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‘Matador de Aluguel’: Jake Gyllenhaal parte para a briga em capa da revista Total Film; Confira!

A revista Total Film divulgou as capas da sua próxima edição, que será dedicada ao filme ‘Matador de Aluguel‘.

Estrelado por Jake Gyllenhaal, o longa é um remake do clássico estrelado por Patrick Swayze (‘Ghost – Do outro lado da vida’).

Na trama, o astro dá vida a Dalton, um antigo lutador do UFC, que aceita um trabalho como segurança, mas logo descobre que nem tudo é o que parece neste paraíso tropical.

Matador de Aluguelserá lançado em 21 de março de 2024, na Amazon Prime Video.

Confira as imagens:

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

De acordo com o ComicBook, o remake de ‘Matador de Aluguel‘, produzido pela Amazon Studios e estrelado por Jake Gyllenhaal, será para maiores de 18 anos.

A escolha da faixa-etária foi decidida por conta das “cenas de extrema violência, linguagem inadequada e momentos de nudez”.

Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.

A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.

O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.

Maníaco online é tema de PERTURBADOR documentário da Netflix; Confira!

A Netflix vem investindo cada vez mais em documentários que recontam casos de crimes reais, e a novidade da vez é ‘Posso Te Contar um Segredo?‘.

Na 4ª posição entre os títulos mais assistidos da semana, a produção explora como a vida de três mulheres foi assombrada por Matthew Hardy, um assustador stalker que invadiu suas contas nas redes sociais… E elas não são as únicas vítimas.

A direção fica a cargo de duas cineastas que já demonstraram bastante domínio em documentar histórias reais.

Uma delas Natasha Gaunt, que emocionou o público com ‘Katie Price: What Harvey Did Next’, que gira em torno da rotina de uma mãe e seu filho com deficiência cognitiva tentando levar uma vida comum em um ambiente especializado para tratar sua condição.

A outra é Liza Williams, que comandou o chocante ‘Acampamento Infernal: Pesadelo Adolescente‘, também da Netflix, que acompanha um grupo de adolescentes sendo torturados em um retiro militar.

‘Posso te Contar um Segredo?’ é baseado numa matéria publicada pelo The Guardian em 2022 sobre um dos mais assustadores stalkers do Reino Unido e por que a justiça demorou tanto para criminalizar suas ações.

Na matéria, é dito que Hardy assediava mulheres há mais de uma década até ser processado e condenado a nove anos de prisão em janeiro de 2022, o que representa a mais longa pena em regime fechado na história britânica pelo crime de perseguição online.

O título da produção é uma referência à abordagem inicial de Hardy, que se aproximava das vítimas justamente prometendo contar um segredo irresistível, mas as engava até ganhar sua confiança e ameaçar contar os segredos delas.

Dividido em duas partes, o documentário conta com testemunho das próprias vítimas e explica como a perseguição de Hardy desmoronou o psicológico de muitas mulheres, bem como os trâmites da investigação e como o stalker foi desmascarado pelas próprias mulheres que ele abordava.

Além disso, o objetivo da trama é fazer um alerta aos perigos de relacionamentos online de qualquer natureza, já que vítimas de crimes cibernéticos muitas vezes não são levadas a sério.

Em entrevista para o Stylist, a a produtora executiva Nancy Strang disse que:

“A longa campanha de assédio de Hardy teve um impacto duradouro e profundo sobre as mulheres que ele visava. Espero que os depoimentos delas não deixem dúvidas sobre a realidade da perseguição online e mudem a visão sobre o que é considerado dano na era digital.”

Ator de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ achou que estava fazendo testes para a franquia de James Cameron

Quando James Cameron deu início à franquia ‘Avatar‘, grande parte do público ficou confusa, acreditando que o renomado cineasta estaria adaptando para o cinema a animação ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

Mas os títulos de ambas as produções continuam gerando confusões, até mesmo para os atores que fazem testes para uma ou para outra.

Este foi o caso de Ken Leung (‘X-Men: O Confronto Final’), intérprete do vilão Comandante Zhao na adaptação do desenho produzida pela Netflix.

Em entrevista para o Deadline, o astro admitiu que não conhecia a animação da Nickelodeon e achou que estava fazendo testes para o filme de Cameron.

“Eu nem conhecia o desenho. Quando eu ouvi falar sobre os teste pela primeira vez, eu não sabia que seria para a adaptação da Netflix. Ouvi falarem de ‘testes para Avatar‘ e pensei: ‘Bem, então vou me pintar de azul’, porque realmente achei que era outro projeto.”

Confira:

“Antes da estreia de #Avatar na Netflix, conheça o elenco. Neste clipe, Ken Leung nos conta sobre seu personagem (Comandante Zhao) e como ele conseguiu o papel.”

Apesar de ter registrado apenas 68% de aprovação entre os críticos, ‘Avatar: O Último Mestre do Ar está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.

A trama gira em torno de Aang, o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à produção, desde o carismático roteiro, a química entre o trio protagonista, os figurinos, os efeitos visuais e as incríveis coreografias de dobra de elementos.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Ator revela detalhes da trama de ‘Pânico 7’ e faz REVELAÇÃO sobre Sam Carpenter

Com a injusta demissão de Melissa Barrera de ‘Pânico 7‘, a franquia slasher fará grandes mudanças no arco da saga.

Segundo o astro Skeet Ulrich, o arco da nova trilogia seria inteiramente focado na personagem Sam Carpenter – com o terceiro filme finalmente mostrando quem ela realmente é.

Em entrevista ao Screen Rant, o intérprete de Billy Loomis (um dos serial killers originais e pai de Sam no enredo), confirmou que a trama iria explorar o “lado assassino” que Sam puxou de seu pai.

“Eu estava esperando por isso – e essa foi a ideia que disseram a mim alguns anos atrás. Que seria um arco de três filmes, explorando o lado assassino da Sam no final. Agora, eu não vi nenhum rascunho de Pânico 7’ ou qualquer coisa… E não sei. Digo, é possível que [o roteiro] não incluída nada disso também. Mas, sim, era o que eu esperava se fosse significar alguma coisa, que impactasse diretamente o plot”, ele conta.

Vale lembrar que a produção do novo capítulo segue no limbo, ainda que um display da FunWorld, a empresa responsável pelas máscaras do Ghostface, confirme o lançamento para 2025.

O display da empresa foi colocado no começo de janeiro em uma loja de departamento, e traz a informação que o filme segue agendado para o ano que vem, mesmo sem diretor ou elenco confirmados.

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Mesmo com o sucesso de ‘Pânico 6‘ nas bilheterias (US$ 169 milhões mundialmente), a franquia não vai conseguir seguir com a narrativa envolvendo Sam, após a Spyglass demitir a atriz por seu posicionamento contra o genocídio que está acontecendo com o povo Palestino na Faixa de Gaza.

Com a saída de Barrera, de Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon, a produtora parece estar pisando em campo minado e ainda não se pronunciou sobre o que pretende fazer com a amada franquia.

Falamos sobre a saída do diretor e o que deve acontecer com a franquia:

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Mark Wahlberg confirma que roteiro de ‘Uncharted 2’ está FINALIZADO

Apesar de não ter sido unanimidade entre os críticos (apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes), a adaptação ‘Uncharted – Fora do Mapa‘ surpreendeu ao arrecadar US$ 407,1 milhões ao redor do mundo.

Por conta disso, a Sony Pictures havia anunciado uma sequência – e, pouco a pouco, detalhes sobre o novo projeto vêm à tona.

Em uma recente entrevista ao ScreenRant, o astro Mark Wahlberg, que interpretou Victor Sullivan no projeto, confirmou que o estúdio já pediu para que ele deixasse “crescer o bigode”, pois o roteiro foi oficialmente finalizado e as filmagens devem começar em breve.

“Na verdade, recebi uma ligação hoje informando que eles terminaram o roteiro”, ele revelou. “Não consigo deixar crescer barba e bigode de verdade, mas eles disseram: ‘comece a deixar seu bigode crescer’. Eu estou interessado em ver como é a história e aonde essa aventura nos leva. Mas estou animado; sei que o público realmente amou o primeiro, então veremos”.

Anteriormente, conversando com o The Direct, Wahlberg já havia revelado que os criadores da adaptação tinham uma variedade de ideias para o enredo.

““Ouvi muitas ideias diferentes”, ele disse. “Eu sei que alguém escreveu um roteiro e ainda está trabalhando nele, e consistiria em ficar com bigode o tempo todo. O que faz todo o sentido; obviamente, naquela cena final, eu estou com bigode. Demorei um pouco para deixá-lo crescer porque, a certa altura, tentamos fazer isso com um bigode falso e, não sei. Simplesmente não tenho confiança para fazer isso. Parece que há um grande pedaço de fita adesiva na minha boca, e me sinto ridículo. Admiro atores que conseguem usar perucas, próteses, maquiagem e tudo mais. Usei uma prótese com sucesso, mas isso foi há muito tempo. Quando finalmente consegui o bigode, as pessoas realmente gostei. E foi um ótimo momento para o final do filme. Então, se pudermos torná-lo melhor que o primeiro, você sabe, eu estaria aberto a isso, mas só sei o que vocês sabem agora”.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Tom Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

Confira nossa crítica:

Crítica | Uncharted: Fora do Mapa – Uma aventura honesta e divertida de caça ao tesouro

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Tom Holland, Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Skar King é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’; Confira!

