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Tubarão ataca no novo trailer BRUTAL do terror ‘Tubarão: Presas Humanas’; Confira!

O terror ‘Tubarão: Presas Humanas‘ (Shark Bait), que trará um grupo de jovens preso em um jetski quebrado em alto mar e cercado por tubarões, ganhou um novo trailer tenso.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de dezembro.

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

Remake de ‘A Noite do Cometa’ vai acontecer? Roteirista responde!

De acordo com o Slash Film, o remake de ‘A Noite do Cometa‘, terror clássico dos anos 80, ainda está em desenvolvimento.

Roxanne Benjamin será responsável pelo roteiro da nova versão.

“O remake ainda está em desenvolvimento. Não é a mesma versão que trabalhamos inicialmente, mas o projeto ainda está ativo. O remake passou por diversas mudanças, com o envolvimento de muitas pessoas diferentes,” declarou a roteirista.

Vale lembrar que o projeto está em desenvolvimento desde 2019. Em entrevista ao site, Benjamin esclarece a situação: “A produtora Orion Pictures parou de fazer seus próprios filmes. A divisão de produções originais fechou as portas. Isso foi há anos. O roteiro que eu escrevi fazia parte desse grupo, e agora está nesse limbo estranho onde pode nunca sair do papel. É uma questão de negócios.”

O longa original, escrito e dirigido por Thom Eberhardt, segue duas irmãs enfrentando zumbis canibais após um cometa destruir quase toda vida na Terra.

‘Wish: O Poder dos Desejos’ FRACASSA e estreia no TOP 3 nas bilheterias dos EUA

A animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, que promete ser uma celebração dos 100 anos da Disney, decepcionou em sua estreia nas bilheterias dos EUA.

O longa arrecadou apenas US$ 31.7 milhões durante o final de semana estendido no território norte-americano, sendo desbancado por ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ (US$42M) e ‘Napoleão‘ (US$32.5M).

O resultado ficou muito abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 40-45 milhões no país.

Além disso, o filme arrecadou apenas US$ 19.5 milhões no final de semana regular (três dias). Para termos de comparação, ‘Elementos‘ estreou com US$ 29.6 milhões no território norte-americano. Apesar de ter sido considerada um fracasso na época, a produção da Pixar surpreendeu com sua estabilidade e acumulou impressionantes US$ 154.4 milhões no país – somando sólidos US$ 495.8 milhões mundialmente.

A situação de ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, no entanto, é um pouco diferente. Além de contar com um orçamento de US$ 175-200 milhões, a animação dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa falha em sair da sombra das produções anteriores do estúdio, tornando-se apenas um festival de referências e comprometendo sua própria identidade.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Este filme é uma homenagem apropriada à Disney: Não apresenta nada novo, apenas celebra o gênero que o estúdio já construiu.” (Empire Magazine)

“Ariana DeBose canta alguns boas canções, mas essa alegada celebração dos 100 anos da Disney acaba decepcionando.” (The Messenger)

“‘Wish: O Poder dos Desejos’ é uma animação limitada que oferece diversas referências aos clássicos do estúdio – uma estratégia que apenas expõe quão únicas as animações do estúdio costumavam ser.” (Screen International)

“‘Wish: O Poder dos Desejos’ é uma decepção. O que deveria ser uma linda celebração ao passado da Disney, se torna uma caça sem graça por referências. O coração do filme está no lugar certo, mas as peças nunca se encaixam corretamente.” (Austin Chronicle)

“Este filme parece uma tentativa de voltar às origens do estúdio após uma década de produções desniveladas. Infelizmente, ‘Wish: O Poder dos Desejos’ acaba sofrendo com uma grave crise de identidade.” (Daily Telegraph UK)

“Uma incrível homenagem às clássicas animações musicais do passado.” (The Jam Report)

“O ponto mais negativo do filme é a sua própria história. A fundação da narrativa falha entre os conceitos de desejos e sonhos.” (Film Threat)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de janeiro de 2024.

Confira o trailer:

Ariana DeBose, Alan Tudyk e Chris Pine são as vozes no idioma original.

A trama acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Chris Buck (‘Frozen’) e Fawn Veerasunthorn (‘Moana’) entram como diretores.

Samara Weaving está toda ENSANGUENTADA no cartaz do terror ‘Azrael’; Confira!

O terror ‘Azrael‘, estrelado pela Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’), ganhou o primeiro cartaz.

Confira, com o trailer legendado, e siga o CinePOP no YouTube:

azrael art scaled

Evan Katz (‘A Maldição da Mansão Bly’) é responsável pela direção.

“Ambientada em um mundo onde ninguém consegue falar, a história segue uma comunidade de mulheres devotas que caçam jovens mulheres que escapam seu aprisionamento. Recapturada por suas cruéis líderes, Azrael (Weaving) deve ser sacrificada para pacificar um antigo mal nas profundezas da floresta circundante – mas ela tem outras ideias.”

O roteiro é assinado por Simon Barrett (‘Você é o Próximo’).

O longa foi adquirido pela IFC Films e Shudder, e estreará oficialmente no dia 27 de setembro.

Tony Todd improvisou suas últimas falas em ‘Premonição 6’: “Sua despedida do público”

Em entrevista ao Polygon, os diretores Zach Lipovsky e Adam B. Stein revelaram que o ator Tony Todd improvisou suas últimas falas na aclamada sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘.

Sabendo que este seria seu último filme da saga, os cineastas encorajaram o artista a falar diretamente com o público e se despedir.

Ele realmente queria estar neste filme. Ele estava doente quando começamos a desenvolver o projeto, e estávamos preocupados que ele não estaria bem o suficiente quando começássemos a filmar. Nós queríamos construir uma narrativa em torno dele, contar sua história de origem. Sabendo que este seria seu último filme da franquia, nós queríamos que ele pudesse se despedir do público.”

Eles completam, Perguntamos se ele queria deixar o roteiro de lado e falar com o coração, diretamente aos fãs, sobre a vida. E, na versão do final do filme, ele está falando com suas próprias palavras sobre o que ele pensa sobre a vida e a morte. Foi um momento muito significativo e emocionante. Suas últimas falas não estão no roteiro. O roteiro terminava com ele dizendo: ‘Estou me aposentando, e eu vou aproveitar o tempo que ainda tenho’, mas ele elevou completamente a cena ao dizer: ‘Toda vida é preciosa. Aproveitem o tempo que vocês ainda têm. Aproveitem cada segundo, porque vocês nunca sabem quando [irá acabar]‘.”

Sucesso nos cinemas, ‘Premonição 6‘ arrecadou sólidos US$ 102 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 51 milhões em seu primeiro final de semana. O valor representa a maior abertura da história da franquia no país, facilmente superando o lançamento de ‘Premonição 4‘ (US$27.4M).

Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

 

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

ASSUSTADOR! Novo teaser destaca os áudios sinistros de ‘Undertone’, novo TERROR da A24

A A24 divulgou um novo teaser do terror sobrenatural ‘Undertone‘, destacando os áudios sinistros do longa.

A trama segue a apresentadora de um podcast sobre o paranormal que se muda para a casa de sua mãe doente para cuidar dela. Quando recebe gravações de áudio de um jovem casal grávido vivenciando ruídos sobrenaturais, ela percebe que a história da mulher espelha a sua própria.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março.

Nina Kiri (‘The Handmaid’s Tale’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Kris Holden-RiedMichèle DuquetKeana Lyn BastidasJeff Yung.

Ian Tuason, que foi recentemente contratado para comandar o próximo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘, é responsável pela direção.

Após ‘Vingadores – Guerra Infinita’, irmãos Russo vão produzir a série ‘Quantum & Woody’

Os irmãos Anthony e Joe Russo, os diretores por trás de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, vão assumir um novo projeto adaptado do universo dos quadrinhos, dessa vez para a televisão.

