Site Página 1831

‘Tenet’: Novo e eletrizante comercial de TV confirma nova data de estreia do longa; Assista!

O aguardado sci-fi ‘Tenet‘ ganhou um novo e eletrizante comercial de TV, que confirma a nova data de estreia da produção nos Estados Unidos, agendada para o dia 31 de julho.

Vale lembrar que, anteriormente, embora a data em questão já tivesse sido anunciada, a Warner Bros. ainda estava incerta e insegura em relação a manter a programação para o lançamento, uma vez que nova onda de COVID-19 tem tomado conta de algumas regiões do país.

A contar pelo novo comercial exibido, o cineasta Christopher Nolan venceu o impasse, mantendo a estreia oficialmente.

Vale lembrar que vídeo promocional fora gravado pelo celular de um usuário do Twitter e está em baixa resolução.

Assista:

Confira também as novas imagens promocionais do aguardado sci-fi, divulgadas pela EW:

TENET
John David Washington
TENET
Elizabeth Debicki
TENET
Robert Pattinson
TENET
(L-r) JOHN DAVID WASHINGTON and director/writer/producer CHRISTOPHER NOLAN on set
TENET
Elizabeth Debicki and Kenneth Branagh
TENET
TENET
(L-r) JACK CUTMORE-SCOTT, JOHN DAVID WASHINGTON and ROBERT PATTINSON

Assista ao novo comercial:

Vale lembrar que a Warner Bros. do Brasil revelou ao CinePOP que o longa teve sua estreia adiada para 13 de agosto nos cinemas nacionais, se as salas de cinema estiverem reabertas até lá.

Confira a sinopse:

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista (John David Washington) viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

 

Steven Spielberg fecha parceria milionária com a Netflix, após anos criticando a plataforma

Mais um aclamado cineasta de Hollywood entrou para o hall de colaboradores criativos da Netflix. O vencedor do Oscar Steven Spielberg fechou uma parceria milionária com a gigante do streaming, para a produção de “vários filmes por ano”.

Por meio de um comunicado oficial, o criador da produtora Amblin Entertainment comemorou a nova união de forças, salientando o seu entusiasmo para contar novas histórias com o serviço de assinatura:

“Na Amblin, contar histórias estará para sempre no centro de tudo o que fazemos e desde o minuto em que Ted [Sarandos] e eu começamos a discutir uma parceria, ficou claro que tínhamos uma oportunidade incrível de contar novas histórias juntos e alcançar o público de diferentes maneiras. Esta nova jornada para nossos filmes, junto com as histórias que continuamos a contar com nossa família de longa data na Universal e nossos outros parceiros, será incrivelmente gratificante para mim pessoalmente, já que embarcaremos nela junto com Ted. E mal posso esperar para começar a trabalhar com ele, Scott e toda a equipe da Netflix“.

O CEO do streaming, Ted Sarandos, também comemorou a nova parceria – cujo valor não fora oficialmente revelado -, pontuando o quanto sua criação fora influenciada pelos icônicos longas de Spielberg:

“Steven é um visionário e criativo líder e, como tantos outros ao redor do mundo, meu crescimento foi moldado por seus personagens e histórias memoráveis ​​que têm durado por tantos anos e segue inspirando e despertando tantas pessoas. Mal podemos esperar para começar a trabalhar com a equipe da Amblin e estamos honrados e emocionados por fazer parte deste capítulo da história cinematográfica de Steven“.

Críticas à Netflix

Em março de 2018, Spielberg fez duras críticas aos serviços de streaming, afirmando que eles representavam “um perigo claro e presente” para o cinema, ao afastar os espectadores das telonas.

Na ocasião, ele ainda acrescentou que os filmes lançados na Netflix ou na Amazon Prime eram filmes de TV que mereciam ser considerados para o Emmy e não para o Oscar. Um ano depois, após ‘Roma‘, de Alfonso Cuarón (um lançamento da Netflix), ganhar o prêmio de Melhor Diretor e mais duas estatuetas do Oscar, Spielberg levou sua desaprovação diretamente ao Conselho de Governadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Seu argumento parece não ter se sustentado, considerando quantos filmes realizados por serviços de streaming ganharam indicações ao Oscar este ano.

 

‘Landman’: Começam as filmagens da 2ª temporada, com retorno de Demi Moore em papel crucial

As filmagens da 2ª temporada da popular série ‘Landman‘ já foram iniciadas, com o retorno da atriz Demi Moore no papel de Cami. Sua personagem terá um destaque ainda maior nos novos episódios, conforme revelado pelo The Hollywood Reporter.

Cami foi apresentada na 1ª temporada como a esposa de um chefe do petróleo (Jon Hamm). Na época de seu lançamento, a produção foi criticada por não dar maior destaque à personagem, ampliando seu arco.

As críticas parecem ter sido respondidas, pois o cocriador da série, Christian Wallace, salientou que a personagem terá um papel significativamente maior nos vindouros capítulos.

“Ainda há muito mais história para contar com a Cami. Taylor tem grandes planos, é tudo o que vou dizer”. 

Estrelada por Billy Bob Thornton, ‘Landman’ se tornou uma das 10 séries mais vistas do segmento streaming durante o quarto trimestre de 2024. A produção ainda manteve uma audiência sólida no início de 2025, acumulando quase 9,7 bilhões de minutos de visualização ao longo de 11 semanas, no ranking TOP 10 de Streaming da Nielsen.

Por meio de um comunicado oficial, Chris McCarthy, co-CEO da Paramount e presidente e CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios e Paramount Media Networks, comemorou a renovação da série e elogiou Sheridan por sua habilidade de unir temas socioculturais contemporâneos ao entretenimento:

“‘Landman’ foi uma das maiores séries do ano por causa da habilidade única de Taylor Sheridan de explorar o zeitgeist cultural, aproveitando os temas neoocidentais de individualismo robusto, ambição e lutas da classe trabalhadora, em contraste com os debates contemporâneos sobre energia, mudanças climáticas e crescimento econômico. A série ajudou a levar a Paramount+ a novos patamares como o Streaming Video On Demand nº 2 nos EUA em horas originais assistidas no quarto trimestre”.

Recentemente, a Paramount+ divulgou um vídeo promocional compilando os melhores momentos da temporada de estreia da atração.

Confira:

20240708 122733
20240708 122733
20240708 122730
20240708 122730

O elenco ainda conta com Jon HammMichael PeñaJames JordanKayla WallaceMark ColliePaulina ChavezDemi Moore, Ali LarterMichelle RandolphJacob Lofland.

Landman‘ é baseada no podcast ‘Boomtown‘ e é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

Hans Zimmer fica responsável pela trilha sonora do live-action de ‘O Rei Leão’

A Disney confirmou que o compositor Hans Zimmer ficará responsável pela trilha sonora do live-action de ‘O Rei Leão’, ao lado de Beyoncé.

Só lembrando que Zimmer também foi responsável pela trilha da animação de 1994, a qual ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

Após muitos boatos, a Disney finalmente divulgou o elenco completo do live-action. Beyoncé será Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Recentemente, surgiram boatos de que a Disney teria concordado em pagar US$ 25 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões) para garantir o envolvimento de Beyoncé no projeto.

Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

O filme dirigido por Jon Favreau está em pré-produção em Los Angeles.

O lançamento está marcado para o dia 19 de Julho de 2019!

 

‘Matrix’: Primeira versão remasterizada em 4K chega em maio

Os fãs da franquia ‘Matrix’ já podem comemorar! O aclamado clássico de ação será relançado (pela primeira vez em quase 15 anos!) em um pack exclusivo com uma versão em 4K Ultra HD nas plataformas digitais.

O processo de remasterização foi todo supervisionado por Bill Pope, o diretor de fotografia do longa e estará disponível para compra a partir do dia 22 de maio.

Enquanto isso, muitos rumores sobre o novo filme da franquia tem circulado na internet nos últimos anos. Michael B. Jordan estaria sendo cotado pela Warner para estrelar a produção, e Zak Penn responsável pelo roteiro, que ele esclareceu não se tratar de um reboot, , nem de um remake.

Aparentemente, a Warner contratou um time de escritores para ajudá-los a desenvolver a “melhor forma possível de relançar a franquia”. Mas não espere ver rostos conhecidos, como Neo e Morpheus.

Em entrevista ao ScreenRent, Penn revelou:

“Eu acho aquele universo brilhante, acho que OASIS é como uma versão comédia de ação daquilo, e não precisa ter sempre os mesmos personagens. Você poderia seguir diferentes direções.”

Aparentemente, o novo filme buscaria expandir o universo Matrix, como um spin-off, apresentando e desenvolvendo novos personagens neste universo já estabelecido, o que descartaria a ideia de um remake.

 

Com reboot de ‘Matrix’, Hollywood chega ao fundo do poço…

Recentemente, Keanu Reeves revelou que toparia voltar ao quarto filme da franquia, se irmãs Wachowskis estivessem envolvidas – saiba mais!

Por enquanto, as irmãs Wachowski, que escreveram e dirigiram o original e suas duas sequências, não estão envolvidas no projeto e a natureza de seus potenciais envolvimentos com a nova versão não foi determinada. Certamente, a Warner iria querer as duas cineastas para dar, no mínimo, uma bênção para o projeto nascente.

Sucesso! ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ tem a melhor estreia da franquia na China

Missão: Impossível – Efeito Fallout’, dirigido por Christopher McQuarrie, continua sendo um grande sucesso ao redor do mundo, tornando-se o maior exemplar da franquia na China.

Em sua estreia nesta sexta-feira (31), o filme com Tom Cruise arrecadou cerca de US$ 28 milhões, um valor que deve ser ainda maior após o final de semana. Em termos de comparação, o capítulo anterior, ‘Nação Secreta’, fez US$ 89 milhões em seu fim de semana de estreia.

Mundialmente, ‘Efeito Fallout’ já ultrapassou o valor de US$ 550 milhões em bilheteria.

Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

O filme já está em exibição nos cinemas.

 

 

 

 

Dica | Filmes indicados ao Oscar 2025 para ver no Disney+

O Oscar anunciou seus indicados nesta semana. E apesar do grande destaque ter ido para o nosso querido Ainda Estou Aqui, uma porção de outros filmes foram indicados nas mais diversas categorias. E como não podia ser diferente, muitos deles já estão disponíveis nos streamings para assistir.

Até o momento, nenhum outro streaming tem tantos indicados disponíveis em seu catálogo quanto o Disney+, que tem cinco representantes em seu acervo. Pensando nisso, o CinePOP separou esses filmes para você poder assistir até o dia da cerimônia, que acontecerá em 2 de março de 2025. Confira!

