A franquia de ‘JohnWick‘ conquistou o mundo logo em seu primeiro filme e após quatro capítulos, uma série derivada (‘O Continental: Do Mundo de John Wick‘) e um derivado (‘Bailarina – Do Universo de John Wick‘), a saga continua com ‘John Wick 5‘.
Segundo a In Touch, Reeves topou retornar somente com um salário bem maior.
Pela franquia inteira, é estimado que ele tenha recebido cerca de US$ 22 milhões, sendo que US$ 15 milhões foram só pelo quarto filme.
Para o quinto filme, seu salário será maior que o valor total dos quatro filmes anteriores.
“É um trabalho em progresso e é isso que você consegue quando aceita pagar US$ 35 milhões para Keanu para tê-lo em um filme gigante de ação. Ele vai fazer o seu melhor e tentar o que for possível para que o filme funcione, mas ele já está na casa dos sessenta e todos nós temos nossos limites”, afirmou a fonte da revista.
Nada mais justo, afinal, a franquia já arrecadou mais de US$ 1.011 bilhão mundialmente.
O mesmo acontece com Robert Downey Jr., que teve seu salário aumentado a cada filme da franquia Marvel. Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto ‘Vingadores‘.
Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.
Lembrando que o último filme da franquia, ‘Baba Yaga’, está disponível no Prime Video.
Em BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Colocando a nostalgia na ponta da chuteira, os cineastas Johnny Araújo e Gustavo Bonafé nos fazem voltar aos tempos das boy bands de décadas passadas. Dominó? N’Sync? Backstreet Boys? Não! Chocante! Abrindo as cortinas do passado, em formato de sátira ou algo parecido, o projeto explora o antes e depois de jovens com o mundo em suas mãos que de repente precisam seguir por caminhos diferentes após uma briga ao vivo no programa do Gugu (sim, isso mesmo). As pitadas cômicas, que contornam os 94 minutos de fita, se restringem a tentativas de destaques individuais, pouco explorando o conjunto. Do segundo arco em diante parece que nada funciona, além de decepcionar com um desfecho pra lá de pouco inspirado.
Na trama, acompanhamos Téo (Bruno Mazzeo), Tim (Lúcio Mauro Filho), Clay (Marcus Majella) e Tony (Bruno Garcia), amigos já na faixa dos quarenta anos, que vinte anos atrás fizeram grande sucesso como integrantes de uma banda chamada Chocante. Após o quinto integrante, Tarcisio, falecer, eles que mal se falavam faz anos, se reúnem em seu funeral e começam a relembrar os dias de glória da Boy Band que faziam parte. Assim, após as boas lembranças do momento que viveram, resolvem voltar a serem uma banda e realizar um show relembrando os velhos tempos.
A ideia era muito boa, explorar esse mundo dos grupos musicais de antigamente e os inúmeros programas de televisão que participavam. Mas nem toda boa ideia vira um bom filme. E Chocante, fica pelo caminho rapidamente. Muito por conta de muitas subtramas pouco detalhadas, personagens soltos no roteiro, além de exageros em cima de exageros. Um elo importante dentro do roteiro, talvez a figura mais emblemática dentro do filme, é o papel do fã, representado por Quézia (Débora Lamm), responsável pelas lembranças da banda, como histórias, fotos, vídeos, momentos marcantes. Mesmo a personagem aparecendo pouco, se torna um desafogo e ajuda a dar sentido no primeiro arco.
O roteiro não busca a profundidade em nenhum momento, seja na relação de amizade entre os integrantes da banda, seja na relação pai e filho de um dos ex-cantores, seja em subtramas pouco relevantes. Parece que o filme não tem clímax, é uma linha reta sem emoção. A música chiclete, choque de amor, serve apenas para grudar em nossas cabeças e se torna cada vez mais sonolenta a cada novo play. Falta carisma dos personagens, juntos decepcionam, individualmente não brilham.
Com pouco se faz muito. Acontece uma situação peculiar com esse novo filme protagonizado por Dakota Fanning – muito bem no papel, por sinal. Limitado a uma premissa que não se expande tanto e fortemente ligado a uma possível maldição, esse longa se passa, em grande parte dentro de uma casa propícia para filmes que assustam, dentro do sentido de refúgio e uma prisão. Presente Maldito consegue, por meio da imersão na tensão constante desenvolver uma trama imprevisível, que sempre progride, não caindo em redundância – mesmo diante das limitações da história.
Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão, precisando executar algumas tarefas ingratas.
Nesse suspense psicológico que logo invade o terror, escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Bryan Bertino, usa-se bem os poucos elementos em cena, prendendo a atenção do público através de dramas pessoais que se encontram com o sobrenatural – algo que poderia ter sido melhor explorado no roteiro. Espelhos, efeitos na voz, ligações aterrorizantes, a televisão que liga sozinha, mutilações – cada elemento se torna parte importante para chegarmos na sensação de estar em um labirinto, que nem a protagonista.
O que você ama? O que importa para você? Essas razões existenciais que contornam qualquer tajetória vão direto na raiz da essência humana e os dilemas que todos enfrentam pelo caminho. A questão era como transformar esses pontos de reflexões existenciais em tensão. Com tons frios e uma personagem buscando um vínculo com as emoções – sensações ampliadas no espaço em que se desenvolve a narrativa -, outro ponto interessante e bastante nítido aos nossos olhos é a fotografia, assinada por Tristan Nyby.
Da a impressão de que PresenteMaldito, disponível no catálogo da Paramount Plus, entrega tudo que pode em termos técnicos, além da ótima atuação de Fanning em um papel muito difícil – sempre em cena, cercada de variáveis e ações que se desenrolam ao seu redor. A questão que pesa nessa obra é a limitação de uma história tão simples que deixa a impressão de que, com maior desenvolvimento nas camadas que se abrem, poderia alcançar voos mais altos.
“Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia…”, já dizia a música dos Titãs. Em tempos delicados em que se discute uma reformulação do papel da polícia em investidas com excesso de violência, seja no Brasil, nos EUA ou no mundo, o cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (Drive, Apenas Deus Perdoa e Demônio de Neon) irá trazer Maniac Cop dos anos 80 para uma versão moderna como seu próximo filme.
