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‘Obi-Wan Kenobi’ | Terceiro episódio reforça a imponência de Darth Vader como vilão

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos três primeiros episódios de Obi-Wan Kenobi, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Depois do início promissor da série, o terceiro episódio de Obi-Wan Kenobi parecia ser filler, aqueles episódios que não avançam tanto a trama e estão ali mais para encher a temporada, mas a presença de Darth Vader deu a ele uma força, com o perdão do trocadilho, muito grande.

O primeiro destaque é Obi-Wan tentando se comunicar com seu mestre Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) por meio da Força, mas só consegue ouvir memórias dele e do Mestre Yoda falando sobre o jovem Anakin Skywalker. Isso será importante ao fim do capítulo e acredito que para a própria série também. Não será surpresa se o Fantasma da Força de Qui-Gon aparecer daqui pra frente.

Pois bem, Obi-Wan e Leia seguem com sua fuga em um planeta de mineração, onde conseguem carona com um Alien Toupeira defensor do Império chamado Freck. Ele serve como aquele tiozão mala que defende a ditadura nos almoços de domingo e que os parentes só aturam porque família a gente não escolhe. Os diálogos dele com a dupla servem praticamente como piada o tempo todo, mas trazem um ponto de vista diferente do padrão da saga. Desde o filme original, o Império é mostrado como uma instituição golpista e opressora que é odiada pela galáxia, até porque só foi mostrado o ponto de vista dos Rebeldes. No entanto, essa toupeira mostra que houve “populares” que apoiavam e viam no Império uma esperança por dias melhores.

Ele parece ser um sujeito simples, não um vilão mal intencionado ou algo do tipo. Apenas um trabalhador que acredita no Império, talvez pelo abandono da República ao seu planeta ou coisas do tipo. É legal quando a saga sai desse preto no branco de bem vs mal e explora um pouco mais dessa zona cinzenta da galáxia.

No entanto, o maior destaque dessa sequência envolvendo o Freck é um diálogo entre a dupla principal após quase serem pegos por Stormtroopers. A pequena Leia sabe que Obi-Wan está escondendo alguma coisa, mas a forma como ele falou da mãe dela para os peões do Império mexeu com a menina, que chega a perguntar se ele é o pai de verdade dela. Ao revelar que sabe que é adotada, a pequena Leia se aprofunda como personagem, e fica cada vez mais nítido que a personagem tem esse jeitão da Leia dos filmes, mas também carrega muito da Padmé (Natalie Portman). Essa revelação também afeta o Obi-Wan, que carrega ainda muita culpa pela situação de Anakin, Padmé e dos filhos do casal.

Também é revelado que Kenobi tem memórias de sua família antes de ser levado pelos Jedi. Ele queria poder se lembrar dos pais e do irmão, mostrando que o Imaculado Código Jedi está longe da aura de moral e heroísmo que alguns mestres tentavam pregar. É novamente a tal área cinzenta sendo explorada.

Partindo para o núcleo dos vilões, Reva fala com Darth Vader em Mustafar sobre a morte do Grande Inquisidor. Ela atribui o assassinato ao Kenobi, e sua conversa com Vader reafirma sua vontade de liderar os Inquisidores. Isso causa atrito com o Quinto Irmão, que teoricamente seria o próximo na linha de sucessão do grupo.

Sobre o Darth Vader, a saga usou Hayden Christensen para ficar sob a máscara e aproveitou mais uma vez a imponente voz de James Earl Jones para as falas do vilão.

Também é mostrado o doloroso processo de montagem do vilão para se adaptar à icônica armadura antes dele ir atrás de seu antigo mestre.

Pois bem, Leia e Obi-Wan escapam dos Stormtroopers e são resgatados por uma rebelde infiltrada no Império. Ela leva a dupla para um esconderijo, onde revela que vários outros Jedi sobreviveram e passaram por lá antes de assumirem novas identidades. Antes de partirem em suas novas jornadas, alguns deles deixaram suas marcas ou mensagens talhadas na parede.

Uma dessas mensagens é de Quinlan Vos, um mestre Jedi rebelde que fez uma aparição relâmpago em A Ameaça Fantasma e teve maior participação em The Clone Wars. Ele tinha a incrível habilidade de ver as memórias das pessoas ao tocar nelas ou em seus objetos, além de ter um problema em seguir regras.

No mesmo esconderijo, Reva tem uma reação bastante intensa ao ver o símbolo Jedi. Talvez seja mostrado no futuro que ela tem alguma ligação com a Ordem. Quem sabe ela não é uma Youngling sobrevivente da Ordem 66 que foi convertida para o Lado Sombrio? De qualquer forma, ela tenta se passar por Rebelde para raptar novamente a pequena Leia, que estava desprotegida porque…

Darth Vader chega ao planeta matando inocentes para chamar a atenção de Obi-Wan. O Jedi até tenta resistir, mas não consegue e parte para a luta, mesmo sabendo que está indo para a morte certa. Afinal, além de saber do poder de Anakin, ele está mentalmente abalado de reencontrar seu amigo.

E quando eles se encontram, não tem jeito. Começa um duelo de sabres de luz no qual Obi-Wan não tem a menor chance. Falando nisso, a introdução dessa luta é muito legal. Colocar o protagonista num cenário escuro, precisando usar a iluminação do sabre para tentar encontrar o inimigo, foi visualmente muito interessante. Os golpes de Vader são muito potentes. Dá pra ver apenas pela expressão corporal o quanto ele odeia Obi-Wan. Isso é reafirmado quando o protagonista pergunta o que Anakin se tornou, e ele responde: “foi você que me transformou nisso”.

Depois de golpes da Força e de acender o chão com seu sabre, Vader está prestes a concluir sua vingança e atira Obi-Wan contra o fogo. O vilão quer vê-lo queimar, tal qual o próprio Kenobi fizera com ele dez anos antes. Porém, a rebelde infiltrada chega e dá a Obi-Wan a chance de ver novamente a luz do dia.

Claramente essa foi só a primeira luta dos dois e como já sabemos qual é o fim de Obi-Wan Kenobi, podemos esperar um duelo ainda mais violento por parte de Vader antes do fim da série, que provavelmente terminará com a vitória do Jedi. Isso vai servir como justificativa para a luta final dos dois, em Uma Nova Esperança, trazer os dois se estudando tanto em vez de efetivamente trocarem golpes de sabre.

E não tem jeito. Qualquer produção que tenha a presença do Darth Vader acaba dando muito foco a ele. O vilão é um dos maiores de todos os tempos, senão o maior, e suas aparições apenas reafirmam isso. Ele sempre vai roubar a cena, Rogue One: Uma História Star Wars que o diga.

Os novos episódios de Obi-Wan Kenobi estreiam toda quarta no Disney+.

Crítica | Dog – A Aventura de Uma Vida – Channing Tatum Faz Amizade com Cão Militar em Emocionante Filme

Filme com cachorro a gente sabe que vai se emocionar. Esta é uma das maiores verdades do cinema, independentemente de a história ser real ou até mesmo desenho animado: quem é amigo dos animais sempre, sempre acaba chorando, mesmo quando o filme tem final feliz ou quando é apenas ficção. Aos desavisados, vale a dica: vem aí ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’, mais novo longa dessa categoria, que chega às salas de exibição brasileiras na próxima quinta-feira, 19.

Jackson Briggs (Channing Tatum) é um militar afastado do exército após sofrer traumatismo craniano em uma das ações durante a guerra. Mesmo já de volta aos EUA, Briggs sofre com tonturas e dores constante na cabeça, e sobrevive como atendente de uma lanchonete, ao mesmo tempo em que tenta desesperadamente ser realocado em uma missão no exército. Para isso, porém, ele precisa da autorização de seu superior, que, após muita perturbação, decide lhe fazer uma oferta – lhe daria o aval se, em troca, ele realizasse uma pequena porém importante missão: levar a cadela Lulu para o funeral de seu tutor, amigo de Briggs, que morrera em combate. O problema não é só cruzar o país com a pastora alemã em um carro, mas sim o fato de a cachorra ter sofrido diversos traumas enquanto trabalhava em campo, e ter se tornado, hoje, um animal extremamente violento e agressivo, diferente do que Briggs se lembrava.

