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Após ‘Bad Boys’, Michael Bay e Will Smith se reúnem para suspense de ação milionário da Netflix

Michael Bay (‘Transformers’) e o astro Will Smith voltarão a trabalhar juntos após mais de 30 anos do lançamento de ‘Bad Boys‘.

Eles assinaram para ‘Fast and Loose‘, novo filme de ação milionário que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Na trama…

Um chefe do crime perde a memória após um ataque. À medida em que ele segue as pistas sobre sua identidade e o que aconteceu com sua memória, ele acaba descobrindo que vivia uma vida dupla: uma como um traficante de sucesso cercado de mulheres bonitas, carros e prestígio. E a outra como um agente da CIA infiltrado, sem mulher, família ou amigos, e com uma péssima remuneração. Ao longo de suas descobertas, o maior dilema é que ele não sabe qual dessas é a sua verdadeira identidade.

O roteiro foi assinado por Jon e Erich Hoeber (‘Red – Aposentados e Perigosos’).

Em desenvolvimento desde 2021, o projeto chegou a ser engavetado pelo serviço de streaming após a polêmica envolvendo o Will Smith na cerimônia do Oscar.

Novas informações serão divulgadas em breve.

A Culpa é das Estrelas (1)

Pense na beleza de tudo a seu redor… e seja feliz. Para alegria de Milhares de leitores mundo a fora, chega aos cinemas o filme A Culpa é das Estrelas, baseado no Best-seller homônimo de John Green. Com direção de Josh Boone (do ótimo Ligados pelo Amor) e com jovens rostos, da nova geração de atores hollywoodianos, o aguardado longa-metragem é uma grande aula carismática de como combater as tristezas. Os atores doam-se ao máximo para manter o carisma dos personagens das folhas do livro tão famoso de Green. A emoção toma conta a todo instante do ambiente, é um filme forte, praticamente sem saída para um final feliz.

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Na trama, conhecemos uma simpática jovem chamada Hazel Grace (Shailene Woodley) , uma universitária que tem câncer em estágio avançado. Hazel resolve freqüentar um grupo de apoio à doença e nessa reunião de jovens com problemas parecidos, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort). O entrosamento logo de cara é maravilhoso, ambos se apaixonam perdidamente e juntos precisam enfrentar as tristezas e armadilhas do destino.

O mundo não é uma fábrica de desejos, tristezas farão parte de toda nossa trajetória. A história é muito profunda quando aborda esses desalentos. Assistindo Alien ou Buffy – A Caça Vampiros, entendendo melhor a relação dos pais dos protagonistas, conhecendo outros personagens fascinantes, uma enxurrada de particulares emoções é transmitida ao público de maneira simples sem ser em nenhum momento indelicado ou exagerado. Quando acaba a sessão, a vontade de ler o livro de novo, ou pela primeira vez, será imensa.

A Fault In Our Stars 1

A produção do filme é inteligente quando consegue explorar todo tipo de assunto em uma história tão popular como essa. A maneira como é desenvolvida essa linda fábula sobre o amor e amizade pode até ter muitos elementos necessários em filmes do gênero mas percebemos um grande esforço de todos os envolvidos em recriar o máximo do que acontece no livro nas telonas. Com certeza John Green deve estar orgulhoso de todo o trabalho feito por Boone, Woodley e Elgort, principalmente.

A amizade levou ao amor. O amor os levou a uma eternidade, algo como um pequeno infinito. Quem não vai se emocionar com algo assim tão profundo e bonito? Preparem os lenços a história tem uma alta capacidade de enternecer. O filme não vai ganhar o Oscar, nem Cannes, nem Berlim. Ele vai ganhar seu coração! Não percam. O.K?

10 filmes que mais parecem POESIAS! Não percam essas reflexões sobre sentimentos e estado de espírito!

Falar sobre as dores dos sentimentos conflitantes não é uma tarefa muito simples, principalmente quando falamos sobre cinema. A partir de roteiros cheios de emoção, alguns longas-metragens conseguem nos levar até as angústias das reflexões mais profundas. Pensando em algumas dessas obras, separamos abaixo uma lista cheia de ótimas filmes:

 

Asas do Desejo

A mais bela poesia sobre a existência. Lançado no final da década de 80 e ainda ambientado em uma Berlim dividida pelo famoso muro que consta em todos os livros de história, a obra-prima do cineasta alemão Wim Wenders, Asas do Desejo, nos leva para uma série de reflexões sobre a existência entre anjos querendo o viver e almas perdidas quase sempre em desespero. Indicado para a Palma de Ouro em Cannes no ano de 1987 e vencedor do prêmio de melhor diretor no mesmo festival, esse filme consta na lista de muitos como um dos melhores da história do cinema.

 

Aldeotas

A longa caminhada de uma amizade por meio de memórias. Baseado em uma premiada peça teatral criada no ano de 2004 pelo ator e diretor Gero Camilo, Aldeotas se propõe a um exercício constante e bastante criativo de complemento com o imaginário apresentando em curtos recortes momentos chaves na vida de dois amigos que se reencontram no funeral de um deles.

 

Tick, Tick… Boom!

Jonathan Larson é um jovem que beirando ao seu aniversário de 30 anos e trabalhando em uma lanchonete em Nova Iorque busca conseguir sucesso com o que ama. Ele está juntando as peças finais de um musical de sua criação para uma apresentação que pode mudar sua vida. Assim, vamos caminhando por meio das emoções, conflitos, medos desse artista que marcou seu nome no cenário teatral norte-americano e que faleceu muito cedo, aos 35 anos.

 

História de Amor em Copenhague

A poesia de um roteiro sensível e cheio de significados encontrando as verdades de muitas realidades é um pouco do que explica o surpreendente filme dinamarquês História de Amor em Copenhague. Ao longo de um recorte na vida de uma mulher vivendo as expectativas de realizar o sonho de ser mãe e os atritos de um relacionamento com altos e baixos, o longa-metragem dirigido por Ditte Hansen e Louise Mieritz consegue, em seus 105 minutos de projeção, emocionar do início ao fim.

 

Centro Ilusão

Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.

 

Paterson

O filme, grande sucesso de crítica e público pelos lugares onde já fora exibido, como em Cannes, é uma grande jornada emocional com recheios poéticos onde atravessamos e somos testemunhas de uma alma quase solitária que busca em seu rotineiro cotidiano, sem grandes eventos, formas lindas de ver a tão pacata vida.

 

Eu Estava Justamente Pensando em Você

O tempo e o seu começo, meio e fim. Qual a diferença entre sonhos e lembranças? Por que parece ser tão impossível tentar te esquecer? Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano, estreante em longas-metragens, Sam Esmail (criador de um dos seriados mais aclamados por crítica e público nos últimos anos, Mr. Robot) Eu Estava Justamente Pensando em Você parece uma peça de teatro, com vários cenários, diálogos inteligentes beirando ao tragicômico e dois atores em grande harmonia em cena.

 

Uma Vida Comum

Na trama, conhecemos o sereno John May (Eddie Marsan). Um homem que trabalha a mais de 20 anos na mesma empresa, onde exerce a função inusitada de ser o encarregado de encontrar o parente mais próximo de pessoas que morreram sozinhas. Meticuloso e detalhista em suas pesquisas, não é visto com bons olhos pelo restante do departamento. Assim, quando há uma mudança na estrutura onde trabalha, é demitido mas pede para resolver o último caso que vai levá-lo a uma viagem de descobertas e amores buscando encontrar um sentido para sua própria vida.