Divertida Mente 2

divertida mente

Indicado na categoria de Melhor Animação, Divertida Mente 2 se tornou a maior bilheteria da história do Brasil e a maior bilheteria de uma animação de todos os tempos. O longa foi elogiadíssimo ao abordar as crises de ansiedade no cérebro humano. O filme acompanha a jovem Riley, que está no auge da adolescência. Passando por questões pessoais, a menina vive todas as incertezas dessa fase da vida, o que reflete em seu cérebro. Por lá, o painel de emoções é demolido e reformado para abrigar novas emoções, que passam a tomar o controle das ações da menina, jogando as antigas emoções para o esquecimento. Só que a Ansiedade assume o controle das atitudes de Riley, causando um inferno na vida da menina.

Alien: Romulus

alien romulus

Indicado na categoria de Melhores Efeitos Visuais, Alien: Romulus é uma nova tentativa de emplacar a franquia, mas apelando para os caminhos originais da saga. Ambientado entre o filme original e o segundo capítulo da saga, esse suspense espacial acompanha um grupo de jovens escravizados que tentam comprar sua alforria. Porém, o sistema foi moldado para dar a eles a falsa esperança de liberdade, já que suas ‘dívidas’ são impagáveis. Então, eles bolam um plano para capturarem uma nave que está abandonada na órbita de seu planeta para escaparem rumo a um novo mundo. O problema é que a tal nave é o ‘túmulo’ de Alien: O Oitavo Passageiro (1979). Ou seja, eles vão ficar presos no espaço sideral com uma porção de xenomorfos.

Planeta dos Macacos: O Reinado

Indicado na categoria de Melhores Efeitos Visuais, Planeta dos Macacos: O Reinado foi um dos filmes mais interessantes de 2024. Misturando ficção com aventura, o longa se passa séculos após a trilogia dos anos 2010. Na trama, os feitos de César viraram lenda entre a comunidade dos símios, que agora são as espécies dominantes da Terra. O filme acompanha um jovem macaco que tem sua aldeia invadida por colonizadores, que levam seus amigos e família como escravos. Ele parte em uma jornada para resgatá-los e encontra novos amigos pelo caminho, como um orangotango ancião e uma humana desconfiada.

Sugarcane: Sombras de um Colégio Interno

Indicado na categoria de Melhor Documentário, Sugarcane conta a história real de um dos casos mais grotescos revelados recentemente no Canadá. O documentário vai a funda na história dos internatos religiosos canadenses que, por praticamente um século, torturaram, castigaram e abusaram de crianças indígenas, promovendo um extermínio étnico brutal. A trama segue várias histórias, conversando com sobreviventes, parentes e até mesmo políticos ligados ao caso que foi revelado ao mundo em 2021.

Elton John: Never Too Late

Indicado na categoria de Melhor Canção Original (“Never Too Late”), Elton John: Never Too Late é um documentário que surpreendeu com a indicação. Ele acompanha os 50 anos de carreira do lendário Elton John, uma das personalidades mais queridas e instigantes do mundo da música, partindo da perspectiva do próprio cantor. Ele parte do último show do cantor na América do Norte, realizado no Dodger Stadium, e vai viajando pela vida pessoal e carreira de Elton, que reflete de forma íntima sobre os percalços e o legado que essas cinco décadas deixaram para o mundo. 

Crítica | Incrível História Real Com Atores Detentos Alicerça Indicações ao Oscar de ‘Sing Sing’

Essa época do ano é a grande festa dos cinéfilos. É a época em que temos a chance de nos depararmos com histórias incríveis, inacreditáveis, que inspiram de alguma forma e são transformadas em filmes – que estreiam geralmente aqui no Brasil durante o verão, época das grandes premiações no hemisfério norte. Assim nos deparamos com o longa ‘Sing Sing’, produzido em 2023 que só chegou agora nos cinemas nacionais, e tem colecionado diversas indicações nesta temporada, incluindo 3 indicações ao Oscar.

Grupo de homens de uniforme em fila, olhando sérios.

Divine G (Colman Domingos, de ‘A Cor Púrpura’) é um detendo muito dedicado aos estudos do Direito, pois tenta encontrar uma prova que possa usar para defender seu caso e conquistar a liberdade. Para escapar da realidade terrível, Divine G também é dramaturgo, e ajuda a gerenciar um grupo de teatro dentro da penitenciária ‘Sing Sing’, onde cerca de dez detentos dedicam seus tempos interpretando peças distintas para apresentar ao resto de seus colegas. Certo dia, um novo integrante chega no grupo: é Divine Eye (Clarence Maclin), um detento cheio de raiva, que entra desafiando a dinâmica do grupo ao sugerir que a próxima peça a ser ensaiada fosse uma comédia, criada por eles.

O mais incrível (no real sentido da palavra, ou seja, de ser difícil de acreditar, e aqui vai um pequeno spoiler do bem) em ‘Sing Sing’ é que tirando Colman Domingo e Paul Raci do núcleo principal, todo o resto do elenco é composto por detentos reais da penitenciária. Ao final do filme há pequenos clips do verdadeiro grupo de teatro performando as peças, e esse ponto convida o espectador a sair da ficção e encarar a beleza do que esse conjunto de pessoas conseguiu alcançar mesmo encontrando-se em estado de confinamento.

Dois homens sentados, um em primeiro plano com capuz roxo.

Escrito por John H. Richardson, Brent Buell e Clint Bentley, o roteiro faz uma escolha incomum de centrar sua história essencialmente no processo, não necessariamente no final feliz. Isso significa que tanto o roteiro quanto o diretor Greg Kwedar optaram por mostrar o talento desses atores na jornada de construção de seus personagens (na peça e no filme) do que se aprofundar no drama esperado de filmes de cárcere. Assim, os dilemas que os personagens enfrentam têm a ver com seus conflitos internos versus a apresentação cênica, e não com suas vidas primevas ou a luta jurídica. Dessa escolha, brilham os atores secundários, mas, em contrapartida, o espectador não se aprofunda nos dramas individuais, nem no drama coletivo.

E provavelmente esse tenha sido a principal motivação da produção: construir um filme que iluminasse o trabalho desse grupo teatral e os levasse para o mundo pelos seus talentos, não pelas motivações que os levaram ao confinamento carcerário. Agora que fomos apresentados a tantos talentos, vai ser difícil a indústria ignorar os trabalhos de Sean San José, Patrick Griffin, David Giraudy, Mosi Eagle, Sean Dino Johnson, Dario Peña e James Williams.

Sing Sing’ colocou as intenções acima das ambições, e é isso que faz desse filme algo tão especial. Para além de uma história real inspiradora, é um filme que nos lembra quantos talentos estão por aí no mundo, precisando de uma mão que os puxe para o holofote.

Homem com coroa olhando sério, fundo azul com pássaros.

‘Vingadores: Ultimato’: Chris Evans disse que chorou três vezes apenas na primeira hora do filme

‘Vingadores: Ultimato’ promete ser o filme mais emocionante dos últimos dez anos do extenso e epopeico Universo Cinemático Marvel – e parece que as expectativas subiram ainda mais com as recentes declarações de um dos astros do longa, Chris Evans.

Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o ator, que dá vida a Steve Rogers/Capitão America disse que chorou três vezes apenas na primeira hora da produção.

Evans também refletiu sobre o futuro de seu personagem, tentando se esquivar de spoilers.

Questionado sobre a possibilidade de morrer no longa, ele brincou sobre o fato:

Tá certo, é isso aí. Depois que sou morto pelas mãos de Tony, eu disse: ‘quer saber? Eu não posso mais assistir isso’. É difícil ver minha própria morte. Vai ser um filme bem longo, isso eu te garanto. O primeiro corte de edição tinha mais de três horas. Só o eu funeral tem uma hora de duração!

O astro ainda falou sobre a produção em si, quase entregando um pequeno spoiler:

Esse é dos bons. Esse filme está realmente bom e eu até já tive a oportunidade de assistir a primeira hora. […] E eu não acredito que eles conseguiram fazer um trailer de todo o material, porque basicamente, boa parte do filme é um spoiler visual. Muitos dos personagens possuem…opa, acho que não deveria ter dito isso.

E como se não bastasse, ‘Ultimato’ aparentemente fará um estrondo nas bilheterias, com previsão de arrecadar 840 milhões de dólares apenas no primeiro final de semana.

Quanto à sua duração, a expectativa é que ‘Vingadores: Ultimato’ tenha 181 minutos (3 horas e 2 minutos). 

Confira o trailer:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Little Things’: John Harlan Kim entra para novo thriller de Denzel Washington

Segundo a Variety, o ator John Harlan Kim foi elencado no novo thriller ‘Little Things’, ao lado dos previamente anunciados Denzel WashingtonRami MalekJared Leto.

Conhecido por seus papéis nas séries ‘The Librarians’‘Pandora’, Kim será um policial novato na produção.

As filmagens estão agendadas para começar em setembro deste ano.

John Lee Hancock, conhecido por seu filme ‘Um Sonho Possível’, está no projeto como roteirista. Ele também foi cotado como diretor, mas ainda não houve confirmação. Mark Johnson assume como produtor. Ele já trabalhou com Hancock no passado, em ‘Desafio do Destino‘ e em ‘O Alamo‘.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

A Importância dos Filmes de Terror para as Crianças

Quando pensamos no gênero terror, logo nos recordamos de grandes produções cinematográficas como ‘O Exorcista’ ou a franquia ‘Invocação do Mal’ ou até mesmo suspenses clássicos como ‘Psicose’. Entretanto, mais frequentemente do que se imagina, esse estilo fílmico é bastante presente em obras infantis.

Quem nunca se assustou com a transformação das bruxas em ‘Convenção das Bruxas’, ficando com medo de ser perseguido por criaturas maléficas que apenas queriam te transformar em rato para sempre? Ou então assustou-se com as verdadeiras intenções da Outra Mãe em ‘Coraline e o Mundo Secreto’? Ou cobriu o rosto para não ver as terríveis feições do lobo Gmork tentando destruir as boas intenções do jovem Atreyu em salvar Fantasia em ‘A História Sem Fim’?

Como podemos perceber, a infusão da ficção fantástica e da animação com o horror é mais comum do que parece e tem um papel bastante importante no próprio amadurecimento das crianças e no modo de ajudar-lhes a enfrentar os obstáculos do mundo, se impor perante os perigos e saber que sempre há esperança até nos momentos mais obscuros e aterradores. Enquanto a própria psicologia discorre acerca dos processos de amadurecimento e crescimento – seja através da metapsicanálise ou dos estudos acerca de eventos traumáticos e irreversíveis -, essas obras audiovisuais carregam uma profundidade muito maior do que a mera superfície imagética.

