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10 Filmes Sobre Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus, originário da China, que está assombrando o planeta. Diversos países já acenderam seus sinais de alerta. O fato é extremamente preocupante.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira epidemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

O Framboesa de Ouro também Erra… Sucessos dos Anos 90 Injustamente Indicados ao Pior do Cinema!

Definitivamente, o Framboesa de Ouro é a “premiação” mais polêmica do cinema. Criada como uma grande brincadeira, a cerimônia é considerada o “anti-Oscar” em Hollywood e aponta o que de pior o cinema entregou a cada ano. Existem os que torcem o nariz e que o consideram algo de mau gosto, afinal taxar produções cinematográficas que foram resultado de sangue e suor de artistas, às vezes envolvidos por anos em suas confecções, é uma espécie de declaração de guerra à arte. A verdade é que o Framboesa de Ouro não se leva a sério, e realmente não deve ser levado a sério. De fato, ao longo dos anos muitos artistas souberam levar na esportiva e entraram na brincadeira, inclusive indo aceitar a “honraria” – como foi o caso com Bill CosbyHalle Berry e Sandra Bullock. É preciso ter bom humor e jogo de cintura.

A verdade é que o Framboesa apenas tem coragem de vociferar o que grande parte do público e dos críticos conversam entre si nos círculos de cinéfilos. Todos têm suas próprias opiniões e ninguém gosta de tudo o tempo todo. Afinal, o que seriam dos filmes bons sem os filmes ruins para servir de comparação. Em grande parte, o Framboesa indica e premia obras execradas pela crítica especializada e que deram prejuízo em bilheteria, ou seja, o público optou por ignorar, pelos mais diversos motivos. O que acontece é que vez ou outra o Framboesa também erra e acaba lembrando de filmes que terminam por resistir ao teste do tempo, sendo redescobertos como cult, ou simplesmente conquistam uma legião de fãs tão grande a cada geração, só aumentando o amor do público por eles.

Confira abaixo os filmes adorados – desta vez dos anos 90, que terminaram sendo indicados pelo Framboesa de Ouro em seu ano de lançamento.

Missão: Impossível (1996)

Por falar em Tom Cruise, o astro por pouco não se tornou um dos perseguidos pelo Framboesa de Ouro. Acontece que a premiação do pior do cinema adora perseguir certos astros que fazem muito sucesso, mas que em determinado momento de suas carreiras quase viraram lugar comum. Cruise, por exemplo, conseguiu de forma muito satisfatória se reinventar variadas vezes. No entanto, dois de seus projetos mais ambiciosos de meados dos anos 90, terminaram entrando no radar do Framboesa. Não que ele tenha ligado, afinal ambos se tornaram extremamente queridos dos fãs. Depois de ‘Entrevista com o Vampiro’, a adaptação do seriado ‘Missão: Impossível’ para o cinema, no qual Cruise apostou todas as suas fichas e segue colhendo os frutos, recebeu a inusitada indicação de “pior roteiro de um filme que arrecadou mais de US$100 milhões em bilheteria”.

Entrevista com o Vampiro (1994)

O Framboesa sempre adorou uma polêmica. Mas numa era antes da internet, não era tão fácil saber com precisão o que o público estava achando de determinados filmes. Tudo o que se tinha eram as informações sobre bilheterias. ‘Entrevista com o Vampiro’ se tornou um filme polêmico devido à sua violência praticamente explícita, e fez a apresentadora Oprah Winfrey sair da sessão do filme, gerando muito falatório. Ainda hoje, pessoas mais desavisadas e sensíveis a este tipo de conteúdo continuam deixando o filme antes do final – ocorreu com uma pessoa próxima recentemente. O longa foi indicado a 2 Oscar: melhor direção de arte e melhor trilha sonora. O Framboesa resolveu premiar Tom Cruise e Brad Pitt como a pior dupla daquele ano. Você concorda?

Um Drink no Inferno (1996)

Quentin Tarantino. Robert Rodriguez. George Clooney. Harvey Keitel. Juliette Lewis. Um cult imediato. O filme de vampiros escrito por Tarantino e dirigido por Rodriguez serviu para estreitar ainda mais a relação dos amigos cineastas – e marcar a segunda metade dos anos 90 como uma das produções mais adoradas pelos fãs de terror, ainda citada até hoje. Usando o mesmo artifício de Alfred Hitchcock para ‘Psicose’, aqui você também só descobre a verdadeira natureza do filme na segunda metade. Na primeira parte, o longa se comporta como uma história de assalto, com dois irmãos saindo pelas estradas em fuga e causando caos em roubos, sequestros e mortes. É só na segunda parte, quando os personagens chegam ao seu destino depois de atravessar a fronteiro para o México, que a situação escala a um nível surreal e aterrorizador, com um bar lotado de vampiros. No Framboesa, o filme foi injustamente indicado para pior ator coadjuvante, Quentin Tarantino.

Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões (1991)

Um dos maiores sucessos do início dos anos 1990, Kevin Costner modernizava o clássico personagem da era de ouro de Hollywood. Costner era o astro mais quente dos EUA na época, e havia acabado de fazer a limpa no Oscar com ‘Dança com Lobos’ (1990). ‘Robin Hood’ marcou época e foi a segunda maior bilheteria de seu respectivo ano, rendendo para a Warner mundialmente mais de US$390 milhões. E quem poderia esquecer a canção ‘(Everything I Do) I Do It For You’, de Bryan Adams, indicada ao Oscar. Apesar de toda a badalação, o Framboesa não perdoou e nomeou Christian Slater para pior ator coadjuvante. Mais grave ainda foi ter dado o Framboesa de pior ator para o astro Kevin Costner. Coisas de Framboesa.

Tempo de Matar (1996)

Finalizando a matéria agora chega um favorito pessoal deste que vos fala. ‘Tempo de Matar’, no entanto, não é um filme unânime, ou um sucesso de crítica. Na época, ele foi considerado muito óbvio e pouco sutil em seus comentários sobre o racismo. Porém, baseado no livro do autor especialista em casos de tribunais, John Grisham, o filme aborda alguns tópicos ainda muito dignos de debate, como a pena de morte, e a justiça com as próprias mãos. O mais curioso de se notar sobre o filme, porém, é o quanto ainda condiz com nossa realidade e nosso tempo. Embora tenhamos evoluído bastante em certas questões, discutindo o racismo como nunca anteriormente, ao mesmo tempo regredimos ao perceber conceitos ideológicos ultrapassados cismando em voltar à tona. Tudo isso faz de ‘Tempo de Matar’ um filme ainda, infelizmente, atual. O Framboesa o indicou na mesma categoria que ‘Missão: Impossível’, na de pior roteiro para um filme que arrecadou mais de US$100 milhões em bilheteria.

Batman – O Retorno (1992)

Tudo bem que foi o segundo filme do Homem-Morcego para o cinema que terminou afastando Tim Burton e sua visão muito sombria e melancólica para o universo de Gotham City e seus habitantes. Ficou claro que após o sucesso estrondoso de ‘Batman’ (1989), o diretor pediu carta branca para fazer a continuação do jeito que bem entendesse. A Warner confiou. Resultado: ‘Batman – O Retorno’ se tornou um filme mais de Tim Burton do que um produto de herói da DC. O que na época foi até bom, apesar de ter afastado o público infantil – que não era o que os produtores planejavam. Para muitos, esse ainda é o filme preferido do herói. O longa foi indicado para 2 Oscar: melhores efeitos visuais e melhor maquiagem. Aproveitando a repercussão, em partes, negativa, o Framboesa decidiu indicar, equivocadamente, Danny DeVito como pior ator coadjuvante.

Instinto Selvagem (1992)

Instinto Selvagem’ foi o filme que serviu de divisor de águas na carreira do furacão Sharon Stone. Somente os que ainda não estavam vivos na época não conseguem compreender o fenômeno de pura sensualidade que foi a atriz em seu auge. Fora isso, transformava também a carreira do cineasta holandês Paul Verhoeven, o tirando de blockbusters de ação, para produções mais provocativas e eróticas. ‘Instinto Selvagem’ deu o que falar na época, considerado o filme mais sensual de todos os tempos. O sucesso foi tanto que serviu para criar um subgênero próprio, o dos thrillers eróticos. Até mesmo no Oscar o filme emplacou, com as indicações de melhor edição e melhor trilha sonora. O Framboesa sentiu ciúmes e também quis chocar, aproveitando o bafafá em torno do filme para indica-lo para pior ator (Michael Douglas), pior atriz coadjuvante (Jeanne Tripplehorn) e, é claro, pior revelação para a musa Sharon Stone.

