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Filme MAIS CARO da história da Netflix com diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ e Millie Bobby Brown ganha sinopse intrigante

A Netflix divulgou a sinopse completa de ‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

The Electric State é uma aventura espetacular dos diretores de Vingadores: Ultimato, ambientada em uma versão alternativa e retrofuturista da década de 90. Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) estrela como Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade onde robôs conscientes, que se parecem com desenhos animados e existem pacificamente entre os humanos, estão em exílio após uma rebelião fracassada. Tudo o que Michelle pensa sobre o mundo é virado de ponta cabeça quando recebe a visita de Cosmo, um doce e misterioso robô que parece ser controlado por Christopher – o irmão mais novo (e gênio) de Michelle, que ela pensava estar morto.

Determinada a encontrar o irmão que achava ter perdido, Michelle parte pelo sudoeste americano com Cosmo e logo se vê, relutantemente, unindo forças com Keats (Chris Pratt – Guardiões da Galáxia, Jurassic World), um contrabandista e seu robô parceiro de humor sarcástico, Herman (dublado por Anthony Mackie). Ao se aventurarem na Zona de Exclusão, um canto isolado no deserto onde os robôs agora existem por conta própria, Keats e Michelle encontram um estranho e colorido grupo de novos aliados animatrônicos – e começam a descobrir que as forças por trás do desaparecimento de Christopher são mais sinistras do que imaginavam.

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de março de 2025.

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Filme de espionagem com Cate Blanchett que conquistou 92% de aprovação no RT estreia em 2º lugar no Prime Video

Código Preto‘ chegou no Prime Video fazendo barulho, estreando em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do streaming.

Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, o vindouro thriller de espionagem de Steven Soderbergh foi elogiado pela ótima dinâmica relacional entre Michael Fassbender e Cate Blanchett, bem como pelo trabalho do aclamado cineasta na direção.

Confira o TOP 4 do Prime Video:

Código Preto‘ é um drama de espionagem envolvente sobre os lendários agentes secretos George Woodhouse e Kathryn, sua querida esposa. Quando suspeitam que ela possa ter traído o país, George enfrenta o maior teste de todos: manter a lealdade ao seu casamento ou à sua nação.

A produção foi considerada um ótimo e divertido entretenimento, marcada pela constante tensão sexual entre os protagonistas.

Confira as primeiras avaliações:

“Steven Soderbergh dispara um pequeno e elegante exercício de gênero — um rabisco, na verdade, em um estágio de sua carreira em que ele claramente está apenas se divertindo — que prova ser um de seus filmes mais inteligentes e sensuais até agora”. – Peter Debruge, Variety

“A fraqueza humana é a maior força de ‘Código Preto’. É um filme de espionagem insidiosamente ótimo, maduro e satisfatório”. – William Bibbiani, TheWrap

“Na medida em que essa exibição ligeiramente absurda pode ser levada a sério, sua importância reside no amor conjugal de George e Kathryn. Se você pode acreditar nisso, ou de qualquer forma acha isso uma invenção divertida, então há entretenimento em Código Preto”. – Peter Bradshaw, Guardian

“Embora o elenco de apoio seja impecável em todos os aspectos, o filme é realmente de Blanchett e Fassbender, com atuações que transbordam o poder das estrelas da velha escola”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)

“‘Código Preto’ não oferece nada do escapismo de sucesso de um filme de James Bond, mas quando Soderbergh trabalha com esse nível de confiança e controle, ele é igualmente letal”. – Tim Grierson, Screen International

“‘Código Preto’ tem sucesso em sua sagacidade fria e no apelo frio e nervoso de suas duas estrelas. Blanchett avança pelo filme com graça de leoa; Fassbender faz o uso robótico da lógica de George parecer um afrodisíaco”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine

“‘Código Preto’ é um filme sexy, inteligente e legal sobre casamento. Sério”. – Kristy Puchko, Mashable

Assista trailer:

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

Quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.

O elenco ainda conta com Tom Burke, Naomie Harris, Pierce Brosnan, Marisa Abela, Regé-Jean Page e Orli Shuka.

Crítica | ‘Levante’ – Premiado em Cannes, longa brasileiro reflete sobre o Aborto [Festival do Rio 2023]

Os conflitos que mudam os caminhos. Abordando um dos temas mais polêmicos do planeta, o aborto, o novo trabalho da cineasta Lillah Halla nos joga para um olhar para a adolescência onde a chegada da maturidade, os embates com os conflitos que se seguem, e a força da amizade batem à porta a todo instante. Exibido no Festival de Cannes em 2023, inclusive vencendo um prêmio, Levante é um filme forte, profundo, que estaciona no seu principal conflito explorando os muitos olhares sobre uma questão muito sensível que no Brasil ainda é um enorme tabu.

Na trama, conhecemos Sofia (Domênica Dias), uma adolescente super alegre, entrosada com as amigas de longa data, craque do time de vôlei de seu bairro que após se destacar nas quadras recebe uma possível proposta irrecusável, sendo forte concorrente à uma bolsa de estudos para jogar seu esporte favorito em outro país sul-americano. Acontece que no mesmo período dessa grande notícia, uma outra abala suas estruturas emocionais, ela está grávida. Desesperada e querendo interromper a gravidez, ela busca forças nas amigas e no seu pai (Romulo Braga) mas sem deixar de sentir a fúria de um grupo de pessoas que fica sabendo da tentativa de aborto e que começa a discriminá-la.

Mesmo estacionado no seu principal conflito, o que podemos entender como um clímax constante, o roteiro escrito por María Elena Morán (e pela própria Lillah Halla) ganha muito méritos ao conseguir prolongar esse momento, fato que nos leva a refletir cada vez mais sobre a discussão proposta.

Há muitos pontos de reflexões que se seguem pela dinâmica narrativa. Partindo de um choque entre a realidade e a oportunidade, a jornada de Sofia apresenta várias variáveis ligadas ao emocional, no início numa bolha em forma de isolamento buscando entender as variáveis que se apresentam no seu presente, depois na luta pelos seus direitos em ser ouvida. O aborto no Brasil vem sendo debatido mais a partir do final da década de 80, com a constituição federal brasileira juntamente com a luta das mulheres para serem ouvidas. A saga da personagem de alguma forma representa outros tantos casos espalhados pelo nosso país.

Ainda sem previsão de estreia no circuito de exibição brasileiro, Levante estende sua bandeira sem deixar de mostrar visões, verdades, dúvidas, opiniões de todos os lados.

Crítica | O Rastro – Terror esquizofrênico esquece de assustar

Cadê o Medo?

Fazer filme de gênero no Brasil é muito difícil e parecemos estar sempre correndo atrás do próprio rabo. Por aqui, os únicos gêneros que emplacam de verdade comercialmente são as comédias (a maioria de pouca inteligência) e filmes sobre a realidade do país, sejam os favela movies ou biografias de alguma personalidade nacional. As obras de maior qualidade se restringem a dramas independentes oriundos do cinema de arte, raramente abrangendo um grande público.

Dentre os gêneros mais cultuados do cinema, está o muito específico do terror. E no quesito, nosso país ainda se encontra bem deficiente. Diversas produções tentaram, mas assim como acontece com os dramas, os bem sucedidos ficam presos a nichos, sem nunca emplacar com os jovens, consumidores mais ávidos de tal produto. O novo exemplar atende pelo nome O Rastro, filme que usa como mote e cenário um ambiente perfeito para o gênero, um hospital abandonado.

Na trama, pacientes precisam ser relocados às pressas, já que o hospital aonde se encontram será desativado em breve por falta de verba do governo. O fato faz com que o protagonista Dr. João Rocha (Rafael Cardoso) bata de frente com os antigos companheiros de trabalho, Olívia Coutinho (Claudia Abreu) e o ex-chefe Heitor Almeida (Jonas Bloch), ambos aparentemente escondendo um assombroso segredo sobre o local.

No ínterim desta crítica social e política, a menina Júlia (Natalia Guedes), internada no local, desenvolve afeto pelo médico, somente para depois desaparecer sem deixar vestígios. Como intrépido herói que é, o Dr. Rocha não irá descansar até descobrir o paradeiro da pequena, no caminho se deparando com inúmeros mistérios, os quais desejará jamais ter tomado ciência.

Por esta sinopse, a coisa parece realmente ser melhor do que é. E talvez eu a esteja vendendo demais – melhor até do que os próprios realizadores. O que ocorre é que O Rastro não pode ser considerado verdadeiramente um filme de terror, como vem sendo divulgado. As prévias, o que inclui o estiloso cartaz e o trailer exibido na CCXP do ano passado, exalam a errônea concepção de que este será um thriller de horror envolvendo fantasmas num cenário assustador. Bem, não é exatamente isso o que recebemos.

Vamos por partes. O grande problema de O Rastro é amontoar em seu roteiro muitos assuntos e tópicos, sem focar em qual será seu norte. Se a opção era por um filme de terror, digamos que o caminho escolhido havia de ser a menininha assombrada vagando pelos escombros. Mas ao invés disso, de maneira amnésica, o longa esquece a subtrama para centrar em outros assuntos, como se quisesse falar de tudo um pouco, resultando no não aprofundamento de nenhum deles.

