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‘Contra a Parede’: Filme com Antonio Fagundes estreia hoje na Globo

A Rede Globo lançará neste sábado (11) o primeiro filme produzido pelo ator Antonio Fagundes.

Até aí tudo bem, no entanto, o longa será lançado de forma inovadora, chegando primeiro a TV aberta, na sessão de filmes Supercine, e ao streaming Globo Play simultaneamente. Essa será a primeira vez que a emissora exibe um filme ainda inédito nos cinemas.

Com direção, roteiro e coprodução de Paulo Pons, o filme traz Fagundes como protagonista, ao lado de nomes como Caio Blat, Marcos Caruso, Edson Celulari, Caco Ciocler e Emilio de Mello.

A trama narra a história de Cacá Viana, um renomado apresentador de telejornal que, há três meses das eleições presidenciais do Brasil, enfrenta conflitos éticos no trabalho e nas relações pessoais com dois candidatos. Até que uma jovem é atropelada e morta em um acidente de trânsito, fato que muda sua vida e de seus amigos para sempre.

Confira o trailer:

 ‘Contra a Parede’ é uma coprodução de Fafilmes e Pax Filmes. O Supercine é exibido aos sábados, após o programa ‘Zero1’.

‘Luca’ | Primeira versão do filme teria cidade de monstros

Lançado em 2021, a animação Luca se tornou um fenômeno dentre as animações recentes da Pixar.  Ambientada na Riviera Italiana, o longa conta a história de um monstro marinho tímido, cujo melhor amigo o leva para explorar o mundo mágico da superfície. Por lá, a dupla conhece uma menina serelepe, que vai precisar da ajuda deles para vencer uma prova de velocidade. Popularizando frases como “Silenzio, Bruno!” e fazendo com que metade dos fãs pesquisassem o preço de uma Vespa na internet, Luca foi um verdadeiro sucesso de crítica.

Parte importante da trama é que o jovem Luca, diferentemente do amigo Alberto, nunca teve contato com a vida humana e a sociedade da superfície. Para ele, que tem contato apenas com alguns objetos que caem de barcos, tudo aquilo que aparece na cidade portuária de Portorosso é novidade, ainda que as estruturas familiares sejam muito parecidas com as do mundo submarino. Entretanto, por muito pouco, esse ‘fascínio’ do personagem não foi retratado de maneira diferente.

Como visto no mapa que está no barco dos pescadores do início do filme, a região costeira de Portorosso tem uma ilha chamada de Isola del Mare, que, em italiano, significa ‘Ilha Marinha’. No longa, ela é retratada como uma ilha mal-assombrada, que conta com um farol destruído e abandonado. Os humanos contam histórias assustadoras sobre ela, que supostamente esconde monstros marinhos que matam marinheiros. No fim das contas, ela até esconde uma criatura mítica mesmo, mas é o Alberto, que transformou as instalações abandonadas em seu esconderijo para coisas humanas que encontra.

Inspirada na Isola del Tino, que fica no Mar da Ligúria, a ilha quase teve um papel mais complexo na trama. Isso porque na primeira versão do roteiro, ela seria maior e esconderia uma cidade portuária bem parecida com a dos humanos, mas completamente habitada pelos monstros marinhos, mas de difícil acesso, já que seria cercada pelas pedras.

A ‘Isola del Mare’ foi inspirada na ‘Isola del Tino’, que fica no Mar da Ligúria

A ideia original trazia uma sentinela que tocaria um sino para avisar os moradores quando embarcações humanas se aproximassem da costa. Assim, um grupo de monstros ficaria seco, assumindo a forma humana, para cumprimentar de longe os marinheiros, evitando que eles adentrassem nos domínios da ilha. Dessa forma, quando eles se afastassem, todos tomariam ‘banhos’ para voltarem às formas de monstro, permitindo que os habitantes voltassem a sua rotina normal.

Artes conceituais chegaram a ser feitas, e o visual parecia ser incrível. Só que a equipe criativa logo percebeu que mesmo sendo fascinante, essa proposta de trabalhar com duas orlas diferentes tiraria um pouco do encanto do Luca com o mundo humano, porque seria tudo muito parecido, visualmente falando. E poderia deixar a abordagem de Portorosso redundante. Então, a cidade de Isola del Mare foi descartada, transformando o local apenas no esconderijo de Alberto.

Nas primeiras artes conceituais, vemos a cidadela na orla da Isola del Mare. Ideia, porém, acabou descartada.

Com o sucesso do filme, a questão dessa cidade dos monstros na superfície foi pouco comentada e nem fez falta. Mas quem leu o livro de artes conceituais do longa sabe como era uma ideia com potencial. Felizmente – para a Pixar, eles não precisaram animar uma vilarejo inteiro de criaturas marinhas para que o longa fosse celebrado pelo público. Então, cabe aos fãs torcerem para que uma possível continuação seja feita nos próximos anos e que explorem outros grupos de monstros do mar que talvez tenham uma cidade escondida na superfície.

Você gostaria de ver essa ideia saindo do papel? Diga nos comentários!

Luca está disponível no catálogo do Disney+.

Crítica | Som da Liberdade – Polêmico Filme com Jim Caviezel é tudo isso mesmo que estão falando

O cinéfilo raiz, a essa altura do ano, já ouviu falar do burburinho em torno do filme ‘Som da Liberdade’. O longa, produzido por Mel Gibson, tem dado o que falar lá fora justamente por ser uma produção de baixo orçamento que está conseguindo arrecadar bilheteria e público constante desde o seu lançamento no hemisfério norte – batendo, inclusive, números de produções de maior orçamento e apelo mundial. Então, às vésperas de estrear no circuito nacional, a imprensa finalmente foi convidada para conferir o filme antecipadamente, e agora podemos afirmar: ‘Som da Liberdade’ é tudo isso mesmo que estão falando.

Tim (Jim Caviezel) trabalha na polícia dos Estados Unidos, no departamento de investigação e detenção a pedófilos. Embora o trabalho seja pesado, Tim se orgulha de ter prendido quase 300 indivíduos. Porém, quando questionado por um colega quantas crianças ele salvara no mesmo período, Tim fica desconcertado, e se dá conta de que seu trabalho é apenas a ponta de um iceberg muito maior, de proporções internacionais. Assim, particularmente, ele começa uma investigação a partir de seu último predador capturado, Oshinsky (Kris Avedisian), através de quem consegue resgatar Miguel (Lucás Ávila), um menino colombiano de 8 anos que estava sendo atravessado na fronteira dos Estados Unidos pelo México. Quando descobre que Miguel tem uma irmã, Rocío (Cristal Aparicio), na mesma situação, Tim entende que essa é a sua missão de vida, e precisa fazer de tudo para resgatar essas crianças.

Baseado na história real da vida de Tim Ballard, ‘Som da Liberdade’ é um filme muito bem-produzido, que trabalha com inteligência um ponto problemático das sociedades: a proteção da infância e da adolescência. É claro que o roteiro de Rod Barr e Alejandro Monteverde vez ou outra dá uma exagerada no tom divino da coisa toda – com o protagonista repetindo “que as crianças de Deus não podem ser vendidas” e que essa é sua missão dada por Deus; ou colocando esse protagonista no papel de herói, o que não deixa de incomodar, seja por ele ser um cara estadunidense que se achou no direito de entrar no território alheio, seja por ele ser um homem branco que consegue resolver tudo sozinho justamente por sua condição.