Tomemos como exemplo ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, filme de estreia dos estúdios Walt Disney que revolucionou o cenário pueril e as próprias técnicas de animação. De um lado, temos a exuberante presença da personagem titular, uma moça cândida tipificada como a donzela em perigo que irá passar por inúmeras provações até encontrar liberdade. De outro, a presença da Rainha Má (cujo nome real é Grimhilde), uma poderosa, invejosa e aterrorizante monarca cujo principal objetivo é destruir sua inimiga (Branca de Neve) e tornar-se a mulher mais bela de todas. Apesar da curta duração do longa-metragem e de seus óbvios problemas estruturais (ainda mais para os tempos de hoje), a personagem vilanesca é retratada de modo bastante arquetípico quando se pensa num escopo mais geral: ela é a representação das “ruindades” do mundo e, sendo obrigada a mudar sua identidade para conseguir o que quer, transgrede os conceitos de benevolência e justiça e, como já sabemos, se dá mal de uma forma dramática.

No filme, essa ambiência arrepiante é, ao mesmo tempo, convidativa e rechaçável: as crianças a princípio se sentem coagidas a desviar o olhar da tela, do momento em que o Caçador tenta matar Branca de Neve ou que a colorida natureza cede a um cenário expressionista e distorcido; mas logo percebem que o arco das personagens é traçado por um motivo específico – o de mostrar que as adversidades podem existir, mas sempre serão transpostas.

Em ‘Coraline e o Mundo Secreto’, a narrativa de Neil Gaiman nos convida para uma outra perspectiva aventuresca: os estereótipos românticos caem por terra e ganham uma camada mais complexa, que gira em torno de uma jovem infeliz com sua família e que busca por algo maior do que já tem. É aí que, movida pela curiosidade, ela descobre um mundo escondido atrás de uma portinhola, em que cada pedaço daquilo que conhece é transmutado a seu favor e como modo de fazê-la ficar por lá mesmo. Nessa animação, as concepções de perfeição e alegria regem a orquestral e magnífica atmosfera, sendo colocadas em um patamar duvidoso que serve como base para as reais intenções da Bela Dama e sua fome ávida por crianças insatisfeitas – como é-nos revelado pouco antes do terceiro ato.

Mais uma vez, todos os elementos contribuem para arrebatar o público-alvo em direção a uma mensagem específica: a própria contraposição artística entre o Mundo Real e o Outro Mundo é um elemento de subserviência inconsciente que causa maior atração ou repulsão. Os aspectos fantásticos, como banquetes infindáveis, cachorros de três olhos e shows circenses de camundongos, fazem parte da esfera impossível que se torna possível, gradativamente tomando conta do coração da jovem Coraline. Entretanto, quando as coisas não saem como o planejado, as máscaras caem – e os olhos de botões ganham uma dimensão assustadora.

Cada narrativa que faz parte desse específico e abundante suis-generis carrega consigo uma necessidade em comum: usar o terror como exploração metafórica e simbólica dos perigos que realmente existem. Enquanto confinadas à esfera familiar, as crianças mantêm contato apenas com as figuras paternas e/ou maternas e acreditam que a presença deles é o bastante para mantê-los a salvo de tudo. Mas, quando menos esperamos, a mortal inveja de uma Madrasta pode nos apunhalar pelas costas – e, mais do que isso, faz-se preciso encontrar as forças para enfrentar esse medo.

Em outras construções animadas, como ‘O Estranho Mundo de Jack’, a expressividade do perigo é deixada de lado, optando pela desconstrução de criaturas outrora consideradas medonhas e um reorganização quase psíquica de personagens cujas intenções são puras o bastante para compreendemo-los. Em ‘A Noiva Cadáver’, a tênue linha entre vida e morte é literalmente cortada quando Victor acaba ficando noivo da já falecida Emily, descobrindo que o submundo pode ser mais divertido do que se imagina. Já em ‘Frankenweenie’, o atemporal conto do Prometeu moderno transforma-se em uma bela adaptação sobre amizade e sacrifício guiada pelo amor de um menino por seu cãozinho.

A complexidade dos longas-metragens de terror também vai além disso: por vezes, o caminho trilhado pelos protagonistas serve de inspiração para ações corajosas e destemidas, como é o caso de Coraline, que resolve voltar para sua algoz e enfrentá-la de uma vez por todas de modo bastante sagaz. Atreyu e Bastian, de ‘A História sem Fim’, percebem que a esperança e a bondade é a principal arma contra as calamidades que nos bombardeiam dia após dia. Em ‘ParaNorman’, o personagem homônimo percebe que lendas podem ser reescritas e que um vilão pode ter sido, na verdade, a vítima.

A importância dos longas-metragens do gênero explanado nessa breve matéria é inegável – e, desde o surgimento e ápice do cinema, continua influenciando de modo positivo os espectadores infanto-juvenis que resolvem, bravamente, aventurarem-se em mundos arrepiantes, apenas para descobrirem um novo lado de si mesmos e estarem prontos para começar uma jornada de autodescoberta inenarrável e imprescindível.

Crítica | Hilary Swank alcança as estrelas na nova série sci-fi da Netflix, ‘Away’

Espaço: a fronteira final.

O universo sempre foi matéria de exploração do homem – fosse na ciência, fosse na ficção. Desde que o mundo é mundo, pensadores e artistas voltavam sua atenção para o céu e para os astros que cintilavam ao longe, imaginando que seres habitavam os confins do vácuo. Desde H.G. Wells com seu revolucionário ‘Guerra dos Mundos’ até Christopher Nolan com seu tour-de-force ‘Interestelar’, diversas narrativas apresentaram panoramas únicos do que os outros planetas escondiam em suas atmosferas e cenários inabitáveis, por vezes nos fazendo confrontar o desconhecido, por vezes colocando em perspectiva a pequenez egocêntrica do ser humano. E, agora, chegou a vez da Netflix nos apresentar a sua própria dramatização de uma perigosa viagem tripulada para Marte.

Intitulada ‘Away’, a série de ficção científica flerta com dramas cotidianos que ganham uma dimensão extremamente gratificante e frustrante para qualquer um que se aventure ao longo de seus dez episódios. Distendendo-se em minutos e mais minutos de uma coesa e clássica investida estética, a obra criada por Andrew Hinderaker carrega consigo uma solidez mimética que foge das atribulações circinais de construções do gênero, deixando claro qual será seu foco – e quais são as cautelas necessárias para que as tramas não se repitam entre si. Eventualmente, a produção esbarra em certos obstáculos técnicos que não conseguem dosar com exatidão as fabulosidades sci-fi com os íntimos arcos de cada protagonistas, mas isso não importa: o público permanece envolvido do começo ao fim, torcendo angustiado para que tudo dê certo no final.

AWAY (L to R) RAY PANTHAKI as RAM ARYA and HILARY SWANK as EMMA GREEN, in episode 109 of AWAY. Cr. DIYAH PERA/NETFLIX © 2020

Hilary Swank lidera um time estelar de astronautas como a Comandante Emma Green, que finalmente realizou seu sonho de ir para o planeta vermelho – apesar dos sacrifícios que teve que fazer. Ela deixa para trás seu marido e colega de profissão, Matt (Josh Charles), que não conseguiu ir na viagem em virtude de uma condição genética degenerativa, e sua filha adolescente, Alexis (Talitha Bateman), que lida com o fato de que a mãe os deixará para trás, quase incomunicável, por três longos anos. Logo de cara, percebe-se que o dilema principal da série é conciliar a vida pessoal e a profissional sem perder a sanidade no confinamento da nave Atlas e sem deixar que a pressão de seus companheiros afete o trabalho a que foi confiada.

Enquanto Swank brilha em uma das melhores atuações de sua carreira, o roteiro supervisionado por Hinderaker garante que cada membro da equipe espacial tenha seu momento de glória. A ideia aqui é afastar-se dos convencionalismos de tantos longas-metragens ambientados no extraterrestre, que fornecem mínimos esclarecimentos acerca da personalidade dos personagens em prol de colocá-los à mercê de forças cósmicas que não podem ser premeditadas e controladas. De fato, é de se esperar que certas escolhas rendam-se aos thrillers de sobrevivência – e os realizadores sabem disso e usam as fórmulas a seu favor.

Em outras palavras, não temos o básico conflito entre alienígenas demoníacos e mortais e a impotência humana: Emma, junto aos outros tripulantes, percebe e nos faz perceber, querendo ou não, que prevenções não significam muito quando estamos resistindo à vastidão do vácuo. Por mais que testes preparatórios tenham sido feitos, eles são colocados à prova quando se deparam com erros vitais para o prosseguimento da viagem, como uma pane no sistema de fornecimento de água, o racionamento de suprimentos, defeitos nos painéis de energia e, no topo de tudo isso, o prospecto agourento da morte. Afinal, ninguém nunca havia viajado tão longe – e não saber o que os aguarda é o que move a curiosidade dos espectadores e das próprias personas.

Como se não bastasse, o pano de fundo se desenrola no âmbito externo e interno em uma complexa e catártica coreografia. Na Terra, Matt defronta desilusões de sua incapacidade motora, que coloca em xeque até mesmo sua a carreira na NASA, enquanto Alexis é obrigada a amadurecer agora que sua mãe e melhor amiga está há milhões de quilômetros de distância e não pode servir como confidente. No espaço, Emma enfrenta as múltiplas divergências de sua equipe, como a teimosia protetora de Misha (Mark Ivanir) e o obsessivo autocontrole da inteligentíssima Yu (Vivian Wu), ambos tendo testemunhado uma prova de fogo (literalmente) que os faz duvidar da capacidade de liderança da comandante. Temos também o otimismo desenfreado do traumatizado Ram (Ray Panthaki) e a polidez ferrenha de Kwesi (Ato Essandoh).

A cereja do bolo vem, sem sombra de dúvida, com a categórica performance dos atores e atrizes que permeiam os capítulos. Cada lágrima colocada em cena é uma representação anafórica daquilo que foi deixado de lado para que a sociedade progredisse em sua incansável carestia pela dominação e pelo controle – como um amor perdido, um pai que se foi precocemente ou uma nação que conta com o sucesso e não aceita o fracasso. São essas minúcias reflexivas que aumentam a carga dramática da série e, por vezes, falam muito mais alto do que qualquer outra coisa. Porém, como vemos à medida que nos aproximamos do season finale, a cronologia expande-se em oito extensos meses que transformam uma aventura de tirar o fôlego em um rotineiro ciclo claustrofóbico.

