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‘Obi-Wan Kenobi’: Roteirista comenta teorias sobre o passado de Reva e sua relação com Darth Vader

Diferente do Grande Inquisidor e do Quinto Irmão, a personagem Reva (Moses Ingram) foi criada originalmente para a série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘, e sua origem ainda é um mistério.

Muitos fãs acreditam que ela é uma das aprendizes padawan que aparecem na abertura da série, quando o Templo Jedi é atacado pelos Clone Troopers.

Isso explicaria como ela sabe que Darth Vader um dia foi Anakin Skywalker, já que ele liderou o ataque após se converter ao Lado Sombrio da Força.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o roteirista Joby Harold foi questionado sobre o assunto, mas se esquivou da pergunta, dizendo:

“Não vou falar sobre isso. Mas posso dizer que Reva é uma personagem que acho fascinante e Moses fez coisas incríveis com ela.”

Questionado a explicar como Reva sabe que Darth Vader é Anakin Skywalker Harold deu a entender que as respostas viriam nos episódios restantes.

“Adoro o fato de Reva ser essa caixinha de surpresas, então tento falar sobre ela o mínimo possível e vou continuar assim porque é melhor deixar a série falar por si própria. Mas a noção de ter um personagem que não conhecemos em uma série sobre o legado de personagens icônicos é parte da diversão. Então, quanto menos falarmos sobre ela, melhor, considerando que há muito poucas pessoas e lugares que não exploramos.”

Lembrando que o mais novo episódio da série estreou hoje (08) na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

 

Globoplay ultrapassa a Netflix como o streaming MAIS ASSINADO do Brasil

De acordo com dados da Bloomberg Línea, a Globoplay ultrapassou a Netflix como a plataforma de streaming com o maior número de usuários no Brasil.

Com números atualizados em janeiro deste ano, a companhia nacional conta com cerca de 30 milhões de usuários, seguida pela Netflix (15 milhões), Disney+ (08 milhões), HBO Max (04 milhões) e Amazon Prime (02 milhões).

Quando se trata de audiência, a Globoplay conseguiu superar a Amazon Prime, enquanto a Netflix permanece no topo da disputa, com uma média de 4,8% em janeiro.

No mesmo período, a Globoplay atingiu 0,7% de audiência, enquanto a Amazon Prime e outras plataformas alcançaram 0,5% cada uma.

Porém, a FlixPatrol disse à Bloomberg Línea que usa dados de diferentes fontes e que sua estimativa de assinantes para o Globoplay vem de uma matéria do site americano Deadline, que diz que o número teria sido relatado pela própria Globo em evento para o mercado em 2021. Segundo o Deadline, a Globo teria dito que tinha 101,6 milhões de usuários em todos seus produtos digitais e uma base de 30 milhões de usuários para seu serviço por assinatura e bancado por anúncios no Globoplay.

Isso seria quase o dobro de assinantes da Netflix no Brasil, que conta com 15,3 milhões, ainda de acordo com a FlixPatrol. Em seu último relatório trimestral, a Netflix disse ter 41,7 milhões de usuários da América Latina, mas sem abrir os dados por países.

Para Matteo Ceurvels, analista-sênior para América Latina e Espanha do eMarketer, da Insider Intelligence, os números reportados pela FlixPatrol parecem ser “bastante atípicos”, já que em uma pesquisa do eMarketer em parceria com a Livepanel e outras fontes terceirizadas locais, como Mobile Time e Opinion Box, a Netflix apareceu como a principal plataforma de streaming no Brasil.

Além disso, nem todos os usuários da Globoplay assinam o serviço pago.

Os números foram obtidos através de uma pesquisa da Kantar Ibope Media, que revelou ainda que as plataformas de streaming representam apenas 6,5% de audiência numa disputa contra 84,8% da chamada TV Linear, que inclui as emissoras da TV aberta (73%) e canais a cabo (11,8%).

A Kantar também analisou o YouTube, que pertence ao Google e é enquadrado como plataforma de compartilhamento de vídeo, obtendo 8,7% da audiência de janeiro no Brasil.

Uma pesquisa da plataforma independente FlixPatrol também apontou que o Globoplay é a plataforma com mais usuários no Brasil, superando as redes de streaming mencionadas anteriormente.

Em entrevista à Bloomberg Línea, os funcionários do FlixPatrol disseram que a estimativa de assinantes para o Globoplay vem de uma matéria do Deadline, que publicou uma matéria em 2021 com informações obtidas através de representantes da Rede Globo.

Na matéria em questão, foi dito que o grupo contava na época com mais de 100 milhões de usuários em todos seus produtos digitais, dos quais 30 milhões são da Globoplay.

O número é quase o dobro de assinantes da Netflix no Brasil, que conta com 15,3 milhões, segundo o FlixPatrol.

Em seu último relatório trimestral, a plataforma de streaming norte-americana disse ter registrado 41,7 milhões de usuários espalhados pela América Latina, sem divulgar os números por país.

‘O Aprendiz’: Confira o visual de Sebastian Stan como Donald Trump, ex-presidente dos EUA

Há alguns dias, foi revelado que Sebastian Stan (‘Falcão e o Soldado Invernal’) interpretará Donald Trump, ex-presidente dos EUA, no filme ‘O Aprendiz‘ (The Apprentice), dirigido por Ali Abbasi (‘The Last of Us’).

E agora foi divulgado o primeiro vislumbre do astro caracterizado como o político e empresário.

Confira:

Também foi confirmado que Jeremy Strong (‘Succession’) e Maria Bakalova (‘Morte Morte Morte’) no elenco. A dupla viverá o advogado Roy Cohn e a primeira esposa, Ivana Trump, respectivamente.

O filme – cujo título é uma referência ao reality competitivo apresentado por Trump –, é descrito como “uma exploração de poder e ambição, ambientado em um universo de corrupção e mentiras”.

A trama focará no negócio imobiliário de Trump, em Nova Iorque, durante os anos 70 e 80, e a sua relação com Cohn, ao mesmo tempo que contará “uma história de mentor-protegido que traça as origens de uma importante dinastia americana”.

O roteiro foi assinado por Gabriel Sherman, da minissérie ‘A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes‘.

Vale destacar que, atualmente, Trump enfrenta múltiplas acusações criminais enquanto se prepara para concorrer à presidência nas eleições de 2024.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Batman: Ano Um | Conheça os detalhes do filme de Darren Aronofsky que NUNCA foi feito

O mitológico filme do Homem-Morcego que jamais foi feito é alvo constante de indagações e imaginação por parte dos fãs

Em algum momento, entre a tempestade de cores de “Batman & Robin” do Joel Schumacher e a Chicago de “Batman Begins”, houve uma história do Homem-Morcego jamais contada. Um universo distorcido e sujo que jamais escapou da caverna das ideias. Um Batman jamais nascido.

No final do século passado, um ainda inexperiente Darren Aronofsky, foi convidado pela Warner Bros. para um projeto audacioso: revitalizar a figura do Batman após o fracasso do período Schumacher. Àquela altura, os executivos entendiam que o personagem estava na mesma encruzilhada que se metera no período pré Tim Burton, ou seja, eles tinham essa propriedade intelectual marcada novamente por versões cômicas e infantis, e que era chegada a hora de resgatar as raízes ‘pulp’ imaginadas para o personagem em sua criação.

Em 1998, Aronofsky vinha de relativo sucesso com seu filme de estreia, “Pi”, cujo protagonista possuía fortes traços de genialidade e transtorno de personalidade antissocial. O filme foi rodado com um orçamento de US$ 60 mil e fechou com uma bilheteria global de US$ 3.2 milhões de acordo com o IMDB. No Rotten Tomatoes a obra possui uma avaliação positiva de 88%.

O desejo da Warner, portanto, era contar a origem do vigilante de maneira direta e mais fiel possível ao material base, do que Burton havia feito em 1989. A história escolhida para tal foi “Batman Ano Um”, escrita por Frank Miller e desenhada por Davi Mazzuchelli –  não só um clássico, como uma relíquia de um momento muito importante para os quadrinhos americanos.

 O Diabo, O Morcego e Miller

Após a confirmação da direção, o lendário autor de historias em quadrinhos Frank Miller se juntaria a Aronofsky para planejar o argumento inicial do roteiro. No final dos anos 90, Miller já era uma figura lendária na indústria. Na Marvel sua parceria com o também lendário editor Denny O’Neil fora responsável por um dos grandes embates entre o Rei do Crime e o vigilante Demolidor em “A Queda de Murdock”, e por outras edições mensais do personagem que trabalhavam de maneira inédita o contexto social violento de Nova York. Em 1993 ele escreveria a história de origem definitiva do Demônio de Hell’s Kitchen conhecida como “Homem sem medo”.

Em 1986, Miller publicou pela DC Comics sua visão de como seria a história final do Batman. “O retorno do cavaleiro das trevas”. A minissérie em quatro edições se tornou um clássico atemporal, quase no mesmo período, por não ser uma história de quadrinhos convencional. Parte da leva liderada por “Watchmen”, Miller trazia uma Gotham do futuro no qual o Batman há muito estava aposentado e gangues extremamente violentas comandavam a cidade, o que eventualmente obrigaria o Homem-Morcego voltar à ativa.

Drogas, violência, corrupção, Guerra Fria e loucura eram alguns dos elementos que diferenciavam “Retorno do cavaleiro das Trevas” anos luz das histórias cômicas da era de prata (nos anos 50 e 60 principalmente) e até mesmo daquelas gradativamente mais violentas feitas por Denny O’Neil nos anos 70. A reimaginação de personagens como Harvey Dent e sua psicose Duas-Caras, o Coringa midiático e Selina Kyle cafetina são outras características memoráveis da obra.

Apesar da escassez de informações sobre o número de vendas em 1986, em 2013 as vendas digitais da HQ subiram 161%, principalmente pelo anúncio de que, o então ainda em produção, “Batman vs Superman” seria inspirado no trabalho de Miller, segundo reportagem da Variety publicada no mesmo ano.