A dupla vai assumir a direção do piloto da HQ ‘Quantum & Woody’, que terá uma abordagem menos séria, partindo para um tom mais cômico.

Os irmãos serão os produtores executivos da adaptação, ao lado dos editores da Valliant Entertainment.

Quantum e Woody’ acompanha dois irmãos adotivos, Eric e Woody Henderson, que após uma infância como melhores amigos, vivem a vida adulta distantes um do outro. Mas quando seu pai é assassinado, os dois se unem novamente para encontrar o assassino, o que os coloca em uma situação em que eles ganham poderes. No entanto, eles não são tão habilidosos em usá-los de forma positiva.

Ainda sem emissora, ‘Quantum e Woody’ será roteirizado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, segundo o site TheWrap. A dupla é responsável pelo roteiro de ‘Homem-Formiga e a Vespa’.

Criado por escritor Christopher Priest e pelo artista Mark Bright, ‘Quantum and Woody’ é parcialmente baseado na dinâmica entre os protagonistas vividos por Wesley Snipes e Woody Harrelson em ‘Homens Brancos Não Sabem Enterrar’. A série de quadrinhos foi produzida sob o selo da Valiant Comics, inicialmente durou 17 sete edições entre os anos de 1997 e 1998 e retornou para mais cinco exemplares entre 1999-2000.

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

 

Lindsay Lohan faz campanha para viver ‘Batgirl’ nos cinemas

A atriz Lindsay Lohan está determinada a ser tornar a próxima ‘Batgirl’ do universo DC.

Em sua conta oficial do Twitter, a atriz iniciou uma campanha para tentar chamar a atenção do diretor Joss Whedon.

Lohan convocou seus seguidores a retuitarem sua publicação para que ela chegue ao cineasta e o mobilize a considerá-la como a nova intérprete da personagem.

Confira:

E aí, o que vocês acham da atriz no papel de Batgirl? Diga nos comentários!

Um filme da Batgirl está em desenvolvimento pela DC com direção de Joss Whedon, que atualmente trabalha no roteiro.

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ encerra suas filmagens; Confira a imagem!

As filmagens de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ se encerraram na última terça-feira (16) e para celebrar o marco, o astro Tom Holland publicou uma nova imagem direto do set de gravações, ao lado de Zendaya.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

THATS A WRAP #farfromhome

Uma publicação compartilhada por ✌️ (@tomholland2013) em

Os fãs do Amigo da Vizinhaça se uniram para fazer uma petição para que a sequência traga uma aparição do astro Tobey Maguire.

O abaixo assinado já conta com mais de 39 mil assinaturas e possui uma meta inicial de alcançar 50 mil pessoas.

Na legenda, a petição detalha como gostaria que o ator fizesse sua participação especial:

“Pense o quão legal seria conseguir fazer o original Homem-Aranha ter uma aparição no MCU como um entregador de pizza. Isso poderia abrir para possibilidades no Universo Aranha no MCU”.

Clique aqui e confira a petição.

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

Recentemente, foi revelado que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ pode ser prelúdio de ‘Guerra Infinita‘; Entenda!

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

 

‘Tokyo Vice’: Michael Mann vai dirigir série da HBO Max estrelada por Ansel Elgort

A plataforma de streaming HBO Max promete chegar com vários títulos novos, estrelados por grandes atores de Hollywood da atualidade. E a série baseada em fatos reais, ‘Tokyo Vice‘, ganhou novidades importantes.

A produção, estrelada por Ansel Elgort, vai contar com o cineasta Michael Mann como o diretor. Indicado ao Oscar quatro vezes, ele é o responsável por inúmeros filmes policiais, de ação e aventura, como ‘Colateral‘, ‘Fogo Contra Fogo‘, ‘O Último dos Moicanos‘ e ‘Inimigos Públicos‘.

Além de dirigir, Mann também assume a função de produtor executivo da série, que será do gênero drama criminal. Elgort vai dividir as telinhas com Ken Watanabe, de ‘Godzilla: Rei dos Montros‘.

Tokyo Vice‘ é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun. Elgort vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios.

As filmagens da produção começam em fevereiro de 2020 no Japão.

Inicialmente, Daniel Cretton havia siso anunciado como o diretor da produção, conforme anunciado no passado pelo portal ScreenRant. Ele é quem vai dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.

 

Crítica | A Caminho da Lua: Uma emocionante e catártica animação da Netflix para toda a família

Algumas dores chegam mais cedo na vida e lidar com os fragmentos que ficam como consequência não é uma tarefa muito fácil para uma criança. Já doloroso na vida adulta, o luto é um processo ainda mais delicado nessas fases primárias e a nova animação original da Netflix, A Caminho da Lua, toca precisamente nessa questão. Chegando como essa brilhante e colorida luneta que traz uma nova perspectiva sobre assuntos tão densos, a produção do vencedor do Oscar Glen Keane (Tarzan, Pocahontas) visa trazer cor a um contexto de sofrimento e solidão que tantas vezes pode enraizar tons de cinza tão profundos no seio familiar.

Cheio de alegorias e cores que encantam os olhos pueris, a animação em musical conta com os aspectos mais cativantes exigidos pelo público infantil. Como uma explosão de cores que extravasa por todos os lados, A Caminho da Lua é uma produção cinestésica para a audiência mais novinha, à medida que se consolida como uma experiência profundamente catártica para jovens e adultos. Usando a antiga lenda chinesa da Deusa da Lua como linguagem comunicativa, a produção faz do elemento fantástico uma poesia sobre a vida real, sobre problemas e dores de carne osso.

Em seus primeiros 10 minutos, o longa da Netflix mostra a que veio em toda a sua essência. Contando um conto de ninar para crianças, as roteiristas Audrey Wells e Jennifer Yee McDevitt preparam o público mirim para uma aventura alucinante e guardam o âmago da trama para os mais velhos, ao abordar logo de cara o trágico fim de uma mãe que lutou bravamente contra um câncer, mas infelizmente deixou sua família. Provocando as lágrimas com a sua sensibilidade em falar de temas tão dolorosos, a dupla de mulheres acerta de forma cirúrgica na sua abordagem e cativa os olhos de um público bem amplo, ao trazer para o centro da mesa um dos assuntos mais delicados, que é o luto.

Mas muito mais do que isso, A Caminho da Lua é também uma grandiosa catarse sobre a busca por identidade, propósito de vida, princípios e fé, ao tratar a história da jovem Fei Fei, que dedica todos os seus esforços a fim de provar que a antiga lenda da Deus da Lua genuinamente existe. Usando esse experimento emocional e científico como um instrumento para lidar com a difícil perda da mãe, o roteiro nos coloca na mesma posição da pequena protagonista, nos levando a uma epifania profundamente reflexiva a respeito das nossas próprias perdas, dificuldades e circunstâncias familiares.

Do mesmo nível de maestria de Divertida Mente (da Disney Pixar), a animação original da Netflix ainda é um banquete alegórico de referências da cultura POP, que servem muito bem à audiência mais atenta e apaixonada por esses pequenos prazeres, que são os famosos easter-eggs. Aqui, a Deusa da Lua vira uma versão metamórfica entre Lady Gaga e o grupo de K-Pop BLACKPINK, com um visual hipnotizante e canções POP que formam uma perfeita combinação de estilos. Além disso, a história do cinema é valorizada com uma serena e doce alusão ao clássico revolucionário de 1902, Viagem à Lua, de Georges Méliès, conforme também homenageia a cultura chinesa em toda a sua riqueza.