Aliado a eventos pungentes que analisam a frágil psique humana – e que são refletidas em reviravoltas interessantes, ainda que limitadas às fronteiras que criam -, temos a preocupação visual do show, que tem em mente a sobreposição da urgência corriqueira e da melancolia isolatória. Por isso mesmo, vê-se a preferência pela acidez da paleta alaranjada, acompanhada pela sóbria prostração do verde, nutrindo referências de produções como ‘Ad Astra’. Em contraposição, é fantástico como os enquadramentos e as inclinações procuram ousar, transformando a nave (que é cultivada como protagonista ao lado de seus passageiros) em um labirinto sem fim e em uma prisão sem grades.

‘Away’ é uma das melhores iterações do ano e, mesmo com seus breves defeitos, não deixa de nos convida para uma viagem inesquecível e emocionante que não enxerga fronteiras e cujo limite é o infinito.

‘Fada Madrinha’: Jillian Bell e Isla Fisher nas novas imagens de bastidores da comédia; Confira!

A comédia natalina ‘Fada Madrinha’, estrelada por Jillian BellIsla Fisher, já está disponível na grade de programação da plataforma Disney+ e, agora, ganhou novas imagens de bastidores adoráveis.

Confira:

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Jillian Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen ganha trailer DUBLADO e data de estreia na Amazon Prime Video!

A Amazon Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial dublado da série de suspense teen ‘Cruel Summer’, anunciando também que os episódios têm estreia marcada para o dia 06 de agosto na plataforma.

Confira:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Olivia Holt). E Jeanette (Chiara Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman e Chris Hemsworth como Thor e Jane em novas fotos dos bastidores

A página de fãs do aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’ divulgou através do Twitter novas imagens de bastidores do longa-metragem, trazendo os astros Natalie PortmanChris Hemsworth.

Confira:

Lembrando que o filme teve sua estreia adiada de 06 de maio de 2022 para 08 de julho de 2022.

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Kraven, o Caçador’: Aaron Taylor-Johnson como o rival do ‘Homem-Aranha’ em nova foto dos bastidores

As filmagens de ‘Kraven, o Caçador’, novo derivado de ‘Homem-Aranha’, seguem a todo vapor e, agora, uma página dedicada ao longa-metragem divulgou uma nova foto de bastidores do set.

Apesar de estar em baixa qualidade, a imagem em questão mostra Aaron Taylor-Johnson como o personagem-titular.

Confira:

Anteriormente, o mesmo perfil divulgou um vídeo em que o dublê de Taylor-Johnson é visto pendurado na lateral de um van enquanto tenta quebrar o vidro da porta.

Na cena, o personagem está descalço e usando roupas sociais em vez do icônico visual dos quadrinhos e animações.

Infelizmente, não há informações sobre o contexto da cena, mas parece que Kraven está atrás de alguma vítima que pode estar dentro do veículo.

Confira:

Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.

Há alguns dias, o Deadline divulgou que Christopher Abbott (‘Possessor’) entrou para o elenco e irá interpretar o vilão Estrangeiro, um dos maiores adversários do Homem-Aranha nos quadrinhos.

O longa ainda contará com Ariana DeBose (‘Hamilton’), Alessandro Nivola (‘Os Muitos Santos de Newark’), Russell Crowe (‘Gladiador’) e Fred Hechinger (‘A Mulher na Janela’).

Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

David Tennant, astro de ‘Jessica Jones’, diz que seria difícil retornar ao MCU

Depois de alguns anos sob a tutela da Netflix, o microcosmo formado pelos Defensores está gradativamente voltando às mãos do Universo Cinemático Marvel – ainda mais com Demolidor (Charlie Cox) e Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) retornando para reprisar seus papéis na franquia.

Recentemente, especulações indicaram que Jessica Jones (Krysten Ritter) também entraria para o MCU, levando alguns fãs a imaginarem que até o vilanesco Kilgrave (David Tennant) poderia retornar.

Entretanto, durante um painel na FAN EXPO Boston, Tennant, que também eternizou o papel titular na adorada série ‘Doctor Who’, admitiu que seria difícil retornar à franquia, em virtude da especificidade do antagonista. Além disso, o ator disse que adoraria ver alguns dos roteiristas por trás da franquia tentar envolver o personagem em histórias futuras, de alguma forma.

Confira:

‘Jessica Jones’ foi exibida originalmente entre 2015 e 2019, estendendo-se por três temporadas.

Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, na figura de Zebediah Kilgrave (Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.

Erin MoriartyRachael TaylorMike ColterColby MinifieCarrie-Anne Moss e outros também fizeram parte do elenco.

A série está disponível no Disney+.

Antes de ‘M3GAN’, boneca demoníaca da Xuxa já aterrorizava os brasileiros…

‘M3GAN’ já se tornou um grande sucesso crítico e comercial ao redor do mundo e vem aterrorizando o público ao trazer uma boneca super-tecnológica e psicótica que nos causa arrepios só de aparecer nas telonas. Entretanto, ela não foi a primeira boneca a causar espanto.

Nos anos 1980, a icônica apresentadora, atriz e cantora brasileira Xuxa Meneghel, consagrada como uma das grandes personalidades nacionais, firmou parceria com a Brinquedos Mimo para o lançamento de uma boneca inspirada em si mesma. Eventualmente (e depois de diversas postergações), o brinquedo foi lançado em maio de 1987 e se transformou em um sucesso imediato, vendendo mais de 800 mil exemplares apenas no Brasil e, alguns anos mais tarde, sendo comercializada em outros países da América Latina.

Apesar da felicidade das crianças, a boneca foi protagonista de uma lenda urbana que teve origem na cidade de Sorocaba, no estado de São Paulo. Segundo a história, ocorrida no final da década de 80, uma criança pedia que sua mãe lhe comprasse a boneca da Xuxa e, por estar desempregada e sem dinheiro para comprar o brinquedo, ela teria respondido: “só se o diabo mandar dinheiro”.

Dito e feito: no dia seguinte, a mãe teria recebido o valor exato para comprar a boneca. Feliz por dar à filha o que ela tanto pedia, a mãe ficara aliviada – mas não até uma grande tragédia acontecer.

A lenda aponta que o brinquedo teria sido possuído pelo demônio e, durante a noite, criado garras enormes para arranhar a criança. Na manhã seguinte, a mãe contou que as unhas da boneca estavam cheias de sangue e que a filha estava atônita.

Uma segunda versão da lenda conta que a boneca teria sido, de fato, possuída pelo demônio e atacado a criança enquanto ela dormia. Entretanto, o maligno espírito dentro do brinquedo teria levado a alma da jovem e a mãe a teria encontrado morta.

No final das contas, a mãe levou a boneca em questão para a Catedral Metropolitana da Nossa Senhora da Ponte e ela foi exorcizada pelo monsenhor Mauro Vallini. Quando a lenda se espalhou e ganhou as manchetes dos jornais, várias pessoas se reuniram na frente da igreja para ver a boneca demoníaca. Todavia, Vallini disse que tudo aquilo não passava de um mero boato.

E você? Já tinha ouvido falar dessa história?

Lembrando que ‘M3GAN’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

‘Pinguim’: Série derivada de ‘Batman’ ganha SANGRENTO logo oficial; Confira!

Max divulgou o novo logotipo oficial da aguardada série ‘Pinguim‘, baseada no icônico vilão do universo ‘Batman‘ e estrelada por Colin Farrell.

Confira:

Segundo informações da plataforma de streaming, a série já foi classificada como “TV-MA” no serviço de streaming. Essa classificação é equivalente ao “Rated R” no cinema, o que indica que o conteúdo é destinado a um público adulto e pode conter material impróprio para menores.

As informações cedidas pela plataforma também confirmam que a série terá 8 episódios em sua primeira temporada.

Relembre o teaser de ‘Pinguim‘:

Anteriormente, o astro Colin Farrell havia revelado novos detalhes sobre a série: “Vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto. A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

‘Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos’: 3ª parte da franquia ganha trailer e data de estreia na Netflix!

A aguardada sequência ‘Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos‘ ganhou seu primeiro trailer e data de estreia na Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 23 de fevereiro de 2024.

Na trama, depois do último verão, Ares e Raquel não conseguem mais se relacionar e resolvem se separar. Mas, no inverno de Barcelona, eles se veem e percebem que não dá para negar o amor e a atração que sentem um pelo outro. Será que uma reconciliação vem aí?

Confira:

Clara Galle e Julio Peña estrelam a produção. Hugo ArbuesEric MassipNatalia AzaharaGuillermo LasherasEmilia Lazo e outros completam o elenco.

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Eddie Murphy QUEBRA TUDO no trailer inédito de ‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer inédito de ‘Um Tira da Pesada: Axel Foley‘, quarto filme da franquia estrelada por Eddie Murphy.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 03 de julho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

Os 10 Melhores Filmes de TERROR dos Anos 2000

Os filmes de terror têm uma capacidade única de instigar os espectadores de maneiras quase únicas – mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público,  além de abrirem espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus.

Duas décadas atrás, o terror continuava a apostar fichas em subgêneros que, outrora, não tinham tanta popularidade. Além das narrativas slasher que acompanhavam a fama inegável de franquias como ‘A Hora do Pesadelo’‘Pânico’, produções sobre serial killers começaram a dominar as telonas e a indicar que o gênero ainda tinha muito a nos contar.

Pensando nisso e aproveitando que estamos no mês mais místico e arrepiante do ano, preparamos uma lista elencando os dez melhores filmes de terror dos anos 2000.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. ARRASTE-ME PARA O INFERNO (2009)

arraste me para o inferno

Em 2009, Sam Raimi entregava uma das melhores produções de terror em anos, mergulhando de cabeça em uma insana e sangrenta aventura sobrenatural que, até hoje, é relembrada pelos fãs inveterados do gênero. Reacendendo o apreço dos espectadores por tabus envolvendo religião e o além-vida, o longa acompanha a vida de uma bancária que começa a mudar quando, para impressionar seu chefe, ela nega o pedido de prorrogação do prazo de pagamento das prestações da casa de uma idosa.

9. OS OUTROS (2001)

“A fantástica observação de uma narrativa através da perspectiva. Explorando lugares sombrios, principalmente na mente de uma mulher em conflito, chegou aos cinemas 22 anos atrás um suspense psicológico intrigante que nos leva para dias tensos de uma família em meados da década de 40 em Jersey, pertencente às ilhas do canal. Escrito e dirigido pelo cineasta chileno Alejandro Amenábar, seu primeiro trabalho em língua inglesa, e produzido por Tom CruiseOs Outros possui um criativo plot twist que dão todo sentido à ótima narrativa” – Raphael Camacho

8. MEDO (2003)

Duas mulheres em vestidos brancos em pé.

É notável como o cinema coreano consegue criar revoluções estéticas através de obras de arte – sejam elas quais foram. Em 2003, Kim Jee-woon encabeçou um dos projetos mais aclamados de sua carreira e também da década ao trazer a vida o terror psicológico ‘Medo’ (em um momento em que o subgênero em questão não tinha a popularidade de hoje). Arquitetando uma espécie de tragédia shakespeariana da melhor maneira possível, a trama acompanha duas irmãs que, depois de passar um tempo em uma instituição mental, voltam para a casa de seu pai e madrasta. Uma vez lá, além de lidar com os modos obsessivos e desequilibrados de sua madrasta, um fantasma interferente também afeta sua recuperação.

7. ABISMO DO MEDO (2005)

Apesar de ter estreado nos cinemas britânicos em 2005, o clássico terror ‘Abismo do Medo’ chegou aos cinemas mundiais quase um ano mais tarde, depois de uma exibição de grande sucesso no Festival de Sundance em 2006. Desde seu lançamento até os dias de hoje, a obra ainda reclama seu posto como uma das melhores produções do gênero dos anos 2000 (além de ter dado início a uma onda de terrores com ar feminista que ganhariam popularidade nos anos seguintes). A trama acompanha seis mulheres que, após entrarem em um complexo de cavernas, lutam para sobreviver contra criaturas humanoides que querem matá-las.

6. EXTERMÍNIO (2002)

Se o gênero de zumbis tem um apreço considerável na atualidade, devemos esse fato a, principalmente, Danny Boyle. O aclamado cineasta, em 2002, foi um dos responsáveis por reviver essas tramas com o terror pós-apocalíptico ‘Extermínio’ – chegando a influenciar praticamente todas as produções do gênero que sairiam nos anos seguintes. Na trama, uma praga transforma a maioria da humanidade em zumbis sedentos de sangue. Um grupo ainda não afetado se prepara para a mais perigosa jornada de suas vidas: tentar chegar a uma fortaleza militar em Manchester.

5. TODO MUNDO QUASE MORTO (2004)

todo mundo quase morto

Antes mesmo de ‘Zumbilândia’, as produções cômicas envolvendo zumbis ganharam um novo patamar quando Edgar WrightSimon Pegg uniram forças para o irretocável ‘Todo Mundo Quase Morto’. Recebendo aclame por parte da crítica e tornando-se um sucesso de bilheteria, o filme é um dos clássicos exemplos da histeria coletiva e transnacional pós-11 de setembro no circuito norte-americano e acompanha um funcionário de vendas de uma loja de eletrônicos e seu melhor amigo – que precisam salvar seus amigos e suas famílias de zumbis que tomaram conta de Londres.

4. [REC] (2007)

rec

“Um dos elementos mais notáveis do filme é a utilização de um único cenário pelo resto da obra. Ter um prédio residencial, de pequeno porte, contribui para que o sentimento de claustrofobia e medo dos moradores, bombeiros e jornalistas se torne mais crível, além de intensificar a problemática do estado de quarentena ali presente. Cenário único é algo bem comum em obras do found footage, isso porque se evita um gasto bem maior ao que a produção tem disponível mas porque também a simplicidade de ter um único cenário barateado mantém a fantasia de que a gravação em destaque é algo crível” – Gustavo Barreto

3. O LABIRINTO DO FAUNO (2006)

‘O Labirinto do Fauno’ é um conto de fadas de horror que não se rende à romantização excessiva, mas sim que exala as angústias às quais uma nova geração estava fadada a carregar à época do real significado de caos. Não nos poupando de catarses naturais e nem mesmo de sacrifícios narrativos, essa obra de Del Toro é uma de suas mais memoráveis – e mais aterrorizantes, certamente. Na trama, a jovem Ofélia e sua mãe doente chegam ao posto do novo marido de sua mãe, um sádico oficial do exército que está tentando reprimir uma guerrilheira. Enquanto explorava um labirinto antigo, Ofélia encontra o fauno Pan, que diz que a menina é uma lendária princesa perdida e que ela precisa completar três tarefas perigosas a fim de se tornar imortal.

2. O HOSPEDEIRO (2006)

Lançado em 2006, O Hospedeiro’ conta a história de Hie-bong e sua família, donos de uma barraca de comida no parque. Seu filho mais velho, Kang-du, tem 40 anos, mas é um tanto imaturo. A filha do meio é arqueira do time olímpico coreano e o filho mais novo está desempregado. Todos cuidam da menina Hyun-seo, filha de Kang-du, cuja mãe saiu de casa há muito tempo. Um monstro surge no rio, causando terror nas margens e levando com ele a neta de Hie-bong. Com isso, os membros da família precisam enfrentar o monstro. Esse projeto foi o que chamou a atenção do mundo do cinema para Bong Joon-ho  (que viria a ganhar o Oscar por ‘Parasita’ anos mais tarde), que consegue executar um projeto repleto de críticas sociais.

1. DEIXA ELA ENTRAR (2008)

“A história por si só já apresenta muitos elementos que naturalmente a isolam de enredos similares que estavam sendo contados nos Estados Unidos, porém, é o seu final que define essa diferença com o que era o usual. A grande revelação de Eli não é o que se espera e é o suficiente para redefinir, aos olhos do espectador, a forma de se ver a relação dos jovens. Outro elemento problemático que o enredo critica constantemente é o bullying nas escolas, sendo esse conceito bastante difícil para o diretor Tomas Alfredson trabalhar na adaptação para o cinema. A riqueza de detalhes com que o autor do livro constrói esses momentos impactou o cineasta de maneira profunda, isso ainda no período em que ele estava lendo o romance” –  Gustavo Barreto

‘Industry’: Atriz de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ se junta ao elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) entrou para o elenco da 4ª temporada de ‘Industry‘.

A atriz interpretará Haley Clay, uma assistente executiva do Tender.

Jack Farthing (‘Conexões’), Toheeb Jimoh (‘Ted Lasso’) e Amy James-Kelly (‘Unidas pela Esperança’) também foram anunciados no próximo ciclo.

Eles se juntam ao ator Max Minghella (‘The Handmaid’s Tale’), previamente anunciado. Ele interpretará Whitney Halberstram, diretor financeiro e fundador do Tender, um processador de pagamentos entrando em uma fase de crescimento.

Vale lembrar que Harry Lawtey não retornará para a nova temporada. O artista interpretou Robert Spearing, um recém-graduado em finanças arrogante e ambicioso que entrou para a Pierpoint & Co. com toda a confiança do mundo – mas logo se viu em meio a um impiedoso ambiente de trabalho.

As filmagens do próximo ciclo estão programadas para março, no Reino Unido.

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘Luta de Classes’: Vídeo nos leva aos bastidores do suspense CRIMINAL com Denzel Washington; Confira!

Apple TV+ divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores de ‘Luta de Classes’ (Highest 2 Lowest, no original), novo suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington.

A produção será lançada na plataforma de streaming em 5 de setembro.

Assista, junto ao trailer dublado:

O filme teve uma estreia impressionante no Rotten Tomatoes, conquistando 89% de aprovação com base em 37 análises.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o filme, destacando o trabalho do diretor Spike Lee, que conseguiu dar vida e uma identidade própria ao longa, originalmente inspirado em um filme japonês.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“A premissa se encaixa perfeitamente com a indústria da música, e Washington está impecável, entregando uma de suas melhores atuações recentes como um homem preso em um dilema moral impossível”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Ao final, Lee eleva Highest 2 Lowest a novos patamares, entregando um filme de gênero envolvente e provocativo, que entretém enquanto faz um alerta sobre os possíveis caminhos que a cultura contemporânea pode estar seguindo”, disse Peter Debruge da Variety.

“O diretor assume aqui o papel de um showman chamativo e cheio de estilo, e o interpreta com perfeição, entregando um grande e altamente refinado pedaço de cinema que é puro entretenimento”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Embora esteja longe de ser o melhor de Lee, Highest 2 Lowest é um filme divertido, e para os fãs de Denzel Washington, é imperdível”, disse Therese Lacson do Collider.

“Descaradamente épico, corajosamente engraçado e orgulhosamente negro, Highest 2 Lowest pode ter origem em um cineasta japonês, mas sua alma pertence claramente a Lee”, disse Robert Daniels do RogerEbert.

“Lee é muito mais interessante pelo que ele acrescenta a um projeto do que pelo que ele retira dele, e Highest 2 Lowest está naturalmente em seu melhor quando se desvia do material original”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Highest 2 Lowest é uma mistura de cinema reluzente e profissional com escolhas curiosas. É uma vitrine tanto para um veterano consagrado, Washington, quanto para uma revelação promissora, ASAP Rocky”, disse Steve Pond do TheWrap.

“O filme pulsa com uma energia e vitalidade incríveis, movendo-se na tela com a elegância expansiva de seu astro Denzel Washington, embora um pouco da melancolia discreta, do pessimismo complexo e do cinismo do filme original tenha se perdido”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.

Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.

Ilfenesh HaderaJeffrey WrightIce SpiceASAP RockyDean WintersJohn Douglas Thompson completam o elenco.

Grammy Awards 2026 | ‘Music By John Williams’ leva o prêmio de Melhor Filme Musical

O compositor e maestro John Williams, renomado por suas trilhas sonoras de ‘Indiana Jones’ e ‘Star Wars’, ganhou um documentário celebrando sua carreira que chegou ano passado ao Disney+.

Intitulado ‘Music By John Williams’, o longa foi um dos vencedores da 68ª edição do Grammy Awards 2026 e levou para casa o prêmio de Melhor Filme Musical.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O documentário é descrito como uma oportunidade única de conhecer o homem por trás da música que transformou nossas vidas.

O projeto contará com imagens inéditas dos bastidores de Williams em ação, além de depoimentos de colaboradores históricos, como George Lucas e Steven Spielberg.

music by john williams 02

‘Razão e Sensibilidade’: Adaptação do PRIMEIRO romance de Jane Austen ganha trailer legendado

Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado da vindoura adaptação de ‘Razão e Sensibilidade‘ (Sense and Sensibility), baseada no romance clássico de Jane Austen (‘Orgulho e Preconceito’).

O longa chega aos cinemas nacionais em breve, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Daisy Edgar-Jones (‘Um Lugar Bem Longe Daqui’) e Esmé Creed-Miles (‘Hanna’) entram como protagonistas.

Na trama…

Após a morte do abastado Sr. Dashwood, sua segunda esposa e três filhas se encontram em situação precária. As mulheres se mudam para uma casa modesta, onde as duas filhas mais velhas disputam a atenção de vários pretendentes em busca do amor verdadeiro.

