Segundo aTecmundo, um caso peculiar surgiu em Sydney, Austrália, envolvendo ameaças de spoiler do filme ‘Top Gun: Maverick‘, estrelado por Tom Cruise, que resultou em dois policiais sendo levados a justiça.
A situação teve início quando o policial Morgan Royston, que havia assistido ‘Top Gun: Maverick’ no dia anterior, brincou ameaçando divulgar spoilers para seu amigo o policial Dominic Gaynor.
A reação de Gaynor foi imediata e intensa. Ele não apreciou a brincadeira e apontou a arma na direção das partes íntimas de Royston, declarando que atiraria caso seu colega estragasse sua experiência com o filme. O episódio durou cinco segundos, mas teve repercussões legais que os levaram a justiça.
O caso foi levado aos tribunais por Royston, o policial afirmou ter mergulhado em depressão após a brincadeira. Ele alegou ter experimentado choque e medo, argumentando que o incidente ultrapassou os limites do bom senso nas interações entre colegas de trabalho.
Royston declarou ter perdido toda a admiração que nutria pela força policial e admitiu sentir-se aflito na presença de qualquer membro da polícia, sempre verificando se não estão armados. “Eu sempre olho se não há uma arma em sua mão”, comentou.
A defesa de Gaynor argumentou que o acusado estava rindo durante o incidente, considerando-o uma brincadeira, e que seu dedo não estava no gatilho da arma. O advogado afirmou que o caso se tratava apenas de uma zombaria entre colegas de trabalho que acabou mal.
No entanto, as justificativas do advogado de Dominic Gaynor não foram suficientes para evitar uma condenação. Devido à brincadeira feita com Morgan Royston, Gaynor foi condenado a uma pena leve: prestação de serviços comunitários por dois anos. Além disso, ele foi suspenso de seu cargo.
Meg Donnelly, estrela de ‘Zombies’, compartilhou recentemente detalhes sobre o novo filme da saga, revelando o encerramento das filmagens e dando pistas sobre o que podemos esperar do quarto capítulo da série.
“Acabamos de concluir as filmagens no início de junho. Acredito que provavelmente será lançado no próximo ano, mas não tenho certeza absoluta. Estou muito empolgada com isso. É como se eu, Milo, Chandler e Kylie estivéssemos de volta, e o filme marca a transição para esses cinco novos jovens que são vampiros e Daywalkers. Eles são tão talentosos e incríveis, realmente me lembra dos clássicos da Disney em que cresci, como Camp Rock, High School Musical ou Hannah Montana. A Disney não tem feito algo assim há algum tempo, então estou genuinamente entusiasmada. É bastante nostálgico e emocionante”, revelou em entrevista ao The Hollywood Handle.
O novo filme contará com o retorno de Meg Donnelly e Milo Manheim como Addison e Zed, respectivamente. Além de estrelar, eles também servirão como produtores executivos.
Chandler Kinney e Kylee Russell também tiveram seus retornos confirmados.
Na trama…
“Zed e Addison embarcam em uma viagem de verão após seu primeiro ano na faculdade. À medida que as aventuras se desenrolam, eles descobrem sobre o inesperado mundo dos guerreiros de Sunnyside e Shadyside, e entram em contato com dois novos grupos de monstros.”
Os novatos Freya Skye e Malachi Barton serão introduzidos na nova sequência.
Vale lembrar que a Disney também está desenvolvendo uma série animada baseada na franquia, intitulada ‘Zombies: The Re-Animated Series‘. O projeto estreará no Disney Channel e Disney+ durante o período do verão norte-americano.
Todos os filmes da franquia ‘Zombies’ estão disponíveis no Disney+.
Michael Fassbender, conhecido por seu papel em ‘X-Men: Primeira Classe’, relembrou recentemente sua desastrosa audição para ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, papel que acabou ficando com Tom Hardy.
Em entrevista à EW, Fassbender descreveu a audição como “uma das piores” de sua carreira.
“Meu Deus, foi uma das piores audições recentes — quero dizer, recentes, isso foi há… Felizmente, não precisei fazer audições há um tempo”, disse o ator, visivelmente constrangido. “Meu Deus, foi terrível”.
Fassbender revelou que sua dificuldade em seguir direções contribuiu para o desastre. “Eu estava indo para a Warner Bros. no Vale — não é complicado — e eu tinha aquelas instruções no banco ao meu lado no carro, ‘vire à esquerda aqui, qualquer coisa’, e me perdi. Acabei chegando quase uma hora atrasado à audição”.
Como resultado, Fassbender não estava na “mentalidade certa”para o papel.
“Cheguei e disse, ‘Desculpe’, e eles disseram, ‘Tudo bem’. E então George Miller tem esse treinador de atuação… e foi tão agonizante”, confessou. “Eu fui treinado de forma clássica, então tenho meu próprio processo, obviamente, existe um objetivo que o personagem tem e atividades que vou desempenhar para alcançá-lo. Então, senti que estava ensinando a avó a fazer algo simples — esse cara realmente me irritou”.
As coisas só pioraram a partir daí. “Ele disse, ‘Quero que você diga essa frase: saia da sala, mas quero que você a fisicalize, Michael'”, Fassbender recordou, imitando o melhor sotaque australiano e fazendo um movimento de onda com as mãos. “Ele disse, ‘Saia da sala!'”
Em resumo, foi um desastre. “Foi tão… Eu não via a hora de sair de lá. E, obviamente, eu não consegui o papel. Obviamente, você sabe, o Tom Hardy conseguiu o papel, e merecidamente”.
Vale lembrar que o prequel da franquia ‘Mad Max’ já está disponível na Max.
Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa. Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke.
O novo filme da franquia, ‘A Morte do Demônio’ (Evil Dead Burn), segue com suas filmagens em andamneto. E agora o diretor Sébastien Vaniček compartilhou nas redes sociais uma imagem intrigante dos bastidores do longa: uma mulher com maquiagem, destacando ferimentos.
Os detalhes da trama ainda não foram revelados oficialmente. Inclusive, permanece o mistério: a mulher na imagem estaria possuída por um Deadite, ou seria apenas uma vítima de algum outro humano dominado por forças demoníacas?
Além de Vaniček, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.
Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
A Paramount Skydance oficializou a aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD), mas o custo da transação foi além do valor bilionário da compra. Para garantir o negócio, o conglomerado precisou arcar com a multa de rescisão do acordo anterior que a Warner mantinha com a Netflix.
De acordo com o Deadline, a Netflix confirmou estar US$ 2,8 bilhões mais rica após receber o pagamento referente à quebra de contrato.
Em documento protocolado na Securities and Exchange Commission (SEC), a Netflix detalhou a movimentação financeira: “Em 27 de fevereiro de 2026, a WBD notificou a Netflix sobre a rescisão do acordo de fusão para firmar um novo plano com a Paramount Skydance (PSKY), referente à Proposta Superior da companhia. Simultaneamente à rescisão, a PSKY, em nome da WBD, realizou o pagamento da taxa de rescisão no valor de US$ 2,8 bilhões devida à Netflix”.
