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10 Filmes com cenas que ficaram MARCADAS na história do cinema!

A história do cinema é tão ampla que fica difícil de definirmos melhores ou mais marcantes com tantas obras inesquecíveis que já foram exibidas. Mas como todo cinéfilo adora uma lista, resolvemos criar uma com 10 filmes com cenas que ficaram marcadas na história do cinema! *Cuidado que podem ter spoilers abaixo!*

 

Cantando na Chuva – Cena sapateando e cantando na chuva!

Os holofotes aos anos 20, do mudo ao falado, na raiz da essência de uma Hollywood pulsante. Quando pensamos em musicais é impossível não lembrarmos, ou pelo menos não ter ouvido falar, em uma das grandes obras de uma das mais clássicas eras de Hollywood. Cantando na Chuva se veste como uma história de amor para entrar em uma contextualização glamourosa sobre uma transição complicada para artistas na iminência da extinção do cinema mudo e os novos tempos com o cinema falado. Dirigido por Stanley Donen e o próprio Gene Kelly, protagonista do filme, esse é um daqueles clássicos do cinema que você precisa conferir pelo menos uma vez na vida.

 

As Pontes de Madison – Cena final na chuva!

Velhos sonhos são bom sonhos, se a realização não vier, foi bom tê-los. Emocionando a todos os corações desde 1995, data de seu lançamento mundial nos cinemas, o longa-metragem dirigido por Clint Eastwood (também um dos protagonistas) As Pontes de Madison pode ser definido de muitas formas, uma delas: o encontro perfeito de duas almas solitárias mas que sentem essa tal da solidão de formas diferentes. Baseado no romance homônimo do escritor norte-americano Robert James Waller, o projeto também reflete sobre o legado que um grande amor pode deixar nas nossas vidas e também nas possibilidades de virar inspiração para tantos outros.

 

Os Suspeitos – Cena final: o andar do suspeito!

O maior truque que o diabo já usou foi convencer o mundo de que ele não existia. Vencedor de dois Oscars, o filme que abriu as portas de Hollywood para o até então desconhecido cineasta Bryan Singer, é um drama policial que se mistura num intenso e surpreendente suspense com uma narrativa que busca seu potencial na importância dos detalhes. Uma sala de suspeitos, um caminhão roubado, a receita federal junto à Polícia querendo respostas, um grupo de pessoas que são induzidos à uma ação perigosa, esses elementos e alguns outros se reúnem num quase enigma a ser montado, peça por peça através de um interrogatório, flashbacks e um imprevisível narrador. Os Suspeitos é hipnotizante e a última cena se consolidou como uma das maiores reviravoltas da história do cinema.

 

Psicose – A cena do chuveiro!

A impulsividade como força motora de um encontro cabuloso com o destino. Chegava em junho de 1960 aos cinemas norte-americanos, e pouco tempo depois nas salas de todo o planeta, um filme que se tornaria anos um dos maiores e mais lembrados clássicos do cinema, Psicose. Abordando as fraquezas do ser humano em duas vertentes, uma ligada a um crise existencial que dá um bico na inconsequência e outra ligada a um transtorno dissociativo de identidade, a pulsante narrativa nos leva para uma história aterrorizante cheia de reviravoltas. O filme é baseado no romance homônimo de Robert Bloch, e esse por sua vez inspirado na história verídica de Ed Gein, um famoso serial killer da época. Dirigido pelo genial Alfred Hitchcock.

 

Um Sonho de Liberdade – Cena da chuva após fugir da prisão!

Baseado na obra Rita Hayworth and Shawshank Redemption, do espetacular escritor Stephen King, Um Sonho de Liberdade é um caso bem peculiar na galeria dos filmes que marcaram uma geração de cinéfilos. Trazendo para o público uma história angustiante de um banqueiro, preso injustamente pelo assassinato de sua esposa, levado para uma jornada infernal de duas décadas numa penitenciária norte-americana, o filme foi um fracasso de bilheteria. Algo que logo mudou com o sucesso estrondoso quando chegou as locadoras, sendo bastante procurado por todos os lugares do planeta.

 

Titanic – A cena de Rose e Jack no frente do navio!

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

ET – O Extraterrestre – Cena da bicicleta voando!

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 80, conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre e ao lado dos irmãos embarcam em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

O Sexto Sentido – “I See Dead People”!

Você sabe porque sente medo quando está sozinho? Nos guiando para olhares diversos sobre o medo e o luto sob uma peculiar perspectiva, O Sexto Sentido e sua hipnotizante trama tem no seu alicerce o trauma como a estrada que percorrem dois protagonistas que se unem por respostas para seus conflitos. Escrito e dirigido pelo cineasta M. Night Shyamalan, Indicado para seis Oscars, esse projeto é aquele que na segunda vez que assistimos tudo fica mais óbvio. Então as surpresas de uma primeira jornada só se tem uma vez.

 

O Show de Truman – A despedida de Truman!

Fita de 1998, dirigida por Peter Weir e escrita por Andrew Niccol, acabou se tornando um sinal de alerta à ascensão dos reality shows na mídia. Muito usado em salas de aula mundo à fora, esse filme demonstrou todo o talento e carisma de Jim Carrey em cena. Ele diverte, briga e emociona transformando esse num dos trabalhos mais elogiados do canadense. O personagem principal Truman Burbank (Jim Carrey) passa uma vida inteira em frente às câmeras e não sabe, a descoberta do verdadeiro mundo nos levam a um final maravilhoso que emociona só de lembrar.

8 e ½ – A ciranda que fecha o filme!

Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.

Crítica | Adorável Louise: 38ª Mostra de Cinema de SP

ADORÁVEL E ELEGANTE

 

Nem só de filmes chocantes, bizarros ou que busquem quebrar a narrativa clássica se faz uma Mostra de Cinema. Nem todos entram na clássica ideia de “filme de festival”. Adorável Louise (Lovely Louise), da diretora suíça Bettina Oberli, não entraria na classe que minha mãe chama de “esses filmes malucos”. Ele nem parece um filme de festival. Com uma narrativa clássica, Adorável Louise faria razoável sucesso no circuitão.

Oberli, que também é roteirista, em tudo adota uma linguagem clássica, e saiu-se muito bem. A direção adota quase uma câmera invisível, com cortes que não se notam, movimentações comedidas e, no geral, planos clássicos. Em termos de enquadramentos, chama atenção a similaridade de alguns planos conjuntos usados por Oberli com aqueles que vemos nos filmes de Wes Anderson.

Mas, o que deve chamar mais a atenção do espectador é a história. Adorável Louise segue, claro, um roteiro clássico. No primeiro ato, conhecemos André (Stefan Kurt), um taxista na casa dos 50, que mora com sua mãe, Louise (Annemarie Düringer), uma atriz de cinema aposentada. André tem toda sua vida dedicada à sua mãe, o que dificultará o envolvimento com Steffi (Nina Proll).

Devidamente aclimatados, surge Bill (Stanley Townsend), supostamente, filho que Louise teve quando morou nos Estados Unidos. E eis que conhecemos o problema essencial da trama. Claro, haverá confusões, uma suposta resolução dos conflitos, até que a questão é encerrada. No terceiro ato, um novo acontecimento conclui a transformação de André. Enfim, um roteiro clássico.

Além de suas qualidades técnicas, o filme mantém-se por personagens cativantes e história de fácil identificação. Não chega a ser uma obra-prima, não é um estonteante filme de festival, mas é um agradável filme normal.

Crítica | ‘O Assassino do Calendário’ – Suspense angustiante do Prime Video traz fortes reflexões sobre violência doméstica

O abismo e as reflexões. Lançado na Prime Video nesse início de 2025, o suspense alemão O Assassino do Calendário nos apresenta peças embaralhadas num suspense que tem como estrutura base fortes reflexões sobre a violência doméstica. Partindo da tensão criada por ações de um serial killer inescrupuloso que coloca em dilema suas vítimas, partimos para um forte drama tendo dois personagens que não se conhecem no epicentro dos acontecimentos durante horas de um dia cheio de variáveis. A direção é de Adolfo J. Kolmerer.

Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.

Baseado no livro Der Heimweg, do escritor e jornalista alemão Sebastian Fitzek, o projeto busca nas surpresas apresentar os elos que se fecham numa história onde as subtramas acabam sendo uma parte importante do discurso. O roteiro baseado na obra de Fitzek tenta adaptar as sensações de angústia através de lacunas soltas que vão sendo preenchidas, passando por um forte clima de tensão. Tem momentos que a narrativa, em busca de criar caminhos para suas reviravoltas se perde ou mesmo fica óbvia mas mesmo assim consegue prender a atenção.

Se você pensa que esse filme é igual a outros onde rumamos para a descoberta do assassino e somente isso, não se engane. A violência doméstica ganha o holofote por aqui, se tornando o principal ponto de reflexão. Através das dores de uma protagonista indecisa sobre seu futuro, sem saber como se livrar de uma marido completamente doente, vamos sendo apresentados a uma história parecida com muitas que infelizmente acontecem na realidade. O forte discurso explorando esse assunto se torna um dos méritos do projeto. As revelações do Serial Killer, motivações, psicopatia, acabam sendo apenas um complemento. Algo que se mostra certeiro.