Outro ponto que cansa é a frequência com que a música celestial se repete ao longo das duas horas e vinte de filme, cuja letra em latim só vai ser traduzida ao fim. Apesar destas questões, o filme de Alejandro Monteverde tem uma fotografia belíssima, um enquadramento de câmera perfeito e uma história impactante e totalmente contemporânea, uma vez que o tráfico humano é uma realidade principalmente em países cujas economias não estão favoráveis. Para o espectador mais sensível, vale informar que, apesar do tema pesado, o longa não se debruça em evidenciar as violências ou registrar visualmente qualquer tipo de abuso infantil.

Com um roteiro bem escrito, ‘Som da Liberdade’ pode ser um dos indicados ao Oscar 2024, ou até mesmo para melhor ator coadjuvante para Bill Camp. Com uma mensagem final de Jim Caviezel encabeçando uma campanha para que se compre ingressos para as outras pessoas irem ao cinema ver o filme, nota-se que a estratégia tem dado certo, mas nem precisava de tudo isso. ‘Som da Liberdade’ é um bom filme.

‘Alita: Anjo de Combate’: Criador fala que adaptação é ‘o melhor filme do mundo’

Alita: Anjo de Combate dividiu as respostas da crítica e da audiência, visto que os fãs se apaixonaram com a fidelidade da adaptação cinematográfica aos quadrinhos originais.

Felizmente, o criador da série mangá, Yukito Kishiro, assistiu ao filme cinco vezes e declarou recentemente que, “graças à incrível equipe, [‘Alita’] se tornou o melhor filme do mundo”. Comparecendo à première especial realizada no Japão, Kishiro aproveitou o momento para dizer que “a composição é maravilhosa. Todas as cenas são especiais e não há cenas desnecessárias”.

Desde o começo das produções, o criador se posicionou a favor da releitura norte-americana, até mesmo compartilhando uma ilustração especial para divulgação do longa de James CameronRobert Rodriguez.

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Harry Potter’: Ralph Fiennes duvida que J.K. Rowling volte a revisitar a saga original

Já faz doze anos desde que o último livro da saga Harry Potter foi lançado, e oito anos desde que o último filme chegou aos cinemas. Entretanto, a aparente conclusão não durou muito tempo, visto que em 2016 a expansão do Mundo Mágico ganhou seu spin-off intitulado Animais Fantásticos e Onde Habitam – que, apesar de não trazer os personagens da franquia original, é ambientado no mesmo universo.

Não demorou muito para que alguns fãs começassem a se perguntar se o bruxinho mais famoso dos últimos anos voltaria a protagonizar outra história – isto é, além da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’. Entretanto, o ator Ralph Fiennes, que interpretou o vilão Voldemort na saga, duvida que a autora J.K. Rowling volte a revisitar os heróis, pelo menos por enquanto.

“Não vejo isso acontecendo. Acho que J.K. Rowling… Minha intuição é que, não sei sobre isso, é que ela sente que já fez tudo e que agora está desenvolvendo [o Mundo Mágico] com outros filmes”, ele disse em entrevista ao site ComicBook.com.

De qualquer forma, Fiennes também admitiu que não sabe o que futuro aguarda para Harry Potter, comentando que “quem sabe o que [ela] pensa, quem sabe? Você nunca sabe?”.

Apesar de nenhuma confirmação ter sido feita, a franquia spin-off retorna para sua terceira iteração em breve, com estreia marcada para o dia 12 de novembro de 2021.

‘Katy Keene’ e ‘Riverdale’ já têm data para retornar a CW!

The CW anunciou uma pausa na transmissão de suas séries originais em meio à pandemia do novo coronavírus, mas revelou hoje (30) que várias das produções já têm data para voltar.

Dentre as confirmadas, temos RiverdaleKaty Keene, que voltam na quarta-feira, 15 de abril, e quinta-feira, 16 de abril, respectivamente.

Confira a promo dos próximos episódios:

‘Mulan’: Christina Aguilera lança DOIS videoclipes oficiais da canção “Loyal, Brave, True”; Confira!

Christina Aguilera parou o mundo hoje (14) ao lançar não um, mas sim dois videoclipes oficiais de “Loyal, Brave, True”, nova canção original do vindouro remake em live-action de Mulan.

Além da versão em inglês, a popstar também divulgou o clipe em espanhol, intitulado “El Mejor Guerrero”.

Confira:

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione no catálogo em 2021.

Nos Estados Unidos, o longa será lançado em 04 de setembro.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

‘RuPaul’s Drag Race’: Anne Hathaway e Scarlett Johansson irão aparecer na 13ª temporada do reality!

RuPaul’s Drag Race’ voltou para sua 13ª temporada ontem, 01 de janeiro – e já causou grande alvoroço entre os fãs por mudar completamente a estrutura do reality show.

E, enquanto o episódio de abertura não trouxe nenhum convidado especial, a VH1 confirmou que os próximos capítulos terão participações surpreendentes, incluindo Cynthia ErivoNicole ByerLoni LoveTS MadisonJamal Sims como jurados extras ao lado de Michelle VisageCarson KressleyRoss MatthewsRuPaul.

Como se não bastasse, as lendárias atrizes Anne HathawayScarlett Johansson também irão surpreender as queens com “aulas” virtuais e interativas. Nina WestValentinaHeidi N Closet, Misses Simpatia das temporadas anteriores, também aparecerão.

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘Bridgerton’: Regé-Jean Page leva para casa a estatueta de Artista Revelação no MTV Movie & TV Awards 2021

Bridgerton tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, durante a popular cerimônia de vencedores do MTV Movie & TV Awards 2021, o astro Regé-Jean Page, que deu vida ao Duque de Hastings na 1ª temporada, saiu vitorioso com o prêmio de Artista Revelação.

Page venceu em cima de nomes como Maria Bakalova (‘Borat 2’) e Ashley Park (‘Emily em Paris’).

Vale lembrar que a 2ª temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

10 Produções no Disney+ para Assistir neste Dia das Crianças!

O Dia das Crianças está mais perto do que imaginamos – e é claro que não poderíamos deixar esse dia passar em branco.

Para comemorar o feriado de 12 de outubro, separamos uma lista com inúmeras produções fílmicas e televisivas no Disney– afinal, que lugar melhor para conferir obras com a criançada que essa gigante do streaming?

Diferente dos clássicos da Casa Mouse e da Pixar que estão na plataforma, buscamos títulos mais recentes que perpassam grande parte dos gêneros, incluindo animações e live-actions.

Confira abaixo nossas escolhas:

OS INCRÍVEIS 2 (2018)

Na trama, Helena decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta, Flecha e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pera não foge do desafio, ainda mais com Gelado combatendo o vilão ao seu lado.

HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL (2019 – PRESENTE)

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

DOIS IRMÃOS – UMA JORNADA FANTÁSTICA (2020)

Em um mundo transformado, no qual as criaturas não dependiam mais da magia para viver, dois irmãos elfos recebem um cajado de bruxo de seu falecido pai, capaz de trazê-lo de volta à vida. Inexperientes com qualquer tipo de magia, Ian e Barley não conseguem executar o feitiço e acabam gerando uma criatura sem cabeça. Para passar mais um dia com seu pai, eles embarcam em uma jornada fantástica. Ao perceber a ausência dos filhos, sua mãe se une à uma lendária manticora para encontrá-los.

SOUL (2020)

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

SEGREDOS EM SULPHUR SPRINGS (2021 – PRESENTE)

Depois do pai conseguir um trabalho, o jovem Griffin Campbell se muda para o Hotel Tremont em Sulphur Springs, Louisiana, que é supostamente assombarada por Savannah Dillon, um hóspede que desapareceu trinta anos atrás. Com sua nova melhor amiga, Harper, Griffin descobre um portal que os leva de volta para 1990, usando-o para descobrir o que realmente aconteceu.