Renascimentos

No final dos anos 80, a indústria de quadrinhos batia recordes de venda nunca alcançados antes graças ao sucesso de suas histórias maduras cada vez mais comuns. Em 1986, a DC finalizava sua mega saga “Crise das Infinitas Terras”, que tinha a finalidade de reiniciar todo o universo da editora após décadas de continuidades e histórias.

Nesse sentido, a editora encomendou que seus principais personagens sofressem os chamados reboots (tivessem suas origens refeitas) para que assim pudessem se adequar a estrutura narrativa dos novos tempos e abocanhar uma fatia maior de novos leitores que poderiam se sentir intimidados e perdidos com as várias histórias que haviam até então.

Superman puxou o barco quando John Byrne reimaginou as origens do kryptoniano em 1986 com “Homem de Aço”, trabalhando melhor a juventude de Clark Kent em Smallville antes de se tornar o famoso herói. Esperando repetir o sucesso de “Retorno do Cavaleiro das Trevas” a DC Comics convidou Miller para dar sua visão dos primeiros anos do Batman como combatente do crime.

Combinado ao traço de David Mazzuchelli, que pareceu emular o estilo predominante nas primeiras histórias (inclusive no tocante ao uniforme do personagem), Frank Miller focou em resgatar o tom original estabelecido por Bill Finger e Bob Kane em 1940, em uma história que remeta às antigas revistas policiais do início do século, envolvendo uma cidade violenta, polícia corrupta e um protagonista solitário.

Ano Um” foi outro sucesso imediato com público e crítica no qual ambos concordaram que Miller havia estabelecido não só outro clássico, como também a origem definitiva para a mística do personagem, para o Comissário Gordon e para a turbulenta relação entre os dois.

A história que nunca foi

Tido isso, Aronofsky e Miller partiram da premissa da história mencionada para recontar em definitivo a origem do Homem-Morcego nos cinemas. O processo, porém, viria com modificações que dariam ao filme uma identidade única. Em primeiro lugar, o argumento da dupla previa que Bruce Wayne, após ficar órfão, perderia sua empresa e fortuna e viveria junto com um mecânico chamado Big Al e seu filho Little Al.

Diferentemente dos quadrinhos aonde Bruce percorreu o mundo para se aperfeiçoar fisicamente, aqui suas habilidades viriam das tentativas de sobreviver à violência urbana diária a qual ele estaria exposto.

Outra diferença era que inicialmente o traje seria completamente artesanal, contando com luvas revestidas com lâminas de barbear e uma máscara de hockey. A batcaverna seria uma pequena parte abandonada do metrô de Gotham.

Em uma entrevista ao site First Showing em 2017, Aronofsky afirmou que seu filme seria muito similar à atmosfera criada por Todd Philips em “Coringa”.

“Eu vi como eles estavam abordando o filme do Coringa e essa era exatamente minha visão. Eu dizia: nós iremos filmar no leste de Detroit e no leste de Nova York. Nós não construiremos Gotham. Eu queria que o Batmóvel fosse um Lincoln Continental com dois motores de ônibus nele”, afirmou.

Na mesma entrevista o diretor relatou mais uma semelhança entre seu projeto e o filme solo do palhaço do crime. Segundo ele, “Nós estávamos todos tentando reinventar isso e torná-lo mais como Taxi Driver. Esse era o objetivo”.

Eventualmente o roteiro não agradou os produtores, considerado por eles muito violento e fadado a ter uma classificação +18 nos cinemas. Alguns dos fatores que embasam a decisão é o nível de violência praticada pelo Batman, considerado por Miller como brutal até para seus padrões, um final bastante sanguinolento envolvendo um tiroteio generalizado entre Gordon e policiais corruptos, além de uma abordagem complicada em relação ao próprio James Gordon, que por certa parte do filme tentaria se matar.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Frank Miller revelou sua opinião sobre o motivo do filme não ter ido para frente. “Os executivos queriam um Batman no qual eles também pudessem levar os filhos e o filme não era para isso. Não havia os brinquedos nele. O batmóvel era apenas um carro modificado”.

Após o cancelamento do projeto, Aronofsky e Miller seguiram suas vidas. Em 2000, o diretor lançaria o aclamado “Réquiem para um sonho” e se consagraria como um nome de peso no cinema. Já Frank Miller viveria um declínio inacreditável na carreira. Em 2001, o autor lançou uma sequência de sua famosa história do Batman chamada “O cavaleiro das trevas ataca novamente”, sendo ela amplamente repudiada pelo público, que a considerou completamente confusa, e pela crítica, que achou os traços de Miller para compor a arte visual da história terríveis, diminuindo ainda mais o roteiro. Apesar disso, o marketing da obra foi inteiramente montado em cima de ser uma sequência de “Retorno do Cavaleiro das Trevas”, o que rendeu um bom número de vendas.

Entre 2005 e 2008, ele ainda voltaria a ser fortemente criticado, dessa vez com a minissérie “All Star Batman & Robin”. Novamente público e criítica se juntariam para questionar abordagens dadas por Miller ao relacionamento entre Batman e o menino prodígio, mostrado como fisicamente e verbalmente abusivo, além da própria personalidade do protagonista, retratado aqui como praticamente um “lunático descontrolado”.

Apesar do tempo ter passado e de “Batman Begins” ter mostrado, da melhor maneira possível, um pouco do que poderia ter sido esse conceito, a versão de Aronofsky continua a gerar fascínio e a atiçar o imaginário dos fãs. O cineasta veio a afirmar anos depois do cancelamento que ele e a equipe estavam “quinze anos adiantados”. Porém, seu projeto guiou a visão realista praticada por Christopher Nolan, que influenciou o ainda não nascido cinema de quadrinhos.

Veja abaixo algumas imagens dos conceitos que seriam usados por Aronofsky no filme:

 

‘Sex Education’ pode ganhar spin-offs após temporada final, diz criadora

A série ‘Sex Education‘ está se preparando para concluir sua jornada com a tão aguardada quarta temporada, que em breve estará disponível para os fãs.

No entanto, de acordo com a criadora da série, isso não marca um fim definitivo para o universo, deixando espaço para mais produções no mundo do streaming.

Laurie Nunn, a mente por trás da série, está dando aos espectadores uma visão do que está por vir. Em uma entrevista à Netflix, ela compartilhou suas ideias sobre o futuro da franquia após a última temporada.

“Eu definitivamente estarei dando um tempo em Moordale por alguns anos e planejando outros projetos. Mas este é um universo muito rico, e explorar a adolescência é sempre algo divertido. Então, sim, acredito que há potencial para explorar mais elementos neste mundo”, disse Nunn.

Lembrando que a temporada estreia em 21 de setembro.

Relembre o trailer:

Lembrando que Jodie Turner-Smith, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen & Slim’‘Ana Bolena’, fará parte do próximo ciclo.

Turner-Smith também revelou que os fãs da produção podem agradecer a Ncuti Gatwa, que vive Eric na série, por sua contratação, visto que ele a convidou para participar dos episódios.

“Primeiro, todas as minhas cenas foram com Ncuti Gatwa e ele é meu personagem favorito no show. Então, quando ele me ligou e perguntou se eu queria participar – eu não dou a mínima para o quanto eles vão pagar, só quero fazer”, ela contou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco também conta com Gillian Anderson, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘A Primeira Profecia’ conquista 85% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

O novo filme de terror A Primeira Profecia, prelúdio deA Profecia (1976), recebeu aclamação positiva no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 85% pelos críticos.

A porcentagem foi baseada em 42 críticas.

Selecionamos os trechos das principais críticas:

“A ambientação italiana e um elenco excelente tornam tudo isso válido para os fãs que desejam ver como tudo começou, mesmo que o subgênero da freira em apuros esteja se tornando bastante previsível.” – Deadline

“No fim das contas, tudo parece muito familiar, e não apenas porque este é o segundo filme em poucos meses a girar em torno de freiras e o nascimento de um Anticristo.” – Hollywood Reporter

“A oferta consistentemente inquietante e alegremente sacrílega de Stevenson embala sua parcela de choques legítimos a caminho de uma “surpresa” flagrantemente óbvia.” – Variety

“O filme se deleita em mesclar gêneros familiares: o filme de monstro, o horror corporal e o thriller gótico da igreja. Mas ele injeta um suco revitalizante na franquia – inteligentemente editado e bem ritmado, com um bom olho cinematográfico.” – The New York Times

A Primeira Profecia contém os elementos assustadores dos clássicos e atualizações criativas, resultando em um sucesso para o gênero de terror e para a franquia Profecia.” – Screen Rant

“Uma performance fabulosamente intensa e sem restrições de Free mantém as coisas seguindo com estilo elevado.” – Total Film

“É muito mais artístico e marcante do que tem direito a ser, em grande parte graças à diretora de TV Arkasha Stevenson, cujo arrojo funciona incrivelmente bem até que realmente não funciona mais…” – The Guardian

Arkasha Stevenson não apenas comanda um prelúdio digno do clássico de Richard Donner, mas também se estabelece como uma nova e audaciosa voz no terror.” – Bloody Disgusting

Uma jovem americana é enviada a Roma para começar uma vida de serviço à Igreja. Lá, ela se depara com uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Arkasha Stevenson (‘Vessels’) dirige o filme.

O elenco ainda conta com Nell Tiger Free (‘Wonderwell’), Bill Nighy (‘Simplesmente Amor’), Ralph Ineson (‘A Bruxa’) e a brasileira Sonia Braga (‘Bacurau’).

A Primeira Profecia já está em cartaz nos cinemas nacionais.

‘Animal Friends’: Filme para maiores estrelado por Ryan Reynolds e Jason Momoa ganha data de estreia!

Animal Friends, novo longa estrelado por Ryan Reynolds (‘Deadpool & Wolverine’)
e Jason Momoa (‘Aquaman’), teve sua data de estreia definida para 10 de outubro de 2025, conforme o Deadline.

O filme será distribuído pela Warner Bros.

Além de Reynolds e Momoa, o elenco conta com Aubrey Plaza, Addison Rae, Dan Levy, Lil Rel Howery e Ellie Bamber.

Dirigido por Peter Atencio, o filme tem roteiro de Kevin Burrows e Matt Mider.