Conheça TODOS OS FILMES da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’

Antes de Atividade Paranormal, Jogos Mortais e Premonição, antes mesmo de Jason, Freddy, Chucky ou até Michael Myers, existia Leatherface e sua família de canibais psicopatas. O Massacre da Serra Elétrica pode ser considerado uma das franquias de terror mais antigas da história do cinema, e uma que continua gerando frutos – para o bem ou para o mal.

Pegando carona no anúncio de um novo filme da franquia, resolvemos fazer uma retrospectiva destrinchando (com o perdão do trocadilho) todos os filmes que levaram até o público o pavor da sonoridade da serra do maníaco “cara de couro”. Portanto, pegue sua motosserra, ou serra elétrica se preferir, e vamos lá.

Confira nossa análise de Massacre no Texas, oitavo filme da franquia O Massacre da Serra Elétrica

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Foi em 1974 que tudo começou, sem a mínima aspiração de transformar esta obra crua, visceral e com ares de documentário em uma franquia. Dirigido pelo saudoso Tobe Hooper em início de carreira (este foi seu segundo longa), o filme é livremente baseado na vida do psicopata real Ed Gein, que também rendeu assunto para o clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock.

Gein gostava de roubar túmulos e foi um dos assassinos em série mais notórios da história dos EUA. Em sua casa, a polícia encontrou diversas partes, órgãos e membros decepados de suas vítimas, que o sujeito insano usava como objetos de decoração no local. Este fato serviu como inspiração para o interior da casa da família deste filme, mostrado no desfecho. Além disso, Leatherface, como viria a ficar conhecido o personagem de Gunnar Hansen, o maníaco mudo, usava a pele de suas vítimas para confeccionar as máscaras que vestia ao longo do filme.

O Massacre da Serra Elétrica foi vendido na época como um filme real, muito antes de A Bruxa de Blair (1999), e serviu para assombrar uma geração inteira, sendo proibido em diversos países por anos. Devido a seu baixo orçamento, a obra ganhou contornos de amadorismo (principalmente nas atuações), o que somaram ao teor realista. Bastou um filme para Leatherface se tornar um ícone dos slasher e Marilyn Burns, a mocinha, ser catapultada ao status de musa rainha do grito no gênero.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Sabe tudo que eu disse no item acima, sobre o realismo e tom quase documental? Pois bem, jogue tudo isso fora para a sequência. Mais de dez anos depois (doze para ser bem preciso), o mesmo Tobe Hooper decide revisitar o universo da família canibal do Texas. Nesta época, já tendo passado pela epopeia de Poltergeist –O Fenômeno (1982) – filme pelo qual é creditado, mas jura de pé junto ter sido dirigido por Steven Spielberg -, Hooper optou pelo caminho inverso, e com um orçamento bem mais folgado, entrega uma orgia do nonsense, numa viagem lisérgica.

 

Os personagens são os mesmos, mas em 1986, década bem propícia para a “farofada”, eliminam bastante do fator medo, recaindo voluntariamente no humor e na sexualidade. Logo na primeira cena de morte, quando uma dupla de “machões” decide despejar muita obscenidade numa ligação para a DJ de uma rádio, percebemos que Hooper estava muito mais em sintonia com a época do que de fato com sua obra original. É um caminho ousado, mas que demonstra originalidade ao não tentar se repetir.

O Massacre da Serra Elétrica 2, no entanto, não é um filme ruim qualquer – como viriam a se mostrar os outros episódios vindouros desta franquia – é uma obra de muito estilo, seja na estética ou narrativa, ambas muita apuradas. O que Hooper cria é uma grande brincadeira com o gênero e com sua própria mitologia. A confecção por trás de tudo, por exemplo, é muito viva, e a direção de arte se faz tão presente – em especial o cenário da rádio – que além de o sentirmos como um personagem, temos a dimensão exata de sua arquitetura. Aqui é também aonde Leatherface começa a surgir como anti-herói, representado como figura enfatuada pela mocinha; a grotesca e libertina cena da serra na virilha de shortinho da protagonista demonstra isso de maneira deturpada.

O filme cria ainda uma das heroínas de maior fetichismo na franquia, a locutora de rádio Vanita ‘Stretch’ Brock, papel da belíssima Caroline Williams, imortalizada igualmente pelo papel. A falta de desfecho, a cena da competição do chilli, e alguns momentos com o grande Dennis Hopper (como quando ele adquire sua motosserra para combater os vilões) fazem da Parte 2 o exemplar mais Twin Peaks de toda a franquia.

O Massacre da Serra Elétrica 3 (1990)

 

Sabemos que o dinheiro sempre falou mais alto em Hollywood, mas também a vontade dos fãs, afinal sem eles não existiria filme. Assim, a terceira parte de O Massacre da Serra Elétrica já exibia seu trailer antes mesmo de um roteiro, e um diretor ser contratado. Com um lançamento programado para 1989, o filme chegava aos cinemas em 1990 sem qualquer dos envolvidos nas produções anteriores.

Sem o impacto do original e sem o estilo estético do segundo, O Massacre da Serra Elétrica 3 adentrava os anos 1990 se tornando apenas um slasher qualquer, numa década em que tais filmes já pereciam. Assim, a história aqui era o que menos importava, já que era confeccionada como uma produção rotineira do subgênero. Originalmente planejado para a volta de Tobe Hooper na direção, o cineasta de fato chegou a enviar o tratamento de sua ideia para a New Line, mas optou por desistir, em nome de Combustão Instantânea, o filme que lançava no mesmo ano. Assim, Jeff Burn assumia em seu lugar.

O anúncio do trailer já credita o longa a seus nomes mais famosos, os produtores de A Hora do Pesadelo, agora que Leatherface recaía nas mãos da New Line, mesmo estúdio de Freddy Kruger, saindo da falida Cannon. Peter Jackson e o maquiador Tom Savini foram oferecidos o filme. Jackson começou a carreira em produções de horror, como Trash – Náusea Total (1987) e Fome Animal (1992); e Savini estrearia na direção de um longa no mesmo ano, com o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

A cada novo exemplar, a família se reestruturava e mudava seus membros. O único elemento imutável é Leatherface. Bem, ao menos no roteiro, já que o intérprete, depois de Gunnar Hansen no primeiro e Bill Johnson no segundo, assume os contornos de R.A. Mihailoff. O desejo por impulsionar o psicopata na cultura pop, ao ponto de querer torna-lo o novo Jason ou Freddy (tardiamente), era tanto que a New Line não hesitou em intitular o longa como Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III no original. Curiosamente, o mais recente exemplar da franquia traz de novo Leatherface como título original de Massacre no Texas (2017).

Fora isso, o terceiro filme traz ainda um então desconhecido Viggo Mortensen, como o rosto mais famoso do elenco (pelo menos agora), na pele de um dos membros desta peculiar família, e o retorno de Caroline Williams reprisando o papel de Stretch numa ponta. O desejo do diretor era mostrar que a personagem havia subido na vida, de DJ ela agora é uma repórter dando as notícias das mortes – o diretor pensou que Stretch estaria investigando por conta própria os assassinatos, mas o longa não foca nisso.

O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

É claro que a New Line não iria deixar sua recém-adquirida franquia apenas sentar na prateleira sem uso. Assim, quatro anos depois do malfadado Leatherface, o quarto exemplar da franquia chegava aos cinemas. Mas a coisa mais assustadora aqui é a atuação caricata e exagerada de um então iniciante Matthew McConaughey como o alucinado psicopata Vilmer. Dizem as más línguas que os produtores sabiam que a carreira do ator estava para decolar (em 1996 ele lançaria o divisor de águas Tempo de Matar) e esperaram sua explosão para soltar um relançamento do filme. Além disso, a mocinha é interpretada por ninguém menos do que Renée Zellwegger em início de carreira, igualmente vindo a explodir em Jerry Maguire – A Grande Virada em 1996.

Mais uma vez, Leatherface passou a máscara e a serra adiante, e quem assume aqui é Robert Jacks – estranhamente creditado como “Leatherface Slaughter”. A direção ficou a cargo de Kim Henkel, parceiro (sim, não deixe o nome te enganar, se trata de um homem) de Tobe Hooper no roteiro do filme original. Ele assume o texto e o comando do quarto exemplar. A trama, a mais idiota até então – e estamos levando em conta a “viagem de ácido em forma de filme” que foi o segundo – apresenta um grupo de adolescentes a caminho do baile de formatura, cujo infortúnio os joga diretamente na fazenda da famosa família canibal.

Como forma de homenagear o original, no qual esteve envolvido como roteirista, o diretor entregou a reunião de alguns atores do clássico em pontas neste quarto episódio. Na cena do hospital, John Dugan, o vovó do filme de 1974, interpreta um policial; Paul A. Partain (o deficiente Franklin) vive um funcionário, e a lendária Marilyn Burns é uma paciente na maca. Outro detalhe é que nesta continuação, Leatherface incorpora sua veia drag de forma mais intensa, com diversas cenas do maníaco se maquiando em frente ao espelho, usando perucas e roupas femininas, e até mesmo no pôster do filme sua aparência lembra bastante as formas físicas de uma mulher, com meia arrastão e salta alto. O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno colocaria um grande hiato na franquia, por nove anos.