A MISTERIOSA SOCIEDADE BENEDICT (2021 – PRESENTE)

A elogiada série A Misteriosa Sociedade Benedict, que já foi renovada para a 2ª temporada, é baseada nos romances de Treton Lee Stewart e gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

LUCA (2021)

Enrico Casarosa fez sua grande estreia diretorial com a elogiada animação Luca, da Pixar. A história é centrada em dois amigos que saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.

CRUELLA (2021)

Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da DisneyCruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO (2021)

Há muito tempo, no mundo fantástico de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

MONSTROS NO TRABALHO (2021 – PRESENTE)

Seis meses após a Monstros S.A. ter sua chefia renovada, Tylor Tuskmon e Val Little, dois operários talentosos, desejam trabalhar ao lado dos ídolos responsáveis por todas as mudanças na empresa. John GoodmanBilly Crystal retornam como Sully e Mike, respectivamente, e se juntam a nomes como John RatzenbergerJennifer Tilly e Bob Peterson.

‘American Horror Story’: 11ª temporada não será dividida em duas partes, revela presidente da FX

A décima temporada de American Horror Story trouxe uma nova abordagem à icônica e premiada antologia de Ryan Murphy e dividiu a trama em duas – uma ambientada em terra e outra no mar, sem qualquer relação uma com a outra.

Para aqueles que esperariam algo similar para o próximo ciclo, o presidente da FXJohn Landgraf, descartou a possibilidade de narrativas paralelas e confirmou que a nova iteração terá apenas um enredo.

“O que posso dizer é que o conceito da 11ª temporada é uma história só”, ele disse, em entrevista ao The Wrap“Ela, na verdade, é ambientada em linhas do tempo diferentes, mas é um enredo, uma história, com começo, meio e fim, da mesma maneira de entradas anteriores”

Landgraf também comentou que gostou do formato de ‘Double Feature’, mas acredita que a ideia para a próxima temporada é tão interessante quanto.

“Acho que foi muito boa [a ideia]. Eu gostei do formato das duas histórias. Mas realmente gosto desta ideia também. Acho que é bem legal”.

Nenhuma outra informação foi revelada, mas acredita-se que o novo ciclo deva estrear ainda em 2022.

 

‘A Roda do Tempo’: Série do Prime Video é RENOVADA para a 3ª temporada!

Durante a San Diego Comic-Con 2022, o Prime Video trouxe ótimas notícias aos fãs de A Roda do Tempo ao anunciar que a série fantástica foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.

Lembrando que a 2ª temporada teve suas gravações finalizadas recentemente.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

As 10 Melhores Produções LGBTQIA+ de 2022

Estamos perto de dar as boas-vindas a um novo ano e, continuando nossas matérias especiais, chegou a hora de relembrar o melhor do cinema e da televisão LGBTQIA+.

Em 2022, diversas produções ganharam as telonas e as telinhas e conquistaram o público e a crítica, desde o retorno da aclamada série Gentleman Jack, passando pela estreia da ótima adaptação Heartstopper e chegando na divertida rom-com Mais que Amigos.

Pensando nisso, separamos as dez melhores produções queer que nos deliciaram nesses últimos doze meses.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. LOVE, VICTOR

Dois anos depois da estreia oficial da série, o público retornou uma última vez para Creekwood e deu adeus a personagens que aprenderam a amar, despedindo-se com um instigante finale que, de fato, irá deixar saudades. Nos oito episódios finais, acompanhamos Victor (Michael Cimino) completando sua jornada de autodescoberta e percebendo que deve tomar decisões complexas sobre como seguir com a vida em meio a turbulências amorosas, realizações impactantes e uma constante evolução que não diz respeito apenas a ele, mas também a sua família e a seus amigos.

9. MORTE MORTE MORTE

No divertido slasher da A24, um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota. A celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um. Além da belíssima química do elenco protagonista, é muito interessante a perspectiva original que a diretora Halina Reijn traz para os relacionamentos queer, apostando fichas na complexa relação entre o casal formado por Sophie (Amandla Stenberg) e Bee (Maria Bakalova).

8. YOUNG ROYALS

A série sueca Young Royals veio comendo pelas beiradas desde sua estreia em 2021 e, em pouco tempo, fez um sucesso gigantesco de crítica e de público. Ambientada na escola de elite Hillerska, a trama companha o Príncipe Wilhelm da Suécia (Edvin Ryding) e seu romance com o estudante Simon Eriksson (Omar Rudberg) – bem como os dramas em virtude de seu relacionamento. A 2ª temporada aproveita o universo apresentado aos fãs para aumentar a carga dramática e analisar de forma bela e apaixonante o que acontece quando duas pessoas que se amam estão separadas.

7. WARRIOR NUN

Infelizmente, a Netflix decidiu cancelar Warrior Nun pouco depois de uma espetacular 2ª temporada – mas isso não nos impediu de aproveitar os incríveis episódios. Ainda que o foco da série também seja destinado aos eventos sobrenaturais e aos ácidos comentários sociais e religiosos, um outro aspecto merece reconhecimento e contribui para a beleza da série: o relacionamento entre Ava (Alba Baptista) e Beatrice (Kristina Tonteri-Young), que gritam representatividade e que é muito mais explorado no último ciclo.

6. CRUSH: AMOR COLORIDO

É bem provável que ‘Crush’ tenha passado longe de seu radar, mas não do nosso. A adorável e divertida comédia coming-of-age trouxe vários talentos jovens às telas, incluindo Rowan BlanchardAuli’i CravalhoIsabella Ferreira, e contou a história de Paige, uma artista que luta para encontrar seu lugar no mundo e que entra para o time de atletismo de seu colégio para ficar mais próxima de sua crush – até perceber que está se aproximando de outra jogadora. A produção nos ganha o coração ao apostar na singuralidade do amor adolescente e pela química explosiva do elenco.

5. HEARTSTOPPER

Heartstopper foi lançada como HQ em 2017 e, considerando o longo tempo que obras literárias demoram para ser adaptadas ao audiovisual, até que os fãs dos quadrinhos não morreram de ansiedade esperando por uma releitura. Em certo aspecto, ficamos com um pé atrás quando conhecemos o catálogo oscilante da Netflix, que tem capacidade de entregar projetos ótimos e ruins ao mesmo tempo. Felizmente, a série emerge como uma das melhores do ano, não por promover uma revolução estética ou uma desconstrução das fórmulas, mas por utilizá-las em prol de um ideal bem delineado, gestando um sólido coming-of-age que nos envolve com força gigantesca e nos gruda a cada um dos breves oito episódios. Desde a singela atuação do elenco protagonista à competente direção de Euros Lyn, a temporada de estreia de Heartstopper é uma carta de amor às rom-coms adolescentes e ao fato de toda forma de amor ser válida.

4. GENTLEMAN JACK

Gentleman Jack é uma das séries mais incríveis deste século e, provavelmente pela falta de um marketing digno, não tem o reconhecimento que merece. A trama acompanha a vida de Anne Lister (Suranne Jones), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher. Enquanto a temporada de estreia serviu como apresentação dessa narrativa, o mais recente ciclo aprofundou os relacionamentos e a personalidade da protagonista, encantando do começo ao fim.