Não fosse o fato de ser estrelado e também dirigido pelo bonitão Channing Tatum, talvez ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’ nem estreasse nos cinemas nacionais, uma vez que a história do longa é tão particular ao universo estadunidense, que nós, brasileiros, podemos até sentir empatia pelos personagens, mas não conseguimos alcançar a profundidade do drama pelo qual o protagonista passa sem ao menos receber antes uma dose se explicação. Por exemplo, o fato de esses soldados serem tão, tão viciados em viver esse mundinho da guerra, o por quê de eles serem e esperarem sempre ser tratados como heróis e receber regalias em troca dos “serviços prestados à nação”, mesmo que, no fundo, sejam apenas pessoas comuns, ou, como disse o próprio Briggs, um cara que “topa ir para qualquer país que termine com -stão”.

Inspirado numa história real, o roteiro de Reid Carolin e Brett Rodriguez tenta construir um protagonista ao mesmo tempo enraizado nesse mundinho bélico e em dificuldade de se desfazer de sua carcaça dura para permitir que brotem sentimentos em seu peito. A demora, entretanto, para que essa couraça sofra arranhões pode impacientar o espectador. O roteiro se esforça em tentar humanizar a história, fazendo uma autocrítica a esse mesmo mundo bélico (quando Briggs chega a uma cidade e tenta conquistar mulheres, mas todas desprezam esse ar de superioridade que ele tenta impor pelo fato de ser militar), porém, é um esforço deslocado, que não acrescenta na evolução do protagonista.

O grande diferencial de ‘Dog – A Aventura de Uma Vida’ é, ao invés de se tratar de mais um doguinho fofinho precisando ser adotado, trazer um cachorro superagressivo que precisa de reabilitação, tal qual os soldados. Por isso, as cenas que envolvem o animal acabam ganhando uma dose extra de adrenalina e emoção, posto que a cadela se torna imprevisível. Mais que a aventura de uma vida, o filme é uma lição de vida para tutores de animais.

Passou da hora de super-heróis abertamente LGBTQ nos cinemas

Sabemos que sempre que o assunto sobre qualquer tipo de representatividade entra em cena, ele vem acompanhado de muitas críticas, muito haterismo e de muita gente falando coisas como “este mundo tá chato demais”, “é muito mimimi”, etc. Mas todo mundo com um pouquinho de empatia e com capacidade para se colocar no lugar do outro pôde perceber o impacto de Pantera Negra com o público negro ou de Mulher-Maravilha e, mais recentemente, Capitã Marvel dentre as mulheres.

Representatividade é muito mais que mimimi. É sobre se ver em cena, sobre poder apreciar através do seu semelhante a sensação de empoderamento e lugar de fala. E nada melhor para tratar de empoderamento do que um filme de super-herói/super-heroína, não é mesmo?

Embora seja notório que ainda há muito a se evoluir na representatividade feminina e afrodescendente nos longas de heróis, há uma comunidade que ainda busca um avanço mais significativo no gênero. Trata-se, é claro, da representação LGBTQ. Nem no Universo Cinematográfico da Marvel, nem no da DC, tivemos a oportunidade de conferir um super-herói gay, bissexual ou trans. E chegou a hora de mudar isso.

É importante destacar que neste contexto, enquanto o cinema ainda tem muito a caminhar, as séries de TV têm brilhado consideravelmente. Especialmente as da DC, exibidas principalmente pela CW (Warner, no Brasil). Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow contam não apenas com personagens não-heteronormativos, mas com heróis. Supergirl, inclusive, na atual temporada introduziu uma super-heroína trans, interpretada por uma atriz trans (Nicole Maines). Ainda no chamado Arrowverse, o canal foi atrás de uma atriz lésbica para viver a Batwoman (Ruby Rose). A maioria dos personagens são bem desenvolvidos e o tema é sempre inserido de forma natural. O mesmo acontece nas séries da Marvel, como Agents of S.H.I.E.L.D. e Runaways.

Antes que alguém venha apontar para a monumental distância de qualidade entre as séries-farofa da CW e os universos cinematográficos, o que fica é que o público apaixonado por quadrinhos e super-heróis está sim aberto a lidar com a diversidade em cena, falta apenas um pouco mais de coragem dos estúdios. Nas HQs, por exemplo, os fãs também já se acostumaram com personagens da comunidade LGBTQ. O Flautista (DC) e o Estrela Polar (Marvel) foram marcos de representação lá no início dos anos 90. Lembrando que até 1989, havia uma proibição expressa da CCA (Comics Code Authority) sobre a presença de personagens gays nos quadrinhos dos Estados Unidos.

Já passou da hora de Hollywood investir em heróis gays, trans ou bisexuais. E, aqui, é importante reforçar que a representação precisa ser aberta, clara e transparente. Não dá mais para, em pleno 2019, ficarmos lidando com este tipo de “homosexialidade Dumbledore”. Ou seja, aquela que a autora fala que existe, mas que não é vista em cena em momento algum. Na Marvel, tivemos recentemente o caso da Valkyrie em Thor: Ragnarok. Tessa Thompson chegou a revelar que interpretou a personagem como bissexual, mas nada que sugira isso apareceu na tela no corte final. Uma cena de Valkyrie na cama com outra mulher chegou a ser rodada, mas ficou de fora do filme. Outro longa que cortou uma cena de conotação LGBTQ foi Pantera Negra. Uma sequência que trazia um flerte entre Ayo (Florence Kasumba) e Okoye (Danai Gurira), ambas integrantes da guarda de Wakanda, chegou a ser exibida para a imprensa, mas tampouco sobreviveu ao último corte.

Antenado com o momento, e cheio de dinheiro com os sucessos de Pantera Negra (US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais) e Capitã Marvel (US$ 1,1 bilhão e contando), o todo-poderoso da Marvel Studios Kevin Feige, em entrevista recente, revelou que é questão de tempo para um super-herói LGBTQ chegar às telonas. No mesmo sentido, Victoria Alonzo, chefe de produção da Marvel, destacou que “o mundo está pronto” para que isso ocorra, e reforçou: “Todo nosso sucesso é baseado em pessoas que são incrivelmente diferentes. Por que gostaríamos de ser reconhecidos por apenas um tipo de pessoa? Nossa audiência é global, diversa e inclusiva.”

Além da importância de dar voz para uma significativa parte de seus fãs, a Disney/Marvel deve pensar até mesmo no conforto de seu sucesso. Explico: seus filmes têm sido praticamente à prova de crítica e Capitã Marvel está aí para provar que a companhia fez um universo tão consolidado que sobrevive também aos haters espalhados pelo mundo. Um herói LGBTQ renderia ataques, é verdade. Talvez o filme fosse proibido em alguns países ultraconservadores. Mas nada capaz de abalar o estúdio. Diante disso, há quase uma responsabilidade em ousar, em buscar o diferente. Quanto aos haters, eles estarão presentes nas redes, e até mesmo nas salas de cinema. Ou você acha que vão deixar de assistir a Vingadores: Ultimato por causa de Carol Denvers?

Dentre os mais conservadores, há sempre o argumento de que personagens LGBTQs podem influenciar jovens e crianças, o que não faz o menor sentido. Gays, lésbicas, bis e companhia passaram a vida toda assistindo a personagens e relacionamentos héteros no cinema (na TV, nas revistas, na família e na igreja) e isso não fez com que mudassem suas orientações.

A diversidade está presente em nossa sociedade, e cabe ao cinema reproduzir isso. A falta de heróis da comunidade LGBTQ não fará jamais uma pessoa mudar sua sexualidade, mas afetará sim sua sensação de ser representada. Em se tratando de minorias que são constantemente vítimas de violência, preconceito e intolerância, é papel da arte lhes dar lugar de fala. Seja na Marvel, seja na DC, o cinema precisa de um super-herói LGBTQ. E logo.

