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Você sabia que o Quarteto Fantástico iria Aparecer em ‘Deadpool 2’ (2018)? Conheça a Versão ALTERNATIVA Não Lançada do Filme

Deadpool e Wolverine’ arrecadou US 1.34 bilhão mundialmente, e foi um sucesso!

Voltando seis anos no passado, você sabia que os planos para a primeira sequência de ‘Deadpool’ envolviam o Quarteto Fantástico na trama e uma história diferente? Pois bem, aqui nesta nova matéria iremos conhecer a versão alternativa de ‘Deadpool 2’ nunca lançada. Confira abaixo.

quarteto cinepop
A primeira versão do roteiro para ‘Deadpool 2’ continha a participação do ‘Quarteto Fantástico’ de 2015.

Após o sucesso de ‘Deadpool’ (2016), ou devemos dizer fenômeno, que com o orçamento de US$58 milhões conseguiu uma bilheteria mundial de US$782 milhões, é claro que os executivos da 20th Century Fox e os produtores do filme correram para dar sinal verde para uma continuação, cuja ordem era estar nos cinemas exatos dois anos depois. Curiosamente, foi graças a ‘Blade Trinity’ (2004), no qual Ryan Reynolds interpreta o tagarela Hannibal King, que os produtores começaram a pensar no ator como Deadpool e a ideia então foi amadurecendo. Incialmente, os planos eram para um filme solo de Deadpool na New Line, que depois foi transportado para a Fox, então retentora do universo mutante nas telonas.

Como nada no mundo vem fácil, antes que pudesse estrelar o filme solo do mercenário de roupa vermelha, a Fox exigiu a aparição do personagem no derivado ‘X-Men Origens: Wolverine’ (2009). O problema é que mudanças radicais foram feitas na personalidade e caracterização do anti-herói, deixando Ryan Reynolds reticente (para dizer no mínimo) em estrear no papel desta forma. Porém, com um estúdio não se brinca e nessa medição de forças a corda sempre arrebenta no lado mais fraco. A Fox deu um ultimato para Reynolds: se ele quisesse ser Deadpool, precisaria aparecer dessa forma primeiro para depois ganhar seu filme solo – caso contrário outro ator ficaria com o papel. Sem muita escolha, Reynolds topou.

deadpool wolverine cinepop
O primeiro confronto entre Deadpool e Wolverine nas telonas foi no malfadado ‘X-Men Origens’, de 2009, onde o mercenário foi completamente descaracterizado.

A Fox ao menos cumpriu sua parte do acordo e começou a desenvolver um projeto solo para Deadpool – que iria ignorar os eventos de ‘Origens Wolverine’. Inclusive nessa época, Tim Miller foi adicionada à equipe como o diretor, além dos verdadeiros nomes por trás da franquia, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick. Porém, eis que nesse jogo de espera entre as produções, Ryan Reynolds decidiu estrelar ‘Lanterna Verde’ para a rival Warner / DC em 2011. Como sabemos, o resultado do filme se mostrou um fracasso. Isso, na época, demonstrou entre outras coisas que o ator não era um nome lucrativo na indústria, deixando os produtores da Fox com medo de bancar um novo longa do gênero para ele.

Curiosamente, o que salvou o projeto foi um vídeo que está fazendo 10 anos em 2024. O diretor Tim Miller continuou insistindo para que o filme solo de ‘Deadpool’ fosse feito, e conseguiu convencer os executivos da Fox a fazer um vídeo teste para que pegassem a vibe do que seria o filme. O vídeo-teste não chegou a convencê-los e o projeto parecia morto. Foi então que o vídeo vazou online (ou foi vazado), no dia 27 de julho de 2014 – mostrando já naquela época o poder viral da internet. Os fãs foram à loucura, com o vídeo recebendo uma resposta extremamente positiva. Assim, os produtores não tiveram opção a não ser realizar o longa. Toda essa introdução de “flashback”, como nos filmes do mercenário, para chegarmos ao assunto da matéria.

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O vídeo-teste foi o que salvou o projeto de ‘Deadpool’ do cancelamento e está fazendo 10 anos que foi vazado online.

Toda a equipe do filme original voltaria para ‘Deadpool 2’, o que incluía até mesmo o diretor Tim Miller. Porém, logo de cara Miller e Ryan Reynolds começaram a não ver o projeto da mesma forma e não conseguiam harmonizar suas visões para a continuação. Por exemplo, levando em conta que o primeiro ‘Deadpool’ é considerado um filme de romance disfarçado de super-herói, Tim Miller desejava dar continuidade na relação do anti-herói com Vanessa (papel da carioca Morena Baccarin). Miller inclusive desejava que a personagem finalmente ficasse idêntica na forma física (com visual esbranquiçado) à sua contraparte nos quadrinhos, também desenvolvendo os poderes da Copycat, uma metamorfa como a Mística dos X-Men.

Outra grande diferença seria a aparição do Quarteto Fantástico no filme, que Tim Miller e a Fox orquestravam. O estúdio desejava seu próprio universo compartilhado – assim como no MCU – que teria os X-Men, o Quarteto Fantástico e Deadpool. Uma foto, no estilo Dark Universe, inclusive foi divulgada e fez sucesso online, demonstrando o desejo do estúdio. A imagem reunia 14 astros de Hollywood: Hugh Jackman, Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy, Nicholas Hoult, Oscar Issac, Evan Peters e Olivia Munn (dos X-Men); Miles Teller, Michael B. Jordan, Kate Mara e Jamie Bell (Quarteto Fantástico); Ryan Reynolds (Deadpool) e inclusive Channing Tatum como Gambit, que também tinha planos para um filme solo.

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A icônica foto representando os planos do universo compartilhado da Fox para X-Men, Quarteto Fantástico e Deadpool – que nunca chegou a acontecer.

Segundo reza a lenda, na versão de Tim Miller o Quarteto Fantástico do filme de 2015 iria aparecer na cena da audição para a X-Force em ‘Deadpool 2’. Antes disso, Chris Evans também teria uma participação especial, não como Capitão América, mas como o Tocha Humana dos filmes dos anos 2000. O elenco de 2015 usaria novos uniformes, e no fim do filme, veríamos uma luta entre o Coisa e Juggernaut, ao invés da luta que de fato ganhamos entre Colossus e Juggernaut. Porém, a vida interferindo na arte fez de ‘Quarteto Fantástico’ um fracasso retumbante em 2015 e os planos para o universo compartilhado da Fox foram por água abaixo – com os atores do filme sendo inclusive substituídos na foto pelo elenco do primeiro Deadpool.

Um dos pontos de maior atrito entre Tim Miller e Ryan Reynolds foi quanto a escalação do anti-herói cibernético Cable. O viajante do tempo, aliás, era pensado para fazer parte do elenco do primeiro Deadpool, mas no fim das contas todos concordaram que o protagonista antes precisava se estabelecer por conta própria. Assim, na hora de escolher o intérprete, a discordância entre diretor e astro se tornou insustentável. Quem quase ficou com o papel foi Michael Shannon, que havia interpretado o General Zod de ‘O Homem de Aço’ cinco anos antes. Outro que chegou a fazer teste para o personagem foi David Harbour (que agora está no MCU como o Guardião Vermelho). Rumores dizem, inclusive, que Brad Pitt queria muito o papel de Cable, mas teve que se retirar da corrida por motivo de agenda. Até mesmo o grandalhão Dolph Lundgren (citado na cena pós-crédito do filme original como possível intérprete de Cable) gostou da brincadeira e postou uma foto de uma arte como o personagem.

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Muitos queriam os papeis de Cable e Domino, mas no fim Josh Brolin e Zazie Beetz deram forma aos personagens.

No fim das contas, Josh Brolin, uma escolha de Ryan Reynolds, terminou sendo eleito. Domino, a mutante sortuda, que também tem papel crucial no filme, foi outra que causou divergência na escolha. Tim Miller desejava uma personificação mais fiel aos quadrinhos. A opção de mudar a etnia da personagem causou certa polêmica na época – mas ao ver o filme percebemos que Zazie Beetz rouba todas as suas cenas e não conseguimos imaginar mais ninguém no papel.

Como sabemos, Tim Miller terminou deixando a produção da sequência por motivo da escalada de divergências com o astro Ryan Reynolds. É dito que a personalidade difícil do diretor o fez colidir com James Cameron nos bastidores de ‘O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio’ também. Talvez por isso Miller não tenha dirigido nenhum filme desde então. Quanto a ‘Deadpool 2’, o filme terminaria ganhando forma sob o comando de David Leitch (‘Atômica’ e ‘Trem-Bala’), e se tornando um digno herdeiro do original.

‘Brooklyn Nine-Nine’: 6ª temporada ganha novo teaser; Assista!

A NBC divulgou um novo teaser da 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘.