3. TUDO É POSSÍVEL

Billy Porter ganhou fama mundial depois de estrelar o aclamado drama ‘Pose’, conquistando inclusive uma estatueta do Emmy Award por sua icônica interpretação como Pray Tell. E, pouco depois de ter quebrado barreiras de gênero ao interpretar a fabulosa Fada Madrinha na adaptação musical de ‘Cinderela’, Porter resolveu mergulhar de cabeça no mundo cinematográfico ao fazer sua estreia diretorial com a vindoura dramédia romântica Tudo é Possível – cujas fórmulas do gênero são utilizadas para se afastar de convencionalismos e criar uma divertida e funcional narrativa destina não só à comunidade LGBTQIA+, mas essencialmente às pessoas trans (cuja representatividade na mídia ainda permanece muito escassa).

2. MAIS QUE AMIGOS

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Billy Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor. Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. Afinal, sua carreira de sucesso fala por conta própria, considerando que ele é diretor do vindouro museu LGBTQIA+ de Nova York, além de comandar um podcast que abarca discussões queer e fala com abertura invejável sobre o que bem quiser (indesculpável e descaradamente).

1. FIRE ISLAND: ORGULHO & SEDUÇÃO

Talvez o aspecto mais emblemático de ‘Fire Island’ seja sua concisão e o fato de ser destinado a um público específico, a comunidade queer. É nesse universo exuberante que o diretor Andrew Ahn arquiteta uma singela e hilária aventura em uma ilha conhecida como Fire Island – uma espécie de refúgio que, como anunciado logo nas primeiras cenas, funciona como uma “Disneyland gay”. Aqui, o comediante Joel Kim Booster, que também empresta suas habilidades para o exímio e coeso roteiro, interpreta Noah, um jovem rapaz despreocupado com assuntos do coração e que carrega um mote bastante específico de estar livre para se relacionar com quem quiser e sempre permanecer ao lado de sua família.

Miles Morales enfrenta o Mancha no novo clipe de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’; Confira!

A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ ganhou um novo clipe oficial.

O vídeo traz o embate entre Miles Morales contra o Mancha, um dos grandes vilões do Cabeça de Teia.

Confira:

Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.

Confira as reações dos críticos:

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR

“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith

“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Retorne para o Japão Feudal no teaser INÉDITO da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’

FX divulgou um teaser inédito da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell.

A produção chega ao Star+ em fevereiro de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao trailer:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘The Tortured Poets Department’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Onze produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa quatro estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, constantemente, ela procura reinvenções que a mantenham viva na memória popular – por mais que, nem sempre, essas remodelações tenham um resultado muito positivo.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente The Tortured Poets Department.

Confira:

11. TAYLOR SWIFT (2006)

É claro que o álbum de estreia da artista se manteria bastante fiel à sua jovem mentalidade e ao modo como contava suas histórias – incluindo um conteúdo lírico pautado no romantismo e/ou na desilusão amorosa. Entretanto, à medida que os anos passam, é notável como a produção batida do compilado de originais torna-se cada vez mais cansativa e movida por reciclagens que, por falta de outros termos, se consagram como mergulhos esquecíveis.

10. THE TORTURED POETS DEPARTMENT (2024)

“Apesar dos pontuais ápices, The Tortured Poets Department é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia” – T.N.

9. REPUTATION (2017)

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

8. SPEAK NOW (2010)

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

7. MIDNIGHTS (2022)

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

6. LOVER (2019)

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. FEARLESS (2008)

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

4. 1989 (2014)

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

3. EVERMORE (2020)

“[…] o nono álbum de Taylor não carrega a mesma finesse, por assim dizer, que seu predecessor, mas é uma incrível entrada para alguém que ainda tem muito a nos contar. Evermore é uma continuação que esperaríamos de Folklore, mas talvez carregue consigo uma dramatização muito maior de histórias consideraríamos cotidianas e efêmeras. Swift tem uma capacidade de transformar o mundano em alegórico, o simples em puro êxtase instrumental – e continua fazendo isso com paixão que ainda não vimos. Seja com as conhecidas teclas ecoantes do piano, seja com a utilização de instrumentos bastante originais, essa iteração é exatamente que precisávamos para terminar o ano em seu auge” – T.N.

2. RED (2012)

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

Crítica | 3ª temporada de ‘Heartstopper’ reitera a série como um dos maiores ACERTOS da Netflix

Em pouco tempo após sua estreia na Netflix em 2022, Heartstopper se tornou uma das produções mais populares da atualidade, ganhando inúmeros elogios em virtude de sua representação da comunidade LGBTQIA+, de ótimas performances de um elenco estelar e de seu comprometimento com o material original assinado por Alice Oseman. E, com sua segunda temporada, a série nos surpreendeu com uma construção narrativa e técnica tão sólida quanto a anterior – preparando terreno para um terceiro ciclo recém-estreado na plataforma de streaming que mostrou que o time criativo estava guardando o melhor esse tempo inteiro.

Apostando fichas em um drama ainda mais profundo e intrincado que os ciclos predecessores, é notável como Oseman, aliando-se ao diretor Andy Newbery, sabe que pode acrescentar camadas mais complexas a cada um dos personagens – aproveitando que já teve a oportunidade de apresentá-los e descrevê-los de maneira bastante prática, bem como a chance de trazer reviravoltas aos arcos principais. Agora, está na hora de garantir que as investidas coming-of-age tomem força considerável para que as falhas, as inseguranças e os medos dos protagonistas e coadjuvantes dialoguem com os espectadores e os mostrem sob uma nova ótica. O resultado não poderia ser diferente: a 3ª temporada beira a maestria e deixa bem claro que, a partir daí, não há mais espaço para ter medo em ousar para além das obviedades.

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Como bem sabemos, Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) seguem em um relacionamento que, à superfície, parece livre de quaisquer obstáculos. Porém, os oito capítulos abrem espaço para que os dois comecem a demonstrar uma vulnerabilidade que é, ao mesmo tempo, necessária e envolvente: de um lado, Nick se vê encurralado num beco sem saída, não sabendo se deve ficar ao lado de Charlie e escolher uma universidade perto de sua cidade natal, ou se deve se colocar em primeiro lugar ao menos uma vez na vida; em contraposição, Charlie lida com seus próprios problemas, passando por um crescente distúrbio alimentar que ele não aceita ter – até se sentir no fundo do poço, espiralando em um inescapável labirinto mental que pode colocar sua relação com Nick em perigo.

Apesar da questão dramática ter peso inegavelmente maior no ciclo em questão, Oseman garante que a condução do enredo não seja uma novela, e sim uma exploração do que significa ser um adolescente Gen-Z e onde a pós-modernidade, infelizmente, é um fator determinante para a autoaceitação. Há fragmentações de personalidade e de caráter que tornam os personagens mais palpáveis e palatáveis, talvez como resposta a algumas críticas acerca da hiper-romantização da experiência queer comentadas por certos espectadores: para além de Nick e Charlie, temos Yasmin (Elle Argent) singrando pelas atribulações de ser uma mulher trans, mas querer ser reconhecida por sua arte e pelas habilidades que têm a oferecer; Isaac (Tobie Donovan) continua a explorar sua assexualidade arromântica e percebe que o que acreditava reconhecer sobre si mesmo era apenas um espectro; e Darcy (Kizzy Edgell), também se redescobrindo, permite se entender como uma pessoa não-binária.