O Guarda-Costas (1992)

É indiscutível que os organizadores do Framboesa possuem certas picuinhas com determinados atores. E toda oportunidade que têm, sempre os estão “perseguindo”. Um dos grandes alvos do Framboesa nos anos 90 foi o astro Kevin Costner. Tudo bem que em determinados projetos, Costner até mereceu ser “zoado”, vide ‘Waterworld’ (um bom prazer culposo) e ‘O Mensageiro’. Porém, depois de erroneamente indicar ‘Robin Hood’, o Framboesa foi mais longe ainda, indicando um filme ainda muito querido do grande público, ‘O Guarda-Costas’. Sucesso inesquecível do cinema, o longa serviu para revelar o talento da imortal Whitney Houston como atriz. É claro que por ser um filme também muito musical, o longa iria parar no Oscar, mas curiosamente as canções indicadas foram ‘I Have Nothing’ e ‘Run to You’, deixando o “hino” do filme, ‘I Will Always Love You’, de fora. O motivo? Se trata de uma regravação e não uma canção original. O Framboesa pegou pesado e errou foi ao indicar ‘O Guarda-Costas’ para 6 “prêmios”: pior filme, pior ator (Costner), pior atriz (Houston), pior roteiro, pior canção (‘Queen of the Night’) e pior revelação (Houston).

O Demolidor (1993)

Talvez o maior perseguido pelo Framboesa de Ouro na história da premiação do pior do cinema seja o astro Sylvester Stallone. Especialista em filmes de ação e blockbusters, seus trabalhos não costumam agradar a todos os públicos, em especial aqueles que preferem filmes mais sérios e realistas, ou o público feminino, por exemplo. E também não é dizer que todos os filmes de ação estrelados por Stallone são obras-primas do gênero, muito pelo contrário. O próprio ‘O Demolidor’, que chega agora na lista, não foi uma produção unânime em seu lançamento – é só perceber porque ele nunca gerou uma continuação (se tivesse atingido o esperado financeiramente, teria um filme dois certamente). Independente disso, o longa é uma produção divertidíssima, que parece ter nascido para ser cult. Fora isso, continua a ser redescobertp a cada geração. O Framboesa até que não pegou tão pesado assim com o filme, e sua única indicação foi para Sandra Bullock, como pior atriz coadjuvante. Curiosamente, no ano seguinte a atriz explodiria e viraria a estrela que é hoje.

O Máskara (1994)

Existem alguns filmes que ajudaram a revolucionar a indústria cinematográfica em relação aos seus efeitos especiais de computação gráfica. Era o próximo passo na evolução da tecnologia, e tais obras foram primordiais, ajudando a chegarmos no que temos hoje em matéria de CGI. Pensa só, se não fossem filmes como ‘O Exterminador do Futuro 2’ e ‘Jurassic Park’, provavelmente não teríamos o MCU, o universo cinematográfico da Marvel hoje. ‘O Máskara’ fez parte dessa revolução, e podemos juntá-lo à lista citada, dando o passo seguinte depois de ‘Jurassic Park’. A indicação aqui do Framboesa é específica e até compreensível em partes, já que quando surgiu em cena o humorista Jim Carrey se tornou um fenômeno de público, mas a maioria dos críticos torceu o nariz para ele. Não adiantou, ele se tornaria um astro. E ‘O Máskara’ foi o segundo passo para isso. O filme, é claro, foi indicado ao Oscar de melhores efeitos visuais, mas também para pior revelação (Jim Carrey).

 

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Templo satânico ameaça processar a Netflix; Entenda o caso!

Parece que a Netflix tem um possível processo nas mãos! O cofundador de um templo satânico, Lucien Greaves, ameaçou processar o serviço de streaming por usar uma imagem de Baphomet protegida por direitos autorais na série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘.

“Sim, nós estamos discutindo uma ação legal pelo fato de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ estar se apropriando do design do nosso monumento, protegido por direitos autorias, para promover sua estúpida ficção satânica.”

A Netflix ainda não comentou sobre o caso.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina (Kiernan Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias (Miranda Otto, Lucy Davis), seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Ross Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

A produção conduzida pela Netflix é baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que reimagina a história de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

‘Tell me a Story’: 2ª temporada trará versão moderna de Cinderela e a Bela e a Fera

A série ‘Tell Me a Story‘ baseia-se em contos de fadas e os reinventa em um cenário moderno. De acordo com o Deadline, a 2ª temporada trará uma nova versão de personagens clássicos, como a Cinderela, Bela Adormecida e a Bela e a Fera.

Odette AnnableNatalie Alyn Lind irão interpretar uma versão moderna da Cinderela e da Bela, respectivamente.

O elenco do novo ciclo ainda conta com Paul Wesley, Matt LauriaEka Darville e Ashley Madekwe.

A nova temporada ainda não possui data de estreia.

A série foi criada por Kevin Williamson (‘The Vampire Diaries‘).

‘High School Musical’: Dois novos atores entram para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Roman Banks e Olivia Rose Keegan entraram para o elenco da 2ª temporada da série ‘High School Musical: O Musical: A Série‘.

Ambos terão papéis de caráter recorrente no novo ciclo.

Banks irá interpretar Howie, um estudante inteligente que trabalha na pizzaria da família. Já Keegan será Lily, uma caloura adorável que esconde sua insegurança e natureza competitiva.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

Confira o anúncio:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘Liga da Justiça’: Gal Gadot e o Batmóvel são destaque em nova imagem dos bastidores

O Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores, que mostra a Gal Gadot em frente ao icônico Batmóvel.

Confira:

Em virtude de problemas com o direitos autorais da canção “Hallelujah“, de Leonard Cohen (que aparece ao longo do material), a produção vai ganhar um novo teaser.

A informação foi confirmada pelo próprio diretor Zack Snyder, durante uma entrevista ao Beyond the Trailer. Na ocasião, o cineasta revelou que está fazendo algumas mudanças no teaser antes de lançá-lo na semana que vem.

O novo trailer será lançado na próxima terça-feira (17) e será seguido por uma live realizada por Snyder na rede social Vero. Na ocasião ele fará uma análise quadro a quadro do vídeo, trazendo detalhes mais profundos a respeito do seu processo criativo na construção do material publicitário.

A nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira as imagens promocionais:

‘O Exorcista’: Linda Blair revela se retornará para a nova trilogia

Através do seu Twitter, a atriz Linda Blair, que interpretou a garotinha possuída no filme original, revelou se retornará na nova trilogia de ‘O Exorcista‘, que será dirigida por David Gordon Green (‘Halloween’).

“Para todos os meus fãs que estão se perguntando sobre o meu envolvimento no reboot de ‘O Exorcista’, posso confirmar que não tive nenhuma conversa sobre o meu retorno para reprisar o meu papel. Eu desejo o melhor para todos os envolvidos e aprecio a lealdade e paixão que os fãs têm pelo filme original e pela minha personagem.”

O longa está programado para estrear no dia 13 de outubro de 2023.

Os próximos filmes serão uma sequência direta da obra de 1973, e, segundo o New York Times, a Universal Pictures pagou em torno de US$ 400 milhões para garantir os direitos para realizar uma nova trilogia – valor que inclui o lançamento nos cinemas e no streaming Peacock.

Ellen Burstyn (‘Interestelar’) reprisará seu papel como Chris MacNeil, mãe de Regan (Linda Blair), a menina possuída pelo demônio Pazuzu no longa original.

Além de Burstyn, Leslie Odem Jr. (‘Uma Noite em Miami’) também foi listado no filme, e dará vida ao pai de uma jovem supostamente possuída.

Na trama, ele irá recorrer à ajuda de Chris para tentar lidar contra a presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Em entrevista ao Total Film, Green já havia revelado que o novo título será uma sequência direta do clássico original. Apesar disso, o cineasta garantiu que os filmes anteriores não precisam ser necessariamente ignorados – como aconteceu na franquia ‘Halloween‘.

“O roteiro do novo ‘O Exorcista’ já foi escrito! Esse foi um dos meus projetos durante a pandemia. Será uma sequência direta do longa original, mas eu gosto de todos os filmes da franquia ‘O Exorcista’, e acredito que a mitologia de todos eles se encaixam com o que estou desenvolvendo. Não estou dizendo que fingirem que ‘O Exorcista 2’ nunca aconteceu.”

Ele completa, “Essa franquia é outro legado divertido de se fazer parte e espero poder me dedicar a ela no futuro próximo. Eu fiz muita pesquisa para escrever o roteiro, ao invés de escrever impulsivamente. Conversei com muitas pessoas, li muitos livros e fiz muitas entrevistas.”

