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Conheça os personagens de ‘Garotos Detetives Mortos’, série derivada de ‘Sandman’

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia muito em breve na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo apresentando os personagens principais da atração.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

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Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Dead Boy Detectives

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘RuPaul’s Drag Race’: [SPOILER] é coroada a vencedora da 16ª temporada!

A 16ª temporada do reality de competição RuPaul’s Drag Race’ chegou ao fim recentemente e coroou mais uma vencedora.

Nymphia Wind foi escolhida por RuPaul como a vitoriosa após uma última batalha de lip-sync contra Sapphira Cristál.

Além disso, a edição marcou a primeira vez em que houve um empate na categoria de Miss Simpatia: o prêmio foi dado às duas participantes mais votadas pelas outras colegas da temporada, Sapphira e Xunami Muse.

Lembrando que o reality está disponível no catálogo da Paramount+ Brasil.

RuPaul retorna como a apresentadora do programa. Michelle Visage também faz parte do painel de jurados.

Jessica Lange – 75 Anos | Os MELHORES papéis da atriz vencedora do Oscar

Jessica Lange continua, até hoje, como uma das maiores atrizes de todos os tempos – e não é surpresa que ela continue servindo de referência para diversas performers da nova geração.

Ao longo de sua extensiva carreira, Lange protagonizou clássicos como Tootsie‘Céu Azul’‘King Kong’, além de ter conquistado o público mais jovem com suas memoráveis performances na série antológica American Horror Story. Como se não bastasse, Lange consagrou sua versatilidade performática ao se tornar uma das poucas pessoas com a Coroa Tripla da Atuação – tendo levado para casa duas estatuetas do Oscar, três Emmy Awards e um Tony Award.

No dia de hoje, 20 de abril, a atriz completa 75 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria elencando seus cinco melhores papéis.

Confira abaixo as nossas escolhas:

JULIE NICHOLS, Tootsie (1982)

Jessica Lange Tootsie

Após co-estrelar o aclamado e nostálgico Tootsie, em que dividiu os holofotes ao lado de outra lenda da sétima arte, Dustin Hoffman, Lange conquistou sua segunda indicação ao Oscar e levou para casa a primeira estatueta da premiação na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Na produção, Lange interpretou Julie Nichols, uma mãe solteira que tem uma relação nada saudável com o diretor da soap opera Southwest General – e que se torna interesse romântico de Michael (Hoffman).

Na trama, Michael Dorsey, um ator de Nova York, é um perfeccionista talentoso que cobra tanto de si e de outros. Depois de fracassar em um teste de novela, Michael resolve se transformar na atriz Dorothy e ganha o papel. O que era para ser um papel pequeno se transforma num contrato de longo prazo, mas quando Michael se apaixona pela companheira de elenco Julie, as complicações ameaçam arruinar tudo.

CARLY MARSHALL, Céu Azul (1994)

Jessica Lange Blue Skt

Facilmente a atuação mais visceral da carreira de Lange, ‘Céu Azul’ emergiu como um ponto de virada em sua filmografia e a definiu como uma das grandes estrelas da geração. Não é surpresa que, ao encarnar Carly Marshall, ela tenha conquistado sua segunda estatueta do Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz.

Na trama, ambientada no início dos anos 1960, Hank, um cientista nuclear que trabalha para o exército, é encarregado de medir os níveis de radioatividade em testes atômicos. Carly, sua mulher, tem uma necessidade desesperada de ser o centro das atenções e, ao tentar minimizar suas frustrações, deixa o casamento em crise. Mas quando Hank é internado para tratamento médico, para não revelar os altos índices de radioatividade que os testes demonstram, Carly decide ir contra tudo e contra todos para ter o marido de volta.

IRMÃ JUDY MARTIN, American Horror Story: Asylum (2012)

Jessica Lange Ahs Asylum

Quando todos pensavam que Lange havia se tornado uma relíquia, ela voltou com força descomunal ao mainstream ao ser escalada para a elogiada antologia de terror American Horror Story. Sendo membro do elenco protagonista durante as quatro primeiras temporadas, a atriz alcançou aclame mundial a partir da segunda temporada, ‘Asylum’, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz em Minissérie.

Na iteração, Lange interpretou a Irmã Jude Martin, uma promíscua cantora de casas noturnas que, após um trágico acidente de carro, se tornou uma freira sagrada pela Igreja Católica e encontrou trabalho no Manicômio Briarcliff, onde a narrativa se passa. A princípio pintada como a principal antagonista, Jude detém um dos arcos mais poderosos da antologia e acaba encontrando redenção antes de falecer.

FIONA GOODE, American Horror Story: Coven (2013)

Jessica Lange Ahs Coven

Se Lange havia causado um grande impacto nos espectadores com ‘Asylum’, ela viria a reafirmar sua potência monumental como atriz na temporada seguinte de American Horror Story, intitulada ‘Coven’. Rendendo-lhe o Emmy Award de Melhor Atriz em Minissérie, o ciclo é considerado até hoje como um dos melhores da antologia criada por Ryan MurphyBrad Falchuk.

Na iteração, Lange interpretou Fiona Goode, uma imponente bruxa que comanda um clã localizado em Nova Orleans. Supervisionando o local com mãos de ferro à medida que enfrenta um forte vício em poder e bebidas, além de entrar em constante conflito com a filha, Cordelia (Sarah Paulson), Fiona é arquitetada sobre uma estrutura vilanesca clássica que não poderia ter sido interpretada com tanto esmero por ninguém além de Lange.

JOAN CRAWFORD, Feud: Bette and Joan (2017)

Jessica Lange Feud

Em um de seus papéis mais recentes, Lange recebeu a missão de eternizar, sob uma perspectiva única e envolvente, a icônica Joan Crawford na série antológica Feud: Bette and Joan. Conhecendo o comprometimento da atriz com cada um dos projetos de que participa, não é nenhuma surpresa que ela tenha conquistado mais uma indicação ao Emmy por sua apaixonante rendição.

Também trazendo Susan Sarandon como Bette Davis, a trama narra a rivalidade bem documentada entre as duas atrizes mais conhecidas da Era Clássica de Hollywood durante e após a produção do clássico filme de terror psicológico ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’, lançado em 1962.

‘Guerra Civil’, ‘Abigail’, ‘Aumenta que é Rock n’ Roll’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2024 nos Cinemas!

Pois é, querido leitor. Mal piscamos e já nos encontramos em meados do mês de abril. O quarto mês do ano sinaliza a chegada do meio de 2024. Quando nos dermos conta já estaremos na metade de mais um ciclo. Para os cinéfilos, isso sempre se traduz em mais um ano repleto de filmes inesquecíveis e muita diversão nas telonas. Ainda nem recuperamos o fôlego de fenômenos recentes do cinema, como ‘Barbie’, ‘Oppenheimer’ e ‘Pobres Criaturas’, e uma nova leva de produção já chega disputando lugar em nossos corações.

2024 já nos apresentou obras que se tornaram muito queridas dos fãs e também grandes bilheterias– como por exemplo ‘Duna – Parte 2’, ‘Kung Fu Panda 4’ e ‘Godzilla e Kong – O Novo Império’. Mas é claro que a maior parte ainda está por chegar. Abaixo daremos uma olhada no que abril nos reserva, confira.

18/04

Guerra Civil

Nova produção do diretor Alex Garland (de filmes cultuados como ‘Ex-Machina’, ‘Aniquilação’ e ‘Men – Faces do Medo’) em parceria com o estúdio fora da caixinha A24, ‘Guerra Civil’ vem sendo considerado um dos melhores filmes do ano pelos críticos e especialistas. Para os brasileiros, o longa guarda um sabor especial, graças à presença do nosso Wagner Moura em um papel de bastante destaque. A trama apresenta um futuro distópico no qual os EUA se dividiram em quatro facções e entraram em guerra devido às enormes divergências políticas e sociais que já assolam o mundo.

