrupção dos oficiais de justiça com a potente “I Can’t Breathe”.

7. “LUV U SO”, One Bit

One Bit é uma dupla que pode não ser conhecida mundialmente, mas que causou um alvoroço significativo em 2020 com uma das produções mais subestimadas do ano. “Luv U So” é uma breve faixa que transforma o gênero house numa investida quintessencial, marcada pela explosão bem demarcada do piano e dos sintetizadores.

6. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

5. “WAP”, Cardi B feat. Megan Thee Stallion

Cardi BMegan Thee Stallion trouxeram toda a química e a sensualidade possíveis para a amálgama perfeita entre o dirty rap e o hip hop de “WAP”, uma das maiores colaborações do ano. Através de versos pungentes e bastante explícitos, a canção ganha os nossos corações (e as nossas playlists) principalmente por suas mensagens em acordo com o movimento sexo-positivo e a exaltação do corpo feminino.

4. “BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra uma das jornadas mais incríveis do ano – ‘Chromatica’. A conclusão irretocável nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

3. “EXILE”, Taylor Swift

“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.

2. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com Tidal, escrevendo um solilóquio de independênia marcado pelo cotidiano e pelo banal.

1. “CHROMATICA II + 911”, Lady Gaga

A maior conquista de ‘Chromatica’, de Lady Gaga, e já ter nascido carregando um legado gigantesco. Trazendo o house de volta à vida e já influenciando diversos outros artistas a fazer o mesmo – incluindo One Bit -, o novo álbum veio acompanhado de diversos hinos dignos de nota. Um deles é a fusão criada pela cinemática “Chromatica II” e pelo electro-synth de “911”.

É quase pecaminoso separar as duas faixas, e por isso elas empatam no primeiro lugar da nossa lista. Quando as tracks unem-se em um viagem no tempo e futurista, estamos prontos para algo original e arrefecedor; está última canção, por exemplo, é uma ode mimética à aclamada dupla Daft Punk, cujas linhas europeias são trazidas para o mainstream norte-americano com um peso eletrônico que converge e diverge ao longo de quase três minutos.

‘Pose’: Pray Tell volta para casa na promo oficial do episódio 03×04; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “Take Me to Church”, quarto episódio da 3ª temporada de Pose.

Na trama, “depois de uma atualização surpreendente sobre sua saúde, Pray Tell volta para casa para reconectar com sua família de sangue”.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.

Confira:

Criada por Ryan Murphy, Steven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

Em ‘Pose, as pessas experimentam um estilo de vida nunca visto antes na história de Nova York: a ascensão da cultura de luxo no fim da década de 80. Paradoxalmente, a parte da sociedade que se beneficia do aumento do consumo e dos privilégios entra em conflito com o outro segmento, que enfrenta o declínio da cena social e literária no centro da cidade.

O elenco inclui MJ Rodriguez, Dominique Jackson, Billy Porter, Indya Moore, Ryan Jamaal Swain, Hailie Sahar, Angelica Ross e Angel Bismark Curiel.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix!

‘Missa da Meia-Noite’: Novo vídeo de bastidores revela como a estética do Anjo foi criada; Confira!

A elogiada minissérie de terror Missa da Meia-Noite chegou recentemente à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que a equipe criativa revela o processo de criação da estética do Anjo.

Confira:

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth GishHamish Linklater e outros fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Naomi’: Tensões aumentam na promo oficial do episódio 01×06; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Homecoming”, 6º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “é dia de ‘homecoming’ em Port Oswego e Naomi e seus colegas estudantes estão muito animados para o evento – mas a tensão entre Nathan e Anthony escala quando Anthony sente que a tradição de seu lar está sendo desrespeitada por uma criança militar. Enquanto isso, Naomi descobre uma nova fonte de informações em potencial, mas ela pode saber mais do que ela esperava. Uma revelação de seu encontro com caçadores de recompensas leva Dee a procurar por respostas sobre alguém do passado, enquanto Zumbado tem uma corrida com Greg e Jennifer”.

O episódio vai ao ar no dia 01 de março.