‘Rick and Morty’: Morty do Mal pode voltar para a 4ª temporada

A página oficial do Twitter da aclamada série ‘Rick and Morty’ publicou uma misteriosa nova imagem que pode indicar o retorno do Morty do Mal para a 4ª temporada.

Confira:

O personagem apareceu pela primeira vez no episódio “Encontros Imediatos”, da primeira temporada, e controlava um Rick-robô para matar Ricks e sequestrar Mortys de outras dimensões. Após escapar sem que ninguém percebesse, ele retornou na terceira temporada para o capítulo “Contos da Cidadela”, no qual se disfarça e se torna presidente.

Confira o primeiro teaser e as imagens oficiais do próximo ciclo:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

No Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix!

‘One Day at a Time’: Marla Gibbs e Reggie Watts entram para a 4ª temporada da série

Segundo a VarietyMarla GibbsReggie Watts foram elencados como personagens convidados na 4ª temporada de ‘One Day at a Time’. Ambos os atores participarão do episódio de Halloween intitulado “One Halloween at a Time”.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Ray Romano.

O novo ciclo estreia em 24 de março.

Criada por Gloria Calderon KellettMike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘The Boys’ empalam uma baleia na nova cena divulgada da 2ª temporada; Confira!

Amazon divulgou uma nova cena bastante sanguinolenta da 2ª temporada de ‘The Boys’.

Confira:

Lembrando que os três primeiros episódios do novo ciclo serão lançados no dia 4 de setembro, com o restante sendo divulgado toda sexta-feira.

Assista ao trailer:

Confira os títulos dos novos episódios:

  • Butcher, Baker, Candlestick Maker – Escrito por: Craig Rosenberg
  • Nothing Like It In The World – Escrito por: Michael Saltzman
  • Over The Hill With The Swords Of A Thousand Men – Escrito por: Craig Rosenberg
  • Proper Preparation and Planning – Escrito por: Rebecca Sonnenshine
  • The Big Ride – Escrito por: Eric Kripke
  • The Bloody Doors Off – Escrito por: Anslem Richardson
  • We Gotta Go Now – Escrito por: Ellie Monahan
  • What I Know – Escrito por: Rebecca Sonnenshine

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Walker, Texas Ranger’: Reboot com Jared Padalecki ganha primeira imagem de bastidores; Confira!

As gravações do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’ seguem a todo vapor e, agora, a The CW divulgou a primeira imagem de bastidores oficial da série.

Jared Padalecki estrela a nova versão.

Confira:

reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’) completam o elenco como os filhos do casal ao lado de Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Amor, Sublime Amor’: Trailer do remake será lançado durante o Oscar 2021!

Segundo o site Ad Week, o primeiro trailer do remake de ‘Amor, Sublime Amor’ (‘West Side Story’), comandado por Steven Spielberg, será exibido durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2021.

A premiação ocorre neste domingo, 25 de abril. Além disso, um novo vídeo da adaptação ‘Em um Bairro de Nova York’, de Lin-Manuel Miranda, e do documentário ‘Summer of Soul’ serão lançados.

Lembrando que a nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 10 de dezembro de 2021.

Confira as primeiras imagens:

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa será protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro ficará por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidarão da música, letras e coreografia. 

As Melhores Séries de 2021 (Até Agora)

Quase um ano depois da pandemia do COVID-19, ainda estamos confinados em casa e exercendo o necessário isolamento social para que esse vírus seja contido. Entretanto, nossos dias enclausurados não são tão ruins assim – principalmente considerando a quantidade de ótimas séries que vêm sendo lançadas dia após dia nas principais plataformas de streaming.

Desde as já veteranas ‘Pose’‘Love, Victor’, por exemplo, até a estreia de minisséries irretocáveis como ‘The Underground Railroad’‘Mare of Easttown’, o CinePOP preparou uma breve matéria especial com as melhores produções televisivas de 2021 (até o momento). E, além disso, já incluímos a incrível 3ª temporada de ‘Sex Education’, que já tivemos a oportundidade de assistir e que estreia amanhã, 17 de setembro, na Netflix.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

SEX EDUCATION

“Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série)” – Thiago Nolla

POSE

“Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia” – Thiago Nolla

THE UNDERGROUND RAILROAD

“As performances são nada menos que viscerais e brutais. Mbedu rouba a cena ao encarnar Cora e ao deixar transparecer as múltiplas feridas que a acompanham desde pequena – o abandono da mãe, o sadismo de seus donos e as névoas de um futuro incerto. Como é de esperar, Jenkins promove um circense movimento de altos e baixos, nos convidando para um passeio de montanha-russa que não deixa nada de fora e não imprime nenhuma sensação desnecessária e forçada; pelo contrário, nota-se o modo como o realizador tem respeito pelos personagens e cultiva o terreno para que flores (ou ervas daninhas) cresçam na imensidão. Dessa forma, Cora não está protegida, mas é acolhida de modos variados por aqueles que querem o seu bem ou que apenas querem se aproveitar de uma condição condenável – por exemplo, quando ela cruza caminho com a fanática Ethel Wells (Lily Rabe) ou a distorcida mentalidade da Srta. Lucy (Megan Boone)” – Thiago Nolla

MARE OF EASTTOWN

“A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia” – Thiago Nolla

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

Já renovada para a 2ª temporada, ‘Only Murders in the Building’ foi uma das grandes surpresas de 2021 e merece nossa atenção pelo total descomprometimento e leveza com que trata seus temas. A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

MANHÃS DE SETEMBRO

“De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de ‘otimismo realista'” – Thiago Nolla.

RICK E MORTY

Retornando para sua 5ª temporada, a animação adulta ‘Rick e Morty’ permanece como um dos grandes títulos das últimas décadas do cenário estadunidense – e é claro que a nova leva de episódios não seria diferente. Aqui, o amadurecimento e os conflitos dos personagens principais entram como força-motriz de uma cadeia de eventos que culmina em uma das maiores reviravoltas do ano – e uma construção competente e de tirar o fôlego que destila traços do que poderemos ver em temporadas futuras.

THE WHITE LOTUS

“O aspecto mais vantajoso da produção é o fato de não se levar a sério: White, juntamente ao seu time criativo, não tem quaisquer intenções de arquitetar algo exclusivo ou original, e sim utilizar fórmulas constantes do cenário do entretenimento para criticá-las em um espectro ácido e divertido. Nenhum diálogo está fora de lugar e, mais do que isso, é notável como cada sequência caminha para um lugar diferente. Há certos momentos em que os personagens cruzam caminho, como a chocante interação entre Rachel e Nicole, ou o vergonhoso meltdown de Shane quando percebe que não é superior a ninguém dentro de um lugar em que todos se rendem à alienação e ao individualismo. Aliado a uma estética complexa e paradoxal – que cria um conflito entre uma tétrica trilha sonora e uma fotografia vibrante e panfletária -, o roteiro leva certo tempo para acertar no ritmo e caminha para um grandioso finale” – Thiago Nolla

CRUEL SUMMER

“É essa contraposição complementar entre as personagens que permite que o público se envolva, acompanhadas de um estelar elenco de complexos coadjuvantes que, em nenhum momento, mostram-se desnecessários; pelo contrário, Jamie (Froy Gutierrez), Mallory (Harley Quinn Smith), Vince (Allius Barnes) e tantos outros encarnam papéis de extrema importância para a compreensão da obra, entrelaçando-se com reviravoltas fantásticas e uma densidade dramática que não encontramos com tanta facilidade em séries similares. Como se não bastasse, Sarah Drew, que imortalizou a Dra. April em ‘Grey’s Anatomy’, mergulha de cabeça em um tour-de-force que rouba os holofotes em qualquer momento que dá as caras – passando de mãe preocupada a uma mulher que resolve deixar tudo para trás e seguir seus sonhos, visto que não encontra apoio na própria casa” – Thiago Nolla