O Massacre da Serra Elétrica (2003)

 

A refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003) foi a produção responsável por abrir as portas de vez para a febre de remakes de filmes de terror que assola Hollywood nos últimos anos. É claro que refilmagens já existiam, mas aqui elas se apossaram de alguns dos maiores ícones do gênero no cinema. Foi depois desta obra que vieram A Profecia (2006), Sexta-Feira 13 (2009), Halloween (2007), A Hora do Pesadelo (2010), Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Espanto (2011), entre outros.

Tudo, é claro, culpa de Michael Bay e sua Platinum Dunes, a produtora responsável, sob a tutela da New Line. O curioso é perceber que o filme não é ruim, muito pelo contrário, consegue sobressair à maioria de reimaginações que seguiram. Este foi também o primeiro filme com o selo da franquia que este amigo que vos fala assistiu na telona. O Massacre da Serra Elétrica é uma modernização do clássico de 1974 que, ao mesmo tempo em que respeita os conceitos, estrutura, cenas e a época retratada (todo o clima dos anos 1970 está lá, embora não seja obrigatoriamente passado em tal década), o longa inova com sua edição e visual chamativo – longe do clima “cru” do original.

A história é a mesma, e mostra cinco amigos aterrorizados em uma viagem ao Texas por uma bizarra família de canibais. No elenco, destaca-se a estonteante Jessica Biel, em seu primeiro papel de protagonismo no cinema, fazendo as vezes da Marilyn Burns moderna. O gigante Andrew Bryniarski vive Leatherface, e a direção ficou com Marcus Nispel, exalando todo seu estilo saído de videoclipes. Nispel viria a comandar produções maiores como o citado remake Sexta-Feira 13 (2009) e Conan – O Bárbaro (2011). A história termina de tal forma, com a protagonista arrancando o braço do psicopata a machadadas, que esta linha narrativa jamais foi seguida.

O Massacre da Serra Elétrica – O Início (2006)

 

Para onde correr após o desfecho da refilmagem? Porque deixar o filme sem continuação, jamais, não é mesmo? A opção então se mostrou por uma prequel (uma pré-sequência), apostando em eventos passados antes da refilmagem, e assim antes do primeiro filme (1974) também. Nesta reintrodução à franquia, lançada em 2006, uma trama envolvendo a Guerra do Vietnã é adicionada, narrando a história de dois irmãos que, antes de partirem para seu serviço militar, resolvem viajar ao lado das namoradas. No lugar da mocinha Jessica Biel, entra a filha de brasileira Jordana Brewster (antes de seu retorno para Velozes e Furiosos).

Essa é a primeira vez também que a franquia repete o intérprete do maníaco Leatherface, com o gigante Andrew Bryniarski reprisando o papel do filme anterior. Quem também volta é o saudoso R. Lee Ermey (falecido recentemente), no papel do sádico patriarca da família Hewitt. O elenco conta ainda com Matt Bomer como um dos irmãos protagonistas. A direção é de Jonathan Liebesman, que havia dirigido o terror No Cair da Noite (2003) e seguiu para blockbusters como Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), Fúria de Titãs 2 (2012) e As Tartarugas Ninja (2014).

O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua (2013)

Este filme com título imenso em nosso país, foi a tradução que demos para Texas Chainsaw 3D – título original que dispensa o “Massacre” do nome, acrescenta o caça-níquel do 3D, sendo o primeiro filme da franquia dentro a utilizar tal tecnologia. Aqui ocorre mais uma troca de batata quente entre estúdios: depois da Cannon, da New Line e da Platinum Dunes, a Serra Elétrica cai nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films – o que causa o encontro curioso (mas não oficial) entre Leatherface e Jigsaw, assassino da maior franquia da casa, Jogos Mortais. Encontro este no qual numa cena Leatherface dá um chega pra lá em um Jigsaw wannabe – mostrando o respeito dos produtores pelo clássico.

Depois de beldades como Marilyn Burns, Caroline Williams, Renée Zellwegger, Jessica Biel e Jordana Brewster no comando dos “pulmões” protagonizando, é a vez de Alexandra Daddario deixar seu legado nesta longa história de terror. A trama, joga fora todas as continuações e segue direto após os eventos do longa original, artifício utilizado também pelo mais recente Halloween (2018).

Só existe um pequeno grande problema com este roteiro, detalhe que foi apontado na maioria das críticas da obra. Enquanto Halloween irá acertar utilizando a mesma Jamie Lee Curtis, uma adolescente de 18 anos no original e agora uma senhora de 60 anos, a premissa deste filme quer que acreditemos que em 1974 Daddario ainda era um bebê e hoje, uma jovem em seus 27 anos. O problema? Neste tempo se passaram 39 anos! E esta deveria ser a idade dela. Bem, isso se resolveria se a trama estivesse ocorrendo até o início da década passada, mas os carros, celulares com câmeras e outros aparatos centram o filme em seu ano de lançamento de 2013.

Na história, a personagem de Daddario é cria da bizarra família, adotada por um casal do interior, já que após os eventos ocorridos no filme de 1974, os canibais são inteiramente dizimados pelos habitantes locais. Ou quase todos, já que Leatherface, o único sobrevivente (interpretado aqui por Dan Yeager), vive inerte durante esses anos todos no porão de uma idosa, sua parente. Quando a mulher morre, Daddario herda a casa e viaja para a propriedade com um grupo de amigos. O elenco traz Scott Eastwood na pele de um policial e direção de John Luessenhop (Ladrões).

Mais uma vez transformado em anti-herói, Leatherface não deu mais as caras em sua versão famosa e a série ficaria mais alguns anos na geladeira.

Massacre no Texas (2017)

 

Falei recentemente sobre esta produção, lançada direto em vídeo no Brasil (ao contrário da anterior e da refilmagem de 2003), que marca o oitavo longa com a marca “O Massacre da Serra Elétrica”. Bem, ou quase, como podemos notar no título – este é o primeiro filme da franquia a não exibir o nome original aqui no Brasil. No original, ficou apenas Leatherface.

Os rostos mais famosos aqui são os de Stephen Dorff e Lili Taylor, vivendo personagens coadjuvantes. O roteiro criativo tenta (sem sucesso) soprar novo ar para dentro da franquia, ao contar os verdadeiros primórdios do assassino “cara de couro” e sua ligação com a família. Taylor vive a matriarca, e logo no início Leatherface ainda criança é tirado dos cuidados dela e levado pelas autoridades até uma instituição psiquiátrica, aonde fica até se tornar um jovem rapaz.

A grande jogada do filme é nos fazer adivinhar qual dentre alguns possíveis candidatos irá se tornar Leatherface. Durante uma rebelião no manicômio, alguns pacientes fogem e saem numa jornada criminosa, levando consigo uma enfermeira sequestrada. Acompanhamos seus atos, o que transforma este exemplar mais em um drama criminal do que num filme de terror em si. Isto é, até seu desfecho apoteótico.

‘Power’: Série é renovada para 6ª temporada antes da estreia da quinta

O canal Starz renovou sua série ‘Power‘ para a 6ª temporada, meses antes da estreia da quinta. Também foi anunciado que o produtor executivo, Curtis “50 Cent” Jackson, irá dirigir um episódio do sexto ano, que deverá ir ao ar em 2019.

Na trama, James “Ghost” St. Patrick é um homem que tem de tudo: uma mulher linda, uma mansão em Manhattan e o clube noturno mais badalado de Nova Iorque. Seu clube atende à elite, sejam famosos ou infames. Ao mesmo tempo que seu sucesso cresce, sua ambição de construir um império também. Só que na realidade o Clube Verdade é uma parte do submundo do crime ligado a tráfico e lavagem de dinheiro. Enquanto Ghost tenta legitimar seus negócios, tudo que ele mais ama é ameaçado. Um vez dentro, não há como sair.

Power‘ é a série de maior audiência do canal Starz; a quarta temporada teve uma média de 0.8 na demo.

 

 

‘Animais Fantásticos 2’: Zouwu é destaque no novo cartaz do filme; Confira!

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ ganhou um novo cartaz voltado para o mercado internacional.

Confira:

Nos EUA, ‘Os Crimes de Grindelwald‘ faturou US$ 62 milhões. Para termos de comparação, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ estreou com US$ 74.4 milhões em 2016.

Internacionalmente, o longa fechou com um resultado muito mais positivo, arrecadando US$ 253 milhões globalmente – um aumento significativo em relação ao primeiro filme.

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

Ezra Miller (Credence), Zoe Kravitz (Leta Lestrange), Callum TurnerKatherine Waterston, Alison Sudol  e Dan Fogler completam o elenco.

‘La Casa de Papel’: 3ª temporada já está disponível na Netflix!

A aguardada 3ª temporada (ou parte) da série ‘La Casa de Papel‘ já estreou na Netflix! Todos os 8 episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Com muito mais ação, explosões e suspense, a nova temporada mostra que o streaming não polpou investimento.

Assista nossa análise:

Primeiras Impressões | ‘La Casa de Papel’ – 3ª temporada: Surpreendentemente melhor

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada, cujos episódios já foram gravados.

‘All Rise’ terá episódio especial gravado ONLINE sobre epidemia do Coronavírus

De acordo com o TVLine, a série ‘All Rise‘ terá um episódio especial gravado completamente online focado na epidemia do Coronavírus.

Todo o episódio se passará através de mídias sociais, tais como Skype, Facetime e Zoom –, e os atores gravarão suas cenas dentro de suas próprias casas. O episódio promete “refletir o estado atual da pandemia de Coronavírus, distanciamento social e seu impacto no sistema criminal.”