Como dito, mais do que um filme de fantasmas, O Rastro é uma crítica, tendo a pretensão, mesmo que de forma muito descoordenada, de falar sobre o cenário político atual, aonde governantes passam por cima do povo como verdadeiros rolos compressores. Ok, a intenção é válida, mas para isso seria necessário uma transição mais limpa e eficaz da parte do roteiro, que não consegue casar bem suas subtramas – ainda envolvendo um terceiro arco sobre o verdadeiro enigma do hospital e seus funcionários – resultando em momentos desconexos, como vindos de filmes distintos.

A narrativa de O Rastro é bem lenta também, e seu ritmo beira o letárgico. Isso quando não falamos da falta de ritmo da obra, que possui cenas bem quadradas e capengas. A montagem não transmite bem os famosos jumpscares, como são conhecidos os desavergonhados sustos, daquele tipo em que a música alta sobe no momento em que algo pula na tela – de preferência um gato. Vocês sabem bem. O que reforça que até mesmo para isso é preciso timing. Aqui, a maioria ocorre fora de lugar, e com o som estourando – problema da edição.

A esquizofrenia de O Rastro não o deixa funcionar bem como terror, tampouco como crítica, ou qualquer outro gênero ao qual almeja. Ficamos apenas olhando para a tela, compreendendo um pouco o que desejava o diretor J.C. Feyer, e imaginando em que momento da pós-produção as coisas saíram completamente dos trilhos. Os atores, em sua maioria são mal utilizados, e isso porque ainda não citei a presença de Leandra Leal, musa do cinema brasileiro na atualidade, mais perdida do que cego em tiroteio, no papel da esposa grávida do protagonista. E o saudoso Domingos Montagner entrega um de seus últimos trabalhos na pele do corrupto governador do Rio de Janeiro.

É duro falar mal do nosso cinema, que produz sim muita coisa boa. Mas quando o assunto é terror, ainda existe pouco rastro de qualidade…

FRACASSOU! ‘Shazam 2’, ‘Matrix’, ‘Mulher-Maravilha’ e as Sequências que Foram um FÍASCO de público e crítica…

No passado, a continuação de um filme tinha o único propósito de seguir com uma história que os produtores, diretor ou roteirista achavam que ainda precisava ser contada. Hoje, vivemos uma era em que a palavra de ordem no cinema comercial é I.P. (termo muito usado atualmente em Hollywood), que significa a boa e velha propriedade intelectual, ou seja, uma marca registrada e um produto potencialmente rentável. Grande parte disso se deve a produções que deram certo, quase todas obrigatoriamente rendendo continuações para estabelecerem a tão sonhada franquia. Afinal, quem não quer um sucesso fenomenal, do nível de ‘Star Wars’ ou da Marvel, em mãos. É preciso ser louco para negar tanto dinheiro.

E daí partimos de dois princípios. O primeiro é: para termos uma continuação, é necessário que o filme original tenha feito sucesso suficiente, em especial de bilheteira, para que seu lucro justifique uma nova investida dos produtores. O segundo é: caso a continuação igualmente obtenha sucesso, ou quem sabe renda ainda mais que o original, sua franquia está garantida. Aqui, no entanto, iremos lidar com uma outra possibilidade, que é o tema da matéria. O assunto aqui são as continuações – pode ser a primeira, a segunda, a terceira e por aí vai, que se tornaram fracasso de bilheteria ou crítica, divergindo de seu antecessor. Todos os filmes aqui selecionados foram lançados em anos recentes. Confira abaixo.

 

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Outro filme de 2023, esse produzido pela rival Marvel. Ao contrário do primeiro item da lista, o terceiro ‘Homem-Formiga’ não pode ser considerado um fracasso financeiro retumbante. Mesmo assim, vem sendo considerado pelos maiores fãs da Marvel como um dos piores (ou quem sabe “o” pior) filmes da empresa – deixando 10 entre 10 fãs decepcionados com seu resultado. Tudo bem que a sub-franquia do ‘Homem-Formiga’ dentro da Marvel sempre foi a “menor” de todas (com o perdão do trocadilho) e a menos rentável – parecendo estar ali somente para constar.

Mesmo assim, o filme original de 2015 rendeu meio bilhão de dólares e o segundo, de 2018, rendeu US$622 milhões – ambos igualmente tiveram avaliações acima dos 80% no Rotten (com o segundo chegando perto dos 90%). Com o terceiro a intenção era aumentar as apostas, elevando a trama a um nível dos Vingadores (era o que anunciava o diretor). Com essa expectativa esperava-se que o terceiro ‘Homem-Formiga’ quebrasse todo tipo de recorde. E realmente o quebrou, mas de forma negativa. Se tornou o filme mais mal avaliado do MCU (com 47% de aprovação) e, com o orçamento mais inflado da franquia (de US$200 milhões), rendeu “apenas” US$474 milhões, se tornando não apenas o ‘Homem-Formiga’ menos rentável, como também um dos filmes menos lucrativos do MCU. Na Disney+.

Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Infelizmente, 2023 já tem o primeiro grande fiasco financeiro para chamar de seu. E ele atende pelo título ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. O filme original de 2019 é puro charme e coração, e caiu instantaneamente no gosto do grande público. Com seu clima de Sessão da Tarde dos anos 80/90, o primeiro ‘Shazam!’ também não havia sido um fenômeno de bilheteria, rendendo US$367 milhões num orçamento de US$100 milhões. Mas foi o suficiente, somado a críticas extremamente positivas dos fãs e especialistas (com 90% de aprovação no Rotten), para dar sinal verde para uma sequência.

Quem viu ‘Fúria dos Deuses’ afirma que é tão divertido ou ainda melhor que o original, mas os críticos não acharam, com uma avaliação de 49%. O que jogou uma pá de cal na pretensa franquia, no entanto, foi a bilheteria de pouco menos de US$135 milhões para um orçamento de US$125 milhões – ao que tudo indica puxando o plugue para futuras investidas do menino Billy Batson e seu alter-ego adulto. Na HBO Max.

 

Matrix Resurrections (2021)

No mesmo ano em que Star Wars voltava aos cinemas com ‘A Ameaça Fantasma’, em 1999, era lançado um filme que se tornaria revolucionário e uma obra tão querida para a sua geração quanto os filmes de George Lucas haviam sido para a geração anterior. ‘Matrix’ não foi um sucesso fenomenal de bilheteira em seu lançamento nos cinemas, mas se tornou um cult tão grande no mercado de DVD que escalava a toda na época, que rapidamente se tornou um filme extremamente popular em todos os círculos. Foi essa fama que gerou a ‘Matrix-mania’ em 2003, quando há 20 anos o mundo da cultura pop era invadido nos cinemas e nas locadoras pelo, agora sim, fenômeno. O primeiro ‘Matrix’ custou “apenas” US$63 milhões, era uma aposta arriscada, mas deu certo, recuperando US$467 milhões mundiais. A primeira continuação, ‘Reloaded’, foi um enorme sucesso de crítica e público, mas o encerramento da trilogia, ‘Revolutions’ deixou um gosto amargo na boca dos fãs, com a maneira com que os produtores e as hoje irmãs Wachowski resolveram encerrar a história.

Numa era de reboots e continuações tardias, ‘Matrix’ entrava também nessa dança quase vinte anos depois, com o lançamento de ‘Matrix Resurrections’ – uma nova investida no universo querido do passado, que poderia ter aberto portas para uma nova trilogia. No entanto, a proposta de Lana Wachowski (que assumia a obra sozinha pela primeira vez, sem a irmã Lilly) foi tão fora da caixinha e inesperada, que se tornou muito mais uma crítica metalinguística em relação aos “fãs chatos” do que um filme da franquia Matrix em si. Existe um filme por trás de tudo, mas sua mensagem nada sutil acaba entrando na frente, e terminou por impedir o sucesso do quarto Matrix. Dizer que não era o que os fãs queriam é pouco. Ninguém consegue agradar todo mundo o tempo todo, mas o que o novo Matrix conseguiu foi agradar ninguém. A bilheteria mundial abaixo do orçamento foi o que selou se vez o destino da franquia. Disponível na HBO Max.

Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Nunca os fãs de Star Wars haviam vivido uma ruptura tão significativa de amor e ódio em relação à franquia como o que foi direcionado em relação à nova trilogia. ‘Star Wars’ é uma das marcas mais rentáveis da história da sétima arte – e podemos considera-la inclusive a franquia original de todas. Isso porque ‘Guerra nas Estrelas’ (o primeirão lá de 1977) foi o segundo blockbuster da história – seguindo o rastro de ‘Tubarão’. As duas continuações ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983) serviram para cimentar o que temos hoje em matéria de cinema entretenimento e fenômeno midiático, com a trilogia de George Lucas aparecendo em todo tipo de merchandising, desde bonecos até videogames.

