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‘The Morning Show’: Julianna Margulies tem retorno CONFIRMADO na 3ª temporada

De acordo com o TVLine, Julianna Margulies (‘The Good Wife’) teve o retorno confirmado na 3ª temporada da série dramática ‘The Morning Show‘, em caráter recorrente.

A atriz interpreta Laura Peterson, uma repórter que foi introduzida no segundo ciclo da produção, que teve um interesse amoroso na Bradley, personagem da Reese Witherspoon.

Sobre sua personagem, Margulies havia declarado: “A Laura é completamente diferente dos outros personagens na série, porque ela está 100% confortável consigo mesma. Ela é a única personagem na série que não tem esqueletos em seu armário. Tudo é de conhecimento público e ela é a melhor no que faz, sem medo de nada ser tomado dela.”

Vale lembrar que o próximo ciclo irá introduzir Jon Hamm (‘Mad Men’) ao elenco. O ator interpretará Paul Marks, “um titã corporativo que tem interesse na UBA”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam. O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup e Gugu Mbatha-Raw.

Coração Ardente

(Corazón Ardiente)

 

Elenco:

Carmelo Crespo
Claudio Crespo
Wendy Gara

 

Direção: Antonio Cuadri, Andrés Garrigó

Gênero: Drama

Duração: 85 min.

Distribuidora: Kolbe Arte Produções

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Junho de 2023

Sinopse: 

A história de Lupe Valdés, uma escritora de sucesso que investiga as aparições do Sagrado Coração de Jesus, em busca de inspiração para o seu próximo livro. Guiada por Maria, perita em mistérios, Lupe descobrirá as revelações de Jesus a Santa Margarida Maria de Alacoque e encontrará santos, assassinos, exorcistas, papas, presidentes, conspiradores… além de milagres e crimes. Por meio de sua pesquisa, Lupe também descobrirá os segredos do seu próprio coração, afligido por velhas feridas que precisam ser curadas.

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Andrés Garrigó também assina o roteiro ao lado de Pedro Delgado;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o divertido trailer do remake da comédia ‘Viva! A Babá Morreu!’

O remake da comédia clássica ‘Viva! A Babá Morreu!‘ (Don’t Tell Mom the Babysitter’s Dead) ganhou o primeiro trailer.

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Bille Woodruff (‘Um Salão do Barulho’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chuck Hayward (‘Cara Gente Branca’).

Tanya, uma jovem de 17 anos, planeja viajar para a Europa com suas amigas antes de começar a faculdade. No entanto, sua mãe decide ir para um retiro na Tailândia, forçando-a a ficar em casa com seus irmãos. Quando sua babá inesperadamente morre, Tanya consegue um emprego e tem a oportunidade de trabalhar ao lado de uma mulher ambiciosa chamada Rose. Enquanto tenta equilibrar trabalho, família e um complicado romance, Tanya irá ter um gostinho do que é ser uma pessoa adulta às custas do seu último verão de liberdade.

Surpreendentemente, a nova versão recebeu uma alta classificação etária pelo MPAA por “uso de drogas, linguagem e referências sexuais”. Vale lembrar que o filme original é uma produção familiar, com a típica classificação PG-13 (recomendado para maiores de 13 anos).

O elenco conta com Nicole Richie, June Squibb, Jermaine Fowler, Ms. Pat, Gus Kenworthy, Simone Joy Jones, Donielle Tremaine Hansley, Miles Fowler, Iantha Richardson e Tyriq Withers.

O longa está programado para estrear no dia 12 de abril.

Estrelado por Christina Applegate, o longa original uma adolescente de 17 anos assume o papel de chefe da casa e passa a tomar conta dos irmãos mais novos quando sua babá morre inesperadamente durante o sono.

‘Extermínio: A Evolução’ se torna o 2º trailer de TERROR mais assistido da HISTÓRIA

De acordo com o Deadline, o primeiro trailer da sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ registrou 60.2 milhões de visualizações durante as primeiras 24 horas desde o seu lançamento.

Os números representam não apenas o trailer de terror mais assistido do ano, como também o segundo mais assistido da história – atrás apenas de ‘It: Capítulo 2‘ (96 milhões).

Atualmente, o vídeo já acumula mais de 146 milhões de visualizações mundialmente.

O site ainda divulgou o TOP dos trailers mais assistidos do gênero:

  • It: Capítulo 2 (96M, estreia de US$91M)
  • Extermínio: A Evolução (60.2M)
  • A Freira (55.4M, estreia de US$53.8M)
  • Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio (55.2M, estreia de US$24.1M)
  • Halloween (51.6M, estreia de US$76.2M)
  • Sorria 2 (33.1M, estreia de US$23M)
  • Nosferatu (26.4M)

Vale lembrar que ‘Extermínio: A Evolução‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025.

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Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Recentemente, em conversa com o IndieWire, o ator Ralph Fiennes revelou que a nova trama acompanhará a história de um jovem garoto que busca desesperadamente por um médico para salvar sua mãe – e confirmou que dois longas-metragens foram rodados (o segundo sob as mãos de Nia DaCosta, de ‘As Marvels’).

“São três filmes, dois dos quais já foram rodados”, ele afirmou. “[Na trama,] a Grã-Bretanha está há 28 anos nessa terrível praga de pessoas infectadas, transformadas em humanos violentos, com poucas comunidades não infectadas. O novo filme é focado em um jovem garoto que deseja encontrar um médico para ajudar sua mãe moribunda”.

O ator também destacou o perigo da jornada do protagonista, que acaba encontrando uma figura intrigante que pode oferecer a ajuda necessária.

“O garoto leva sua mãe através dessa paisagem bonita e desolada, no norte da Inglaterra, enquanto se depara com infectados escondidos nas florestas e colinas ao redor. No entanto, ele encontra um médico excêntrico, porém com boas intenções, que se torna importante na jornada”, completou o ator.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Luciane Buchanan NÃO retornará para a 3ª temporada de ‘O Agente Noturno’

De acordo com o Deadline, Luciane Buchanan (‘Chefe de Guerra’) não retornará para a 3ª temporada de ‘O Agente Noturno‘ (The Night Agent).

A atriz interpretou Rose Larkin, uma especialista em segurança cibernética envolvida em uma perigosa conspiração governamental. Ela foi a única personagem a retornar para a segunda temporada ao lado do protagonista Peter Sutherland (Gabriel Basso).

“Não retornarei na terceira temporada de ‘O Agente Noturno’. Por mais que aquela série tenha sido incrível, os roteiristas decidiram que queriam acompanhar Peter e sua jornada com base no que aconteceu no final da segunda temporada. E, portanto, não veremos o que acontece com Rose, mas acho que é um momento muito emocionante para a série e, quem sabe, não será uma despedida para sempre,” declarou a atriz ao site.

Sobre a saída da atriz, o showrunner Shawn Ryan explicou: “Nosso plano sempre foi criar uma série que segue uma história diferente em cada temporada, com um novo elenco. Quando começamos a desenvolver a trama da terceira temporada, não encontramos um espaço satisfatório para a Rose. Não acredito que a história do Peter e da Rose acabou. Espero que ela possa retornar ao universo da série.”

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

Na trama, ao atender uma ligação de emergência, um agente do FBI se vê no centro de uma conspiração letal, envolvendo espionagem na Casa Branca.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg deve arrecadar US$ 65 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o aclamado ‘DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa está programado para abrir com US$ 35 milhões – um desempenho semelhante a outros filmes do gênero comandados pelo cineasta, como ‘Minority Report – A Nova Lei‘ (US$35.6M) e ‘A.I. – Inteligência Artificial‘ (US$29.3M).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 30 milhões através de 73 territórios.