O desfecho encerra uma longa e intensa disputa judicial. Quando a Netflix parecia consolidada como a futura proprietária da Warner, a Paramount lançou uma oferta hostil e, após uma série de manobras de mercado, conseguiu adquirir o estúdio pelo valor total de US$ 110 bilhões.
O pagamento da multa bilionária foi o passo final para destravar o caminho regulatório e permitir que a Skydance assumisse o controle da gigante do entretenimento.
O diretor Barry Sonnenfeld compartilhou, em seu novo livro de memórias, os desafios enfrentados durante a produção de ‘Homens de Preto’.
Sonnenfeld revelou que foi um pouco desafiador trabalhar com Tommy Lee Jones, enquanto tentava explicar ao ator que ele precisava interpretar um personagem mais sério, enquanto Will Smith traria o lado cômico do filme.
Na época, Jones não parecia entender que sua seriedade era mais engraçada do que se ele tentasse ser realmente arrancar risadas com atitudes mais cômicas.
Além disso, o diretor também revelou que o astro não compreendia muito bem seu personagem no início. Sonnenfeld citou uma cena de interrogação no começo do filme, na qual Tommy Lee Jones tentava enfatizar o fato de a situação ser fora do comum.
Um pouco receoso com a reação de Jones, o diretor explicou cautelosamente o que deveria ser feito.
“Veja, Tommy, para você, isso é tudo parte do trabalho diário. Muito G.I. Muito questão governamental. O Agente K não acha que ‘Levante suas nadadeiras’ é engraçado. Você está apenas dizendo isso da mesma maneira que diz: ‘Levante as mãos.’ É apenas um procedimento policial normal. É isso que torna engraçado para o público”, explicou Sonnenfeld.
Barry Sonnenfeld contou que precisou impedir Tommy Lee Jones de tentar ser engraçado durante as filmagens. O astro, inclusive, se mostrou chateado por acreditar que apenas Will Smith faria as pessoas sorrirem ao ver o filme.
O diretor então explicou que a “comédia está na reação”. No final das contas, Sonnenfeld estava certo, e o longa se tornou um sucesso e abriu uma franquia, com o personagem de Tommy Lee Jones sendo bem recebido pelo público.
‘Homens de Preto‘ arrecadou em 1997 mais de US$ 250 milhões no mercado americano e mais de US$ 587 milhões mundialmente. ‘Homens de Preto 2‘ faturou US$ 190 milhões nos EUA e US$ 440 milhões ao redor do mundo. Já o terceiro filme custou US$ 225 milhões e faturou US$ 624 milhões mundialmente.
Recentemente, a produtora Laurie MacDonald cedeu uma entrevista à Variety e explicou por que um quarto filme com Will Smith e Tommy Lee Jones nunca aconteceu anteriormente.
“Quando terminamos o terceiro filme, sentamos para conversar e decidimos que não devíamos fazer o quarto filme. O arco daqueles personagens acabou ali de maneira redondinha, pois havíamos lidado com a história envolvendo o pai do Will e toda a jornada emocional do personagem foi completada”, afirmou.
Já Barry Sonnenfeld, que comandou toda a trilogia ‘Homens de Preto‘, explicou porque a franquia ganhou um derivado ao invés de uma sequência.
“Eu adoraria que houvesse um quarto filme. Mas Will Smith e nem eu estávamos envolvidos. Eu amo a franquia, porque eu a desenvolvi e a criei. Mas há muitos elementos caros nessa mistura. Há Steven Spielberg como um dos produtores, há outros produtores também, e acho que a maneira mais barata de se fazer foi ter novos agentes”, afirmou.
Nicolas Cage sempre foi um grande fã de histórias em quadrinhos, tendo uma enorme coleção, chegando a pagar até uma fortuna por alguns clássicos, comoSuperman – Action Comics #1. No entanto, vários quadrinhos foram roubados da casa de Nicolas Cage, que ainda conseguiu recuperar alguns em 2011, que até acabou vendendo, com outros sendo perdidos de vez.
Em um vídeo que fez para divulgar ‘O Peso do Talento‘, seu novo filme de sucesso, Nicolas Cage pede que quem quer que tenha roubado os seus quadrinhos, os devolva de imediato.
“Eu só quero os meus quadrinhos de volta. Eles foram roubados. Eu comprei esses quadrinhos por um preço muito bom e hoje em dia eles são tesouros que estão na casa dos US$ 10 milhões”, disse Cage.
Que completou com: “Alguém os guardou em um baú de tesouro em algum lugar. Eu peço que me devolvam, porque eu poderia fazer muito. Eu poderia doar para a caridade nesse momento.”
Na trama de ‘O Peso do Talento‘, vemos uma versão ainda mais azarada e cômica de Nicolas Cage tenta conseguir um grande papel para retomar o sucesso na carreira, mas acaba no meio de uma operação da CIA que busca derrubar um grande traficante que, por acaso, é um grande fã de Nicolas Cage.
A Sony Interactive Entertainment junto à Polyphony Digital divulgaram um trailer em comemoração ao 25º aniversário de ‘Gran Turismo‘.
Kazunori Yamauchi, presidente da Polyphony e criador da franquia, agradeceu em comunicado aos milhares de fãs do jogo e a equipe por trás de seu desenvolvimento.
Confira abaixo o vídeo especial:
“Acho que não existem muitas franquias no videogame que continuaram por 25 anos com o mesmo título e com o mesmo tim. Os membros fundadores da empresa ainda estão trabalhando na linha de frente, e estou grato e orgulhoso por todos os 200 funcionários serem uma equipe que tem a mesma motivação e amor com que a empresa começou”, falou Yamauchi.
De acordo com o Deadline, a trama deve acompanhar um homem (Harbour) que se torna um ás das pistas após jogar muito ‘Gran Turismo‘ na juventude. Uma proposta bastante simples e inusitada para uma superprodução de Hollywood.
‘Gran Turismo‘ chega aos cinemas dos EUA em 11 de agosto de 2023. As filmagens estão programadas para começar no próximo mês, na Hungria.
Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.
O canal de streaming Hulu deu sinal verde para a produção de ‘11/22/63‘, série limitada baseada na obra de Stephen King sobre o assassinato do presidente John F. Kennedy.
O cineasta J.J. Abrams produzirá a minissérie de nove horas por meio de sua companhia, a Bad Robot.
Na trama carregada de suspense, o professor de colegial Jake Epping faz uma viagem de volta ao passado para impedir o assassinato de Kennedy. Mas sua missão é ameaçada por Lee Harvey Oswald, o assassino do presidente americano.
Bridget Carpenter (‘Friday Night Lights’, ‘Parenthood’) escreverá a atração e também servirá como produtora executiva ao lado de King e Bryan Burk (‘Fringe’, ‘Lost’).
A Warner Bros. TV cuida da adaptação, ainda sem cronograma definido e data de estreia.
Apesar de ser concebida como minissérie, ‘11/22/63‘ pode ganhar temporadas adicionais se for bem recebida pelo público.