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Percebemos como a temática LGBTQIA+ continua importante, mas a ideia aqui é estender as ramificações tanto para questões sexuais quanto para incursões sobre saúde mental. Nick e Charlie enfrentam seus próprios obstáculos e, quando conseguem superá-los, têm certeza de que estão mais unidos e mais fortes do que antes – podendo deixar que as impulsões carnais sejam colocadas em pauta, mas de maneira sutil e muito natural; Yasmin compreende que confia o suficiente em Tao (William Gao) para que eles fiquem mais íntimos, ambos se sentindo confortáveis para isso; e Tara (Corinna Brown) se vê navegando por crises de pânico quando a pressão por uma perfeição inatingível, seja no relacionamento com Darcy, seja no que sua família e seus amigos esperam de seu futuro.

Enquanto o roteiro acerta em cheio no desenvolvimento das múltiplas tramas, sem deixar os episódios sobrecarregados ou cansativos, não podemos desviar o olhar para as pontuais falhas que, na verdade, destinam-se ao capítulo de encerramento do terceiro ciclo: afinal, considerando o que Nick e Charlie, nossos reais protagonistas, enfrentaram – incluindo problemas familiares que servem de impulso para que eles se envolvam cada vez mais -, a conclusão do ciclo é um tanto quanto anticlimática (mas não em um sentido positivo). Não obstante essa espécie de “frustração”, a conclusão já começa a fomentar o que esperaremos da próxima temporada.

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Heartstopper retorna em boa forma e nos presenteando com seu melhor até então, não pensando duas vezes antes dar todas as cartas do jogo e assegurar um ritmo íntegro e uma atmosfera bem arquitetada e equilibrada que sabe usar o melodrama e a tragicomédia a seu favor e nos convidar a uma instigante montanha-russa emocional que reitera a série como um dos maiores acertos da Netflix.

7ª temporada de ‘F1: Dirigir para Viver’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A 7ª temporada da série documental ‘F1: Dirigir para Viver‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 07 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Saiba QUANDO estreia o novo capítulo da franquia ‘Um Lugar Silencioso’

Recentemente, a Paramount Pictures confirmou um novo capítulo da franquia de terror Um Lugar Silencioso.

O terceiro capítulo da saga principal e quarto no geral (incluindo Um Lugar Silencioso: Dia Um’) chega aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem à nova empreitada.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: Vídeo explora as TEMÍVEIS criaturas do longa; Confira!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron – e acaba de ganhar um novo vídeo promocional.

No material, o diretor e roteirista James Cameron nos leva aos bastidores do longa e exploras as temíveis criaturas da narrativa.

Confira:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Michelle Pfeiffer revela o que os fãs podem esperar da 2ª temporada de ‘Madison’: “Vai ser muito mais DIFÍCIL”

Madison‘, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) estrelada por Michelle Pfeiffer, se tornou um dos grandes sucessos da Paramount+ este ano e não apenas já teve as gravações da 2ª temporada finalizadas, como foi renovada para um terceiro ciclo.

Em uma recente entrevista ao Deadline, Pfeiffer comentou sobre o que os fãs do expansivo universo televisivo de Sheridan podem esperar dos próximos episódios.

“Acho que a lua de mel acabou, e acho que nós — ou a família — percebemos, e até a Stacy percebe — que isso vai ser muito mais difícil do que o idealismo de Montana. E a beleza e o romantismo de estar lá começam a se dissipar, e vemos que a situação pode ser insustentável”, ela disse.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia trouxe Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista, explorando “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

Após ‘Arrow’, Stephen Amell já tem contrato para nova série de TV

De acordo com o Deadline, Stephen Amell já tem contrato para uma nova série de TV e fará parte do elenco principal de ‘Heels‘, que vai explorar o mundo do wrestling independente.

Após o interesse de Amell em estrelar a produção, o canal Starz se comprometeu a encomendar oito episódios para a primeira temporada.

Produzida pela Lionsgate e pela Paramount TV, ‘Heels‘ será exibida pelo Starz, mas ainda não há data de estreia.

Confira a sinopse:

“Escrita por Michael Waldron (‘Loki’), ‘Heels‘ acompanha um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.”

Amell é um fã de wrestling declarado e já participou de vários em eventos da modalidade, o que o levou a conhecer o wrestler Cody Rhodes, que interpretou o vilão Derek Sampson, em ‘Arrow‘.

Lembrando que a 8ª e última temporada do programa deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

O ciclo final estreia no dia 15 de outubro e terá apenas 10 episódios.

Assista ao trailer:

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ ainda pode ser lançado

De acordo com o Heroic Hollywood, parece que o Snyder Cut de ‘Ligada da Justiça‘ será realmente lançado depois de inúmeros rumores e provocações do próprio diretor.

Foi dito que o corte de Snyder foi exibido de forma privada para diversos executivos da Warner Bros. Pictures no primeiro trimestre de 2020.

Pelo visto, a recepção foi bastante animadora e o estúdio está planejando lançar a versão em algum momento, mas a exibição nos cinemas parece inviável.

Sendo assim, é possível que o longa seja lançado diretamente na HBO Max, a plataforma de streaming da Warner Media.

Infelizmente, maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão de estreia.

Anteriormente, o Cosmic Book News já havia divulgado que o Snyder Cut seria lançado na plataforma em maio, mas acabou sendo adiado por causa do Coronavírus.

Foi dito que a versão ainda não está finalizada e o processo de conclusão dos efeitos visuais estava em andamento, mas a equipe responsável foi liberada para evitar a propagação da doença.

No ano passado, o Snyder já havia dado pistas sobre uma possível estreia, sugerindo que o longa seria adicionado ao catálogo da HBO Max.

Além disso, Jason Momoa, o Aquaman, disse à MTV News que teve a oportunidade de assistir a versão antes do lançamento digital.

“Eu já assisti a versão de Snyder. Acho que só estão decidindo onde lançar, talvez em streaming. Os fãs precisam assistir, porque eu amei. Obviamente, sou grato à Warner e à DC e não sei como eles se sentem sobre essa polêmica, mas como fã, estou muito, muito feliz por ter assistido.”

Ainda não há como comprovar a veracidade da informação, mas esta seria uma excelente estratégia para atrair assinantes para a HBO Max, então faz todo sentido que a companhia queira investir na ideia.

Confira algumas imagens do Snyder Cut:

‘Thor: Amor e Trovão’: Karen Gillan e Pom Klementieff Já terminaram suas gravações na sequência

Parece que os ‘Guardiões da Galáxia‘ devem ter um papel bem pequeno em ‘Thor: Amor e Trovão’, já que Karen Gillan (Nebulosa) e Pom Klementieff (Mantis) já terminaram de filmar suas cenas para a sequência.

De acordo com o Digital Spy, as estrelas compartilharam nos stories do Instagram que estavam deixando Sydney e se despedindo dos colegas do elenco.

Ainda não se sabe se o resto dos membros da equipe intergaláctica também terminou suas gravações no filme, mas já era de esperar que os personagens tivessem uma participação menor.

Sendo assim tudo indica que a trama vai se concentrar em explorar a narrativa de Jane Foster (Natalie Portman) como a nova detentora do Mjolnir, além da luta entre Thor (Chris Hemsworth) e Gorr (Christian Bale).

Vale lembrar que o Daily Mail divulgou as primeiras imagens dos bastidores da sequência, mostrando Thor acompanhado de Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa e Kraglin (Sean Gunn).

Confira:

Lembrando que o elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Morte de Halyna Hutchins reacende lembranças sobre o acidente envolvendo Brandon Lee, astro de ‘O Corvo’

A chocante morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, baleada acidentalmente por Alec Baldwin nos bastidores de ‘Rust’, reacendeu as lembranças sobre a morte de Brandon Lee, astro de ‘O Corvo‘.