Após o lançamento do novo trailer de ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘, a Warner Bros divulgou imagens inéditas dando destaque ao Skar King.

Confira:

Adam Wingard (‘O Hóspede’) dirige o filme, que será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.

No novo filme, Kong e o temível Godzilla juntarão forças para enfrentarem uma colossal ameaça desconhecida, escondida em nosso mundo, capaz de colocar em risco a própria existência deles – e a nossa.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

 

Netflix divulga o EXPLOSIVO trailer do remake de um dos Melhores Filmes de Aventura da História…

Netflix divulgou o trailer oficial de O Salário do Medoremake do clássico francês dos anos 1950 que é considerado um dos MELHORES FILMES de aventura da história.

No meio do deserto, perto de um campo de refugiados, um poço de petróleo pega fogo, ameaçando diretamente a vida da população. Ao enviar especialistas ao local, a empresa operadora do poço percebe que só tem uma solução para evitar a catástrofe: detonar o poço de petróleo com nitroglicerina em até 24 horas. Contra uma grande soma de dinheiro, uma equipe poderosa é então enviada a 800 km de distância para transportar 200 kg de explosivos em dois caminhões.

A equipe agora tem menos de 20 horas para chegar ao poço de petróleo. 20 horas para atravessar zonas hostis controladas por rebeldes armados, cruzar campos minados e dirigir dois caminhões carregados de nitroglicerina em terrenos acidentados! A corrida contra o relógio começou…

O longa-metragem chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 29 de março.

Confira:

Julian Leclerq entra como diretor e produtor, além de assinar o roteiro.

A nova versão estrela Franck GastambideAlban LenoirAna GirardotSofiane Zermani.

Linda Hamilton está CANSADA da franquia ‘O Exterminador do Futuro’: “Terminei. Não tenho mais nada a dizer.”

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ foi o último filme da icônica franquia sci-fi de ação a chegar aos cinemas – e trouxe de volta às telonas os astros Arnold SchwarzeneggerLinda Hamilton.

E, apesar do criador James Cameron já ter comentado que gostaria de revitalizar a saga mais uma vez, Hamilton, que interpretou Sarah Connor nos longas-metragens, disse que seu tempo com a história chegou ao fim e que não tem “nada mais a dizer”.

“Terminei. Eu terminei. Não tenho mais nada a dizer. A história foi dita e foi feita até a morte”, ela comentou em entrevista ao Business Insider“Por que alguém relançaria [a franquia] é um mistério para mim. Mas sei que nosso mundo de Hollywood é pautado em relançamentos agora”.

Parte de seu desinteresse na franquia vem de sua complexa relação com a narrativa e como, apesar de muitos espectadores apreciarem a resiliência e a força de Sarah, Hamilton não enxerga a personagem como um “ícone”.

“Eu realmente sinto que Sarah Connor não é um ícone. Ela é uma mulher no inferno. Ela faz algumas escolhas muito ruins. Ela não é uma boa mãe, ela é uma boa lutadora!”, a atriz admitiu. “Então, você tenta analisar os detalhes e pensa: ‘bem, eles respeitam sua força e seu poder, e eu criei uma guerreira, mas ela é muito imperfeita. Ela é uma pessoa imperfeita.'”

E você? Gostaria que Hamilton voltasse em possível novo filme da franquia?

Anteriormente, em entrevista ao ComicBook, o diretor McG (‘A Babá’) refletiu sobre o seu trabalho no capítulo mais recente da saga, que havia sido planejado para ser o início de uma nova trilogia.

Infelizmente, a produção decepcionou nas bilheterias (US$ 371.7 milhões arrecadados mundialmente) e falhou em impressionar os críticos (33% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes) – o que resultou em um fim precoce à narrativa.

O cineasta revelou que ainda se sente triste com o resultado, afirmando que há uma versão do filme com um desfecho completamente diferente e sombrio.

“Nós realmente nos esforçamos. Apesar da greve dos roteiristas daquela época, contratamos o Jonah Nolan para escrever ‘O Exterminador do Futuro: A Salvação’, e trouxemos Christian Bale como protagonista. Nós tentamos fazer o nosso melhor [para o sucesso do filme]. Muitas pessoas gostaram do resultado, mas o filme não alcançou o retorno esperado [nas bilheterias]. Há uma versão com um final completamente diferente. Não posso falar muito sobre isso, mas era extremamente sombrio.”

Anteriormente, o cineasta havia expressado seu desejo em lançar a versão do diretor do filme: “Sinto que tivemos muitos acertos com este filme, mas erramos o suficiente para afastarmos os fãs da franquia. Isso realmente quebrou o meu coração. Atualmente, sinto que o longa envelheceu bem. E há um corte diferente: eu tenho o meu próprio corte daquele filme e há pessoas que estão interessadas em assistir a esta versão.”

Oppenheimer | Christopher Nolan e Cillian Murphy INDICAM 30 filmes imperdíveis

Oppenheimer – 13° longa-metragem de Christopher Nolanarrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Com US$ 953.8 milhões arrecadados mundialmente, o longa se tornou a maior bilheteria da carreira de Christopher Nolan.

Durante a tour de divulgação, Christopher Nolan e Cillian Murphy participaram do programa Videoclube, do canal francês Konbini. A partir de um bate-papo descontraído em meio a mais de 40 mil filmes numa videolocadora, em Paris, o diretor e seu ator preferido compartilharam suas influências e seus filmes fundadores. 

Ambos elogiam interpretações, diretores de fotografia e compositores de trilhas sonoras como responsáveis dos elementos essenciais de uma obra-prima audiovisual. Desse modo, o CinePOP apresenta a lista das 30 recomendações apontadas pelos dois e os comentários feitos. 

Qual o melhor modo de navegar no misterioso mundo de Christopher Nolan do que conhecendo suas referências cinematográficas? Para te ajudar a remar entre essas informações, separamos os títulos em quatro períodos: I) Início do século XX; II) Final do século XX; III) Começo do século XXI; e IV) Os Últimos Dez Anos. Descubra todos abaixo! 

I) Início do século XX: de 1920-1959

1. Dr. Mabuse, o Jogador, Fritz Lang, 1922

Cena de Dr. Mabuse, o Jogador

Lançado toda semana como episódios de um folhetim, o compilado alemão Dr. Mabuse, o Jogador possui 271 minutos e foi uma das principais influências para o personagem do Coringa (Heath Ledger) em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008). Christopher Nolan fez o seu irmão e roteirista do filme, Jonathan Nolan, assistir todos os títulos do criminoso Dr. Mabuse, enquanto escrevia o roteiro do segundo filme da trilogia do homem-morcego. 

2. Ouro e Maldição, Erich von Stroheim, 1924 

Segundo o diretor de Oppenheimer, esta é uma obra-prima perdida aos olhos do público ao passar dos anos. Ele ainda afirma que Ouro e Maldição possui um dos melhores finais de todos os tempos. O filme acompanha a transformação do caráter de três personagens dominados pela ganância. O corte original do diretor nunca foi encontrado, no entanto, as versões ainda em circulação são muito bem feitas.

3. Correspondente Estrangeiro, Alfred Hitchcock, 1940

Assistido para ajudar na filmagem de Dunkirk, os pontos mais interessantes da obra para o cineasta eram os efeitos práticos diante das câmeras. Como, por exemplo, a queda de um avião na qual os espectadores veem a água entrar no cockpit quebrando as janelas. 

Para Nolan – um opositor da técnica do GCI em seus filmes – a técnica prática de colocar telas de papel e reservatórios de água é fenomenal. Este era o efeito que buscava em Oppenheimer, isto é, ter soluções para filmagem em frente das lentes das câmeras.

4. Cidadão Kane, Orson Welles, 1946 

Cidadão Kane

“Quando me questionam porque Oppenheimer não segue uma ordem cronológica, eu cito o Cidadão Kane como [um exemplo]  brilhante de contar a vida inteira de uma pessoa em poucas horas”, confessa Christopher Nolan durante a conversa. A audácia de sair da narrativa estruturada fez desse filme sempre um marco da sétima arte. Além disso, o cineasta destaca a fantástica direção de fotografia de Gregg Toland (ganhador do Oscar por O Morro dos Ventos Uivantes [1939]).