Confira:

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Dota: Dragon’s Blood’: A batalha vai começar no trailer OFICIAL da 3ª temporada; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Dota: Dragon’s Blood‘.

Os novos episódios têm estreia agendada para o dia 11 de agosto.

Confira:

Ashley Edward Miller (‘X-Men: Primeira Classe’) é a showrunner da série. Ryu Ki Hyun (‘Avatar: A Lenda de Korra’) está na produção executiva.

Lembrando que as duas primeiras temporadas da série estão disponíveis na Netflix.

A produção é baseada no universo dos jogos DOTA 2.

A trama segue Davion, um renomado Cavaleiro do Dragão dedicado a livrar o mundo das forças do mal. Após um encontro com um poderoso e antigo dragão e com a nobre Princesa Mirana, que segue em sua própria missão secreta, Davion acaba se envolvendo em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

‘Patrulha do Destino’: Prévia do próximo episódio apresenta nova personagem; Confira!

A 4ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer do próximo episódio.

O quarto capítulo, intitulado “Casey Patrol” e que vai ao ar no dia 20 de dezembro, introduz Madeline Zima como Casey Brinke/Space Case, uma personagem de histórias em quadrinhos que ganha vida.

Confira:

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

O elenco conta com Diane Guerrero, April Bowlby, Matt Bomer, Brendan Fraser, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Joivan Wade, Michelle Gomez e Timothy Dalton.

‘Planeta Pré-histórico’: 2ª temporada já está disponível na Apple TV+!

A 2ª temporada da série documental ‘Planeta Pré-histórico‘ (Prehistoric Planet), que mostra como era o mundo habitado por dinossauros, já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada hoje, 22 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

David Attenborough retorna como narrador.

Veja as maravilhas do nosso mundo como nunca antes nesta série documental épica de Jon Favreau e dos produtores do ‘Planeta Terra‘. Viaje 66 milhões de anos no passado para quando dinossauros majestosos e criaturas extraordinárias vagavam pelas terras, mares e céus.

Hans Zimmer, aclamado compositor vencedor de dois Oscars, é responsável pela trilha sonora.

Michael Fassbender é ‘O Assassino’ no cartaz INCRÍVEL do novo filme de David Fincher; Confira!

A Netflix divulgou um cartaz inédito de ‘O Assassino, dirigido pelo aclamado cineasta David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’).

Com estreia marcada para 10 de novembro, a produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte.

Ao longo da história, o cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

Confira, junto ao trailer:

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

Zack Snyder explica como criou a INFAME cena da “Martha” em ‘Batman vs. Superman’

Zack Snyder é um dos cineastas mais conhecidos da atualidade – e um de seus filmes mais notórios e controversos é ‘Batman vs. Superman’, que foi lançado em 2016 como parte do DCEU.

No longa-metragem, o confronto entre Superman e Zod em Metrópolis fez a população mundial se dividir sobre a presença de extraterrestres na Terra. Enquanto muitos consideram Superman um novo deus, há aqueles que entendem ser extremamente perigosa a existência de um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele enfrenta Superman enquanto o mundo se pergunta que tipo de herói precisa.

Apesar de ter arrecadado quase US$875 milhões ao redor do mundo, o filme foi massacrado pela crítica internacional, amargando 29% de aprovação no Rotten Tomatoes – em especial por uma infame cena que é alvo de zombarias até hoje.

A sequência em questão mostra a climática batalha entre Batman (Ben Affleck) e Superman (Henry Cavill), que culmina em apenas uma palavra: o nome “Martha”. O Cavaleiro das Trevas, prestes a matar o Homem de Aço, faz uma “pausa dramática” quando seu inimigo pede para que ele “salve Martha”.

Pouco depois, Batman pergunta: “Por que você disse esse nome?”.

Para aqueles que não se recordam, Martha é o nome tanto da mãe de Batman quanto a de Superman – e no momento em que o Homem de Aço diz isso, o Cavaleiro das Trevas fica compadecido e resolve salvar Martha Kent (Diane Lane) das garras do megalomaníaco Lex Luthor (Jesse Eisenberg).