O abuso de autoridade de forças armadas reportado pelo mundo através de uma realidade onde tudo é filmado em tempo integral, registraram recentemente cenas verdadeiramente revoltantes. Balas de borracha sendo usadas arbitrariamente em manifestantes em protestos, atingindo o cidadão transeunte por efeito colateral; combates ao crime organizado em comunidades que terminam por tirar a vida de forma aleatória, de jovens com futuros promissores. O epicentro, é claro, foi a comoção mundial pelo assassinato por asfixia de George Floyd, um homem negro nos EUA que teve o joelho de um policial colocado em seu pescoço até a morte, mesmo quando pedia desesperadamente por ar já rendido.
Nicolas Winding Refn não costuma utilizar muito subtexto político em seus filmes. Suas obras geralmente envolvem o poético lado sombrio do ser humano, embalados em uma atmosfera de surrealismo. Mas sem esquecer sua parcela de controvérsia, em especial no que diz respeito à violência. O que pode casar perfeitamente com o material que pretende levar às telonas muito em breve. Ou seja, neste caso um policial ensandecido, usando seu distintivo, uniforme e arma como símbolo não de “servir e proteger”, mas sim de morte e terror.
Voltando ao passado, 33 anos para ser mais preciso, Maniac Cop: O Exterminador era lançado nos cinemas. Contextualizando, essa foi a década de 80, a era dos filmes slasher. Seu auge ocorria logo no início do período, em 1981, e à altura do lançamento de Maniac Cop em 1988, o subgênero já havia perdido quase todo o seu gás. O sucesso deste tipo de filme muitas vezes dependia de quem era o seu vilão. Tão importante quanto bolar um roteiro criativo e inovador, uma parte técnica com mortes sanguinolentas e marcantes, era desenvolver um antagonista que emplacasse no gosto do público, o fazendo retornar para novas investidas constantemente. Michael Myers, Jason Voorhees, Freddy Krueger e o boneco Chucky foram alguns dos mais bem sucedidos, mas tantos outros como um médico cirurgião (Hospital Massacre), um mineiro de carvão (Dia dos Namorados Macabro) e um assistente em parque de diversões (Pague para Entrar, Reze para Sair), por exemplo, terminaram longe do resultado esperado.
Assim, tentando injetar alguma novidade no subgênero e descolar para si uma nova franquia, mesmo no fim da década, o roteirista e produtor Larry Cohen (A Coisa, 1985) e o diretor William Lustig resolveram que um policial uniformizado seria o novo psicopata em seu filme de terror. Surgia o Maniac Cop, ou o Policial Maníaco. Lustig já havia chamado atenção no universo underground do horror com o violento O Maníaco(1980), sobre um assassino atacando em Nova York principalmente mulheres. A polêmica em torno de tal filme era sobre o grafismo de suas cenas de mortes, que chocou as plateias. Cohen planejava outra investida neste submundo de alguma forma, e a evolução da ideia foi o “maníaco policial”.
O senso de falsa proteção é um dos conceitos mais interessantes e ambíguos do filme. E a história abre justamente brincando com esta subversão de valores. Enquanto uma jovem é perseguida pelas ruas de Nova York à noite por dois homens que tentam roubá-la, ninguém em vista parece poder ajuda-la. Tendo em mente que esta era a Nova York dos anos 80 que vemos constantemente em filmes, antes da política de tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani que “limpou” a cidade. Predadores espreitam a caça, e quando a mulher finalmente avista um policial na praça, correndo para seu encontro, a salvação está muito próxima, fazendo os bandidos hesitarem à distância. Porém, é o próprio policial que mata a moça quebrando seu pescoço de forma intensa. Subvertendo a expectativa do público e nos deixando sem eira nem beira.
Muitos crimes do tipo começam a ocorrer na cidade e prontamente ganham os noticiários. Obviamente, enquanto investigam o caso e não conseguem prender o culpado, os policiais de verdade não estão nada contentes com a situação, que apenas denigre sua imagem. Liderando as buscas pelo maníaco está o detetive Frank McCrae, veterano da força que usa toda sua experiência para desvendar a situação, inclusive contatos na mídia. McCrae é vivido pelo lendário Tom Atkins, favorito dos fãs de filmes do tipo da década de 80, tendo protagonizado verdadeiras pérolas cult como Fog – A Bruma Assassina (1980), Halloween 3 – A Noite das Bruxas (1982) e Noite de Arrepios (1986).
Tom Atkins força o sorriso como McCrae na cena mais engraçada de ‘Maniac Cop’.
Em paralelo temos a história de Jack Forrest, policial se comportando de forma suspeita, trazendo a desconfiança inclusive de sua própria esposa Ellen de que de fato ele seja o tal policial maníaco que vem agindo pela cidade. O início do longa propõe esta dúvida no espectador, de quem está por trás dos assassinatos, e Jack é apresentado como possível candidato. Porém, com o icônico Bruce Campbell (Evil Dead) interpretando o personagem, logo descobrimos que seu comportamento errático está relacionado a um caso extraconjugal com a colega de trabalho, a policial loira Theresa Mallory, papel da bela Laurene Landon. Os amantes irão unir forças para, ao lado de McCrae chegarem ao desfecho desta trama.
A verdadeira identidade do policial maníaco é Matt Cordell, agente da lei incorruptível que de forma certeira no melhor estilo ‘Dirty’ Harry Callahan fazia seu trabalho custasse o que fosse. Traído por seus superiores, Cordell termina preso de forma irônica justamente pelo uso excessivo da violência. Na mesma prisão de muitos dos criminosos que colocou lá, ele sofre uma emboscada e aparentemente é assassinado no local. Ressurgindo das cinzas, ele agora se vinga da cidade em si, do cidadão comum e todos que se colocam em seu caminho – como uma máquina de matar cuja motivação constantemente escorrega para o terreno do slasher, dando ênfase ao modus operandi de “monstros silenciosos” como Michael Myers e Jason, que simplesmente matam a troco de nada. Com Cordell existe um backstory, e um forte subtexto. Cordell ficou imortalizado nas formas do grandalhão Robert Z’Dar – o que torna difícil qualquer outra escalação para o papel na vindoura reimaginação.