No caso de Hutchins, ela foi atingida por um projétil disparado por Baldwin, que acreditava portar uma arma carregada com balas de festim durante as gravações de um tiroteio.

A cineasta não resistiu aos ferimentos depois de ser levada para o hospital da Universidade do Novo México, falecendo aos 42 anos.

Para quem não sabe, Lee morreu de forma semelhante em 1993 depois de ser atingido no peito por uma única munição de chumbo disparada pela arma usada pelo ator Michael Massee nas gravações deO Corvo’.

Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munição real, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso de Lee.

O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído e é comentado até hoje, tornando-se alvo de várias teorias da conspiração, incluindo um possível assassinato, mas nada foi comprovado oficialmente.

O mais curioso é que a trama de ‘O Corvo’ acompanha o personagem Eric Draven (Lee) sendo ressuscitado um ano depois que ele e sua noiva foram assassinados, com o espírito sobrenatural de um corvo permitindo que ele se vingasse daqueles que causaram suas mortes.

Em relação a ‘Rust‘, vale lembrar que o roteirista e diretor Joel Souza também foi atingido por Baldwin, mas já recebeu alta do Centro Médico Regional Christus St. Vincent, localizado em Santa Fé, no Novo México.

A informação foi divulgada pela atriz Frances Fisher, que também compõe o elenco.

Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a notícia sobre o tiroteio e disse que o próprio Joel conversou com ela.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a liberação do diretor, mas é possível que ele dê algumas declarações sobre o ocorrido assim que estiver recuperado do choque.

Confira a publicação de Fisher:

“O diretor Joel Souza me disse que já recebeu alta do hospital.”

Através de um comunicado, as autoridades responsáveis pelo caso detalharam o corrido:

“O gabinete do xerife confirma que dois indivíduos foram baleados nas filmagens de Rust. Halyna Hutchins, 42, diretora de fotografia, e Joel Souza, 48, diretor, foram baleados quando uma arma foi disparada por Alec Baldwin, 63, produtor e ator. A Sra. Hutchins foi transportada, de helicóptero, para o Hospital da Universidade do Novo México onde ela foi declarada morta pela equipe médica. O Sr. Souza foi transportado de ambulância para o Centro Médico Regional Christus St. Vincent, onde está fazendo tratamento para seus ferimentos. Esta investigação permanece aberta e ativa. Nenhuma acusação foi registrada em relação a este incidente. As testemunhas continuam a ser entrevistadas por detetives.”

Na trama de ‘Rust‘, Baldwin vive o bandido titular Harland Rust, cujo neto de 13 anos foi condenado por um assassinato acidental. O filme segue a tentativa de ‘Rust‘ de tirar seu neto da prisão.

Os detetives continuam entrevistando testemunhas.

‘The Boys’ vai ganhar dicionário visual sobre os bastidores da série; Confira!

Agora que a 3ª temporada de ‘The Boys‘ concretizou a série como um sucesso absoluto, a Amazon Prime anunciou que irá lançar um dicionário visual explorando os bastidores da adaptação.

Criado em parceria com a Titan Books, o material dará aos fãs uma visão interna de como The Boys surgiu, desde rascunhos do roteiro, storyboards das cenas, imagens exclusivas dos bastidores e entrevistas com o elenco e a equipe de produção.

Com lançamento previsto para 27 de setembro nos EUA, o dicionário visual será vendido por lá a US$ 39,95.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.

Mas quem tiver interesse pode fazer o pedido através da pré-venda.

Confira as capas:

Enquanto isso, vale lembrar que a 3ª temporada da série chegou ao fim na última sexta-feira com uma iminente ameaça, já que Ryan (Cameron Crovetti) fica feliz depois de testemunhar o Capitão Pátria (Antony Starr) assassinando um manifestante em meio a uma multidão de seus apoiadores.

Quem acompanha a série sabe que Ryan é filho do vilão e tem os mesmos poderes, o que significa que ele pode se tornar uma grande ameaça.

Durante uma entrevista com Collider, o criador da série, Eric Kripke, confirmou que o desenvolvimento do garoto será o foco da 4ª temporada.

“Ryan é uma parte muito importante da série e isso será explicado na 4ª temporada. Tanto Bruto (Karl Urban) quanto o Capitão Pátria têm boas razões para brigar pela atenção de Ryan porque as apostas não poderiam ser maiores. Se Ryan seguir o caminho do pai, será um pesadelo para a sociedade. Se Bruto conseguir colocar Ryan no caminho da luz, então essa é provavelmente a melhor arma que ele terá contra o Capitão. ‘The Boys’ sempre foi uma história sore traumas de família, e muito da terceira temporada foi sobre a relação entre pais e filhos, então acho que faz sentido que a 4ª temporada dê continuidade a isso.”

Apesar de Ryan ter escolhido seguir os passos do pai, a princípio, isso não significa que ele não possa ser salvo… Afinal, ele ainda é uma criança.

Bruto cometeu um grande erro ao afastá-lo no início da temporada acreditando que isso o manteria a salvo do Capitão, o que acabou se provando um plano equivocado.

Agora só nos resta aguardar para saber como esse dilema será resolvido.

Falando nisso, Urban disse ao portal que gravações do próximo ciclo começam antes do imaginado.

“Vamos começar, creio eu, no dia 22 de agosto, vamos começar a quarta temporada”, ele disse. “Então, eu estou voltando, voltando com meu Bruto, e mal posso esperar. É uma turma legal com quem brincar, nós trabalhamos duro e damos tudo de nós, e mal posso esperar para ver aonde eles vão levar os personagens a partir de como terminamos nesta temporada”.

Assista:

Parte 2

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘John Wick 4’: Ator se inspirou no Coringa de Heath Ledger para a sequência

Uma das novidades de ‘John Wick 4: Baba Yaga’ é o personagem Rastreador, vivido por Shamier Anderson (‘Goliath’), que traz momentos insanos e emocionantes para a trama.

Também conhecido como Sr. Ninguém, ele é um dos assassinos contratados para matar Wick (Keanu Reeves), mas elabora seu plano como se fosse um sádico jogo de gato e rato.

Devido ao seu estranho ‘carisma’, o personagem acabou caindo no gosto do público.

Em entrevista para a Vulture, Anderson comentou sobre o filme e disse que se inspirou no Coringa de Heath Ledger para compor o papel.

Isso porque ambos têm métodos nada convencionas para cumprirem seus objetivos, mesmo entre bandidos, e são considerados loucos.

“Eu olhei para o Coringa e estudei muito o que Heath Ledger fez, o quão emocionante era aquele personagem; você sabia que aquele cara tinha um passado pesado. Tipo, como ele conseguiu essas cicatrizes? Já com o Tracker, você pensa: por que ele tem esses caninos? Por que ele tem essa mochila? Por que ele está vestido assim? Esse cara é um andarilho e viaja muito.”

Ele continuou:

“Aquele caderno que você vê no filme, eu levei para casa e anotei muita coisa. Aquela mochila que ele usava, eu tinha muitos itens pessoais lá dentro, como brinquedos para cães, guloseimas, isqueiros gravados com meu nome. Eu apenas tive que colocar meu DNA no personagem. E acho que isso se traduziu na paixão que as pessoas estão criando pelo Rastreador.”

E aí, o que você achou da comparação?

Vale lembrar que ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ registrou uma estreia global de US$ $137.5 milhões – o que representa o maior lançamento da franquia.