O episódio irá ao ar no dia 4 de maio, e terá a Juíza Lola Carmichael (interpretada pela Simone Missick) julgando um caso virtualmente.

“É uma chance única para nossa equipe se unir – em nossas próprias casas e até mesmo cidades diferentes – para contar uma história sobre resiliência, justiça e o poder da comunidade,” afirmou o produtor executivo Greg Spottiswood em uma declaração.

A série é criada por Greg Spottiswood.

O drama jurídico segue a vida dedicada, caótica, esperançosa e às vezes absurda dos juízes, promotores e defensores públicos, enquanto trabalham com oficiais de justiça, secretários e policiais para obter justiça para o povo de Los Angeles em meio a um sistema legal falho.

O elenco conta com Simone Missick, Wilson Bethel, Jessica Camacho, J. Alex Brinson, Ruthie Ann Miles, Lindsay Mendez e Marg Helgenberger.

‘Hoops’: Animação adulta é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

A Netflix cancelou oficialmente a animação adulta ‘Hoops‘ depois de apenas uma temporada.

A trama seguia um técnico de basquete grosseiro e mal-humorado fazia de tudo para colocar seu time na linha e chegar às divisões principais.

Confira o trailer:

 

Hoops‘ é criada por Ben Hoffman, que também assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado do ator e também dublador da série, Jake Johnson, bem como de Phil Lord, Christopher Miller, Seth Cohen e M. Dickson.

A série é produzida pela 20th Century Fox Television e animada pela Bento Box.

Além de Johnson, o elenco de dubladores conta com Rob Riggle (Holey Moley, The Daily Show), Natasha Leggero (Another Period, Broke) e Ron Funches (Harley Quinn, Undateable).

‘Nightbooks’: Krysten Ritter vive uma bruxa malvada no trailer da nova fantasia da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da fantasia sombria ‘Nightbooks‘.

Confira:

Dirigido por David Yarovesky (‘Brightburn – Filho das Trevas’), o longa é produzido por Sam Raimi, e baseado no livro de J.A. White.

“Alex (Winslow Fegley) é um menino criativo com uma forte paixão por escrever histórias assustadoras. Mas quando dizem que ele é estranho, rejeitado pelos seus gostos, ele jura que nunca mais escreverá. Logo, uma bruxa malvada (Krysten Ritter) o captura, e exige que ele a conte uma nova história todas as noites se quiser permanecer vivo.”

“Preso na casa com Lenore, a gata malvada da bruxa que observa cada movimento seu, Alex conhece Yasmin (Lidya Jewett), outra jovem prisioneira que aprendeu como sobreviver aos caprichos da bruxa. Com a ajuda de Yasmin, Alex deve aprender a abraçar o que o torna único – seu amor por histórias assustadoras – e reescrever seu próprio destino para libertá-las.”

O longa será lançado na plataforma no dia 15 de setembro.

‘Homem-Aranha 4’: Sam Raimi quer dirigir sequência com Tobey Maguire

Em entrevista ao Moviepilot, Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’) revelou estar “completamente interessado” em dirigir a sequência ‘Homem-Aranha 4‘, com o Tobey Maguire como protagonista – dando continuidade à franquia original que foi iniciada em 2002.

“Eu não pensei que seria possível voltar [para aquela franquia], mas, depois de me jogar no multiverso, eu percebi que qualquer coisa é possível atualmente. Então, eu estou completamente interessado [em dirigir ‘Homem-Aranha 4’].”

Anteriormente, o cineasta havia comentado que adoraria voltar a trabalhar com o Tobey Maguire: “Eu amo o Tobey. Amo a Kirsten Dunst. Acredito que tudo é possível, mas não tenho uma história em mente ou planos. Não sei se a Marvel estaria interessada em fazer ‘Homem-Aranha 4’ atualmente. Não sei o que eles acham sobre isso, mas seria incrível. E, mesmo que não seja em uma sequência do Homem-Aranha, eu adoraria trabalhar novamente com o Tobey, em um papel diferente.”

Vale lembrar que Raimi volta ao universo dos quadrinhos como diretor de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, que chega ao Brasil no dia 05 de maio de 2022.

Assista ao trailer completo e siga o CinePOP no YouTube:

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Histórias de terror ganham vida no trailer LEGENDADO do terror ‘Me Assuste’; Confira!

O terror cômico ‘Me Assuste‘ (Scare Me) estreou oficialmente no catálogo brasileiro da HBO Max.

Estrelado por Ava Cash – a Tempesta da série ‘The Boys‘ –, o longa segue dois estranhos contando histórias assustadoras durante um apagão. Quando mais eles se envolvem em seus contos, mais seus terrores ganham vida e eles terão que enfrentar os seus maiores medos.

Confira o trailer legendado:

O filme é escrito e dirigido por Josh Ruben.

Durante uma queda de energia, dois estranhos contam histórias de terror um para o outro. Conforme Fred e Fanny se comprometem com seus contos, mais reais as histórias ficam, ganhando vida dentro de uma cabana em Catskills. Os horrores da realidade se manifestam quando Fred confronta seu maior medo: Fanny é uma contadora de histórias melhor que ele.

Ruben, Chris ReddRebecca Drysdale integram o elenco.

Criador de ‘The Witcher’ RECLAMA do live-action da Netflix: “Nunca me escutam”

Em entrevista ao Cerealkillerz, o escritor Andrzej Sapkowski, criador da saga ‘The Witcher‘, que serviu de base para o live-action da Netflix, revelou que ninguém escuta suas ideias para a adaptação de sua própria obra.

A série do serviço de streaming tem enfrentado muitas críticas nas temporadas mais recentes por se afastar do material de origem, o que alegadamente causou a saída do astro Henry Cavill.

“Bem, o set da série era gigantesco e incrível. Eu dei algumas ideias para eles, mas eles nunca me escutam. Eles nunca escutam minhas ideias. Isso é normal. É tipo: ‘Quem é esse? Ele é só o escritor, não é ninguém’.”

Vale lembrar que a quarta temporada trará Liam Hemsworth no papel de Geralt de Rivia.

Freya AllanAnya ChalotraJoey Batey e outros completam o elenco.

‘Alien: Romulus’ DOMINA as telonas e arrecada US$ 6.5 em pré-estreia nos EUA

Sucesso! O aguardado ‘Alien: Romulus‘ arrecadou sólidos US$ 6.5 milhões em sua pré-estreia no território norte-americano.

Para termos de comparação, o valor ficou na média de sucessos recentes como ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$6.7M na pré-estreia, com US$52M de abertura), ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (US$6.6M, US$58M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$6.1M, US$57M).

No Brasil, o longa abriu na terceira colocação, ficando atrás de ‘É Assim que Acaba‘ e ‘Deadpool e Wolverine‘.

De acordo com o Deadline, o novo filme da franquia ‘Alien‘ deve fechar o final de semana com sólidos US$ 40 milhões nos EUA. Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 35 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 75 milhões.

Vale lembrar que o terror está sendo extremamente aclamado pelos críticos, tendo conquistado 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violentas e homenagens à franquia.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)

“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)

“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)

“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)

“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)

“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline)

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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Diretores de ‘Jogos Mortais: Jigsaw’ irão comandar TERROR sobre o Cavaleiro sem Cabeça

De acordo com o Deadline, os The Spierig Brothers serão responsáveis pela direção de ‘Headless‘, novo terror focado na lenda do Cavaleiro sem Cabeça.

Os cineastas já são conhecidos pelos fãs do gênero, tendo comandado filmes como ‘Canibais‘, ‘2019 – O Ano da Extinção‘, ‘O Predestinado‘, ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ e ‘A Maldição da Casa Winchester‘.

Na trama…

“Um andarilho sem rumo e uma mulher determinada a vingar a morte de sua família devem deter um motociclista fantasma semi-imortal que se alimenta da carnificina que causa em estradas desertas, decapitando-o e colocando sua cabeça longe o suficiente, por tempo suficiente, de seu corpo ainda vivo que o persegue implacavelmente.”

Com referências a clássicos como ‘Mad Max‘ e ‘O Exterminador do Futuro‘, o roteiro do longa foi escrito por Shane Armstrong & S.P. Krause (‘A Escuridão’).

Chris Brown, Martin Metz e Diana Le Dean servirão como produtores.

As filmagens irão começar ainda este ano, na Austrália.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Isabelle Huppert é ‘A Condessa de Sangue’ no cartaz do novo TERROR de vampiros; Confira!

O terror de vampiros ‘A Condessa de Sangue‘ (The Blood Countess), inspirado na figura histórica da Elizabeth Báthory, ganhou o primeiro cartaz.

Isabelle Huppert, de ‘Obsessão‘ e ‘Elle‘, estrela a produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ulrike Ottinger é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela escreveu ao lado de Elfriede Jelinek (‘A Professora de Piano’).

Décadas após seu misterioso desaparecimento, a Condessa Sangrenta ressurge na Viena contemporânea, onde se reúne com sua devotada subordinada, Hermione, para rastrear um livro perigoso com o poder de destruir todo o mal — incluindo todos os vampiros como elas.