Aclamado pelos críticos, o filme – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais – alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

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A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Porque ‘Watchmen’ não teve sequências? Ator responde!

Apesar de ‘Watchmen’ dividir opiniões entre os fãs dos quadrinhos, a adaptação dirigida por Zack Snyder teria sequências, conforme pontuou o ator Jackie Earle Haley.

No entanto, problemas relacionados a direitos de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount impediram que novas produções seguissem a adaptação lançada em 2009.

Durante uma entrevista ao site CinemaBlend, Haley comentou a situação:

“Eu queria muito que eles tivessem dado a aprovação para novas sequências. E sabe, eu realmente acho que eles teriam seguido por esse caminho, desenvolvendo mais filmes à partir de ‘Watchmen’ e até mesmo versões diferentes da obra. Eu digo isso porque penso que a produção atingiu o sucesso necessário para que a narrativa continuasse caminhando. Mas creio que o que realmente impediu que isso tudo desse certo foi o fato de haver uma contenção de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount”.

Vale lembrar queWatchmen’ vai virar série de TV na HBO!

‘Mulher-Maravilha 2’: Fã cria arte retrô com referências dos anos 80; Confira!

Após o anúncio de que Mulher-Maravilha’ vai se passar nos anos 80, o artista conceitual, BossLogic, decidiu criar uma arte com a heroína vivida por Gal Gadot, unindo algumas das referências mais populares da década.

Confira o resultado:

Já entre os destaques dos possíveis títulos estão: Wonder Woman Returns’, ‘Wonder Woman Lives’, ‘Wonder Woman Part II’ e ‘Wonder Woman Rises’. As informações são do CBR.

Recentemente, durante a apresentação da Warner Bros. na Licensing Expo, em Las Vegas, também foi confirmado que a heroína ganhará um novo uniforme, que será usado para combate. Até mesmo a tiara foi modificada para parecer mais com um elmo.

Além disso, o filme ganhou também um novo logo, diferente do primeiro filme. Confira:

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e deve trazer os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

A ficha também indica o retorno de Zack Snyder como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns. Confira:

Recentemente, após a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.

E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

‘A Viagem do Dr. Dolittle’: Filme com Robert Downey Jr. passa por refilmagens

O longa ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ voltou para o site para 21 dias de refilmagens. A informação foi revelada pelo Collider.

Segundo a publicação, quando os produtores Joe Roth, Jeff Kirschenbaum e Susan Downey assistiram um corte inicial do filme, perceberam que haviam alguns problemas com os efeitos visuais e com o tom da comédia.

Para evitar que o resultado final do filme não seja satisfatório, ele optaram por renovar, trazendo alguns novos nomes a bordo. Chris McKay (novo ‘Batman‘) foi contratado para “salvar” o filme, sendo responsável por escrever novos materiais, além de supervisionar as refilmagens.

McKay ainda recomentou a contratação do diretor Jonathan Liebesman, mais conhecido por seu trabalho em ‘As Tartarugas Ninja‘. O cineasta vai assumir a direção dessas cenas extras.

Vale ressaltar que Stephen Gaghan continua como o diretor real oficial de ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ e ele também acompanhará o trabalho da equipe de efeitos visuais.

Após duas alterações na sua data de estreia, o filme chega aos cinemas em 17 de janeiro de 2020.

 

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que trazem um Robert Downey Jr. irreconhecível:

The Voyage of Doctor Dolittlecontará com: Emma Thompson, Selena Gomez, Kumail Nanjiani, John Cena, Ralph Fiennes, Octavia Spencer, Rami Malek, Craig Robinson, Carmen Ejogo, Tom Holland, Marion Cotillard e Frances de la Tour.

O filme será baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle’, de Hugh Lofting.

A Universal também evidenciou em outra ocasião que o ator Robert Downey Jr. trará uma nova assinatura ao personagem.

Quem assume a direção é o cineasta Stephen Gaghan (‘Syriana – A Indústria do Petróleo‘), que também escreveu o mais recente rascunho do roteiro, baseado em um script anterior de Tom Shepherd.

‘Ball and Chain’: Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar adaptação de quadrinhos

Os astros Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar mais um novo projeto juntos. Segundo o portal ComicBook, a dupla vai protagonizar a adaptação dos quadrinhos de ‘Ball and Chain‘.

Os quadrinhos, que contam com quatro partes, são de autoria de Scott Lobdell, Ale Garza e Richard Bennett.

A trama acompanha Edgar e Mallory Bulson, um casal que decidiu se divorciar em virtude de suas diferenças conjugais. No entanto, eles acabam sendo atingidos por um meteoro, recebendo energias extraterrestres que lhes garantirão super poderes, que só funcionam quando ambos aprendem a colocar suas dificuldades de relacionamento de lado para trabalharem juntos. Mas será que essas novas habilidades serão os bastante para fazer esse casamento funcionar?

O roteiro será assinado pela indicada ao Oscar, Emily V. Gordon, responsável pelo roteiro de ‘Doentes de Amor‘.

De acordo com o site, Kevin Misher vai produzir o projeto com Seven Bucks.

Ball and Chain‘ ainda não possui produtora, mas relatos indicam que vários estúdios, como a própria Netflix, estão interessados.

 

 

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen conquista 90% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova série de suspense teen da emissora Freeform, intitulada ‘Cruel Summer‘, mal teve sua estreia na TV norte-americana e parece já ter conquistado tanto o público, bem como a crítica.

Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada e da audiência, o thriller recebeu diversos elogios pela excepcional performance de seus protagonistas, assim como pela qualidade técnica da produção.

Explorando temática importantes, como as pressões sociais impostas às jovens garotas, a série ainda foi aclamada por saber desenvolver o seu roteiro de forma intrigante, motivando o entusiasmo da audiência.

Confira as principais avaliações do momento:

“A atuação de Holt e Aurelia mantém as coisas em movimento, assim como a produção técnica da série. Esta é uma deliciosa fatia de diversão semelhante a uma ótima leitura na praia”. – Kristen Lopez, indieWire

“Uma última coisa que é bom saber: Moderação em todas as coisas. Mas moderação não é o objetivo de um programa como ‘Cruel Summer'”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic.

“É certamente um conceito inteligente e tentador para construir ao redor de uma série. Mas, como acontece com um Tamagotchi, você sempre sente que deveria se divertir mais do que realmente está se divertindo”. – Inkoo Kang, Hollywood Reporter.

Cruel Summer consegue superar sua narrativa complicada, porque encontra maneiras interessantes e fundamentadas de explorar o impacto das expectativas da sociedade sobre essas meninas, e como sua cidade e suas próprias famílias contribuem para a pressão que enfrentam”. – Saloni Gajjar, AV Club.

“‘Cruel Summer’ é inteligente, original e suculenta o suficiente para dar textura à história. É a construção excessivamente ansiosa que o impede de ser algo verdadeiramente especial” – Andy Crump, The Playlist.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira a promo:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

EXCLUSIVO! Eddie Redmayne fala sobre “O Dia do Chacal”, série de ação que bateu RECORDE de audiência

A série de espionagem e thriller político, ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal), já está disponível no Disney+ e alcançou o topo das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming – entrando para o TOP 5 no território norte-americano durante o final de semana de abertura.

