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‘Infiltrado’: Jason Statham quebra tudo em novo trailer DUBLADO; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o novo trailer dublado de ‘Infiltrado‘ (Wrath of Man), filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de agosto.

Dirigido por Guy Ritchie (‘Aladdin‘), o longa é um remake de ‘Assalto ao Carro Forte‘, filme francês lançado em 2004.

A trama segue H, um homem misterioso que consegue um trabalho em uma empresa de caminhões blindados responsável por movimentar milhões de dólares todas as semanas. Mas, ao contrário do que se pode esperar, ele tem um motivo secreto por para aceitar esse emprego, o que o levará em uma jornada perigosa e emocionante.

O elenco ainda contará com Jeffrey Donovan, Josh Hartnett, Scott Eastwood e Holt McCallany.

‘A Sogra Que Te Pariu’: Comédia da Netflix com Rodrigo Sant’Anna ganha trailer HILÁRIO; Assista!

Netflix divulgou o trailer completo de ‘A Sogra Que Te Pariu‘, série de comédia estrelada por Rodrigo Sant’Anna (‘Os Suburbanos’).

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 de abril.

Alex Cabral (‘Pai em Dobro’) fica responsável pela direção dos episódios.

Isadir (Sant’Anna) é o tipo de sogra que ninguém quer em casa. O que era pra ser uma estadia rápida na casa do filho no início da pandemia, virou um pandemônio na rotina da família. Agora o filho que lute pra decidir: a mãe ou a mozão?

Rafael Zulu, Lidi Lisboa, Pedro Ottoni, Bárbara Sut, Solange Teixeira, Ney Lima e Daniela Fontan completam o elenco.

Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro

 

Elenco:

Danton Mello

 

Direção: Guilherme Fiúza Zenha

Gênero: Animação

Duração: 80 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 19 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

A trama segue o cozinheiro Jack, um cara de bom coração, mas com uma pitada de excesso de confiança. Ele é um dos prodígios da Culinária de Aventura e viaja o mundo todo atrás dos ingredientes mais raros para completar suas receitas únicas. Contudo, as coisas azedam para o lado de Jack após cometer um grave erro em um prato e sua reputação virar uma piada. Para dar a volta por cima e provar para o mundo inteiro que ele ainda é o maior chef aventureiro da atualidade, ele só tem uma saída, participar da maior competição de culinária de aventura do mundo: a Convergência de Sabores! O que Jack pensava ser uma tarefa fácil, acaba se tornando um grande desafio e ele terá que aprender a trabalhar em equipe com o novato pouco confiante, o sonhador Leonard. Será que Jack vai conseguir deixar o orgulho de lado e, junto com Leonard, ganhar a competição?

Crítica: 

Crítica | Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro – Animação 100% Nacional Para a Galerinha Ligada nos Reality

Curiosidades: 

» O filme é uma coprodução com a Pixel Produções e a Ciclus, com codistribuição entre a Sony Pictures e a Cineart;

» Roger Keesse assina o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Colheita’: Novo terror do diretor de ’30 Dias de Noite’ será para MAIORES por “violência extrema”

O terror ‘A Colheita‘ (Dark Harvest), dirigido por David Slade (’30 Dias de Noite’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

A produção foi classificada pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta, linguagem e breve uso de drogas”.

Na trama…

“Durante o Halloween de 1963, em uma pequena cidade de Midwestern, adolescentes ansiosamente se enfrentam com a faca de açougueiro empunhando o Garoto Outubro. Tanto o caçador quanto a caça, o Garoto Outubro é o prêmio em um ritual anual de vida e morte. Um adolescente, Pete McCormick, sabe que matar o Garoto Outubro é sua única chance de escapar de sua cidade sem futuro. Mas, antes que a noite acabe, Pete ficará cara a cara com o terror – e descobrirá o verdadeiro segredo aterrorizante do Garoto Outubro.”

Relembre o trailer:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de outubro.

O elenco conta com Casey Likes, E’myri Crutchfield, Dustin Ceithamer, Elizabeth Reaser, Jeremy Davies e Luke Kirby.

Michael Gilio é responsável pelo roteiro da adaptação.

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Norman Partridge.

‘V/H/S/7’ ganha título, diretores e data de estreia; Confira!

O site Variety divulgou novos detalhes sobre o próximo filme da franquia ‘V/H/S/‘, intitulado ‘V/H/S/Beyond‘.

O sétimo capítulo contará com seis novos segmentos com temática sci-fi.

Confira a lista dos diretores e roteiristas da nova iteração:

  • Stork: Dirigido por Jordan Downey, com roteiro de Downey e Kevin Stewart
  • Fur Babies: Escrito e dirigido por Christian Long e Justin Long
  • Live and Let Dive: Dirigido por Justin Martinez, com história de Martinez e Ben Turner, e roteiro assinado por Turner
  • Dream Girl: Dirigido por Virat Pal, com roteiro de Pal e Evan Dickson
  • Stowaway: Dirigido por Kate Siegel, com roteiro de Mike Flanagan
  • Apresentação especial de Jay Cheel (‘Cursed Films’)

Além disso, foi confirmado que o longa estreará no dia Shudder no dia 4 de outubro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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‘Verity’: Trailer da adaptação com Anne Hathaway é exibido na CinemaCon; Confira a descrição!

A adaptação de ‘Verity‘, baseada no romance homônimo da Colleen Hoover, teve o seu primeiro trailer divulgado na Cinema Con 2025.

Estrelado por Anne Hathaway, Dakota Johnson e Josh Hartnett, o longa deve surpreender com uma pegada de suspense e mistério.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com o personagem do Josh Hartnett seduzindo a Anne Hathaway em um bar. Corta para anos depois, e ela está presa na cama em estado vegetativo.”

“Somos, então, apresentados à personagem da Dakota Johnson. Ela é chamada para finalizar um livro que Hathaway estava escrevendo, mas, devido a sua condição, não teve a chance de terminar.”

“Diferente da adaptação de ‘É Assim que Acaba’, este filme parece mais um thriller, com diversas cenas inquietantes, incluindo um homem que é atropelado e seu sangue jorra no rosto da Dakota e outra cena em que ela acorda no gelo, fora da casa. Tudo isso enquanto a rivalidade com a personagem da Hathaway continua a aumentar de forma perturbadora.

O longa está programado para estrear no dia 15 de maio de 2026 – e competirá com títulos como ‘Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Star Wars: The Mandalorian and Grogu‘.

Na trama…

Lowen Ashleigh (Johnson) é uma escritora esforçada que está à beira da falência quando aceita a oferta de emprego imperdível. Jeremy Crawford (Hartnett), marido da autora de suspense best-seller Verity Crawford (Hathaway), contrata Ashleigh para terminar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa não consegue terminar após um acidente misterioso.