Até o momento, Animal Friends ainda não divulgou uma sinopse oficial.

Este híbrido de live-action e animação será classificado para maiores de 18 anos.

animal friends

‘A Rede Social 2’ é CONFIRMADO, agora focado nos impactos negativos do Facebook

Aaron Sorkin, renomado roteirista vencedor do Oscar, surpreendeu ao finalmente revelar que uma possível sequência de seu aclamado drama A Rede Social está em andamento.

Segundo o Deadline, Sorkin foi confirmado como diretor de A Rede Social Parte II’ (The Social Network Part II) para a Sony Pictures.

Fontes próximas ao projeto afirmam que, embora esteja sendo chamada de “parte dois”, não se trata exatamente de uma continuação direta, mas sim de uma espécie de acompanhamento do filme original, que explorou as origens da maior plataforma de mídia social do mundo.

O novo projeto está em desenvolvimento com produção de Todd Black, Peter Rice, Aaron Sorkin e Stuart Besser.

Desde o lançamento do primeiro filme, Sorkin demonstrou diversas vezes o desejo de fazer uma continuação, mas dizia não ter encontrado o “ângulo certo”. Após os eventos de 6 de janeiro de 2020, quando o Capitólio dos EUA foi atacado, ele encontrou nova inspiração, afirmando em uma entrevista no ano passado que acreditava que o Facebook teve participação nos acontecimentos.

Fontes destacam que o novo filme não será “um filme sobre o 6 de janeiro” e que o foco será não apenas a eleição de 2020, mas também os efeitos do Facebook em adolescentes e pré-adolescentes, a violência e o impacto da plataforma em outros países fora dos EUA.

Ainda não há data definida para o início das filmagens, mas fontes dizem que, com vários acordos já fechados, Sorkin agora se concentrará na escolha do elenco.

Falando em Eisenberg, que foi indicado ao Oscar por interpretar o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, ainda não se sabe qual será a participação dele neste novo filme, ou se Sorkin chegou a entrar em contato com ele para reprisar o papel.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Orçado em apenas US$ 50 milhões, ‘A Rede Social‘ arrecadou US$ 224,9 milhões e ainda foi premiado com o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

No Rotten Tomatoes, o longa acumulou incríveis 96% de provação da critica especializada

Ryan Reynolds sai em defesa de Matthew Lillard após críticas de Quentin Tarantino

O astro Ryan Reynolds se juntou a outros nomes de Hollywood para defender publicamente o ator Matthew Lillard (conhecido por ‘Pânico’ e Scooby-Doo), após o diretor Quentin Tarantino tecer comentários negativos sobre sua atuação.

A controvérsia começou quando Quentin Tarantino, ao discutir sua lista dos 20 melhores filmes do século em uma entrevista, citou três atores que ele particularmente não aprecia:

“Não gosto do Paul Dano, não gosto do Owen Wilson, não gosto do Matthew Lillard, declarou o icônico diretor.

A resposta de Ryan Reynolds veio de forma criativa, usando sua posição como porta-voz da empresa de telecomunicações Mint Mobile. Reynolds, que estrela diversos comerciais e atua como o rosto da marca, lançou uma peça publicitária estrelada por Matthew Lillard que satiriza diretamente os comentários de Tarantino.

Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Reynolds usou suas redes sociais para endossar a qualidade de Lillard, escrevendo: “Algumas coisas são simplesmente categoricamente boas, como o filme Mamãe É de Morte (1994), internet móvel acessível e o tesouro nacional Matthew Lillard. Obrigado, Matthew”.

No comercial da Mint Mobile, Reynolds ironiza a situação. Ele afirma em off que Lillard é “universalmente amado”, ao que o ator responde: “Ah, eu agradeço. Quer dizer, não é unânime, né?”.

Lillard então questiona o porquê de sua participação, e Reynolds rebate, fazendo uma brincadeira com o tom do diretor: “Ah, eu não gosto dessa atitude, Lillard”.

James Gunn sai em defesa de Matthew Lillard após críticas de Quentin Tarantino

O próprio Matthew Lillard também comentou a situação recentemente. Embora tenha tentado minimizar o impacto, ele admitiu que a crítica o atingiu:

Quentin Tarantino disse esta semana que não gosta de mim como ator. Eh, tanto faz. Quem liga? […] Mas dói. É uma m—da. E você não diria isso para o Tom Cruise. Você não diria isso para alguém que está no topo de Hollywood. Eu sou muito popular nesta sala. Não sou muito popular em Hollywood. Dois microcosmos totalmente diferentes. É humilhante e machuca”, afirmou conforme o ComicBookMovie.

‘E.T. O Extraterrestre’: Após mais de 40 anos, Steven Spielberg responde grande dúvida dos fãs; Confira!

Um dos maiores clássicos da história do cinema, ‘E.T. – O Extraterrestre’ marcou gerações ao apresentar a emocionante amizade entre o jovem Elliott e um adorável visitante de outro planeta. O forte vínculo desenvolvido pela dupla culminou em uma das despedidas mais marcantes da cultura pop. No entanto, mais de quatro décadas após o lançamento, uma dúvida sempre permaneceu no imaginário dos fãs: será que Elliott algum dia voltou a rever o seu amigo intergaláctico?

Conforme o ComicBook, o cineasta Steven Spielberg respondeu publicamente a essa pergunta. Durante sua participação no podcast Happy Sad Confused, o diretor foi questionado se houve algum reencontro entre os personagens após o desfecho do longa.

A resposta de Spielberg, embora melancólica, foi direta: “Não, ele nunca mais o viu. Mas ele sonhava com ele. Então havia uma ligação psíquica entre os dois. Se você reparar, E.T. toca Elliott bem aqui [apontando para a testa] e diz: ‘Eu estarei bem aqui'”.

10 curiosidades de ‘E.T. – O Extraterrestre’, um clássico imortal de Steven Spielberg

A declaração do diretor ajuda a explicar por que o filme nunca ganhou uma continuação nos cinemas. A ausência de uma sequência foi uma decisão estritamente artística do próprio Spielberg. Embora ele tenha considerado brevemente a ideia logo após o estrondoso sucesso do original, o cineasta mudou de ideia e passou anos barrando qualquer tentativa de produzirem um novo longa.

Para Spielberg, a magia da história reside justamente em seu encerramento perfeito. O máximo que o universo da obra expandiu foi na literatura, com o lançamento do livro “E.T.: The Book of the Green Planet”. No fim das contas, o público precisa aceitar que os únicos reencontros de Elliott com o alienígena aconteceram no mundo dos sonhos, mostrando que o E.T. encontrou sua própria maneira de permanecer para sempre na vida do garoto.

Drew Barrymore posta vídeo nos bastidores de ‘E.T. – O Extraterrestre’ quando tinha apenas 7 anos

Lançado originalmente em 1982, o longa-metragem se transformou em um fenômeno cultural automático. A trama acompanha Elliott, um menino que descobre um ser de outro planeta deixado para trás na Terra. Disposto a protegê-lo a qualquer custo das autoridades governamentais, que desejam capturar a criatura para transformá-la em cobaia, o garoto inicia uma jornada de proteção mútua que se transforma em uma amizade inabalável.

O conceito da produção é extremamente pessoal: Spielberg baseou a história em um amigo imaginário que ele próprio criou durante a infância, logo após o divórcio de seus pais. O resultado dessa sensibilidade foi um sucesso estrondoso de crítica e público, arrecadando mais de US$ 790 milhões mundialmente e sendo frequentemente listado como um dos melhores filmes de todos os tempos.

O projeto recebeu nove indicações ao Oscar, vencendo em quatro categorias técnicas e de trilha sonora.

O longa tem direção de Steven Spielberg e roteiro de Melissa Mathison

Além disso, o longa é estrelado por:

Para quem deseja reviver essa obra-prima ou assisti-la pela primeira vez, ‘E.T. – O Extraterrestre’ está disponível no catálogo do Prime Video.

Os 10 melhores filmes Gays

Avançamos tecnologicamente, superamos enfermidades e estudamos a fundo a nossa origem, no entanto, entra ano e sai ano e parte da sociedade não consegue deixar de lado o tal do preconceito. A história nos mostra atrocidades cometidas por essa concepção patética. Ainda assim, não aprendemos e convivemos com essa constante abusão velada, que vive entranhada em diversos grupos e possui várias faces.

A racial, que virou crime, é uma das mais combatidas, mesmo aparecendo como algo latente no cotidiano mundial. Muitos países são laicos, mas por causa de religião vemos casos deploráveis. Hoje, um tópico em especial merece ser citado e discutido: o sexual.

A homofobia tem sido quase que uma bandeira, fala-se até de montar um “exército” para combater a chamada “minoria”. Como se a felicidade do outro alterasse o curso de sua vida, o incomodasse a ponto de que querer oprimir pessoas de se relacionarem. Pensamos no dia em que esses tolos entenderão que ser heterossexual ou homossexual é como ser branco ou negro, alto ou baixo.

Enquanto isso, a arte, como sempre, trata de controverter e registrar estes casos. Peças teatrais, vertentes literárias e programas educacionais que abordam especificamente o tema, são criados no intuito de elucidar os fatos. No cinema a coisa é potencializada, pois, além dos inúmeros títulos, temos festivais com temática LGBTTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Citaremos aqui dez filmes que trataram do caso e trouxeram para debate esse contexto. Pedimos que citem nos comentários outros exemplos.

10 – Laurence Anyways (2012)

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Laurence (Melvil Poupaud) é um homem que deseja se tornar uma mulher. Em seu aniversário de 30 anos, ele revela para sua namorada Fred (Suzanne Clément) que irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao lado da pessoa que ama, que sofrerá bastante com a nova situação, tendo que lidar com preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho. Contra tudo, eles tentarão provar que o amor deles pode superar todas as situações.