Quebrando recordes de audiência para a Sky, registrando três milhões de visualizações em apenas sete dias, a produção se tornou um sucesso grandioso e em menos de três semanas de estreia já foi renovada para sua segunda temporada.

E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o astro Eddie Redmayne, que deu detalhes sobre a nova versão da clássica saga literária de Frederick Forsyth. Ao longo do bate-papo, o vencedor do Oscar comentou sobre seu primeiro papel protagonista em uma produção do gênero de ação e revelou os bastidores de sua incrível transformação para dar vida ao implacável assassino de aluguel.

Assista:

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Em Morra, Amor (Die, My Love), Lynne Ramsay retorna à zona de desconforto onde seu cinema mais brilha. Conhecida por filmes que transformam o trauma em matéria estética, como Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) e Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), a cineasta escocesa adapta com brutal intensidade o romance homônimo da argentina Ariana Harwicz, mergulhando no delírio febril de uma jovem à beira da implosão emocional. 

Com Jennifer Lawrence no papel de Grace, uma mulher afundada na depressão pós-parto, o filme constrói uma experiência sensorialmente sufocante — marcada por um som ambiente invadido por zumbidos de moscas e cercada por um cenário de lixo, decadência e isolamento. J. Law, grávida de seu segundo filho durante as filmagens, entrega uma performance em estado bruto, mas ainda assim não consegue alcançar a repugnância quase animalesca da narradora do livro. 

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Há algo de inevitavelmente glamoroso em sua presença — um obstáculo que Lynne Ramsay tenta contornar com violência estética e caos emocional. Grace não funciona mais no papel da mulher romântica: a maternidade, longe de iluminá-la, aciona nela um disjuntor sombrio, substituindo empatia por desejo, doçura por raiva, humanidade por uma lasciva autopercepção.

A relação conjugal com Jackson (Robert Pattinson, eficiente mas em segundo plano) se dilui num ciclo de atração e repulsa, e o sexo, antes constante, se torna uma moeda de troca, um pedido desesperado por controle. Grace exige prazer como quem exige oxigênio — ou como quem se recusa a se tornar apenas “mãe”. A performance de Lawrence é hipnótica, errática e sempre à beira do colapso. Em determinados momentos lembra sua interpretação desesperada no caótico e menospresado Mãe! (2017), de Darren Aronofsky

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A ambientação é bucólica, mas não acolhedora — uma casa herdada do tio do marido, que se matou ali mesmo, como uma maldição não dita. O que poderia ser um retiro rural se transforma em uma prisão psíquica, um purgatório com cheiro de leite azedo e moscas. Nesse cenário, a sogra (Sissy Spacek, em uma performance que combina fragilidade e ameaça) adiciona tensão à dinâmica doméstica, numa troca de farpas e carinhos. Spacek vagueia como um fantasma entre a negação e o colapso, cuidando do marido com demência (Nick Nolte), enquanto dorme armada e ri às gargalhadas no meio da noite.

LaKeith Stanfield surge como uma miragem de desejo, um vizinho quase onírico que representa a fantasia sexual e a fuga — uma presença pouco desenvolvida, mas simbólica, como o motoqueiro que vem do bosque carregando a possibilidade do outro, do escape, da dor transformada em febre erótica. Esses escapez do cotidiano trazem uma poética para uma narrativa que forja uma realidade bruta e destoa do resto do enredo em busca de uma evasão do cotidiano. 

Ramsay e sua co-roteirista Enda Walsh evitam a sutileza. Morra, Amor é um filme em estado de choque, onde a dor é amplificada em melodrama autoimolador. A trama não se curva à lógica terapêutica. Mesmo quando Grace é internada para tratar de um transtorno bipolar, a volta ao lar não traz cura — apenas mais consciência do abismo. Como em Babysitter, da canadense Monia Chokri, longa sobre um período nebuloso pós-parto, aqui há a sugestão de que a maternidade transforma a mulher em funcionária da sobrevivência familiar, mas enquanto Chokri lança um olhar mais cínico, Ramsay mergulha no pesadelo como única linguagem possível.

A ideia de redenção aqui é um insulto. Morra, Amor não apresenta resoluções para os problemas da sua protagonista, como se ela não fosse salvável, não porque não queira ser, mas porque está dilacerada por dentro — por um trauma talvez familiar, mas certamente não nomeado. Fiel ao espírito do romance original, Lynne Ramsay nos lembra que há dores que não se transformam em poesia nem em superação. Elas apenas existem, pulsantes, ensanguentadas, como a experiência de Grace em busca de si mesma, e talvez ainda mais viva por isso.

‘Tomb Raider: A Origem’ conquista 48% de aprovação no Rotten Tomatoes

Um dos principais lançamentos do ano, Tomb Raider: A Origem, conquistou (até agora!) 48% de aprovação no Rotten TomatoesA nova adaptação dos jogos está dividindo a opinião dos críticos.

A porcentagem baseada em 99 avaliações computadas, sendo 48 positivas e 51 negativas. A nota média no famoso agregador é de 5.2, enquanto no Metacritic, outro conceituado site norte-americano, aparece com 47/100.

Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:

E confira também algumas reações dos críticos internacionais:

Rohan Naahar, do Hindustan Times:

“A ação é editada e picotada, e depende excessivamente do CGI para partes mais ambiciosas de qualquer tipo de ameaça”.

Rashid Irani, Hindustan Times:

Angelina Jolie deve estar com um pouco de inveja da Lara Croft da Alicia Vikander. Dito isto, o filme parece um aperto de mão precoce quando deveria ser um caloroso abraço.”.

James Marsh, South China Morning Post:

“A pegada mais realista de Vikander até que é boa, mas é rasa e traz a cansativa relação pai e filha”.

Devesh Sharm, Filmfare:

“Vikander é realmente uma sucessora digna de Jolie. Vamos esperar que a franquia aproveite ao máximo os talentos dramáticos e atléticos da atriz no futuro.”

Neil Soans, The Times of India:

“Repleto de perseguições, acrobacias e efeitos caseiros e totalmente desprovido de intensidade”.

Vale lembrar que Tomb RaiderA Origem‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘How to Get Away with Murder’: 5ª temporada será retorno à forma da série, afirma ABC

A 5ª temporada de How to Get Away with Murder ganhou data de estreia. A ABC confirmou que a série retorna em 27 de setembro.

Agora, em uma nova entrevista ao TV Line, o chefe da ABC Entertainment, Channing Dungey, comentou sobre a 5ª temporada, dizendo que a série irá retornar à forma que deu certo nas primeiras temporadas.

“O primeiro episódio é um retorno à forma. Senti o mesmo quando li o roteiro da primeira temporada pela primeira vez. As reviravoltas acontecem logo de início da trama. Acho que as pessoas realmente vão ficar empolgadas em ver como o mistério se desenrola dessa vez”

O criador Pete Nowalk também falou ao Deadline sobre os planos para o próximo ano da série:

Segundo Nowalk, a 5ª temporada terá um novo mistério empolgante:

“Terá mais reviravoltas e será mais divertimento. Será um tom diferente, algo que estamos preparando há tempos.”

Além disso, revelou também que o casamento de Connor Walsh (Jack Falahee) e Oliver Hampton (Conrad Ricamora) vai acontecer, mas que será “do nosso próprio jeito, algo divertido”. E confirmou o retorno de Sam Keating (Tom Verica), marido falecido de Annalise Keating (Viola Davis) em um novo episódio de flashback.