O mais novo e aguardado filme do já cultuado diretorEli Roth é um banquete de sangue, vísceras e – por incrível que pareça – de um humor altamente imprevisível. ‘Green Inferno‘, que aqui no Brasil, recebeu o genérico título de ‘Canibais‘ (seria tão legal se tivessem mantido o Inferno Verde, já que tem tudo a ver com o filme), é um verdadeiro slasher que agradará em cheio o seu público mais fiel: aqueles que esperam exatamente os elementos que consagraram o diretor.
Iniciando como um típico filme adolescente, somos já apresentados ao grupo de jovens ativistas que farão uma viagem para a América do Sul com o objetivo de promover uma ação contra empresas que querem explorar matas indígenas. Mas vão acabar se deparando com uma tribo canibal que promoverá o terror em todos aqueles adolescentes.
Dentro do grupo, já temos aqueles estereótipos clássicos: o gordinho legal amigo de todos, um mais centrado e inteligente, uma loira ciumenta, um casal de lésbicas, um maconheiro ruivo, um líder arrogante e, claro, a mocinha bonita e ingênua que fará com que o espectador se simpatize, e consequentemente, torça por ela. Aliás, a bela Lorenza Izzo, que faz a protagonista Justine, e que também está em ‘Bata Antes de Entrar‘ (um outro trabalho de Roth, desse mesmo ano, comKeanu Reeves), se torna uma heroína bem bacana no ato final, quase podendo ser comparada com uma Pocahontas mais sexy.
Diálogos debochados, violência alegórica, personagens divertidamente tacanhos e situações mirabolantes que poderão chocar e fazer rir ao mesmo, são as marcas do cínico Eli Roth, que exibe todo o seu gore no estilo mais brincalhão e “tarantinesco” possível; inclusive, Roth é um dos amigos pessoais de Quentin Tarantino e isso, particularmente, deve tê-lo influenciado em muitas coisas. Principalmente numa direção que por mais agressiva que seja, pontualmente faz com que o espectador perceba um clima de diversão em vários momentos.
Mas não se engane: desmembramentos, tripas esticadas, olhos saltitando, empalamentos, estão em toda a narrativa de ‘Canibais‘, e é o que faz desse filme uma espécie de ‘Canibal Holocausto‘ para a irônica geração wi-fi.
Hawkins interpretará Eric Carter, personagem que sucede Jack Bauer (Kiefer Sutherland) como o herói no show. Vindo de um passado tumultuado, Carter se tornou um Rangers do Exército, mas depois de alguns problemas retorna para Virgínia com sua esposa Nicole. Quando seu passado volta a atormentá-lo, ele acaba se juntando à Unidade Contra-Terrorismo (CTU) e trabalhará ao lado de uma agente mais velha e experiente.
O reboot trará personagens conhecidos das primeiras temporadas em participações especiais.
Howard Gordon, produtor de ’24 Horas’, também cuidará do derivado. O ator Kiefer Sutherland não voltará a viver o agente Jack Bauer.
Lembrando que ontem, o fã chamado Abdullah Coldwater iniciou um abaixo assinado no Change.orgcom mais de 800 assinaturas para fechar o Rotten Tomatoes, o agregador de críticas de cinema e TV mais importante do mundo. Tudo porque, supostamente, as críticas negativas com relação a ‘Esquadrão Suicida’ e a ‘Batman V Superman’, não compreendem o real espírito dos longas.
“Nós precisamos que este site seja excluído porque ele sempre dá ao Universo DC críticas injustas, e isso afeta a opinião das pessoas, mesmo que realmente seja um grande filme”, afirmou.
Você concorda?
O CinePOP traduziu os principais trechos das críticas para você.
Confira:
“Quando você pensa que o ano não pode ficar pior para o cinema, eis que surge Esquadrão Suicida”, David Ehrlich, indieWIRE.
“Não dava pra juntar esses personagens nem em um quadro de avisos, muito menos um filme”, Alonso Duralde, TheWrap.
“Clichê, entediante… e totalmente incoerente”, Matt Singer, ScreenCrush.
“A reunião dos super-heróis dirigida por David Ayer é maçante, sem inspiração, e talvez o pior de tudo, esquecível”, Richard Lawson, Vanity Fair.
“Apesar de amar o Coringa, eu tenho que reconhecer que seu papel em Esquadrão Suicida é completamente irrelevante para a trama. Se eliminar todas as cenas do Coringa deste filme, você ainda tem a mesma história. Mesmo assim, Esquadrão Suicida é um grande passo na direção certa para o Universo da DC Filmes. Vale a pena conferir na tela grande e é um dos meus filmes favoritos desse ano até agora.”, Scott Chitwood – ComingSoon.
“Esquadrão Suicida é divertido e cheio de ação, é o filme que os fãs da DC Comics têm esperado. Ele entrega duas horas de grandes piadas, sequências de ação loucas e uma Harley Quinn perfeita. As falhas do roteiro do filme vão incomodar alguns mais do que outros…”, Lucas Siegel, ComicBook.
Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais. Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.
‘Esquadrão Suicida‘ tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwoodcomo Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenbergdeve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’. Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).
Dirigido por David Ayer, o filme tem lançamento marcado para 4 de agosto de 2016.
‘Gilmore Girls: Um Ano para Recordar‘ leva a audiência a uma viagem inesquecível através de quatro estações na icônica Stars Hollow. Foram divulgados quatro cartazes – cada um retratando uma estação.
Confira:
‘Gilmore Girls: Um Ano para Recordar‘ estreará seus quatro episódios na sexta-feira, 25 de novembro em todos os territórios nos quais a Netflix está disponível.
As atrizes Lauren Graham eAlexis Bledel receberam um total de US$ 3 milhões para retornarem como Lorelai e Rory Gilmore na nova temporada. Foram 750.000 dólares por cada um dos quatro episódios.
A nova temporada terá quatro episódios de 90 minutos, cada um durante uma das 4 estações do ano: Inverno, Primavera, Verão e Outono.
A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory, que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.
A Netflix liberou um novo vídeo que relembra os sensacionais momentos das temporadas passadas de ‘Gilmore Girls‘.
A nova temporada é produzida por Amy Sherman-Palladino, criadora dá série. Os 153 episódios das 7 temporadas anteriores já estão disponíveis na Netflix.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ abriu em 37 mercados nesse final de semana e arrecadou ótimos US$ 101 milhões, um valor 57% maior que a bilheteria de abertura do primeiro filme, que fez US$ 64 milhões em 2014 no mercado internacional.
A abertura também foi 50% maior que ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, que arrecadou US$ 50 milhões, e 19% maior que ‘Thor: O Mundo Sombrio‘.
Vale lembrar que o filme ainda não estrou na China, nem nos Estados Unidos.
[SPOILERS]
O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.
Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.
O showrunner da série ‘Legion‘ confirmou durante o painel da série na San Diego Comic-Con que está trabalhando em um filme do ‘Doutor Destino‘, personagem de ‘Quarteto Fantástico‘, para a 20th Century Fox.
“Estou desenvolvendo um filme para a Fox e só posso dizer duas palavras. Doutor. Destino.”, afirmou.