Em uma recente entrevista à GQ (via ComicBook.com), Snyder explicou como a “reviravolta” em questão foi construída pelo roteirista Chris Terrio.

“[Terrio] disse: ‘imagina que o Batman enxerga o Superman como um alienígena, um monstro, mas percebe que sua falecida mãe tem o mesmo nome que a dessa coisa que ele considera não-humana. Tipo, isso o pegaria'”, o cineasta explicou. “E eu respondi: ‘isso vai pegá-lo, é incrível'”.

Snyder continua: “o que mais ele poderia dizer ao Batman, que está segurando a Kriptonita e prestes a enfiá-la no coração dele – o que ele pode dizer para convencê-lo que seu amor pela humanidade é tão forte quanto o de Batman?. Digo, de fato, Superman poderia matá-lo em um segundo – literalmente, em um segundo -, por siso eu pensei: ‘OK, ele precisa jogar com cada uma das cartas'”.

Lembrando que ‘Batman vs. Superman’ está disponível no catálogo da Max.

‘Lobos’: Comédia de AÇÃO com Brad Pitt e George Clooney chega ao streaming; Saiba onde assistir!

‘Lobos’, comédia de ação estrelada por Brad Pitt e George Clooney, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 27 de setembro.

Na trama, Clooney interpreta um reparador profissional contratado para encobrir um crime de grande repercussão. Mas quando um segundo reparador (Pitt) aparece e os dois “lobos solitários” são forçados a trabalhar juntos, eles descobrem que sua noite está ficando fora de controle de uma forma que nenhum deles esperava.

Relembre o trailer:

O filme recebeu uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 71% de aprovação com base em 84 análises.

Os críticos elogiaram o filme como divertido e destacaram o desempenho da icônica dupla protagonista como um dos pontos fortes da produção.

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“Felizmente, ambos são profissionais experientes, mas a sua familiaridade excessiva tira um pouco da surpresa do filme, algo crucial para um enredo já bastante explorado. Nesse aspecto, Austin Abrams se destaca como o verdadeiro ponto forte do filme”, disse Damon Wise do Deadline.

“Em meio à grande quantidade de produções voltadas para streaming, “Wolfs” se destaca como um exemplo de entretenimento sofisticado, inteligente e estiloso. Tem um charme de época (de um jeito positivo). No entanto, como filme, é uma obra bem elaborada, mas essencialmente descartável, nem mais nem menos”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Divertido, mas um tanto superficial, o filme se resume à ideia de reunir Pitt e Clooney para conferir se ainda possuem sua química especial, e, de fato, eles a mantêm em grande medida”, diz Jordan Mintzer do The Hollywood Reporter.

“É um filme seguro e cativante para uma noite de sábado, de um tipo que tem se tornado preocupantemente raro. É revigorante ver um diretor sair do universo dos super-heróis para criar um filme mais sóbrio e sofisticado para um público adulto”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Embora “Wolfs” seja um filme de ação bem executado, é a sinceridade da premissa central que realmente o torna tão cativante”, disse Rafaela Sales Ross do The Playlist.

Wolfs é uma diversão agradável, não é um filme para o Oscar nem um drama excessivamente sério. No entanto, é uma obra inteligente e bem elaborada para o público adulto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Sente-se adequado, sem ser particularmente inovador ou engenhoso, mas é exatamente o tipo de material que Clooney e Pitt sabem transformar em algo especial com seu timing impecável e suas trocas de olhares eloquentes à medida que a ação se intensifica”, disse Alison Willmore do New York Magazine/Vulture.

“Lembramos de Pitt e Clooney com seu charme elegante nos filmes de “Oceans”, mas o estilo aqui é mais parecido com o dos comerciais de Nespresso do George. É tão brilhante que parece possível usar sua superfície para aplicar o rímel”, disse Donald Clarke do
Irish Times.

O filme é escrito e dirigido por Jon Watts.

Amy RyanAustin AbramsPoorna Jagannathan completam o elenco protagonista.