9 – Me Chame pelo seu Nome (2017)

Baseado no livro de Andre Aciman e com roteiro adaptado pelo cineasta veteraníssimo James Ivory (indicado para três Oscar de direção: Uma Janela para o AmorRetorno a Howards End e Vestígios do Dia), Me Chame Pelo Seu Nome é essencialmente sobre “o despertar para a sexualidade” de um rapaz de 17 anos. O filme do cineasta italiano Luca Guadagnino, apresenta o jovem Elio (Timothée Chalamet), um rapaz no auge de sua puberdade, passando uma temporada ao lado dos pais em Crema, na Itália. O pai, vivido por Michael Stuhlbarg (A Forma da Água), professor de história intelectual, convida para passar alguns dias hospedado em sua grande casa um antigo aluno bon vivant, papel de Armie Hammer. Mais do que apenas um drama gay, Me Chame Pelo Seu Nome demonstra que Luca Guadagninosurge como forte canalizador das conturbadas relações humanas, capaz de extrair como poucos os sentimentos muitas vezes inomináveis de suas cenas.

8 – The Normal Heart (2014)

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Ned Weeks (Mark Ruffalo) é um escritor, seu namorado de Felix (Matt Boomer) contrai o vírus da AIDS, fazendo com que ele se torne um grande ativista. Sua principal bandeira é mostrar para o mundo que a doença não deve ser vista como um “câncer gay”, ideia comprada pela médica cadeirante Emma Brokner (Julia Roberts), que passa a agitar a causa dentro da comunidade científica.

7 – Cidade dos Sonhos (2001)

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Um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos personagens. Rita (Laura Harring) escapa da colisão, mas perde a memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício residencial que é administrado por Coco (Ann Miller). É nesse mesmo prédio que vai morar Betty (Naomi Watts), uma aspirante a atriz recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga a descobrir sua identidade. Em outra parte da cidade o cineasta Adam Kesher (Justin Theroux), após ser espancado pelo amante da esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.

6 – Má Educação (2004)

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Dois meninos, Ignacio e Enrique, conhecem o amor, o cinema e o medo num colégio religioso no início dos anos 60. O padre Manolo, diretor do colégio e seu professor de literatura, é testemunha e parte dos descobrimentos. Os três personagens voltam a se encontrar outras vezes mais, ao final dos anos 70 e 80. O reencontro marcará a vida e a morte de algum deles.

5 – Milk – A Voz da Igualdade (2008)

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Início dos anos 70. Harvey Milk (Sean Penn) é um nova-iorquino que, para mudar de vida, decidiu morar com seu namorado Scott (James Franco) em San Francisco, onde abriram uma pequena loja de revelação fotográfica. Disposto a enfrentar a violência e o preconceito da época, Milk busca direitos iguais e oportunidades para todos, sem discriminação sexual. Com a colaboração de amigos e voluntários (não necessariamente homossexuais), Milk entra numa intensa batalha política e consegue ser eleito para o Quadro de Supervisor da cidade de San Francisco em 1977, tornando-se o primeiro gay assumido a alcançar um cargo público de importância nos Estados Unidos.

4 – Transamérica (2005)

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Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.

3 – O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

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Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger) são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre (Randy Quaid) em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma (Michelle Williams) tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento amoroso. Ao término do verão cada um segue sua vida, mas o período vivido naquele verão irá marcar suas vidas para sempre.

2 – Priscilla, a Rainha do Deserto (1994)

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As drag queens Anthony (Hugo Weaving) e Adam (Guy Pearce) e a transexual Bernadette (Terence Stamp) são contratadas para realizar um show em Alice Springs, uma cidade remota localizada no deserto australiano. Eles partem de Sydney a bordo de Priscilla, um ônibus, tendo a companhia de Bob (Bill Hunter). Só que no caminho eles descobrem que quem os contratou foi a esposa de Anthony.

1 – Rocky Horror Show (1975)

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Influenciado pelo matrimônio de um grande amigo, Brad Majors (Barry Bostwick) decide pedir sua noiva, Janet Weiss (Susan Sarandon), em casamento. Antes da cerimônia eles partem em uma viagem de carro, mas acabam se perdendo. Para piorar a situação, o carro quebra e está chovendo bastante. Eles vão até um castelo próximo em busca de ajuda e são recepcionados por Riff Raff (Richard O’Brien), o criado do dr. Frank N Furter (Tim Curry), dono do local. Brad e Janet estranham o visual e o comportamento de todos, sem imaginar que Frank cky (Peter Hinwood), que possa atender aos seus anseios sexuais.

‘Bones & All’: Romance canibal com Timothée Chalamet ganha trailer misterioso

A MGM divulgou novas imagens do longa ‘Bones and All‘, com Timothée Chalamet e Taylor Russell. O trailer inédito trouxe mais detalhes do longa que tem protagonistas canibais, misturando imagens bem sangrentas com cenas de romance.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’), ‘Bones and All foi uma das produções ovacionadas pelo público do Festival Internacional de Cinema de Veneza. Na noite de gala, logo após a exibição do filme, Timothée Chalamet e toda a equipe do longa foram recebidos por 8,5 minutos de aplausos.

Bones and All‘ é inspirado no livro de mesmo nome de Camille DeAngelis e narra as aventuras de um casal de canibais através dos Estados Unidos. Com cenas sangrentas roteirizadas por David Kajganich, o filme conta com Mark Rylance, Michael Stuhlbarg, André Holland, Jessica Harper, Chloë Sevigny, Francesca Scorsese e David Gordon Green em seu elenco.

Protagonizando o longa como dois jovens com tendências canibais, então, Timothée Chalamet e Taylor Russell aparecem no novo trailer, em uma mistura de cenas aterrorizantes e, curiosamente, de romance. Aclamado pela crítica, Bones and All deve chegar aos cinemas norte-americanos em 23 de novembro, mas ainda não tem data de estreia no Brasil.

Transformers 4: A Era da Extinção

(Transformers 4: Age of Extinction)

 

Elenco: Mark Wahlberg, Nicola Peltz, Stanley Tucci, T.J. Miller, Sophia Myles, Kelsey Grammer, Peter Cullen, Titus Welliver, Bingbing Li, Jack Reynor, Geng Han.

Direção: Michael Bay

Gênero: Ação

Duração: 166 min.

Orçamento: US$ 165 milhões

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia:

17 de Julho de 2014

Sinopse:

Ambientado após os eventos de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua’, ‘Transformers: A Era da Extinção‘ mostrará a humanidade tentando se reerguer após o desaparecimento dos Autobots e dos Decepticons da face do Planeta Terra. Porém, um grupo de empresários poderosos e cientistas pesquisar a passagem dos Transformers pela Terra, e acabam empurrando a tecnologia a limites para além do que eles podem controlar. Ao mesmo tempo, uma poderosa ameaça Transformer coloca a Terra em sua mira. Começa uma aventura épica e a batalha entre o bem e o mal, para a liberdade ou para a escravidão.

Curiosidades:

» O título será ‘Transformers 4: Age of Extinction‘ (Transformers 4: Era da Extinção), bastante similar ao ‘Era de Ultron‘ de ‘Os Vingadores 2‘.  ‘Transformers: Last Stand’‘Transformers: Apocalypse’ e ‘Transformers: Future Cast’ eram as outras opções de título.

» Depois de uma colaboração bem-sucedida no filme ‘Sem Dor, Sem Ganho‘ (Pain and Gain) que estreia em breve, Michael Bay escolheu o ator indicado ao Oscar® Mark Wahlberg para estrelar. “Mark é incrível. Foi muito divertido trabalharmos juntos em Pain and Gain e estou muito entusiasmado por voltar a trabalhar com ele. Um ator do seu calibre é o cara perfeito para revigorar a franquia e levar adiante o legado de Transformers”, disse Bay.

» O primeiro filme ‘Transformers‘ foi uma sensação das bilheterias em 2007, abrindo em primeiro lugar e arrecadando mais de US$ 700 milhões em todo o mundo. Seu segundo capítulo arrecadou mais de US$ 830 milhões mundialmente, em 2009. Em 2011,‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ arrecadou mais um bilhão de dólares mundialmente e se tornou o filme com a 5ª maior arrecadação de todos os tempos.

»  Até hoje, a franquia já soma mais de US$ 2,6 bilhões arrecadados em todo o mundo.

» Shia LaBeouf não retorna.

» Jason Statham chegou a ser cotado para protagonizar.

» Michael Bay voltou a fazer drama e dizer que o quarto ‘Transformers‘ será seu último. Vale lembrar que o diretor também disse que não voltaria para o terceiro, nem para este, acabou assinando contrato com o estúdio.

» O diretor falou sobre ‘Transformers 4’. “Não trata-se de um reboot, essa palavra talvez esteja errada. Não quero que as pessoas pensem que será como o Homem-Aranha, que reinicia toda a história da franquia. Não vamos fazer isso”, disse. “Vamos pegar toda aquela história que você já viu, nos três filmes da saga, e levá-la para uma nova direção. Tudo que contamos continua valendo”, continua. Segundo o diretor, a história não deve se passar no planeja Terra. “Quero uma ficção-científica, mas mantendo os pés no chão, realista. É o que funciona nesses filmes”.

» O orçamento ficou na casa dos US$ 165-170 milhões, inferior ao de ‘Transformers 3 – O Lado Oculto da Lua‘, que custou US$195 milhões.

 

Crítica:

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Transformers 4 – A Era da Extinção
7.

 


Entrevista Nicola Peltz e Jack Reynor: 


Trailer: 

Cartazes:

 

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Fotos:

 

 

Keanu Reeves faz sexo a três e se dá mal no trailer de ‘Bata Antes de Entrar’

Bata Antes de Entrar’ (Knock Knock), terror dirigido por Eli Roth (‘O Albergue, ‘Canibais’) e estrelado por Keanu Reeves, ganhou um novo trailer.

Assista:

No filme, Reeves interpreta um homem casado que fica sozinho em casa em um final de semana. Duas belas garotas (feitas por Lorenza Izzo e Ana de Armas) de repente aparecem na sua porta e, o que poderia ser uma fantasia selvagem, se transforma no pior pesadelo do protagonista.

A Paris Filmes lança ‘Bata Antes de Entrar’ no Brasil dia 17 de Setembro.

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Amizades são colocadas em xeque em novo comercial de ‘Capitão América – Guerra Civil’

Então… esperando o quê pra conferir!