Assista:

Recentemente, foi anunciado que Chelsea Peretti não fará mais parte do elenco regular da série. Mas, para amenizar a tristeza dos fãs, sua personagem retornará para uma despedida digna.

Depois de ter sido cancelada pela FOX, a série foi resgatada pela NBC.

A 6ª temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ terá 18 episódios, e estreará em 2019.

‘La Casa de Papel’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘La Casa de Papel‘ para a 4ª temporada (ou parte).

Os novos episódios já foram filmados, mas ainda não há previsão para o lançamento.

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

Na terceira parte, “O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.”

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 19 de julho.

‘Vis a Vis: El Oasis’: Spin-off ganha cartaz e data de estreia

O spin-off ‘Vis a Vis: El Oasis‘ ganhou data de estreia. O derivado irá estrear no dia 20 de abril, na Fox Espanha.

Além disso, um novo cartaz foi divulgado. Confira:

A série derivada contará com oito episódios.

A trama irá acompanhar o último golpe da Zulema (Nawja Nimri) e da Maca (Maggie Civantos): o roubo da tiara de diamante de uma filha (Alma Itzel) de um importante narcotraficante mexicano (David Ostrosky) durante seu casamento. Mas, elas não farão isso sozinhas; para realizar o assalto perfeito, elas terão a ajuda de sua parceira de prisão Goya (Itziar Castro). Além delas, se juntarão mais três ladras: Monica, a enteada do narco (Lisi Linder), Triana, a hacker do grupo (Claudia Rivera) e La Flaca (Isabel Naveira). Todos elas formarão o time dos sonhos perfeito para conseguir o aguardado roubo.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

Versão estendida do filme baseado na franquia ‘Sexta-Feira 13’ é lançada; Confira!

Para celebrar a sexta-feira 13, a produtora Womp Stomp Films divulgou uma versão estendida do filme amador ‘Never Hike Alone‘, intitulada ‘Never Hike Alone: The Ghost Cut‘.

Com 82 minutos de duração, a produção traz os segmentos ‘Disappear‘, ‘Never Hike in the Snow‘ e ‘Never Hike Alone‘, editados em uma timeline coesiva.

Além disso, a nova edição também traz cenas inéditas.

Confira na íntegra:

A sequência ‘Never Hike in the Snow‘ foi lançada recentemente, mostrando o icônico Jason Voorhees atacando pela primeira vez na neve.

Confira separadamente:

Vincente DiSanti é responsável pela direção.

A sequência se passará três meses após os eventos do primeiro filme e seguirá o estranho desaparecimento de Mark Hill, um morador de Crystal Lake que foi caminhar no inverno e nunca mais voltou para casa. Enquanto o xerife Rick Cologne (Vinny Guastaferro) e o policial Allen Mabry (Bryan Forrest) procuram por respostas, Tommy Jarvis (Thom Mathews) acredita que o seu velho inimigo Jason Voorhees é o responsável. Será que Diana (Anna Campbell) verá seu filho novamente ou ele se tornará outra vítima perdida do amaldiçoado acampamento?

Além disso, a saga deve ganhar três novas sequências: ‘Never Hike Alone II: Never Hike Again‘, ‘Never Hike Alone III: Jason Takes Crystal Lake‘ e ‘Never Hike Alone IV: The Final Hike‘.

‘Chapelwaite’: Vampiros atacam em novo trailer para MAIORES da série; Assista!

O EPIX divulgou o novo trailer, restringido para maiores de idade, da série ‘Chapelwaite‘, baseada no conto Jerusalem’s Lot – que serve de pré-sequência ao livro ‘A Hora do Vampiro‘, de Stephen King.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 22 de agosto.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrela como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpreta uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi são os showrunners.

O conto Jerusalem’s Lot foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de pré-sequência da clássica obra vampiresca.

Não Se Preocupe, Querida

(Don’t Worry Darling)

 

Elenco:

Florence Pugh

Harry Styles

Chris Pine

KiKi Layne

Gemma Chan

 

Direção: Olivia Wilde

Gênero: Suspense

Duração: 123 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: R$ 30 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Uma dona de casa dos anos 1950, que mora com o marido em uma comunidade experimental utópica, começa a se preocupar com a possibilidade de sua empresa estar escondendo segredos perturbadores.

Crítica: 

Crítica | Florence Pugh entrega uma performance impecável no suspense ‘Não Se Preocupe, Querida’

Curiosidades: 

» Shane e Carey Van Dyke (‘The Silence’) escreveram o roteiro original, que foi reescrito por Katie Silberman;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Pânico na Floresta | Do Pior ao MELHOR filme da franquia de Terror

Após sete filmes com mutantes canibais atacando pessoas que pegaram o caminho errado na floresta, a franquia ‘Pânico na Floresta‘ finalmente ganhou um reboot, que acaba escolhendo seguir por uma rota completamente diferente.

Apesar de ter se tornado uma franquia muito popular, temos que admitir que a maior parte das sequências são terríveis. E aonde exatamente o reboot se classificaria no ranking geral da saga?

Confira na nossa lista abaixo:

7. PÂNICO NA FLORESTA 6

Apesar das sequências anteriores não serem particularmente boas, esse sexto capítulo da franquia consegue ser ainda pior. Apesar da direção do cineasta Valeri Milev ser bem mais competente do que a do Declan O’Brien, que havia comandado os três filmes anteriores, nada consegue salvar a produção de um roteiro extremamente ridículo que ainda tenta se levar a sério. Consistência nunca foi o forte da franquia, mas quando um filme de mutantes canibais introduz um plot absurdo sobre um culto sexual (oi?), você sabe que não tem como piorar.

6. PÂNICO NA FLORESTA 5

Apesar de entregar algumas cenas divertidas de autoparódia, a piada perde a graça muito rápido. A trama rasa reconta mais uma vez a origem dos mutantes, apresentando diversos elementos que não fazem o menor sentido. Ao invés da “floresta”, que aqui parece um bosque ralo de fundo de quintal, a ação se passa em uma cidade pequena (filmada em um estúdio mais artificial do que a vila do Chaves). Tirando a cômica sequência de abertura, não há nada de interessante nessa sequência além de mortes extremamente brutais.

5. PÂNICO NA FLORESTA 3

Lançado no Brasil direto em vídeo com o título ‘Floresta do Mal – Caminho da Morte‘, o terceiro filme da franquia sofre com o abuso de CGI mal feito. Além disso, o longa traz pouquíssimos mutantes assassinos, o que limita a dinâmica e o desenvolvimento do filme. Em uma história que a maioria dos personagens são presidiários, o roteiro perde a oportunidade de fazê-los bater de frente com os canibais. Ao invés disso, eles são massacrados como qualquer outro grupo de jovens despreparados típicos da saga.

4. PÂNICO NA FLORESTA 4

Qual é a origem dos mutantes canibais? Eis algo que ninguém estava interessado em saber, mas o diretor e roteirista Declan O’Brien achou que seria uma ótima ideia responder. Apesar de seguir todos os clichês do gênero à risca e não apresentar absolutamente nada de novo, o diretor mostra um pouco de evolução ao recorrer a efeitos práticos com mais frequência (mas, fiquem tranquilos, o CGI amador ainda marca presença). Além disso, a mudança de cenário também foi interessante, ajudando essa sequência a ter mais personalidade.

3. PÂNICO NA FLORESTA: A FUNDAÇÃO

Depois da bomba que foi o sexto capítulo, a franquia tinha chegado no fundo do poço. A única solução seria recorrer a uma reboot oficial para manter a saga viva. Porém, se vocês estiverem esperando o retorno dos mutantes canibais, irão se decepcionar bastante. ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘ se desassocia completamente da franquia original, apresentando uma nova história. A proposta até que é interessante, mas o resultado final é irregular. O roteiro tenta ser esperto ao subverter nossas expectativas, mas recorre a situações absurdas com frequência (tronco com poderes de Lince Negra que consegue atravessar outras árvores para alcançar seu alvo, personagens que somem e aparecem conforme a necessidade do enredo, entre outros absurdos). ‘A Fundação‘ é um filme mediano que, apesar de ser melhor do que a maioria das sequências originais, infelizmente teve muito potencial desperdiçado.

2. PÂNICO NA FLORESTA 2

Apesar de ter ganhado popularidade com o passar dos anos, o primeiro ‘Pânico na Floresta‘ teve um desempenho extremamente morno nas bilheterias. Com um orçamento de US$ 12 milhões, o longa original arrecadou apenas US$ 28.6 milhões mundialmente. É por este motivo que esse segundo filme foi lançado direto em vídeo, mas a continuação surpreendeu as expectativas de todos ao se revelar um terror extremamente sangrento e divertido. Apesar de trazer um tom mais descontraído que o filme original, a produção também aumenta os níveis de gore e entrega algumas mortes particularmente brutais. Esse longa marca a estreia diretorial de Joe Lynch, que além de estar seguro em sua função, também se mostra um grande conhecedor do gênero, o que se reflete em sua homenagem à cena do jantar do clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ durante o terceiro ato.