5. Crepúsculo dos Deuses, Billy Wilder, 1950  

Uma história de decadência fabulosa nos arredores de Hollywood. De acordo com Nolan, o roteiro de Crepúsculo dos Deuses é baseado no cineasta incrível Erich von Stroheim – supracitado nesta lista – o qual destruiu sua carreira na indústria cinematográfica. Este é um título tidos como atemporais pelo diretor e pelo ator. Afinal já se passaram mais de 70 anos e a sua narrativa continua pungente e conectada à nossa realidade.

6. O Salário do Medo, Henri-George Clouzot, 1953 

O drama de guerra francês O Salário do Medo foi a grande influência para o filme Dunkirk (2017). Antes de começar as filmagens do seu longa, o diretor mostrou para toda a equipe técnica como base visual de seus anseios para o projeto.

II) Final do século XX: de 1960-2000

7. Lawrence da Arábia, David Lean, 1963 

Esta é uma referência clássica para todos os filmes de aventura. Apesar de não soar como, Nolan nos lembra que Lawrence da Arábia é uma cinebiografia, além de uma das maiores obras-primas do cinema. Ele ressalta a fotografia extraordinária de uma beleza marcante e sua potência de nunca envelhecer. O diretor confessa assisti-lo a cada dois ou três anos e o filme sempre mantém um frescor de uma obra completa. 

8. Dr. Fantástico, Stanley Kubrick, 1964 

Christopher Nolan afirma ter evitado rever Dr. Fantástico durante o processo de Oppenheimer, por conta da temática extremamente próxima. Contudo, ele alega que as memórias do filme eram bastante fortes na sua mente durante as filmagens, já que o assunto tem imediata relação com a biografia de Julius Robert Oppenheimer e as cenas de discussão ao redor da mesa de reunião são inesquecíveis.

9. Zulu, Cyril R. Endfield, 1964 

Zulu é possivelmente um dos maiores filmes de guerra já feitos. Passado no continente africano, em 1879, o longa conta a história verídica do colonialismo britânico. Na trama, um grupo de soldados tenta defender sua posição em Rorke’s Drift contra uma batalhão de acirrados guerreiros zulus. Outro filme de referência para Dunkirk.

10. A Colina dos Homens Perdidos, Sidney Lumet, 1965 

Considerado maravilhoso pela fotografia em preto e branco, o longa também é lembrado pelos movimentos de câmera, conhecidos como steadicam, isto é, mesmo antes da invenção do estabilizador em 1974. Filmado em 35mm, o diretor lembra que na época não existia o maquinário de hoje e, então, era utilizado apenas um carrinho para o efeito.

 A Colina dos Homens Perdidos foi apresentado para o diretor de fotografia de Oppenheimer, Hoyte Van Hoytema, como um exemplo de como captar grandes movimentos e momentos de intimidade. 

11. A Filha de Ryan, David Lean, 1970 

Ganhador de dois Oscar, de ator para John Mills e Direção de Fotografia para Freddie Young — o mesmo de Lawrence da Arábia e Dr. Jivago, ambos premiados com a estatueta —, A Filha de Ryan é um dos filmes preferidos de Christopher Nolan. Na trama, após a Revolta da Páscoa de 1916, em uma pequena vila irlandesa, uma mulher casada (Sarah Miles) tem um caso com um atormentado oficial britânico (Christopher Jones), tido como um romance de adultério com toque do clássico da literatura Madame Bovary

12. Até os Deuses Erram, Sidney Lumet, 1972 

Assim como em A Colina dos Homens Perdidos do mesmo diretor estadunidense, Sean Connery encabeça o filme. Nolan, entretanto, declara jamais ter visto uma atuação tão emblemática de Sir Connery como nesta obra. Até os Deuses Erram é um filme de tirar o fôlego, mas muito depressivo, de acordo com Murphy e Nolan. 

13. Espantalho, Jerry Schatzberg, 1973 

Fonte: British Film Institute

Qual o filme preferido de Cillian Murphy? Espantalho! Ambos os atores protagonistas estavam no topo das suas carreiras quando filmaram este filme, Al Pacino depois de O Poderoso Chefão (1972) e Gene Hackman logo depois de Operação França (1971). 

14. O Homem que Queria Ser Rei, John Huston, 1975 

Michael Caen e Sean Connery, os dois juntos, têm uma química perfeita. O Homem Que Queria Ser Rei é marcante por essa dinâmica. A narrativa desse épico baseada na disputa de dois soldados britânicos por terras na Índia é baseada no conto do imortal de literatura Rudyard Kipling (1865-1936).

15. O Comboio do Medo, William Friedkin, 1978

A versão norte-americana do supracitado O Salário do Medo (1953). O ritmo de O Comboio do Medo, entretanto, é diferente e começa com muita ação — como um filme de espionagem —, mas logo perde as aceleradas sequências e desestabiliza o compasso narrativo. Christopher Nolan, contudo, chama atenção para a marcante cena do caminhão preso na ponte sob uma tórrida chuva. Aliás, o final também é diferente, mas é igualmente controverso. 

Outro ponto a destacar é a trilha sonora de Tangerine Dream, banda alemã formada no fim dos anos 1960, considerada como um grande expoente do rock progressivo eletrônico, junto com o Kraftwerk. [Ouça aqui!]

16. Carruagens de Fogo, Hugh Hudson, 1982 

Ganhador de quatro Oscar®, Carruagens de Fogo é uma ótima história de rivalidade, sendo um dos primeiros longas desse gênero em competições esportivas. Além de uma trilha sonora fantástica do músico grego Vangelis Papathanassiou (1943-2022), remarcada como memorável tanto pelo diretor quanto pelo ator. [Ouça aqui!]

17. Furyo – Em Nome da Honra, Nagisa Oshima, 1983

Grande performance do ator Tom Conti, o qual tem o primoroso papel de Albert Einstein em Oppenheimer.  Neste drama de guerra estrelado por David Bowie e Ryuichi Sakamoto, o mestre japonês Nagisa Oshima  — realizador do polêmico O Império dos Sentidos  — arma uma intriga provocante baseada no livro de Sir Laurens Van der Post (1906-1966). Furyo – Em Nome da Honra relata o choque cultural entre orientais e ocidentais num campo de concentração em plena Segunda Guerra Mundial.

18. Amadeus, Milos Forman, 1984 

Christopher Nolan pediu a Cillian Murphy para rever o filme Amadeus antes das filmagens porque a dinâmica entre Mozart (Tom Hulce) e Antonio Salieri (F. Murray Abraham) era parecida com a entre Oppenheimer (Cillian Murphy) e Strauss (Robert Downey Jr.). O diretor detalha que marcou a perspectiva de cada personagem através das cores: do ponto de vista de Oppenheimer, as cenas são em cores; já por meio do olhar de Strauss, as cenas são em preto e branco. 

19. JFK: A Pergunta que Não Quer Calar, Oliver Stone, 1991

Grandes diálogos e suspense de pessoas lidando com grandes problemas a resolver, tal como Nolan desejava fazer em Oppenheimer. Segundo o cineasta, o espectador sente a pressão através dos diálogos, dando a impressão de um filme de ação. O diretor afirma, no entanto, que o seu recente filme é historicamente mais preciso do que JFK

20. Em Nome do Pai, Jim Sheridan, 1994 

Em Nome do Pai

Para Cillian Murphy, este foi um das obras que mais o influenciou durante a sua juventude na Irlanda, além de ter sido um grande sucesso no país. Segundo ele, Em Nome do Pai é a segunda maior interpretação de Daniel Day-Lewis na sua finita carreira. [A primeira aparecerá ainda nesta lista].

21. O Ódio, Mathieu Kassovitz, 1995 

Cillian Murphy declara ter apresentado recentemente aos seus filhos —  Malachy, de 17 anos, e Carrick, de 16 anos — este clássico contemporâneo francês, em preto e branco, sobre a juventude à margem da sociedade da periferia de Paris. Segundo ele, O Ódio é incrivelmente bem filmado e atemporal, além de continuar tendo a mesma relevância de quase 30 anos atrás. 

22. Fogo Contra Fogo, Michael Mann, 1996 

A sequência de tiroteio no banco de Batman: O Cavaleiro das Trevas é totalmente inspirada nesse filme. Fogo Contra Fogo reúne as feras Al Pacino, Robert De Niro e Jon Voight em excelente obra de fuga e perseguição policial. 

23. Além da Linha Vermelha, Terrence Malick, 1999 

Para Christopher Nolan, Além da Linha Vermelha é um fantástico filme de guerra e extremamente poético. Ele ressalta igualmente a impecável trilha sonora de Hans Zimmer, Journey to the Line, por exemplo, a qual encontra os acordes perfeitos nos momentos precisos. 

24. Psicopata Americano, Mary Harron, 2000

Excelente performance de Christian Bale, protagonista da trilogia do Batman de Christopher Nolan. Provavelmente, o convite para interpretar o papel do super-herói veio depois de ter impressionado o diretor com a sua atuação no papel do psicótico Patrick Bateman.