Dura na queda. A bela Laurene Landon encara o ‘Maniac Cop’ como a policial Mallory.
Um dos momentos mais interessantes de Maniac Cop, porém, e que pode vir a ser explorado de forma mais bem trabalhada e minuciosa por um cineasta do nível de Refn, diz respeito à reação dos moradores da cidade sobre ter um policial cometendo assassinatos a esmo na metrópole aonde vivem. Em determinada cena, uma mulher é parada por um guarda em seu carro em plena luz do dia, numa rua bem vazia. Pensando que irá se tornar mais uma vítima do “maniac cop”, uma vez que está sendo noticiado em tudo quanto é canto o número cada vez mais frequentes de ataques do psicopata, a tal mulher saca sua própria arma de fogo e dispara contra o oficial que a aborda na janela do veículo sem dar tempo para que ele invista contra ela, o matando. Neste caso não era o maniac cop, e sim um policial verdadeiro qualquer. O trecho ainda abre espaço para a discussão sobre o armamento da população, realizando uma crítica muito pertinente apenas com o desenrolar da situação.
Na cena seguinte, o Comissário de polícia, papel muito bem escalado de Richard Roundtree, o primeiro e eterno Shaft, diz em um diálogo que os homens da lei agora têm mais um motivo para temer por suas vidas, como se já não tivessem suficientes. A afirmação é a forma do roteiro olhar o outro lado desta moeda, onde bons profissionais acabam sempre pagando pelos ruins. Um forte paralelo com a vida real e o que ocorre inclusive atualmente em todos os casos citados no início deste texto.
O canastrão Bruce Campbell é o policial infiel Jack Forrest, outro que se verá alvo da fúria do ‘Maniac Cop’.
Maniac Cop foi lançado em 13 de maio de 1988 e, é claro, não escapou da polêmica. Ter um psicopata em um filme de terror, tratado como o monstro da vez (e novo Jason), que na realidade é um policial uniformizado, é um tópico simplesmente inflamatório demais. Mesmo que a abordagem dos realizadores para vender a obra tenha sido meramente de um aspecto de entretenimento, Maniac Cop possui sim suas entrelinhas e cenas questionadoras de como seria se algo assim realmente acontecesse. Tanto que alguns países, como a Turquia, a palavra Cop (Policial) do título foi trocada a fim que não manchasse a reputação da instituição local.
No auge da era das videolocadoras – ou para os mais novos, a Netflix do passado -, Maniac Cop mesmo sem ter se tornado sucesso de público nos cinemas, redescobriu sua audiência ao ser lançado em VHS para ser assistido em casa. Justamente esta aura cult rendeu ao longa duas sequências, lançadas em 1990 e 1992, mas isso é assunto para um próximo texto.
O tema de Maniac Cop é fervoroso por si só, e se mostra um prato cheio para um diretor que adora incomodar, como Nicolas Winding Refn. Isso, sem esquecer o valor de entretenimento, e claro uma estética primorosa.
Agora, dez anos após ser anunciada no Festival de Cannes, o diretor Nicolas Winding Refn anunciou que se trata do seu próximo longa-metragem, e que será produzido em uma colaboração entre MUBI e Goodfellas.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, o roteirista Zak Penn revelou que originalmente o filme ‘X-Men 2‘ adaptaria o arco da Fênix, ao invés de ‘X-Men: O Confronto Final‘.
“Eu acabei conseguindo o trabalho em X-Men 2 porque originalmente iria contar a história da Fênix.” Penn disse que convenceu o diretor Bryan Singer que não era o momento certo para o arco. “Eu disse… ‘Você construiu esse universo, e deve estabelecê-lo antes de desenvolver a Fênix.”
Penn acrescenta: “Era muito cedo para contar a história da Fênix. Eu diria que essa foi a maior contribuição que eu fiz… colocando-o em outra direção. Há várias cenas que eu escrevi que ainda estão lá.”
Recentemente, a nova adaptação do arco da Fênix, que será adaptada no filme ‘X-Men: Fênix Negra‘ foi adiada para 2019. Segundo boatos, a Fox ordenou filmagens adicionais depois do resultado dos testes de exibição.
O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
A Netflix divulgou que irá lançar os episódios da 4ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race All Stars‘ semanalmente na plataforma brasileira, um dia após a exibição nos EUA.
Além disso, o especial de natal do reality já está disponível!
As Queens que retornarão para a próxima temporada são: Monét X Change, Latrice Royale, Trinity Taylor, Farrah Moan, Valentina, Monique Heart, Jasmine Masters, Naomi Smalls, Gia Gunn e Manila Luzon.
Confira as belíssimas imagens promocionais:
Sobre a nova temporada, RuPaul prometeu que “vai chocar os fãs, apesar de não achar que eles ficarão tão desapontados quanto em All Stars 3. Sempre tentamos fazer algo novo e interessante, e algumas vezes não sai como você espera. Eu amo a Trixie [Mattel]. Ela é uma superstar de verdade, mas eu não esperava que as outras garotas fossem tão vingativas com a Shangela.”
‘All Stars 4‘ vai estrear no dia 14 de dezembro no canal VH1.
O último episódio de ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing) foi exibido e, embora tenha dado conclusão para alguns de seus personagens, deixou em aberto questões que seriam desenvolvidas na segunda temporada.
Uma dessas pontas soltas é destaque na cena pós-créditos, com a introdução do Homem Florônico.
Confira:
Criada por Gary Dauberman e Mark Verheiden, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.
Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.
O elenco conta com Crystal Reed, Virginia Madsen, Andy Bean, Derek Mears, Henderson Wade, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.
Infelizmente, a série foi cancelada depois de apenas um episódio exibido.
O longa foi dirigido por Keola Racela, com roteiro de Matt Black e Laurence Vannicelli.
Quando um grupo de jovens ingênuos trabalhando em um cinema descobrem um filme misterioso escondido no porão, eles libertam uma súcubo que está disposta a lhes dar uma aula de sexo… escrita em sangue.