Abigail

A dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos como Radio Silence, foram responsáveis pelo muito bem-sucedido reboot da franquia ‘Pânico’, com o quinto filme em 2022. Eles também levaram Ghostface para Nova York pela primeira vez na continuação direta ‘Pânico VI’ (2023). Mas quando foram oferecidos o sétimo filme, os diretores acharam por bem se aventurarem em outros projetos e escolheram essa obra da Universal Pictures, que é levemente baseada no clássico ‘A Filha de Drácula’, de 1936. De quebra ainda trouxeram para o elenco duas das novas scream queens da atualidade: Melissa Barrera e Kathryn Newton.

25/04

Aumenta que é Rock n’ Roll

O último fim de semana de abril traz para os cinemas uma produção cem por cento brasileira que promete fazer muito sucesso. O filme de Thomas Portella é uma carta de amor a uma época e ao gênero musical do rock. Baseado em uma história real, o filme conta sobre dois amigos que apostam tudo para criar a rádio Fluminense FM, que ficou conhecida como “a maldita”, a primeira estação inteiramente focada no gênero musical revolucionário e rebelde, ainda em 1982. A rádio foi a porta de entrada para diversas bandas de sucesso de nosso país, como Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs e Blitz.

Rivais

Ainda em cartaz com o blockbuster ‘Duna – Parte 2’, a menina prodígio Zendaya lança um novo filme nos cinemas, desta vez carregando apenas com seu nome uma produção de bastante prestígio, dirigida por ninguém menos que o italiano Luca Guadagnino, de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. ‘Rivais’ deveria ter sido lançado na segunda metade de 2023, mas foi adiada para o primeiro semestre de 2024. Na trama, Zendaya vive a tenista número 1 do mundo, que se envolve em um triângulo amoroso com dois melhores amigos, também grandes promessas do esporte. O filme é vendido como contendo grande teor erótico, em especial por uma cena de sexo a três com a jovem atriz.

Contra o Mundo

Mistura de ‘John Wick’ com esitlo de ‘Scott Pilgrim’, esse longa com produção de Sam Raimi tem tudo para agradar a geração nascida e criada com a cultura pop, videogames e desenhos animados. Exibido no Festival de Toronto em 2023, ‘Contra o Mundo’ é uma aventura estilosa e ultraviolenta, que apresenta um futuro distópico, no qual um jovem surdo e mudo jura vingança contra uma família poderosa. Quem estrela é Bill Skarsgard, o palhaço Pennywise de ‘It – A Coisa’.

Ursinho Pooh – Sangue e Mel 2

Por falar em filmes que espirram litros e litros de sangue das telas, o terror trash ‘Ursinho Pooh – Sangue e Mel’ fez tanto sucesso com sua trama absurda, aguçando a curiosidade do público. Esse sucesso não apenas garantiu uma sequência, como também em breve irá criar um universo próprio compartilhado, no estilo Marvel do terror trash, prometido para 2025, onde a criatura irá se encontrar com outros ícones da cultura pop agora transformados em assassinos de filmes slasher, como o veadinho Bambi – que esse ano também ganha filme solo intitulado ‘Bambi – O Acerto de Contas’.

Já em Cartaz nos Cinemas

Evidências do Amor

Grande sucesso do cinema nacional desse início de 2024, recebendo elogios rasgados da imprensa especializada, ‘Evidências do Amor’ mistura comédia, romance e fantasia, na história de um sujeito que literalmente viaja no tempo quando ouve o “hino” dos caraoquês ‘Evidências’, imortalizado por Chitãozinho e Xororó. Sendo assim, é claro que o filme tinha que contar com Sandy no elenco, fazendo par com o sempre hilário Fábio Porchat. O filme estreou no dia 11 de abril.

Ghostbusters – Apocalipse de Gelo

Outra grande estreia do dia 11 de abril foi o novo filme da franquia de sucesso ‘Os Caça-Fantasmas’, agora conhecido apenas por seu título original ‘Ghostbusters’, a fim de globalizar mais o nome. A estreia do novo exemplar em 2024 foi bem propícia, pois o original está completando nada menos que 40 anos de sua estreia, e ainda se mantém como um dos primeiros blockbusters que transformaram para sempre a cultura pop como a temos hoje. ‘Apocalipse de Gelo’ é a continuação direta de ‘Mais Além’ (2021), e traz o elenco jovem novamente atuando ao lado dos veteranos para combater uma ameaça sobrenatural que irá congelar a cidade de Nova York.

A Primeira Profecia

Ainda em cartaz nos cinemas, ‘A Primeira Profecia’ também é uma sequência-legado, mas de um clássico bem mais antigo, datando lá da década de 1970. ‘A Profecia’ é um dos filmes de terror mais celebrados da história do cinema e cria uma curiosa trilogia involuntária com ‘O Bebê de Rosemary’ e ‘O Exorcista’, filmes que usam como temática o Anti-Cristo encarnado, voltando à Terra para causar a sua destruição. O filme original é de 1976 e apresentava o pequeno Damian como antagonista – gerando duas sequências, com o personagem adulto no terceiro filme. ‘A Primeira Profecia’ irá nos apresentar quem foi sua mãe biológica, numa trama de conspiração religiosa, passada em Roma. O filme estreou no dia 4 de abril.

Uma Prova de Coragem

Outro que chegou no primeiro fim de semana do mês e ainda encontra-se em cartaz nos cinemas é o mais novo veículo do astro Mark Wahlberg. Católico devoto, Wahlberg tem se concentrado em filmes de teor politicamente correto nos últimos tempos. É o caso com este ‘Uma Prova de Coragem’, baseado em uma história real que segue um trilheiro esportista vivido por Wahlberg, que encontra um cachorro abandonado e resolve adotá-lo para que vá junto em suas aventuras. O elenco conta também com Simu Liu (conhecido por ser o herói ‘Shang-Chi’ da Marvel) e Nathalie Emmanuel (a Ramsey da franquia ‘Velozes e Furiosos’).

O Homem dos Sonhos

Adiado do mês passado para abril, finalmente estreou nos cinemas brasileiros no dia 4 o novo filme de alto conceito de Nicolas Cage. Aos poucos, o ator vem reconquistando seu lugar em Hollywood com boas escolhas de projetos, depois de anos relegado aos filmes B restritos aos lançamentos em vídeo. Aqui, nada de Freddy Krueger, quem aparece nos sonhos de toda uma cidade é o sujeito comum vivido por Nicolas Cage. Devido a um fenômeno inexplicável ele começa a se tornar uma celebridade do dia para a noite após figurar nos sonhos, ou pesadelos, de todos os cidadãos da cidade na qual vive. Uma ideia tão fora da caixinha só poderia ser da produtora A24.

Tiro, Porrada e Bomba! ‘Velocidade Máxima’, ‘True Lies’, ‘O Corvo’ e os Filmes de Ação que Completam 30 Anos em 2024!

Podemos dizer que o gênero da ação no cinema foi um dos grandes responsáveis pelo que temos hoje em matéria de blockbusters e das maiores produções de Hollywood. Se formos voltar no tempo, encontraremos os faroestes como as primeiras fontes do cinema de ação ainda na época de ouro da sétima arte. Isso porque em sua maioria os westerns consistiam em tiroteios, brigas e às vezes até explosões. Os chamados “tiro, porrada e bomba”.

Nos anos 1970, isso se traduziu para uma enxurrada de exemplares do cinema policial, desde Dirty Harry com o primeiro ‘Perseguidor Implacável’, de Clint Eastwood, até Gene Hackman como Popeye Doyle em ‘Operação França’. Nos anos 80 foi onde verdadeiramente tais filmes atingiram status de superprodução, tanto em seu orçamento quanto em suas bilheterias, em filmes como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Máquina Mortífera’, ‘Robocop’ e ‘Duro de Matar’. E se formos olhar hoje em dia, todo blockbuster faz uso da ação.

Aqui, em mais uma viagem nostálgica pelo passado, iremos dar uma olhada nos grandes expoentes da ação que estão completando 30 anos de suas estreias nas telonas em 2024. Você lembra de todos eles? É muita nostalgia. Confira.