Leia mais: Psicopata Americano | Os 20 Anos da produção MAIS POLÊMICA e INCORRETA de Hollywood

III) Começo do século XXI: de 2001-2012

25. Embriagado de Amor, Paul Thomas Anderson, 2003 

Cillian Murphy e Christopher Nolan são fãs do trabalho de Paul Thomas Anderson. Embriagado de Amor, para o ator, é o segundo melhor filme do cineasta estadunidense. Protagonizado por Adam Sandler e Emily Watson, este é um drama psicológico que mistura os sentimentos de raiva, paixão, luxúria e confusão.

Leia mais: Redescubra Ótimas Comédias Românticas de 20 anos Atrás

26. Sangue Negro, Paul Thomas Anderson, 2008

Na opinião de Christopher Nolan, Sangue Negro é o melhor filme de Paul Thomas Anderson. Já para Cillian Murphy, o drama apresenta a melhor performance do ator Daniel Day-Lewis de todos os tempos. Além disso, para construir a ambientação do início do século XX de Oppenheimer, Nolan convidou a chefe de decoração de Sangue Negro, Ruth De Jong

27. Bronson, Nicolas Winding Refn, 2009 

Novamente, Christopher Nolan coloca em evidência o trabalho de um dos atores com que ele trabalhou junto em três oportunidades posteriores a este filme. Com elogios a dinâmica de direção de Refn e a hipnotizante atuação de Tom Hardy, Bronson pode ser considerado o pontapé inicial da parceria entre Hardy e Nolan. Eles trabalharam juntos em A Origem (2010), Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) e Dunkirk (2017).

IV) Os Últimos Dez Anos: de 2013-2023

28. Eu, Daniel Blake, Ken Loach, 2016
 

Cillian Murphy revela que trabalhar com Ken Loach mudou a sua forma de atuar, como em Ventos da Liberdade (2006). Ele ainda afirma que o cineasta britânico é um dos maiores diretores do cinema ainda vivos. O ator também compartilha que Loach não diz “Corta” ou “Ação”, ele diz “Off” e “Go”, além de não dar marcação de palco para o elenco durante as filmagens. Por outro lado, Nolan confessa ter a impressão que todos os filmes de Ken Loach são como documentários, tal como Eu, Daniel Blake.

29. Westworld, Jonathan Nolan et Lisa Joy, 2016-2022 

Estávamos falando de filmes, certo? Christopher Nolan, entretanto, abriu uma brecha nas regras para elogiar o trabalho do seu irmão no comando da série de ficção-científica da HBO. Segundo o diretor, Westworld é excelente e executada de forma fantástica. Concordamos até a metade da segunda temporada. 

30. Chernobyl, Craig Mazin, 2019 

Já que falamos de séries, Murphy e Nolan citam igualmente a acachapante Chernobyl. Para eles, a produção é excelente e verdadeiramente depressiva, o que realmente comunica os perigos da radioatividade. 

Realizada pela islandesa Hildur Guðnadóttir, ganhadora do Oscar pela sua composição para Coringa (2019), de Todd Phillips, eles também destacam a trilha sonora impactante e poderosa na ambientação da história.  [Ouça aqui!]

A Hora do Pesadelo 2 | Os 39 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

A esta altura você que é fã de cinema e principalmente de terror já deve estar mais do que escolado sobre o fato: A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy (1985) é o filme gay mais famoso do gênero. E esta não é nenhuma teoria da conspiração, forçada de barra ou tentativa de lacração – basta uma pesquisa rápida na internet para ter revelada tais informações.

Com a sequência do fenômeno A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven, completando 39 anos em 2024, achamos que este era o momento mais que especial para revisitarmos a obra, e apontarmos a você todas as curiosidades e muitos detalhes sobre a produção. Confira abaixo.

A Hora do Pesadelo, escrito e dirigido por Wes Craven, foi lançado em novembro de 1984 (chegando ao Brasil absurdos dois anos depois em 1986 – e isso devido ao barulho que fez). Com um orçamento de US$1.8 milhão, devolveu aos cofres de um então pequeno e recém inaugurado estúdio chamado New Line Cinema mais que confortáveis US$25.5 milhões somente nos EUA.

O sucesso desta pequena obra-prima serviu para colocar o nome de Craven, então um diretor de filmes B, no topo da cadeia de Hollywood (e torná-lo um mestre no gênero); firmar a New Line no mercado e introduzir na cultura pop um dos maiores vilões da história do cinema: o monstro Freddy Krueger (interpretado por Robert Englund). Tanto que até hoje um apelido conhecido da New Line ficou “a casa que Freddy construiu”, já que foi devido à franquia que o estúdio se ergueu.

Naturalmente, o sucesso colossal do primeiro (para seus parâmetros) despertou o interesse do produtor Robert Shaye (irmão da atriz Lin Shaye), fundador e dono então da New Line, em seguir fazendo filmes com Freddy. É reportado também que foi o sucesso deste segundo filme – que com um orçamento de US$3 milhões, retornou para o estúdio US$30 milhões somente nos EUA – que incentivou e estabeleceu a pequena produtora no meio das gigantes da meca do cinema. Hoje, a New Line foi comprada e é subsidiária da Warner Bros.

Curiosamente, no entanto, a primeira ordem de Shaye foi se livrar de tudo em relação ao primeiro filme. Isso apenas pelo motivo financeiro, já que repetir os realizadores originais significaria gastar mais. Craven, o nome mais associado ao projeto, se recusou a ter qualquer envolvimento, pois à princípio não via a história como uma franquia – o diretor inclusive queria terminar o longa original com um final feliz, e foi forçado pelo estúdio a um desfecho sombrio e ambíguo. Nem mesmo a protagonista original Nancy, papel de Heather Langenkamp, foi cogitada para retornar, com a atriz afirmando em entrevistas que sequer recebeu o convite. Langenkamp é um dos nomes mais lembrados em relação à franquia, e sua heroína.

A atriz retornaria em Os Guerreiros dos Sonhos (1987) e O Novo Pesadelo (1994). O mais impressionante, porém, era o desejo de substituir o icônico Robert Englund na pele do vilão Freddy. Segundo relatos, Shaye não estava disposto a um salário maior para o ator (que era exigido de seu agente) e testou um dublê no papel – seguindo o que era feito nos filmes Sexta-Feira 13, com Jason a cada filme personificado por um intérprete diferente. Porém, após se mostrar insatisfatória a tentativa de troca, os realizadores perceberam que Englund era a verdadeira alma da franquia e aceitaram o novo acordo salarial.

Assim, entram em cena o roteirista David Chaskin (em sua estreia na função) e o diretor Jack Sholder (O Escondido, 1987) – apesar do roteirista Leslie Bohem ter oferecido suas ideias aos produtores, sobre a trama envolver gravidez e possessão, como forma de homenagear o clássico O Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski. Chaskin reutiliza o conceito da possessão para o segundo A Hora do Pesadelo, e a ideia da gravidez ganharia vida no quinto filme da franquia, lançado em 1989.

Com novos roteirista e diretor, a continuação ganhava também novos personagens e uma nova história. Diferente de todos os demais slashers da época, A Vingança de Freddy é um dos poucos produtos do gênero a utilizar um protagonista masculino e girar sua trama ao redor dele: fazendo de Jesse (Mark Patton) o único “Scream Queen” homem da franquia. Indo morar com sua família na mesma casa da protagonista do original, Jesse termina virando igualmente alvo do maníaco desfigurado Freddy Krueger em seus pesadelos. Desta vez, porém, Freddy não deseja caçar e matar o rapaz, mas sim “usar o seu corpo”, possuindo-o para poder agir na vida real. A transcendência de Freddy para o mundo real, inclusive fazendo vítimas no território dos “acordados” é considerado por muitos fãs, alguns envolvidos na produção e inclusive o próprio Wes Craven uma traição do conceito original do “assassino dos sonhos”.

Agora chegamos ao tópico do texto: o conceito homoerótico. Por anos, este teor permaneceu como subtexto, uma mera mensagem subliminar, até ser enfaticamente apontado, ao ponto de hoje não conseguirmos olhar para o filme sem perceber o que era óbvio desde o início. Segundo relatos, embora tenha passado despercebido durante muito tempo nos EUA, foi justamente o clima gay de A Vingança de Freddy o que garantiu seu sucesso na Europa o transformando em um cult instantâneo. Foi somente em 2010 que o roteirista Chaskin abriu o jogo e confessou suas intenções, mas afirmando que era para ser uma mensagem sutil. E talvez tenha sido, para uma era de exageros como os anos 1980. Hoje, basta uma segunda olhada para que o longa seja visto com suas reais conotações.