HACKS

“Duas personalidades completamente diferentes. Duas fases de vida nada iguais. Idades distantes. As protagonistas embarcam em argutos debates sobre a vida, que vão desde os confrontos sobre a não mais atemporalidade de algumas piadas de Vance até mesmo as questões complicadas familiares que a diva do stand up enfrenta mas sem nunca se abrir. Tudo se encaixa com perfeição pelas linhas de um roteiro sublime, até as subtramas são ótimas equilibrando a comédia com dramas ligados ao coração. Há um destaque para a força dessas mulheres sempre à frente de seus tempos. Somos testemunhas de uma forte relação de amizade que nasce aos poucos, também podemos enxergar como ‘mãe e filha’, em meio a todo o caos que insiste em chegar dia após dia dentro do brilho das inesquecíveis noites de shows. Hannah Einbinder e Jean Smart possuem uma harmonia fantástica em cena, um diálogo melhor que o outro. Hacks merece aplausos de pé! Que chegue logo a segunda temporada!” – Raphael Camacho

WANDAVISION

“Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores” – Pedro Sobreiro

LUPIN

“A tripla direção de Marcela SaidLudovic Bernard e Louis Leterrier é afinada, construindo um arco geral da missão de maneira sólida e homogênea sem deixar a peteca cair em nenhum dos cinco episódios. De mero golpista, Assane passa a justiceiro a la ‘V de Vingança’ com uma pegada de 007, e a gente torce por ele,  graças à atuação primorosa de Omar Sy, que consegue mudar totalmente sua postura, sua expressão e até mesmo sua voz a cada novo disfarce que Assane usa, com um charme e carisma irresistíveis” – Janda Montenegro

LOVE, VICTOR

“É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante” – Thiago Nolla

SOMBRA E OSSOS

Eric Heisserer, resgatando obras anteriores (incluindo o reflexivo sci-fi A Chegada), sabe como controlar e equilibrar o arco de cada protagonista e coadjuvante para fornecer o máximo de profundidade a cada um deles, supervisionando um time criativo que ainda tem muito a contar. Mesmo assim, é inegável dizer que, conforme nos aproximamos dos episódios finais da temporada de abertura, algo falta; a obrigação de não deixar pontas soltas (e aqui, não me refiro aos cliffhangers para ciclos futuros, e sim a decisões mirabolantes que não condizem com o que foi apresentado) mostra-se como fator decisivo para solavancos rítmicos e um aguardado clímax que não atinge sua potencialidade total” – Thiago Nolla

SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue” – Thiago Nolla

‘Renfield’: Começam as filmagens da nova adaptação cômica de ‘Drácula’

Universal Pictures revelou hoje (03) que as filmagens de ‘Renfield’, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula, finalmente começaram.

O anúncio veio acompanhado da primeira foto de bastidores, que também estampa o logotipo oficial do longa-metragem.

Confira:

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título. Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’) e Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que entra como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”:

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

Ryan Ridley (‘Rick e Morty’) assina o roteiro.

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

‘Westworld’: Trailer dos próximos episódios promete muitas reviravoltas e perigos!

A 4ª temporada da série ‘Westworld’ finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo trailer promocional nos preparando para os eventos dos próximos episódios.

O segundo capítulo, intitulado “Well Enough Alone”, será exibido no dia 03 de julho.

Confira:

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

Artigo | ‘O Mágico de Oz’ é uma ótima pedida para ver em família neste final de ano

‘O Mágico de Oz’ é um dos filmes mais relembrados e adorados de todos os tempos. Desde sua comovente história de superação e autoaceitação delineada perfeitamente por L. Frank Baum até as inovações técnico-artísticas, a obra de Victor Fleming parece não envelhecer. Mesmo os cineastas contemporâneos, principalmente aqueles que ousam se aventurar no mundo da fantasia, buscam referências do clássico longa, remodelando-as em uma tentativa de aproximá-las das novas gerações. Entretanto, sua atemporalidade talvez seja um dos maiores atributos – afinal, quem não conhece a história de Dorothy, os sapatinhos de rubi, o temido feiticeiro da cidade das Esmeraldas e os macacos voadores? É claro que se restringir apenas aos artifícios narrativos é cair no senso-comum; afinal, a trama que se desenrola vai muito além do que os olhos podem ver.

Judy Garland, queridinha da MGM em seus anos dourados, foi a escolhida para encarnar a protagonista e mal imaginava que sua incrível performance a colocaria no centro dos holofotes de Hollywood. Dorothy, a heroína da aventura, é uma garota do interior que vive com os tios numa gigantesca fazenda, sonhando com o dia em que a monotonia do campo dará lugar a novas descobertas e amizades. Basicamente, ela deseja transformar seus sonhos em realidade e se sentir parte de algo grande – e é aqui que a premissa do “cuidado com o que deseja” ganha força. Após abrigar-se em sua casa, ela e o cachorrinho Totó são pegos por um forte tornado e levados à mística terra de Oz, lar dos munchkins e da terrível Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton).

Já aqui podemos perceber uma sacada inteligente de Fleming: a caracterização de dois mundos totalmente distintos. Dorothy sente-se presa em uma rotina cíclica no Kansas, e sua chegada a um lugar totalmente desconhecido é motivo para um compulsório, porém justificado, encantamento. Logo, é quase instantâneo notar o motivo do diretor ter optado pela sépia na realidade e pelo technicolor no fantástico, no sobrenatural – e venho dizer que as habilidades do time artístico superam e muito as tentativas falhas de trazer cor às telonas. Partindo desse princípio dual, a narrativa cênica mantém-se em equilíbrio entre o antigo e o novo (para a época), além de criar uma tendência híbrida que seria revisitada décadas mais tarde.

Assim que chega à Província Munchkin, a heroína já recebe ameaças de sua arqui-inimiga por ter aterrissado sobre sua irmã. Ela não apenas se vê numa corrida pela sobrevivência, pois é jurada de morte, como também percebe que terá um extenso caminho a percorrer para voltar para casa – e é aqui que seus ideais entram em conflito. Dorothy talvez perceba que não está pronta o bastante para lidar com a independência obrigatória e precisa do apoio de pessoas conhecidas, ao menos para guiá-la. Porém, a própria chegada isolada da garota prenuncia um evento certeiro: a batalha final será dela e somente dela. Afinal, a Bruxa é a representação do obstáculo de propriocepção e não é por acaso que é caracterizada com a cor verde: em um sentido mais simbólico, tal tom está associado à plenitude e ao crescimento, não da feiticeira, mas sim de Dorothy.

O filme está fincado à jornada do herói de Joseph Campbell. A protagonista a princípio nega o chamado à aventura para depois descobrir que, ao cruzar o limiar entre os dois cosmos, não há caminho de volta: a única coisa a se fazer é seguir pela Estrada de Tijolos Amarelos até encontrar o Mágico e pedir sua ajuda. E é claro que, nesse meio-tempo, ela encontra aliados de extrema importância que se sentem incompletos e vazios por inúmeras razões. O Espantalho (Ray Bolger), o Homem-de-Lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr) talvez sejam o trio de coadjuvantes mais adorado da era clássica do cinema, principalmente por se manterem respaldados na commedia dell’arte e mergulharem com fidelidade nos arquétipos que representam. Cada um deles deseja também alguma coisa e resolve se unir à garota.

Tachar O Mágico de Oz’ como uma simples obra de ficção fantástica é cometer um erro imperdoável. Fleming não apenas imprime sua perspectiva acerca do romance de Baum, mas recupera também seus elementos críticos. Escrito em 1900, a ascensão de uma força poderosa e temida é reflexo dos governos imperialistas que impõe suas vontades às minorias – nesse caso, a relação abusiva entre a Bruxa e os munchkins. A aparição de uma força etérea e “intangível” insurge com Glinda (Billie Burke), a Bruxa Boa do Sul, e preconização uma iminente mudança nas configurações autoritárias de Oz. Afinal, pelo que podemos apreender, é Dorothy quem traz o necessário para destituir a Bruxa Má do Oeste e revelar as reais intenções do Mágico (Frank Morgan), um charlatão que assumiu tal papel para enganar e ganhar o respeito da população de Esmeralda. Trazer esses elementos para o final da década de 1930 também tem sua carga, visto que a época era propícia para o crescimento de movimentos extremistas, incluindo o nazi-fascismo, e para o início da II Guerra Mundial.