À convite da Universal Pictures, o CinePOP viajou até Los Angeles para entrevistar o produtor Jason Blum, de ‘Uma Noite de Crime’, e o diretor Christopher Landon, de ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘.
No longa, a personagem Tree Gelbman (Jessica Rothe), é assassinada por uma pessoa mascarada no dia de seu aniversário. Para descobrir o responsável pelo crime, ela ressuscita várias vezes e se vê presa em um ciclo entre vida e morte até conseguir solucionar seu próprio assassinato. Ela só conseguirá escapar de um destino trágico, quando compreender as reais causas de sua morte.
Na primeira cena, vemos um homem sendo enterrado vivo e gritando por ajuda. Corta para uma freira se enforcando após ser assombrada pela Freira Valak. Vemos uma cobra saindo da boca de um garoto e muitas cruzes de ponta cabeça, com várias freiras assustadas. O vídeo se encerra assustadoramente.
Segundo o diretor Corin Hardy, as cenas foram filmadas em castelos e aldeias na Romênia, o que deixou a produção ainda mais assustadora.
Não foi revelado quando o vídeo será divulgado na internet.
Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
‘Frozen’ foi a animação mais lucrativa do estúdio, arrecadando quase US$ 1,3 bilhão mundialmente, e rendeu à Disney dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção Original).
Uma cena deletada inédita de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, incluída no box de colecionador Infinity Saga da Marvel Studios, mostra os ex-amantes da Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Bruce Banner (Mark Ruffalo) se encontrando em Wakanda depois que Banner convence o Hulk a ressurgir após sua derrota anterior nas mãos de Thanos (Josh Brolin). A cena termina com o Hulk se libertando da armadura da Hulkbuster pilotada por Banner.
Assista:
Anteriormente, os diretores Joe e Anthony Russo explicaram que “certamente tentaram” abordar o romance não resolvido de Natasha-Bruce, mas não funcionou.
Ao nascer, a Viúva Negra (também conhecida como Natasha Romanova) é dada à KGB, que a prepara para se tornar sua arma mortal. Quando a URSS se dissolve, o governo tenta mantê-la enquanto a ação se move para a atual Nova York, onde ela é uma agente autônoma. O filme independente mostrará Romanoff vivendo nos Estados Unidos 15 anos após a queda da União Soviética.
No final do ano passado, o CinePOP viajou até Denver para uma experiência pra lá de assustadora: ficar hospedado quatro noites no infame Stanley Hotel, local mal-assombrado que inspirou Stephen King a escrever ‘O Iluminado‘…
A experiência teve direito a aparições estranhas e coisas sinistras, que você pode conferir no vídeo abaixo:
Em 1903, o inventor de carros a vapor Freelan Oscar Stanley foi atingido por um ressurgimento da tuberculose com risco de vida. O tratamento mais recomendado na época era respirar o ar fresco e seco de uma altitude considerável. Ele subiu nas Montanhas Rochosas da cidade de Estes Park, a 2500 metros acima do mar.
Em 1907, Stanley havia se recuperado completamente. Ele então decidiu transformar sua rústica casa nas montanhas em um Hotel, mesmo sabendo que o lugar havia sido construído em cima de um cemitério indígena.
Mesmo percebendo várias atividades paranormais no lugar, ele inaugurou o Stanley Hotel em 1910, na esperança de atrair consumidores milionários que buscavam um clima saudável.
O Stanley Hotel abrigou as mais ricas personalidades da época, até que as atividades paranormais se intensificaram nos anos 70… e o local sofreu uma crise sem precedentes com a falta de hóspedes.
Se você procurar imagens do hotel na internet, encontrará inúmeras fotos com espíritos e entidades sinistras.
Foi em 1974 que o autor Stephen King ficou sabendo da tenebrosa história do hotel e decidiu se hospedar lá em plena temporada de inverno, quando o hotel fecha para hospedes.
Além de pensar em dar o protagonismo para a Shurie não substituir o ator como o personagem, como uma forma de homenagem e respeito, existe outra ideia rondando os estúdios.
Segundo rumores, o longa poderá trazer Michael B. Jordan, reprisando o personagem Erik Killmonger!
E, se depender do ator, ele está dentro. Jordan falou com a PEOPLE sobre um retorno potencial e também expressou profundo respeito por Boseman.
“Eu tive um ano muito difícil perdendo alguém [Boseman] próximo a mim. E o que isso significa para aquela franquia é que foi devastador. Mas estar naquele mundo em um personagem que eu amei interpretar, e trabalhar com o diretor Ryan Coogler é maravilhoso. É como uma família. Nós criamos uma família ali. Portanto, ser capaz de estar naquele mundo novamente é algo que, eu acho, sempre estará na mesa de alguma forma.”, afirmou o ator.
De acordo com informações do jornalista Roger Wardell, o personagem de Jordan não ressuscitará, mas existirá no ‘plano espiritual’ de Wakanda.
Wardell também sugere que o filme será carregado de temáticas políticas e aponta a presença da Rainha da Justiça Divina, uma princesa criada em segredo na América por um dos guerreiros de T’Challa.
Esta não é a primeira vez que o retorno de Killmonger é mencionado. Em janeiro, Angela Bassett e seu marido, Courtney B. Vance, participaram do SAG Awards e durante uma entrevista para o ET online, Bassett foi questionada sobre o retorno do personagem, respondendo:
“Tecnicamente, não o vimos entrar no oceano.”
No primeiro filme, T’Challa se comunicava com seu falecido pai através de uma visita ritual ao Plano Ancestral, essa deve ser uma ótima maneira de incluir Jordan na trama, caso Killmonger tenha realmente morrido.
Após algumas semanas, a equipe jurídica de Scarlett Johansson respondeu à declaração da Disney sobre seu processo e acusou o estúdio de misoginia e insinuou que a corporação tem algo a esconder.
Em resposta à tentativa da Disney de tentar correr o processo em sigilo, a equipe de Johansson divulgou um comunicado sugerindo que a empresa controladora da Marvel Studios está tentando encobrir seu mau comportamento ao lidar com a situação.
“Depois de inicialmente responder a este litígio com um ataque misógino contra Scarlett Johansson, a Disney está agora, previsivelmente, tentando esconder sua má conduta em uma arbitragem confidencial. Por que a Disney tem tanto medo de litigar este caso em público? Porque sabe que as promessas da Marvel de dar à Viúva Negra um típico lançamento nos cinemas ‘como seus outros filmes’ tinham tudo a ver com garantir que a Disney não canibalizaria as receitas de bilheteria para aumentar as assinaturas Disney +. No entanto, foi exatamente isso o que aconteceu – e estamos ansiosos para apresentar a evidência esmagadora que prova isso.”, disse John Berlinski, advogado de Johansson.
O Deadline revelou que a atriz estava em trabalho de parto quando Bob Chapek, CEO da Disney, divulgou um comunicado oficial se manifestando contra o processo da atriz movido contra o estúdio.