Apesar de ser considerado um terror gay, a controvérsia de A Hora do Pesadelo 2 reside no fato do longa ser considerado também homofóbico. No documentário de 4 horas de duração Never Sleep Again: The Elm Street Legacy (2010), um dos mais completos arquivos sobre toda a franquia, o trecho sobre a parte dois, fazendo uso de entrevistas com os principais envolvidos, é um dos mais esclarecedores. Aparentemente, o ator Mark Patton, que vive o protagonista Jesse, hoje um gay assumido (mas na época ainda no armário), se afastou do mundo do entretenimento após seu trabalho neste filme. O ator buscava o estrelato e se sentiu extremamente traído pelo material visto em tela – como dito, a maioria não sabia, ou fingia não saber de tal subtexto. O caso segue vindo à tona e ano passado outro documentário foi lançado, este intitulado Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street (2019), retrospectiva do filme cult e do ator Mark Patton.

O conceito aqui é o seguinte: Freddy Krueger neste filme é uma analogia da descoberta da sexualidade. E no caso de Jesse, da descoberta de sua homossexualidade. É um coming of age no qual o protagonista vê aflorar, tem sonhos (ou pesadelos) com algo que quer dominar seu corpo, sua vida, algo tido como ruim, como monstruoso, que ele precisa lutar para esconder. Freddy quer usar seu corpo para poder sair das sombras, para poder existir fora dos sonhos. Jesse tem uma pretendente nas formas de Lisa (Kim Myers, escolhida por sua semelhança física com Meryl Streep), mas ele não se sente confortável em se entregar a ela. Ele tenta, mas termina sempre voltando aos braços de Ron Grady (Robert Rusler, de Mulher Nota Mil). Para Jesse, Lisa é uma amiga. Já Ron, o que começa como uma rivalidade, uma implicância, desenvolve para uma relação de confidência. As picuinhas envolvem arriar as calças um do outro. E num momento nada sutil, o clima esquenta entre Jesse e Lisa numa cabana perto da piscina. Beijos e amassos, mas quando o ato está para ser consumado, Jesse hesita, fica assustado e foge. Algo não o permite, por mais que tente. É o “monstro”. Ele corre para a casa de Ron, prefere estar por lá, à noite a sós com ele em seu quarto, escondido, mesmo que seja para confessar o que não foi capaz de fazer. Ron retruca, “ela está lá e você prefere ficar aqui comigo?”.

Fora isso, temos, é claro, a infame cena da dancinha, na qual Jesse, sozinho no quarto, usando adereços dignos de Elton John, rebola num ritmo pra lá de homoerótico ao som de “Touch Me (All Night Long)”, da banda Wish com Fonda Rae. A cena é referência à Negócio Arriscado (1983), com Tom Cruise. Temos também seus gritos de medo, estridentes, superagudos e femininos. Mas os elementos gays do filme não se concentram apenas no protagonista. Num nível mais hardcore, temos o personagem do treinador Schneider (Marshall Bell), o professor de educação física que adora punir seus alunos homens e… espioná-los tomando banho no vestiário. Como se não bastasse, num de seus “pesadelos”, Jesse vagueia até um clube de sadomasoquismo gay e quem ele encontra por lá? Justamente o treinador Schneider, um frequentador assíduo. Como forma de “punição”, o tutor leva o rapaz de volta ao colégio e o “castiga” no chuveiro. Porém, o caçador vira a caça quando Jesse “assume seu lado Freddy” e o “mata” jogando bolas em seu rosto, tirando sua roupa, o amarrando nu nas duchas, e chicoteia seu traseiro com toalhas. Somente para descobrir que nada disso havia sido sonho.

Por um lado, A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy pode ser considerado muito corajoso, ainda mais se levarmos em conta o período ultraconservador, de machões que só viviam para distribuir sopapos e levar uma fila de mulheres para a cama, numa verdadeira competição de testosterona que foram os anos 1980 – sem muito espaço para qualquer outra opção sexual que não fosse hétero. Pegar um filme de sucesso e subverte-lo numa obra gay, não é algo visto sequer nos dias de hoje. Por outro lado, a forma como foi feito, mesmo que o espaço encontrado na época tenha sido apenas esse, pode não ser a melhor das mensagens e representações para a comunidade.

Embora a reclamação de Mark Patton seja em relação ao filme tê-lo arrancado do armário à força na época, e o ator ter abraçado em partes a obra como cult hoje, existe uma grande problemática nesta trama subliminar. O que acontece é que Freddy, a homossexualidade enrustida de Jesse, no filme é tratado como algo a ser combatido e derrotado. Como algo ruim, algo maligno que está saindo de dentro dele e de seu controle,  que faz vítimas ao redor, e seu relacionamento com Grady termina inclusive de forma trágica, com o pai do rapaz presenciando o destino do filho. Lisa, a “namorada”, está o tempo todo ao seu lado, apesar de suas “esquisitices”, lutando para que seu “lado sombrio” não se manifeste. No final, Freddy (já nas formas de Jesse) é derrotado por um beijo de Lisa, como se através de um relacionamento hétero (“o amor verdadeiro”) a sombra “do mal” se extinguisse. Assim, o lado obscuro do protagonista o deixa finalmente, e ele está livre para assumir sua sexualidade ao lado de Lisa. Mas por quanto tempo?

 

A conclusão de A Vingança de Freddy, fosse essa a intenção ou não, hoje pode ser muito lida quase como “a cura gay”. O filme estreou no dia 1º de novembro de 1985, em quarta posição no ranking das bilheterias norte-americanas, enfrentando a pesada concorrência de Desejo de Matar 3, Viver e Morrer em Los Angeles e O Fio da Suspeita. No Brasil, chegou novamente com dois anos de atraso. Seja por qual motivo, apesar do sucesso, a franquia sofreria um leve hiato e só viria a lançar um novo produto dois anos depois, em 1987.

E você, já havia percebido esta conotação sexual em A Vingança de Freddy? Curte o filme? Comente.

Ator da série NÃO SABE se estará no filme ‘The Mandalorian & Grogu’

Enquanto promovia ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘, Paul Sun-Hyung Lee, que interpreta o Tio Iroh, irmão mais velho do Senhor do Fogo Ozai, conversou com o Screen Rant sobre sua possível participação no filme ‘The Mandalorian & Grogu‘.

Na série baseada na saga ‘Star Wars’, Lee interpreta Carson Teva, capitão de uma frota espacial da Nova República que acaba fazendo amizade com Din Djarin (Pedro Pascal).

Em sua declaração, o astro disse que não sabe se estará no filme porque ainda não recebeu uma ligação.

“Bem, estou com os dedos cruzados para retornar. Sinceramente, eu nem sabia que eles estavam fazendo um filme até pouco tempo, mas eu seria louco se dissesse não. Claro que eu adoraria participar. Mas nunca se sabe, então aprendi que não se deve criar expectativas e apenas agradecer pelo o que você já conquistou. Se eu não estiver no filme, pelo menos faço parte desse universo. Isso é algo e ninguém pode tirar isso de mim.”

Anteriormente, o Bespin Bulletin divulgou que  o orçamento de ‘The Mandalorian & Grogu‘ deve girar em torno de US$ 120 milhões.

O valor é menor do que o orçamento da 2ª e 3ª temporada da série estrelada por Pedro Pascal.

Foi dito que o motivo do valor tão baixo é devido a cortes de curtos que estão sendo ordenados pela Disney.

Lembrando que o filme tem previsão de estreia para 2026, e o início das gravações está marcado para 17 de junho deste ano, em Los Angeles.

A informação foi compartilhada originalmente no Production List, um site de registros oficiais de vindouras produções.

Por enquanto, ainda não muitos detalhes em torno do projeto, mas o Making Star Wars já havia revelado (via CBM ) que o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The MandaloriancomAhsoka‘.

Já o terceiro filme é um completo mistério.

E por falar em ‘Ahsoka‘, a atração vai ganhar uma 2ª temporada, e página oficial do Twitter compartilhou a primeira imagem oficial, que traz duas silhuetas em cima da estátua de um dos deuses mortis, aquele que foi provocado no fim da 1ª temporada.

O que tudo isso significa? Só o tempo dirá…

Confira a arte:

Nas redes sociais, os fãs da saga espacial estão compartilhando diversas mensagens em tom de comemoração e expectativa pelos novos projetos.

Confira as reações:

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘The Mandalorian‘ e ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Relembre o trailer:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Adaptação da Netflix está CONQUISTANDO os assinantes da plataforma; Confira as reações!

O aguardado live-action ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

Apesar de ter registrado apenas 68% de aprovação entre os críticos, a atração está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.

A trama gira em torno de Aang, o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à produção, desde o carismático roteiro, a química entre o trio protagonista, os figurinos, os efeitos visuais e as incríveis coreografias de dobra de elementos.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

‘Superman – O Legado’: Terence Rosemore será um dos vilões da adaptação; Confira!

Superman – O Legado‘ ganhou a primeira foto do elenco reunido, ao lado do roteirista e diretor James Gunn.