Trazendo personagens cativantes e bem explorados, a animação é uma impecável e completa produção cinematográfica, que além de ser bem dirigida, é capaz de conectar públicos dos mais diversos nichos em uma história sobre esperança, perdão e recomeços. Com canções originais que cativam facilmente os ouvidos mais atentos – assim como as próprias crianças, A Caminho da Lua ainda se consagra como uma jornada de autoconhecimento muito particular para a audiência, reservando ao final uma experiência única e revigorante.

‘Rust’: Jensen Ackles presta belíssima homenagem à Halyna Hutchins após fatal incidente; Confira!

A repentina perda da diretora de fotografia Halyna Hutchins no set do filme ‘Rust‘ continua repercutindo ao redor do mundo e o astro Jensen Ackles, um dos protagonistas da produção, prestou uma bela homenagem à artista.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele publicou uma série de imagens da diretora nos bastidores do longa, refletindo sobre o seu talento e seu carisma dentro e fora do set.

Na ocasião, Ackles ainda relembrou de uma ocasião em que teria elogiado Hutchins por seu trabalho no longa e desabafou, afirmando que ela era uma inspiração.

Confira:

“Eu nem tenho certeza por onde começar. Esta foi uma tragédia de proporções épicas que ainda estamos processando. No início da semana passada, me senti compelido a dizer à Halyna o quão incrível eu a achava. Eu disse a ela como achava que seu trabalho de fotografia era incrível e como era emocionante vê-la e sua equipe trabalharem. Verdadeiramente. Ela riu, agradeceu e me deu um abraço. Serei eternamente grato por termos tido esse momento. Ela tinha coragem e paixão que contagiaram toda a equipe de cima para baixo. Ela foi uma inspiração. Meu coração e minhas orações vão ao marido, ao filho de Halyna e ao resto de sua família. Simplesmente não há palavras suficientes para expressar a imensa perda que é. Ela fará muita falta para todos nós que a conhecíamos e admirávamos”. 

Sobre o caso

As investigações do terrível acidente no set de filmagens de ‘Rust‘ ainda estão sendo realizadas pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé e novas informações foram divulgadas

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Vale lembrar que o roteirista e diretor Joel Souza também foi atingido por Baldwin, mas já recebeu alta do Centro Médico Regional Christus St. Vincent, localizado em Santa Fé, no Novo México.

A informação foi divulgada pela atriz Frances Fisher, que também compõe o elenco.

Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a notícia sobre o tiroteio e disse que o próprio Joel conversou com ela.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a liberação do diretor, mas é possível que ele dê algumas declarações sobre o ocorrido assim que estiver recuperado do choque.

Confira a publicação de Fisher:

“O diretor Joel Souza me disse que já recebeu alta do hospital.”

Através de um comunicado, as autoridades responsáveis pelo caso detalharam o corrido:

“O gabinete do xerife confirma que dois indivíduos foram baleados nas filmagens de Rust. Halyna Hutchins, 42, diretora de fotografia, e Joel Souza, 48, diretor, foram baleados quando uma arma foi disparada por Alec Baldwin, 63, produtor e ator. A Sra. Hutchins foi transportada, de helicóptero, para o Hospital da Universidade do Novo México onde ela foi declarada morta pela equipe médica. O Sr. Souza foi transportado de ambulância para o Centro Médico Regional Christus St. Vincent, onde está fazendo tratamento para seus ferimentos. Esta investigação permanece aberta e ativa. Nenhuma acusação foi registrada em relação a este incidente. As testemunhas continuam a ser entrevistadas por detetives.”

Na trama de ‘Rust‘, Baldwin vive o bandido titular Harland Rust, cujo neto de 13 anos foi condenado por um assassinato acidental. O filme segue a tentativa de ‘Rust‘ de tirar seu neto da prisão.

Os detetives continuam entrevistando testemunhas.

‘The Face Of Horror’: Ator de ‘Mestres do Ar’ vai estrelar novo terror gótico

Após destaque em ‘Mestres do Ar‘, o ator britânico Ben Radcliffe é o mais novo nome confirmado no elenco de ‘The Face of Horror‘, terror gótico ambientado na Inglaterra do século XIV e dirigido por Anna Biller (The Love Witch).

Radcliffe interpretará Roger, juntando-se a um elenco estelar já composto por Jonah Hauer-King (I Know What You Did Last Summer), Kristine Froseth (The Buccaneers), Ellie Bamber (Nocturnal Animals), Leo Suter (Vikings: Valhalla) e Bella Heathcote (Pieces of Her).

O filme, livremente inspirado no clássico conto de terror japonês Yotsuya Kaidan, acompanha Edward Carnifex (Hauer-King), que se casa com sua antiga paixão Eleanor (Froseth), mas logo se desilude e passa a cortejar uma rica nobre (Heathcote). No entanto, Eleanor não está disposta a ser descartada — e a vingança sangrenta se torna inevitável.

Bamber viverá Beatrice, irmã de Eleanor, enquanto Suter será Richard, escudeiro de Edward e pretendente de Beatrice.

Radcliffe, por sua vez, dá sequência ao sucesso de sua performance como o Tenente John Brady em ‘Mestres do Ar‘, série da Apple TV+ produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg. Ele também é conhecido por papéis em ‘The Witcher‘ e ‘Anatomia de um Escândalo‘. Em breve, poderá ser visto na comédia de época britânica ‘Fackham Hall‘, escrita por Jimmy Carr.

As filmagens de ‘The Face of Horror‘ começam em julho, em Praga, com produção de Mike Goodridge (via Good Chaos), Anna Biller e James Bowsher.

O roteiro é original de Biller, que também assina a produção.

‘Game of Thrones’: Rugido de Drogon foi feito a partir de jabutis acasalando

Por essa ninguém esperava! Isso mesmo que você leu. Em entrevista a Radiolab, a designer de som de Game of Thrones, Paula Fairfield, revelou que o “rugido” que Drogon dá para Daenerys foi feito a partir dos sons que os jabutis fazem quando estão acasalando.

“Claro, com alguns ajustes, o gemido de um jabuti macho se tornou o rugido que Drogon dá para Daenerys. O mais engraçado é que algumas pessoas assistem a série e dão risadas quando escutam esse som, mas sem saber o real motivo. Para mim, é porque ele tem essa essência sensual nele. Tenho alguns sons que escolho com base na personalidade que quero deixar evidente. No caso de Drogon, que Daenerys nomeou com base em Khal Drogo, o marido falecido dela. Então Drogon é como se fosse um amante para ela. Ele assobia para ela o tempo todo, como se estivesse olhando para a bunda dela e falando “é isso aí, gatinha!”

Depois dessa revelação hilária, nunca mais veremos Drogon da mesma forma!

Muitas expectativas estão sendo criadas entorno do grande final de ‘Game of Thrones‘, e o ator Isaac Hempstead Wright, que vive Bran Stark, falou com o Hollywood Reporter que, apesar de épico, o final previsto para 2019, pode não agradar muita gente.

“Estamos todos muito confiantes com a maneira que a história está sendo feita e a mensagem que está passando. A temporada sete foi incrível em termos de ser uma história épica, ágil e emocionante. Enquanto sentirmos que fizemos justiça por essa história, que fizemos justiça ao universo de George e à visão de Davi e Dan, estaremos satisfeitos. Não vai seguir o caminho que algumas pessoas querem. Será muito feliz para algumas pessoas, muito triste para outras, e meio qualquer coisa para as demais. É como um final deve ser. Tenho certeza que vamos arrasar!”

A Variety revelou que a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ será uma das mais caras na história da TV americana e a mais cara da própria série. Serão cerca de US$ 15 milhões gastos em cada um dos seis episódios restantes.