A dupla embarca em uma caça ao tesouro pelos magníficos locais históricos da cidade e recruta o sobrinho melancólico da condessa — um vampiro vegetariano — e seu psicoterapeuta, enquanto expandem sua busca para a Boêmia. Enquanto isso, dois vampirologistas e um inspetor de polícia continuam em seu encalço.

O elenco ainda conta com Birgit MinichmayrThomas Schubert , Lars Eidinger, André JungMarco LorenziniKarl Markovics , Marco LorenziniFelix OitzingerBurghart KlaußnerConchita Wurst.

Sem previsão de lançamento, o terror fará sua estreia no Berlin Film Festival na próxima semana.

‘Melrose’: Benedict Cumberbatch vai estrelar minissérie dramática

O canal norte-americano Showtime anunciou que o ator Benedict Cumberbatch vai estrelar uma minissérie de cinco capítulos intitulada ‘Melrose’.

Baseada nos romances semi autobiográficos de Edward St. Aubyn, a narrativa passeará por diversas décadas, abrangendo a Nova York dos anos 60 até a Inglaterra no início dos anos 2000.

Cada episódio adaptará um único livro, explorando momentos cruciais da vida do personagem Patrick Melrose, como o abuso que ele sofreu quando criança, o fato de seus pais terem permitido que esta agressão continuasse, sua ascensão como um playboy aristocrata, sua imersão e recuperação das drogas, entre outros temas.

A série foi totalmente escrita por David Nicholl e co-produzida pela Showtime e a Sky Atlantic. Em um comunicado, Cumberbatch e Adam Aucklan, da empresa SunnyMarch TV (também envolvida no projeto), comentaram sobre o entusiamo em trazer à vida a emocional história do personagem Patrick Melrose:

“Nós dois somos fãs destes livros há muitos anos e a adaptação de David Nicholls é extraordinária”.

Futuramente, o ator poderá ser visto na produção para a TV da BBC, intitulada ‘A Criança no Tempo’.

‘Venom’: Escultura revela possível design conceitual de vilão; Confira!

Uma incrível escultura feita do personagem Venom está gerando uma grande suspeita a respeito do design conceitual do vilão.

O excepcional trabalho, feito pelo artista Mikkel Frandsen, pode ter revelado a possível estética da figura que será interpretada por Tom Hardy nos cinemas.

Confira:

 

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Além de Tom Hardy, Michelle Williams e  Jenny Slate estrelam a adaptação.

O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘. 

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Halloween’: Várias fotos novas revelam detalhes de divertido ensaio fotográfico

Recentemente, os protagonistas de Halloween estamparam um divertido ensaio fotográfico pela revista EW.

E após a divulgação do material oficial, novas imagens foram reveladas, trazendo os detalhes da produção do ensaio, além de momentos descontraídos com Jamie Lee Curtis e Nick Castle.

Confira:

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e estreia dia 25 de outubro de 2018.

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

‘Aves de Rapina’: Novas imagens trazem detalhes do primeiro trailer; Confira!

A adaptação dos quadrinhos Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina’) ganhou uma série de novas imagens, que trazem detalhes do primeiro trailer da produção, com qualidade em HD.

Confira:

O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), EwanMcGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Liga da Justiça’: Versão do Zack Snyder é importante, afirma Henry Cavill

O entusiasmo dos fãs em relação à versão de Zack Snyder de ‘Liga da Justiça‘ tem deixado os fãs cada vez mais animados e o astro Henry Cavill refletiu sobre a importância da visão do cineasta, durante sua participação no podcast Happy Sad Confused.

Segundo ele, independente das pessoas concordarem ou não com o lançamento da nova versão, Snyder tem o direito de apresentar ao mundo a obra que desenvolveu:

“Eu estou muito empolgado para ver a visão dele se tornando realidade. Ele foi o trem e eu acho que só é justo que esse trem chegue à estação para qual ele havia sido direcionado e eu acho que é importante que essa visão seja realizada. Quer você concorde ou não, não importa. É o direito de um contador de histórias, de um cineasta, ter sua visão sendo realizada. Estou empolgado para assistí-la. Estou empolgado para ver o que era essa visão e como ela ficará. E Zack tem a vantagem de poder olhar em retrospecto. Será ainda melhor. Eu só quero ver um bom filme ou uma série de filmes”.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

‘Funny Girl’: Beanie Feldstein vira Fanny Brice em primeira imagem de revival do amado musical

O clássico musical ‘Funny Girl‘ vai ganhar um revival na Broadway, estrelado por Beanie Feldstein (‘Fora de Série‘) no papel de Fanny Brice.

E a primeira imagem oficial de sua versão da protagonista já está entre nós. O material em questão foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Feldstein aparece com um visual um pouco mais clássico e vintage em meio ao teatro da Broadway.

Confira:

A estreia do musical está programada para o primeiro semestre de 2022, marcando o primeiro retorno do aclamado espetáculo aos palcos da Broadway após 58 anos.

A produção será dirigida pelo vencedor do Tony Award Michael Mayer (Hedwig and the Angry Inch, Spring Awakening), com coreografia de Ellenore Scott (Head Over Heels, So You Think You Can Dance), O livro será revisado pelo vencedor do Tony Award Harvey Fierstein (Kinky Boots, La Cage Aux Folles).

A vindoura versão será nova, e não será uma transferência do revival de Mayer em Londres, lançado em 2015.

Por meio de um comunicado oficial, Feldstein – que se popularizou com o filme ‘Fora de Série -, comemorou o novo projeto, ponderando sobre seu amor de infância pelo clássico musical.

“A primeira vez que interpretei Fanny Brice foi na minha festa de três anos, com uma roupa de leopardo da cabeça aos pés que minha mãe fez para mim. Portanto, é seguro dizer que assumir esse papel icônico, na Broadway e não no quintal da minha família, é realmente o meu sonho de toda a vida. Estou imensamente grata por poder fazer isso ao lado de uma equipe criativa tão notável e mal posso esperar para que o público volte ao teatro!”

Funny Girl‘ estreou originalmente na Broadway em 1964 com um livro de Isobel Lennart, música de Jule Styne e letras de Bob Merrill.

A trama acompanha a história de Fanny Brice, cujo talento cômico e voz única a fizeram passar de jovem intérprete de music hall do Brooklyn para uma estrela do entretenimento. Mas seu sucesso avassalador acaba afetando diretamente o seu relacionamento tempestuoso com Nicky Arnstein, um complexo homem.

O espetáculo foi indicado para oito Tony Awards, incluindo o de Melhor Musical, mas não conseguiu vencer nenhuma dessas categorias.

Barbra Streisand interpretou Fanny Brice tanto na Broadway, bem como na adaptação cinematográfica – ‘Funny Girl – Uma Garota Genial‘, lançada em 1968. Su performance ainda lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz.

‘O Píer’: Kevin Williamson revela que nova série da Netflix foi inspirada no passado criminoso de seu pai

Mais de 25 anos após conquistar o público com ‘Dawson’s Creek‘, o roteirista e produtor Kevin Williamson retorna ao universo das histórias à beira-mar — desta vez, em um dos projetos mais pessoais de sua carreira.

Em entrevista ao New York Post, Williamson revelou que sua nova série da Netflix, ‘O Píer‘, que estreia nesta quinta-feira (20), foi “livremente inspirada” no passado de seu pai.

“Meu pai era pescador e acabou se metendo em problemas ao contrabandear algumas drogas no barco de pesca”, contou. “Mas era coisa pequena. Ele foi pego, preso e pagou o preço.”

Williamson explicou que o pai, já falecido, sempre dizia: “Espere até eu morrer” para contar essa história.

“Mas sei que ele tinha um grande senso de humor e, onde quer que esteja, deve estar feliz por eu ter feito essa série.”

Na trama de ‘O Píer‘, os Buckleys, uma tradicional família de pescadores da Carolina do Norte, recorrem ao tráfico de drogas para tentar salvar seu império em decadência — mas rapidamente tudo sai do controle.

Apesar das semelhanças, Williamson deixou claro que o enredo é apenas inspirado, não biográfico.

“Meu pai foi o melhor homem que conheci. Sempre me perguntei como alguém tão bom pode ter tomado um rumo errado. Acho que estamos num mundo onde todo mundo tem um ‘bico’, todo mundo está tentando sobreviver, pagar as contas. Quis explorar essa luta.”

O Píer‘ marca uma guinada mais sombria na carreira do criador de sucessos como ‘Pânico‘ e ‘The Vampire Diaries‘, abordando temas como moralidade, sobrevivência e os limites do certo e errado dentro da própria família.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Holt McCallany, Maria Bello, Jake Weary, Melissa BenoistDave Annable e outros estrelam.

 Williamson assina o roteiro da produção, além de servir como produtor executivo ao lado de Ben Fast.

Apesar de ser conhecido por criar a icônica franquia ‘Pânico‘ e estar fortemente associando ao gênero terror, Williamson também tem experiência em projetos dramáticos – tendo sido responsável pelo clássico teen ‘Dawson’s Creek‘.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ tem 2ª maior bilheteria de abertura da história

Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias nos EUA, de acordo com a Forbes.

Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que O Despertar da Força – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.

Os Últimos Jedi’ ultrapassou Rogue One – Uma História Star Wars, que fez US$ 29 milhões em dezembro de 2016.

Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é deO Despertar da Força, com US$ 57 milhões.

Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Primeiras reações são extremamente positivas; Confira!