E, além dos astros já anunciados, vemos o ator Terence Rosemore (‘Mansão Mal-Assombrada’) mencionado como um personagem chamado Otis.

Para quem não sabe, Otis é um dos capangas de Lex Luthor (Nicholas Hoult), ligado diretamente aos seus esquemas malignos.

Ele apareceu pela primeira vez no filme dirigido por Richard Donner em 1978, mais tarde sendo introduzido ao cânone dos quadrinhos da DC.

Inclusive, várias versões de Otis apareceram em outras produções como ‘Smallville’, ‘Supergirl’ e ‘Superman & Lois‘.

Quanto a Rosemore, ele é um colaborador de longa data de Gunn, tendo pequenas participações em ‘O Esquadão Suicida‘, no especial de natal dos ‘Guardiões da Galáxia’ e no filme de encerramento da franquia.

Confira a imagem de ‘Superman – O Legado‘:

Desde o anúncio, os fãs estão bastante curiosos para saberem quando será revelado o novo traje do Homem de Aço, vivido por David Corenswet (‘Pearl’).

E a resposta pode chegar muito em breve…

Isso porque o S no peito do herói já foi revelado.

Através do Twitter, o The Hollywood Handle compartilhou um print dos Stories de Isabella Merced, intérprete da Mulher-Gavião, no qual ela registrou a leitura de roteiro da adaptação.

Na faixa que traz seu nome é possível ver o símbolo do herói no canto esquerdo, e é bem semelhante à versão dos quadrinhos da saga ‘Reino do Amanhã‘.

Confira:

Marcado para julho de 2025Superman: O Legado’ marcará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU) e também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Já Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

‘Twister’, ‘Romy e Michelle’, ‘Mudança de Hábito’ e os Clássicos dos anos 90 que Tiveram (ou Terão) Continuações Tardias

Os anos 90 foram marcados por inúmeros sucessos inesquecíveis no cinema. Foi desta década que saíram alguns dos filmes mais adorados da sétima arte de todos os tempos. Tanto que existe um debate entre os cinéfilos sobre qual seria o melhor ano de todos no cinema. E a década de 1990 guarda dois anos bem especiais para a cultura pop: os anos de 1994 e 1999. O primeiro foi responsável por trazer produções queridas como ‘Um Sonho de Liberdade’, ‘Forrest Gump’, ‘Pulp Fiction’, ‘O Profissional’ e ‘O Rei Leão’, por exemplo. Já o segundo guarda em seu acervo obras do nível de ‘Clube da Luta’, ‘Matrix’, ‘O Sexto Sentido’, ‘Beleza Americana’ e ‘À Espera de um Milagre’.

Pensando nisso, nessa década especial que foi os anos 90, resolvemos adentrar um novo tópico. Isso porque alguns dos mais icônicos filmes deste período vão ganhar ou já ganharam continuações tardias, alguns com décadas de separação entre os filmes. Confira abaixo os 10 que selecionamos para você.

Independence Day

Fenômeno pop dos anos 90, ‘Independence Day’ trouxe uma invasão alienígena em um nível nunca apresentado anteriormente. Isso foi possível graças a efeitos especiais revolucionários que chegaram para o cinema no início daquela década. Assim, em uma escala jamais vista, a Terra era invadida e atacada por naves massivas, iniciando um contra-ataque dos humanos na maior batalha da humanidade. De quebra, o filme transformou um certo Will Smith em astro internacional.

O filme é fechadinho, com começo, meio e fim. Precisava de continuação? Não! Mas recebeu uma em seu aniversário de 20 anos, dirigido pelo mesmo Roland Emmerich. Apesar de contar com as participações de Jeff Goldblum e Bill Pullman novamente, ‘Independence Day – O Ressurgimento’ pareceu carecer da presença de Smith, que se recusou a voltar, e o filme passou em branco. Você lembrava da sequência?

Twister

No mesmo ano de ‘Independence Day’, o filme de tornados produzido por Steven Spielberg também mostrava todo o potencial dos efeitos gerados por computadores (os chamados CGI) e depois dos dinossauros de ‘Jurassic Park’, criavam os tornados mais realistas do cinema. Pura diversão escapista, ‘Twister’ se juntava ao hall dos grandes blockbusters de 1996, protagonizado por Helen Hunt e pelo saudoso Bill Paxton.

Como nunca devemos dizer “nunca”, algo totalmente impensado irá acontecer neste ano de 2024: ‘Twister’ irá ganhar uma inesperada continuação, 28 anos depois do original. ‘Twisters’, do mesmo diretor do indicado ao Oscar ‘Minari’, protagonizado por Glen Powell e Daisy Edgar-Jones, promete ser um dos grandes blockbusters do ano, mostrando uma nova equipe de caçadores de tornados. Veremos.

Um Tira da Pesada

Por falar em continuações tardias que serão lançadas em 2024, este ano teremos a volta do policial mais icônico da cultura pop, o falastrão Axel Foley, personagem que fez a carreira do astro Eddie Murphy. Na verdade, ‘Um Tira da Pesada’ é cria dos anos 80, este ano comemorando seu aniversário de 40 anos de lançamento. Dez anos depois de sua estreia nas telonas, chegava o terceiro filme da franquia, e o único a ser lançado nos anos 90. ‘Um Tira da Pesada 3’ era mais leve e movia a ação em um parque de diversões.

Por anos se falou numa nova continuação e até uma série de TV quase foi lançada. Mas agora finalmente, 30 anos depois da última aparição de Foley nas telonas, o policial de Beverly Hills voltará às telas, desta vez nas telinhas na Netflix, para o seu tão aguardado novo filme, com Eddie Murphy protagonizando e grande parte do elenco original.

Romy e Michele

Talvez você não conheça essa comédia cult de 1997, em especial se você for um fã de cinema mais novo. Acontece que mesmo os que viveram na época podem ter esquecido deste longa, que fez um sucesso moderado, e viveria para se tornar cult graças às locadoras e exibições na TV aberta. A moral desta comédia de grande coração é aceitar quem somos verdadeiramente, e ser fiel à nossa essência, mesmo que soe estranho socialmente. Na trama, duas amigas loiras que não eram as mais populares do colégio, aceitam ir à reunião de 10 anos de formatura.

O problema é que a vidas delas não é tão especial quanto gostariam. Assim, a dupla resolve forjar uma vida mais emocionante e bem-sucedida, a fim de impressionar os colegas. ‘Romy e Michele’ resolveu apostar no carisma e na química de Mira Sorvino (que estava em alta na época, tendo acabado de levar um Oscar para casa – por ‘Poderosa Afrodite’) e Lisa Kudrow, que brilhava no auge da série ‘Friends’. Recentemente foi anunciado que ‘Romy e Michele’ irá ganhar uma continuação, 27 anos depois de seu primeiro filme.

Abracadabra

Outro sucesso cult dos anos 90, esse mirado para toda a família e um público mais infantil. Perfeito para exibições no dia das bruxas, ‘Abacadabra’ não foi exatamente um enorme sucesso quando foi lançado em 1993; mas ao longo de todos esses anos foi ganhando cada vez mais apreciadores, que faziam campanha para uma tão aguardada sequência.

Na trama do original, três irmãs bruxas da idade média despertam no “presente” de 1993, e atormentam uma pequena cidade no halloween. É claro que o terror aqui é de mentirinha, perfeito para o trio Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy se divertir muito com suas caricatas performances. Já na era dos streamings, a Disney finalmente tirou do papel a tão aguardada continuação, 29 anos depois. E dizem que não será a última, pois um terceiro filme é planejado.

Mudança de Hábito 

Por falar em produções queridas da Disney em live-action, no mesmo ano em que ‘Abracadabra’ era lançado e se tornava uma pedida perfeita para o halloween; saía nos cinemas a continuação do sucesso inesquecível ‘Mudança de Hábito’, filme pelo qual Whoopi Goldberg para sempre seria lembrada. Por coincidência, o projeto foi pensado originalmente para Bette Midler. Na trama, uma cantora de cabaré presencia um assassinato da máfia e precisa aderir ao programa de proteção às testemunhas, sendo relocada em um convento, assumindo a identidade de uma freira.

Logo no ano seguinte chegava a continuação, que levava a protagonista a ensinar em um colégio para jovens de classes desfavorecidas. Agora, seguindo os passos de ‘Abracadabra’, um terceiro ‘Mudança de Hábito’ é planejado para o lançamento na Disney+, 31 anos depois da última aparição da enérgica Dolores nas telonas.

Debi & Lóide

Uma das comédias mais icônicas dos anos 90, e também uma das mais bem-sucedidas financeiramente e de crítica, ‘Debi & Lóide’ transformou Jim Carrey em um astro absoluto naquela década, e abriu portas para o humor para lá de incorreto dos realizadores, os irmãos Farrelly – que depois aprontariam com ‘Quem Vai Ficar com Mary?’. Ainda hoje, ‘Debi & Lóide’ possui sua legião de culto.