A publicação cita que a ideia da HBO é filmar os episódios em um cronograma de longa-metragem, ou seja, com gravações simultâneas em várias partes do mundo. As primeiras temporadas de GoT tiveram o custo de US$ 6 milhões por capítulo, com a sétima chegando aos US$ 8 milhões.

As filmagens do oitavo e último ano serão iniciadas em outubro e a temporada chega à HBO em 2019.

‘Vingadores 4’: Título provisório e logo podem ter sido revelados; Vem ver!

Pelo visto, será difícil o Marvel Studios conseguir manter todas as informações de Vingadores 4 em segredo.

O tão aguardado filme está sendo chamado nos bastidores e no evento MCU Cosmic com o título provisório de ‘Vingadores: Manopla do Infinito’, segundo rumores reforçados pela atriz Zoë Saldaña, que se referiu ao longa dessa forma em uma entrevista há algumas semanas.

Essa semana, uma técnica de iluminação também pode ter revelado um possível logo do filme através de uma jaqueta da produção. Apesar de nada de novo, a fonte usa a cor roxa, que pode fazer referência à Thanos. Confira:

‘Vingadores 4’: Apenas 2 dos 6 membros originais sobreviverão [Rumor]

“Uma culminação de 22 filmes interconectados, o quarto capítulo da saga dos ‘Vingadores’ vai levar as audiências a testemunharem um ponto de virada desta épica jornada. Nossos amados heróis vão verdadeiramente entender o quão frágil é essa realidade e os sacrifícios que precisam ser feitos para sustentá-la”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Especial The Office | O podcast de quem viveu a série

Continuando com o especial dos 15 anos da versão americana de The Office, vamos falar sobre o Office Ladies, um podcast fantástico feito por Jenna Fischer e Angela Kinsey, duas das personagens principais do seriado, que tiram um tempinho para falarem sobre os bastidores das filmagens.

Lançado em outubro de 2019, o podcast é muito bem produzido e traz as intérpretes de Pam Beesly e Angela Martin revendo a série e conversando sobre as respectivas experiências atuando, dirigindo ou escrevendo os episódios. E, claro, revelando muitas histórias de bastidores e curiosidades inéditas sobre The Office. Por enquanto, elas já lançaram 18 episódios, com duração entre 40 minutos e uma hora.

Além de ser muito divertido ouvir a reação das duas com suas atuações e como elas avaliam seu trabalho depois de 15 anos é fantástico. E a dupla tem muita química. Se na série Pam e Angela não se davam muito bem, na vida real, Jenna e Angela são melhores amigas. Tanto que Jenna é a madrinha da filha de Angela, Isabel Ruby. Essa amizade contribui muito na dinâmica das duas nos comentários, o que mostra o quanto elas se divertiram nas gravações da comédia.

É um projeto pessoal de duas amigas que viveram um trabalho incrível. Jenna está sempre comentando sobre os novos episódios em sua conta no Twitter, conversando com os fãs e atualizando sobre as novidades. Para Angela, que não conseguiu muitos trabalhos depois da série, é também uma forma de manter seu nome na mídia, assim como o de muitos outros convidados, como o intrépido Creed Bratton e o diretor, Paul Feige.

Jenna e Angela transformaram o trabalho em uma amizade para toda a vida

The Office foi um capítulo tão incrível de nossas vidas e significa muito para nós, e agora podemos compartilhar algumas de nossas memórias das filmagens com nossos fãs. Teremos muitas histórias dos bastidores e muitos de nós apenas sendo melhores amigas”, descreveu Angela. É o conteúdo perfeito para os fãs da série descobrirem novidades sobre seus atores e personagens favoritos, e matarem a saudade sem ter que necessariamente assistir aos episódios de novo.Os podcasts Office Ladies podem ser encontrados no Spotify. As 9 temporadas de The Office estão disponíveis no Amazon Prime Video e a série também está sendo reprisada no canal por assinatura Comedy Central.

 

Crítica | Carcereiros 2 – Mais Focada na Vida Paralela ao Cárcere

Ano: 2019

Temporada: 02

Episódios: 14

Minutagem: 33 (média por episódio)

 

Considerando que a série se chama ‘Carcereiros’, uma das coisas que ficou em falta na primeira temporada foi um maior aprofundamento justamente na vida desses carcereiros. Quer dizer, ainda que a ficção fosse intercalada por relatos de funcionários da vida real (algo que permaneceu nessa 2ª temporada), ficou faltando mostrar mais a vida pessoal desses personagens que dão título à série. E é justamente nisso em que foca o segundo ano dessa história.

Devido ao seu comportamento comprometido nos últimos capítulos da temporada anterior, Adriano (Rodrigo Lombardi) agora vai trabalhar em um novo presídio, e tem que se ambientar. Já não é mais o chefe responsável, e isso abala um pouco a sua forma de agir. Por outro lado, ao longo dos quatorze episódios o espectador vai conhecendo mais dos dramas que vão envolvendo sua família: a namorada Érica (Letícia Sabatella, ótima em todas as cenas mais dramáticas), que está encarcerada em um presídio feminino; o pai Valdir (Othon Bastos) e a madrasta Solange (Samantha Schmütz, comprovando seu valor para além da comédia), que se envolvem em negócios escusos; sua filha Lívia (Giovanna Rispoli), que tem um namorado viciado em crack e vai treinar jiu-jitsu com um ex-presidiário; e sua ex-esposa Janaina (Mariana Nunes, novamente se destacando), por quem o amor é maior do que todas as barreiras que aparecem na vida.

Com um longo tempo de exibição, a sensação que dá é que a história dessa vez focou demais na vida particular do personagem principal e as histórias paralelas dos presidiários ficaram de lado – que eram justamente o atrativo da série. E, considerando que há outros personagens na mesma função de agente penitenciário, interpretados por grandes atores – Tony Tornado, Ernani Moraes, Milton Gonçalves, para citar alguns – por que não jogar um pouco de luz neles também? Eles participam da trama, mas a bem da verdade é que o espectador pouco sabe sobre eles, com exceção das participações especiais de Monica Iozzi, no 3º episódio, interpretando uma agente cuja função é filtrar as correspondências enviadas para e do presídio; e Julia Lemmertz, que no capítulo 11 interpreta uma psicóloga que atende tanto aos presidiários quanto a Adriano.

O diferencial nesta temporada foi mostrar o funcionamento de um presídio feminino, onde Érika está presa, mas apenas em alguns episódios. Através da ficção, ficamos sabendo da tristeza que é para essas milhares de mulheres que em sua maioria são abandonadas pelos seus companheiros já no início do cumprimento da pena – em dias de visita, os homens que aparecem em geral são seus pais ou filhos. Esse é o tipo de coisa que não ocorre no presídio masculino, por exemplo. Destaque para a participação especial de Isabél Zuaa, como chefona do crime dentro do presídio feminino.

Para quem está chegando agora, assistir aos episódios sem ter visto os anteriores pode gerar dúvida com relação à história de Adriano, porém dá pra ir seguindo pelo viés dos presidiários, que é o centro de cada capítulo. As sugestões são o 3º, em que José Loreto faz um interno que aguarda as cartas da namorada (e aqui aprendemos que quando está escrito “vá com Deus, carteiro” na carta é porque ela foi escrita no presídio); o 4º, com o sumiço de um delegado e como o sistema corrupto arma para jogar a culpa em quem não consegue se defender; o 6º, que leva para ficção a história real da máfia das quentinhas nos presídios; o 10º, com participação de Thiago Martins como um gêmeo do mau; e os dois últimos, que revelam a realidade tensa de uma greve no ambiente carcerário.

De uma forma geral, ‘Carcereiros’ continua uma superprodução interessante, bem construída e que mantém o interesse do espectador, porém, a síndrome de herói do personagem principal, em sempre tentar solucionar todas as questões e levar o problema de todo mundo para casa – literalmente – às vezes cansa.