O elenco conta com Evan Daves, Larry Saperstein, Jillian Mueller, Glenn Stott, Robert Tann, Bill Phillips, Katelyn Pearce e Peter Reznikoff.
O longa será lançado direto em VOD no dia 8 de maio.
De acordo com o Bloody Disgusting, o slasher polonês ‘Sem Conexão‘ (Nobody Sleeps in the Woods Tonight) ganhará sequência.
A Netflix lançará a continuação em outubro, como parte de sua programação especial de Halloween.
Bartosz M. Kowalski retorna à direção, além de também ser responsável pelo roteiro ao lado de Mirella Zaradkiewicz.
Na trama…
“Adaś é um jovem, solitário e infeliz policial em uma pequena vila em Podlasie. Ignorado por seus colegas de trabalho e pela linda Wanessa, o garoto tímido está buscando pelo seu lugar no mundo. Nessa sequência, nós também iremos descobrir mais sobre o destino de Zosia, que mostrará uma nova faceta completamente surpreendente.”
Julia Wieniawa retorna para a sequência. O elenco ainda conta com Mateusz Więcławek, Zofia Wichłacz, Andrzej Grabowski, Wojciech Mecwaldowski, Izabela Dąbrowska, Sebastian Stankiewicz e Robert Wabich star.
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.
Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada na saga de livros ‘The Highway‘, de C.J. Box.
Uma equipa de detectives privados junta-se a um ex-polícia para resolver um caso de rapto em Montana.
O elenco conta com Katheryn Winnick, Kylie Bunbury, Brian Geraghty, Dedee Pfeiffer, Omar Metwally, Anja Savcic, Janina Gavankar e Logan Marshall-Green.
A duração de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ finalmente foi revelada! De acordo com o Collider, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.
Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de março.
Relembre o trailer:
Donnie Yen as Caine in John Wick: Chapter 4. Photo Credit: Murray Close
Keanu Reeves as John Wick in John Wick 4. Photo Credit: Murray Close
O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.
A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
A Warner Bros. divulgar o trailer dublado de ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio de 2024.
Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa. Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke.
O filme tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.
A sequência ‘Sorria 2‘, estrelada pela Naomi Scott (‘Aladdin’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistida por maiores de idade.
O terror foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, conteúdo violento, imagens sinistras, linguagem e uso de drogas”.
O novo filme seguirá uma popstar global, Skye Riley, que começa a vivenciar eventos cada vez mais aterrorizantes e inexplicáveis. Sobrecarregada pelos horrores crescentes e pelas pressões da fama, Skye é forçada a encarar seu passado sombrio para retomar o controle de sua vida antes que ela saia do controle.
O novo filme será consideravelmente mais longo do que o terror original (1h55m), com 2 horas e 12 minutos de duração (2h1min + créditos).
Na trama…
Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.
Parker Finn retorna à direção.
Kyle Gallner é o único que reprisa o papel do primeiro filme. O elenco ainda contará com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).
O Hulu divulgou um clipe inédito do longa animado ‘Predador: Assassino de Assassinos‘ (Predator: Killer of Killers), destacando o confronto sangrento entre a criatura titular e um grupo de vikings.
A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.
O filme animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.
Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.
A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.
De acordo com o Deadline, Matt Dillon (‘Wayward Pines’) será o protagonista de ‘Sete Homens e Um Destino‘ (The Magnificent Seven), nova série da MGM+ baseada no filme clássico dos anos 60.
O ator interpretará Chris Adams, que se torna o líder de sete pistoleiros determinados a proteger um grupo de aldeões inocentes de um implacável latifundiário obcecado em roubar suas terras. Estoico, firme sob pressão e com um olhar inabalável que fala por si só, Chris não tem paciência para hipocrisia ou crueldade e se mantém fiel a um código moral discreto, baseado na justiça e na moderação.
O papel foi interpretado por Yul Brynner no longa original.
Tim Kring (‘Heroes’) será responsável pela adaptação.
A nova versão se passará na tumultuada fronteira americana da década de 1880.
“Tim Kring é um mestre em contar histórias,” declarou Michael Wright, chefe do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que transmite a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da união contra a opressão e heróis imperfeitos que encontram a redenção ao ajudar aqueles que não podem se ajudar.”
O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.
Um remake de ‘Sete Homens e Um Destino‘, estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt, foi lançado em 2016, mas falhou em causar uma impressão duradoura nos críticos e no público.
Hilary Swank é a mais nova estrela a entrar para o elenco da minissérie ‘Trust’, do cineasta Danny Boyle para o canal FX.
A atriz interpretará Gail Getty, a mãe do jovem milionário sequestrado que está desesperada para recuperar seu filho. Apesar da grande fortuna existente na família de seu ex-marido, seu conturbado divórcio acaba forçando-a pagar pelo resgate do rapaz, embora não tenha nenhum recurso para isso.
Na trama, consagrado ator Donald Sutherland viverá seu sogro, o magnata J. Paul Getty.
O novo projeto vai relatar a história de John Paul Getty III, que foi sequestrado, mas teve seu resgate negado pelo próprio avô, o magnata J. Paul Getty.
A primeira temporada de ‘Trust’ terá 10 episódios, que se passarão em 1973, quando o jovem Getty foi sequestrado em Roma. De acordo com a Variety, a série abordará o tumultuado sequestro, os horrores enfrentados pelo herdeiro e o abandono por parte do pai, viciado em heroína, e do avô, que não acreditou em toda a situação e pensou que tudo não passava de um trote do próprio neto para conseguir mais dinheiro.
Além de dirigir, Danny Boyle assume como produtor executivo de ‘Trust’, ao lado de Christian Colson e Simon Beaufoy, que também assina o roteiro da série.
A nova produção de Clint Eastwood, ‘15h17: Trem Para Paris‘, já chegou aos cinemas, mas sua receptividade não está tão positiva entre a crítica especializada.
Conquistando apenas 25% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção está sendo criticada pela excessiva carga dramática e por ser até mesmo tediosa em alguns momentos.