Ao chegar à luxuosa propriedade de Crawford, Ashleigh lentamente descobre que as coisas não são exatamente o que parecem com a descoberta de um manuscrito secreto e inacabado que pode revelar admissões assustadoras sobre o passado da família. Enquanto Lowen se envolve com a família, ela deve discernir se os rascunhos de Verity são meramente obras de ficção escabrosas ou um aviso sinistro de uma psicopata perturbada…

Além deles, o elenco conta ainda com Ismael Cruz Córdova (‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder’), Brady Wagner (‘Merrily We Roll Along’), Irina Dvorovenko (‘And Just Like That…’), K.K. Moggie (‘The Good Wife’) e Michael Abbott Jr. (‘The Drama’), completando o time de protagonistas.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) será responsável pela direção.

Nick Antosca (‘Espíritos Obscuros’) assinará o roteiro, cujos rascunhos anteriores passaram pelas mãos de Hillary Seitz, Angela LaManna e Will Honley & April Maguire.

A adaptação está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

Policiais enfrentam ameaça SOBRENATURAL no trailer do terror ‘POV: Presença Oculta’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do terror ‘POV: Presença Oculta‘ (Bodycam).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de março.

O que começou como uma chamada de rotina vira um pesadelo quando dois policiais se envolvem em um acidente fatal. Bryce (Sean Rogerson), desesperado para proteger seu emprego e sua família, convence seu parceiro a destruir todos os registros para esconder a verdade. Mas conforme a madrugada avança, eles percebem que as câmeras não eram as únicas testemunhas e que algo sobrenatural acompanhava cada movimento deles naquela noite.

Brandon Christensen (‘Amizade Maldita’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jaime M. Callica, Catherine Lough Haggquish, Angel Prater e Keegan Connor Tracy.

‘Toni Erdmann’: Bill Murray conta como perdeu o papel para Jack Nicholson

Em uma entrevista recente com a CNBC, Bill Murray revelou que o papel do pai no remake de ‘Toni Erdmann’ havia sido originalmente oferecido a ele.

O comediante revelou que a atriz Kristen Wiig lhe enviou uma cópia do roteiro escrito por Maren Ade.

“Ela me mandou o roteiro e pediu para que eu lesse, mas não sou muito organizado e acabei perdendo o script. Quando finalmente o encontrei, a Kristen me contou que Jack Nicholson havia sido contratado. Infelizmente, perdi essa”, afirmou.

Wiig e Murray ficaram amigos ao contracenarem juntos no reboot de ‘Caça-Fantasmas‘.

A versão americana será realizada pela Paramount Pictures, com produção do diretor de ‘A Grande Aposta‘, Adam McKay. A diretora do original, Maren Ade, será a produtora executiva do remake.

Kristen Wiig Jack Nicholson vão estrelar.

Toni Erdmann‘ traz a história de Winfried Conradi, que tenta se reaproximar da filha viciada em trabalho, Ines Para isso, ele assume a identidade de um excêntrico conselheiro chamado Toni Erdmann, que passa a orienta-la à serviço da empresa da qual ela é diretora.

Confira o trailer da produção original:

‘Barry’: Bill Hader é um assassino que quer ser ator no teaser da nova série da HBO; Confira!

A nova série da HBO, ‘Barry’, estrelada por Bill Hader, ganhou um novo teaser.

Confira:

Na produção, Hader vive um ex-combatente da Marinha norte-americana que passa a levar seus dias como um assassino de aluguel no meio oeste do país. Desesperado, ela aceita um emprego em Los Angeles, onde ele descobre um inesperado interesse pelas artes cênicas, que se torna sua grande aspiração profissional

Produzida pelo mesmo produtor de ‘Silicon Valley’, Alec Berg, ‘Barry’ é também roteirizada, co-produzida e dirigida por Hader.

O elenco da série conta também com Henry Winkler, Stephen Root, Sarah Goldberg, Anthony Carrigan e Glenn Fleshler.

‘911’: Jennifer Love Hewitt em nova imagem da 2ª temporada

A 2ª temporada de ‘911‘, série criada por Ryan Murphy, ganhou uma nova imagem, que traz a atriz Jennifer Love Hewitt em destaque.

Na produção, ela interpreta Maddie, irmã de Evan Buckley e uma ex-enfermeira que está tentando escapar de um relacionamento abusivo.

Assista:

‘9-1-1’: FOX barrou a participação da atriz Charisma Carpenter, de ‘Buffy’ 

Em uma entrevista à revista Entertainment Weekly, Murphy falou sobre os eventos reais que inspiraram os dramas vividos pela equipe de resgate.

Segundo ele:

“Todos os casos do programa são no mesmo estilo de ‘Nip/Tuck‘: 100% verdadeiros. Você pode procurar na internet e vai achar as ocorrências. O caso do resgate do bebê é um deles, que aconteceu na China. Nós inclusive usamos o vídeo como referência para filmarmos uma das cenas que se encontra no primeiro episódio. Além disso, a história da cobra de estimação que enfoca sua própria dona também é real”.

Produzida também pelos parceiros de Murphy na antológica ‘American Horror Story’, Brad Falchuk e Tim Minear, a série foca na equipe que responde chamados de emergência e lidam com situações de vida e morte diariamente.

O elenco de ‘9-1-1’ é formado por Angela Bassett, Peter Krause e Connie Britton.

 

‘Judy’: Primeiras críticas sugerem Renée Zellweger para o Oscar de Melhor Atriz

A atriz Renée Zellweger voltou com tudo em seu novo longa, a cinebiografia intitulada ‘Judy‘. Dando vida à atriz Judy Garland em sua fase mais madura, ela estreou no Festival de Cinema de Telluride e encantou os críticos com sua incrível atuação.

Elogiada por sua impecável caracterização, Zellweger parece começar a trilhar uma bela trajetória em direção à temporada de premiações, com este sendo considerado o melhor papel vivido por ela em toda sua carreira.

A contar pela extensão de adjetivos, a vencedora do Oscar já aparenta ser um nome forte para a categoria de Melhor Atriz da premiação, conforme sugeriam alguns jornalistas.

Confira as principais avaliações já disponíveis:

Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo”. – Leah Greenblatt (EW)

“[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz. ” – Sasha Stone (The Wrap/Awards Daily)

“[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido. ” – Stephen Farber (O Repórter de Hollywood)

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou ”. – Guy Lodge (Variety)

“[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz”. – Peter Bradshaw (The Guardian)

Ouça a versão da atriz para o clássico hino ‘Somewhere Over The Rainbow’:


Confira as imagens mais recentes divulgadas pela revista EW:

 

O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.