Na época, a Disney atacou a decisão da atriz de levar o caso à justiça:
“Não há mérito algum neste processo. Esse processo é uma decisão triste e angustiante por seu desrespeito implacável pelos horríveis e prolongados efeitos globais causados pela pandemia do Coronavírus. A Disney cumpriu totalmente com o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ na Disney+ com o Premier Access rendeu a ela uma compensação adicional significativa além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até agora.”
Após os executivos da Disney serem informados de que a atriz Scarlett Johansson estava processando o estúdio, eles decidiram soltar uma nota à imprensa atacando a atriz. E o timing não poderia ser pior, já que a atriz estava no hospital prestes a dar a luz.
Além de desmerecer o processo, afirmando que “não há mérito nenhum” na apelação feita pela atriz no Tribunal Superior de Los Angeles, o estúdio ainda expões o salário recebido por Johansson para o filme – algo que o estúdio nunca havia feito antes.
Os salários dos atores são sempre divulgados baseados em especulação, e nunca divulgados oficialmente.
Sim, Johansson é a atriz mais bem paga da atualidade, e manteve seu título esse ano ao receber US$ 20 milhões para estrelar o filme solo da ‘Viúva Negra‘ mais comissão nas bilheterias. Mas nem sempre foi assim.
Após uma batalha que durou anos dentro da própria Marvel, a atriz finalmente conseguiu negociar um salário equivale ao que Chris Evans e Chris Hemsworth ganharam para interpretar Capitão América e Thor em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, Scarlett foi questionada se recebia menos que seus companheiros de elenco para ‘Vingadores: Ultimato‘: “Dinheiro sempre é um tabu em qualquer conversa. Mas posso dizer que, sim, agora estou no mesmo campo salarial dos meus amigos do sexo masculino”.
Mas nem sempre foi assim, Johansson discutiu a diferença salarial entre os gêneros e revelou que as coisas foram nivelas apenas em 2016 – quase 6 anos após a atriz estrear em ‘Homem de Ferro 2‘.
“Há algo estranho em ter essa conversa. Eu tenho muita sorte, uma boa vida e tenho orgulho de ser uma atriz que está ganhando tanto quanto meus colegas masculinos neste estágio.”
Agora, a atriz trava uma batalha com a Disney para receber uma porcentagem dos lucros de ‘Viúva Negra‘, já que seu acordo com a Marvel garantia uma estreia EXCLUSIVA nos cinemas – o que não aconteceu.
Segundo o ScreenRant, a atriz perdeu em torno de US$ 30 milhões com a decisão do estúdio de lançar o filme também no streaming.
O site afirma que a Disney é “notoriamente difícil de lidar” e que Scarlett Johansson tem muito apoio de outros atores e pessoas do ramo, pois seus colegas criativos estão esperando que alguém se pronuncie sobre o assunto, que é não se espera que se acalme tão cedo.
Mais novidades sobre o processo devem surgir nos próximos dias.
A 20th Century Studios acaba de divulgar o primeiro teaser trailer de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que finalmente será lançado nos cinemas em 15 de dezembro.
Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.
‘Avatar‘ será relançado nos cinemas nacionais antes da estreia da sequência.
O primeiro filme será relançado em 3D nos cinemas do Brasil no dia 22 de Setembro.
Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.
Veja o que achamos do trailer também em vídeo:
James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.
‘Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 15 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!
Na trama, uma aventura de escalada entre duas amigas se transforma em um pesadelo aterrorizante. Depois que Kelly registra na câmera o assassinato de sua melhor amiga, ela se torna o próximo alvo de um grupo de homens que não vai parar por nada para destruir as evidências e qualquer um em seu caminho.
Desesperada por sua segurança, ela começa uma escalada traiçoeira em uma montanha e seus instintos de sobrevivência são postos à prova quando ela fica presa com os assassinos a apenas 6 metros de distância.
Nas redes sociais, os assinantes elogiaram o filme e as cenas de tensão.
Perseguição nas Alturas é um filme b que transita entre a tensão e o tédio. O plot é enervante. O primeiro ato é angustiante. As cenas de escalada são vertiginosa. Mas o filme simplesmente trava no segundo ato. Nem o vilão incel psicótico atenua a gritante falta de ideias. pic.twitter.com/T5oEpxTrog
Terminei de assistir o filme #PerseguicaoNasAlturas, e mais um filme de terror/suspense que envolve altura eu gostei do filme. Me prendeu bastante 9/10
‘Kung Fu Panda 4‘ deve fazer sucesso nas bilheterias norte-americanas, arrecadando sólidos US$ 55 milhões durante o seu primeiro final de semana nos EUA.
O valor representa a segunda melhor estreia da franquia no país, ficando atrás apenas do longa original – que abriu com US$ 60.2 milhões, em 2008.
Com US$ 18.4 milhões arrecadados na sexta-feira (8), a animação deve conquistar o topo das bilheterias dos EUA. As projeções mais recentes indicam que ‘Duna: Parte 2‘ deve cair para a segunda colocação ao sofrer uma queda de -50% nas bilheterias, arrecadando em torno de US$ 41 milhões em seu segundo final de semana em cartaz.
Considerando que o orçamento de ‘Kung Fu Panda 4‘ girou em torno de US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, o novo filme está no caminho certo para ser tornar um novo sucesso da franquia e do gênero em si.
Para efeito de comparação, ‘Kung Fu Panda 3‘ (2016) estreou com US$ 41 milhões e arrecadou US$ 521 milhões globalmente. ‘Kung Fu Panda 2‘ (2011) estreou com US$ 47.6 milhões e fechou com US$ 665 milhões. O filme original, Kung Fu Panda (2008), teve a maior estreia da franquia, com US$ 60 milhões, e finalizou sua bilheteria com US$ 632 milhões.
O novo longa será lançado nos cinemas nacionais no dia21 de março, duas semanas depois do lançamento no circuito norte-americano.
Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédiaJack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.
Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.
A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.
Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.
Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.
‘Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.
O live-action de ‘Lilo & Stitch’ seria lançado diretamente no Disney+, no entanto a estratégia mudou e o filme chegará primeiro nos cinemas.
A Disney agendou a estreia do filme no Brasil para o dia 22 de maio de 2025 – um dia antes da estreia nos EUA.
No mesmo dia, está programado para chegar nos cinemas ‘Missão Impossível 8‘.
No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.
Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.
O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).
Estreando em uma produção hollywoodiana,Selton Mello interpreta o personagem brasileiro Carlos Santiago em ‘Anaconda‘.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, ele revelou como conseguiu o papel e que teve que guardar segredo enquanto promovia ‘Ainda Estou Aqui‘.
Assista:
A comédia cuja proposta é divertir e levar toda a família para os cinemas já está em cartaz e os portais de notícias estadunidenses Deadline e IndieWire, veículos de grande repercussão internacional focados em entretenimento e cinema, destacam a atuação de Selton como domador de cobras.
“(…) O restante do elenco se encaixa muito bem, especialmente o sempre confiável Zahn e o grande ator brasileiro Mello (‘Ainda Estou Aqui’), que rouba cenas como o treinador de anacondas tomado pela dor”, enfatiza Pete Hammond, do Deadline.