No Brasil, a série é exibida pelo Canal Sony com o nome ‘Como Defender um Assassino’.

‘How to Get Away with Murder’: Quem é Gabriel Maddox?

 

 

Crítica | ‘Em Ruínas’ DIVERTE com carisma de Don Lee em ação apocalíptica da Netflix

Um médico desesperado para salvar sua filha por meio de um composto químico é interceptado pela polícia. Porém, durante a detenção, um terremoto brutal destrói toda a Coreia do Sul. Neste cenário, os sobreviventes formam uma sociedade sem leis, em que os répteis que serviram de cobaia para os experimentos do doutor passaram a se regenerar com extrema velocidade e viraram uma praga ‘urbana’. Lutando para sobreviver, um caçador e seu garoto se especializam em acabar com essas pragas e transformá-las em alimento. A vida parece fluir em meio a desgraça, até o dia em que um grupo de pessoas aparentemente ‘mais civilizadas’ surge dos escombros prometendo uma vida melhor para os adolescentes e suas famílias. Eles levam uma amiga da dupla, que logo descobre que a promessa utópica não passava de uma mentira para encobrir um plano grotesco. Partindo dessa premissa, Em Ruínas chegou à Netflix fazendo muito sucesso.

Nos últimos dez anos, a franquia John Wick conseguiu revitalizar o nicho de ‘filmes do Liam Neeson, aqueles em que o protagonista vê um membro de sua família ser levado e embarca em uma jornada de vingança para matar os responsáveis e seus associados. Trazendo doses de humor, a franquia conseguiu trazer esse nicho para o mainstream, fazendo com que diversos estúdios tentassem emplacar o seu próprio John Wick. Como de costume em Hollywood, a maioria não prestou.

No entanto, a Coreia do Sul tem seu próprio astro desse estilo de filme ‘porradeiro’, capaz de imprimir carisma e muita pancadaria a seus personagens, por mais que sejam essencialmente a mesma persona. Seu nome é Don Lee, um verdadeiro fenômeno da arte de quebrar bandido com as próprias mãos. Neste filme, que estreou em primeiro nos mais vistos da Netflix, Don presenteia o público com seu maior talento e consegue se diferenciar de seus trabalhos anteriores, porque agora ele não resolve os problemas apenas no soco. Ele também usa armas.

E não pense que o filme busca qualquer coisa além disso. A direção de Heo Myeong Haeng, que trabalhou por anos com Lee como coreógrafo de dublês, sabe do potencial do astro e potencializa isso ao máximo. Os melhores momentos do longa são quando a câmera foca no protagonista para derrubar exércitos sozinho, das formas mais criativas possíveis. Isso dá ao longa uma sensação quase nostálgica dos grandes heróis de ação dos anos 80, já que tudo gira ao redor de Don Lee e seus golpes e piadocas.

Entretanto, essa opção de potencializar ao máximo o astro deixa os outros personagens com a sensação de serem descartáveis – e são mesmo. Não dá para saber como seria o longa se houvesse um maior desenvolvimento dos coadjuvantes, mas a verdade é que a única personagem que ganha um background é tão desinteressante que talvez nem tenha sido um problema focar exclusivamente em um boneco só.

Se o lado do herói diverte, o vilão da história enoja. O médico/ cientista megalomaníaco é desprezível, como um malfeitor deve ser. É engraçado que todos os seus trejeitos e histórias de fundo parecem ter saído diretamente dos quadrinhos dos anos 1960 do Homem-Aranha. Ele é bem cliché, caricato, mas funcional. Seu papel causa repulsa, enquanto ele se deixa ser levado pela loucura de seu plano sem nem perceber – ou se importar – com as consequências.

No fim das contas, o embate entre o médico louco e o herói renegado carismático cumpre bem seu papel de divertir nesse cenário pós-apocalíptico. Mesmo com uma computação gráfica abaixo dos padrões dos filmes de Lee, o longa compensa com um grande trabalho de maquiagem. Há algumas reviravoltas que flertam com ser interessantes, mas nada que supere o carisma e o talento pra descer a porrada nos outros de seu protagonista. Em Ruínas é um filme que não ‘reinventa a roda’ e nem se propõe a isso. Ele quer divertir o público e consegue fazer isso. Talvez conseguisse ainda mais se reduzisse um pouco o tempo de tela, porque há momentos em que dá uma cansadinha. Ainda assim, é garantia de puro entretenimento.

Em Ruínas está disponível na Netflix.

 

Crítica | Sly – Nostálgico, Sylvester Stallone Faz Balanço de Sua Carreira em Documentário da Netflix

Você não precisa ter visto nenhum filme dele para conhecer o seu nome: Sylvester Stallone conseguiu deixar a sua marca na história do cinema mundial. Resumido como ator de filmes de ação, é bem verdade que Sly dedicou a maior parte de sua carreira a esse gênero, mas não se resumiu a apenas isso. Por esses e outros fatores, Sylvester Stallone é um nome conhecido por todos. Passado já dos 70 anos, o ator anda numa pegada mais reflexiva, tendo voltado recentemente a atuar com a série ‘Tulsa King’ e com a série documental sobre sua vida particular, ‘A Família Stallone’, ambas disponíveis na Paramount+. Agora o ator entrega aos fãs mais um produto imperdível sobre si mesmo, o longa documental ‘Sly’, que chegou esse final de semana na Netflix.

Com apenas uma hora e trinta de duração, o documentárioSly’ tem uma construção narrativa um pouco cafona até, mas essa escolha do diretor Thom Zimny tem tudo a ver com o próprio homenageado, uma vez que Sylvester Stallone sempre trouxe algo de cafona em seus filmes, e isso não necessariamente é uma coisa ruim: é no cafona que o senso comum se encontra.

Assim, o diretor colhe o depoimento de Stallone enquanto ele avalia e reflete sua carreira artística em um momento chave de sua vida: durante as gravações para o documentário Stallone está ao mesmo tempo de mudança, deixando sua mansão em Los Angeles. Desse modo, os pontos de virada nas temáticas do depoente são intercaladas por tomadas cafonas da equipe de mudança embalando os pertences de Sly, tal como cenas de transição. Se por um lado essa escolha propõe uma construção poética desse momento reflexivo e de mudança, literal e ideologicamente, do depoente, ao mesmo tempo se torna repetitiva (uma vez que só vemos a embalagem de bonecos e estátuas do homenageado, e nenhum outro objeto entra no caminhão de mudança). E também ajuda a reforçar, claro, o imaginário comum do qual e no qual Stallone viveu a sua vida inteira: ele é seu personagem.

Em ‘SlySylvester Stallone pouco se debruça sobre sua vida pessoal (sua esposa e filhas só aparecem ao fim e nem falam). De sua vida, o foco maior está na relação conturbada com o pai, e o quanto isso – ou melhor, a ausência de afeto nessa relação – foi o combustível não só para a criação de personagens, mas para a essência da atuação de Stallone. A partir deste ponto de conflito o documentário foca quase toda a sua atenção na construção dos dois personagens mais marcantes da carreira do ator – Rocky e Rambo –, dando pouca visibilidade às outras produções não tão lucrativas. Entretanto, até isso é condizente com o homenageado: uma vez que Stallone é um cara que moldou a persona do sujeito lutador que sempre consegue aguentar um pouco mais e não desiste nunca, falar dos filmes que não foram sucesso na sua carreira não faz parte do comportamento de Sly; ou seja, os fracassos estão lá, mas ele não vai gastar sua energia falando deles, uma vez que é muito mais positivo e interessante focar no sucesso.

O documentárioSly’, entre outras coisas, é uma aula de autoestima. Se prestarmos atenção na forma, no vocabulário e na construção que Stallone faz de sua própria vida terminamos o documentário com a sensação de que sua vida é perfeita, sem falhas, e apesar da relação ruim com o pai até isso ele conseguiu transformar em algo positivo para si mesmo. Stallone deixa claro – aliás, ele literalmente fala isso – que na ausência de se ver representado ele criou e se tornou seu próprio herói. Esta motivação, que impulsionou a escritura do roteiro do primeiro ‘Rocky’, é o mesmo pensamento que até hoje motiva suas escolhas.

Mais do que um produto para fãs, o documentárioSly’ é um produto essencial para qualquer cinéfilo ou estudante de cinema. Mais do que um ator de filmes de ação, Sylvester Stallone é um nome que precisa ser muito observado enquanto diretor, roteirista e produtor, um nome que entendeu a indústria cinematográfica estadunidense muito antes de ela mesma e se entender. Com depoimentos de Arnold Schwarzenegger e Quentin Tarantino, ‘Sly’ é filme divertido e obrigatório para ser visto e estudado.

‘Pop. 1280’: Diretor de ‘A Favorita’ já tem próximo projeto confirmado

Yorgos Lanthimos foi cotado para escrever e dirigir ‘Pop. 1280’, adaptação do romance criminal de Jim Thompson.

O projeto é de alta prioridade, segundo o site Deadline. O último filme de Lanthimos foi ‘A Favorita’, que fez um sucesso incrível em meio à crítica especializada e foi indicado a dez categorias do Oscar, incluindo Melhor Filme, além de ter ganhado sete das doze nomeações ao BAFTA.

Thompson publicou o romance em 1964. A história gira em torno de um corrupto xerife de uma pequena cidade que manipula os próprios habitantes para ganhar a próxima eleição.

Nenhuma informação sobre elenco ou data de estreia foi confirmada.

Quais são os personagens do universo DC que aparecem em ‘Coringa’?

Apesar de Coringa ser ambientado décadas antes da cronologia do universo Batman, o filme de Todd Phillips não se restringiu apenas a colocar o personagem-titular em uma narrativa isolada, mas aproveitou o panteão já bem estruturado das HQs para incrementar um pouco a complexa e caótica jornada deste anti-herói.

O site Screen Rant divulgou uma recente matéria discriminando todos os personagens de Batman que deram as caras no longa-metragem. Confira abaixo a lista:

CORINGA

Um início óbvio, é claro.

O Coringa foi criado por Bill FingerBob Kane e Jerry Robinson, aparecendo pela primeira vez em Batman #1, lançado em 1940. Nos planos originais, o vilão seria porto depois de sua breve aparição (acidentalmente esfaqueando a si mesmo), mas um dos editores encarou o personagem como bom demais para morrer e sugeriu que fosse poupado. Desde então, ele se tornou o arqui-inimigo do Cavaleiro das Trevas e um dos antagonistas mais icônicos da cultura pop.

No cinema, ele já foi interpretado por nomes como Jack NicholsonHeath Ledger (este levando o Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel) e, mais recentemente, por Joaquin Phoenix (que se tornou o favorito para levar a estatueta de Melhor Ator na próxima edição da premiação).

THOMAS WAYNE

A aparição de Thomas Wayne também parece cair na obviedade, visto que é mencionado no filme desde as primeiras cenas – e acaba tendo uma presença muito maior do que imaginávamos.

Introduzido na Detective Comics #33, em 1939, o personagem é pai de Bruce Wayne. Thomas é um médico e filantropista da cidade de Gotham e foi assassinada junto com a sua mulher, Martha, no que mais tarde ficaria conhecido como Beco do Crime. O evento culminou na transformação de Bruce em Batman anos depois.

Em Coringa, o personagem ganhou uma camada antagonista e foi encarnado por Brett Cullen. Na trama, ele concorria para prefeito da cidade e foi um dos gatilhos que deu origem à onda de crimes e revoltas e elevou o personagem-titular ao patamar de “herói”. Arthur Fleck (Phoenix) acreditava piamente que Thomas fosse seu pai, mas ele o tratou como lixo, dizendo que a mãe era lunática e que inventara toda aquela história. Nos momentos finais do filme, ele é assassinado e a tragédia serve como base para a origem de Batman.

BRUCE WAYNE & ALFRED PENNYWORTH

Apesar do filme não focar na conturbada relação entre o Coringa e o Batman, Bruce Wayne também apareceu em sua versão mais nova (interpretado pelo novato Dante Pereira-Olson).

Bruce dá as caras pouco depois de Arthur Fleck descobrir que, na verdade, é filho do magnata Thomas. Após tal revelação, ele vai até a mansão Wayne para falar com o suposto pai, mas acaba cruzando caminho com Bruce, mostrando-lhe alguns truques de mágica antes de ser abordado pelo mordomo da família.

E é claro que, quando mencionamos o mordomo, estamos nos referindo a Alfred Pennyworth. Encarnado por Douglas Hodge no longa-metragem, o personagem apareceu pela primeira vez em Batman #16, lançada em 1943, com sua backstory mudando algumas vezes. Aqui, sua personalidade protetora e sua condição como guardião legal de Bruce permaneceu igual a dos quadrinhos.

MARTHA WAYNE

Martha Wayne apareceu por breves segundos em Coringa, mais precisamente na sequência final em que é assassinada ao lado do marido, Thomas, no Beco do Crime. Ela foi interpretada por Carrie Louise Putrello.

A personagem foi introduzida em Detective Comics #33 e teve sua história expandida nas HQs seguintes. Entretanto, na narrativa que engloba o Flashpoint, ela se tornou a versão do Coringa depois de enlouquecer com a morte do jovem Bruce. Thomas, por sua vez, se tornou o Batman.

CAÇA-RATOS

O vilão conhecido por Caça-Ratos, na verdade, não apareceu no filme: ele foi sutilmente apresentado quando um dos âncoras do noticiário declara que, devido à quantidade de lixo que se acumula na cidade de Gotham, os ratos começaram a evoluir e se tornaram difíceis de matar – até mesmo chamando-os de “super-ratos”. A sutileza, entretanto, permite a conexão dessa fala com o antagonista mencionado acima.

Seu début ocorreu em 1988, com o lançamento da Detective Comics #585. O nome verdadeiro de Caça-Ratos é Otis Flannegan, um literal caçador de roedores de Gotham que tem a habilidade de treinar e se comunicar com ratos.

Confira nossa crítica do filme:

A trama de Coringa explora a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

Coringa está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Uncharted’: Tom Holland revela que filmagens foram suspensas em seu 1º dia no set

Em uma recente sessão de Q&A promovida por Justin Bieber no Instagram, o astro Tom Holland revelou alguns detalhes do adiamento da produção de Uncharted, adaptação dos games homônimos que vem encarando obstáculos desde o anúncio pela Sony Pictures.

Holland contou ao público que em seu primeiro dia de filmagens, a equipe foi suspensa devido ao surto do coronavírus.

“Aparecemos para nosso primeiro dia de gravação e eles nos barraram”.