Anteriormente, o produtor Jason Blum disse que espera surpreender os fãs que são céticos em relação à ideia:

“Será como o reboot de ‘Halloween’, de David [Gordon Green]. Acredito que será uma grande surpresa ao céticos por aí. Havia muito pessoas que não tinham confiança no novo ‘Halloween’ e David os convenceu do contrário. Sinto que ele fará o mesmo com o novo ‘O Exorcista’. Eu quero fazer um filme para as pessoas que amaram o primeiro filme e estão furiosas por estarmos fazendo um novo, mas que acabam se arrastando para os cinemas. E eu quero fazer um filme para as pessoas que nunca ouviram falar de ‘O Exorcista’. Acho que David fez isso com o Halloween. Acho que ele também fará isso com O Exorcista”.

David Gordon Green (‘Halloween’) será responsável pela direção.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘Um Maluco no Pedaço’: Reboot ganha data de estreia no Star+; Confira o trailer legendado!

O Star+ finalmente anunciou quando a série ‘Bel-Air‘, reboot da comédia clássica ‘Um Maluco no Pedaço‘, será lançada em seu serviço de streaming.

A produção irá estrear na plataforma no dia 27 de abril.

Confira o trailer legendado:

Ambientada nos dias atuais, a trama acompanhará a complicada jornada de Will, que veio as ruas da Filadélfia até os portões de uma mansão em Bel-Air. A nova versão terá um tom dramático e irá se aprofundar nos conflitos e emoções que eram impossíveis de se explorar no formato cômico de uma sitcom.

O elenco conta com Jabari Banks (Will), Adrian Holmes (Phillip Banks), Cassandra Freeman (Vivian Banks), Olly Sholotan (Carlton Banks), Coco Jones (Hilary Banks), Akira Akbar (Ashley Banks), Jimmy Akingbola (Geoffrey), Jordan L. Jones (Jazz) e Simone Joy Jones (Lisa).

Vale lembrar série já está renovada para a 2ª temporada!

Netflix vai PROIBIR o compartilhamento de senhas e contas

De acordo com o Wall Street Journal, a Netflix planeja acabar de uma vez por todas com o compartilhamento de senha em 2023. O maior desafio do serviço de streaming, no entanto, será implementar a medida sem perder um grande número de assinantes.

O site afirma que, durante a pandemia de COVID, a plataforma teve um aumento significativo no número de visualizações, mas grande parte dessa audiência usava contas de amigos ou familiares.

As únicas medidas possíveis para acabar com a prática seriam rastrear o endereço de IP dos usuários, validar o login por localização e rastrear a atividade das contas – mas nenhuma dessas opções impedirá a ira dos assinantes.

Em uma conferência recente, Ted Sarandos, o presidente da Netflix, comentou sobre o assunto: “É uma situação muito parecida com o aumento nos preços. Os consumidores não irão gostar disso no começo, mas precisamos mostrar que eles que há valor nisso.”

Em 2019, um estudou declarou que a Netflix pode mais de US$ 135 milhões por mês por causa do compartilhamento de senhas. Na época, o executivo Greg Peters havia declarado que o serviço estava explorando opções para limitar esse compartilhamento – incluindo a possibilidade de cobrar uma taxa pela prática.

“Nós criamos uma abordagem considerável para monetizar o compartilhamento de contas e começaremos a implementá-la no serviço em 2023,” declarou a Netflix.

Diretor de ‘Hóspede Indesejado’ comandará reboot de ‘Blacula: O Vampiro Negro’

De acordo com o Variety, Deon Taylor (‘Hóspede Indesejado’) comandará o reboot do clássico ‘Blacula: O Vampiro Negro‘, que está sendo desenvolvido pela MGM.

Ainda sem data de estreia, a nova versão – que servirá como uma reimaginação moderna do longa original – para prevista para o período de Halloween de 2024.

O reboot começará de onde a saga original terminou, após os eventos da sequência ‘Os Gritos de Blácula‘ (1973), e será ambientado em uma cidade metropolitana depois do período da pandemia de COVID.

Confira a sinopse completa:

“Blacula é um antigo príncipe africano que é amaldiçoado pelo Drácula depois que ele não concorda em acabar com o comércio de escravos. Blacula é sepultado e acorda 200 anos depois pronto para vingar a morte de seus ancestrais e dos responsáveis ​​por roubar seu povo de seu trabalho, cultura e patrimônio quando eles se apropriaram para obter lucro.”

Além de dirigir, Taylor também irá escrever o roteiro ao lado de Micah Ranum.

Em declaração, Taylor afirmou: “Blacula é uma das franquias mais icônicas da cultura negra e ajudou a mudar a forma como nós éramos vistos nas telonas.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Zac Efron interpretará DOIS personagens no novo thriller da A24

De acordo com o Deadline, Zac Efron (‘Garras de Ferro’) será o protagonista de ‘Famous‘, novo thriller que está sendo desenvolvido pela A24.

O ator interpretará dois personagens diferentes no filme.

Na trama…

“Lance Dunkquist tem um trunfo que está prestes a mudar sua vida: ele tem o rosto de uma estrela de cinema. E não qualquer estrela de cinema – Lance é a imagem de um ícone de Hollywood, James Jansen. Lance está prestes a viajar para Los Angeles para realizar seu sonho. Lance será famoso, não importa o que aconteça.”

Jody Hill (‘O Segurança Fora de Controle’) será responsável pela direção.

O longa é baseado no romance homônimo escrito por Blake Crouch.

Chad Hodge (‘Wayward Pines’) assina o roteiro da adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ator de ‘Invasão Zumbi’ caça DEMÔNIOS no trailer do terror ‘Holy Night: Demon Hunters’; Confira!

O terror coreano ‘Holy Night: Demon Hunters‘, estrelado por Don Lee (‘Invasão Zumbi’), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lim Dae-Hee é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Don LeeSeohyun.

Seul mergulha no caos com o surgimento de uma rede criminosa que adora o diabo. Em um apelo desesperado por salvação, a polícia recorre à “Noite Sagrada” — um trio secreto de caçadores de demônios armados com poderes sobrenaturais.

David LeeKyung Soo-Jin e Jung Zi-so também estrelam a produção.

O longa está programado para estrear no dia 2 de maio.

‘Made in Korea’: K-drama de SUSPENSE estreia em streaming; Saiba onde assistir!

A série coreana ‘Made in Korea‘, estrelada pelo Hyun Bin (‘Pousando no Amor’), já está disponível no serviço de streaming do Disney+.

Ambientada na Coreia do Sul dos anos setenta, a trama segue Baek Ki-tae, que está determinado a alcançar o ápice da riqueza e do poder enquanto leva uma vida dupla: agente da KCIA durante o dia e um perigoso empresário à noite. Tenaz e implacável, ele enfrenta um promotor disposto a arriscar tudo para derrubá-lo.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Woo Min-ho é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jung Woo-sung, Seo Eun-soo, Won Ji-an, Kang Gil-woo, Jung Sung-il, Roh Jae-won e Woo Do-hwan.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 2ª temporada.

Hugh Jackman revela que está tratando um novo câncer de pele

Hugh Jackman veio a público nesta segunda-feira (13), por meio de seu Instagram, para revelar aos fãs que novamente está tratando de um câncer de pele.

Na legenda do post, o ator australiano escreveu:

“Outro carcinoma basocelular. Graças aos exames frequentes e médicos surpreendentes, tudo está bem. Parece pior com o curativo do que realmente está. Eu juro!”, escreveu o astro, que também usou a hashtag “#wearsunscreen” (use filtro solar).

O primeiro diagnóstico de carcinoma de células basais veio em novembro de 2013, após sua esposa, Deborra-Lee Furness, chamar a atenção de Jackman para uma mancha em seu nariz. O câncer é do tipo benigno e muito frequente, principalmente pela falta do uso regular de protetor solar.

Em 2016, o intérprete de Wolverine passou por um procedimento cirúrgico para a remoção do carcinoma e aproveitou a oportunidade para orientar seus fãs em outro post de Instagram. Na ocasião, ele alertou seus seguidores sobre os risco oriundos da ausência de proteção solar.

Confira o post mais recente do ator:

Hugh Jackman poderá ser visto em breve nos cinemas pela última vez como Wolverine, em ‘Logan‘, que estreia no Brasil em 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.

 

 

 

 

 

Daisy Ridley queria papel de Kylo Ren em ‘Star Wars’

Seu papel pode ser um dos mais populares e queridos do momento, mas para Daisy Ridley, se ela pudesse ser qualquer outro personagem, seria seu grande arqui inimigo e primo, Kylo Ren.

Durante uma live feita pelo Facebook com a atriz, o diretor Rian Johnson e os colegas de elenco Domhnall Gleeson e Kelly Marie Tran, ela respondeu ao questionamento de um fã sobre o assunto.