Porém, o longa, assim como tantos outros, demonstram que certas fórmulas não podem ser replicadas, ainda mais com o passar das décadas. A primeira sequência (ou melhor, pré-sequência) foi lançada em 2003, contando a juventude dos amigos. E foi solenemente ignorada, sem os atores ou realizadores originais. Esses retornaram mesmo 20 anos depois do original para a continuação tardia, que igualmente passou sem ser vista, mesmo com Jim Carrey no elenco. Você lembrava?

Ou Tudo ou Nada

Outra tendência em voga em Hollywood são as continuações de filmes clássicos na forma de séries de TV; tendência essa impulsionada pelo sucesso de ‘Cobra Kai’, que deu sequência ao clássico ‘Karatê Kid’. Outros exemplos são programas como ‘Ash vs. Evil Dead’, ‘A Lenda do Tesouro Perdido’, ‘Ted’, ‘Willow’ e ‘Os Mighty Ducks – Nós Somos os Campeões’.  Uma das mais recentes foi a continuação do sucesso cult britânico ‘Ou Tudo ou Nada’, de 1997.

Indicado aos Oscar de melhor filme, roteiro, direção e vencedor de melhor trilha, o longa conta a história de operário desempregados de uma pequena cidade no interior da Inglaterra, que se reinventam como strippers masculinos. Ano passado, 26 anos depois do original, uma minissérie continuou a história em 8 episódios, contando com as voltas de Robert Carlyle e Mark Addy como protagonistas, no Brasil conhecido como ‘Ou Tudo ou Nada de Novo’.

Trainspotting – Sem Limites

Por falar em filmes britânicos cult que fizeram um enorme sucesso, ‘Trainspotting’ é definitivamente um dos longas mais adorados dos anos 90. Cult por excelência, o filme escreveu os nomes do diretor Danny Boyle e do ator Ewan McGregor no mapa do cinema mundial. Um dos filmes definitivos sobre o tema das drogas, a obra aposta na criatividade ao narrar a história de um grupo de jovens amigos sem muitas aspirações, que passam seus dias usando drogas, bebendo, brigando e tentando se divertir em Edimburgo na Escócia.

O longa guarda algumas das cenas mais pesadas do cinema, como a do bebê. 21 anos depois do original, de forma totalmente inesperada, ‘Trainspotting’ voltou às telonas, de forma mais leve, limpa e sanitária, com o reencontro do grupo de amigos em outra fase de suas vidas.

Jumanji

Fechando a matéria, temos um dos longas mais queridos dos anos 90, que fez parte da infância e adolescência de toda uma geração. Lançado em 1995, o ‘Jumanji’ original, dirigido por Joe Johnston, se tornou um sucesso e demonstrou o que os efeitos especiais poderiam fazer na época, depois de criar os dinossauros de ‘Jurassic Park’ e o homem de mercúrio líquido em ‘O Exterminador do Futuro 2’.

Jumanji’ era o próximo passo na evolução de tais efeitos, criando animais virtuais, em um jogo de tabuleiro insano, intenso e mortal. Ninguém sabe dizer por que uma sequência nunca saiu do papel nos anos 90, mas teria sido muito legal ver Robin Williams retornando ao papel. Em 2014, perdemos o querido Williams.

Três anos depois da morte de Williams, chegava finalmente um reboot da ideia, desta vez trocando o jogo de tabuleiro por um videogame, e impulsionado pelos carismas de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan. O longa fez quase US$1 bilhão nas bilheterias mundiais, e se tornou tão querido quanto o original, não demorando a tirar uma sequência do papel – lançada em 2019. Onde está o terceiro filme é o que queremos saber?

Após ‘Todos Menos Você’, Glen Powell estrelará nova série de comédia do Hulu

De acordo com o TVLine, Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista da série de comédia ‘Chad Powers‘, que está sendo desenvolvida pelo Hulu.

A produção é inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning.

Na trama…

“Após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, Chad Powers se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.”

Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

“Nós dois somos fãs de futebol. Quando vimos o Eli caracterizado como o Chad Powers, sabíamos que esse poderia ser apenas o começo de uma história maior sobre este universo. Estamos ansiosos para fazer parte desta equipe, e mal podemos esperar começar,” declarou a dupla em comunicado oficial.

Vale lembrar que ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), comédia que Powell estrela ao lado de Sydney Sweeney (‘Euphoria’), se tornou um enorme sucesso nas bilheterias, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Confira nossa crítica:

Pedro Pascal revela seu filme PREFERIDO de 2023!

O astro Pedro Pascal, conhecido por seus papéis em sucessos como ‘The Mandalorian’ e ‘Game of Thrones’, revelou recentemente seu filme favorito do ano passado. Em uma entrevista à Vanity Fair, Pascal compartilhou que ‘Vidas Passadas’, de Celine Song, foi seu filme preferido de 2023.

Durante a conversa, o astro comentou: “É fácil se identificar com o filme quando se trata de revisitar o amor do passado, mas senti que era mais do que isso. O que me impressionou profundamente foi a ideia de deixar algo para trás para se tornar a pessoa que você deseja ser e descobrir que a pessoa da qual você nunca teve a chance de se despedir é você mesmo”.

Além disso, de acordo com a Variety, Pedro Pascal, Chris Evans e Dakota Johnson estão atualmente em negociações para estrelar ‘Materialists’ (Materialistas – tradução livre), o próximo filme de Celine Song, que está em colaboração com a A24, produtora de ‘Vidas Passadas’.

Atualmente ‘Vidas Passadas’ está na disputa em duas categorias do Oscar (melhor filme e melhor roteiro original).

A trama acompanha um romance de infância entre Nora e Hae Sung, colegas de classe em uma escola primária em Seul que termina abruptamente quando a família de Nora emigra para o Canadá. Doze anos depois, Nora, agora uma estudante de dramaturgia em Nova York, percebe que Hae Sung está procurando por ela nas redes sociais. Eles se reconectam online, começam a falar com frequência e até imaginam um reencontro. Entretanto, mais uma dúzia de anos se passaram antes que eles finalmente se encontrassem em alguns dias fatídicos durante sua visita a Nova York. Embora suas vidas tenham mudado dramaticamente, eles permanecem ligados por uma conexão melancólica.

Greta LeeTeo Yoo estrelam.

Ji Hye YoonChoi Won-youngMin Young AhnJohn MagaroJonica T. GibbsEmily Cass McDonnellFederico RodriguezConrad SchottKristen Sieh completam o elenco.

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

‘Vidas Passadas’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | Vidas Passadas consegue ser sentimental sem nunca tombar para o lado piegas [FESTIVAL DO RIO]

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem conquistou 97% de aprovação, com nota 9.10/10 baseada em 195 reviews. Segundo o consenso geral, a produção é uma “memorável estreia para a diretora e roteirista Celine Song “utiliza os laços entre seus personagens principais para apoiar observações pungentes sobre a condição humana”.

Confira os principais comentários abaixo:

‘Vidas Passadas’ se desenrola como uma maravilha, cimentada em um raro equilíbrio de humor e tristeza lindamente personificado por Magaro e Lee” – Little White Lies.

“Fazendo uma estreia totalmente garantida, a roteirista e diretora Celine Song modula perfeitamente o delicado equilíbrio tonal deste sábio e melancólico filme” – Screen International.

“É um filme diminuto em seu escopo e sua estrutura, mas posa com grandiosidade” – RogerEbert.com.

“Uma estreia dolorosamente adorável. O toque de Song é hábil, delicado e com certeza fica um pouco empoeirado no final” – WBUR’s Arts & Culture.

“Song faz tudo parecer tão natural e real, permitindo que um vislumbre de fora desse relacionamento fervente floresça em algo mais próximo do conhecimento profundo e da intimidade genuína” – Silver Screen Riot.

10 Filmes TERRÍVEIS de Terror

Não adianta! Tem filmes que mesmo na melhor das intenções não conseguem desenvolver suas narrativas se tornando uma verdadeira chatice ter que olhar toda hora para o relógio para ver o tempo passar. Pensando nesse recorte, e adaptando-o para a temática terror, segue abaixo uma lista com 10 terríveis filmes de terror:

 

Aí vem o Diabo

Na trama, conhecemos uma família que vive feliz em uma cidade com algumas lendas nas montanhas. Um dia, após um passeio por essas montanhas os dois filhos do casal somem, deixando os pais aterrorizados com o que poderia ter acontecido com eles. Horas mais tarde e depois de acionarem o xerife local, as crianças são encontradas e logo começam a agir de maneira esquisita. Assim, os pais resolvem investigar o que de fato ocorreu naquelas horas em que eles ficaram perdidos nas montanhas.