‘Bond 25’: Ator de Q não acredita que seu personagem aparecerá na sequência

O início da pré-produção de ‘Bond 25‘ segue firme, mas parece que já teremos uma baixa importante no próximo filme do espião mais famoso do mundo.

Segundo Ben Whishaw, atual intérprete de Q, é improvável que seu personagem faça uma aparição no filme. Em entrevista à Vanity Fair, disse:

“Eu não tenho certeza se estarei nele. Eu estou presumindo que não estarei, então será uma surpresa se me colocarem. Eu acho que Cary Fukunaga é o diretor certo e Daniel Craig vai dar um jeito nisso. Eu fiz dois, tive uma boa jornada.”

Q é um dos personagens mais importantes da franquia, tendo aparecido na grande maioria dos filmes para apresentar os acessórios imaginativos que Bond utiliza em suas missões.

Recentemente, o Daily Mail confirmou o retorno de atores veteranos que retornam para a nova iteração. Vindos de ‘007 Contra Spectre‘, teremos a volta de Lea Seydoux, Ralph Fiennes Naomie Harris.

A sequência ‘Bond 25‘ passou por algumas alterações e a chegada do cineasta Cary Joji Fukunaga pode trazer novas mudanças, só que no teor da produção.

Em  uma entrevista recente, o diretor de ‘Beasts of No Nation‘ afirmou que quer trazer o seu toque especial à franquia, brincando com as expectativas da audiência, à medida que também subverte o gênero de filmes de espionagem, indo além do mais do mesmo.

Disse:

“Gêneros sempre vêm com seus maneirismos e expectativas e nessa era pós-moderna, você pode tanto entregar exatamente aquilo que é espero do gênero em questão, como também pode optar por tentar mudá-lo de maneira inteligente, de forma que  subverta o gênero, mas permaneça fiel a ele. […] E quando você está partindo de um determinado estilo, você pode brincar com as expectativas da audiência, à medida que também a surpreende. E a natureza da criatividade é que as limitações são, em geral, coisas boas, pois quando você está encarando a extraordinária imensidão do potencial criativo, definir rotas a serem tomadas para uma história ou estilo te ajudam a determinar o quão longe você quer ir”.

Fukunaga ainda refletiu sobre o valor singular de cada um dos filmes da franquia, afirmando que o melhor da saga são as percepções distintas que cada uma traz:

“Eu não acho que poderia escolher apenas um, porque cada qual trouxe seus próprios atributos e é legal essa diferença entre os filmes. É legal poder mudar o personagem a cada novo ciclo”.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais. O filme estreia em 14 de fevereiro de 2020.

‘Barrados no Baile’: Vanessa Lachey entra para o elenco do reboot

Segundo o site DeadlineVanessa Lachey foi elencada no reboot da série Barrados no Baile, intitulado BH90210.

A atriz viverá Camille, publicitária e esposa de Jason Priestley, a qual tenta equilibrar tanto sua carreira quanto sua esperança de começar uma família.

Assista ao primeiro teaser:

Shannen Doherty, que deu vida à protagonista Brenda Walsh, retorna.

Ela se junta a outros membros do show original Jason PriestleyJennie GarthIan ZieringGabrielle CarterisBrian Austin GreenTori Spelling. A emissora encomendou seis episódios do revival.

A estreia acontece dia 7 de agosto de 2019, na Fox norte-americana.

Porém, o aguardado evento terá algumas mudanças: os atores não irão interpretar seus personagens do show original, e sim versões mais maduras de si mesmos.  

Barrados no Baile deixou um impacto indelével na cultura pop e em uma geração inteira”, disse Michael Thorn, presidente de entretenimento na Fox. “Seu poderoso legado é muito importância dentro da emissora, e estamos honrados por poder trazer o amado elenco original de volta”.

Chris AlberghiniMike Chessler irão escrever e produzir a nova série. Ambos já trabalharam em um dos remakes do show, transmitido entre 2008 e 2013.

A obra original durou dez anos, desde 1990 até os anos 2000, além de ter dado origem a diversos spin-offs – incluindo a famosa Melrose Place.

‘Aves de Rapina’ ganha belíssimas imagens promocionais; Confira!

Total Film divulgou hoje quatro novas imagens promocionais do filme Aves de Rapina.

Confira:

Confira a descrição dos minutos iniciais do longa:

O filme começa com a Arlequina narrando o seu término de namoro com o Coringa. Vemos ela sendo jogada pra fora do clube dele por um segurança. Ela entra em crise, corta o cabelo e fica em casa, sofrendo com o término do namoro.

Vemos ela dando a volta por cima, ela arruma um emprego, mas quando vê suas colegas falando que ela é dependente de um homem, ela decide se emancipar e procurar um novo amor: Uma hiena chamada Bruce, em homenagem ao Bruce Wayne.

Após adotar o animal, ela decide roubar um caminhão químico e destruir a ACE Chemicals, o local one ela e o Coringa selaram o seu amor.
Vemos uma grande cena de ação, em que ela joga um caminhão na fábrica de produtos químicos e temos uma grande explosão que deixa o céu colorido, assim como visto no primeiro filme.

Então ela diz que agora Gotham é dela. E que na cidade haviam outras mulheres em busca de uma emancipação. Assim, somos apresentados às demais Aves de Rapina e em seguida sobe a logo do filme.

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Cathy Yan fica a comando do projeto, enquanto Christina Hodson assina o roteiro.

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘The Batman’: Robert Pattinson diz que suspensão das filmagens não foi tão ruim assim

Em entrevista ao CinemaBlend, o astro Robert Pattinson comentou um pouco sobre a suspensão das filmagens do vindouro The Batman (em virtude da pandemia do COVID-19), dizendo que a decisão de adiar a produção não foi tão ruim quanto pareceu.

“É um filme difícil”, ele disse. “Digo, obviamente é Batman, então é legal. Eu basicamente saí do filme de Christopher Nolan para este. E sim, eu estava me sentindo um pouco zonzo. Então ter um tempo de folga não foi a pior coisa do mundo”.

Em entrevista ao The PlaylistPaul Dano, que foi recentemente elencado como o vilão Charada, elogiou o roteiro do diretor Matt Reeves para o filme, dizendo que ele é “realmente poderoso”.

“Eu estava gravando. Voltei para casa para visitar meu bebê e não volte de volta [ao set, por causa do coronavírus], o que é uma coisa muito estranha. Mas me sinto bem sobre isso. Acho que Matt Reeves é incrível. Fiquei surpreendido pelo roteiro, que eu acho que é, potencialmente e realmente poderoso. Se tudo der certo, vamos voltar em breve”.

Recentemente, o criador de modelos conceituais Jeff Frost divulgou parte do trabalho que ele fez no Batmóvel do filme, que nos dão uma visão fantástica e detalhada do que Robert Pattinson estará dirigindo pelas ruas de Gotham.

Confira:

Segundo o The Guardian, o British Film Institute liberou através do Ministério da Saúde que as filmagens das produções cinematográficas podem ser retomadas no Reino Unido, aonde aconteciam as filmagens de ‘The Batman‘ e ‘Animais Fantásticos 3‘.

O órgão regulamentador pede que sejam respeitadas as medidas sanitárias impostas pela OMS, como testes de temperatura.

A Warner ainda não revelou quando as filmagens serão retomadas.

Em recente entrevista ao GQ, Robert Pattinson, que irá interpretar o icônico Bruce Wayne, revelou que está empolgado em dar vida a uma nova versão do personagem e não encara a pressão das expectativas como algo negativo.