 

O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Um dos maiores sucessos da carreira da talentosa atriz Kate Winslet é sem dúvidas esse filme de meados de 2004, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. O filme, que mostra também o talento de Jim Carrey em longas de drama, fala sobre amor, memórias, perdas e consegue se conectar com muitos cinéfilos com uma história muito emocionante brilhantemente interpretada pela dupla de protagonistas. Um filme necessário em qualquer cabeceira.

 

Nove Dias

Na trama, conhecemos Will (Winston Duke), um homem que vive em uma casa longe de tudo e todos que passa seus dias acompanhando por meio de algumas televisões a vida de algumas pessoas que vamos saber já estiveram perto dele. Até que uma dessas pessoas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de um processo de seleção e por essa mesma seleção é onde chega Emma (Zazie Beetz), um alguém que o fará refletir sobre a própria vida. O filme teve estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance e passou pela Mostra de SP em 2020.

 

Tim Burton faz 62 Anos | Elegemos os 18 Melhores Filmes do Diretor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton completa 62 aninhos hoje, dia 25 de Agosto de 2020. Sua carreira já dura 49 anos e 35 como diretor de longas para o cinema.

Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

 

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

 

09 | Peixe Grande (2003)

Peixe Grande é um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.

 

08 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

 

07 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

 

06 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

 

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

 

04 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

 

03 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

 

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

 

01 | A Noiva Cadáver (2005)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver A Noiva Cadáver na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz.

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

Conheça as Atrizes com Mais Indicações ao Oscar nos últimos 10 anos

Começaram as torcidas pelos nossos filmes e atores preferidos no Oscar. E começou também a maratona dos cinéfilos, correndo atrás de todos os indicados que ainda não assistiram. A divulgação dos indicados ocorreu essa semana, na última quinta-feira, dia 22 de janeiro, mas a cerimônia do Oscar em si, que irá revelar os vencedores, ocorre no dia 15 de março.

Aqui no CinePOP você conhece todos os indicados, assim como variadas matérias com o tema do Oscar. Essa aqui é mais uma. Para entrar no clima do maior prêmio da sétima arte, que tanto amamos, achamos que seria divertido dar uma olhada nos atores mais prestigiados da atualidade, na opinião dos próprios companheiros de profissão. Para chegar a tal resultado, conheceremos abaixo as atrizes com mais indicações ao Oscar nos últimos 10 anos. E podemos dizer que a média feminina é melhor que a masculina. Essas não são as melhores atrizes de todos os tempos, mas as melhores em atividade nesta década – segundo a opinião dos membros da Academia. Confira.

Emma Stone

Alguém duvida que quando estiver mais velha, Emma Stone terá uma carreira parecida com a de Meryl Streep? A jovem atriz é um fenômeno junto à Academia, e possui nada menos que quatro indicações nos últimos 10 anos. A primeira delas, é claro, foi em ‘La La Land’ (2017), que a rendeu o prêmio de melhor atriz. Dois anos depois, chegava com uma indicação coadjuvante por ‘A Favorita’ (2019). Em 2024, foi a vez de mais uma estatueta pelo filme ‘Pobres Criaturas’, como protagonista. Este ano, Stone disputa outra estatueta como protagonista por ‘Bugonia’.

Olivia Colman

Muito se fala em Meryl Streep e em Frances McDormand. Agora, Emma Stone mostra que tem potencial para ser uma das maiores. Mas e quanto a Olivia Colman? Uma das atrizes mais subestimadas, Colman é uma verdadeira força da natureza, e possui três indicações ao Oscar na última década. A primeira, veio logo com a vitória como protagonista por ‘A Favorita’ (2019). Em 2021 ela emendou com uma indicação como coadjuvante por ‘Meu Pai’. Logo no ano seguinte, em 2022, seria lembrada de novo, como protagonista por ‘A Filha Perdida’.

Frances McDormand

Falando no diabo, Meryl Streep pode ser a referência de melhor atriz, pois tem o recorde de indicações na história do cinema; mas Frances McDormand possui o melhor rendimento entre as atrizes, pois possui nada menos que três estatuetas como protagonista – duas delas na última década. Ou seja, as duas nomeações de McDormand na década, renderam vitórias: por ‘Três Anúncios para um Crime’ (2018) e ‘Nomadland’ (2021). Qual será a próxima?

Viola Davis

Seguindo de perto, temos outro monstro da atuação. Viola Davis é um grande talento da atualidade. Talvez a atriz negra de maior prestígio hoje. Ela possui duas nomeações na última década: a primeira, que resultou em vitória, como coadjuvante por ‘Um Limite Entre Nós’ (2017). E depois, em 2021, como protagonista, por ‘A Voz Suprema do Blues’ – último filme do saudoso Chadwick Boseman.

Scarlett Johansson

Agora chega na lista uma atriz que realizou um feito igualado por poucos na história do Oscar. São ao total outros onze atores/atrizes, incluindo nomes como Al Pacino, Sigourney Weaver, Julianne Moore e Cate Blanchett. Scarlett Johansson é a atriz mais jovem a adentrar este seleto grupo dos artistas indicados no mesmo ano por filmes diferentes, nas categorias de protagonista e coadjuvante. Demorou para Scarlett ser indicada, mas quando foi, recebeu logo duas nomeações simultâneas. Elas foram como protagonista por ‘História de um Casamento’, e como coadjuvante por ‘Jojo Rabbit’ – ambas de 2020.

Meryl Streep

Agora chegamos nela. Sabíamos que ela viria, afinal não se pode ser a atriz mais vezes indicada ao Oscar, sem nomeações na última década. A “Streep-monster” possui vinte e uma indicações, e três vitórias (duas como protagonista e uma como coadjuvante). Na última década foram duas nomeações como protagonista, por ‘Florence: Quem é Essa Mulher?‘ (2017), seguida de ‘The Post – A Guerra Secreta’ (2018). Será que vem mais uma no ano que vem por ‘O Diabo Veste Prada 2’?

Carey Mulligan

Por falar em atrizes que já deveriam ter levado seu Oscar, agora chega a britânica Carey Mulligan – que já entregou diversos trabalhos de qualidade, e foi indicada para dois Oscar só na última década. Ambas as indicações como protagonista. A primeira foi pelo provocativo ‘Bela Vingança’ (2021) e depois pela biografia dirigida e estrelada por Bradley Cooper, ‘Maestro’ (2024).

Cynthia Erivo

Cynthia Erivo exibiu um comportamento no mínimo bizarro na divulgação de ‘Wicked 2’, ao lado de Ariana Grande. As cenas preocupantes quanto à saúde mental de ambas, deixaram os fãs perplexos. No fim das contas, a sequência não foi indicada para um Oscar sequer, enquanto o original recebeu dez nomeações, incluindo uma de melhor atriz protagonista para Erivo em 2025. É preciso lembrar que ela já havia sido indicada como protagonista, pela biografia importante ‘Harriet’ em 2020. Esperamos que a atriz se recupere e deixe a persona Wicked para trás.

Saoirse Ronan

Saorise Ronan é uma jovem atriz que terá sua estatueta muito em breve. Muito se fala de Timothée Chalamet, mas Ronan, aos 31 anos de idade já coleciona quatro nomeações ao Oscar. Duas apenas na última década. E ambas como protagonista: por ‘Ladybird: A Hora de Voar’ (2018) e ‘Adoráveis Mulheres’ (2020).

Jessie Buckley

Agora chegamos a uma atriz que está atualmente indicada ao Oscar 2026, pela primeira vez como protagonista. Jessie Buckley é uma atriz talentosíssima, que começa a ser revelada agora. Este ano, ela foi lembrada pelo drama ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ – e é praticamente garantida de levar o prêmio. Quatro anos antes, ela havia sido nomeada como coadjuvante, ao viver a mesma personagem de Olivia Colman, em ‘A Filha Perdida’ (2022).