1. PÂNICO NA FLORESTA

Antes de cultos sexuais, prisões, lendas e hospitais psiquiátricos, havia apenas um trio de mutantes canibais caçando andarilhos desavisados em uma floresta. A premissa de ‘Pânico na Floresta‘ é simples, mas eficiente. O roteiro usa de forma inteligente os clichês do gênero e a brutalidade da produção se destaca em uma época pré-‘Jogos Mortais‘ e ‘O Albergue‘. Além disso, a sempre ótima Eliza Dushku, recém-saída de ‘Buffy: A Caça-Vampiros‘, está incrível como a final girl do longa.

Confira o novo trailer DUBLADO de ‘Wonka’, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Wonka‘, filme estrelado por Timothée Chalamet que explora as origens do icônico chocolateiro Willy Wonka, assim como sua Fantástica Fábrica de Chocolate.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de dezembro.

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

Confira o trailer de ‘Fallen’, adaptação do aclamado romance teen

A série ‘Fallen‘, baseada no aclamado romance teen escrito por Lauren Kate, ganhou o primeiro trailer.

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O projeto está sendo produzido pela Globo Play em parceria com as produtoras Silver Reel e Night Train Media.

O elenco contará com Jessica Alexander (‘Get Even’), Gijs Blom (‘Carta ao Rei’), Timothy Innes (‘The Last Kingdom’), Alexander Siddig (‘Shantaram’) e Sarah Niles (‘Ted Lasso’).

Alexander, Blom, Innes, Siddig e Niles

A trama acompanha Luce (Alexander), uma jovem que é enviada para uma clínica de reabilitação chamada Sword & Cross para cumprir pena após um crime que ela não se lembra de ter cometido.

Entre os outros pacientes, ela encontra o enigmático Daniel (Blom) e o irritante mas irresistível Cam (Innes), todos sob o olhar atento do sinistro médico-chefe Howson (Siddig) e das devotas irmãs gêmeas Miriam e Sophia (Niles).

Durante sua estada, Luce deve desvendar o mistério de quem ela é e por que ela tem uma conexão com Daniel que vai muito além de seu tempo na instituição.

Outros membros do elenco incluem Josefine Koenig, Esme Kingdom, Maura Bird, Lawrence Walker, Indeyarna Donaldson-Holness, Samantha Bell, Julian Krenn, Laura Majid e Courtney Chen.

Escrita por Rachel Paterson (‘Domina’) e Roland Moore (‘Humans’), que também são co-produtores executivos, a atração será dirigida por Matt Hastings (‘The Handmaid’s Tale’).

A supervisão fica a cargo da criadora Claudia Bluemhuber, que também assume a função de produtora, junto com Hastings e Herbert L. Kloiber.

Através de um comunicado, Kloiber comemorou a novidade e adiantou que a adaptação tem previsão de estreia para o ano que vem, ainda sem data específica.

“Estamos muito empolgados por ter completado o elenco de ‘Fallen‘ com um talento internacional de primeira linha, juntando-se a uma equipe de produção de primeira classe, baseada em grandes franquias. Estamos cumprindo todas as promessas do amado livro e estamos entusiasmados por trazer esta série para as telas no próximo ano.”

Teresa Penna, diretora da Globoplay, acrescentou:

“Juntamente com nossos originais produzidos localmente, as co-produções internacionais são uma parte fundamental da estratégia de conteúdo da Globoplay para os próximos anos e acreditamos fortemente que ‘Fallen’ será um grande sucesso no Brasil, dado o amor as histórias são universais e sabemos que nosso público gosta muito de dramas românticos sobrenaturais.”

Bluemhuber também se pronunciou, dizendo:

“Nos últimos 13 anos, a Silver Reel trouxe conteúdo inspirador, divertido e pioneiro para as telonas. Com ‘Fallen’, continuamos essa jornada de narrativa elevada e dirigida por mulheres agora para a televisão. Esta é uma história de amor épica sobre uma jovem descobrindo sua verdadeira força. Tendo adaptado esta série há anos, estamos incrivelmente empolgados em trazê-la à vida com uma equipe excepcionalmente talentosa.”

Por fim, Hastings disse:

“Inspirado nos romances best-sellers de Lauren Kate, esta é a oportunidade perfeita para alcançar o novo público adulto com personagens diversos e atraentes e uma jornada de herói incomum dentro do gênero da fantasia. Como fã do gênero ao longo da vida, sinto-me extremamente afortunado por produzir e dirigir esta série convincente, fundamentado e que tem um grande potencial.”

Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para o cinema em 2016.

No entanto, esta versão se tornou um fracasso de crítica e público, recebendo apenas 7% de aprovação dos críticos e acumulando apenas US$ 41,2 milhões, a partir de um orçamento de US$ 40 milhões.

Infectados atacam nas imagens do próximo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us’; Confira!

A HBO divulgou as imagens oficiais do segundo episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘, que irá ao ar no dia 20 de abril.

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Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Novo SUSPENSE de vingança com Glen Powell ganha data de estreia no Brasil; Confira o trailer!

A Diamond Films finalmente anunciou quando o suspense ‘Manual Prático da Vingança Lucrativa‘ (How to Make a Killing) será lançado no Brasil.

Estrelado por Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

Na trama, o herdeiro de uma fortuna multibilionária não irá parar por nada até ter o que ele merece… ou o que ele pensa que merece.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ed Harris (‘Westworld’) e Margaret Qualley (‘A Substância’) também estrelam a produção.

John Patton Ford (‘Emily, A Criminosa’) será responsável pela direção e roteiro.

O roteiro foi inspirado pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949.

Elenco de ‘O Poderoso Chefão’ se reunirá para reexibição especial do clássico

Francis Ford Coppola e o incrível elenco de ‘O Poderoso Chefão’ farão uma reunião durante o Festival de Cinema de Tribecca, para a exibição das duas primeiras obras de uma das trilogias mais emblemáticas que existe.

Ao lado de Al Pacino, Robert Ne Niro, James Caan, Robert Duvall, Diane Keaton e Talia Shire, o cineasta apresentará a atração, que marca também a comemoração dos 45 anos desde o lançamento de ‘O Poderoso Chefão’ em 1972.

O evento acontece no dia 29 de abril, fechando o sábado do festival.

A exibição dos clássicos marca também o final de uma série de retrospectivas cinematográficas que incluem sessões de ‘Aladdin’, bem como ‘Cães de Aluguel’, ambos em alusão ao seu 25º aniversário.

Esta última exibição também contará com uma espécie de mesa redonda com Quentin Tarantino e seu respectivo elenco. O ciclo de reproduções também terá o documentário ‘Tiros em Columbine’, que completa 15 anos, e trará o documentarista Michael Moore para responder perguntas a respeito do trabalho desenvolvido e o fatídico crime apresentado no longa.

Lançado em 1972, ‘O Poderoso Chefão‘ é um dos mais icônicos longas na história do cinema mundial. E além da aclamação da crítica, o longa ganhou 3 Oscars, Melhor Filme, Ator – para Marlon Brando e Roteiro Adaptado.

Confira prévia e fotos do novo clipe de Jay-z dirigido por Ava DuVernay

O novo clipe de Jay-Z, Family Feud, tem chamado muita atenção pelo teor revelador da letra e pela participação de inúmeras personalidades de Hollywood, como Michael B. Jordan, BeyoncéJessica Chastain, Thandie NewtonBrie Larson, Janet Mock, Niecy Nash, Mindy Kaling, Rosario Dawson, Susan Kelechi Watson, Rashida Jones, David Oyelowo, entre outros.

O material, dirigido pela cineasta indicada ao Oscar, Ava DuVernay, já está disponível na plataforma do rapper, Tidal,  e ganhou uma nova prévia divulgada no Youtube.

Vale ressaltar que apenas usuários do serviço musical de streaming podem conferir o clipe na íntegra por enquanto.

Confira o teaser, com as fotos:

‘Os Defensores’: 1ª temporada foi lenta demais, admite Charlie Cox

O astro Charlie Cox, intérprete do herói Demolidor, admitiu que a primeira temporada da série ‘Os Defensores‘ foi lenta demais.

Em uma entrevista ao Metro, o ator compartilhou também o quanto gostou de ter feito a produção, explicando o que pode ter deixado o ritmo da série um pouco mais lento.

Segundo ele:

“Eu fiquei encantado por ver como esses quatro heróis tão únicos acabaram se juntando e trabalhando lado a lado. Mas acho que a questão é que a temporada ficou lenta demais e creio que isso aconteceu pois houve uma ênfase em arrumar todas as coisas – naturalmente – e pode ser que eles tenham ficado sem tempo suficiente para focar mesmo na formação do grupo em si”.