Partiu pro play:

 

 

Quando ‘Homem de Ferro‘ arrecadou surpreendentes US$ 585 milhões mundialmente em 2008, Robert Downey Jr. tinha contrato para apenas um filme. Seus representantes renegociaram contrato com a Marvel, adicionando uma fatia da receita a partir de filmes futuros (algo entre 5% e 7% das bilheterias). Como resultado do sucesso em bilheterias, Downey Jr. levou um cheque de US$ 50 milhões por sua participação em ‘Os Vingadores’, valor do salário e comissão nas bilheterias.

Quando foi revelado que Downey Jr. se juntou ao elenco de ‘Capitão América: Guerra Civil‘, todos imaginavam que o astro receberia uma bolada. Mas o valor é ainda maior que o esperado.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, conseguiu convencer o astro a assinar contrato para ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e, na mesma negociação, adicionou a sequência do filme do Capitão America.

Segundo a Forbes, Downey Jr. levou para casa um cheque de US$ 80 milhões participar dos dois filmes (sendo que sua participação no filme do bandeiroso será menor). O valor ainda não inclui as participações nos lucros, que não foi revelada.

Ou seja: US$ 40 milhões para  ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e US$ 40 milhões para ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

O salário do astro é bem maior que o de seus colegas de elenco. Para ‘Vingadores: Era de Ultron‘, Chris Hemsworth (Thor), Chris Evans (Capitão América), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro) e Mark Ruffalo (Hulk) receberam os salários mais baixos do grupo, embora esta quantia esteja longe de ser pequena: entre US$2 milhões e US$ 3 milhões cada um. Já Scarlett Johansson (Viúva Negra) e Samuel L. Jackson (Nick Fury) conseguiram negociar salários maiores: entre US$4 milhões e US$6 milhões.

É muita grana, né?

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

Revelados detalhes da aparição do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’

‘Capitão América 4’: Sebastian Stan está pronto para substituir Chris Evans

O elenco conta com Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra, Anthony Mackie como Sam Wilson/Falcão, Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal, Chadwick Boseman como T’Challa/Pantera Negra, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, Samuel L. Jackson como Nick Fury, Frank Grillo como Brock Rumlow/Ossos Cruzados, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Sharon Carter/Agente 13, Paul Bettany como Jarvis/Visão e Homem-Aranha (Tom Holland).

‘Assassino a Preço Fixo 2’ teve cenas rodadas no Rio de Janeiro; assista ao trailer!

Assassino a Preço Fixo 2 – A Ressurreição’ (Mechanic: Resurrection), a continuação de ‘Assassino à Preço Fixo’ (2011), ganhou seu trailer legendado.

Com ambientações no Rio de Janeiro, a sequência estrelada por Statham apresenta o retorno do personagem à criminalidade, para que ele possa salvar a vida de sua amada que foi sequestrada, Gina (Jessica Alba). No primeiro trailer recém-divulgado, Arthur é desafiado a eliminar inúmeras pessoas ao redor do mundo, em um curto espaço de tempo. Além do trailer, o longa também tem seu primeiro cartaz teaser divulgado.

Assista:

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Tommy Lee Jones, Jessica Alba e Michelle Yeoh também estão no elenco.

A direção é do alemão Dennis Gansel (‘As Donas da Noite’, ‘A Onda’), que substitui Simon West, diretor do primeiro filme.

A filme de ação chega aos cinemas brasileiros em 6 de outubro com distribuição da Paris Filmes.

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Conheça as camisas oficiais de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

A Merchoid, que trabalha diretamente com vários produtos licenciados de blockbusters, liberou as artes das camisas oficiais de Animais Fantásticos e Onde Habitam‘. Uma mais bonita que a outra.

Confira:

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Clique aqui para conferir a primeira imagem oficial de Ezra Miller no filme!

Com sequência confirmada para 16 de novembro de 2018, a Warner já iniciou a sua movimentação de elenco para ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 2‘.

O The Hollywood Reporter confirma a integração de Zoe Kravitz (‘Mad Max: Estrada da Fúria’ e ‘A Série Divergente’) tanto para o primeiro longa, quanto para o segundo.

Zoe terá uma pequena participação em ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, mas como a sequência já teve sinal verde da Warner, J.K. Rowling deverá trazer uma participação maior para Kravits na sequência.

Sendo assim, o estúdio achou por bem confirmar logo Zoe no cast da franquia para que ela também seja elevada ao grupo de elenco principal.

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‘A Pequena Loja dos Horrores’ vai ganhar remake

A Warner anunciou que vai refilmar ‘A Pequena Loja dos Horrores‘ (Little Shop of Horrors).

Greg Berlanti, diretor de ‘Juntos Pelo Acaso‘ e produtor das séries ‘Supergirl‘, ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘, ficará responsável pelo projeto.

A Pequena Loja dos Horrores‘ teve duas adaptações nos cinemas: em 1960, do diretor cult Roger Corman, e em 1986, dirigido por Frank Oz.

Em 2010, Joseph Gordon-Levitt (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) assinou contrato para protagonizar e produzir. Porém, o projeto nunca saiu do papel.

Os negócios vão muito mal na pequena floricultura Mushnik quando Seymour mostra uma exótica planta, a qual ele deu o nome de Audrey II, para seu chefe. A pequena planta começa a atrair muitos clientes, curiosos com a exótica planta. O que o pobre Seymour não sabia era do que ela se alimentava, é ai que começam os problemas pois ele se vê cada vez mais envolvido em cuidar da planta que lhe trouxe muito sucesso mas também muito terror.

Antigos personagens vão retornar para ‘Missão Impossível 6’; Confira quem são!

Durante a CinemaCon, a Paramount confirmou o elenco completo de ‘Missão Impossível 6‘, que inclui: Tom CruiseRebecca Ferguson e Simon Pegg.

Jeremy Renner, que atá Nação Secreta fechada o quarteto protagonista, não retornará por conta de ‘Vingadores – Guerra Infinita’ e ‘Vingadores 4‘.

Alec Baldwin e Sean Harris, respectivamente, de Nação Secreta e Protocolo Fantasma, são os dois personagens mais antigos a retornarem para a franquia.

As filmagens vão começar em abril e ‘Missão Impossível 6‘ será totalmente rodado em IMAX.

Com relação a estreia, a data agendada é para 27 de julho de 2018.

 

Série ‘Dredd’ vai misturar o “macabro com o insano”, diz produtor

Depois de um filme espetacular do ‘Dredd‘ com Karl Urban, a série finalmente está para sair.

E em conversa com a revista SFX, o produtor Jason Kingsley explicou mais alguns detalhes sobre o TV Show.

“A série trará elementos sombrios de fantasia, que é algo que queremos muito explorar. O show combinará o macabro com o insano. Temo algo gigantesco para explorar, são mais de 400 histórias para contar… Para apresentar tudo o que queremos fazer com Mega-City One não seria suficiente em um filme com duas horas.”

A série de ‘Dredd‘ ainda não tem canal definido, mas mais informações deverão ser reveladas ao longo da San Diego Comic-Con, em julho.

O filme, lançado com Karl Urban na pele do herói, custou US$ 50 milhões e arrecadou apenas US$ 35 milhões mundialmente – tornando uma sequência inviável.

Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca.

A adaptação estrelada por Stallone também foi fracasso de público e crítica, arrecadando apenas US$ 34,6 milhões mundialmente, bem menos que o orçamento do filme que foi de US$ 90 milhões. Porém, com o passar dos anos, se tornou um clássico cult.

Agora, a franquia tenta uma nova chance nas telinhas!

Jim Carrey dá a entrevista mais bizarra de todos os tempos… O que aconteceu?

Em meio ao Harper’s Bazaar’s ICONS, que aconteceu no New York Fashion Week, a apresentadora do E! Catt Sadler tentou conversar com Jim Carrey de forma tranquila e casual, como seria com todos os famosos.

Mas a conversa foi para um lado completamente bizarro.

A apresentadora comentou que o evento comemorava os grandes ícones das mais variadas áreas do entretenimento. E Jim Carrey falou o seguinte:

“Não há significado para nada disso. Eu queria encontrar a coisa mais sem sentido que eu poderia vir e me juntar, e aqui estou. Quero dizer, você deve admitir, é completamente sem sentido”.

E Carrey continuou:

“Eu não acredito em ícones. Não acredito em personalidades. Eu acredito que a paz está além da personalidade, além da invenção disfarçada. É mais profundo do que isso. Acredito que somos um campo de energia dançante por si mesmo. E, eu não me importo com nada disso.”

Confira a tentativa de entrevista completa no vídeo abaixo:

‘Liga da Justiça 2’: Zack Snyder indica o que aconteceria no filme

Já foi confirmado que o tempo do diretor Zack Snyder no Universo Cinematográfico da DC chegou ao fim, então não devemos esperar que ele esteja por trás de ‘Liga da Justiça 2′ – se é que o filme vai acontecer.

Porém, o diretor continua divulgando detalhes de como seria a visão dele para ‘Liga da Justiça‘ antes da entrada de Joss Whedon.

Agora, um fã descobriu uma cena na versão Ultimate Cut de ‘Batman vs Superman‘ que mostrava três cruzes indicando três mortes…

Snyder então apontou que esta cena era uma referência a eventos que seriam mostrados em ‘Liga da Justiça 2‘.

Infelizmente, ele usa o hashtag de “#untilitwasnt“, o que significa que esses planos provavelmente não se concretizarão.

O que essas cruzas poderiam significar?

SOCIAL MEDIA: Zack Snyder says the trinity shot from BvS was a reference to his planned Justice League part 2, #untilitwasnt from r/DC_Cinematic

 

Snyder sempre foi muito ativo nas redes sociais, especialmente no app Vero, onde ultimamente ele tem postado fotos dos bastidores do seu último filme, ‘Liga da Justiça‘.