Lembrando que a estreia do longa foi adiada de 05 de março de 2021 para 08 de outubro de 2021.

Após a saída do diretor Travis Knight, a Variety divulgou que Ruben Fleischer é o novo cineasta à frente da produção.

Fleischer é responsável pelo sucesso Venom, que arrecadou mais de US$850 milhões nos cinemas, além de ter trazido às telonas a franquia Zumbilândia e o filme de ação ‘Caça aos Gangstêres’.

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.

‘Twin Peaks’: Kyle MacLachlan fala sobre possível 4ª temporada da série

Em 2017, o icônico realizador David Lynch retornava com a 3ª temporada de sua aclamada e revolucionária série Twin Peaks duas décadas depois da suposta conclusão. Agora, vários fãs estão se perguntando sobre a possibilidade de um próximo ciclo, mas ninguém parece ter uma resposta concisa.

Em entrevista ao IndieWire, o astro Kyle MacLachlan disse que não ouviu nenhum rumor ou confirmação sobre uma quarta iteração – deixando claro que ele seria o último a saber de qualquer coisa.

“Para ser honesto, eu seria a última pessoa a saber. [Lynch] escondeu de mim o retorno de 2017 por um bom tempo e não queria ninguém além dele e do [co-criador] Mark Frost sabendo do que estava acontecendo. Por enquanto, ele não veio discutir nada comigo”.

Alguns meses atrás, em entrevista ao THR, Lynch falou sobre a possível 4ª temporada da série, admitindo que, apesar de não haver planos no momento, há chances da história ser retomada no futuro.

“Há vários rumores sendo espalhados por aí [sobre a 4ª temporada], mas eu posso te dizer que não tem nada acontecendo. Eu nunca digo nunca. Adoraria continuar a história e acredito que a televisão paga é o novo lar da arte. Você tem liberdade total. O áudio não é tão bom quanto nos cinemas e a tela não é tão grande – apesar das televisões ficarem cada vez maiores e melhores.”

Ele continua: “Atualmente, os filmes estão em perigo, exceto os grandes blockbusters. Os filmes independentes não têm chance. Eles são exibidos por uma semana e são jogados para o mercado de vídeo. A experiência de ir ao cinema sumiu. Sumiu, mas não foi esquecida.”

A 3ª temporada contou com 18 episódios. 

O grandioso elenco contou com Monica Bellucci (‘Matrix’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje!), Richard Chamberlain (‘Inferno na Torre’), David Duchovny (‘Arquivo X’), Sky Ferreira, Ernie Hudson (‘Os Caça‑Fantasmas’), David Patrick Kelly (‘Os Selvagens da Noite’), Jane Levy (‘A Morte do Demônio’), Matthew Lillard (‘Scooby-Doo’), Sara Paxton (‘Terror na Água’), Tim Roth (‘Os Oito Odiados’), John Savage (‘O Franco Atirador’), Eddie Vedder, Alicia Witt (‘The Walking Dead’), Kyle MacLachlan, Laura Dern, Jennifer Jason Leigh, Ashley Judd (‘Divergente’), Naomi Watts e Amanda Seyfried (‘A Garota da Capa Vermelha’).

‘Batwoman’: Javicia Leslie surge imponente no novo pôster oficial da 2ª temporada

The CW divulgou hoje (05) um novo pôster oficial da 2ª temporada de Batwoman. Na imagem, Javicia Leslie surge imponente trajando o uniforme da heroína.

Confira:

Os novos episódios estreiam em 17 de janeiro.

O episódio de abertura do vindouro ciclo, intitulado “What Happened to Kate Kane?“, promete explicar o que de fato aconteceu com a heroína Kate Kane, vivida por Ruby Rose, à medida que introduz a história da nova protetora de Gotham City.

Confira a sinopse oficial do capítulo:

Se foi, mas não foi esquecida – Os amigos e a família de Kate têm esperança de que ela ainda possa ser encontrada. Uma moradora de rua de 25 anos chamada Ryan Wilder (Javicia Leslie) tropeça no Batsuit de Kate. Com o objetivo de não ser mais uma vítima, Ryan pega o traje para usar como armadura e sai pelas ruas de Gotham, matando vários membros de uma nova gangue chamada False Face Society.

Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

 

Cher, lenda da música, vai ganhar cinebiografia com roteirista de ‘Nasce Uma Estrela’

A lendária cantora e compositora Cher, que completa 75 anos no dia de hoje, anunciou na última quarta-feira (19) que sua vida vai virar filme!

Supervisionada pela Universal Pictures, a cinebiografia ficará a encargo do vencedor do Oscar Eric Roth (‘Forrest Gump’, ‘Nasce Uma Estrela’).

Judy CraymerGary Goetzman (‘Mamma Mia!’) entram como produtores.

Confira o anúncio:

Ícone da indústria do entretenimento e da comunidade LGBTQ+, Cher é uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos, cuja carreira se estende por quase sete décadas.

Além de ter vendido mais de 100 milhões de discos e singles ao redor do mundo, ela carrega 26 compilados de originais e centenas de prêmios, que incluem um Oscar de Melhor Atriz por Feitiço da Lua, um Grammy, um Emmy Award e um Globo de Ouro.

A história de Cher já foi levada para os palcos da Broadway em 2018 com ‘The Cher Show’, peça estrelada por Stephanie J. Block.

‘Batwoman’: Jada Jet faz sua grande entrada na promo oficial do episódio 03×02; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Loose Tooth”, segundo episódio da 3ª temporada de Batwoman.

Na trama, “quando uma nova encarnação de pantanoso Crocodilo ressurge e começa uma série de matanças, a união inaugural de Batwoman e de Alice é colocada em teste. Mas Alice não é a única intrusão na vida de Ryan: Jada Jet também dá as caras na Wayne Enterprises, interessada em conhecer o novo CEO da companhia. O relacionamento de Luke e Mary enfrenta o peso de um segredo que ele está guardando, enquanto Sophie começa a se tornar parte do círculo mais íntimo de Ryan”.

O episódio vai ao ar no dia 20 de outubro.

Confira, junto às imagens promocionais:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Vikings: Valhalla | O que é fato e o que é ficção sobre a nova série da Netflix

Vikings: Valhalla chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou uma das novas sensações da plataforma de streaming. Ambientada cem anos depois da série original, a narrativa acompanha a saga de Leif Erikson (Sam Corlett), Freydís Eiríksdóttir (Frida Gustavsson) e Harald Sigurdsson (Leo Suter), um grupo de guerreiros nórdicos que enfrenta o extermínio sistemático de seus clãs frente ao avanço da Inglaterra como potência ideológica e política mundial – premeditando o declínio da linhagem viking no continente europeu.

É claro que os vikings realmente existiram e, até hoje, são objetos de estudo por parte dos historiadores e de realizadores que resolvam se envolver com as histórias de outrora e como essa complexa sociedade dominou um território considerável durante alguns séculos. Entretanto, isso não significa que o criador da série, Jeb Stuart, não tenha utilizado alguns artifícios criativos para fornecer um pouco mais de misticismo e fábula a personagens que, de fato, habitaram a Europa – porém, não do jeito que imaginamos.