Glenn Close

Sabe quando falamos de atrizes como Saoirse Ronan ou Amy Adams quando falamos em injustiçadas? A veteraníssima Glenn Close diria para as duas: “segure minha cerveja”. Isso porque a lendária intérprete possui nada menos que oito indicações em sua carreira, e nenhum vitória. Isso que é injustiça. Esperamos que ela receba uma estatueta antes de sua trajetória encerrar. Duas dessas ocorreram na última década: como protagonista por ‘A Esposa’ (2019), e como coadjuvante por ‘Era uma Vez um Sonho’ (2021).

Margot Robbie

Quando pensamos em Margot Robbie muitas coisas vem à mente. Sua beleza intocável, certamente. Também atuações memoráveis como em ‘O Lobo de Wall Street’ e suas personagens icônicas como Barbie e Arlequina. Mas e quanto aos prêmios do Oscar? Você sabia que a estrela australiana possui duas indicações ao Oscar, e ambas na última década? A primeira foi como protagonista pelo ótimo ‘Eu, Tonya’ (2018), e a segunda como coadjuvante pelo filme denúncia sobre abuso sexual ‘O Escândalo’, em 2020.

Michelle Williams

Michelle Williams é uma atriz que infelizmente não ouvimos falar muito nos últimos anos, ao menos não tanto quanto na década passada. Ela realmente anda afastada dos holofotes, embora tenha sido elogiada e indicada a prêmios pela minissérie ‘Morrendo por Sexo’ (2025). Apesar de não lembrarmos, ela possui duas indicações ao Oscar na última década: a primeira faz um tempinho, como coadjuvante por ‘Manchester à Beira-Mar’, a segunda, no entanto, é mais recente, como protagonista por ‘Os Fabelmans’ (2023), a biografia de Steven Spielberg dirigida pelo próprio.

Nicole Kidman

A havaiana Nicole Kidman parece estar em todo lugar ao mesmo tempo – e inclusive virou assunto entre os cinéfilos por seu excesso de trabalho. Mas a vencedora do Oscar justificou de uma forma muito digna, disse que sua presença em projetos gera empregos para muita gente. Sendo assim, continue trabalhando Nicole. Melhor ainda quando estes trabalhos rendem indicações para a atriz. No Oscar, só na última década ela recebeu duas nomeações: a primeira como coadjuvante por ‘Lion: Uma Jornada para Casa’ (2018), também conhecido como “o filme do Google Earth”; e a segunda foi como protagonista por ‘Apresentando os Ricardos’ (2022), no qual viveu a icônica humorista Lucille Ball, conhecida como Lucy.

Octavia Spencer

Finalizando temos a simpática Octavia Spencer. Quando pensamos na atriz, sempre lembramos de seu desempenho vencedor do Oscar por ‘Histórias Cruzadas’ (2012). Mas depois disso, Spencer ainda recebeu mais duas indicações, que aconteceram na última década. Ambas como coadjuvante. A primeira foi por ‘Estrelas Além do Tempo’ (2017), filme importante sobre as mulheres negras que ajudaram no programa espacial americano, mas ficaram escondidas por bastante tempo. E depois pelo deliciosamente esquisito ‘A Forma da Água’ (2018), de Guillermo del Toro.

‘O Duende Retorna’: Reboot ganha cartaz com vilão icônico; Confira!

O Syfy divulgou o primeiro cartaz do reboot ‘O Duende Retorna‘.

Confira:

Dirigido por Steven Kostanski, o filme será lançado em VOD no dia 11 de dezembro.

O mortal e brincalhão Leprechaun está de volta em toda sua glória sangrenta. Quando as estudantes da irmandade Alpha Upsilon decidem ficar chapadas e usar um poço antigo como fonte de água, despertem involuntariamente um monstro verde. O Leprechaun quer um pote de ouro enterrado perto da casa da irmandade, mas primeiro, ele deve recuperar seus poderes com uma matança – e apenas as meninas da UA podem detê-lo.”

O filme retoma 25 anos após os acontecimentos do original de 1993.

Linden Porco (‘Channel Zero‘) interpretará o icônico vilão.

O filme original, estrelado pela Jennifer Aniston, arrecadou baixos US$ 9 milhões nos EUA, mas anos depois conquistou uma legião de fãs, e teve seis sequências.

 

‘Preacher’: Última temporada ganha teaser; Assista!

A 4ª (e última) temporada de ‘Preacher‘ ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Criada por Sam Catlin, Evan Goldberg e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

A trama acompanha a vida de Jesse Custer, um ex-criminoso que volta à sua cidade natal para assumir o cargo de seu pai, um pregador que foi morto na sua frente quando Jesse tinha oito anos. Ele é possuído por Gênesis, uma mistura de anjo e demônio que lhe dá alguns poderes. Entre eles, ser capaz de controlar a vontade alheia. Ao saber que Deus abandonou o céu quando Gênesis nasceu, Jesse ao lado de Tulipa sua ex-namorada e companheira de crimes e Cassidy, um vampiro irlandês beberrão, decide localizá-lo forçando-o a assumir a responsabilidade de sua abdicação.

O elenco conta com Dominic CooperRuth NeggaJoseph Gilgun, Ian Colletti, Graham McTavish, Pip Torrens, Noah Taylor e Julie Ann Emery.

A última temporada irá estrear no dia 4 de agosto, na AMC.

‘Bloodshot’: Vin Diesel fala sobre a adaptação em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores da adaptação de Bloodshot.

Confira:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘The Walking Dead’: Filmagens dos novos episódios já começaram; Confira a 1ª imagem!

Através do seu Instagram, o ator Norman Reedus divulgou a primeira imagem dos bastidores das gravações dos novos episódios da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

As filmagens estão acontecendo atualmente na Georgia e a imagem mostra os equipamentos de proteção do ator em meio a pandemia de COVID-19.

Confira:

Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero:

 

 

‘Masquerade’: Terror com Bella Thorne ganha novo clipe TENSO; Confira!

O terror ‘Masquerade‘, estrelado por Bella Thorne (da série ‘Pânico‘), ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa foi escrito e dirigido por Shane Dax Taylor.

A trama segue Casey (Lind), uma garota de 11 anos que deve sobreviver depois de um grupo de invasores, liderados pela Rose (Thorne), entra na casa de sua família para roubar uma obra de arte. E os ladrões não pararão por nada para colocar as mãos no que querem.

O elenco ainda conta com Alyvia Alyn Lind, Austin Nichols, Mircea Monroe e Skyler Samuels.

O terror será lançado em VOD pela Shout! Studios no dia 30 de julho.

Terror com tubarões assassinos ganha trailer com mortes BRUTAIS; Confira!

O terror ‘Tubarão: Presas Humanas‘ (Shark Bait), que trará um grupo de jovens preso em um jetski quebrado em alto mar e cercado por tubarões, ganhou trailer legendado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais pela Paris Filmes no dia 1º de dezembro.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

‘The Witcher: A Origem’: Personagem da série ORIGINAL retorna no novo clipe do spin-off; Confira!

A Netflix divulgou o novo clipe da série derivada ‘The Witcher: A Origem‘, que servirá como pré-sequência de ‘The Witcher‘.

A cena, que abre o spin-off, destaca o retorno do Jaskier (Joey Batey) – o bardo que é um dos amigos mais próximos do bruxo Geralt de Rívia, na série original.

Confira:

Com quatro episódios, a produção será lançada no dia 25 de dezembro.