No entanto, fãs estão começando a ficar suspeitos de que todas as postagens possam estar dando pistas de um possível corte do diretor . A teoria da conspiração começou quando Snyder postou essa foto na rede social:

A atriz Kiersey Clemons estava cotada para viver Iris West, interesse amoroso de Barry Allen, mas sua participação foi cortada completamente na edição final do filme. Com a postagem da foto da atriz, fãs acreditam que assim como suas cenas existem, também há um corte específico do diretor para o filme.

Vocês acreditam na teoria? Querem a versão do Snyder? Ou estão esperando o Barry Allen acabar com a timeline novamente?

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

‘Aquaman’ arrecada menos que ‘Mulher-Maravilha’ e ‘Liga da Justiça’ em sua abertura nos EUA

Aquaman‘ finalmente estreou nos Estados Unidos, mas não teve uma grande abertura nas bilheterias norte-americanas e ficou abaixo da expectativa da Warner Bros.

Segundo o Hollywood Reporter, o filme arrecadou US$ 9 milhões em suas sessões de pré-estreia na quinta feira, um valor abaixo do esperado para um blockbuster.

Para se ter ideias, ‘Mulher-Maravilha‘ arrecadou US$ 11 milhões em sua pré-estreia, enquanto ‘Liga da Justiça‘ fez US$ 13 milhões.

Com o valor da abertura, especula-se que o filme arrecadará entre US$ 65 milhões e US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Liga da Justiça fechou primeiro final de semana de estreia arrecadando US$ 96 milhões, Mulher-Maravilha’ fez US$103 milhões na abertura. ‘Batman vs Superman’ arrecadou US$ 166 milhões. ‘Esquadrão Suicida’ fez US$ 133,7 milhões e ‘Homem de Aço’ ficou com US$ 116,6 milhões.

No resto do mundo, o filme já soma US$300 milhões – sendo US$ 200 milhões vindos da China.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘Liga da Justiça’: Kevin Smith confirma que existe o ‘Snyder cut’

Kevin Smith confirmou em entrevista ao CinemaBlend que o corte de Zack Snyder para ‘Liga da Justiça‘ realmente existe, e tinha 3 horas e 30 minutos de duração.

“Eu não vi em primeira mão. E também para ficar claro, eu conheço Zack, mas não é como: ‘Somos melhores amigos!’ Dito isto, falei agora com pessoas suficientes em vários níveis nessa produção. Existe um corte de Snyder. Com certeza. Ele existe. Agora, não é finalizado porque não tinham trabalhado nos efeitos (visuais) ou algo assim, então eu diria, baseado no que me disseram, que é um corte com um monte de tela verde. Essa versão foi bastante criticada pelo pessoal da produção pois é um filme de arte, não foi feito para as grandes massas”, afirmou.

Não é de hoje que um grupo de fãs da DC Comics está numa longa guerra contra a Warner Bros. para que seja lançada a versão completa de ‘Liga da Justiça‘, dirigido por Zack Snyder.

Recentemente, os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut” colocaram vários cartazes e outdoors pedindo a versão em San Diego.

Confira:

Os fãs criaram uma vaquinha online para promover o lançamento do filme na próxima San Diego Comic-Con e já arrecadaram 26.000 dólares.

“Chegou a hora de fazer uma declaração final para a Warner Bros. sobre o nosso desejo firme e inflexível de lançarem a versão completa de ‘Liga da justiça’ de Zack Snyder. Ao longo do último ano e meio, o movimento #ReleaseTheSnyderCut realizou uma série de campanhas, de modo a atrair a atenção daqueles com poder e influência suficientes para satisfazer nossa demanda.”, diz uma parte do comunicado publicado no site Gofundme.

Para quem não está familiarizado com a polêmica, Zack Snyder foi contratado como diretor do filme, mas teve de se afastar das gravações após problemas pessoais envolvendo a morte de sua filha. Para não atrasar a produção mais uma vez, o estúdio contratou Joss Whedon para concluir as filmagens. O resultado não agradou e o filme foi massacrado pelo público e pela crítica especializada.

Desde então, fãs devotos do diretor vem tentando fazer com que a Warner Bros. libere o lançamento da versão idealizada por Snyder, que teria confirmado sua existência.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

Verdadeiro Mandarim estampa foto dos bastidores de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’

O diretor Destin Daniel Cretton postou uma foto dos bastidores de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ antes da produção ser interrompida pelo Coronavírus.

E, pela primeira vez, podemos ver o elenco reunido e o NOVO Mandarim.

Mais no fundo da foto, podemos ver o ator Tony Leung, que interpretará o Mandarim verdadeiro. O vilão havia sido interpretado por Ben Kingsley em ‘Homem de Ferro 3‘, e não agradou aos fãs.

Além de Leung, podemos ver à direita Simu Liu – que viverá o protagonista – e no centro a comediante Akwafina – que não teve seu papel revelado.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Pre-covid hang with @awkwafina, @simuliu & the legend Tony Leung. This was our last night out before Corona punched the world in the face.

Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em

A suspensão das filmagens de ‘Shang-chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ vai acarretar em um prejuízo grandioso para a Marvel Studios.

Segundo o portal The Hollywood Reporter, a medida preventiva deve custar aos cofres do estúdio entre US$ 300 mil e US$ 350 mil por dia.

Os valores em questão seriam para garantir o envolvimento dos profissionais no projeto. Durante esse período de quarentena, a Disney deve continuar pagando os salários dos coordenadores dos departamentos envolvidos no projeto, bem como outros membros do staff.

Lembrando que ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em fevereiro de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Halloween 4’?: Produtor fala sobre possibilidades da franquia ganhar mais filmes

O produtor Ryan Freimann falou em entrevista ao ComicBook sobre a possibilidade da franquia ‘Halloween‘ ganhar mais filmes após ‘Halloween Ends‘, o terceiro filme da nova trilogia que foca no embate de Michael Myers e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis).

“Eu não pensei muito a frente. Estamos focados no momento na trilogia do diretor David Gordon Green. A história da franquia, como nos filmes de Rob Zombie, teve várias ramificações. Eles fizeram Halloween 3: A Noite das Bruxas. Então, é como se estivéssemos vivendo o momento com esses filmes que fazem sucesso, e veremos para onde vai a partir do sucesso desses filmes. É bem imprevisível.”

Halloween Kills’ vai expandir o universo da franquia e alcançar tragédias maiores, revelou a atriz Jamie Lee Curtis.

Halloween de 2018 foi sobre o trauma de Laurie, certo? Era focado em Laurie Strode, mas você sabe, há muitas outras pessoas que foram vítimas de Michael Myers em 1978. Halloween Kills é sobre uma multidão. Então o que vou dizer é que o que estávamos vendo em todo o país do poder da fúria das vozes, grandes grupos de pessoas se unindo enfurecidos com o conjunto de circunstâncias, isso é o que é o filme. O filme é sobre uma multidão. E é muito interessante porque mostra o que acontece quando o trauma infecta uma comunidade inteira.”, afirmou a atriz em entrevista ao Jess Cagle Show.

Curtis indiretamente faz referência ao que ocorreu no verão de 2020, com o assassinato de George Floyd nos EUA.

O diretor David Gordon Green também afirmou que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.

“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.

Devido à pandemia do COVID-19, vários filmes foram adiados por tempo indeterminado ou jogados para o próximo ano – incluindo Halloween Kills’Halloween Ends’, que tiveram suas datas de lançamento trocadas em nada menos que um ano (para 2021 e 2022, respectivamente).

Halloween Kills’ chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Netflix deixa fãs estão FURIOSOS ao cancelar MAIS UMA série na 1ª temporada; Confira!

A Netflix cancelou oficialmente ‘O Legado de Júpiter‘, série de super-heróis baseada nos quadrinhos de Mark Millar, depois de apenas uma temporada.

Nas redes sociais, os fãs ficaram furiosos com o cancelamento de MAIS UMA SÉRIE.

Confira:

No entanto, de acordo com o Deadline, o serviço de streaming já deu sinal verde para ‘Supercrooks‘, um spin-off focado em vilões que se será ambientado no mesmo universo que ‘O Legado de Júpiter‘.

A trama da série derivada seguirá uma gangue desorganizada de supervilões, vigaristas e ladrões mesquinhos que se unem para o roubo do século e a história criminosa mais ultrajante que você já viu em sua vida. O crime compensa e eles vão provar isso. Algumas pessoas apenas querem ser divertir e ganhar um pouco de dinheiro sujo enquanto fazem isso. Se os super-heróis atrapalharem, eles irão ficar sem dentes.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

O elenco da série original conta com Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Pânico’ revela que personagem querida está VIVA e ninguém percebeu… [SPOILER]

Pânico já está em exibição nos cinemas do Brasil e um de nossos leitores (Gabriel Belussi) reparou em um easter-egg que CONFIRMA que uma das personagens do quarto filme sobreviveu.

Por meses, especulou-se que a atriz Hayden Panettiere, que interpretou a Kirby Reed em ‘Pânico 4‘, poderia aparecer de surpresa na nova sequência da franquia.

Ela não aparece, mas a cena que o Richie (Jack Quaid) está assistindo a um vídeo de ‘Punhalada 8‘ no YouTube, um dos vídeos sugeridos tem o título “Entrevista com a sobrevivente Kirby Reed“.

Confira:

Na última vez que vimos a personagem, ela havia sido deixada para morrer após ser esfaqueada duas vezes na barriga. Pelo fato do seu corpo nunca ter sido mostrado, os fãs esperam que a Kirby tenha sobrevivido ao ataque.

Assista as nossas entrevistas:

 

No Rotten Tomatoes, o quinto capítulo da franquia ‘Pânico‘ recebeu 78% de aprovação através de 79 críticas publicadas e se tornou o terceiro filme mais bem avaliado da franquia – apesar de muitos críticos afirmarem que é o melhor desde o original.

O filme mais bem avaliado da franquia é ‘Pânico 2‘ (81% de aprovação e 81 críticas publicadas) seguido pelo original (79% de aprovação e 82 críticas).

Como os críticos ainda estão postando suas reviews do novo filme, a porcentagem pode mudar nos próximos dias.