O elenco ainda conta com Caitríona Balfe, Frank Dillane, Herbert Nordrum, Bodhi Rae Breathnach, George MacKay e Fiona Shaw.

Georgia Oakley (‘Blue Jean’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Diana Reid.

O romance, que marcou a estreia da escritora em 1811, a consolidou como uma força literária e permanece como um pilar da literatura inglesa.

razão e sensibilidade 2

‘The Walking Dead’: David Morrissey quer reprisar seu papel como Governador

O governador não é visto em The Walking Dead desde a 5ª temporada da série, mas o ator David Morrissey ainda tem esperanças de ser convidado a reprisar seu papel como o vilão em futuros episódios.

Durante uma entrevista para o programa Lorraine, o astro disse como foi viver um dos antagonistas mais marcantes da série e não escondeu seu desejo de retornar.

“Do jeito que as coisas são, a gente nunca sabe quem morreu de verdade ou não. Além disso, tem tantas histórias que resgatam personagens para contar sua origem… Também terão filmes da série, então há diversas possibilidades. Eu fiquei tão feliz com esse personagem, foi um ótimo trabalho. Eu fiz muitas amizades durante as gravações, e não apenas com o elenco, me refiro a toda a equipe.”

Para quem não conhece, vale lembrar que a história de origem do personagem é explorada no livro ‘A Ascensão do Governador‘, o que daria uma ótima adaptação para o cinema.

E, caso o Governador retorne algum dia, seria difícil vê-lo disputar o papel de maior vilão da série agora que Negan (Jeffrey Dean Morgan) e os Sussuradores serão aliados contra as comunidades de Hilltop e Alexandria.

Confira a entrevista:

Lembrando que a 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ irá retornar com episódios inéditos em 23 de fevereiro de 2020.

Confira o trailer da metade da temporada:

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Os Novos Mutantes’: Jornalistas não querem fazer a crítica até que a Disney ofereça ‘exibição segura’

Os Novos Mutantes‘ chega às telonas de alguns países na próxima sexta-feira (28), mas parece que diversos críticos estão se recusando a avaliar o filme até que seja seguro voltar aos cinemas.

De acordo com a Indie Wire, a recusa é uma forma de protesto contra a reabertura das salas de cinema, já que ainda não há garantias de segurança enquanto a pandemia do Coronavírus permanece sem cura.

Entre os principais portais mencionados estão o AV Club, The Boston Globe e a própria Indie Wire.

A.A. Dowd, um dos críticos do AV Club, publicou uma extensa nota reafirmando os perigos da reabertura dos cinemas e reforçou que ele e seus colegas não farão críticas nenhum filme lançado durante a pandemia.

“[Os especialistas em ciência] não mediram as palavras: há uma grande chance de você ficar doente se for ao cinema. E isso é um risco muito grave e pode levar à morte. Os críticos do AV Club não farão críticas de nenhum filme lançado durante a pandemia. Estamos adotando a política oficial de avaliar apenas os filmes que possamos assistir em segurança, seja em uma projeção da imprensa socialmente distanciada ou através de um screener digital. E sim, isso se aplica a todos os nossos redatores.”

Até o momento, a Disney não se pronunciou sobre os protestos.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 10 de setembro.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

10 Filmaços de TERROR disponíveis pelos streamings

A cada ano que passa novos filmes de terror vem buscando conquistar os fãs desse gênero cinematográfico com histórias criativas e narrativas que tentam manter ao máximo o nível de tensão. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal de filmes de terror disponíveis pelos streamings:

 

Corrente do Mal (Mubi)

Na trama, conhecemos a Jay (Maika Monroe), uma jovem que vive tranquilamente sua saída de adolescência e que adora dar um mergulho em sua piscina. Jay está saindo com um rapaz há algum tempo se encontra em um momento de vida bem feliz. Certo dia, após uma intensa relação sexual dentro de um carro em um lugar isolado da cidade, o rapaz com quem Jay está saindo simplesmente pira e a faz desmaiar. Quando acorda, Jay está em uma cadeira e acaba percebendo que está sendo amaldiçoada por uma força sobrenatural que é transmissível pelo ato sexual.

 

Invasão Zumbi (Netflix)

Na trama, conhecemos mais a fundo o complicado e odiado por muitos analista financeiro Seok Woo (Yoo Gong), um homem que vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre de um coréia do sul em desenvolvimento. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem rumo ao encontro com a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo pois quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis e uma grande luta pela sobrevivência começa, não só no mundo lá fora mas dentro de cada vagão do trem onde estão.

 

Batem à Porta (Telecine)

Na trama, conhecemos o casal Eric (Jonathan Groff) e Andrew (Ben Aldridge), que junto com a filha adotada Wen (Kristen Cui), estão indo para férias em uma casa isolada, próxima de um lago, uma espécie de cabana na floresta. Tudo ia bem por lá, até a chegada de um grupo de quatro estanhos, liderado por Leonard (Dave Bautista), que faz a família de refém com o propósito de que eles os ajudem a acabar com o apocalipse. Assim, em forte clima tenso, um jogo de argumentações que envolve o fim do mundo se torna o epicentro dessa história, onde decisões dolorosas se tornam iminentes.

 

Frio nos Ossos (HBO MAX)

Na trama, conhecemos uma mãe super ativa (Joely Richardson), ex-anestesista, que vive com sua filha Maisy (Sadie Soverall) e o marido (Roger Ajogbe) em uma enorme fazenda numa área rural da Inglaterra, um lugar longe de tudo e todos onde o hospital mais próximo fica à 160 quilômetros de distância. Certo dia, em uma noite de tempo horroroso, dois irmãos bastante suspeitos batem na porta da família, que mesmo em dúvidas, resolvem ajudar. O que acontece dali pra frente é um jogo psicológico proposto através das ações e consequências, onde aos pouco vamos, através de atitudes drásticas, conhecendo as verdades de cada um daqueles personagens. Nos perguntamos até os minutos finais: O perigo vem de fora ou está dentro da casa?

 

Fale Comigo (Prime Video)

Na trama, conhecemos um grupo de amigos que resolvem se reunir para uma sessão de possessão através de um artefato macabro que chega até um deles. No início já se deparam com terríveis situações e não percebendo o perigo que podem estar correndo resolvem continuar se encontrando e realizando as sessões. Até que um deles, a protagonista Mia (Sophie Wilde) acaba sendo atingida em cheio pela obsessão à situação, abrindo assim uma conexão constante com os seres do outro lado.

 

Piggy (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos Sara (Laura Galán), uma adolescente que sofre fequetemente bulliyng das outras garotas da região onde mora, até mesmo de uma ex-amiga do qual era muito próxima num passado recente. Certo dia após ir nadar sozinha, numa espécie de piscina que tem no local, num horário onde não tina ninguém, acaba passando por mais uma situação constrangedora, tendo suas roupas roubadas e precisando voltar pra casa com o que não foi roubado. Nessa caminhada, seu destino cruzará com uma série de pessoas e situações que a colocarão no centro de escolhas aterrorizadoras.

 

A Hora do Pesadelo (HBO MAX)

Na trama, conhecemos um grupo de amigos adolescentes que começam a serem perturbados quando estão dormindo, durante seus sonhos (que virão logo pesadelos), por uma figura monstruosa que usa chapéu, tem o corpo dominado por queimaduras e está sempre com um suéter vermelho e verde, conhecido por Freddy Krueger (Robert Englund). Após algumas mortes, a jovem Nancy (Heather Langenkamp), completamente abalada emocionalmente, se torna a única capaz de encontrar coragem para enfrentar a terrível situação que seu destino encontra.

 

Maligno (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Madison (Annabelle Wallis) uma mulher que vive em um relacionamento abusivo e está grávida, após diversas tentativas frustradas em ser mãe. Certo dia, após um trágico acontecimento vê sua vida virar de ponta a cabeça com uma série de assassinatos violentos que acontecem que podem ou não estar ligados fortemente ao seu passado conturbado. Assim, o filme navega na solução de um grande mistério que envolve a polícia, a irmã da protagonista e um passado escondido.

 

Corra! (Netflix, Star Plus)

Na trama, conhecemos o jovem e apaixonado Chris (Daniel Kaluuya) que possui um relacionamento intenso com sua namorada Rose (Allison Williams) e adora fotografia. Certo dia, Rose convida Chris para conhecer sua família em uma cidade do interior. Chegando lá, é apresentado a família da namorada e coisas estranhas começam a chamar sua atenção e aos poucos o protagonista vai percebendo que nada é o que parece nessa família.

 

Noites Brutais (Star Plus)

Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

 

Crítica | Death Note – adaptação de desenho japonês acerta no tom

Que venha o mimimi!

Talvez eu realmente tenha visto um filme diferente da maioria em relação a Death Note, novo lançamento original Netflix. O filme estreou na plataforma na última sexta-feira, e como de costume a garotada fã de plantão correu para conferir, muitos inclusive acordaram cedo para tanto. Bem, pelo que tenho visto nas redes sociais e no apanhado da imprensa especializada no Rotten Tomatoes e afins, a produção não tem agradado muito.

Não sei se seria cabível a justificativa de que eu não esperava ou dava nada pela obra e por isso acabou me agradando, porque creio que muitos detratores também não são aficionados pelo material original. Não vi, não conhecia e não irei me embrenhar em tal universo logo em seguida. Portanto, meu conhecimento sobre este universo era igual a zero. Com obras baseadas em produções pré-existentes, são dois os caminhos a seguir. Ser conhecedor do material no qual o novo se baseia pode ser uma benção ou uma maldição. Foi o que ocorreu comigo na revisão de Sofia Coppola para O Estranho que Nós Amamos, por exemplo. Por mais que eu tentasse, não consegui me manter indiferente de bases comparativas com o original, e a versão de Coppola saiu perdendo nessa para mim.

O outro modo é você saber muito pouco ou quase nada do material fonte. E mesmo assim o resultado pode seguir caminhos opostos para você. Veja o caso de A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell, lançado no início deste ano, e protagonizado por Scarlett Johansson. O desenho japonês, baseado previamente em um manga (ou quadrinhos japoneses), assim como este Death Note, tem uma grande legião de fãs. Entendo a sua importância, mas nada disso melhorou o resultado do longa dirigido por Rupert Sanders aos meus olhos, e no de muita gente, já que o filme dividiu opiniões. Já com Death Note, a alienação inicial era a mesma, no entanto, o saldo final foi bem mais positivo.

Primeiro ponto positivo: Adam Wingard é um diretor muito talentoso. A maioria dos pós-adolescentes ranhentos provavelmente não conhecem a carreira do diretor, e deveriam procurar seus filmes anteriores, em especial Você é o Próximo (2013) e O Hóspede (2014) – vamos esquecer, para o bem do meu argumento, que ele foi o responsável pelo novo Bruxa de Blair (2016).  O sujeito também estará no comando de Godzilla vs. Kong, a ser lançado em 2020. Chama atenção a visceralidade com que Wingard cria esta história “para jovens”, não poupando na violência de suas mortes (cabeças não param de explodir – algo que chocou plateias há algumas décadas com Scanners, hoje parece sequer causar qualquer efeito em uma geração anestesiada).

A violência gratuita e sem contexto não funciona, vide os torture porn, mas Death Note está longe, bem longe de ser apenas grafismo e masoquismo. As principais reclamações dos fanboys são quanto à fidelidade. Mais uma vez, isso se perde para quem não é familiarizado e apenas ouvimos o quanto o original é melhor. Será mesmo? De qualquer forma, esta tradução ocidental funciona o suficiente para passar sua mensagem moralista, mas não sem antes ter caminhado num terreno extremamente perigoso e sombrio por quase duas horas de exibição. Fora isso, o desfecho é corajoso e dúbio, fazendo valer o que havia sido dito pelos envolvidos previamente, que a obra não seria domesticada. De fato não foi.

Na trama, acompanhamos o típico adolescente da geração geek atual. Tenho ouvido muito o termo “jovem bobão” sendo usado para definir o protagonista. O curioso é que antes, em filmes como Superbad – É Hoje (2007) e até mesmo Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010), este tipo de personagem era usado para criar identificação e representar parte do público, fã deste tipo de material, que de fato sentia seus anseios, frustrações e aspirações reproduzidos em tela, criando assim grande conexão. De fato, não existe diferença entre Light Turner (Nat Wolff) e qualquer protagonista de filme adolescente, remetendo lá aos anos 1980 e aos filmes de John Hughes, afinal o sujeito comum é o tipo de personagem com que todos se identificam – que quando crescem vão protagonizar algum filme de Woody Allen. Ao que parece, os jovens queriam o personagem mais sombrio, com tendências psicopatas como no original – o que torna tudo mais surreal ainda em minha opinião, já que estamos falando de uma mudança brusca de personalidade.

Desmistificando mais um item criticado, a adição de um romance na trama, trazido pela figura de Mia (Margaret Qualley). Primeiramente, romance, amor, são bons elementos. Todos que tem ou tiveram namoradas entenderão. Os que tiverem um dia também. Adolescentes querem participar de uma relação. Gostar de alguém e ser retribuído. Adultos também. Isso não é tão difícil de entender. Sim, aqui temos adicionado um relacionamento. Que bom. Seu desenvolvimento é ok. Não é ruim como o de Crepúsculo, e se faz entender. Partimos deste ponto, garoto conhece garota. É o princípio da estrutura de roteiro mais utilizada em filmes de amor. E se acha tão surreal um adolescente enamorado contar seu maior segredo para a pessoa por quem nutre sentimentos a fim de aprovação, bem, talvez tenha esquecido como era esta fase. Outros embora não desejem admitir, fariam o mesmo por menos.

Bom, voltando para a história, Light Turner, um jovem como eu e você, encontra o infame Death Note, o caderno da morte. Uma espécie de diário com inúmeras regras, que basicamente mata a pessoa cujo nome for escrito nele. Imagine um achado destes nas mãos de um adolescente. É claro que tudo tem o seu preço, e junto com o caderno, se faz presente a figura do demônio comedor de maçãs e brincalhão Ryuk (voz e captura de movimento facial de Willem Dafoe). Após o medo inicial garantido por uma figura monstruosa, e dos primeiros nomes escritos no caderno – todos vinganças pessoais – Light revela seu segredo para a paixão platônica Mia. Sim, é como o super-herói que decide revelar sua identidade para a pessoa amada. Falta de discernimento? Mais uma vez, bem vindo à adolescência.

Mia na realidade não é uma personagem descartável. Ela é o lado negro de Light. Tudo que o rapaz não consegue materializar. Toda a negatividade contida nele, mas que ele invariavelmente opta por regenerar. É a amargura deixada de lado pela maturidade. E este é um interessante arco dramático do protagonista. O que o roteiro faz aqui é pegar o protagonista do original e dividir em duas pessoas, criando uma história de amor com ela mesma. Tudo de pior contido da personalidade de Light é transferido, desde o início se formos parar para perceber, para Mia. O interessante é que o desfecho não suaviza isso. Mia segue seus princípios, terminando numa verdadeira tragédia digna de Shakespeare, vide Romeo e Julieta, os amantes que se matam.

Fora isso, existe toda a questão moral. O que faríamos se tivéssemos em nosso domínio o mecanismo extremo de punição para criminosos. Usaríamos? Obviamente, a coisa não é aprofundada em suas questões como num filme de arte, ou sequer um filme adulto. Mas ei, temos que lembrar que esta é uma produção voltada ao público adolescente, e este é o máximo de ênfase que poderia ser dado a tais questões, sem esquecer que outros elementos precisam entrar em jogo aqui. A direção de Wingard é precisa e cria muitos bons momentos, alguns até assustadores.

As atuações são propositalmente caricatas, já que o objetivo era adereçar na forma de homenagem o exagero geralmente contido em produções asiáticas do tipo, daquelas que os personagens dão seus urros e falam gritando como cantoria. Uma prova é o recente Creepy (2016), cujo assustador vilão em muitos momentos lembra um cartoon. É exatamente o que vemos com o personagem L (Lakeith Stanfield), o detetive mascarado, pura representação de um personagem asiático exagerado. Os protagonistas estão bem. Enquanto Nat Wolff faz o seu melhor para criar o sujeito comum, não pendendo para um lado nem para o outro do espectro, simplesmente caminhando no meio, Margaret Qualley exala carisma e sensualidade. Quem duvida, a procure na obra-prima Dois Caras Legais (2016), para entender um pouco mais o nível de talento que corre nas veias da moça.

Finalizando, Death Note é uma agradável surpresa. Um bom filme adolescente com mais conteúdo do que o esperado. Com um soco mais forte do que o imaginado. E com intrigantes questões ideológicas e morais.

Antes de atacarem esta crítica, lembrem-se que eu também tenho um caderno da morte e posso escrever o nome de vocês!

Em Home Vídeo | Massacre no Texas – A prequel da prequel do ‘Massacre da Serra Elétrica’

Quem Sou Eu?

Tudo começou há um tempo atrás na ilha do sol em 1974, quando chegava aos cinemas o filme anunciado como o mais perturbador já produzido na história. A produção independente capitaneada pelo cineasta Tobe Hooper de fato traumatizou toda uma geração. Com seu ar amador, O Massacre da Serra Elétrica soa quase como um documentário, banhado numa insanidade crescente e, até então, sem precedentes. De fato, o filme demorou a ser permitido no Brasil, e durante a minha infância, já na década de 1980 e 1990, a fita causava frisson nas vídeo locadoras. O aviso antes do início da projeção de que tudo se tratava de uma história real, deixava a obra ainda mais lendária para a garotada.

Três continuações, uma refilmagem, uma pré-sequência desta refilmagem, e um reinício para a série depois, e finalmente temos no Brasil a pré-sequência da pré-sequência desta franquia de terror adorada. Massacre no Texas – título que pode tirar os mais desavisados de jogada (sem perceberem se tratar de um Massacre da Serra Elétrica) – é o oitavo filme oficial sobre a louca família de canibais, que vive mudando seus membros de um filme para o outro. O longa aporta sem muito barulho no mercado de home vídeo, sem passar previamente pelos cinemas, trazido pela Califórnia Filmes. A produção já pode ser encontrada no Telecine On Demand na TV a cabo.

Massacre no Texas, título nacional para Leatherface – no original, fazendo referência ao infame psicopata que se tornou icônico no submundo – marca também o último trabalho do saudoso Tobe Hooper, falecido em 2017, aos 74 anos. Hooper é o produtor do longa. Curiosamente, o terceiro filme da franquia, de 1990, já havia usado o nome do assassino “cara de couro” em seu título. Outra curiosidade é pensar que o filme original é praticamente o irmão gêmeo do clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock. Explico. Os dois foram baseados na história verdadeira do psicopata Ed Gein, adaptados livremente, cada um a sua maneira.

Massacre no Texas é o início de tudo. O mote do filme é nos mostrar a infância do cruel e desmiolado canibal ao lado de seus entes. Assim, vemos Jedidiah (a identidade do maníaco) ainda menino, enquanto sua família, encabeçada pela matriarca Verna (Lili Taylor) o ensina o gosto pela carne e atrocidades no dia a dia. As autoridades chegam a tempo para tirar o jovem dos cuidados da mulher desequilibrada e do antro de lunáticos – para dizer no mínimo. Ou quase, já que no meio tempo uma jovem acaba sendo morta por eles (pagando por agir de forma tão idiota) – ao que descobrimos se tratar da filha do xerife, papel de Stephen Dorff.

Assim, Jed é logo institucionalizado num hospital psiquiátrico, para tentar apaziguar seus traumas, e por lá fica durante anos. Enquanto sua mãe / tia (Taylor) faz de tudo para tirá-lo do local e leva-lo de volta ao seio familiar, para que possa fazer mais insanidades, obviamente, o xerife faz força contrária, lutando para que o jovem permaneça o mais longe possível destas pessoas, ligadas a ele pelo sangue. E é agora que chega o grande lance deste roteiro, escrito por Seth M. Sherwood. Ao invés de focar nas inúmeras mortes e perseguições com a serra elétrica, Massacre no Texas se dá ao trabalho de tentar mudar de subgênero, criando um suspense para que se descubra qual dentre alguns candidatos bem promissores é o futuro Leatherface.

Acontece que o filme dá um salto no tempo, e quando encontramos de novo os personagens, o menino já se tornou um jovem rapaz. Ninguém na instituição revela sua verdadeira identidade, já que segundo o diretor do hospital, lá eles recebem novos nomes para se desvincularem de vez das vidas que levavam. Nem mesmo a parente consegue aponta-lo ou distingui-lo, e esta dúvida é imposta ao espectador. Ao longo da jornada, cabe a nós perceber quem de fato tem mais propensão a se tornar nosso querido assassino serial da máquina cortante. Ele pode ser Bud (Sam Coleman), o jovem com sobrepeso calado – claramente dono da força física necessária. Ele pode ser Ike (James Bloor), o mais instável e violento. Ele pode ser Jackson (Sam Strike), o mais controlado e racional.