“Às vezes, eu acredito que os pontos negativos – que eu definitivamente já considerei – são, na verdade, pontos positivos. Eu gosto do fato de não só haver versões muito bem feitas do personagem – que parecem definitivas –, mas também que há diferentes versões desse personagem. Eu estava assistindo os bastidores de ‘Batman e Robin’ outro dia. E até mesmo o George Clooney estava dizendo que ele estava preocupado com o fato de que o personagem já havia sido interpretado por outra pessoa antes, que muitas das coisas que deveriam ser feitas com o personagem já haviam sido feitas. E isso foi em 1997.”

Ele continua, “Então, ainda há as versões do Christian Bale e do Ben Affleck. E eu estava pensando que é divertido ver que ainda mais coisas foram introduzidas. Tipo, o que falta? Vocês já viram uma versão mais leve, uma versão sombria e até mesmo uma mais realista. Fico pensando em uma abordagem original. Há algo dentro de mim que irá conseguir fazer isso? Será parte de um legado, não é mesmo? Eu gosto disso. Quase dá para sentir a antecipação, então isso meio que me energiza. É diferente de fazer algo que ninguém nunca viu antes.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de Outubro de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Grand Army’: Drama adolescente da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Grand Army‘, vindoura série de drama com temática adolescente aos moldes de ‘13 Reasons Why‘.

Confira, junto ao trailer completo:

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de outubro.

Baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello, a trama acompanha a adolescente Joey Del Marco, que é violentada sexualmente por três garotos e começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também aborda a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.

O elenco conta com Odessa A’zion, Maliq Johnson, Amalia Yoo, Amir Bageria, e Odley Jean.

GRAND ARMY (L to R) AMALIA YOO as LEILA ZIMMER in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) MARCELA AVELINA as FLORA MEJIA and AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) JADEN JORDAN as OWEN WILLIAMS and MALIQ JOHNSON as JAYSON JACKSON in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) SYDNEY MEYER as ANNA DELANEY and ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) NAIYA ORTIZ as SONIA CRUZ and ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 103 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 106 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 101 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020

‘Raya e o Último Dragão’ ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Confira!

Walt Disney divulgou recentemente um novo teaser nacional com cenas inéditas da vindoura animação Raya e o Último Dragão, que estreia em breve nos cinemas e na plataforma do Disney+.

Confira:

Por R$ 69,90 e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

Emily Blunt e Dwayne Johnson partem em uma aventura fantástica no novo clipe oficial de ‘Jungle Cruise’; Confira!

A aventura familiar Jungle Cruise, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt, chega em breve à plataforma de streaming do Disney+ e, agora, foi revelado um clipe com cenas INÉDITAS da produção.

Confira:

Lembrando que filme estreia em 30 de julho.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

Os 21 Melhores Álbuns de 2021

2021 está chegando ao fim – o que significa que está na hora de fazermos as tão aguardadas retrospectivas.

Para começar, montamos uma breve lista com os 21 melhores álbuns do ano – e garantimos que não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Entre incríveis obras brasileiras que nos tiraram o fôlego e produções internacionais que mereciam maior reconhecimento, nossas escolhas variam desde o suprassumo do MPB até o pop-noir e a eletrônica.

Confira abaixo nossa lista e conte para nós qual foi seu álbum favorito de 2021:

21. DOCE 22, Luísa Sonza

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

20. STAR-CROSSED, Kacey Musgraves

Depois de ter conquistado o tão cobiçado prêmio de Álbum do Ano pelo irretocável ‘Golden Hour’Kacey Musgraves retornou para o mundo da música sedenta por encantar os fãs com seus vocais angelicais e por narrativas relacionáveis e muito bem construídas. E foi então que nasceu Star-Crossed, sua quinta obra musical. Ainda mais pessoal que os discos anteriores, Musgraves misturou elementos como folkrockdance e música psicodélica para tratar de um tema muito delicado, o divórcio, criando um enredo inspirado na clássica tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’. Apresentando um novo lado de sua personalidade apaixonante, a cantora e compositora cumpriu com o prometido e conquistou seu lugar não apenas na nossa lista, mas em várias outras.

19. SOUR, Olivia Rodrigo

“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – T.N.

18. BACK OF MY MIND, H.E.R.

É muito estranho pensar que H.E.R., depois de conquistar o mundo com suas músicas incríveis, nunca tenha lançado um álbum completo. Isso é, até agora: depois de nos encantar com sua belíssima voz e com necessários versos que conversam com os temas explorados na atualidade. Guiado por canções como “Slide”“Damage”“Come Through” e vários outros, Back of My Mind reflete o lado de uma artista que ainda tem muito a dizer. Como se não bastasse, o lirismo pungente da cantora e compositora é acompanhado por uma produção on point que conta com Tiara Thomas e Carl McCormick.

17. COR, ANAVITÓRIA

“Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – T.N.

16. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB, Lana Del Rey

“Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves“Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).” – T.N.

15. A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ

“Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.” – T.N.

14. LOVE FOR SALE, Lady Gaga & Tony Bennett

“Sete anos mais tarde, os icônicos performers resolveram se juntar mais uma vez com um segundo álbum colaborativo, intitulado Love for Sale. Após as belíssimas homenagens feitas a nomes como George GershwinCole PorterJerome Kern e Irving Berlin, Gaga e Bennett resolveram continuar o projeto de apresentar a universalidade do jazz ao público mais jovem com um tributo especial a Porter, separando doze faixas (na versão deluxe, vale lembrar) pinceladas com uma química apaixonantes e com um sabor agridoce que acompanha a despedida de Tony do cenário fonográfico após ser diagnosticado em 2016 com Alzheimer. Por essa razão e por tudo o que o cantor e compositor representa para a história, não podemos deixar de nos emocionar track a track, ainda que a construção e a progressão sejam divertidas e dançantes.” – T.N.

13. HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

“O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..” – T.N.

12. JUBILEE, Japanese Breakfast

“Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.” – T.N.

11. ANCIENT DREAMS IN A MODERN LAND, MARINA

“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.” – T.N.

10. HAPPIER THAN EVER, Billie Eilish

“Se há algo que fica claro com a chegada da nova obra é a homenagem que a performer faz a cada um dos artistas que a influenciaram desde as primeiras incursões artísticas com EPs que merecem mais reconhecimento do que tem. Inclinando-se inclusive para referências brasileiras, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”). O mesmo teor trip-hop se estende para a deliciosa percussão de “Lost Cause”, outro dos vários ápices, que flerta com uma complexa sensualidade.” – T.N.

9. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, Te Amo Lá Fora merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

8. BLUE WEEKEND, Wolf Alice

“Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.” – T.N.

7. 30, Adele

“Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady GagaGwen Stefani e Taylor Swift. É claro que 30, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.” – T.N.

6. MONTERO, Lil Nas X

Depois de ter parado o mundo com a colaboração “Old Town Road”, que quebrou inúmeros recordes de vendas e passou 18 semanas no topo da Hot 100 da Billboard, o rapper Lil Nas X se lançou de cabeça em seu debut oficial na indústria fonográfica e entregou o impecável MONTERO. Indescupavelmente abraçando tudo o que representa para as minorias sociais, o musicista se aliou a nomes como Doja CatElton John Megan Thee Stallion para uma jornada de tirar o fôlego, assinada pelo pop rap e por um sarcasmo ácido aplaudível.

5. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.” – T.N.

4. CALL ME IF YOU GET LOST, Tyler the Creator

Tyler the Creator é um dos artistas mais originais e aclamados da contemporaneidade – e seu retorno à música com CALL ME IF YOU GET LOST veio seguido de perto por uma expectativa gigantesca. Mas Tyler não nos decepcionou e entregou o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua exuberante discografia. O álbum, movido ao classicismo inigualável do hip hop, traz colaborações com Ty Dolla $ignLil WaynePharrell Williams, trazendo referências inesperadas da poética de Charles Baudelaire e fundindo gêneros como popjazzsoulreggae.