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

Olivia Colman e Dev Patel irão viver um romance INESPERADO em ‘Wicker’

De acordo com o Deadline, Olivia Colman (‘A Favorita’) e Dev Patel (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) irão estrelar o romance sombrio ‘Wicker‘.

Os atores viverão um romance inesperado na produção. Colman interpretará uma pescadora que desperta a fúria e a inveja dos moradores conservadores de sua cidade por causa de seu romance não convencional.

Alex Huston Fischer e Eleanor Wilson serão responsáveis pela direção.

A produção é baseada no conto ‘The Wicker Husband‘, escrito por Ursula Wills-Jones.

Confira a sinopse oficial:

“Nos arredores de uma vila à beira-mar, mora uma Pescadora (Colman); fedorenta, solteira e perpetuamente ridicularizada. Um dia, farta de seus vizinhos abafados e mesquinhos, ela encomenda um marido de vime (Patel). Em uma cidade conservadora, esse romance não convencional provoca indignação, ciúme e caos.”

O projeto não será afetado pela greve do SAG-AFTRA, e suas filmagens estão programadas para começarem em meados de 2024, na Europa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Muita ação e tiroteio no trailer FINAL de ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’

A Paris Filmes divulgou o trailer final da adaptação ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Lilith (Cate Blanchett), uma infame caçadora de recompensas com um passado misterioso, retorna para o lugar onde cresceu, Pandora, o planeta mais caótico da galáxia. Sua missão é encontrar a filha desaparecida de homem mais poderoso do universo, Atlas (Edgar Ramírez).

Lilith forma uma aliança inesperada com uma equipe de desajustados – Roland (Kevin Hart), um mercenário experiente em uma missão; Tiny Tina (Ariana Greenblatt), uma feroz pré-adolescente; Krieg (Florian Munteanu), o protetor musculoso de Tina; Tannis (Jamie Lee Curtis), o cientista excêntrico que já viu de tudo; e Claptrap (voz de Jack Black), um robô esperto. Juntos, esses heróis improváveis devem combater uma ameaça alienígena e bandidos perigosos para descobrir um dos segredos mais explosivos de Pandora. O destino do universo está nas mãos deles. O filme é baseado em uma das franquias de videogame mais vendidas de todos os tempos.

Tim Miller, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, assumiu a direção das refilmagens.

Eli Roth, o diretor principal, supostamente estava ocupado durante as refilmagens.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

Amazon CONFIRMA série live-action de ‘Círculo de Fogo’

De acordo com o Variety, o Prime Video deu sinal verde para a série live-action baseada na saga ‘Círculo de Fogo‘ (Pacific Rim).

Eric Heisserer (‘Bird Box’) será responsável pelo roteiro do seriado – que servirá como pré-sequência da franquia original.

“Eric é um criador extremamente talentoso cujo histórico crítico e comercial de sucesso fala por si mesmo,” declarou Jason Clodfelter, presidente da Legendary Television. “Estamos animados em iniciar nossa parceria com o Eric, Carmen [Lewis] e sua produtora Chronology, com um novo capítulo no popular universo de ‘Círculo de Fogo’.”

Amazon MGM Studios e Legendary Television são os estúdios por trás do projeto.

Lembrando que ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ se tornou um fracasso de público e crítica. Além de amargar 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação arrecadou apenas US$ 290 milhões nas bilheterias mundiais.

A história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

Elenco se reúne em novo CARTAZ da sequência ‘Pânico 7’; Confira!

A aguardada sequência ‘Pânico 7‘ ganhou um novo cartaz.

A arte reúne o elenco principal, destacando a icônica casa do Stu Macher em chamas.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Venda de ingressos de ‘Logan’ ultrapassa a de todos os filmes de ‘X-Men’

Logan’ mal chegou aos cinemas, mas já conseguiu bater seu primeiro recorde.

Segundo o site de comercialização de ingressos Fandango, o último capítulo de Hugh Jackman no papel de Wolverine já bateu as vendas de cada um dos demais filmes da franquia de ‘X-Men’.

As previsões são ainda mais positivas, colocando ‘Logan’ no topo das bilheterias neste fim de semana. Em se tratando do mercado mundial, a adaptação deve faturar mais de US$ 170 milhões, podendo aumentar ainda mais se grande parte do público chinês for aos cinemas.

Nos Estados Unidos, a expectativa é que a adaptação arrecade US$ 70 milhões em seu fim de semana de estreia, se consagrando como a segunda melhor abertura de um filme solo do herói. A maior até o momento é ‘X-Men Origens: Wolverine’ (2009), que inaugurou abocanhando RS$ 85 milhões no mercado local.

Caso ‘Logan’ continue a crescer vertiginosamente nos próximos dias ao redor do mundo, a 20th Century Fox pode atingir um marco grandioso. Considerando que os dois filmes solos anteriores do personagem faturaram em conjunto mais de US$ 787 milhões, o mais recente só precisa arrecadar US$ 213 milhões no total, para fazer dessa franquia um sucesso bilionário.

Naturalmente, essa tarefa será cumprida antes mesmo do prazo.

COM SPOILERS

SEM SPOILERS

Para ler nossa crítica completa, clique aqui!

Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras.

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

‘Vingadores 4’: Fotos do Visão indicam que ele sobreviverá aos eventos de ‘Guerra Infinita’

O trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ sugeriu que talvez o carismático e sensível Visão poderia ser um dos heróis sacrificados na terceira sequência.

No entanto, as publicações mais recentes do intérprete do personagem, Paul Bettany, sugerem que o herói deve pelo menos continuar sua jornada até ‘Vingadores 4’.

Em sua conta do Instagram, Bettany postou duas fotos nos bastidores do quarto capítulo da saga dos heróis da Marvel, fortalecendo ainda mais a esperança dos fãs preocupados após o trailer de ‘Guerra Infinita’.

Ele inclusive comunicou os fãs que encerrou suas filmagens nesta quarta-feira (20).

Confira:

 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores 4’: Jeremy Renner publica foto no set de filmagens; Confira!

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‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Sequência inicia filmagens em Veneza; Confira as fotos!

A Marvel está levando à risca o subtítulo da sequência ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ e continua filmando a produção em vários países distintos.

Dessa fez, as filmagens migraram para Veneza, na Itália. A confirmação foi feita pelo próprio astro Tom Holland, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Em duas publicações, ele sinaliza que está na cidade filmando a produção. Em uma delas, ele posa ao lado de ZendayaJacob Batalon.

Além de Holland, o próprio colega de elenco Batalon publicou outra foto que traz o trio junto.

Confira:

 

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Serving 3 looks in Venice today! #spidermanfarfromhome

Uma publicação compartilhada por ✌️ (@tomholland2013) em

 

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Smashed day 1 #spidermanfarfromhome #venice

Uma publicação compartilhada por ✌️ (@tomholland2013) em

 

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On our days off😝🤙🏽🚤 #Venezia #farfromhome

Uma publicação compartilhada por Jacob Batalon (@lifeisaloha) em

 

Um novo vídeo feito do set de filmagens de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ revelou o visual de outro traje do herói.

Segundo fontes, o uniforme é preto, mas não de um simbionte. A expectativa é que esse seja o traje stealth.

Confira:

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

Recentemente, foi revelado que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ pode ser prelúdio de ‘Guerra Infinita‘; Entenda!