Crítica | No Olho do Furacão – Quando ‘Velozes e Furiosos’ encontra ‘Sharknado’

O que difere um bom filme de um filme ruim, além de muitos detalhes cruciais, claro, é também o quão firmemente a obra prende a atenção do espectador e cumpre com a proposta anunciada. E neste quesito,No Olho do Furacão(The Hurricane Heist) se insere perfeitamente, ao apresentar exatamente o que se espera de um filme com essa premissa: ação desenfreada, tiroteio e muita destruição em CGI. A receita para o desastre está formada, e não de forma positiva.

O diretor Rob Cohen, que já havia mostrado talento ao lidar com cenas de ação envolvendo carros no primeiro Velozes e Furiosos, prova (de uma vez por todas!) que sua especialidade é a insanidade cinematográfica. Quanto mais improvável um filme pode ser, mais ele desenvolve uma trama alucinada. Como no caso de No Olho do Furacão, seu novo filme, que traz na trama um roubo épico de US$ 600 milhões em meio à um furação Categoria 5, em uma pequena cidade dos Estados Unidos.

Apesar da premissa maluca, até que o roteiro começa a fazer sentido após alguns minutos de filme, iniciado de forma enérgica, semelhante ao recente Mad Max: Estrada da Fúria’ (que George Miller me perdoe pela comparação!). O longa põe o pé no acelerador e vai em alta velocidade até o final, parando apenas para desenvolver alguns diálogos genéricos entre os protagonistas aqui e ali. E é essa ação megalomaníaca que prende nossa atenção, mesmo que feita em partes com uma terrível computação gráfica. Há momentos interessantes e até mesmo divertidos.

O elenco, por sua vez, entrega o que o roteiro permite, destaque para a ótima Maggie Grace (‘Lost’), que consegue carregar sua personagem com dedicação e tenta o máximo possível passar realidade aos fatos. Diferente da dupla Toby Kebbell (‘Black Mirror’) e Ryan Kwanten (‘True Blood’), que supostamente deveriam acrescentar emoção à trama, como dois irmãos que viram o pai morrer devido a outro furacão na infância. Porém, a química entre eles não convence, assim como o vilão vivido pelo Ralph Ineson (‘A Bruxa’), caricato demais e totalmente descartável, um desperdício de um bom ator.

Mesmo com toda a ação bem dirigida, a grande quantidade de plot twists põe nossa inteligência à prova o tempo todo. E como se isso não bastasse, o longa ainda encontra espaço para utilizar o famoso artifício deus ex machina quando tudo parece estar desandando. Sem contar os clichês, excesso de personagens coadjuvantes e convenções de  filmes desse gênero, algo que o roteiro preguiçoso preferiu não corrigir e se focou apenas na criação de cenas alucinadas dentro da tempestade.

Porém, um mérito do filme, sem dúvida, é o ritmo. Sempre crescente, diferente de muitos outros filmes de ação que acabam se perdendo dentro de sua própria insanidade, este caminha para frente e consegue instigar nossa curiosidade para saber como essa loucura vai terminar, entregando assim um 3º ato digno de um filme de Roland Emmerich, só que com mais carros e menos inteligência.

No fim das contas, No Olho do Furacão até tenta ser original e cumpre sua proposta, mas não passa de um híbrido entre filmes catástrofe e Velozes e Furiosos, muito mais esse último, no caso, pois a destruição causada pelas forças da natureza deixou a desejar. O tão temido e surreal furacão parece existir apenas para livrar os protagonistas de enrascadas, quase como uma força sobrenatural. Sem dúvida vai agradar quem procura apenas entretenimento e não se preocupa com a coerência. E para esse público, o filme pode até ser divertido à la Sharknado.

Nossas Apostas do Império da Disney após a Fox – Quais Franquias irão Bombar

Bem-vindos ao monopólio do entretenimento da Disney! Com a aquisição da FOX, o estúdio do Mickey acaba criando uma máquina de diversão, um império nunca antes sonhado, abraçando franquias colossais, como Marvel, Star Wars, Avatar, Simpsons, Alien, Predador… enfim, um universo vasto e recheado de personagens imortais do cinema que agora respondem ao camundongo de short vermelho. Por um lado, isso é maravilhoso, porque é garantia de filmes interessantes vindo por aí. Por outro, alguns fãs podem reclamar da famosa pasteurização da Disney.

Seja você à favor ou contra, a negociação foi concretizada. E com isso, já podemos fazer apostas sobre o que veremos por aí. Confiram minhas apostas e comentem depois as suas!

Percy Jackson

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A série fenômeno de Rick Riordan fez tanto sucesso que virou filme. Os fãs, porém, detestaram as adaptações estreladas por Logan Lerman e a franquia terminou em fracasso. Nos últimos anos, Fox, Rick e Netflix flertavam um acordo entre as partes para uma adaptação em formato de seriado distribuído pelo Streaming.

Com a venda para a Disney, a franquia Percy Jackson, extremamente popular entre o público jovem, deve ganhar uma produção para o Streaming Disney+. Pensem bem, a empresa quer popularizar o serviço e precisa de nomes de peso para isso. Além dos sucessos Marvel/ Star Wars, eles vão precisar de produtos originais. Nada melhor que uma série que já nasce com milhares de fãs, não é mesmo? Acredito que Percy e seu Panteão de Amigos vão ganhar uma segunda chance.

Avatar

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James Cameron está prometendo Avatar 2 há nada menos que 10 anos! A chegada dos executivos da Disney é sinal de muita verba injetada para as excentricidades do diretor, ávido por novas tecnologias e melhorias na busca por um trabalho visual perfeito.

Além desses incentivo$, a Disney é conhecida por seu calendário organizado. Casos como Toy Story 4 e Os Incríveis 2, em que as datas de lançamento foram invertidas, são raríssimos, então pode ser que James, pela primeira vez em muito tempo, tenha que cumprir um calendário de entrega. Com isso, é provável que tenhamos filmes de Avatar a cada 2 ou 3 anos.

Alien VS Predador

O embate mais famoso do cinema está nas mãos da Disney e não deve ser esquecido. Assim como Percy Jackson, creio que será um produto explorado no formato de série no Disney+. É algo mais sombrio e denso, dando um diferencial para a imagem já estabelecida da empresa.

E também seguindo o caso Percy Jackson, é uma franquia com uma verdadeira legião de fãs.

O Rei do Show

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A sequência do musical pop estrelado por Hugh Jackman já está sendo planejada pelos executivos. Com a Disney, acredito que o filme vire uma trilogia, simplesmente porque é o tipo de produto que a Casa do Mickey adora. E faz tempo que eles não conseguem emplacar um musical de peso com o público.

Star Wars

Falando agora para os colecionadores de DVDs e Blu-Rays, a venda da FOX deve marcar o lançamento de mais um Box com a saga Star Wars. Quando a Disney comprou a Lucasfilm, obteve os direitos a quase todo o universo de Luke Skywalker e amigos, menos os direitos de distribuição sobre o Episódio IV: Uma Nova Esperança. Ou seja, os boxes lançados de 2009 pra cá tinham que pagar um valor de royalties para a FOX.

Com os direitos 100% da franquia Star Wars, é bem provável que um Box com os 11 filmes da saga seja lançado no começo de 2020.

Alita

A aventura de Robert Rodriguez e James Cameron demonstrou bastante potencial de franquia neste ano. E parando para analisar de forma bem superficial, Alita tem tudo aquilo que a Disney procura numa franquia atualmente: bons efeitos visuais? Sim! Um fandom ativo? Sim! Uma protagonista feminina forte e carismática? Sim! Potencial para vários filmes? Sim!

Com todos esses fatores, duvido que a robozinha caia no esquecimento na casa de Mickey e Cia.

Novos Mutantes

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Talvez a produção mais problemática da história dos filmes baseados em quadrinhos não chegue aos cinemas. Programado para estrear em Agosto desse ano, Novos Mutantes pode ser A grande estreia do Disney+ no mercado.

Seria um filme inédito para atiçar o público a adquirir o serviço de streaming. E convenhamos que um filme tão grande assim, com tanta chance de dar erro, pode ganhar uma nova vida se entrar como abertura do Disney+.

Quarteto Fantástico

Para mim, a aquisição mais importante de todo esse pacote da FOX, o Quarteto Fantástico deve ser o grande nome da Marvel depois da Saga do Infinito.
A Marvel está com um universo cósmico iniciando seu auge. Começou lá atrás, com os Guardiões da Galáxia, se expandiu com Thanos e suas Joias do Infinito e alcançou novos horizontes com Capitã Marvel e a Guerra Kree-Skrull.

A chegada do Quarteto representa a vinda de peças fundamentais do ambiente espacial da Casa das Ideias, como o Surfista Prateado, o Super Skrull e Galactus, o Devorador de Mundos. Além, é claro, de viabilizar a inserção de Namor, o Príncipe Submarino no Universo Cinematográfico Marvel. Acredito sim que eles sejam o grande rosto dessa nova Fase da Marvel nos cinemas. E digo mais, vejo o nome Quarteto Fantástico sendo usado apenas em um filme. A Fundação Futuro tem mais jeitão de UCM, até porque poderia aumentar a participação do Homem-Aranha nos cinemas.