Velocidade Máxima

Speed Cinepop

O grande filme de ação de 30 anos atrás, ‘Velocidade Máxima’ pegou o mundo de surpresa com sua trama eletrizante, que não tira o pé do acelerador do início ao fim de sua narrativa. Uma bomba em um ônibus que irá explodir caso ele diminua a velocidade, deixando uma cidade em pânico. O filme fez de Keanu Reeves um astro da ação e apresentou uma certa Sandra Bullock, a transformando em estrela.

True Lies

True Lies (1994) | MUBI

O melhor filme de James Bond que não faz parte da franquia 007. Deixe para James Cameron revolucionar o cinema de ação novamente, e Arnold Schwarzenegger emendar um novo sucesso ao lado do cineasta após ‘O Exterminador do Futuro 2’. O filme mostra o que aconteceria se James Bond fosse casado e tivesse uma filha adolescente, mas sua família não soubesse de sua real profissão.

O Corvo

Crow Cinepop

Baseado em quadrinhos góticos, ‘O Corvo’ é um filme de ação sombrio, com elementos sobrenaturais, que ganhou status de cult após a morte de seu protagonista Brandon Lee antes do término das filmagens. Assim, ‘O Corvo’ já ganhava contornos de filme “proibido” antes de seu lançamento, o que aguçou a curiosidade do público. Na trama, um roqueiro volta dos mortos para vingar o assassinato de sua amada, em uma cidade corrupta e violentíssima.

O Especialista

Specialist Cinepop

O que seria de um ano da década de 90 sem uma produção de Arnold Schwarzenegger ou Sylvester Stallone. E há 30 anos, o primeiro ganhava na disputa com o mais bem-sucedido ‘True Lies’. Mas Stallone não ficava por menos com seu blockbuster erótico ‘O Especialista’ – sobre um ex-agente do governo trabalhando como mercenário, se envolvendo com uma bela mulher atrás de vingança – papel de uma Sharon Stone no auge. Ah sim, e não podemos deixar de falar sobre a cena do chuveiro envolvendo a dupla nua em pelo.

Street Fighter – A Última Batalha

Streetfighter Cinepop

Schwarzenegger e Stallone eram os reis da ação dos anos 80 e 90, mas outros postulantes ao trono chegavam na época. Um deles era o belga Jean-Claude Van Damme, que nos anos 80 estrelava filmes cult de luta de baixo orçamento, mas que nos anos 90 ganhava produções cada vez mais caras para encabeçar. Um de seus maiores orçamentos foi nessa adaptação de um dos games de luta mais populares de todos os tempos, transformado em um filme de guerra.

Perigo Real e Imediato

Clear Cinepop

Não podemos falar de ação sem mencionar Harrison Ford, um ator que traz muita qualidade a seus projetos, sempre donos de muito conteúdo para além da ação. É o caso com ‘Perigo Real e Imediato’, a despedida do ator do papel de Jack Ryan, o agente da CIA dos livros de Tom Clancy. Ford estreou no papel em ‘Jogos Patrióticos’, e nessa continuação enfrentava cartéis de drogas na América do Sul.

Um Tira da Pesada 3

Beverly Hills Cop III (1994)

Esse ano ‘Um Tira da Pesada’ completa 40 anos de sua estreia, e como forma de comemorar a Netflix irá lançar um novo filme, o quarto, novamente estrelado por Eddie Murphy, que promete dar o que falar. Mas outro aniversário para um filme da franquia são os 30 anos do terceiro longa, que leva Axel Foley para um parque de diversões na Califórnia, que é paródia dos parques da Disney, onde o submundo do crime tem passe livre para suas operações nefastas.

Timecop

Timecop [1994] - Rabbit Reviews

Por falar em Jean-Claude Van Damme, “os músculos de Bruxelas” estrelou não apenas um, mas dois grandes filmes de orçamentos inchados, que se tornaram algumas de suas produções mais grandiosas. Depois de ‘Street Fighter’ da Columbia, era a vez de ‘Timecop’ da Universal, um filme que tinha tudo para se tornar uma franquia, e nunca entendemos por que não rendeu uma continuação. No filme, Van Damme vive um policial do futuro, que viaja no tempo para impedir que bandidos tirem proveito da máquina do tempo para enriquecer.

Contagem Regressiva

Blown Cinepop

Há 30 anos no cinema, tivemos uma verdadeira enxurrada de filmes de ação que usavam bombas e equipamentos explosivos como elementos de suas histórias. De ‘Velocidade Máxima’ a ‘O Especialista’, o medo das explosões parecia dominar Hollywood. No meio desta briga de gigantes, um dos projetos mais interessantes, e também um dos mais obscuros foi ‘Contagem Regressiva’, que trazia Jeff Bridges e Tommy Lee Jones como dois velhos conhecidos do IRA, atualmente em lados opostos da lei.

Em Terreno Selvagem

On Deadly Ground (1994)

Outro que corria por fora para se tornar um dos grandes nomes da ação em Hollywood era Steven Seagal. Depois de seu golaço em ‘A Força em Alerta’, Seagal dava seu passo mais ambicioso, assumindo a direção de uma obra com viés ecológico, no qual vivia um agente ambiental tentando parar uma empresa de petróleo poluidora no Alaska – um tema ainda muito sensível e em voga hoje – como visto na mais recente temporada de ‘True Detective’. O vilão do filme era ninguém menos que Michael Caine.

Zona Mortal

Drop Zone (1994)

Já tivemos Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Jean-Claude Van Damme e Steven Seagal na lista. Estão sentindo falta de alguém? Acertou quem disse Wesley Snipes. Depois de sucessos como ‘Passageiro 57’ e ‘Sol Nascente’, Snipes entregava ‘Zona Mortal’ há 30 anos, sobre um policial precisando se infiltrar no mundo repleto de adrenalina dos paraquedistas para encontrar uma gangue de assaltantes – no melhor estilo ‘Caçadores de Emoção’.

Fuga de Absolom

Noescape Cinepop

Um ano antes de revitalizar a franquia 007 com ‘GoldenEye’, o diretor Martin Campbell lançava esse sucesso cult muito popular no mercado de vídeo há 30 anos. Quem estrela é o saudoso Ray Liotta, depois do sucesso de ‘Os Bons Companheiros’. No melhor estilo ‘Fuga de Nova York’, o futuro traz uma sociedade distópica onde criminosos são isolados e deixados com suas próprias leis. Ao invés da ilha de Manhattan, a prisão de Absolom é uma ilha no melhor estilo ‘Lost’.

A Fuga

Getaway Cinepop

O então casal da vida real Kim Basinger e Alec Baldwin também resolvia incendiar as telas em um thriller de ação erótico. Depois de ‘O Especialista’, que misturava elementos do cinema de ação, com suspense e muita sexualidade, ‘A Fuga’ seguia estes moldes, com direito a uma cena de sexo bem real (para a época) entre o casal principal. Trata-se do remake de ‘Os Implacáveis’ (1972), sobre um casal de criminosos.

Velocidade Terminal

Terminal Cinepop

Terminando a matéria dos filmes de ação que completam 30 anos em 2024, temos mais um filme sobre paraquedismo e muita adrenalina. Depois de Wesley Snipes em ‘Zona Mortal’, quem estrela o filme gêmeo ‘Velocidade Terminal’ é Charlie Sheen. Produzido pela Disney, através da Hollywood Pictures, Sheen vive um instrutor de pulos de paraquedas, que se vê no meio de uma conspiração ao ser alistado por uma agente da KGB, papel de Nastassja Kinski.

10 músicas internacionais pouco conhecidas – mas que você deveria conhecer

O mundo da música é recheado de produções incríveis e que, boa parte das vezes, conseguem alcançar o status mainstream – ainda que sejam consideradas sleeper hits quando lançadas.

Entretanto, algumas delas passam longe do radar dos ouvintes e não têm o reconhecimento que merecem. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez músicas internacionais de que você provavelmente nunca ouviu falar, mas que deveria conhecer.

Veja abaixo as nossas escolhas:

“UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

“UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

“JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

“MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

“LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew wave e electropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

“IMMACULATE”, Years & Years

Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, Years & Years) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.

“HEUTE NACHT”, Maddix

Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).

“PAPI SONGS”, FKA Twigs feat. Shygirl

No ótimo ‘CAPRISONGS’FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.