Já o jornalista David Ehrlich, do IndieWire, detalha:
“Não é surpresa que o trunfo de Anaconda seja a atuação de Selton Mello como o domador de cobras que nossos protagonistas encontram, já que a funcionalidade do seu papel permite que o extraordinário ator brasileiro mantenha o foco de um jeito que se mostra impossível de ser acompanhado por seus colegas de elenco mais proeminentes. Além disso, há algo fascinante em ver o ‘pai’ do filme ultrassério do ano passado, ‘Ainda Estou Aqui’, fazer uma guinada tão radical para uma comédia desse quilate.”
Dirigido porTom Gormican (‘O Peso do Talento’), a trama de ‘Anaconda‘ é situada na Amazônia e acompanha Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que enfrentam uma crise de meia-idade e resolvem realizar o antigo sonho de regravar o filme “Anaconda”, que marcou a juventude da dupla. Porém, as coisas saem do controle quando uma cobra gigante surge no set de filmagem e eles precisam lutar por sobrevivência.
O reboot de ‘Anaconda‘ deve arrecadar em torno de US$ 20 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
A expectativa é que a nova versão se torne a maior estreia da franquia no país, superando o primeiro filme (US$16.6M), de 1997, e a sequência ‘Anaconda 2: A Caçada pela Orquídea Sangrenta‘ (US$12.8M).
O longa deve alcançar o TOP 2 das maiores arrecadações no território norte-americano, atrás apenas de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (US$75M).
Vale lembrar que os críticos não ficaram muito impressionados com o reboot – que conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral detona o tom exageradamente cômico desta nova versão, criticando as piadas que não funcionam, as cenas de ação pouco memoráveis e a falta de destaque da cobra titular.
“Lamentavelmente, a estrela de ‘Anaconda’ que recebe menos atenção é justamente a mais importante: a cobra.” (Slant Magazine)
“É meio trágico que, atualmente, a única maneira de Hollywood fazer uma comédia seja forçando de forma desajeitada alguma franquia pré-estabelecida nela.” (ScreenCrush)
“Infelizmente, [o diretor Tom] Gormican tirou completamente a graça da piada principal. As cenas cômicas não funcionam, a ação é desleixada e todos os atores parecem tão perdidos quanto o pobre Owen Wilson parecia estar no filme original.” (Globe and Mail)
“A sequência meta de ‘Anaconda’ cumpre a cota mínima de risadas enquanto zomba alegremente do material original, assumidamente brega. O filme alcança um sucesso básico ao abraçar palhaçadas bobas com uma piscadela para o absurdo óbvio.” (MovieWeb)
“Apesar do filme ser prejudicado por alguns efeitos visuais questionáveis, uma cinematografia sem graça e piadas preguiçosas, essa desordem se torna uma força em uma produção que defende um espírito cinematográfico despojado e amador.” (But Why Tho? A Geek Community)
“‘Anaconda’ é um trabalho decepcionante do diretor Tom Gormican, que falha em criar um reboot bem-sucedido da franquia da Sony Pictures.” (IGN Movies)
“O reboot de ‘Anaconda’ é muito adulto para agradar ao público de ‘Jumanji’, mas não é maduro suficiente para explorar seu próprio potencial.” (New York Magazine)
O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 25 de dezembro.
A partir de um resgate sobre os tempos circenses da própria família, a cineasta Fernanda Faya, em seu primeiro longa-metragem da carreira, nos leva até décadas atrás, com o tempo sendo uma mola propulsora de uma narrativa, com o objetivo de documentar uma história muito próxima que se apresenta aos poucos através do que não tem mas existe. A partir de um vazio, de uma perda, chega-se em memórias recém descobertas através de personagens que sempre estiveram muito próximos dela.
Selecionado para a Mostra Competitiva Filme Sul-Americano de Longa-Metragem do Bonito CineSur 2024, Neirudcomeça pelas primeiras lembranças, até mesmo de uma personificação de uma heroína e aqui chegamos num dos alicerces da história, uma misteriosa tia chamada Neirud e seu passado escondido. Através de revelações nunca ditas, onde muitas vezes parece se sentir nômade da própria história, a cineasta, numa espécie de diário de descobertas, adiciona de forma inteligente outros protagonismos dentro das narrativas familiares, principalmente quando encontra novas verdades através dos diálogos com o pai. O desenrolar em cena, se junta a tudo que se encontra de material, fotos, vídeos, cartazes e até mesmo reproduções de lembranças quando criança. Nesse ponto, a narrativa se arrisca em transformar a diretora narradora num protagonismo que desconversa com o discurso proposto no arco introdutório.
Assim, com algumas mudanças de direção mas não um carro desgovernado, o documentário embarca para uma forte contextualização que vai encontrar muitas questões que se abrem em camadas, algumas de forma profundas, outras ficam pela superfície mas que um olhar mais detalhista alcança mais reflexões. Se cerca também de contextos de um Brasil em ebulição entre as décadas de 60 e final dos 80 para imersar ao passado circense, onde chegamos na luta livre feminina, aqui com relatos de perseguições e preconceitos, evento esse que tinha sua tia Neirud como total protagonista. Dentro desse universo, que vai aos poucos ganhando a atenção do público, chegamos em outro ponto explorado, a descoberta de um amor.
Ganhador do prêmio de melhor roteiro no Festival Mix Brasil e vencedor do prêmio de melhor filme no Festival Internacional de Curitiba (Olhar de Cinema), uma das certezas que ficam sobre esse documentário brasileiro é que ele abre um leque de possibilidades para entendimentos e reflexões. Gera bons debates! Essa exposição de histórias de sua família aos diversos ‘observar dos outros’, não deixa de ser um ato de coragem de uma cineasta que em seu primeiro projeto opta por uma forma de dialogar através de uma imaginário diário que vai preenchendo com as surpreendentes revelações que encontra pelo caminho.
Uma das lendas de Hollywood é a “maldição do Oscar”. Segundo apontam alguns, após a vitória no Oscar de certos atores, suas carreiras dão uma severa guinada, saindo dos trilhos e os fazendo participar de verdadeiras “pérolas” da sétima arte. Os casos mais notáveis de anos recentes são Halle Berry e Adrien Brody. Embora não acredite cem por cento nesta teoria – e creio que o prêmio da Academia é que foi o ponto fora da curva para eles –, não descarto por completo uma leve escorregada pós-vitória.
É exatamente o que ocorre com Gary Oldman, que este ano foi laureado como melhor ator pelo exercício virtuoso em O Destino de uma Nação. No caso do britânico, no entanto, não existem dúvidas em relação ao seu talento. É inquestionável também que ele desce um degrau de seu status ao aceitar um papel neste típico exemplar da Sessão da Tarde – estrelado pelo “gato preto” do cinema entretenimento atual, Gerard Butler.
Com produção dos responsáveis por Velozes e Furiosos (2001) e Invasão a Casa Branca (2013), e climão de lançamento em vídeo, Fúria em Alto Mar divide sua narrativa em três âmbitos: thriller de submarino, filme de guerra e drama político. Infelizmente, o diretorDonovan Marsh não soube dosar suas interseções, ao ponto de acharmos estar assistindo a três longas diferentes, uns mais satisfatórios do que outros.