 

Em entrevista ao EW, o chefão da Marvel TV, Jeph Loeb, falou sobre uma possível segunda temporada de ‘Os Defensores‘, indicando que o novo ano pode trazer novos personagens.

“Tudo o que eu disse é que não há planos atualmente [para fazer mais]. Não quer dizer que não vai acontecer. E não quer dizer que precisa ter os mesmos personagens que a primeira temporada de ‘Os Defensores’. Há muitos Vingadores, e com certeza há muitos outros Defensores. Em nenhum momento nos os referenciamos como ‘Os Defensores’ – eles não usavam um “D” no cinto e não tinham um prédio com o título. Eles eram apenas quatro heróis que se juntaram para um objetivo particular.”

Os Defensores‘ foi assistido por apenas 17% de toda a audiência da Netflix no período de 30 dias.

A Variety citou ainda que no comparativo semana a semana, a série caiu de 77%, para 67%, em seguida 48% e finalizou com 41%.

Com 80% de aprovação, ‘Os Defensores’ fica abaixo de ‘Demolidor’ e ‘Jessica Jones’ 

‘For All Mankind’: Joel Kinnaman é um astronauta em nova imagem da série da Apple TV+

A Apple vai se aventurar no espaço em uma de suas primeiras séries produzidas pelo seu novo serviço de streaming, Apple TV+. E a produção, intitulada ‘For All Mankind‘, ganhou uma nova imagem, que traz Joel Kinnaman em destaque.

Confira:



Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

For All Mankind‘ estreia no dia 01 de novembro de 2019.

‘Tomates Verdes Fritos’: Comédia dramática vai ganhar séria sequência

A aclamada comédia dramática ‘Tomates Verdes Fritos‘ vai ganhar uma série sequência desenvolvida pela emissora NBC. A nova produção contará com a atriz e cantora Reba McEntire como a grande protagonista.

A série será uma versão modernizada do livro de 1987 e da adaptação cinematográfica, lançada em 1991. Aqui, Reba dará vida à Idgie Threadgoode, papel originalmente vivido pela atriz Mary Stuart Masterson.

Na trama, uma década depois, Idgie retorna ao pequeno município de Whistle Stop. Em sua volta, ela terá que lidar com as mudanças da cidade, uma filha com quem pouco convive, um café que não está mais em seus dias de glória e um segredo que deve mudar sua vida.

Além de estrelar, McEntire produzirá o projeto, que contará com Norman Lear como o produtor executivo. Norman Lear é considerado uma lenda da televisão, sendo o responsável por algumas das séries mais aclamadas da história, como ‘Tudo em Família‘, ‘Good Times‘ e ‘The Jeffersons‘. Ele também está por trás da nova versão de ‘One Day at a Time‘.

Jennifer Cecil (‘Private Practice‘) assina o roteiro da série, além de assumir a função de produtora executiva, ao lado de Fannie Flagg, autora do livro ‘Tomates Verdes Fritos‘.

A obra original foi publicada em 1987 e recebeu críticas muito positivas na época. A trama segue a amizade entre Evelyn Couch, uma dona de casa de meia-idade, e Ninny Threadgoode, uma senhora idosa em uma casa de repouso, que relembra sua juventude em Whistle Stop, Alabama, onde sua cunhada Idgie e sua amiga Ruth eram donas de uma cafeteria de mesmo nome.

A adaptação cinematográfica foi estrelada por Kathy Bates, Jessica Tandy, Mary Stuart Masterson, Mary-Louise Parker e Cicely Tyson. O longa recebeu duas indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (por Tandy) e Melhor Roteiro Adaptado.

 

‘Round 6’ perde seu domínio no TOP 10 da Netflix após mais de um mês em 1º lugar

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) conquistou o mundo todo com sua sangrenta e reflexiva trama e após mais de um mês ocupando a 1ª posição no TOP 10 da Netflix Brasil, a série acabou perdendo o seu reinado no último sábado (16).

A produção caiu para o 2º lugar com a chegada da 3ª temporada da amada e polêmica série ‘Você‘, que teve a sua estreia no streaming na última sexta-feira (15).

Ainda assim, ‘Round 6‘ continua mantendo o seu vigor como a série mais vista na história da Netflix, superando grandes lançamentos recentes como a minissérie ‘MAID‘, que agora ocupa o 3º lugar no ranking – em virtude do aumento na procura por ‘Você‘.

O TOP 10 da Netflix Brasil ainda conta com mais uma série coreana. A recém-lançada ‘My Name‘ gradativamente está conquistando seu público e atualmente está na 6ª colocação no ranking.

Confira o TOP 10 atual de títulos mais vistos no streaming aqui no país:

Lembrando que em menos de um mês, ‘Round 6′ passou ‘Bridgerton‘ e ‘The Witcher‘ e se tornou a série MAIS ASSISTIDA DA HISTÓRIA DA NETFLIX.

A gigante do streaming confirmou que a produção quebrou um recorde gigantesco e se tornou o título mais assistido de sua história – alcançando a impressionante marca de 111 milhões de lares.

Confira o TOP 10 das séries mais assistidas da Netflix:

1. Round 6 (111 milhões de contas)
2. Bridgerton (82 milhões de contas)
3. Lupin – Temporada 1 (76 milhões de contas)
4. The Witcher – Temporada 1 (76 milhões de contas)
5. Sex/Life – Temporada 1 (67 milhões de contas)
6. Stranger Things – Temporada 3 (67 milhões de contas)
7. La Casa de Papel – Parte 4 (65 milhões de contas)
8. A Máfia dos Tigres – Temporada 1 (64 milhões de contas)
9. O Gambito da Rainha (62 milhões de contas)
10. Sweet Tooth – Temporada 1 (60 milhões de contas)

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

‘The Faithful’: Minissérie bíblica sobre mulheres importantes do Velho Testamento ganha data de estreia na FOX

A Fox definiu a data de estreia de sua aguardada série bíblica ‘The Faithful‘. A produção será exibida em três blocos semanais de dois episódios cada, a partir de domingo, 22 de março de 2026, com encerramento marcado para o domingo de Páscoa, 5 de abril. Os episódios também estarão disponíveis no dia seguinte no Hulu (dentro do Disney+).

Ambientada no livro do Gênesis, a série reconta passagens do Velho Testamento a partir da perspectiva de cinco mulheres emblemáticas cujas trajetórias moldaram as bases de três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo.

The Faithful‘ acompanha histórias entrelaçadas de Sara, Hagar, Rebeca, Raquel e Léia, revelando os desafios universais do amor, da maternidade, da rivalidade e da fé — em uma narrativa que promete ser tão humana quanto espiritual.

A produção começa a ser rodada neste verão do hemisfério norte em Roma e Matera, na Itália — regiões com forte tradição cinematográfica para dramas históricos e religiosos.

A produção é assinada por Carol Mendelsohn, conhecida pelo sucesso de ‘CSI‘, com roteiro e direção de Rene Echevarria, de ‘Carnival Row‘ e ‘The 4400‘. Ao todo, a série contará com seis episódios.

Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, ressaltou o ineditismo da produção na emissora:

“Esta série inaugura uma nova via de narrativa na Fox. São histórias centradas em personagens femininas fortes, que exploram temas atemporais de forma surpreendente e íntima. Muitos acham que conhecem essas histórias, mas vão redescobri-las sob uma perspectiva completamente nova”. 

Entre os temas que serão abordados estão o amor e a perda, os desafios do casamento, alegrias e dores da maternidade, tentações e o poder da fé.

A produção é do estúdio Fox Entertainment Studios, com Mendelsohn, sua parceira Julie Weitz e Echevarria como produtores executivos.

The Faithful‘ se junta à ‘Best Medicine‘, outra nova série anunciada para a próxima temporada da Fox.

‘Game of Thrones’: Diretor confirma que [SPOILER] realmente morreu na série

A sétima temporada de ‘Game of Thrones’ foi marcada por muitos acontecimentos e algumas mortes e despedidas, já acertando os caminhos para o final com a próxima e última temporada.

Um desses personagem retornou e teve seu final ambíguo na série, deixando muitos fãs esperançosos de que ele fosse retornar, porém, o diretor confirmou sua morte.

[CUIDADO COM SPOILERS]

O personagem em questão é Benjen Stark (Joseph Mawle), que reapareceu tendo um papel muito importante para a trama, já que foi graças a ele que Jon Snow conseguiu escapar do exército dos White Walkers. A última vez que vimos o Stark ele estava enfrentando sozinho uma legião de mortos, o que fez com que algumas pessoas se perguntassem se ele não teria conseguido escapar com vida da situação.

Infelizmente para aqueles que tinham esperança, Benjen está morto. A confirmação vem do próprio diretor do episódio “Beyoond The Wall”, Alan Taylor, que comenta sobre o personagem nos extras do Blu-Ray da 7ª temporada. Em poucas palavras declara a situação de Benjen: “Ele encontra seu fim ali”

Muitas expectativas estão sendo criadas entorno do grande final de ‘Game of Thrones‘, e o ator Isaac Hempstead Wright, que vive Bran Stark, falou com o Hollywood Reporter que, apesar de épico, o final previsto para 2019, pode não agradar muita gente.