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

EXCLUSIVO! ‘Hawaii Five-0’: Alex O’Loughlin revela o segredo dos 10 anos de sucesso da série

A série ‘Hawaii Five-O‘ possui uma longa jornada nas telinhas, desde sua estreia original, em 1968. E seguindo os passo de sua antecessora – que contou com 12 temporadas, exibidas até o ano de 1980, a nova versão se encaminha para sua 10ª temporada, traçando uma trajetória que não parece estar perto de seu fim.

E em durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin refletiu sobre o impacto cultural que a produção possui, salientando como ela consegue se manter revigorada após tantos anos em exibição.

Em conversa ao nosso editor-chefe, Renato Marafon, O’Loughlin disse:

“Acho que tem duas respostas para essa pergunta: como manter a série sempre revigorante de maneira geral, que é uma pergunta que não cabe a mim responder e sim para o showrunner, e como eu posso mantê-la revigorante. É difícil, é bem mais fácil se acomodar com que se tem e não se esforçar. Mas é preciso continuar estudando o seu trabalho, você precisa manter uma grande ética profissional e continuar se esforçando para entregar uma série verdadeira em cada pequeno momento. Então, ao que cabe a mim, penso que isso é fundamental para mantê-la revigorante”.

O astro também como sobre a história de seu personagem, Steve McGarrett, que já passou por uma série de circunstâncias diversas ao longo das últimas nove temporadas. E com a chegada do décimo ciclo, ele ponderou sobre como o a gente se encontra emocionalmente neste momento da narrativa:

“Ele está cansado (risos)! Ele já passou por muita coisa emocional, física e psicologicamente, então eu acho…é difícil falar dele de maneira objetiva, quando de fato eu o interpreto de maneira subjetiva, mas creio que existe um limite do quanto uma pessoa consegue suportar, antes dessa pessoa chegar ao nível de um super herói. E ele não é um super herói, ele é um cara normal. Mas essa jornada tem sido bem longa e eu estou ansioso para saber o que eles vão preparar para o seu futuro. Eu acho que ele precisa de um pouco de mudança. Ele não tem namorado há bastante tempo, tem apenas um cachorro e eu acho que ele precisa de algo novo”.

A 9ª temporada será exibida no Brasil pelo canal AXN e estreia no dia 23 de Outubro, às 22h.

Em ‘Hawaii Five-O‘, uma unidade policial de elite opera taticamente para combater o crime no estado do Havaí, que foi o quinquagésimo a ser incorporado à confederação. Na trama, Alex O’Loughlin é o comandante Steve McGarrett, chefe da força-especial 5-0 e marinheiro da SEAL, que presta contas diretamente aos governadores da ilha. Sua equipe é formada pelo detetive vindo de Nova Jersey, Danny Williams (Scott Caan), tenente Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim), oficial Kono Kalakaua (Grace Park) e o médico legista Dr. Max Bergman (Masi Oka).

Confira as estreias da Netflix nessa semana

Mais uma semana de outubro está começando e novos títulos serão adicionados à grade de programação da Netflix ao longo de semana.

E nos próximos dias os fãs poderão conferir a comédia de terror ‘O Halloween de Hubbie‘ – estrelada por Adam Sandler, além da aguardada estreia da série ‘A Maldição da Mansão Bly‘.

E para você não perder nada de novo que chega nos próximos dias, separamos a agenda semanal de estreais da gigante do streaming.

Confira!

04/10

David Attenborough e Nosso Planeta
Um naturalista britânico fala sobre sua trajetória e a evolução da vida na Terra, lamenta a perda de áreas selvagens do planeta e oferece sua visão de um futuro possível.

06/10

StarBeam Salva o Halloween
O guloso Capitão Barba de Peixe está roubando os doces de Halloween de todo mundo, mas StarBeam e Boost têm alguns truques na manga para salvar o dia!

07/10

Cidade dos Mortos
Quando um vírus mortal ataca Moscou, um grupo de sobreviventes foge para a floresta, enfrentando a doença, os saqueadores e as próprias rivalidades internas.

O Halloween do Hubie
Hubie (Adam Sandler) não é popular em Salem, Massachusetts, nos Estados Unidos, mas isso não vai impedir este homem medroso e de bom coração de manter a cidade em segurança no Halloween.

09/10

Além do Som
Nesta série documental, um grupo unido de estudantes surdos conta suas histórias e descobre o lado bom e ruim da vida na Universidade Gallaudet.

Riverdale: Temporada 4
As aventuras ganham um tom sombrio quando Riverdale vive o luto de um jeito diferente e a turma se prepara para o teste final: o último ano do ensino médio.

A Maldição da Mansão Bly
Do criador de A Maldição da Residência Hill, a nova temporada desta série de antologia traz um romance gótico e fantasmagórico baseado na obra de Henry James.

The Forty-Year-Old Version
Desesperada para conseguir outro sucesso antes dos 40, a dramaturga nova-iorquina Radha se reinventa como rapper e busca sua verdadeira voz entre o hip hop e o teatro.

Velozes & Furiosos – Espiões do Asfalto: Temporada 2
Quando um colega de equipe desaparece, nossos espiões favoritos precisam sair de Los Angeles rumo ao Brasil para enfrentar uma organização criminosa no Rio.

Super Monstros: Dia de los Monstros
Os Super Monstros comemoram o Día de los Muertos com a família mágica de Vida, além de novos amigos monstros e um desfile assustadoramente espetacular!

 

‘Dano Colateral’: Thriller criminal turco já está disponível na Netflix

O thriller criminal turco ‘Dano Colateral‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (08) na grade de programação.

Na trama, perto de ser promovido, um inspetor da polícia se envolve em um acidente fatal e descobre um plano de vingança que ameaça seus colegas de trabalho.

Confira o trailer:

Türkan Derya assina a direção.

‘Dragon’s Lair’: James Bobin está em negociações para dirigir adaptação de game para a Netflix

O diretor James Bobin, conhecido por seu trabalho em ‘Os Muppets‘ e ‘Dora e a Cidade Perdida‘, está em negociações para dirigir a adaptação cinematográfica de Dragon’s Lair, icônico jogo de arcade dos anos 1980, que será produzido pela Netflix, segundo confirmação do The Hollywood Reporter.

O projeto está em desenvolvimento desde 2020, com Ryan Reynolds como produtor, ao lado de Roy Lee (Vertigo Entertainment), Trevor Engelson (Underground) e os criadores do game original Don Bluth, Gary Goldman e Jon Pomeroy.

Reynolds chegou a ser cotado para o papel principal, mas não está mais vinculado ao elenco.

Lançado em 1983, Dragon’s Lair foi um marco nos fliperamas por sua animação em estilo cinematográfico, criada por Don Bluth — que mais tarde dirigiria clássicos como ‘Fievel – Um Conto Americano‘ e ‘Todos os Cães Merecem o Céu. O jogo inovava ao usar tecnologia LaserDisc para criar uma narrativa interativa visualmente semelhante a um desenho animado.

A trama acompanha o cavaleiro Dirk the Daring em sua missão para resgatar a princesa Daphne das garras do dragão Singe e do perverso mago Mordroc.

Com seu histórico de equilibrar humor, aventura e fantasia familiar, Bobin parece uma escolha certeira para dar vida à adaptação. Além dos Muppets, o diretor dirigiu episódios de séries como A Misteriosa Sociedade Benedict‘ e ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, consolidando sua experiência em narrativas voltadas ao público infantojuvenil.

Ainda sem data de estreia definida, a adaptação de Dragon’s Lair promete unir nostalgia e tecnologia moderna para reintroduzir o universo cultuado por uma geração que cresceu nos fliperamas dos anos 80 — agora sob a lente criativa de Bobin e a força da Netflix.