“BLAME IT ON ME”, Melanie C

Brincando com as inflexões do electro-pop em um enredo que fala sobre um relacionamento tóxico que ao menos lhe fez crescer como pessoa, Melanie C não poderia deixar de aparecer na nossa lista. A ex-Spice Girl lançou seu vindouro oitavo álbum de estúdio neste ano e um de seus pontos altos é o vibrante lead single.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: 9ª temporada do spin-off ganha teaser e data de estreia; Confira!

World of Wonder divulgou o primeiro teaser oficial da 9ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do reality de competição homônimo.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de maio na Paramount+ dos Estados Unidos, ainda sem data confirmada no Brasil.

Confira:

Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. Kandy Muse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.

RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

As queens que participarão do novo ciclo não foram reveladas.

10 ÓTIMOS Personagens dos Anos 90

Os anos 90 trouxeram ao mundo do cinema uma geração de cineastas e artistas que marcariam para sempre seus nomes com obras significativas que são lembradas até hoje. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 ótimos personagens dos anos 90:

 

Andrew – Filadélfia

Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

Annie – Louca Obsessão

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

Rose – O Espelho tem Duas Faces

Na trama, conhecemos Gregory (Jeff Bridges), um experiente professor de matemática e escritor, que nunca conseguiu motivar seus alunos para suas aulas, vindo de alguns desencontros amorosos que o fizeram sofrer ao longo dos últimos anos. Um dia, resolve fazer um anúncio no jornal e acaba conhecendo a professora de literatura Rose (Barbra Streisand). Ambos lecionam na prestigiada Universidade de Columbia e passam a se conhecer melhor. Eles resolvem se casar mas colocando em prática uma relação amorosa mas sem sexo, fato que os fará a repensarem o universo dos relacionamentos.

 

Phil – Feitiço do Tempo

Quem nunca assistiu ou ouviu falar desse filme? Um grande clássico da sessão da tarde, tornou o nosso homenageado muito mais famoso no nosso país. Dirigido por Harold Ramis, o filme que tem Bill Murray e Andie MacDowell como protagonistas, se passa na Pensilvânia e nos apresenta um rabugento meteorologista (interpretado por Murray) que acaba ficando preso em um loop temporal. Teve um orçamento de cerca de 17 milhões de dólares e faturou mais de 70 milhões de dólares só em bilheteria. Um dos grandes sucessos da carreira de Bill Murray.

 

Rose – Titanic

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

William WallaceCoração Valente

Nesse épico de cerca de três horas de duração, acompanhamos a saga de William Wallace, um herói escocês que luta contra os ingleses pela liberdade de seu povo. Dirigido e protagonizado por Mel Gibson.

 

Hannibal Lecter – O Silêncio dos Inocentes

Um do grandes clássicos do cinema e sem dúvidas um dos maiores filmes da década de 90, em O Silêncio dos Inocentes acompanhamos uma agente do FBI que precisa buscar informações com um psiquiatra psicopata, o Dr. Hannibal Lecter a fim de conseguir capturar um outro assassino. Um dos grandes filmes da carreira de Foster.

 

Andy Dufresne – Um Sonho de Liberdade

Ao lado de Morgan Freeman e grande elenco Tim Robbins é o protagonista Andy Dufresne, um banqueiro que é acusado de ter assassinado a esposa infiel e o amante dela. Condenado à prisão perpétua, conhece a dor e o sofrimento buscando forças nas amizades que faz nessa prisão e principalmente não perdendo o sonho de liberdade. Duas poderosas atuações de Freeman e Robbins. Impossível não gostar deste filme.

 

Henry Hill – Os Bons Companheiros

Na trama, conhecemos o jovem Henry Hill (Ray Liotta) que sempre sonhou em fazer parte do grupo de gângster que dominavam as ruas do bairro onde morava. Começando lá embaixo na hierarquia ao longo do tempo foi crescendo e seu destino acaba se chocando com o de James Conway (Robert De Niro) um experiente criminoso e do explosivo e altamente inconsequentemente Tommy (Joe Pesci). O trio arma diversos atos criminosos e se envolvem cada vez mais com o crime, principalmente quando chega forte o tráfico de drogas na cidade. Mas essa amizade fica em xeque quando conflitos começam a surgir para os três.

 

Sam e Anne – Sintonia de Amor

Na trama, conhecemos Sam (Tom Hanks), um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.

10 Filmes DECEPCIONANTES lançados já em 2024

O ano de 2024 já começou com um montão de filmes chegando aos principais streamings disponíveis no Brasil e também nos cinemas. Mas, infelizmente, nem todas essas obras conseguem nos agradar e se tornam grandes decepções. Pensando nisso, separamos uma lista abaixo com 10 filmes decepcionantes lançados já em 2024:

 

Beekeeper – Rede de Vingança

Na trama, conhecemos Adam Clay (Jason Statham), um introspectivo homem, apicultor, que aluga um espaço para sua criação de abelhas no terreno de uma simpática senhora. Quando essa mulher cai em um golpe pela internet, onde perde todas suas economias, Adam vai em busca dos criminosos e assim revelando seu passado como ex-membro de uma organização secreta e muito temida pelo alto escalão do governo (os Beekeepers). Com seus atos moralmente questionáveis sendo expostos a cada cena, nesse projeto acompanhamos a saga desse anti-herói rumo a sua vingança implacável.

 

Me Mate, Querido

Essa comédia polonesa, dirigida por Filip Zylber, nos mostra a história de um casal em eterna crise, muito por conta da falta de grana. Um dia, quando ganham na loteria suas vidas vão passar por várias reflexões e situações de dúvidas sobre os reais sentimentos de um e do outro.

 

O Astronauta

Novo filme protagonizado por Adam Sandler, baseado no livro Spaceman of Bohemia do autor tcheco Jaroslav Kalfar, O Astronauta nos mostra a saga de um astronauta em uma longa viagem de pesquisa pelo espaço que precisa lidar com o despedaçar de seu casamento e o encontro com algo inesperado.

 

Lift: Roubo nas Alturas

Com um orçamento na casa dos 100 milhões de dólares, o longa-metragem Lift: Roubo nas Alturas, dirigido pelo cineasta nova iorquino F. Gary Gray nos mostra um renomado ladrão que une sua equipe de confiança para um roubo mirabolante.

 

O Outro Lado da Dor

Dirigido e protagonizado por Daniel Levy, o drama melancólico O Outro Lado da Dor conta a história de Marc que acabara de perder o marido em um trágico acidente e precisa dar a volta por cima mesmo sabendo logo em sequência que o marido o traia.

 

Um Homem Implacável

Na trama, conhecemos Soo-hyeok (Jung Woo-sung) um homem com um passado tomado pela violência que após passar uma década preso volta à liberdade e logo descobre que é pai de uma menina, fruto de seu relacionamento com uma ex-namorada. Querendo largar a vida de criminoso e se dedicar a ser um bom pai, acaba sendo alvo da fúria de um invejoso ex-colega de gangue e então parte para um acerto final.

 

Intruso

Na trama, ambientada num futuro visto como logo ali, em 2065, conhecemos Hen (Saoirse Ronan) e Junior (Paul Mescal) um jovem casal que vive em uma fazenda isolada dos grandes centros cheios de temores sobre os próximos passos de suas vidas em um planeta pagando as consequências de séculos de exploração e negligência. Um dia, bate na porta deles Terrance (Aaron Pierre), designado por uma empresa chamada Outer More, com uma proposta no mínimo curiosa que vai mexer pra sempre com o casamento deles.

 

O Jogo do Disfarce

Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.

 

Agradecimentos e Desculpas

Na trama, conhecemos Sara (Sanna Sundqvist), uma mulher casada, amargurada e infeliz que durante a fase final de sua segunda gestação é surpreendida com a morte repentina de seu marido. Sabendo do fato, sua irmã mais velha Linda (Charlotta Björck) tenta uma reaproximação já que as duas irmãs se distanciaram faz muito tempo por conta de escolhas na época de separação dos pais. Completamente diferentes e precisando ceder para o diálogo acontecer, as duas embarcam em uma jornada de reestabelecimento dos laços familiares.