“Estamos todos muito confiantes com a maneira que a história está sendo feita e a mensagem que está passando. A temporada sete foi incrível em termos de ser uma história épica, ágil e emocionante. Enquanto sentirmos que fizemos justiça por essa história, que fizemos justiça ao universo de George e à visão de Davi e Dan, estaremos satisfeitos. Não vai seguir o caminho que algumas pessoas querem. Será muito feliz para algumas pessoas, muito triste para outras, e meio qualquer coisa para as demais. É como um final deve ser. Tenho certeza que vamos arrasar!”

A Variety revelou que a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ será uma das mais caras na história da TV americana e a mais cara da própria série. Serão cerca de US$ 15 milhões gastos em cada um dos seis episódios restantes.

A publicação cita que a ideia da HBO é filmar os episódios em um cronograma de longa-metragem, ou seja, com gravações simultâneas em várias partes do mundo. As primeiras temporadas de GoT tiveram o custo de US$ 6 milhões por capítulo, com a sétima chegando aos US$ 8 milhões.

As filmagens do oitavo e último ano serão iniciadas em outubro e a temporada chega à HBO em 2019.

‘Deadpool 2’ ganha trailer no melhor estilo “filme de aventura dos anos 80”

‘Deadpool 2’ ganhou um novo trailer com cenas inéditas ao melhor estilo “filmes de aventura e amizade dos anos 80, ao som da canção ‘Thank You for Being a Friend’, tema do seriado ‘The Golden Girls’. Assista:

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 16 anos no Brasil, por “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

Opinião | Medalhões travam batalha justa, mas contra o “inimigo” errado

As últimas semanas vêm sendo meio agitadas no meio das grandes produções inspiradas em histórias em quadrinhos, não apenas pelo desempenho fenomenal de Coringa nas críticas e bilheterias, mas por uma série de críticas gratuitas feitas por diretores consagrados ao “gênero” de super-heróis. Sobrou até pra Jennifer Aniston, que não tem um currículo tão pesado quanto os diretores, porém ganhou bastante holofote por conta da semana de aniversário de Friends.

 Esse texto é um misto de análise com opinião, então esteja apto a discordar nos comentários – com educação, claro.

Pois bem, vamos relembrar as declarações que polemizaram o mundo do cinema nas últimas semanas:

Durante as entrevistas de divulgação de seu novo filme, “O Irlandês”, Martin Scorsese disse que: “Eu não vejo [os filmes de heróis]. Eu tentei, sabe? Mas aquilo não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, por mais bem-feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”.

Poucos dias depois, ele voltou a comentar sobre o assunto: “Os filmes da Marvel transformam cinemas em parques de diversão, são experiências diferentes. Como eu disse antes, isso não é cinema, é diferente. Se você gosta ou não é outro ponto e nós não deveríamos ser invadidos por isso. Isso é bom e está tudo bem para quem gosta desse tipo de filme. A propósito, sabendo o que acontece com eles agora, admiro o que eles fazem. Não é o meu tipo de entretenimento, simplesmente não é. Está criando outro tipo de público, que pensa que cinema é isso. E por isso é uma grande questão. Precisamos que as salas de cinema se imponham para permitir a exibição de filmes narrativos“.

Em Lyon, após receber o Prix Lumière, o diretor Francis Ford Coppola foi ainda mais incisivo: “Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo porque nós esperamos aprender algo do cinema, ganhar algo, [obter] algum esclarecimento, conhecimento, inspiração. Eu não sei o que alguém ganha assistindo o mesmo filme repetidas vezes. Martin foi bondoso quando ele disse que não é cinema. Ele não disse que é desprezível, que é o que eu acho que é”.

Ele aproveitou para falar sobre Megalopolis, um filme utópico que está na fila de espera há mais de vinte anos: “Eu queria fazer um filme sobre uma expressão humana do que realmente é o paraíso na Terra. Eu diria que é o filme mais ambicioso [em que já trabalhei]. Mais do que ‘Apocalypse Now‘. Esse é o problema“.

Por fim, a eterna Rachel Green, Jennifer Aniston, comentou, em entrevista à Variety, que: “Você vê [os papéis] que estão disponíveis por aí e percebe que [as opções] estão cada vez menores. Só temos filmes grandes da Marvel ou coisas para qual não sou convidada. Para falar a verdade, eu realmente não tenho interesse em viver em uma tela verde”.

Jennifer Aniston afirma não ter interesse em atuar nos filmes sobre super-heróis

Pois bem, vendo a situação de uma forma bem simples, nota-se que nenhum deles, com exceção do Coppola, tem uma birra mesmo com a Marvel. Junto a uma visão elitista de que entretenimento não é arte e com a ideia de que a ousadia não é valorizada em Hollywood, eles estão se vendo cada vez mais longe de conseguirem fazer o que gostam.

Vale lembrar que o próprio Scorsese já deu declarações fortes contra os serviços de Streaming. Em 2017, logo após assinar o acordo com a Netflix que o permitiu fazer “O Irlandês”, o diretor participou de uma sessão de perguntas em Londres e se mostrou bastante crítico ao streaming: “O problema agora é que tudo ao redor do frame é distrativo. Você pode ver um filme em um iPad. Você pode colocar ele bem perto do seu rosto, no quarto, trancar a porta e assistir, mas ainda assim algo permanece brilhando aqui e ali. Mesmo quando você está vendo numa grande TV, existem outras coisas no recinto. O telefone toca. Pessoas entram e saem. Não é a melhor maneira”.

Apesar de ter seu projeto financiado pela Netflix, o diretor manteve a postura de velha guarda de criticar o formato. Na época, quem se juntou a ele foi o também veterano Steven Spielberg, que fechou um contrato de exclusividade com o streaming da Apple em 2019. Ou seja, os princípios dos diretores estão diretamente ligados ao funcionamento do mercado. E é aqui que entra a confusão toda.

Steven Spielberg durante as gravações de ‘Jogador Número 1’

As críticas recentes se mostram para um grito de socorro que clama desesperado: “queremos trabalhar!”. Mesmo direcionando os palavreados ofensivos para os filmes de heróis, a grande necessidade comum a esses diretores e atores é o financiamento de seus projetos. A compra da FOX pela Disney criou uma bolha econômica nunca antes vista na história do cinema. É um monopólio de entretenimento assustador. E como eles estão no topo, acabam sendo a meta a ser batida pelos estúdios rivais, financeiramente falando, claro.

Então, por mais que seja completamente insensível e desrespeitoso com a contribuição dessas lendas para o cinema, o problema é puramente mercadológico. Por que um estúdio vai financiar um filme “de arte” que rende no máximo 300 milhões de dólares, se pode produzir longas que vão lucrar 1 bilhão? É cruel, mas é como funciona o mercado.

A reclamação deles é completamente coerente no sentido da crítica mercadológica, mas esbarrar no elitismo pode não ser a maneira mais eficaz de atrair investidores para seus projetos. Esses discursos aparentemente cheios de ódio clamam por ajuda, mas atingem no “inimigo” errado: jovens diretores. Ao atacar filmes de heróis, os medalhões tentam fechar a maior porta para as promessas da direção internacional.

O diretor da franquia Guardiões da Galáxia, James Gunn, fez um comentário cirúrgico em seu Instagram sobre o caso: “Muitos dos nossos avós pensavam que todos os filmes de gângsters eram a mesma coisa, frequentemente chamando eles de ‘desprezíveis’. Alguns de nossos bizavós pensavam o mesmo de Faroestes, e acreditavam que filmes de John Ford, Sam Peckinpah e Sergio Leone eram exatamente iguais. Eu lembro de um tio-bisavô com quem eu estava divagando sobre Star Wars. Ele respondeu dizendo: ‘Eu vi isso quando se chamava 2001[Uma Odisséia no Espaço] e, rapaz, foi chato!’. Super Heróis são simplesmente os gângsters/ cowboys/ aventureiros do espaço dos dias de hoje. Alguns filmes de heróis são horríveis, outros são lindos. Assim como filmes de gângsters ou faroestes (que são, antes de qualquer coisa, apenas FILMES) nem todo mundo vai conseguir apreciar eles, inclusive alguns gênios. E tá tudo bem. ❤️”

James Gunn tem sido voz ativa nas redes sociais na defesa dos filmes sobre super-heróis

James sabe que a fase dos heróis de Hollywood é passageira, assim como diversos outros gêneros já vivenciaram situação semelhante. Para ele, um dos grandes expoentes da Era Heróica Cinematográfica, é uma situação extremamente desconfortável. Deve ser dureza ver seus ídolos sofrendo para conseguirem financiamento para seus projetos e achando que é batendo no trabalho dos outros que vão conseguir alguma coisa. Mas ainda assim, ele se mostra bastante lúcido quanto ao caso.