3. IF I CAN’T HAVE LOVE, I WANT POWER, Halsey

“Apesar do pouco material promocional divulgado – e isso não inclui qualquer single divulgado -, a artista chamou nossa atenção com a exibição da belíssima capa do CD, em que posava ao lado do filho recém-nascido em um cenário ressoante a ‘Game of Thrones’ e às pinturas renascentistas. Pouco depois, confirmou a produção de um filme que estrearia nos cinemas em IMAX, com a prévia de uma faixa que, até então, não havia visto a luz do dia. E nesta última sexta-feira, os fãs foram agraciados com o début do álbum, que conta com 13 faixas originais e que adota um tom assumidamente político e crítico em seu cerne, tratando de temas como feminismo, misoginia, disparidade de gênero e as mazelas do patriarcado tradicionalismo. Aliadas a um amadurecimento ideológico, as faixas são envolventes pela estrutura dissonante e pela ousadia fonográfica que se afasta dos preceitos mercadológicos e nos infunde com reflexões sobre a própria sociedade.” – T.N.

2. ÍNDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – T.N.

1. DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – T.N.

‘House of the Dragon’ terá “vários dragões e batalhas”, revela George R.R. Martin

Em uma recente postagem em seu blog oficial, Not a Blog, o romancista George R.R. Martin compartilhou algumas atualizações bastante interessantes sobre House of the Dragon, série derivada da aclamada Game of Thrones.

No texto, os fãs da mitologia criada por Martin poderão esperar nada menos que épicas batalhas e muitos dragões.

“Eu vi alguns primeiros cortes de mais episódios de House of the Dragon e fiquei tão feliz quanto os outros”, ele escreveu. “Ryan e Miguel e o elenco e a equipe estão fazendo um trabalho ótimo. Vocês que gostam de personagens complexos, conflituosos e densos (como eu) irão gostar da série, creio eu. Teremos vários dragões e batalhas, com certeza, mas a espinha da história são os conflitos humanos, o amor e o ódio, o drama de personagem em vez de ação/aventura”. 

Lembrando que a série da HBO terá dez episódios e estreia no domingo, dia 21 de agosto.

Confira o cartaz e as novas imagens oficiais:

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Irmãs Sanderson estão de volta no novo cartaz INCRÍVEL de ‘Abracadabra 2’; Confira!

A Disney divulgou mais um cartaz oficial da aguardada sequência ‘Abracadabra 2‘, que traz o retorno das icônicas Irmãs Sanderson (interpretadas por Bette MidlerSarah Jessica ParkerKathy Najimy).

Confira:

Lembrando que a sequência chega ao Disney+ no dia 30 de setembro.

O filme é dirigido por Anne Fletcher.

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

‘The Flash’: Barry se depara com seu maior erro na prévia oficial do episódio 09×05; Confira!

A CW divulgou a prévia oficial do 5º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado “The Mask of the Red Death, Part 2”, que estreia em 08 de março.

Na trama, “enquanto a Morte Escarlate causa estragos em Central City, Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton) bolam um plano e pedem ajuda a Cecile (Danielle Nicolet). Barry se depara com o que ele pensa ter sido seu maior erro e o maior sucesso da Morte Escarlate. Khione (Danielle Panabaker) quer ajudar o Time Flash, mas Barry não pode correr o risco de perdê-la. Enquanto isso, Joe (Jesse L. Martin) dá a Barry um conselho muito necessária”.

O episódio foi dirigido por Rachel Talalay, a partir do roteiro de Dan Fisk.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES do terror ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo promocional do terror ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter‘ (The Last Voyage of the Demeter).

featurette nos leva aos bastidores da produção.

Confira, junto às mais recentes imagens:

(from left) Captain Eliot (Liam Cunningham), Abrams (Chris Walley) and Clemens (Corey Hawkins) in The Last Voyage of the Demeter, directed by André Øvredal.

(from left) Director André Øvredal and Javier Botet as Nosferatu on the set of The Last Voyage of the Demeter.

(from left) Clemens (Corey Hawkins) and Anna (Aisling Franciosi) in The Last Voyage of the Demeter, directed by André Øvredal.

Javier Botet as Nosferatu in The Last Voyage of the Demeter, directed by André Øvredal.

Nikolai Nikolaeff as Petrofsky in The Last Voyage of the Demeter, directed by André Øvredal.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de agosto.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, fica responsável pela direção.

Baseado em um capítulo arrepiante do clássico romance ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme conta a história de um navio mercador chamado Demeter, que foi designado para levar uma carga privada (cinquenta estacas de madeira não marcadas) dos Cárpatos para Londres. Eventos estranhos caem sobre a tripulação conforme tentam sobreviver à viagem, perseguidos todas as noites por uma presença impetuosa a bordo. Quando o Demeter finalmente atraca na Inglaterra, não há qualquer sinal da tripulação.

Corey HawkinsAisling FranciosiLiam CunninghamDavid DastmalchianJon Jon BrionesStefan KapicicNikolai NikolaeffJavier Botet estrelam.

Patolino e Gaguinho tentarão salvar a Terra de uma invasão ALIENÍGENA no novo filme dos Looney Tunes; Saiba mais!

Recentemente, foi revelado que a icônica franquia animada Looney Tunes vai ganhar mais um longa-metragem.

GFM Animation anunciou que os amados personagens voltarão para mais uma aventura com o inédito filme ‘The Day the Earth Blew Up’ (‘O Dia em que a Terra Explodiu’, em tradução livre), que será comandado por Pete Browngardt em sua estreia diretorial, além de contar com roteiro de Kevin Costello.

Funcionando como um spin-off da série animada de mesmo nome, a narrativa trará Patolino e Gaguinho tentando salvar a Terra de uma invasão alienígena.

Confira a sinopse:

Devido a uma série de travessuras na fábrica de chicletes, Patolino e Gaguinho descobrem uma conspiração alienígena secreta para dominar a Terra por meio do controle mental. A dupla deve trabalhar junta para deter os alienígenas, enquanto tenta evitar enlouquecer um ao outro.

O elenco de dublagem conta com Eric Bauza como as vozes dos personagens protagonistas, bem como Candi MiloPeter MacNicolFred TatascioreLaraine Newman.

‘The Day the Earth Blew Up: A Looney Tunes Movie’ tem estreia prevista para o segundo quadrimestre de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira o primeiro cartaz oficial da produção:

Anthony Hopkins brilha no trailer INÉDITO do drama épico ‘Those About to Die’; Assista!

O Peacock divulgou um trailer inédito de ‘Those About To Die‘, nova série de drama dirigida e produzida por Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã’).

Estrelada pelo duas vezes vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’), a trama é ambientada no mundo corrupto da competição de gladiadores, e explora um lado da Roma antiga nunca visto antes – os bastidores do negócio sujo de entreter as massas, dando à multidão o que eles mais querem… sangue e esporte. A série apresenta um conjunto de personagens de todos os cantos do Império Romano, que colidem na conexão explosiva entre esportes, política e interesses pessoais de dinastias.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no YouTube:

Com estreia marcada para 18 de julho, a 1ª temporada terá dez episódios.

O elenco também conta com Iwan Rheon (‘Game of Thrones’), Sara Martins (‘Death in Paradise’), Tom Hughes (‘A Discovery of Witches’), Jojo Macari (‘Morbius’), Moe Hashim, Johannes Haukur Johannesson, Rupert Penry-Jones, Gabriella Pession, Dimitri Leonidas , Emilio Sakraya, David Wurawa, Pepe Barroso, Gonçalo Almeida, Eneko Sagardoy e Romana Maggiora Vergano.