 

Jogo de Amor

Na trama, conhecemos a jornalista esportiva Mack (Gina Rodriguez), uma mulher cheia de planos mirabolantes quando o assunto é ajudar aos outros a conquistarem alguém. Ela e seus amigos de trabalho formam quase uma equipe se ajudando mas mantendo distância de relacionamentos sérios. Até que um dia, Mack se apaixona pelo jornalista e escritor Nick (Tom Ellis), um solteirão cobiçado, embarcando em novos caminhos nos assuntos ligados ao coração.

 

 

Conheça o “terror” BIZARRO que Melissa Barrera ama e foi indicado ao Oscar de maquiagem

Enquanto divulgava ‘Abigail‘ ao lado da estrela mirim Alisha Weir, Melissa Barrera revelou seus três filmes de terror favoritos… e um deles é pouco conhecido – apesar de ter sido indicado ao Oscar.

“Eu realmente amo Hereditário, tem uma das cenas mais assustadoras da história que me deu pesadelos para sempre. Há também um filme chamado Border, que eu sou uma grande fã. Conhece? Ali Abbassi. É tão bom, não sei se é terror, mas é aterrorizante. E eu também amo muito Cisne Negro”, ela afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Os primeiros momentos do drama sueco Border (Fronteira) apresentam certo desconforto ao conhecermos a protagonista Tina, uma agente da alfândega, dona de feições brutas e visual levemente grotesco. O objetivo do longa é realmente destacar a aparência da personagem – para causar o estranhamento necessário no espectador.

A maquiagem utilizada na atriz Eva Melander (uma bela mulher) é tão perfeita que pode enganar os desavisados. Não por acaso, Border estava indicado ao Oscar em tal categoria no ano de 2019, mas acabou perdendo o prêmio para o igualmente impressionante trabalho de próteses de Vice.

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Na trama, Tina é uma mulher introvertida, muito devido à sua aparência física. Sua rotina monótona, tanto no trabalho quanto em casa ao lado do marido encostado (papel de Jörgen Thorsson), não apresentam sequer um raio de luz de felicidade na vida da mulher. No fundo, tal melancolia vem servida de grande sensação de ‘não pertencimento’ da protagonista. Ela sente-se deslocada em sua própria existência, como se algo não encaixasse e seu lugar não fosse esse.

A metáfora ganha força de tal forma, vindo a se tornar realmente literal. Ao poucos, Tina vai descobrindo que existe um motivo real pelo seu estranhamento social. Tudo ocorre após a aparição de Vore (Eero Milonoff), um sujeito tão… peculiar quanto ela. Acidentalmente, ou quem sabe não, os destinos deles se cruzam, revelando finalmente para a protagonista, depois de uma vida inteira, quem verdadeiramente ela é, e qual seu propósito no mundo. Neste momento em diante, Border deixa o figurativo de lado e embarca no terreno da fantasia – adicionando elementos tão bizarros à mistura, que fazem jus ao cinema de gente como David Lynch, por exemplo – o que é a cena do bebê?!

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Border é baseado no conto do sueco John Ajvide Lindqvist, autor do livro que deu origem ao longa Deixa Ela Entrar (2008). Quem conhece o filme citado, sobre a amizade entre um menino solitário e sua nova vizinha, uma menininha bem diferente, sabe que é especialidade do escritor utilizar elementos fantásticos e sobrenaturais para adereçar problemas sociais e psicológicos rotineiros – como solidão, abandono, bullying, exclusão, amizade, conexão e, principalmente, o sentimento de não pertencer.

As duas obras possuem muitas similaridades, mas enquanto Deixa Ela Entrar via com muito lirismo através da perspectiva de crianças, conseguindo extrair beleza da violência e do grotesco, Border – por trabalhar com personagens adultos – exala certo amargor e cinismo, numa história de autodescoberta tardia, que não deixa de ter seus predicados. Enquanto acha seu lugar no mundo, e finalmente se aceita, Tina também se depara com uma encruzilhada – mostrando que nem tudo nos é servido sempre numa bandeja de prata. Dilema bem trabalhado pelo diretor Ali Abbasi.

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Existem dois filmes em Border, o figurativo e o literal. E embora os dois queiram passar a mesma mensagem, eles não se entrecruzam de forma tão satisfatória quanto planejada. É preciso ter apetite pelo fantástico, ao menos o suficiente para entender e aceitar a proposta aqui: usar tais elementos metaforicamente para adereçar outras questões. Por outro lado, o “show de horrores” é tão bem dominado pelo elenco, em especial a protagonista, que se torna crível e identificável. Border é o tipo de filme que levanta mais questões do que as responde com facilidade, e só por isso já ganha muitos pontos.

O desconforto mencionado no início do texto, que nos é proposto na primeira cena, perdura por toda a projeção, conscientemente nos deixando inquietos. Um dos grandes trunfos de qualquer obra, cada vez mais raros, é a imprevisibilidade – que assim como a vida, apenas nos usa como peões. Border é um destes filmes que nos deixa sempre a um passo atrás de sua narrativa, qualidade escassa e que deve sempre ser enaltecida. Border pega uma ideia simples e a tempera com ousadia, risco e coragem, já criando em sua proposta seu grande diferencial.

Comovente e inspirador, drama disponível na Netflix está CONQUISTANDO os assinantes da plataforma; Confira as reações!

Adicionado ao catálogo da Netflix há uma semana, o filme ‘Herança Roubada‘ está fazendo um enorme sucesso entre os assinantes, e atualmente ocupa a 3ª posição no TOP 10.

Baseada no romance ‘Stöld’, da autora sueca Ann-Helén Laestadius, a trama dirigida por Elle Márjá Eira gira em torno de Elsa (Elin Oskal), uma indígena do povo Sami que tem uma de suas renas assassinada por um caçador. A partir daí, ela inicia uma jornada em busca da justiça.

Desde que testemunhou a morte da bebê rena quando ainda era uma criança, Elsa cresceu com o o trauma e o arrependimento por não ter conseguido evitar a perda.

Enquanto crescia, ela jurou não apenas obter justiça, mas também proteger seu povo contra os suecos xenofóbicos que não aceitavam os Sami no país.

Heranca Roubada Netflix

Nas redes sociais, o longa ganhou bastante elogios de quem já assistiu, sendo descrito como uma história comovente e inspiradora.

Confira as reações:

 

Saiba QUANDO ‘Five Nights at Freddy’s 2’ chega aos cinemas

Durante o seu painel na CinemaCon, a Blumhouse confirmou que a sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘ será lançada oficialmente em 2025.

Sem data de estreia, o novo filme está programado para o outono norte-americano (período entre os meses de setembro e novembro).

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia mostrado os bastidores do processo de criação dos animatrônicos da sequência.

“Jim Henson, da Creature Shop, está fazendo sua mágica novamente! Não temos certeza no que ele está trabalhando, mas sabemos que ficará ótimo,” declarou o produtor.

Confira a imagem e a publicação:

As filmagens da sequência estão alegadamente previstas para julho, com locações programadas para ocorrer em Nova Orleans e Los Angeles.

Emma Tammi retornará à cadeira de diretora para o longa.

Josh Hutcherson retorna, reprisando seu papel como Mike Schmidt.

‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ está atualmente disponível para aluguel no Youtube Play, Google Play Filmes e TV, Apple TV e Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

Five Nights At Freddy

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) foi responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco conta com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

Primeiras Impressões | Rainha das Lágrimas – Dorama Sul-coreano Percorre do Romance ao Thriller em Trama Novelística

É só olhar pra trás pra entender o sucesso de determinadas novelas brasileiras: o que têm em comum ‘Avenida Brasil’, ‘Celebridades’, ‘Rei do Gado’, ‘Renascer’ e ‘Império’, por exemplo? Todas elas são histórias cujo núcleo principal é um núcleo familiar – pessoas que convivem juntas por conta de um negócio que é passado de geração em geração. A motivação do negócio varia, e é o centro das disputas, mas, entre os membros, moram os irmãos (mais de um), o patriarca/matriarca, um tio/tia meio duas caras, os referentes cônjuges, e, geralmente, um avô/avó, que pode ainda estar no cargo ou não, mas que foi quem começara o negócio. Essa estrutura, somada às intrigas interpessoais que os membros irão cometer, foram o que alimentaram o sucesso dessas e outras novelas televisivas. E é exatamente a estrutura de ‘Rainha das Lágrimas’, nova minissérie sul-coreana da Netflix que chegou há pouco tempo e se mantém forte no Top 10 da plataforma.