Confira o ranking:

5. Pânico 3 (41% de aprovação)
4. Pânico 4 (61% de aprovação)
3. Pânico – 2022 (78% de aprovação)
2. Pânico (79% de aprovação)
1. Pânico 2 (81% de aprovação)

No consenso geral, “os críticos elogiaram o tom, a narrativa, as performances e o ressurgimento da saga slasher com o novo longa-metragem.”

Veja os principais comentários abaixo:

“Brutalmente sangrento, gloriosamente auto-referencial e genuinamente divertido, ‘Pânico’ presta homenagem ao passado enquanto ainda está completamente de pé.”, The Jam Report.

“Pode não ser tão escandalosamente banal em sua abordagem, mas este quinto filme da franquia Pânico tem algo em comum com Matrix: Ressurreições em seus comentários mordazes sobre nossa cultura cinematográfica contemporânea.”, Flicks.

“Pode não se equiparar ao original, mas o novo Pânico está lá em cima com Pânico 2’ como a melhor sequência da série” – Digital Spy.

“É divertido sem diminuir o público ou o gênero, é assustador sem precisar de sustos baratos ou imitações e é divertido e imprevisível” – The AU Review.

“Eu realmente gosto de como [Pânico] tira sarro de si mesmo” – Nerd Reactor.

“Um sucessos digno da coroa de Wes Craven” – THN.

“O novo filme continua com sucesso a tradição de Pânico em evoluir, através de comentários originais e pungentes sobre o gênero do terror – mas uma das qualidade mais incríveis do quinto capítulo é estar absolutamente exalando amor e respeito pela franquia” – Perri Nemiroff

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Série derivada de ‘Grease’ ganha primeiro teaser OFICIAL; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial de Grease: Rise of the Pink Ladies, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.

A produção chega à plataforma de streaming em 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira:

O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.

De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.

Annabel Oakes (‘Atypical‘) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.

Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.

De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.

Netflix divulga novos cartazes de ‘Rebel Moon – Parte 1’, novo filme do Zack Snyder

A Netflix divulgou novos cartazes de ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), que estreia em 22 de dezembro.

Confira, com o trailer:

Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

A segunda parte, intitulada Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

‘Barney’: Chefe da Mattel fala sobre os comentários do filme ser para ADULTOS

Em uma entrevista recente com o Semafor, o chefe da Mattel, Ynon Kreiz, compartilhou detalhes sobre o aguardado filme de ‘Barney‘, estrelado pelo ator Daniel Kaluuya.

Contrariando expectativas, Kreiz afirmou que, apesar de seu tom inesperado e surrealista para adultos, o filme não será “estranho”.

“Esse está recebendo muita reação. É muito cedo para ser específico, mas posso dizer que estamos adotando uma abordagem nova que será divertida, interessante e culturalmente orientada. Não será um filme estranho”, assegurou Kreiz.

O executivo também destacou que ‘Barney‘ é um exemplo do interesse da Mattel em expandir seu alcance além de produções voltadas apenas para a família.

A empresa está buscando oportunidades de trabalhar em “filmes artísticos” que desafiem as expectativas e ofereçam experiências cinematográficas diferentes.

Vale lembrar que ‘Barbie’ arrecadou US$ 1,446 bilhão nas bilheterias mundiais.

Criador de ‘The Boys’ está PREOCUPADO com derivados da série

Eric Kripke, criador de The Boys‘, falou sobre os derivados da série e revelou que está preocupado em preservar a essência que tornou o programa um sucesso.

Em entrevista ao Collider, Kripke enfatizou que seu objetivo principal é evitar que o universo da série se distancie de sua proposta original.

“A questão sobreThe Boys é que é punk rock, e dói ainda mais quando os punk rockers se vendem. Estou realmente me esforçando para não me vender”, afirmou Kripke.

Atualmente, o universo da série está em expansão. O derivado ‘Gen V’, focado em jovens super-heróis em treinamento, foi bem recebido e já tem uma segunda temporada agendada para Setembro.

Além disso, um novo prelúdio, intitulado ‘Vought Rising‘, está em desenvolvimento, trazendo os personagens Soldier Boy e Tempesta, que explorarão os primeiros anos da corporação Vought.

Kripke afirmou que os derivados de The Boys‘ têm um verdadeiro propósito e servirão para expandir a franquia, com os projetos apresentando autenticidade.

“Fazemos essas séries porque realmente nos importamos com elas e somos apaixonados por elas. Elas podem contar histórias novas que não podemos abordar em The Boys’, e não se trata apenas de uma expansão rápida, mas de escolhas cuidadosas e conscientes, que podemos justificar. Me preocupo com isso todos os dias”, disse Kripke.

A última temporada deThe Boys tem a missão de encerrar com chave de ouro a série de extremo sucesso da Amazon.

A temporada final já está sendo gravada, no entanto, a equipe ainda está escrevendo – e reescrevendo – a trama, às vezes até mesmo no dia em que certas cenas são filmadas.

“Nem tudo está escrito. Metade está escrita. Quero dizer, olha, as coisas se ajustam o tempo todo. Isso aconteceu na primeira temporada, quando o movimento ‘Me Too’ surgiu no meio da temporada e tivemos que voltar e repensar muita coisa. Então, estamos meio que acostumados com esse movimento orgânico dos roteiros, sempre se transformando um pouco, com base no que está acontecendo no mundo. Isso realmente não nos assusta. Isso é bem comum. Você está sempre reescrevendo essas coisas até o dia antes das filmagens, e às vezes, no próprio dia das filmagens. Então, estamos acostumados a mudar as coisas conforme o mundo muda – mas sim, nós definitivamente ajustamos os roteiros conforme novos eventos surgem”, disse Eric Kripke.

Algumas novas fotos do set da quinta e última temporada de ‘The Boys foram compartilhadas online, revelando uma primeira visão de novos Super que se juntarão ao conflito na série.

No final da temporada 4 de The Boys‘, o Capitão Pátria deu um grande passo em direção a assumir o controle total dos Estados Unidos, removendo todos os obstáculos políticos e capturando seus inimigos, incluindo Leitinho, Francês, Kimiko e Hughie.

Era esperado que o plano do Capitão Pátria envolvesse internar aqueles que se opusessem a ele em campos de concentração, e agora temos a confirmação de que os “Campos da Liberdade” serão, de fato, usados para esse fim.

Apesar dos campos terem sido mostrados há algum tempo, novas fotos do set agora dão mais detalhes, confirmando a teoria e também revelando um vislumbre de um novo time de Super-Heróis: o Teenage Kix.

Esse grupo é uma paródia dos Jovens Vingadores (Marvel) e dos Jovens Titãs (DC).

Confira:

Antes de ‘The Boys‘ se tornar um fenômeno de sucesso na Prime Video, com sua adaptação de quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, o projeto quase foi levado para o cinema, nas mãos do diretor Adam McKay, conhecido por filmes como ‘A Grande Aposta‘ e ‘Não Olhe Para Cima‘.

McKay, que já estava estabelecido como um cineasta de grande visão, chegou a escrever um roteiro completo para o que seria o primeiro filme de uma possível trilogia baseada nas HQs. Este projeto surgiu em 2008, um período em que os filmes de super-heróis ainda não eram o grande fenômeno de bilheteiras que se tornaram nos anos seguintes.

No entanto, apesar de seu entusiasmo e do roteiro desenvolvido, McKay não conseguiu convencer os executivos de um estúdio a abraçar a proposta.

A informação foi revelada por Darick Robertson, um dos criadores dos quadrinhos, em uma entrevista para a Rolling Stone. Robertson comentou sobre o projeto não concretizado e explicou:

“Eu não mudaria o formato como os quadrinhos foram adaptados para o live-action, porque acredito que a série como ela é está incrível. Mas Adam estava realmente pensando em algo interessante. Ele trouxe essa ideia por volta de 2008, dez anos antes da série começar a ser planejada. O problema é que, na época, a indústria cinematográfica não estava pronta para algo como The Boys.”

A adaptação de ‘The Boys‘ para a televisão, que começou a ser planejada anos depois, acabou sendo um enorme sucesso, com a série conquistando uma base de fãs apaixonada ao longo de suas temporadas. Porém, recentemente, os fãs começaram a especular sobre o fim da série, que será alcançado com a 5ª temporada. Em uma entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Eric Kripke esclareceu que a decisão de encerrar a série nesta temporada estava em seus planos desde o início.

Ele brincou, dizendo que “5 é um número mágico para roteiristas”, assim como o número três, e explicou:

“Para roteiristas, três e cinco são os números mágicos. Três é o número de atos de um filme, cinco é o número de atos de uma série de TV. Além disso, piadas têm um ritmo de três a cinco. E cinco parece um número redondo. Sentimos que seria o suficiente para contar a história de forma completa, sem esticar a trama até o ponto de desgastar o público.”

Kripke também ressaltou que sua intenção sempre foi a de manter a série focada e sem prolongá-la além do necessário.

“Quando comecei a trabalhar na adaptação dos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, meu plano sempre foi que a série teria um arco claro e definido. A quarta temporada, por exemplo, foi escrita de maneira a dar a sensação de que estávamos realmente caminhando para o final da história”, disse Kripke.

Ele explicou ainda que sempre quis que a 4ª temporada deixasse os fãs com a impressão de que o fim estava próximo, de modo que a conclusão da série na 5ª temporada não fosse uma surpresa, mas sim uma expectativa natural para o público.

“Ninguém vai assistir à 4ª temporada e não pensar: ‘A série vai acabar na próxima, certo?’. Então decidimos fazer um anúncio para que as pessoas assistam com a sensação épica de estarem acompanhando a jornada para o grandioso desfecho, que é exatamente o que esperamos que seja.”

Com a série prestes a encerrar sua trajetória, a expectativa é que The Boys ofereça um desfecho digno de seu impacto cultural, mantendo o tom irreverente e a crítica afiada que a tornou uma das produções mais comentadas dos últimos anos.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Vamos falar de Terror? Analisando ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘Sexta-Feira 13’ e outros!

Conhecido como um gênero menor por muitos críticos (tapados) de cinema, o terror é um dos caminhos mais eficientes para a canalização dos medos e horrores sociais que nos dominam a cada dia. Pensando nisso, elaboramos, junto com o nosso parceiro Leonardo Campos, pesquisador da História e da linguagem dos filmes de terror, uma lista com produções que marcaram a história e radiografaram muitas questões políticas e sociais de suas respectivas épocas.