Como já mencionado na crítica que escrevi sobre o spin-offValhalla não tem a mínima intenção em fornecer qualquer estudo sólido e verdadeiro para o público, e sim expandir a mitologia iniciada com a produção original em uma exaltação dos dramas de época e de como a mentalidade da humanidade funcionava àquela época. Enquanto os acertos se restrigem essencialmente ao retrato dos cenários e aos figurinos, boa parte do enredo parte de criações fantasiosas cujo único objetivo é manter os espectadores ansiosos para as revelações em cada capítulo e como os arcos dos protagonistas e coadjuvantes irão colidir.

A obra se inicia com Harald deixando a Inglaterra ao lado do irmão, Olaf (Jóhannes Haukur Jóhannesson), em uma missão para reconquistar o trono norueguês do Rei dinamarquês Canute (Bradley Freegard). Todavia, na mesma noite, o Rei inglês Æthelred, o Despreparado, organiza um massacre contra os dinamarqueses que viviam em solo britânico, que ficou conhecido como o Massacre do Dia de São Brice de 1002, um acontecimento histórico que ganhou uma roupagem diferente, sugerindo que Æthelred queria, na verdade, limpar suas terras de qualquer um que fugisse à etnicidade inglesa. Em resposta ao massacre em questão, Canute une as forças da Noruega e da Dinamarca para invadir a Inglaterra, deixando de lado as diferenças entre as tribos para um bem maior

Mas não foi isso o que aconteceu exatamente.

A verdade é que Sweyn Forkbeard, pai de Canute, foi o responsável por retaliar a armada inglesa em 1003 como resposta ao extermínio de Æthelred. Canute só viria a assumir o trono após a morte de Sweyn, e 1014 – e, mais do que isso, Harald, que tem um papel importante em Valhalla, não havia nem nascido quando os combates ocorreram (isso aconteceria apenas em 1015). Olaf, inclusive, ascende ao domínio dos povos vikings antes de morrer, ser canonizado e só então abrir espaço para que Harald também faça história.

Como se não bastasse, temos também a introdução de um grupo de groenlandeses, liderado por Leif e Freydís, que aporta em Kattegat, uma das principais cidades vikings da Noruega, e ajuda Canute e Harald a lutar contra a opressão inglesa. Não obstante as boas intenções dos roteiristas em trazer um pouco mais de unificação aos guerreiros nórdicos, a Groenlândia se configurava como um território remoto em relação aos padrões vikings e não teve papel significativo nas engrenagens políticas da época; Leif e Freydís realmente existiram, assim como outros personagens já citados, mas foram parar na costa litorânea da América do Norte, como apontam as sagas literárias.

Uma outra mudança drástica que foi feita na série se volta à caracterização de Jarl Haakon, pintada como rainha de Kattegat e interpretada por Caroline Henderson. Nos episódios, Jarl Haakon revela sua história e comenta que o pai se apaixonou por uma guerreira africana e, pouco depois, viajaram para a Noruega, onde ela ascendeu ao trono e se tornou uma das combatentes mais temidas e poderosas do século XI. Mas a personagem, na verdade, é baseada em Haakon Ericsson, Lorde de Lade e governador noruguês entre os anos 1012 e 1015 (ou seja, antes mesmo de Harald nascer, como já mencionado), lutando lado a lado com Forkbeard.

Até mesmo o episódio que retrata sobre a queda da Ponte de Londres não pode ser adotada como totalmente verdadeira. Afinal, Stuart comentou em diversas entrevistas que se baseou em canções da época sobre os feitos vikings e adotou uma intitulada “Heimskringla”, uma coleção de sagas do século XII do historiados islandês Snorri Sturluson, que “cria a ideia de que a música fala sobre Olaf”, como ele mesmo disse. “Mas, francamente, às vezes a falta de evidência é ótimo para mim”, o criador completa, reiterando as pulsões fantasiosas da série.

Comentar sobre as imprecisões históricas de Vikings: Valhalla é um trabalho extenso e seria tema de um artigo científico, ainda mais juntando-as com os “erros” da série original. Entretanto, sabemos que, em se tratando de uma série ficcional, esses equívocos não são nada menos que expressões criativas de um time de artistas que criou uma aventura envolvente e que nos trouxesse um pouco de entretenimento para tempos tão complicados como o que vivemos.

De qualquer forma, é possível que a próxima temporada, caso confirmada pela Netflix, aposte fichas em um pouco mais de verossimilhança, em vez de se basear apenas em fábulas incríveis de verdadeiros heróis e antagonistas – impulsionando, por exemplo, a viagem de Leif e Freydís à América do Norte e a jornada de Harald à Constantinopla e à Sícilia (dois de seus maiores feitos).

Lembrando que a iteração de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

‘Honor Society’: Comédia adolescente com astro de ‘Stranger Things’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Paramount+ divulgou recentemente o trailer oficial legendado de Honor Society, nova comédia adolescente estrelada por Angourie Rice (‘De Volta ao Baile’) e Gaten Matarazzo (‘Stranger Things’).

O longa chega à plataforma de streaming no dia 29 de julho nos Estados Unidos, ainda sem dia confirmado no Brasil.

Confira:

Oran Zegmen comanda a produção, enquanto David A. Goodman assina o roteiro.

Honor é uma ambiciosa aluna do último ano do Ensino Médio cujo único objetivo é entrar em uma universidade prestigiada… Levando em conta que ela vai conseguir a requisitada carta de recomendação de seu conselheiro, o Sr. Calvin. Disposta a fazer o necessário, Honor arquiteta um plano maquiavélico para superar os outros alunos – até ela se apaixonar por sua maior competição, Michael.

Christopher Mintz-PlasseAvery KonradKerry ButlerMiku Patricia MartineauJune B. WildeKelcey Mawema e outros completam o elenco.

‘Wandinha’ continua a quebrar recordes de exibição na Netflix; Saiba mais!

Wandinha chegou há alguns meses à Netflix e se tornou uma das séries de maior sucesso da história da plataforma. E, mesmo depois de semanas desde sua estreia, a produção continua a quebrar recordes (via ComicBook.com).

Segundo novas informações divulgadas pelo próprio serviço de streaming, a série foi exibida por nada menos que 5,3 bilhões de minutos em sua primeira semana (de 28 de novembro a 04 de dezembro de 2022). Essa é a sétima vez que um programa televisivo cruzou a marca de 5 bilhões de minutos exibidos.

No final do ano passado, Wandinha cruzou uma marca impressionante no mesmo período e, agora, consagra mais de 1,237 bilhão de horas assistidas. Em sua quinta semana de exibição, a série continua demonstrando seu poder comercial, com 117 milhões de horas exibidas entre os dias 19 e 25 de dezembro.

Com o sucesso da produção, é apenas questão de tempo até a Netflix oficialmente renová-la para a 2ª temporada – mas os responsáveis pela série já estão preparando terreno para os próximos episódios.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, os criadores Al Gough e Miles Millar afirmaram que não descartam a possibilidade de explorar uma conexão romântica entre Wandinha (Jenna Ortega) e Enid (Emma Myers).

A primeira temporada focou na amizade entre as personagens, mas os fãs rapidamente apontaram seu desejo por um possível romance entre elas.

“A amizade entre [a Wandinha e a Enid] é a chave para a série. Não vamos desconsiderar nada, afinal, os personagens acabam se revelando sozinhos, o que é algo que eu amo sobre as produções para a televisão. É uma jornada orgânica. Nós temos um planejando sobre qual direção queremos seguir, mas há muito espaço para seguir caminhos inesperados.”