O longa também traz inovações técnicas, como já mencionado. O uso das cores vibrantes e de uma direção de arte competente é apenas a cereja do bolo; deve-se mencionar a destreza cênica com a qual Fleming conduz a narrativa com exímia maestria, criando coreografias que não se resumem apenas ao plano visual, mas estendem-se para suas respectivas causas e consequências. Os frames trazem o refinamento estético e se assemelham a pinturas neorromânticas, perscrutadas pela fantasia excessiva e envolvente. Aliás, não é à toa que os efeitos especiais do filme representem um salto considerável para o nicho em questão, desde a utilização de centenas de figurinos até a minúcia das maquiagens.

De fato, algumas sequências são inesquecíveis. Seja na rendição de Garland com “Over the Rainbow”, coroada com o Oscar de Melhor Canção Original, ou na frase que resume todo o escopo da obra, inúmeras construções foram reaproveitadas com o passar do tempo e, apesar de não terem atingido o mesmo sucesso que o original, servem como belas e singelas homenagens a um dos melhores filmes de todos os tempos. E conforme os créditos aparecem na tela, é difícil não se emocionar. No final das contas, apenas uma coisa é certa: não há lugar como o nosso lar.

‘Hamnet’: Paul Mescal e Jessie Buckley negociam para estrelar o novo filme de Chloé Zhao

Segundo o ComicBook.com, os indicados ao Oscar Paul Mescal (‘Aftersun’) e Jessie Buckley (‘Entre Mulheres’) estão em negociações para estrelar ‘Hamnet’, novo projeto cinematográfico de Chloé Zhao (‘Nomadland’, ‘Os Eternos’).

Infelizmente, detalhes sobre quem eles poderão interpretar não foram revelados.

O longa será uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao também vai escrever o roteiro junto com O’Farrell.

Ainda sem previsão de estreia, o projeto é fruto de uma parceria entre as produtoras Amblin Partners, Hera Pictures, Neal Street Productions e Book of Shadows.

‘Echoes’: Trailer da série derivada de ‘Orphan Black’ ganha previsão de lançamento; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da elogiada série ‘Orphan Black’ fez uma postagem críptica sobre a série derivada ‘Echoes’, estrelada por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’).

O post em questão traz uma imagem de Tatiana Maslany, que protagonizou a obra original, e diz o seguinte: “agora não é hora de surtar. Talvez na próxima semana”.

A intrigante legenda indica que o trailer ou o teaser trailer do spin-off deve ser lançado na semana que vem.

Confira:

Confira as imagens de ‘Echoes’:

Ritter dá vida à Lucy, uma moça com passado enigmático que também tenta encontrar seu lugar no mundo. Assim como a original, a nova série também explora os impactos da modificação genética.

Keeley Hawes (‘Spooks’), Amanda Fix (‘Kung Fu’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’) também fazem parte do elenco.

Hawes interpreta uma perceptiva e sensível cientista que se vê lidando com o próprio código moral quando as circunstâncias a levam a fazer uma escolha impensável.

Fix encarna Jules, filha recém-adotada de uma família rica. Descrita como uma adolescente de personalidade forte tentando encontrar seu lugar no mundo, ela também é um pouco durona e imprudente, mas muito inteligente.

Jogia, por sua vez, dá vida a Jack, um ex-médico do exército de fala mansa e pai solteiro que dedica sua vida a criar a filha, e sua vida ganha uma reviravolta quando descobre que a mulher que ama tem um segredo inimaginável.

A história da derivada ocorre após os eventos da produção original e chega para streaming em 2023, pelo AMC+.

Lembrando que ‘Orphan Black: Echoes‘ ainda não tem data de exibição confirmada no Brasil.

‘Música’: Comédia romântica com Camila Mendes já está disponível no Prime Video!

A comédia romântica ‘Música‘, estrelada por Camila Mendes (‘Riverdale’), já está disponível no catálogo do Prime Video.

A produção chegou à plataforma de streaming no último dia 04 de abril.

Um jovem, atormentado pela música em sua cabeça, tem que aceitar um futuro incerto enquanto equilibra o amor, a família e a cultura brasileira em Newark, Nova Jersey.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de estrelar, Rudy Mancuso também é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com J. B. Smoove, Francesca Reale, Maria Mancuso, Gabriela Amerth, Josanna Vaz, Bia Borin e Anthony Ferrara.

The Weeknd revela capa oficial de ‘Hurry Up Tomorrow’, seu SEXTO álbum de estúdio

O aclamado cantor e compositor The Weeknd revelou através das redes sociais a capa oficial de ‘Hurry Up Tomorrow’, seu sexto álbum de estúdio.

O compilado de originais ainda não data de lançamento marcada, mas sabe-se que contará com uma participação de Anitta.

O disco será o primeiro do artista desde 2022, quando lançou o ovacionado ‘Dawn FM’.

Confira:

‘Dawn FM’ foi lançado no dia 07 de janeiro de 2022 e conta com produção de nomes como Max MartinCalvin HarrisSwedish House Mafia.

Funcionando como uma espécie de estação de rádio que emula a jornada do artista pelo purgatório, a produção conta com Jim Carrey como o narrador e se tornou uma das obras mais aclamadas de 2022.

Crítica | Com referências a Michael Jackson e Donna Summer, ‘Dawn FM’ é um dos projetos mais ambiciosos de The Weeknd

“Take My Breath” e “Sacrifice” também entram como singles oficiais do álbum.

Cameron Diaz ficou CHOCADA que a Netflix tinha uma “linha direta” para denúncias de má conduta

Em entrevista ao podcast SkipIntro, Cameron Diaz, que retornou ao show business com a divertida comédia de ação ‘De Volta à Ação‘, revelou ter ficado chocada com as mudanças drásticas na indústria fílmica nos onze anos em que se aposentou.

A artista confessou que nunca se sentiu tão segura durante as filmagens de um longa-metragem quanto no projeto da Netlfix, apontando o cuidado da produção em manter um ambiente apropriado e livre de má conduta.

“A indústria está muito diferente. Eu definitivamente preciso dizer que o movimento #MeToo mudou tudo. É palpável. Você caminha pelo set e é uma sensação diferente. Sempre havia um cara nos bastidores das filmagens que você ficava tipo: ‘Deus, lá vem ele novamente’. Sempre haviam coisas inapropriadas que você precisava aturar”, ela disse.

Diaz completa: “mas tudo isso mudou. Não é a mesma coisa. Nunca, na minha carreira inteira, o RH esteve presente antes das gravações de um filme para falar sobre o que é um comportamento apropriado. [Em ‘De Volta à Ação’] havia um contato da Netflix para ligar anonimamente para reportar qualquer problema que você estivesse enfrentando. Foi incrível. O nível de segurança que eu senti sendo uma mulher… Nunca havia sentido isso antes deste filme.”

Vale lembrar que o longa já está disponível no serviço de streaming!

Anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.

Seth Gordon é responsável pela direção.

Jamie Foxx co-estrela.

Diretor de ‘Mother Mary’ revela que Anne Hathaway DESABOU durante as gravações do drama musical

Em uma recente entrevista à Vogue, o diretor David Lowery trouxe detalhes inéditos sobre os bastidores de ‘Mother Mary’, novo drama musical co-estrelado pela vencedora do Oscar Anne Hathaway (‘Os Miseráveis’) e pela vencedora do Emmy Michaela Coel (‘I May Destroy You’).

Durante a conversa, Lowery se recordou de um momento em que Hathaway, que interpreta uma diva pop que abandona sua turnê em meio a uma crise existencial, desabou no set de filmagens.