Confira a sinopse oficial:

Inverno de 1968. A lenda do show business Judy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em O Mágico de Oz; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.

Jessie BuckleyFinn WittrockRufus SewellMichael Gambom completam o elenco.

Judy tem estreia marcada para o dia 27 de setembro.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Elenco deve retornar à República Tcheca para novas filmagens

O elenco de ‘Falcão e Soldado Invernal‘ deve retornar para a República Tcheca para novas filmagens em breve. A informação foi revelada pelo portal Murphy’s Multiverse.

Segundo a publicação, assim que a produção for encerrada na cidade de Atlanta, a equipe voltará ao país em questão para novos trabalhos.

A novidade foi apurada a partir de uma solicitação de permissão para filmagens feitas para a região onde a série já havia sido gravada. De acordo com a publicação, a autorização seria para os dias 29 de setembro a 12 de outubro.

A Disney ainda não confirmou nenhuma das revelações, portanto trate tudo como uma especulação.

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘The Witcher’: Henry Cavill está pronto para o combate na nova imagem da 2ª temporada

Henry Cavill está pronto para o combate na nova imagem da 2ª temporada da popular série ‘The Witcher’.

No material em questão, divulgado com exclusividade pela revista EW, o protagonista aparece em meio a um confronto, debaixo de neve.

Confira:

The Witcher
Henry Cavill

Lembrando que o novo ciclo tem estreia agendada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Taylor Sheridan, de ‘Yellowstone’, entra na disputa pelos direitos da franquia

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está no centro de uma intensa disputa em Hollywood, com negociações oficialmente iniciadas na última segunda-feira (02), segundo a Deadline.

De cinco a oito estúdios e plataformas de streaming estão concorrendo pelos direitos da IP criada por Tobe Hooper e Kim Henkel, que inclui cinema, televisão, eventos ao vivo e jogos.

Representada desde 2017 pela agência Verve, a propriedade tem como produtora principal a Exurbia Films, com Pat Cassidy, Ian Henkel e Kim Henkel à frente do projeto. O advogado Marios Rush cuida da parte legal da negociação.

Apesar de ainda não haver um favorito claro, novas propostas criativas estão atraindo atenção. Entre os nomes em destaque está Taylor Sheridan, criador de ‘Taylor Sheridan’, que demonstrou interesse na franquia — embora, por ora, apenas na função de produtor. Sheridan cresceu no Texas, o que reforça sua conexão com o material.

Outro nome em potencial é o de Oz Perkins (‘Longlegs‘), que estaria se unindo a Bryan Bertino (‘Os Estranhos‘, 2008) em uma proposta para um novo longa, com Bertino na direção. Esse projeto seria apresentado pela distribuidora independente Neon.

Além disso, o cineasta J.T. Mollner (‘Strange Darling‘) e o produtor Roy Lee (‘Minecraft: O Filme‘) estão desenvolvendo um pitch para TV em parceria com a A24, com envolvimento do texano Glen Powell — que não deve atuar na produção. Separadamente, Roy Lee também estaria propondo um filme para a Netflix.

Jordan Peele também entrou na disputa, com sua produtora Monkeypaw interessada em produzir uma nova versão. A empresa tem um acordo de produção com a Universal Pictures.

O filme original de 1974, feito com um orçamento modesto de US$ 140 mil, arrecadou mais de US$ 31 milhões, tornando-se um clássico do terror e gerando uma franquia que já ultrapassa US$ 252 milhões em bilheteria mundial, com nove filmes, quadrinhos, livro e duas adaptações em jogos.

A versão de maior bilheteria da saga segue sendo o remake de 2003, produzido por Michael Bay e estrelado por Jessica Biel, que arrecadou US$ 107 milhões e reintroduziu Leatherface para uma nova geração.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

A lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘Twin Peaks’ lidera a lista de melhores filmes do ano da Cahiers Du Cinéma; Veja lista completa!

A prestigiada revista francesa Cahiers Du Cinema montou sua lista dos melhores filmes de 2017 segundo os críticos e, para a surpresa, a nova temporada de Twin Peaks lidera a lista.

Esse ano, Twin Peaks e Top of The Lake: China Girl foram as primeiras séries de TV a entrarem na seleção do Festival de Cannes.

Twin Peaks: The Return’, de David Lynch contou com 18 episódios e foi exibida no Brasil pela Netflix. Confira o TOP 10 da lista:

Leia mais sobre Twin Peaks:

Depois de Mark Frost dizer que ainda não tinha se decidido se gostaria de retornar para mais uma temporada, parece que David Lynch acabou de dar algumas esperanças aos fãs de Twin Peaks que anseiam por mais.

Em entrevista a Entertainment Weekly, o diretor e criador da série diz que uma nova continuação é possível, mas que ele ainda não pode confirmar, porque é muito cedo.

Quando Lynch foi perguntado se essa era uma ideia que ele ainda não descartou, responde que aprendeu a “nunca dizer nunca para nada”

Para finalizar, o diretor também conta que adora fazer continuações de suas histórias, e que sempre são experiências interessantes.

Apesar da terceira temporada de ‘Twin Peaks’ ter sido aclamada pela crítica, ainda é um grande mistério se a série irá retornar. Em conversa com a IndieWire, o co-criador Mark Frost dá uma resposta não tão animadora, ao dizer que ainda está pensando se novos episódios serão produzidos:

“Eu ainda não consegui me decidir. Acho que é uma pergunta que fica aberta no momento, e uma pergunta que a Showtime está se fazendo também.”

A 3ª temporada, dirigida por David Lynch, contou com 18 episódios. 

O grandioso elenco contou com Monica Bellucci (‘Matrix’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje!), Richard Chamberlain (‘Inferno na Torre’), David Duchovny (‘Arquivo X’), Sky Ferreira, Ernie Hudson (‘Os Caça‑Fantasmas’), David Patrick Kelly (‘Os Selvagens da Noite’), Jane Levy (‘A Morte do Demônio’), Matthew Lillard (‘Scooby-Doo’), Sara Paxton (‘Terror na Água’), Tim Roth (‘Os Oito Odiados’), John Savage (‘O Franco Atirador’), Eddie Vedder, Alicia Witt (‘The Walking Dead’), Kyle MacLachlan, Laura Dern, Jennifer Jason Leigh, Ashley Judd (‘Divergente’), Naomi Watts e Amanda Seyfried (‘A Garota da Capa Vermelha’).