X-Men

Os X-Men são um desejo antigo dos fãs da Marvel. Ver os mutantes dividindo a tela com outros heróis é algo que permeia a imaginação de muita gente ao redor do mundo. Só que precisa ser uma introdução bem feita. Já vimos nas séries que o Universo Marvel é cheio de gente receosa com os heróis. Muitos os vêem como ameaças e este é o grande trunfo dos X-Men. Eles são considerados ameaças desde sua concepção e usam suas histórias para satirizar e expor os racistas, xenófobos, homofóbicos e afins.

Infelizmente, esse caráter crítico nunca foi bem adaptado nas mãos da FOX, que preferiu dar foco à ação. No momento da Marvel, não sei se seria uma aposta boa dividir os núcleos entre Terra e Espaço. Mas vejamos como será. O reboot é quase certo, sendo aproveitado do antigo universo mutante “apenas” o Mercenário Tagarela de Ryan Reynolds, o Deadpool.

E vocês, o que acham? Quais serão os produtos da FOX mais explorados pela Disney? Façam suas apostas!

Downton Abbey – Conheça os Verdadeiros Segredos do Castelo!

O aguardadíssimo filme da premiada série ‘Downton Abbey’ já está em cartaz nos cinemas e vem encantando a milhares de fãs mundo afora. Mas… vocês sabiam que o castelo existe de verdade – e contém segredos sórdidos, um amor de conto de fadas e até mesmo uma relação com a tumba do Tutankamon?

Em termos de medidas, a área em que o castelo de Highclere está localizado ocupa um espaço equivalente a cinco vezes o tamanho do Central Park, em Nova York. E ela fica a 115km de distância de Londres, na Inglaterra, no sentido oeste, em Newbury. O primeiro registro da construção de Highclere data de 749, quando um rei anglo-saxão presenteou o Bispo de Winchester com o terreno. Então, o Bispo William de Wykeham construiu um palácio estilo medieval com jardins decorados. Tempos depois, em 1679, Sir Robert Sawyer comprou o local e o reconstruiu, no formato em que conhecemos hoje. Em 1839 a obra ficou a cargo de Charles Barry, que também foi responsável pela construção do Parlamento inglês e trouxe o estilo gótico para a arquitetura da mansão. Os jardins ficaram a cargo de Lancelot Brown. Sir Robert é o parente direto de George Herbert, que, em 2001, se tornou o 8º Conde de Carnarvon e é o atual morador do local.

George Herbert é, por si só, protagonista de um conto de fadas que mais parece tirado da ficção. Tudo começou quando, em um final de semana ensolarado em 1996, uma jovem contadora, Fiona, fora ao castelo para participar de uma festa. Naquele dia, Fiona e George se conheceram, se apaixonaram e, anos depois, se casaram. <3 Hoje eles são os atuais Conde e Condessa de Carnarvon, ou Sir e Lady Carnarvon. Parece até a história da Lady Di, né? Isso sem contar que o próprio Julian Fellowes, roteirista da série e também Barão Fellowes de West Stanford, é amigo pessoal do casal, e se inspirou nas deslumbrantes histórias do castelo para escrever ‘Downton Abbey’.

Dentre as muitas curiosidades de Highclere Castle, podemos destacar os 386 candelabros que enfeitam os inúmeros cômodos do local, sendo que alguns deles possuem quase 400 lâmpadas! Leva uma eternidade para limpar tudo isso! Isso sem contar o piano Steinway original, de 1895; os livros do século XVI herdados e que se encontram na biblioteca; a escada principal que tem 150 anos e foi refeita em carvalho maciço; os 37 relógios estilo napoleônico espalhados pela casa; o couro espanhol, de 1631, que reveste as paredes da sala das mulheres. Mas o grande segredo mesmo é uma sala de fumantes, frequentada apenas pelos homens e convidados da família, e que é o único cômodo que não aparece na série!

Dentre os segredos sórdidos, há uma maldição na sala de jantar (um dos principais cenários de ‘Downton Abbey’). No centro da sala há uma pintura da Condessa Margaret Sawyer, e dizem que se alguém algum dia mover essa pintura do lugar, isso trará a total ruína da família! Se é verdade ou não, ninguém sabe, mas fato é que até hoje nenhum funcionário ou membro da família se atreveu a realocar o quadro, embora seja um dos afrescos mais feios da sala de jantar principal.

Mas, nem tudo são flores. No início do século XX, o então Conde de Carnarvon estava praticamente falido, e, para saldar as dívidas do castelo, contraiu matrimônio com uma jovenzinha, Almina, que trouxe cerca de $200 mil dólares como dote e mais $800 mil dólares como herança. Almina gostava do bom e do melhor e dava as melhores festas da região. Entretanto, quando estourou a 1ª Guerra Mundial, Almina se deu conta da gravidade da situação e transformou Highclere em um hospital de campanha, onde cuidou de dezenas de feridos. Do lado de fora da propriedade, há um painel com o nome de todos os que faleceram durante esse período, incluindo alguns funcionários. Essa história inacreditável, que chegou a virar notícia de jornal, daria um bom spin-off da série!

Mais tarde, em 1922, Highclere volta a figurar nos jornais do mundo inteiro. É que, finda a primeira guerra, a Europa estava investindo pesado em novas descobertas tecnológicas, expedições, etc. Animado, o então Conde de Carnarvon decidiu financiar a viagem de pesquisa do arqueólogo Howard Carter ao Egito. Mais tarde naquele ano, os dois vieram a descobrir a tumba de Tutankhamun – uma das maiores descobertas científicas e arqueológicas do século passado! E, sim, essa história é real!

Apaixonado pelo Egito, o Conde Carnarvon acabou levando para Highclere algumas peças e réplicas, e hoje o porão do castelo abriga uma das maiores coleções sobre o Egito Antigo da Europa, e é aberto a visitação. A coleção de Conde Carnarvon era tão especial que, anos após sua morte, George Herbert, o atual Conde Carnarvon, doou algumas peças para o museu Metropolitan, em Nova York.

E vocês pensam que tudo isso é vetado ao público? Pelo contrário! Para manter Highclere, o Conde e a Condessa de Carnarvon gastam cerca de $1 milhão de dólares por ano, aproximadamente $60 mil por mês. Por isso, após o estrondoso sucesso da série ‘Downton Abbey’ e o crescimento do interesse do público em passear pelos corredores onde Lady Grantham, Lady Mary, Mr. Carson e todo o elenco passaram ao longo das 6 temporadas, os Condes decidiram transformar o castelo um verdadeiro ponto turístico da região. Dependendo do seu orçamento, você pode comprar um ingresso para entrar no castelo; visitar o museu do Antigo Egito; almoçar, jantar ou apenas tomar o chá das 5 na sala de espera, além de, claro, comprar lembrancinhas.

Mas o sonho não para por aí! Por cerca de R$682,00 por noite você pode se hospedar de verdade no castelo Highclere e viver o verdadeiro sonho de fã de ‘Downton Abbey’! E, pasmem: as reservas podem ser feitas via Airbnb! Parte do montante arrecadado pela empresa Airbnb é doado para o movimento humanitário Red Cross.

A verdadeira história do castelo Highclere é tão profunda e única quanto a ficção em ‘Downton Abbey’, sem sombra de dúvidas. Para aqueles que quiserem se aprofundar nos detalhes, recomendamos o site do castelo, e o especial de 1 hora disponível na Netflix, ‘Secrets of Highclere Castle’, os quais nos ajudaram na feitura desta matéria.

‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’: Disney não está interessada em uma sequência

Em entrevista ao Yahoo, o diretor Robert Zemeckis afirmou que a Disney não possui interesse algo em fazer uma sequência do clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’:

“Acho que não. Não sei onde se encaixaria no universo deles. Não há nenhuma princesa, então não sei. Há um roteiro maravilhoso na Disney que é muito bom, mas não acho que esteja no radar deles.”

Lançado em 1988, o filme foi um grande sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$ 330 milhões para seu orçamento de US$ 70 milhões.

Um vídeo raro publicado no Youtube traz uma versão jamais vista e utilizada pela Disney do clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Extraído de um programa lançado também em VHS pelo canal Disney Channel, intitulado ‘Disney Showcase’, na década de 80, o material documental apresenta um roteiro bem diferente daquele que vemos nas telas.

O vídeo foi publicado em 2014, mas só agora ganhou maior notoriedade.

Confira:

‘Legion’: Novo teaser anuncia que David não é o herói da terceira temporada; Confira!

A terceira e última temporada de Legion, aclamada série da FX, ganhou um novo teaser anunciando que o protagonista David (Dan Stevens), na verdade, não é o herói desse ano.

Confira:

Criada por Noah Hawley (‘Fargo‘), a série faz parte do Universo Cinematográfico dos X-Men.

David Haller é um rapaz diagnosticado com esquizofrenia que passou os últimos cinco anos de sua vida em um hospital. Institucionalizado mais uma vez, David se perde na rotina estruturada da vida no hospital, e passa todo o seu tempo em silêncio junto à amiga Lenny, uma paciente cujo vício em drogas e álcool não diminuiu em nada seu otimismo. Mas a vida de David muda com a chegada de uma nova paciente: Syd Barrett. Atraídos um pelo outro, David e Syd compartilham um encontro surpreendente, depois do qual David enfrenta a possibilidade de as vozes que ele ouve não sejam exatamente produtos de sua imaginação.