 

1 – O Exorcista

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A adaptação do romance de William Peter Blatty investiu em um excelente trabalho de montagem, som, enquadramentos instigantes e atuações viscerais. Nomeado ao Oscar, a produção pode ser pensada como uma metáfora para a “juventude transviada” que ganhou força nos Estados Unidos após a década de 1950. Segue alguns pontos necessários para reforçar a análise:

1 – Se você observar bem, o “mal” adentra em um lar com uma mãe solteira, atriz de cinema, em suma, livre e dona de si.

2 – Para alguns estudiosos do mundo acadêmico, Regan, representada com maestria por Linda Blair e dirigida pelo competente William Friedkin, é uma representação simbólica dos males que acometiam os jovens oriundos da sociedade tradicional estadunidense da época, estrato social em frangalhos após a liberação sexual e a viagem ao âmbito das drogas permitidas pelos movimentos sociais que exigiam um novo olhar para a dinâmica do mundo.

 

2 – O Massacre da Serra Elétrica

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Um dos filmes que permanecem constantemente na memória do cinema, haja vista a quantidade de continuações e referências na cultura pop. A trama sobre uma família de canibais que ataca um grupo de hippies que atravessam o Texas vai muito além do que se fala por aí.

O que é preciso observar? Seguem alguns pontos críticos básicos:

1 – Os jovens precisam adentrar no vilarejo por conta da falta de gasolina no carro. Nesta época, a OPEP fechou às portas para os Estados Unidos e uma crise energética dominou a nação, num dos movimentos políticos mais tensos entre Oriente e Ocidente. Sem petróleo, muitas fábricas ficaram prejudicadas no que tange à produção. Isso perpassa discretamente pelo filme, por isso é importante o espectador ficar atento.

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2 – O Texas é uma espécie de “Nordeste” brasileiro. Sofre preconceitos por parte de outras regiões. Um dos motivos, na época, era pelo fato da morte de Kennedy ter sido em uma visita ao local. Outra questão importante é a presença de hippies sendo assassinados por uma família disfuncional, além da crítica escancarada ao que acontecia na Guerra do Vietnã.

 

3 – Sexta-Feira 13

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Quando criança o menino Jason morreu afogado por conta da displicência dos monitores do Acampamento Crystal Lake. Próximo ao processo de reabertura, alguns anos depois, alguns monitores são brutalmente assassinados. Descobrimos, ao final do filme, ser a mãe de Jason a assassina vingativa. Ela acaba morrendo, mas o festival de sangue não acaba. Jason retorna dos mortos e protagoniza, como vilão mascarado, várias continuações.

Segundo abordagens acadêmicas sobre a série, há nos filmes alguns pontos críticos que devem ser pensados delicadamente:

1 – A Final Girl. Mesmo que acompanhada de homens em alguns filmes, é a garota que no final das contas domina a situação e enfrenta o vilão mascarado. Para Carol Clover, especialista nos estudos de gênero, esse duelo é uma metáfora para as relações conflituosas entre homens e mulheres na sociedade, principalmente nos tensos anos 1980.

2 – De acordo com algumas análises, há uma lógica bastante racista nos filmes de terror. Isso, inclusive, já foi discutido ligeiramente em Pânico 3, quando um personagem alega que não se importa com o roteiro que está lendo, pois historicamente o elemento negro sempre é eliminado das narrativas de terror. Se formos observar, há certa lógica nessa dinâmica de pensamento. Em Sexta-Feira 13 parte 5, há uma criança protagonista negra, mas nas partes 3, 7 e 8, não há espaço para heroísmos. No campo dos estudos essa questão é chamada de Efeito Lando, associado ao personagem icônico de Star Wars.

 

4 –  Quadrilogia Pânico

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Desde o primeiro filme que Wes Craven estabeleceu uma crítica interessante ao processo de espetacularização da violência. Sidney (Neve Campbell) é vítima em potencial: a mãe foi assassinada violentamente, seus amigos idem. Perseguida quatro vezes, juntamente com a dupla Gale (Courteney Cox) e Dewey (David Arquette), a personagem era alvo constante dos males da sociedade do espetáculo. Observe:

1 – No primeiro filme, a repórter Gale lucra com cada assassinato, sem pensar sequer na vítima central do processo: Sidney. Torna-se evidente a crítica à falta de ética e o banho de sangue do jornalismo mundial, num processo de espetacularização e banalização da violência.

2 – No segundo filme, além da abertura que retoma as discussões sobre o negro no cinema, há também a banalização e a teatralidade da violência, com Sidney encenando em um palco, ao estilo tragédia grega. Um dos raros casos de uma continuação superior ao “original”.

3 – No terceiro filme, Sidney precisa lidar com a mídia e por isso, se esconde. A série cinematográfica sobre a sua vida está a todo vapor em Hollywood e novos assassinatos dominam as manchetes da mídia. A violência está cada vez mais espetacularizada.

3 – No quarto e ótimo filme, Sidney enfrenta um mal ainda pior. A mídia está mais pulverizada, pois a época dos celulares e redes sociais deixa a exclusividade dos tabloides de lado. Os crimes, além de executados, são filmados para demonstração e narcisismo do psicopata da vez.

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Para entender as afirmações é preciso conhecer mais sobre o teórico responsável pelo conceito de Sociedade do Espetáculo: Guy Debord. O filósofo foi um dos fundadores, nos idos de 1957, na Itália, da Internacional Situacionista, um movimento pautado por ideias artísticas, políticas e aspirações de operar transformações sociais. Um dos pontos basilares da sua obra é a presença de imagens na sociedade, concomitante ao processo de alienação que estes produtos, ou seja, filmes, manifestações de publicidade e propaganda, dentre outros, poderiam provocar. Para o teórico francês, eram todos itens que induziam as pessoas à passividade e à aceitação do capitalismo.

O espetáculo é tratado pelo teórico como um agente de manipulação social e uma coletividade conformista, comparando-o, inclusive, à Guerra do Ópio, momento histórico que tem o objetivo de embriagar os atores sociais e fazer com que eles se identifiquem com as mercadorias que estão sendo oferecidas, e, consequentemente as consumam.

O conceito de espetáculo, pelo que podemos observar, passou a designar na literatura acadêmica e jornalística os simples excessos midiáticos envolvendo indivíduos, produções da indústria cultural e, mais recentemente, da esfera virtual, espaço de disseminação mais ampla dos requintes da cultura do espetáculo.

Em sua participação no programa Hora da Coruja, com o eixo temático “Atualizações do conceito de sociedade do espetáculo”, a professora Olgária Matos apresentou algumas considerações relevantes sobre a trajetória dos conceitos do teórico Guy Debord, atualizando-os. Ela diz que o que podemos aproveitar da teoria do espetáculo é a análise do mundo contemporâneo orientado pelo fetiche, em que a informação se repete, não há total confirmação da plena veracidade dos fatos (boatos) que até estampam capas de jornais e revistas renomados, bem como a falta de apuro na análise de fenômenos complexos, como guerras civis, acontecimentos políticos, dentre outros assuntos.

 

5 – Despertar dos Mortos

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Em 1968, o diretor George Romero reinventou os filmes de zumbis. A Noite dos Mortos Vivos se tornou um clássico, seguido dez anos depois de O Despertar dos Mortos. Aparentemente um filme de monstros comedores de carne humana. Mas será que é só isso mesmo? No filme, um grupo de sobreviventes vai parar um em shopping center, local utilizado para refúgio da multidão de mortos que os persegue.

Desprovidos de qualquer vestígio de humanidade, os zumbis do filme retém o impulso consumista como a última lembrança das suas respectivas vidas. O fetiche da mercadoria, termo cunhado por Karl Marx, perde o seu sentido neste filme, haja vista que os produtos exibidos nas prateleiras das lojas esvaziaram no que tange aos seus valores simbólicos, bem como o poder de atração, tornando-se apenas simples objetos. Os refugiados olham para as mercadorias sem a mesma intensidade da vida “normal” no cotidiano, e os zumbis (metáfora dos seres humanos atraídos pela ótica da cultura do consumo) representam bem o processo de massificação e nivelamento promovido pelo sistema capitalista.

 

Finalizando… coisas para se pensar sobre os filmes de terror…

Pânico e a sociedade do espetáculo; Sexta-Feira 13 e as relações de poder entre homens e mulheres, bem como os códigos sexuais e a virgindade como recurso para se manter ileso; Psicose e os códigos de censura nos anos 1960; Alien e outras tantas narrativas de monstros e invasões alienígenas como metáforas para as tensões da Guerra Fria e da bomba atômica. São alegorias presentes nestas narrativas que vão muito além da iniciativa de apenas assustar ou entreter. Seja um espectador mais crítico, tente aliar o entretenimento com a análise mais apurada, pois o espetáculo ganha maiores projeções se houver aproximação (para garantir a diversão) e o distanciamento (para garantir o senso crítico mais aguçado). Bons filmes para você.

 

Por que essas narrativas causam fascínio em algumas pessoas?

Conforme aponta os cineastas do gênero, estes filmes são alegorias para os nossos medos. Nós assistimos em casa ou no cinema, seguros em nossas poltronas. Sabemos que o acontece dentro da tela fica por lá, serve como válvula de escape para as nossas ansiedades. É a namorada ou o namorado que agarra o braço do seu companheiro ao sentir medo, é o grito que expurga uma inquietude que nos acompanha desde criança.

 

O que há de interessante em narrativas com banho de sangue e atos de violência?

As alegorias. Isso importa e muito. Estamos acostumados a pensar o drama como a fonte ideal para se extrair elementos críticos. A seriedade do drama põe em xeque o dito riso fácil da comédia e a violência explícita dos filmes de terror. Salva as devidas proporções, geralmente os “intelectuais” mais puristas elevam o drama e esquecem as possibilidades destes outros gêneros. Esta questão é histórica e já nos acompanha há tempos no contexto das manifestações artísticas.