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Nova temporada de ‘Arquivo X’ não está nos planos da Fox

Parece mesmo que Arquivo X retornou para a “geladeira” da Fox. Em comunicado oficial feito à imprensa hoje de manhã (14), o presidente do canal, Michael Thorn, confirmou que não há planos para produzir mais um ano do programa de TV.

O anuncio já estava sendo esperado, afinal, a atriz Gillian Anderson se despediu do elenco recentemente e contou que a 11ª temporada seria a sua última.

Apesar de ter sido renovada em 2016, as novas temporadas não atingiram o sucesso que a série obteve no passado.

‘Pantera Negra’: A Importância Social do Filme

Pantera Negra já é um sucesso consolidado. Após quebrar recordes de pré-venda, obter o maior número de críticas positivas do Rotten Tomatoes (mesmo com uma tentativa de boicote por membros da Alt-right e fãs frustrados) e ultrapassar a bilheteria total do maior filme da Direta Concorrência em apenas quatro dias, fica difícil não falar dele nos principais veículos de comunicação. Principalmente quando grandes nomes do mercado de filmes baseados em quadrinhos começam a tecer elogios diariamente.

E por que isso importa tanto?

Bom, vivemos num mundo desigual. Dia após dia vemos filmes e novelas estrelados majoritariamente por brancos em papel de destaque. Ter produções de sucesso como Mulher Maravilha (2017) e Pantera Negra (2018) é incrível porque mostra, pela primeira vez em muitos anos, que Hollywood consegue fazer filmes com mulheres sem serem as coadjuvantes frágeis, e negros sem serem escravos ou pessoas do gueto. É a tal da representatividade.

Recentemente, começaram a surgir posts nas redes sociais tentando diminuir o novo filme da Marvel. Vendido como o primeiro blockbuster de um herói negro, Pantera Negra parece ter despertado uma vontade enorme em algumas pessoas de provar que isso não é verdade. Nessa hora, surgem postagens relembrando alguns personagens dos quadrinhos, a animação do Super Choque e os filmes do Blade (1998 – 2004), Spawn (1997) e Hancock (2008).

Além de mostrar uma falta enorme de coerência na “discussão”, deixa explícita a falta de empatia e até mesmo a ignorância no assunto. Não faz sentido, em pleno 2018, enfiarem quadrinhos em uma argumentação sobre o cinema. São mídias diferentes com alcances diferentes. O mesmo vale pra citação de desenhos animados. Na questão dos filmes, Pantera Negra é sim o primeiro Blockbuster protagonizado por um herói negro. Todos os exemplos citados nesses posts são de Anti-heróis. Personagens de índole questionável que fazem uso de seus poderes para benefício próprio. Sem contar que os três caem no estereótipo de negros vindo da dificuldade. Pantera não, ele mostra uma sociedade funcional de respeito mútuo em que eles não são julgados por sua pele. Não passam dificuldades e tem suas raízes e meio de vida valorizados. É representatividade. Poder se ver em tela e saber que não te vêem só como a faxineira ou o escravo, mas como membro da realeza, como super-herói… Como ser humano.

E cá entre nós, esse tipo de post é muito mesquinho. É tentar diminuir uma coisa que está fazendo sucesso como se fossem os donos inquestionáveis do mercado. Em nível de comparação, é como o Quico (Carlos Villagran) vindo com sua bola de futebol para tentar diminuir a diversão do Chaves (Roberto Bolaños), que brinca tranquilo com uma bolinha de tênis. Não tem nada mais chato que isso.

Se você não se sente representado por Pantera Negra, tudo bem. É seu direito. Mas deixe de olhar para o próprio umbigo e olhe ao seu redor. Há crianças e adultos negros indo orgulhosos aos cinemas para prestigiar a aventura de T’Challa e Cia. Isso é maravilhoso! É para isso que os heróis foram criados, trazer inspiração, esperança. Por favor, não tentem estragar esse momento com egoísmo. Não sejam os vilões dessa história.

Wakanda Forever!
Pantera Negra está em exibição nos melhores cinemas.

Crítica | ‘A Juíza’ – Indicado ao Oscar traz a Verdadeira História de Ruth Bader Ginsburg

Nem todas as pessoas ouviram falar do nome Ruth Bader Ginsburg, porém, definitivamente este é um nome de peso para os estudantes de Direito, especialmente nos Estados Unidos. Mais ainda:  é um nome de extrema relevância para as estudantes mulheres, por ela ser juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, indicada ao cargo pelo então presidente Bill Clinton.

A história de Ruth Bader, mais conhecida como RBG, chegou primeiramente aos cinemas este ano com o filme ‘Suprema’, com Felicity Jones no papel principal. Agora, o documentárioA Juíza’ traz a luta da norte-americana para os cinema do Brasil, cujas sessões nos primeiros quatro dias de exibição estão sendo gratuitas (fica a dica! Confira a programação e leve as manas!).

Em pouco mais de uma hora, as diretoras Julie Cohen e Betsy West conduzem com competência o espectador por toda a vida desta que se tornou uma das maiores militantes pela igualdade de gêneros. As diretoras optam por intercalar depoimentos de pessoas que conviveram com Ruth de todas as maneiras, incluindo familiares e os primeiros pleiteantes dos casos que a então jovem advogada assumira. O trabalho arqueológico de resgate da memória do que um dia já foi lei naquele país é um dos pontos fortes do filme, que recebeu duas indicações ao Oscar 2019: de Melhor Documentário e Melhor Canção Original (que poderia ter ganhado, se Lady Gaga não estivesse no páreo).

O roteiro foi cuidadosamente elaborado, e não tem um tom doutrinador. O ritmo mantém a atenção do espectador porque intercala cenas da atual Ruth – vejam só, aos 86 anos de idade e fazendo malhação três vezes na semana! – com histórias do passado, seja em fotos ou em imagens recuperadas da TV. O discurso de posse da Juíza Associada da Suprema Corte dos Estados Unidos está todo lá, e é curioso (para não dizer engraçado) a cara blasé com que a maioria branca e masculina da corte fica olhando para ela – dentre os quais, George Bush Filho.

A Notória Ruth, como também é chamada, chegou a cursar um ano de Direito na faculdade de Harvard, numa época em que apenas 2% dos alunos eram mulheres (até 1950 só havia homens), antes de se mudar para Nova York, onde se formou em Columbia. É reconfortante ver a neta de Ruth mostrando uma foto a ela, de sua própria formatura, falando que no aniversário de 200 anos de Harvard, pela primeira vez na história da instituição houve 50% de alunas mulheres. Ou seja, foram necessários 200 anos, mas finalmente a igualdade foi atingida naquela faculdade.