Crítica | ‘O Auto da Compadecida 2’ conta com ótimas performances, mas repete fórmulas em uma previsível narrativa

Em 2000, Guel Arraes encabeçava o que apenas podemos considerar um dos melhores filmes da história nacional: ‘O Auto da Compadecida’. Baseado na obra de Ariano Suassuna, o longa logo caiu nas graças do público e da crítica, funcionando como uma sólida adaptação cinematográfica que contou com performances memoráveis e uma celebração da cultura nordestina da melhor maneira possível. Mais de duas décadas depois, somos convidados a retornar para esse exuberante cosmos com a aguardada sequência O Auto da Compadecida 2 – que chega aos cinemas no próximo dia 25 de dezembro.

A trama nos leva de volta a Taperoá e apresenta o adorado Chicó (Selton Mello) trabalhando como uma espécie de contador de histórias para os turistas que visitam a região. Para conseguir sobreviver em meio à devastadora seca do sertão, ele narra as peripécias de seu melhor amigo, João Grilo (Matheus Nachtergaele), que foi assassinado por um cangaceiro, julgado em um tribunal divino com a presença do Diabo, de Jesus e de Nossa Senhora de Aparecida, e ressuscitado em um milagre inesperado. Porém, após voltar dos mortos, ele desapareceu mundo afora, deixando para trás apenas resquícios de uma lenda que atrai pessoas do Brasil inteiro – e que permite que Chicó se sagre um poeta criativo e habilidoso para faturar alguns trocados.

As coisas viram de cabeça para baixo quando João Grilo, após aventurar-se por aí, retorna à cidade e descobre que é tratado como um ídolo – mesmo não acreditando que foi ressuscitado por Nossa Senhora e que teve apenas sorte de o tiro ter passado de raspão. Entretanto, conhecendo as artimanhas dessa icônica dupla, ambos unem forças para tirar proveito dessa fama recém-adquirida e se envolver com uma fervorosa eleição para prefeito que pode ditar os rumos de Taperoá nos anos seguintes. E, apesar das ótimas performances e de um cuidado estético que navega pelo realismo mágico e pela teatralidade cênica, a obra posta-se como uma continuação desnecessária e um tanto quanto previsível.

O grande obstáculo enfrentado pela produção é sua falta de ousadia: em outras palavras, enquanto os diálogos são fortes e a caracterização dos personagens é condizente aos exageros propositais dos “tipos sociais” retratados, a estrutura macrocósmica do roteiro parece ter medo em dar um passo maior que a pena – valendo-se de incursões predecessoras para construir uma cíclica aventura cômica. Enquanto o caráter episódico e cartunesco traz elementos da peça original e do filme lançado em 2000, o que nos incomoda é o desperdício de potencial (principalmente em relação ao terceiro ato) e uma frustração que nos faz ansiar por mais após uma conclusão agridoce.

Um outro problema emerge com a montagem de Fábio Jordão: é costumeiro que produções desse gênero mergulhem em uma edição rápida, criando um dinâmico rítmico para garantir envolvimento completo por parte dos espectadores. Contudo, Jordão lança-se a um frenesi descompensado que aposta em diversas referências da sétima arte e que cria uma mistura exaurível que não nos permite conectar, ao menos a princípio, com o que nos é mostrado. Os cortes bruscos e secos são constantes no arco em que reúne João Grilo e Chicó, retraindo-se apenas com a chegada do segundo ato e “acalmando os nervos” para permitir uma navegação mais fluida e que oscila de modo competente entre o drama e a comédia.

Enquanto o roteiro, assinado por Arraes, João Falcão, Adriana Falcão e Jorge Furtado, peca na condução do enredo, cabe ao elenco dar o máximo de si para que cada um dos diálogos tenha o timing correto e a entoação necessária para despertar determinada emoção no público. Mello faz um trabalho primoroso como Chicó, mantendo-se fiel às características exploradas no filme original à medida que promove um amadurecimento mandatório ao protagonista; Eduardo Sterblitch se reitera como um ator camaleônico ao encarnar o radialista e candidato a prefeito Arlindo – estruturando-se dentro de uma apaixonante hipérbole que divide com a ótima Fabiula Nascimento como a descompensada socialite Clarabela Catação; Humberto Martins diverte-se ao encarnar o poderoso e ambicioso Coronel Ernani, funcionando como um dos antagonistas da obra.

Mas é Nachtergaele quem rouba completamente os holofotes com uma interpretação aplaudível e irretocável: se o astro já havia imortalizado João Grilo tantos anos atrás com um respeito inegável pelo personagem, aqui ele se permite imortalizar o legado deixado pela persona em uma condução aprazível e catártica – e isso não é tudo: sem dar muitos spoilers, Nachtergaele estende sua versatilidade artística para outras inflexões que nos tiram o fôlego e que, por um breve momento, o tornam irreconhecível nas telonas.

Nota-se, também, um esmero imagético no tocante ao design de produção: o início do primeiro ato abusa do CGI em uma artificialidade tristonha e melancólica; todavia, quando chegamos em Taperoá, notamos que a construção dos cenários se rende ao ápice das investidas teatrais, seja arquitetura dos principais edifícios, nas cores contrastantes e até mesmo na configuração da paisagem natural. Há uma emblemática amálgama de referências estéticas que oscila da fantasia ao expressionismo, do realismo ao folclórico, e que firma uma nostálgica originalidade que enche nossos olhos. E, nesse tocante, Arraes e Flávia Lacerda, assinando a direção do longa, sabem como deixar que os cenários façam parte ativa da história – mesmo que apenas como reflexo das emoções dos personagens.

Homem com chapéu e barba, fumando ao ar livre.

O Auto da Compadecida 2 é divertido do começo ao fim e traz de volta todo o nosso apreço por esse memorável universo literário e cinematográfico – porém, não podemos fazer vista grossa aos múltiplos erros que estendem-se ao longo de pouco mais de uma hora e quarenta de duração. Em outras palavras, é notável como essa sequência é desnecessária, mas tem o seu valor artístico ao contar com um elenco nada menos que estelar.

‘Do Sul, a Vingança’: Longa produzido no Mato Grosso do Sul ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Foram divulgadas imagens inéditas do ambicioso projeto ‘Do Sul, a Vingança’, que chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio com distribuição da Kolbe Arte.

O longa, que marca um feito inédito, é o primeiro filme produzido 100% no Mato Grosso do Sul a entrar em circuito comercial no Brasil, reforçando o crescimento do cinema regional e independente.

Com orçamento de apenas R$ 397 mil, a produção surpreende pela qualidade técnica e narrativa, e já começa a chamar atenção internacional: é finalista no Los Angeles Film Awards 2025 e no World Film Festival, em Cannes, um dos mais prestigiados eventos do cinema independente.

A produtora também divulgou nesta semana o trailer e o cartaz oficiais do longa, que mistura ação e comédia em um faroeste moderno com identidade brasileira.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Fábio Flecha, que também assina o roteiro ao lado de Edson Pipoca.

Em busca de material para seu novo livro, o escritor Lauriano parte para a conturbada fronteira entre Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia, onde o crime organizado dita suas próprias leis, em busca de um “Jacaré”. O que começa como uma simples investigação se transforma em uma jornada inesperada, repleta de ação, conflitos e personagens excêntricos. Em meio ao caos de uma vastidão silenciosa e cheia de contrastes, Lauriano mergulha em uma trama tão perigosa quanto cômica — onde sobreviver é o seu maior desafio.

Espedito Di Montebranco (Jacaré), Bruno Moser (Febem), Felipe Lourenço (Lauriano), Leandro Faria (Victor Bautista), Luciana Kreutzer (Dra. Lucia), Victor Samudio (Edson) e David Cardoso (Coronel Massada) estrelam.