O elenco conta com Dan Stevens, Rachel Keller, Aubrey Plaza, Bill Irwin, Navid Negahban, Jemaine Clement, Jeremie Harris, Amber Midthunder, Hamish Linklater e Jean Smart.

A terceira (e última) temporada irá estrear no dia 24 de junho, no FX.

‘Sweet Girl’: Marisa Tomei entra para o novo thriller da Netflix

Segundo a VarietyMarisa Tomei (Homem-Aranha) entrou para o elenco do novo thriller de vingança da NetflixSweet Girl. Ela dará vida a uma senadora dos Estados Unidos.

Tomei se junta aos previamente anunciados Jason Momoa Isabela Merced, que serão os protagonistas. Adria ArjonaManuel Garcia-RulfoJustin Bartha completam o elenco.

Momoa dará vida a um homem devastado cuja missão é trazer justiça para as pessoas responsáveis pela morte de sua mulher. Merced será sua filha.

Brian Mendoza fica responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Gregg HurwitzPhilip EisnerWill Staples. Momoa, Brad PeytonJeff Fierson são os produtores.

A produção de Sweet Girl começa em breve na cidade de Pittsburgh, Estados Unidos.

O filme não tem previsão de estreia.

‘Creepshow’: Showrunner revela que 90% dos roteiros da 2ª temporada estão prontos

Em entrevista ao Boo Crew Podcast, o showrunner Greg Nicotero revelou alguns detalhes sobre a 2ª temporada de Creepshow, que tornou-se uma das séries mais adoradas do ano passado – incluindo que grande parte dos roteiros estão prontos e revelando quem faz parte do time criativo.

“Temos 90% dos roteiros prontos e eles estão fantásticos. Estou muito orgulhoso deles e muito animado. Sinto que entrando na 2ª temporada, aprender o que eu aprendi, foi muito mais divertido. Eu mesmo escrevi alguns deles. E acabei de terminar um que é baseado na história de Joe Hill.

Um dos roteiros foi escrito por um amigo chamado Frank Dietz e é chamado “Pesticide”. É sobre um exterminador que faz algumas coisas nada agradáveis e, na essência, é caçado pelas mesmas criaturas que matou. É aí que a aranha gigante surge. Há um autor chamado Joe Konrath, de quem eu realmente gosto; temos John Esposito voltando; temos David Schow voltando; há uma mulher com quem eu trabalhei em The Walking Dead chamada Melanie Dale, ela escreveu um roteiro; há também uma diretora e roteirista chamada Mattie Do, ela e seu marido Chris Larsen escreveram um roteiro bem legal para nós. Paul DiniStephen Langford, que assinaram “Skincrawlers” no ano passado, escreveram um roteiro. Eles são bem legais. Posso dizer que eles são sempre bons quando me fazem querer dirigir. Estou dirigindo três deles”.

Recentemente, Nicotero compartilhou o seu trabalho com os efeitos práticos da 2ª temporada da série:

Ele comentou sobre suas expectativas para o próximo ciclo em uma declaração oficial:

“Para mim, Creepshow é o verdadeiro fruto do amor. Ser capaz de fazer um tributo ao projeto visionário [do diretor] George A. Romero e ter o show abraçado pelos fãs é incrível. Não poderia estar mais feliz e animado para continuar a série”.

Crítica | ‘Evil Eye’ é um ridículo e abismal conto de amor e vingança

O mau olhado é uma crença milenar cuja história data até mesmo da Grécia Antiga – e, apesar de ter passado por modificações ao longo dos anos e ter se transmutado para determinada cultura, sua essência permanece a mesma: uma espécie de maldição lançada sobre alguma pessoa que traz agouros infortunados e má sorte. Suprimido pela utilização de talismãs, é muito comum encontrar narrativas literárias ou audiovisuais que explorem o tema, normalmente embebidos em enredos de vingança e de inveja que culminam em tragédia. É dessa premissa que Evil Eye, terceiro volume da antologia de terror Welcome to the Blumhouse, produzida entre a Amazon Studios e a Blumhouse Productions.

A simples história gira em torno de uma família indiana marcada por traumas, centrada no conturbado relacionamento entre uma mãe, Usha (Sharita Choudhury) e sua filha, Pallavi (Sunita Mani). Usha voltou para sua cidade natal, Nova Déli, e deixou Pallavi nos Estados Unidos para seguir seus sonhos, encontrar um rico marido e pavimentar um caminho de puro sucesso que é maltratado por suas ambições independentes e por uma vida que a afasta das raízes familiares. Entretanto, as coisas mudam de figura quando Pallavi começa a namorar um rapaz indiano extremamente rico e misterioso, cuja personalidade beirando a perfeição faz a mãe acreditar que ele talvez seja reencarnação de um ex-namorado abusivo que estava morto há mais de trinta anos.

Quando olhamos para esse cru escopo, é impossível não resgatar algumas outras produções supervisionadas por Jason Blum e por sua companhia – ainda mais levando em conta a óbvia atmosfera de suspense que se ergue desde a primeira cena. Usha tornou-se uma sábia mulher que permanece assombrada por fantasmas perigosos que insistem em perturbar o seu presente, arrastando-a para momentos de puro sofrimento. É por essa razão que ela cria expectativas constantes sobre Pallavi, que nutre de certo ressentimento pela mãe ao perceber que, não importa o que faça, nunca será o bastante para honrar o nome da família – e que, por fim, é fruto de reflexos e de desejos que não sabe se consegue cumprir. Como já é de esperar, essa tênue linha entre o amor e a possessão insurge é um receptáculo evocativo para o incidente incitante da trama: a chegada de um mediador.

Usha, por mais afável que seja ao tradicionalismo social que impacta na sociedade indiana até os dias de hoje, é a matriarca de sua família e não responde diretamente ao marido, Krishnan (Bernard White), mas sim à necessidade de se provar capaz de cuidar daqueles que ama. É por esse motivo quase incompreensível que ela quer fazer parte de uma vida totalmente diferente daquela a que está acostumada, infiltrando-se na autonomia da filha e observando-a de longe, preparada para se postar quando preciso para protegê-la. Considerando que as duas vivem uma de cada lado do mundo, essa tarefa fica um pouco complicada – principalmente com a inesperada chegada do charmoso e bem-sucedido Sandeep (Omar Maskati), que arrebata o coração de Pallavi.

Usha tenta admitir para si mesma que não há qualquer problema nisso, mas tem certeza de que algo está errado – apesar de não saber o quê. Afinal, Sandeep é carinhoso, prestativo e nem um pouco convencional, dando espaço e liberdade para uma mulher apaixonada pela própria criatividade e lutando para conseguir se expressar. O educado jovem é respeitoso a todo momento e até mesmo vem como suporte financeiro e emocional para Pallavi, sua alma gêmea. Ele é impecável – impecável até demais (e é isso que leva Usha a investigar seu passado). E é justamente aqui que o longa-metragem começa a se perder, respaldando-se em fórmulas constantes e em ocasionais reviravoltas que transformam uma até então interessante obra de gênero em um deus ex machina insosso e monótono.

Comandado pelos irmãos Elan e Rajeev Dassani, Evil Eye força cada um de seus arcos narrativos em um convulsionado produto sem pé nem cabeça – e sem qualquer ritmo fílmico. De um lado, essa nova construção episódica da saga supracitada se assemelha a qualquer drama independente que tenhamos visto nos últimos anos, valendo-se de momentos preciosistas demais para serem levados a sérios e uma agridoce e previsível repetição de eventos e ações. Usha e Pallavi não saem de onde começaram e caem numa rotina circinal e maçante – aliás, nem ao menos sabendo de que forma sair das obviedades. De outro, o roteiro assinado por Madhuri Shekar não dá espaço para muitas investidas criativas, obrigando os próprios atores a mergulharem de cabeça numa canastrice que supera àquela vista em The Lie.

Como se isso não bastasse, a tensa ambientação fica presa a uma vaidade autodestrutiva cuja ideia é infundir a banalidade do cotidiano à mitologia local: em outras palavras, Shekar não tem ideia do que fazer com tantas ideias e, por fim, as aglutina em uma desnorteada presunção guiada por um misticismo barato e a foreshadowings ridículos demais para serem críveis. Há tantos furos na narrativa que o público se desprende com facilidade desse opaco cosmos, pensando duas vezes antes de continuar acompanhando uma história que se leva a sério demais.

Evil Eye tem potencial – isso não podemos negar. Porém, ao concentrar todo o esforço em uma trama que seria resolvida em pouquíssimos minutos e alongar um enredo natimorto (cujo final é um dos piores já vistos neste século), acaba por jogar a si mesmo dentro de uma cova abismal e se enterrar em um turbilhão de metáforas vencidas.

‘Esquadrão Trovão’: Comédia com Melissa McCarthy e Octavia Spencer ganha cartaz oficial; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Esquadrão Trovão‘ (Thunder Force), seu mais novo filme de super-heroínas estrelado por Melissa McCarthyOctavia Spencer.

Confira, junto ao trailer:

A comédia será lançada na plataforma no dia 9 de abril.

O longa é roteirizado e dirigido por Ben Falcone.

Em um mundo cheio de supervilões, duas melhores amigas de infância se reaproximam quando uma delas inventa um tratamento capaz de dar poderes para que protejam a cidade.

O elenco ainda conta com Jason Bateman, Pom Klementieff, Bobby Cannavale, Sarah Baker e Melissa Leo.