Confira nossa entrevista com Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

Sempre despojado e carinhoso, Keanu refletiu sobre a carreira que construiu:

“Eu tentei construir uma carreira, mas isso só possível se as pessoas gostassem do meu trabalho, seja o público ou os artistas com quem trabalhei, como os diretores. Você só pode fazer o seu melhor, o que você espera de uma história, e trabalhar duro. Você espera que as pessoas gostem do que você está fazendo. Ser relevante é complicado. Não sei. Você precisa de diretores e roteiristas visionários. Eu sou apenas uma ferramenta para dar voz à visão de outra pessoa.”, ele afirmou. 

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Novo filme de assalto da Netflix vira SENSAÇÃO entre os assinantes; Confira as reações!

Intitulado ‘Lift: Roubo nas Alturas‘, o mais novo lançamento da Netflix traz Kevin Hart (‘Pai de Folga’) como Cyrus, um habilidoso ladrão que é atraído pelo FBI e pela sua própria ex-namorada, vivida por Gugu Mbatha-Raw, para um assalto aparentemente impossível.

Como o título já entrega a pista, a missão de é tentar roubar meio bilhão de dólares em barras de ouro, que estão sendo transportados via aérea de Londres para Zurique.

É então que Cyrus reúne um grupo formado por hackers, pilotos de fuga, arrombadores de cofres e até mesmo engenheiros, todos interpretados por grandes astros e estrelas, como Vincent D’Onofrio (‘Demolidor’) e Ursula Corberó (‘La Casa de Papel’).

No entanto, eles vão perceber que a tarefa é mais traiçoeira do que eles poderiam imaginar, até mesmo para uma equipe tão versátil quanto a deles.

Entre os críticos, o longa não se saiu tão bem, acumulando apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as análises, o The New York Magazine diz que:

“A única graça salvadora das muitas travessuras em ‘Lift: Roubo nas Alturas‘ é que tudo é tão confuso que não temos a chance de perceber o quão implausível tudo isso é.”

Por outro lado, o longa está fazendo sucesso entre o público por contas das intensas cenas de ação, pela versatilidade do elenco e também pelos alívios cômicos, como não poderia ser diferente em um filme estrelado por Hart.

Confira as reações:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8’), o longa foi escrito por Dan Kunka (’12 Rounds’).

O elenco também conta com Vincent D’Onofrio (‘Demolidor’), Billy Magnussen (‘007: Sem Tempo para Morrer’), Úrsula Corberó (‘La Casa de Papel’), Yun Jee Kim, Viveik Kalra e Paul Anderson.

A produção fica a cargo de Simon Kinberg (‘X-Men: Fênix Negra’), junto com Audrey Chon para a Genre Pictures, Matt Reeves (‘Batman’) e Adam Kassan para a 6th & Idaho, e Hart e Brian Smiley para a HartBeat Productions.

‘Manhãs de Setembro’ | As razões para Assistir a série brasileira da Amazon

Uma das grandes estreias recentes do Amazon Prime Video foi Manhãs de Setembro, uma produção nacional que traz uma história emocionante e cheia de representatividade, que comemorou o mês do orgulho LGBTQIA+ (junho). Estrelada pelas talentosas Liniker e Karine Teles, a trama tem tudo para ganhar o coração de quem ainda não assistiu, um mês depois da estreia. E aqui vamos listar alguns bons motivos para não deixar de conferir.

A série nos transporta para cotidiano de uma mulher transexual chamada Cassandra, papel da cantora Liniker. Ela é moradora de São Paulo, que de dia trabalha como entregadora e de noite se apresenta como cantora em um clube paulistano, onde exerce a sua grande paixão. Fã de Vanusa, fugindo do clichê tradicional de cantoras pop internacionais, Cassandra não esconde a sua admiração e tem nela uma grande mentora, suprindo a falta que possui de um lado materno no qual ela pode se inspirar.

Sua vida está finalmente estável, com um relacionamento amoroso recíproco e se mudando para um apartamento que ela consegue pagar e morar sozinha. Porém, sua vida vira de cabeça para baixo quando descobre que tem um filho com Leide (Karine Teles) de um relacionamento passado, antes de se assumir como uma mulher trans. Essa situação coloca Cassandra dividida entre a necessidade de se reafirmar como mulher e uma afeição por Gersinho (Gustavo Coelho), seu filho que insiste em chama-la de pai. Esse abalo emocional mexe com toda sua independência que ela demorou décadas para construir.

Com essa premissa bastante promissora, listamos a seguir alguns bons motivos que vão te fazer querer acompanhar essa produção incrível. Confira e não esqueça de comentar o que achou da série.

  • Produção LGBTQIA+

Pode soar repetitivo, mas é sempre bom reafirmar, influenciar e incentivar as pessoas a acompanharem um produto tão representativo. Sendo assim, o grande motivo e força motriz que nos prende a essa trama é poder conhecer um pouco da realidade de uma pessoa transexual. E a representatividade não fica só na frente das câmeras. Alice Marcone é uma mulher trans, responsável por dividir o roteiro da série com outros talentosos nomes.

É interessante ressaltar que não é uma trama baseada em transição ou somente em preconceito, mas sim em laços familiares e afetivos. No geral, Manhãs de Setembro surpreende por mostrar que ser uma série LGBTQIA+ não necessariamente precisa girar em torno de clichês. Cassandra está lá, já vive como a mulher que ela sempre foi. O que nos é mostrado vem a partir daí: uma vida de altos e baixos, que qualquer um pode pegar algum aspecto e identificar com a sua própria vida, criando laços com a personagem.

  • Exalta a Música Popular Brasileira

Como foi dito anteriormente, a Vanusa é o carro-chefe da série, grande inspiração de Cassandra, tanto para as suas apresentações musicais, como para sua vida. O nome da produção possui o título de um dos grandes sucessos da cantora, Manhãs de Setembro. Com isso, podemos perceber de cara que a música tem um grande destaque na história.

A escolha de Liniker para o papel principal caiu como uma luva. Ela tem o talento vocal de sua carreira na música já consolidada, como um grande nome no cenário musical contemporâneo, mas agora podemos conhecer mais profundamente o seu talento também na dramaturgia realizando o seu papel de maior importância. Além disso, grandes sucessos nacionais são enaltecidos e um dos melhores momentos da trama é quando Cassandra canta “Como Vai Você”, sucesso de Roberto Carlos.

  • Série Nacional de Qualidade

Muita gente reclama pela falta de conteúdo nacional de qualidade, mas muitas vezes o problema é a falta de conhecimento de que existem conteúdos bons e que o audiovisual brasileiro não se resume somente a filmes de comédia, o que é um grande preconceito que a maioria dos brasileiros tem.

Um drama com um roteiro bem escrito, personagens de várias camadas e trilha sonora impecável que mesmo tendo poucos episódios de 30 minutos aproximadamente, o trabalho que foi realizado não deixou a desejar. Conseguiram desenvolver a história da melhor forma possível para que não comprometesse no resultado. Uma curiosidade que é interessante ser contada é de que mesmo sendo uma produção nacional, as gravações ocorreram no Uruguai, devido a pandemia do coronavírus. Com um importante trabalho de direção de arte, conseguiram transformar as ruas de Montevidéu na fervorosa São Paulo.

Nicolas Cage comenta os MEMES com seu rosto que viralizarem: “Não havia nada que eu pudesse fazer”

Durante a estreia de ‘Dream Scenario’ no Festival de Cinema de Toronto, o ator Nicolas Cage falou sobre os muitos memes que foram criados ao longo dos anos com base em suas atuações em filmes.

Cage revelou como os memes viralizaram e se tornaram parte da cultura da internet, e como ele viu uma oportunidade de transformar essa experiência em algo criativo.