Eles completam, “Nós estamos abertos a todas as possibilidades. Queremos explorar a amizade entre essas personagens, mas também não queremos perder o foco por causa dos fãs. Queremos ver essas personagens se desenvolvendo, assim como sua amizade. A relação entre elas é a chave para a nossa visão da série.”

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Relembre o trailer:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

 

John Beasley, de ‘Everwood’ e ‘Nós Somos os Campeões’, morre aos 79 anos

John Beasley, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Everwood’Nós Somos os Campeões, morreu no último dia 30 de maio. Ele tinha 79 anos.

A triste notícia foi confirmada por seu filho, Tyrone Beasley, ao THR. As informações indicam que Beasley faleceu em um hospital de sua cidade natal, Omaha, no Nebraska, onde passava por exames de fígado.

No Facebook, Mike Beasley, outro filho de John, postou uma foto ao lado de pai em homenagem à sua memória, escrevendo: “perdi meu melhor amigo hoje. Eles dizem que você nunca deve conhecer seus heróis, porque eles podem não ser quem você pensa que eles eram. Isso está errado. Meu herói era meu pai. Obrigado por tudo. Espero tê-lo deixado orgulhoso”.

Nascido em 1943, Beasley trabalhou como ferroviário para a Union Pacific Railroad, mudando-se para a Filadélfia depois de receber ameaças de morte ao se levantar contra práticas abusivas de aplicação da lei. Lá, ele começou a participar de peças de teatro – mas não seria até os anos 1990 que migraria para as telas.

O astro fez sua estreia oficial nos cinemas em 1991, no filme ‘V.I. Warshawski’. Pouco depois, participou da clássica franquia Nós Somos os Campeões, da Disney, além de ter atuado em títulos como ‘O Apóstolo’‘Com as Próprias Mãos’ e, mais recentemente, ‘O Feitiço’ e o remake de Chamas da Vingança.

Na televisão, ele também teve uma carreira prolífica, ganhando reconhecimento por seu papel como Irv Harper em ‘Everwood’, além de ter participado de CSI‘The Soul Man’‘A Vida Imortal de Henrietta Lacks’The ResidentThe Mandalorian.

‘Pais por Acidente’: 2ª temporada da série LATINA já está disponível no Disney+!

A 2ª temporada da série latina ‘Pais por Acidente‘ já está disponível no catálogo do Disney+.

O novo ciclo foi lançado na plataforma de streaming no último dia 08 de novembro.

Relembre o trailer:

Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.

Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.

Pato Safa Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici.

Saga ‘Crepúsculo’ já está disponível no catálogo do Disney+!

A saga Crepúsculo é uma das mais conhecidas e mais lucrativas do cenário do entretenimento e, agora, o Disney+ disponibilizou todos os filmes da franquia de vampiros em seu catálogo.

Crepúsculo‘Lua Nova’‘Eclipse’‘Amanhecer – Parte 1’‘Amanhecer – Parte 2’ chegaram à plataforma de streaming no último dia 02 de maio.

Na trama, a estudante Bella Swan conhece Edward Cullen, um belo mas misterioso adolescente. Edward é um vampiro, cuja família não bebe sangue, e Bella, longe de ficar assustada, se envolve em um romance perigoso com sua alma gêmea imortal.

O material original, assinado por Stephenie Meyer, foi adaptado para o cinema nos filmes estrelados por Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner entre 2008 e 2012. Ao todo, foram cinco filmes, que se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões.

Lembrando que uma série reboot em animação está sendo desenvolvida. Poucas informações foram reveladas.

‘Coringa: Delírio a Dois’: Diretor defende CONTROVERSO final do filme

Cuidado: spoilers à frente.

Em uma recente entrevista à Entertainment Weekly, o diretor Todd Phillips comentou sobre o controverso final de Coringa: Delírio a Dois’ – defendendo o modo como a narrativa se desenrolou.

Na produção, após revelar que queria apenas viver como quem era, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) é rejeitado por Lee (Lady Gaga) e por boa parte de seus seguidores, retornando, enfim, para o Asilo Arkham. Lá, ele é esfaqueado até a morte por outro detento (Connor Storrie), que idolatrava o Coringa. Após contar uma “piada matadora”, o prisioneiro começa a sorrir – indicando que o anti-herói ainda vive.

“Ele percebe que tudo é tão corrupto, que nunca vai mudar – e a única maneira de consertar isso é queimar tudo”, Phillips explicou. “Quando aqueles guardas matam aquele jovem [no hospital], ele percebe que colocar maquiagem não vai mudar nada. De certa forma, ele aceita o fato de que sempre foi Arthur Fleck; ele nunca foi essa coisa que colocaram sobre ele, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa”.

O diretor continua: “ele é um ícone involuntário. Essa coisa foi colocada sobre ele, e ele não quer viver mais como algo falso – ele quer ser quem. E quem ele quer ser é Arthur Fleck”.

O filme continua em exibição nos cinemas.

No filme, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, o personagem não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

‘Um Terror de Parentes’: Comédia de TERROR com Lisa Kudrow e Brian Cox chega ao streaming!

Um Terror de Parentes, comédia de terror dirigida por Craig Johnson (‘Alex Strangelove’), já está disponível no catálogo da Max.

O longa chegou à plataforma de streaming hoje, 13 de março.

Confira:

O roteiro é assinado por Kent Sublette.

Em Um Terror de Parentes, o casal Rohan (Nik Dodani) e Josh (Brandon Flynn) alugam a casa de campo perfeita para passar o fim de semana e convidam seus pais com a intenção de apresentá-los. Bem diferentes um do outro, os pais tradicionais de Rohan, Sharon (Edie Falco) e Frank (Brian Cox), entram em tensão com os descontraídos e extrovertidos pais de Josh, Liddy (Lisa Kudrow) e Cliff (Dean Norris).

À medida que a pressão desse encontro aumenta, as famílias vão descobrir que a viagem pacífica e tranquila está prestes a ser arruinada também por um poltergeist que assombra a casa há mais de 400 anos. E se não existe nada tão ruim que não possa piorar, o local é ainda administrado por uma excêntrica residente chamada Brenda (Parker Posey). Quando um dos pais é possuído pelo espírito, o jovem casal e sua intrometida amiga Sara precisam unir as famílias para impedir essa entidade maligna de uma vez por todas.

Chris BenderJake Weiner entram como produtores.

Sérgio Malheiros e Raphael Logam estrelam ‘Capoeiras’, nova série nacional do Disney+; Assista ao trailer!

Disney+ divulgou o trailer oficial de Capoeiras, sua mais nova série nacional estrelada por Sérgio MalheirosRaphael Logam.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 29 de agosto.

Confira:

A produção foi criada por Eliana Alves Cruz, com Tomas Portella responsável pela direção.

A série segue as aventuras de dois capoeiristas e viajantes que enfrentam diversos desafios, sempre em busca de novos horizontes. Durante suas jornadas, eles se deparam com amores, intrigas e obstáculos que exigem coragem, habilidade e lealdade. No universo da capoeira, eles são considerados heróis imbatíveis, capazes de vencer qualquer adversário graças à sua destreza e habilidades físicas. Com a mistura de drama, ação e cenas emocionantes, Capoeiras promete cativar o público com sua trama envolvente e personagens carismáticos.

Danni SuzukiJuliana AlvesClaudia di MouraBruno GissoniDan FerreiraWilson RabeloFernanda de Freitas completam o elenco.

Inspirada no romance A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada, assinado por Nestor Capoeira, a produção conta com seis episódios.