Olhando pelo lado positivo, os filmes de heróis e as grandes franquias têm aberto cada vez mais espaço para diretores menos conhecidos poderem mostrar seu trabalho. Foi assim com o espetacular Ryan Coogler, que ganhou os holofotes com Creed e fez um dos filmes mais etnicamente inclusivos dos últimos tempos: Pantera Negra. O mesmo caso de Taika Waititi, que já tinha comédias independentes espetaculares no currículo, mas só foi ganhar atenção do grande público após dirigir Thor: Ragnarok. Hoje, Taika emplaca críticas positivíssimas com um filme cômico sobre uma criança aconselhada por Adolf Hitler, Jojo Rabbit. E adivinhem só: provável candidato na próxima temporada de premiações.

Taika Waititi promete ser um grande nome das comédias provocativas

O certo é que vivemos uma época de incertezas financeiras. Isso é nítido em qualquer setor de trabalho. Os empregos estão cada vez mais escassos e as empresas prezam cada vez mais exclusivamente pelo lucro. Quem souber fazer mais dinheiro, indubitavelmente terá mais projetos aprovados. Além disso, a juventude parece possuir uma pequena vantagem sobre os mais velhos, por conta da necessidade de renovação.

Essa questão do monopólio Disney/ FOX é realmente preocupante e ainda vai render muito pano pra manga. É uma competição desleal que dita os rumos do mercado e fecha as portas para os medalhões e os chamados “filmes de arte”. Por fim, a reclamação dos diretores é sinal de que a água do mercado está batendo no pescoço dos grandes nomes, que se vêem sufocados à procura de verbas para externarem sua criatividade pulsante. Mas não é adotando um discurso elitista que eles vão conseguir fôlego para sobreviver. Há de se buscar alternativas enquanto a solução não vem e cobrar dos grandes estúdios oportunidades para todos.

7 Curiosidades do filme ‘Milagre na Cela 7’

Um dos maiores sucessos da Netflix das últimas semanas é, sem dúvida, o filme ‘Milagre na Cela 7’. Centenas de pessoas já se emocionaram com a comovente história da menina Ova e seu pai especial, Memo. A gente ficou tão envolvido com a trajetória desses dois, que resolvemos fazer uma matéria com 7 curiosidades que você, que amou ‘Milagre na Cela 7’, provavelmente não sabia:

7 – O filme é um remake?

Sim, é. A versão disponibilizada na Netflix é uma produção turca, e é um remake do filme original, que é sul-coreano e se chama ‘7번방의 선물’ ou ‘7beonbangui Seonmul’, que, traduzindo significaria algo como ‘Um Presente na Cela 7’. O longa original é de 2013.

Netflix lança outro drama emocionante no estilo ‘Milagre na Cela 7’; Assista a crítica!

6 – Muda muita coisa do filme original?

Bom, tem algumas mudanças sim, e a principal delas é que no final do filme da versão sul-coreana o Memo morre. É, é isso mesmo – e só de pensar nessa possibilidade dá um aperto no peito né? Talvez por isso o diretor Mehmet Ada Özsüt tenha decidido por um final mais feliz na sua versão.

5 – Lingo Lingo

Toda vez que se encontram, Memo e Ova gritam “Lingo, lingo”, ao que o outro responde “Garrafas!”. Essa frase, na verdade, faz menção à uma famosa música turca, que fala sobre um amor não correspondido. Não há uma tradução correspondente para o termo em português, porque a frase é apenas uma força de expressão da língua turca. A versão da música no longa é interpretada por Isil Ozsut.

10 Filmes de Drama na Netflix para quem gostou de ‘Milagre na Cela 7’

4 – O avô de Ova aparece no filme?

Como todo filme de sucesso, a internet caiu em cima de ‘Milagre na Cela 7’, buscando explicar o final e levantando inúmeras teorias. Uma delas especula que Yusuf (o velhinho na cadeia, que se sacrifica no final) seria, na verdade, o avô de Ova. Faz sentido, afinal, quando Ova entra na cela ela é a única a ver uma árvore na mancha da parede, tal como Yusuf, e isso reforçaria a hipótese de Yusuf ser enforcado no lugar de Memo como uma forma de se redimir com a família. Maaaas, se formos por aí, como, então, que Yusuf não reconheceu o próprio genro na cadeia? Cabe a cada um decidir.

3 – O ator que faz o Memo tem mesmo deficiência intelectual?

Acreditem se puderem… mas, não. Apesar de Memo ser um pai de família com intensa deficiência intelectual (em determinado ponto do filme é dito que mentalmente ele tem a mesma idade da filha, Ova, ou seja, 8 anos), Memo é apenas um personagem. O mérito todo vai para a competência do ator que o interpreta, Aras Bulut Íynemli.

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2 – É baseado numa história real?

Embora seja um filme extremamente emocionante, ‘Milagre na Cela 7’ não é baseado numa história real. Sua história tão comovente, tão profunda, alcança o espectador de qualquer país – e daí a gente ter a sensação de ser uma história real, mas não é. Porém, a história sul-coreana (que originalmente era uma comédia!) ganhou adaptações na Turquia, Índia, Filipinas e Indonésia.

1 – Significado dos nomes

Como na arte nada é gratuito, é preciso pensar também no significado do nome dos protagonistas. Nossa menininha Ova tem um nome que significa “ovo”. Parece bobagem, mas, pensem que a criança no filme está sendo cuidada por um pai e uma avó, e que ela ainda está em desenvolvimento, como um pintinho dentro do ovo prestes a desabrochar.

Memo é possivelmente um apelido, uma abreviação para o nome Mehmet, que é a forma turca para Muhammad, ou seja, uma variação do nome árabe para o nome do profeta fundador do Islamismo. Mehmet significa “o louvado”. E louvado nada mais é do que um sujeito merecedor de gratidão, que é honrado – tal como o protagonista do filme.
Assista nossa crítica:

‘Capitã Marvel’: Humor do filme será similar ao de ‘Doutor Estranho’

Em entrevista ao Collider, o produtor executivo de ‘Capitã Marvel‘, Jonathan Schwartz, deu mais informações sobre o tom da comédia tradicional dos filmes Marvel nesse caso em particular:

“Sabe, a Carol nos quadrinhos é uma personagem muito engraçada à sua própria forma. De forma que não pareça com o Doutor Estranho, de forma que não pareça o Homem de Ferro, como Robert Downey Jr, que possa conseguir uma voz única, e acho que isso tentamos conseguir. Não é piada por minuto, como Rocket Raccoon em ‘Guardiões da Galáxia‘, o que é super engraçado e não é pé no chão, como em alguns outros filmes que fizemos. Eu acho que está no mesmo nível de ‘Doutor Estranho‘, onde o filme e os riscos são levados bem a sério, mas sempre permite que os personagens se divertiam com isso.”

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘In the Heights’: Filme com Lin-Manuel Miranda ganha novas imagens de bastidores; Confira!

‘In the Heights’, novo filme musical da Warner Bros., ganhou novas imagens de bastidores revelando o personagem de Lin-Manuel Miranda, Piraguero.

Confira:

O filme é baseado no musical homônimo criado pelo próprio Miranda e por Quiara Alegría HudesJon M. Chu fica a encargo da direção.

A história explora três dias na vida dos moradores latinos do bairro de Washington Heights, em Nova Iorque. Depois de produções em Connecticut (2005) e Off-Broadway (2007), o show abriu na Broadway em março de 2008. Nomeada a 13 prêmios Tony, ganhou quatro: Melhor Musical, Melhor Partitura, Melhor Coreografia e Melhor Orquestração. A produção também foi indicada ao prêmio Pulitzer de Drama em 2009.
O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

‘In the Heights’ tem estreia marcada para o dia 26 de junho de 2020.

‘Vingadores: Ultimato’ quebra MAIS UM recorde de bilheteria; Saiba qual é!

‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se o filme de maior bilheteria da história, tendo inclusive passado a arrecadação de ‘Avatar’ (que se mantinha no topo do ranking desde 2009). Entretanto, uma recente atualização forneceu para o filme da Marvel Studios mais um recorde de bilheteria.

Segundo o perfil do Twitter @gavinfeng97, o longa-metragem ganhou mais US$3 milhões nos cinemas chineses e ultrapassou a marca de US$2,8 bilhões na arrecadação geral (fazendo dele o único filme a alcançar tal feito).

Confira:

Assista à nossa crítica do filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Opinião | Alanis Morissette fez história com ‘Jagged Little Pill’ – e ainda a faz 25 anos depois

Los Angeles, 1994.