Confiras as principais avaliações:
“Apesar das boas intenções, o filme não consegue suprir a empolgação de tirar o fôlego que a história real promete”. – Rex Reed, New York Observer
“‘15h17: Trem Para Paris‘ sofre de uma excessiva carga dramática e seu efeito geral é abafado e até mesmo enfadonho demais para gerar algum impacto”. – Anthony Lane, New Yorker
“Um trabalho perfeito na filmografia de Eastwood“. – John Semley, Globe and Mail
“‘15h17: Trem Para Paris‘ mostra que o diretor de 87 anos ainda é capaz de nos surpreender”. – Ben Sachs, Chicago Reader
“Eles são todos belos, mas são atores horrorosos. Esse desconexo é impossível de esquecer enquanto assistimos o filme e é realmente desconfortável”. – Josephine Livingstone, The New Republic
“A cena de ação no trem é realmente memorável e Eastwood filme com um imediatismo no estilo de um documentário, mas tudo aquilo que norteia a produção – especialmente o roteiro e as atuações – não condiz com que essa história real tão emocionante ou até mesmo com a audiência”. – Katie Walsh, Tribune News Service
Baseado no livro homônimo, o filme acompanhará a história de Anthony Sadler, Alek Skarlatos e Spencer Stone, três amigos que impediram os planos terroristas de Ayoub El-Khazzani, membro do ISIS que tinha o objetivo de matar mais de 500 pessoas dentro de um trem.
Jenna Fischer (‘The Office’) e Judy Greer (‘Homem-Formiga’) estão no elenco. A produção fica por conta de Bruce Berman, que trabalhou com o cineasta em ‘Sobre Meninos e Lobos’ (2003), ‘Gran Torino’ (2008) e ‘Sully – O Herói do Rio Hudson’ (2016).
Uma das participações mais divertidas de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ foi, certamente, a do herói Capitão América.
E novas artes conceituais recém divulgadas pelo artista da Marvel, Peter Mitchell Rubin, revelam que o envolvimento de Chris Evans e seu personagem poderia ter sido um pouco diferente ou até mesmo maior.
No material compartilhado, o herói americano teria a sua própria estátua em uma praça pública, como uma homenagem aos seus serviços prestados durante a Segunda Guerra Mundial. A referência ainda remete ao primeiro filme do personagem, ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘.
Além desta, outras artes foram divulgadas, detalhando aspectos da construção conceitual do longa.
O universo compartilhado da DC, intitulado DCEU, tem sido alvo de controvérsias ao longo dos anos, em virtude do fracasso de alguns de seus filmes, como ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Liga da Justiça‘. Este último ainda foi duramente criticado por querer acelerar a apresentação dos personagens e por trabalhar de maneira efêmera sua dinâmica relacional, a fim de seguir os mesmos moldes da Marvel.
E após lançar novos filmes que consolidaram o seu sucesso a partir de narrativas mais orgânicas e distintas entre si, como é o caso de ‘Shazam!‘ (embora tenha referências a ‘Batman V. Superman‘), ‘Mulher-Maravilha‘ e ‘Aquaman‘, a Warner/DC parece querer trazer ‘The Batman‘ para dentro do cânone do DCEU.
Segundo o portal We Git This Covered, fontes internas secretas afirmaram que a Warner estaria insistindo na inclusão da trama de ‘The Batman‘ dentro do universo compartilhado, para que ele possa ter um papel ainda maior na franquia. Os informantes são os mesmos que revelaram que J.J. Abrams havia recebido um convite para dirigir um filme do ‘Lanterna Verda‘ e/ou do ‘Superman‘, informações que posteriormente foram confirmadas.
Em se tratando do conflito, o diretor Matt Reeves ainda estaria “lutando” para manter o longa fora do DCEU, para que ele seja uma produção independente e não precise fazer conexões com as produções passadas.
É importante ressaltar que as informações não foram confirmadas pela a Warner Bros., portanto trate tudo como especulação.
‘The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Recentemente, um áudio dos bastidores das gravações de ‘Missão Impossível 7‘ passou a circular na internet, trazendo o astro Tom Cruise profundamente revoltado com a equipe de trabalho do longa, em virtude da quebra dos protocolos de segurança contra o Covid-19.
E o aclamado ator e diretor George Clooney comentou sobre o assunto, ao ser questionado pelo radialista Howard Stern em seu programa de rádio. Na ocasião, o cineasta por trás de ‘O Céu da Meia-Noite‘ demonstrou seu apoio a Cruise, mas ponderou sobre a forma como ele lidou com a situação, afirmando que não reagiria de forma “tão grande assim”.
“Ele não exagerou porque isso é um problema. Eu tenho amigos que estão trabalhando em outra série de TV que passou por uma situação quase igual a essa. Eu não teria reagido de forma tão grande. Eu não teria tirado as pessoas de lá. Você está em uma posição de poder e é complicado, entende? Você tem responsabilidade por todos os outros e ele está absolutamente certo sobre isso. E, você sabe, se a produção afundar, muitas pessoas perderão seus empregos. As pessoas precisam entender isso e ser responsáveis. Mas não é meu estilo levar todo mundo para esse objetivo dessa maneira. Eu entendo porque ele fez isso. Ele não está errado. Sabe, eu só não sei se eu teria feito isso pessoalmente, mas eu não sei todas as circunstâncias, então talvez ele tenha feito isso 10 ou 15 vezes antes de chegar a esse ponto”.
Ouça abaixo:
Geeente, momentos fortes de tensão no set de gravação de #MissaoImpossivel7.#TomCruise não poupou palavras para expressar sua revolta ao ver os protocolos da COVID-19 serem violados durante as gravações. 😲😲 pic.twitter.com/mzxzlcyiGk
A expectativa é de que a produção da sequência seja finalizada até maio de 2021. Hayley Atwell, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Angela Bassett e outros completam o elenco.
Anteriormente previsto para julho de 2021, ‘Missão Impossível 7’ chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021.
Enquanto isso, ‘Missão Impossível 8’ será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original.
As aguardadas sequências de ‘Avatar‘ apresentarão um contraste entre dois mundos e segundo o cineasta James Cameron, os fãs podem esperar algumas cenas se passando no planeta Terra.