“Em certo momento, Annie desabou e disse: ‘preciso me desculpar, porque acho que o que vai sair de mim vai te machucar’. E Michaela pegou suas mãos e disse: ‘Eu te amo, eu confio em você’”, o diretor conta. “Estivemos em vários estágios disso por cerca de uma semana, filmando aquela cena”.

O projeto é fruto de uma parceria entre a A24 e as produtoras Homebird Productions e Gugenschein Filmproduktion.

O longa é descrito como um melodrama pop épico que gira em torno de uma estrela da música (Hathaway) e seu complicado relacionamento com uma icônica estilista (Coel).

Mais detalhes sobre a trama não foram revelados.

Ainda sem previsão de estreia, ‘Mother Mary‘ terá canções originais escritas por Jack Antonoff e Charli XCX.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

‘Girl Taken’: Nova minissérie de SUSPENSE da Paramount+ ganha imagens e data de estreia; Confira!

Deadline divulgou, com exclusividade, as primeiras imagens oficiais do thriller psicológico ‘Girl Taken’ (anteriormente conhecido como ‘Baby Doll’), da Paramount+.

Estrelando Alfie AllenJill HalfpennyTallulah EvansDelphi Evans, a minissérie de seis episódios tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026 na plataforma de streaming.

Confira:

A série é baseada no romance ‘Baby Doll’, de Hollie Overton.

A trama acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cujas vidas são destruídas quando Lily é sequestrada de sua pacata cidadezinha rural inglesa por Rick Hansen, um professor muito querido na região. Após anos de abusos em cativeiro, ela consegue escapar, apenas para descobrir que a liberdade traz seus próprios desafios.

Vikash BhaiNiamh WalshLevi BrownVictoria EkanoyeHolly AtkinsKiran Krishnakumar fazem parte do elenco coadjuvante.

‘Girl Taken’ foi criada por David TurpinSuzanne CowieNessah Muthy.

Com Claire Foy e Andrew Garfield, ‘A Maravilhosa Árvore Encantada’ ganha trailer cheio de AVENTURA!

Diamond Films divulgou o trailer oficial de ‘A Maravilhosa Árvore Encantada’, novo filme de aventura e fantasia estrelada por Claire Foy (‘The Crown’) e Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 10 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é dirigido por Ben Gregor. Simon Farnaby assina o roteiro, que é adaptado do romance homônimo de Enid Blyton.

Na trama, Polly (Foy) e Tim Thompson (Garfield) são os pais amorosos e inventivos de Beth (Delilah Bennett-Cardy), Joe (Phoenix Laroche) e Fran (Billie Gadsdon), que vivem uma infância tomada pelas telas em um apartamento. Quando a mãe deixa o emprego de engenheira em uma grande empresa de tecnologia, a família decide realizar um sonho antigo: morar em uma cidadezinha e viver da produção de molho de tomates especiais, uma receita familiar.

Porém, a adaptação das crianças é cheia de obstáculos, principalmente da mais velha, Beth, que sente falta das amigas – e do sinal de internet. Mas a irmã mais nova inicia uma jornada inesperada que pode trazer magia para toda a família: Fran faz amizade com a fada Silky (Nicola Coughlan) e é convidada para conhecer a Maravilhosa Árvore Encantada, onde há um portal para outros mundos, habitado por seres mágicos.

O elenco ainda conta com Rebecca Ferguson (‘Duna’), Nonso Anozie (‘Sweet Tooth’) e Jennifer Saunders (‘Shrek 2’).

‘Irmão Urso’ vai ganhar remake live-action

De acordo com o We Got This Covered, a Disney está planejando um remake live-action de ‘Irmão Urso’, animação lançada originalmente em 2003.

A informação veio da mesma fonte que revelou os planos para a sequência de ‘Aladdin’.

Assim como em ‘Dumbo‘, o filme terá a presença de atores reais, e os animais serão feitos através de CGI.

Por enquanto, outros detalhes sobre o remake não foram revelados, já que a produção é apenas mais uma da longa lista entre os desenvolvimentos do estúdio.

Para quem não conhece, a trama original acompanha Kenai, um jovem índio com sede de vingança pela morte do irmão, atacado por um urso.

Ao encontrar o animal, Kenai o mata, mas como punição é transformado em urso.

Sua única esperança de quebrar o feitiço é alcançar uma montanha mágica, onde ele acredita que pode ser transformado de volta em humano.

No caminho, ele acaba recebendo ajuda de um filhote urso chamado Koda, e ambos se tornam bons amigos.

‘Mortal Kombat’: Reboot será sangrento e levará a franquia para outro nível, diz Roteirista

O reboot de ‘Mortal Kombat‘ é uma das produções mais aguardadas da atualidade, já que a última adaptação do game para o cinema foi lançada em 1997.

Em seu perfil no Twitter, o roteirista Greg Russo provocou os fãs dizendo que o novo filme já está pronto e que será muito sangrento.

Quando um fã questionou se a produção será tão boa quanto as animações virtuais dos jogos, Russo disse que será algo que os fãs nunca viram.

Confira:

“Continuam dizendo que estão fazendo um novo filme do ‘Mortal Kombat‘, mas não sai nenhuma notícia sobre isso. Eu gostaria que eles finalmente fizessem um filme tão perfeito quanto as cenas dos jogos modernos.”, disse o fã.

Ao que ele respondeu:

“O filme já está pronto. Será sangrento. Cenas dos jogos? Esqueça as cenas dos jogos, cara. ‘Mortal Kombat’ nunca foi tão bom quanto será neste filme.”

Anteriormente, o ator Lewis Tan também foi ao Twitter e elogiou a trilha sonora do reboot, composta por Benjamin Wallfisch.

“Eu fiquei impressionado com o que eu ouvi. [A trilha sonora é] grande, poderosa e cinemática,” afirmou o ator sobre a trilha.

Por sua vez, o compositor também elogiou a atuação do ator: “Muito obrigado pelas palavras gentis! Estou honrado em participar do filme e impressionado com a sua performance.”

Lembrando que o longa teve sua estreia antecipada para o dia 15 de janeiro de 2021, mas a data pode ser alterada devido às pausas causadas pelo surto do Coronavírus.

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, o reboot é estrelado por Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

Diferente do que todos pensavam, Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, ‘Mortal Kombat’ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais.

‘Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman flutua em imagens dos bastidores; Confira!

Depois de anos longe da franquia ‘Thor’, Natalie Portman finalmente está retornando à Marvel como Jane Foster, personagem que interpretou pela última vez em ‘Thor: O Mundo Sombrio’.

Depois de interpretar a donzela em apuros nos dois primeiros filmes de e ficar de fora para ‘Thor: Ragnarok‘, o diretor Taika Waititi conseguiu convencer Portman a retornar em ‘Amor e Trovão‘.

Como as gravações da sequência já começaram, era uma questão de tempo até que Portman fosse fotografada nos bastidores.

Agora ela se tornará uma super-heroína quando ela empunhar o Mjolnir, algo que já foi confirmado por Waititi durante o anúncio da sequência.

Nas imagens divulgadas pelo Daily Mail, a atriz aparece com roupas comuns num cenário nublado.

Mas o curioso é que ela está sendo erguida em uma das imagens, indicando que a cena terá elementos sobrenaturais.

Confira:

 

 

 

 

Anteriormente, o portal divulgou algumas fotos aéreas que sugerem a reconstrução de Asgard.

Os sets foram montados em parte de um campo de golf em Little Bay, também na Austrália.

E embora não dê para identificar com precisão a quais ambientes os cenários pertencem, a contar pelo design da estrutura, é possível sugerir que elas correspondam à reconstrução do popular reino dos deuses Æsir.

Confira:

O elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

‘Homem-Aranha 3’ se passaria ANTES de ‘Doutor Estranho 2’, mas adiamento fez filme ser reescrito

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ deveria chegar aos cinemas depois de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, mas a sequência do Mago Supremo acabou sofrendo atrasos devido à pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, os eventos do novo filme do Cabeça de Teia sofreram alterações para que a história de ‘Doutor Estranho 2‘ fosse adequada às questões que serão levantadas em ‘Homem-Aranha 3′.