Depois de se mudar do Canadá para os Estados Unidos, procurando continuar sua efervescente carreira musical para além de seu país de origem, Alanis Morissette ainda não era um nome conhecido. É claro que a cantora e compositora havia feito sucesso considerado com o lançamento de seu álbum autointitulado – mas o fracasso comercial de ‘Now Is the Time’ a fez procurar por novos ares. E foi nesse meio tempo que ela conheceu o musicista Glen Ballard (que viria a se tornar o primeiro produtor de Katy Perry duas décadas mais tarde), que a levou para a Maverick Records e ficou responsável pela supervisão do que se tornaria um dos álbuns de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos.

Um ano mais tarde, nascia ‘Jagged Little Pills’. O primeiro álbum internacional a transformou numa das vozes mais influentes da indústria fonográfica, vendendo mais de 33 milhões cópias ao redor do mundo e levando para casa nada menos que cinco estatuetas do Grammy, incluindo o prêmio de Álbum do Ano. Ninguém poderia imaginar que o outrora ato de abertura de Vanilla Ice permaneceria no pódio da artista mais jovem ao levar um dos maiores prêmios da indústria musical (21 anos) por uma década e meia – e ninguém também tinha em mente que, até hoje, o álbum carregaria um legado gigantesco, entrando nas mais diversas listas de melhores obras de todos os tempos. E, dentre os nomes que já citaram Morissette como principal influência, temos desde a rainha latina Shakira até a explosão do pop-rock Pink, a queridinha Avril Lavigne e Perry – que, em 2012, chamou o CD do “maior ato feminino já feito”.

Mas o que fez dessa produção uma obra-prima tão grandiosa? Bom, se levarmos em conta o escopo sonoro dos anos 1990, que vinha sido dominado pela crescente voz de Madonna ao longo de sucessos como ‘Erotica’ e ‘Bedtime Stories’ e da exultação do estilo R&B (canalizados principalmente por Prince, Boys II Men e Mariah Carey), Alanis saiu das sombras com um produto bastante original que transmutava o extremismo dos estilos musicais para uma fusão muito bem-vinda que variava desde o rock alternativo até o dance-pop, afastando-se também da propaganda estilística e exilada de seus trabalhos anteriores. Reintroduzindo também o esquecido new jack swing (que voltaria para mais um respiro em 2020), suas misturas inesperadas, aliadas a rendições perfeitas de uma mezzosoprano que não tem medo de dizer o que pensa, caíram no gosto popular com força majestosa.

Talvez o melhor conceito que se possa tirar desse álbum é sua coesão. Composto apenas ao lado de Ballard, é notável a organicidade de ‘Jagged Little Pill’ – e, ao mesmo tempo, como sua construção se distancia das costumeiras fórmulas mercadológicas dos anos anteriores. De fato, cada faixa é própria para um tipo de público e, ao juntá-las em um único lugar, percebe-se que a narrativa amorosa e de autossuficiência proferida pela artista insurge como crítica ferrenha ao ultrarromantismo que vinha se apoderando da esfera mainstream. Na faixa de abertura, “All I Really Want”, Alanis imprime sua paixão pelos escritos de Charles Dickens e se compra à personagem Estella (‘Grandes Esperanças’), envolvida em um relacionamento nada confortável e que beira a toxicidade; já em “You Oughta Know”, uma de suas músicas mais conhecidas e controversas, ela faz uma declamação bastante pessoal sobre um ex-amante (que até hoje permanece um mistério).

Dominando instrumentos como piano, guitarra e violão – e a presença pungente de sintetizadores oitentistas para adornar um pouco mais cada track -, Morissette acerca em cheio cada inflexão artística que imprime no álbum. Mais do que isso, ela tem uma sutileza invejável e emocionante que cria simetrias assimétricas entre suas canções, “parnasiando-se” em uma métrica poética e vocais surpreendentes – flertando inclusive com as difíceis notas de um soubrette delicioso. Seja na reflexiva “Mary Jane” ou na borbulhante “Ironic”, tudo converge para um equilíbrio dramático do mais alto calibre, ressignificando os conceitos engessados da música para algo muito maior do que poderíamos prever.

Não é surpresa que praticamente todas as faixas do CD viraram singles promocionais e continuam a nos encantar mesmo num momento em que a indústria exala talentos novos a cada mês que se inicia. Alanis cativou uma geração inteira através de performances espetaculares e alter-egos que influenciaram toda sua carreira internacional – voltando às raízes com “Reasons I Drink”, canção de seu aguardado álbum ‘Such Pretty Forks on the Road’ que foi adiado em virtude da pandemia do COVID-19. Enquanto é difícil encontrar o mínimo dos deslizes ao longo das treze faixas, remasterizadas cinco anos atrás, é mais complicado ainda escolher um ponto alto da obra: afinal, temos “Hand in My Pocket” e a otimista “You Learn”, ou então a suavidade de “Wake Up” que entra em contraste com a gritante e urgente “Forgiven”.

Eventualmente, ‘Jagged Little Pill’ permanece, em suas bodas de prata, como um dos grandes momentos da história fonográfica – não é surpresa que a impactante trama que une as canções tenha se transformado em um musical rock em 2018, ganhando uma versão para a Broadway poucos meses depois e tornando-se criticamente aclamado. Como já foi provado mais de uma vez, o legado de Alanis Morissette vive em cada artista que ouse ir de encontro ao padrão, voltando às glórias de 1995 com paixão inveterada.

‘Euphoria’ vai ganhar DOIS episódios especiais na HBO!

‘Euphoria’ é uma das séries mais aclamadas dos últimos anos e, para agradar aos fãs da produção, a estrela Zendaya anunciou em seu Twitter oficial que dois novos episódios especiais estão chegando – e um deles já tem data de lançamento.

O primeiro capítulo especial será lançado em 06 de dezembro. Detalhes sobre a história não foram revelados.

Confira:

Zendaya fez história na última edição do Emmy 2020 ao se tornar a atriz mais jovem a conquistar a estatueta de Melhor Atriz em Série Dramática por sua performance no show – e a 2ª atriz negra a conquistar tal feito ao lado apenas de Viola Davis.

Através do RedditSam Levinson, criador da aclamada série ‘Euphoria’, revelou alguns detalhes interessantes sobre a vindoura 2ª temporada da produção.

Segundo rumores, Rowan BlanchardBella ThorneBrandon Flynn e a cantora e compositora Kim Petras farão parte do próximo ciclo. Além disso, as informações indicam que a nova iteração será composta por 11 episódios.

HBO, por sua vez, não emitiu nenhuma declaração oficial confirmado ou negando as afirmações.

Criada por Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Os Eleitos’: Drama histórico do Disney+ ganha novas imagens promocionais; Confira!

‘Os Eleitos’, série original sobre os primeiros astronautas dos EUA, já está disponível no Disney+ e, para promovê-la, o serviço de streaming divulgou novas imagens promocionais do próximo episódio.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 12 de março.

‘Os Eleitos’ é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

‘A Última Carta de Amor’: Shailene Woodley e Augustine Frizzell analisam a cena mais apaixonante do filme; Confira!

O romance ‘A Última Carta de Amor’, estrelado por Felicity Jones e Shailene Woodley, já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming se reuniu com Woodley e com a diretora Augustine Frizzell para analisar uma das sequências mais apaixonantes do longa.

Confira:

Baseado no romance escrito por Jojo Moyes (‘Como Eu Era Antes de Você’), o longa é ambientado em duas épocas diferentes e acompanha as inusitadas histórias de Jennifer Stirling (Woodley) e Ellie Haworth (Jones).

Stirling vive na década de 1960 e é casada com um marido frio e nada romântico chamado Laurence (Joe Alwyn). Por conta disso, ela vive uma aventura extraconjugal na companhia do jornalista Anthony O’Hare (Callum Turner).

A outra linha do tempo é protagonizada por Haworth, que vive em Londres nos dias atuais e trabalha numa redação de jornal, onde acaba encontrando as cartas de amor escritas por Jennifer.

A Última Carta de Amor’ é dirigido por Augustine Frizzell (‘Never Goin’ Back’).

‘Killing Eve’: 4ª e última temporada ganha misterioso teaser oficial; Confira!

Depois de divulgar as primeiras imagens, a BBC America lançou um novo e misterioso teaser da 4ª e última temporada de ‘Killing Eve‘.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 27 de fevereiro. No entanto, o primeiro episódio ficará disponível no serviço de streaming da AMC+ uma semana antes, em 20 de fevereiro.

Confira:

Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Sandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Sandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Fiona Shaw as Carolyn Martens – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Camille Cottin as Helene – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA

Seguindo a tradição de introduzir uma nova roteirista a cada temporada, Laura Neal (‘Sex Education’) será responsável pelo ciclo final, dando continuidade ao trabalho de Phoebe Waller-Bridge (1ª temporada), Emerald Fennell (2ª temporada) e Suzanne Heathcote (3ª temporada).