O trio consegue escapar do sanatório, e carregam consigo a enfermeira Lizzy (a carismática Vanessa Grasse) e a descontrolada Clarice (papel da ótima Jessica Madsen), em quem eu até apostaria ser Leatherface se existisse a mínima possibilidade nesta história para mudança de sexo.

Fora esse gimmick (artifício) até interessante, que se mantém até quase o desfecho, confeccionado para prender nossa atenção, o longa é apenas mais do mesmo, sem qualquer diferencial em sua narrativa ou parte técnica que o faça sobressair a outro filme de terror extremamente violento, sem muitos conflitos ou tensões reais. Existem também certas incoerências das quais o roteiro não consegue fugir, surgindo como amarras – como, por exemplo, as inúmeras chances que Jackson e Lizzy possuem de se separarem do resto da turma e seguirem seu próprio caminho. Uma inclusive bem óbvia no restaurante.

O desfecho é o banho de sangue esperado, feito para deixar os fãs satisfeitos. O que marca mais, porém, é a tentativa de impacto com o destino de alguns personagens e a visceralidade de mortes inesperadas, subvertendo relacionamentos, como quando Leatherface resolve assumir de vez sua persona muito conhecida. Perambulando por tudo isso, encontramos um Finn Jones (o personagem título da série Marvel/Netflix Punho de Ferro) meio perdido na pele de um policial, assim como os diretores responsáveis pela obra, Julien Maury e Alexandre Bustillo. O Massacre da Serra Elétrica mostra com este novo exemplar que quando tudo já foi tentado e parece não ter dado certo, é preciso deixar o cadáver descansar. Mesmo que este cadáver seja de um querido monstro da sétima arte.

‘John Wick 4’, ‘Gen V’, ‘O Continental’ e os Lançamentos de Filmes e Séries Imperdíveis na Amazon Prime Video!

A era dos streamings surge como o próximo passo na relação entre o espectador e os filmes. O acesso fácil a um grande catálogo de produções a preços módicos é um atrativo incontestável. Assim, o público casual das salas de cinema se torna cada vez mais assíduo da programação oferecida pelas mais variadas plataformas, o que inclui as séries – grandes favoritas devido a uma linguagem mais contínua e que estabelece laços maiores com os espectadores.

Nosso trabalho por aqui é apresentar o que você vai encontrar em cada item que pensar em selecionar – para que não se decepcione ou perca seu tempo. Assim, nesta nova matéria, selecionamos algumas das produções mais interessantes que acabaram de chegar em uma plataforma que em pouco tempo se tornou a preferida pelo mundo e também no Brasil: a Amazon Prime Video, a plataforma que consegue fazer frente à Netflix, e que com o catálogo do estúdio MGM (agora adquirido pela companhia) se tornou a única plataforma de streaming que comprou um dos grandes titãs de Hollywood. Confira abaixo nossas dicas.

Séries

Gen V

IP é a palavra de ordem em Hollywood. O que significa isso? Propriedade intelectual, ou seja, uma marca reconhecível ao grande público. Assim, como fazer o fenômeno ‘The Boys’, lançado em 2019 e já com 3 temporadas, ficar ainda mais “bombado”? Simples, criando um derivado para ele. Mas ‘Gen V’ não é apenas um caça-níquel, é um programa que faz jus ao seu predecessor, com personagens ricos, tramas interessantes e complexas e, claro, muito humor ácido, cenas viscerais, e um teor muito lascivo.

A história se desenvolve em uma universidade, que é onde são treinados os futuros super-heróis. Mas uma vez no local, rapidamente os jovens cheios de sonhos e ambições para o futuro percebem que o buraco é bem mais embaixo e se deparam com uma conspiração vinda diretamente dos porões do local. A protagonista desta vez é Marie Moreau (papel da carismática Jaz Sinclair), capaz de controlar o próprio sangue e também o dos outros. O programa chegou ao fim de sua primeira temporada recentemente com 8 episódios, e já garantiu o segundo ano.

O Continental – Do Mundo de John Wick

Por falar em IP, uma das marcas mais rentáveis da atualidade é a franquia “tiro, porrada e bomba” ‘John Wick’. É curioso ver como um filme sem grandes aspirações se tornaria um fenômeno do gênero. Nem mesmo o astro Keanu Reeves e os realizadores poderia prever. A coisa foi escalando a cada filme, e este ano o quarto longa se mostrou um verdadeiro evento nos primeiros meses. Agora chega a primeira série deste universo, passada nos anos 70, o foco desta vez é o personagem Winston e sua trajetória até ficar responsável pelo hotel do título.

Invencível – 2ª Temporada

Agora temos uma dica de animação para quem curte o estilo de ‘The Boys’, ou seja, uma narrativa mais adulta, bastante violenta e incorreta envolvendo os antes muito dignos super-heróis. A verdade é que caso estes seres superpoderosos existissem mesmo em nosso mundo, sua índole penderia bem mais para o que vemos nesse programa e no citado ‘The Boys’. Como está muito em voga também, o “multiverso” acaba sendo trazido como parte desta segunda temporada, ou quase. Acontece que a nova temporada introduz um personagem capaz de abrir portais para outras dimensões e realidades, misturando as coisas em nosso mundo.

Cangaço Novo

Essa é um pouquinho mais antiga, tendo sido lançada em agosto. Mas ao se tratar de uma produção brasileira de qualidade gritante, sentimos que é nossa obrigação falar sobre ela. Todo mundo que deu uma chance à série se surpreendeu por seu apuro técnico. No entanto, elogios maiores recebeu a atuação estrondosa de Alice Carvalho no papel da braba Dinorah, que rouba a cena como a feroz líder da organização criminosa que aterroriza o sertão. Sem dúvida se tornou uma das séries nacionais mais populares do ano.

Filmes

John Wick 4 – Baba Yaga

Por falar em ‘Continental’, a Amazon Prime Video traz para o seu acervo também o brabo em pessoa. De forma exclusiva e saída diretamente dos cinemas, Keanu Reeves encarna o matador “bonzinho” John Wick, atrás de vingança desde o filme original de 2014, quando mataram o filhotinho de cachorro dado para ele por sua esposa. Grande erro. Desde então, tudo o que vemos na franquia é o desenrolar disso. Além de entregar o celebradíssimo quarto filme, um enorme sucesso, a plataforma disponibiliza também toda a coleção, com os três filmes anteriores.

O Próprio Enterro

Outro medalhão atual na plataforma da Amazon Prime Video é um filme original da casa, protagonizado pelos vencedores do Oscar Jamie Foxx e Tommy Lee Jones. Este segundo é o proprietário de uma casa funerária, tentando salvar o negócio da família de um grande conglomerado. Para isso ele contrata os serviços do advogado sagaz, vivido por Foxx. Baseado numa história real, o filme conta ainda com Jurnee Smollett no elenco, de ‘Aves de Rapina’ e ‘Lovecraft Country’.

Beau Tem Medo

Um dos filmes mais WTF de 2023, ‘Beau Tem Medo’ possui atrativos impossíveis de serem menosprezados pelos cinéfilos. O primeiro é se tratar do mais recente trabalho como ator da carreira do vencedor do Oscar Joaquin Phoenix – e um que segue sua vitória citada em ‘Coringa’. Ainda escolhendo projetos estranhos, esse aqui tem direção de ninguém menos que Ari Aster, o mesmo de ‘Hereditário’ e ‘Midsommar’ – o segundo atrativo. Com uma trama nonsense, o filme retrata a vida de um homem que precisar sair de casa para socorrer sua mãe, porém, ele tem muito medo de tudo. Também pudera, ele vive em uma zona de guerra basicamente, que retrata com exagero o mundo louco no qual vivemos.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

Um dos filmes da retomada no pós-pandemia, o terceiro ‘Homem-Aranha’ da Marvel foi um dos longas que ajudaram os cinemas a seguirem abertos. Isso porque se tornou um dos maiores fenômenos de público e bilheteria destes últimos tempos. Grande parte disso se deve à sacada de gênio dos realizadores em apelar à nostalgia dos fãs, fazendo um apanhado com os outros filmes do herói, assim trazendo em cena seus vilões antigos e até mesmo os outros atores que o interpretaram. O filme estreou na HBO Max, mas agora faz parte, de maneira exclusiva, da Amazon.

Barbarian

Outro que trocou de casa recentemente. A Amazon não apenas lança suas produções com exclusividade, como também “rouba” filmes badalados de outras plataformas de streaming, como parte de seu acordo com os estúdios de tais obras. Depois de ter fisgado ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ da HBO Max, a plataforma pesca este ‘Noites Brutais’ da STAR+. Por aqui não nos cansamos de recomendar este thriller de horror toda oportunidade que temos. Mas esteja avisado, ele não é um filme para todos os gostos. Isso porque sua primeira metade é mais interessante, e apresenta uma situação de gelar a espinha de qualquer um, por ser bem real. Já na segunda parte, ele se transforma num filme de monstro, mais fantasioso – recomendado apenas para os fãs de terror.

Colheita Sombria

Por falar em terror, chega de maneira exclusiva na plataforma esta produção de David Slade, o mesmo responsável pelo impactante ‘Meninamá.com’. Porém, este ‘Colheita Sombria’ está mais para outra produção do diretor, ’30 Dias de Noite’, mais voltada para o terror. O longa ficou no chamado “inferno do desenvolvimento” e quase foi engavetado antes de ser lançado. Prometido há bastante tempo, ninguém mais acreditava que ele seria lançado. Até que aportou na Amazon Prime Video aqui no Brasil. Na trama baseada em um livro, uma cidade tem uma bizarra tradição, ano após anos, os homens jovens saídos da adolescência precisam se provar em uma competição macabra, precisam disputar para ver quem consegue matar a criatura conhecida como Sawtooth Jack, um espantalho vivo com cabeça de abóbora. Caso não consigam, a cidade sofrerá com os ataques da criatura. Porém, as coisas não são o que parecem.

‘The Royals’ é CANCELADA pelo E!; Não terá 5ª temporada!

O canal E! cancelou a série ‘The Royals‘ depois de 4 temporadas.

Segundo o Deadline, a Lionsgate TV está procurando um novo lar para a produção.

Em uma declaração, o canal comentou o cancelamento: “E! não seguirá em frente com outra temporada de ‘The Royals’, que foi lançada em 2015 como a primeira série original da emissora. Estamos gratos pelo elenco e nossos parceiros Lionsgate e Universal Cable Productions.”

The Royals‘ é sobre uma família da realeza britânica vivendo na Londres moderna.

A série foca no estilo de vida extravagante, tradições e relações públicas.

A produção é estrelada por Elizabeth HurleyVincent ReganWilliam Moseley, Jake MaskallRocky Marshall, Alexandra ParkMiley LockeGenevieve Gaunt.