Disse ela:

“Se eu pudesse ser outro personagem, seria Kylo Ren. Acho que um dos motivos seria também pelo fato de Adam ter feito dele um grande papel, então acho que seria interessante”.

 

Novo vídeo de Star Wars: Os Últimos Jedi mostra os bastidores do treinamento de Daisy Ridley para viver Rey e também a preparação dos outros atores do filme. Assista:

Leia mais sobre o futuro da Daisy Ridley na saga:

Apesar do enorme sucesso de Star Wars: O Despertar da Força e do ainda inédito Star Wars: Os Últimos Jedi, a atriz e protagonista dessa nova fase da franquia, Daisy Ridley, se diz grata por tudo que viveu, mas não desejar retornar após o Episódio IX, que irá encerrar a trilogia.

Em entrevista à Rolling Stone, ao ser questionada sobre continuar trabalhando na franquia após Episódio IX, Ridley foi direta ao negar:

“Não! Nunca soube realmente o que estava assinando. Não tinha lido o roteiro, mas pelo que posso dizer, eram pessoas muito legais envolvidas, então eu pensei ‘Vai ser incrível.’ Agora, acho que sou ainda mais sortuda do que imaginei naquela época, ser parte de algo que dá a sensação de estar voltando pra casa.”

A atriz afirmou que seu contrato realmente se encerra e que não deve retornar para os novos filmes, recentemente anunciados pela Lucasfilm, sob comando do diretor Rian Johnson.

“Não e não. Estou muito animada para fazer a terceira parte e concluir tudo, porque na verdade, assinei contrato para três filmes. Então na minha cabeça, serão três filmes. Acho que vai ser a hora certa de finalizar isso tudo.”

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Veja também novas imagens da produção, muitas inéditas e em alta resolução. Confira a nossa galeria:

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A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 13 de Dezembro.

‘The Good Doctor’: 2ª temporada da série médica ganha nova imagem e trailer

The Good Doctor‘, série médica da ABC que superou a audiência de The Big Bang Theory, ganhou uma nova imagem e trailer, com destaque para o protagonista Freddie Highmore.

O novo ano estreia nos EUA dia 24 de Setembro.

Confira:

No Brasil, a Rede Globo exibiu os 2 primeiros episódios na Tela Quente no formato de longa-metragem, esperando atrair público para seu serviço de streaming chamado Globo Play.

Na trama, Freddie Highmore interpreta Shaun Murphy, um jovem médico brilhante que também é autista. Vencendo a desconfiança de seus colegas e superiores, o doutor consegue desvendar os casos mais intrigantes que chegam no hospital.

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Trata-se do segundo drama de maior audiência da emissora, atrás apenas de ‘Grey’s Anatomy‘.

Crítica TIFF | A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly – A trajetória visceral de um fora da lei

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Uma Austrália colonial, em um século repleto de transformações. Do colapso de impérios como o da Espanha, China e França à ascensão dos impérios Britânico, Russo e Alemão, o período que compreende os anos de 1801 e 1900 traz em sua marca peculiaridades que só o contexto histórico da época poderia propiciar. Em meio à nações que experimentavam sua expansão e redefinição, surgiu nessa mesma colônia britânica um nome que em pleno 2019 ainda ecoaria tamanho impacto. É surreal pensar que quase 140 anos após sua morte ainda estaríamos falando de Ned Kelly, aquele fora da lei raiz, old school, que fez das mazelas da sua alma o regente de sua jornada de vingança. Mas A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly nos prova que muito mais do que viva, sua história sempre renderá um bom filme de ação vintage.

O fascínio hollywoodiano por Ned Kelly não deveria nos surpreender a essa altura da indústria. A afrontosa narrativa do jovem gângster traz em si alguns dos elementos mais cativantes de um bom filme de ação de época. Ira, rancor, amargura e incompreensão colidem entre si de maneira explosiva, resultando na curta jornada de um homem disposto a morrer – ironicamente – pela honra de seu próprio nome, manchado de sangue por seu passado e, quase involuntariamente, por ele mesmo. Na obra de Justin Kurzel, George MacKay se dilacera diante das telas, entregando a voracidade sanguinária de se tornar um justiceiro às avessas. Equivocado em fazer justiça para sua família à sua maneira, seu personagem se consagra como uma figura vítima do meio. Fruto de uma tumultuada família, suas despedaçadas raízes e a condenação do nome dela ainda na pouca idade trilharam uma rota de falsos conceitos, que eventualmente se tornaram reais e que são trazidos aqui em uma trama crescente e envolvente.

O longa, que ainda conta com Russell Crowe, Nicholas Hoult e Charlie Hunnam no elenco, reside justamente na intensidade de seu protagonista, que incorpora as angústias do vilão Ned Kelly, a ponto de apresentá-lo como uma figura compreensível, apesar de seus ensandecidos confrontos contra policiais. E com essa premissa, a trama se revigora a cada ato, crescendo vertiginosamente ao ritmo do comportamento doentio e inesgotável do fora da lei, ganhando seu ápice em um clímax de tirar o fôlego, onde a ação ganha novas formas mais estilísticas e conceituais. E entre uma fotografia mórbida de uma terra sem vida e a angústia de uma família renegada por sua própria nação, A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly é um drama aventuresco com pitadas de thriller, intenso e bem dirigido.

E pelas lentes de Kurzel, Ned Kelly ainda ganha uma abordagem mais poética e lírica, sem perder a sanguinolência que seguiu a figura histórica na maior parte de sua vida. Criando um contraste entre a poesia da direção artística e o sangue dos embates travados, a produção presenteia o publico com uma fotografia magnífica, com um visual simbólico de encher os olhos, à medida que a ação entorpece a audiência, proporcionando uma experiência valiosa e grandiosa. Com MacKay entregando a melhor atuação de sua carreira, a cinebiografia é um lembrete de que ainda havia um novo ângulo a ser abordado de Kelly. Este que talvez nem Heath Ledger tenha conseguido expressar nos idos dos anos 2000.

Com um roteiro que sabe usar seu tempo de tela com tranquilidade, envolvendo o espectador na rápida odisseia de Kelly à redenção de sua família, A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly é uma surpresa inesperada do Festival de Toronto. Conceitual em sua fotografia e design de produção, o drama ainda tem ares de blockbuster, cativando públicos díspares que amam um bom filme de ação. Divertido e bem dirigido, o longa ainda projeta MacKay para uma carreira mais promissora. Deixando os “veteranos” do ramo como simples personagens de apoio, o ator de apenas 27 anos se posiciona como mais uma aposta do futuro da indústria cinematográfica.

‘Bones’: Todas as temporadas já estão disponíveis na Amazon Prime Video

Os fãs de séries investigativas podem comemorar, pois todas as temporadas da popular sérieBones‘ já estão disponíveis na plataforma de streaming da Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta semana.

Lançada em setembro de 2005, ‘Bones‘ traz como plot a investigação de assassinatos envolvendo restos mortais, mais precisamente ossos. A série é estrelada por David Boreanaz e Emily Deschanel. 

A série de TV é inspirada na vida da real Kathy Reichs, uma antropóloga forense considerada uma das melhores nos Estados Unidos em sua área.

A produção conta com 12 temporadas no total.

Confira o trailer da série:

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‘And Just Like That’: Confira as primeiras cenas do revival de ‘Sex and the City’ na nova promo da HBO Max

A HBO Max preparou uma nova leva de conteúdos originais que chegam em breve para os seus assinantes e a nova promo do streaming, divulgada no intervalo do Emmy Awards 2021, traz as primeiras cenas do revival de ‘Sex and The City‘.

O vídeo promocional ainda reúne recortes de outras produções como ‘Peacemaker‘, bem como a 3ª temporada de ‘Succession‘.

Confira:

Lembrando que a série revival contratou quatro novos membros ao seu elenco: Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’) e Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’).

Ang será vida a Lily Goldenblatt; Cunningham será Brady Hobbes; Swinton irá interpretar Rose Goldenblatt; e Cicchino será a namorada de Brady, Luisa Torres.

Eles se juntam às recentemente confirmadas Sarita ChoudhuryNicole Ari ParkerKaren Pittman, que darão vida à três mulheres poderosas de Nova York, cuja conexão com Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) ainda é desconhecida.

Confira a primeira imagem oficial abaixo:

A série acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

A nova temporada será composta por dez episódios e também trará o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone), Mr. Big (Chris Noth) e Aidan (John Corbett).

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que traz Carrie como uma das convidadas regulares.