“Eu acordei um dia e alguém tinha feito uma montagem com cenas em que eu enlouquecia em diferentes filmes. Se tornou viral rapidamente e não havia nada que eu pudesse fazer a respeito disso. Os memes não paravam de surgir, e fizeram até camisetas disso”, compartilhou Cage.

No entanto, em vez de resistir à cultura dos memes, Cage viu uma maneira de abraçá-la e incorporá-la ao seu trabalho. Ele explicou: “Eu achei que devíamos aproveitar isso de alguma maneira, e então li o roteiro de ‘Dream Scenario’. Parecia a oportunidade perfeita para transformar isso em um pouco de ouro.”

Vale apontar que o ator fez uma breve participação como Superman no filme ‘The Flash‘, que está disponível na HBO Max.

Assista nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash‘ teve uma estreia decepcionante nas bilheterias, arrecadando menos do que o esperado.

No Brasil, o filme atraiu 770 mil espectadores e arrecadou R$ 16 milhões em seu primeiro final de semana, enquanto ‘Adão Negro‘ teve um desempenho superior, com mais de 1 milhão de espectadores e uma arrecadação de mais de R$ 23 milhões.

Nos Estados Unidos, ‘The Flash‘ arrecadou apenas US$ 55 milhões e espera-se que alcance cerca de US$ 64 milhões no final de semana prolongado, abaixo das expectativas do estúdio, que esperava uma arrecadação de US$ 70-75 milhões.

Internacionalmente, o filme obteve US$ 75 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 139 milhões. Esses números ficam abaixo de ‘Adão Negro‘ (US$ 142 milhões) e ‘Eternos‘ (US$ 162 milhões).

Além dos resultados financeiros, ‘The Flash‘ também recebeu uma avaliação baixa dos espectadores, com uma nota B no CinemaScore. O filme, que teve um custo de produção de mais de US$ 200 milhões, precisa arrecadar US$ 600 milhões para se pagar.

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ conquista 87% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’, a prequela de Mad Max: Estrada da Fúria, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando uma aprovação de 87% com base em 30 críticas.

Os críticos elogiaram o trabalho do diretor George Miller e os desempenhos das estrelas Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth.

“Este é o melhor roteiro de qualquer filme de Mad Max…”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Miller é um cineasta tão descontroladamente inventivo que tem sido fácil esquecer que ele continua fazendo filmes sobre o fim da vida como o conhecemos… É só com “Furiosa” que agora entendo que ele também é um profeta da desgraça”, disse Manohla Dargis do New York Times. 

“Anya Taylor-Joy é uma presença feroz no papel-título e Chris Hemsworth está claramente se divertindo como um senhor da guerra de Wasteland gonzo, mas a mitificação carece de músculo, assim como a ação carece principalmente da poesia visual de seu antecessor”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Você logo chega ao ponto em que está cansado de areia, cansado de explosões, cansado de violência sádica e cansado de tambores estrondosos batendo na trilha sonora, e ainda assim o filme continua se acumulando cada vez mais e mais deles”, disse Nicholas Barber da BBC.

“Furiosa corre em uma perspectiva filosófica de alta octanagem que encontra esperança em um lugar sem esperança. Além disso, muitos carros andam rápido e a merda explode. É um ganha-ganha”, disse David Fear da Rolling Stone.

“Furiosa é um belo prelúdio para esse poderoso arco. Seu chacoalhar inicial gradualmente dá lugar ao ronronar robusto e satisfatório de Miller, apesar de tudo, fazendo-o funcionar”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Anya Taylor-Joy e Alyla Browne encarnam Furiosa em diferentes estágios na envolvente prequela de Mad Max, finalmente nos deu outro gostinho da Austrália distópica”, disse Tatiana Hullender do Screen Rant.

“Este é um filme feito com selvageria proposital, e com considerável sagacidade e lirismo, também. Tem a intensidade concentrada de Estrada da Fúria, de 2015, para a qual é uma prequela, e ainda assim se desdobra em uma tela muito mais ampla”, disse Geoffrey Macnab do The Independent.

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de maio.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Desde ‘Estrada da Fúria‘, os fãs queriam saber como a personagem titular perdeu seu braço, e a resposta estará no novo filme.

Em entrevista para Entertainment Weekly, Taylor-Joy tocou no assunto, explicando que essa tragédia é um importante elemento na construção da personagem:

“Tivemos que dar passos importantes se quiséssemos traçar a jornada de como essa garotinha se tornou uma personagem que agora todos nós conhecemos e amamos. Fez sentido para mim porque acho que o que é incrível nessa personagem é que ela simplesmente se recusa a morrer. E faz todo sentido que ela perca o braço na busca por algo que ela pensava ser maior do que ela mesma… Isso fez muito sentido para mim e também fará para o público.”

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

‘Deadpool e Wolverine’: Saiba QUANTO Ryan Reynolds e Hugh Jackman ganharam com o filme!

O aguardado filme Deadpool & Wolverine já está em cartaz nos cinemas brasileiros, trazendo de volta os astros Ryan Reynolds e Hugh Jackman nos icônicos papéis dos heróis. Além de conquistar o público, o longa também revelou números impressionantes sobre os salários dos astros principais.

O ShowBiz Galore divulgou que o filme, com um orçamento de US$ 200 milhões, um dos mais altos da atualidade, gerou lucros milionários para seus protagonistas. Ryan Reynolds, que retorna como o irreverente mercenário tagarela, embolsou nada menos que US$ 30 milhões.

Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

Mas não foram apenas os protagonistas que tiveram uma boa remuneração. A atriz brasileira Morena Baccarin, que interpreta a apaixonada Vanessa, recebeu US$ 800 mil. Emma Corrin, a vilã do longa, embolsou US$ 550 mil.

Outros nomes do elenco, como Rob Delaney (US$ 600 mil), Leslie Uggams (US$ 350 mil), Karan Soni (US$ 400 mil) e Matthew Macfadyen (US$ 300 mil), também foram bem remunerados.

Lembrando que com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.

O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)

“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)

“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)

“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)

“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)

“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘The White Lotus’: Produtor defende trama polêmica de [SPOILER]; “Há uma razão”

A 3ª temporada de The White Lotus causou controvérsia ao abordar o tema do incesto. Em um episódio recente, os irmãos Saxon (Patrick Schwarzenegger) e Lochlan (Sam Nivola) se beijam durante uma viagem sob efeito de drogas em um iate.

Desde o início da temporada, os espectadores notaram indícios da relação controversa entre os irmãos. Em uma cena, Saxon dorme nu enquanto divide o quarto com Lochlan, que observa o corpo do irmão.

Segundo a Variety, o produtor executivo David Bernad enfatizou que o beijo não foi incluído apenas para gerar choque.

“Isso é tudo [criado por Mike White]”, disse Bernad. “Mike é brilhante, e acho que essas grandes reviravoltas na história não são apenas para chocar. Há uma razão específica em termos da narrativa e da ideia temática maior que Mike está tentando transmitir”.

Bernad garantiu que o propósito da reviravolta será revelado ao final da temporada.

“À medida que a temporada chega ao fim, você verá o propósito dessa reviravolta na história”, acrescentou. “O show segue por esse caminho para uma ideia temática maior. Eu adoro essa história de família, especialmente a história dos irmãos – e ela culmina de uma forma muito satisfatória”.

A HBO, emissora responsável pela série, brincou nas redes sociais ao publicar uma galeria de fotos de personagens incestuosos de suas produções, incluindo ‘Game of Thrones’ e ‘A Casa do Dragão’, com a legenda: “Família em primeiro lugar”.

 

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Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.