A informação foi revelada pelo próprio Tom Holland durante uma entrevista para a GQ.

Questionado sobre os desafios da sequência, o astro disse que a mudança no final foi um choque para ele, mas o resultado foi melhor do que o esperado.

“O roteiro foi reescrito enquanto estávamos filmando. Você poderia perguntar ao diretor: ‘O que acontece no terceiro ato?’ E sua resposta seria: ‘Ainda estou tentando descobrir’. Acho que não foi bem um desafio, mas uma surpresa. Na verdade, foi um choque, porque eu esperava uma coisa e acabamos fazendo outra muito melhor.”

A principal conexão entre os dois filmes é o envolvimento do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), e agora resta saber quais serão as consequências de ‘Homem-Aranha 3′ para a trama de ‘Doutor Estranho 2′.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O primeiro trailer quebrou TODOS os recordes e se tornou o mais visto de toda a história no período de 24 horas.

O vídeo teve 355,5 milhões de visualizações em apenas 24 horas.

Para comemorar, a Sony divulgou um vídeo:

O recorde anterior era do trailer de ‘Vingadores: Ultimato‘, com 289 milhões de visualizações ao longo de seu primeiro dia online.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Lançamento de ‘The Flash’ é INCERTO após cancelamento de ‘Batgirl’

Após fechar um acordo com a Discovery, a Warner Bros está passando por drásticas mudanças nos bastidores, o que acabou acarretando no cancelamento de ‘Batgirl’.

E a decisão também pode afetar outras produções, como o vindouro ‘The Flash‘.

De acordo com o Screengeek, o estúdio não tem certeza sobre o que fazer com a adaptação estrelada por Ezra Miller (‘Animais Fantásticos’).

Em junho, um porta-voz da Warner Bros. Discovery já havia dito que a companhia não quer sua imagem vinculada ao ator, que vem protagonizando inúmeras polêmicas por conta de seu comportamento agressivo.

“As recentes polêmicas envolvendo Ezra Miller não representam os valores da Warner Bros. Este é um problema herdado para David Zaslav [presidente da companhia]. A esperança é que o escândalo permaneça em um nível baixo antes do lançamento do filme [‘The Flash‘], e esperamos que o melhor aconteça. Não há espaço para esse tipo de problema no plano de Zaslav para tornar a DC uma divisão explosivamente bem-sucedida como a Marvel Studios. Aos olhos de Zaslav, Miller simplesmente não faz parte desses planos no futuro universo DC.” (via Deadline).

Agora, uma fonte ligada ao estúdio disse que as mudanças internas são tão drásticas que a Warner Bros ainda está discutindo o que fazer com ‘The Flash‘, já que seus planos futuros são mais importantes do que pôr em jogo sua imagem.

“O filme foi totalmente prejudicado pelas repetidas alegações de abuso e má conduta por parte de Ezra Miller”, disse a fonte.

Por outro lado, a única questão envolvendo a dúvida sobre o lançamento do filme são os comportamentos de Miller… Diferente do cancelamento de ‘Batgirl‘, que foi motivado porque “o filme não se encaixa no modelo de ‘eventos’ do estúdio.”

Se o cronograma correr como o planejado, ‘The Flash’ chega aos cinemas em 23 de junho de 2023.

Lembrando que a trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Super Mario Bros – O Filme’ é exibido na íntegra em emissora de TV aberta

‘Super Mario Bros – O Filme’ foi lançado há apenas três semanas nos cinemas, mas uma emissora aberta da Argentina transmitiu o filme na íntegra para sua audiência.

Em uma publicação compartilhada no Twitter, um usuário registrou a exibição da GenTV, que ignorou o prazo os direitos de exibição da adaptação, produzida Universal Pictures.

Esta não é a primeira vez que emissora comete o deslize, já que também exibiu ‘Homem-Formiga & Vespa: Quantumania’ enquanto o filme ainda estava em cartaz nas telonas.

Na publicação, o usuário que compartilhou a gafe zombou do ocorrido, escrevendo:

“Em um canal argentino estão passando o novo filme do ‘Mario‘, que saiu há uma semana kkkkkkkkk Direitos autorais falecidos. A Nintendo foi tapeada.”

Confira:

Até o momento, não está claro se a Nintendo está ciente de que isso está acontecendo no país, mas a empresa é famosa por atacar duramente a pirataria digital.

De qualquer forma, a Nintendo e a Illumination não têm nada a temer em termos financeiros, pois a animação já arrecadou impressionantes US$ 871,8 milhões mundialmente. Em menos de um mês, o longa já se tornou a maior arrecadação do ano – tanto doméstica, quanto globalmente.

A produção permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas, somando US$ 58 milhões para uma receita doméstica de US$ 434,1 milhões até domingo. No exterior, está a caminho de faturar mais US$ 65 milhões, totalizando US$ 432 milhões no exterior.

O filme deve ultrapassar US$ 1 bilhão na próxima semana.

O longa já superou a bilheteria total de ‘Demon Slayer: Mugen Train‘ (US$453.2M), tornando-se a segunda maior arrecadação global de uma animação desde 2019. A produção só perde para ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$942.5M).

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Confira nossa crítica em vídeo:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Landman’: Jon Hamm entra para o elenco da nova série do criador de ‘Yellowstone’

De acordo com o Comic Book, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) foi adicionado ao elenco de ‘Landman‘, série idealizada por Taylor Sheridan, o criador de ‘Yellowstone‘.

Hamm é mais conhecido por seus trabalhos em ‘Mad Men’ e ‘Fargo’, elogiadas produções da HBO.

Em ‘Landman‘, ele dará vida a Monty Miller, descrito como um titã da indústria petrolífera do Texas que tem um longo relacionamento pessoal e profissional com o protagonista Tommy Norris (Billy Bob Thornton).

Hamm se junta à Demi Moore (‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’), que interpreta Cami, esposa de Monty e também amiga de Tommy.

O elenco também conta James JordanKayla WallaceMark Collie e Paulina Chavez.

Curiosamente, Jordan participou de outras duas produções de Sheridan, interpretando Steve Hendon em ‘Yellowstone’ e Cookie na pré-sequência ‘1883’. Em ‘Landman’, ele dará vida a Dale Bradley, “um engenheiro de petróleo e um trabalhador que administra e trabalha com valentões nos campos de petróleo. Ele também é colega de quarto de Tommy Norris (Thornton)”.

Wallace, por sua vez, será Rebecca Savage, “uma advogada extremamente capaz e intimidadora enviada ao oeste do Texas para limpar a bagunça”. Collie será o Xerife Joeberg, enquanto Chavez será Ariana, “uma jovem mãe cuja família passou por uma grande tragédia”.

Ali LarterMichelle RandolphJacob Lofland também fazem parte do elenco.

‘Landman’, baseada no podcast ‘Boomtown’, é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

A produção será lançada na Paramount+, mas ainda não tem data de estreia definida.

‘Mansão Mal-Assombrada’: Filme da Disney ganha cartaz INÉDITO; Primeiro trailer chega AMANHÃ

A nova versão do filme ‘Mansão Mal-Assombrada‘, da Disney, ganhou seu primeiro cartaz.

No pôster, é possível ver o personagem de Chase W. Dillon em um dos corredores enigmáticos da mansão. Também foi revelado que a Disney lançará o primeiro trailer do longa amanhã (02).

Confira:

O filme foi adiantado para o dia 28 de julho, deixando a data anterior de 10 de novembro para ‘As Marvels‘. A informação é do Deadline.

O elenco contará com LaKeith StanfieldTiffany HaddishOwen Wilson, Rosario Dawson e Danny DeVito, além de Jamie Lee Curtis como a Madame Leota e Jared Leto como o Fantasma da Cartola.

Além deles, Winona Ryder, Dan Levy Hasan Minhaj também foram confirmados no elenco.