Kim Cattrall, intérprete da icônica Samantha, não retorna.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

Jersey Boys: Em Busca da Música

Somos de onde tivermos de ser. Quem diria que chegaria o dia em que um dos reis dos filmes de faroeste norte-americano dirigiria um musical, e o melhor: realizando um trabalho impecável na direção. O novo trabalho do mais que conhecido ator e diretor Clint Eastwood, Jersey Boys: Em Busca da Música é uma deliciosa viagem aos anos 50/60, época em que foi fundado um dos grandes conjuntos de rock que o mundo já viu, o The Four Seasons. A história é narrada de forma divertida pelos personagens, principalmente por Tommy DeVito (grande atuação do ator Vincent Piazza), de longe, o personagem mais carismático da trama.

Na trama, voltamos aos anos 50/60, na cidade de New Jersey, onde conhecemos o encrenqueiro Tommy DeVito que vive de roubos na vizinhança, contrabandos e de música. Seu conjunto musical, vai de mal a pior, tocando em pequenos clubes. Certo dia, convida seu grande amigo Frankie Valli (John Lloyd Young) para ser o novo vocalista da banda e assim o grupo ganha projeção. Para dar o último passo rumo ao estrelato, chega o compositor e tecladista Bob Gaudio (Erich Bergen). Apadrinhados pelo mafioso Gyp De Carlo (interpretado pelo sempre excelente Christopher Walken), o grupo tem uma rápida ascensão e uma queda com grandes consequências.

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O filme é super bem-humorado, mostra os duros caminhos até a fama, o poder da amizade e os problemas que podem acontecer quando o sucesso sobe à cabeça. Gravando um sucesso atrás do outro, dando festas na suíte de Sinatra e com uma presença de palco marcante, o grupo The Four Seasons, pouco conhecido dos jovens de hoje emplacaram músicas que todos nós conhecemos. O filme retrata fielmente essa época de ouro da banda e com atuações inspiradas e uma direção perto do impecável transformam esse longa-metragem em uma experiência fantástica. Você se sente na primeira fileira de um grande show!

Os números musicais possuem uma qualidade que impressionam. Coreografias robóticas cômicas, fazendo grandes shows em imensos teatros lotados justificam todo o glamour dessa história baseado no Sucesso estrondoso na Broadway. Já no arco final, quase chegando no seu desfecho, a trama cai em um limbo dramático importante onde se explica com detalhes a queda desse grupo emblemático norte-americano.

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Vocês não podem perder esse filme. Nota 10! O longa-metragem meio drama, meio musical, de 130 minutos tem ainda um verdadeiro show nos créditos finais, vale a pena ficar e conferir esse final fantástico. De filmes assim que precisamos sempre! Bravo Clint!

Crítica | ‘Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto por Engano’ – Chocante minissérie da DISNEY PLUS mostra uma luta por justiça e respostas

Era julho de 2005, em um país europeu abalado por recentes atentados terroristas. Em meio ao clima de tensão, com a polícia e autoridades debatendo os próximos passos na segurança pública, um erro imperdoável resultou na morte do brasileiro Jean Charles de Menezes.

Apresentando detalhes chocantes desse TRUE CRIME, chegou na Disney Plus a minissérie de quatro episódios Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano, marcada por cenas fortes e perturbadoras. Ao longo dos impactantes capítulos, vamos entendendo o antes e o depois de um quebra-cabeça de erros onde a incapacidade de comando determinou uma tragédia.

Percorrendo um intervalo pequeno de dias, conhecemos Jean Charles (Edison Alcaide), um brasileiro batalhador que trabalha como eletricista em uma Londres de 20 anos atrás. Com a cidade sendo alvo recente de ações desumanas que vitimaram mais de 50 pessoas, a polícia resolve criar forças tarefas para retomar o controle e aliviar a pressão pública. No dia 22 de julho, em meio a uma falha operacional inacreditável, Jean foi confundido com um terrorista procurado e executado com onze tiros pela Polícia Metropolitana de Londres, dentro de uma estação de metrô.

Um importante trunfo desse projeto chocante é o passo a passo do que aconteceu antes e depois da morte do brasileiro, sempre tendo mais de um ponto de vista. Com uma contextualização eficiente, que resume em pouco tempo todo o caos e medo que viviam os moradores da capital inglesa naquela época, acompanhamos – com indignação – uma série de erros e abusos de poder serem expostos. A narrativa logo encontra um ritmo intenso chegando na aflição, na angústia, se construindo em volta de um retrato assustador – bem exposto – de incompetência policial.

As derrapadas morais vão de encontro a uma série de personagens importantes que se misturam no não saber lidar com o fracasso de uma operação e reconhecer o erro, até outros que ajudaram a trazer verdades pra frente das barreiras que foram colocadas. Os pais de Jean Charles foram consultores da série, um fato importante, algo que deixa mais próximo da verdade tudo que acompanhamos.

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto por Engano culmina em uma poderosa mensagem de luta por justiça e por respostas. Com todos os episódios já disponíveis no Disney Plus, é bem provável que você termine a minissérie tomado por um profundo sentimento de indignação.

Conheça ‘Além da Imaginação’ | Série de Jordan Peele está disponível na Amazon

Sabe aqueles chamados casamentos perfeitos? Pois bem, a junção de Jordan Peele com o clássico Além da Imaginação (The Twilight Zone) é um destes casos de “feitos um para o outro”. Um verdadeiro Midas atual, o cineasta Jordan Peele se tornou um dos nomes mais quentes na indústria de Hollywood com apenas dois trabalhos como diretor – mas dois “senhores” trabalhos, em filmes de muito sucesso de público e crítica: Corra! (2017) e Nós (2019). Peele parece ter achado o filão do “terror social” e se tornando um de seus fortes representantes. Assim, o cineasta garantiu presença como produtor de Spike Lee em Infiltrado na Klan (2018), em Hunters (série com Al Pacino na Amazon), no recente sucesso Lovecraft Country (da HBO) e no vindouro reboot de A Lenda de Candyman, por exemplo.

Do outro lado, Além da Imaginação pode ser considerado um dos programas que serviram para cimentar a Televisão nos lares norte-americanos em seus primórdios, indo ao ar por cinco temporadas, num total de 156 episódios, de 1959 a 1964. Criada e apresentada por Rod Serling, a série tinha como propósito comentar questões sociais relevantes para a época, envelopadas pela fantasia, ficção científica e terror. Mistura efervescente para seu sucesso no terreno do entretenimento. Sua importância histórica é inegável, e até hoje ele é tido como um dos melhores programas de TV de todos os tempos (entre os 25 melhores) na opinião do grande público. Além da Imaginação capturou a atenção de gente como Steven Spielberg (que dirigiu um dos segmentos e produziu um longa em 1983 baseado na série), gerou dois revivals (em 1985 e em 2002) e seu legado foi inclusive tema do último episódio da primeira temporada deste reboot de Peele, no capítulo protagonizado por Zazie Beetz.

Indo ao ar semanalmente, ao longo de dez episódios, a primeira temporada de Além da Imaginação de Jordan Peele fez sua estreia no dia 1º de abril de 2019 – mas não era uma brincadeira. E é esta primeira temporada que iremos comentar aqui. Nos EUA, o programa já ganhou seu segundo ano, tendo estreado recentemente no dia 25 de junho de 2020 com mais dez episódios. Os quais os brasileiros ainda estão ansiando para ver – deverão chegar muito em breve por aqui também. Os primeiros dez episódios estão disponíveis no catálogo da Amazon Prime Video e são simplesmente imperdíveis – atendendo aos fãs do programa clássico, de Jordan Peele, de suspense, terror ou que tenham gosto por séries de antologia em geral. O público mais novo pode aderir por estar acostumado ao feitio devido ao sucesso do já igualmente icônico Black Mirror. Sim, existe similaridade, mas Além da Imaginação é pioneiro e único.

Fora todos os outros atrativos, um dos chamarizes que ajudaram a impulsionar o programa no gosto popular foi a presença de grandes nomes (ou nomes promissores) protagonizando os episódios. Assim, nos clássicos tínhamos gente como William Shatner (numa época pré Star Trek) e Burgess Meredith (pré Batman e Rocky), por exemplo. Pela nova edição desfilam em tela nomes como Seth Rogen, Sanaa Lathan, Taissa Farmiga, Ike Barinholtz, Tracy Morgan, Kumail Nanjiani, Adam Scott, Greg Kinnear, Steven Yeun, Jacob Tremblay, John Cho, Allison Tolman, John Larroquette, DeWanda Wise, Ginnifer Goodwin, Chris O’Dowd, Amy Landecker e a citada Zazie Beetz.

Além da Imaginação sempre foi um programa comportamental, reflexo de seu meio. Era de se esperar que ao ser adquirido por Jordan Peele tais elementos fossem aflorar de forma intensa. Os críticos concordam que as mensagens presentes nestas micro histórias não são muito sutis, porém, funcionam bem ao serem mescladas ao valor de entretenimento. Assim, alguns dos melhores episódios abordam questões como racismo, abuso de autoridade da polícia, masculinidade tóxica, política e governantes despreparados para presidirem uma nação. Mais atual impossível!