A informação foi compartilhada durante uma recente entrevista à revista Variety. Na ocasião, o diretor fez uma referência ao aclamado remake de ‘Duna‘, pontuando que ‘Avatar‘ seguirá uma premissa semelhante:
“Assim como Duna se passa ao redor de alguns mundos, as sequências de Avatar se passarão entre dois mundos, pois parte da trama será na Terra, à medida em que a história evolui”.
Recentemente, foram divulgadas novas imagens promocionais da sequência.
Confira abaixo:
Em entrevista à Total Film, o produtor Jon Landau explicou por que a sequência está demorando tanto: eles tiraram tempo para escreverem os roteiros até ‘Avatar 5‘.
“Os roteiros são o projeto com o qual trabalhamos. Então, grande parte do nosso tempo foi escrevendo… com o desafio de cada um desses quatro roteiros ter de se resolver individualmente em uma história que termina com uma grande resolução emocional – mas quando você olha para eles como um todo, o arco de história de todos os quatro filmes cria uma saga épica ainda maior.”, ele afirmou.
‘Avatar 2‘ terá Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) como pais e será ambientado vários anos após o primeiro filme.
Na trama, a vida idílica dos Sullys é interrompida quando a operação de mineração RDA retorna a Pandora, forçando Jake a levar a família para “o que é visto como um porto seguro” no recife.
“E quando você chega ao recife, haverá um clã que chamamos de Metkayina. Os Sullys não estão mais no ambiente que eles conhecem, a floresta tropical. Eles se tornam peixes fora d’água. Eles se tornam peixes fora d’água culturalmente e ambientalmente”, ele concluiu.
‘Avatar 2‘ foi confirmado para 16 de dezembro de 2022. Vale lembrar que esta é a sétima vez que a sequência é adiada.
Vinte e três anos após trocarem de corpos (e de vidas) na comédia ‘Sexta-Feira Muito Louca‘ (Freaky Friday, 2003), Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis retornam aos cinemas em ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda‘, sequência que já estreia com força total nos Estados Unidos — e promete repetir o sucesso do original.
O novo filme arrecadou US$ 3,1 milhões em pré-estreias, incluindo sessões antecipadas realizadas na última quarta-feira. O número coloca o longa no mesmo patamar (ou até acima) de lançamentos recentes como ‘Elvis‘ (US$ 3,5 milhões), ‘Meninas Malvadas‘ (2024 – US$ 3,3 milhões) e ‘Cidade Perdida‘ (US$ 2,5 milhões) — todos filmes que abriram entre US$ 28 e US$ 31 milhões em seus fins de semana de estreia nos EUA.
Com 94% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, o longa é a primeira grande estreia em semanas voltada especificamente para o público feminino e deve se beneficiar do forte apelo nostálgico — especialmente entre os jovens adultos que cresceram assistindo ao clássico da Disney dos anos 2000.
Além disso, o filme terá sessões em centenas de salas premium nos EUA, incluindo formatos como Dolby Cinema, reforçando a expectativa de uma performance sólida nas bilheterias.
Com um orçamento modesto de US$ 42 milhões, a nova trama acompanha Tess (Curtis) e Anna (Lohan) em uma nova confusão sobrenatural. Agora, em um twist multigeracional, mãe e filha trocam de corpos com, respectivamente, a filha e a futura enteada de Anna, dando início a mais uma série de situações caóticas, hilárias e emocionantes.
Baseado no livro de Mary Rodgers, ‘Uma Sexta-Feira Muito Louca‘ teve sua primeira adaptação nos cinemas em 1976, estrelada por Jodie Foster, sob o título ‘Se Eu Fosse a Minha Mãe‘. Mas foi o remake de 2003, com Lohan e Curtis, que se tornou um marco da cultura POP dos anos 2000 — e voltou recentemente a figurar entre os filmes mais assistidos no Disney+, mesmo duas décadas depois de sua estreia.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.
Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.
Como todos sabem, o astro de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, Armie Hammer, quase interpretou o Batman no início dos anos 2000 em um filme da ‘Liga da Justiça’ que seria dirigido por George Miller.
Acontece que o filme foi cancelado e Hammer revelou que conseguiu “roubar” o roteiro original para guardar de lembrança:
“Foi muito incrível, nós estávamos na Austrália por cerca de um mês gravando algumas cenas e ensaiando com o uniforme, todos os personagens em seus uniformes, e então recebemos uma ligação dos produtores dizendo que deveríamos devolver todo material, os roteiros, as notas, levar tudo e ficamos ‘Ok, tudo bem’. Eles tinham caixas enormes e mandavam a gente jogar tudo dentro. Tirei um CD do meu computador e escondi no meu bolso de trás, entreguei tudo e basicamente consegui roubar um roteiro para provar que realmente estive lá, mesmo que hoje haja algumas fotos de nós com os uniformes”
Ainda segundo o ator, havia uma épica cena de luta entre a Mulher-Maravilha (Megan Gale) e o Superman (DJ Cotrona) que iria destruir muitas cidades e contaria com muitas mortes de civis. Será que iria funcionar?
O projeto de George Miller foi cancelado e até hoje os fãs anseiam para ver essa versão da ‘Liga da Justiça’.
Segundo o Deadline, a série de história em quadrinhos ‘Nightbreed’, conhecida no Brasil como ‘Raça das Trevas’, vai virar uma série de TV em breve.
Ainda de acordo com o site, o canal Syfy é quem está por trás da adaptação, que contará com o roteiristas Josh Stolberg (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) e produção de Morgan Creek Entertainment e da Universal Cable Prods.
A trama gira em torno de Aaron Boone, um jovem atormentado por pesadelos terríveis sobre um mundo habitado por monstros em um lugar chamado Midian. Certo dia seu psiquiatra, acusa-o de ser o autor de uma série de assassinatos terríveis que casam com as descrições de seus sonhos, acontece que Midian é real, e ele acaba descobrindo o lugar e seus monstros.