Na trama, dois submarinos são atacados em território russo, um do próprio país e outro norte-americano. É o que basta para as autoridades dos EUA entrarem em alerta. O responsável pela operação é o personagem interpretado pelo rapper transformado em ator, Common. Este é o cenário de drama político que se desenrola dentro de salas de operações, com muitos monitores, nas quais os atores interagem proferindo palavras de ordem e reagindo ao que ocorre no exterior. Na equação temos ainda a entrada do superior que serve de elo com o governo, papel de Gary Oldman, e uma agente da inteligência, vivida por Linda Cardellini (a mulher do Gavião Arqueiro em Vingadores, e de Will Ferrell na franquia Pai em Dose Dupla).
Assim, logo é acionado o protagonista Capitão Joe Glass (Gerard Butler) – o típico herói de filme de ação, melhor no que faz e dono de uma má reputação. Até mesmo o nome do personagem não deixa mentir. É ele quem assume o comando de uma nova embarcação, que visa descobrir o que aconteceu de errado com os submarinos destruídos. A terceira subtrama que corre por fora, mostra uma equipe de militares entrando sem ser notada em território russo e descobrindo um golpe de estado, no qual as forças armadas derrubam o presidente com objetivo de incitar uma nova guerra mundial.
Com esta premissa, dá para entender um pouco o motivo da Imagem Filmes planejar um lançamento nos cinemas – já que no Brasil tópicos como a perda da democracia e a volta da ditadura militar estão muito em voga. No entanto, o tema fervoroso não tira o foco desta ser uma produção B, extremamente esquecível devido a seu roteiro reciclado e requentado. Por outro lado, seu valor de produção não pode ser negado, este é um longa competente e bem realizado – mas que traz como assunto exatamente o que era feito lá na década de 1980, sem qualquer insight mais aprofundado. São frases de efeito e situações muito familiares.
Gerard Butler realmente não tem dado sorte, e os roteiros que tem aceitado nada mais são do que empacotados formulaicos. Claramente, este é um trabalho realizado apenas para que os envolvidos descontem um polpudo cheque no fim do dia, sem muito risco ou envolvimento de suas partes. Oldman, por exemplo, nada mais faz do que dar ordens de forma severa – o que deve ter realizado no estilo “dois por um”, sem sair totalmente do modus Winston Churchill. Por falar em personagens ainda incorporados, a certa altura, Butler profere um suntuoso “Raul” ao lado de sua tropa de marujos – remetendo ao Leonidas de 300e seu poço de testosterona.
Fúria em Alto Mar é genérico e diversão passageira. Perpassa todos os itens da cartilha, sem acrescentar nada em troca. Mas em sua defesa, comparando por exemplo ao horrendo A Justiceira, ao menos não ofende muito nossa inteligência.
A infinitude de possibilidades que o artifício da viagem temporal traz a qualquer narrativa já foi utilizado como tema bem aproveitado em diversas mídias, como o audiovisual, em especial o cinema. O que vem sem titubear à mente é a trilogia De Volta para o Futuro – ícone do cinema entretenimento que possui como núcleo de sua história justamente a viagem pelo tempo. Hoje, até mesmo colossos como a Marvel Studios resolveu brincar com as linhas temporais em seu universo cinematográfico (algo que era comum nas suas HQs). Criativo e repleto de possibilidades, o artifício da viagem no tempo é o meio de conectar passado, presente e futuro, apostando quase sempre na nostalgia, certa melancolia e muita emoção.
O que muitos talvez não saibam é que grande fonte de inspiração para De Volta para o Futuro, assim como toda história moderna sobre deslocamento temporal, voltas ao passado e acesso ao futuro teve influência direta do livro A Máquina do Tempo, escrito pelo especialista em ficção científica H.G. Wells, e publicado ainda 1895. Wells, é claro, foi também responsável por trabalhos literários atemporais que seguem dando frutos até hoje, vide O Homem Invisível, Guerra dos Mundos e A Ilha do Dr. Moreau.
A Máquina do Tempo ganhou algumas versões em diferentes mídias desde sua criação, como por exemplo programas de rádio, histórias em quadrinhos, filmes feitos para a TV, tentativas de séries e, claro, produções para o cinema. Até mesmo na forma literária o próprio Wells criou uma espécie de pré-sequência intitulada When the Sleeper Wakes, lançado em 1899 – que faz parte do mesmo universo e serve para entender um pouco o cenário apresentado em A Máquina do Tempo, mesmo sem ter uma ligação oficial. Outros autores igualmente absorveram o trabalho de Wells e deram continuidade para sua clássica história. É o caso com The Time Ships, de 1995, escrito por Stephen Baxter, que teve a moral de se tornar a continuação oficial do clássico, canonizado pelos representantes de H.G. Wells.
‘A Máquina do Tempo’ é baseado num livro clássico, mas rendeu um flop no cinema para a Warner.
No cinema, A Máquina do Tempo possui duas versões famosas. A primeira, de 1960, é dirigida por George Pal (produtor de Guerra dos Mundos, 1953) e pegou carona na febre da ficção científica que havia tomado Hollywood durante a década de 1950. A segunda e mais recente é uma superprodução da Warner que está completando 20 anos de lançamento em 2022. O longa está disponível na plataforma de streaming da Amazon Prime Video (para aluguel) para todos que quiserem conferi-lo. Talvez muitos sequer tenham ouvido falar sobre este blockbuster, que foi produzido em parceria com a Dreamworks Pictures pelo orçamento de US$80 milhões – o mesmo valor de algumas das grandes produções da época. Como mais nada foi feito com a propriedade desde então e como outros materiais de Wells continuando gerando lucro, como séries de Guerra dos Mundos e a elogiadíssima nova versão de O Homem Invisível, da Blumhouse; está mais do que na hora da Warner se mexer e investir novamente no produto promissor, quem sabe desta vez na forma de uma série para sua plataforma. Assunto é o que não falta.
A trama de A Máquina do Tempo apresenta um brilhante homem da ciência. Um estudioso que perde o amor de sua vida para a violência urbana já na Nova York de 1899. Desolado, ele passa os anos seguintes aprimorando seu mais novo experimento, uma máquina (similar aos automóveis da época) capaz de se locomover no tempo-espaço. Assim, ele consegue retornar para o dia antes do assassinato de sua amada e impedir o crime. Porém, misturando espiritualidade com ciência, a proposta aqui é que não podemos mudar o inevitável. Assim, por mais que o Dr. Alexander Hartdegen (no livro apenas creditado como “o viajante”) tenha impedido o destino de sua companheira momentaneamente, a hora dela chega eventualmente não importa o que ele faça. Novamente com mais dúvidas e sofrimentos do que respostas na cabeça, ele decide se enveredar ao futuro desta vez, para tentar solucionar esta questão.
Guy Pearce não era um nome muito conhecido e não conseguiu segurar o protagonismo da superprodução.