Como em qualquer série de antologia também, temos os episódios mais fracos e outros que se tornam marcantes. Alguns, apesar da boa intenção, não atingem todo o seu potencial, como é o caso com Point of Origin, protagonizado por Goodwin, que discute imigração ilegal e bolhas de conforto. “Todos somos imigrantes de algum lugar”, diz Peele em sua narração. Apesar do tema importante, o capítulo sofre com uma narrativa confusa, falta de foco e uma reviravolta que chega antes da conclusão. Em outro episódio, The Blue Scorpion, o assunto é a posse de arma do cidadão comum e a cultura armamentista dos EUA – “enquanto objetos foram mais valorizados que a vida, a tragédia será sempre fabricada por aqui…”, profere Peele sobre o tema. Porém, este episódio também resulta num conto cambaleante.

Na versão de Peele não poderiam faltar as homenagens ao programa clássico. Desta forma, o segundo episódio é logo de cara um dos mais icônicos: Nightmare at 30.000 Feet – presente no seriado clássico e homenageado no filme de Spielberg (até mesmo nos Simpsons a trama já foi parar). Nesta história, um sujeito se recuperando de uma crise nervosa se depara com uma criatura na asa do avião em que está. Na versão de Peele, o monstro dá lugar à paranoia e ao medo do terrorismo, num episódio eficiente estrelado por Adam Scott. No episódio The Wunderkind, com Jacob Tremblay, temos modernizado outro clássico do programa, It’s a Good Life, onde um menino não pode ser contrariado, cercado de adultos em pânico devido a seus poderes sobrenaturais. Novamente, Peele insere uma situação “crível”, sem o uso do fantástico (ou quase) para criticar a falta de experiência e capacidade dos políticos que nos governam.

Um episódio que deve pegar os fãs em cheio é o finale da temporada. The Blurryman, ou o Homem Borrado, protagonizado por Zazie Beetz, é o mais fora da caixinha. A jovem atriz estrela como… uma roteirista do programa Além da Imaginação, vejam só. O episódio é pura metalinguagem, brinca com o gênero, fala de arte versus entretenimento e é repleto de surpresas para os aficionados. Justamente por isso, o quanto menos falarmos sobre ele, melhor. A primeira temporada reserva ainda seres alienígenas, viagens interplanetárias, meteoritos contagiosos, figuras assombradas, espíritos presos em armas, câmeras que rebobinam o tempo, gravadores que narram o futuro e o poder de apagar pessoas da existência. Ou seja, todos os elementos que fizeram Além da Imaginação um programa famoso são respeitados por Jordan Peele e sua abordagem consciente.

Você não pode perder. Essa é nossa dica. Em breve lançaremos um ranking com os episódios da primeira temporada – em nossa ordem de preferência. E, é claro, também falaremos da segunda temporada assim que ela aportar em terras tupiniquins, muito provavelmente na Amazon.

Oscar Anos 80! Os Filmes Vencedores e os Filmes que Deveriam ter Vencido!

O filme que vence o Oscar é realmente o melhor? Bom, segundo os membros da Academia sim, já que a maioria votou nele. Até mesmo no que diz respeito aos indicados existe essa polêmica, muitos não concordam que os nomeados sejam de fato os melhores filmes de seu respectivo ano. Desde que o mundo é mundo a coisa funciona assim. A verdade é que jamais existirá unanimidade, mesmo entre as diferentes tribos, ou seja, entre os cinéfilos, os fãs casuais de cinema e até mesmo aqueles que quase não veem filmes, apenas ouvem falar da mais recente polêmica no “zap”.

É simples resolver essa questão, caso você não concorde com os indicados, crie uma associação junto aos seus amigos e elejam os melhores filmes do ano – e veja se as demais pessoas ao redor irão concordar ou fazer o mesmo que você faz atualmente: reclamar. É difícil agradar a todos e quem almeja isso, termina não agradando ninguém. Tendo dito isso, abaixo traremos uma matéria relembrando com você todos os clássicos vencedores do Oscar da década de 80. Você ainda lembra deles? Mas não apenas isso, pois aqui daremos voz ao nosso mimimi interno também, apresentando quais filmes em nossa opinião deveriam ter vencido, quais resistiram ao teste do tempo ao longo destes 40 anos  ainda mencionados pelos fãs e quais caíram no esquecimento. Confira.

1980

Vencedor: o filme que levou o Oscar em 1981 (dentre as produções lançadas em 1980) foi o dramalhão ‘Gente como a Gente’, dirigido por Robert Redford, baseado no livro de Judith Guest, sobre uma família lidando com a perda de um de seus filhos, cada um à sua maneira. Além do filme, o diretor Redford também ganhou, além do roteiro e do ator coadjuvante para Timothy Hutton.

Quem Deveria ter Vencido: nesse ano disputavam a estatueta, ‘O Homem Elefante’, de David Lynch; ‘Tess – Uma Lição de Vida’, de Roman Polanski; e ‘O Destino Mudou sua Vida’, de Michael Apted. Mas o filme que continua na boca do povo até hoje e que deveria ter vencido naquela noite é ‘Touro Indomável’, do grande Martin Scorsese, longa que rivaliza com ‘Rocky’ pelo título de melhor filme de boxe da história do cinema.

1981

Vencedor: no ano seguinte, o grande vencedor do Oscar foi ‘Carruagens de Fogo’, de Hugh Hudson – filme feel good de esporte sobre a história real de amizade entre dois atletas britânicos, um judeu e outro cristão, superando as diferenças por um bem maior, nas Olimpíadas de 1924. A obra até hoje é lembrada, ao menos por sua trilha sonora composta pelo saudoso Vangelis – que você certamente conhece. Além destes dois prêmios, o filme também levou nas categorias de roteiro original e figurino.

Quem Deveria ter Vencido: os filmes que estavam na disputa eram o drama familiar ‘Num Lago Dourado’, de Mark Rydell; o épico sobre o comunismo ‘Reds’, de Warren Beatty; e o thriller romântico ‘Atlantic City’, de Louis Malle. É difícil falar contra ‘Carruagens de Fogo’, pois é um filme tão positivo e para cima, que realmente eleva o espírito, mas acontece que também disputava o prêmio um certo ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, a primeira aventura de Indiana Jones no cinema, de Steven Spielberg – um dos grandes marcos da sétima arte.

1982

Vencedor: a biografia do líder religioso e político da Índia, Mahatma Gandhi, foi o grande vitorioso do Oscar daquele ano. Uma figura pacífica extremamente querida, ‘Gandhi’ foi considerado um dos grandes pensadores do século XX. O épico de Richard Attenborough ganhou 8 Oscar – além de melhor filme, diretor, ator para Ben Kingsley, roteiro original, fotografia, direção de arte, figurino e edição. Por outro lado, alguns aspectos do filme envelheceram mal, como o uso de maquiagem para escurecer a pele do protagonista – o chamado “brown face”.

Quem Deveria ter Vencido: assim como no item acima, é difícil falar contra ‘Gandhi’, apesar de notarmos deslizes que geralmente acontecem com o revisionismo histórico. Entre os indicados tínhamos o drama/thriller político ‘Desaparecido: Um Grande Mistério’, do grego Costa-Gavras; o drama jurídico ‘O Veredito’, de Sidney Lumet; e até mesmo a comédia divertidíssima ‘Tootsie’, de Sydney Pollack, um dos maiores sucessos de seu respectivo ano. Mas por falar em sucesso, nada se compara a ‘E.T. – O Extraterrestre’, de Steven Spielberg, “o” filme daquele ano.

1983

Vencedor: a maior honraria do cinema daquele ano ficou com o drama familiar ‘Laços de Ternura’, que traz a conturbada relação entre mãe e filha, vividas por Shirley MacLaine e Debra Winger, respectivamente. Dirigido por James L. Brooks, esse foi o filme que colocou o nome do cineasta no mapa (sendo sua primeira obra na direção). Brooks voltaria ao Oscar em ‘Nos Bastidores da Notícia’ e ‘Melhor é Impossível’. O longa levou 5 Oscar – além de melhor filme, diretor, atriz para MacLaine, ator coadjuvante para o monstro Jack Nicholson e roteiro adaptado.

Quem Deveria ter Vencido: este foi um dos anos menos memoráveis da década de 80. ‘Laços de Ternura’ marcou época, mas não é muito mencionado atualmente. Bem, nenhum dos seus concorrentes são também. Os mais famosos aqui são a comédia dramática sobre amizade e amadurecimento ‘O Reencontro’, de Lawrence Kasdan; e o épico sobre a corrida espacial americana ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’, de Philip Kaufman – que muitos na época acreditavam que deveria ter vencido. Já o drama teatral ‘O Fiel Camareiro’, de Peter Yates; e o drama musical ‘A Força do Carinho’, de Bruce Beresford, ficaram totalmente esquecidos.