O Oscar já é neste domingo e temos muitos indicados que vieram ou já estão disponíveis das plataformas streaming. Pensando nisso, selecionamos 10 indicados para você conferir neste fim de semana antes (ou durante) da premiação. Confira!
Netflix:
A Voz Suprema do Blues
Baseado em uma peça teatral, esse filme conta a história de um trompetista (Chadwick Boseman) da lendária Ma Rainey (Viola Davis), que sonha em voar cada vez mais alto, se consolidando como um dos grandes músicos dos anos 1920. É um drama cheio de tensão.
Destacamento Blood
Dirigido por Spike Lee e também com Chadwick Boseman no elenco, esse longa fala sobre um grupo de soldados da Guerra do Vietnam que retorna ao sudeste asiático para reaver um tesouro escondido e recuperar os restos mortais de seu falecido comandante. O landa é extremamente impactante e dá uma visão dos soldados negros dos EUA sobre a guerra.
Os 7 de Chicago
Baseado numa história real, esse filme traz o polêmico julgamento de um grupo de manifestantes que participaram dos protestos em Chicago, criticando a Guerra do Vietnam. Eles precisam responder as acusações do governo de que eles estariam incitando a violência e promovendo conspirações contra os EUA. Um drama biográfico incrível e com um elenco de peso.
Mank
Dirigido por David Fincher, Mank é uma história ambientada nos bastidores de Cidadão Kane, que acompanha a vida repleta de problemas de Mank, o roteirista do longa. Ele precisa lidar com o alcoolismo e com a personalidade forte de Orson Welles para roteirizar um dos maiores filmes de todos os tempos.
Amazon Prime Video:
O Som do Silêncio
Com uma atuação brilhante de Riz Ahmed, esse drama angustiante mostra a vida de um baterista apaixonado pela música que perde a audição e precisa aprender a viver sem escutar, ou pelo menos tentar se aceitar desse jeito.
Estados Unidos Vs Billie Holiday
Baseado no livro Chasing the Scream, esse drama traz o sucesso da lenda do Jazz Billie Holiday (Andra Day) em seu auge. Porém, o racismo estrutural americano tenta acabar com ela quando o Departamento Federal de Narcóticos abre um caso para tentar associá-la a um caso antigo de tráfico.
Borat: Fita de Cinema Seguinte
Gravado sem chamar muita atenção, a sequência do fenômeno criado por Sacha Baron Cohen tira sarro da sociedade e da política americana (e mundial) ao tentar oferecer sua filha (Maria Bakalova) para ser noiva do vice-presidente dos EUA, Mike Pence.
Disney+:
Soul
Sucesso de crítica, Soul é uma animação da Pixar sobre um professor de jazz frustrado que sonha em ser um músico de sucesso. No entanto, quando ele consegue essa chance, acaba sofrendo um acidente e vai para o mundo dos mortos. Agora como alma, ele precisa encontrar um jeito de voltar para o seu corpo e tocar na apresentação.
Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica
Um dos poucos filmes da lista a ser lançado nos cinemas antes da pandemia, Dois Irmãos é uma aventura animada sobre irmãos que precisam viajar por um mundo mágico baseado nas rodas de RPG para conseguirem ver o falecido pai por uma última vez. Os protagonistas são vividos por Tom Holland e Chris Pratt.
Apple TV+:
Wolfwalkers
Baseado no folclore irlandês, essa animação 2D é uma fantasia sobre Robyn Goodfellowe, uma aprendiz de caçadora que precisa acabar com os lobos. Porém, ela encontra e faz amizade com um menino que tem a capacidade de se transformar em lobo.
Você é o tipo de pessoa que a-do-ra um filme de ação, com um bocado de pancadaria e cenas meio mirabolantes que elevam o nível de adrenalina? Então não perca mais tempo e corra assistir a ‘Xtremo’, lançamento da Netflix que não sai da lista dos mais assistidos da plataforma.
Tudo começa com Lucero (Óscar Jaenada), que está de volta à Barcelona e quer tomar conta dos negócios escusos do pai. Para isso, ele inicia uma enorme matança aos inimigos, o que acua seu irmão postiço, Max (Teo García), e sua irmã María (Andrea Duro), que são obrigados a se esconder. Dois anos se passam e agora Max e María estão prontos para executar seu plano de vingança contra Lucero e retomar o controle dos negócios, mas estranhamente seus caminhos se cruzam com Leo (Óscar Casas), um jovem traficante de drogas.
Se formos ser bem sinceros, a história de ‘Xtremo’ é beeeem fraquinha. Não só fraca, mas calcada no clichê, com direito a inimigos russos e briga entre irmãos pela herança do pai. Até aí, tudo bem, afinal, ninguém (ou quase ninguém) busca um filme de ação pela história, portanto, a ideia original do protagonista Teo García, roteirizada por Ivan Ledesma e Genaro Rodriguez, enquanto enredo dramatizado deixa a desejar.
Mas como o que importa mesmo em um filme de ação é justamente a ação propriamente dita, ‘Xtremo’ traz isso aos montes. As cenas de luta são extremamente coreografadas, com direito a certa poesia na fotografia – com fundos esfumaçados, palco, luzes para dar clima, etc. Teo García bate pra valer nos seus adversários e não mede esforços para entreter o espectador, nem que para isso seja necessária uma luta com ferramentas de uma oficina de carros, com direito a matar um inimigo usando um parafuso da parede! Tem como não se divertir com uma cena assim?
Para rechear o enredo de seu filme o diretor Daniel Benmayor faz uso de diversos elementos para prestar homenagem àqueles que trilharam o caminho dos filmes de ação ao longo dos anos, e não esconde isso em sua produção. Assim, é facilmente identificável – seja porque os próprios personagens mencionam isso, seja pela inserção de objetos em cena – as referências utilizadas no longa, como as artes marciais japonesas (com o tatame de luta, a katana e o estilo estético do antagonista Lucero), a semelhança física dos atores com algumas referências do gênero (Luis Zahera, o Urquiza, tem um estilo bem Steven Seagal, e o herói Max, meio estilo Wolverine) e as referências diretas a Bruce Lee, Chuck Norris e companhia.