‘A Família Addams’: Animação ganha data de estreia e Oscar Isaac deve dublar Gomez

É difícil dizer de quem foi a ideia ou como surgiu, mas a internet não consegue ver outros artistas nos papeis de Gomez e Morticia a não ser Oscar Isaac e Eva Green.

‘A Família Addams’ ganhará reboot com diretor de ‘A Festa da Salsicha’

Com isso, os pedidos chegaram aos ouvidos do diretor Conrad Vernon (Festa da Salsicha), que está no comando da nova animação de A Família Addamspara a MGM, e Oscar Isaac (Star Wars: Os Últimos Jedi) está em negociações para dublar Gomez, de acordo com o Tracking Board.

A animação está em andamento em Vancouver, com os outros papéis ainda não foram revelados. Pamela Pettler (A Noiva Cadáver) escreveu o roteiro, com as revisões de Matt Lieberman. O filme chega aos cinemas em 19 de outubro de 2019.

A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester (conhecido como Tio Chico no Brasil) e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Havia ainda outro projeto em desenvolvimento desde 2010, uma animação em stop-motion que seria dirigida por Tim Burton. O longa, porém, foi recentemente cancelado.

 

‘Uma Aventura LEGO 2’ ganha subtítulo e logo oficial; Vem ver!

A Warner Bros. revelou a primeira imagem promocional de Uma Aventura LEGO 2’, revelando o logo oficial do novo filme e seu subtítulo.

O filme será intitulado The LEGO Movie 2: The Second Part, e chega aos cinemas em 8 fevereiro de 2019.

A atriz Tiffany Haddish, de ‘Girl’s Trip‘, vai emprestar a sua voz para a sequência ‘Uma Aventura LEGO 2‘. Detalhes a respeito da personagem ainda não foram divulgados pela Warner.

Adupla Phil Lord e Chris Miller agora volta para o roteiro de ‘Uma Aventura LEGO 2‘.

Mike Mitchell (‘Trolls’) vai dirigir o projeto, substituindo Rob Schrab (‘A Casa Monstro’) – que se desligou do projeto por “diferenças criativas”.

Diretor de ‘Community’ assumirá ‘Uma Aventura LEGO 2’

Uma Aventura LEGO‘ arrecadou US$ 468 milhões mundialmente. O longa acompanha a história de Emmet, uma minifigura LEGO® seguidora de regras e perfeitamente comum, que é erroneamente identificada como a pessoa mais extraordinária e a chave para salvar o mundo. Ele é recrutado para integrar uma sociedade de estranhos e seguir uma jornada épica para deter um tirano, uma viagem divertida para a qual Emmet vai totalmente despreparado.

As Trágicas Versões de ‘Dumbo’

A história do elefantinho Dumbo é amada por crianças e adultos ao redor do mundo. De volta aos cinemas, agora em uma versão Live Action, o paquiderme voador segue à risca uma característica básica inerente a todas as versões do conto de Dumbo: a vida trágica do animal de circo.

Neste texto, vamos comparar as três versões mais famosas: a animação da Disney , o Live Action e a história real. Já aviso de pronto que é uma matéria bastante triste e pode afetar aos mais sensíveis. Como o filme já estreou há algumas semanas, vamos colocar alguns pequenos spoilers no texto. Então fique ligado. Confira!

Lançado em 1941, Dumbo foi um verdadeiro fenômeno da Disney. A animação contava a história do filhote da Senhora Jumbo, que nascia com orelhas gigantes. Diferente dos outros elefantes do circo, o pequeno Dumbo não era admirado nem popular entre as crianças. Suas orelhas, na verdade, eram motivo de chacota da plateia, que ria dele e jogava coisas contra ele e quem mais estivesse dividindo o picadeiro com o elefantinho.

A reação negativa do público causou a ira dos outros elefantes, que se sentiam ofendidos e consideravam a existência de Dumbo uma ofensa à raça. Deprimido, isolado e ofendido, Dumbo só encontra conforto em sua Mãe, a Senhora Jumbo, capaz de fazer qualquer coisa para proteger seu bebê, e no Ratinho Timóteo, uma espécie de Rato Empreendedor.

Certo dia, durante um perigoso número de Circo, a Senhora Jumbo intervém e acaba destruindo o picadeiro. Ela é afastada do bebê e dos outros elefantes. Agora em uma gaiola, a Senhora Jumbo é tratada como “Elefante Louco”.

Nesse período, Dumbo passa a viver com Timóteo, que descobre uma coisa impressionante: as orelhas do elefantinho o permitem voar! Para aumentar a confiança de Dumbo, o ratinho dá uma “Pena Mágica” que o auxilia no voo. Com a habilidade do Voo, Dumbo se vinga dos artistas do circo e os humilha em frente a todo o público.

O número acaba sendo um sucesso e um dos palhaços deixa sua bebida (alcoólica) cair na vasilha de água de Dumbo. Bêbado, o elefante tem um pesadelo terrível e acorda em uma árvore. Diante da situação de risco, e sem a Pena Mágica, ele busca sua autoconfiança para enfim voar de vez e rumar ao estrelato, como o único elefante voador do mundo.

O filme termina com Dumbo e Timóteo milionários, viajando o país com o circo, enquanto a Senhora Jumbo viaja num vagão de luxo no trem. Rico, tendo dado a volta por cima da humilhação e com sua mãe de volta numa situação confortável, a vida parece enfim ter sorrido para Dumbo.

Essa é a versão mais famosa, que conquistou o coração de milhões de crianças ao longo dos anos, inclusive de Angelina Jolie, que afirmou chorar toda vez que vê a cena na qual Dumbo aceita sua aparência e alça voo.

 

 

No Live Action, dirigido por Tim Burton, temos a história da animação contada em mais ou menos 20 minutos. Mas a situação ganha contornos dramáticos com os eventos que sucedem o voo do sucesso de Dumbo. Nesta versão, o Elefantinho Voador chama a atenção de um bem-sucedido Empresário, que vem de encontro ao dono do circo (Danny DeVito) para fazer uma proposta irrecusável.

O empresário, que tem um jeitão de Walt Disney do mal, é interpretado pelo polivalente Michael Keaton. Após ter a oferta de compra de Dumbo negada, ele decide comprar o circo inteiro. Levando a trupe para seu parque, eles fazem ensaios com Dumbo para que ele seja uma grande estrela. Mas as coisas fogem de controle quando o elefantinho sai voando em sua primeira apresentação. O motivo? Ele descobriu que sua mãe (que diferente da animação, fora vendida após o lance do Elefante Louco) estava sendo exibida em uma outra atração, como um monstro terrível.

De volta à tromba de sua mãe, Dumbo causa um tumulto no Parque. O empresário decide então sacrificar a Senhora Jumbo para evitar mais problemas. Os artistas do circo descobrem o plano de matar a elefanta e se unem para salvar Dumbo e sua mãe. Eles fazem um plano que culmina num incêndio que devasta o parque inteiro.

No final, Dumbo e Senhora Jumbo voltam para a Ásia, onde passam a viver em liberdade com outros elefantes num tipo de santuário.

Mas se vocês acharam que as versões da ficção sofreram, vocês não fazem ideia do que o Dumbo da vida real enfrentou.

Capturado em 1862, na Etiópia, o bebê elefante teve sua mãe morta e foi levado para a França numa viagem mortal. Ao chegar quase morto a Paris, seu comprador decidiu vendê-lo para um Zoológico Britânico. Como ele era um elefante africano, algo muito raro de ser visto na Europa, considerando que os elefantes asiáticos eram menores e mais dóceis, os ingleses foram à loucura com a aquisição.