1984

Vencedor: esta espécie de biografia fictícia e fantasiosa de Mozart, realmente era a opção mais chamativa e pomposa. Dirigido por Milos Forman, ‘Amadeus’ é uma superprodução em todos os sentidos, e mostra Wolfgang Amadeus Mozart como um brilhante bon vivant desvairado, despertando a ira de seu rival Antonio Salieri, que tinha inveja de seu talento. O longa venceu 8 Oscar, incluindo melhor filme, é claro (diretor, roteiro adaptado, maquiagem, som, direção de arte, figurino e ator coadjuvante para F. Murray Abraham).

Quem Deveria ter Vencido: essa é outra edição que acertou o vencedor, afinal os concorrentes não faziam frente para ‘Amadeus’. Os longas que disputavam o prêmio máximo naquele ano foram o drama racial de guerra ‘A História de um Soldado’, de Norman Jewison; o épico ‘Passagem para a Índia’, de David Lean; ‘Os Gritos do Silêncio’, drama sobre a guerra do Camboja, de Roland Joffé; e o drama feminista ‘Um Lugar no Coração’, de Robert Benton.

1985

Vencedor: o épico de quase 3 horas de projeção de Sydney Pollack, ‘Entre Dois Amores’, foi o grande vencedor do Oscar entre os lançamentos de 1985. A história real da socialite dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), que larga sua vida confortável e parte para o Quênia para plantar café, é um dos verdadeiros marcos de Hollywood nos anos 80 – uma produção que emula a era de ouro da maior indústria do cinema. Robert Redford interpreta o homem rústico por quem ela se apaixona. O longa levou 7 Oscar – além de melhor filme, também melhor diretor, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, som e trilha sonora.

Quem Deveria ter Vencido: minha opção é ‘A Cor Púrpura’, de Steven Spielberg, filme que entrou para a história como um dos maiores injustiçados do Oscar. Isso porque foi indicado para 11 Oscar – um dos maiores números – e saiu de mãos abanando, sem vencer um premiozinho sequer. Uma história potente de amor e superação. Outros indicados eram a comédia mafiosa ‘A Honra do Poderoso Prizzi’, de John Huston; o thriller policial ‘A Testemunha’, de Peter Weir; e o drama cult ‘O Beijo da Mulher Aranha’, de Hector Babenco, cujo livro ganhou nova versão nas telonas na forma de um musical. Este foi um dos melhores anos da década, no qual todos os filmes continuam relevantes e comentados.

1986

Vencedor: mais uma vez o Oscar acertou em seu eleito. O grande vitorioso dos filmes de 1986 foi ‘Platoon’, drama de guerra sobre os horrores no conflito do Vietnã, dirigido por Oliver Stone. O diretor usou sua experiência real servindo em tal guerra para compor a obra – e três anos depois lançaria um novo relato do mesmo conflito, com ‘Nascido em 4 de Julho’. Nessa época diversos filmes sobre o tema eram produzidos, mas ‘Platoon’ segue como um dos mais contundentes e premiados. Além de melhor filme, o longa levou também os prêmios de melhor diretor, roteiro original e som.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Platoon’ era realmente o momento daquele ano e é difícil falar contra a sua vitória. Seus concorrentes talvez fossem obras mais mundanas. Fora isso, ‘Platoon’ difere dos demais vencedores ou indicados da década de 80 e ainda é lembrado nos dias de hoje. Seus concorrentes eram o romance entre uma zeladora surda e um professor, ‘Filhos do Silêncio’, de Randa Haines; o épico sobre padres Jesuítas ‘A Missão’, de Roland Joffé; o romance de época ‘Uma Janela para o Amor’, de James Ivory; e a comédia dramática ‘Hannah e suas Irmãs’, um dos filmes mais famosos da carreira de Woody Allen.

1987

Vencedor: o épico ‘O Último Imperador’ foi o grande vencedor do Oscar em sua edição. O filme do italiano Bernardo Bertolucci narra a vida de Pu Yi, o herdeiro de um trono milenar e último imperador da China, antes das mudanças radicais na política do país e a forma com que o povo se relacionava com os governantes. Um filme belíssimo e imponente, com toda a pompa de Oscar. Fora isso foi o recordista de vitórias na década de 80, com 9 prêmios – além de melhor filme, melhor diretor, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, figurino, som, edição e trilha sonora. Ou seja, todos aos quais estava indicado.

Quem Deveria ter Vencido: é impossível falar contra o maior vencedor do Oscar nos anos 80 – ‘O Último Imperador’ é uma experiência única e riquíssima quando falamos em cinema. Mas em matéria de popularidade e resistência ao teste do tempo, o filme ainda comentado daquela edição do Oscar é ‘Atração Fatal’, de Adrian Lyne – o melhor suspense dos anos 80. E o melhor, ainda bastante atual – onde um caso extraconjugal se torna o pesadelo de uma família, graças a uma mente obsessiva. Tivemos também duas comédias, ‘Nos Bastidores da Notícia’, de James L. Brooks, sobre o romance entre jornalistas de um canal de TV; e ‘Feitiço da Lua’, de Norman Jewison, o melhor filme de Cher; e ‘Esperança e Glória’, sobre a Segunda Guerra Mundial vista através dos olhos de um menino britânico, dirigido por John Boorman.

1988

Vencedor: o grande vencedor do Oscar entre os filmes lançados em 1988 foi o drama ‘Rain Man’, de Barry Levinson, estrelado por Tom Cruise e Dustin Hoffman. No filme, Cruise é um jovem egoísta que para conseguir a herança do pai, precisa cuidar de um irmão mais velho autista, papel de Hoffman. Cruise não foi lembrado para uma indicação, mas Hoffman venceu o prêmio de melhor ator. Além destes dois, o longa ainda levou roteiro original e diretor.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Rain Man’ é um bom filme, uma história humana sobre amadurecimento e aceitação das diferenças. Um filme inclusivo. Mas em um aspecto de obras mais poderosas, temos o ainda muito fervoroso ‘Mississippi em Chamas’, um filme que todos deveriam assistir e que está atualmente disponível na Amazon Prime Video. Um filme duro e talvez difícil de se ver, que fala sobre o racismo no sul dos EUA nos anos 1960 – dirigido por Alan Parker. Esse foi um ano onde todos os filmes seguem famosos e relevantes, como ‘Ligações Perigosas’, de Stephen Frears, baseado no romance clássico; e a comédia ‘Uma Secretária de Futuro’, de Mike Nichols, sobre o mundo empresarial da década de 80, o chamado mundo dos yuppies, visto de um ponto de vista feminino. Talvez o menos badalado hoje seja ‘O Turista Acidental’, de Lawrence Kasdan, sobre um homem tentando reconstruir a sua vida.

1989

Vencedor: ‘Conduzindo Miss Daisy’, de Bruce Beresford, foi o grande vencedor do Oscar em sua edição. A proposta é mostrar a história de amizade entre uma idosa branca e seu motorista negro. Na época, o longa encantou plateias, mas através do revisionismo histórico pode vir a ser comparado com ‘Green Book – O Guia’, outro vencedor do Oscar, este mais recente, que se tornou polêmico por ser considerado racista. Tudo bem que as histórias não são exatamente iguais, e que ‘Green Book’ é supostamente baseado em uma história real, a qual modificou em prol da narrativa. ‘Conduzindo Miss Daisy’ levou 4 Oscar, além de melhor filme, melhor atriz (Jessica Tandy), roteiro adaptado e maquiagem.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Conduzindo Miss Daisy’ talvez não desça mais tão redondo hoje, apesar de ainda ter bastante renome, assim como ‘E o Vento Levou’. Mas a verdade é que o filme que deveria ter levado o prêmio, sequer foi indicado. Falo de ‘Faça a Coisa Certa’, de Spike Lee, que trata de racismo de uma forma muito mais urgente, e já atual na época. Dentre os nomeados, temos Oliver Stone voltando ao tema da Guerra do Vietnã em ‘Nascido em 4 de Julho’; Robin Williams saindo da comédia no feel goodSociedade dos Poetas Mortos’, de Peter Weir; a fantasia de esporte de Kevin Costner, ‘Campo dos Sonhos’, de Phil Alden Robinson; e o drama baseado em uma história real ‘Meu Pé Esquerdo’, de Jim Sheridan, com o fenômeno Daniel Day-Lewis.

‘A Maldição da Residência Hill’: Netflix divulga vídeo com os INCRÍVEIS efeitos práticos da série

A Netflix um novo vídeo da série ‘A Maldição da Residência Hill‘, focando em seus incríveis efeitos práticos.