Assim, o cientista avança no tempo e quando não encontra as respostas que procura, segue adiante. Um acidente, no entanto, faz com que ele perca o controle de sua engenhoca e termina jogado 800 mil anos no futuro. Já pensou? É nesta nova realidade pós-apocalíptica que a maior parte da história de A Máquina do Tempo concentra-se, para desenvolver sua grande analogia social. Neste cenário tipicamente apresentado em ficções científicas sobre realidades desoladas, vide Mad Max e Eu Sou a Lenda, o protagonista acorda e conhece os novos humanos. Chamados Eloi, esta nova raça de humanos é extremamente ingênua, e no livro vivem sem grande propósito, a não ser se alimentar e procriar. No blockbuster de 2002, os Eloi são praticamente uma tribo de nativos americanos. A outra espécie, como os familiarizados devem saber bem, são os antagonistas aqui: os Morlocks. Eles vivem nos subterrâneos e provém comida, vestimentas e conforto aos Eloi, já que trabalham nas máquinas que sustentam o mundo. Os Morlocks se desenvolveram para se tornar criaturas horrendas e grotescas, bestiais. E de tempos em tempos, os Morlocks perturbam a vidinha perfeita dos Eloi, os caçando para come-los.
A analogia de H.G. Wells em sua obra é clara sobre sua previsão do futuro: a burguesia contra a classe trabalhadora. A burguesia depende da classe operária para continuar desfilando sua beleza e seu estilo de vida. A classe trabalhadora é a base do estilo de vida “vazio” e belo, porém, a burguesia eventualmente será comida por eles. Diversas obras atuais enfatizam a luta de classes, desde o vencedor do Oscar Parasita (2019) até o blockbuster Pantera Negra, como tema de suas narrativas. Ou seja, o tema utilizado por Wells debaixo do manto da ficção científica se mostra mais atual do que nunca para uma nova investida. O segredo de sua obra famosa é justamente esse: ao buscarmos respostas para determinada questão, poderemos nos deparar com outras dúvidas que podem desviar nosso caminho.
O visual dos antagonistas, os Morlocks, foi muito criticado, até mesmo pela empresa que os criou.
Esta versão de vinte anos atrás foi significativa por alguns motivos. O principal deles, e que vendeu o projeto para a Warner foi a direção de Simon Wells, especialista em animação, tendo comandado O Príncipe do Egito(1998) para a Dreamworks, que também calha de ser o bisneto do autor H.G. Wells. Ou seja, o sobrenome não é apenas coincidência. O roteiro foi adaptado por John Logan, responsável pelos textos de A Invenção de Hugo Cabret e 007 – Operação Skyfall.
Por outro lado, um dos fatores responsáveis por não chamar o público almejado pela produção foi a falta de nomes famosos no elenco. O escolhido para protagonizar e carregar basicamente o filme nas costas foi o australiano Guy Pearce, então saído dos sucessos Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), Los Angeles – Cidade Proibida (1997) e Amnésia (2000). Apesar do grande valor cult destes longas, Pearce era um nome ainda desconhecido do grande público. O único nome de real peso no elenco é o de Jeremy Irons, que está no filme apenas por alguns minutos na cena final, como o líder dos Morlocks. Terminando o elenco principal, a cantora e atriz Samantha Mumba, a Eloi Mara, que emergiu para seus quinze minutos de fama e retornou ao anonimato.
Aspirante a estrela, a atriz Samantha Mumba teve seus 15 minutos de fama no papel da Eloi Mara, e depois sumiu.
Existiu uma certa polêmica envolvendo o visual dos Morlocks no filme e a empresa que os criou, o estúdio do saudoso Stan Winston. A produção foi problemática e houve falha de comunicação entre os realizadores e a empresa de efeitos e maquiagem. No fim das contas, a criação dos Morlocks (o sonho para qualquer técnico em efeitos) foi renegada pela companhia de Stan Winston por não ter ficado do jeito que imaginaram originalmente. Fora isso, a produção foi empurrada de dezembro de 2001, para março de 2002 por atrasos, o filme precisou ter cenas cortadas (como uma chuva de meteoros na cidade que poderia remeter ao recém-ocorrido atentado terrorista de 11 de setembro de 2001) e até mesmo o diretor Simon Wells se afastou da produção por motivo de exaustão, sendo substituído no fim das filmagens por Gore Verbinski (que no mesmo ano lançaria o terror O Chamado e no ano seguinte, o primeiro Piratas do Caribe) – retornando depois para a pós-produção. Até mesmo Steven Spielberg, que filmava Inteligência Artificialpara a mesma Warner na época, ofereceu ajuda em alguns dos visuais. E por falar em visual, a criação mais cara do filme foi mesmo o design da máquina do tempo.
Em sua estreia nos cinemas dos EUA,A Máquina do Tempo foi bem e com US$22.6 milhões no fim de semana em bilheteria descolou o primeiro lugar do ranking, desbancando o campeão anterior, o drama de guerra com Mel Gibson, Fomos Heróis. A força de A Máquina do Tempo, no entanto, só diminuiria, sendo jogado para quarta posição na semana seguinte com as estreias de A Era do Gelo, Resident Evil – O Hóspede Maldito e Showtime; para sétimo com a estreia de Blade IIe o relançamento de E.T. – O Extraterrestre; e finalmente saindo do ranking em décimo terceiro após os lançamentos de O Quarto do Pânico, Desafio do Destino, Clockstoppers – O Filme e Morra, Smoochy, Morra.
O nome mais conhecido do elenco, Jeremy Irons, está escondido atrás de maquiagem e fica em cena poucos minutos.
Com um orçamento de US$80 milhões, A Máquina do Tempo sequer se pagou nos EUA, terminando sua estadia nos cinemas norte-americanos com US$56.8 milhões em bilheteria. Ao redor do mundo foi um pouco melhor, com um total de US$123.7 milhões, mesmo assim permanecendo bem longe do sucesso esperado. Para termos uma ideia esse foi o mesmo ano que viu nascer sucessos do nível de Homem-Aranha, de Sam Raimi, MIB – Homens de Preto 2, Triplo X, Harry Pottere a Câmara Secreta, O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, Star Wars – Ataque dos Clones, e 007 – Um Novo Dia para Morrer.
Com o slogan de “Para Onde Você Iria?”, essa talvez seja a pergunta que os engravatados da Warner e da HBO Max estejam se fazendo neste momento, pois numa Hollywood regida por marcas pré-estabelecidas, perder tempo com uma propriedade potencialmente lucrativa é o mesmo que… bem, você já sabe.
Com 14 críticas contabilizadas, o filme está com aprovação máxima no agregador de críticas.
Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.
Sob a tutela do estúdio Umedia and Piccadilly Pictures, o longa foi exibido recentemente no Festival de Sundance. A data de lançamento em circuito comercial não foi divulgada.
Quando um enorme furacão atinge sua cidade natal na Flórida, Haley (Scodelario) ignora as ordens das autoridades para deixar a cidade e vai em busca de seu pai desaparecido (Pepper). Ao encontrá-lo gravemente ferido, os dois ficam presos na inundação. Enquanto o tempo passa, Haley e seu pai descobrem que o aumento do nível da água é o menor dos seus problemas.
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