“‘Killing Eve’ tem sido uma das melhores experiências da minha carreira e estou ansiosa para voltar a interpretar a Eve em breve,” afirmou Sandra Oh em uma declaração. “Sou muito grata por todo o elenco e a equipe que trouxeram nossa história à vida e aos fãs que se juntaram a nós e retornarão para o nosso incrível e inesperado ciclo final.”

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Feras e Belas’: Livro do autor de ‘A Escola do Bem e do Mal’ vai ganhar adaptação seriada

Sony Pictures adquiriu os direitos intelectuais de ‘Feras e Belas: Contos Perigosos’ (‘Beasts and Beauty: Dangerous Tales’), romance best-seller de Soman Chainani.

O livro, que foi lançado em setembro de 2021, é estruturado como uma coleção antológica de 12 clássicos contos de fada reimaginados para a era moderna e transformando as narrativas em aventuras de mistério, magia e suspense.

Chainani assina o roteiro do episódio piloto da minissérie e também entra como produtor executivo ao lado de Joe RothJeff KirschenbaumAlyssa AltmanElizabeth GablerAislinn Dunster.

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

Uma garota enviada como oferenda para saciar a fome dos lobos.
Um menino que luta para não ser a próxima vítima.
Dois irmãos que se perdem e tentam reencontrar o lar.
Um amor que floresce quando se enxerga além das aparências.

Você já deve ter se deparado com histórias como essas por aí, até mesmo com as diversas versões que correm o mundo através dos anos. Acontece que, de tempos em tempos, um novo fragmento desses contos é revelado e outras possibilidades de leitura surgem para encantar (ou apavorar) gerações. E o que era antigo se torna moderno, e o que era conhecido se transforma em um mundo a ser explorado por diferentes leitores.

Feras e Belas traz uma nova representação para 12 contos clássicos – “Chapeuzinho Vermelho”; “Branca de Neve”; “A Bela Adormecida”; “Rapunzel”; “João e Pé de Feijão”; “João e Maria”; “A Bela e a Fera”; “Barba-Azul”; “Cinderela”; “A Pequena Sereia”; “Rumpelstichen” e “Peter Pan” – repletos de mistério, magia, rebeldia, terror e perigo. São histórias narradas como nunca antes ousaram lhe contar.

Chainani é conhecido também pela saga ‘A Escola do Bem e do Mal’, que inclusive foi adaptada pela Netflix e chega em breve ao catálogo da plataforma de streaming. A franquia literária vendeu mais de 3 milhões de cópias e foi traduzida para mais de 30 línguas.

Fique ligado para mais informações!

Elenco de ‘Mais que Amigos’ fala sobre a importância do filme para os dias de hoje [COLETIVA]

Cuidado: spoilers da trama à frente.

Em alguns dias, a Universal Pictures irá lançar a comédia romântica LGBTQIA+ ‘Mais que Amigos’ nos cinemas nacionais – a primeira produção queer de um grande estúdio em que o elenco inteiro é formado por membros da comunidade.

A trama acompanha uma uma amizade improvável entre dois homens que lentamente se apaixonam pelo outro. Em um clube gay em uma noite qualquer, Bobby Leiber (Billy Eichner) esbarra em Aaron (Luke Macfarlane) – que está sem uma camisa. Os dois começam a conversar e acabam construindo um relacionamento sobre sua superioridade sarcástica sobre a insipidez dos gays do clube que os cercam. Aaron é um advogado corporativo, mas fora de contato com a cultura queer e política – fazendo com que Bobby duvide seriamente se Aaron é realmente gay. Inicialmente, não há exatamente muita química ou conexão entre os dois, exceto em seu desconforto compartilhado com a vulnerabilidade. Mas com o tempo passando, os dois acabam se abrindo para si mesmos, contando sobre suas vidas, aspirações e vulnerabilidades.

Recentemente, tivemos o prazer de conversar com o elenco do filme, incluindo Macfarlane, TS MadisonJim RashDot-Marie JonesMiss Lawrence. Também pudemos conversar com o diretor Nicholas Stoller e com o roteirista e protagonista Billy Eichner (que você confere aqui).

Um dos principais pontos em relação ao longa-metragem é o fato de ser a primeira produção de um grande estúdio a contar com um elenco totalmente LGBTQIA+ e que abraçasse os múltiplos espectros da comunidade. Quando questionada sobre a importância do projeto, Jones respondeu:

“Eu acho que há muita deturpação, mas, neste filme, sinto que… Digo, o elenco inteiro é LGBTQIA+ e a representação que vemos, para os mais novos… Eu queria ter tido isso 25, 30 anos atrás, porque nos daria uma sensação de confiança: ‘eu me vi e preciso aceitar mais quem eu sou e como eu fui criada e feita’. E ficar bem com isso, não sentir medo e se sentir rejeitada. Isso é algo que amo sobre o filme, a inclusão e todos os LGBTQIA+ sendo representados. Eu amo isso”.

Jones ganhou fama ao participar da adorada série ‘Glee’ como a Treinadora Beiste. A atriz falou sobre a recepção da série pelo público brasileiro e de que forma Beiste se conecta com Cherry (personagem que interpreta em ‘Mais que Amigos’).

“Devo dizer que nunca tive uma experiência igual a quando eu estava em ‘Glee’. Os fãs brasileiros são incríveis e eles ainda entram em contato. O amor deles pelo show e pelos personagens é arrebatador, e acho que, em ‘Glee’, [o criador] Ryan [Murphy] atinge o público através de cada episódio e das tramas. Já em ‘Mais que Amigos’, é lindamente mostrado como a comunidade LGBTQIA+ se une. Vão assistir, é hilário; encontre sua comunidade, leve-a para ver, ria, chore e apenas amem e apoiem uns aos outros, porque é o que temos”, ela falou.

Rash, que dá vida a Robert na comédia, também não é um rosto desconhecido e estrelou outra série muito conhecida, ‘Community’, sobre a qual também falou na coletiva.

“Eu tive a sorte de participar por seis incríveis anos de ‘Community’, o que era, de certa maneira, uma família. E é isso o que ‘Mais que Amigos’ é, é uma família diferente, da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Me sinto muito orgulhoso de fazer parte de um filme em que podemos ser quem somos. Então, se há algo que os une, é o fato de existir uma família e se divertir, conhecer um ao outro e amar um ao outro”.

Na produção, Bobby é construído de um jeito bastante relacionável com aqueles que querem encontrar algum tipo de relacionamento, principalmente dentro da comunidade queer. E é claro que todos nós conhecemos alguém igual a ele, incluindo Madison e Lawrence, que inclusive deram conselhos para quem quer se envolver com outras pessoas.

“Eu conheço uma mulher heterossexual que é igual a [Bobby]. E eu sempre digo a ela: ‘querida, o homem dos seus sonhos não vai aparecer, porque as pessoas vêm com problemas. O homem perfeito não vai estar lá fora, você vai ter que construí-lo. E, sabe, pare de reclamar sobre essas coisas. Um homem não gosta de gente que reclama. Vá lá, faça o que tem que fazer, e ele vai aparecer’”, Madison disse.

Lawrence completa: “definitivamente, há vários Bobbys no mundo. Meu conselho para as pessoas que querem qualquer tipo de relacionamento e amor é mostrar autenticidade e honrar quem você é e o seu interior. E não esperar nada menos de seu parceiro”.

A dupla falou sobre a importância de um filme como esses para a atualidade, dizendo que já era hora do mainstream ter uma produção estrelada inteiramente por LGBTQIA+.

“A primeira coisa que pensei foi: ‘já era hora’. Já era hora de nos representarmos e contar as nossas histórias no cinema e na televisão”, Lawrence falou.

“Pensei a mesma coisa”, Madison acrescenta. “Já passou do tempo. Não deveria ter demorado tanto para acontecer, mas as coisas acontecem no momento em que precisam”.

Além de Eichner, Macfarlane estrela o longa-metragem e dá vida a Aaron, um homem padrão que trabalha em um escritório testamentário e que não sabe como ser quem realmente é, independente do que as pessoas vão achar. Durante a entrevista, Macfarlane disse que teve liberdade considerável para infundir o personagem com suas próprias experiências, rasgando elogios para a conduta de Eichner.

“Billy foi muito generoso em me oferecer algumas incursões sobre o personagem e ele também me permitiu ter a própria visão [de Aaron]. É intimidador estar em cena com a pessoa que escreveu o roteiro, mas acho que ele confiou em mim e, no processo de audição, descobrimos que tínhamos química. Ele permitiu que eu fosse eu mesmo o máximo possível, mas, dentro do contexto do roteiro, realmente tem que ser sobre o nosso relacionamento. Não me senti pressionado em fazer coisas que ele queria que eu fizesse; caso contrário, eu não teria ficado tão livre para me apaixonar por ele nas telas. Sempre me senti apoiado por Billy”, ele disse.

Lembrando que ‘Mais que Amigos’ chega aos cinemas nacionais em 06 de outubro.