Em suma, ‘Xtremo’ é um ótimo filme de ação com tudo que os fãs do gênero querem encontrar: lutas convincentes, pouco uso de armas, homens brucutus desprovidos de emoções, um protagonista gente-como-a-gente com quem podemos nos relacionar e até mesmo um vilão divertido que ri da cara do perigo. Puro entretenimento!
Os primeiros cartazes de ‘Angry Birds 2’ finalmente foram divulgados. Eles mostram os personagens totalmente congelados indicando que a aventura se passará no frio.
Confira com o trailer:
A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard (Bill Hader), comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.
O filme também estrela Jason Sudeikis, Josh Gad, Danny McBride, Peter Dinklage e Brooklynn Price. Leslie Jones, Rachel Bloom, Sterling K. Brown, Eugenio Derbez, Dove Cameron e Nicki Minaj entram para o elenco da continuação.
O filme estreia por aqui no dia 3 de Outubro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece no dia 20 de setembro.
Os ingressos inteiros variam entre 290 e 520 reais. Os fãs também poderão ter a chance de adquirir o Meet & Greet + Polaroid Experience, onde terão a oportunidade de tirar uma foto com a cantora, bem como ganhar um pôster autografado, uma camiseta do merchandising oficial e uma ecobag personalizada.
Para mais informações sobre o encontro, acesse aqui. Para adquirir os ingressos, acesse o site da Ingresso.com.
Azalea já veio para o Brasil em dezembro do ano passado, mas se apresentou apenas no Rio de Janeiro. Esta será a segunda vez que virá para cá, e a primeira que se apresentará em São Paulo.
Para aqueles preocupados com os efeitos visuais de ‘O Esquadrão Suicida’, não há motivo para se preocupar: de acordo com o diretor James Gunn, o elenco terá figurinos bastante práticos em vez de serem vestidos pelo time de CGI.
Além disso, Gunn também anunciou em seu Instagram que o filme terá mais efeitos práticos que os seus filmes anteriores combinados – incluindo as duas iterações de ‘Guardiões da Galáxia’. Além disso, ele confirmou que Arlequina terá um traje diferente de tudo que já vimos.
Confira:
Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida’ terá o retorno de Margot Robbie (Arlequina),Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).
Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.
O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.
A série ‘Once Upon a Time’ encantou fãs durante sete temporadas, ao oferecer uma perspectiva bastante diferente dos clássicos contos de fada.
Agora, dois anos depois da exibição do último episódio, a produção ganhou um vídeo fanmade que a transformou em um musical.
Confira:
A série original foi criada por Adam Horowitz e Edward Kitsis, e foi exibida pela ABC entre 2011 e 2018.
Nas primeiras seis iterações, a série se passa na cidade fictícia de Storybrooke, no Maine, cujos moradores são todos personagens de contos de fadas que foram transportados da Floresta Encantada para o “mundo real” através de uma poderosa maldição lançada pela Rainha Má. Para o sétimo ano, a produção ganhou um leve reboot e foi ambientada em Hyperion Heights, em Washington.
O extenso elenco foi formado por Ginnifer Goodwin, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Josh Dallas, Jared S. Gilmore, Colin O’Donoghue, Robert Carlyle, Emilie de Ravin, Rebecca Mader, Sean Maguire, Andrew J. West, Dania Ramirez, Gabrielle Anwar, Alison Fernandez, Mekia Cox e muitos outros.
Billie Eilish fez um estrondo gigantesco com o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, levando para casa diversos prêmios – incluindo a estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards. Entretanto, sua carreira parece ter dado uma esfriada com singles soltos e uma música-tema para a franquia ‘007’ (que, de longe, não chega perto de suas melhores produções) – ao menos até agora. É claro que a cantora e compositora recebeu aclame com a animação “my future”, mas ainda assim sentíamos falta de sua pungência imediatista, digna de construções como “bad guy” e “all the good girls go to hell”.
Felizmente, Billie anunciou que divulgaria um novo single, talvez um aperitivo de seu próximo álbum – e ele tomou forma no dia de hoje (12) sob o título de “Therefore I Am”. Acompanhado de um videoclipe caseiro dirigido pela própria artista, a faixa foi novamente supervisionada pelas habilidosas mãos de Finneas O’Connell e serviu como uma continuação da canção que a colocou no topo do mundo – um pop noir pincelado com incursões de hip-hop que a põe no centro de um shopping vazio entrando em quiosques e lojas para roubar algumas guloseimas.
Se Eilish nos ensinou alguma coisa quando deu as caras no bizarro e evocativo clipe de “bad guy”, é que nada do que ela faz pode ser premeditado – seja para o bem, seja para o mal. A estética Dogma-95 que se apodera do breve curta-metragem serve apenas de uma imperativa sustentação para uma envolvente e narcótica arquitetura sonora que se vale de potentes sintetizadores mascarados por um abafamento proposital e alguns flertes com o PC music que retomam as investidas criativas do início dos anos 2010. A progressão, por mais que seja familiar com seu compilado de inéditas supracitada, é prática e segue uma delineação convicta, sólida o suficiente em uma trajetória crítica que fala sobre a egolatria exacerbada de um interlocutor sem noção.
A prevalência da impecável delineação entra como cartada final, como um ultimato que nos comove pelo saudosismo. Abrindo a nova década através de uma análise cartesiana diabolicamente ácida sobre o conflito entre o que é real ou não, os pré-refrões se amalgamam com fluidez aplaudível e, apesar de alguns obstáculos nos quais tropeça, usa técnicas de robotização e de autotune que transformam a rendição da artista em uma declaração sobre-humana.
Com exceção de certas repetições desnecessárias e um brevíssimo bridge que poderia ter sido melhor elaborado, “Therefore I Am” é o comeback de Billie Eilish do qual precisávamos – e um que apenas ela poderia nos entregar.
O midseason finale de ‘Riverdale’ foi ao ar no dia 31 de março e, agora, a 5ª temporada entrou em hiato para a infelicidade dos fãs.
Entretanto, a The CW já divulgou uma prévia do que podemos aguardar dos próximos capítulos, cujo retorno está marcado para 07 de julho.
Confira:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.
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