Confira:

Recentemente, Mike Flanagan declarou que, caso a Netflix renove a produção para a segunda temporada, a narrativa será completamente diferente.

Em entrevista à revista EW, ele afirmou:

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

‘Batwoman’: Moto da heroína é destaque em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

‘Stranger Things’: Produção da 4ª temporada é suspensa por causa do coronavirus

De acordo com o Deadline, a produção da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ foi suspensa por causa da pandemia do coronavirus.

O site afirma que diversas séries e filmes irão pausar sua produção nas próximas duas semanas, começando a partir do dia 16 de março. A medida é uma precaução em conformidade com as proibições de grandes reuniões, viagens e outras restrições pelas autoridades dos EUA e do exterior.


O próximo ciclo deve estrear apenas em 2021, e contará com 9 episódios.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Mortal Kombat 11’: Rambo e T-800 se enfrentam em novos vídeos BRUTAIS do jogo; Confira!

Programado para ser lançado amanhã (17), o aguardado Pacote de Kombate 2 do jogo ‘Mortal Kombat 11 Ultimate‘ ganhou dois novos vídeos brutais, com o Rambo e o T-800, duas figuras lendárias dos cinemas, se enfrentando em um embate até a morte.

Confira:

O jogo estará disponível mundialmente para PlayStation 5, PlayStation 4, PlayStation 4 Pro, Xbox Series X/S, Xbox One consoles, Nintendo Switch, PC e Stadia.

Vale lembrar que o jogo ganhará uma nova adaptação nas telonas!

Inicialmente previsto para janeiro de 2021, o aguardado reboot de ‘Mortal Kombat‘ foi adiado por tempo indeterminado por causa da pandemia de coronavírus. Através do seu Twitter, o produtor Todd Garner revelou novas informações sobre o lançamento da produção.

“Nós não teremos uma data de estreia até que os cinemas sejam reabertos. O mesmo acontecerá com o lançamento do trailer.”

O produtor também confirmou que o longa passará por algumas filmagens adicionais, que deveriam ter acontecido em março.

O reboot será dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan.

Greg Russo é o responsável pelo roteiro da nova versão.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

A trilha sonora ficará por conta de Benjamin Wallfisch (‘It: Capítulo 2‘).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Sobrevivente de serial killer deve confrontar o passado no trailer de ‘The Girl Who Got Away’; Assista!

O terror ‘The Girl Who Got Away‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Michael Morrissey é responsável pela direção.

“Masena, Nova York. É 1998, e uma década de terror chega ao fim com a captura de Elizabeth Caulfield, uma serial killer que sequestrava e assassinava jovens garotas que ela fingia serem suas filhas. Ela matou todas, menos uma.”

“Christina Bowden vive uma existência solitária e despretensiosa até Caulfield escapar da prisão. Sob nova investigação, as histórias do passado de Christina parecem a se desvendar. Há bem e mal em todos, mas conforme as mentiras são desenterradas, Christina precisa escolher um lado antes que a escuridão de seus segredos a engula por completo.”

O elenco conta com Audrey Grace MarshallAnni KruegerChukwudi IwujiGeoffrey CantorNed Van Zandt.

O terror será lançado em VOD no dia 20 de agosto.

‘Snowfall’ é renovada para a 6ª e ÚLTIMA temporada

O canal FX renovou oficialmente a série ‘Snowfall‘ para a 6ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.

“Não poderíamos imaginar contar essa história em nenhum outro lugar além do FX,” afirmou o produtor Damson Idris em declaração oficial. “Tenho muito orgulho da história que criamos, especialmente o impacto que ‘Snowfall’ teve na cultura popular. É muito raro as séries chegarem na sexta temporada e dizer adeus ao Franklin Saint será devastador, mas a família e as amizades que eu fiz nessa jornada durarão para sempre. Eu sei que John Singleton está olhando para nós, sorrindo e orgulhoso.”

Vale lembrar que o último episódio da 5ª temporada irá ao ar no dia 20 de abril.

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

Ambientado no verão de 1986, Franklin Saint (Damson Idris) e sua família estão ricos para além do que podiam imaginar, prestes a ter tudo o que sempre quiseram… Até que o chão começa a se desmantelar. A inesperada e trágica morte da lenda do basquete Len Bias coloca a epidemia de cocaína na primeira página dos jornais, tornando-se alvo de legisladores tanto Democratas quanto Republicanos. A justiça está em guerra e a militarização da Polícia de Los Angeles continua, à medida que os oficiais e os políticos decidem que a única forma de lidar com essa escória crescente é através da força. As ruas de Los Angeles nunca estiveram tão perigosas, conforme a família Saint enfrenta a polícia, as gangues locais e a CIA.

O elenco também conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus Henderson, Carter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

‘Pantera Negra 2’: Diretor confirma que [SPOILER] estava presente em TODAS as versões da sequência

Em entrevista ao The New York Times, o diretor Ryan Coogler confirmou a personagem Valentine Allegra De Fontaine (Julia Louis-Dreyfus) esteve presente em todas as versões da sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

“Eles sempre fizeram parte da história, mas originalmente a Val seria mais ativa. Seria basicamente um conflito entre três potenciais: Wakanda, EUA e Talokan. Ninguém me pediu para eu colocar isso no filme. De fato, na versão final, tivemos que diminuir a participação da Val para ter mais espaço para lidar com a morte do T’Challa.”

Ele completa, “As pessoas acham que tivemos que colocar a personagem na história porque ela já havia aparecido em ‘Viúva Negra’ e ‘Falcão e o Soldado Invernal’, mas ela fazia parte da nossa história desde o começo.”

Anteriormente, o cineasta também havia confirmado que Namor (Tenoch Huerta) sempre foi pensado como o vilão de ‘Wakanda para Sempre‘.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Five Nights at Freddy’s’ pode ganhar versão para MAIORES? Diretora responde!

Em entrevista à Forbes, a diretora Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) descartou a possibilidade da adaptação ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ ganhar uma versão para maiores.

A cineasta revelou que a produção traz um tom perfeito para a narrativa, e não sente vontade de alterar esse equilíbrio com cenas mais violentas.

“Sabíamos que alguns fãs dos jogos queriam que esta adaptação fosse para maiores. Por um lado, nós queríamos introduzir este filme para uma nova geração e sabíamos que a produção teria que ter uma baixa classificação etária. Por outro, nós realmente queríamos incluir elementos sombrios à adaptação para a parte do público que queria algo mais violento. Obviamente há elementos sinistros na mitologia [da franquia], mas em relação às mortes, tudo depende da execução. Nós queríamos garantir um equilíbrio ideal e fazer coisas criativas para insinuar o que está acontecendo na tela.”

Ele completa, “Acredito que esta adaptação não ganhará uma versão para maiores. Ficamos muito satisfeitos com o tom da produção; foi a escolha certa para este filme em particular.”

A produção deve fazer sucesso em sua estreia nos cinemas norte-americanos. Apesar da produção estrear simultaneamente no serviço de streaming do Peacock, o longa deve arrecadar sólidos US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O filme também deve se tornar a segunda melhor estreia do outono norte-americano em 2023, atrás apenas do filme-concerto ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘ (US$92.8M).

Vale destacar que o terror já arrecadou US$ 20 milhões apenas em pré-vendas, com alguns analistas estimando uma estreia de até US$ 85 milhões durante o primeiro final de semana. No entanto, o lançamento simultâneo em streaming pode acabar diminuindo o retorno do longa – apresentando um resultado semelhante ao desempenho de ‘Halloween Ends‘ (US$40M).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) fica responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

Tubarão ataca em novo clipe do terror ‘The Last Breath’; Confira!

O terror ‘The Last Breath‘, que trará tubarões assassinos atacando nos destroços de um navio da 2ª Guerra Mundial, ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer legendado:

O terror será lançado em VOD no dia 26 de julho.

last breath art

Joachim Hedén (‘Além das Profundezas’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Saltrese (‘Tubarão: Presas Humanas’).

Cinco amigos decidem mergulhar nos destroços de um recém-descoberto navio da 2ª Guerra Mundial, mas acabam cercados por mortais e famintos tubarões brancos.

O elenco contará com Jack ParrKim Spearman, Alexander Arnold, Erin Mullen, Arlo Carter e Julian Sands.

Busca pela beleza é DOLOROSA no novo clipe do terror focado na irmã malvada da Cinderela; Confira!

O terror ‘The Ugly Stepsister‘ (A Meia-Irmã Feia, em tradução literal), focado na irmã malvada da Cinderela, ganhou um novo clipe – destacando um processo brutal pela busca da beleza.

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Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de abril.