Dentre os depoimentos, um dos mais emocionantes é o da ativista e feminista Gloria Steinem, que apontou o quanto o trabalho de Ruth ajudou as mulheres a entenderem que elas não eram malucas, e sim o sistema que era. Por ter traduzido a biografia de Gloria Steinem no Brasil, é, para mim, difícil ser imparcial com este filme, cuja exibição nos cinemas é tão urgente, uma vez que somos o país com uma das maiores taxas de feminicídio no mundo.

É claro que os depoimentos da própria Ruth são os mais inspiradores, por exemplo, quando ela fala que em 1957, quando estudava e era a única mulher da turma, ela se sentia constantemente observada e na obrigação de vencer, pois, caso falhasse, ela falharia com todas as mulheres. Ou quando conta sobre o jantar com o Reitor de Harvard, onde ela e as outras pouquíssimas alunas se reuniram e o Reitor lhes perguntou (e elas tiveram que responder individualmente) por quê estavam ocupando o lugar na faculdade que deveria ser de um homem. Ou, ainda, quando ela conta o que sentiu enquanto fazia seu primeiro discurso na Corte Suprema, quando defendia o caso (quase perdido) de uma moça que trabalhava para a Força Aérea Americana, mas que não recebia os mesmos benefícios que os colegas homens, pelo simples fato de ser mulher. Ruth conta que, enquanto se dirigia àqueles juízes, se perguntava se eles estavam apenas tolerando que ela falasse ou se ela realmente estava dizendo algo que eles nunca tinham ouvido antes.

Apesar da história ser sobre uma juíza dos EUA, o que importa aqui é a trajetória de luta, de dar exemplo às jovens mulheres que ainda hoje estão buscando seus direitos ao redor do mundo. Embora muita coisa tenha mudado, ainda é muito pouco diante de como deveria ser, e documentários como este ‘A Juíza’ ajudam não só a levantar o debate, mas também a jogar luz na própria constituição brasileira, obscurecida por tanta corrupção.

 

‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘Making a Murderer’ entre as séries mais maratonadas da Netflix

Duas das melhores séries da Netflix, ‘A Maldição da Residência Hill’ e a documental ‘Making a Murderer‘ estão entre as mais maratonadas nos EUA segundo um levantamento da própria plataforma.

Segundo o Bloody Disgusting, ‘A Maldição da Residência Hill‘ é superada por outras séries como ‘Making a Murderer‘ e ’13 Reasons Why’. A mais maratonada é ‘On My Block‘, comédia adolescente original da Netflix.

Mike Flanagan, o criador da aclamada ‘A Maldição da Residência Hill‘, voltou a falar sobre o infame final alternativo da série, que traria um final muito menos feliz do que originalmente vimos nas telinas.

“Não parecia com o tipo de coisa que nós queríamos transmitir e foi por isso que nós abandonamos a ideia rapidamente. [O final alternativo] foi parte de conversas muito iniciais, mas nós nunca realmente chegamos a uma conclusão que queríamos desenvolver.”

Caso a série seja renovada, Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

Crítica de Álbum | Madonna – Uma instigante e ácida jornada

Madonna é um nome atemporal. A icônica cantora que despontou no início da década de 1980 deixou para trás um legado incomparável, afirmando-se e reafirmando-se como um dos pilares da música pop ao lado de Michael Jackson e, mais tarde, de Britney Spears. Madonna não apenas construiu seu nome em meio a uma cultura essencialmente machista, ainda mais considerando que seu espaço de trabalho era e ainda é a indústria fonográfica, como também revolucionou o gênero e, até hoje, por mais que ceda a alguns modismos contemporâneos, continua se renovando e encantando gerações e mais gerações. Não é surpresa, pois, que sua extensa discografia sirva de referências para diversas cantoras da atualidade – incluindo Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry e muitas outras.

O mais impressionante, talvez, seja a forma como seu primeiro álbum homônimo não tenha caído nos perigos do envelhecimento precoce: desde seu lançamento em 1983 até os dias de hoje, ainda que grande parte das faixas não tenha caído no gosto popular do novo público, ganham aclame por sua originalidade e suas estruturações deliciosamente envolventes. Como se não bastasse, a artista também encontrou-se no meio de uma bruta transição entre o disco e o house music, aproveitando o conturbado momento da música para se envolver e mergulhar em produções do pós-disco.

Madonna, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.

Mesmo com a competência do escopo musical supracitado, é “Borderline” que insurge como o primeiro ápice por sua construção totalmente inesperada. A priori, a música desenrola-se sem muitas surpresas, abrindo espaço para a brilhante voz mezzo-soprano da cantora, procurando novamente os sintetizadores para criar uma atmosfera ambígua. Afinal, a letra foca num relacionamento conturbado em que a narradora atura as crises de ciúme de seu amor; as investidas instrumentais, alcançando um patamar quase encantatório, criam um paradoxo que cai por terra com a chegada do pré-chorus e, enfim, de um refrão aplaudível que se delineia com altos e baixos muito bem pontuais.

Em seu próprio álbum, Madonna consegue se reinventar. A primeira mudança vem com “Burning Up”, iniciando com a crueza da guitarra e a sutileza do baixo, até culminar em um individualismo lírico apaixonante. O arranjo híbrido dialoga com seus conterrâneos – sendo quase impossível não relacioná-la com Jackson -, mas se recusa a abandonar sua personalidade desinibida. Os sintetizadores, levemente ofuscados nessa canção, voltam com uma força gritante em “I Know It”, um tour-de-force confessional que abraça com gentileza instrumentos como o piano e o saxofone. É claro que a linearidade construtiva por vezes nos cansa, mas a doçura excessiva é travestida com uma ambiência dark no refrão e durante o bridge – como os toques proposital e excessivamente demarcados.

Após os esforços críticos e satíricos, a cantora volta às pistas de dança em sua declaração de amor à década anterior com “Holiday”. É um fato dizer que a track em questão encontra até hoje uma paixão inerente, principalmente pelos fãs mais ardentes da Rainha do pop. Entretanto, faz-se necessário dizer que, depois do primeiro chorus, a música permanece em uma incessante monotonia que, vez ou outra, adiciona um elemento fortuito que se perde em meio a tantas coisas acontecendo. De fato, nem mesmo as lyrics se salvam, consagrando-se mais por sua facilidade de ficar atado às nossas memórias que por sua profundidade (inexistente, por assim dizer). “Think of Me”, por sua vez, reencontra-se em meio a incrível potência retumbante da bateria, seguindo um crescendo adorável e retornando a uma cautelosa instrumentalização. O único obstáculo enfrentando é o fato da voz principal, por vezes, ser jogada para um infeliz segundo plano.

As especificidades do electro-pop se materializam com ainda mais poder na penúltima faixa desse breve álbum, “Physical Attraction”. O estilo em questão é inconfundível e dispensa quaisquer explicações para se apresentar nesta faixa, dividindo solidariamente sua expressividade com os vocais da artista. “Everybody”, ainda que dê uma sensação de reciclagem de investidas anteriores, é um dançante e animado jeito de concluir o EP – e até mesmo a letra bastante “instrucional” (“todo mundo, vamos, dance e cante”) prefere se manter num espaço comedido para a sonoridade instigante.

A estreia autointitulada de Madonna é apenas a primeira deliciosa jornada que uma das maiores performers de todos os tempos viria a nos apresentar. Já com suas composições iniciais, ela conquistou um triunfante patamar que apenas se reafirmaria com o passar dos anos – alcançando um chocante e honrável ápice poucos anos depois.

Nota por faixa:

  • Lucky Star – 4/5
  • Borderline – 5/5
  • Burning Up – 4,5/5
  • I Know It – 4/5
  • Holiday – 2,5/5
  • Think of Me – 4/5
  • Physical Attraction – 4,5/5
  • Everybody – 3/5

‘Thor: Amor e Trovão’: Taika Waititi diz que sequência será mais ousada que ‘Ragnarok’

Em recente entrevista ao site Entertainment Weekly, o diretor Taika Waititi revelou que o aguardado projeto ‘Thor: Amor e Trovão’, quarto filme da saga, será mais ousada e mais brilhante que o filme anterior, ‘Ragnarok’.

“O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.

Por enquanto, Lawrence e a Marvel ainda não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.

Lembrando ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreia em 05 de novembro de 2021.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson, e Kat Dennings.

‘Frozen 3’: Josh Gad fala sobre a possibilidade de mais um filme da franquia

Desde o tremendo sucesso de Frozen 2, os fãs da animação vinham se perguntando se os diretores Jennifer LeeChris Buck já tinham em mente uma terceira parte da franquia.

Em uma recente entrevista ao PopCulture.comJosh Gad, que dublou o adorável boneco de neve Olaf nos dois longas-metragens, explicou que qualquer tipo de terceira iteração só seguirá em frente caso a equipe criativa tenha uma história boa o suficiente para ser explorada.

“Não sei. Quero dizer, é o seguinte: Frozen 2 não era Frozen 2 até que existisse uma razão para existir. E, similarmente, não sei se e quando haverá um Frozen 3, ele explicou. “Isso está muito além de minha alçada, mas posso lhes dizer o seguinte: houve uma oportunidade de pegar esses personagens e trazer de volta um senso de esperança e inspiração. E é o motivo do time da Disney e eu termos nos reunido nas últimas semanas para [a websérie] ‘Em Casa com o Olaf’. E então a saga ‘Frozen’ continua, mesmo que não seja necessariamente na forma de um terceiro filme. Mas veremos! Se há uma história que vale a pena ser contada, tenho certeza de que Jennifer Lee e o incrível time da Disney a contarão um dia”.

Durante uma entrevista para o The Express, o produtor Peter Del Vecho foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Acho que, quando olhamos para esses dois filmes juntos, o que eu amo sobre eles é que [os diretores] Jennifer [Lee] e Chris [Buck] fizeram um trabalho incrível ao transformá-los em uma história completa, e agora parece que a jornada está completa”.

Pelo visto, Del Vecho acredita que a história foi concluída, mas Lee decidiu adicionar um pouco mais de mistério à pergunta, dizendo:

“Para mim, a história está completa… Mas quem sabe? Eu não sei. Chris e eu já conversamos sobre isso e ele me disse: ‘Me pergunte isso daqui a um ano.”

Ainda que as respostas não sejam animadoras, vale lembrar que ‘Toy Story 2‘ parecia o fim da franquia, até que os responsáveis decidiram investir em mais duas sequências entre 2010 e 2019.

Assista à nossa crítica de ‘Frozen 2′:

Frozen 2‘ quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,446 bilhão pelo mundo.

‘News of the World’: Drama faroeste com Tom Hanks ganha trailer OFICIAL e novas imagens; Confira!

Tom Hanks fará sua estreia nos filmes de faroeste com o drama de época News of the World – e, agora, o longa ganhou seu primeiro trailer oficial e novas imagens promocionais.

Confira:

O projeto será comandado por Paul Greengrass, aclamado diretor responsável por Lion – Uma Jornada para Casa’.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

Confira a sinopse oficial:

A trama se passa em 1870 e acompanha uma viagem de carro pelo difícil território do oeste feita por parceiros incomuns. Um deles é um capitão texano, chamado Jefferson Kyle Kidd (Hanks), que viaja por cidades distantes lendo as notícias para moradores locais que não possuem acesso à informação, se certificando que eles saibam o que de fato está acontecendo no mundo. Durante uma viagem para divulgar a aprovação da 15ª emenda – que concedeu os direitos a voto para todos os homens nos Estados Unidos – ele é solicitado para escoltar uma garota de 10 anos (Helena Zengel) até seus parentes, que se encontram em San Antonio, após ela ter sido resgatada de um tribo nativa que assassinou sua família quatro anos antes. No entanto, a menina não quis ser resgatada e reluta quanto a ser levada para morar com pessoas cujas quais ela não se recorda. E para Kidd, há a constatação de que os jornais estão de tornando cada vez mais acessíveis, colocando sua profissão em risco.

News of The World’ será feito sob os cuidados da Fox 2000.

‘Black Is King’: Filme dirigido por Beyoncé é indicado ao NAACP Image Awards

Os indicados ao NAACP Image Awards foram divulgados e o estupendo álbum visual Black Is King, dirigido por Beyoncé, faturou três nomeações.

A aclamada produção concorre aos prêmios de Melhor Programa de Variedades (Série ou Especial)Melhor Videoclipe/Álbum VisualMelhor Direção em Filme Televisivo ou Especial.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de março.

Lembrando que Black Is King está disponível na plataforma do Disney+.

O filme é uma celebração do aniversário de um ano de The Lion King: The Gift, obra reimaginada da artista para o remake em live-action de O Rei Leão (2019).

Confira a sinopse oficial abaixo:

Esse álbum visual de Beyoncé reimagina as lições de O Rei Leão para os jovens reis e rainhas dos dias de hoje, que buscam por suas coroas. O filme esteve em produção por um ano com um elenco e uma equipe que representam diversidade e conectividade. As viagens das famílias negras através do tempo são honradas em um conto sobre um jovem rei e sua jornada transcendental através de amor, traições e autoidentidade. Seus ancestrais ajudaram-no a trilhar o caminho para seu destino e, com os ensinamentos de seu pai e de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para reclamar sua casa e seu trono.

Crítica | Beyoncé prova novamente que é uma artista imbatível com o majestoso ‘Black Is King’

O filme é considerado uma celebração memorialística para o mundo sobre a experiência negra e terá videoclipes para as canções “My Power”“Mood 4 Eva”“Brown Skin Girl”.

O álbum em questão traz colaborações com Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, bem como os artistas africanos Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

R.L. Stine e elenco exploram os horrores de ‘Rua do Medo’ em novo vídeo de bastidores; Confira!

A trilogia Rua do Medo já está disponível no catálogo da Netflix e continua a conquistar a crítica internacional e os assinantes ao redor do mundo.

Agora, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que o romancista R.L. Stine, criador da saga de livros, e o elenco protagonista, exploram os horrores da produção.

Confira:

Relembre o trailer:

O elenco é formado por Gillian Jacobs, Sadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford, Julia RehwaldKiana Madeira, Olivia WelchRyan Simpkins

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

 

‘Irmão do Jorel’: HBO Max lança curta-metragem EXCLUSIVO da animação; Confira!

Irmão do Jorel é uma das animações contemporâneas mais aclamadas do planeta e, agora, caminha para a HBO Max.

Para celebrar as boas novas, a plataforma de streaming divulgou recentemente um curta-metragem exclusivo da série.

Ainda não se sabe qual será o dia de lançamento da animação no catálogo do serviço.

Confira:

A animação, criada por Juliano Enrico, conquistou uma indicação ao Emmy Kids em 2020.

A série mostra o cotidiano de uma família excêntrica e extravagante. … Sendo quase sempre ofuscado pela fama e popularidade de seu irmão mais velho, Irmão do Jorel tenta ganhar sua própria identidade e ser alguém importante da família.

Electra Heart | As 5 melhores músicas do icônico álbum de Marina Diamandis

Há um certo teor emblemático que permeia toda a construção identitária de Electra Heart, o segundo álbum de estúdio de Marina Diamandis (ou, como ela era conhecida em suas primeiras incursões na música, Marina and the Diamonds).

Apesar de ter sido recebida com pé frio pela crítica internacional, o compilado de originais se tornou um dos favoritos dos fãs (senão a produção mais elogiada pelo público) e apresentou um lado novo de Marina, mergulhando em temas que abordavam feminismo, empoderamento e a necessidade de ser quem você é, sem abandonar suas próprias peculiaridades e sem se esquecer de onde vinha – ou seja, de um espectro sonoro mais manufaturado e menos mainstream.

De qualquer forma, foi com Electra Heart que a cantora e compositora começava a calcar um nome conhecido mundialmente: além de ter alcançado o primeiro lugar nas paradas britânicas, ela também alcançou sua melhor posição nos Estados Unidos, gerando os singles “How to Be a Heartbreaker”“Primadonna”, que até hoje são tocadas nas baladas e nas festas. Apostando na construção de um alter-ego que marcaria sua carreira, é impossível não compreender como o disco foi importante para Diamandis.

Pensando nisso e celebrando o recente décimo aniversário do CD, montamos uma breve lista separando as 5 melhores músicas do álbum, explicando a vocês o motivo de as termos escolhido.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

5. “BUBBLEGUM BITCH”

O álbum não poderia ter abertura melhor que a agressividade frenética de Bubblegum Bitch”. A música, como sempre trazendo os melhores vocais de Marina e uma fusão diferenciada dos acordes pulsantes da guitarra e de um sutil sintetizador, nos introduz ao seu alter-ego Electra Heart após um relacionamento fadado às ruínas, além de abrir espaço para o restante das canções. É digno de nota dizer que essa abertura, mesmo trazendo algumas falhas estruturais na transição ao refrão, é um ótimo e explosivo começo.

4. “TEEN IDLE”

Em Electra Heart, são as entradas mais intimistas que roubam os holofotes de forma instantânea, incluindo por uma das melhores tracks do compilado – Teen Idle”, um hino sobre sonhos perdidos e um futuro destroçado, que entra em uma catártica contradição com o suave ritmo. Ela até mesmo ganha mais importância quando serve de base para o emocionante ápice, podendo dizer que seja um dos melhores da carreira de Marina, ainda mais pela honestidade com a qual a faixa é construída.

3. “HOW TO BE A HEARTBREAKER”

O último single de Electra Heart definitivamente não poderia ficar fora da nossa lista. Apesar de Marina já ser conhecida entre seus fãs com músicas predecessoras, foi “How to Be a Heartbreaker” que deu a ela fama mundial e a colocou no centro dos holofotes. A canção, escrita com exímia pela performer e contando com a produção de Dr. Luke, coloca um ponto final em todo o desespero sentido pela artista ao mesmo tempo que reinicia um ciclo inquebrável.

2. “LIES”

“Lies” não entrou como música promocional, mas certamente conquistou os ouvintes com sua produção impecável e com uma mixórdia de gêneros bastante interessante e fora do que Maria já havia nos apresentado. Com batidas que relembram o electro-pop, ela faz um uso incrível de sua potência vocal, alcançando um crescendo que logo quebra em um belíssimo grave – e mais: ela arquiteta uma declaração de decepção tocante que nos leva para a segunda música.

1. “VALLEY OF THE DOLLS”

Nenhuma outra música poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Valley of the Dolls”. Apesar de não ser um single oficial, a canção reúne todos os diversos elementos explorados por Marina na psicodélica jornada de Electra Heart. O escopo neo-futurista da construção fonográfica é respaldado pelas múltiplas camadas vocais que se espalham pela faixa, criando uma inesperada coreografia musical e uma narrativa que a coloca no centro de uma Torre de Babel, procurando encontrar a si mesma e se afastar da perdição completa.

‘Andor’: Série do universo ‘Star Wars’ já está disponível no Disney+!

A série ‘Star Wars: Andor‘ finalmente estreou no Disney+.

Os três primeiros episódios foram lançados hoje, 21 de setembro, no catálogo da plataforma de streaming.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Relembre o trailer:

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘The Last of Us’: 2ª temporada pode ser rodada ainda este ano, revela Pedro Pascal

Em uma recente entrevista ao ColliderPedro Pascal, que interpreta Joel na aclamada série The Last of Us, comentou sobre a série e sobre a possibilidade da já confirmada 2ª temporada começar a ser rodada ainda em 2023.

Na ocasião, ele comentou:

“No ano de 2023? Em que temporada estamos agora? Vamos começar na primavera [norte-americana]?”.

Pascal continua: “sim, há uma chance. Sim”.

Lembrando que o próximo capítulo será exibido no dia 05 de março, na HBO Max.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

5 motivos para assistir a ‘Loucas em Apuros’, a comédia do MOMENTO!

Loucas em Apuros é uma das comédias mais aguardadas do ano e chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 03 de agosto.

Estrelada por Ashley Park, Sherry Cola, Stephanie Hsu e Sabrina Wu, a trama gira em torno de Audrey (Park), uma jovem menina asiática que é adotada por pais brancos e que, incumbida com a tarefa de fechar um negócio multimilionário entre a firma de advogados em que trabalha e um magnata chinês, cruza os mares para encontrar a mãe biológica ao lado de sua melhores amiga, Lolo (Cola), uma antiga amiga que se tornou uma grande atriz de cinema, Kat (Hsu), e a prima de Lolo, Deadeye (Wu). No meio do caminho, elas se aventuram em eventos bizarros e hilários – e descobrem mais sobre si mesmas e sobre o poder da amizade.

Com direção de Adele Lim, que assinou o roteiro da aclamada rom-com ‘Podres de Ricos’, o filme já se consagrou como um dos melhores do ano e, pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco motivos pelos quais você deve assistir a ele.

Veja abaixo:

1. O ELENCO

Uma das primeiras coisas que nos chamam a atenção sobre o longa-metragem é o elenco de peso que domina as telas. Park faz um trabalho primoroso como Audrey, afastando-se de seu trabalho em ‘Emily em Paris’, enquanto Wu acrescenta camadas de uma fanfarronice bem-vinda e apaixonante. Mas Cola e Hsu, nutrindo de uma química explosiva, roubam os holofotes ao apostarem todas as fichas em um exagero cômico que transforma o projeto em uma bizarrice sem fim – no melhor sentido do termo.

2. A HISTÓRIA

Se você curtiu ‘Podres de Ricos’, com certeza gostará do filme. Lim, que não é nenhuma estreante no cenário audiovisual, traz elementos com os quais já se envolveu no passado para arquitetar um enredo que, ao mesmo tempo, é original e nostálgica. O roteiro, assinado por Cherry Chevapravatdumrong e Teresa Hsiao, presta homenagem às produções do gênero que antecederam Loucas em Apuros, sem se esquecer de infundir o projeto com uma identidade única e recheada de quebras de expectativa que nos encantam desde os primeiros minutos.

3. AS MENSAGENS

Para além de uma mera comédia, Loucas em Apuros esconde mensagens extremamente importantes que ressoam com inúmeras pessoas. Além do tema da amizade, que notamos com o próprio trailer, a jornada de Ashley é de autodescobrimento: sua construção no filme é de não-pertencimento e da busca pela aprovação dos outros, sejam colegas de trabalho, chefes ou a própria família. E, de certa maneira, a decisão de Ashley em encontrar a mãe é, na verdade, uma tentativa de se encontrar dentro do mundo que a acolheu e das pessoas que a amam.

4. O HUMOR

OK, é quase redundante falar que um filme de comédia tem humor. Mas Loucas em Apuros ultrapassa todas as barreiras em relação ao gênero para arquitetar uma hilária irrupção intergeracional e interpessoal que atira para todos os lados da melhor maneira possível. Chevapravatdumrong e Hsiao trazem elementos escatológicos e corporais para compor uma fortaleza cômica quase inabalável, que fornece ritmo de modos inesperados e garante que o público tenha a impossível missão de desviar a atenção; cada engrenagem desse maravilhoso projeto é medida com cautela e usa o humor como base para falar sobre liberdade sexual, desejos e a paixão pela vida.

5. A REPRESENTATIVIDADE

Seguindo os passos do já mencionado ‘Podres de Ricos’ e do recente ‘Fire Island’, por exemplo, Loucas em Apuros carrega consigo uma emblemática representatividade que continua necessária no cenário audiovisual contemporâneo. Além do elenco protagonista ser composto por atrizes asiáticas, somos presenteados com as diferenças culturais entre a Coreia do Sul e a China, por exemplo, bem como a dualidade identitária que reside sobre os sino-americanos e como eles são enxergados dentro de uma bolha multicultural que precisa ser mais explorada.

‘Duna: Parte 2’: Vídeo promocional INÉDITO explora a jornada de Paul Atreides; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo promocional de ‘Duna: Parte 2‘, adaptação dirigida por Dennis Villeneuve (‘A Chegada’).

featurette nos leva aos bastidores da produção e explora a árdua jornada de Paul Atreides, interpretado por Timothée Chalamet.

Confira, junto ao trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

‘Vikings: Valhalla’: 3ª e ÚLTIMA temporada estreia este mês na Netflix!

A 3ª e última temporada de ‘Vikings: Valhalla‘, série spin-off de Vikings, chega este mês ao catálogo da Netflix.

A iteração de encerramento estreia no dia 11 de julho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Sobre o desfecho da produção, o criador Jeb Stuart declarou:

“Sou muito grato por ter tido a oportunidade de contar as histórias de Leif, Harald e Freydis através de três temporadas. Eu sabia desde o começo que eu queria mostrar a evolução de três dos Vikings mais famosos da história, sobre como eles se tornaram os ícones que conhecemos atualmente. E nós fizemos exatamente isso.”

Ele completa, “Espero que, quando os espectadores conferirem a nova temporada, eles ficarão animados com a jornada dos nossos heróis. Quando começamos este projeto, há cinco anos, trabalhei pesado com esse elenco e equipe talentosos para construir uma narrativa satisfatória.”

A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘Taste’: Julie Bowen, de ‘Modern Family’, vai estrelar nova série de COMÉDIA da NBC

Segundo o Deadline, a premiada atriz Julie Bowen vai estrelar a nova série de comédia ‘Taste’, que já está em desenvolvimento.

A atração traz Justin ShanesNedaa Sweiss como roteiristas e produtores executivos.

A trama acompanha os funcionários de uma revista de culinária tradicional, que eventualmente é comprada por um magnata da tecnologia do Vale do Silício. Então, a tradicional editora-chefe da revista (interpretada por Bowen), se vê forçada a trabalhar com um jovem e agitado chef de cozinha que faz bastante sucesso no TikTok.

Bowen entra como produtora executiva ao lado de Rachael FieldGail Simmons.

A série ainda não tem previsão de estreia e está sendo supervisionada pela NBC e pela Universal Television.

Bowen ganhou reconhecimento ao interpretar Claire Dunphy na ovacionada comédia ‘Modern Family’, da ABC, que foi exibida durante onze anos e lhe rendeu duas estatuas do Emmy Awards por sua performance. Seu trabalho mais recente é a comédia de terror ‘Hysteria!’, da Peacock.

Mais detalhes não foram revelados.