 

Possessão (2012)

Na trama conhecemos a família de Clyde (Jeffrey Dean Morgan), um treinador de basquete universitário, pai de duas meninas e que acabara de se divorciar. Procurando se estabelecer em sua nova vida, compra uma casa um pouco distante do grande centro para poder passar alguns finais de semana com suas filhas. Certo dia, após pararem para comprar objetos em um brechó na calçada uma de suas filhas compra uma caixa sinistra que fará um grande mal aquela família. Correndo contra o tempo, Clyde busca achar uma saída para a maldição que trouxe para dentro de casa.

 

O Filho de Chucky

Lançado 20 anos atrás, O Filho de Chucky, escrito e dirigido por Don Mancini, nos mostra  Chucky e Tiffany ressuscitando e logo vão para Hollywood iniciar uma nova série de situações que leva a destinos trágicos.

 

Chernobyl

Na trama conhecemos dois irmãos que estão acompanhados de duas bonitas moças e que juntos fazem sem lenço nem documento um grande ‘tour’ pela Europa. Como sempre acontece em longas do gênero, um dos personagens resolve inovar e chama o restante da galera para uma excursão à uma cidade abandonada que fora alvo do reator nuclear de Chernobyl. Unindo-se ao quarteto, um guia turístico misterioso e enrolado e mais um par de turistas. O que eles não esperavam era descobrir que o lugar tem grandes mistérios e eles estão longe de estarem sozinhos.

 

Jason X

Décimo filme da saga Sexta-feira 13, dirigido por James Isaac, Jason X é uma enorme viagem que mostra um acordar de um dos mais famosos e temidos vilões do cinema no século 25.

 

Exorcismo Sagrado

Na trama, acompanhamos um padre norte-americano chamado Peter (Will Beinbrink) que vai trabalhar no México e acaba participando de seu primeiro exorcismo. Durante a situação, na batalha contra as forças do mal, acaba cometendo um sacrilégio que é filmado mas somente ele tem a cópia da fita. Quase 20 anos se passam um outro exorcismo necessita de sua ajuda e ele agora precisará enfrentar os atos cometidos no passado para combater o presente. Ele contará com a ajuda do padre e experiente exorcista Michael (Joseph Marcell).

 

Alone in the Dark

Dirigido pelo cineasta alemão Uwe Boll, Alone in the Dark, baseado num famoso jogo de videogame, nos mostra um detetive de casos sobrenaturais que acaba descobrindo demônios.

 

Apollo 18

Com um orçamento de 5 Milhões de dólares, Apollo 18 fala sobre o envio de astronautas numa missão à lua pelos Estados Unidos, apesar das negativas em torno da veracidade dessa situação, uma gravação vazou e basicamente é o filme dirigido pelo estreante em longas hollywoodianos Gonzalo López-Gallego.

 

O Exorcista – O Devoto

Dirigido por David Gordon Green e lançado ano passado, O Exorcista – O Devoto nos mostra um pai desesperado por ajuda a sua filha que vai buscar uma solução com uma pessoa com um passado de confronto com possessões.

 

TQM

Na trama, conhecemos três irmãos extremamente mimados a vida toda que estão reunidos em uma casa em Miami para discutir com advogados sobre o testamento de sua mãe (que ainda está viva). Chegando nesse lugar, se junta a eles um jovem com transtorno de personalidade e todos acabam logo percebendo que estão presos em uma armadilha feita pela própria mãe, uma das psiquiatras mais prestigiadas do México em uma equação que tem tudo para não terminar nada bem.

 

Entre Dois Mundos

(Ouistreham)

 

Elenco:

Juliette Binoche
Hélène Lambert
Louise Pociecka

 

Direção: Emmanuel Carrère

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Maio de 2024

Sinopse: 

Em ENTRE DOIS MUNDOS, Marianne Winckler, uma renomada autora francesa, decide escrever um livro sobre a insegurança no trabalho vivenciando essa realidade em primeira mão. Ela consegue trabalho como faxineira e descobre uma vida onde cada centavo faz falta. No entanto, ao viver essa provação, ela forja laços genuínos e calorosos com alguns de seus companheiros de infortúnio. A ajuda mútua leva à amizade; a amizade leva à confiança. Mas o que acontecerá com essa confiança quando a verdade for revelada?

Curiosidades: 

» O longa é baseado na obra Le Quai de Ouistreham, de Florence Aubenas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Cobra Kai’: Hilary Swank acredita que não estará na última temporada da série

A atriz Hilary Swank, conhecida por seu papel em ‘Menina de Ouro’, abordou recentemente a possibilidade de reprisar seu papel como Julie Pierce no sucesso da Netflix, Cobra Kai, retomando seu papel em Karate Kid 4 – A Nova Aventura’.

Durante uma entrevista à Collider, Swank foi questionada sobre um possível retorno à franquia Karate Kid.

Ao ser questionada sobre sua participação no novo Karate Kid, ao lado de Jackie Chan e Ralph Macchio, Swank demonstrou incredulidade em relação à produção do novo remake. “Estão fazendo um novo Karatê Kid? Como estão chamando? […] Porque eu era a Próxima Karatê Kid,” brincou a atriz.

Quanto à possibilidade de participar de Cobra Kai, ela declarou: “Eu não acho que estarei, infelizmente. Eu sei. É, tipo, a pergunta número um que recebo agora. A maioria das pessoas geralmente pergunta, ‘Como é trabalhar com Clint Eastwood?’ Mas acho que, ‘Você vai estar em Cobra Kai?’ quase superou isso.”

Vale ressaltar queCobra Kai, derivada da icônica franquia Karate Kid, está se aproximando de sua conclusão na aguardada 6ª temporada.

Confira o vídeo anunciando o início das filmagens e siga o CinePOP no Youtube:

Em relação ao desfecho da série, os produtores compartilharam suas reflexões: “Reintroduzir o mundo ao universo de Karatê Kid tem sido uma honra para nós. Produzir Cobra Kai nos proporcionou a oportunidade de adentrar o mesmo dojo sagrado que antes abrigava nomes como Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros do elenco original. Além disso, nos permitiu assumir o papel de sensei, expandindo as histórias originais e gerando novas gerações de lutadores. Jamais subestimamos essa oportunidade. Desde o primeiro dia com Cobra Kai, nosso objetivo foi encerrar a série em nossos próprios termos, deixando o Vale no tempo e lugar que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que anunciados esta conquista.”

A sexta e derradeira temporada deCobra Kai está agendada para ser lançada na Netflix ainda este ano, complementando as cinco primeiras temporadas já disponíveis na plataforma de streaming.

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Crítica | ‘Einstein e a Bomba’ – Profundo recorte sobre a Bomba Atômica faz SUCESSO na Netflix

As distâncias entre a paz e a moral. Traçando um profundo recorte do ponto de vista de um dos mais famosos cientistas da nossa história, a produção original da Netflix Einstein e a Bomba, em menos de 80 minutos, caminha por contextos históricos marcantes que levaram o homem a lançar, sem dó nem piedade, uma poderosa bomba que traçaria para sempre o destino da humanidade e colocaria em xeque a moral. A culpa e a responsabilidade são variáveis que contornam todos os contextos por aqui.

Uma mente brilhante, um pacifista, famoso por inúmeras descobertas como a relação entre a matéria e a energia. Baseado em eventos que circularam a trajetória da vida de Albert Einstein, ambientado em um contexto histórico onde a Europa vive os primórdios dos horrores da ascensão do nazismo, acompanhamos o aclamado físico, na maior parte do tempo, exilado na Inglaterra, fugindo do pesadelo que virou sua rotina na Alemanha. Nesse lugar isolado, depois de perder todo seu patrimônio para os seguidores de Hitler, revisitamos memórias sobre sua trajetória e visão do mundo até ali.

Esse ponto central da narrativa é o divisor de águas do personagem principal com sua relação, mesmo que indireta, com a corrida pela bomba nuclear que desencadeou o tão falado e ultrassecreto projeto manhattan (do qual Einstein não participou). No governo de Truman, os Estados Unidos jogariam a primeira bomba nuclear da história na cidade de Hiroshima.

Desbravador de até então enigmas indecifráveis da natureza, Einstein usou estruturas matemáticas como ponto de apoio para se chegar em soluções que ele nunca imaginara, em seu tempo, serem utilizadas como base para algo bem distante da paz que tanto almejava. As descobertas da pequena quantidade de massa convertida em uma quantidade bem grande de energia, além de uma carta enviada ao até então presidente Franklin Roosevelt, viraria o ponto central de vantagens políticas e a sede insaciável pelo poder logo virando conclusões em desabafos no pós bomba levando-o ao confronto com a culpa e a responsabilidade.

A narrativa opta pelo vai e vem temporal, o que gera dinamismo, com um bem detalhado contexto de eventos e fatos históricos marcantes. Os avanços e as novas perguntas que surgem a partir das palavras do grande físico geram caminhos para o espectador responder sobre a importância da ciência mas também sobre os rumos do destino da humanidade e as associações com a moral.