Rainha Das Lagrimas

Baek Hyeon-woo (Kim Soo-hyun) trabalhava no escritório de advocacia do conglomerado de shoppings Queens, em Seul, quando conheceu e se apaixonou por Hong Hae-in (Kim Ji-won), estagiária que, mais tarde se revelou ser a fria e calculista herdeira do conglomerado e com quem se casou. Três anos se passaram, Hyeon-woo e Hae-in hoje não se suportam. Mesmo vivendo na mesma casa da família Hong, os dois dormem em quartos separados, mas mantêm as aparências para a imprensa. Porém, Hyeon sente-se sufocado com essa família, que lhe trata mal e só lhe dá ordens, como se fosse somente um funcionário da empresa, não um membro do clã. Decidido a pedir o divórcio, Hyeon chega a redigir o documento, mas, então, algo terrível acontece, e faz com que Hyeon e Hae-in voltem a passar mais tempo juntos, reacendendo a chama do amor que um dia sentiram um pelo outro.

Dividida em dezesseis episódios longuíssimos, em média de uma hora e vinte de duração cada (quase a duração de um filme!), a Netflix já disponibilizou metade da série, oito episódios, em sua plataforma, com previsão de lançamento de mais dois a cada sábado. A estrutura episódica, com o tempo, dá uma gastura, pois sempre terminam com um epílogo (que geralmente contem spoilers) e começam com uma recapitulação que dura em torno de dez minutos, fazendo um gancho de toda a cena final anterior. Para os mais ansiosos, essa repetição cansa.

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Em sua essência, ‘Rainha das Lágrimas’ é uma minissérie que é puro sumo dos doramas coreanos – inclusive, frequentemente faz piada a respeito disso. O protagonista Hyeon é bem mocinho mesmo, bem típico, desses que sempre aparecem para amparar antes da mocinha cair, que sempre tem um guarda-chuva na hora da tempestade e nunca briga, guardando as motivações para si para que os personagens descubram depois que foram injustos com ele.

Escrito por Ji Eun Park, o arco geral vai do romance ao drama (onde estaciona por um bom tempo), pincelando para a comédia para, no meio, enveredar para o suspense policial e (supõe-se, pelo andar das coisas) se encaminhar novamente para o drama e para o final feliz. Contemplando todos os gêneros e sempre salpicando humor, a minissérie prende a atenção com protagonistas que têm uma boa química e uma história de intriga familiar previsível, mas que até mesmo por isso instiga o espectador a continuar a assistir, tal qual as novelas brasileiras.

Rainha das Lágrimas’ é um delicioso passatempo, bom de assistir tanto na língua original quanto dublado (que, aliás, inclui uns palavrões que na tradução do original não tem, o que torna os personagens mais divertidos até). Um bom entretenimento para quem curte um novelão recheado de clichês dos bons.

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Rebecca Ferguson explica por que DECIDIU sair da franquia ‘Missão Impossível’

Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível: O Acerto de Contas’) confirmou que não retornará como Ilsa Faust em Missão Impossível 8’. A decisão, segundo a própria atriz, se baseia no fim de seu contrato e na vontade de evitar que sua personagem se torne menos especial.

“Para falar muito claramente — porque sei que muitas pessoas estão tristes com isso, eu estou triste com isso — eu filmei três filmes. Meu contrato acabou”, explicou Ferguson, segundo a joBLo.

“E eu a amo além das palavras. Além das palavras. Eu acho que ela é a personagem mais incrível, fantástica”.

Apesar da oferta para retornar em Missão Impossível 8’, Ferguson teme que, com a crescente quantidade de personagens na franquia, Ilsa perca sua essência e se torne menos especial. “E todos nós podemos querer coisas diferentes, mas para mim, Ilsa era uma agente solitária. Ilsa era travessa. Ilsa era imprevisível. Havia muitos personagens chegando, não deixando espaço suficiente para o que ela havia sido”. 

Outro fator importante na decisão de Ferguson foi o tempo e a dedicação exigidos para fazer um filme de Missão Impossível“Egoisticamente, é muito tempo para fazer um filme de ‘Missão’. E a menos que você vá ter muito tempo de tela, é muito tempo sentado esperando para filmar um grande filme que pode levar mais de um ano para ser filmado. É dedicação. Há um momento em que você pensa que precisa valer a pena, não apenas amar o personagem e abraçar Tom e [McQuarrie] e a história. Eu quero trabalhar, cara. Eu quero trabalhar. Eu não quero ficar sentada em um trailer e saber que talvez haja uma cena nos créditos”.

Lembrando que ‘Missão: Impossível 8’ está programada para chegar aos cinemas nacionais em 22 de maio de 2025.

Vale ressaltar que, após alguns atrasos devido às greves em Hollywood, ‘Missão: Impossível 8’ retomou recentemente as gravações no Reino Unido.

EmMissão Impossível 8’, Ethan Hunt (interpretado por Tom Cruise) e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Lembrando que Missão Impossível: O Acerto de Contas’ encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.

A produção teria que alcançar ao menos US$ 800 milhões para ser considerado lucrativo.

De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofreu um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.  

Assista à nossa crítica:

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Melissa Barrera revela seus 3 filmes de TERROR preferidos… e um deles eu aposto que você não conhece! [EXCLUSIVO]

Enquanto divulgava ‘Abigail‘ ao lado da estrela mirim Alisha Weir, Melissa Barrera revelou seus três filmes de terror favoritos… e um deles é pouco conhecido – apesar de ter sido indicado ao Oscar.

“Eu realmente amo Hereditário, tem uma das cenas mais assustadoras da história que me deu pesadelos para sempre. Há também um filme chamado Border, que eu sou uma grande fã. Conhece? Ali Abbassi. É tão bom, não sei se é terror, mas é aterrorizante. E eu também amo muito Cisne Negro”, ela afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Border‘ foi lançado em 2019 e foi indicado ao Oscar. Na trama, Tina (Eva Melander) é uma policial que foi atingida por um raio na infância e desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Ela trabalha no aeroporto fiscalizando malas. Ela acredita ter um dom, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado.

Assista ao trailer:

Abigail‘ já está em exibição nos cinemas. Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

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‘Guerra Civil’ e os Filmes de Futuros Distópicos Assustadoramente REAIS!

Guerra Civil’ é o mais recente trabalho do diretor Alex Garland, que já está em exibição nos cinemas. O filme, que conta com nosso tesouro nacional Wagner Moura no elenco, vem arrancando elogios da imprensa especializada pelo mundo, com os críticos o enaltecendo como um dos melhores longas de 2024. Muitos chegam a afirmar que ele estará presente na lista dos melhores do ano, mesmo tendo sido lançado nos primeiros meses de 2024.

O que todos afirmam também é que ‘Guerra Civil’ apresenta uma visão assustadora de um futuro não muito distante. O que mais impressiona nesse caso é o quão real soa, como uma previsão de para onde nossa sociedade pode caminhar nos próximos anos se as coisas continuarem tão polarizadas. Pensando nesse tema, resolvemos dar uma olhada em filmes que apresentam futuros distópicos, que como bons exemplares de ficção científica apenas espelham o que a sociedade da época poderia se tornar. O mais assustador é que quase todas estas previsões seguem mais atuais do que nunca. Confira abaixo.