Chamado de Jumbo, que significa “Olá!” em Suaíli, a primeira atitude do zoológico foi chamar um treinador para colocar o elefantinho na linha. É aí que entra Matthew Scott, que se dedicou demais ao Jumbo. Ele chegou a dormir na mesma cela que Jumbo por vários meses. Dessa forma, Scott conquistou a confiança e amizade de Jumbo.

Recuperado, Jumbo rapidamente virou a maior atração de Londres. Pessoas vinham de todo lugar para vê-lo e fazer passeios montados em suas costas. Ele era tão amado pelo povo do zoológico que as pessoas, além das moedas pagas a Matthew pelo passeio, davam tortas de presente ao elefante.

Mas, infelizmente, essa combinação causou muitos problemas na vida do paquiderme. O transporte de pessoas fez com que seus ossos e cartilagens desgastassem muito mais rápido, causando muita dor a ele. Além disso, as tortas apodreceram seus dentes e o deixaram com um comportamento bipolar. Ele era dócil com as crianças pela manhã, mas tinha gigantes acessos de raiva à noite, causados pelas fortes dores que ele sentia.

Matthew surgiu com uma solução incomum e antiética: dar Whisky para o elefante que, bêbado, ficava narcotizado e diminuía o estresse.

Temendo pelo pior, o dono do zoológico decidiu vender Jumbo. O Rei do Show circense, o infame P.T. Barnum, vai atrás e compra o elefante em uma transação ridiculamente cara. Para vocês terem uma ideia, fazendo a correção monetária, o valor pago pelo elefante foi praticamente o mesmo que o PSG pagou por Neymar na maior transação da história do futebol. O povo londrino ficou revoltado e fez vários protestos. Em uma cena emblemática, Jumbo se recusou a entrar na caixa que iria transportá-lo para Nova York.

Nos Estados Unidos, P.T., famoso por suas pilantragens e picaretagens, começou a espalhar cartazes com Jumbo e os dizeres: “A Maior Criatura da Terra!”. Jumbo era, de fato, um animal de três metros, mas longe do tamanho colossal dos cartazes de Barnum. Mas a verdade pouco importava no circo e o elefante caiu nas graças do povo Novaiorquino.

Em 1885, aos 24 anos, Jumbo foi atropelado por um trem enquanto subia em seu vagão. A pancada causou uma hemorragia pesada no elefante, que sangrou até a morte. Visando obter publicidade e recuperar parte do dinheiro investido, P.T. Barnum vendeu a história de que ele teria morrido ao salvar um bebê elefante de ser atropelado.

Com isso, ele também vendeu os ossos para estudo e o resto do corpo para taxidermistas. Em seu último grande “milagre”, Jumbo teve seu estômago aberto, onde encontraram mais de 300 moedas dadas para que Matthew conduzisse os visitantes do Zoológico de Londres nas costas de Jumbo.

Ele teve uma vida triste, humilhante e incrivelmente curta. Na natureza, elefantes africanos podem chegar até 70 anos. Jumbo se foi aos 24.

 

Não importa qual a versão, o sofrimento do elefantinho de circo é a trama central de Dumbo. Atualmente, animais são proibidos de atuarem em circos. Esperamos que histórias como a do elefante Jumbo possam permanecer no passado para sempre.

 

Dumbo está em cartaz em todo o Brasil.

Crítica | Retrato de uma Jovem em Chamas – Sororidade Feminina no longa indicado ao Globo de Ouro

Na França do século XVIII, Marianne (Noémie Merlant, atriz bastante parecida esteticamente com Emma Watson) é uma pintora que, durante uma aula com jovens meninas, se recorda de um episódio de seu passado ao se deparar com uma pintura feita por ela, intitulada ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’. Então o espectador é transportado para um período anterior, quando Marianne fora contratada pela mãe de Héloïse (a enigmática Adèle Haenel) para pintar um retrato da jovem, de modo que a pintura se transformasse em um presente para o futuro marido de Héloïse.

A questão toda é que Héloïse não quer ser retratada, pois sabe que tão logo a pintura fique pronta, seu casamento será marcado, então, Marianne precisa fingir ser uma dama de companhia de Héloïse, para, à noite, pintar o quadro da jovem. A partir dessa pequena mentira, as duas começam a desenvolver uma amizade sincera baseada na enormidade da solidão feminina em um mundo no qual o destino das mulheres era tão somente casar e ter filhos.

O grande trunfo de ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ é ter um elenco quase cem por cento feminino (só um homem aparece no longa), com mulheres protagonistas, e dirigido por uma mulher, Céline Sciamma. Para quem acha que isso não faz diferença, que é modinha, é só reparar a suavidade e o cuidado que Céline tem em retratar certos momentos do universo feminino sem sensualizar os corpos femininos ou explorá-los. Exemplo disso é o episódio em que ocorre um aborto, no qual em vez da câmera focar no sangue e na perda, foca na dor, no rosto da personagem em sentir o que está ocorrendo.

Com uma fotografia poética e atuações propositalmente contidas para explodirem nos momentos certos, o roteiro de Céline Sciamma às vezes escorrega em soluções fáceis demais para uma época em que tudo era muito rígido – mas nada que comprometa o todo do filme. Em contrapartida, há diálogos potentíssimos como o da irmã suicida de Héloïse, que pede desculpas por se matar e deixar seu destino para a irmã, ou o momento em que a própria Héloïse confessa enxergar a liberdade que existe quando a mulher está sozinha.

Indicado ao Globo de Ouro 2020 e vencedor do Prêmio Félix do Festival do Rio 2019 de Melhor Longa-Metragem de Ficção, ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ aborda temas que permeiam o universo feminino de maneira atemporal, e reforça o quanto a presença de outras mulheres ajuda uma mulher a encarar e enfrentar o destino traçado para elas pelos homens do século XIX – e nos faz refletir sobre como, embora sendo uma ficção, algumas imposições permanecem ainda hoje em nossa sociedade.

‘A Mula’: Novo longa de Clint Eastwood já faturou US$ 62 milhões nas bilheterias

O aguardado novo filme do diretor Clint Eastwood está fazendo um módico sucesso nos EUA. Com apenas 17 dias de exibição, o suspense ‘A Mula‘ já conquistou US$ 62 milhões nas bilheterias do país em sua terceira semana.

Em seu primeiro fim de semana, o filme fez  US$ 17,5 milhões. Caiu para US$ 9,5 milhões na segunda semana e subiu para US$ 12,1 milhões na terceira.

Uma marca expressiva considerando que os filmes de médio orçamento do cineasta geralmente retornam pouco para o estúdio que foca o lançamento para grandes premiações.

É a segunda maior bilheteria de abertura da história do diretor, sendo a primeira ‘Sully: O Herói do Rio Hudson‘, que arrecadou US$ 35 milhões em 2016.

Com roteiro de Nick Schenk, o filme estreia dia 14 de Fevereiro no Brasil.

Na trama, “Um horticultor e veterano da Segunda Guerra Mundial de 90 anos é pego transportando uma quantidade de cocaína equivalente a $3 milhões de dólares para um quartel de drogas mexicano.”

O elenco ainda inclui Bradley Cooper, Taissa Farmiga, Michael Peña e Laurence Fishburne.

Confira o trailer:

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Ned dá um péssimo conselho em novo spot para TV; Confira!

A Sony Pictures divulgou mais um spot para TV de Homem-Aranha: Longe de Casa, mostrando Ned (Jacob Batalon) dando um péssimo conselho para Peter Parker (Tom Holland).