O roteiro, escrito por Katie Dippold (‘Caça-Fantasmas’), segue a personagem de Dawson, Gabbie, uma mãe solteira com um filho de nove anos. Procurando começar uma nova vida, ela compra uma mansão estranhamente acessível em Nova Orleans.

Quando descobre que a mansão é assombrada, Gabbie recorre à contratação de um guia turístico paranormal (Stanfield), um vidente (Haddish), um padre (Wilson) e um historiador (DeVito) para ajudar a exorcizar a propriedade.

A direção fica a cargo de Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘.

Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.

Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios.

O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Há alguns anos, Guillermo del Toro ficaria responsável por sua própria versão cinematográfica, estrelada por Ryan Gosling, mas o projeto foi descartado pela Disney após se mostrar muito aterrorizante para o público infantil.

 

‘Velozes e Furiosos 11’ é PRIORIDADE para a Universal, revela site

Com o fim da longa greve dos roteiristas de Hollywood, a Universal Pictures está agora concentrando todos os seus esforços no desenvolvimento de ‘Velozes e Furiosos 11‘.

O objetivo do estúdio é produzir um roteiro inicial o mais rápido possível para evitar adiar a data de lançamento, que está agendada para o dia 4 de abril de 2025.

Segundo informações apuradas pela Variety, a Universal está dando prioridade máxima ao próximo filme da franquia como seu grande projeto a ser desenvolvido agora que a greve dos roteiristas chegou ao fim.

Relembre o trailer de ‘Velozes e Furiosos 10‘:

O longa marca a estreia de Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco Vin Diesel, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

‘Capitão América 4’: Começam as refilmagens e foto revela NOVO vilão misterioso

As refilmagens de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ estão em andamento, com a adição de Giancarlo Esposito como um novo vilão misterioso.

Confira a foto do ator nos bastidores:

Segundo o The Hollywood Reporter, estas refilmagens devem durar 22 dias e incluirão novas cenas de ação. Embora o filme tenha escapado por pouco das greves de roteiristas, sua pós-produção foi afetada. No entanto, não está previsto que passe por refilmagens tão extensas quanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ e não terá um orçamento tão alto quanto ‘As Marvels’.

Até o momento, detalhes da trama não foram revelados, mas durante a CinemaCon deste ano, Kevin Feige, chefe da Marvel, prometeu “sem alienígenas, sem invasões alienígenas, sem viagens no tempo”. Ele descreveu o filme como “filme de ação relativamente fundamentado”.

Lembrando que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 14 de Fevereiro de 2025.

Nicolas Cage volta a detonar o uso da Inteligência Artificial: “Não deixar que robôs sonhem por nós”

O astro Nicolas Cage voltou a se manifestar enfaticamente contra o uso da Inteligência Artificial (IA) nas grandes produções de Hollywood.

De acordo com a Variety, o ator, que recebeu o prêmio de melhor ator por ‘O Homem dos Sonhos’ na 52ª edição do Saturn Awards, realizada no Universal City no domingo, fez um discurso contra a utilização da IA.

“Obrigado por reconhecerem O Homem dos Sonhos. Este é, de fato, um dos meus filmes favoritos que já fiz. Tenho que agradecer ao Kristoffer Borgli pela direção, pela escrita, pela edição e por criar esse mundo incrivelmente perturbador, mas hilário, que ele sonhou”, disse.

“Mas há outro mundo que também está me perturbando. Está acontecendo agora ao nosso redor: o novo mundo da IA. Eu sou um grande defensor de não deixar que robôs sonhem por nós. Robôs não podem refletir a condição humana para nós. Isso é um beco sem saída. Se um ator deixar que um robô de IA manipule sua performance, nem que seja um pouquinho, um centímetro que seja, isso acabará se tornando um quilômetro, e toda a integridade, pureza e verdade da arte será substituída por interesses financeiros. Não podemos deixar que isso aconteça”, acrescentou, enfático.

“O trabalho de toda arte, na minha visão, incluindo a atuação no cinema, é segurar um espelho para as histórias externas e internas da condição humana por meio do processo profundamente humano, reflexivo e emocional da recriação. Um robô não pode fazer isso. Se deixarmos que os robôs façam isso, perderão toda a essência e, eventualmente, se tornarão insípidos e sem graça. Não haverá resposta humana para a vida como a conhecemos. Será a vida como os robôs nos dizem para conhecê-la”, destacou.

“Eu digo: protejam-se da IA interferindo nas suas expressões autênticas e honestas”, afirmou.

Para encerrar, o ator prestou uma homenagem ao falecido David Lynch. “O entusiasmo nesta sala não é como em qualquer outro prêmio, e vocês me lembram um dos meus maiores colaboradores, David Lynch. Quando eu estava fazendo Coração Selvagem, eu era um ator muito sério e jovem e perguntei, ‘David, tudo bem se eu me divertir neste filme?’ Ele disse, ‘Amigo, não só está tudo bem, como é necessário'”.

Vale lembrar que no ano passado, Cage já havia discursado contra o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) e compartilhado seu medo sobre o futuro da arte diante dessa tecnologia.

Em entrevista ao The New Yorker, Cage revelou seu receio com a tecnologia:

“Bem, eles têm que me colocar em um computador e combinar minha cor dos olhos e mudar—Eu não sei. Eles vão simplesmente roubar meu corpo e fazer o que quiserem com ele via inteligência artificial digital. Deus, espero que não seja inteligência artificial. Estou aterrorizado com isso. Tenho sido bastante enfático a respeito”.

O ator, conhecido por suas performances intensas e muitas vezes excêntricas, questiona as implicações éticas da IA na representação da verdade e da autenticidade na arte. “É”, ele pondera, “e me faz pensar, sabe, onde a verdade dos artistas vai acabar? Vai ser substituída? Vai ser transmogrificada? Onde vai estar o pulso? Quero dizer, o que você vai fazer com meu corpo e meu rosto quando eu estiver morto? Eu não quero que façam nada com isso!”

‘Superbad – É Hoje’: Dave Franco revela desconforto causado por participação no longa

Dave Franco, estrela de filmes como ‘Vizinhos’, relembrou recentemente sua pequena, mas memorável, participação na comédia adolescente de 2007, ‘Superbad – É Hoje’. No longa, Franco interpretou Greg, um jogador de futebol.

Segundo o The Hollywood Reporter, Franco contou que a cena, que já era embaraçosa por si só, acabou gerando encontros constrangedores com fãs.

Eles frequentemente repetiam uma famosa fala do filme ao vê-lo na rua. Na cena em questão, o personagem Seth (interpretado por Jonah Hill) zomba de Greg por ele ter urinado nas calças anos antes.

“Foi uma jornada com aquela cena, porque apesar de eu ter só algumas falas, o filme foi tão grande que as pessoas me reconheciam na rua”, explicou Franco. “Elas gritavam: ‘Por que você não vai mijar nas calças de novo?'”.

Apesar do desconforto, o ator transformou a situação em motivação para continuar buscando novos papéis, determinado a não ser marcado apenas por essa participação. “Percebi rápido: ‘Preciso continuar trabalhando e conseguir outros papéis, senão vou ser o garoto do xixi pelo resto da vida'”, brincou.

‘Superbad – É Hoje’ conquistou 87% de aprovação no Rotten Tomatoes e, desde seu lançamento, tornou-se uma das comédias mais aclamadas dos anos 2000. O filme está disponível na Netflix.

Kleber Mendonça Filho agradece apoio dos brasileiros após indicação de ‘O Agente Secreto’ ao Oscar

O cineasta Kleber Mendonça Filho usou as redes sociais para agradecer o apoio dos brasileiros após o longa ‘O Agente Secreto’ ser indicado ao Oscar. O filme conquistou quatro indicações, incluindo a cobiçada categoria de Melhor Filme.

Nas redes, o diretor compartilhou um vídeo agradecendo todo o carinho, apoio e torcida do público brasileiro, além de registrar sua celebração por esse momento histórico para o cinema nacional.

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‘O Agente Secreto’ segue em cartaz nos cinemas.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.