Guerra Civil

Considerado pelos críticos um dos melhores filmes de 2024, ‘Guerra Civil’ traz uma realidade perturbadora, na qual os EUA foram divididos em quatro facções que estão em guerra entre si. Muito como a Guerra Civil Americana de 1861, ou Guerra da Secessão, conflito que durou quatro anos e dividiu o país entre escravistas (o sul) e os abolicionistas (o norte), trazendo muita morte e destruição; o filme ‘Guerra Civil’ é incômodo por tocar na ferida, mostrando como a intolerância política e visões tão destoantes podem ser nocivas para a sociedade. Isso não ocorre apenas nos EUA, mas no Brasil e também no mundo.

Mad Max 2

Madmax Cinepop

Aqui o assunto não são visões políticas entre esquerda e direita que destrói a sociedade, mas a guerra por recursos naturais, como o petróleo, que vira combustível. Esse assunto também segue atual, mas hoje existe uma forte impulsão para fontes mais limpas de energia – algo impensado e não previsto nas décadas passadas, como veículos elétricos. O primeiro ‘Mad Max’ (1979) aborda mais a questão da violência urbana, com as gangues tomando conta e deixando a força policial e a ordem impotentes.

Já a continuação de 1981 eleva o jogo a outro patamar. Aqui, o mundo já está destruído por guerras e o que restou da sociedade vive sem lei, em busca dos recursos que remanesceram para sobreviver. Nessa nova sociedade selvagem, o combustível é escasso, e o bem mais precioso. É desta ideia que a franquia se alimenta até hoje, do modelo do segundo filme, que será também a base para o derivado ‘Furiosa’, a ser lançado em 2024.

O Exterminador do Futuro

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Outro tópico que o cinema previu com muita antecedência foi a discussão sobre inteligência artificial. Nos últimos anos, a ciência avançou muito nessa questão, com programas de computador cada vez mais inteligentes, capazes de simular a voz humana, criar obras de arte, e até mesmo pensar usando algoritmos. É algo assustadoramente avançado e que precisamos ter muito cuidado. Quem dirá como vai ser daqui a dez anos nesse sentido? O que o diretor James Cameron anteviu lá atrás, há 40 anos com o primeiro ‘O Exterminador do Futuro’ foi uma insurreição destes seres artificiais, na qual as máquinas iriam tomar o controle do planeta através da inteligência artificial, e entrariam em guerra dizimando a raça humana. E quem sabe as máquinas estão certas, já que os humanos, apesar de criarem coisas maravilhosas, são capazes também de guerra e destruição.

1984

1984 Cinepop

Outra produção cinematográfica distópica que está completando 40 anos de sua estreia é a versão para o cinema do clássico livro de George Owell, ‘1984’ – que infelizmente segue mais atual do que nunca. Extremamente importante para compreendermos para onde a sociedade pode caminhar nos próximos anos, o livro foi um prenúncio escrito ainda em 1949. Na trama passado no futuro, os EUA vivem em um governo totalitário, onde o direito de ir e vir, e do livre pensamento há muito se extinguiu.

A sociedade é uma ditadura, onde o cidadão é vigiado a todo momento, sem o direito sequer de se relacionar amorosamente com quem bem entender. Nesse contexto, a função do protagonista Winston Smith (John Hurt) é reescrever a história ao bel prazer de quem está no poder, assim eliminando qualquer registro do que verdadeiramente se passou no mundo. Bem real, não é? Em especial quando falamos de negacionistas do Holocausto ou Terra planistas que ignoram completamente a ciência. ‘1984– o filme – está disponível na Amazon Prime Video.

Fahrenheit 451

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Uma produção original da HBO lançada em 2018, aqui também temos a adaptação de um livro clássico de ficção científica, que fala sobre um futuro distópico de forma assustadoramente real, reflexo de nossa sociedade. Escrito por Ray Bradbury em 1953, a primeira versão foi para o cinema em 1966, dirigida por François Truffaut. De certa forma, ‘Fahrenheit 451’ guarda muitas semelhanças com ‘1984’, e fala sobre um futuro de governo totalitário que deseja apagar a história, a reescrevendo a seu próprio modo, além de eliminar qualquer traço de pensamento livre onde o cidadão possa se opor ao que esses ditadores considerem o certo. É a demolição da democracia. E a propagação das fake news em massa. Aqui, os bombeiros são a força policial, cuja função é queimar livros e extinguir a cultura. Porém, um bombeiro começa a questionar sua função.

Brazil – O Filme

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Se tivéssemos que definir ‘Brazil’, de 1985, dirigido por Terry Gilliam, em seu futuro distópico em uma palavra, ela seria “burocracia”. Mais uma vez, temos um governo ditatorial, onde qualquer pensamento contrário ao daqueles no poder é punido com a morte. Nessa realidade assustadora encontramos o protagonista Sam Lowry (Jonathan Pryce), um burocrata cujo trabalho enfadonho consiste em ser apenas um mecanismo em uma grande engrenagem, realizando uma função sem sentido e repetitiva, desperdiçando os dias e as horas de sua vida. Mas ele sonha com um propósito maior, sonha com férias na praia longe da cidade barulhenta, sonha com a mulher de sua vida. Sonha em criar asas e voar, combatendo o sistema desumano. Sua amada faz parte de um grupo de revolucionários que deseja derrubar o governo opressor. O mais corajoso do longa é seu final sombrio e nada feliz.

Os 12 Macacos

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Do mesmo Terry Gillian chega um filme sobre um futuro distópico que conversa muito com ‘Brazil – O Filme’, embora ‘Os 12 Macacos’ seja ainda mais sombrio e sem o humor ácido em tom de sátira presente no item acima. Nunca pensamos que filmes que retratam vírus mortais pudessem chegar tão perto da realidade, mas aconteceu. Em 2020, a humanidade enfrentou um de seus momentos mais sombrios com o corona-vírus, dizimando grande parte da população mundial. Tivemos que ficar trancados dentro de casa, em um distanciamento social que afetou o mundo. Enquanto isso, nossos heróis da ciência criavam as vacinas para que pudéssemos continuar com nossas vidas. É sobre isso que ‘Os 12 Macacos fala, sobre um vírus que se espalhou e destruiu o futuro. Um prisioneiro (papel de Bruce Willis) é escalado para voltar no tempo e descobrir a fonte do vírus, para que possam impedi-lo. Porém, a viagem temporal o deixa desorientado, e no passado ele é tratado como louco.

Gattaca – Experiência Genética

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Imagine um futuro onde nossa genética fosse capaz de restringir e direcionar em qual trabalho deveríamos seguir. O filme pode ser interpretado como uma grande analogia ao racismo e ao machismo, em especial no passado, mas ainda hoje muito presente em nossa sociedade. Por exemplo, existem certas posições dentro de uma hierarquia profissional na qual as mulheres ainda não estão inseridas, ou poucas ocupam tal cargo. A mesma coisa com pessoas negras. Essa discriminação é trazida para o terreno da ficção científica, para o mundo de um homem branco. Ethan Hawke protagoniza como um sujeito que precisa mentir e ludibriar o sistema para conseguir ocupar uma posição que sempre sonhou e que acredita estar apto. Porém, seu próprio DNA pode entrega-lo.

Baseada em história real, minissérie da Netflix expõe doentio caso de perseguição

Atualmente na 3ª posição entre as séries mais assistidas da semana na Netflix, ‘Bebê Rena‘ retrata uma história real vivida pelo ator e comediante escocês Richard Gadd quando foi vítima de uma perseguidora e predadora sexual por volta de seus 20 anos.

Na trama, ele interpreta Donny Dunn, que acaba virando a obsessão de Martha, uma mulher ele conhece em um bar onde trabalha, despertando nela um interesse sufocante que pode destruir as vidas dos dois.

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

“No início, todos no pub achavam engraçado o fato de eu ter uma admiradora”, disse Gadd ao The Times. “Depois, ela começou a invadir meu espaço, me seguindo, aparecendo em meus shows, esperando do lado de fora da minha casa, enviando milhares de mensagens de e-mails e mensagens de voz.”

Para ele, o objetivo da série é repudiar comportamentos abusivos e a importunação e não glamourizar pessoas que fazem isso.

“A perseguição na televisão tende a ser muito romantizada. Tem uma mística, uma aura em torno de dos fãs obsessivos. A mídia costuma fazer deles muito sexies, devotados, mas são pessoas que se tornam maníacos pouco a pouco”, disse Gadd à Netflix.