Confira:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta também com Zendaya, Marisa Tomei, Samuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

Artigo | ‘Cats’, de Tom Hooper, continua como um dos piores filmes da história do cinema

Em 1981, o lendário Andrew Lloyd Webber fazia sua estreia nos palcos de Londres com a aclamada peça Cats, que permaneceu em cartaz durante nada menos que vinte e um anos e, após migrar para a nova-iorquina Broadway, estendeu-se ao longo de quase duas décadas. Não é à toa que a produção seja uma das mais adoradas pelos fãs de musicais, seja por sua estética desconstruída, seja pelo fato da organicidade da narrativa ser baseada em um breve poema de T.S. Eliot, ‘Old Possum’s Book of Practical Cats, que desenrolou-se em pequenos fragmentos coming-of-age e deram vida a alguns dos personagens mais adorados e felinos da história.

Entretanto, a simples ideia de levar essa história para os cinemas pode ter vindo com um tanto de receio: afinal, ela funciona em sua forma originais justamente por valer-se de elementos teatrais fantasiosos, incluindo cenários erguidos em perspectiva e números de dança que refletem os próprios movimentos de seus personagens-titulares. Porém, levando em consideração que o diretor Tom Hooper alcançou um sucesso considerável com sua adaptação de Os Miseráveis – que, mesmo deixando de lado aspectos técnicos, exigiu de seus atores algumas das atuações mais memoráveis dos últimos anos -, poderíamos lhe dar um voto de confiança. Infelizmente, essa mesma confiança esvaiu-se logo nos primeiros minutos de longa-metragem por, em suma, tudo a que se prestou fazer.

Ainda que o crítico que aqui vos fala seja sempre a favor de um naturalismo cênico (principalmente quando lidamos com peças fílmicas), às vezes a utilização constante de efeitos visuais pode vir a calhar – e, quem sabe, salvar um conto de sua total perdição. Logo, diversas vertentes da pós-produção poderiam ser trazidas para o longa homônimo a ser lançado neste próximo dia do Natal, incluindo o motion-capture (que consiste na captura de movimentos e de expressões humanas e sua consequente transcrição para modelos digitais). Mas não é isso que acontece: Hooper, em um delírio coletivo ao lado de sua extensa equipe criativa, resolve fundir seu estelar elenco em uma inexplicável e assustadora mixórdia artística – além de colocá-los em figurinos tão falsos que chegam a ser uma ofensa para qualquer um que já tenha assistido à peça original.

Se o design insurge como principal motivo pelo crescente repúdio da audiência (cujo sentimento vinha sendo cultivado desde o lançamento do trailer oficial), ao menos esse horrendo espectro poderia ser ofuscado por uma narrativa competente. E, mais uma vez, o cineasta prova que não teve a mínima cautela para traduzir o enredo para as telonas – e nem ao menos casá-lo com sua já conhecida visão cinematográfica. Na verdade, o roteiro, que também fica a encargo de Hooper e de Lee Hall, constrói um arco principal que gira em torno de Victoria (Francesca Hayward), uma recém-abandonada gata que cruza caminho com a tribo conhecida como Jellicles. Eventualmente, ela compreende que o destino a levou para algo muito maior – como participar do Baile Jellicle e, talvez, ser presenteada com uma nova vida (uma metáfora quase emocionante para sacrifício e uma consequente subida aos céus).

A premissa aparenta interessante e inclusive promete expandir a distorcida mitologia que nos foi apresentada a priori nos palcos. Porém, logo depois que compreendemos a chegada de um novo rosto para o grupo de gatos abandonados, a trama principal fragmenta-se em uma série de sequências mal coreografadas engolfadas por uma direção de arte tão forçada que chega a ser difícil se conectar com basicamente qualquer coisa mostrada ao longo de cem minutos de obra. Entre o ridículo solo de Rebel Wilson como Jennyanydots e a oscilante performance da icônica Jennifer Hudson como Grizabella, a gata glamour que foi banida da tribo, são poucos os momentos que realmente se salvam, seja na revitalização de uma mística e narcótica trilha sonora, seja em beats que inflam em originalidade apenas para murcharem sem qualquer resquício de vida.

Nem mesmo Hayward, com seu extenso background como bailarina, ou Judi Dench e Ian McKellen (dois dos thespians mais versáteis da indústria do entretenimento), tem espaço o suficiente para exalarem suas habilidades artísticas. A intérprete de Victoria, por exemplo, permanece exilada em um arco linear, mudando sua expressão levemente ao encarnar a canção original “Beautiful Ghosts”, e nem ao menos utilizando a dança ao seu favor; Dench, dando vida a uma nova versão da matriarca Old Deuteronomy, é carregada por sua total falta de vontade de representar uma coerente simbologia para a trama; e McKellen ironicamente entrega-se a uma de suas piores atuações ao encarnar Gus, um gato teatral que já participou das mais famosas encenações da Inglaterra.

Idris Elba também recusa-se a ser utilizado em bom proveito, continuando em sua onda de péssimas escolhas para novos projetos. Depois de ter protagonizado a pífia adaptação de A Torre Negra, Elba aceitou interpretar o vilão Macavity, com sua arisca e apaixonante personalidade; todavia, rendeu-se a uma formulaica corporatura cuja faísca de complexidade só existe devido à interessante presença da femme fatale Bombalurina (Taylor Swift).

Cats é uma das piores releituras da década passada, quiçá da história da esfera audiovisual. Afinal, absolutamente nenhum elemento alcança a completude prática que nos prometia desde o anúncio do longa-metragem – nos deixando com um amargo gosto na boca pelo “evento mais alegre do ano” (no caso, de 2019), na verdade, ser uma mentira de mau-gosto. Falhando em honrar o material original, Hooper realmente errou ao pensar que poderia apressar-se em entregar a versão final dessa história – e errou até mesmo em querer levá-la para as telonas.

‘Ramy’: 2ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

A24 divulgou novas imagens promocionais da 2ª temporada de Ramy, que estreou no último dia 29 de maio.

Confira:

O jovem Ramy, filho de imigrantes egípcios, se encontra perdido em meio a uma jornada espiritual conflitante. Ele se vê num fogo cruzado entre sua comunidade muçulmana, que acha que a vida é um teste constante, seus amigos millenials, que pensam que a vida é cheia de infinitas possibilidades, e um Deus que está sempre assistindo a tudo isso acontecer.
Ramy YoussefDavid MerhejeHiam AbbassAmr Waked fazem parte do elenco. Mahershala Ali também integra a 2ª temporada.

‘I’m Your Woman’: Drama criminal com Rachel Brosnahan ganha belíssimo pôster; Confira!

Amazon Prime Video divulgou o primeiro cartaz oficial de ‘I’m Your Woman’, drama criminal estrelado pela vencedora do Emmy Rachel Brosnahan (‘Marvelous Mrs. Maisel’).

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Julia Hart.

Neste drama ambientado nos anos 1970, uma mulher é forçada a fugir depois de seu marido trair os parceiros, levando-a, junto a seu bebê, em uma perigosa jornada.

Além de Brosnahan, o elenco é formado por Marsha Stephanie Blake, Arinzé Kene, Frankie Faison e Bill Heck.

‘I’m Your Woman’ tem estreia marcada para o dia 11 de outubro.

‘Batwoman’: Habilidades da heroína são testadas na sinopse do episódio 02×08; Confira!

The CW divulgou recentemente a sinopse oficial de “Survived Much Worse”, 8º episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “as habilidades de Batwoman são testadas como nunca antes, enquanto a busca de Alice por Kate continua. Sophie e Jacob transferem atenção para Coryana, enquanto Luke e Mary se surpreendem com um convidado inesperado”.

O episódio vai ao ar no dia 21 de março.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.