No fim dos anos 90, o próprio Lucas resolvia revisitar sua criação com uma nova trilogia, que logo foi tratada como filho bastardo, principalmente pelos fãs mais antigos, apesar de ter capturado toda uma nova geração de fãs mais novos. No entanto, nada prepararia a “comunidade” Star Wars para o tiro pela culatra (o famoso “backlash”) que ocorreria com o lançamento de mais uma trilogia moderna. A trilogia do meio de Lucas era uma pré-sequência (que contava a juventude de personagens como Obi-Wan Kenobi e o surgimento de Darth Vader). Já a mais recente trilogia iria mostrar pela primeira vez o que aconteceu após ‘O Retorno de Jedi’ e trazer de volta os queridos personagens, como Han Solo, Luke Skywalker e Leia.

A coisa começou de forma positiva, com ‘O Despertar da Força’ (2015), que agradou os fãs e os críticos, despertou inúmeras teorias sobre as continuações, e bateu todo tipo de recorde de bilheteria. Mas foi só a continuação (‘Os Últimos Jedi’) estrear em 2017, que todos sentiriam um desequilíbrio na “força”. O filme de Rian Johnson ousou demais e mexeu com a mitologia de uma forma que não agradou os fãs – se tornando o filme mais odiado da franquia para muitos. Rendeu menos, mas os críticos gostaram. Correndo para apagar o incêndio, os produtores alistaram novamente J.J. Abrams para “consertar” o que havia sido tentado, resultando no Star Wars mais sem personalidade de toda a franquia, com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que tenta tudo e não acerta nada. Os críticos torceram o nariz e o longa se tornou o menos rentável da nova trilogia. Disponível na Disney+.

Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Terminando a matéria das continuações que todos detestaram, temos agora o segundo ‘Mulher-Maravilha’. O filme original, de 2017, foi o primeiro sucesso do chamado ‘Snyderverse’, o universo da DC nos cinemas supervisionado pelo diretor Zack Snyder. ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’, ambos de 2016, eram duas grandes promessas de sucesso que terminaram decepcionando bastante grande parte dos fãs e do público, se tornando fracasso de crítica e/ou bilheteria. Assim, quando ‘Mulher-Maravilha’ estreou a expectativa era grande, e o filme mostrou o que poderia ser feito com um foco mais minimalista, dando atenção em especial aos personagens e suas relações. Foi o suficiente para transformar Gal Gadot numa estrela.

A continuação para este grande sucesso, desde seus primórdios vinha gerando certas polêmicas. Tudo era mais ambicioso, e cada informação vazada trazia descrença em relação ao projeto. A pandemia não ajudou, e com o advento das plataformas de streaming e o lançamento da HBO Max, o plano era que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984’ ocorresse de forma simultânea nas telonas e nas telinhas, levando em conta que a pandemia estava a toda e os cinemas estavam às moscas. Mas a diretora Patty Jenkins fez coro com Christopher Nolan e Denis Villeneuve, batendo o pé por uma estreia nos cinemas. A trama sobre uma “pedra dos desejos” e o visual da Mulher-Leopardo (de Kristen Wiig) eram elementos da narrativa que surgiam como feridas expostas, que nem o cenário divertido dos anos 80 e a presença de Pedro Pascal no filme conseguiam remediar. O segundo ‘Mulher-Maravilha’ sofreria uma queda vertiginosa em qualidade, crítica e bilheteria em relação ao original – e o pior de tudo, colocou em risco uma terceira aventura estrelada por Gal Gadot. Disponível na HBO Max.

‘Shameless’: 9ª Temporada ganha trailer e cartaz; Confira!

A 9ª temporada de ‘Shameless‘ ganhou trailer e cartaz.

Confira:

O novo ano estreia 9 de setembro no Showtime.

O elenco conta com William H. Macy, Emmy RossumEthan CutkoskyShanola HamptonCameron MonaghanSteve Howey.

‘The Twilight Zone’: Chris O’Dowd entra para o elenco do reboot de ‘Além da Imaginação’

De acordo com o Deadline, Chris O’Dowd se juntou ao elenco da série de terror antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot do clássico ‘Além da Imaginação‘.

O ator estrelará, ao lado de Amy Landecker, um episódio chamado The Blue Scorpion.

O reboot irá estreará no dia 1º de abril, com um episódio duplo, na CBS All Access.

A série de terror antológica terá produção de Jordan Peele, que também será o narrador dos episódios.

Baseada na série original de 1959, a trama abordará temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

O elenco grandioso conta com Taissa Farmiga, Zazie Beetz, Betty Gabriel, Seth Rogen, John Cho, Greg Kinnear, Sanaa Lathan, Kumail Nanjiani, Adam Scott, Alison Tolman, Jacob Tremblay, Jessica Williams, DeWanda Wise, Rhea Seehorn, Lucinda Dryzek, Jefferson White, Ginnifer Goodwin, Zabryna Guevara, James Frain, Jonathan Whitesell, Luke Kirby, Ike Barinholtz, Percy Hynes-White e Steven Yeun.

‘Coringa 2’: Site NEGA que sequência está em desenvolvimento; Saiba mais!

Ao contrário do que foi reportado anteriormente, o site Deadline afirma que a sequência ‘Coringa 2‘ ainda NÃO está oficialmente em desenvolvimento e nenhum acordo para o novo filme está sendo feito. Pelo menos, por enquanto.

O THR havia publicado que o diretor Todd Phillips estava em negociações para retornar, e que também estaria responsável pelo roteiro da continuação ao lado de Scott Silver.

Apesar de ter revelado não estar interessado em uma história de origem do Batman, o diretor afirmou que adoraria contar a história de origem de outros vilões, tais como Darkseid, um ditador adorado como o deus do mal, ou Lex Luthor, o eterno nêmesis do Superman.

Vale lembrar que o diretor irá ganhar aproximadamente US$ 100 milhões por ter dirigido ‘Coringa‘, pois renunciou de um grande salário antecipado em troca de participações nos lucros da bilheteria da produção – o que se provou uma escolha sábia, considerando que a adaptação ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Recentemente, Phillips admitiu que está aberto a dirigir uma sequência após o sucesso da adaptação.

“Não poderia ser apenas um filme selvagem e louco sobre o Palhaço do Crime. Teria que ter alguma repercussão temática semelhante ao original, porque foi isso que conectou o público à narrativa. Muitos filmes são sobre a faísca, Coringa é sobre as cinzas. Se pudermos capturar isso novamente de uma maneira real, seria interessante numa sequência.”

Phillips se refere ao fato da adaptação abordar a dramática situação do protagonista enquanto trabalha como palhaço de aluguel e enfrenta a crueldade e o desprezo da sociedade para cuidar de sua mãe doente, ao mesmo tempo em que tenta lidar com sua condição mental.

Anteriormente, o diretor refletiu sobre o sucesso financeiro do filme e disse que a recepção do publico à história é muito mais importante que o dinheiro:

“Não se trata da bilheteria, mas sim da recepção do público. Eu recebi e-mails de gente dizendo que passou a olhar de forma diferente para pacientes com esquizofrenia.”, disse Phillips ao LA Times. “No fim das contas, a mensagem do filme é sobre o poder da gentileza e sobre a falta de empatia no mundo, e parece que isso agradou o público. É incrível como o filme tem inspirado as pessoas, eu vi um monte de gente dançando em escadarias pelo país. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa.”

Os comentários de Phillips também parecem ser uma resposta à grande parte da controvérsia por trás do lançamento do filme, já que houve diversos protestos e preocupações de que a adaptação poderia inspirar atos de violência em massa.

Lembrando que ‘Coringa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Diretor de ‘Host’ fala sobre seu novo terror produzido por Sam Raimi

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Rob Savage, diretor do elogiado ‘Host‘, revelou detalhes sobre o seu novo terror, ainda sem título, que será produzido pelo Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘).

“Nós temos um ótimo roteiro que eu estou animado. Não é spoiler dizer que o novo filme trará elementos sobrenaturais, mas segue em uma direção muito diferente do que em ‘Host’. É uma ideia muito simples e você acaba ficando surpreso que algo assim não foi feito antes. Quando conversamos sobre isso, nós imediatamente jogamos no Google e não conseguíamos acreditar que ninguém havia pensado em fazer algo assim.”

Ele continua, “Esperamos que, quando o mundo voltar ao normal, esse filme será o próximo que nós vamos filmar fora do subgênero found footage.”

Dirigido por Rob Savage, a produção segue o mesmo estilo que ‘Amizade Desfeita‘. O filme foi escrito, filmado e editado em menos de três meses e todos os atores filmaram suas cenas em suas próprias casas.

A trama segue seis amigos que contratam um medium para realizar uma sessão espírita através do Zoom durante a quarentena, mas eles percebem que foi um erro quando a situação sofre uma reviravolta sombria. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles começam a perceber que podem não sobreviver a noite.

O elenco inclui Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb.

‘The Resident’: [SPOILER] deixa o elenco da série após 4 temporadas

*SPOILERS ABAIXO*

No episódio mais recente da 4ª temporada de ‘The Resident‘, intitulado Into the Unknown, nos despedimos da personagem Dr. Mina Okafor, que deixou o Chastain Park Memorial Hospital para retornar à Nigéria.

Essa foi a despedida da atriz Shaunette Renée Wilson, que deixou oficialmente o elenco da série.

“Depois de muita consideração, eu abordei os produtores há algum tempo para pedi-los que eu deixasse a série e eles concordaram – e eles criaram uma despedida incrível para a minha personagem,” afirmou a atriz em uma declaração. “Eu sou muito grata por ter interpretado essa personagem incrível. Gostaria de agradecer o estúdio, a emissora, o elenco, a equipe e, acima de tudo, aos nossos dedicados fãs pelo apoio à série nas últimas quatro temporadas.”

O próximo episódio, intitulado After the Storm, irá ao ar no dia 27 de abril.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Liga da Justiça Sombria’: Guillermo del Toro revela DETALHES da adaptação cancelada

Em entrevista ao Happy Sad Confused, o diretor Guillermo del Toro compartilhou detalhes sobre sua cancelada adaptação de ‘Liga da Justiça Sombria‘, revelando quais personagens poderíamos esperar em sua versão da história.

“Eu nunca me envolvo em um projeto sem ter paixão pelo o que estou fazendo, porque é extremamente trabalhoso e você não quer ficar preso em algo que não ama. Você precisa se dedicar a um projeto por um ano no processo de desenvolvimento do roteiro. Se você dirigir o filme, são necessários mais três ou quatro anos.”

Ele completa, “Acredito que há uma versão do meu roteiro na internet. Para mim, o mais importante era tentar encontrar o equilíbrio perfeito entre a química desses personagens. Eu me inspirei um pouco no John Constantine de Alan Moore, além de pegar a dinâmica entre Abby [Arcane] e o Monstro do Pântano. Eu queria todos os meus personagens favoritos, como Demon e Etrigan. Eu amo esses personagens, então tentei reuni-los. Zatanna é outra personagem que é muito poderosa e interessante para mim.”

Para aqueles que não estão familiarizados, o projeto seria um filme com incursões dentro do gênero do terror e que traria personagens como Zaranna, Deadman e John Constantine em uma batalha contra a Magia das Trevas espalhada pelo universo DC. Del Toro arquitetou a produção, a qual passou por várias mudanças até perder força – isso é, até J.J. Abrams revivê-la através da HBO Max.

O filme original giraria em torno de Constantine. O anti-herói seria líder de um famoso grupo de super-heróis sobrenaturais conhecido como Shadowpact (Pacto das Sombras, em tradução livre) e formado por nomes como Pandora, Orquídea Negra e Vingador Fantasma

Antes da HBO Max ter anunciado uma versão seriada da história, a Warner Bros. também estava desenvolvendo uma adaptação baseada nos quadrinhos, que acabou sendo engavetada.

Recentemente, o artista Houston Sharp divulgou artes conceituais do Monstro do Pântano que ele criou para a adaptação, destacando o visual sombrio que o personagem poderia ter tido no longa.

Confira:

Além disso, também foram divulgadas outras artes focando um menino possuído coberto por moscas:

Vale lembrar que a adaptação que está sendo desenvolvida pela HBO Max será produzida pela Bad Robot, do J.J. Abrams.

Detalhes sobre a trama ou sobre os personagens que estrelarão a produção não foram divulgados. Nos quadrinhos, a equipe da Liga da Justiça Sombria conta com John Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Deadman, Doctor Mist, entre outros.

A Liga da Justiça Sombria foi introduzida em 2011, e um filme live-action estava em produção há alguns anos, com o Guillermo del Toro na direção, mas o projeto não saiu do papel.

‘Cruella 2’: Taylor Swift pode interpretar a VILÃ da sequência [RUMOR]

De acordo com o The Disney Insider, a cantora Taylor Swift está em negociações para interpretar a vilã da sequência ‘Cruella 2‘, que deve ser um musical.

Caso a informação seja verdadeira, a produção deve seguir um caminho similar à sequência ‘Coringa 2‘. Infelizmente, nada foi confirmado, então trate a notícia apenas como um rumor.

Curiosamente, há uma teoria na internet de que Swift fez uma participação secreta no primeiro filme, com o seu rosto aparecendo brevemente em uma ilustração no fundo de determinada cena.

Anteriormente, o diretor Craig Gillespie revelou o que podemos esperar da sequência:

“Estamos discutindo sobre como voltaremos a explorar esse universo. Eu amo que, no final do primeiro, há uma certa hesitação da Cruella ao entrar no Hellman’s Hall. Ela lutou por isso durante todo o filme, e, então, percebe o sacrifício que teve que fazer. É como se ela tivesse perdido a Estella. É perdeu uma parte de si mesma, sabe? Agora é existe como essa persona pública que precisa viver às expectativas dos outros. Senti que esse conflito era interessante. Para mim, até os eventos de ‘101 Dálmatas’, ela já foi completamente consumida por esse lado sombrio. Por enquanto, ela está nessa área cinza. Será interessante explorar como ela irá sucumbir às trevas.”

Emma Stone já teve o seu retorno confirmado como a personagem titular.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233.3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.

E aí, você está animado para a sequência?

Natasha Henstridge, de ‘A Experiência’, estrelará TERROR inspirado no clássico ‘Cinderela’

De acordo com o Deadline, Natasha Henstridge (‘A Experiência’) estrelará ‘Cinderella’s Revenge‘, versão terror do clássico ‘Cinderela‘.

A atriz interpretará a Fada Madrinha. Lauren Staerck viverá a personagem titular.

A trama mostrará o surto psicótico da Cinderela, após ser constantemente humilhada pelas irmãs e pela madrasta – o que a leva a trocar seus sapatos de cristais por uma vingança sangrenta com a ajuda de sua Fada Madrinha.

Andy Edwards será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Stephanie Lodge, Beatrice Fletcher, Megan Purvis e Darrell Griggs.

Vale lembrar que uma outra versão terror da Cinderela também está em desenvolvimento, intitulada ‘A Maldição da Cinderela‘ (Cinderella’s Curse). Esta versão será dirigida e produzida por Louisa Warren.

Em comunicado oficial, a cineasta prometeu que o terror será sangrento: “Essa será uma versão única da história da Cinderela, que nós conhecemos e amamos. Teremos algumas mortes realmente brutais pelas mãos dela. Quem gosta de violência vai adorar minha reimaginação sombria.”

Ator rebate comentários HOMOFÓBICOS sobre a sexualidade de seu personagem em ‘9-1-1’

Através do seu Instagram, Oliver Stark quebrou o silêncio sobre os comentários homofóbicos que vem recebendo desde que seu personagem Evan Buckley foi confirmado bissexual na série ‘9-1-1‘.

O ator agradeceu o apoio dos fãs e detonou as reações preconceituosas sobre a sexualidade do seu personagem: “Eu realmente não me importo com a opinião de vocês.”

“Estou muito grato e emocionado pela reação dos espectadores pela narrativa do Buck. Eu li muitas de suas mensagens e não poderia estar mais orgulhoso. Mas, se você faz parte de um pequeno grupo de pessoas comentando que isso arruinou a série, eu gostaria que você soubesse que eu realmente não me importo. Essa é uma série sobre amor e inclusão. A trama sempre abordou relacionamentos queer desde o começo, incluindo o lindo casamento lésbico entre duas personagens negras, interpretadas por duas das melhores atrizes que já conheci. Se a sexualidade de um personagem te impede de curtir a série, sinto que você perdeu o ponto principal da história. Você não precisa anunciar que irá parar de assistir.”

No episódio em questão, Buck se sente enciumado pela crescente amizade entre Eddie (Ryan Guzman) e Tommy Kinard (Lou Ferrigno Jr.), o piloto do LAFD. Ao confessar a Tommy que só queria chamar a atenção, Buck recebe um beijo inesperado, consolidando o que muitos fãs já suspeitavam.

Nas redes sociais, a comunidade de fãs de 9-1-1 está em festa com a revelação. Diversos comentários celebram a nova fase de Buck e expressam a esperança de que isso represente um passo importante para a representatividade LGBTQIA+.

“Imagens reais de mim gritando sobre Buck ser canonicamente bissexual para todos os meus amigos que não assistem 9-1-1”.

“ABC recebendo 9-1-1 e fazendo Buck bi dentro de 4 eps POWER MOVE”.

“Fazer Buck bissexual é provavelmente a maior coisa que aconteceu em todo o universo de 911”.

“Evan Buckley — Bi Bi”.

“911 RENOVANDO 3 EPISÓDIOS NA TEMPORADA, JEALOUS BUCK E BI BUCK EM UM EPISÓDIO, ABC FAZENDO O QUE A FOX PODIA, ESTAMOS TÃO DE VOLTA”

“911 fãs quando buck é finalmente canonicamente bissexual”.

“911 finalmente percebeu Buck é frutado omg nós ganhamos”.

“Buck de 911 é Bi e é real?????”

“buck de 911 beijou um homem!”

“Todo fã do B99 que agora assiste a 9-1-1 sabe exatamente para onde isso está indo”. 

O ator Oliver Stark, que interpreta Buck, também celebrou a nova fase do personagem em uma postagem misteriosa no Instagram.

“Encontrando minha luz! Obrigado a todos por amarem o Buck tanto quanto eu… São 100 episódios, tem sido uma honra e um privilégio”, escreveu o ator.

Confira o trailer da 7ª temporada de 9-1-1e e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Encontro com o Ditador

(Meeting with Pol Pot)

 

Elenco:

Irène Jacob
Grégoire Colin
Cyril Gueï

 

Direção: Walt Dohrn, Brad Ableson

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 2 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em ENCONTRO COM O DITADOR, durante três anos, o Camboja esteve sob o jugo do revolucionário Pol Pot e do seu Khmer Vermelho. A economia foi devastada e quase dois milhões de cambojanos morreram num genocídio que permanece silencioso, mas três franceses notam que há algo estranho no ar ao desembarcarem no país buscando uma entrevista exclusiva com Pol Pot.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Elizabeth Becker;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme 'Encontro com o Ditador', três pessoas.

Fotos: 

Homens trabalhando em esculturas em oficina com mural

Três pessoas esperando em uma pista de pouso vazia

Fotógrafo agachado capturando imagens na floresta

‘Uma Batalha Após a Outra’ deve arrecadar US$ 50 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o aclamado longa ‘Uma Batalha Após a Outra‘, que conquistou impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, deve arrecadar US$ 50 milhões em sua estreia global.

Projeções recentes indicam que o filme deve abrir em torno de US$ 20-25 milhões nos EUA, além de acrescentar US$ 25 milhões do mercado internacional.

Esta deve se tornar a maior estreia doméstica e global da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Apesar da produção ter contado com um orçamento de US$ 140 milhões, o site destaca a aclamação do filme está rendendo um boca a boca bem-sucedido para a temporada do Oscar – o que deve despertar a curiosidade dos espectadores e refletir em seu desempenho nas telonas.

Uma Batalha Após a Outra‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Gugu Mbatha-Raw é assombrada pelo passado no teaser de ‘Possession’, nova série sobrenatural da Sky TV

A Sky TV divulgou o primeiro teaser trailer de ‘Possession‘, série de suspense estrelada pela Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’).

Na trama, uma ambiciosa advogada viaja à Jamaica para contestar uma reivindicação de herança apresentada pelo morador local Cudjoe East contra o rico aristocrata branco Oliver Connaught. No entanto, sua missão toma um rumo inesperado quando ela descobre que a propriedade em disputa é a Hope Hill — a antiga plantação da família Connaught na Jamaica e a mesma casa sinistra que tem assombrado seus pesadelos.

Confira:

Sem data de estreia, a produção será lançada no segundo semestre de 2026.

Criada por Karla Crome, a série conta com a direção de Storm Saulter.

O elenco ainda inclui Jonny Lee Miller, Sheldon Shepherd, Bel Powley, Nadean Rawlins, Sean Gilder, Olunike Adeliyi, Richard Dillane, Diveen Henry e Jack Bandeira.

Filme da série ‘Deadwood’ ainda está de pé e roteiro é “maravilhoso”, diz CEO da HBO

Os fãs da aclamada série western ‘Deadwood’ podem ficar animados, pois a produção ainda está de pé, conforme revelou o presidente da HBO, Casey Bloys.

De acordo com o chefe de programação, o roteiro desenvolvido por David Milch para o revival é “maravilhoso”.

Segundo ele:

“Minha maior preocupação ao ler o roteiro era saber se a trama teria sustentação em si mesma, sendo agradável tanto para os fãs da série original, como para aqueles que nunca tinham assistido. E é gratificante poder afirmar com toda a certeza de que David fez exatamente isso. O script é simplesmente maravilhoso”.

Sobre o andamento do longa, Bloys foi pontual em dizer que ainda existem alguns obstáculos para garantir que o filme seja definitivamente materializado:

“Nós precisamos desenvolvê-lo com um orçamento razoável e ainda não temos um diretor. Já estamos cotando alguns. Precisamos também reunir o elenco todo, o que também é uma tarefa difícil pois cada um possui seu calendário de produções. Mas nós vamos vencer essas barreiras”.

Deadwood‘ contou com três temporadas, que foram exibidas pela HBO entre 2004 e 2006. A trama contava com os atores Ian McShane, Timothy Olyphant e Molly Parker entre os protagonistas.

‘Star Wars’: Taika Waititi vira Boba Fer em arte feita por quadrinhista oficial da saga

O ator que vai encarar o personagem de Boba Fett no mais novo derivado anunciado pela Lucasfilm ainda não foi anunciado, mas o artista Phil Noto, responsável por desenhar os quadrinhos da saga ‘Star Wars: Chewbacca’ e ‘Star Wars: Põe Dameron’, já escolheu seu intérprete.

O quadrinhista transformou o cineasta e ator Taika Waititi no personagem, em um bela arte que fora compartilhada por Tom Taylor, escritor das Hqs Star Wars: Invasion and Star Wars: Blood Ties.

Confira o resultado:


O título provisório do projeto será Boba Fett: Uma História Star Wars.

James Mangold (Logan) irá escrever o roteiro e comandar o projeto para a Disney.

Detalhes da trama continuam sendo mantidos em segredo. Novas informações devem sair em breve.

Vale lembrar que um derivado de Obi-Wan Kenobi também está em desenvolvimento.

‘Obi-Wan Kenobi’ será um prelúdio de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’, afirma site

 

Jeff Goldblum vai apresentar série documental da Disney+

O astro Jeff Goldblum, mais conhecido pelos clássicos ‘Jurassic Park‘ e ‘A Mosca‘, vai apresentar sua própria série documental pelo novo streaming Disney+. O anúncio foi feito pela própria empresa, durante sua reunião de apresentação no anual Inverstors Day.

Intitulada ‘The World According to Jeff Goldblum‘, a nova produção trará o ator revelando “um mundo de conexões surpreendentes, ciência fascinante e uma série de grandes ideias”, conforme pontua a descrição oficial emitida pela Disney.

A série ainda não tem data de estreia, mas o serviço estará disponível nos Estados Unidos em 12 de novembro, sendo expandido globalmente até o final de 2021.

 

‘Ricos de Amor’: Comédia romântica brasileira já está disponível na Netflix

A nova comédia romântica brasileira da Netflix, intitulada ‘Ricos de Amor‘, já está disponível na plataforma de streaming.

A produção teve sua estreia nesta quinta-feira (30) na grade de programação e conta com Danilo Mesquita (Spectros, Éramos Seis, Segundo Sol) e Giovanna Lancellotti (Shippados, Segundo Sol, Sol Nascente) como os protagonistas.

O longa ainda traz uma participação especial do DJ Alok, que também assina a trilha sonora.

Assista:

No filme ‘Ricos de Amor‘, o jovem Teto (Danilo Mesquita) é filho do poderoso Teodoro (Ernani Moraes), um bem-sucedido empresário conhecido como “O Rei do Tomate”. Teto leva uma vida de playboy até conhecer Paula (Giovanna Lancellotti), uma estudante de medicina que luta por sua própria independência. Para conquistar Paula, Teto mente sobre as suas origens e acaba se atrapalhando para manter essa farsa.

Ricos de Amor‘ tem roteiro assinado por Sylvio Gonçalves (SOS Mulheres ao Mar, Eu Fiko Loko) e Bruno Garotti (Cinderela Pop, Eu Fiko Loko), que também fica a cargo da direção do filme. A produção é de Julio Uchôa (SOS Mulheres ao Mar 1 & 2, Eu Fiko Loko), da Ananã.

 

Serena Williams vai ganhar série documental biográfica pela Amazon Studios

A popular tenista Serena Williams vai ganhar uma nova série documental biográfica, produzida pela Amazon Studios.

A produção, que ainda não possui título oficial, vai narrar a trajetória profissional e pessoal da atleta, vencedora de 23 campeonatos Grand Slam.

A série, que está sendo filmada neste momento, é apenas o começo de um novo acordo milionário firmado com o estúdio, para a produção de projetos roteirizados e não roteirizados.

Ao The Hollywood Reporter, Williams comemorou a nova série documental:

“Estou muito empolgada de poder ser uma parceira da Amazon Studios. Eles estão desenvolvendo alguns dos conteúdos mais inspiradores e importantes, para uma audiência global. Eu tenho muitas histórias que anseio contar, inclusive a continuação da minha própria história, e estou ansiosa para compartilhá-las com o mundo”.

A chefe do estúdio, Jennifer Salke, também celebrou o novo acordo, ponderando as muitas histórias que ainda estão por vir:

“Serena transformou o seu esporte e se tornou uma das atletas mais inspiradores, além de uma das mulheres mais empreendedoras de sua geração, admirada não apenas por sua incomparável proeza nas quadras, mas também por sua dedicação e filantropia. Estamos incrivelmente empolgados por poder compartilhar a sua jornada nessa nova série e por poder trabalhar com ela para criar novos conteúdos originais para os nossos clientes da Prime Video, espalhados pelo mundo”.

Essa não é a primeira série documental sobre a jornada de Serena Williams. A tenista já lançou um projeto semelhante em 2018 pela HBO, intitulado ‘Being Serena‘.

 

Crítica | Eu Sou: Céline Dion: Artista encontra sua voz em delicado e emocionante documentário da Prime Video

Até em seus piores dias, seus agudos ecoam pelo ambiente como notas poderosas e afinadas. A aspereza de sua voz denota um tempo novo em sua jornada, alimenta anseios que talvez jamais se cumpram em sua vida e a lembra da mais pura harmonia que um dia encheu estádios inteiros ao redor do mundo. Mas mesmo diante de todas essas limitações – físicas e vocais, Céline Dion nunca foi tão palpável e poderosa como a vemos em seu documentário. Com seu canto mais “fraco” – e ainda assim melhor que maioria dos artistas em seus dias bons -, a canadense finalmente abre as cortinas de sua ampla casa e nos convida para uma passeio pelos átrios de seus cômodos e pelo âmago de sua alma. Destemida e corajosa por expor aquilo que mais lhe persegue aos 56 anos, ela faz de Eu Sou: Céline Dion uma carta aberta ao público e um convite à sua fragilidade.

eu sou celine dion 3
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Rodado de maneira mais crua e um tanto livre, o longa dirigido pela indicada ao Oscar Irene Taylor não se atém à linhas temporais, não se preocupa em marcar as datas e percorre suas quase duas horas com recortes de performances emblemáticas, em contraste com a dura realidade de um presente mais cinza, marcado por espasmos, convulsões difíceis de serem assistidas enquanto audiência e momentos de solidão. Mas muito mais do que a sombra que acompanha Céline, a produção nos lembra da força e voracidade em querer viver que a cantora e atriz sempre possuiu. Exaltando seu senso de humor que nunca lhe abandona, mesmo quando as lágrimas embaçam sua vista, Eu Sou: Céline Dion é um testamento da mulher que ela sempre foi, mas que tão poucas vezes vimos diante dos nossos olhos.

Deixando Céline como fenômeno musical de lado, somos apresentados à Céline Marie Claudette Dion, a mais jovem de 14 irmãos, nascida em uma família regida pelo amor à música. E ao longo dessa 1h42 de filme, a potência de seus shows se contrapõe à simplicidade de uma vida menos glamourosa, sem vestidos cintilantes e suntuosos, sem tailleurs bordados e com nenhuma maquiagem no rosto. De cara limpa, cabelos presos e uma larga camisa branca que lhe veste perfeitamente, ela abre o quadro inicial como alguém que precisa desabafar e não está mais disposta a manter as mesmas e evasivas justificativas para o seu sumiço.

eu sou celine dion 2
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Sempre com um senso de dever e responsabilidade perante o público, ela conduz a câmera com um pesado sentimento de culpa e frustração. Mas incansável e disposta a cumprir sua promessa de emocionar multidões com sua bela voz, ela não desiste. E é disso que Eu Sou: Céline Dion é feito: de uma coragem inebriante, de uma fé inabalável e de uma alegria retumbante que cruza as dores nas juntas, os pés exaustos e as olheiras nascidas de um cansaço mais mental do que físico. E como uma audiência em completo estado de alerta, navegamos por águas agitadas, passeamos por uma montanha-russa emocional e somos tomados por sua dor, nos sentindo parte dela ao testemunharmos tudo de forma tão visceral e brutal.

E Taylor acerta em cheio ao deixar que Céline apenas viva, enquanto a câmera lhe acompanha. Sem o compromisso de conduzir entrevistas bem editadas e pré-montadas, ela apenas permite que o documentário flua à sua maneira, seguindo o grau de honestidade tão almejado pela artista. E assim, viajamos no tempo. Relembramos seu amado esposo René Angélil, vemos seus filhos crescerem e brincarem com ela, enquanto testemunhamos o seu caminho diante de um diagnóstico tão severo, que é a Síndrome da Pessoa Rígida. Com notas agridoces e um sentimento de profunda gratidão, Eu Sou: Céline Dion ainda consegue ser uma celebração à vida e às poderosas letras das baladas tão belamente compostas pela cantora. Se encerrando com um grito de esperança, que mais soa como um cântico corajoso de uma mulher obstinada, o novo documentário da Prime Video é uma emocionante catarse, que traz Céline encontrando sua voz, à medida em que luta para resgatar o seu canto.

Entrevista | Adolescência – Minissérie da Netflix Indaga o Lado Sombrio da Geração Alpha

Nós não estamos aqui para dar respostas, mas para fazer as perguntas certas.”Com esta declaração, Stephen Graham, ator e criador de Adolescência, definiu o tom da minissérie durante a coletiva de imprensa virtual. O drama, dividido em quatro episódios filmados sem cortes e em tempo real de uma hora, estreia nesta quinta-feira, dia 13 de março, na Netflix. A produção propõe uma reflexão sobre a complexidade da Geração Alpha (nascidos a partir de 2010) em um mundo moldado pelas redes sociais.

O CinePOP teve a oportunidade de participar do bate-papo com os atores Stephen Graham, Owen Cooper, Ashley Walters e Erin Doherty, que compartilharam suas experiências sobre o processo de filmagem comandados por Philip Barantini (O Chef, 2021) e a densidade da história escrita por Jack Thorne (Enola Holmes) e Stephen Graham

Equipe da minissérie: Christine Tremarco, Anne Neville, Jo Hartley, Amelie Pease, Owen Cooper, Ashley Walters, Robbie O’Neill, Hannah Walters e Stephen Graham em pré-estreia de “Adolescência” no BAFTA Piccadilly em 12/03/2025 em Londres. (Foto: StillMoving.Net/Netflix)

Leia também: Crítica Netflix | Adolescência – Uma minissérie sem cortes e um alerta implacável para a era digital

Um Novo Olhar Sobre o Crime Juvenil

Diferente dos dramas policiais convencionais, Adolescência opta por uma abordagem introspectiva, evitando explicações simplistas como histórico de abuso ou violência doméstica. Segundo Graham, o objetivo era compreender os motivos que levam um jovem a cometer atos extremos: “Queríamos entender o que leva um jovem a tomar determinadas decisões, sem cair nos estereótipos habituais”. 

A minissérie se destaca pela forma como explora a influência psicológica das redes sociais na construção da identidade dos jovens. A narrativa não busca vilões ou heróis, mas sim levantar questionamentos sobre responsabilidade, influência digital e a pressão social exercida sobre adolescentes.

Mark Stanley, Owen Cooper e Stephen Graham em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

Um Processo de Filmagem Desafiador

Uma das grandes inovações de Adolescência é seu formato: cada episódio é gravado em plano-sequência e tempo real, trazendo uma sensação de imediatismo e realismo. Stephen Graham descreveu a abordagem como um híbrido entre teatro e cinema: “Passamos uma semana inteira analisando o roteiro e nos aprofundando nos personagens. Depois, ensaiamos cada cena com a câmera antes de gravar de fato, criando uma experiência incrivelmente orgânica e espontânea”. 

Intérprete do Detetive Luke Bascombe, Ashley Walters destacou o desafio de ter apenas , dez tomadas para acertar cada cena. “Foi uma pressão absurda no início, mas ao mesmo tempo, uma das experiências mais enriquecedoras da minha carreira.”, revelou. Erin Doherty, que vive a psicóloga Briony Ariston, reforçou esse sentimento: “Nada pode preparar você para o que essa experiência será até que você esteja lá, vivendo cada cena. É um processo que exige estar presente e aberto a cada interação“.

Erin Doherty comp Briony Ariston em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

Para Owen Cooper, estreante diante das câmeras, a jornada foi especialmente intensa. Ele revelou que a cena mais desafiadora foi o confronto direto com Erin Doherty, na qual precisou sair de sua zona de conforto para expressar diferentes (e intensas) emoções em apenas uma longa tomada. “No início, estava muito nervoso, mas com a ajuda do diretor Phil e da equipe, fui acolhido e pude crescer dentro do papel”, disso o jovem ator.

O Talento Promissor de Owen Cooper

A performance de Cooper é um dos grandes destaques da minissérie. Stephen Graham afirmou que o jovem ator possui uma presença rara e instintiva em tela. “Ele é um talento único, uma daquelas joias que surgem apenas uma vez por geração“, elogia o colega de cena. 

Owen Cooper como Jamie Miller em Adolescência. (Foto:Netflix © 2024)
Owen Cooper como Jamie Miller em Adolescência. (Foto:Netflix © 2024)

Não à toa, Owen Cooper, de apenas 15 anos, já foi escalado para viver o jovem Heathcliff na nova adaptação para telonas do clássico da literatura O Morro dos Ventos Uivantes, dirigida por Emerald Fennell (Saltburn). Seu desempenho em Adolescência serve como um promissor ponto de partida para uma exitosa carreira.

Impacto Fora das Telas

Com uma abordagem autêntica, performances viscerais e um roteiro provocativo, Adolescência promete ser uma das produções mais impactantes da Netflix este ano. Além de entreter, a série propõe uma discussão necessária sobre os desafios da juventude contemporânea e o impacto da tecnologia na formação da identidade.

Equipe de Adolescência: Emily Feller, Christine Tremarco, Anne Neville, Jo Hartley, Amelie Pease, Owen Cooper, Hannah Walters, Jo Johnson, Nina Wolarsky, Jack Thorne, Mark Herbert, Stephen Graham, Ashley Walters, Philip Barantini e Robbie O’Neill no BAFTA Piccadilly em 12/03/2025 em Londres (Foto: StillMoving.Net/Netflix)

Stephen Graham destacou a importância desse debate ao afirmar: “Jack [Thorne] realmente se aprofundou e olhou para o lado negro das coisas nas mídias sociais. E, você sabe, é daí que todo o tipo de construção “incel” [celibato involuntário] e tudo isso veio. Então, esse era o aspecto que estávamos olhando quando queríamos criar algo ligeiramente diferente”.

Mais do que uma simples história de crime, a minissérie se apresenta como um espelho da sociedade moderna, convidando o público a refletir sobre as escolhas e influências que moldam os jovens de hoje. Adolescência não apenas deve marcar presença nas premiações de 2025, mas também vai se estabelecer como uma narrativa para tentar compreender a próxima geração.

‘The Sinner’: 2ª temporada não terá Jessica Biel e abordará novo caso; Confira a sinopse!

De acordo com o SpoilerTV, a Netflix renovou The Sinner’ para a segunda temporada, porém a protagonista Jessica Biel não deve retornar, isso porque a trama girará em torno de um novo caso do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman).

Segundo o canal USA, a nova trama acompanhará o detetive Ambrose, agora famoso por ter resolvido o caso de Cora Tannetti (Biel), retornando a sua cidade para investigar um novo caso: o assassinato de um jovem garoto.

No Brasil, a primeira temporada da série já está no catálogo do serviço de streaming. Ainda não há previsão para a estreia da segunda temporada.

Assista ao trailer:

Baseado no livro homônimo da escritora alemã, Petra Hammesfahr, o thriller acompanha uma jovem mãe, protagonizada por Biel, que após ser tomada por um súbito ataque de fúria, esfaqueia um homem publicamente, sem saber explicar o porquê do crime. A trama vai se aprofundar nas motivações que possam ter levado a protagonista a cometer o ato de violência, abordando também a obsessão do investigador por respostas. Nessa jornada, os dois irão até as profundezas da psique da personagem, além dos segredos violentos de seu passado que ainda permanecem escondidos.

O elenco também conta com Christopher Abbott, Bill PullmanTeri WyblePatti D’ArbanvilleAbby Miller.

Além de estrelar, Biel assume também a produção executiva da série, ao lado de Michelle Purple. O episódio piloto foi criado e escrito pelo estreante na TV, Derek Simonds, e dirigido por Antonio Campos. ‘The Sinner’ ainda não tem data de estreia. 

 

‘Shadowhunters’: Produtores agradecem os fãs, mas dizem que série ‘deve chegar ao fim’

O anúncio do cancelamento da série Shadowhunters veio como surpresa para os fãs, para o elenco e a atriz Katherine McNamara, intérprete da Clary Fray, que tem se dedicado a salvar a produção a partir de uma campanha iniciada pela fiel audiência nas redes sociais, intitulada #SaveShadowhunters.

Mesmo após os esforços, que até mesmo foi visto nos tradicionais ônibus vermelhos britânicos, em Londres, o produtor Martin Moszkowicz publicou uma carta aberta em seu Twitter, agradecendo aos fãs pelo suporte que comoveu toda a equipe, mas reforçando que Shadowhunters deve chegar ao fim”, descartando completamente uma possibilidade de revival.

Segundo o TVLine, a segunda metade da 3ª temporada de ‘Shadowhunters‘, que representarão os episódios finais da série, só estrearão em 2019, e não em agosto deste ano, como foi previamente reportado.

A série foi recentemente cancelada pela Freeform depois de apenas três temporadas. Há chances da Netflix resgatar a série.

 

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’, animação revolucionária, completa 5 anos

Poucas vezes na história uma empresa teve um ano de tanto sucesso quanto a Marvel em 2018. A ‘Casa das Ideias’ esteve em cartaz nos cinemas do mundo praticamente o ano inteiro, entre produções suas e filmes lançados em parceria com outros estúdios. Com o selo principal, Pantera Negra (fevereiro), Vingadores: Guerra Infinita (abril) e Homem-Formiga e a Vespa (julho) arrecadaram, juntos, mais de 4 bilhões de dólares em bilheteria pelo mundo. Sob o selo da Fox, Deadpool 2 (maio) e X-Men: Fênix Negra (junho), conseguiram mais de 1 bilhão de dólares combinados. Pelo selo da Sony, Venom (outubro) e Homem-Aranha no Aranhaverso (dezembro nos EUA e janeiro no Brasil), somando as bilheterias, fizeram quase 1.3 bilhão de dólares. Um valor absurdo, além de diversos prêmios e indicações, incluindo quatro estatuetas do Oscar (três para Pantera Negra e uma para ‘Aranhaverso’). Foi um ano sem precedentes para a marca, que parecia não ver limites para onde poderia chegar.

Reprodução/ Sony Pictures e ©A.M.P.A.S.

Mesmo com tanto sucesso no ano, poucas produções deixaram um legado cinematográfico tão grande quanto Homem-Aranha no Aranhaverso. O projeto já havia sido anunciado há algum tempo, mas é possível que nem mesmo o mais otimista executivo da Sony pudesse prever o impacto que esse filme teria no cinema como um todo. Focando exclusivamente na questão técnica, Aranhaverso, que completa cinco anos de existência nesta quinta (14), redefiniu todo o padrão das animações da época, não só virando referência, mas jogando a grande rival, Pixar, para um buraco do qual lutam até hoje para sair.

Na época, o estilo 3D hiper-realista das animações da Pixar era a grande tendência, com os estúdios menores correndo atrás para tentar replicar o sucesso. Só que isso já vinha desde 1995, quando lançaram Toy Story e deram início a essa nova era 3D. Esse estilo cresceu por 20 anos, chegou ao seu auge e começou a se desgastar. No entanto, os outros estúdios não sabiam como fazer para superá-lo. E cá entre nós, não eram muitos executivos que davam aval para projetos que não fossem no 3D ‘padrão’.

Dessa forma, quando a equipe de Aranhaverso ousou trazer uma arte mais ‘cartunizada’, praticamente recriando uma história em quadrinhos nos cinemas, e deu resultado os artistas e o mercado entenderam que era hora de deixar o ‘estilo Pixar’ de lado. Desde então, os principais nomes da indústria começaram a autorizar projetos com animações cheias de personalidade, como A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas, Gato de Botas 2: O Último Pedido, Os Caras Malvados, Nimona e o espetacular Tartarugas Ninja: Caos Mutante.

A resposta do público a esse estilo de animação foi extremamente positiva, assim como a da crítica especializada. Nas principais premiações do cinema só deu Aranhaverso. Foi um fenômeno! E depois de tantos anos na mesmice, ter conseguido revolucionar o mercado das animações, permitindo que os artistas e animadores pudessem ousar mais com artes estilizadas, é um legado que bilheteria nenhuma no mundo pode comprar.

Mas não foi só para o cinema que este filme marcou época. Socialmente falando, ele foi uma das primeiras animações protagonizadas por um jovem negro a ter um sucesso desse tamanho. Foi aí que eles passaram outra mensagem – que parecia óbvia para todos, menos para os executivos de Hollywood: o público está mais do que pronto para protagonistas não-brancos. A história de Miles Morales, um jovem de origem latina que acidentalmente vira o novo Homem-Aranha cativou o público. E colocá-lo para se descobrir um herói em meio a outras versões extremamente exóticas do personagem foi um golaço.

Pela primeira vez na história dos filmes do Cabeça de Teia, Peter Parker não foi o protagonista da trama. E superando todas as expectativas, o filme foi um sucesso tamanho. Foi algo tão sensacional que o quase santificado Homem-Aranha 2 (2004), de Sam Raimi, considerado um dos melhores filmes com super-heróis de todos os tempos, enfim arrumou um adversário a altura para que os fãs se questionassem qual era o melhor filme do Homem-Aranha de todos os tempos. Se Homem-Aranha 2 era o Pelé dos filmes do ‘Teioso’, Aranhaverso veio como o Messi.

Independentemente de qual seja o melhor Homem-Aranha de todos os tempos, Aranhaverso se consagrou como um filme espetacular, repleto de momentos de arrepiar e com mensagens extremamente significativas por trás. A sequência do ‘salto de fé’, que termina com o herói aceitando sua responsabilidade e ‘caindo pra cima’ é uma das coisas mais fantásticas já feitas em relação a um Homem-Aranha nos cinemas e ajudou a fazer deste filme uma obra inesquecível. Eterna.

Homem-Aranha no Aranhaverso está disponível no Disney+.

Crítica | Nosso Sonho – Cinebiografia de Claudinho e Buchecha é o MELHOR Filme Brasileiro do Ano

Ser taxativo é sempre muito delicado no âmbito das artes. Porém, quando encontramos uma conjunção tão perfeita de tantos departamentos que fazem parte de uma produção cinematográfica é irresistível não enxergar esta produção como um produto perfeito, mesmo correndo o risco de ser injusto como outros bons filmes. Portanto, não é exagero dizer que o longa ‘Nosso Sonho’ é o melhor filme brasileiro do ano.

Era início dos anos 1990 quando Buchecha (Juan Paiva, em seu melhor trabalho) foi obrigado a deixar sua casa em São Gonçalo e ir morar com sua tia no Morro do Salgueiro, na mesma cidade. Lá ele reencontra seu grande amigo de infância, Claudinho (Lucas Penteado, brilhante), que o apresenta a todo mundo. Feliz por ter conseguido um trabalho de carteira assinada, Buchecha inicialmente nem dá bola para os comentários de seu amigo sobre montar uma dupla de MC para cantar funk. Porém, quando percebe o impacto que os MCs têm nas mulheres, Buchecha muda de ideia e topa participar de uma batalha para representar o Morro do Salgueiro. O que ele jamais poderia imaginar é que aquele seria o início da história da maior dupla de funk melody desse país.

Para quem teve a infância ou a adolescência na virada dos anos 1990 para os anos 2000, ouvir Claudinho e Buchecha era simplesmente algo do qual não se podia fugir. As músicas dos caras tocavam nas rádios, nos programas de televisão, nas festas da classe média, nos bailes de favela; eles estampavam capas de revista e chegaram a fazer parceria com cantores de renome como Lulu Santos e Adriana Calcanhoto. Tendo embalado toda uma geração, ‘Nosso Sonho’ também funciona como um registro de uma época e como apresentação para as atuais gerações.

A importância da dupla para a música brasileira é indiscutível, apesar de muita gente não reconhecer o funk como música. Essa é a beleza do roteiro de Eduardo Albergaria, Daniel Dias e Mauricio Lissovsky, que caminha lado a lado entre o drama e o musical (sob a direção de Plínio Profeta, que também foi responsável pela trilha de ‘Medida Provisória‘), colocando canções inteiras da dupla no filme justamente para estimular a nostalgia e a felicidade no público que conhece as letras. Vale apontar a dedicação da dupla Lucas e Juan que realmente canta todas as músicas, demonstrando toda a entrega e o potencial dos dois para realizar o filme. Mesmo sendo drama, o roteiro dosa com perfeição os momentos de humor, balanceados especialmente por Lucas Penteado, que constrói um Claudinho leve e carismático. Sua atuação confere homenagem e amor ao cantor e certamente lhe renderá muitos prêmios.

Com participação especial luxuosa de Antonio Pitanga, o longa conta com Isabela Garcia e Tati Tibúrcio no elenco principal. O enredo ainda encontra espaço para homenagear outra dupla muito querida da geração anos 1990: MC Cidinho e MC Doca. Talvez o único ponto que poderia ter sido melhorado é a montagem, que por mais de uma vez se demora para além do necessário em determinadas cenas, prolongando-a ao ponto de fazer quebrar o ritmo, tão ágil e de tão dinâmico da narrativa. Mesmo assim, não é o suficiente para cansar o espectador.

O projeto de contar a vida desses icônicos artistas encontrou as mãos certas na direção de Eduardo Albergaria, que imprimiu dinamismo nas cenas de baile e sem focar em nenhum tipo de tragédia que os dois possam ter vivido. Ao contrário, as duas horas de duração são sobre amizade e parceria na perseguição de um sonho improvável, mas que se tornou real na voz desses dois.

Nosso Sonho’ é um filmaço alegre, pra cima, para ver e rever muitas vezes e cantar alto na sala de cinema. É o funk gonçalense ganhando as telonas, como cantaram Claudinho e Buchecha.

‘Homem-Aranha’: Willem Dafoe afirma que se divertiu interpretando o Duende Verde

Em uma entrevista à GQ MagazineWillem Dafoe se recordou de sua época no místico panteão de super-heróis e falou sobre a primeira entrada do panteão de Homem-Aranha no cinema, cuja direção ficou a encargo de Sam Raimi em 2002.

O ator, que recentemente ganhou grande aclamação por sua performance em No Portal da Eternidade, disse que o diretor “realizou um milagre. Ele fez uma espécie de filme pessoal, misturado com um filme de efeito”. Ele acrescentou que Raimi acabava de entrar no jovem mundo de adaptações de quadrinhos para o cinema e que, para isso, “não havia nenhum modelo a ser seguido”.

Logo depois, ele falou sobre o papel duplo de Norman Osborne e Duende Verde, e sobre como algumas das cenas o fizeram rir em retrospecto.

“Eu amei fazer esses dois personagens em Homem-Aranha. Todo mundo lembra do Duende Verde, e era muito divertido; mas o papel mais interessante era o de Norman Osborn. Porque você conseguia brincar em cenas onde precisava mudar do drama para a comédia com apenas uma fala.

Há algumas cenas que ainda me fazem rir, por serem ácidas e por oscilarem entre algo tenso e pesado e algo bobo. E o filme é cheio disso.”, afirmou.

‘Roswell: New Mexico’: Ator de ‘Grey’s Anatomy’ entra para a 2ª temporada

Segundo a Variety, Jason BehrGaius Charles foram elencados na segunda temporada de Roswell: New Mexico’.

Behr interpretou Max Evans na série Roswell, em 1999, mas seu papel na nova versão da história ainda será confirmado. Charles, conhecido por seus papéis nas séries Friday Night Lights‘Grey’s Anatomy’, dará vida a Bronson, descrito como “um fazendeiro local com uma forte bússola moralista que permite que ele veja o melhor nas pessoas – e nos alienígenas”.

A primeira temporada registrou uma média de 0.28 na demo, e um total de um milhão de espectadores.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

A nova versão usará novamente o livro ‘Roswell High‘, de Melinda Metzcomo base para as novas histórias.

 

‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ já têm data para retorno na The CW!

Alguns dias atrás, a The CW anunciou o adiamento dos novos episódios de SupergirlBatwoman devido à pandemia do novo coronavírus – mas a emissora já divulgou quando as séries retornam com novos episódios.

Segundo o ComicBook.com, as série retornam no domingo, 26 de abril. Ainda não se sabe quantos novos capítulos serão exibidos a partir desse dia.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série Supergirl originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Crítica | Madonna constrói uma narrativa visceral e experimental com ‘Madame X’

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência no final da década de 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘Hard Candy’ e MDNA, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retorna quatro anos depois de seu último lançamento com o bizarro e envolvente Madame X, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrente alguns obstáculos no meio do caminho.

Durante a promoção do novo álbum, a cantora havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone no ano passado. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.

A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide True Blue).

“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.

A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.

A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.

Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.

Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com Erotica. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.

O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea,  numa abrangência assustadora  ao mesmo tempo que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de Madame X, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.

Nota por faixa:

  • Medellín (with Maluma) – 3,5/5
  • Dark Ballet – 2,5/5
  • God Control – 4/5
  • Future (with Quavo) – 4/5
  • Batuka – 3/5
  • Killers Who Are Partying – 4,5/5
  • Crave (with Swae Lee) – 5/5
  • Crazy – 4/5
  • Come Alive – 4/5
  • Extreme Occident – 5/5
  • Faz Gostoso (feat. Anitta) – 4/5
  • Bitch I’m Loca (feat. Maluma) – 4,5/5
  • I Don’t Search I Find – 5/5
  • Looking For Mercy – 3,5/5
  • I Rise – 4,5/5

‘Nomadland’: Drama com Frances McDormand pode fazer história no Oscar 2021!

O drama tour-de-force Nomadland foi um dos fimes mais aclamados do circuito de festivais do ano passado (conquistando massivos 97% de aprovação no Rotten Tomatoes). E, considerando as estupendas críticas, é bem provável que o longa seja um dos principais indicados ao Oscar 2021 – e que faça história.

O filme é estrelado por Frances McDormand, que já levou a estatueta de Melhor Atriz por ‘Três Anúncios para um Crime’ e que pode ser indicada mais uma vez. Mais do que isso, McDormand é uma das produtoras executivas da obra e, caso as previsões se concretizem, será nomeada também na categoria de Melhor Filme ao lado de Peter SpearsMollye AsherDan JanveyChloé Zhao.

Dessa forma, será a primeira vez que uma mulher é indicada nas duas seções em um mesmo ano.

Confira o trailer legendado abaixo:

O filme recebeu o prêmio LEÃO DE OURO de MELHOR FILME durante sua estreia mundial na 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza. O longa também foi apresentado na 45ª edição do Festival de Toronto e no Festival Telluride.

O filme é escrito e dirigido por Zhao (Eternos).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

Nomadland estreia em breve nos cinemas nacionais.