Ele continuou, argumentando que:

“A perseguição é uma doença mental. Eu realmente queria mostrar as camadas da perseguição com uma qualidade humana que eu não tinha visto na televisão antes. É uma história de perseguição virada de cabeça para baixo.”

Além de Gadd, ‘Bebê Rena‘ conta com Nava Mau e Jessica Gunning.

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

Bebe Rena Poster

The Tortured Poets Department | As melhores músicas do novo álbum de Taylor Swift

No último dia 19 de abril, a múltipla vencedora do Grammy Taylor Swift voltou a parar o mundo com o lançamento de seu aguardado 11º álbum de estúdio, The Tortured Poets Department.

Ao longo de 16 faixas na versão padrão e nada menos que 31 iterações na versão dupla, o álbum funciona como um “compilado de criação imperativa”, conforme explicado pela própria cantora e compositora, e acompanha as cinco fases de luto através de longas e pessoas narrativas.

Crítica | ‘The Tortured Poets Department’ apresenta uma Taylor Swift estagnada no tempo e sem muita originalidade

Contando com colaborações com Post MaloneFlorence and the Machine, o disco já caiu no gosto dos fãs da “loirinha”, quebrando inúmeros recordes de transmissão no Spotify e nas plataformas de streaming – e, para celebrar o lançamento do projeto, preparamos uma lista ranqueando as cinco melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. “CLARA BOW”

Taylor possui uma bagagem cultural gigantesca sobre as várias esferas artísticas da sociedade e constantemente utiliza esse conhecimento para construir metáforas e comparações em suas narrativas. Esse é o caso de “Clara Bow”: a track faz menção direta à icônica atriz da Era Muda de Hollywood que também alcançou sucesso na transição para os talkies, consagrando-se como uma das grandes It girls da época. A canção, recheada de exímias figuras de linguagem, traz reminiscências de ‘folklore’‘Midnights’ e é adornada com um profundo arranjo do baixo, da bateria e do piano.

4. “WHO’S AFRAID OF LITTLE OLD ME?”

É notável como o novo compilado de originais de Swift puxa elementos de suas outras incursões no cenário fonográfico – e a instigante melancolia de “Who’s Afraid of Little Old Me?” é uma das faixas-miméticas a aparecerem no álbum. A construção da track preza mais pela rendição vocal do que pela profundidade sonora e, pouco antes do refrão, se converte em uma power-ballad aos moldes da impecável “Out of the Woods”.

3. “THE BLACK DOG”

“The Black Dog”, que faz parte de uma das versões deluxe da obra, é uma tocante e envolvente balada que merecia a chance de se tornar single por todos os sentimentos que evocam e pela universalidade promovida aos ouvintes – bem como de um crescendo apaixonante e dilacerante.

2. “LOML”

Para aqueles que acompanham a carreira de Swift, sabe-se que a performer tem uma habilidade invejável e espetacular de construir baladas pungentes e bastante impactantes – e é claro que The Tortured Poets Department traria algumas incursões muito bem arquitetadas. Nesse âmbito, insurge “Loml”, uma derradeira reflexão desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas.

1. “FORTNIGHT”, feat. Post Malone

track de abertura, ‘Fortnight’, puxa colaboração com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera).

Anya Taylor-Joy passa por transformação nas imagens inéditas de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’; Confira!

Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, chega aos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia e ganhou algumas imagens inéditas divulgadas pela Empire.

Nas imagens, vemos a protagonista Anya Taylor-Joy se preparando para entrar em ação ainda com seus cabelos longos, enquanto as outras mostram ela sendo capturada pelo personagem de Chris Hemsworth e depois já com seu corte de cabelo.

Confira:

Furiosa Uma Saga Mad Max 01 1

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Furiosa Uma Saga Mad Max 03 1

 

Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia.

E parece que a espera vai valer à pena…

Entrevista para a Total Film, o produtor Doug Mitchell disse que:

“‘Furiosa‘ tem uma sequência de ação de 15 minutos que levamos 78 dias para filmar. Apelidamos a cena de ‘Stairway To Nowhere’ [porque parecia não ter fim].”

A protagonista Anya Taylor-Joy acrescentou:

George e eu tivemos muitas conversas sobre o porquê desse cenário em particular ser tão longo. É porque você vê um acúmulo de habilidades ao longo de uma batalha, e isso é muito importante para entender o quão engenhosa Furiosa é, mas também sua coragem. É a sequência mais longa que qualquer um de nós já filmou. No dia em que terminamos, todos ganhamos um vinho da garrafa ‘Stairway To Nowhere’!”

Confira o novo cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Furiosa Uma Saga Mad Max

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

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Apesar das críticas, Zack Snyder quer fazer mais quatro ou SEIS filmes ‘Rebel Moon’ para a Netflix

A franquia que Zack Snyder está tentando criar com ‘Rebel Moon‘ desagradou em cheio os críticos, mas isso não o impede de continuar.

Em entrevista à Radio Times, Snyder revelou que continua trabalhando em mais filmes da saga:

“Eu acho que farei mais quatro filmes. Quatro ou seis filmes, depende… Vai depender de quanto tempo teremos para fazer mais desses filmes, essa é a dúvida. Nós estávamos falando sobre isso no outro dia e eu pensei… O público vai ficar decepcionado se a saga terminar no terceiro filme? Ou eles pensariam ‘oh, só mais um? Ótimo!”, ele disse.

Snyder revelou que o futuro da franquia já foi planejado, só falta roteirizar e filmar.

“Nós temos a história toda preparada, nós fizemos esse trabalho. Escrevemos uma prévia do roteiro desses filmes, e agora vamos ver se conseguimos filmar”, ele concluiu. 

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, a aventura sci-fi dirigida por Zack Snyder, se tornou o filme mais mal avaliado dirigido pelo polêmico cineasta.

Enquanto ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘ recebeu 21% de aprovação dos críticos, a sequência figura com apenas 15% de aprovação com 54 reviews publicadas.

Se contar pela porcentagem do público, o primeiro filme tem 57% de aprovação e o segundo tem 42%.

O CinePOP separou algumas das principais críticas do filme:

Rebel Moon: Parte 2 não faz nada para justificar a si mesmo ou a seu antecessor, muito menos uma franquia. Neste ponto, qualquer coisa a mais parece uma ameaça.”, Cameron Frew – Dexerto

“Embora seja uma melhoria depois da Parte Um, um elenco agressivo e cenas de ação genuinamente impressionantes não compensam o vazio emocional no centro do filme. Os fãs de Snyder vão adorar, todos os outros vão querer algo mais substancial.”,  Linda Marric – Hy, Guys

“Entrei nisso do zero e esperava que fosse melhor do que a primeira parte, mas infelizmente isso é tão ruim, se não pior. Djimon, Sofia e Ed são excelentes na captura da ação, mas falta profundidade ao roteiro. Pode ser o pior filme de Snyder até hoje.”, Kristy Puchko, Mashável

“Ainda assim, caminhando com tanta dedicação na sombra de Star Wars, Rebel Moon não consegue brilhar.”, Tessa Smith, Mamma Geek

“Não houve desenvolvimento real da história. Parece que ficamos no mesmo lugar que estávamos depois da Parte 1, só que agora a contagem de corpos é maior.”, Germain Lussier, io9 

“A boa notícia sobre Rebel Moon 2 é que, sem dúvida, é melhor que seu antecessor. É mais focado, coeso e orientado para o caráter… A má notícia é que é [também] mais lento, desequilibrado e emocionalmente insípido.”, Justin Harrison, The Reels

“Era para ser uma grande recompensa, mas houve muito pouco desenvolvimento para começar, transformando esta imagem em uma máquina de ruído com Snyder entregando todo o seu amor pelo excesso visual.”, Juliano Romano – FilmeWeb

Rebel Moon 2, a sequência, é de alguma forma ainda pior e mal justifica sua existência em um nível fundamental.”, Erik Kain – Forbes   

Crítica | ‘Rebel Moon – Parte 2’ é o filme mais desinteressante da carreira de Zack Snyder

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

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Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes: